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A área das Cataratas do Iguaçu (em espanhol, Cataratas del Iguazú) são um conjunto majestoso de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizam entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e no Parque Nacional Iguazú, Misiones, na Argentina. A área total de ambos parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e declarada como Patrimônio Natural da Humanidade.

 

O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; e o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Desde 2002 o Parque Nacional do Iguaçu é um dos sítios geológicos brasileiros.

 

Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol, Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542.

 

As Cataratas do Iguaçu estão participando da campanha mundial de escolha das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders,ela esta entre as 28 finalista da campanha, que deve durar até 2011 quando deve ser atingido o número de 1 bilhão de votos,além das Cataratas do Iguaçu a Amazônia é outra concorrente brasileira que busca ser uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza.Pela internet é possível votar através da pagina oficial da Fundação New 7 Wonders

______________________

 

Las cataratas del Iguazú se encuentran cerca de la triple frontera Argentina, Paraguay y Brasil (del idioma guaraní: Yguasu (agua grande), en portugués: cataratas do Iguaçu) son las cataratas localizadas en la provincia de Misiones, en el Parque Nacional Iguazú, Argentina y en el Parque Nacional do Iguaçu del estado de Paraná, Brasil. Su nombre proviene de dos palabras: la palabra «y» (similar a la /ü/ del alemán o la /u/ del francés, producida por contracción de la garganta) y la palabra «guasu» (léase guasu), que en lengua guaraní quieren decir «agua» y «grande», respectivamente.

 

Están formadas por 275 saltos de hasta 80 m de altura, alimentados por el caudal del río Iguazú. Se pueden realizar paseos en lancha bajo los saltos y caminatas por senderos apreciando algunos animales de la selva subtropical. La «Garganta del Diablo» (el salto mayor, que consta de 80 m) es un espectáculo aparte que, saliendo desde Puerto Canoas, se puede disfrutar en toda su majestuosidad a tan sólo 50 m de distancia.

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Iguazu Falls, Iguassu Falls, or Iguaçu Falls (Portuguese: Cataratas do Iguaçu, (Portuguese pronunciation: [kataˈɾatɐz du iɡwaˈsu]; Spanish: Cataratas del Iguazú, Spanish pronunciation: [kataˈɾatas del iɣwaˈsu]) are waterfalls of the Iguazu River located on the border of the Brazilian state of Paraná and the Argentine province of Misiones. The falls divide the river into the upper and lower Iguazu.

Pardal-espanhol ♂, Spanish Sparrow (Passer hispaniolensis)

 

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Pardal (-de-telhado) | Passer domesticus | House sparrow

Pardal-espanhol | Passer hispaniolensis | Willow Sparrow or Spanish sparrow

 

17/07/2018 - Alcafozes (Idanha-a-Nova, Portugal)

 

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Basílica da Sagrada Família

 

Texto, em português, da Wikipédia, a enciclopédia livre:

Templo Expiatório da Sagrada Família

Templo Expiatório da Sagrada Família, e também conhecido simplesmente como Sagrada Família, é um grande templo católico da cidade catalã de Barcelona (Espanha), desenhado pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí, e considerado por muitos críticos como a sua obra-prima e expoente da arquitetura modernista catalã. Financiado unicamente por contribuições privadas , o projeto foi iniciado em 1882 e assumido por Gaudí em 1883, quando tinha 31 anos de idade, dedicando-lhe os seus últimos 40 anos de vida, os últimos quinze de forma exclusiva. A construção foi suspensa em 1936 devido à Guerra Civil Espanhola e não se estima a conclusão para antes de 2026, centenário da morte de Gaudí.

 

A construção começou em estilo neogótico, mas o projeto foi reformulado completamente por Gaudí ao assumi-lo. O templo foi projetado para ter três grandes fachadas: a Fachada da Natividade, quase terminada com Gaudí ainda em vida, a Fachada da Paixão, iniciada em 1952, e a Fachada da Glória, ainda por completar. Segundo o seu proceder habitual, a partir de esboços gerais do edifício Gaudí improvisou a construção à medida que esta avançava. O templo, quando estiver terminado, disporá de 18 torres : quatro em cada uma das três entradas-portais, a jeito de cúpulas; irá ter um sistema de seis torres, com a torre do zimbório central dedicada a Jesus Cristo, de 170 metros de altura, outras quatro ao redor desta, dedicadas aos evangelistas, e um segundo zimbório dedicado à Virgem. O interior estará formado por inovadoras colunas arborescentes inclinadas e abóbadas baseadas em hiperboloides e paraboloides buscando a forma ótima da catenária. Estima-se que poderá levar no seu coro 1500 cantores, 700 crianças e cinco órgãos. Em 1926, ano em que faleceu Gaudí, apenas estava construída uma torre. Do projeto do edifício só ficaram planos e um modelo em gesso que resultou muito danificado durante a Guerra Civil Espanhola. Desde então prosseguiram as obras: atualmente (2015) estão terminados os portais da Natividade e da Paixão, e foi iniciado o da Glória, estando em construção as abóbadas interiores.

 

A obra que realizou Gaudí - a fachada da Natividade e a cripta - foi incluída pela UNESCO em 2005 no Sítio do Patrimônio Mundial com o título «Obras de Antoni Gaudí».

 

História

O propósito de construir um templo expiatório dedicado à Sagrada Família em uns novos terrenos do Eixample barcelonês foi do livreiro Josep Maria Bocabella, para o que fundou a Associação de Devotos de São José. Para isso foi adquirido um quarteirão inteiro do Eixample num lugar conhecido como El Poblet, perto do Camp de l'Arpa, em Sant Martí de Provençals, entre as ruas Provença, Maiorca, Marina e Sardenya.

O projeto foi entregue em primeiro lugar a Francisco de Paula del Villar y Lozano, que propôs um conjunto neogótico, recusando a sugestão de Bocabella de fazer uma réplica do Santuário da Santa Casa de Loreto . O projeto de Villar consistia numa igreja de três naves, com os elementos típicos do gótico, como os vitrais alveolados, os contrafortes exteriores e um alto campanário em forma de agulha. A primeira pedra foi colocada a 19 de Março de 1882, dia de São José, com a presença do então bispo de Barcelona José María Urquinaona. Gaudí assistiu à cerimônia, já que tinha trabalhado como ajudante de Villar em vários projetos. As obras não se iniciaram até 25 de Agosto de 1883, sendo adjudicadas ao empreiteiro Macari Planella i Roura.

Em 1883, Villar renunciou por desavenças com Joan Martorell, arquiteto assessor de Bocabella. O projeto foi oferecido ao próprio Martorell, mas, ao recusar, este foi oferecido a um jovem Gaudí de 31 anos; Gaudí fora ajudante de Martorell em várias construções, fato que motivara a recomendação de Gaudí, que ainda não executara grandes obras. Ao encarregar-se Gaudí do projeto, modificou-o por inteiro - salvo a parte já construída da cripta -, imprimindo-lhe o seu estilo peculiar. Durante os remanescentes 43 anos da sua vida trabalhou intensamente na obra, os últimos 15 anos de forma exclusiva. Esta dedicação tão intensa tem a sua explicação, para além da magnitude da obra, pela circunstância de Gaudí definir muitos aspetos à medida que a construção avançava, em lugar de os ter concretizado previamente nos seus planos e instruções. Por isso a sua presença pessoal na obra era de grande importância.

Durante a vida de Gaudí somente foi feita a fachada da Natividade , com escultura de Carles Mani, Llorenç Matamala e Joan Matamala, contando com os desenhos de Ricard Opisso; Gaudí apenas chegou a ver coroada a torre de São Barnabé antes do seu falecimento. À morte de Gaudí encarregou-se das obras o seu ajudante Domènec Sugrañes, durante os anos 1926-1936, acabando as três torres que ficavam na fachada da Natividade.

Durante a Guerra Civil Espanhola ficou destruída na sua maior parte a oficina na qual Gaudí trabalhara, e onde se encontravam os seus croquis, maquetes e modelos . Por esta causa e pela particular maneira de trabalhar Gaudí, não ficaram planos nem diretrizes a respeito de como devia terminar-se o templo. Portanto, quando em 1944 prosseguiu a construção da Sagrada Família, teve de definir-se em primeiro lugar como devia proceder-se, para edificar o templo da forma mais fiel aos princípios de Gaudí.

À frente desta gigantesca tarefa estiveram os arquitetos Francesc Quintana, Isidre Puig i Boada e Lluís Bonet i Garí, enquanto da obra escultórica se encarregou Jaume Busquets. Posteriormente, quando se construiu a fachada da Paixão, o conjunto principal das figuras escultóricas foi encarregado a Josep Maria Subirachs . As obras deste último originaram certa polêmica, devido a ter criado esculturas totalmente contemporâneas afastadas do estilo realista que Gaudí incluiu na fachada da Natividade. O escultor japonês Etsuro Sotoo colaborou em algumas esculturas da fachada da Natividade . Desde 1987 que as obras estão sob a direção do arquiteto Jordi Bonet i Armengol.

Projeto de praça estrelada para a Sagrada Família (1916).

Um dos pontos que suscitou maior controvérsia em relação ao templo é a sua situação no tecido urbanístico de Barcelona: quando começaram as obras encontrava-se num descampado, mas rapidamente ficou integrado no rápido desenvolvimento da cidade em princípios do século XX. Em 1905 Gaudí realizou um projeto para englobar a Sagrada Família dentro do Plano Jaussely, o novo projeto de alargamento barcelonês: concebeu situar o templo dentro de uma zona ajardinada em forma de estrela octogonal, que teria proporcionado uma excelente visão do templo a partir de todas as zonas circundantes. Finalmente, devido ao custo dos terrenos, reduziu o projeto a uma estrela de quatro pontas, que permitia uma ampla visão de todos os vértices. Contudo, o plano de Gaudí não se levou a cabo: em 1975 o Município de Barcelona realizou um estudo urbanístico que previa reabilitar uma zona em forma de cruz em torno da Sagrada Família, com quatro praças ajardinadas em cada extremo do templo ; mesmo assim, atualmente existem apenas duas destas praças, e a criação das novos espaços implicaria demolir vários edifícios, pelo qual ainda se estuda a solução ideal para enquadrar a Sagrada Família numa envolvente apropriada.

O Templo da Sagrada Família teve vários eventos destacados: em 1920 celebrou-se o Ano Jubilar de São José com procissões, peregrinações e missas, e cantou-se o Aleluia de O Messias de Händel por mil cantores de orfeões vindos de toda a Catalunha, dirigidos por Lluís Millet. Em 1953, por ocasião do 35º Congresso Eucarístico Internacional celebrado em Barcelona, foi inaugurada a iluminação artística da fachada da Natividade. Em 1981 abriu-se a praça Gaudí frente à Sagrada Família, com um projeto de jardins de Nicolau Maria Rubió i Tudurí, onde se destaca o tanque, em cujas águas fica refletido o templo. Ao ano seguinte, por ocasião do centenário da colocação da primeira pedra, o templo recebeu a visita do Papa João Paulo II. Igualmente, a 18 de Março de 2007 foi comemorado o 125.º aniversário da colocação da primeira pedra do templo com uma festa, concertos e bailando uma sardana em redor de todo o templo. O templo é palco habitual de numerosos atos culturais e encontros religiosos.

Veja o texto completo no site pt.wikipedia.org/wiki/Templo_Expiat%C3%B3rio_da_Sagrada_F...

 

A text, in english, from barcelona.de/en/barcelona-sagrada-familia.html

 

The basilica Sagrada Familia

Antoni Gaudí's life work is an UNESCO world heritage

 

The Sagrada Familia is one of the most famous landmarks in Barcelona. Since 1882 it was built at the church in the district Eixample built. From 1883 the Catalan architect Antoni Gaudí took over the leadership of the works until his death in 1926. The building is significantly influenced by him. The church is such a huge size, so they often referred it as "cathedral", but without having a bishop's seat. Pope Benedict XVI. inaugurates the Sagrada Familia on November 7, 2010. The church building is raised to a basilica.

Much time should allow for the visit of the details of the facades, where many embassies and biblical stories are hidden.

With the completion in 2026 expected, the construction is financed solely from donations and ticket money. Currently, 8 out of 12 about 100 meters tall bell towers are completed. The higher towers of the facade of the glory will be built and the central dome with a height of over 170 meters. Currently, part of the cloister is the building of the apse dome.

 

The start of construction of the Sagrada Familia.

Mid-19th Century the booksellers José María Boca Bella , Chairman of the Holy Brotherhood, planned a church in Barcelona to build and to devote the Holy Family ( "Sagrada Familia"). The land he choose was a parcel within the "Poblet (village). He preferred a fundamental step closer to the city centre out. Because of the already high land prices this was not possible.

The planning of the church began with the architect of the Diocese Francisco del Villar. He designed a church in Gothic style and began in 1882 with the construction of the crypt. Because of fundamental disagreements with Boca Bella he had to resign from his job. A few months later in 1883, the young architect Antoni Gaudí took over his work.

Gaudí took place in the Sagrada Familia his life's work. He worked until his death on 10th June 1926.

Under Gaudí the church won because of their extensive dimension and its lush design with such importance that they soon called it "the Cathedral". Also Gaudí even called it, although they do not house a bishop. He was convinced that one day the city would be known as "his" church.

 

Gaudí shaped espacially the Sagrada Familia . Many new parts are built according to plans, which are hardly ever received and often depend on assumptions as the great architect had originally planned. Of course everyone is sure of one thing: the Church Sagrada family in case of completion in respect to all previously built churches of Christendom will surpass all in greatness.

As a church, the Sagrada Familia should not only be seen in the artistic point of view. It must be the consideration of building facades with its towers and even religion.

 

Tips for visiting the Sagrada Familia.

The Sagrada Familia is the most visited monument in Spain. At peak times therefore sometimes one can queue in front of the house and cash in on the elevators of the towers which go up, on the other. The largest are the queues in the late morning. So if you dont want to stay in the queue, use the time to the cathedral from a distance, the two places right and left of the Sagrada Familia from them.

On the rear lifts, in the towers of the facade of the birth of Christ which goes up, the queue is much shorter. Do not return to down the lifts, use the stairs. Only then do you see the absolutely stunning spiral staircase.

A área das Cataratas do Iguaçu (em espanhol, Cataratas del Iguazú) são um conjunto majestoso de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizam entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e no Parque Nacional Iguazú, Misiones, na Argentina. A área total de ambos parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e declarada como Patrimônio Natural da Humanidade.

 

O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; e o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Desde 2002 o Parque Nacional do Iguaçu é um dos sítios geológicos brasileiros.

 

Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol, Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542.

 

As Cataratas do Iguaçu estão participando da campanha mundial de escolha das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders,ela esta entre as 28 finalista da campanha, que deve durar até 2011 quando deve ser atingido o número de 1 bilhão de votos,além das Cataratas do Iguaçu a Amazônia é outra concorrente brasileira que busca ser uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza.Pela internet é possível votar através da pagina oficial da Fundação New 7 Wonders

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Las cataratas del Iguazú se encuentran cerca de la triple frontera Argentina, Paraguay y Brasil (del idioma guaraní: Yguasu (agua grande), en portugués: cataratas do Iguaçu) son las cataratas localizadas en la provincia de Misiones, en el Parque Nacional Iguazú, Argentina y en el Parque Nacional do Iguaçu del estado de Paraná, Brasil. Su nombre proviene de dos palabras: la palabra «y» (similar a la /ü/ del alemán o la /u/ del francés, producida por contracción de la garganta) y la palabra «guasu» (léase guasu), que en lengua guaraní quieren decir «agua» y «grande», respectivamente.

 

Están formadas por 275 saltos de hasta 80 m de altura, alimentados por el caudal del río Iguazú. Se pueden realizar paseos en lancha bajo los saltos y caminatas por senderos apreciando algunos animales de la selva subtropical. La «Garganta del Diablo» (el salto mayor, que consta de 80 m) es un espectáculo aparte que, saliendo desde Puerto Canoas, se puede disfrutar en toda su majestuosidad a tan sólo 50 m de distancia.

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Iguazu Falls, Iguassu Falls, or Iguaçu Falls (Portuguese: Cataratas do Iguaçu, (Portuguese pronunciation: [kataˈɾatɐz du iɡwaˈsu]; Spanish: Cataratas del Iguazú, Spanish pronunciation: [kataˈɾatas del iɣwaˈsu]) are waterfalls of the Iguazu River located on the border of the Brazilian state of Paraná and the Argentine province of Misiones. The falls divide the river into the upper and lower Iguazu.

Rosmaninhal - Idanha-a-Nova

Portugal

Pardal-espanhol, Spanish Sparrow (Passer hispaniolensis)

 

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Pardal-espanhol, Spanish Sparrow (Passer hispaniolensis)

 

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Basílica da Sagrada Família

 

Texto, em português, da Wikipédia, a enciclopédia livre:

Templo Expiatório da Sagrada Família

Templo Expiatório da Sagrada Família, e também conhecido simplesmente como Sagrada Família, é um grande templo católico da cidade catalã de Barcelona (Espanha), desenhado pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí, e considerado por muitos críticos como a sua obra-prima e expoente da arquitetura modernista catalã. Financiado unicamente por contribuições privadas , o projeto foi iniciado em 1882 e assumido por Gaudí em 1883, quando tinha 31 anos de idade, dedicando-lhe os seus últimos 40 anos de vida, os últimos quinze de forma exclusiva. A construção foi suspensa em 1936 devido à Guerra Civil Espanhola e não se estima a conclusão para antes de 2026, centenário da morte de Gaudí.

 

A construção começou em estilo neogótico, mas o projeto foi reformulado completamente por Gaudí ao assumi-lo. O templo foi projetado para ter três grandes fachadas: a Fachada da Natividade, quase terminada com Gaudí ainda em vida, a Fachada da Paixão, iniciada em 1952, e a Fachada da Glória, ainda por completar. Segundo o seu proceder habitual, a partir de esboços gerais do edifício Gaudí improvisou a construção à medida que esta avançava. O templo, quando estiver terminado, disporá de 18 torres : quatro em cada uma das três entradas-portais, a jeito de cúpulas; irá ter um sistema de seis torres, com a torre do zimbório central dedicada a Jesus Cristo, de 170 metros de altura, outras quatro ao redor desta, dedicadas aos evangelistas, e um segundo zimbório dedicado à Virgem. O interior estará formado por inovadoras colunas arborescentes inclinadas e abóbadas baseadas em hiperboloides e paraboloides buscando a forma ótima da catenária. Estima-se que poderá levar no seu coro 1500 cantores, 700 crianças e cinco órgãos. Em 1926, ano em que faleceu Gaudí, apenas estava construída uma torre. Do projeto do edifício só ficaram planos e um modelo em gesso que resultou muito danificado durante a Guerra Civil Espanhola. Desde então prosseguiram as obras: atualmente (2015) estão terminados os portais da Natividade e da Paixão, e foi iniciado o da Glória, estando em construção as abóbadas interiores.

 

A obra que realizou Gaudí - a fachada da Natividade e a cripta - foi incluída pela UNESCO em 2005 no Sítio do Patrimônio Mundial com o título «Obras de Antoni Gaudí».

 

História

O propósito de construir um templo expiatório dedicado à Sagrada Família em uns novos terrenos do Eixample barcelonês foi do livreiro Josep Maria Bocabella, para o que fundou a Associação de Devotos de São José. Para isso foi adquirido um quarteirão inteiro do Eixample num lugar conhecido como El Poblet, perto do Camp de l'Arpa, em Sant Martí de Provençals, entre as ruas Provença, Maiorca, Marina e Sardenya.

O projeto foi entregue em primeiro lugar a Francisco de Paula del Villar y Lozano, que propôs um conjunto neogótico, recusando a sugestão de Bocabella de fazer uma réplica do Santuário da Santa Casa de Loreto . O projeto de Villar consistia numa igreja de três naves, com os elementos típicos do gótico, como os vitrais alveolados, os contrafortes exteriores e um alto campanário em forma de agulha. A primeira pedra foi colocada a 19 de Março de 1882, dia de São José, com a presença do então bispo de Barcelona José María Urquinaona. Gaudí assistiu à cerimônia, já que tinha trabalhado como ajudante de Villar em vários projetos. As obras não se iniciaram até 25 de Agosto de 1883, sendo adjudicadas ao empreiteiro Macari Planella i Roura.

Em 1883, Villar renunciou por desavenças com Joan Martorell, arquiteto assessor de Bocabella. O projeto foi oferecido ao próprio Martorell, mas, ao recusar, este foi oferecido a um jovem Gaudí de 31 anos; Gaudí fora ajudante de Martorell em várias construções, fato que motivara a recomendação de Gaudí, que ainda não executara grandes obras. Ao encarregar-se Gaudí do projeto, modificou-o por inteiro - salvo a parte já construída da cripta -, imprimindo-lhe o seu estilo peculiar. Durante os remanescentes 43 anos da sua vida trabalhou intensamente na obra, os últimos 15 anos de forma exclusiva. Esta dedicação tão intensa tem a sua explicação, para além da magnitude da obra, pela circunstância de Gaudí definir muitos aspetos à medida que a construção avançava, em lugar de os ter concretizado previamente nos seus planos e instruções. Por isso a sua presença pessoal na obra era de grande importância.

Durante a vida de Gaudí somente foi feita a fachada da Natividade , com escultura de Carles Mani, Llorenç Matamala e Joan Matamala, contando com os desenhos de Ricard Opisso; Gaudí apenas chegou a ver coroada a torre de São Barnabé antes do seu falecimento. À morte de Gaudí encarregou-se das obras o seu ajudante Domènec Sugrañes, durante os anos 1926-1936, acabando as três torres que ficavam na fachada da Natividade.

Durante a Guerra Civil Espanhola ficou destruída na sua maior parte a oficina na qual Gaudí trabalhara, e onde se encontravam os seus croquis, maquetes e modelos . Por esta causa e pela particular maneira de trabalhar Gaudí, não ficaram planos nem diretrizes a respeito de como devia terminar-se o templo. Portanto, quando em 1944 prosseguiu a construção da Sagrada Família, teve de definir-se em primeiro lugar como devia proceder-se, para edificar o templo da forma mais fiel aos princípios de Gaudí.

À frente desta gigantesca tarefa estiveram os arquitetos Francesc Quintana, Isidre Puig i Boada e Lluís Bonet i Garí, enquanto da obra escultórica se encarregou Jaume Busquets. Posteriormente, quando se construiu a fachada da Paixão, o conjunto principal das figuras escultóricas foi encarregado a Josep Maria Subirachs . As obras deste último originaram certa polêmica, devido a ter criado esculturas totalmente contemporâneas afastadas do estilo realista que Gaudí incluiu na fachada da Natividade. O escultor japonês Etsuro Sotoo colaborou em algumas esculturas da fachada da Natividade . Desde 1987 que as obras estão sob a direção do arquiteto Jordi Bonet i Armengol.

Projeto de praça estrelada para a Sagrada Família (1916).

Um dos pontos que suscitou maior controvérsia em relação ao templo é a sua situação no tecido urbanístico de Barcelona: quando começaram as obras encontrava-se num descampado, mas rapidamente ficou integrado no rápido desenvolvimento da cidade em princípios do século XX. Em 1905 Gaudí realizou um projeto para englobar a Sagrada Família dentro do Plano Jaussely, o novo projeto de alargamento barcelonês: concebeu situar o templo dentro de uma zona ajardinada em forma de estrela octogonal, que teria proporcionado uma excelente visão do templo a partir de todas as zonas circundantes. Finalmente, devido ao custo dos terrenos, reduziu o projeto a uma estrela de quatro pontas, que permitia uma ampla visão de todos os vértices. Contudo, o plano de Gaudí não se levou a cabo: em 1975 o Município de Barcelona realizou um estudo urbanístico que previa reabilitar uma zona em forma de cruz em torno da Sagrada Família, com quatro praças ajardinadas em cada extremo do templo ; mesmo assim, atualmente existem apenas duas destas praças, e a criação das novos espaços implicaria demolir vários edifícios, pelo qual ainda se estuda a solução ideal para enquadrar a Sagrada Família numa envolvente apropriada.

O Templo da Sagrada Família teve vários eventos destacados: em 1920 celebrou-se o Ano Jubilar de São José com procissões, peregrinações e missas, e cantou-se o Aleluia de O Messias de Händel por mil cantores de orfeões vindos de toda a Catalunha, dirigidos por Lluís Millet. Em 1953, por ocasião do 35º Congresso Eucarístico Internacional celebrado em Barcelona, foi inaugurada a iluminação artística da fachada da Natividade. Em 1981 abriu-se a praça Gaudí frente à Sagrada Família, com um projeto de jardins de Nicolau Maria Rubió i Tudurí, onde se destaca o tanque, em cujas águas fica refletido o templo. Ao ano seguinte, por ocasião do centenário da colocação da primeira pedra, o templo recebeu a visita do Papa João Paulo II. Igualmente, a 18 de Março de 2007 foi comemorado o 125.º aniversário da colocação da primeira pedra do templo com uma festa, concertos e bailando uma sardana em redor de todo o templo. O templo é palco habitual de numerosos atos culturais e encontros religiosos.

Veja o texto completo no site pt.wikipedia.org/wiki/Templo_Expiat%C3%B3rio_da_Sagrada_F...

 

A text, in english, from barcelona.de/en/barcelona-sagrada-familia.html

 

The basilica Sagrada Familia

Antoni Gaudí's life work is an UNESCO world heritage

 

The Sagrada Familia is one of the most famous landmarks in Barcelona. Since 1882 it was built at the church in the district Eixample built. From 1883 the Catalan architect Antoni Gaudí took over the leadership of the works until his death in 1926. The building is significantly influenced by him. The church is such a huge size, so they often referred it as "cathedral", but without having a bishop's seat. Pope Benedict XVI. inaugurates the Sagrada Familia on November 7, 2010. The church building is raised to a basilica.

Much time should allow for the visit of the details of the facades, where many embassies and biblical stories are hidden.

With the completion in 2026 expected, the construction is financed solely from donations and ticket money. Currently, 8 out of 12 about 100 meters tall bell towers are completed. The higher towers of the facade of the glory will be built and the central dome with a height of over 170 meters. Currently, part of the cloister is the building of the apse dome.

 

The start of construction of the Sagrada Familia.

Mid-19th Century the booksellers José María Boca Bella , Chairman of the Holy Brotherhood, planned a church in Barcelona to build and to devote the Holy Family ( "Sagrada Familia"). The land he choose was a parcel within the "Poblet (village). He preferred a fundamental step closer to the city centre out. Because of the already high land prices this was not possible.

The planning of the church began with the architect of the Diocese Francisco del Villar. He designed a church in Gothic style and began in 1882 with the construction of the crypt. Because of fundamental disagreements with Boca Bella he had to resign from his job. A few months later in 1883, the young architect Antoni Gaudí took over his work.

Gaudí took place in the Sagrada Familia his life's work. He worked until his death on 10th June 1926.

Under Gaudí the church won because of their extensive dimension and its lush design with such importance that they soon called it "the Cathedral". Also Gaudí even called it, although they do not house a bishop. He was convinced that one day the city would be known as "his" church.

 

Gaudí shaped espacially the Sagrada Familia . Many new parts are built according to plans, which are hardly ever received and often depend on assumptions as the great architect had originally planned. Of course everyone is sure of one thing: the Church Sagrada family in case of completion in respect to all previously built churches of Christendom will surpass all in greatness.

As a church, the Sagrada Familia should not only be seen in the artistic point of view. It must be the consideration of building facades with its towers and even religion.

 

Tips for visiting the Sagrada Familia.

The Sagrada Familia is the most visited monument in Spain. At peak times therefore sometimes one can queue in front of the house and cash in on the elevators of the towers which go up, on the other. The largest are the queues in the late morning. So if you dont want to stay in the queue, use the time to the cathedral from a distance, the two places right and left of the Sagrada Familia from them.

On the rear lifts, in the towers of the facade of the birth of Christ which goes up, the queue is much shorter. Do not return to down the lifts, use the stairs. Only then do you see the absolutely stunning spiral staircase.

Pardal-espanhol, Spanish Sparrow (Passer hispaniolensis)

 

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A área das Cataratas do Iguaçu (em espanhol, Cataratas del Iguazú) são um conjunto majestoso de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizam entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e no Parque Nacional Iguazú, Misiones, na Argentina. A área total de ambos parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e declarada como Patrimônio Natural da Humanidade.

 

O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; e o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Desde 2002 o Parque Nacional do Iguaçu é um dos sítios geológicos brasileiros.

 

Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol, Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542.

 

As Cataratas do Iguaçu estão participando da campanha mundial de escolha das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders,ela esta entre as 28 finalista da campanha, que deve durar até 2011 quando deve ser atingido o número de 1 bilhão de votos,além das Cataratas do Iguaçu a Amazônia é outra concorrente brasileira que busca ser uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza.Pela internet é possível votar através da pagina oficial da Fundação New 7 Wonders

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Las cataratas del Iguazú se encuentran cerca de la triple frontera Argentina, Paraguay y Brasil (del idioma guaraní: Yguasu (agua grande), en portugués: cataratas do Iguaçu) son las cataratas localizadas en la provincia de Misiones, en el Parque Nacional Iguazú, Argentina y en el Parque Nacional do Iguaçu del estado de Paraná, Brasil. Su nombre proviene de dos palabras: la palabra «y» (similar a la /ü/ del alemán o la /u/ del francés, producida por contracción de la garganta) y la palabra «guasu» (léase guasu), que en lengua guaraní quieren decir «agua» y «grande», respectivamente.

 

Están formadas por 275 saltos de hasta 80 m de altura, alimentados por el caudal del río Iguazú. Se pueden realizar paseos en lancha bajo los saltos y caminatas por senderos apreciando algunos animales de la selva subtropical. La «Garganta del Diablo» (el salto mayor, que consta de 80 m) es un espectáculo aparte que, saliendo desde Puerto Canoas, se puede disfrutar en toda su majestuosidad a tan sólo 50 m de distancia.

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Iguazu Falls, Iguassu Falls, or Iguaçu Falls (Portuguese: Cataratas do Iguaçu, (Portuguese pronunciation: [kataˈɾatɐz du iɡwaˈsu]; Spanish: Cataratas del Iguazú, Spanish pronunciation: [kataˈɾatas del iɣwaˈsu]) are waterfalls of the Iguazu River located on the border of the Brazilian state of Paraná and the Argentine province of Misiones. The falls divide the river into the upper and lower Iguazu.

área das Cataratas do Iguaçu (em espanhol, Cataratas del Iguazú) são um conjunto majestoso de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizam entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e no Parque Nacional Iguazú, Misiones, na Argentina. A área total de ambos parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e declarada como Patrimônio Natural da Humanidade.

 

O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; e o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol, Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542.

 

As Cataratas do Iguaçu estão participando da campanha mundial de escolha das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders,ela esta entre as 28 finalista da campanha, que deve durar até 2011 quando deve ser atingido o número de 1 bilhão de votos,além das Cataratas do Iguaçu a Amazônia é outra concorrente brasileira que busca ser uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza.Pela internet é possível votar através da pagina oficial da Fundação New 7 Wonders[1].

  

A área das Cataratas do Iguaçu (em espanhol, Cataratas del Iguazú) são um conjunto majestoso de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizam entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e no Parque Nacional Iguazú, Misiones, na Argentina. A área total de ambos parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e declarada como Patrimônio Natural da Humanidade.

 

O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; e o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol, Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542.

 

As Cataratas do Iguaçu estão participando da campanha mundial de escolha das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders,ela esta entre as 28 finalista da campanha, que deve durar até 2011 quando deve ser atingido o número de 1 bilhão de votos,além das Cataratas do Iguaçu a Amazônia é outra concorrente brasileira que busca ser uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza.Pela internet é possível votar através da pagina oficial da Fundação New 7 Wonders[1].

  

A área das Cataratas do Iguaçu (em espanhol, Cataratas del Iguazú) são um conjunto majestoso de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizam entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e no Parque Nacional Iguazú, Misiones, na Argentina. A área total de ambos parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e declarada como Patrimônio Natural da Humanidade.

 

O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; e o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Desde 2002 o Parque Nacional do Iguaçu é um dos sítios geológicos brasileiros.

 

Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol, Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542.

 

As Cataratas do Iguaçu estão participando da campanha mundial de escolha das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders,ela esta entre as 28 finalista da campanha, que deve durar até 2011 quando deve ser atingido o número de 1 bilhão de votos,além das Cataratas do Iguaçu a Amazônia é outra concorrente brasileira que busca ser uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza.Pela internet é possível votar através da pagina oficial da Fundação New 7 Wonders

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Las cataratas del Iguazú se encuentran cerca de la triple frontera Argentina, Paraguay y Brasil (del idioma guaraní: Yguasu (agua grande), en portugués: cataratas do Iguaçu) son las cataratas localizadas en la provincia de Misiones, en el Parque Nacional Iguazú, Argentina y en el Parque Nacional do Iguaçu del estado de Paraná, Brasil. Su nombre proviene de dos palabras: la palabra «y» (similar a la /ü/ del alemán o la /u/ del francés, producida por contracción de la garganta) y la palabra «guasu» (léase guasu), que en lengua guaraní quieren decir «agua» y «grande», respectivamente.

 

Están formadas por 275 saltos de hasta 80 m de altura, alimentados por el caudal del río Iguazú. Se pueden realizar paseos en lancha bajo los saltos y caminatas por senderos apreciando algunos animales de la selva subtropical. La «Garganta del Diablo» (el salto mayor, que consta de 80 m) es un espectáculo aparte que, saliendo desde Puerto Canoas, se puede disfrutar en toda su majestuosidad a tan sólo 50 m de distancia.

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Iguazu Falls, Iguassu Falls, or Iguaçu Falls (Portuguese: Cataratas do Iguaçu, (Portuguese pronunciation: [kataˈɾatɐz du iɡwaˈsu]; Spanish: Cataratas del Iguazú, Spanish pronunciation: [kataˈɾatas del iɣwaˈsu]) are waterfalls of the Iguazu River located on the border of the Brazilian state of Paraná and the Argentine province of Misiones. The falls divide the river into the upper and lower Iguazu.

O artista espanhol Jaume Plensa inaugurou nesta segunda-feira (3), na Praia de Botafogo, na Zona Sul do Rio, a escultura do rosto gigante de uma mulher, feito em pedra de mármore e resina. Segundo o escultor, trata-se de uma homenagem a Iemanjá, orixá do qual ele diz ser devoto, e foi construída ao longo de quatro meses pelo artista, que está no Brasil desde novembro. A obra, intitulada 'Awilda', ficará instalada na beira do mar por dois meses, segundo Jaume. A obra faz parte da mostra de arte pública Oir-Outras Ideias para o Rio.

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The Spanish artist Jaume Plensa inaugurated on Monday (3), in Praia de Botafogo in Rio's South Zone, the giant sculpture of the face of a woman, made in marble stone and resin. According to the sculptor, this is an homage to Yemanja, the deity whom he claims to be devout, and was built over four months by the artist, who has been in Brazil since November. The work, entitled 'Awilda', will be installed in the sea for two months, according to Jaume. The work is part of a public art show Oir-Other Ideas for Rio

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El artista español Jaume Plensa inaugurado el lunes (3), en la Praia de Botafogo en Río de Janeiro Zona Sur, la escultura gigante de la cara de una mujer, hecha en piedra de mármol y resina. Según el escultor, se trata de un homenaje a Yemanjá, la deidad a quien dice ser devoto, y fue construido durante cuatro meses por el artista, quien ha estado en Brasil desde noviembre. La obra, titulada "Awilda", se instalará en el mar durante dos meses, de acuerdo con Jaume. El trabajo es parte de un espectáculo de arte público Oir-Otras ideas para Rio

A área das Cataratas do Iguaçu (em espanhol, Cataratas del Iguazú) são um conjunto majestoso de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizam entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e no Parque Nacional Iguazú, Misiones, na Argentina. A área total de ambos parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e declarada como Patrimônio Natural da Humanidade.

 

O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; e o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Desde 2002 o Parque Nacional do Iguaçu é um dos sítios geológicos brasileiros.

 

Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol, Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542.

 

As Cataratas do Iguaçu estão participando da campanha mundial de escolha das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders,ela esta entre as 28 finalista da campanha, que deve durar até 2011 quando deve ser atingido o número de 1 bilhão de votos,além das Cataratas do Iguaçu a Amazônia é outra concorrente brasileira que busca ser uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza.Pela internet é possível votar através da pagina oficial da Fundação New 7 Wonders

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Las cataratas del Iguazú se encuentran cerca de la triple frontera Argentina, Paraguay y Brasil (del idioma guaraní: Yguasu (agua grande), en portugués: cataratas do Iguaçu) son las cataratas localizadas en la provincia de Misiones, en el Parque Nacional Iguazú, Argentina y en el Parque Nacional do Iguaçu del estado de Paraná, Brasil. Su nombre proviene de dos palabras: la palabra «y» (similar a la /ü/ del alemán o la /u/ del francés, producida por contracción de la garganta) y la palabra «guasu» (léase guasu), que en lengua guaraní quieren decir «agua» y «grande», respectivamente.

 

Están formadas por 275 saltos de hasta 80 m de altura, alimentados por el caudal del río Iguazú. Se pueden realizar paseos en lancha bajo los saltos y caminatas por senderos apreciando algunos animales de la selva subtropical. La «Garganta del Diablo» (el salto mayor, que consta de 80 m) es un espectáculo aparte que, saliendo desde Puerto Canoas, se puede disfrutar en toda su majestuosidad a tan sólo 50 m de distancia.

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Iguazu Falls, Iguassu Falls, or Iguaçu Falls (Portuguese: Cataratas do Iguaçu, (Portuguese pronunciation: [kataˈɾatɐz du iɡwaˈsu]; Spanish: Cataratas del Iguazú, Spanish pronunciation: [kataˈɾatas del iɣwaˈsu]) are waterfalls of the Iguazu River located on the border of the Brazilian state of Paraná and the Argentine province of Misiones. The falls divide the river into the upper and lower Iguazu.

Estas obras de Murillo se encontram no Museo del Prado, em Madrid, para saber mais, visite: artetropia.blogspot.com

www.olivenca.org

 

O Castelo de Olivença localiza-se na povoação de mesmo nome à margem esquerda do rio Odiana, em território de Espanha, segundo o Estado espanhol, e em território de Portugal actualmente administrado por Espanha, segundo o Estado português. Esta situação de disputa territorial mantém-se desde o Congresso de Viena (1815) e, até hoje, ainda não houve quaisquer negociações entre os dois Estados para a resolver.

História

O castelo medieval

 

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, o território à margem esquerda do rio Guadiana foi dominado quando da conquista definitiva de Badajoz pelas forças de Afonso IX de Leão, na Primavera de 1230.

 

Como compensação pelos serviços prestados nessa conquista, o soberano fez a doação dos domínios de Burguillos e de Alconchel aos cavaleiros da Ordem do Templo, para que os povoassem e defendessem. Em algum momento entre esta doação e o ano de 1256, a Ordem estabeleceu a Comenda de Olivença, à época uma pequena povoação que se afirmava em torno de uma fonte (atual Fuente de La Corna), voltada para a agricultura e para a pastorícia. Nesse local, os Templários ergueram um castelo, uma Igreja sob a invocação de Santa Maria, organizando a exploração econômica da comunidade.

 

Ao mesmo tempo em que a Ordem do Templo e a Ordem de Santiago se expandiam para o Sul sob o reinado de Fernando III de Leão e Castela, registrava-se a expansão portuguesa na margem esquerda do rio Guadiana, de tal modo que sob o reinado de Afonso X de Leão e Castela foram por aquele soberano tomadas duas medidas:

 

a Convenção de Badajoz (1267), que afirmou o curso dos rios Caia e Guadiana como raia entre os domínos de Castela e de Portugal; e

a remoção da Ordem do Templo dos domínios raianos de Olivença, com a integração dos mesmos ao Concelho e Bispado de Badajoz.

 

Castelo de Olivença.

 

Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), entretanto, o equilíbrio de forças assim obtido alterou-se a favor de Portugal: em Castela, o falecimento prematuro de Sancho IV de Castela (1284-1295), a regência de D. Maria de Molina e a menoridade de Fernando IV de Castela, acarretam grave crise política que conduz à sublevação da nobreza. Como agravante deste quadro de guerra civil, os muçulmanos intentam uma contra-ofensiva. O soberano português, aproveitando-se desta conjuntura, através de uma combinação de pressão militar e diplomática, age para recuperar os domínios portugueses perdidos na margem esquerda do rio Guadiana: Mértola, Noudar e Mourão, com a assinatura da Convenção de Ciudad Rodrigo (1295).

 

Com a assinatura do Tratado de Alcanices (1297), os domínios de Olivença e seu castelo foram confirmados na posse da Coroa portuguesa, revalorizando-lhe a posição estratégica frente a Badajoz, o que se traduziu num progressivo incremento das fortificações da primeira.

 

Desse modo, a partir de 1298 D. Dinis iniciou a reconstrução das primitivas defesas dos Templários, ampliando a cerca da vila que, com planta quadrada passou a ser amparada por quatorze torres. Os trabalhos tiveram prosseguimento no reinado de seu sucessor, Afonso IV de Portugal (1325-1357), que os completou em 1335, com a construção da Alcáçova em seu interior, no vértice a Norte.

 

Durante as guerras fernandinas, no último terço do século XIV, Olivença recebeu uma nova cerca mais extensa, de planta oval, onde se rasgavam cinco portas. Embora esta estrutura não tenha chegado até nós, uma vez que foi inteiramente demolida, a forma de seu traçado persiste na malha urbana que condicionou.

 

Posteriormente, sob o reinado de João II de Portugal (1481-1495), este soberano fez levantar, no recinto da Alcáçova, a mais alta torre de menagem da linha raiana (1488). Elevando-se a 35 metros de altura, o conjunto recebeu o reforço de um fosso inundado. O seu topo era acedido por um conjunto de 17 rampas, que permitia a movimentação de peças de artilharia. Esta obra monumental próxima a Badajoz, erguida em tempo de paz, foi acompanhada à distância, com suspeição, pela Coroa de Castela.

 

Ao se iniciar o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), desenvolveu-se uma nova etapa construtiva nas fortificações de Olivença: a cerca fernandina foi demolida por Afonso Mendes de Oliveira e a sua pedra aproveitada na construção de uma terceira cerca, da qual dispomos a iconografia de Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509).

 

Este soberano foi responsável, ainda, por outra importante estrutura militar para a defesa de Olivença: a construção de uma ponte fortificada sobre o rio Guadiana, visando assegurar as comunicações entre as tropas portuguesas nas duas margens, a chamada Ponte da Ajuda.

A Guerra da Restauração e a Praça-forte de Olivença

 

No contexto da Guerra da Restauração da independência de Portugal, a posição de Olivença readquiriu importância estratégica. Desse modo, uma nova etapa construtiva teve lugar, demolindo-se para esse fim a antiga cerca manuelina e reaproveitando-se a sua pedra para erguer uma quarta muralha, amparada por nove baluartes.

 

No contexto da Guerra Peninsular, a Praça-forte de Olivença passou para o domínio espanhol. O conjunto defensivo foi bastante danificado durante a Guerra da Independência Espanhola (1808-1814) e pelo seu subsequente abandono.

Na actualidade

 

Em 1975 o antigo castelo sofreu uma extensa campanha de restauração, quando as suas dependências foram requalificadas, passando a sediar o Museu Etnográfico de Olivença.

 

Em 2006 o castelo sofreu nova intervenção, tendo sido restaurada a porta de São Sebastião.

Características

 

Constituía-se em um castelo com muralhas espessas e elevadas, em alvenaria de pedra, reforçadas por grandes torres de paredes cegas. A defesa era efetuada a partir dos matacães, uma vez que não possuía ameias.

 

As muralhas eram rasgadas por três portas, de que se conservaram duas: a Porta de Alconchel, em arco de volta perfeita, defendida por duas torres; e a Porta dos Anjos, também em arco de volta perfeita mas rematada por um frontão. A terceira porta, sob a invocação de São Sebastião, também em arco de volta perfeita, foi reconstruída no contexto dos trabalhos de restauração, em 2006.

 

A torre de menagem mede 40 metros de altura por 18 de lado e é dividida internamente em três pavimentos, onde se destaca a decoração do último. É acedida por dezassete rampas com cobertura em abóbada de canhão permitindo o trânsito de peças de artilharia.

 

Como apoio à defesa, os portugueses construíram ainda diversas atalaias de vigilância, com a função de comunicar à guarnição do castelo os movimentos das tropas castelhanas. pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Oliven%C3%A7a

O Museu Botero (em espanhol, Museo Botero) é um museu de arte localizado em La Candelaria, centro histórico e cultural da cidade de Bogotá, capital da Colômbia. O museu surgiu a partir de uma doação de obras de arte feita pelo artista plástico colombiano Fernando Botero ao governo do seu país. Tal coleção é composta por 123 obras de autoria do próprio Botero e outras 85 obras de arte internacional, abarcando o período que vai de meados do século XIX à arte contemporânea. Inaugurado no 2000, o museu é mantido pelo Banco da República da Colômbia. Ocupa um edifício em estilo colonial, antiga sede da Hemeroteca Luis López de Mesa, hoje pertencente ao complexo cultural da Biblioteca Luis Ángel Arango.

 

Museo Botero, Bogotá, Colômbia.

The museum consists 123 works of Fernando Botero and 85 of other artists for a total of 208 works of art. Highlights of the permanent collection include works by Balthus, Georges Braque, Marc Chagall, Salvador Dali, Joan Miró, Pablo Picasso, Sonia Delaunay, Claude Monet and Henri Matisse.

PARDAL-ESPANHOL

SPANISH SPARROW

Passer hispaniolensis

 

RNET

 

Canon EOS 400D

Sigma 150-500mm APO DG OS

Janela do carro

 

25.02.2009

Alcafozes (Idanha-a-Nova, Portugal)

Alcafozes (Idanha-a-Nova, Portugal)

España - Espanha

Campeã Mundial 2010

Fifa World Cup

   

Quando eu disse no final da euro que dali sai a campeã do mundo NINGUÉM acreditou em mim. TA AI ! a melhor do mundo , a unica, a perfeita !

CHUPAAAA É ESPANHA É A MELHOR

Iniesta obrigado você virou o gênio o herói, o salvador.

Casillas você... a você Casillas sempre, eu digo sempre, sera o melhor goleiro pra mim, pra espanha inteira!

Villa meu artilheiro! meu orgulho, meu toureiro ganhador.

Xavi meu articulador de jogadas, de passes memoráveis.

Xavi Alonso meu batedor de faltas, guerreiro !

Sergio Ramos baaaa o que seria do ataque espanhol seu tuas jogadas rapidas?

Busquets e Capdevilla defensores? guerreiros, toureiros ?

Pique meu muso de olhos azuis, deu literalmente o sangue por nós!

Puyol , o pilar principal dessa equipe. OBRIGADO !

E por ultimo E NÃO menos importante Fernando Torres, el niño. Tu podes ñ ter brilhado tanto mas era essencial, mesmo machucado e desacreditado representou bravamente a Espanha.

 

Todos os outros que assistiram no banco de reservas, todos, Del Bosque meu treinador !

PARABÉNS , HERÓIS, GUERREIROS.

 

The boy

Pardal-espanhol

Passer hispaniolensis

Porto Santo - Portugal

Basílica da Sagrada Família

 

Texto, em português, da Wikipédia, a enciclopédia livre:

Templo Expiatório da Sagrada Família

Templo Expiatório da Sagrada Família, e também conhecido simplesmente como Sagrada Família, é um grande templo católico da cidade catalã de Barcelona (Espanha), desenhado pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí, e considerado por muitos críticos como a sua obra-prima e expoente da arquitetura modernista catalã. Financiado unicamente por contribuições privadas , o projeto foi iniciado em 1882 e assumido por Gaudí em 1883, quando tinha 31 anos de idade, dedicando-lhe os seus últimos 40 anos de vida, os últimos quinze de forma exclusiva. A construção foi suspensa em 1936 devido à Guerra Civil Espanhola e não se estima a conclusão para antes de 2026, centenário da morte de Gaudí.

 

A construção começou em estilo neogótico, mas o projeto foi reformulado completamente por Gaudí ao assumi-lo. O templo foi projetado para ter três grandes fachadas: a Fachada da Natividade, quase terminada com Gaudí ainda em vida, a Fachada da Paixão, iniciada em 1952, e a Fachada da Glória, ainda por completar. Segundo o seu proceder habitual, a partir de esboços gerais do edifício Gaudí improvisou a construção à medida que esta avançava. O templo, quando estiver terminado, disporá de 18 torres : quatro em cada uma das três entradas-portais, a jeito de cúpulas; irá ter um sistema de seis torres, com a torre do zimbório central dedicada a Jesus Cristo, de 170 metros de altura, outras quatro ao redor desta, dedicadas aos evangelistas, e um segundo zimbório dedicado à Virgem. O interior estará formado por inovadoras colunas arborescentes inclinadas e abóbadas baseadas em hiperboloides e paraboloides buscando a forma ótima da catenária. Estima-se que poderá levar no seu coro 1500 cantores, 700 crianças e cinco órgãos. Em 1926, ano em que faleceu Gaudí, apenas estava construída uma torre. Do projeto do edifício só ficaram planos e um modelo em gesso que resultou muito danificado durante a Guerra Civil Espanhola. Desde então prosseguiram as obras: atualmente (2015) estão terminados os portais da Natividade e da Paixão, e foi iniciado o da Glória, estando em construção as abóbadas interiores.

 

A obra que realizou Gaudí - a fachada da Natividade e a cripta - foi incluída pela UNESCO em 2005 no Sítio do Patrimônio Mundial com o título «Obras de Antoni Gaudí».

 

História

O propósito de construir um templo expiatório dedicado à Sagrada Família em uns novos terrenos do Eixample barcelonês foi do livreiro Josep Maria Bocabella, para o que fundou a Associação de Devotos de São José. Para isso foi adquirido um quarteirão inteiro do Eixample num lugar conhecido como El Poblet, perto do Camp de l'Arpa, em Sant Martí de Provençals, entre as ruas Provença, Maiorca, Marina e Sardenya.

O projeto foi entregue em primeiro lugar a Francisco de Paula del Villar y Lozano, que propôs um conjunto neogótico, recusando a sugestão de Bocabella de fazer uma réplica do Santuário da Santa Casa de Loreto . O projeto de Villar consistia numa igreja de três naves, com os elementos típicos do gótico, como os vitrais alveolados, os contrafortes exteriores e um alto campanário em forma de agulha. A primeira pedra foi colocada a 19 de Março de 1882, dia de São José, com a presença do então bispo de Barcelona José María Urquinaona. Gaudí assistiu à cerimônia, já que tinha trabalhado como ajudante de Villar em vários projetos. As obras não se iniciaram até 25 de Agosto de 1883, sendo adjudicadas ao empreiteiro Macari Planella i Roura.

Em 1883, Villar renunciou por desavenças com Joan Martorell, arquiteto assessor de Bocabella. O projeto foi oferecido ao próprio Martorell, mas, ao recusar, este foi oferecido a um jovem Gaudí de 31 anos; Gaudí fora ajudante de Martorell em várias construções, fato que motivara a recomendação de Gaudí, que ainda não executara grandes obras. Ao encarregar-se Gaudí do projeto, modificou-o por inteiro - salvo a parte já construída da cripta -, imprimindo-lhe o seu estilo peculiar. Durante os remanescentes 43 anos da sua vida trabalhou intensamente na obra, os últimos 15 anos de forma exclusiva. Esta dedicação tão intensa tem a sua explicação, para além da magnitude da obra, pela circunstância de Gaudí definir muitos aspetos à medida que a construção avançava, em lugar de os ter concretizado previamente nos seus planos e instruções. Por isso a sua presença pessoal na obra era de grande importância.

Durante a vida de Gaudí somente foi feita a fachada da Natividade , com escultura de Carles Mani, Llorenç Matamala e Joan Matamala, contando com os desenhos de Ricard Opisso; Gaudí apenas chegou a ver coroada a torre de São Barnabé antes do seu falecimento. À morte de Gaudí encarregou-se das obras o seu ajudante Domènec Sugrañes, durante os anos 1926-1936, acabando as três torres que ficavam na fachada da Natividade.

Durante a Guerra Civil Espanhola ficou destruída na sua maior parte a oficina na qual Gaudí trabalhara, e onde se encontravam os seus croquis, maquetes e modelos . Por esta causa e pela particular maneira de trabalhar Gaudí, não ficaram planos nem diretrizes a respeito de como devia terminar-se o templo. Portanto, quando em 1944 prosseguiu a construção da Sagrada Família, teve de definir-se em primeiro lugar como devia proceder-se, para edificar o templo da forma mais fiel aos princípios de Gaudí.

À frente desta gigantesca tarefa estiveram os arquitetos Francesc Quintana, Isidre Puig i Boada e Lluís Bonet i Garí, enquanto da obra escultórica se encarregou Jaume Busquets. Posteriormente, quando se construiu a fachada da Paixão, o conjunto principal das figuras escultóricas foi encarregado a Josep Maria Subirachs . As obras deste último originaram certa polêmica, devido a ter criado esculturas totalmente contemporâneas afastadas do estilo realista que Gaudí incluiu na fachada da Natividade. O escultor japonês Etsuro Sotoo colaborou em algumas esculturas da fachada da Natividade . Desde 1987 que as obras estão sob a direção do arquiteto Jordi Bonet i Armengol.

Projeto de praça estrelada para a Sagrada Família (1916).

Um dos pontos que suscitou maior controvérsia em relação ao templo é a sua situação no tecido urbanístico de Barcelona: quando começaram as obras encontrava-se num descampado, mas rapidamente ficou integrado no rápido desenvolvimento da cidade em princípios do século XX. Em 1905 Gaudí realizou um projeto para englobar a Sagrada Família dentro do Plano Jaussely, o novo projeto de alargamento barcelonês: concebeu situar o templo dentro de uma zona ajardinada em forma de estrela octogonal, que teria proporcionado uma excelente visão do templo a partir de todas as zonas circundantes. Finalmente, devido ao custo dos terrenos, reduziu o projeto a uma estrela de quatro pontas, que permitia uma ampla visão de todos os vértices. Contudo, o plano de Gaudí não se levou a cabo: em 1975 o Município de Barcelona realizou um estudo urbanístico que previa reabilitar uma zona em forma de cruz em torno da Sagrada Família, com quatro praças ajardinadas em cada extremo do templo ; mesmo assim, atualmente existem apenas duas destas praças, e a criação das novos espaços implicaria demolir vários edifícios, pelo qual ainda se estuda a solução ideal para enquadrar a Sagrada Família numa envolvente apropriada.

O Templo da Sagrada Família teve vários eventos destacados: em 1920 celebrou-se o Ano Jubilar de São José com procissões, peregrinações e missas, e cantou-se o Aleluia de O Messias de Händel por mil cantores de orfeões vindos de toda a Catalunha, dirigidos por Lluís Millet. Em 1953, por ocasião do 35º Congresso Eucarístico Internacional celebrado em Barcelona, foi inaugurada a iluminação artística da fachada da Natividade. Em 1981 abriu-se a praça Gaudí frente à Sagrada Família, com um projeto de jardins de Nicolau Maria Rubió i Tudurí, onde se destaca o tanque, em cujas águas fica refletido o templo. Ao ano seguinte, por ocasião do centenário da colocação da primeira pedra, o templo recebeu a visita do Papa João Paulo II. Igualmente, a 18 de Março de 2007 foi comemorado o 125.º aniversário da colocação da primeira pedra do templo com uma festa, concertos e bailando uma sardana em redor de todo o templo. O templo é palco habitual de numerosos atos culturais e encontros religiosos.

Veja o texto completo no site pt.wikipedia.org/wiki/Templo_Expiat%C3%B3rio_da_Sagrada_F...

 

A text, in english, from barcelona.de/en/barcelona-sagrada-familia.html

 

The basilica Sagrada Familia

Antoni Gaudí's life work is an UNESCO world heritage

 

The Sagrada Familia is one of the most famous landmarks in Barcelona. Since 1882 it was built at the church in the district Eixample built. From 1883 the Catalan architect Antoni Gaudí took over the leadership of the works until his death in 1926. The building is significantly influenced by him. The church is such a huge size, so they often referred it as "cathedral", but without having a bishop's seat. Pope Benedict XVI. inaugurates the Sagrada Familia on November 7, 2010. The church building is raised to a basilica.

Much time should allow for the visit of the details of the facades, where many embassies and biblical stories are hidden.

With the completion in 2026 expected, the construction is financed solely from donations and ticket money. Currently, 8 out of 12 about 100 meters tall bell towers are completed. The higher towers of the facade of the glory will be built and the central dome with a height of over 170 meters. Currently, part of the cloister is the building of the apse dome.

 

The start of construction of the Sagrada Familia.

Mid-19th Century the booksellers José María Boca Bella , Chairman of the Holy Brotherhood, planned a church in Barcelona to build and to devote the Holy Family ( "Sagrada Familia"). The land he choose was a parcel within the "Poblet (village). He preferred a fundamental step closer to the city centre out. Because of the already high land prices this was not possible.

The planning of the church began with the architect of the Diocese Francisco del Villar. He designed a church in Gothic style and began in 1882 with the construction of the crypt. Because of fundamental disagreements with Boca Bella he had to resign from his job. A few months later in 1883, the young architect Antoni Gaudí took over his work.

Gaudí took place in the Sagrada Familia his life's work. He worked until his death on 10th June 1926.

Under Gaudí the church won because of their extensive dimension and its lush design with such importance that they soon called it "the Cathedral". Also Gaudí even called it, although they do not house a bishop. He was convinced that one day the city would be known as "his" church.

 

Gaudí shaped espacially the Sagrada Familia . Many new parts are built according to plans, which are hardly ever received and often depend on assumptions as the great architect had originally planned. Of course everyone is sure of one thing: the Church Sagrada family in case of completion in respect to all previously built churches of Christendom will surpass all in greatness.

As a church, the Sagrada Familia should not only be seen in the artistic point of view. It must be the consideration of building facades with its towers and even religion.

 

Tips for visiting the Sagrada Familia.

The Sagrada Familia is the most visited monument in Spain. At peak times therefore sometimes one can queue in front of the house and cash in on the elevators of the towers which go up, on the other. The largest are the queues in the late morning. So if you dont want to stay in the queue, use the time to the cathedral from a distance, the two places right and left of the Sagrada Familia from them.

On the rear lifts, in the towers of the facade of the birth of Christ which goes up, the queue is much shorter. Do not return to down the lifts, use the stairs. Only then do you see the absolutely stunning spiral staircase.

Fiz uma ombré nails com glitter para o dia dos namorados, com direito até a cupido.

 

Pra essa unha usei 29 - Espanhola da Top Beauty, Rosa - 407 (glitter) e marrom - 114 da Mohda.

Passer hispaniolensis

 

O Museu do Amanhã é um museu construído no município do Rio de Janeiro, no Brasil. O prédio, projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, foi erguido ao lado da Praça Mauá, na zona portuária (mais precisamente no Píer Mauá). Sua construção teve o apoio da Fundação Roberto Marinho e teve o custo total de cerca de 230 milhões de reais. O edifício foi inaugurado em 17 de dezembro de 2015 recebeu cerca de 25 mil visitantes em seu primeiro final de semana de funcionamento.

O antigo píer desativado passou a abrigar uma construção pós-moderna, orgânica e sustentável que, atualmente, é um ícone da identidade local e cultural da cidade do Rio de Janeiro. A proposta da instituição é ser um museu de artes e ciências, além de contar com mostras que alertam sobre os perigos das mudanças climáticas, da degradação ambiental e do colapso social. O edifício conta com espinhas solares que se movem ao longo da claraboia, projetadas para adaptar-se às mudanças das condições ambientais. A exposição principal é majoritariamente digital e foca em ideias ao invés de objetos.[1] O museu tem parcerias com importantes universidades brasileiras e instituições científicas globais e coleta de dados em tempo real sobre o clima e a população de agências espaciais e das Nações Unidas. A instituição também tem consultores de várias áreas, como astronautas, cientistas sociais e climatologistas.

Como uma das âncoras do projeto de revitalização urbana chamado Porto Maravilha, o museu recebeu, em 2015, como doação antes de sua inauguração, a escultura Puffed Star II, do renomado artista norte-americano Frank Stella. O trabalho consiste de uma estrela de vinte pontas e seis metros de diâmetro que foi instalado no espelho d'água do museu, em frente à Baía de Guanabara. A escultura metálica, antes da doação para acervo permanente a céu aberto do museu, esteve em exposição na cidade de Nova York.

Um dos objetivos da construção do museu foi fortalecer a identidade cultural e internacional da cidade do Rio de Janeiro. A cidade do Cristo Redentorsempre foi muito conhecida pelas suas praias e eventos, como o carnaval, mas havia a necessidade do fortalecimento da paradiplomacia cultural. Outras cidades, como Londres e Paris, também são muito conhecidas por seus acervos culturais.[4] O Museu foi apresentado como um ícone da reurbanização da zona portuária.

 

Texto: pt.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Amanh%C3%A3

  

The Museum of Tomorrow (Portuguese: Museu do Amanhã) is a science museum in the city of Rio de Janeiro, Brazil. It was designed by Spanish neofuturistic architect Santiago Calatrava, and built next to the waterfront at Pier Maua. Its construction was supported by the Roberto Marinho Foundation and cost approximately 230 million reais. The building was opened on December 17, 2015.

The main exhibition takes visitors through five main areas: Cosmos, Earth, Anthropocene, Tomorrow and Us via a number of experiments and experiences. This intricate yet captivating museum mixes science with an innovative design to focus on sustainable cities and an ecological world.

The museum is part of the city's port area renewal for the 2016 Summer Olympics.

 

Text: en.wikipedia.org/wiki/Museum_of_Tomorrow

  

El Museo del Mañana es un museo de ciencias situado en la ciudad de Río de Janeiro, Brasil. Fue diseñado por el arquitecto español Santiago Calatrava y construido junto al mar en el Muelle Maua. Su construcción fue financiada por la Fundación Roberto Marinho y costó aproximadamente 230 millones de reales. El edificio fue inaugurado el 17 de diciembre de 2015.

La exposición principal lleva a los visitantes a través de cinco zonas principales: Cosmos, Tierra, Antropoceno, Mañana y Ahora mediante varios experimentos y experiencias. El museo mezcla la ciencia con un diseño innovador para centrarse en ciudades sostenibles.

 

Financiado por el ayuntamiento de Río con el apoyo de patrocinadores, el edificio intenta establecer nuevos estándares de sostenibilidad en la ciudad. Comparado con edificios convencionales, sus diseñadores dicen que usa un 40% menos de energía (incluido el 9% de la energía que consume que obtiene del sol), y el sistema de refrigeración aprovecha el agua profunda de la cercana Bahía de Guanabara. La estructura parece destinada a ser una de las atracciones turísticas más importantes de Río. Sus «espinas solares» y el lucernario con forma de ventilador han sido diseñados de manera que el edificio se pueda adaptar a las cambiantes condiciones ambientales.

 

El museo tiene asociaciones con las principales universidades de Brasil y muchas instituciones científicas internacionales y obtiene datos en tiempo real sobre clima y población de agencias espaciales y de las Naciones Unidas. También ha contratado a consultores de varios de campos relacionados, incluidos astronautas, expertos en ciencias sociales y meteorólogos. Se sitúa junto al mar en una zona portuaria que estuvo abandonada durante décadas y actualmente está siendo renovada con nuevos edificios de oficinas, apartamentos y restaurantes. El museo forma parte del proyecto de renovación de la zona portuaria de la ciudad para las Olimpiadas de 2016.

 

Text: es.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Amanh%C3%A3

  

www.olivenca.org

 

O Castelo de Olivença localiza-se na povoação de mesmo nome à margem esquerda do rio Odiana, em território de Espanha, segundo o Estado espanhol, e em território de Portugal actualmente administrado por Espanha, segundo o Estado português. Esta situação de disputa territorial mantém-se desde o Congresso de Viena (1815) e, até hoje, ainda não houve quaisquer negociações entre os dois Estados para a resolver.

História

O castelo medieval

 

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, o território à margem esquerda do rio Guadiana foi dominado quando da conquista definitiva de Badajoz pelas forças de Afonso IX de Leão, na Primavera de 1230.

 

Como compensação pelos serviços prestados nessa conquista, o soberano fez a doação dos domínios de Burguillos e de Alconchel aos cavaleiros da Ordem do Templo, para que os povoassem e defendessem. Em algum momento entre esta doação e o ano de 1256, a Ordem estabeleceu a Comenda de Olivença, à época uma pequena povoação que se afirmava em torno de uma fonte (atual Fuente de La Corna), voltada para a agricultura e para a pastorícia. Nesse local, os Templários ergueram um castelo, uma Igreja sob a invocação de Santa Maria, organizando a exploração econômica da comunidade.

 

Ao mesmo tempo em que a Ordem do Templo e a Ordem de Santiago se expandiam para o Sul sob o reinado de Fernando III de Leão e Castela, registrava-se a expansão portuguesa na margem esquerda do rio Guadiana, de tal modo que sob o reinado de Afonso X de Leão e Castela foram por aquele soberano tomadas duas medidas:

 

a Convenção de Badajoz (1267), que afirmou o curso dos rios Caia e Guadiana como raia entre os domínos de Castela e de Portugal; e

a remoção da Ordem do Templo dos domínios raianos de Olivença, com a integração dos mesmos ao Concelho e Bispado de Badajoz.

 

Castelo de Olivença.

 

Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), entretanto, o equilíbrio de forças assim obtido alterou-se a favor de Portugal: em Castela, o falecimento prematuro de Sancho IV de Castela (1284-1295), a regência de D. Maria de Molina e a menoridade de Fernando IV de Castela, acarretam grave crise política que conduz à sublevação da nobreza. Como agravante deste quadro de guerra civil, os muçulmanos intentam uma contra-ofensiva. O soberano português, aproveitando-se desta conjuntura, através de uma combinação de pressão militar e diplomática, age para recuperar os domínios portugueses perdidos na margem esquerda do rio Guadiana: Mértola, Noudar e Mourão, com a assinatura da Convenção de Ciudad Rodrigo (1295).

 

Com a assinatura do Tratado de Alcanices (1297), os domínios de Olivença e seu castelo foram confirmados na posse da Coroa portuguesa, revalorizando-lhe a posição estratégica frente a Badajoz, o que se traduziu num progressivo incremento das fortificações da primeira.

 

Desse modo, a partir de 1298 D. Dinis iniciou a reconstrução das primitivas defesas dos Templários, ampliando a cerca da vila que, com planta quadrada passou a ser amparada por quatorze torres. Os trabalhos tiveram prosseguimento no reinado de seu sucessor, Afonso IV de Portugal (1325-1357), que os completou em 1335, com a construção da Alcáçova em seu interior, no vértice a Norte.

 

Durante as guerras fernandinas, no último terço do século XIV, Olivença recebeu uma nova cerca mais extensa, de planta oval, onde se rasgavam cinco portas. Embora esta estrutura não tenha chegado até nós, uma vez que foi inteiramente demolida, a forma de seu traçado persiste na malha urbana que condicionou.

 

Posteriormente, sob o reinado de João II de Portugal (1481-1495), este soberano fez levantar, no recinto da Alcáçova, a mais alta torre de menagem da linha raiana (1488). Elevando-se a 35 metros de altura, o conjunto recebeu o reforço de um fosso inundado. O seu topo era acedido por um conjunto de 17 rampas, que permitia a movimentação de peças de artilharia. Esta obra monumental próxima a Badajoz, erguida em tempo de paz, foi acompanhada à distância, com suspeição, pela Coroa de Castela.

 

Ao se iniciar o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), desenvolveu-se uma nova etapa construtiva nas fortificações de Olivença: a cerca fernandina foi demolida por Afonso Mendes de Oliveira e a sua pedra aproveitada na construção de uma terceira cerca, da qual dispomos a iconografia de Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509).

 

Este soberano foi responsável, ainda, por outra importante estrutura militar para a defesa de Olivença: a construção de uma ponte fortificada sobre o rio Guadiana, visando assegurar as comunicações entre as tropas portuguesas nas duas margens, a chamada Ponte da Ajuda.

A Guerra da Restauração e a Praça-forte de Olivença

 

No contexto da Guerra da Restauração da independência de Portugal, a posição de Olivença readquiriu importância estratégica. Desse modo, uma nova etapa construtiva teve lugar, demolindo-se para esse fim a antiga cerca manuelina e reaproveitando-se a sua pedra para erguer uma quarta muralha, amparada por nove baluartes.

 

No contexto da Guerra Peninsular, a Praça-forte de Olivença passou para o domínio espanhol. O conjunto defensivo foi bastante danificado durante a Guerra da Independência Espanhola (1808-1814) e pelo seu subsequente abandono.

Na actualidade

 

Em 1975 o antigo castelo sofreu uma extensa campanha de restauração, quando as suas dependências foram requalificadas, passando a sediar o Museu Etnográfico de Olivença.

 

Em 2006 o castelo sofreu nova intervenção, tendo sido restaurada a porta de São Sebastião.

Características

 

Constituía-se em um castelo com muralhas espessas e elevadas, em alvenaria de pedra, reforçadas por grandes torres de paredes cegas. A defesa era efetuada a partir dos matacães, uma vez que não possuía ameias.

 

As muralhas eram rasgadas por três portas, de que se conservaram duas: a Porta de Alconchel, em arco de volta perfeita, defendida por duas torres; e a Porta dos Anjos, também em arco de volta perfeita mas rematada por um frontão. A terceira porta, sob a invocação de São Sebastião, também em arco de volta perfeita, foi reconstruída no contexto dos trabalhos de restauração, em 2006.

 

A torre de menagem mede 40 metros de altura por 18 de lado e é dividida internamente em três pavimentos, onde se destaca a decoração do último. É acedida por dezassete rampas com cobertura em abóbada de canhão permitindo o trânsito de peças de artilharia.

 

Como apoio à defesa, os portugueses construíram ainda diversas atalaias de vigilância, com a função de comunicar à guarnição do castelo os movimentos das tropas castelhanas. pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Oliven%C3%A7a

O Museu do Amanhã é um museu construído no município do Rio de Janeiro, no Brasil. O prédio, projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, foi erguido ao lado da Praça Mauá, na zona portuária (mais precisamente no Píer Mauá). Sua construção teve o apoio da Fundação Roberto Marinho e teve o custo total de cerca de 230 milhões de reais. O edifício foi inaugurado em 17 de dezembro de 2015 recebeu cerca de 25 mil visitantes em seu primeiro final de semana de funcionamento.

O antigo píer desativado passou a abrigar uma construção pós-moderna, orgânica e sustentável que, atualmente, é um ícone da identidade local e cultural da cidade do Rio de Janeiro. A proposta da instituição é ser um museu de artes e ciências, além de contar com mostras que alertam sobre os perigos das mudanças climáticas, da degradação ambiental e do colapso social. O edifício conta com espinhas solares que se movem ao longo da claraboia, projetadas para adaptar-se às mudanças das condições ambientais. A exposição principal é majoritariamente digital e foca em ideias ao invés de objetos.[1] O museu tem parcerias com importantes universidades brasileiras e instituições científicas globais e coleta de dados em tempo real sobre o clima e a população de agências espaciais e das Nações Unidas. A instituição também tem consultores de várias áreas, como astronautas, cientistas sociais e climatologistas.

Como uma das âncoras do projeto de revitalização urbana chamado Porto Maravilha, o museu recebeu, em 2015, como doação antes de sua inauguração, a escultura Puffed Star II, do renomado artista norte-americano Frank Stella. O trabalho consiste de uma estrela de vinte pontas e seis metros de diâmetro que foi instalado no espelho d'água do museu, em frente à Baía de Guanabara. A escultura metálica, antes da doação para acervo permanente a céu aberto do museu, esteve em exposição na cidade de Nova York.

Um dos objetivos da construção do museu foi fortalecer a identidade cultural e internacional da cidade do Rio de Janeiro. A cidade do Cristo Redentorsempre foi muito conhecida pelas suas praias e eventos, como o carnaval, mas havia a necessidade do fortalecimento da paradiplomacia cultural. Outras cidades, como Londres e Paris, também são muito conhecidas por seus acervos culturais.[4] O Museu foi apresentado como um ícone da reurbanização da zona portuária.

 

Texto: pt.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Amanh%C3%A3

  

The Museum of Tomorrow (Portuguese: Museu do Amanhã) is a science museum in the city of Rio de Janeiro, Brazil. It was designed by Spanish neofuturistic architect Santiago Calatrava, and built next to the waterfront at Pier Maua. Its construction was supported by the Roberto Marinho Foundation and cost approximately 230 million reais. The building was opened on December 17, 2015.

The main exhibition takes visitors through five main areas: Cosmos, Earth, Anthropocene, Tomorrow and Us via a number of experiments and experiences. This intricate yet captivating museum mixes science with an innovative design to focus on sustainable cities and an ecological world.

The museum is part of the city's port area renewal for the 2016 Summer Olympics.

 

Text: en.wikipedia.org/wiki/Museum_of_Tomorrow

  

El Museo del Mañana es un museo de ciencias situado en la ciudad de Río de Janeiro, Brasil. Fue diseñado por el arquitecto español Santiago Calatrava y construido junto al mar en el Muelle Maua. Su construcción fue financiada por la Fundación Roberto Marinho y costó aproximadamente 230 millones de reales. El edificio fue inaugurado el 17 de diciembre de 2015.

La exposición principal lleva a los visitantes a través de cinco zonas principales: Cosmos, Tierra, Antropoceno, Mañana y Ahora mediante varios experimentos y experiencias. El museo mezcla la ciencia con un diseño innovador para centrarse en ciudades sostenibles.

 

Financiado por el ayuntamiento de Río con el apoyo de patrocinadores, el edificio intenta establecer nuevos estándares de sostenibilidad en la ciudad. Comparado con edificios convencionales, sus diseñadores dicen que usa un 40% menos de energía (incluido el 9% de la energía que consume que obtiene del sol), y el sistema de refrigeración aprovecha el agua profunda de la cercana Bahía de Guanabara. La estructura parece destinada a ser una de las atracciones turísticas más importantes de Río. Sus «espinas solares» y el lucernario con forma de ventilador han sido diseñados de manera que el edificio se pueda adaptar a las cambiantes condiciones ambientales.

 

El museo tiene asociaciones con las principales universidades de Brasil y muchas instituciones científicas internacionales y obtiene datos en tiempo real sobre clima y población de agencias espaciales y de las Naciones Unidas. También ha contratado a consultores de varios de campos relacionados, incluidos astronautas, expertos en ciencias sociales y meteorólogos. Se sitúa junto al mar en una zona portuaria que estuvo abandonada durante décadas y actualmente está siendo renovada con nuevos edificios de oficinas, apartamentos y restaurantes. El museo forma parte del proyecto de renovación de la zona portuaria de la ciudad para las Olimpiadas de 2016.

 

Text: es.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Amanh%C3%A3

  

Campo da Srª de Mércules, Castelo Branco, Pt

O pardal na baliza, nesta também em tons de vermelho e mais de verde.

O artista espanhol Jaume Plensa inaugurou nesta segunda-feira (3), na Praia de Botafogo, na Zona Sul do Rio, a escultura do rosto gigante de uma mulher, feito em pedra de mármore e resina. Segundo o escultor, trata-se de uma homenagem a Iemanjá, orixá do qual ele diz ser devoto, e foi construída ao longo de quatro meses pelo artista, que está no Brasil desde novembro. A obra, intitulada 'Awilda', ficará instalada na beira do mar por dois meses, segundo Jaume. A obra faz parte da mostra de arte pública Oir-Outras Ideias para o Rio.

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The Spanish artist Jaume Plensa inaugurated on Monday (3), in Praia de Botafogo in Rio's South Zone, the giant sculpture of the face of a woman, made in marble stone and resin. According to the sculptor, this is an homage to Yemanja, the deity whom he claims to be devout, and was built over four months by the artist, who has been in Brazil since November. The work, entitled 'Awilda', will be installed in the sea for two months, according to Jaume. The work is part of a public art show Oir-Other Ideas for Rio

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El artista español Jaume Plensa inaugurado el lunes (3), en la Praia de Botafogo en Río de Janeiro Zona Sur, la escultura gigante de la cara de una mujer, hecha en piedra de mármol y resina. Según el escultor, se trata de un homenaje a Yemanjá, la deidad a quien dice ser devoto, y fue construido durante cuatro meses por el artista, quien ha estado en Brasil desde noviembre. La obra, titulada "Awilda", se instalará en el mar durante dos meses, de acuerdo con Jaume. El trabajo es parte de un espectáculo de arte público Oir-Otras ideas para Rio

www.olivenca.org

 

O Castelo de Olivença localiza-se na povoação de mesmo nome à margem esquerda do rio Odiana, em território de Espanha, segundo o Estado espanhol, e em território de Portugal actualmente administrado por Espanha, segundo o Estado português. Esta situação de disputa territorial mantém-se desde o Congresso de Viena (1815) e, até hoje, ainda não houve quaisquer negociações entre os dois Estados para a resolver.

História

O castelo medieval

 

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, o território à margem esquerda do rio Guadiana foi dominado quando da conquista definitiva de Badajoz pelas forças de Afonso IX de Leão, na Primavera de 1230.

 

Como compensação pelos serviços prestados nessa conquista, o soberano fez a doação dos domínios de Burguillos e de Alconchel aos cavaleiros da Ordem do Templo, para que os povoassem e defendessem. Em algum momento entre esta doação e o ano de 1256, a Ordem estabeleceu a Comenda de Olivença, à época uma pequena povoação que se afirmava em torno de uma fonte (atual Fuente de La Corna), voltada para a agricultura e para a pastorícia. Nesse local, os Templários ergueram um castelo, uma Igreja sob a invocação de Santa Maria, organizando a exploração econômica da comunidade.

 

Ao mesmo tempo em que a Ordem do Templo e a Ordem de Santiago se expandiam para o Sul sob o reinado de Fernando III de Leão e Castela, registrava-se a expansão portuguesa na margem esquerda do rio Guadiana, de tal modo que sob o reinado de Afonso X de Leão e Castela foram por aquele soberano tomadas duas medidas:

 

a Convenção de Badajoz (1267), que afirmou o curso dos rios Caia e Guadiana como raia entre os domínos de Castela e de Portugal; e

a remoção da Ordem do Templo dos domínios raianos de Olivença, com a integração dos mesmos ao Concelho e Bispado de Badajoz.

 

Castelo de Olivença.

 

Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), entretanto, o equilíbrio de forças assim obtido alterou-se a favor de Portugal: em Castela, o falecimento prematuro de Sancho IV de Castela (1284-1295), a regência de D. Maria de Molina e a menoridade de Fernando IV de Castela, acarretam grave crise política que conduz à sublevação da nobreza. Como agravante deste quadro de guerra civil, os muçulmanos intentam uma contra-ofensiva. O soberano português, aproveitando-se desta conjuntura, através de uma combinação de pressão militar e diplomática, age para recuperar os domínios portugueses perdidos na margem esquerda do rio Guadiana: Mértola, Noudar e Mourão, com a assinatura da Convenção de Ciudad Rodrigo (1295).

 

Com a assinatura do Tratado de Alcanices (1297), os domínios de Olivença e seu castelo foram confirmados na posse da Coroa portuguesa, revalorizando-lhe a posição estratégica frente a Badajoz, o que se traduziu num progressivo incremento das fortificações da primeira.

 

Desse modo, a partir de 1298 D. Dinis iniciou a reconstrução das primitivas defesas dos Templários, ampliando a cerca da vila que, com planta quadrada passou a ser amparada por quatorze torres. Os trabalhos tiveram prosseguimento no reinado de seu sucessor, Afonso IV de Portugal (1325-1357), que os completou em 1335, com a construção da Alcáçova em seu interior, no vértice a Norte.

 

Durante as guerras fernandinas, no último terço do século XIV, Olivença recebeu uma nova cerca mais extensa, de planta oval, onde se rasgavam cinco portas. Embora esta estrutura não tenha chegado até nós, uma vez que foi inteiramente demolida, a forma de seu traçado persiste na malha urbana que condicionou.

 

Posteriormente, sob o reinado de João II de Portugal (1481-1495), este soberano fez levantar, no recinto da Alcáçova, a mais alta torre de menagem da linha raiana (1488). Elevando-se a 35 metros de altura, o conjunto recebeu o reforço de um fosso inundado. O seu topo era acedido por um conjunto de 17 rampas, que permitia a movimentação de peças de artilharia. Esta obra monumental próxima a Badajoz, erguida em tempo de paz, foi acompanhada à distância, com suspeição, pela Coroa de Castela.

 

Ao se iniciar o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), desenvolveu-se uma nova etapa construtiva nas fortificações de Olivença: a cerca fernandina foi demolida por Afonso Mendes de Oliveira e a sua pedra aproveitada na construção de uma terceira cerca, da qual dispomos a iconografia de Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509).

 

Este soberano foi responsável, ainda, por outra importante estrutura militar para a defesa de Olivença: a construção de uma ponte fortificada sobre o rio Guadiana, visando assegurar as comunicações entre as tropas portuguesas nas duas margens, a chamada Ponte da Ajuda.

A Guerra da Restauração e a Praça-forte de Olivença

 

No contexto da Guerra da Restauração da independência de Portugal, a posição de Olivença readquiriu importância estratégica. Desse modo, uma nova etapa construtiva teve lugar, demolindo-se para esse fim a antiga cerca manuelina e reaproveitando-se a sua pedra para erguer uma quarta muralha, amparada por nove baluartes.

 

No contexto da Guerra Peninsular, a Praça-forte de Olivença passou para o domínio espanhol. O conjunto defensivo foi bastante danificado durante a Guerra da Independência Espanhola (1808-1814) e pelo seu subsequente abandono.

Na actualidade

 

Em 1975 o antigo castelo sofreu uma extensa campanha de restauração, quando as suas dependências foram requalificadas, passando a sediar o Museu Etnográfico de Olivença.

 

Em 2006 o castelo sofreu nova intervenção, tendo sido restaurada a porta de São Sebastião.

Características

 

Constituía-se em um castelo com muralhas espessas e elevadas, em alvenaria de pedra, reforçadas por grandes torres de paredes cegas. A defesa era efetuada a partir dos matacães, uma vez que não possuía ameias.

 

As muralhas eram rasgadas por três portas, de que se conservaram duas: a Porta de Alconchel, em arco de volta perfeita, defendida por duas torres; e a Porta dos Anjos, também em arco de volta perfeita mas rematada por um frontão. A terceira porta, sob a invocação de São Sebastião, também em arco de volta perfeita, foi reconstruída no contexto dos trabalhos de restauração, em 2006.

 

A torre de menagem mede 40 metros de altura por 18 de lado e é dividida internamente em três pavimentos, onde se destaca a decoração do último. É acedida por dezassete rampas com cobertura em abóbada de canhão permitindo o trânsito de peças de artilharia.

 

Como apoio à defesa, os portugueses construíram ainda diversas atalaias de vigilância, com a função de comunicar à guarnição do castelo os movimentos das tropas castelhanas. pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Oliven%C3%A7a

www.olivenca.org

 

O Castelo de Olivença localiza-se na povoação de mesmo nome à margem esquerda do rio Odiana, em território de Espanha, segundo o Estado espanhol, e em território de Portugal actualmente administrado por Espanha, segundo o Estado português. Esta situação de disputa territorial mantém-se desde o Congresso de Viena (1815) e, até hoje, ainda não houve quaisquer negociações entre os dois Estados para a resolver.

História

O castelo medieval

 

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, o território à margem esquerda do rio Guadiana foi dominado quando da conquista definitiva de Badajoz pelas forças de Afonso IX de Leão, na Primavera de 1230.

 

Como compensação pelos serviços prestados nessa conquista, o soberano fez a doação dos domínios de Burguillos e de Alconchel aos cavaleiros da Ordem do Templo, para que os povoassem e defendessem. Em algum momento entre esta doação e o ano de 1256, a Ordem estabeleceu a Comenda de Olivença, à época uma pequena povoação que se afirmava em torno de uma fonte (atual Fuente de La Corna), voltada para a agricultura e para a pastorícia. Nesse local, os Templários ergueram um castelo, uma Igreja sob a invocação de Santa Maria, organizando a exploração econômica da comunidade.

 

Ao mesmo tempo em que a Ordem do Templo e a Ordem de Santiago se expandiam para o Sul sob o reinado de Fernando III de Leão e Castela, registrava-se a expansão portuguesa na margem esquerda do rio Guadiana, de tal modo que sob o reinado de Afonso X de Leão e Castela foram por aquele soberano tomadas duas medidas:

 

a Convenção de Badajoz (1267), que afirmou o curso dos rios Caia e Guadiana como raia entre os domínos de Castela e de Portugal; e

a remoção da Ordem do Templo dos domínios raianos de Olivença, com a integração dos mesmos ao Concelho e Bispado de Badajoz.

 

Castelo de Olivença.

 

Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), entretanto, o equilíbrio de forças assim obtido alterou-se a favor de Portugal: em Castela, o falecimento prematuro de Sancho IV de Castela (1284-1295), a regência de D. Maria de Molina e a menoridade de Fernando IV de Castela, acarretam grave crise política que conduz à sublevação da nobreza. Como agravante deste quadro de guerra civil, os muçulmanos intentam uma contra-ofensiva. O soberano português, aproveitando-se desta conjuntura, através de uma combinação de pressão militar e diplomática, age para recuperar os domínios portugueses perdidos na margem esquerda do rio Guadiana: Mértola, Noudar e Mourão, com a assinatura da Convenção de Ciudad Rodrigo (1295).

 

Com a assinatura do Tratado de Alcanices (1297), os domínios de Olivença e seu castelo foram confirmados na posse da Coroa portuguesa, revalorizando-lhe a posição estratégica frente a Badajoz, o que se traduziu num progressivo incremento das fortificações da primeira.

 

Desse modo, a partir de 1298 D. Dinis iniciou a reconstrução das primitivas defesas dos Templários, ampliando a cerca da vila que, com planta quadrada passou a ser amparada por quatorze torres. Os trabalhos tiveram prosseguimento no reinado de seu sucessor, Afonso IV de Portugal (1325-1357), que os completou em 1335, com a construção da Alcáçova em seu interior, no vértice a Norte.

 

Durante as guerras fernandinas, no último terço do século XIV, Olivença recebeu uma nova cerca mais extensa, de planta oval, onde se rasgavam cinco portas. Embora esta estrutura não tenha chegado até nós, uma vez que foi inteiramente demolida, a forma de seu traçado persiste na malha urbana que condicionou.

 

Posteriormente, sob o reinado de João II de Portugal (1481-1495), este soberano fez levantar, no recinto da Alcáçova, a mais alta torre de menagem da linha raiana (1488). Elevando-se a 35 metros de altura, o conjunto recebeu o reforço de um fosso inundado. O seu topo era acedido por um conjunto de 17 rampas, que permitia a movimentação de peças de artilharia. Esta obra monumental próxima a Badajoz, erguida em tempo de paz, foi acompanhada à distância, com suspeição, pela Coroa de Castela.

 

Ao se iniciar o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), desenvolveu-se uma nova etapa construtiva nas fortificações de Olivença: a cerca fernandina foi demolida por Afonso Mendes de Oliveira e a sua pedra aproveitada na construção de uma terceira cerca, da qual dispomos a iconografia de Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509).

 

Este soberano foi responsável, ainda, por outra importante estrutura militar para a defesa de Olivença: a construção de uma ponte fortificada sobre o rio Guadiana, visando assegurar as comunicações entre as tropas portuguesas nas duas margens, a chamada Ponte da Ajuda.

A Guerra da Restauração e a Praça-forte de Olivença

 

No contexto da Guerra da Restauração da independência de Portugal, a posição de Olivença readquiriu importância estratégica. Desse modo, uma nova etapa construtiva teve lugar, demolindo-se para esse fim a antiga cerca manuelina e reaproveitando-se a sua pedra para erguer uma quarta muralha, amparada por nove baluartes.

 

No contexto da Guerra Peninsular, a Praça-forte de Olivença passou para o domínio espanhol. O conjunto defensivo foi bastante danificado durante a Guerra da Independência Espanhola (1808-1814) e pelo seu subsequente abandono.

Na actualidade

 

Em 1975 o antigo castelo sofreu uma extensa campanha de restauração, quando as suas dependências foram requalificadas, passando a sediar o Museu Etnográfico de Olivença.

 

Em 2006 o castelo sofreu nova intervenção, tendo sido restaurada a porta de São Sebastião.

Características

 

Constituía-se em um castelo com muralhas espessas e elevadas, em alvenaria de pedra, reforçadas por grandes torres de paredes cegas. A defesa era efetuada a partir dos matacães, uma vez que não possuía ameias.

 

As muralhas eram rasgadas por três portas, de que se conservaram duas: a Porta de Alconchel, em arco de volta perfeita, defendida por duas torres; e a Porta dos Anjos, também em arco de volta perfeita mas rematada por um frontão. A terceira porta, sob a invocação de São Sebastião, também em arco de volta perfeita, foi reconstruída no contexto dos trabalhos de restauração, em 2006.

 

A torre de menagem mede 40 metros de altura por 18 de lado e é dividida internamente em três pavimentos, onde se destaca a decoração do último. É acedida por dezassete rampas com cobertura em abóbada de canhão permitindo o trânsito de peças de artilharia.

 

Como apoio à defesa, os portugueses construíram ainda diversas atalaias de vigilância, com a função de comunicar à guarnição do castelo os movimentos das tropas castelhanas. pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Oliven%C3%A7a

Basílica da Sagrada Família

 

Texto, em português, da Wikipédia, a enciclopédia livre:

Templo Expiatório da Sagrada Família

Templo Expiatório da Sagrada Família, e também conhecido simplesmente como Sagrada Família, é um grande templo católico da cidade catalã de Barcelona (Espanha), desenhado pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí, e considerado por muitos críticos como a sua obra-prima e expoente da arquitetura modernista catalã. Financiado unicamente por contribuições privadas , o projeto foi iniciado em 1882 e assumido por Gaudí em 1883, quando tinha 31 anos de idade, dedicando-lhe os seus últimos 40 anos de vida, os últimos quinze de forma exclusiva. A construção foi suspensa em 1936 devido à Guerra Civil Espanhola e não se estima a conclusão para antes de 2026, centenário da morte de Gaudí.

 

A construção começou em estilo neogótico, mas o projeto foi reformulado completamente por Gaudí ao assumi-lo. O templo foi projetado para ter três grandes fachadas: a Fachada da Natividade, quase terminada com Gaudí ainda em vida, a Fachada da Paixão, iniciada em 1952, e a Fachada da Glória, ainda por completar. Segundo o seu proceder habitual, a partir de esboços gerais do edifício Gaudí improvisou a construção à medida que esta avançava. O templo, quando estiver terminado, disporá de 18 torres : quatro em cada uma das três entradas-portais, a jeito de cúpulas; irá ter um sistema de seis torres, com a torre do zimbório central dedicada a Jesus Cristo, de 170 metros de altura, outras quatro ao redor desta, dedicadas aos evangelistas, e um segundo zimbório dedicado à Virgem. O interior estará formado por inovadoras colunas arborescentes inclinadas e abóbadas baseadas em hiperboloides e paraboloides buscando a forma ótima da catenária. Estima-se que poderá levar no seu coro 1500 cantores, 700 crianças e cinco órgãos. Em 1926, ano em que faleceu Gaudí, apenas estava construída uma torre. Do projeto do edifício só ficaram planos e um modelo em gesso que resultou muito danificado durante a Guerra Civil Espanhola. Desde então prosseguiram as obras: atualmente (2015) estão terminados os portais da Natividade e da Paixão, e foi iniciado o da Glória, estando em construção as abóbadas interiores.

 

A obra que realizou Gaudí - a fachada da Natividade e a cripta - foi incluída pela UNESCO em 2005 no Sítio do Patrimônio Mundial com o título «Obras de Antoni Gaudí».

 

História

O propósito de construir um templo expiatório dedicado à Sagrada Família em uns novos terrenos do Eixample barcelonês foi do livreiro Josep Maria Bocabella, para o que fundou a Associação de Devotos de São José. Para isso foi adquirido um quarteirão inteiro do Eixample num lugar conhecido como El Poblet, perto do Camp de l'Arpa, em Sant Martí de Provençals, entre as ruas Provença, Maiorca, Marina e Sardenya.

O projeto foi entregue em primeiro lugar a Francisco de Paula del Villar y Lozano, que propôs um conjunto neogótico, recusando a sugestão de Bocabella de fazer uma réplica do Santuário da Santa Casa de Loreto . O projeto de Villar consistia numa igreja de três naves, com os elementos típicos do gótico, como os vitrais alveolados, os contrafortes exteriores e um alto campanário em forma de agulha. A primeira pedra foi colocada a 19 de Março de 1882, dia de São José, com a presença do então bispo de Barcelona José María Urquinaona. Gaudí assistiu à cerimônia, já que tinha trabalhado como ajudante de Villar em vários projetos. As obras não se iniciaram até 25 de Agosto de 1883, sendo adjudicadas ao empreiteiro Macari Planella i Roura.

Em 1883, Villar renunciou por desavenças com Joan Martorell, arquiteto assessor de Bocabella. O projeto foi oferecido ao próprio Martorell, mas, ao recusar, este foi oferecido a um jovem Gaudí de 31 anos; Gaudí fora ajudante de Martorell em várias construções, fato que motivara a recomendação de Gaudí, que ainda não executara grandes obras. Ao encarregar-se Gaudí do projeto, modificou-o por inteiro - salvo a parte já construída da cripta -, imprimindo-lhe o seu estilo peculiar. Durante os remanescentes 43 anos da sua vida trabalhou intensamente na obra, os últimos 15 anos de forma exclusiva. Esta dedicação tão intensa tem a sua explicação, para além da magnitude da obra, pela circunstância de Gaudí definir muitos aspetos à medida que a construção avançava, em lugar de os ter concretizado previamente nos seus planos e instruções. Por isso a sua presença pessoal na obra era de grande importância.

Durante a vida de Gaudí somente foi feita a fachada da Natividade , com escultura de Carles Mani, Llorenç Matamala e Joan Matamala, contando com os desenhos de Ricard Opisso; Gaudí apenas chegou a ver coroada a torre de São Barnabé antes do seu falecimento. À morte de Gaudí encarregou-se das obras o seu ajudante Domènec Sugrañes, durante os anos 1926-1936, acabando as três torres que ficavam na fachada da Natividade.

Durante a Guerra Civil Espanhola ficou destruída na sua maior parte a oficina na qual Gaudí trabalhara, e onde se encontravam os seus croquis, maquetes e modelos . Por esta causa e pela particular maneira de trabalhar Gaudí, não ficaram planos nem diretrizes a respeito de como devia terminar-se o templo. Portanto, quando em 1944 prosseguiu a construção da Sagrada Família, teve de definir-se em primeiro lugar como devia proceder-se, para edificar o templo da forma mais fiel aos princípios de Gaudí.

À frente desta gigantesca tarefa estiveram os arquitetos Francesc Quintana, Isidre Puig i Boada e Lluís Bonet i Garí, enquanto da obra escultórica se encarregou Jaume Busquets. Posteriormente, quando se construiu a fachada da Paixão, o conjunto principal das figuras escultóricas foi encarregado a Josep Maria Subirachs . As obras deste último originaram certa polêmica, devido a ter criado esculturas totalmente contemporâneas afastadas do estilo realista que Gaudí incluiu na fachada da Natividade. O escultor japonês Etsuro Sotoo colaborou em algumas esculturas da fachada da Natividade . Desde 1987 que as obras estão sob a direção do arquiteto Jordi Bonet i Armengol.

Projeto de praça estrelada para a Sagrada Família (1916).

Um dos pontos que suscitou maior controvérsia em relação ao templo é a sua situação no tecido urbanístico de Barcelona: quando começaram as obras encontrava-se num descampado, mas rapidamente ficou integrado no rápido desenvolvimento da cidade em princípios do século XX. Em 1905 Gaudí realizou um projeto para englobar a Sagrada Família dentro do Plano Jaussely, o novo projeto de alargamento barcelonês: concebeu situar o templo dentro de uma zona ajardinada em forma de estrela octogonal, que teria proporcionado uma excelente visão do templo a partir de todas as zonas circundantes. Finalmente, devido ao custo dos terrenos, reduziu o projeto a uma estrela de quatro pontas, que permitia uma ampla visão de todos os vértices. Contudo, o plano de Gaudí não se levou a cabo: em 1975 o Município de Barcelona realizou um estudo urbanístico que previa reabilitar uma zona em forma de cruz em torno da Sagrada Família, com quatro praças ajardinadas em cada extremo do templo ; mesmo assim, atualmente existem apenas duas destas praças, e a criação das novos espaços implicaria demolir vários edifícios, pelo qual ainda se estuda a solução ideal para enquadrar a Sagrada Família numa envolvente apropriada.

O Templo da Sagrada Família teve vários eventos destacados: em 1920 celebrou-se o Ano Jubilar de São José com procissões, peregrinações e missas, e cantou-se o Aleluia de O Messias de Händel por mil cantores de orfeões vindos de toda a Catalunha, dirigidos por Lluís Millet. Em 1953, por ocasião do 35º Congresso Eucarístico Internacional celebrado em Barcelona, foi inaugurada a iluminação artística da fachada da Natividade. Em 1981 abriu-se a praça Gaudí frente à Sagrada Família, com um projeto de jardins de Nicolau Maria Rubió i Tudurí, onde se destaca o tanque, em cujas águas fica refletido o templo. Ao ano seguinte, por ocasião do centenário da colocação da primeira pedra, o templo recebeu a visita do Papa João Paulo II. Igualmente, a 18 de Março de 2007 foi comemorado o 125.º aniversário da colocação da primeira pedra do templo com uma festa, concertos e bailando uma sardana em redor de todo o templo. O templo é palco habitual de numerosos atos culturais e encontros religiosos.

Veja o texto completo no site pt.wikipedia.org/wiki/Templo_Expiat%C3%B3rio_da_Sagrada_F...

 

A text, in english, from barcelona.de/en/barcelona-sagrada-familia.html

 

The basilica Sagrada Familia

Antoni Gaudí's life work is an UNESCO world heritage

 

The Sagrada Familia is one of the most famous landmarks in Barcelona. Since 1882 it was built at the church in the district Eixample built. From 1883 the Catalan architect Antoni Gaudí took over the leadership of the works until his death in 1926. The building is significantly influenced by him. The church is such a huge size, so they often referred it as "cathedral", but without having a bishop's seat. Pope Benedict XVI. inaugurates the Sagrada Familia on November 7, 2010. The church building is raised to a basilica.

Much time should allow for the visit of the details of the facades, where many embassies and biblical stories are hidden.

With the completion in 2026 expected, the construction is financed solely from donations and ticket money. Currently, 8 out of 12 about 100 meters tall bell towers are completed. The higher towers of the facade of the glory will be built and the central dome with a height of over 170 meters. Currently, part of the cloister is the building of the apse dome.

 

The start of construction of the Sagrada Familia.

Mid-19th Century the booksellers José María Boca Bella , Chairman of the Holy Brotherhood, planned a church in Barcelona to build and to devote the Holy Family ( "Sagrada Familia"). The land he choose was a parcel within the "Poblet (village). He preferred a fundamental step closer to the city centre out. Because of the already high land prices this was not possible.

The planning of the church began with the architect of the Diocese Francisco del Villar. He designed a church in Gothic style and began in 1882 with the construction of the crypt. Because of fundamental disagreements with Boca Bella he had to resign from his job. A few months later in 1883, the young architect Antoni Gaudí took over his work.

Gaudí took place in the Sagrada Familia his life's work. He worked until his death on 10th June 1926.

Under Gaudí the church won because of their extensive dimension and its lush design with such importance that they soon called it "the Cathedral". Also Gaudí even called it, although they do not house a bishop. He was convinced that one day the city would be known as "his" church.

 

Gaudí shaped espacially the Sagrada Familia . Many new parts are built according to plans, which are hardly ever received and often depend on assumptions as the great architect had originally planned. Of course everyone is sure of one thing: the Church Sagrada family in case of completion in respect to all previously built churches of Christendom will surpass all in greatness.

As a church, the Sagrada Familia should not only be seen in the artistic point of view. It must be the consideration of building facades with its towers and even religion.

 

Tips for visiting the Sagrada Familia.

The Sagrada Familia is the most visited monument in Spain. At peak times therefore sometimes one can queue in front of the house and cash in on the elevators of the towers which go up, on the other. The largest are the queues in the late morning. So if you dont want to stay in the queue, use the time to the cathedral from a distance, the two places right and left of the Sagrada Familia from them.

On the rear lifts, in the towers of the facade of the birth of Christ which goes up, the queue is much shorter. Do not return to down the lifts, use the stairs. Only then do you see the absolutely stunning spiral staircase.

Pardal-espanhol, Spanish Sparrow (Passer hispaniolensis)

 

Obrigado a quem comentou ou marcou a foto como favorita, foi sinceramente apreciado.

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Merci à tous ceux qui ont commenté ou mis en favori la photo, j'ai sincèrement apprécié.

 

www.olivenca.org

 

O Castelo de Olivença localiza-se na povoação de mesmo nome à margem esquerda do rio Odiana, em território de Espanha, segundo o Estado espanhol, e em território de Portugal actualmente administrado por Espanha, segundo o Estado português. Esta situação de disputa territorial mantém-se desde o Congresso de Viena (1815) e, até hoje, ainda não houve quaisquer negociações entre os dois Estados para a resolver.

História

O castelo medieval

 

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, o território à margem esquerda do rio Guadiana foi dominado quando da conquista definitiva de Badajoz pelas forças de Afonso IX de Leão, na Primavera de 1230.

 

Como compensação pelos serviços prestados nessa conquista, o soberano fez a doação dos domínios de Burguillos e de Alconchel aos cavaleiros da Ordem do Templo, para que os povoassem e defendessem. Em algum momento entre esta doação e o ano de 1256, a Ordem estabeleceu a Comenda de Olivença, à época uma pequena povoação que se afirmava em torno de uma fonte (atual Fuente de La Corna), voltada para a agricultura e para a pastorícia. Nesse local, os Templários ergueram um castelo, uma Igreja sob a invocação de Santa Maria, organizando a exploração econômica da comunidade.

 

Ao mesmo tempo em que a Ordem do Templo e a Ordem de Santiago se expandiam para o Sul sob o reinado de Fernando III de Leão e Castela, registrava-se a expansão portuguesa na margem esquerda do rio Guadiana, de tal modo que sob o reinado de Afonso X de Leão e Castela foram por aquele soberano tomadas duas medidas:

 

a Convenção de Badajoz (1267), que afirmou o curso dos rios Caia e Guadiana como raia entre os domínos de Castela e de Portugal; e

a remoção da Ordem do Templo dos domínios raianos de Olivença, com a integração dos mesmos ao Concelho e Bispado de Badajoz.

 

Castelo de Olivença.

 

Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), entretanto, o equilíbrio de forças assim obtido alterou-se a favor de Portugal: em Castela, o falecimento prematuro de Sancho IV de Castela (1284-1295), a regência de D. Maria de Molina e a menoridade de Fernando IV de Castela, acarretam grave crise política que conduz à sublevação da nobreza. Como agravante deste quadro de guerra civil, os muçulmanos intentam uma contra-ofensiva. O soberano português, aproveitando-se desta conjuntura, através de uma combinação de pressão militar e diplomática, age para recuperar os domínios portugueses perdidos na margem esquerda do rio Guadiana: Mértola, Noudar e Mourão, com a assinatura da Convenção de Ciudad Rodrigo (1295).

 

Com a assinatura do Tratado de Alcanices (1297), os domínios de Olivença e seu castelo foram confirmados na posse da Coroa portuguesa, revalorizando-lhe a posição estratégica frente a Badajoz, o que se traduziu num progressivo incremento das fortificações da primeira.

 

Desse modo, a partir de 1298 D. Dinis iniciou a reconstrução das primitivas defesas dos Templários, ampliando a cerca da vila que, com planta quadrada passou a ser amparada por quatorze torres. Os trabalhos tiveram prosseguimento no reinado de seu sucessor, Afonso IV de Portugal (1325-1357), que os completou em 1335, com a construção da Alcáçova em seu interior, no vértice a Norte.

 

Durante as guerras fernandinas, no último terço do século XIV, Olivença recebeu uma nova cerca mais extensa, de planta oval, onde se rasgavam cinco portas. Embora esta estrutura não tenha chegado até nós, uma vez que foi inteiramente demolida, a forma de seu traçado persiste na malha urbana que condicionou.

 

Posteriormente, sob o reinado de João II de Portugal (1481-1495), este soberano fez levantar, no recinto da Alcáçova, a mais alta torre de menagem da linha raiana (1488). Elevando-se a 35 metros de altura, o conjunto recebeu o reforço de um fosso inundado. O seu topo era acedido por um conjunto de 17 rampas, que permitia a movimentação de peças de artilharia. Esta obra monumental próxima a Badajoz, erguida em tempo de paz, foi acompanhada à distância, com suspeição, pela Coroa de Castela.

 

Ao se iniciar o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), desenvolveu-se uma nova etapa construtiva nas fortificações de Olivença: a cerca fernandina foi demolida por Afonso Mendes de Oliveira e a sua pedra aproveitada na construção de uma terceira cerca, da qual dispomos a iconografia de Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509).

 

Este soberano foi responsável, ainda, por outra importante estrutura militar para a defesa de Olivença: a construção de uma ponte fortificada sobre o rio Guadiana, visando assegurar as comunicações entre as tropas portuguesas nas duas margens, a chamada Ponte da Ajuda.

A Guerra da Restauração e a Praça-forte de Olivença

 

No contexto da Guerra da Restauração da independência de Portugal, a posição de Olivença readquiriu importância estratégica. Desse modo, uma nova etapa construtiva teve lugar, demolindo-se para esse fim a antiga cerca manuelina e reaproveitando-se a sua pedra para erguer uma quarta muralha, amparada por nove baluartes.

 

No contexto da Guerra Peninsular, a Praça-forte de Olivença passou para o domínio espanhol. O conjunto defensivo foi bastante danificado durante a Guerra da Independência Espanhola (1808-1814) e pelo seu subsequente abandono.

Na actualidade

 

Em 1975 o antigo castelo sofreu uma extensa campanha de restauração, quando as suas dependências foram requalificadas, passando a sediar o Museu Etnográfico de Olivença.

 

Em 2006 o castelo sofreu nova intervenção, tendo sido restaurada a porta de São Sebastião.

Características

 

Constituía-se em um castelo com muralhas espessas e elevadas, em alvenaria de pedra, reforçadas por grandes torres de paredes cegas. A defesa era efetuada a partir dos matacães, uma vez que não possuía ameias.

 

As muralhas eram rasgadas por três portas, de que se conservaram duas: a Porta de Alconchel, em arco de volta perfeita, defendida por duas torres; e a Porta dos Anjos, também em arco de volta perfeita mas rematada por um frontão. A terceira porta, sob a invocação de São Sebastião, também em arco de volta perfeita, foi reconstruída no contexto dos trabalhos de restauração, em 2006.

 

A torre de menagem mede 40 metros de altura por 18 de lado e é dividida internamente em três pavimentos, onde se destaca a decoração do último. É acedida por dezassete rampas com cobertura em abóbada de canhão permitindo o trânsito de peças de artilharia.

 

Como apoio à defesa, os portugueses construíram ainda diversas atalaias de vigilância, com a função de comunicar à guarnição do castelo os movimentos das tropas castelhanas. pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Oliven%C3%A7a

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