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Igreja Matriz de Vila Nova de Foz Côa. Distrito da Guarda, Portugal
Lente: Nikkor AF-S 18-55mm ED
Se quiser ver mais fotos nossas, de temas diversos, e também artigos sobre fotografia, teremos muito prazer em recebê-lo no nosso site pessoal www.adrifil.net.
Igreja Matriz de Guaratuba - Nossa Senhora do Bom Sucesso
===Trivia===
-The church was built in the 18th century, when Guaratuba was still just a settlement.
-It was built by slaves and people of the community, with colonial religious architecture and presenting a very simple façade of masonry, as were the other coastal churches of the time.
-It was registered by the Patrimônio Histórico e ArtÃstico Nacional (National Historical and Artistic Patrimony) in 1938.
A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifÃcios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vÃtima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.
A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a provÃncia da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela provÃncia da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.
A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino EspÃrito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada à s 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.
Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom AloÃsio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.
Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo AbÃlio Ribeiro ss.cc.
Padroeiros:
A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS
A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifÃcios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vÃtima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.
A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a provÃncia da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela provÃncia da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.
A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino EspÃrito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada à s 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.
Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom AloÃsio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.
Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo AbÃlio Ribeiro ss.cc.
Padroeiros:
A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS
A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifÃcios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vÃtima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.
A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a provÃncia da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela provÃncia da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.
A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino EspÃrito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada à s 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.
Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom AloÃsio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.
Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo AbÃlio Ribeiro ss.cc.
Padroeiros:
A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS
Igreja matriz da Golegã. Fachada principal e lateral.
Fotógrafo: Mário Novais (1899-1967)
Fotografia sem data.
Produzida durante a actividade do Estúdio Mário Novais: 1925-1985
[CFT003.124395]
Montevideo's historic district's main square. It's real name is 'Plaza Constitución' (Constitution Square) but is popularly named as 'Plaza Matriz'.
By Andrés Bentancourt
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Carroceria: Marcopolo Paradiso 1800 DD G7
Chassi: Scania K 440IB 8x2
Empresa: Matriz Transportes
Local da foto: Goiânia-GO
Montevideo's historic district's main square. It's real name is 'Plaza Constitución' (Constitution Square) but is popularly named as 'Plaza Matriz'.
By Andrés Bentancourt
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Patrimony Day at Ciudad Vieja, Montevideo.
Large on black strongly recomended
(Requires Google Earth ).
Una organización, es ofrecer un claro diagnóstico para poder tomar las decisiones estratégicas oportunas y mejorar en el futuro. Su nombre deriva del acrónimo formado por las iniciales de los términos: debilidades, amenazas, fortalezas y oportunidades.
TÃtulo: Igreja Matriz
Autor: Gonçalo Coelho
Procedência: Biblioteca Municipal de Moimenta da Beira
Data: 2014
Dimensões:
Observações: Fotografia digital
"O retábulo da capela-mor, do barroco estilo nacional, é constituÃdo por dois pares de colunas tipo salomónico em espiral, prolongadas pelos arcos de remate.Têm a ornamentá-las, além de atlantes que suportam as colunas exteriores, as uvas a representar a vinha, aves eucarÃsticas a debicar os bagos, figuras angélicas, folhas de acanto e, nos remates, peças radiantes animadas com cabeças também angélicas. No topo de remate das colunas interiores está uma pomba representando o Divino EspÃrito Santo, orago da freguesia. Lateralmente, um pouco acima do nÃvel da banqueta, entre as colunas e entre elas, encontram-se as mÃsulas de dois nichos com as imagens da SantÃssima Trindade do lado do Evangelho e de Nossa Senhora do Amparo da EpÃstola.
No camarim, profusamente ornamentado, está o trono com 5 degraus em pirâmide, tudo ao mesmo estilo, tendo o último a figuração dum sol radiante, que serve como que de espaldar ao SantÃssimo, quando exposto em custódia nos dias mais solenes. O Sacrário afigura-se uma autêntica planta de acanto, tendo um anjo a sustentá-lo e mais dois por cima da porta em posiçao de glorificação ao Senhor. No altar-mor destaca-se o frontal de talha miúda, baixo relevo a imitar damasco, com uma sanefa a encimálo e uma cruz ao centro.
As caixas laterais do púlpito, este em pedra sem guarda-voz, têm por base uma pirâmide invertida e estão ornamentadas com relevo em talha estilo rocaille da segunda metade do Seculo XVIII e com molduras a imitar os mármores raros do convento de Mafra.
Os tectos, recobertos por abóbadas de berço, estão repartidos por caixotes com fundo de madeira e orlados de molduras salientes com florões nas intersecções.
As tábuas dos caixotes da nave - 15 ao comprimento por 7 transversais, portanto 105 ao todo - foram pintadas com motivos florais, que o tempo foi apagando e mal se reconhecem agora após a limpeza na reconstrução de há meio século, em que também se deu um toque de pintura a castanho. As dos caixotões da capela-mor, em número de 28, têm pintadas a oléo figuras de santos, representando o Apostolado, Doutores da Igreja e outros da devoção. Com efeito, entre outros vêem-se S. João, S. Pedro. S. Paulo, S. Tiago Menor, S. Mateus, S. Gregório, Santo Ambrósio, Santa Luzia, Santa Bárbara e os portugueses Santo António, S. Gonçalo e a muito venerada Santa Quitéria."
Fonte: MAGALHÃES, Manuel Alcino(2006), Ariz: Um pouca da sua história (2.ª ed.)(88-92). Viseu: Eden Gráfico, S. A.
A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifÃcios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vÃtima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.
A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a provÃncia da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela provÃncia da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.
A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino EspÃrito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada à s 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.
Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom AloÃsio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.
Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo AbÃlio Ribeiro ss.cc.
Padroeiros:
A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS
O padre JOAQUIM PEREIRA DOS SANTOS, mais conhecido por Padre MANASSA, nasceu à 01:30 de 24/03/1872 na casa de seus pais situada no Largo da Igreja da então freguesia de Santa Cruz do Bispo do então concelho de Bouças.
FILHO do bombeiro Jose Pereira dos Santos (sabia escrever quando casou em 1860 e era natural da dita freguesia onde nasceu no lugar de Santa Cruz do Bispo em 1836) e da dona de casa Anna Alves da Silva (não sabia escrever quando casou em 1860 e era natural da freguesia de Villa Nova da Telha no concelho da Maia onde nasceu em 1837), foi batizado na Igreja Paroquial de Santa Cruz do Bispo a 25/03/1872 tendo sido seus padrinhos Manoel Joaquim Gonçalves Maia (solteiro, ocupado no serviço da lavoura e sabendo escrever) e a casada que não sabia escrever Maria Francisca de Jezus.
Seus PAIS tinham-se casado na Igreja paroquial de Santa Maria de Villa Nova da Telha pelas 18:00 de 28/07/1860, quase 12 anos antes do seu nascimento, perante o padre Francisco Jose da Silva Aroso (meu familiar e Coadjutor desta freguesia) e as testemunhas Antonio Marques (seareiro casado que sabia escrever e morava no lugar de Villa Nova da freguesia de Villa Nova da Telha) e Jose Francisco Lopes (jornaleiro casado que não sabia escrever e também morava no dito lugar de Villa Nova).
Era NETO PATERNO do seareiro Joaquim Pereira dos Santos nascido na freguesia de Sam Martinho de Guifões e filho de Manoel Pereira dos Santos e Maria Joaquina (2 dos 8 bisavós do Padre Manassa), e da seareira Joanna Francisca de Jesuz nascida no lugar de Santa Cruz do Bispo e filha de Jose Coelho e Leocadia Francisca de Jesuz (2 dos 8 bisavós do Padre Manassa), ainda vivos os avós a 28/07/1860 no dito lugar de Santa Cruz do Bispo.
Era NETO MATERNO do lavrador Antonio Lopes Maio nascido na freguesia de Villa Nova da Telha e filho de Manoel Lopes Maio e Costodia Nogueira da Silva (2 dos 8 bisavós do Padre Manassa), e da lavradeira Antonia Alves da Silva nascida no lugar de Santa Cruz do Bispo e filha de Manoel da Silva e Ignacia Dias (2 dos 8 bisavós do Padre Manassa), falecidos os avós no dito lugar de Villa Nova antes de 28/07/1860.
Ordenado padre em 1900 no Seminário dos Carvalhos, com classificação elevada, Joaquim Pereira dos Santos paroquiou apenas a freguesia de S. Martinho de Guifões desde agosto de 1900 até à sua morte a 11/12/1935;
5 anos depois, em 1905, foi eleito Presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Bouças, lugar que desempenhou com elevado civismo e com o aprumo moral que sempre soube manter em todos os atos da sua vida pública e privada;
depois de 1905, foi a ele que pertenceu a maior beneficiação da Igreja de Guifões desde o séc. XVIII, foi ele que apoiou a criação da Banda de Música de Guifões e foi ele quem conseguiu apoios – e o trabalho – para a construção do Coreto no Largo da Igreja (Souto) que, por resolução da sessão de 01/10/1955 da Câmara Municipal de Matosinhos, e em satisfação de um pedido da Junta de Freguesia de Guifões, passou a ter o seu nome (Largo Padre Joaquim Pereira dos Santos) quase 20 anos depois da sua morte;
faleceu pobre na residência paroquial de Guifões a 11/12/1935, depois de longos e penosÃssimos sofrimentos que suportou com extrema resignação, bem própria da sua elevada formação moral.
A 03/03/1984, a Junta de Freguesia de Guifões homenageou de novo este ilustre senhor do concelho de Matosinhos:
foi inaugurado o seu Busto, no Largo com o seu nome (desde 01/10/1955), junto à residência paroquial de Guifões.