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Basílica da Sagrada Família

 

Texto, em português, da Wikipédia, a enciclopédia livre:

Templo Expiatório da Sagrada Família

Templo Expiatório da Sagrada Família, e também conhecido simplesmente como Sagrada Família, é um grande templo católico da cidade catalã de Barcelona (Espanha), desenhado pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí, e considerado por muitos críticos como a sua obra-prima e expoente da arquitetura modernista catalã. Financiado unicamente por contribuições privadas , o projeto foi iniciado em 1882 e assumido por Gaudí em 1883, quando tinha 31 anos de idade, dedicando-lhe os seus últimos 40 anos de vida, os últimos quinze de forma exclusiva. A construção foi suspensa em 1936 devido à Guerra Civil Espanhola e não se estima a conclusão para antes de 2026, centenário da morte de Gaudí.

 

A construção começou em estilo neogótico, mas o projeto foi reformulado completamente por Gaudí ao assumi-lo. O templo foi projetado para ter três grandes fachadas: a Fachada da Natividade, quase terminada com Gaudí ainda em vida, a Fachada da Paixão, iniciada em 1952, e a Fachada da Glória, ainda por completar. Segundo o seu proceder habitual, a partir de esboços gerais do edifício Gaudí improvisou a construção à medida que esta avançava. O templo, quando estiver terminado, disporá de 18 torres : quatro em cada uma das três entradas-portais, a jeito de cúpulas; irá ter um sistema de seis torres, com a torre do zimbório central dedicada a Jesus Cristo, de 170 metros de altura, outras quatro ao redor desta, dedicadas aos evangelistas, e um segundo zimbório dedicado à Virgem. O interior estará formado por inovadoras colunas arborescentes inclinadas e abóbadas baseadas em hiperboloides e paraboloides buscando a forma ótima da catenária. Estima-se que poderá levar no seu coro 1500 cantores, 700 crianças e cinco órgãos. Em 1926, ano em que faleceu Gaudí, apenas estava construída uma torre. Do projeto do edifício só ficaram planos e um modelo em gesso que resultou muito danificado durante a Guerra Civil Espanhola. Desde então prosseguiram as obras: atualmente (2015) estão terminados os portais da Natividade e da Paixão, e foi iniciado o da Glória, estando em construção as abóbadas interiores.

 

A obra que realizou Gaudí - a fachada da Natividade e a cripta - foi incluída pela UNESCO em 2005 no Sítio do Patrimônio Mundial com o título «Obras de Antoni Gaudí».

 

História

O propósito de construir um templo expiatório dedicado à Sagrada Família em uns novos terrenos do Eixample barcelonês foi do livreiro Josep Maria Bocabella, para o que fundou a Associação de Devotos de São José. Para isso foi adquirido um quarteirão inteiro do Eixample num lugar conhecido como El Poblet, perto do Camp de l'Arpa, em Sant Martí de Provençals, entre as ruas Provença, Maiorca, Marina e Sardenya.

O projeto foi entregue em primeiro lugar a Francisco de Paula del Villar y Lozano, que propôs um conjunto neogótico, recusando a sugestão de Bocabella de fazer uma réplica do Santuário da Santa Casa de Loreto . O projeto de Villar consistia numa igreja de três naves, com os elementos típicos do gótico, como os vitrais alveolados, os contrafortes exteriores e um alto campanário em forma de agulha. A primeira pedra foi colocada a 19 de Março de 1882, dia de São José, com a presença do então bispo de Barcelona José María Urquinaona. Gaudí assistiu à cerimônia, já que tinha trabalhado como ajudante de Villar em vários projetos. As obras não se iniciaram até 25 de Agosto de 1883, sendo adjudicadas ao empreiteiro Macari Planella i Roura.

Em 1883, Villar renunciou por desavenças com Joan Martorell, arquiteto assessor de Bocabella. O projeto foi oferecido ao próprio Martorell, mas, ao recusar, este foi oferecido a um jovem Gaudí de 31 anos; Gaudí fora ajudante de Martorell em várias construções, fato que motivara a recomendação de Gaudí, que ainda não executara grandes obras. Ao encarregar-se Gaudí do projeto, modificou-o por inteiro - salvo a parte já construída da cripta -, imprimindo-lhe o seu estilo peculiar. Durante os remanescentes 43 anos da sua vida trabalhou intensamente na obra, os últimos 15 anos de forma exclusiva. Esta dedicação tão intensa tem a sua explicação, para além da magnitude da obra, pela circunstância de Gaudí definir muitos aspetos à medida que a construção avançava, em lugar de os ter concretizado previamente nos seus planos e instruções. Por isso a sua presença pessoal na obra era de grande importância.

Durante a vida de Gaudí somente foi feita a fachada da Natividade , com escultura de Carles Mani, Llorenç Matamala e Joan Matamala, contando com os desenhos de Ricard Opisso; Gaudí apenas chegou a ver coroada a torre de São Barnabé antes do seu falecimento. À morte de Gaudí encarregou-se das obras o seu ajudante Domènec Sugrañes, durante os anos 1926-1936, acabando as três torres que ficavam na fachada da Natividade.

Durante a Guerra Civil Espanhola ficou destruída na sua maior parte a oficina na qual Gaudí trabalhara, e onde se encontravam os seus croquis, maquetes e modelos . Por esta causa e pela particular maneira de trabalhar Gaudí, não ficaram planos nem diretrizes a respeito de como devia terminar-se o templo. Portanto, quando em 1944 prosseguiu a construção da Sagrada Família, teve de definir-se em primeiro lugar como devia proceder-se, para edificar o templo da forma mais fiel aos princípios de Gaudí.

À frente desta gigantesca tarefa estiveram os arquitetos Francesc Quintana, Isidre Puig i Boada e Lluís Bonet i Garí, enquanto da obra escultórica se encarregou Jaume Busquets. Posteriormente, quando se construiu a fachada da Paixão, o conjunto principal das figuras escultóricas foi encarregado a Josep Maria Subirachs . As obras deste último originaram certa polêmica, devido a ter criado esculturas totalmente contemporâneas afastadas do estilo realista que Gaudí incluiu na fachada da Natividade. O escultor japonês Etsuro Sotoo colaborou em algumas esculturas da fachada da Natividade . Desde 1987 que as obras estão sob a direção do arquiteto Jordi Bonet i Armengol.

Projeto de praça estrelada para a Sagrada Família (1916).

Um dos pontos que suscitou maior controvérsia em relação ao templo é a sua situação no tecido urbanístico de Barcelona: quando começaram as obras encontrava-se num descampado, mas rapidamente ficou integrado no rápido desenvolvimento da cidade em princípios do século XX. Em 1905 Gaudí realizou um projeto para englobar a Sagrada Família dentro do Plano Jaussely, o novo projeto de alargamento barcelonês: concebeu situar o templo dentro de uma zona ajardinada em forma de estrela octogonal, que teria proporcionado uma excelente visão do templo a partir de todas as zonas circundantes. Finalmente, devido ao custo dos terrenos, reduziu o projeto a uma estrela de quatro pontas, que permitia uma ampla visão de todos os vértices. Contudo, o plano de Gaudí não se levou a cabo: em 1975 o Município de Barcelona realizou um estudo urbanístico que previa reabilitar uma zona em forma de cruz em torno da Sagrada Família, com quatro praças ajardinadas em cada extremo do templo ; mesmo assim, atualmente existem apenas duas destas praças, e a criação das novos espaços implicaria demolir vários edifícios, pelo qual ainda se estuda a solução ideal para enquadrar a Sagrada Família numa envolvente apropriada.

O Templo da Sagrada Família teve vários eventos destacados: em 1920 celebrou-se o Ano Jubilar de São José com procissões, peregrinações e missas, e cantou-se o Aleluia de O Messias de Händel por mil cantores de orfeões vindos de toda a Catalunha, dirigidos por Lluís Millet. Em 1953, por ocasião do 35º Congresso Eucarístico Internacional celebrado em Barcelona, foi inaugurada a iluminação artística da fachada da Natividade. Em 1981 abriu-se a praça Gaudí frente à Sagrada Família, com um projeto de jardins de Nicolau Maria Rubió i Tudurí, onde se destaca o tanque, em cujas águas fica refletido o templo. Ao ano seguinte, por ocasião do centenário da colocação da primeira pedra, o templo recebeu a visita do Papa João Paulo II. Igualmente, a 18 de Março de 2007 foi comemorado o 125.º aniversário da colocação da primeira pedra do templo com uma festa, concertos e bailando uma sardana em redor de todo o templo. O templo é palco habitual de numerosos atos culturais e encontros religiosos.

Veja o texto completo no site pt.wikipedia.org/wiki/Templo_Expiat%C3%B3rio_da_Sagrada_F...

 

A text, in english, from barcelona.de/en/barcelona-sagrada-familia.html

 

The basilica Sagrada Familia

Antoni Gaudí's life work is an UNESCO world heritage

 

The Sagrada Familia is one of the most famous landmarks in Barcelona. Since 1882 it was built at the church in the district Eixample built. From 1883 the Catalan architect Antoni Gaudí took over the leadership of the works until his death in 1926. The building is significantly influenced by him. The church is such a huge size, so they often referred it as "cathedral", but without having a bishop's seat. Pope Benedict XVI. inaugurates the Sagrada Familia on November 7, 2010. The church building is raised to a basilica.

Much time should allow for the visit of the details of the facades, where many embassies and biblical stories are hidden.

With the completion in 2026 expected, the construction is financed solely from donations and ticket money. Currently, 8 out of 12 about 100 meters tall bell towers are completed. The higher towers of the facade of the glory will be built and the central dome with a height of over 170 meters. Currently, part of the cloister is the building of the apse dome.

 

The start of construction of the Sagrada Familia.

Mid-19th Century the booksellers José María Boca Bella , Chairman of the Holy Brotherhood, planned a church in Barcelona to build and to devote the Holy Family ( "Sagrada Familia"). The land he choose was a parcel within the "Poblet (village). He preferred a fundamental step closer to the city centre out. Because of the already high land prices this was not possible.

The planning of the church began with the architect of the Diocese Francisco del Villar. He designed a church in Gothic style and began in 1882 with the construction of the crypt. Because of fundamental disagreements with Boca Bella he had to resign from his job. A few months later in 1883, the young architect Antoni Gaudí took over his work.

Gaudí took place in the Sagrada Familia his life's work. He worked until his death on 10th June 1926.

Under Gaudí the church won because of their extensive dimension and its lush design with such importance that they soon called it "the Cathedral". Also Gaudí even called it, although they do not house a bishop. He was convinced that one day the city would be known as "his" church.

 

Gaudí shaped espacially the Sagrada Familia . Many new parts are built according to plans, which are hardly ever received and often depend on assumptions as the great architect had originally planned. Of course everyone is sure of one thing: the Church Sagrada family in case of completion in respect to all previously built churches of Christendom will surpass all in greatness.

As a church, the Sagrada Familia should not only be seen in the artistic point of view. It must be the consideration of building facades with its towers and even religion.

 

Tips for visiting the Sagrada Familia.

The Sagrada Familia is the most visited monument in Spain. At peak times therefore sometimes one can queue in front of the house and cash in on the elevators of the towers which go up, on the other. The largest are the queues in the late morning. So if you dont want to stay in the queue, use the time to the cathedral from a distance, the two places right and left of the Sagrada Familia from them.

On the rear lifts, in the towers of the facade of the birth of Christ which goes up, the queue is much shorter. Do not return to down the lifts, use the stairs. Only then do you see the absolutely stunning spiral staircase.

O Museu do Amanhã é um museu construído no município do Rio de Janeiro, no Brasil. O prédio, projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, foi erguido ao lado da Praça Mauá, na zona portuária (mais precisamente no Píer Mauá). Sua construção teve o apoio da Fundação Roberto Marinho e teve o custo total de cerca de 230 milhões de reais. O edifício foi inaugurado em 17 de dezembro de 2015 recebeu cerca de 25 mil visitantes em seu primeiro final de semana de funcionamento.

O antigo píer desativado passou a abrigar uma construção pós-moderna, orgânica e sustentável que, atualmente, é um ícone da identidade local e cultural da cidade do Rio de Janeiro. A proposta da instituição é ser um museu de artes e ciências, além de contar com mostras que alertam sobre os perigos das mudanças climáticas, da degradação ambiental e do colapso social. O edifício conta com espinhas solares que se movem ao longo da claraboia, projetadas para adaptar-se às mudanças das condições ambientais. A exposição principal é majoritariamente digital e foca em ideias ao invés de objetos.[1] O museu tem parcerias com importantes universidades brasileiras e instituições científicas globais e coleta de dados em tempo real sobre o clima e a população de agências espaciais e das Nações Unidas. A instituição também tem consultores de várias áreas, como astronautas, cientistas sociais e climatologistas.

Como uma das âncoras do projeto de revitalização urbana chamado Porto Maravilha, o museu recebeu, em 2015, como doação antes de sua inauguração, a escultura Puffed Star II, do renomado artista norte-americano Frank Stella. O trabalho consiste de uma estrela de vinte pontas e seis metros de diâmetro que foi instalado no espelho d'água do museu, em frente à Baía de Guanabara. A escultura metálica, antes da doação para acervo permanente a céu aberto do museu, esteve em exposição na cidade de Nova York.

Um dos objetivos da construção do museu foi fortalecer a identidade cultural e internacional da cidade do Rio de Janeiro. A cidade do Cristo Redentorsempre foi muito conhecida pelas suas praias e eventos, como o carnaval, mas havia a necessidade do fortalecimento da paradiplomacia cultural. Outras cidades, como Londres e Paris, também são muito conhecidas por seus acervos culturais.[4] O Museu foi apresentado como um ícone da reurbanização da zona portuária.

 

Texto: pt.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Amanh%C3%A3

  

The Museum of Tomorrow (Portuguese: Museu do Amanhã) is a science museum in the city of Rio de Janeiro, Brazil. It was designed by Spanish neofuturistic architect Santiago Calatrava, and built next to the waterfront at Pier Maua. Its construction was supported by the Roberto Marinho Foundation and cost approximately 230 million reais. The building was opened on December 17, 2015.

The main exhibition takes visitors through five main areas: Cosmos, Earth, Anthropocene, Tomorrow and Us via a number of experiments and experiences. This intricate yet captivating museum mixes science with an innovative design to focus on sustainable cities and an ecological world.

The museum is part of the city's port area renewal for the 2016 Summer Olympics.

 

Text: en.wikipedia.org/wiki/Museum_of_Tomorrow

  

El Museo del Mañana es un museo de ciencias situado en la ciudad de Río de Janeiro, Brasil. Fue diseñado por el arquitecto español Santiago Calatrava y construido junto al mar en el Muelle Maua. Su construcción fue financiada por la Fundación Roberto Marinho y costó aproximadamente 230 millones de reales. El edificio fue inaugurado el 17 de diciembre de 2015.

La exposición principal lleva a los visitantes a través de cinco zonas principales: Cosmos, Tierra, Antropoceno, Mañana y Ahora mediante varios experimentos y experiencias. El museo mezcla la ciencia con un diseño innovador para centrarse en ciudades sostenibles.

 

Financiado por el ayuntamiento de Río con el apoyo de patrocinadores, el edificio intenta establecer nuevos estándares de sostenibilidad en la ciudad. Comparado con edificios convencionales, sus diseñadores dicen que usa un 40% menos de energía (incluido el 9% de la energía que consume que obtiene del sol), y el sistema de refrigeración aprovecha el agua profunda de la cercana Bahía de Guanabara. La estructura parece destinada a ser una de las atracciones turísticas más importantes de Río. Sus «espinas solares» y el lucernario con forma de ventilador han sido diseñados de manera que el edificio se pueda adaptar a las cambiantes condiciones ambientales.

 

El museo tiene asociaciones con las principales universidades de Brasil y muchas instituciones científicas internacionales y obtiene datos en tiempo real sobre clima y población de agencias espaciales y de las Naciones Unidas. También ha contratado a consultores de varios de campos relacionados, incluidos astronautas, expertos en ciencias sociales y meteorólogos. Se sitúa junto al mar en una zona portuaria que estuvo abandonada durante décadas y actualmente está siendo renovada con nuevos edificios de oficinas, apartamentos y restaurantes. El museo forma parte del proyecto de renovación de la zona portuaria de la ciudad para las Olimpiadas de 2016.

 

Text: es.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Amanh%C3%A3

  

www.flickr.com/photos/admiriam/sets/72157622319300704/

 

A área das Cataratas do Iguaçu (em espanhol, Cataratas del Iguazú) são um conjunto majestoso de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizam entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e no Parque Nacional Iguazú, Misiones, na Argentina. A área total de ambos parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e declarada como Patrimônio Natural da Humanidade.

 

O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; e o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol, Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542.

 

As Cataratas do Iguaçu estão participando da campanha mundial de escolha das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders,ela esta entre as 28 finalista da campanha, que deve durar até 2011 quando deve ser atingido o número de 1 bilhão de votos,além das Cataratas do Iguaçu a Amazônia é outra concorrente brasileira que busca ser uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza.Pela internet é possível votar através da pagina oficial da Fundação New 7 Wonders[1].

  

www.olivenca.org

 

O Castelo de Olivença localiza-se na povoação de mesmo nome à margem esquerda do rio Odiana, em território de Espanha, segundo o Estado espanhol, e em território de Portugal actualmente administrado por Espanha, segundo o Estado português. Esta situação de disputa territorial mantém-se desde o Congresso de Viena (1815) e, até hoje, ainda não houve quaisquer negociações entre os dois Estados para a resolver.

História

O castelo medieval

 

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, o território à margem esquerda do rio Guadiana foi dominado quando da conquista definitiva de Badajoz pelas forças de Afonso IX de Leão, na Primavera de 1230.

 

Como compensação pelos serviços prestados nessa conquista, o soberano fez a doação dos domínios de Burguillos e de Alconchel aos cavaleiros da Ordem do Templo, para que os povoassem e defendessem. Em algum momento entre esta doação e o ano de 1256, a Ordem estabeleceu a Comenda de Olivença, à época uma pequena povoação que se afirmava em torno de uma fonte (atual Fuente de La Corna), voltada para a agricultura e para a pastorícia. Nesse local, os Templários ergueram um castelo, uma Igreja sob a invocação de Santa Maria, organizando a exploração econômica da comunidade.

 

Ao mesmo tempo em que a Ordem do Templo e a Ordem de Santiago se expandiam para o Sul sob o reinado de Fernando III de Leão e Castela, registrava-se a expansão portuguesa na margem esquerda do rio Guadiana, de tal modo que sob o reinado de Afonso X de Leão e Castela foram por aquele soberano tomadas duas medidas:

 

a Convenção de Badajoz (1267), que afirmou o curso dos rios Caia e Guadiana como raia entre os domínos de Castela e de Portugal; e

a remoção da Ordem do Templo dos domínios raianos de Olivença, com a integração dos mesmos ao Concelho e Bispado de Badajoz.

 

Castelo de Olivença.

 

Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), entretanto, o equilíbrio de forças assim obtido alterou-se a favor de Portugal: em Castela, o falecimento prematuro de Sancho IV de Castela (1284-1295), a regência de D. Maria de Molina e a menoridade de Fernando IV de Castela, acarretam grave crise política que conduz à sublevação da nobreza. Como agravante deste quadro de guerra civil, os muçulmanos intentam uma contra-ofensiva. O soberano português, aproveitando-se desta conjuntura, através de uma combinação de pressão militar e diplomática, age para recuperar os domínios portugueses perdidos na margem esquerda do rio Guadiana: Mértola, Noudar e Mourão, com a assinatura da Convenção de Ciudad Rodrigo (1295).

 

Com a assinatura do Tratado de Alcanices (1297), os domínios de Olivença e seu castelo foram confirmados na posse da Coroa portuguesa, revalorizando-lhe a posição estratégica frente a Badajoz, o que se traduziu num progressivo incremento das fortificações da primeira.

 

Desse modo, a partir de 1298 D. Dinis iniciou a reconstrução das primitivas defesas dos Templários, ampliando a cerca da vila que, com planta quadrada passou a ser amparada por quatorze torres. Os trabalhos tiveram prosseguimento no reinado de seu sucessor, Afonso IV de Portugal (1325-1357), que os completou em 1335, com a construção da Alcáçova em seu interior, no vértice a Norte.

 

Durante as guerras fernandinas, no último terço do século XIV, Olivença recebeu uma nova cerca mais extensa, de planta oval, onde se rasgavam cinco portas. Embora esta estrutura não tenha chegado até nós, uma vez que foi inteiramente demolida, a forma de seu traçado persiste na malha urbana que condicionou.

 

Posteriormente, sob o reinado de João II de Portugal (1481-1495), este soberano fez levantar, no recinto da Alcáçova, a mais alta torre de menagem da linha raiana (1488). Elevando-se a 35 metros de altura, o conjunto recebeu o reforço de um fosso inundado. O seu topo era acedido por um conjunto de 17 rampas, que permitia a movimentação de peças de artilharia. Esta obra monumental próxima a Badajoz, erguida em tempo de paz, foi acompanhada à distância, com suspeição, pela Coroa de Castela.

 

Ao se iniciar o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), desenvolveu-se uma nova etapa construtiva nas fortificações de Olivença: a cerca fernandina foi demolida por Afonso Mendes de Oliveira e a sua pedra aproveitada na construção de uma terceira cerca, da qual dispomos a iconografia de Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509).

 

Este soberano foi responsável, ainda, por outra importante estrutura militar para a defesa de Olivença: a construção de uma ponte fortificada sobre o rio Guadiana, visando assegurar as comunicações entre as tropas portuguesas nas duas margens, a chamada Ponte da Ajuda.

A Guerra da Restauração e a Praça-forte de Olivença

 

No contexto da Guerra da Restauração da independência de Portugal, a posição de Olivença readquiriu importância estratégica. Desse modo, uma nova etapa construtiva teve lugar, demolindo-se para esse fim a antiga cerca manuelina e reaproveitando-se a sua pedra para erguer uma quarta muralha, amparada por nove baluartes.

 

No contexto da Guerra Peninsular, a Praça-forte de Olivença passou para o domínio espanhol. O conjunto defensivo foi bastante danificado durante a Guerra da Independência Espanhola (1808-1814) e pelo seu subsequente abandono.

Na actualidade

 

Em 1975 o antigo castelo sofreu uma extensa campanha de restauração, quando as suas dependências foram requalificadas, passando a sediar o Museu Etnográfico de Olivença.

 

Em 2006 o castelo sofreu nova intervenção, tendo sido restaurada a porta de São Sebastião.

Características

 

Constituía-se em um castelo com muralhas espessas e elevadas, em alvenaria de pedra, reforçadas por grandes torres de paredes cegas. A defesa era efetuada a partir dos matacães, uma vez que não possuía ameias.

 

As muralhas eram rasgadas por três portas, de que se conservaram duas: a Porta de Alconchel, em arco de volta perfeita, defendida por duas torres; e a Porta dos Anjos, também em arco de volta perfeita mas rematada por um frontão. A terceira porta, sob a invocação de São Sebastião, também em arco de volta perfeita, foi reconstruída no contexto dos trabalhos de restauração, em 2006.

 

A torre de menagem mede 40 metros de altura por 18 de lado e é dividida internamente em três pavimentos, onde se destaca a decoração do último. É acedida por dezassete rampas com cobertura em abóbada de canhão permitindo o trânsito de peças de artilharia.

 

Como apoio à defesa, os portugueses construíram ainda diversas atalaias de vigilância, com a função de comunicar à guarnição do castelo os movimentos das tropas castelhanas. pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Oliven%C3%A7a

O Museu do Amanhã é um museu construído no município do Rio de Janeiro, no Brasil. O prédio, projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, foi erguido ao lado da Praça Mauá, na zona portuária (mais precisamente no Píer Mauá). Sua construção teve o apoio da Fundação Roberto Marinho e teve o custo total de cerca de 230 milhões de reais. O edifício foi inaugurado em 17 de dezembro de 2015 recebeu cerca de 25 mil visitantes em seu primeiro final de semana de funcionamento.

O antigo píer desativado passou a abrigar uma construção pós-moderna, orgânica e sustentável que, atualmente, é um ícone da identidade local e cultural da cidade do Rio de Janeiro. A proposta da instituição é ser um museu de artes e ciências, além de contar com mostras que alertam sobre os perigos das mudanças climáticas, da degradação ambiental e do colapso social. O edifício conta com espinhas solares que se movem ao longo da claraboia, projetadas para adaptar-se às mudanças das condições ambientais. A exposição principal é majoritariamente digital e foca em ideias ao invés de objetos.[1] O museu tem parcerias com importantes universidades brasileiras e instituições científicas globais e coleta de dados em tempo real sobre o clima e a população de agências espaciais e das Nações Unidas. A instituição também tem consultores de várias áreas, como astronautas, cientistas sociais e climatologistas.

Como uma das âncoras do projeto de revitalização urbana chamado Porto Maravilha, o museu recebeu, em 2015, como doação antes de sua inauguração, a escultura Puffed Star II, do renomado artista norte-americano Frank Stella. O trabalho consiste de uma estrela de vinte pontas e seis metros de diâmetro que foi instalado no espelho d'água do museu, em frente à Baía de Guanabara. A escultura metálica, antes da doação para acervo permanente a céu aberto do museu, esteve em exposição na cidade de Nova York.

Um dos objetivos da construção do museu foi fortalecer a identidade cultural e internacional da cidade do Rio de Janeiro. A cidade do Cristo Redentorsempre foi muito conhecida pelas suas praias e eventos, como o carnaval, mas havia a necessidade do fortalecimento da paradiplomacia cultural. Outras cidades, como Londres e Paris, também são muito conhecidas por seus acervos culturais.[4] O Museu foi apresentado como um ícone da reurbanização da zona portuária.

 

Texto: pt.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Amanh%C3%A3

  

The Museum of Tomorrow (Portuguese: Museu do Amanhã) is a science museum in the city of Rio de Janeiro, Brazil. It was designed by Spanish neofuturistic architect Santiago Calatrava, and built next to the waterfront at Pier Maua. Its construction was supported by the Roberto Marinho Foundation and cost approximately 230 million reais. The building was opened on December 17, 2015.

The main exhibition takes visitors through five main areas: Cosmos, Earth, Anthropocene, Tomorrow and Us via a number of experiments and experiences. This intricate yet captivating museum mixes science with an innovative design to focus on sustainable cities and an ecological world.

The museum is part of the city's port area renewal for the 2016 Summer Olympics.

 

Text: en.wikipedia.org/wiki/Museum_of_Tomorrow

  

El Museo del Mañana es un museo de ciencias situado en la ciudad de Río de Janeiro, Brasil. Fue diseñado por el arquitecto español Santiago Calatrava y construido junto al mar en el Muelle Maua. Su construcción fue financiada por la Fundación Roberto Marinho y costó aproximadamente 230 millones de reales. El edificio fue inaugurado el 17 de diciembre de 2015.

La exposición principal lleva a los visitantes a través de cinco zonas principales: Cosmos, Tierra, Antropoceno, Mañana y Ahora mediante varios experimentos y experiencias. El museo mezcla la ciencia con un diseño innovador para centrarse en ciudades sostenibles.

 

Financiado por el ayuntamiento de Río con el apoyo de patrocinadores, el edificio intenta establecer nuevos estándares de sostenibilidad en la ciudad. Comparado con edificios convencionales, sus diseñadores dicen que usa un 40% menos de energía (incluido el 9% de la energía que consume que obtiene del sol), y el sistema de refrigeración aprovecha el agua profunda de la cercana Bahía de Guanabara. La estructura parece destinada a ser una de las atracciones turísticas más importantes de Río. Sus «espinas solares» y el lucernario con forma de ventilador han sido diseñados de manera que el edificio se pueda adaptar a las cambiantes condiciones ambientales.

 

El museo tiene asociaciones con las principales universidades de Brasil y muchas instituciones científicas internacionales y obtiene datos en tiempo real sobre clima y población de agencias espaciales y de las Naciones Unidas. También ha contratado a consultores de varios de campos relacionados, incluidos astronautas, expertos en ciencias sociales y meteorólogos. Se sitúa junto al mar en una zona portuaria que estuvo abandonada durante décadas y actualmente está siendo renovada con nuevos edificios de oficinas, apartamentos y restaurantes. El museo forma parte del proyecto de renovación de la zona portuaria de la ciudad para las Olimpiadas de 2016.

 

Text: es.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Amanh%C3%A3

  

Campo da Srª de Mércules, Castelo Branco, Pt

O pardal na baliza, nesta também em tons de vermelho e mais de verde.

O artista espanhol Jaume Plensa inaugurou nesta segunda-feira (3), na Praia de Botafogo, na Zona Sul do Rio, a escultura do rosto gigante de uma mulher, feito em pedra de mármore e resina. Segundo o escultor, trata-se de uma homenagem a Iemanjá, orixá do qual ele diz ser devoto, e foi construída ao longo de quatro meses pelo artista, que está no Brasil desde novembro. A obra, intitulada 'Awilda', ficará instalada na beira do mar por dois meses, segundo Jaume. A obra faz parte da mostra de arte pública Oir-Outras Ideias para o Rio.

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The Spanish artist Jaume Plensa inaugurated on Monday (3), in Praia de Botafogo in Rio's South Zone, the giant sculpture of the face of a woman, made in marble stone and resin. According to the sculptor, this is an homage to Yemanja, the deity whom he claims to be devout, and was built over four months by the artist, who has been in Brazil since November. The work, entitled 'Awilda', will be installed in the sea for two months, according to Jaume. The work is part of a public art show Oir-Other Ideas for Rio

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El artista español Jaume Plensa inaugurado el lunes (3), en la Praia de Botafogo en Río de Janeiro Zona Sur, la escultura gigante de la cara de una mujer, hecha en piedra de mármol y resina. Según el escultor, se trata de un homenaje a Yemanjá, la deidad a quien dice ser devoto, y fue construido durante cuatro meses por el artista, quien ha estado en Brasil desde noviembre. La obra, titulada "Awilda", se instalará en el mar durante dos meses, de acuerdo con Jaume. El trabajo es parte de un espectáculo de arte público Oir-Otras ideas para Rio

www.olivenca.org

 

O Castelo de Olivença localiza-se na povoação de mesmo nome à margem esquerda do rio Odiana, em território de Espanha, segundo o Estado espanhol, e em território de Portugal actualmente administrado por Espanha, segundo o Estado português. Esta situação de disputa territorial mantém-se desde o Congresso de Viena (1815) e, até hoje, ainda não houve quaisquer negociações entre os dois Estados para a resolver.

História

O castelo medieval

 

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, o território à margem esquerda do rio Guadiana foi dominado quando da conquista definitiva de Badajoz pelas forças de Afonso IX de Leão, na Primavera de 1230.

 

Como compensação pelos serviços prestados nessa conquista, o soberano fez a doação dos domínios de Burguillos e de Alconchel aos cavaleiros da Ordem do Templo, para que os povoassem e defendessem. Em algum momento entre esta doação e o ano de 1256, a Ordem estabeleceu a Comenda de Olivença, à época uma pequena povoação que se afirmava em torno de uma fonte (atual Fuente de La Corna), voltada para a agricultura e para a pastorícia. Nesse local, os Templários ergueram um castelo, uma Igreja sob a invocação de Santa Maria, organizando a exploração econômica da comunidade.

 

Ao mesmo tempo em que a Ordem do Templo e a Ordem de Santiago se expandiam para o Sul sob o reinado de Fernando III de Leão e Castela, registrava-se a expansão portuguesa na margem esquerda do rio Guadiana, de tal modo que sob o reinado de Afonso X de Leão e Castela foram por aquele soberano tomadas duas medidas:

 

a Convenção de Badajoz (1267), que afirmou o curso dos rios Caia e Guadiana como raia entre os domínos de Castela e de Portugal; e

a remoção da Ordem do Templo dos domínios raianos de Olivença, com a integração dos mesmos ao Concelho e Bispado de Badajoz.

 

Castelo de Olivença.

 

Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), entretanto, o equilíbrio de forças assim obtido alterou-se a favor de Portugal: em Castela, o falecimento prematuro de Sancho IV de Castela (1284-1295), a regência de D. Maria de Molina e a menoridade de Fernando IV de Castela, acarretam grave crise política que conduz à sublevação da nobreza. Como agravante deste quadro de guerra civil, os muçulmanos intentam uma contra-ofensiva. O soberano português, aproveitando-se desta conjuntura, através de uma combinação de pressão militar e diplomática, age para recuperar os domínios portugueses perdidos na margem esquerda do rio Guadiana: Mértola, Noudar e Mourão, com a assinatura da Convenção de Ciudad Rodrigo (1295).

 

Com a assinatura do Tratado de Alcanices (1297), os domínios de Olivença e seu castelo foram confirmados na posse da Coroa portuguesa, revalorizando-lhe a posição estratégica frente a Badajoz, o que se traduziu num progressivo incremento das fortificações da primeira.

 

Desse modo, a partir de 1298 D. Dinis iniciou a reconstrução das primitivas defesas dos Templários, ampliando a cerca da vila que, com planta quadrada passou a ser amparada por quatorze torres. Os trabalhos tiveram prosseguimento no reinado de seu sucessor, Afonso IV de Portugal (1325-1357), que os completou em 1335, com a construção da Alcáçova em seu interior, no vértice a Norte.

 

Durante as guerras fernandinas, no último terço do século XIV, Olivença recebeu uma nova cerca mais extensa, de planta oval, onde se rasgavam cinco portas. Embora esta estrutura não tenha chegado até nós, uma vez que foi inteiramente demolida, a forma de seu traçado persiste na malha urbana que condicionou.

 

Posteriormente, sob o reinado de João II de Portugal (1481-1495), este soberano fez levantar, no recinto da Alcáçova, a mais alta torre de menagem da linha raiana (1488). Elevando-se a 35 metros de altura, o conjunto recebeu o reforço de um fosso inundado. O seu topo era acedido por um conjunto de 17 rampas, que permitia a movimentação de peças de artilharia. Esta obra monumental próxima a Badajoz, erguida em tempo de paz, foi acompanhada à distância, com suspeição, pela Coroa de Castela.

 

Ao se iniciar o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), desenvolveu-se uma nova etapa construtiva nas fortificações de Olivença: a cerca fernandina foi demolida por Afonso Mendes de Oliveira e a sua pedra aproveitada na construção de uma terceira cerca, da qual dispomos a iconografia de Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509).

 

Este soberano foi responsável, ainda, por outra importante estrutura militar para a defesa de Olivença: a construção de uma ponte fortificada sobre o rio Guadiana, visando assegurar as comunicações entre as tropas portuguesas nas duas margens, a chamada Ponte da Ajuda.

A Guerra da Restauração e a Praça-forte de Olivença

 

No contexto da Guerra da Restauração da independência de Portugal, a posição de Olivença readquiriu importância estratégica. Desse modo, uma nova etapa construtiva teve lugar, demolindo-se para esse fim a antiga cerca manuelina e reaproveitando-se a sua pedra para erguer uma quarta muralha, amparada por nove baluartes.

 

No contexto da Guerra Peninsular, a Praça-forte de Olivença passou para o domínio espanhol. O conjunto defensivo foi bastante danificado durante a Guerra da Independência Espanhola (1808-1814) e pelo seu subsequente abandono.

Na actualidade

 

Em 1975 o antigo castelo sofreu uma extensa campanha de restauração, quando as suas dependências foram requalificadas, passando a sediar o Museu Etnográfico de Olivença.

 

Em 2006 o castelo sofreu nova intervenção, tendo sido restaurada a porta de São Sebastião.

Características

 

Constituía-se em um castelo com muralhas espessas e elevadas, em alvenaria de pedra, reforçadas por grandes torres de paredes cegas. A defesa era efetuada a partir dos matacães, uma vez que não possuía ameias.

 

As muralhas eram rasgadas por três portas, de que se conservaram duas: a Porta de Alconchel, em arco de volta perfeita, defendida por duas torres; e a Porta dos Anjos, também em arco de volta perfeita mas rematada por um frontão. A terceira porta, sob a invocação de São Sebastião, também em arco de volta perfeita, foi reconstruída no contexto dos trabalhos de restauração, em 2006.

 

A torre de menagem mede 40 metros de altura por 18 de lado e é dividida internamente em três pavimentos, onde se destaca a decoração do último. É acedida por dezassete rampas com cobertura em abóbada de canhão permitindo o trânsito de peças de artilharia.

 

Como apoio à defesa, os portugueses construíram ainda diversas atalaias de vigilância, com a função de comunicar à guarnição do castelo os movimentos das tropas castelhanas. pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Oliven%C3%A7a

Basílica da Sagrada Família

 

Texto, em português, da Wikipédia, a enciclopédia livre:

Templo Expiatório da Sagrada Família

Templo Expiatório da Sagrada Família, e também conhecido simplesmente como Sagrada Família, é um grande templo católico da cidade catalã de Barcelona (Espanha), desenhado pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí, e considerado por muitos críticos como a sua obra-prima e expoente da arquitetura modernista catalã. Financiado unicamente por contribuições privadas , o projeto foi iniciado em 1882 e assumido por Gaudí em 1883, quando tinha 31 anos de idade, dedicando-lhe os seus últimos 40 anos de vida, os últimos quinze de forma exclusiva. A construção foi suspensa em 1936 devido à Guerra Civil Espanhola e não se estima a conclusão para antes de 2026, centenário da morte de Gaudí.

 

A construção começou em estilo neogótico, mas o projeto foi reformulado completamente por Gaudí ao assumi-lo. O templo foi projetado para ter três grandes fachadas: a Fachada da Natividade, quase terminada com Gaudí ainda em vida, a Fachada da Paixão, iniciada em 1952, e a Fachada da Glória, ainda por completar. Segundo o seu proceder habitual, a partir de esboços gerais do edifício Gaudí improvisou a construção à medida que esta avançava. O templo, quando estiver terminado, disporá de 18 torres : quatro em cada uma das três entradas-portais, a jeito de cúpulas; irá ter um sistema de seis torres, com a torre do zimbório central dedicada a Jesus Cristo, de 170 metros de altura, outras quatro ao redor desta, dedicadas aos evangelistas, e um segundo zimbório dedicado à Virgem. O interior estará formado por inovadoras colunas arborescentes inclinadas e abóbadas baseadas em hiperboloides e paraboloides buscando a forma ótima da catenária. Estima-se que poderá levar no seu coro 1500 cantores, 700 crianças e cinco órgãos. Em 1926, ano em que faleceu Gaudí, apenas estava construída uma torre. Do projeto do edifício só ficaram planos e um modelo em gesso que resultou muito danificado durante a Guerra Civil Espanhola. Desde então prosseguiram as obras: atualmente (2015) estão terminados os portais da Natividade e da Paixão, e foi iniciado o da Glória, estando em construção as abóbadas interiores.

 

A obra que realizou Gaudí - a fachada da Natividade e a cripta - foi incluída pela UNESCO em 2005 no Sítio do Patrimônio Mundial com o título «Obras de Antoni Gaudí».

 

História

O propósito de construir um templo expiatório dedicado à Sagrada Família em uns novos terrenos do Eixample barcelonês foi do livreiro Josep Maria Bocabella, para o que fundou a Associação de Devotos de São José. Para isso foi adquirido um quarteirão inteiro do Eixample num lugar conhecido como El Poblet, perto do Camp de l'Arpa, em Sant Martí de Provençals, entre as ruas Provença, Maiorca, Marina e Sardenya.

O projeto foi entregue em primeiro lugar a Francisco de Paula del Villar y Lozano, que propôs um conjunto neogótico, recusando a sugestão de Bocabella de fazer uma réplica do Santuário da Santa Casa de Loreto . O projeto de Villar consistia numa igreja de três naves, com os elementos típicos do gótico, como os vitrais alveolados, os contrafortes exteriores e um alto campanário em forma de agulha. A primeira pedra foi colocada a 19 de Março de 1882, dia de São José, com a presença do então bispo de Barcelona José María Urquinaona. Gaudí assistiu à cerimônia, já que tinha trabalhado como ajudante de Villar em vários projetos. As obras não se iniciaram até 25 de Agosto de 1883, sendo adjudicadas ao empreiteiro Macari Planella i Roura.

Em 1883, Villar renunciou por desavenças com Joan Martorell, arquiteto assessor de Bocabella. O projeto foi oferecido ao próprio Martorell, mas, ao recusar, este foi oferecido a um jovem Gaudí de 31 anos; Gaudí fora ajudante de Martorell em várias construções, fato que motivara a recomendação de Gaudí, que ainda não executara grandes obras. Ao encarregar-se Gaudí do projeto, modificou-o por inteiro - salvo a parte já construída da cripta -, imprimindo-lhe o seu estilo peculiar. Durante os remanescentes 43 anos da sua vida trabalhou intensamente na obra, os últimos 15 anos de forma exclusiva. Esta dedicação tão intensa tem a sua explicação, para além da magnitude da obra, pela circunstância de Gaudí definir muitos aspetos à medida que a construção avançava, em lugar de os ter concretizado previamente nos seus planos e instruções. Por isso a sua presença pessoal na obra era de grande importância.

Durante a vida de Gaudí somente foi feita a fachada da Natividade , com escultura de Carles Mani, Llorenç Matamala e Joan Matamala, contando com os desenhos de Ricard Opisso; Gaudí apenas chegou a ver coroada a torre de São Barnabé antes do seu falecimento. À morte de Gaudí encarregou-se das obras o seu ajudante Domènec Sugrañes, durante os anos 1926-1936, acabando as três torres que ficavam na fachada da Natividade.

Durante a Guerra Civil Espanhola ficou destruída na sua maior parte a oficina na qual Gaudí trabalhara, e onde se encontravam os seus croquis, maquetes e modelos . Por esta causa e pela particular maneira de trabalhar Gaudí, não ficaram planos nem diretrizes a respeito de como devia terminar-se o templo. Portanto, quando em 1944 prosseguiu a construção da Sagrada Família, teve de definir-se em primeiro lugar como devia proceder-se, para edificar o templo da forma mais fiel aos princípios de Gaudí.

À frente desta gigantesca tarefa estiveram os arquitetos Francesc Quintana, Isidre Puig i Boada e Lluís Bonet i Garí, enquanto da obra escultórica se encarregou Jaume Busquets. Posteriormente, quando se construiu a fachada da Paixão, o conjunto principal das figuras escultóricas foi encarregado a Josep Maria Subirachs . As obras deste último originaram certa polêmica, devido a ter criado esculturas totalmente contemporâneas afastadas do estilo realista que Gaudí incluiu na fachada da Natividade. O escultor japonês Etsuro Sotoo colaborou em algumas esculturas da fachada da Natividade . Desde 1987 que as obras estão sob a direção do arquiteto Jordi Bonet i Armengol.

Projeto de praça estrelada para a Sagrada Família (1916).

Um dos pontos que suscitou maior controvérsia em relação ao templo é a sua situação no tecido urbanístico de Barcelona: quando começaram as obras encontrava-se num descampado, mas rapidamente ficou integrado no rápido desenvolvimento da cidade em princípios do século XX. Em 1905 Gaudí realizou um projeto para englobar a Sagrada Família dentro do Plano Jaussely, o novo projeto de alargamento barcelonês: concebeu situar o templo dentro de uma zona ajardinada em forma de estrela octogonal, que teria proporcionado uma excelente visão do templo a partir de todas as zonas circundantes. Finalmente, devido ao custo dos terrenos, reduziu o projeto a uma estrela de quatro pontas, que permitia uma ampla visão de todos os vértices. Contudo, o plano de Gaudí não se levou a cabo: em 1975 o Município de Barcelona realizou um estudo urbanístico que previa reabilitar uma zona em forma de cruz em torno da Sagrada Família, com quatro praças ajardinadas em cada extremo do templo ; mesmo assim, atualmente existem apenas duas destas praças, e a criação das novos espaços implicaria demolir vários edifícios, pelo qual ainda se estuda a solução ideal para enquadrar a Sagrada Família numa envolvente apropriada.

O Templo da Sagrada Família teve vários eventos destacados: em 1920 celebrou-se o Ano Jubilar de São José com procissões, peregrinações e missas, e cantou-se o Aleluia de O Messias de Händel por mil cantores de orfeões vindos de toda a Catalunha, dirigidos por Lluís Millet. Em 1953, por ocasião do 35º Congresso Eucarístico Internacional celebrado em Barcelona, foi inaugurada a iluminação artística da fachada da Natividade. Em 1981 abriu-se a praça Gaudí frente à Sagrada Família, com um projeto de jardins de Nicolau Maria Rubió i Tudurí, onde se destaca o tanque, em cujas águas fica refletido o templo. Ao ano seguinte, por ocasião do centenário da colocação da primeira pedra, o templo recebeu a visita do Papa João Paulo II. Igualmente, a 18 de Março de 2007 foi comemorado o 125.º aniversário da colocação da primeira pedra do templo com uma festa, concertos e bailando uma sardana em redor de todo o templo. O templo é palco habitual de numerosos atos culturais e encontros religiosos.

Veja o texto completo no site pt.wikipedia.org/wiki/Templo_Expiat%C3%B3rio_da_Sagrada_F...

 

A text, in english, from barcelona.de/en/barcelona-sagrada-familia.html

 

The basilica Sagrada Familia

Antoni Gaudí's life work is an UNESCO world heritage

 

The Sagrada Familia is one of the most famous landmarks in Barcelona. Since 1882 it was built at the church in the district Eixample built. From 1883 the Catalan architect Antoni Gaudí took over the leadership of the works until his death in 1926. The building is significantly influenced by him. The church is such a huge size, so they often referred it as "cathedral", but without having a bishop's seat. Pope Benedict XVI. inaugurates the Sagrada Familia on November 7, 2010. The church building is raised to a basilica.

Much time should allow for the visit of the details of the facades, where many embassies and biblical stories are hidden.

With the completion in 2026 expected, the construction is financed solely from donations and ticket money. Currently, 8 out of 12 about 100 meters tall bell towers are completed. The higher towers of the facade of the glory will be built and the central dome with a height of over 170 meters. Currently, part of the cloister is the building of the apse dome.

 

The start of construction of the Sagrada Familia.

Mid-19th Century the booksellers José María Boca Bella , Chairman of the Holy Brotherhood, planned a church in Barcelona to build and to devote the Holy Family ( "Sagrada Familia"). The land he choose was a parcel within the "Poblet (village). He preferred a fundamental step closer to the city centre out. Because of the already high land prices this was not possible.

The planning of the church began with the architect of the Diocese Francisco del Villar. He designed a church in Gothic style and began in 1882 with the construction of the crypt. Because of fundamental disagreements with Boca Bella he had to resign from his job. A few months later in 1883, the young architect Antoni Gaudí took over his work.

Gaudí took place in the Sagrada Familia his life's work. He worked until his death on 10th June 1926.

Under Gaudí the church won because of their extensive dimension and its lush design with such importance that they soon called it "the Cathedral". Also Gaudí even called it, although they do not house a bishop. He was convinced that one day the city would be known as "his" church.

 

Gaudí shaped espacially the Sagrada Familia . Many new parts are built according to plans, which are hardly ever received and often depend on assumptions as the great architect had originally planned. Of course everyone is sure of one thing: the Church Sagrada family in case of completion in respect to all previously built churches of Christendom will surpass all in greatness.

As a church, the Sagrada Familia should not only be seen in the artistic point of view. It must be the consideration of building facades with its towers and even religion.

 

Tips for visiting the Sagrada Familia.

The Sagrada Familia is the most visited monument in Spain. At peak times therefore sometimes one can queue in front of the house and cash in on the elevators of the towers which go up, on the other. The largest are the queues in the late morning. So if you dont want to stay in the queue, use the time to the cathedral from a distance, the two places right and left of the Sagrada Familia from them.

On the rear lifts, in the towers of the facade of the birth of Christ which goes up, the queue is much shorter. Do not return to down the lifts, use the stairs. Only then do you see the absolutely stunning spiral staircase.

Pardal-espanhol, Spanish Sparrow (Passer hispaniolensis)

 

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www.olivenca.org

 

O Castelo de Olivença localiza-se na povoação de mesmo nome à margem esquerda do rio Odiana, em território de Espanha, segundo o Estado espanhol, e em território de Portugal actualmente administrado por Espanha, segundo o Estado português. Esta situação de disputa territorial mantém-se desde o Congresso de Viena (1815) e, até hoje, ainda não houve quaisquer negociações entre os dois Estados para a resolver.

História

O castelo medieval

 

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, o território à margem esquerda do rio Guadiana foi dominado quando da conquista definitiva de Badajoz pelas forças de Afonso IX de Leão, na Primavera de 1230.

 

Como compensação pelos serviços prestados nessa conquista, o soberano fez a doação dos domínios de Burguillos e de Alconchel aos cavaleiros da Ordem do Templo, para que os povoassem e defendessem. Em algum momento entre esta doação e o ano de 1256, a Ordem estabeleceu a Comenda de Olivença, à época uma pequena povoação que se afirmava em torno de uma fonte (atual Fuente de La Corna), voltada para a agricultura e para a pastorícia. Nesse local, os Templários ergueram um castelo, uma Igreja sob a invocação de Santa Maria, organizando a exploração econômica da comunidade.

 

Ao mesmo tempo em que a Ordem do Templo e a Ordem de Santiago se expandiam para o Sul sob o reinado de Fernando III de Leão e Castela, registrava-se a expansão portuguesa na margem esquerda do rio Guadiana, de tal modo que sob o reinado de Afonso X de Leão e Castela foram por aquele soberano tomadas duas medidas:

 

a Convenção de Badajoz (1267), que afirmou o curso dos rios Caia e Guadiana como raia entre os domínos de Castela e de Portugal; e

a remoção da Ordem do Templo dos domínios raianos de Olivença, com a integração dos mesmos ao Concelho e Bispado de Badajoz.

 

Castelo de Olivença.

 

Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), entretanto, o equilíbrio de forças assim obtido alterou-se a favor de Portugal: em Castela, o falecimento prematuro de Sancho IV de Castela (1284-1295), a regência de D. Maria de Molina e a menoridade de Fernando IV de Castela, acarretam grave crise política que conduz à sublevação da nobreza. Como agravante deste quadro de guerra civil, os muçulmanos intentam uma contra-ofensiva. O soberano português, aproveitando-se desta conjuntura, através de uma combinação de pressão militar e diplomática, age para recuperar os domínios portugueses perdidos na margem esquerda do rio Guadiana: Mértola, Noudar e Mourão, com a assinatura da Convenção de Ciudad Rodrigo (1295).

 

Com a assinatura do Tratado de Alcanices (1297), os domínios de Olivença e seu castelo foram confirmados na posse da Coroa portuguesa, revalorizando-lhe a posição estratégica frente a Badajoz, o que se traduziu num progressivo incremento das fortificações da primeira.

 

Desse modo, a partir de 1298 D. Dinis iniciou a reconstrução das primitivas defesas dos Templários, ampliando a cerca da vila que, com planta quadrada passou a ser amparada por quatorze torres. Os trabalhos tiveram prosseguimento no reinado de seu sucessor, Afonso IV de Portugal (1325-1357), que os completou em 1335, com a construção da Alcáçova em seu interior, no vértice a Norte.

 

Durante as guerras fernandinas, no último terço do século XIV, Olivença recebeu uma nova cerca mais extensa, de planta oval, onde se rasgavam cinco portas. Embora esta estrutura não tenha chegado até nós, uma vez que foi inteiramente demolida, a forma de seu traçado persiste na malha urbana que condicionou.

 

Posteriormente, sob o reinado de João II de Portugal (1481-1495), este soberano fez levantar, no recinto da Alcáçova, a mais alta torre de menagem da linha raiana (1488). Elevando-se a 35 metros de altura, o conjunto recebeu o reforço de um fosso inundado. O seu topo era acedido por um conjunto de 17 rampas, que permitia a movimentação de peças de artilharia. Esta obra monumental próxima a Badajoz, erguida em tempo de paz, foi acompanhada à distância, com suspeição, pela Coroa de Castela.

 

Ao se iniciar o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), desenvolveu-se uma nova etapa construtiva nas fortificações de Olivença: a cerca fernandina foi demolida por Afonso Mendes de Oliveira e a sua pedra aproveitada na construção de uma terceira cerca, da qual dispomos a iconografia de Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509).

 

Este soberano foi responsável, ainda, por outra importante estrutura militar para a defesa de Olivença: a construção de uma ponte fortificada sobre o rio Guadiana, visando assegurar as comunicações entre as tropas portuguesas nas duas margens, a chamada Ponte da Ajuda.

A Guerra da Restauração e a Praça-forte de Olivença

 

No contexto da Guerra da Restauração da independência de Portugal, a posição de Olivença readquiriu importância estratégica. Desse modo, uma nova etapa construtiva teve lugar, demolindo-se para esse fim a antiga cerca manuelina e reaproveitando-se a sua pedra para erguer uma quarta muralha, amparada por nove baluartes.

 

No contexto da Guerra Peninsular, a Praça-forte de Olivença passou para o domínio espanhol. O conjunto defensivo foi bastante danificado durante a Guerra da Independência Espanhola (1808-1814) e pelo seu subsequente abandono.

Na actualidade

 

Em 1975 o antigo castelo sofreu uma extensa campanha de restauração, quando as suas dependências foram requalificadas, passando a sediar o Museu Etnográfico de Olivença.

 

Em 2006 o castelo sofreu nova intervenção, tendo sido restaurada a porta de São Sebastião.

Características

 

Constituía-se em um castelo com muralhas espessas e elevadas, em alvenaria de pedra, reforçadas por grandes torres de paredes cegas. A defesa era efetuada a partir dos matacães, uma vez que não possuía ameias.

 

As muralhas eram rasgadas por três portas, de que se conservaram duas: a Porta de Alconchel, em arco de volta perfeita, defendida por duas torres; e a Porta dos Anjos, também em arco de volta perfeita mas rematada por um frontão. A terceira porta, sob a invocação de São Sebastião, também em arco de volta perfeita, foi reconstruída no contexto dos trabalhos de restauração, em 2006.

 

A torre de menagem mede 40 metros de altura por 18 de lado e é dividida internamente em três pavimentos, onde se destaca a decoração do último. É acedida por dezassete rampas com cobertura em abóbada de canhão permitindo o trânsito de peças de artilharia.

 

Como apoio à defesa, os portugueses construíram ainda diversas atalaias de vigilância, com a função de comunicar à guarnição do castelo os movimentos das tropas castelhanas. pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Oliven%C3%A7a

Pardal-espanhol ♂, Spanish Sparrow (Passer hispaniolensis)

 

Obrigado a quem comentou ou marcou a foto como favorita, foi sinceramente apreciado.

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Estive em Barcelona e me deparei com a segunda maior manifestação que está acontecendo na Espanha, na Plaza Catalunya. Milhares de pessoas em manifestação pacífica, realizando assembléias, abaixo-assinados entre outras atividades.

Na praça você encontrava locais em que voluntários tomavam conta de filhos de protestantes, banheiros públicos doados por pequenas companhias que apoiam o movimento, além de donos de pequenos negócios alimentares, afetados pela crise espanhola, que passavam pelo local para ajudar, entregando o que podiam de comida para os manifestantes, que eram gente de todas as idades, cores e ideologias políticas.

  

O que é:

As manifestações iniciaram com uma marcha por Madrid no dia 15 de maio, liderada por jovens espanhóis, insatisfeitos com o alto nível de desemprego um indice de 45% de desemprego entre a população jovem do país e corrupção política no país, entre outros pontos.

O índice de desemprego de 21,3% da Espanha é o maior da Uniao Europeia - um número recorde de 4,9 milhões de pessoas estão desempregadas no país, a maioria jovens.

 

As manifestações atingiram um nível nacional e global. Tudo foi acertado, iniciado e divulgado pela internet, através de redes sociais como Facebook e Twitter através de campanhas virtuais.

Os manifestantes pedem emprego, melhores condições de vida, um sistema democrático mais justo e mudanças nos planos de austeridade do governo socialista espanhol.

 

Convocadas pela internet, outras concentrações pacíficas ocorreram nesta quinta em Barcelona, Granada, Valência, Sevilha ou Zaragoza e ameaçava respingar na reta final da campanha para as eleições municipais no domingo, 22/05/11

Eles não se definem nem como de direita nem como de esquerda, mas exigem democracia mais representativa.

  

Mais infos:

g1.globo.com/mundo/noticia/2011/05/manifestacoes-se-espal...

g1.globo.com/vc-no-g1/noticia/2011/04/leitora-registra-ma...

video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1512447-7823...

g1.globo.com/mundo/noticia/2011/05/madri-manifestacao-na-...

extra.globo.com/noticias/economia/milhares-vao-as-ruas-na...

www.intoleravel.com.br/2011/05/23/manifestacoes-na-espanha/

extra.globo.com/noticias/economia/espanha-flores-panelas-...

 

EXIF:

Camera: Canon EOS 5D Mark II

Lens: 35 mm

Exposure: Manual exposure, 1/100 sec, f/2.8, ISO 200

*Canon 5D Mark II + Canon 16-35mm f/2.8

  

*Copyright © 2008 Naldo Mundim. All rights reserved.

*Reprodução proibida. © Todos os direitos reservados.

*Imagem protegida pela Lei do Direito Autoral Nº 9.610 de 19/02/1998

 

A área das Cataratas do Iguaçu (em espanhol, Cataratas del Iguazú) são um conjunto majestoso de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizam entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e no Parque Nacional Iguazú, Misiones, na Argentina. A área total de ambos parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e declarada como Patrimônio Natural da Humanidade.

 

O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; e o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Desde 2002 o Parque Nacional do Iguaçu é um dos sítios geológicos brasileiros.

 

Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol, Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542.

 

As Cataratas do Iguaçu estão participando da campanha mundial de escolha das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders,ela esta entre as 28 finalista da campanha, que deve durar até 2011 quando deve ser atingido o número de 1 bilhão de votos,além das Cataratas do Iguaçu a Amazônia é outra concorrente brasileira que busca ser uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza.Pela internet é possível votar através da pagina oficial da Fundação New 7 Wonders

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Las cataratas del Iguazú se encuentran cerca de la triple frontera Argentina, Paraguay y Brasil (del idioma guaraní: Yguasu (agua grande), en portugués: cataratas do Iguaçu) son las cataratas localizadas en la provincia de Misiones, en el Parque Nacional Iguazú, Argentina y en el Parque Nacional do Iguaçu del estado de Paraná, Brasil. Su nombre proviene de dos palabras: la palabra «y» (similar a la /ü/ del alemán o la /u/ del francés, producida por contracción de la garganta) y la palabra «guasu» (léase guasu), que en lengua guaraní quieren decir «agua» y «grande», respectivamente.

 

Están formadas por 275 saltos de hasta 80 m de altura, alimentados por el caudal del río Iguazú. Se pueden realizar paseos en lancha bajo los saltos y caminatas por senderos apreciando algunos animales de la selva subtropical. La «Garganta del Diablo» (el salto mayor, que consta de 80 m) es un espectáculo aparte que, saliendo desde Puerto Canoas, se puede disfrutar en toda su majestuosidad a tan sólo 50 m de distancia.

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Iguazu Falls, Iguassu Falls, or Iguaçu Falls (Portuguese: Cataratas do Iguaçu, (Portuguese pronunciation: [kataˈɾatɐz du iɡwaˈsu]; Spanish: Cataratas del Iguazú, Spanish pronunciation: [kataˈɾatas del iɣwaˈsu]) are waterfalls of the Iguazu River located on the border of the Brazilian state of Paraná and the Argentine province of Misiones. The falls divide the river into the upper and lower Iguazu.

Basílica da Sagrada Família

 

Texto, em português, da Wikipédia, a enciclopédia livre:

Templo Expiatório da Sagrada Família

Templo Expiatório da Sagrada Família, e também conhecido simplesmente como Sagrada Família, é um grande templo católico da cidade catalã de Barcelona (Espanha), desenhado pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí, e considerado por muitos críticos como a sua obra-prima e expoente da arquitetura modernista catalã. Financiado unicamente por contribuições privadas , o projeto foi iniciado em 1882 e assumido por Gaudí em 1883, quando tinha 31 anos de idade, dedicando-lhe os seus últimos 40 anos de vida, os últimos quinze de forma exclusiva. A construção foi suspensa em 1936 devido à Guerra Civil Espanhola e não se estima a conclusão para antes de 2026, centenário da morte de Gaudí.

 

A construção começou em estilo neogótico, mas o projeto foi reformulado completamente por Gaudí ao assumi-lo. O templo foi projetado para ter três grandes fachadas: a Fachada da Natividade, quase terminada com Gaudí ainda em vida, a Fachada da Paixão, iniciada em 1952, e a Fachada da Glória, ainda por completar. Segundo o seu proceder habitual, a partir de esboços gerais do edifício Gaudí improvisou a construção à medida que esta avançava. O templo, quando estiver terminado, disporá de 18 torres : quatro em cada uma das três entradas-portais, a jeito de cúpulas; irá ter um sistema de seis torres, com a torre do zimbório central dedicada a Jesus Cristo, de 170 metros de altura, outras quatro ao redor desta, dedicadas aos evangelistas, e um segundo zimbório dedicado à Virgem. O interior estará formado por inovadoras colunas arborescentes inclinadas e abóbadas baseadas em hiperboloides e paraboloides buscando a forma ótima da catenária. Estima-se que poderá levar no seu coro 1500 cantores, 700 crianças e cinco órgãos. Em 1926, ano em que faleceu Gaudí, apenas estava construída uma torre. Do projeto do edifício só ficaram planos e um modelo em gesso que resultou muito danificado durante a Guerra Civil Espanhola. Desde então prosseguiram as obras: atualmente (2015) estão terminados os portais da Natividade e da Paixão, e foi iniciado o da Glória, estando em construção as abóbadas interiores.

 

A obra que realizou Gaudí - a fachada da Natividade e a cripta - foi incluída pela UNESCO em 2005 no Sítio do Patrimônio Mundial com o título «Obras de Antoni Gaudí».

 

História

O propósito de construir um templo expiatório dedicado à Sagrada Família em uns novos terrenos do Eixample barcelonês foi do livreiro Josep Maria Bocabella, para o que fundou a Associação de Devotos de São José. Para isso foi adquirido um quarteirão inteiro do Eixample num lugar conhecido como El Poblet, perto do Camp de l'Arpa, em Sant Martí de Provençals, entre as ruas Provença, Maiorca, Marina e Sardenya.

O projeto foi entregue em primeiro lugar a Francisco de Paula del Villar y Lozano, que propôs um conjunto neogótico, recusando a sugestão de Bocabella de fazer uma réplica do Santuário da Santa Casa de Loreto . O projeto de Villar consistia numa igreja de três naves, com os elementos típicos do gótico, como os vitrais alveolados, os contrafortes exteriores e um alto campanário em forma de agulha. A primeira pedra foi colocada a 19 de Março de 1882, dia de São José, com a presença do então bispo de Barcelona José María Urquinaona. Gaudí assistiu à cerimônia, já que tinha trabalhado como ajudante de Villar em vários projetos. As obras não se iniciaram até 25 de Agosto de 1883, sendo adjudicadas ao empreiteiro Macari Planella i Roura.

Em 1883, Villar renunciou por desavenças com Joan Martorell, arquiteto assessor de Bocabella. O projeto foi oferecido ao próprio Martorell, mas, ao recusar, este foi oferecido a um jovem Gaudí de 31 anos; Gaudí fora ajudante de Martorell em várias construções, fato que motivara a recomendação de Gaudí, que ainda não executara grandes obras. Ao encarregar-se Gaudí do projeto, modificou-o por inteiro - salvo a parte já construída da cripta -, imprimindo-lhe o seu estilo peculiar. Durante os remanescentes 43 anos da sua vida trabalhou intensamente na obra, os últimos 15 anos de forma exclusiva. Esta dedicação tão intensa tem a sua explicação, para além da magnitude da obra, pela circunstância de Gaudí definir muitos aspetos à medida que a construção avançava, em lugar de os ter concretizado previamente nos seus planos e instruções. Por isso a sua presença pessoal na obra era de grande importância.

Durante a vida de Gaudí somente foi feita a fachada da Natividade , com escultura de Carles Mani, Llorenç Matamala e Joan Matamala, contando com os desenhos de Ricard Opisso; Gaudí apenas chegou a ver coroada a torre de São Barnabé antes do seu falecimento. À morte de Gaudí encarregou-se das obras o seu ajudante Domènec Sugrañes, durante os anos 1926-1936, acabando as três torres que ficavam na fachada da Natividade.

Durante a Guerra Civil Espanhola ficou destruída na sua maior parte a oficina na qual Gaudí trabalhara, e onde se encontravam os seus croquis, maquetes e modelos . Por esta causa e pela particular maneira de trabalhar Gaudí, não ficaram planos nem diretrizes a respeito de como devia terminar-se o templo. Portanto, quando em 1944 prosseguiu a construção da Sagrada Família, teve de definir-se em primeiro lugar como devia proceder-se, para edificar o templo da forma mais fiel aos princípios de Gaudí.

À frente desta gigantesca tarefa estiveram os arquitetos Francesc Quintana, Isidre Puig i Boada e Lluís Bonet i Garí, enquanto da obra escultórica se encarregou Jaume Busquets. Posteriormente, quando se construiu a fachada da Paixão, o conjunto principal das figuras escultóricas foi encarregado a Josep Maria Subirachs . As obras deste último originaram certa polêmica, devido a ter criado esculturas totalmente contemporâneas afastadas do estilo realista que Gaudí incluiu na fachada da Natividade. O escultor japonês Etsuro Sotoo colaborou em algumas esculturas da fachada da Natividade . Desde 1987 que as obras estão sob a direção do arquiteto Jordi Bonet i Armengol.

Projeto de praça estrelada para a Sagrada Família (1916).

Um dos pontos que suscitou maior controvérsia em relação ao templo é a sua situação no tecido urbanístico de Barcelona: quando começaram as obras encontrava-se num descampado, mas rapidamente ficou integrado no rápido desenvolvimento da cidade em princípios do século XX. Em 1905 Gaudí realizou um projeto para englobar a Sagrada Família dentro do Plano Jaussely, o novo projeto de alargamento barcelonês: concebeu situar o templo dentro de uma zona ajardinada em forma de estrela octogonal, que teria proporcionado uma excelente visão do templo a partir de todas as zonas circundantes. Finalmente, devido ao custo dos terrenos, reduziu o projeto a uma estrela de quatro pontas, que permitia uma ampla visão de todos os vértices. Contudo, o plano de Gaudí não se levou a cabo: em 1975 o Município de Barcelona realizou um estudo urbanístico que previa reabilitar uma zona em forma de cruz em torno da Sagrada Família, com quatro praças ajardinadas em cada extremo do templo ; mesmo assim, atualmente existem apenas duas destas praças, e a criação das novos espaços implicaria demolir vários edifícios, pelo qual ainda se estuda a solução ideal para enquadrar a Sagrada Família numa envolvente apropriada.

O Templo da Sagrada Família teve vários eventos destacados: em 1920 celebrou-se o Ano Jubilar de São José com procissões, peregrinações e missas, e cantou-se o Aleluia de O Messias de Händel por mil cantores de orfeões vindos de toda a Catalunha, dirigidos por Lluís Millet. Em 1953, por ocasião do 35º Congresso Eucarístico Internacional celebrado em Barcelona, foi inaugurada a iluminação artística da fachada da Natividade. Em 1981 abriu-se a praça Gaudí frente à Sagrada Família, com um projeto de jardins de Nicolau Maria Rubió i Tudurí, onde se destaca o tanque, em cujas águas fica refletido o templo. Ao ano seguinte, por ocasião do centenário da colocação da primeira pedra, o templo recebeu a visita do Papa João Paulo II. Igualmente, a 18 de Março de 2007 foi comemorado o 125.º aniversário da colocação da primeira pedra do templo com uma festa, concertos e bailando uma sardana em redor de todo o templo. O templo é palco habitual de numerosos atos culturais e encontros religiosos.

Veja o texto completo no site pt.wikipedia.org/wiki/Templo_Expiat%C3%B3rio_da_Sagrada_F...

 

A text, in english, from barcelona.de/en/barcelona-sagrada-familia.html

 

The basilica Sagrada Familia

Antoni Gaudí's life work is an UNESCO world heritage

 

The Sagrada Familia is one of the most famous landmarks in Barcelona. Since 1882 it was built at the church in the district Eixample built. From 1883 the Catalan architect Antoni Gaudí took over the leadership of the works until his death in 1926. The building is significantly influenced by him. The church is such a huge size, so they often referred it as "cathedral", but without having a bishop's seat. Pope Benedict XVI. inaugurates the Sagrada Familia on November 7, 2010. The church building is raised to a basilica.

Much time should allow for the visit of the details of the facades, where many embassies and biblical stories are hidden.

With the completion in 2026 expected, the construction is financed solely from donations and ticket money. Currently, 8 out of 12 about 100 meters tall bell towers are completed. The higher towers of the facade of the glory will be built and the central dome with a height of over 170 meters. Currently, part of the cloister is the building of the apse dome.

 

The start of construction of the Sagrada Familia.

Mid-19th Century the booksellers José María Boca Bella , Chairman of the Holy Brotherhood, planned a church in Barcelona to build and to devote the Holy Family ( "Sagrada Familia"). The land he choose was a parcel within the "Poblet (village). He preferred a fundamental step closer to the city centre out. Because of the already high land prices this was not possible.

The planning of the church began with the architect of the Diocese Francisco del Villar. He designed a church in Gothic style and began in 1882 with the construction of the crypt. Because of fundamental disagreements with Boca Bella he had to resign from his job. A few months later in 1883, the young architect Antoni Gaudí took over his work.

Gaudí took place in the Sagrada Familia his life's work. He worked until his death on 10th June 1926.

Under Gaudí the church won because of their extensive dimension and its lush design with such importance that they soon called it "the Cathedral". Also Gaudí even called it, although they do not house a bishop. He was convinced that one day the city would be known as "his" church.

 

Gaudí shaped espacially the Sagrada Familia . Many new parts are built according to plans, which are hardly ever received and often depend on assumptions as the great architect had originally planned. Of course everyone is sure of one thing: the Church Sagrada family in case of completion in respect to all previously built churches of Christendom will surpass all in greatness.

As a church, the Sagrada Familia should not only be seen in the artistic point of view. It must be the consideration of building facades with its towers and even religion.

 

Tips for visiting the Sagrada Familia.

The Sagrada Familia is the most visited monument in Spain. At peak times therefore sometimes one can queue in front of the house and cash in on the elevators of the towers which go up, on the other. The largest are the queues in the late morning. So if you dont want to stay in the queue, use the time to the cathedral from a distance, the two places right and left of the Sagrada Familia from them.

On the rear lifts, in the towers of the facade of the birth of Christ which goes up, the queue is much shorter. Do not return to down the lifts, use the stairs. Only then do you see the absolutely stunning spiral staircase.

www.olivenca.org

 

O Castelo de Olivença localiza-se na povoação de mesmo nome à margem esquerda do rio Odiana, em território de Espanha, segundo o Estado espanhol, e em território de Portugal actualmente administrado por Espanha, segundo o Estado português. Esta situação de disputa territorial mantém-se desde o Congresso de Viena (1815) e, até hoje, ainda não houve quaisquer negociações entre os dois Estados para a resolver.

História

O castelo medieval

 

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, o território à margem esquerda do rio Guadiana foi dominado quando da conquista definitiva de Badajoz pelas forças de Afonso IX de Leão, na Primavera de 1230.

 

Como compensação pelos serviços prestados nessa conquista, o soberano fez a doação dos domínios de Burguillos e de Alconchel aos cavaleiros da Ordem do Templo, para que os povoassem e defendessem. Em algum momento entre esta doação e o ano de 1256, a Ordem estabeleceu a Comenda de Olivença, à época uma pequena povoação que se afirmava em torno de uma fonte (atual Fuente de La Corna), voltada para a agricultura e para a pastorícia. Nesse local, os Templários ergueram um castelo, uma Igreja sob a invocação de Santa Maria, organizando a exploração econômica da comunidade.

 

Ao mesmo tempo em que a Ordem do Templo e a Ordem de Santiago se expandiam para o Sul sob o reinado de Fernando III de Leão e Castela, registrava-se a expansão portuguesa na margem esquerda do rio Guadiana, de tal modo que sob o reinado de Afonso X de Leão e Castela foram por aquele soberano tomadas duas medidas:

 

a Convenção de Badajoz (1267), que afirmou o curso dos rios Caia e Guadiana como raia entre os domínos de Castela e de Portugal; e

a remoção da Ordem do Templo dos domínios raianos de Olivença, com a integração dos mesmos ao Concelho e Bispado de Badajoz.

 

Castelo de Olivença.

 

Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), entretanto, o equilíbrio de forças assim obtido alterou-se a favor de Portugal: em Castela, o falecimento prematuro de Sancho IV de Castela (1284-1295), a regência de D. Maria de Molina e a menoridade de Fernando IV de Castela, acarretam grave crise política que conduz à sublevação da nobreza. Como agravante deste quadro de guerra civil, os muçulmanos intentam uma contra-ofensiva. O soberano português, aproveitando-se desta conjuntura, através de uma combinação de pressão militar e diplomática, age para recuperar os domínios portugueses perdidos na margem esquerda do rio Guadiana: Mértola, Noudar e Mourão, com a assinatura da Convenção de Ciudad Rodrigo (1295).

 

Com a assinatura do Tratado de Alcanices (1297), os domínios de Olivença e seu castelo foram confirmados na posse da Coroa portuguesa, revalorizando-lhe a posição estratégica frente a Badajoz, o que se traduziu num progressivo incremento das fortificações da primeira.

 

Desse modo, a partir de 1298 D. Dinis iniciou a reconstrução das primitivas defesas dos Templários, ampliando a cerca da vila que, com planta quadrada passou a ser amparada por quatorze torres. Os trabalhos tiveram prosseguimento no reinado de seu sucessor, Afonso IV de Portugal (1325-1357), que os completou em 1335, com a construção da Alcáçova em seu interior, no vértice a Norte.

 

Durante as guerras fernandinas, no último terço do século XIV, Olivença recebeu uma nova cerca mais extensa, de planta oval, onde se rasgavam cinco portas. Embora esta estrutura não tenha chegado até nós, uma vez que foi inteiramente demolida, a forma de seu traçado persiste na malha urbana que condicionou.

 

Posteriormente, sob o reinado de João II de Portugal (1481-1495), este soberano fez levantar, no recinto da Alcáçova, a mais alta torre de menagem da linha raiana (1488). Elevando-se a 35 metros de altura, o conjunto recebeu o reforço de um fosso inundado. O seu topo era acedido por um conjunto de 17 rampas, que permitia a movimentação de peças de artilharia. Esta obra monumental próxima a Badajoz, erguida em tempo de paz, foi acompanhada à distância, com suspeição, pela Coroa de Castela.

 

Ao se iniciar o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), desenvolveu-se uma nova etapa construtiva nas fortificações de Olivença: a cerca fernandina foi demolida por Afonso Mendes de Oliveira e a sua pedra aproveitada na construção de uma terceira cerca, da qual dispomos a iconografia de Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509).

 

Este soberano foi responsável, ainda, por outra importante estrutura militar para a defesa de Olivença: a construção de uma ponte fortificada sobre o rio Guadiana, visando assegurar as comunicações entre as tropas portuguesas nas duas margens, a chamada Ponte da Ajuda.

A Guerra da Restauração e a Praça-forte de Olivença

 

No contexto da Guerra da Restauração da independência de Portugal, a posição de Olivença readquiriu importância estratégica. Desse modo, uma nova etapa construtiva teve lugar, demolindo-se para esse fim a antiga cerca manuelina e reaproveitando-se a sua pedra para erguer uma quarta muralha, amparada por nove baluartes.

 

No contexto da Guerra Peninsular, a Praça-forte de Olivença passou para o domínio espanhol. O conjunto defensivo foi bastante danificado durante a Guerra da Independência Espanhola (1808-1814) e pelo seu subsequente abandono.

Na actualidade

 

Em 1975 o antigo castelo sofreu uma extensa campanha de restauração, quando as suas dependências foram requalificadas, passando a sediar o Museu Etnográfico de Olivença.

 

Em 2006 o castelo sofreu nova intervenção, tendo sido restaurada a porta de São Sebastião.

Características

 

Constituía-se em um castelo com muralhas espessas e elevadas, em alvenaria de pedra, reforçadas por grandes torres de paredes cegas. A defesa era efetuada a partir dos matacães, uma vez que não possuía ameias.

 

As muralhas eram rasgadas por três portas, de que se conservaram duas: a Porta de Alconchel, em arco de volta perfeita, defendida por duas torres; e a Porta dos Anjos, também em arco de volta perfeita mas rematada por um frontão. A terceira porta, sob a invocação de São Sebastião, também em arco de volta perfeita, foi reconstruída no contexto dos trabalhos de restauração, em 2006.

 

A torre de menagem mede 40 metros de altura por 18 de lado e é dividida internamente em três pavimentos, onde se destaca a decoração do último. É acedida por dezassete rampas com cobertura em abóbada de canhão permitindo o trânsito de peças de artilharia.

 

Como apoio à defesa, os portugueses construíram ainda diversas atalaias de vigilância, com a função de comunicar à guarnição do castelo os movimentos das tropas castelhanas. pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Oliven%C3%A7a

Picture taken:

Ponta da Erva - Porto Alto - Portugal

 

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Pardal-espanhol ♂, Spanish Sparrow (Passer hispaniolensis)

 

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A área das Cataratas do Iguaçu (em espanhol, Cataratas del Iguazú) são um conjunto majestoso de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizam entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e no Parque Nacional Iguazú, Misiones, na Argentina. A área total de ambos parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e declarada como Patrimônio Natural da Humanidade.

 

O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; e o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Desde 2002 o Parque Nacional do Iguaçu é um dos sítios geológicos brasileiros.

 

Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol, Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542.

 

As Cataratas do Iguaçu estão participando da campanha mundial de escolha das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders,ela esta entre as 28 finalista da campanha, que deve durar até 2011 quando deve ser atingido o número de 1 bilhão de votos,além das Cataratas do Iguaçu a Amazônia é outra concorrente brasileira que busca ser uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza.Pela internet é possível votar através da pagina oficial da Fundação New 7 Wonders

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Las cataratas del Iguazú se encuentran cerca de la triple frontera Argentina, Paraguay y Brasil (del idioma guaraní: Yguasu (agua grande), en portugués: cataratas do Iguaçu) son las cataratas localizadas en la provincia de Misiones, en el Parque Nacional Iguazú, Argentina y en el Parque Nacional do Iguaçu del estado de Paraná, Brasil. Su nombre proviene de dos palabras: la palabra «y» (similar a la /ü/ del alemán o la /u/ del francés, producida por contracción de la garganta) y la palabra «guasu» (léase guasu), que en lengua guaraní quieren decir «agua» y «grande», respectivamente.

 

Están formadas por 275 saltos de hasta 80 m de altura, alimentados por el caudal del río Iguazú. Se pueden realizar paseos en lancha bajo los saltos y caminatas por senderos apreciando algunos animales de la selva subtropical. La «Garganta del Diablo» (el salto mayor, que consta de 80 m) es un espectáculo aparte que, saliendo desde Puerto Canoas, se puede disfrutar en toda su majestuosidad a tan sólo 50 m de distancia.

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Iguazu Falls, Iguassu Falls, or Iguaçu Falls (Portuguese: Cataratas do Iguaçu, (Portuguese pronunciation: [kataˈɾatɐz du iɡwaˈsu]; Spanish: Cataratas del Iguazú, Spanish pronunciation: [kataˈɾatas del iɣwaˈsu]) are waterfalls of the Iguazu River located on the border of the Brazilian state of Paraná and the Argentine province of Misiones. The falls divide the river into the upper and lower Iguazu.

Tapas (pronúncia espanhola: [tapas] ) é o nome de uma grande variedade de aperitivos ou lanches , em cozinha espanhola . Eles podem ser frios (como misto de azeitonas e queijo ) ou quente (como chopitos , que são maltratadas , fritos baby lula ). Em bares selecione em Espanha, bem como algumas partes da América do Norte e no Reino Unido, tapas evoluiu para um inteiro, e por vezes sofisticada cozinha. Em Espanha, patronos de tapas pode requisitar muitos tapas diferentes e combiná-las para fazer uma refeição completa. Em alguns países da América Central lanches são conhecidas como bocas.

A porção de tapas é projetado para incentivar a conversação, porque as pessoas não estão tão focados sobre comer uma refeição inteira que está diante deles. [ carece de fontes? ] Além disso, em alguns países, é usual que os comensais se levantar e mover-se enquanto comem tapas aproximadamente. [ carece de fontes? ]

www.olivenca.org

 

O Castelo de Olivença localiza-se na povoação de mesmo nome à margem esquerda do rio Odiana, em território de Espanha, segundo o Estado espanhol, e em território de Portugal actualmente administrado por Espanha, segundo o Estado português. Esta situação de disputa territorial mantém-se desde o Congresso de Viena (1815) e, até hoje, ainda não houve quaisquer negociações entre os dois Estados para a resolver.

História

O castelo medieval

 

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, o território à margem esquerda do rio Guadiana foi dominado quando da conquista definitiva de Badajoz pelas forças de Afonso IX de Leão, na Primavera de 1230.

 

Como compensação pelos serviços prestados nessa conquista, o soberano fez a doação dos domínios de Burguillos e de Alconchel aos cavaleiros da Ordem do Templo, para que os povoassem e defendessem. Em algum momento entre esta doação e o ano de 1256, a Ordem estabeleceu a Comenda de Olivença, à época uma pequena povoação que se afirmava em torno de uma fonte (atual Fuente de La Corna), voltada para a agricultura e para a pastorícia. Nesse local, os Templários ergueram um castelo, uma Igreja sob a invocação de Santa Maria, organizando a exploração econômica da comunidade.

 

Ao mesmo tempo em que a Ordem do Templo e a Ordem de Santiago se expandiam para o Sul sob o reinado de Fernando III de Leão e Castela, registrava-se a expansão portuguesa na margem esquerda do rio Guadiana, de tal modo que sob o reinado de Afonso X de Leão e Castela foram por aquele soberano tomadas duas medidas:

 

a Convenção de Badajoz (1267), que afirmou o curso dos rios Caia e Guadiana como raia entre os domínos de Castela e de Portugal; e

a remoção da Ordem do Templo dos domínios raianos de Olivença, com a integração dos mesmos ao Concelho e Bispado de Badajoz.

 

Castelo de Olivença.

 

Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), entretanto, o equilíbrio de forças assim obtido alterou-se a favor de Portugal: em Castela, o falecimento prematuro de Sancho IV de Castela (1284-1295), a regência de D. Maria de Molina e a menoridade de Fernando IV de Castela, acarretam grave crise política que conduz à sublevação da nobreza. Como agravante deste quadro de guerra civil, os muçulmanos intentam uma contra-ofensiva. O soberano português, aproveitando-se desta conjuntura, através de uma combinação de pressão militar e diplomática, age para recuperar os domínios portugueses perdidos na margem esquerda do rio Guadiana: Mértola, Noudar e Mourão, com a assinatura da Convenção de Ciudad Rodrigo (1295).

 

Com a assinatura do Tratado de Alcanices (1297), os domínios de Olivença e seu castelo foram confirmados na posse da Coroa portuguesa, revalorizando-lhe a posição estratégica frente a Badajoz, o que se traduziu num progressivo incremento das fortificações da primeira.

 

Desse modo, a partir de 1298 D. Dinis iniciou a reconstrução das primitivas defesas dos Templários, ampliando a cerca da vila que, com planta quadrada passou a ser amparada por quatorze torres. Os trabalhos tiveram prosseguimento no reinado de seu sucessor, Afonso IV de Portugal (1325-1357), que os completou em 1335, com a construção da Alcáçova em seu interior, no vértice a Norte.

 

Durante as guerras fernandinas, no último terço do século XIV, Olivença recebeu uma nova cerca mais extensa, de planta oval, onde se rasgavam cinco portas. Embora esta estrutura não tenha chegado até nós, uma vez que foi inteiramente demolida, a forma de seu traçado persiste na malha urbana que condicionou.

 

Posteriormente, sob o reinado de João II de Portugal (1481-1495), este soberano fez levantar, no recinto da Alcáçova, a mais alta torre de menagem da linha raiana (1488). Elevando-se a 35 metros de altura, o conjunto recebeu o reforço de um fosso inundado. O seu topo era acedido por um conjunto de 17 rampas, que permitia a movimentação de peças de artilharia. Esta obra monumental próxima a Badajoz, erguida em tempo de paz, foi acompanhada à distância, com suspeição, pela Coroa de Castela.

 

Ao se iniciar o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), desenvolveu-se uma nova etapa construtiva nas fortificações de Olivença: a cerca fernandina foi demolida por Afonso Mendes de Oliveira e a sua pedra aproveitada na construção de uma terceira cerca, da qual dispomos a iconografia de Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509).

 

Este soberano foi responsável, ainda, por outra importante estrutura militar para a defesa de Olivença: a construção de uma ponte fortificada sobre o rio Guadiana, visando assegurar as comunicações entre as tropas portuguesas nas duas margens, a chamada Ponte da Ajuda.

A Guerra da Restauração e a Praça-forte de Olivença

 

No contexto da Guerra da Restauração da independência de Portugal, a posição de Olivença readquiriu importância estratégica. Desse modo, uma nova etapa construtiva teve lugar, demolindo-se para esse fim a antiga cerca manuelina e reaproveitando-se a sua pedra para erguer uma quarta muralha, amparada por nove baluartes.

 

No contexto da Guerra Peninsular, a Praça-forte de Olivença passou para o domínio espanhol. O conjunto defensivo foi bastante danificado durante a Guerra da Independência Espanhola (1808-1814) e pelo seu subsequente abandono.

Na actualidade

 

Em 1975 o antigo castelo sofreu uma extensa campanha de restauração, quando as suas dependências foram requalificadas, passando a sediar o Museu Etnográfico de Olivença.

 

Em 2006 o castelo sofreu nova intervenção, tendo sido restaurada a porta de São Sebastião.

Características

 

Constituía-se em um castelo com muralhas espessas e elevadas, em alvenaria de pedra, reforçadas por grandes torres de paredes cegas. A defesa era efetuada a partir dos matacães, uma vez que não possuía ameias.

 

As muralhas eram rasgadas por três portas, de que se conservaram duas: a Porta de Alconchel, em arco de volta perfeita, defendida por duas torres; e a Porta dos Anjos, também em arco de volta perfeita mas rematada por um frontão. A terceira porta, sob a invocação de São Sebastião, também em arco de volta perfeita, foi reconstruída no contexto dos trabalhos de restauração, em 2006.

 

A torre de menagem mede 40 metros de altura por 18 de lado e é dividida internamente em três pavimentos, onde se destaca a decoração do último. É acedida por dezassete rampas com cobertura em abóbada de canhão permitindo o trânsito de peças de artilharia.

 

Como apoio à defesa, os portugueses construíram ainda diversas atalaias de vigilância, com a função de comunicar à guarnição do castelo os movimentos das tropas castelhanas. pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Oliven%C3%A7a

Basílica da Sagrada Família

 

Texto, em português, da Wikipédia, a enciclopédia livre:

Templo Expiatório da Sagrada Família

Templo Expiatório da Sagrada Família, e também conhecido simplesmente como Sagrada Família, é um grande templo católico da cidade catalã de Barcelona (Espanha), desenhado pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí, e considerado por muitos críticos como a sua obra-prima e expoente da arquitetura modernista catalã. Financiado unicamente por contribuições privadas , o projeto foi iniciado em 1882 e assumido por Gaudí em 1883, quando tinha 31 anos de idade, dedicando-lhe os seus últimos 40 anos de vida, os últimos quinze de forma exclusiva. A construção foi suspensa em 1936 devido à Guerra Civil Espanhola e não se estima a conclusão para antes de 2026, centenário da morte de Gaudí.

 

A construção começou em estilo neogótico, mas o projeto foi reformulado completamente por Gaudí ao assumi-lo. O templo foi projetado para ter três grandes fachadas: a Fachada da Natividade, quase terminada com Gaudí ainda em vida, a Fachada da Paixão, iniciada em 1952, e a Fachada da Glória, ainda por completar. Segundo o seu proceder habitual, a partir de esboços gerais do edifício Gaudí improvisou a construção à medida que esta avançava. O templo, quando estiver terminado, disporá de 18 torres : quatro em cada uma das três entradas-portais, a jeito de cúpulas; irá ter um sistema de seis torres, com a torre do zimbório central dedicada a Jesus Cristo, de 170 metros de altura, outras quatro ao redor desta, dedicadas aos evangelistas, e um segundo zimbório dedicado à Virgem. O interior estará formado por inovadoras colunas arborescentes inclinadas e abóbadas baseadas em hiperboloides e paraboloides buscando a forma ótima da catenária. Estima-se que poderá levar no seu coro 1500 cantores, 700 crianças e cinco órgãos. Em 1926, ano em que faleceu Gaudí, apenas estava construída uma torre. Do projeto do edifício só ficaram planos e um modelo em gesso que resultou muito danificado durante a Guerra Civil Espanhola. Desde então prosseguiram as obras: atualmente (2015) estão terminados os portais da Natividade e da Paixão, e foi iniciado o da Glória, estando em construção as abóbadas interiores.

 

A obra que realizou Gaudí - a fachada da Natividade e a cripta - foi incluída pela UNESCO em 2005 no Sítio do Patrimônio Mundial com o título «Obras de Antoni Gaudí».

 

História

O propósito de construir um templo expiatório dedicado à Sagrada Família em uns novos terrenos do Eixample barcelonês foi do livreiro Josep Maria Bocabella, para o que fundou a Associação de Devotos de São José. Para isso foi adquirido um quarteirão inteiro do Eixample num lugar conhecido como El Poblet, perto do Camp de l'Arpa, em Sant Martí de Provençals, entre as ruas Provença, Maiorca, Marina e Sardenya.

O projeto foi entregue em primeiro lugar a Francisco de Paula del Villar y Lozano, que propôs um conjunto neogótico, recusando a sugestão de Bocabella de fazer uma réplica do Santuário da Santa Casa de Loreto . O projeto de Villar consistia numa igreja de três naves, com os elementos típicos do gótico, como os vitrais alveolados, os contrafortes exteriores e um alto campanário em forma de agulha. A primeira pedra foi colocada a 19 de Março de 1882, dia de São José, com a presença do então bispo de Barcelona José María Urquinaona. Gaudí assistiu à cerimônia, já que tinha trabalhado como ajudante de Villar em vários projetos. As obras não se iniciaram até 25 de Agosto de 1883, sendo adjudicadas ao empreiteiro Macari Planella i Roura.

Em 1883, Villar renunciou por desavenças com Joan Martorell, arquiteto assessor de Bocabella. O projeto foi oferecido ao próprio Martorell, mas, ao recusar, este foi oferecido a um jovem Gaudí de 31 anos; Gaudí fora ajudante de Martorell em várias construções, fato que motivara a recomendação de Gaudí, que ainda não executara grandes obras. Ao encarregar-se Gaudí do projeto, modificou-o por inteiro - salvo a parte já construída da cripta -, imprimindo-lhe o seu estilo peculiar. Durante os remanescentes 43 anos da sua vida trabalhou intensamente na obra, os últimos 15 anos de forma exclusiva. Esta dedicação tão intensa tem a sua explicação, para além da magnitude da obra, pela circunstância de Gaudí definir muitos aspetos à medida que a construção avançava, em lugar de os ter concretizado previamente nos seus planos e instruções. Por isso a sua presença pessoal na obra era de grande importância.

Durante a vida de Gaudí somente foi feita a fachada da Natividade , com escultura de Carles Mani, Llorenç Matamala e Joan Matamala, contando com os desenhos de Ricard Opisso; Gaudí apenas chegou a ver coroada a torre de São Barnabé antes do seu falecimento. À morte de Gaudí encarregou-se das obras o seu ajudante Domènec Sugrañes, durante os anos 1926-1936, acabando as três torres que ficavam na fachada da Natividade.

Durante a Guerra Civil Espanhola ficou destruída na sua maior parte a oficina na qual Gaudí trabalhara, e onde se encontravam os seus croquis, maquetes e modelos . Por esta causa e pela particular maneira de trabalhar Gaudí, não ficaram planos nem diretrizes a respeito de como devia terminar-se o templo. Portanto, quando em 1944 prosseguiu a construção da Sagrada Família, teve de definir-se em primeiro lugar como devia proceder-se, para edificar o templo da forma mais fiel aos princípios de Gaudí.

À frente desta gigantesca tarefa estiveram os arquitetos Francesc Quintana, Isidre Puig i Boada e Lluís Bonet i Garí, enquanto da obra escultórica se encarregou Jaume Busquets. Posteriormente, quando se construiu a fachada da Paixão, o conjunto principal das figuras escultóricas foi encarregado a Josep Maria Subirachs . As obras deste último originaram certa polêmica, devido a ter criado esculturas totalmente contemporâneas afastadas do estilo realista que Gaudí incluiu na fachada da Natividade. O escultor japonês Etsuro Sotoo colaborou em algumas esculturas da fachada da Natividade . Desde 1987 que as obras estão sob a direção do arquiteto Jordi Bonet i Armengol.

Projeto de praça estrelada para a Sagrada Família (1916).

Um dos pontos que suscitou maior controvérsia em relação ao templo é a sua situação no tecido urbanístico de Barcelona: quando começaram as obras encontrava-se num descampado, mas rapidamente ficou integrado no rápido desenvolvimento da cidade em princípios do século XX. Em 1905 Gaudí realizou um projeto para englobar a Sagrada Família dentro do Plano Jaussely, o novo projeto de alargamento barcelonês: concebeu situar o templo dentro de uma zona ajardinada em forma de estrela octogonal, que teria proporcionado uma excelente visão do templo a partir de todas as zonas circundantes. Finalmente, devido ao custo dos terrenos, reduziu o projeto a uma estrela de quatro pontas, que permitia uma ampla visão de todos os vértices. Contudo, o plano de Gaudí não se levou a cabo: em 1975 o Município de Barcelona realizou um estudo urbanístico que previa reabilitar uma zona em forma de cruz em torno da Sagrada Família, com quatro praças ajardinadas em cada extremo do templo ; mesmo assim, atualmente existem apenas duas destas praças, e a criação das novos espaços implicaria demolir vários edifícios, pelo qual ainda se estuda a solução ideal para enquadrar a Sagrada Família numa envolvente apropriada.

O Templo da Sagrada Família teve vários eventos destacados: em 1920 celebrou-se o Ano Jubilar de São José com procissões, peregrinações e missas, e cantou-se o Aleluia de O Messias de Händel por mil cantores de orfeões vindos de toda a Catalunha, dirigidos por Lluís Millet. Em 1953, por ocasião do 35º Congresso Eucarístico Internacional celebrado em Barcelona, foi inaugurada a iluminação artística da fachada da Natividade. Em 1981 abriu-se a praça Gaudí frente à Sagrada Família, com um projeto de jardins de Nicolau Maria Rubió i Tudurí, onde se destaca o tanque, em cujas águas fica refletido o templo. Ao ano seguinte, por ocasião do centenário da colocação da primeira pedra, o templo recebeu a visita do Papa João Paulo II. Igualmente, a 18 de Março de 2007 foi comemorado o 125.º aniversário da colocação da primeira pedra do templo com uma festa, concertos e bailando uma sardana em redor de todo o templo. O templo é palco habitual de numerosos atos culturais e encontros religiosos.

Veja o texto completo no site pt.wikipedia.org/wiki/Templo_Expiat%C3%B3rio_da_Sagrada_F...

 

A text, in english, from barcelona.de/en/barcelona-sagrada-familia.html

 

The basilica Sagrada Familia

Antoni Gaudí's life work is an UNESCO world heritage

 

The Sagrada Familia is one of the most famous landmarks in Barcelona. Since 1882 it was built at the church in the district Eixample built. From 1883 the Catalan architect Antoni Gaudí took over the leadership of the works until his death in 1926. The building is significantly influenced by him. The church is such a huge size, so they often referred it as "cathedral", but without having a bishop's seat. Pope Benedict XVI. inaugurates the Sagrada Familia on November 7, 2010. The church building is raised to a basilica.

Much time should allow for the visit of the details of the facades, where many embassies and biblical stories are hidden.

With the completion in 2026 expected, the construction is financed solely from donations and ticket money. Currently, 8 out of 12 about 100 meters tall bell towers are completed. The higher towers of the facade of the glory will be built and the central dome with a height of over 170 meters. Currently, part of the cloister is the building of the apse dome.

 

The start of construction of the Sagrada Familia.

Mid-19th Century the booksellers José María Boca Bella , Chairman of the Holy Brotherhood, planned a church in Barcelona to build and to devote the Holy Family ( "Sagrada Familia"). The land he choose was a parcel within the "Poblet (village). He preferred a fundamental step closer to the city centre out. Because of the already high land prices this was not possible.

The planning of the church began with the architect of the Diocese Francisco del Villar. He designed a church in Gothic style and began in 1882 with the construction of the crypt. Because of fundamental disagreements with Boca Bella he had to resign from his job. A few months later in 1883, the young architect Antoni Gaudí took over his work.

Gaudí took place in the Sagrada Familia his life's work. He worked until his death on 10th June 1926.

Under Gaudí the church won because of their extensive dimension and its lush design with such importance that they soon called it "the Cathedral". Also Gaudí even called it, although they do not house a bishop. He was convinced that one day the city would be known as "his" church.

 

Gaudí shaped espacially the Sagrada Familia . Many new parts are built according to plans, which are hardly ever received and often depend on assumptions as the great architect had originally planned. Of course everyone is sure of one thing: the Church Sagrada family in case of completion in respect to all previously built churches of Christendom will surpass all in greatness.

As a church, the Sagrada Familia should not only be seen in the artistic point of view. It must be the consideration of building facades with its towers and even religion.

 

Tips for visiting the Sagrada Familia.

The Sagrada Familia is the most visited monument in Spain. At peak times therefore sometimes one can queue in front of the house and cash in on the elevators of the towers which go up, on the other. The largest are the queues in the late morning. So if you dont want to stay in the queue, use the time to the cathedral from a distance, the two places right and left of the Sagrada Familia from them.

On the rear lifts, in the towers of the facade of the birth of Christ which goes up, the queue is much shorter. Do not return to down the lifts, use the stairs. Only then do you see the absolutely stunning spiral staircase.

Itaipu ou Usina Hidrelétrica de Itaipu (Guarani: Itaipu, Espanhol: Itaipú;) é uma usina hidrelétrica no rio Paraná, localizada na fronteira entre Brasil e Paraguai.

 

O nome "Itaipu" foi tirado de uma ilha que existia perto do local de construção. No idioma guarani, Itaipu significa "o som de uma pedra". O compositor estadunidense Philip Glass também escreveu uma cantata sinfônica em nome de Itaipu, em honra da sua estrutura.

 

Itaipu Binacional é a empresa que gerencia a maior usina hidrelétrica em funcionamento e em capacidade de geração de energia no mundo. É uma empresa binacional construída pelo Brasil e pelo Paraguai no rio Paraná, no trecho de fronteira entre os dois países, 15 km ao norte da Ponte da Amizade. O projeto vai de Foz do Iguaçu, no Brasil, e Ciudad del Este, no Paraguai, no sul, até Guaíra e Salto del Guairá, no norte. A capacidade instalada de geração da usina é de 14 GW, com 20 unidades geradoras fornecendo 700 MW cada. No ano de 2008, a usina geradora atingiu o seu recorde de produção, com 94,68 bilhões de quilowatts-hora (kWh), fornecendo 90% da energia consumida pelo Paraguai e 19% da energia consumida pelo Brasil.

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La represa hidroeléctrica de Itaipú (del guaraní, «piedra que suena»), es una empresa binacional entre Paraguay y Brasil. Está ubicada sobre el río Paraná en la frontera entre estos dos países, 25°24′S 54°35′O / -25.4, -54.58325°24′S 54°35′O / -25.4, -54.583 en la ciudad de Hernandarias, a 14 km al norte del Puente de la Amistad. Es la Central Hidroeléctrica más grande del mundo, y según algunos expertos, sera difícil superarla.

 

El área implicada en el proyecto se extiende desde Foz do Iguaçu, en el Brasil, y Ciudad del Este, en el Paraguay, al sur, hasta Guaíra (Brasil) y Salto del Guairá (Paraguay), al norte. El lago artificial de la represa contiene 29000 Hm³ de agua, con unos 200 km de extensión en línea recta, y un área aproximada de 1400 km².

 

La potencia de generación electrohidráulica instalada es de 14 GW, con 20 turbinas generadoras de 700 MW. En el año 2000 tuvo su récord de producción con 93400 de GWh, generando el 95% de la energía eléctrica consumida en Paraguay y el 24% de la de Brasil.

 

La energía generada por Itaipú destinada al Brasil es distribuida por la empresa Furnas Centrales Eléctricas S.A., y la energía destinada a Paraguay es distribuida por la Administración Nacional De Electricidad (ANDE).

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The Itaipu Dam (Guarani: Itaipu, Portuguese: Itaipu, Spanish: Itaipú; Portuguese pronunciation: [itaiˈpu], Spanish pronunciation: [itaiˈpu]) is a hydroelectric dam on the Paraná River located on the border between Brazil and Paraguay. The name "Itaipu" was taken from an isle that existed near the construction site. In the Guarani language, Itaipu means "the sound of a stone". The American composer Philip Glass has also written a symphonic cantata named Itaipu, in honour of the structure.

The dam is second only to the Three Gorges Dam in its generating capacity.It is a binational undertaking run by Brazil and Paraguay at the Paraná River on the border section between the two countries, 15 km (9.3 mi) north of the Friendship Bridge. The project ranges from Foz do Iguaçu, in Brazil, and Ciudad del Este in Paraguay, in the south to Guaíra and Salto del Guaíra in the north. The installed generation capacity of the plant is 14 GW, with 20 generating units providing 700 MW each. In 2008 the plant generated a record 94.68 billion kilowatt-hours (kWh), supplying 90% of the energy consumed by Paraguay and 19% of that consumed by Brazil.

Of the twenty generator units currently installed, ten generate at 50 Hz for Paraguay and ten generate at 60 Hz for Brazil. Two 600 kV HVDC lines, each approximately 800 km long, carry both Brazilian and Paraguayan energy to São Paulo where the terminal equipment converts the power to 60 Hz.

Francisco Serrador Carbonell (Valência, 8 de dezembro de 1872 — Rio de Janeiro, 22 de março de 1941) foi um empresário espanhol do ramo do entretenimento, proprietário de hotéis, cassinos, teatros e cinemas em várias cidades brasileiras, principalmente Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba.

 

Chegada ao Brasil

 

No fim do século XIX, aportou em Santos, vindo de sua terra natal, Valência, sem quaisquer recursos financeiros. Mudou-se logo para Curitiba, onde iniciou um comércio de peixes e frutos do mar. Anos após, bem-sucedido, mudou-se para São Paulo, onde deu início a uma promissora carreira no ramo do entretenimento, posteriormente transferindo a sede de seus negócios para o Rio de Janeiro. Foi um dos maiores proprietários de imóveis do país, ele também ficou famoso por ser um dos primeiros a introduzir o hábito de comer cachorro-quente no Brasil através da venda do mesmo em seus cinemas. A novidade inspirou Lamartine Babo e Ary Barroso, a criarem em 1928, a marchinha de carnaval "Cachorro-Quente".

 

Precursor da Cinematografia

 

Serrador foi um dos precursores do Cinema do Brasil, tendo sido proprietário de inúmeros cinemas, sendo que na primeira metade do século XX, o seu "Circuito Serrador" tinha salas de cinemas nas principais cidades brasileiras, tendo se tornado um império do entretenimento. Em viagem a Nova Iorque, conheceu o Times Square, e, deslumbrado, decidiu transformar o entorno da Praça Floriano, no centro da cidade, em algo parecido, tendo assim nascido a Cinelândia. Um dos maiores ícones do Rio de Janeiro, o Edifício Serrador, desponta como um dos principais e mais belos edifícios comerciais da cidade, construído próximo ao local onde antes se localizava o Palácio Monroe, na Praça Mahatma Gandhi. Há também uma rua que leva seu nome e, em frente ao Edifício Odeon, um busto seu em bronze.

 

Fonte:

wikipedia

Luís Montenegro reuniu-se com o presidente do Partido Popular espanhol - Alberto Núñez Feijóo. 29 de Março de 2023

03/06/2019 - Alcafozes (Idanha-a-Nova, Portugal)

 

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Portrait of a young spanish football / soccer fan, with the Flag of spain on his face.

O Museu do Amanhã é um museu construído no município do Rio de Janeiro, no Brasil. O prédio, projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, foi erguido ao lado da Praça Mauá, na zona portuária (mais precisamente no Píer Mauá). Sua construção teve o apoio da Fundação Roberto Marinho e teve o custo total de cerca de 230 milhões de reais. O edifício foi inaugurado em 17 de dezembro de 2015 recebeu cerca de 25 mil visitantes em seu primeiro final de semana de funcionamento.

O antigo píer desativado passou a abrigar uma construção pós-moderna, orgânica e sustentável que, atualmente, é um ícone da identidade local e cultural da cidade do Rio de Janeiro. A proposta da instituição é ser um museu de artes e ciências, além de contar com mostras que alertam sobre os perigos das mudanças climáticas, da degradação ambiental e do colapso social. O edifício conta com espinhas solares que se movem ao longo da claraboia, projetadas para adaptar-se às mudanças das condições ambientais. A exposição principal é majoritariamente digital e foca em ideias ao invés de objetos.[1] O museu tem parcerias com importantes universidades brasileiras e instituições científicas globais e coleta de dados em tempo real sobre o clima e a população de agências espaciais e das Nações Unidas. A instituição também tem consultores de várias áreas, como astronautas, cientistas sociais e climatologistas.

Como uma das âncoras do projeto de revitalização urbana chamado Porto Maravilha, o museu recebeu, em 2015, como doação antes de sua inauguração, a escultura Puffed Star II, do renomado artista norte-americano Frank Stella. O trabalho consiste de uma estrela de vinte pontas e seis metros de diâmetro que foi instalado no espelho d'água do museu, em frente à Baía de Guanabara. A escultura metálica, antes da doação para acervo permanente a céu aberto do museu, esteve em exposição na cidade de Nova York.

Um dos objetivos da construção do museu foi fortalecer a identidade cultural e internacional da cidade do Rio de Janeiro. A cidade do Cristo Redentorsempre foi muito conhecida pelas suas praias e eventos, como o carnaval, mas havia a necessidade do fortalecimento da paradiplomacia cultural. Outras cidades, como Londres e Paris, também são muito conhecidas por seus acervos culturais.[4] O Museu foi apresentado como um ícone da reurbanização da zona portuária.

 

Texto: pt.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Amanh%C3%A3

  

The Museum of Tomorrow (Portuguese: Museu do Amanhã) is a science museum in the city of Rio de Janeiro, Brazil. It was designed by Spanish neofuturistic architect Santiago Calatrava, and built next to the waterfront at Pier Maua. Its construction was supported by the Roberto Marinho Foundation and cost approximately 230 million reais. The building was opened on December 17, 2015.

The main exhibition takes visitors through five main areas: Cosmos, Earth, Anthropocene, Tomorrow and Us via a number of experiments and experiences. This intricate yet captivating museum mixes science with an innovative design to focus on sustainable cities and an ecological world.

The museum is part of the city's port area renewal for the 2016 Summer Olympics.

 

Text: en.wikipedia.org/wiki/Museum_of_Tomorrow

  

El Museo del Mañana es un museo de ciencias situado en la ciudad de Río de Janeiro, Brasil. Fue diseñado por el arquitecto español Santiago Calatrava y construido junto al mar en el Muelle Maua. Su construcción fue financiada por la Fundación Roberto Marinho y costó aproximadamente 230 millones de reales. El edificio fue inaugurado el 17 de diciembre de 2015.

La exposición principal lleva a los visitantes a través de cinco zonas principales: Cosmos, Tierra, Antropoceno, Mañana y Ahora mediante varios experimentos y experiencias. El museo mezcla la ciencia con un diseño innovador para centrarse en ciudades sostenibles.

 

Financiado por el ayuntamiento de Río con el apoyo de patrocinadores, el edificio intenta establecer nuevos estándares de sostenibilidad en la ciudad. Comparado con edificios convencionales, sus diseñadores dicen que usa un 40% menos de energía (incluido el 9% de la energía que consume que obtiene del sol), y el sistema de refrigeración aprovecha el agua profunda de la cercana Bahía de Guanabara. La estructura parece destinada a ser una de las atracciones turísticas más importantes de Río. Sus «espinas solares» y el lucernario con forma de ventilador han sido diseñados de manera que el edificio se pueda adaptar a las cambiantes condiciones ambientales.

 

El museo tiene asociaciones con las principales universidades de Brasil y muchas instituciones científicas internacionales y obtiene datos en tiempo real sobre clima y población de agencias espaciales y de las Naciones Unidas. También ha contratado a consultores de varios de campos relacionados, incluidos astronautas, expertos en ciencias sociales y meteorólogos. Se sitúa junto al mar en una zona portuaria que estuvo abandonada durante décadas y actualmente está siendo renovada con nuevos edificios de oficinas, apartamentos y restaurantes. El museo forma parte del proyecto de renovación de la zona portuaria de la ciudad para las Olimpiadas de 2016.

 

Text: es.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Amanh%C3%A3

  

A área das Cataratas do Iguaçu (em espanhol, Cataratas del Iguazú) são um conjunto majestoso de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizam entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e no Parque Nacional Iguazú, Misiones, na Argentina. A área total de ambos parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e declarada como Patrimônio Natural da Humanidade.

 

O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; e o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Desde 2002 o Parque Nacional do Iguaçu é um dos sítios geológicos brasileiros.

 

Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol, Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542.

 

As Cataratas do Iguaçu estão participando da campanha mundial de escolha das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders,ela esta entre as 28 finalista da campanha, que deve durar até 2011 quando deve ser atingido o número de 1 bilhão de votos,além das Cataratas do Iguaçu a Amazônia é outra concorrente brasileira que busca ser uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza.Pela internet é possível votar através da pagina oficial da Fundação New 7 Wonders

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Las cataratas del Iguazú se encuentran cerca de la triple frontera Argentina, Paraguay y Brasil (del idioma guaraní: Yguasu (agua grande), en portugués: cataratas do Iguaçu) son las cataratas localizadas en la provincia de Misiones, en el Parque Nacional Iguazú, Argentina y en el Parque Nacional do Iguaçu del estado de Paraná, Brasil. Su nombre proviene de dos palabras: la palabra «y» (similar a la /ü/ del alemán o la /u/ del francés, producida por contracción de la garganta) y la palabra «guasu» (léase guasu), que en lengua guaraní quieren decir «agua» y «grande», respectivamente.

 

Están formadas por 275 saltos de hasta 80 m de altura, alimentados por el caudal del río Iguazú. Se pueden realizar paseos en lancha bajo los saltos y caminatas por senderos apreciando algunos animales de la selva subtropical. La «Garganta del Diablo» (el salto mayor, que consta de 80 m) es un espectáculo aparte que, saliendo desde Puerto Canoas, se puede disfrutar en toda su majestuosidad a tan sólo 50 m de distancia.

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Iguazu Falls, Iguassu Falls, or Iguaçu Falls (Portuguese: Cataratas do Iguaçu, (Portuguese pronunciation: [kataˈɾatɐz du iɡwaˈsu]; Spanish: Cataratas del Iguazú, Spanish pronunciation: [kataˈɾatas del iɣwaˈsu]) are waterfalls of the Iguazu River located on the border of the Brazilian state of Paraná and the Argentine province of Misiones. The falls divide the river into the upper and lower Iguazu.

Decorreu a 22 de dezembro de 2016, no Estado-Maior da Força Aérea, a cerimónia de condecoração do Chefe do Estado-Maior do Exército do Ar Espanhol, General del Aire D. Francisco Javier García Arnaiz

   

Sua Excelência o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, concedeu ao Chefe do Estado-Maior do Exército do Ar Espanhol, General del Aire D. Francisco Javier García Arnaiz a Grã-Cruz da medalha de Mérito Militar. Impôs a condecoração o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Manuel Teixeira Rolo.

 

Estas obras de Murillo se encontram no Museo del Prado, em Madrid, para saber mais, visite: artetropia.blogspot.com

A área das Cataratas do Iguaçu (em espanhol, Cataratas del Iguazú) são um conjunto majestoso de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizam entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e no Parque Nacional Iguazú, Misiones, na Argentina. A área total de ambos parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e declarada como Patrimônio Natural da Humanidade.

 

O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; e o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Desde 2002 o Parque Nacional do Iguaçu é um dos sítios geológicos brasileiros.

 

Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol, Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542.

 

As Cataratas do Iguaçu estão participando da campanha mundial de escolha das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders,ela esta entre as 28 finalista da campanha, que deve durar até 2011 quando deve ser atingido o número de 1 bilhão de votos,além das Cataratas do Iguaçu a Amazônia é outra concorrente brasileira que busca ser uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza.Pela internet é possível votar através da pagina oficial da Fundação New 7 Wonders

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Las cataratas del Iguazú se encuentran cerca de la triple frontera Argentina, Paraguay y Brasil (del idioma guaraní: Yguasu (agua grande), en portugués: cataratas do Iguaçu) son las cataratas localizadas en la provincia de Misiones, en el Parque Nacional Iguazú, Argentina y en el Parque Nacional do Iguaçu del estado de Paraná, Brasil. Su nombre proviene de dos palabras: la palabra «y» (similar a la /ü/ del alemán o la /u/ del francés, producida por contracción de la garganta) y la palabra «guasu» (léase guasu), que en lengua guaraní quieren decir «agua» y «grande», respectivamente.

 

Están formadas por 275 saltos de hasta 80 m de altura, alimentados por el caudal del río Iguazú. Se pueden realizar paseos en lancha bajo los saltos y caminatas por senderos apreciando algunos animales de la selva subtropical. La «Garganta del Diablo» (el salto mayor, que consta de 80 m) es un espectáculo aparte que, saliendo desde Puerto Canoas, se puede disfrutar en toda su majestuosidad a tan sólo 50 m de distancia.

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Iguazu Falls, Iguassu Falls, or Iguaçu Falls (Portuguese: Cataratas do Iguaçu, (Portuguese pronunciation: [kataˈɾatɐz du iɡwaˈsu]; Spanish: Cataratas del Iguazú, Spanish pronunciation: [kataˈɾatas del iɣwaˈsu]) are waterfalls of the Iguazu River located on the border of the Brazilian state of Paraná and the Argentine province of Misiones. The falls divide the river into the upper and lower Iguazu.

Fotografada no Zoológico de Brasília, Brasil.

globotv.globo.com/rede-globo/globo-reporter/v/acompanhe-o...

 

Texto, em português, da WIKIPÉDIA, a Enciclopédia livre.

inglês:

Harpy Eagle

Checo:

harpyje pralesní

alemão:

Harpyie

dinamarquês:

Harpy

espanhol:

Arpía Mayor

finlandês:

harpyija

francês:

Harpie féroce

italiano:

Arpia americana

Japonês:

ougiwashi

japonês:

オウギワシ

neerlandês:

Harpij

Norueguês:

Harpyørn

Polonês:

harpia wielka

português:

Gavião-real

Portuguęs (Brasil):

Gavião-real

Russo:

Гарпия

Eslovaco:

harpya opičiarka

Sueco:

Harpyja

Mandarim:

角雕

Harpias

As harpias (em grego, ἅρπυιαι) são criaturas da mitologia grega, frequentemente representadas como aves de rapina com rosto de mulher e seios1 . Na história de Jasão, as harpias foram enviadas para punir o cego rei trácio Fineu, roubando-lhe a comida em todas as refeições . Os argonautas Zetes e Calais, filhos de Bóreas e Orítia, libertaram Fineu das hárpias, que, em agradecimento, mostrou a Jasão e os argonautas o caminho para passar pelas Simplégades. Eneias e seus companheiros, depois da queda de Troia, na viagem em direção à Itália, pararam na ilha das Harpias; mataram animais dos rebanhos delas, as atacaram quando elas roubaram as carnes, e ouviram de uma das Harpias terríveis profecias a respeito do restante de sua viagem.

Segundo Hesíodo, as harpias eram irmãs de Íris, filhas de Taumante e a oceânide Electra, e seus nomes eram Aelo (a borrasca), Celeno (a obscura) e Ocípete (a rápida no vôo). Higino lista os filhos de Taumante e Electra como Íris e as hárpias, Celeno, Ocípete e Aelo5 , mas, logo depois, dá as hárpias como filhas de Taumante e Oxomene

 

A harpia (Harpia harpyja), também chamada gavião-real, gavião-de-penacho, uiruuetê, uiraçu, uraçu, cutucurim e uiraçu-verdadeiro, é a mais pesada e uma das maiores aves de rapina do mundo, com envergadura de 2,5 metros e peso de até 10 quilogramas.

 

Etimologia

"Harpia" é uma referência ao ser da mitologia grega. Por causa do tamanho e ferocidade do animal, os primeiros exploradores europeus da América Central nomearam estas águias em função das monstruosas meio-mulheres/meio-águias da mitologia grega clássica. "Gavião-de-penacho" e "gavião-real" são referências ao penacho na cabeça característico da espécie, com um formato semelhante ao de uma coroa. "Uiruuetê" é um termo tupi que contém o termo e'tê, "verdadeiro". "Uiraçu" veio do termo tupi para "ave grande"

 

Descrição

Ambos os sexos têm uma crista de penas largas que levantam quando ouvem algum ruído. Como as corujas, elas têm um disco facial de penas menores que pode focar ondas sonoras para melhorar suas capacidades auditivas. A harpia possui, como principais características físicas, olhos pequenos, um longo topete, a crista com duas penas maiores e uma cauda com três faixas cinzentas, que pode medir até 2/3 do comprimento da asa.

Esta ave da família Accipitridae possui asas largas e redondas, pernas curtas e grossas, e dedos extremamente fortes, com enormes garras, capazes até de levantar um carneiro do chão. Sua cabeça é cinza, o papo e a nuca, negros, e o peito, a barriga e a parte de dentro das asas, brancos. Tem entre 50 a 90 centímetros de altura, uma envergadura de até 2,5 metros e um peso variando entre 4 e 5,5 quilogramas quando macho e entre 6 e 9 quilogramas quando fêmea.

As harpias são predadores tremendamente eficazes, com garras mais compridas do que as de um urso-cinzento. É uma águia adaptada ao voo acrobático em ambientes florestais de espaços fechados. Elas se aproximam morfologicamente (não se sabe se filogeneticamente) de várias outras aves de rapina tropicais de grande tamanho adaptadas à caça de grandes animais arborícolas como macacos, preguiças, lêmures etc., tais como a águia-coroada africana, a águia-das-filipinas e a águia-da-nova-guiné. Todas essas são chamadas de "águias-pega-macaco" em suas localidades de origem devido ao grande porte, que coloca animais maiores, como macacos, em seu cardápio.

O habitat principal são as florestas tropicais e a espécie se dispersa geograficamente do México à Bolívia, na Argentina e em grande parte do Brasil, notadamente no Amazonas, vivendo em árvores altas, dentro de vasta mata, onde constrói seus ninhos. Habitava as matas brasileiras de forma abrangente. Hoje, pode ser encontrado na Amazônia e visto raramente na Mata Atlântica. Na região amazônica da Guiana, onde foi bem estudado, verificou-se que é um predador sobretudo de mamíferos.

É pássaro nacional e está desenhada no brasão do Panamá. Está desenhada no brasão de armas do estado do Paraná, no Brasil. É o símbolo do Museu Nacional, no Rio de Janeiro. É também símbolo e estampa o escudo da tropa de elite da Polícia Federal do Brasil, o Comando de Operações Táticas. Faz parte do símbolo do 4º Batalhão de Aviação do Exército Brasileiro. Denomina um esquadrão da Força Aérea Brasileira, o 7º/8º Esquadrão Harpia. É o designativo das aeronaves do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo da Polícia Militar do Estado do Espírito Santo. É o animal em que foi baseada o personagem Fawkes, a fênix, do filme Harry Potter e a Câmara Secreta. É capaz de exercer uma pressão de 42 kgf/cm² (4,1 MPa ou 530 lbf/in²) com suas garras.

Pode erguer mais de 3/4 de seu peso. As garras da harpia são tão fortes que são capazes de esmigalhar um crânio humano. É a águia mais pesada da atualidade e a águia-das-filipinas é a única águia viva que se compara a ela em tamanho. Entretanto, a extinta águia-de-haast da Nova Zelândia era aproximadamente 50% maior do que ela. Dá nome ao projeto de inteligência artificial mantido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados. Em 15 de janeiro de 2009, nasceu um filhote de harpia no Refúgio Biológico de Itaipu. Com 100 gramas de massa, é o primeiro filhote a nascer com sucesso em cativeiro no sul do Brasil.6

 

Hábitos

É rápida e possante em suas investidas. É tão forte fisicamente que consegue erguer um carneiro sem maiores dificuldades. Ela voa alternando rápidas batidas de asa com planeio. Tem um assobio longo e estridente e, nas horas quentes do dia, costuma voar em círculos sobre florestas e campos próximos. As harpias conservam energia se empoleirando silenciosamente, vendo e ouvindo por longos períodos de tempo. Elas caçam com curtas e rápidas investidas. As fêmeas, maiores, caçam presas mais pesadas do que os menores, mais ágeis e rápidos machos. Estas técnicas complementares podem aumentar as chances de sucesso na obtenção de comida. Grandes presas, como preguiças e macacos, costumam ser consumidas parcialmente até poderem ser transportadas para o ninho.

 

Reprodução

As harpias, como as águias em geral, são monogâmicas, unindo-se por toda a vida. Elas fazem ninhos em árvores muito altas, com galhos bem separados, de até 40 metros de altura. O casal dá uma cria a cada dois ou três anos. O período reprodutivo vai de junho a novembro e o período de incubação é de 2 meses. As fêmeas depositam um ovo ou dois, mas, caso ambos os ovos sejam incubados com sucesso, em condições naturais somente o primogênito sobrevive, já que o filhote maior invariavelmente matará o menor (este "cainismo" é comum a várias espécies de águia, e permite estratégias de conservação baseadas na remoção do filhote menor do ninho para criação artificial).

O filhote testa suas asas com seis meses. No entanto, fica sob os cuidados dos pais, sendo alimentado, por outros seis a dez meses, mantendo, assim, uma longa dependência. A maturidade sexual é atingida aos quatro ou cinco anos e o indivíduo pode retornar ao mesmo ninho em que nasceu.

 

Perigos à sua sobrevivência

Destruição de seu habitat, uma vez que necessita de grandes áreas para viver. Atualmente, a harpia encontra-se praticamente restrita à floresta amazônica.

É ameaçada pela caça predatória, por ser considerada perigosa para as criações de animais domésticos.

De acordo com a ONG estadunidense Peregrine Fund, que se dedica à proteção internacional de aves de rapina diurnas, a harpia é uma espécie "dependente de conservação", na medida em que o declínio da espécie em toda a sua área de ocorrência, produzido principalmente pelo desmatamento, exige políticas ativas de conservação e/ou reprodução em cativeiro, que impeçam que a ave se torne uma espécie imediatamente ameaçada de extinção. O Peregrine Fund realizou, aliás, algumas experiências bem-sucedidas de criação em cativeiro e libertação de harpia em uma reserva florestal no Panamá.

 

A text, in english, from Wikipedia, the free Encyclopedia.

 

Harpy Eagle

 

The Harpy Eagle (Harpia harpyja) is a Neotropical species of eagle. It is sometimes known as the American Harpy Eagle to distinguish it from the Papuan Eagle which is sometimes known as the New Guinea Harpy Eagle or Papuan Harpy Eagle. It is the largest and most powerful raptor found in the Americas, and among the largest extant species of eagles in the world. It usually inhabits tropical lowland rainforests in the upper (emergent) canopy layer. Destruction of its natural habitat has seen it vanish from many parts of its former range, and it is nearly extirpated in Central America. In Brazil, the Harpy Eagle is also known as Royal-Hawk (in Portuguese: Gavião-Real).

 

Taxonomy

The Harpy Eagle was first described by Linnaeus in his Systema Naturae in 1758 as Vultur harpyja, after the mythological beast harpy. The only member of the genus Harpia, the Harpy Eagle is most closely related to the Crested Eagle (Morphnus guianensis) and the New Guinea Harpy Eagle (Harpyopsis novaeguineae), the three composing the subfamily Harpiinae within the large family Accipitridae. Previously thought to be related, the Philippine Eagle has been shown by analysis of DNA to belong elsewhere in the raptor family as it is related to the Circaetinae.

Its name refers to the Harpies of Ancient Greek mythology. These were wind spirits that took the dead to Hades, and were said to have a body like an eagle and the face of a human.

 

Description

The upper side of the Harpy Eagle is covered with slate black feathers, and the underside is mostly white, except for the feathered tarsi, which are striped black. There is a broad black band across the upper breast, separating the gray head from the white belly. The head is pale grey, and is crowned with a double crest. The upper side of the tail is black with three gray bands, while the underside of it is black with three white bands. The iris is gray or brown or red, the cere and bill are black or blackish and the tarsi and toes are yellow. The plumage of male and female is identical. The tarsus is up to 13 cm (5.1 in) long.

Female Harpy Eagles typically weigh 6 to 9 kg (13 to 20 lb). One source states that adult females can scale up to 10 kg (22 lb). An exceptionally large captive female, "Jezebel", weighed 12.3 kg (27 lb). Being captive, this large female may not be representative of the weight possible in wild Harpy Eagles due to differences in the food availability. The male, in comparison, is much smaller and weighs only about 4 to 4.8 kg (8.8 to 11 lb). Harpy Eagles are 86.5–107 cm (2 ft 10 in–3 ft 6 in) long and have a wingspan of 176 to 224 cm (5 ft 9 in to 7 ft 4 in). Among the standard measurements, the wing chord measures 54–63 cm (1 ft 9 in–2 ft 1 in), the tail measures 37–42 cm (1 ft 3 in–1 ft 5 in), the tarsus is 11.4–13 cm (4.5–5.1 in) long and the exposed culmen from the cere is 4.2 to 6.5 cm (1.7 to 2.6 in).

It is sometimes cited as the largest eagle alongside the Philippine Eagle, that is somewhat longer on average and the Steller's Sea Eagle, that is slightly heavier on average. The wingspan of the Harpy Eagle is relatively small, an adaptation that increases maneuverability in forested habitats and is shared by other raptors in similar habitats. The wingspan of the Harpy Eagle is surpassed by several large eagles who live in more open habitats, such as those in the Haliaeetus and Aquila genera. The extinct Haast's Eagle was significantly larger than all extant eagles, including the Harpy.

This species is largely silent away from the nest. There, the adults give a penetrating, weak, melancholy scream, with the incubating male's call described as "whispy screaming or wailing".[19] The females calls while incubating are similar but are lower pitched. While approaching the nest with food, the male calls out "rapid chirps, goose-like calls, and occasional sharp screams". Vocalization in both parents decreases as the nestlings age, while the nestlings become more vocal. The nestlings call Chi-chi-chi...chi-chi-chi-chi, seemingly in alarm in respond to rain or direct sunlight. When humans approach the nest, the nestlings have been described as uttering croaks, quacks and whistles.

 

Distribution and habitat

Rare throughout its range, the Harpy Eagle is found from Mexico (almost extinct), through Central America and into South America to as far south as Argentina. The eagle is most common in Brazil, where it is found across the entire national territory. With the exception of some areas of Panama, the species is almost extinct in Central America, subsequent to the logging of much of the rainforest there. The Harpy Eagle inhabits tropical lowland rainforests and may occur within such areas from the canopy to the emergent vegetation. They typically occur below an elevation of 900 m (3,000 ft) but have been recorded at elevations of up to 2,000 m (6,600 ft). Within the rainforest, they hunt in the canopy or sometimes on the ground, and perch on emergent trees looking for prey. They do not generally occur in disturbed areas but will regularly visit semi-open forest/pasture mosaic, mainly in hunting forays. Harpies, however, can be found flying over forest borders in a variety of habitats, such as cerrados, caatingas, buriti palm stands, cultivated fields and cities. They have been found in areas where high-grade forestry is practiced.

 

Behavior

 

Feeding

The Harpy Eagle is an actively hunting carnivore and is an apex predator, meaning that adults are at the top of a food chain and have no natural predators. Its main prey are tree-dwelling mammals and a majority of the diet has been shown to focus on sloths and monkeys. Research conducted by Aguiar-Silva between 2003 and 2005 in a nesting site in Parintins, Amazonas, Brazil, collected remains from prey offered to the nestling and after sorting them, concluded that, in terms of individuals preyed upon, the harpy's prey basis was composed in 79% by sloths from two species: Bradypus variegatus amounting to 39% of the individual prey base, and Choloepus didactylus to 40%; various monkeys amounted to 11.6% of the same prey base. In a similar research venture in Panama, where a couple of captive-bred subadults was released, 52% of the male's captures and 54% of the female's were of two sloth species (Bradypus variegatus and Choloepus hoffmanni). At one Venezuelan nest, all remains found around the nest site were comprised by sloths. Monkeys regularly taken can include capuchin monkeys, saki monkeys, howler monkeys, titi monkeys, squirrel monkeys and spider monkeys. Smaller monkeys, such as tamarins and marmosets, are seemingly ignored as prey by this species. At several nest in Guyana, monkeys made up approximately 37% of the prey remains found at the nests. Similarly, cebid monkeys made up 35% of the remains found at 10 nest in Amazonian Ecuador. Other partially arboreal mammals are also predated given the opportunity, including porcupines, squirrels, opossums, anteaters, and even relatively large carnivores such as kinkajous, coatis and tayras. In the Pantanal, a pair of nesting eagles preyed largely on the porcupine Coendou prehensilis and on the agouti Dasyprocta azarae. The eagle may also attack bird species such as macaws: At the Parintins research site, the Red-and-green Macaw made up for 0.4% of the prey base, with other birds amounting to 4.6%. Other parrots, including the large Hyacinth Macaw, have also been predated, as well as cracids such as curassows and seriemas. Additional prey items reported include reptiles such as iguanas, tejus and snakes. Snakes of up to 5 cm (2.0 in) in diameter have been observed to be cut in half, then the pieces are swallowed whole. On occasion, larger prey such as capybaras, peccaries and deer are taken and they are usually taken to a stump or low branch and partially eaten, since they are too heavy to be carried whole to the nest. Red brocket deer, a species commonly weighing over 30 kg (66 lb), have been reportedly predated and, in such cases, the eagle may have to tear it into pieces or feed on at the killing site rather than fly with as it would be too heavy. The Harpy have been recorded as taking domestic livestock, including chickens, lambs, goats and young pigs, but this is extremely rare under normal circumstances. They control population of mesopredators such as capuchin monkeys which prey extensively on bird's eggs and which (if not naturally controlled) may cause local extinctions of sensitive species.

The Harpy Eagle routinely takes prey weighing more than 7 kg (15 lb). The harpy eagle possess the largest talons of any living eagle. The Harpy's feet are extremely powerful and can exert a pressure of 42 kgf/cm² (4.1 MPa or 530 lbf/in2 or 400 N/cm2) with its talons. The Harpy Eagle has been recorded as lifting prey up to equal their own body weight. That allows the bird to snatch a live sloth from tree branches, as well as other huge prey items. Males usually take relatively smaller prey, with a typical range of 0.5 to 2.5 kg (1.1 to 5.5 lb) or about half their own weight. The larger females take larger prey, with a minimum recorded prey weight of around 2.7 kg (6.0 lb). Adult female Harpys regularly grab large male howler or spider monkeys or mature sloths weighing 6 to 9 kg (13 to 20 lb) in flight and fly off without landing, an enormous feat of strength. Prey items taken to the nest by the parents are normally medium-sized, having been recorded from 1 to 4 kg (2.2 to 8.8 lb). The prey brought to the nest by males averaged 1.5 kg (3.3 lb), while the prey brought to the nest by females averaged 3.2 kg (7.1 lb).

Sometimes, Harpy Eagles are "sit-and-wait" predators (common in forest-dwelling raptors).[9] In Harpies, this consists of perching and watching for long time intervals from a high perch near an opening, a river or salt-lick (where many mammals go to feed for nutrients). The more common hunting technique of the species is perch-hunting, which consists of scanning around for prey activity while briefly perched between short flights from tree to tree. When prey is spotted, the eagle quickly dives and grabs the prey.[9] On occasion, Harpy Eagles may also hunt by flying within or above the canopy. They have also been observed tail-chasing, a predation style common to hawks that hunt birds, the Accipiters. This comprises the eagle pursuing another bird in flight, rapidly dodging among trees and branches, which requires both speed and agility.

 

Breeding

In ideal habitats, nests may be fairly close together. In some parts of Panama and Guyana, active nests were located 3 km (1.9 mi) away from one another, while they are within 5 km (3.1 mi) of each other in Venezuela. In Peru, the average distance between nests was 7.4 km (4.6 mi) and the average area occupied by each breeding pairs was estimated at 4,300 ha (11,000 acres). In less ideal areas, with fragemented forest, breeding territories were estimated at 25 km (16 mi). The female Harpy Eagle lays two white eggs in a large stick nest, which commonly measures 1.2 m (3.9 ft) deep and 1.5 m (4.9 ft) across and may be used over several years. Nests are located high up in a tree, usually in the main fork, at 16 to 43 m (52 to 141 ft), depending on the stature of the local trees. The harpy often builds its nest in the crown of the kapok tree, one of the tallest trees in South America. In many South American cultures it is considered bad luck to cut down the kapok tree, which may help safeguard the habitat of this stately eagle.[39] The bird also uses other huge trees to build its nest on, such as the Brazil nut tree. A nesting site found in the Brazilian Pantanal was built on a Cambará tree (Vochysia divergens).

There is no known display between pairs of eagles and they are believed to mate for life. A pair of Harpy Eagles usually only raise one chick every 2–3 years. After the first chick hatches, the second egg is ignored and normally fails to hatch unless the first egg perishes. The egg is incubated for around 56 days. When the chick is 36 days old, it can stand and walk awkwardly. The chick fledges at the age of 6 months, but the parents continue to feed it for another 6 to 10 months. The male captures much of the food for the incubating female and later the eaglet, but will also take an incubating shift while the female forages and also brings prey back to the nest. Breeding maturity is not reached until birds are 4 to 6 years of age. Adults can be aggressive toward humans who disturb the nesting site or appear to be a threat to its young.

 

Status and conservation

Although the Harpy Eagle still occurs over a considerable range, its distribution and populations have dwindled considerably. It is threatened primarily by habitat loss provoked by the expansion of logging, cattle ranching, agriculture and prospecting. Secondarily, it is threatened by being hunted as an actual threat to livestock and/or a supposed one to human life, due to its great size. Although not actually known to predate humans and only rarely a predator of domestic stock, the species' large size and nearly fearless behavior around humans reportedly make it an "irresistible target" for hunters. Such threats apply throughout its range, in large parts of which the bird has become a transient sight only: in Brazil, it was all but totally wiped out from the Atlantic rainforest and is only found in numbers in the most remote parts of the Amazon Basin; a Brazilian journalistic account of the mid-1990s already complained that at the time it was only found in numbers, in Brazilian territory, on the northern side of the Equator. Scientific 1990s records, however, suggest that the Harpy Atlantic Forest population may be migratory. Subsequent research in Brazil has established that, as of 2009, the Harpy Eagle, outside the Brazilian Amazon, is critically endangered in Espírito Santo, São Paulo and Paraná, endangered in Rio de Janeiro, and probably extirpated in Rio Grande do Sul and Minas Gerais – the actual size of their total population in Brazil is unknown.

Globally, The Harpy Eagle is considered Near Threatened by IUCN[1] and threatened with extinction by CITES (appendix I). The Peregrine Fund until recently considered it a "conservation-dependent species", meaning it depends on a dedicated effort for captive breeding and release to the wild as well as habitat protection in order to prevent it from reaching endangered status but now has accepted the Near Threatened status. The Harpy Eagle is considered critically endangered in Mexico and Central America, where it has been extirpated in most of its former range: in Mexico, it used to be found as far North as Veracruz, but today probably occurs only in Chiapas in the Selva Zoque. It is considered as Near Threatened or Vulnerable in most of the South American portion of its range: at the Southern extreme of its range, in Argentina, it's found only in the Parana Valley forests at the province of Misiones. It has disappeared from El Salvador, and almost so from Costa Rica.

 

National initiatives

Various initiatives for restoration of the species are currently afoot in various countries: Since 2002, Peregrine Fund initiated a conservation and research program for the Harpy Eagle in the Darién Province, Panama. A similar—and grander, given the dimensions of the countries involved—research project is currently occurring in Brazil, at the National Institute of Amazonian Research, through which 45 known nesting locations (presently updated to 62, only three outside the Amazonian Basin and all three presently inactive) are being monitored by researchers and volunteers from local communities. A Harpy Eagle chick has been fitted with a radio transmitter that allows it to be tracked for more than three years via a satellite signal sent to INPE (Brazilian National Institute for Space Research). Also, a photographic recording of a nest site in the Carajás National Forest is presently being made by the photographer for the Brazilian edition of National Geographic Magazine João Marcos Rosa.

In Belize, there exists The Belize Harpy Eagle Restoration Project. It began in 2003 with the collaboration of Sharon Matola, Founder & Director of The Belize Zoo and The Peregrine Fund. The goal of this project was the reestablishment of the Harpy Eagle within Belize. The population of the eagle declined as a result of forest fragmentation, shooting, and nest destruction, resulting in near extirpation of the species. Captive bred Harpy Eagles were released in the Rio Bravo Conservation and Management Area in Belize, chosen for its quality forest habitat and linkages with Guatemala and Mexico. Habitat linkage with Guatemala and Mexico were important for conservation of quality habitat and the Harpy Eagle on a regional level. As of November 2009, fourteen Harpy Eagles have been released and are monitored by the Peregrine Fund, through satellite telemetry.

In January 2009, a chick from the all but extirpated population in the Brazilian state of Paraná was hatched in captivity at the preserve kept at the vicinity of the Itaipu dam by the Brazilian/Paraguayan state-owned company Itaipu Binacional. In September 2009, an adult female, after being kept captive for twelve years in a private reservation, was fitted with a radiotransmitter before being restored to the wild in the vicinity of the Pau Brasil National Park (formerly Monte Pascoal NP), in the State of Bahia.

In December 2009, a 15th Harpy Eagle was released into the Rio Bravo Conservation and Management Area in Belize. The release was set to tie in with the United Nations Climate Change Conference 2009, in Copenhagen. The 15th eagle, nicknamed "Hope," by the Peregrine officials in Panama, was the "poster child" for forest conservation in Belize, a developing country, and the importance of these activities in relation to global warming and climate change. The event received coverage from Belize's major media entities, and was supported and attended by the U.S. Ambassador to Belize, Vinai Thummalapally, and British High Commissioner to Belize, Pat Ashworth.

In Colombia, as of 2007, a couple of Harpies composed of an adult male and a subadult female confiscated from wildlife trafficking were restored to the wild and monitored in Paramillo National Park in Córdoba, another couple being kept in captivity at a research center for breeding and eventual release. A monitoring effort with the help of volunteers from local Native American communities is also afoot in Ecuador, including the joint sponsorship of various Spanish universities—this effort being similar to another one going on since 1996 in Peru, centered around a Native Community in the Tambopata Province, Madre de Dios Region. Another monitoring project, begun in 1992, was operating as of 2005 in the state of Bolívar, Venezuela.

Pardal-espanhol ♂, Spanish Sparrow (Passer hispaniolensis)

 

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O Museu do Amanhã é um museu construído no município do Rio de Janeiro, no Brasil. O prédio, projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, foi erguido ao lado da Praça Mauá, na zona portuária (mais precisamente no Píer Mauá). Sua construção teve o apoio da Fundação Roberto Marinho e teve o custo total de cerca de 230 milhões de reais. O edifício foi inaugurado em 17 de dezembro de 2015 recebeu cerca de 25 mil visitantes em seu primeiro final de semana de funcionamento.

O antigo píer desativado passou a abrigar uma construção pós-moderna, orgânica e sustentável que, atualmente, é um ícone da identidade local e cultural da cidade do Rio de Janeiro. A proposta da instituição é ser um museu de artes e ciências, além de contar com mostras que alertam sobre os perigos das mudanças climáticas, da degradação ambiental e do colapso social. O edifício conta com espinhas solares que se movem ao longo da claraboia, projetadas para adaptar-se às mudanças das condições ambientais. A exposição principal é majoritariamente digital e foca em ideias ao invés de objetos.[1] O museu tem parcerias com importantes universidades brasileiras e instituições científicas globais e coleta de dados em tempo real sobre o clima e a população de agências espaciais e das Nações Unidas. A instituição também tem consultores de várias áreas, como astronautas, cientistas sociais e climatologistas.

Como uma das âncoras do projeto de revitalização urbana chamado Porto Maravilha, o museu recebeu, em 2015, como doação antes de sua inauguração, a escultura Puffed Star II, do renomado artista norte-americano Frank Stella. O trabalho consiste de uma estrela de vinte pontas e seis metros de diâmetro que foi instalado no espelho d'água do museu, em frente à Baía de Guanabara. A escultura metálica, antes da doação para acervo permanente a céu aberto do museu, esteve em exposição na cidade de Nova York.

Um dos objetivos da construção do museu foi fortalecer a identidade cultural e internacional da cidade do Rio de Janeiro. A cidade do Cristo Redentorsempre foi muito conhecida pelas suas praias e eventos, como o carnaval, mas havia a necessidade do fortalecimento da paradiplomacia cultural. Outras cidades, como Londres e Paris, também são muito conhecidas por seus acervos culturais.[4] O Museu foi apresentado como um ícone da reurbanização da zona portuária.

 

Texto: pt.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Amanh%C3%A3

  

The Museum of Tomorrow (Portuguese: Museu do Amanhã) is a science museum in the city of Rio de Janeiro, Brazil. It was designed by Spanish neofuturistic architect Santiago Calatrava, and built next to the waterfront at Pier Maua. Its construction was supported by the Roberto Marinho Foundation and cost approximately 230 million reais. The building was opened on December 17, 2015.

The main exhibition takes visitors through five main areas: Cosmos, Earth, Anthropocene, Tomorrow and Us via a number of experiments and experiences. This intricate yet captivating museum mixes science with an innovative design to focus on sustainable cities and an ecological world.

The museum is part of the city's port area renewal for the 2016 Summer Olympics.

 

Text: en.wikipedia.org/wiki/Museum_of_Tomorrow

  

El Museo del Mañana es un museo de ciencias situado en la ciudad de Río de Janeiro, Brasil. Fue diseñado por el arquitecto español Santiago Calatrava y construido junto al mar en el Muelle Maua. Su construcción fue financiada por la Fundación Roberto Marinho y costó aproximadamente 230 millones de reales. El edificio fue inaugurado el 17 de diciembre de 2015.

La exposición principal lleva a los visitantes a través de cinco zonas principales: Cosmos, Tierra, Antropoceno, Mañana y Ahora mediante varios experimentos y experiencias. El museo mezcla la ciencia con un diseño innovador para centrarse en ciudades sostenibles.

 

Financiado por el ayuntamiento de Río con el apoyo de patrocinadores, el edificio intenta establecer nuevos estándares de sostenibilidad en la ciudad. Comparado con edificios convencionales, sus diseñadores dicen que usa un 40% menos de energía (incluido el 9% de la energía que consume que obtiene del sol), y el sistema de refrigeración aprovecha el agua profunda de la cercana Bahía de Guanabara. La estructura parece destinada a ser una de las atracciones turísticas más importantes de Río. Sus «espinas solares» y el lucernario con forma de ventilador han sido diseñados de manera que el edificio se pueda adaptar a las cambiantes condiciones ambientales.

 

El museo tiene asociaciones con las principales universidades de Brasil y muchas instituciones científicas internacionales y obtiene datos en tiempo real sobre clima y población de agencias espaciales y de las Naciones Unidas. También ha contratado a consultores de varios de campos relacionados, incluidos astronautas, expertos en ciencias sociales y meteorólogos. Se sitúa junto al mar en una zona portuaria que estuvo abandonada durante décadas y actualmente está siendo renovada con nuevos edificios de oficinas, apartamentos y restaurantes. El museo forma parte del proyecto de renovación de la zona portuaria de la ciudad para las Olimpiadas de 2016.

 

Text: es.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Amanh%C3%A3

  

HISTÓRIA

 

A história do Real Madrid começou em 1902. No referido ano, em 6 de março, um grupo de praticantes de futebol da capital espanhola fundou o Madrid Foot Ball Club, já com corpo diretivo e intenção de propagar a prática do esporte.

Já naquele momento os responsáveis definiram o uniforme do novo clube. A vestimenta foi inspirada no London Corinthians, da Inglaterra, que tinha camisas e shorts brancos e meiões roxo escuro.

Três anos depois, o Real Madrid conquistaria o primeiro título de sua história. Em 1905, na final contra o Athletic Bilbao, o time da capital venceu por 1 a 0 e conquistou a Copa da Espanha.

No mesmo, ano, o Real Madrid jogou sua primeira partida internacional. Foi contra os franceses do Gallia Sport, em Madri, e o resultado foi um empate por 1 a 1.

Em 1912, o Real Madrid conseguiu seu primeiro local para a prática do esporte. Era um campo em O’Donnel, um bairro de Madri, que era alugado por um empresário local para o clube.

Oito anos depois, o até então Madrid Foot Ball Club ganhou o prenome “Real”. O então rei Dom Alfonso XIII concedeu a honraria ao clube, que até hoje adota o novo nome.

Com tudo pronto para se tornar a principal potência do futebol no país, o Real Madrid conseguiria seu primeiro grande título na temporada 1931/32. Nesse ano, foi campeão espanhol pela primeira vez, com uma campanha invicta. Foram 18 jogos, com dez vitórias e oito empates.

A boa fase, porém, seria interrompida pela Guerra Civil Espanhola. No período, o Real Madrid teve seu estádio transformado em campo de concentração pelo governo. A situação só começaria a melhorar em 1939, com o fim do conflito.

Depois disso, o clube iniciou um período de crescimento que culminaria na inauguração do novo estádio do clube. O Santiago Bernabéu, que recebia o nome em homenagem ao então presidente do Real, sediou sua primeira partida em 1947, e viu uma vitória do time da casa por 3 a 1 sobre o Belenenses, de Portugal.

A década seguinte ficaria marcada pelas expedições internacionais do clube, que passou por torneios amistosos na América do Sul e na própria Europa. Mais que isso, foi o período em que o Real Madrid conseguiu mais títulos da Liga dos Campeões.

Na temporada 1955/56, o clube venceu o Stade de Reims, da França, na final por 4 a 3, e garantiu sua primeira taça européia. Nos quatro anos seguintes, a mesma coisa. O Real foi o vencedor do torneio em 1956/57, 1957/58, 1958/59 e 1959/60.

Até hoje o pentacampeonato europeu é um recorde a ser batido. A última final, inclusive, ficou marcada como um dos principais jogos da história do torneio. Em 1960, o Real Madrid venceu o Eintracht Frankfurt por 7 a 3.

Em 1963, mais uma vez interesses políticos interferiram na história do Real Madrid. Durante a disputa da Pequena Taça do Mundo, na Venezuela, um grupo de guerrilha armado seqüestrou Di Stéfano para chamar a atenção. Por sorte, nada aconteceu ao meia, que foi liberado sem maiores danos.

Três anos depois, o Real Madrid esqueceria o problema para conquistar novamente a Europa. Com uma vitória sobre o Partizan Belgrado, da então Iugoslávia, o clube conquistou sua sexta Liga dos Campeões.

Na década seguinte, os grandes momentos do Real Madrid foram no Campeonato Espanhol, especialmente no fim da mesma. Na temporada 1977/78, o time de Ulrich Stielike e Juanito conquistou o primeiro título do tricampeonato da Liga que estava por vir.

Nos anos 1980, mais uma vez sem Liga dos Campeões, o Real Madrid teve de se contentar com os títulos do Campeonato Espanhol. No seu país, foi pentacampeão espanhol entre 1985/86 e 1989/90, como um time que tinha Hugo Sánchez e Emílio Butragueño. O início dessa seqüência, em 1985, foi marcado também pelo título da Copa da UEFA.

Depois de duas décadas gloriosas na Espanha, o Real Madrid começou os anos 1990 buscando novas glórias européias. E conseguiu. Depois de 32 anos sem títulos da Liga dos Campeões, o clube conseguiu, em 1998, o título continental ao bater a Juventus, da Itália, por 1 a 0, gol do sérvio Pedja Mijatovic.

Daí em diante, o Real Madrid passaria por mais um período áureo no torneio. Em 2000, repetiu o título ao superar o Valencia por 3 a 0, com Raúl e Morientes como grandes destaques da equipe.

No mesmo ano, Florentino Pérez foi eleito presidente, e começou a “era dos galácticos” no clube, com muitos investimentos em jogadores de nome. Vieram Figo, Zidane, Ronaldo, Owen, Bekcham, entre outros. Ainda em 2000, o Real Madrid foi eleito pela Fifa o melhor clube do século 20, principalmente pelas conquistas dos anos 1950.

O principal título desse período foi a Liga dos Campeões de 2002. Com grande participação do meia francês Zidane, o time venceu o Bayer Leverkusen, da Alemanha, por 2 a 1 e conquistou seu nono título europeu, recorde absoluto entre os clubes do Velho Continente.

Depois disso, porém, o time viu o desempenho em campo sucumbir aos compromissos externos. Com isso, Florentino Pérez pediu renúncia e encerrou assim a era dos galácticos.

Em 2009, nova era dos galácticos, com a contratação de Cristiano Ronaldo e de Kaká.

  

Decorreu a 22 de dezembro de 2016, no Estado-Maior da Força Aérea, a cerimónia de condecoração do Chefe do Estado-Maior do Exército do Ar Espanhol, General del Aire D. Francisco Javier García Arnaiz

   

Sua Excelência o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, concedeu ao Chefe do Estado-Maior do Exército do Ar Espanhol, General del Aire D. Francisco Javier García Arnaiz a Grã-Cruz da medalha de Mérito Militar. Impôs a condecoração o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Manuel Teixeira Rolo.

 

O artista espanhol Jaume Plensa inaugurou nesta segunda-feira (3), na Praia de Botafogo, na Zona Sul do Rio, a escultura do rosto gigante de uma mulher, feito em pedra de mármore e resina. Segundo o escultor, trata-se de uma homenagem a Iemanjá, orixá do qual ele diz ser devoto, e foi construída ao longo de quatro meses pelo artista, que está no Brasil desde novembro. A obra, intitulada 'Awilda', ficará instalada na beira do mar por dois meses, segundo Jaume. A obra faz parte da mostra de arte pública Oir-Outras Ideias para o Rio.

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The Spanish artist Jaume Plensa inaugurated on Monday (3), in Praia de Botafogo in Rio's South Zone, the giant sculpture of the face of a woman, made in marble stone and resin. According to the sculptor, this is an homage to Yemanja, the deity whom he claims to be devout, and was built over four months by the artist, who has been in Brazil since November. The work, entitled 'Awilda', will be installed in the sea for two months, according to Jaume. The work is part of a public art show Oir-Other Ideas for Rio

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El artista español Jaume Plensa inaugurado el lunes (3), en la Praia de Botafogo en Río de Janeiro Zona Sur, la escultura gigante de la cara de una mujer, hecha en piedra de mármol y resina. Según el escultor, se trata de un homenaje a Yemanjá, la deidad a quien dice ser devoto, y fue construido durante cuatro meses por el artista, quien ha estado en Brasil desde noviembre. La obra, titulada "Awilda", se instalará en el mar durante dos meses, de acuerdo con Jaume. El trabajo es parte de un espectáculo de arte público Oir-Otras ideas para Rio

A área das Cataratas do Iguaçu (em espanhol, Cataratas del Iguazú) são um conjunto majestoso de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizam entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e no Parque Nacional Iguazú, Misiones, na Argentina. A área total de ambos parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e declarada como Patrimônio Natural da Humanidade.

 

O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; e o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Desde 2002 o Parque Nacional do Iguaçu é um dos sítios geológicos brasileiros.

 

Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol, Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542.

 

As Cataratas do Iguaçu estão participando da campanha mundial de escolha das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders,ela esta entre as 28 finalista da campanha, que deve durar até 2011 quando deve ser atingido o número de 1 bilhão de votos,além das Cataratas do Iguaçu a Amazônia é outra concorrente brasileira que busca ser uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza.Pela internet é possível votar através da pagina oficial da Fundação New 7 Wonders

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Las cataratas del Iguazú se encuentran cerca de la triple frontera Argentina, Paraguay y Brasil (del idioma guaraní: Yguasu (agua grande), en portugués: cataratas do Iguaçu) son las cataratas localizadas en la provincia de Misiones, en el Parque Nacional Iguazú, Argentina y en el Parque Nacional do Iguaçu del estado de Paraná, Brasil. Su nombre proviene de dos palabras: la palabra «y» (similar a la /ü/ del alemán o la /u/ del francés, producida por contracción de la garganta) y la palabra «guasu» (léase guasu), que en lengua guaraní quieren decir «agua» y «grande», respectivamente.

 

Están formadas por 275 saltos de hasta 80 m de altura, alimentados por el caudal del río Iguazú. Se pueden realizar paseos en lancha bajo los saltos y caminatas por senderos apreciando algunos animales de la selva subtropical. La «Garganta del Diablo» (el salto mayor, que consta de 80 m) es un espectáculo aparte que, saliendo desde Puerto Canoas, se puede disfrutar en toda su majestuosidad a tan sólo 50 m de distancia.

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Iguazu Falls, Iguassu Falls, or Iguaçu Falls (Portuguese: Cataratas do Iguaçu, (Portuguese pronunciation: [kataˈɾatɐz du iɡwaˈsu]; Spanish: Cataratas del Iguazú, Spanish pronunciation: [kataˈɾatas del iɣwaˈsu]) are waterfalls of the Iguazu River located on the border of the Brazilian state of Paraná and the Argentine province of Misiones. The falls divide the river into the upper and lower Iguazu.

O Museu do Amanhã é um museu construído no município do Rio de Janeiro, no Brasil. O prédio, projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, foi erguido ao lado da Praça Mauá, na zona portuária (mais precisamente no Píer Mauá). Sua construção teve o apoio da Fundação Roberto Marinho e teve o custo total de cerca de 230 milhões de reais. O edifício foi inaugurado em 17 de dezembro de 2015 recebeu cerca de 25 mil visitantes em seu primeiro final de semana de funcionamento.

O antigo píer desativado passou a abrigar uma construção pós-moderna, orgânica e sustentável que, atualmente, é um ícone da identidade local e cultural da cidade do Rio de Janeiro. A proposta da instituição é ser um museu de artes e ciências, além de contar com mostras que alertam sobre os perigos das mudanças climáticas, da degradação ambiental e do colapso social. O edifício conta com espinhas solares que se movem ao longo da claraboia, projetadas para adaptar-se às mudanças das condições ambientais. A exposição principal é majoritariamente digital e foca em ideias ao invés de objetos.[1] O museu tem parcerias com importantes universidades brasileiras e instituições científicas globais e coleta de dados em tempo real sobre o clima e a população de agências espaciais e das Nações Unidas. A instituição também tem consultores de várias áreas, como astronautas, cientistas sociais e climatologistas.

Como uma das âncoras do projeto de revitalização urbana chamado Porto Maravilha, o museu recebeu, em 2015, como doação antes de sua inauguração, a escultura Puffed Star II, do renomado artista norte-americano Frank Stella. O trabalho consiste de uma estrela de vinte pontas e seis metros de diâmetro que foi instalado no espelho d'água do museu, em frente à Baía de Guanabara. A escultura metálica, antes da doação para acervo permanente a céu aberto do museu, esteve em exposição na cidade de Nova York.

Um dos objetivos da construção do museu foi fortalecer a identidade cultural e internacional da cidade do Rio de Janeiro. A cidade do Cristo Redentorsempre foi muito conhecida pelas suas praias e eventos, como o carnaval, mas havia a necessidade do fortalecimento da paradiplomacia cultural. Outras cidades, como Londres e Paris, também são muito conhecidas por seus acervos culturais.[4] O Museu foi apresentado como um ícone da reurbanização da zona portuária.

 

Texto: pt.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Amanh%C3%A3

  

The Museum of Tomorrow (Portuguese: Museu do Amanhã) is a science museum in the city of Rio de Janeiro, Brazil. It was designed by Spanish neofuturistic architect Santiago Calatrava, and built next to the waterfront at Pier Maua. Its construction was supported by the Roberto Marinho Foundation and cost approximately 230 million reais. The building was opened on December 17, 2015.

The main exhibition takes visitors through five main areas: Cosmos, Earth, Anthropocene, Tomorrow and Us via a number of experiments and experiences. This intricate yet captivating museum mixes science with an innovative design to focus on sustainable cities and an ecological world.

The museum is part of the city's port area renewal for the 2016 Summer Olympics.

 

Text: en.wikipedia.org/wiki/Museum_of_Tomorrow

  

El Museo del Mañana es un museo de ciencias situado en la ciudad de Río de Janeiro, Brasil. Fue diseñado por el arquitecto español Santiago Calatrava y construido junto al mar en el Muelle Maua. Su construcción fue financiada por la Fundación Roberto Marinho y costó aproximadamente 230 millones de reales. El edificio fue inaugurado el 17 de diciembre de 2015.

La exposición principal lleva a los visitantes a través de cinco zonas principales: Cosmos, Tierra, Antropoceno, Mañana y Ahora mediante varios experimentos y experiencias. El museo mezcla la ciencia con un diseño innovador para centrarse en ciudades sostenibles.

 

Financiado por el ayuntamiento de Río con el apoyo de patrocinadores, el edificio intenta establecer nuevos estándares de sostenibilidad en la ciudad. Comparado con edificios convencionales, sus diseñadores dicen que usa un 40% menos de energía (incluido el 9% de la energía que consume que obtiene del sol), y el sistema de refrigeración aprovecha el agua profunda de la cercana Bahía de Guanabara. La estructura parece destinada a ser una de las atracciones turísticas más importantes de Río. Sus «espinas solares» y el lucernario con forma de ventilador han sido diseñados de manera que el edificio se pueda adaptar a las cambiantes condiciones ambientales.

 

El museo tiene asociaciones con las principales universidades de Brasil y muchas instituciones científicas internacionales y obtiene datos en tiempo real sobre clima y población de agencias espaciales y de las Naciones Unidas. También ha contratado a consultores de varios de campos relacionados, incluidos astronautas, expertos en ciencias sociales y meteorólogos. Se sitúa junto al mar en una zona portuaria que estuvo abandonada durante décadas y actualmente está siendo renovada con nuevos edificios de oficinas, apartamentos y restaurantes. El museo forma parte del proyecto de renovación de la zona portuaria de la ciudad para las Olimpiadas de 2016.

 

Text: es.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Amanh%C3%A3

  

Talvez das vilas mais charmosas que conheci do mediterraneo espanhol;

Altea.

Aqui na imagem, uma automotora MAN faz um serviço suburbano entre Benidorm e Denia.

Esta linha de via estreita virada para o mar é suberba!

Estive em Barcelona e me deparei com a segunda maior manifestação que está acontecendo na Espanha, na Plaza Catalunya. Milhares de pessoas em manifestação pacífica, realizando assembléias, abaixo-assinados entre outras atividades.

Na praça você encontrava locais em que voluntários tomavam conta de filhos de protestantes, banheiros públicos doados por pequenas companhias que apoiam o movimento, além de donos de pequenos negócios alimentares, afetados pela crise espanhola, que passavam pelo local para ajudar, entregando o que podiam de comida para os manifestantes, que eram gente de todas as idades, cores e ideologias políticas.

  

O que é:

As manifestações iniciaram com uma marcha por Madrid no dia 15 de maio, liderada por jovens espanhóis, insatisfeitos com o alto nível de desemprego um indice de 45% de desemprego entre a população jovem do país e corrupção política no país, entre outros pontos.

O índice de desemprego de 21,3% da Espanha é o maior da Uniao Europeia - um número recorde de 4,9 milhões de pessoas estão desempregadas no país, a maioria jovens.

 

As manifestações atingiram um nível nacional e global. Tudo foi acertado, iniciado e divulgado pela internet, através de redes sociais como Facebook e Twitter através de campanhas virtuais.

Os manifestantes pedem emprego, melhores condições de vida, um sistema democrático mais justo e mudanças nos planos de austeridade do governo socialista espanhol.

 

Convocadas pela internet, outras concentrações pacíficas ocorreram nesta quinta em Barcelona, Granada, Valência, Sevilha ou Zaragoza e ameaçava respingar na reta final da campanha para as eleições municipais no domingo, 22/05/11

Eles não se definem nem como de direita nem como de esquerda, mas exigem democracia mais representativa.

  

Mais infos:

g1.globo.com/mundo/noticia/2011/05/manifestacoes-se-espal...

g1.globo.com/vc-no-g1/noticia/2011/04/leitora-registra-ma...

video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1512447-7823...

g1.globo.com/mundo/noticia/2011/05/madri-manifestacao-na-...

extra.globo.com/noticias/economia/milhares-vao-as-ruas-na...

www.intoleravel.com.br/2011/05/23/manifestacoes-na-espanha/

extra.globo.com/noticias/economia/espanha-flores-panelas-...

 

EXIF:

Camera: Canon EOS 5D Mark II

Lens: 16 mm

Exposure: Manual exposure, 1/60 sec, f/2.8, ISO 320

*Canon 5D Mark II + Canon 16-35mm f/2.8

  

*Copyright © 2008 Naldo Mundim. All rights reserved.

*Reprodução proibida. © Todos os direitos reservados.

*Imagem protegida pela Lei do Direito Autoral Nº 9.610 de 19/02/1998

 

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