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A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifÃcios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vÃtima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.
A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a provÃncia da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela provÃncia da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.
A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino EspÃrito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada à s 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.
Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom AloÃsio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.
Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo AbÃlio Ribeiro ss.cc.
Padroeiros:
A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS
Matriz de Nossa Senhora da Conceição e São José, no Engenho de Dentro, localizada na Av. Amaro Cavalcante. Sem data (provável que seja dos anos 40 ou 50). Acervo: www.louvoresamaria.com.br. Publicação Facebook: goo.gl/Bukd7d.
Consagrada a N. Sra. da Conceição, a Igreja Matriz de Vila Baleira da ilha madeirense de Porto Santo é um templo que foi instituÃdo no longÃnquo ano de 1430. Foi elevada a igreja paroquial em 1500 e, em 1566, foi pilhada e destruÃda quase por completo por corsários.A Matriz da capital do Porto Santo é uma igreja que passou por diversas fases construtivas, sendo quase totalmente reconstruÃda a partir de 1667.O seu exterior é modesto, composto por dois corpos retangulares de diferentes dimensões, correspondendo o maior ao corpo da igreja e o de menores proporções à capela-mor. Destaca-se a torre sineira, marcada por cunhais de cantaria negra rematados por pináculos e cobertura piramidal truncada, encimada por catavento de ferro. A linha da cimalha é interrompida por quatro relógios.
O interior, amplo, de nave única e coberta por teto de madeira, possui ainda vestÃgios da construção inicial do século XV: trata-se da denominada Capela da Morgada, espaço contendo ainda alguns elementos arquitetónicos do gótico quatrocentista.
A capela-mor é coberta por um teto curvo em madeira, apresentando pinturas rocaille policromadas de motivos geometrizantes, fitomórficos e rótulos, sobre fundo branco. Preenchendo o fundo da ousia está um retábulo e altar-mor de talha pintada a branco e dourado, estrutura rocaille do último quartel do século XVIII. No centro do camarim expõe-se uma pintura com o episódio do Noli me Tangere, que narra o aparecimento de Cristo a Maria Madalena. www.infopedia.pt/$igreja-matriz-de-vila-baleira
Patrimony Day at Ciudad Vieja, Montevideo.
Large on black strongly recomended
(Requires Google Earth ).
Igreja Matriz de Vila Nova de Foz Côa. Distrito da Guarda, Portugal
Lente: Nikkor AF-S 18-55mm ED
Se quiser ver mais fotos nossas, de temas diversos, e também artigos sobre fotografia, teremos muito prazer em recebê-lo no nosso site pessoal www.adrifil.net.
A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifÃcios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vÃtima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.
A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a provÃncia da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela provÃncia da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.
A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino EspÃrito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada à s 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.
Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom AloÃsio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.
Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo AbÃlio Ribeiro ss.cc.
Padroeiros:
A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS
A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifÃcios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vÃtima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.
A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a provÃncia da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela provÃncia da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.
A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino EspÃrito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada à s 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.
Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom AloÃsio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.
Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo AbÃlio Ribeiro ss.cc.
Padroeiros:
A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS
A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifÃcios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vÃtima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.
A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a provÃncia da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela provÃncia da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.
A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino EspÃrito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada à s 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.
Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom AloÃsio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.
Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo AbÃlio Ribeiro ss.cc.
Padroeiros:
A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS
Carroceria: Marcopolo Paradiso 1800 DD G7
Chassi: Scania K 440IB 8x2
Empresa: Matriz Transportes
Local da foto: Goiânia-GO
Carroceria: Marcopolo Paradiso 1800 DD G6
Chassi: Scania K 420
Empresa: Matriz
Local da foto: Goiânia-GO
Montevideo's historic district's main square. It's real name is 'Plaza Constitución' (Constitution Square) but is popularly named as 'Plaza Matriz'.
By Andrés Bentancourt
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Una organización, es ofrecer un claro diagnóstico para poder tomar las decisiones estratégicas oportunas y mejorar en el futuro. Su nombre deriva del acrónimo formado por las iniciales de los términos: debilidades, amenazas, fortalezas y oportunidades.
TÃtulo: Igreja Matriz
Autor: Gonçalo Coelho
Procedência: Biblioteca Municipal de Moimenta da Beira
Data: 2014
Dimensões:
Observações: Fotografia digital
"O retábulo da capela-mor, do barroco estilo nacional, é constituÃdo por dois pares de colunas tipo salomónico em espiral, prolongadas pelos arcos de remate.Têm a ornamentá-las, além de atlantes que suportam as colunas exteriores, as uvas a representar a vinha, aves eucarÃsticas a debicar os bagos, figuras angélicas, folhas de acanto e, nos remates, peças radiantes animadas com cabeças também angélicas. No topo de remate das colunas interiores está uma pomba representando o Divino EspÃrito Santo, orago da freguesia. Lateralmente, um pouco acima do nÃvel da banqueta, entre as colunas e entre elas, encontram-se as mÃsulas de dois nichos com as imagens da SantÃssima Trindade do lado do Evangelho e de Nossa Senhora do Amparo da EpÃstola.
No camarim, profusamente ornamentado, está o trono com 5 degraus em pirâmide, tudo ao mesmo estilo, tendo o último a figuração dum sol radiante, que serve como que de espaldar ao SantÃssimo, quando exposto em custódia nos dias mais solenes. O Sacrário afigura-se uma autêntica planta de acanto, tendo um anjo a sustentá-lo e mais dois por cima da porta em posiçao de glorificação ao Senhor. No altar-mor destaca-se o frontal de talha miúda, baixo relevo a imitar damasco, com uma sanefa a encimálo e uma cruz ao centro.
As caixas laterais do púlpito, este em pedra sem guarda-voz, têm por base uma pirâmide invertida e estão ornamentadas com relevo em talha estilo rocaille da segunda metade do Seculo XVIII e com molduras a imitar os mármores raros do convento de Mafra.
Os tectos, recobertos por abóbadas de berço, estão repartidos por caixotes com fundo de madeira e orlados de molduras salientes com florões nas intersecções.
As tábuas dos caixotes da nave - 15 ao comprimento por 7 transversais, portanto 105 ao todo - foram pintadas com motivos florais, que o tempo foi apagando e mal se reconhecem agora após a limpeza na reconstrução de há meio século, em que também se deu um toque de pintura a castanho. As dos caixotões da capela-mor, em número de 28, têm pintadas a oléo figuras de santos, representando o Apostolado, Doutores da Igreja e outros da devoção. Com efeito, entre outros vêem-se S. João, S. Pedro. S. Paulo, S. Tiago Menor, S. Mateus, S. Gregório, Santo Ambrósio, Santa Luzia, Santa Bárbara e os portugueses Santo António, S. Gonçalo e a muito venerada Santa Quitéria."
Fonte: MAGALHÃES, Manuel Alcino(2006), Ariz: Um pouca da sua história (2.ª ed.)(88-92). Viseu: Eden Gráfico, S. A.