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Erect, prostrate or occasionally clump-forming shrub to to 1.5 m tall, stems glabrous. Leaves oblanceolate or narrow-elliptic, mostly 5–30 mm long, usually 1–4 mm wide, rarely to 7 mm. Flowers in bracteate heads, terminal; peduncles mostly 1–40 mm long, glabrous. Bracts 4, sometimes 8; 4–19 mm long, 3–10 mm wide, often with a reddish tinge. Flowers are bisexual or female, 7–44 per head, white or occasionally pink, mostly 10–20 mm long, female flowers shorter. Flowers from winter to summer. Widespread. Toxic to stock, but not very palatable.
The Arlington Crossroads was formed from 1800s wagon roads that connected thriving riverfront Spanish plantations and landings along the St. Johns River with the Richard Mill dam over Strawberry Creek. These roads were tied together and platted when the plantations were sold after the Civil War. The resulting main north/south road was the “road to Chaseville” or Chaseville Road, which became University Boulevard in 1959. Arlington Road, the main east/west road was combined from several roads, including St. Johns Avenue And Elizabeth Street.
From the 1920s through the 40s development at the Crossroads grew steadily. Civic-minded citizens started a community club, public water works, and volunteer fire department, all located in the area of the Crossroads. Paul K. Reid’s Gas Station and Cliff’s Garage serviced the ever more popular automobile. Supplies and sundries could be purchased at Oliver Friske’s General Store. While the surrounding area was still very rural and much food was home-grown, groceries could be purchased from Rowe’s Grocery or Haine’s Grocery.
The opening of the Mathews Bridge I 1953 made the area easily accessible and attracted new businesses and new residents. Housing subdivisions and strip shopping centers would soon fill the area, but even with the opening of the Town and County and Arlington Plaza shopping centers during the 1950s, the Crossroads remained the business and social hub of a new larger Arlington. From the new post office on the northwest corner, businesses spread in all directions Turner Hardware, Sal’s Drug Store, The Clip Joint Barber Shop, Arlington Auto Parts, Chaz Harris’ Music Shop, to name a few. Old-timers and teenagers and those in between met under the beautiful oak tree by the post office to share the news of their families.
The arrival of enclosed mall shops and “super” market grocery stores lured shoppers elsewhere, and the Arlington crossroads as a small town center slowly blended into the community at large.
Natural rock art formed by oxides of iron forming patterns in the Skirza sandstone formed millions of years ago.
Such colours were used by Neolithic artists in cave paintings.
Vertebral Forms
by: Keith Appel
Item 2052
Medium: Silk Screen Original
Dimensions: 45in x 31in
Donor: Pat Wardlaw
Value: $750
LIVE AUCTION
You can bid on this and more than 150 more pieces of Alaskan art in the third annual KAKM Art Showcase Auction, LIVE from Anchorage on KAKM Public Television (Channel 7) on Feb 14, 15 and 16 (Thu, Fri, Sat) between 7:00 and 10:30 p.m.
AUCTION PREVIEW
See this piece in person at our Auction Preview event Saturday, February 9 between 1:00 and 5:00 p.m. at the KAKM studios:
Anchorage AK 99508
All funds raised benefit Alaska Public Telecommunications, Inc. (APTI), a 501(c)(3) nonprofit corporation in Anchorage, operating KAKM, KSKA and APRN.
MORE INFORMATION
Get more auction information online:
http://kakm.org/auction/
...or call 907-550-8400 during business hours (Mon-Fri, 8:30-5:00).
Photo by Clark James Mishler
TAX FORMS: We have hard copies of IRS forms 1040 and 1040-SR (plus instructions); and state forms 1 & 1NPR (plus instructions); schedules WD & M (plus instructions), SB & AD; and rent certificates.
We can print all other forms for 10¢ per page. To save printing costs, you can access IRS and state instructions online (we can help).
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It looks like a sad Cyclops. really nice wood to turn, this was a large gnarly hunk of buckthorn that was cleared from the neighborhood by the U of M St. Paul campus.
Form was the theme for this picture. I know it's not exactly a form, but still the outlines of somekind of form :)
Some pumpkins form our trip today to Apple Berry Farm in Cross Plains, WI. I was going to remove the random van in the background, but I kinda like it since it adds depth. I'll probably remove it in the end, but for now, it stays :).
Por meio da Educação, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) reforça a luta por um novo projeto de agricultura, que respeite a natureza e todas as formas de vida. Esse objetivo se fortalece com a formatura de 44 jovens camponeses, oriundos de dez estados, no Curso Superior de Agronomia com Ênfase em Agroecologia. A colação de grau dos trabalhadores Sem Terra e Atingidos por Barragens foi realizada na noite do dia 15 de dezembro de 2018 no Assentamento Novo Sarandi, em Sarandi, no Norte do Rio Grande do Sul.
As aulas de Bacharelado em Agronomia acontecem desde 2014 no Instituto Educar, uma escola de ensino superior e técnico construída pelo MST na antiga Fazenda Annoni, em Pontão, também na região Norte gaúcha. Essa é a primeira turma de engenheiros agrônomos formada na instituição. A segunda conclui seus estudos em 2020 e a terceira deve ingressar em fevereiro de 2019. O curso, que possui cinco anos de duração e ocorre em regime de alternância, é viabilizado através do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), em parceria com a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Erechim.
Colação de grau
O ato de colação de grau lembrou o papel histórico das mulheres camponesas na descoberta e no desenvolvimento da agricultura, por meio do cultivo e da preservação de sementes crioulas. Também criticou a ofensiva do modelo capitalista de produção, que destrói a natureza com o uso abusivo de insumos químicos, agrotóxicos e sementes transgênicas. O novo projeto de agricultura, defendido pelo MST para o campo brasileiro, foi representado pelos 44 jovens formandos, que simbolizaram o sonho de milhares de famílias Sem Terra de transformar a sociedade com a agroecologia.
Nesse sentido, a assentada Irene Manfio ressaltou que esse novo projeto deve incluir “as famílias camponesas como sujeitos de uma transformação histórica no campo e na cidade” e ser capaz de produzir alimentos saudáveis e de interpretar a natureza como aliada e não como inimiga. “Queremos relações mais humanas e não de interesses econômicos. Assim, se faz necessário formar agrônomos militantes que construam junto com o campesinato a agroecologia”, disse.
O juramento dos formandos complementou o tom das declarações de Irene. Eles se comprometeram a trabalhar pelo bem da humanidade, a respeitar a natureza e os saberes camponeses, a buscar a sustentabilidade ambiental, uma agricultura socialmente justa, economicamente viável e ecologicamente sustentável, além de compartilhar seus conhecimentos, honrar o legado de luta herdado de seus pais e educadores e sempre seguir, na execução das atividades de Agronomia, os princípios da agroecologia.
Desafios e superações
Os oradores Tatiana Lopes e Lucas da Silva, representando todos os integrantes da turma, compartilharam com os participantes da formatura os momentos mais marcantes durante os cinco anos de curso. Lembraram que a ocupação do espaço universitário ainda é um privilégio no país e uma barreira colocada principalmente aos filhos de camponeses, historicamente privados do direito de estudar. Diante dessa realidade, destacaram a luta do MST desde 2012 para tornar possível o Curso Superior de Agronomia com Ênfase em Agroecologia no Instituto Educar. “O processo inicial não foi fácil. Houve intensas negociações com representantes da universidade, apresentando o projeto, os objetivos do curso, a importância da formação para a juventude camponesa e do desenvolvimento da produção agroecológica nos assentamento de Reforma Agrária”, resgataram.
Segundo os recém-formados, lutas em torno de objetivos coletivos se fizeram necessárias para garantir a continuidade dos seus estudos, em função do desmonte do Pronera após o golpe político, midiático e parlamentar de 2016. Recordaram a maturidade que tiveram para enfrentar aquele momento, com a decisão de destinar recursos que estavam sendo guardados à formatura para apoiar financeiramente o Instituto Educar, garantir a infraestrutura básica e impedir a paralisação das aulas.
Para a turma, que recebeu o nome de Ênio Guterres — em homenagem e memória ao engenheiro agrônomo e militante da agroecologia falecido em 2005 —, a elaboração teórica e a pesquisa acadêmica também foram grandes desafios, pois vinham acompanhadas da tarefa de estudar e pesquisar costumes, técnicas, culturas e problemáticas que envolveriam a base Sem Terra. No entanto, os jovens se destacaram pela qualidade dos trabalhos de conclusão de curso e o resultado das avaliações, feitas por doutores — as notas mais baixas foram oito, 15 jovens receberam nota 10 e 15 já estão publicando artigos.
Além disso, o único trabalho brasileiro premiado na Conferência Internacional sobre Agricultura e Alimentação em uma Sociedade Urbanizada, evento que envolveu este ano mais de 400 elaborações de acadêmicos, mestres e doutores de 32 países em Porto Alegre, é de autoria da primeira turma de Agronomia do Instituto Educar. Conforme a educadora Salete Campigotto, os recém-formados possuem alta qualidade e contribuirão com o desenvolvimento sustentável dos assentamentos da Reforma Agrária. “Muitos já estão inseridos em cooperativas e no Setor de Produção do MST em várias regiões do Brasil, e alguns jovens ajudarão camponeses a aplicarem a agroecologia na Venezuela e no Haiti”, contou.
Motivos de orgulho
O engenheiro agrônomo Adalberto Martins foi escolhido para ser paraninfo da turma Ênio Guterres, juntamente com a educadora Salete Campigotto. Durante o ato de colação de grau, eles demonstraram o orgulho que sentem pela formação dos pioneiros em Agronomia do Instituto Educar e elogiaram a trajetória trilhada pelos 44 formandos durante as etapas do curso. “Vocês amadureceram e se transformaram. Se tornaram seres humanos melhores e comprometidos com os camponeses e as mudanças necessárias ao país. Essa turma nos orgulha, porque é a maior formada pela UFFS no Campus de Erechim, porque alguns de vocês nós vimos crianças, vimos seus pais em acampamentos e em assentamentos se sacrificando para organizar o MST. Sem vocês aqui hoje, isso tudo não faria sentido. Agora é a hora de nos responsabilizarmos, de darmos sequência a essa dedicação pela causa popular”, apontou Martins.
Já Mário Lill, coordenador geral do Instituto Educar, agradeceu a todos que, de uma forma ou outra, contribuíram para que o curso se tornasse realidade. Ele destacou que a instituição é resultado da luta do MST, que traz como frutos a Reforma Agrária, a reorganização da produção, a socialização do conhecimento e condições melhores de vida. “O Educar fez tudo o que pôde para que os formandos saíssem daqui os mais humanos possíveis e com o máximo de conhecimento para transformar a produção em nossos assentamentos”, finalizou.
Texto: Catiana de Medeiros
Fotos: Maiara Rauber
El agua es una molécula formada por hidrógeno y oxígeno que a pesar de ser simple tiene una gran importancia permitiendo la formación y existencia de vida en nuestro planeta.
Sin agua ningún ser vivo o ecosistema puede vivir, ya sea entendida como hábitat, alimento, dulce, salada o simplemente utilizada para la higiene humana o animal. Desde el comienzo de los tiempos el agua ha sido primordial para las actividades vitales de los seres vivos, entre ellos el ser humano, quien durante su historia evolutiva se ha servido de ella dándole diferentes usos ya sean biológicos, culturales, sociales o actividades de ocio.
Es tal la importancia del agua que en la actualidad es también origen de conflictos socio-culturales ya sean producidos por motivos de escasez, intereses económicos o una mala gestión.
En definitiva, el agua es el capitán que guía el estado de los seres vivos, sociedades, ecosistemas, etc y es por eso que para mi el agua supone la vida misma.
The form of the coastline around Durdle Door is controlled by its geology—both by the contrasting hardnesses of the rocks, and by the local patterns of faults and folds.[5] The arch has formed on a concordant coastline where bands of rock run parallel to the shoreline. The rock strata are almost vertical, and the bands of rock are quite narrow. Originally a band of resistant Portland limestone ran along the shore, the same band that appears one mile along the coast forming the narrow entrance to Lulworth Cove.[6] Behind this is a 120-metre (390 ft) band of weaker, easily eroded rocks, and behind this is a stronger and much thicker band of chalk, which forms the Purbeck Hills.[5] These steeply dipping rocks are part of the geological structure known as the Lulworth crumple, itself part of a broader monocline (a kinked type of geological fold) produced by the building of the Alps during the mid-Cenozoic.
A 'back view' of the Durdle Door promontory from the east, showing the remnants of the more resistant strata in Man O'War Bay
The limestone and chalk are in closer proximity at Durdle Door than at Swanage, 10 miles (16 km) to the east, where the distance is over 2 miles (3 km). Around this part of the coast nearly all of the limestone has been removed by sea erosion, whilst the remainder forms the small headland which includes the arch. Erosion at the western end of the limestone band has resulted in the arch formation. UNESCO teams monitor the condition of both the arch and adjacent beach.
The 120-metre (390 ft) isthmus which joins the limestone to the chalk is made of a 50-metre (160 ft) band of Portland limestone, a narrow and compressed band of Cretaceous Wealden clays and sands, and then narrow bands of greensand and sandstone.
In Man O' War Bay, the small bay immediately east of Durdle Door, the band of Portland and Purbeck limestone has not been entirely eroded away, and is visible above the waves as Man O'War Rocks.[10] Similarly, offshore to the west, the eroded limestone outcrop forms a line of small rocky islets called (from east to west) The Bull, The Blind Cow, The Cow, and The Calf.
(Wikipedia)