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canções de alinhavo, IX

 

L'Indiffferent de Watteau é um gato acordado.

Os gatos são indiferença armada. Inútil considerá-los

superfícies elásticas de veludo e macieza de existir.

Tantas vezes me arranhei ao contato deles que hoje

eu próprio me arranho e firo, felino maquinal.

Penso o gato e sua destreza, o gato e seu magnetismo.

Sua imobilidade contém todas as circunstâncias

e ângulos de ataque. Assim me seduz

o possível de um gato dormindo. [...]

{Carlos Drummond de Andrade, em Corpo [fragmento]}

Ontem fez um aninho que ele chegou e nem deu para falar nada. Achei que esse ano daria para comprar alguém para fazer dupla com ele e não rolou, fazer o que acho que ele curte se o "lobo solitário" rsrsrs

 

Hoje o estagio foi mais tranquilo, mais nota-se certas atitudes que vou te contar, só segrega e não acrescenta em anda, as pessoas que você mais te considera sempre te surpreendem negativamente, porque a maior verdade é, se tiver passando por problemas ou estiver chateado com algo não conte para ninguém, eles vão usar contra você.

Liceu Nacional de Matosinhos / Escola n.º 2 de Matosinhos / Escola Secundária Augusto Gomes – Matosinhos / Escola Secundária com 3.º ciclo Augusto Gomes / Escola Secundária Augusto Gomes (ESAG) -

Ano letivo de 1964/65:

face ao crescente aumento do número de alunos desde o início da década de 1950, o Liceu Normal de D. Manuel II acabou por abrir, e por tutelar pedagógica e administrativamente com o apoio da Câmara Municipal de Matosinhos a nível de equipamentos e material didático, a Secção de Matosinhos do Liceu Normal de D. Manuel II, de frequência mista, que funcionou no edifício onde mais tarde foi instalado o Tribunal de Matosinhos e também no Palacete Visconde de Trevões e seus espaços abertos.

01/10/1968:

essa Secção deu lugar à Escola Preparatória António Nobre no Palacete Visconde de Trevões e seus espaços abertos (aonde eu frequentei o Ciclo Preparatório do Ensino Liceal de outubro de 1969 a junho de 1971), mas manteve-se a funcionar apenas no outro edifício.

01/10/1972:

essa Secção encerrou (e, nesse edifício, funcionou depois o Tribunal de Matosinhos antes de ter mudado para as atuais instalações), dando lugar ao Liceu Nacional de Matosinhos que foi inaugurado em 1972 na Rua de Damão;

situa-se limitado a sul pelo concelho do Porto e a norte, nordeste e este, pelas freguesias de Leça da Palmeira, Guifões e Senhora da Hora respetivamente, não distando mais de 50 m da Junta de Freguesia e de 200 m do Tribunal de Comarca de Matosinhos;

frequentei-o desde o início das aulas neste liceu, outubro de 1972 (no 2.º ano do 2.º ciclo liceal, o equivalente ao antigo 4.º ano liceal e ao atual 8.º ano do ensino básico), até junho de 1976 (conclusão do 2.º ano do 3.º ciclo liceal na Área de Ciências, o equivalente ao antigo 7.º ano liceal e aos atuais 11.º e 12.º anos do ensino secundário), tendo eu em setembro de 1976 sido aprovado com 18 valores no exame à disciplina suplementar de Geografia que fiz como aluno autoproposto / externo.

até fins de abril de 1974, o ex-vice-reitor da Secção de Matosinhos do Liceu Normal de D Manuel II, Manuel Gouveia Cássio, foi o 1.º e único reitor do Liceu Nacional de Matosinhos.

Desde 22/11/1979, passou a chamar-se Escola n.º 2 de Matosinhos de acordo com a Portaria n.º 608/79, de 22 de novembro;

em 1989, recebeu a designação de Escola Secundária Augusto Gomes – Matosinhos;

em 2002, o seu nome passou a ser Escola Secundária com 3.º ciclo Augusto Gomes;

atualmente, é a Escola Secundária Augusto Gomes (ESAG).

 

Decreto-Lei n.º 447/71, de 25 de outubro (da Direcção-Geral do Ensino Liceal do Ministério da Educação Nacional) -

Considerando que se encontra em curso, ou pelo menos prevista no III Plano de Fomento, a construção de edifícios para liceus nas seguintes localidades: Almada, Barreiro, Espinho, Lisboa (um na Junqueira e outro nos Olivais), Matosinhos, Algés, Porto (zona nordeste), Que-luz, Portalegre e Tomar;

Considerando que dos liceus acima referidos só os de Lisboa (Junqueira) e Portalegre foram objecto de criação legal;

Considerando que alguns dos liceus acima referidos já devem entrar em funcionamento no ano lectivo de 1972-1973, havendo necessidade de serem criados a tempo de se abrirem os concursos de provimento dos seus quadros;

Considerando que as secções liceais de Barcelos, Torres Vedras, Santo Tirso, Penafiel, Abrantes, S. João da Madeira, Mirandela, Sintra, Ovar, Oliveira de Azeméis e Vila Nova de Famalicão já ministram ou vão ministrar o 3.º ciclo liceal em 1971-1972, funcionando sem os respectivos quadros do pessoal docente, de secretaria e menor, por vezes a grande distância dos liceus de que dependem;

Considerando que é de toda a conveniência pedagógica e administrativa a substituição destas secções por liceus;

Considerando a grande frequência da secção da Amadora;

Considerando que, devido à falta de professores do sexo masculino, se justifica a criação de uma secção feminina em cada um dos liceus a criar;

Nestes termos:

Usando da faculdade conferida pela 1.ª parte do n.º 2.º do artigo 109.º da Constituição, o Governo decreta e eu promulgo, para valer como lei, o seguinte:

Artigo 1.º É criado um liceu nacional misto em cada uma das seguintes localidades:

a) Almada, com quarenta salas b) Espinho, com quarenta salas;

c) Lisboa (Olivais), com a denominação de D. Dinis e quarenta salas;

d) Matosinhos, com quarenta salas; e) Algés, com quarenta salas;

f) Porto, com a denominação de António Nobre e quarenta salas;

g) Queluz, com quarenta salas; h) Tomar, com trinta salas;

i) Amadora, com quarenta salas; j) Torres Vedras, com quarenta salas;

k) Sintra, com a construção de mais um pavilhão;

l) Abrantes, com trinta salas; m) Barreiro, com quarenta salas;

n) S. João da Madeira, com trinta salas; o) Barcelos, com trinta salas;

p) Santo Tirso, com trinta salas; q) Penafiel, com trinta salas;

r) Mirandela, com trinta salas; s) Ovar, com trinta salas;

t) Oliveira de Azeméis, com trinta salas; u) Vila Nova de Famalicão, com trinta salas.

Art. 2.º São criadas secções femininas em todos os liceus constantes do artigo anterior.

Art. 3.º Os quadros do pessoal dos liceus e das secções femininas a que se referem os artigos anteriores são os constantes das tabelas n.ºs 1, 2, 3 e 4 anexas ao presente decreto-lei.

Art. 4.º Considera-se ampliado de vinte e um lugares de médico escolar e de vinte e um de visitadora o quadro anexo ao Decreto-Lei n.º 37869, de 29 de Junho de 1950.

Art. 5.º O Ministro da Educação Nacional fixará em despacho, com o acordo do Ministro das Finanças, as datas a partir das quais se fará o provimento dos quadros a que se referem os artigos 1.º e 2.º e em que entrarão em funcionamento os liceus e secções femininas agora criados.

Visto e aprovado em Conselho de Ministros. - Marcello Caetano - João Augusto Dias Rosas - José Veiga Simão.

Promulgado em 15 de Outubro de 1971.

Publique-se.

O Presidente da República, AMÉRICO DEUS RODRIGUES THOMAZ.

Teve nem graça a minha, mimimi!

Fui taggeada pela Ines e pela Nany. Esqueci de colocar na foto os lindos da Kelly! Tenho o Sírius, Polaris e Vega, que são lindamente diferentes dos outros que eu já tinha. São 17 no total!

 

Esse definitivamente não é meu acabamento preferido, não me queimem hahaha.. Mas aos Jades não dá pra resistir, né... Só deixei na prateleira os rosas novos!

 

Na lista de desejos esmaltísticos, de holo só consta o St. George da A England e um grama de Spectra... De resto, sou bem feliz com os que já tenho ;)

 

E holo de tolo eu não considerei...

Ayer pensaba , mirando muchas fotos de otros mosaicos , que hace que una foto la consideremos un tesoro ? para algunos " algo muy distinto a lo habitual " , para otros " algo que nos resuene en nuestra vida " , para mi estos círculos ( las ruedas de bici ) son un tesoro , representan una familia , las dejaron allí mientras hacían algo , las compras , pasear , tomar un helado ( sólo imaginé ) .... no lo sé , nunca les ví volver....en casa los círculos de las bicis son motivo de buen momento , compartir , disfrutar y acompañarnos ....así que los círculos bicicleteros son mi tesoro,

Qu'est-ce que je peux dire ?

Qu'est-ce que je peux montrer ?

Quelles sont les différences entre Mr-Pan et mon identité sur mon Passeport ?

 

Qu'est-ce que je veux dire ?

Qu'est-ce que je veux montrer ?

La question n'est pas qui suis-je, mais ce que je veux être et comment ?

 

Qu'est-ce que je peux cacher ou dois cacher ?

 

" Si nous considérons notre vie dans son rapport au monde, il nous faut résister à ce qu'on prétend faire de nous, refuser tout ce qui se présente - rôles, identités, fonctions - et surtout ne jamais rien céder [...] Christian Bobin, L'éloignement du monde, 1993

 

En attendant, je me construis comme bon me semble...

 

Chop suey, System of a down

Divino Espírito Santo é o termo usado para traduzir o termo hebraico Ruach HaKodesh, utilizado na Bíblia hebraica (Velho Testamento) para se referir à presença de Deus na forma experimentada por um ser humano.

 

A maioria dos cristãos considera o Espírito Santo como o próprio Deus, parte da Santíssima Trindade.

  

▪ Biographie

Officier de marine et explorateur français, né à Saint-Étienne le 25 juillet 1839. C’est à Montpellier où résidait son père, Alexandre Garnier, ancien officier de cavalerie légitimiste, qu’il a fait ses études. Entré à l’École navale en 1855, il en sort officier aspirant le 1er août 1857. Il effectue des voyages vers le Brésil et les mers du Sud puis il est nommé enseigne de vaisseau en novembre 1860 et attaché à l’état-major de l’amiral Charner. Il participe à l’expédition de Chine et à la prise de Pékin. De retour en France, on le retrouve élève de l’École de Tir de Vincennes. Il rejoint la Cochinchine (Vietnam sud) en 1863, affecté comme adjoint à l’inspecteur des affaires indigènes de Cholon, puis comme préfet de la ville. Il publie diverses analyses de la situation. Nommé lieutenant de vaisseau le 23 décembre 1865, il quitte Saïgon en juin 1866 pour remonter et explorer le Mékong. En 1867, il découvre les temples d’Angkor. Il est commandant en second de cette expédition qu’il a suscitée, et chargé notamment des travaux d’hydrographie et du tracé de la carte du voyage. Ce périple de deux ans, une des plus importantes explorations alors accomplies, qui révèle des mondes nouveaux extraordinaires, le rend illustre. Il y fait preuve à la fois de qualités de géographe, d’archéologue et d’ethnologue. Rentré en France fin 1868, il est chargé du Dépôt des cartes et plans de la Marine.

 

Son père pratiquait l’élevage du ver à soie à La Varenne, où il avait fait construire vers 1862 un pavillon, la « villa Saint-Joseph » située 14 avenue du Rond-Point (avenue Francis Garnier depuis 1879). Il était également président du conseil de fabrique de la paroisse Saint-Nicolas (1870-1874). C’est dans la villa de son père que Francis s’installe avec sa femme. Pendant la guerre de 1870, il est chef d’état-major du 8e secteur de Paris, dont il publiera un récit du siège. Après l’armistice, il retrouve avec plaisir la maison de La Varenne où il termine le récit de l’exploration du Mékong et rédige plusieurs ouvrages de vulgarisation et d’histoire sur l’Indochine. Il s’embarque à nouveau pour Saïgon en octobre 1872. De mai à juillet 1873, il explore le Yang Tseu Kiang avant d’être rappelé par l’amiral Dupré au Tonkin qui s’est soulevé. Avec 120 hommes, il s’empare de Hanoï défendue par 7 000 annamites puis de toutes les forteresses du delta, préparant le futur protectorat français. Mais le 21 décembre 1873, sans renforts, il est tué à coups de lance par des mercenaires chinois lors d’une embuscade sous les murs d’Hanoï, dans des conditions atroces qui seront largement médiatisées en France. L’émotion est immense. Mathématicien d’élite, brillant orateur, on le considérait comme une gloire de la Marine française et un futur amiral. Sa dépouille est transférée à Saïgon en 1875. C’est en 1905 qu’a été élevé à sa mémoire à Paris, près de la station Port-Royal, un monument dans le socle duquel ses cendres ont été enchâssées en 1987. Son inventaire après décès décrit dans la maison de La Varenne des malles de marins, des meubles exotiques dont un lit chinois sculpté, des costumes chinois en soie brochée, des cartes, quelques souvenirs des Indes et des ivoires d’éléphant, et révèle que l’explorateur était mort à 34 ans plus riche de gloire que de biens, ce qui amène sa veuve à renoncer à la succession. Dès 1864, ses récits d’explorations sur la Cochinchine, l’Indochine, le Cambodge et la Chine centrale, illustrés de gravures spectaculaires, ont fait rêver la jeunesse autant que les voyages extraordinaires de Jules Verne.

 

Pierre-Yves GRANDEMANGE et Pierre GILLON

 

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▪ Œuvres principales

La Cochinchine française (1864),

De la colonisation de la Cochinchine (1865),

Voyage d’exploration en Indochine (1869),

Chronique royale du Cambodge (1871),

Voyage dans la Chine centrale (1874),

De Paris au Tibet (1882).

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▪ Bibliographie et sources

Archives de la Société de Géographie, BNF (20 boîtes de manuscrits inédits, dont un dictionnaire cambodgien-laotien, journaux de bords, correspondance, etc.) ;

E. Petit, Francis Garnier, sa vie, ses voyages, ses œuvres, Paris, 1894 ;

Dictionnaire de bio-bibliographie générale de l’Indochine française, 1935 ;

Dado que muchos disfrutan, celebran y enlazan cada edición de YSE pero nadie parece dispuesto a pagar por la edición impresa o por las descargas, y que Y SIN EMBARGO hace siete años que se publica puntualmente y sin ningún tipo de apoyo financiero de nadie, estoy pensando seriamente en que a partir del próximo número, #29, YSE se transforme en una revista-libro anual, que se publique cada 21 de septiembre.

No le encuentro más sentido a tanto sacrificio de todo tipo a cambio de nada.

 

Nadie está dispuesto a pagar. Ni mucho ni poco.

 

Y cada cosa dura lo que un suspiro.

 

En las redes da igual publicar enlaces ajenos que producir proyectos propios. Un link de blues en YouTube o una frase célebre de Rimbaud vienen a ser más o menos lo mismo que un proyecto con tantas horas detrás como éste.

 

La única otra opción que se me ocurre es conseguir un patrocinador para la revista. Una fundación, una empresa, un mecenas. Contar con un mínimo de dinero que permita seguir haciéndola. Si alguien está interesado en colaborar al respecto, adelante.

 

¿Opiniones?

  

[Etiquétate si quieres, para difundir esta nota]

 

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This note is about the following:

 

Many enjoy, celebrate and link each edition of YSE, but no one seems willing to pay for the printed edition or downloads, and yet YSE has been published for seven years without any financial support. I am seriously considering that from the next issue YSE is going to be transformed into an annual book published every 21 September. I do not find much more meaning to the sacrifice of so much work (...) The only other option I can think of is to get a sponsor for the magazine. A foundation, a company, a patron. If someone is interested in helping in this respect, go ahead. Opinions?

 

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Public note on Facebook:

www.facebook.com/notes/fernando-prats/yse-y-el-futuro-inm...

 

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Los siguientes son algunos mensajes de estos últimos días:

  

Miguel Ruibal

Prats/prats, me voy a permitir ser incorrecto a título expreso.

Mis colaboraciones con “YSE magazine” me hacen, a esta altura, estar encariñado con la publicación. El intercambio de e-mails que tenemos ante la inminencia de un nuevo númerome dejan ver, intuir, la ingente tarea que demanda un producto gráfico que es prácticamente un libro (y de la alta calidad de YSE). Viendo la dedicación minuciosa y la creatividad de diseño y/o concepto de esta publicación, pregunto: ¿se produce algún tipo de sinergia, interacción, retorno, como quieras llamarlo, que compense las horas que es evidente hay puestas en el trabajo de convocatoria, recopilación, selección, producción, edición, divulgación, etc.?

¿Los lectores / “visualizadores” de la publicación harán realmente una valoración adecuada del asunto? ¿O pasara como con tantas cosas en la red, y en Facebook especialmente, donde todo se da por sentado y, en consecuencia, injustamente valorado? Más puntualmente, y pido perdón por meterme donde no me mandan: ¿cierran las cuentas de las horas invertidas? ¿Se produce algún tipo de aportación que justifique, al margen de lo meramente “espiritual”, tanta laboriosidad?

Si la respuesta es afirmativa, me da una gran alegría.

Ante una eventual respuesta negativa, me pregunto: ¿no debería, la gente que produce y vuelca gratuitamente en la web, replantearse el asunto? ¿No estaremos ante un punto de inflexión ante una posible “distracción” de los receptores de creatividad en la web? ¿No será necesario replantearse los términos de intercambio si estos, hoy en día, consisten en todo a cambio de nada?

No estoy cuestionando a nadie, mucho menos a nuestros amigos virtuales, ni a la actitud de nadie. Estoy cuestionando unas determinadas regla de juego a las que todos, aparentemente, estamos adaptados. Pienso que, tal vez, YSE puede ser un ejemplo emblemático de por qué deben cambiar los términos de intercambio entre creadores y público en la red.

Vuelvo a disculparme por la intromisión, pero viendo la publicación creo que es legítimo poner el tema sobre la mesa (así sea la mesa virtual) y abrir un debate que puede aclarar el panorama.

  

Fernando Prats

Miguel: la respuesta es un no rotundo. Lamentablemente, con más de dos millones de descargas y aproximadamente trescientas horas de trabajo que quito de donde no hay por cada edición, no sólo no cierran las cuentas sino que incluso pongo el dinero para pagar las pruebas de edición. E Y SIN EMBARGO ya tiene siete años. Siendo libre y de acceso gratuito. Sin publicidad ni apoyos económicos de ningún tipo. Probablemente todos nos acostumbremos a todo pero me planteo seriamente hasta qué punto estas odiseas siguen teniendo sentido. Estoy muy cansado.

   

Ele De Lauk

Te dije que sos un hard worker, Fernando. Se nota en cada detalle, en las innovaciones, en las inquietudes que acercás a través de YSE, en la búsqueda incesante, en la realización prolija de los trabajos propios y ajenos. Voy a leer la revista, como siempre, pero ahora mismo, es que la culpa me estruja el alma! Un beso, que se multipliquen los lectores, vale la pena.

 

*

La verdad, Fernando, es que ignoraba que la situación finaciera de la revista hubiera alcanzado semejantes límites. Tal vez, dadas la circunstancias y para empezar, lo más conveniente sería que aquellos que estamos comprometidos con el proyecto, nos constituyéramos en sus patrocinadores abonando una cuota (anual o trimestral) que como mínimo cubriera los gastos de producción y divulgación. No sé cómo puede ser recibida esta propuesta por el conjunto de colaboradores. Rascarse el bolsillo no resulta agradable en estos tiempos, pero hay causas que merecen esto y mucho más.

 

Te expreso todo mi reconocimiento y te animo de todo corazón a que te sobrepongas del desánimo.

  

*

 

Comparto por entero el planteo de Miguel Ruibal. No es que no quiera agregar nada sino que esas mismas preguntas me dan vueltas cada vez que aparece un número de YSE y especialmente con el 29 la cuestión insiste y mucho...

( hasta me ha sorprendido encontrar hoy el mail que es como una respuesta puntual )

 

Tratando de atravesar la desazón, para pensar. En eso estoy.

 

*

 

Lo de la cuota no está mal para empezar hasta conseguir quien la banque !

 

*

 

The basic rule of capitalism ‘if you can’t sell it it’s not worth an effort’ might be the cruel phrase that supports greed for profit, but even though there are people who would not consider profit as the main point of their creative (or productive) act, if the time and effort invested in making of a work are not financially supported, after a while one starts asking himself the question: what is the point of doing this, it exhausts me while the only benefit I get in return is formal appreciation? Is the pleasure of doing something enough as motivation to keep doing it? Yes, sometimes it is, but I know from personal experience how difficult and demanding it is to keep investing free time+money in voluntary projects ...

 

With your great efforts and dedication YSE mag has become a respectable international contemporary culture platform specialized in issues related to internet and social networks, after 28 great issues you have quite something to be proud of! I hope I'll one day have a chance to be present at YSE's 10 years anniversary party;)

 

YSE='me gusta'

 

*

 

A ratos me pregunto por qué estoy en esto, de querer que se distribuya..

Ayer se me ocurrió pedir algunas, darlas a conocer y que cada uno las

pida..... etc.

Sigo pensando que para muchos es tiempo, es tener una tarjeta de crédito,

hacer el proceso, el costo de envío....

Tampoco me dedico a esto, pero mi loca mente.

1.-Una es producirla y se pague sola, es decir todo el proceso que haces, tiempos, etc.

Cuando vi independiente.... y manejar la publicidad, como dices, sería el diseño, más trabajo.

2.- Distribuirla y que todo el trabajo, sé que no se queda guardado, pero pudiera ser mayor.

 

El patrocinador.... cuánto tendría que aportar, mensualmente,

trimestralmente, anualmente?

Esto la haría un poco presa de ese patrocinador.... entonces tendría que ser una fundación, Universidad, Galería, Museo..... que sólo le interese que la revista siga como es.... y quizá su logo. De los gobiernos, pues no creo, van y vienen.... no sé allá, acá me parece que es así.

 

Luego, está la versión Blurb y el PDF en lulu.... pero algo intermedio como un PDF impreso, no existe?

 

Me autorizas a que busque si a alguien le interesa patrocinar?

 

Acá hay una revista en Monterrey: La Tempestad, quizá cercana. Pero sí tiene publicidad hasta donde recuerdo. Deja ver cómo funciona. La otra es la publicidad manejada como artículo, pero sé que es demasiado trabajo. Digo de Despachos de Arquitectura, de Galerías, etc. y quizá le quitarías la

esencia.

 

Concretando, puedo ver si?

Podría haber algo impreso intermedio entre libro y PDF?

Cuál sería el costo que por lo menos se necesitaría?

 

Allá creo que Johnnie Walker, las Caxias...... pero sé que no es lo tuyo.

  

*

 

Leo atentamente y me parece interesante la cosa. Voy a tratar de imprimir algún PDF para tener de muesra y llevar a algunos sitios en los que esto puede interesar. Hay fundaciones que tienen que ver con el arte que sostienen museos, en algunos hay personas conocidas. No prometo nada porque esto es Argentina, ya saben y aquí es bastante dificil conseguir estas cosas pero quien sabe, un átomo hace sombra, verdad? Veré que pasa.Aunque yo no publique en ella me resulta increíble la revista y creo que si bien la publicidad arruina en general cualquier proyecto estético, una página solo de auspiciantes no es tan terrible, el problema aquí para coseguir auspiciantes que a vos te sirvan en Eurpoa es el bendito multiplicador, pero bueno, es algo. Yo puedo como lectora enviar algo de dinero mensual pero no sería muy significativo, prefiero conseguirte alguien que banque un poco más. Alguna vez pensaste en ofrecerla a una editorial para que salga impresa? Hay editoriales, hoy en Buenos Aires, que podrían estar interesadas.

 

Decime que opinás. En o que pueda ayudar, humildemente, contá conmigo.

 

*

 

voy a repertir la idea de gabriela, imprimir y ver si alguien aporta...

no estoy super conectada, pero no se pierde nada con el intento

 

*

 

recién llegada de viaje.... me parece TAN justo y apropiado todo lo dicho... leído. Y, claro! también lo venía pensando desde mi primer -contacto- con YSE, aunque nunca tan claramente como lo expuesto por Miguel (este Ruibal...).

Pensaré. Y algo encontraré, que se haga "hecho".

Fraterno y, porqué no, "paterno" abrazo.

  

*

 

Jorge Montecof

Para los que no vivimos en Europa, se hace difícil encontrar la revista o quizás engorroso el mecanismo para hacerse de ella. Quizás debería repensarse la forma de edición y el intervalo entre una y otra. Podría ser semestral, mientras pensar en darle otro carácter a la muestra por internet. Yo no pido perdón por lo que digo, ni me estoy entrometiendo, simplemente son ideas que quizás no tengan goyete pero las manifiesto. No sé si algún editor, o patrocinador o bien una asociación o una ONG, en fin, a la hora de "ponerse" no todos están dispuestos si a eso se le suman otras dificultades pues de nada ayudan las notas, fotos o comentarios. Publicar no es gratuito sobre todo en una revista de la calidad de YSE, por lo tanto una lista de colaboradores inversionistas con cuotas derivadas a una cuenta bancaria no sería mala idea. Esto facilitaría la forma de contribuir e individualizaría a quien lo hace. No se cual sería la reacción al respecto de todos cuantos la leen. A mi ME GUSTA, pero con eso no alcanza y lo reconozco. Duele eso de Nadie está dispuesto a pagar, ni mucho ni poco. Pero es la realidad y lo lamento.

  

Fernando Prats

Hola, Jorge. La única manera de editar sin un presupuesto detrás es vía print-on-demand. Se imprime cada ejemplar a medida que alguien lo compra. Y la manera de comprar la revista es la misma manera en la que se compra cualquier cosa por internet en todo el mundo: se visita el enlace, se paga por PayPal o por cualquier tarjeta y se recibe en el domicilio. Respecto a los colaboradores inversionistas, yo no conozco a ninguno ni sé cómo llevarlo a la práctica. Si alguien está dispuesto a encargarse, perfecto.

  

Gabriela Piccini

ya vamos a encontrar y si vos hacés lo tuyo allá (que es todo) los demás podemos facilitar el pdf acá para la impresión porque hoy por hoy todas las imprentas trabajan desde un PDF, hoy existen equipos de impresión que no requieren hacer esas trabajosas planchas,la impresión digital está ya en todas partes. Hay que buscar ese modo y ver dónde distribuirlas. Creo, siempre digo "creo". Un beso Fer y aguante unos días y vamos a ver que pasa.

  

Irene Sanchis

Sinceramente admiro y disfruto vuestro trabajo y sinceramente entiendo la necesidad de un replanteamiento.

  

Irene Sanchis

Porque el caso es que una tiene que pensarse mucho lo de rascarse el bolsillo cada mes por mas que desee apoyar un proyecto que a todas sus luces sería penoso que desapareciera.

  

Irene Sanchis

Y es que ya ni la prensa compra una :(

 

Fernando Prats

@ ‎Gabriela: "Imprimir el pdf" es precisamente lo que viene haciendo YSE desde el principio. La revista se imprime bajo demanda a través de Blurb, Lulu.com y Bubok. El costo varía de acuerdo a la cantidad de páginas pero siempre es alto, si no se sostiene con algún otro tipo de ingresos. Creo que el tema fundamental no es el coste de impresión sino conseguir un piso de dinero que permita continuar haciendo YSE y cubrir los gastos más elementales.

 

Beatriz Giovanna Ramírez

Si la revista tiene tantos colaboradores y lectores, se podría pensar en suscripciones anuales. Yo lo haría. Buscar apoyos en empresas que les interese el arte, la fotografía, la arquitectura, la literatura, etc. Ese piso de dinero se puede hacer, claro que sí. ¡Ánimo!

 

Claudio Pita

Perdón que me meta, pero siento como si los conociera. Soy amigo de Greis y desde mi atrevimiento les digo: NO SE RINDAN...Se que la revista está hecha por artistas, pero recuerden que grandísimos artistas tuvieron Mecenas. No es un mala palabra el sponsoreo, siempre y cuando no les condicione el contenido. Perdón por mi impertinencia y...!vamos....carajo....!!!

 

Claudio Pita

Gracias, Greis: y fuerzas.

 

Dolors Bartrina Sala

En los tiempos que corren, pensar en perder un trabajo de gran calidad como es esta revista, es un duro golpe. Entiendo que es difícil intentar salir adelante sin ninguna colaboración económica y sin, en muchas ocasiones, un reconocimiento palpable a tanto esfuerzo. Los que leemos la revista deberíamos plantearnos muy seriamente nuestra parte de implicación para que esta publicación no desaparezca. A menudo nos cuesta darle al botón aquel que siempre leemos pero pasamos por alto, aquel que nos pide nuestra colaboración. Y pienso que si ese botón no se convierte en obligación, toda buena voluntad está perdida. Tomemos ejemplo de tantas otras actividades que se realizan por y para el arte de forma totalmente amateur y seamos conscientes de que para llevarlas a cabo sus miembros abonan una cuota. En nuestras manos está que YSE no desaparezca.

  

Graciela Oses

Voy dejando "levar la torta" reenviando la nota a quienes pienso que pueden tener una idea sonante. Por lo pronto, algo viene sonando en cuanto a suscripciones, sponsors sin tijeras y a que no es lo mismo un enlace a Youtube o una frase célebre. No, claro que no es lo mismo.

 

*

 

I understand your doubts about the future of YSE, it's not a good feeling when there's such a disbalance between the (very good!) work you do for the magazine and the fact that not many people wants to pay for it.

I'm sorry to say I'm nor very rich nor do I have connections with important people in het art world.

But I can tell you from experience that you get very tired of finding someone of an institute to invest in a good project.

Isn't it possible to work with a greater team, so you don't have to do all the work?

Advertising... and perhaps have to skip the text 'free, independent'? I don't know.

It would be so sad to end up this great project, the last issue is so good, well balanced, beautiful designed.

I will let you know if i see the light for a solution!

 

Rosa Delia Guerrero

Con lo de las suscripciones, se podría solicitar a blurb o lulu si pueden aceptar un paquete de suscriptores, dar otro costo o hacer los envíos sin costo, pero que lo absorban ellos... Lo de quién puede apoyar sin que se atente a la libertad, podemos buscar y creo que serían ambas cosas: producción y distribución.

 

Fernando Prats

@ ‎Rosa: Blurb, Lulu, Bubok y similares no son empresas con las cuales uno se pueda sentar a negociar, es un software automatizado. No hay arreglos posibles y aunque los hubiera, si el costo de producción fuera la mitad, digamos 10 eur., no incidiría en nada en lo que respecta a las ventas. Insisto en que el camino creo que pasa por conseguir el esponsoreo de alguna entidad vinculada a lo artístico/cultural en base anual. Respecto a las suscripciones/cuotas, sí, podría ser. Pero ¿Cuántos estaríamos dispuestos a pagar una suscripción?, ¿De qué monto? ¿Y cuánto tiempo duraría eso?

 

Miguel Ruibal

A mi entender no se debe abandonar una perversión (Prats trabajando como un condenado para YSE y poniendo dinero de su bolsillo) por otra (los colaboradores de YSE poniendo dinero para mantener viva la publicación). Creo que la financiación debe provenir de la cristalización del interés de los que disfrutan de YSE (comprando el producto del que disfrutan). Yo contemplaría la posibilidad de “cerrar” el acceso absolutamente libre a la publicación porque ha quedado demostrado que en la web no hay voluntad de pago por aquello que nos es dado gratuitamente.

Yo tuve un amigo, hoy fallecido, gran artista y persona con grandes problemas emocionales. Era pobre de solemnidad. Algunos nos preocupamos y conseguimos vincularlo con un psicoanalista que, además, valoraba mucho su obra. Mi amigo y el psicoanalista llegaron a un acuerdo económico: como mi amigo no tenía dinero par apagarse la terapia, sólo pagaría aquellas sesiones a las que faltase. Con este ejemplo quiero decir que la gratuidad total, y en nuestra sociedad, vuelve despreciable al objeto sobre el que recae.

Sé que lo que digo es discutible, pero pienso que la cosa puede ser que pase por ahí.

  

Beatriz Giovanna Ramírez

Estoy de acuerdo, Miguel. Lamento mucho la muerte de tu amigo. Me apena y siento que es verdad lo que dices. Existen subvenciones para organizaciones culturales y artísticas en España. Muchas de ellas sobreviven gracias a apoyos económicos. Las revistas que publican las venden a suscriptores y socios. Hay maneras de seguir con el proyecto, pero no a costa del trabajo excesivo y el dinero de Fernando, eso sí que no.

  

Ana Pastor

Las subvenciones son difíciles de conseguir, muchos lo sabemos, también sabemos que si hay "padrinos" es más fácil, no conozco la solución ideal, sólo sé que la compro impresa cuando puedo, y que estaría dispuesta a pagar una suscripción mensual de unos 12 euros, para obtener la revista trimestrálmente. Es una idéa, ¿Cuantos se apuntan?

  

Beatriz Giovanna Ramírez

Nada es mentira. Basta con un poco de fe y todo es real. (Louis Jouvet, en Entrada de artistas)

  

Rosa Delia Guerrero

Primero: tratar de encontrar quién otorgue una cantidad anual al proyecto.

  

Rosa Delia Guerrero

Dos: forma de organizarnos quizá en cada país, como hacer una lista de suscriptores interesados y hacer el pedido para todos. Esto la hace tener un precio menor por el volumen para los interesados. Esto no sostiene la revista en sí, pero es parte de organizar la distribución. Tres: Ver si se pudiera distribuir en librerías. En México se me ocurren Gandhi y el Péndulo, Universidades, Colegio de Arquitectos.... Sería activar el mecanismo, teniendo ya la primer parte resuelta. Estoy en ello.

  

Fernando Prats

Es que no pasa por la venta ni por la distribución. Los descuentos que se ofrecen por volumen de compra son ridículos y nominales, dejando de lado el detalle de que haya que comprarlos primero y luego ver de venderlos, lo cual hasta ahora ha sido literalmente imposible. Así se hacía antes, en la era analógica, ahora nadie compra publicaciones y mucho menos si son caras. Hasta el director de The Guardian se ha metido a fondo con este tema. No se vende, nadie paga. Organizar las suscripciones y llevarlo a cabo es un trabajo descomunal. ¿Quién lo va a hacer y cómo? En la web acaban de dejar el siguiente comentario: "Si el contenido es bueno, el sacrifico vale la pena. No creo que debas esperar de alguna empresa/fundación para financiar los gastos. Quizás las donaciones a través de sistemas como Paypal o similar sería la solución. Entre muchos que seamos por más mínima que sea la contribución el número final ayuda". Hace años que está el botón de donar vía PayPal y en todos este tiempo no se ha juntado ni siquiera lo que cuesta un ejemplar de la revista. El tema, hoy en día, es conseguir uno o más patrocinadores a los que les sirva aportar una cantidad irrisoria de dinero a cambio de la gran cantidad de impactos diarios que tiene YSE en sus múltiples plataformas, de la exposición calificada de sus usuarios, que son muchos, en tanto "potenciales clientes" y del prestigio y reconocimiento logrados en este ámbito, ganado en base a prepotencia de trabajo, creo.

  

Miguel Ruibal

Me parece notable la disposición de Rosa y otras personas que están aportando al asunto. Creo que, en buena parte, se trata de que todos pensemos con “lógica” de edición digital y distribución vía web. El asunto es cómo convertir esto último, que es una ventaja potencial, en una ventaja real y operativa. Tal vez sea necesario un pequeño texto descriptivo sobre como adquirir la revista, un “manual” que acerque estas nuevas modalidades de compra a las personas no acostumbradas a usarlas.

 

Rosa Delia Guerrero

Ya comencé a enviar correos para patrocinio, espero haya alguien que le interese. Por otra parte, www.edirsa.com/ es uno de los distribuidores de revistas en México, apenas veo la página, pero me llama la atención de que también se interesan en distribución en la web. Los que ya tienen mecanismos y saben lo suyo. La prioridad es lo otro, pero aquí lo dejo. Tiempo.... lunes. Saludos a todos

   

Rosa Delia Guerrero

Y ésta, es la otra opción en México...http://www.textofilia.com/ cuando tenga algo concreto les comento.

   

Nirvana Geuvdjelian Herrera Ando investigando para un patrocinio agradable.... acá en México existen unas becas para revistas... mañana voy a hablar con una amiga que la tuvo por un par de años... ella me explicara y vendré a informar con datos concretos...

Y segundo a Rosa aquí arribita, también había pensado en los de textofilia posiblemente...

   

Nirvana Geuvdjelian Herrera

Por otro lado, existe una convocatoria para una beca en Mexico por parte del FONCA cada año para la edición de un libro electrónico, debo informarme en el mar del texto burocrático si hay para revista o bien cuál es la cosa... como dije, volveré... el tema me cacho en el lugar equivocado.

   

Rosa Delia Guerrero

No sé mucho de todo esto. Aún no me contestan los correos. Y si hoy Facebook no me castigó por poner a YSE en un sin número de lugares, ya no lo hizo nunca. Está como en el MOMA, Fundaciones, etc. Así que esperemos más personas la vean. Saludos

  

Fernando Prats

‎[ Voy agregando en el texto de la nota, arriba, algunos de los mensajes recibidos ]

 

*

 

Enric Leor

Estimado Fernando, me parece ayer cuando sentados en la terraza de una cafetería de la plaza del Forum de Tarragona, viniendo de presentar una pagina web a ciertos artistas a los cuales yo les había regalado las sesiones fotográficas me regañabas y me decías lo mal que obraba ya que nunca tenia que regalar mi trabajo. Era y es cierto, aunque en ocasiones sigo pecando del mismo mal. Pienso que muchas veces es por satisfacción personal.

Poco tiempo después, nacería YSE. Y creo que nació como una necesidad de expresión muy personal, sin mapas ni rutas, sin carreteras ni guías, sin consejos ni perjuicios, .... , sin posibilidad de marcha atrás, desnudos; ¿en que otra persona nos transformaríamos? (recuerdas).

YSE es tu bebe, así lo creaste y así lo hiciste crecer. No digo que no tengas toda la razón, pero esos 2 000 000 de descargas gratuitas también son obra tuya. La independencia real tiene un costo muy alto

SOLUCIÓN esta en tus manos, vos sos el creador. El que le puede dar vida o muerte.

 

Vivi Cecilia Atencio Arrojas

El tema que se plantea es muy complejo. Es muy difícil utilizar la red para vender un producto cultural pues no suele ser un medio que en general esté dispuesto a pagar por lo que "consume". Hoy por hoy los medios escritos que conozco sobreviven en papel lo hacen con apoyo de instituciones culturales u ofreciendo algún tipo de información accesoria. En Sevilla por ejemplo varias revistas sobreviven incluyendo guías culturales de sitios y eventos por los que se cobra, pero la revistas son de circulación gratuita. No creo en los Mecenas per se, pues siempre hay detrás un interés político o económico, y esa es una realidad. Existe también la posibilidad que alguna Editorial que ya tenga revistas socioculturales pueda interesarse por el proyecto encarando. Sé que es muy difícil encarar todos los aspectos de producción, edición, distribución, etc en papel, pero desde mi experiencia personal siempre hemos considerado 2 aspectos: los sposors culturales o conseguir el "capitalista" adecuado . Desde el punto de vista de la red hay revistas que tienen los dos tipos de edición y ganan fundamentalmente por la venta en papel y no por la electrónica. La electrónica suele transformarse en un apoyo de difusión frente a la edición escrita. A lo mejor parezco un poco pragmática, pero me parece que la línea planteada por Fernando se podría trabajar y en combinación con distintas estrategias sería muy factible sacarla adelante, lástima que estamos un poco lejos. Por lo pronto si queréis os puedo mandar algún contacto editorial de Barcelona que es donde estáis (creo...). Gracias por etiquetarme, valoro mucho el trabajo que hacéis. Saludos!

 

*

  

hello,

few days was needed for me to condense all my reactions about the discussion.

Thanks to be indulgent for my english.

 

Depending on the actors : authors, musicians, translator, editor, web hosting, printer, etc., behind each YSE issue there is an amount of work not negligible at all. This amount of work, in itself, justifies that "satisfied consumers" reward these "enthousiast actors".

 

But how ?

 

The economic model of a collaborative magazine based on free contributions "can not" be reduced to the classical producer/consumer balance evaluated in money. Such collaborative process is sustainable only if it is a win/win one for all actors, but all types of costs and gains considered, considering that most of the costs and gains "can not" be measured in money and not only in time.

  

So what price?

 

Once the PDF is sold, the magazine have not to be fully readable online for free. It's clear. This is why the printer for example only gives few pages on his saling site. I think we should give up the free complete publication : it takes place on Issuu, and as well as in YSE-web articles. Here perhaps, we should consider at least not to give a free access in real-time, but only delayed (a few months after the mag for example, and only penultimate issues).

 

The price of the PDF is set according to the demand and the intrinsic quality of the content. It must pay all or part of the amount of work expended, but should not discourage curiosity, or encourage to make a copy. It must fit the price to be paid by those who want to see early what others will get free later. Here, the responsiveness is sold, not the content.

 

At what rate?

 

Annual magazines have time to be done, so that they have also time to be forgotten. Each new issue must be a new totally process, calling for new contributions with all authors that are not all recurring at this too slow rate. So each new issue is done with as much effort than a brand new magazine. Not sure that annual is a solution.

 

If the quarter is too short, because it induces too much work, there are several solutions:

- Maybe the semester is better, even if it starts to be forgettable for casual readers.

- Perhaps we have to establish a real customer loyalty (mailing list, ...) via YSE-web, but we need that the YSE-web has its own content without publishing the contents of YSE-paper.

- Maybe we have to share the production work. On the basis of a clear graphic chart, authors should be able to produce PDF directly. The aggregator Work would be reduced to the "noble art" of composition and harmonization of the whole.

  

BUT . . More expensive and more rare = death ?

 

It is clear that most of the measures mentioned above are going in the same direction: they can kill the magazine by making it too expensive and too rare.

What to do, not to kill it, but to develop it . . YSE-web and YSE-paper ?

 

There is only one answer: I think it is necessary that its intrinsic value increases.

 

- Interest and quality of the editorial line.

Here a magazine differs from a book. A book comes out once. A magazine must install a recurrence and a fidelity. Each issue has its theme is good for cohesion, but YSE-mag must have above-all a recurrent editorial line by itself (Edito, recurring items, etc.).

 

- Interest and quality of complementary YSE-web (non-redundant with the YSE-paper).

Now for months, even years, articles of YSE-web are a replica of the YSE-paper, free published in near real-time, and even sometime ahead.

So that "YSE-web is cannibalizing YSE-paper".

YSE-web must remain a complement with its own life and his own content (shorter), its own cycles (Faster), it must retain readers who are waiting for the YSE-paper (longer & slower).

 

- Interest and content quality. What to say?

A magazine can not multiply its readers as a Facebook collects its friends. Even the success would happen, it would be only the talent of readers to love the same thing. Success can not be controled, but only induced, fomented, . . a commonplace no ?

 

No e-miracle. To Work, to work, and to work . . so YSE is good or . . very good.

 

More rare ? ok ! More expensive ? ok ! . . but better or not !

 

¿Opiniones?

 

*

 

Helloff,

 

The thing is there isn't sales. Look at the stats files attached to this mail (June 2011: 2.122.500 hits, 74.000 unique visitors, 2.500 average unique visitors per day). Now... how many people have paid for the magazine? 3 printed yses and 1 pdf download. This month only, YSE has consumed 40 Gb of bandwidth, for instance.

 

I already prepare three different versions of each edition plus the website and all the networking stuff. So... more expensive? What for? For who? Nobody buys it. Then: why doing it? For pleasure? Yes, it's a pleasure but a very expensive one, and I don't have nothing left to sacrifice for free. To make YSE, to yse, is a huge and heavy work on a daily basis. It's not just making new articles or designing each issue.

 

YSEweb is, actually, the user-friendly reproduction of YSEcontents. It's a useful way to share globally works made for the magazine and some other resources.

 

Yes, to work and to work. I need to invest time, energy, ideas and money on my real work.

 

The only solution I see is to find one or more sponsors. It's not an editorial or delivery thing.

 

*

 

Rosa Delia Guerrero

Pocos adelantos sobre la misión.

  

Rosa Delia Guerrero

Sigo tratando de buscar a quién le pueda interesar dar una cantidad fija. Creo que todo es lento. Por otra parte, estoy tratando de intentar venta segura, con hoteles, para sus huéspedes. Pero todo lleva tiempo y cronos no es mi mejor amigo. Mañana tengo cita para propuesta en vivo tipo 1. Y en busca del sueño, dejo este link, links: www.illy.com/wps/wcm/connect/es/illy/arte/iniciativas-art...

www.illy.com/wps/wcm/connect/es/illy/arte/iniciativas-art...

de Illy café. Creo que están en la línea, no he tenido tiempo de ver si hay forma de que ayuden. La otra cosa cierta, es que he visto algunas otras revistas de este tipo, del mismo género, importantes, en red y pues sólo que la compres puedes verla. La otra cosa es que tienen suscripciones, un poco promoción anual y costos para Europa sin adicionar envío. Etc. Sí, como dice Fernando, la distribución suena complicada y más trabajo del que ya tiene. Pero creo que son estructuras, métodos. El principal sería el mecenas, lo segundo alguien que invierta a cambio de logo y tercero esa parte de distribución, ventas seguras, suscripciones. Deseo que algo se dé, saludos a todos.

  

Fernando Prats

Nunca consideré a YSE como un proyecto a ser rentable, de ahí que no haya "planes de negocio", "gestores culturales", "capitalistas" u sponsors detrás. Pero YSE ha crecido de manera sostenida (junio 2011: más de 40Gb en consumo de ancho de banda, 2.122.500 hits, 74.000 visitantes únicos y 2.500 vis. únicos promedio por día; y sin embargo se han vendido 3 ejemplares impresos y 1 descarga...).

 

*

 

y si constituímos una asociacion cultural y pedimos subvenciones. Los hay que lo hacen y reciben muchas por no hacer nada. Es un paso más para hacer cosas. se podría constituïr como editorial como ya te comenté para que gente pudiera publicar trabajos y que se pudiera vender por ejemplo a 60% (editorial) 40% (escritor) o algo por el estilo. Ysinembargo puede transformarse y aunque se publique menos a menudo en un inicio se puede ampliar el campo de actuación. No sé. Por ejemplo, podrían hacerse conferencias, grabarlas y subirlas, sobre temas en concreto. tener mayor alcance.

 

Sé que te lo estás currando yo solo intento mirar si algo es posible, si hay algun espacio en el que reconstruir para llegar a más con la sensacion de no estar exhausto. pienso en "la revista de occidente" de Gasset, pienso que es bueno que se publiquen estudios y también investigaciones de sociología. Que se pueda exponer la gente interesante e interesada y confeccionar algo atractivo. a veces trabajamos demasiado y hay otros que solo vendiendo se benefician más, por desgracia ser relaciones públicas cunde. yo creo que algo podría hacerse, no ir mendicando però si comenzar a pedir. me he dado cuenta que todo el mundo quiere participar però pocos estan dispuestos a dejar pasta. pero ir a pedir subvenciones a entes relaciones con comunicación y poder o similares podría ser interesante.

 

otro formato interesante podría ser el de contener blogs de personas en la misma página, tal y como se hace con surtdecasa. cada uno escribe lo suyo cuando quiere. lo digo para quitarte trabajo. no tiene que ser material para la revista en concreto.

  

bueno, perdón por el entusiasmo.

 

*

 

Aunque muchos consideremos que es una construccion ilegal, segun la ley de costas, no se puede negar que es un edificio fantástico.

 

Salida a la Barceloneta con Jaumean, Xasus y J.L.F.

Justement, où en était-il donc notre luthier ? Nous l’avions laissé couvert d’une gloire naissante après son récital improvisé, toujours les yeux fermés chez Erminie et le jeune homme venait d’apprendre qu’il pourrait prochainement rencontrer le comte Smiroff pour devenir le maître de musique du palais. Il s’était donc endormi profondément, apaisé et la nuit qu’il passa fut si réparatrice que lorsqu’il s’éveilla et put enfin ouvrir les yeux pour la première fois depuis plus de six mois, le monde qui l’entourait lui parut tout à fait extraordinaire.

L’atelier où il avait son lit, bien que simple lui parut tout à fait magique et lui rappela presque la demeure familiale comme s’il ne l’avait jamais quitté. Les instruments y étaient rangés avec soin et brillaient dans la lumière du matin.

Lorsqu’il ouvrit sa fenêtre, le grand ciel bleu et l’air frais lui firent l’effet d’un éblouissement. Le jardinet d’Erminie tout fleuri avec son carré d’herbes médicinales et aromatiques, lui parut d’une poésie étonnante, propre à lui inspirer une mélodie.

Mais il savait qu’il n’aurait guère le temps pour cela. Il alla donc se laver à la cuvette mise à sa disposition. Et après s’être bien frotté visage et corps, il se sentit tout à fait bien.

 

La seule chose qui lui parut misérable était sa tenue, qui bien que propre et soigneusement repassée par la sorcière, était très usée à force d’être portée tous les jours. Et puis, il s’y sentait à l’étroit à présent. Parce qu’il avait pris des épaules et des muscles, à transporter du bois et à le travailler à l’atelier. Et le tissu de sa culotte comme de sa veste-gilet était fané. Sa chemise était déchirée à certains endroits et malgré les reprises d’Erminie, trahissait une certaine pauvreté.

 

En enfilant ses habits, Jakob soupira :

 

- Pourtant, je la croyais sorcière. Elle aurait pu enchanter mes vêtements pour que j’ai l’air au moins convenable. Comment vais-je pouvoir sortir sans être moqué pour ma tenue ?

 

Pour voir plus précisément à quoi il ressemblait, il s’approcha du petit miroir accroché sur le mur près de son lit.

 

La petite glace lui refléta le visage d’un homme qu’il ne reconnut pas. Et l’étonna. Hormis ses longs cheveux bruns et bouclés, il avait tant changé qu’il était stupéfait de sa métamorphose. Ses traits encore enfantins à son arrivée étaient devenus ceux d’un homme, son nez était plus marqué, ses sourcils épaissis et un peu de barbe s’était invitée sur son visage. Une étrangeté que jamais il n’aurait pu envisager. Certes, il avait intégré quelques changements depuis son changement d’état féérique à celui d’être humain, mais pas à ce point. Il toucha son visage, les poils clairsemés de sa barbe naissante et sourit au miroir.

 

- Eh bien...je crois qu’il me faudra plus qu’un bon tailleur pour être présentable devant le comte Smiroff.

 

Il n’avait pas plus tôt prononcé ces mots que trois coups légers étaient frappés à sa porte.

 

- Jakob ? Tu es réveillé ? Je peux entrer ?

 

- Bien sûr, Erminie.

 

La sorcière ne se le fit pas dire deux fois et apparut avec un plateau chargée de ciseaux, de limes, d’onguent, d’eau de Cologne, d’un rasoir, d’un blaireau et son savon, d’un peigne démêloir et d’une brosse à cheveux. Mais aussi d’un bol de café, de fruits, de petits pains beurrés et de gâteau au miel, sa spécialité.

 

- J’ai pensé que tu aimerais sans doute une apparence un peu plus soignée pour aller chez Amédée cet après-midi.

Alors j’ai apporté tout ce qu’il faut pour te faire aussi beau qu’un prince.

 

- Ca alors...je me disais justement…

 

- Oui, tu as besoin d’une bonne coiffeuse. Mais comme je suis un peu paresseuse, j’ai enchanté ces objets. Ils savent ce qu’ils ont à faire pour toi. Donc installe-toi sur cette chaise, noue cette grande serviette autour de ton cou et tes épaules et laisse-toi faire. Tu peux aussi manger si tu t’ennuies.

 

- C’est très gentil à toi, mais...et mes vêtements ?

 

- Ca, c’est le rayon d’Amédée.

 

- Mais je ne peux pas sortir comme ça.

 

- Ecoute, je peux juste leur redonner un petit éclat pour qu’ils paraissent moins fanés et lustrer tes chaussures à boucles...mais pour le reste...c’est le tailleur qu’il te faut.

 

Le jeune homme soupira.

 

- Tout le monde me verra donc ainsi…

 

- Oui, mais je t’assure qu’une fois bien coiffé, avec l’allure que tu as, tu n’auras pas à rougir de ta personne. Tes parents ont-ils dit un jour que tu étais beau ?

 

- Je...je ne me souviens plus.

 

- Eh bien, moi, je te le dis, Jakob. Tu es naturellement beau. Et avec les dons que tu as au plan musical, tu es sans doute l’homme le plus séduisant du royaume. Alors, pas d’inquiétude !

Je suis persuadée que tes premiers clients et clientes seront autant séduits par tes instruments que ta personne. Et cet après-midi, Amédée te trouvera la garde robe qu’il te faut à ton nouvel emploi.

 

Ainsi fut fait. En à peine une heure, Jakob subit une nouvelle métamorphose : rasé de près, ses longs cheveux coupés à l’épaule et noués d’un catogan de satin noir, ses boucles savamment coiffées à l’anglaise, et son costume rafraîchi, il put enfin accueillir la clientèle qui patientait dans le petit salon d’Erminie.

 

Il les reçut avec simplicité et déférence. Et vendit dans cette seule matinée une dizaine d’instruments. Il reçut en plus de nouvelles commandes ainsi que des demandes de cours particuliers.

La sorcière était ravie de la tournure que prenaient les évènements et augurait déjà son succès à l’audition pour laquelle elle l’avait inscrit.

 

L’après-midi, après avoir bien déjeuné, le duo ferma la maison et se dirigea vers le quartier des soyeux où vivait le tailleur du comte. L’immeuble dans lequel habitait le vieil homme était un hôtel particulier du meilleur goût, aux grandes fenêtres ornées de balcons ouvragés. Comparé à la modeste maison et à l’atelier d’Erminie, cette bâtisse imposante impressionna Jakob.

 

- Et encore, tu n’as pas vu le palais...Attends de voir d’autres choses avant de t’extasier comme un poisson rouge, plaisanta la sorcière.

 

Jakob et Erminie montèrent l’escalier de marbre qui menait à l’atelier du couturier et furent reçus par un jeune garçon qui les conduisit directement à un petit salon très distingué, antichambre destinée à la clientèle ayant pris rendez-vous.

 

Deux autres jeunes gens s’y trouvaient déjà. Le premier était blond comme les blés, un visage d’ange aux grands yeux bleus. Ses traits fins et réguliers, son costume élégant et à la dernière mode, ses chaussures vernies et ses bas de soie, tout en lui respirait la grandeur et la majesté. A tel point qu’on se demandait bien pourquoi ce jeune homme venait consulter le tailleur. Tel qu’il était vêtu, il était déjà prêt pour le bal.

A quelques mètres de lui, un autre jeune homme aux yeux verts pleins de mélancolie et aux cheveux acajou clair, semblait très nerveux. De nature timide, on voyait bien qu’il venait plus par obligation que par goût. Sa mise était plus simple, moins recherchée que son voisin, et pour se donner du courage, il sirotait régulièrement une petite fiole.

 

Jakob interrogea silencieusement Erminie du regard pour demander si c’était un médicament. La sorcière lui fit signe que non. Puis elle leva les yeux au ciel, manière de dire que ce qu’il faisait n’était pas convenable.

 

Au bout de quelques minutes, la porte de l’atelier s’entrouvrit et une voix d’homme appela :

 

- Monsieur le duc de Clarence, si vous voulez bien entrer…

 

Le jeune homme blond sourit, se leva, adressa un sourire narquois aux deux autres garçons et pénétra dans l’atelier.

 

Parvenu au centre de la pièce, il se trouva face au tailleur qui le considérait d’un air malicieux derrière son comptoir. Il fit tourner son client sur lui-même et s’écria :

 

- Mais vous êtes parfait...tout simplement parfait, monsieur le duc ! Pourquoi donc êtes-vous venu me voir ?

 

- Oh, je le sais...Ma beauté est sans comparaison avec le reste des prétendants. Je n’y peux rien, c’est de naissance…Et comme mon père dispose d’une fortune immense me permettant toutes les fantaisies et que je les porte à ravir, forcément, je suis toujours parfait. Remarquez que j’y travaille tout de même beaucoup. C’est très important d’être toujours chic. Le succès mondial est à ce prix. Toujours chic et distingué, toujours affable et toujours plein d’esprit. N’est-ce pas ? C’est d’autant plus important rapport à mon prénom : Célestin. Que toutes les femmes appellent le beau Célestin.

Et pour ma future épouse, je dois l’être encore plus...Donc plus que parfait. Si je veux être choisi, et je serai choisi, vous m’entendez mon brave, je veux ce que vous avez de mieux en gilet.

 

- Eh bien regardez sur le comptoir, j’en ai justement créé quelques uns de tout à fait distingués. Lequel a votre préférence ?

 

- Le brocard de soie rose, évidemment. Les autres font tellement plus commun…

 

- Alors essayez-le ! La psyché est un peu plus loin, près de ce paravent. Cet objet a un talent tout particulier, celui de révéler la vérité. Approchez et vous le verrez vous dire ce que vous devez entendre.

 

Le jeune homme blond quitta sa veste, son gilet et enfila celui que lui tendait Amédée.

Puis il s’approcha du miroir qui refléta son image avant de se troubler puis de le montrer dans un costume ridicule et chantant à tue-tête cette chanson :

 

www.youtube.com/watch?v=u5KF-92Opy4

 

Cachée derrière le paravent, Marie qui assistait à la scène assise sur une petite chaise, ne put s’empêcher de pouffer.

Et intérieurement elle se disait :

- Et dire qu’il a si belle mine ! Mais quelle déception et quel affreux personnage, tellement imbu de lui-même ! Jamais je n’épouserai un tel homme. Celui-là, je peux le rayer immédiatement de ma liste.

 

Puis ce fut au tour du second jeune homme.

 

- Mr le marquis Léopold de la Pommeraie, s’il vous plait.

 

Le jeune homme aux yeux verts se leva à son tour, rangea sa petite fiole dans la poche de sa veste de velours, jeta un œil suspicieux et inquiet à Jakob et rejoignit la démarche mal assurée l’atelier.

 

Lorsqu’il s’avança dans la pièce, son regard était troublé et tout à coup, au moment où il allait ouvrir la bouche pour se présenter, il fut pris d’un hoquet tonitruant. Empli de confusion, il rougit violemment et s’excusa avec un petit accent germanique:

 

- Pardonnez-moi, monsieur le tailleur, hipp... mais je suis très nerveux. Je...hipp...je ne sais pas pourquoi je suis là, en vérité. C’est mon père qui tenait à ce que je vienne,...hipp… alors qu’il sait que j’ai une sainte horreur des voyages.

 

- Et d’où venez-vous donc ?

 

- Du Tyrol...hipp...une région inimitable et qui me manque beaucoup.

 

- Si vous épousiez la vicomtesse, vous ne resteriez donc pas à Kalamine, si je comprends bien.

 

- Ah ça non, hipp... j’aime trop mon pays. Mais de toute façon, je crois que je ne plais pas à la belle Marie.

Elle est beaucoup trop bien pour moi, je le sens. C’est une déesse et je ne suis qu’un misérable vermisseau à côté d’elle. Tenez hier, je me tenais à ses côtés dans le parc et vous savez ce qu’elle m’a dit ?

Que je lui faisais des yeux de veau et que cela lui déplaisait infiniment. Et elle m’a renvoyé ainsi sans autre forme de procès. Depuis, je suis dans un chagrin insensé…hipp…

 

- Et vous avez bu pour oublier et votre déconvenue et votre mal du pays, n’est-ce pas ?

 

Le marquis rougit encore.

 

- Un peu...trop peut-être ? C’est mon péché mignon...et cela m’aide tellement quand je suis aussi désespéré…

 

- Mon garçon, sérieusement, vous ne devriez pas vous enivrer...l’alcool mondain n’est pas spécialement recommandé pour un futur souverain, vous ne pensez pas ? Cependant, si vraiment vous souhaitez paraître au bal à votre avantage, je vous conseillerais ce joli gilet brodé assorti à votre veste de velours. Il est sobre mais très élégant. Il apportera une touche de fantaisie à votre tenue. Et tenez, je vous l’offre. Mais vous devez me promettre de ne plus vous mettre dans des états pareils.

 

- J’essaierai...balbutia le jeune homme, un peu rasséréné par la gentillesse d’Amédée.

Vous pensez que je garde mes chances, malgré la rebuffade que j’ai essuyée hier ?

 

- Allez donc vous mirer dans la glace...Elle vous renseignera sur votre avenir.

 

Le marquis de la Pommeraie s’avança, se trouva très élégant avec ce gilet noir tout fleuri et bordé d’un double galon pourpre et jaune, mais d’un seul coup le miroir se troubla et le montra complètement ivre, dans un costume tyrolien, une bouteille à la main, yodlant et fredonnant au milieu d’une foule hilare.

A lui seul, il faisait le spectacle, et la foule en redemandait. Ajoutez à cela des relents de folklore sirupeux...Le jeune homme si timide semblait complètement désinhibé par la boisson.

 

www.youtube.com/watch?v=duxMIwVdBbI

 

De sa cachette, Marie était consternée :

 

- De mieux en mieux...un alcoolique...Eh bien, j’avais été inspirée de lui dire son fait hier…

Jamais je n’épouserai un homme épris d’alcool. Père m’a toujours dit que ce genre d’excès rendait fou, violent et méchant au fil du temps. Et je ne veux pas d’un mari de ce genre, même si au premier abord, il avait l’air gentil. Dommage…

 

Et elle raya d’un trait résolu de crayon le nom du jeune homme sur son carnet.

 

Local: Riozoo

  

Classificação

 

Classe: Mammalia

Ordem: Carnivora

Família: Felidae

 

Nome vulgar: Onça-parda, Puma ou suçuarana

 

Categoria: Ameaçada

 

Características: A Suçuarana é um animal solitário e prefere viver em um lugar de difícil acesso como florestas, desertos e montanhas. Geralmente caça ao entardecer. O carneiro selvagem, o veado e o caititu constituem suas presas habituais. Os adultos se comunicam por meio de uma espécie de silvo estridente. A fêmea tem a cria em cavernas ou em cepos ocos. Os filhotes abrem os olhos com dez dias e ficam com a mãe até os 20 meses. Período de vida 12 anos. Maturidade sexual de 2 para 3 anos. Gestação de 90 a 96 dias. Números de filhotes: de 01 a 04, nascem pintados com manchas escuras no corpo.

 

A Suçuarana também conhecida como Puma (Puma concolor, anteriormente Felis concolor) onça-parda, onça-Vermelha, cougar, jaguaruna, leão-baio, leão-da-montanha, dependendo da região, é um mamífero da família Felidae nativo das Américas. Este felino grande e solitário tem a maior área de distribuição entre todos os grandes mamíferos terrestres do hemisfério ocidental, sendo encontrado desde o Yukon no Canadá aos Andes meridionais. Como espécie adaptável e generalista, a suçuarana é encontrada em qualquer região e tipo de habitat do Novo Mundo. É o segundo felino mais pesado do Novo Mundo, a seguir à onça-pintada. Apesar de grande, é mais aparentada dos pequenos felinos. Alguns cientistas consideram a suçuarana e guepardo como parentes próximos.

 

Um hábil predador de espera e emboscada, a suçuarana caça uma variedade de presas. As fontes primárias de alimento incluem ungulados como cervos (incluindo alces e uapitis) e Carneiro-selvagem, bem como gado doméstico, cavalos, e ovelhas, em particular na parte norte da sua área de distribuição. Também pode caçar espécies tão pequenas como insetos e roedores. Prefere habitats com vegetação rasteira densa e áreas rochosas adequadas às emboscadas, mas também pode viver em áreas abertas.

 

A suçuarana é territorial e persiste em densidades demográficas baixas. Os tamanhos dos territórios individuais dependem do terreno, vegetação, e abundância de presas. Embora seja um grande predador, nem sempre é a espécie dominante na sua área de distribuição, como quando compete pelas suas presas com animais como o lobo-cinzento, onça-pintada, urso-negro e urso-cinzento . É um animal recluso e normalmente evita pessoas. Os ataques a seres humanos permanecem raros, apesar de um aumento recente de frequência.

 

Devido ao excesso de caça após a colonização europeia da América e da ocupação humana contínua dentro do seu habitat, as populações diminuíram na maior parte de sua área histórica de distribuição. Em particular, a suçuarana foi extinta no leste da América do Norte , com exceção de uma subpopulação isolada no estado da Flórida, nos Estados Unidos. Há muitos avistamentos que afirmam que o animal foi recolonizando partes do seu antigo território oriental, como Ontário no Canadá, Maine, Península Superior, Norte do Michigan, Missouri e Illinois nos Estados Unidos. Um leão fotografado por guardas-florestais de Indiana, Estados Unidos em maio de 2010, pode ter escapado do cativeiro alguns anos antes.

  

Hábitos: Crepuscular, noturno, arborícola e terrestre. Hábitos alimentares carnívoros e ictiófago.

 

Habitat: campo, floresta e montanha. Comportamento solitário em par e sedentário. Seu pêlo é em geral bege rosado, mais pode ser cinza, marrom ou cor de ferrugem. O comprimento do pêlo varia conforme o habitat, vai de curto a muito longo. A sussuarana está a vontade em cima das árvores; equilibra-se com a cauda felpuda ao saltar de galho em galho.

 

Altura: Aproximadamente 63 cm

 

Peso: Até 100 kg

 

Comprimento: 1.20 de corpo e 65 cm de cauda

 

Ocorrência Geográfica: América do Norte, América do Sul e América Central. No Brasil, é encontrada em todos os Biomas

 

Categoria/Critério: Espécie ameaçada de extinção de acordo com a lista oficial do IBAMA. Apêndice I da CITES. Ameaçada criticamente em perigo-destruição de habitat, caça, populações pequenas, isoladas e em declínio.

  

Designação e etimologia

 

Com a sua vasta área de distribuição, a suçuarana tem dúzias de nomes e várias referências na mitologia dos indígenas norte-americanos e na cultura contemporânea. Suçuarana é um termo com origem no tupi syuasuarána. Em Portugal é mais conhecida como puma, termo oriundo do quíchua.

  

Taxonomia e evolução

 

Embora grande, a suçuarana é mais estreitamente aparentada aos pequenos felinos. Está colocada na subfamília Felinae, apesar das suas semelhanças de aparência com os grandes gatos da subfamília Pantherinae. Pensa-se que a família Felidae surgiu na Ásia há aproximadamente 11 milhões de anos. O estudo taxonômico dos felídeos permanece parcial e a maior parte do que se sabe sobre a sua história evolutiva baseia-se em análises de DNA mitocondrial, pois os gatos estão pouco representados no registro fóssil, e há intervalos de confiança significativos para as datas sugeridas. Segundo o mais recente estudo genômico de Felidae, o ancestral-comum das atuais linhagens Leopardus, Lynx, Puma, Prionailurus, e Felis cruzou a Beríngia para as Américas há aproximadamente 8 a 8,5 milhões de anos. Subsequentemente, as linhagens divergiram segundo aquela ordem. Os felídeos da América do Norte chegaram à América do Sul há 3 milhões de anos durante o Grande Intercâmbio Americano que se seguiu à formação do istmo do Panamá. Por muito tempo, pensou-se que a suçuarana pertencia ao gênero Felis (Felis concolor) o gênero que inclui o gato doméstico (Felis catus). Desde 1993, é classificada em Puma junto com o jaguarundi, um gato com pouco mais que um décimo do seu peso.

 

Ao contrário de outros grandes felinos, como o leão e a onça, a suçuarana não urra. Sua vocalização está muito mais próxima dum miado, porque, como os pequenos felídeos, seu hióide não é elástico e carece de grandes pregas vocais.

 

Os estudos indicam que a chita moderna da África e da Ásia ocidental é o parente mais próximo da suçuruana e do jaguarundi mas a relação não está resolvida. Foi sugerido que a linhagem da chita divergiu a partir da linhagem da suçuarana nas Américas (ver chita-americana) e migrou de volta à Ásia e África, enquanto outra pesquisa sugere que a chita divergiu no próprio Velho Mundo. Os contornos da migração dos pequenos felinos para as Américas são, portanto, ainda pouco claros.

  

Cientista que descreveu: Linnaeus, 1771

 

Fonte: www.Jureia.com.br

Pastel, 30 x 47 cm, 1901.

 

En tout, vingt-six pastels ont été composés lors de la troisième visite de Monet à Londres en 1901, y compris 17 vues du Pont de Waterloo Waterloo Bridge. fondation Triton à Rotterdam, ainsi qu'à celui du musée d'Orsay. Entièrement signé par l'artiste, il était presque certainement considéré par Monet comme une œuvre d'art achevée. Cela est vrai de presque tous les pastels de Londres et il est intéressant de noter que, bien qu'ils aient été produits simplement pour occuper son temps en attendant l'arrivée de ses matériaux de peinture, ces œuvres sur papier semblent avoir été tenues en haute estime par l'artiste. "Presque tous les pastels de Monet sont construits avec emphase et conscience dans le rectangle de la feuille, tout comme ses peintures à l’huile dans leurs toiles respectives. Exécutée avec beaucoup de flair dans pratiquement tous les cas, leur image a été développée et résolue au point où il pourrait la signer comme une œuvre d’art accomplie. L’idée que Monet considérait chacun de ses pastels comme l’équivalent d’une petite peinture à l’huile, d’échelle limitée mais digne d’attention, aide à expliquer quelque chose de leur caractère distinctif." (Richard Kendall).

 

Les pastels londoniens de Monet de 1901 sont ses dernières œuvres dans ce médium, qu’il ne semble pas avoir repris après son retour en France. Au moins la moitié des pastels londoniens semblent avoir quitté l'atelier de Monet avant sa mort, après avoir été présentés ou vendus à des collectionneurs et des marchands. Alors qu'un ou deux étaient inclus dans des expositions avant la Seconde guerre mondiale, ce n'est qu'après celle-ci que, comme le note encore Richard Kendall, `"les pastels ont lentement commencé à entrer dans le canon des réalisations reconnues de Monet ' Cette splendide vue pastel du Pont de Waterloo est un magnifique ajout à cette petite mais importante facette de la fin du dessin de Monet (cf. Stephen 0ngping Fine Art, Londres).

 

Merci Michelangelo pour la photo :

www.flickr.com/photos/47934977@N03/50931086798/in/album-7...

LE CHÂTEAU DE SULLY-SUR-LOIRE

LE MONDE | 03.09.1954 à 00h00 • Mis à jour le 03.09.1954 à 00h00 |

LOUIS MARTIN.

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Le château de Sully, sur lequel sa mise en vente judiciaire, dans les circonstances que nous avons récemment rapportées (1), vient d'attirer l'attention, est un des spécimens les plus typiques de l'architecture féodale.

 

Les vastes bâtiments actuels datent du quatorzième siècle. Ils remplacèrent la construction de bois, dont les fondations remonteraient à l'époque gallo-romaine. Les comptes du château de 1360 à 1363 - disparus avec les archives - mentionnent avec précision la date et les causes de cette restauration : " Aides que les villes et paroisses de la chastellie de Seuli ont fait à Monseigneur pour la réparation de son chastel de Seuli... lequel estoit chuz et abatuz par fortune du vent, l'an 1363. "

 

Un autre texte concerne, à la même date, l'édification de la magnifique charpente du don]"on (10 mètres de haut et 35 mètres de long), que Viollet-le-Duc considérait comme l'un des témoignages " les plus anciens et les plus complets de l'art de la charpenterie au moyen âge " : " Paié à Tévenon Foucher pour faire la charpenterie de la haute salle du chasteau tout à neuf, et pour faire le coronner des tours et du chasteau. "

 

Construit sur pilotis, le château fut bâti, à l'origine, dans le lit même de la Loire. En 1396 Raymond du Temple, " architecte du Louvre, maistre-maçon du Roy ", prit la direction des travaux.

 

La position géographique du château définit son rôle : le château de Sully (Soliacus, Soliacum, Solacense castrum) fut de tout temps un établissement militaire: " lieu fort ", " château fort ", qui commandait et défendait le nœud important de communications que formait la " tête de pont " de la Loire en cet endroit Tête de pont " stratégique " en raison non seulement du pont de pierre qui traversait le fleuve au pied même du château, de la proximité des voies romaines, mais du voisinage du " lieu sacré " de la Gaule, que les maîtres de la science historique sont unanimes à fixer à Fleury (depuis Saint-Benoît-sur-Loire), et de l'importante bourgade gallo-romaine de Bonnée, par l'antique chemin de laquelle les reliques de saint Benoît furent ramenées d'Italie à Fleury au septième siècle.

 

De La Trémoille à Sully

 

Par suite du mariage de Marie de Sully avec Guy VI de La Trémoille, la terre de Sully entra dans cette maison en 1383. Georges de La Trémoille en hérita. C'est à ce titre qu'il attira et retint à plusieurs reprises Charles VII à Sully ; on sait que Jeanne d'Arc dut venir deux fois l'y voir, en juin 1429 et en mars 1430.

 

Louis II de La Trémoille - le héros de Saint-Aubin-du-Cormier, qui devait être tué à Pavie - fit exécuter d'importants travaux. De nouveau bâtiments furent construits, des aménagements intérieurs effectués.

 

Les guerres de religion amassèrent ruines sur ruines. La collégiale Saint-Ythier, qui se trouvait dans la cour extérieure, fut détruite et la petite ville rançonnée. De nombreux habitants furent massacrés.

 

En 1563, sur l'ordre de Coligny, les capitaines de Boucart et Dampierre assiégèrent le château et la ville ; François de Guise envoya les capitaines Biron et Richelieu pour les délivrer.

 

En 1575 Henri de Guise, prince de Condé, tente vainement à son tour de reprendre le château. Dix années plus tard (12 mai 1585) le sieur d'Entragues, pour en faire l'assaut, dévastait la ville et ses faubourgs.

 

Le 25 juin 1589, après s'être emparés de Jargeau, Henri III et Henri de Navarre sommaient la ville de Sully de se rendre le gouverneur du château ayant répondu par une fin de non-recevoir, une délégation d'habitants se rendit à Jargeau pour faire leur soumission. Le château capitula

 

Le 15 juillet 1602 Claude La Trémoille, duc de Thouars, récemment converti ou protestantisme, vendait ses terres et seigneurie de Sully-sur-Loire à Maximilien de Béthune, marquis de Rosny, grand-voyer et grand-maître de l'artillerie de France, moyennant la somme de 42 000 écus, soit 126 000 livres. Le 12 février 1606 Henri IV les érigeait en duché-pairie.

 

Sully allait conquérir d'emblée la première place dans la longue lignée des seigneurs qui l'avaient précédé. Le " paysan " qu'il resta toujours, selon la juste remarque de M. le pasteur Jacques Pannier, retrouvait là son milieu, son élément, ses aspirations : la terre, la terre du val de Loire, celle de la Sologne et du Berry, dans lesquelles il allait étendre son vaste domaine.

 

Dès son arrivée le château, le parc et les jardins qui l'entourent sont transformés en ruches bourdonnantes. Des centaines d'ouvriers s'y affairent. On bâtit et on laboure. On arrache, on démolit, mais or reconstruit, on plante, on transforme, on ouvre les vieilles murailles à l'air et à la lumière.

 

Le travail de chacun est indiqué et ordonné. Un marché notarié en a fixé les conditions. Le maître est le premier à s'y soumettre, comme il est le premier levé et le dernier couché. Rien ne lui échappe, depuis la construction et l'aménagement d'une nouvelle tour pour l'artillerie, la réfection du donjon, les dessins des plafonds à caissons de son cabinet de travail et de sa chambre à coucher, l'élargissement des douves, la protection de la ville contre les inondations, la reconstruction des halles et de l'église paroissiale, l'établissement d'une canalisation de 3 kilomètres de long pour amener l'eau potable dans son parc, jusqu'à l'aménagement d'une " garenne ", dont il dresse lui-même les plans.

 

En 1621, profitant d'une de ses absences, une troupe de huguenots se fortifie dans le château. Le prince de Condé accourt du Berry pour la déloger.

 

Le 7 décembre 1638 devant Pichery, notaire à Sully-sur-Loire, Sully passait un marché avec Jacques Bouquet, maître imprimeur à Auxerre, pour l'impression et la reliure, dans l'une des tours du château, de ses Mémoires, dictés et mis en ordre depuis 1625. Ceux-ci parurent à Sully en 1640 sous le titre ; les Sages et Royales Économies d'Estat, domestiques, politiques et militaires de Henry le Grand.

 

Lieu d'asile des rois et des philosophes

 

Depuis la mort de Sully (22 décembre 1641) le château continua de participer étroitement à tous les événements heureux ou malheureux du pays, au point que l'un de ses historiens, M. Gustave Eyriès, a pu écrire que " l'histoire de France, depuis qu'il y a une France, s'est inscrite, page par page, sur chacune de ses pierres ".

 

Chassé de Paris par la Fronde, Louis XIV, enfant, s'y réfugie avec Anne d'Autriche, Mazarin et la cour, avant la bataille de Bléneau. Avant eux, depuis Pépin le Bref, la reine Berthe et le futur Charlemagne, dix autres rois de France, de Louis VII et Philippe-Auguste à Louis XI, François Ier et Henri III (contrairement à la légende Henri IV ne vint jamais à Sully), avaient franchi eux-mêmes les portes de la vieille demeure des " Seuli ".

 

Pour protester contre la misère et la frappe de nouvelles monnaies, deux mille paysans solognots, soulevés par les gentilshommes de la région, assiègent le château de mai à juillet 1658. Ils dévastent le pays, détroussent les habitants.

 

Accusé à tort, dit-on, d'avoir publié des libelles contre le régent, Voltaire est exilé à Sully en 1716 et 1719. La Fare, Chaulieu, Fontenelle, Génouville, Bussy, Courtin, l'y rejoignent. Au milieu du parc - dont " tous les arbres, a écrit l'auteur d'œdipe, sont découpés par des polissons ou des amants " - se déroulent les fameuses " Nuits blanches de Sully ", qu'agrémentent un essaim de jolies femmes : les duchesses de Sully, de La Vrillière, les marquises de Listenay, de Mimeure, sans oublier la belle Suzanne de Livry que, dans son aveuglement Voltaire allait faire siffler dans Artémire à la Comédie-Française.

 

À la veille de la Révolution La Fayette, retour d'Amérique, est reçu au château.

 

Les ravages de la guerre

 

À la fin du dix-neuvième siècle un puits artésien de 334 mètres, creusé à l'intérieur même de la salle des gardes, permet au châtelain de l'époque, le comte de Béthune-Sully, d'offrir gracieusement à la ville de Sully sa première adduction d'eau potable.

 

L'année 1833 est marquée par un événement solennel : profanées à la Révolution, les cendres de Sully et de sa seconde femme, Rachel de Cochefilet, retrouvées dans le cimetière de Nogent-le-Rotrou, sont transportées au château.

 

Dans la nuit du 17 au 18 janvier 1918 un incendie détruit un corps de bâtiment déjà incendié sous Louis XV, ainsi que la charpente de la tour du portail. Les flammes montent si haut qu'on les aperçoit de la cathédrale d'Orléans, à 40 kilomètres de là.

 

Les terribles bombardements des 15 au 18 juin 1940 allaient compléter le désastre. Les bombes de l'aviation italienne et les obus de l'artillerie allemande abattirent l'aile des archives, crevèrent les toitures, brisèrent en plusieurs endroits la magnifique charpente du quatorzième siècle, rendirent les pièces intérieures inhabitables. On connaît la suite... Un dernier événement local, dramatique dans sa forme et ses conséquences, allait restituer au château, pour quelques heures, son rôle féodal de protecteur de la cité. En pleine déroute allemande, les 10 et 11 août 1944, un ordre impératif du commandant de la place enjoignait à toute la population, sans distinction, de se rassembler et de passer la nuit dans l'intérieur du château. Deux soirs de suite, mille cinq cents personnes s'entassèrent dans les pièces et les salles, qui auraient pu sans dommage en contenir le double. Sur la rive opposée de la Loire, face au château, des détachements de l'armée américaine avaient pris position. La ville était en état de siège. Au pied même de la vieille forteresse les mitrailleuses crépitaient ; des explosions incessantes se faisaient entendre dans le lointain.

 

Lorsque au matin du troisième jour les premiers " prisonniers " quittèrent prudemment et librement leur asile, ils eurent la stupéfaction de retrouver leur ville complètement déserte : les Allemands l'avaient évacuée clandestinement au cours de le nuit.

  

Une baigneuse des années folles

plaque autochrome Lumière

début du 20è siècle

 

Louis Lumière considérait l'autochrome comme sa plus belle invention (procédé découvert en 1903 et commercialisé en 1907) mais c'est la plaque sèche très sensible, dont la formule a été découverte en 1881, (dite "étiquette bleue") qui a fait la richesse de la famille car, par son instantanéité, elle a permis la démocratisation de la photographie jusque là réservée à des professionnels travaillant en studio.

 

Le site de l'exposition "Lumière, le cinéma inventé"

www.exposition-lumiere.fr/

 

le site sur les autochromes (ministère de la culture)

www.autochromes.culture.fr/index.php?id=1&L=0.

 

Over a thousand glass beads have been unearthed in Iceland from farm sites and heathen graves. Some of the bead types can be dated with consid-erable accuracy, and glass beads are the principal evidence for the long-houses at Aðalstræti and Suðurgata dating from the same period. Beads were sometimes threaded together into necklaces.

  

no futuro de meus netos (no planeta que herdarão)! Meio carinha, um custo extra nos saquinhos específicos, exige mudança de hábitos, mas vale muito a pena!!!

Bjk e bom fim de semana!!!

 

(obs: essa, eu comprei na "MultiCoisas" - e o lugar mais barato para os saquinhos coloridos é o Carrefour...)

Veamos...

 

Llevo unos días un poco rara, desanimada, vagorra, sin fuerzas ni ganas de hacer nada, y entre eso y que no tengo tiempo real para dedicarme a pensar y hacer una foto cada día durante un año, no me queda más remedio que decir "hasta aquí nos trajo el río". Creo que no fue una buena idea empezar este proyecto cuando estoy en mi último cuatrimestre de la carrera y tengo miles de cosas pendientes...

 

No me gusta tener la obligación de hacer algo, prefiero ir subiendo lo que me apetezca cuando me apetezca y ya está... Así que nada, consideremos esta como la última del proyecto y quién sabe si más adelante lo retomaré de nuevo...

 

De la misma manera que elimine mi blog de la red, estoy empezando a quitarme pesos de encima que no quiero tener... Aunque mentalmente es más difícil quitárselos, pero bueno... Creo que todo va por temporadas y momentos de la vida, unas veces se está más vital, feliz, extrovertido y dinámico, y otras veces más apagado o tal vez alterado, no sé...

 

Pero bueno... espero que os guste la foto ^^.

LE CHÂTEAU DE SULLY-SUR-LOIRE

LE MONDE | 03.09.1954 à 00h00 • Mis à jour le 03.09.1954 à 00h00 |

LOUIS MARTIN.

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Le château de Sully, sur lequel sa mise en vente judiciaire, dans les circonstances que nous avons récemment rapportées (1), vient d'attirer l'attention, est un des spécimens les plus typiques de l'architecture féodale.

 

Les vastes bâtiments actuels datent du quatorzième siècle. Ils remplacèrent la construction de bois, dont les fondations remonteraient à l'époque gallo-romaine. Les comptes du château de 1360 à 1363 - disparus avec les archives - mentionnent avec précision la date et les causes de cette restauration : " Aides que les villes et paroisses de la chastellie de Seuli ont fait à Monseigneur pour la réparation de son chastel de Seuli... lequel estoit chuz et abatuz par fortune du vent, l'an 1363. "

 

Un autre texte concerne, à la même date, l'édification de la magnifique charpente du don]"on (10 mètres de haut et 35 mètres de long), que Viollet-le-Duc considérait comme l'un des témoignages " les plus anciens et les plus complets de l'art de la charpenterie au moyen âge " : " Paié à Tévenon Foucher pour faire la charpenterie de la haute salle du chasteau tout à neuf, et pour faire le coronner des tours et du chasteau. "

 

Construit sur pilotis, le château fut bâti, à l'origine, dans le lit même de la Loire. En 1396 Raymond du Temple, " architecte du Louvre, maistre-maçon du Roy ", prit la direction des travaux.

 

La position géographique du château définit son rôle : le château de Sully (Soliacus, Soliacum, Solacense castrum) fut de tout temps un établissement militaire: " lieu fort ", " château fort ", qui commandait et défendait le nœud important de communications que formait la " tête de pont " de la Loire en cet endroit Tête de pont " stratégique " en raison non seulement du pont de pierre qui traversait le fleuve au pied même du château, de la proximité des voies romaines, mais du voisinage du " lieu sacré " de la Gaule, que les maîtres de la science historique sont unanimes à fixer à Fleury (depuis Saint-Benoît-sur-Loire), et de l'importante bourgade gallo-romaine de Bonnée, par l'antique chemin de laquelle les reliques de saint Benoît furent ramenées d'Italie à Fleury au septième siècle.

 

De La Trémoille à Sully

 

Par suite du mariage de Marie de Sully avec Guy VI de La Trémoille, la terre de Sully entra dans cette maison en 1383. Georges de La Trémoille en hérita. C'est à ce titre qu'il attira et retint à plusieurs reprises Charles VII à Sully ; on sait que Jeanne d'Arc dut venir deux fois l'y voir, en juin 1429 et en mars 1430.

 

Louis II de La Trémoille - le héros de Saint-Aubin-du-Cormier, qui devait être tué à Pavie - fit exécuter d'importants travaux. De nouveau bâtiments furent construits, des aménagements intérieurs effectués.

 

Les guerres de religion amassèrent ruines sur ruines. La collégiale Saint-Ythier, qui se trouvait dans la cour extérieure, fut détruite et la petite ville rançonnée. De nombreux habitants furent massacrés.

 

En 1563, sur l'ordre de Coligny, les capitaines de Boucart et Dampierre assiégèrent le château et la ville ; François de Guise envoya les capitaines Biron et Richelieu pour les délivrer.

 

En 1575 Henri de Guise, prince de Condé, tente vainement à son tour de reprendre le château. Dix années plus tard (12 mai 1585) le sieur d'Entragues, pour en faire l'assaut, dévastait la ville et ses faubourgs.

 

Le 25 juin 1589, après s'être emparés de Jargeau, Henri III et Henri de Navarre sommaient la ville de Sully de se rendre le gouverneur du château ayant répondu par une fin de non-recevoir, une délégation d'habitants se rendit à Jargeau pour faire leur soumission. Le château capitula

 

Le 15 juillet 1602 Claude La Trémoille, duc de Thouars, récemment converti ou protestantisme, vendait ses terres et seigneurie de Sully-sur-Loire à Maximilien de Béthune, marquis de Rosny, grand-voyer et grand-maître de l'artillerie de France, moyennant la somme de 42 000 écus, soit 126 000 livres. Le 12 février 1606 Henri IV les érigeait en duché-pairie.

 

Sully allait conquérir d'emblée la première place dans la longue lignée des seigneurs qui l'avaient précédé. Le " paysan " qu'il resta toujours, selon la juste remarque de M. le pasteur Jacques Pannier, retrouvait là son milieu, son élément, ses aspirations : la terre, la terre du val de Loire, celle de la Sologne et du Berry, dans lesquelles il allait étendre son vaste domaine.

 

Dès son arrivée le château, le parc et les jardins qui l'entourent sont transformés en ruches bourdonnantes. Des centaines d'ouvriers s'y affairent. On bâtit et on laboure. On arrache, on démolit, mais or reconstruit, on plante, on transforme, on ouvre les vieilles murailles à l'air et à la lumière.

 

Le travail de chacun est indiqué et ordonné. Un marché notarié en a fixé les conditions. Le maître est le premier à s'y soumettre, comme il est le premier levé et le dernier couché. Rien ne lui échappe, depuis la construction et l'aménagement d'une nouvelle tour pour l'artillerie, la réfection du donjon, les dessins des plafonds à caissons de son cabinet de travail et de sa chambre à coucher, l'élargissement des douves, la protection de la ville contre les inondations, la reconstruction des halles et de l'église paroissiale, l'établissement d'une canalisation de 3 kilomètres de long pour amener l'eau potable dans son parc, jusqu'à l'aménagement d'une " garenne ", dont il dresse lui-même les plans.

 

En 1621, profitant d'une de ses absences, une troupe de huguenots se fortifie dans le château. Le prince de Condé accourt du Berry pour la déloger.

 

Le 7 décembre 1638 devant Pichery, notaire à Sully-sur-Loire, Sully passait un marché avec Jacques Bouquet, maître imprimeur à Auxerre, pour l'impression et la reliure, dans l'une des tours du château, de ses Mémoires, dictés et mis en ordre depuis 1625. Ceux-ci parurent à Sully en 1640 sous le titre ; les Sages et Royales Économies d'Estat, domestiques, politiques et militaires de Henry le Grand.

 

Lieu d'asile des rois et des philosophes

 

Depuis la mort de Sully (22 décembre 1641) le château continua de participer étroitement à tous les événements heureux ou malheureux du pays, au point que l'un de ses historiens, M. Gustave Eyriès, a pu écrire que " l'histoire de France, depuis qu'il y a une France, s'est inscrite, page par page, sur chacune de ses pierres ".

 

Chassé de Paris par la Fronde, Louis XIV, enfant, s'y réfugie avec Anne d'Autriche, Mazarin et la cour, avant la bataille de Bléneau. Avant eux, depuis Pépin le Bref, la reine Berthe et le futur Charlemagne, dix autres rois de France, de Louis VII et Philippe-Auguste à Louis XI, François Ier et Henri III (contrairement à la légende Henri IV ne vint jamais à Sully), avaient franchi eux-mêmes les portes de la vieille demeure des " Seuli ".

 

Pour protester contre la misère et la frappe de nouvelles monnaies, deux mille paysans solognots, soulevés par les gentilshommes de la région, assiègent le château de mai à juillet 1658. Ils dévastent le pays, détroussent les habitants.

 

Accusé à tort, dit-on, d'avoir publié des libelles contre le régent, Voltaire est exilé à Sully en 1716 et 1719. La Fare, Chaulieu, Fontenelle, Génouville, Bussy, Courtin, l'y rejoignent. Au milieu du parc - dont " tous les arbres, a écrit l'auteur d'œdipe, sont découpés par des polissons ou des amants " - se déroulent les fameuses " Nuits blanches de Sully ", qu'agrémentent un essaim de jolies femmes : les duchesses de Sully, de La Vrillière, les marquises de Listenay, de Mimeure, sans oublier la belle Suzanne de Livry que, dans son aveuglement Voltaire allait faire siffler dans Artémire à la Comédie-Française.

 

À la veille de la Révolution La Fayette, retour d'Amérique, est reçu au château.

 

Les ravages de la guerre

 

À la fin du dix-neuvième siècle un puits artésien de 334 mètres, creusé à l'intérieur même de la salle des gardes, permet au châtelain de l'époque, le comte de Béthune-Sully, d'offrir gracieusement à la ville de Sully sa première adduction d'eau potable.

 

L'année 1833 est marquée par un événement solennel : profanées à la Révolution, les cendres de Sully et de sa seconde femme, Rachel de Cochefilet, retrouvées dans le cimetière de Nogent-le-Rotrou, sont transportées au château.

 

Dans la nuit du 17 au 18 janvier 1918 un incendie détruit un corps de bâtiment déjà incendié sous Louis XV, ainsi que la charpente de la tour du portail. Les flammes montent si haut qu'on les aperçoit de la cathédrale d'Orléans, à 40 kilomètres de là.

 

Les terribles bombardements des 15 au 18 juin 1940 allaient compléter le désastre. Les bombes de l'aviation italienne et les obus de l'artillerie allemande abattirent l'aile des archives, crevèrent les toitures, brisèrent en plusieurs endroits la magnifique charpente du quatorzième siècle, rendirent les pièces intérieures inhabitables. On connaît la suite... Un dernier événement local, dramatique dans sa forme et ses conséquences, allait restituer au château, pour quelques heures, son rôle féodal de protecteur de la cité. En pleine déroute allemande, les 10 et 11 août 1944, un ordre impératif du commandant de la place enjoignait à toute la population, sans distinction, de se rassembler et de passer la nuit dans l'intérieur du château. Deux soirs de suite, mille cinq cents personnes s'entassèrent dans les pièces et les salles, qui auraient pu sans dommage en contenir le double. Sur la rive opposée de la Loire, face au château, des détachements de l'armée américaine avaient pris position. La ville était en état de siège. Au pied même de la vieille forteresse les mitrailleuses crépitaient ; des explosions incessantes se faisaient entendre dans le lointain.

 

Lorsque au matin du troisième jour les premiers " prisonniers " quittèrent prudemment et librement leur asile, ils eurent la stupéfaction de retrouver leur ville complètement déserte : les Allemands l'avaient évacuée clandestinement au cours de le nuit.

  

La Scuola Grande di San Marco fut construite par le grand Pietro Lombardo dont on peut admirer plusieurs réalisations à Venise.

 

C'est actuellement l'hôpital civil de la ville. La Scuola se trouve sur une des plus belles places de La Sérénissime.

 

Suivant les conseils de Jean Giono qui considérait que le noir était la seule couleur qui apporte quelque chose de nouveau à Venise ; j'ai pensé que l'ensemble rendrait bien traité de cette façon avec la blancheur des marbres des façades de la Scuola.

Voici une photo de ma bonne amie Renée Wathelet, décédée hier, le 17 septembre 2009 à l'âge de 60 ans. Renée était une blogeuse assidue et elle avait aussi un page flickr(endirectdesiles). Renée vivait sur l'île d'Isla Mujeres dans la baie de Cacun au Mexique. Elle avait quitté Montréal pour y vivre à plein temps. Elle considérait cette île comme la sienne et elle adorait les habitants parmis lesquels elle s'était fait de nombreux amis(es). Elle laisse un grand vide et tous ceux qui la connaissait la pleure mais aussi célèbre sa vie de nomade.

 

Elle a de magnifiques photos, même en étant plus de ce monde, elle appréciera vos commentaires car je sais qu'elle n'est pas loin.

Arbres en fleurs

Oeuvre de Hans Herrmann (Allemagne, 1858-1942)

Avec Max Liebermann et Walter Leistikow, il fut membre fondateur de la "Vereinigung der XI", un groupe d'artistes progressistes opposés à ce qu'ils considéraient comme des traditions académiques dépassées. Extrait de Wikipedia

de.wikipedia.org/wiki/Vereinigung_der_XI

1894

Huile sur toile

 

Oeuvre présentée dans l'exposition "L'art à Berlin 1880 – 1980", Berlinische Galerie, Musée d'art moderne, Berlin

 

La collection de la Berlinische Galerie... est un voyage dans le temps à travers Berlin : l'Empire allemand, la République de Weimar, la dictature nationale-socialiste, un nouveau départ après 1945, la guerre froide dans une ville divisée et les modèles sociaux et de vie alternatifs qui se sont développés à l'ombre de la Mur à l'Est et à l'Ouest.... Extrait du site du musée

berlinischegalerie.de/ausstellung/kunst-in-berlin-1880-1980/

Dina Vierny, née Dina Aïbinder le 25 janvier 1919 à Chișinău (Bessarabie, alors en Roumanie) et morte le 20 janvier 2009 à Paris, est une collectionneuse d'art française qui fut modèle pour quelques peintres et pour Aristide Maillol.

 

Muse du sculpteur depuis l'âge de quinze ans, elle est désignée dix ans plus tard, en 1944, exécuteur testamentaire de celui-ci, qui la considérait comme sa fille, et devient galeriste. Choisie en 1972 par l'unique héritier de Maillol pour être son légataire universel, elle crée en 1983 la Fondation Dina Vierny et ouvre en 1995 à Paris le musée Maillol.

Mardi 25 août 2015. Ellis Island. En attendant le ferry-boat pour la Statue de la Liberté. Vue sur Manhattan. Le drapeau est en berne en raison des incendies géants de Californie.

 

Bien que dépendant de l’État de New York, la ville de New York bénéficie d’une large autonomie législative et exécutive et d'une administration plus centralisée que la plupart des autres villes américaines. Ce statut est défini par une charte, amendée et promulguée par l'Assemblée législative de l’État de New York, et parfois par référendum. La municipalité est responsable de l'éducation, des bibliothèques, de la sûreté, de l'hygiène, de l'approvisionnement en eau, des services d'assistance sociale, des établissements pénitentiaires et des équipements de loisirs. L'autorité de la police de la ville de New York à arrêter des individus est valable dans tout l'État de New York.

Les New-Yorkais sont majoritairement démocrates et libéraux : lors de l'élection présidentielle de 2004 le candidat démocrate John Kerry a ainsi obtenu plus de 74 % des voix dans la ville, alors qu'il perdit l'élection au niveau national. 66 % des votants enregistrés sont démocrates. En 2012, Barack Obama obtient plus de 81 % des voix.

Cinq des comtés de l'État de New York coïncident avec les cinq arrondissements (boroughs) de la ville de New York, mais ces derniers ne fonctionnent pas comme des comtés à proprement parler. En effet, depuis la consolidation de la ville de New York dans ses limites actuelles en 1898, les gouvernements de comté ont été supprimés et n'ont plus aucun pouvoir ou statut et dépendent directement de l'autorité municipale. Aujourd'hui, les cinq comtés de la ville servent essentiellement de base pour les données statistiques et démographiques du bureau du recensement des États-Unis. La ville de New York est considérée comme le siège de ses cinq comtés : comté de New York (Manhattan), comté de Kings (Brooklyn), comté de Bronx (Bronx), comté de Richmond (Staten Island), et le comté de Queens (Queens).

Avant l'arrivée des Européens, le territoire de l'actuelle New York était peuplé par des Lenapes. Le 17 avril 1524, le navigateur Giovanni da Verrazano, missionné par le roi de France François Ier, découvre la baie de New York qu'il baptise La Nouvelle-Angoulême. De nos jours, le pont Verrazano-Narrows rappelle cette découverte. L'explorateur entend recommander le site au roi, mais en août 1524, François Ier annule l'entrevue prévue avec Verrazano pour s'engager dans la désastreuse campagne de Pavie... voilà comment la France a raté l'Amérique ! En 1609, la Compagnie néerlandaise des Indes orientales engage l'explorateur anglais Henry Hudson pour tenter de découvrir à son tour une nouvelle route maritime vers les Indes. Il entre dans la baie de New York et remonte le fleuve qui porte aujourd'hui son nom. En 1624, la région devient officiellement une possession néerlandaise sous l'égide de la Compagnie des Indes orientales. Trente familles Boyer et protestantes (parmi lesquelles des protestants français huguenots et Wallons) s'installèrent au sud de Manhattan formant la colonie de la « Nouvelle-Amsterdam ». En 1626, le directeur de la colonie Pierre Minuit acquit l'île auprès des Lénapes. En 1647, Pieter Stuyvesant fut nommé directeur-général de la colonie pour remplacer Willem Kieft, dont l'administration s'était attirée les foudres des colons depuis que les relations avec les Amérindiens avaient dégénéré en de violents affrontements durant les années 1640.

En 1664, les Anglais conquirent la Nouvelle-Amsterdam qui fut rebaptisée « New York » en l'honneur de Jacques, duc d'York et frère du roi Charles II. L'anglicanisme devint la religion officielle de la colonie en 1698. La ville se développa rapidement : en 1700, elle comptait près de 5 000 habitants. Les premières institutions culturelles furent fondées comme le King's College en 1754. Le commerce se diversifia et se développa notamment grâce à l'aménagement du Great Dock sur l'East River en 1676.

En 1765, le Parlement britannique vota le Stamp Act. Cette loi imposant un droit de timbre sur les journaux et les documents officiels britanniques provoqua la réunion à New York du Stamp Act Congress en octobre. Les délégués des treize colonies britanniques d'Amérique protestèrent contre la taxe qui fut abrogée l'année suivante. New York vit naître le mouvement des Fils de la Liberté qui contestaient la présence coloniale anglaise. Les incidents se multiplièrent et New York devint une place stratégique dans la guerre d'indépendance américaine (1775-1783). Le général américain George Washington fit fortifier la ville et prit personnellement le contrôle de l'Armée continentale en 1776. Mais les insurgés américains furent battus à la bataille de Long Island et un quart de la ville fut réduit en cendres. La ville resta aux mains des Britanniques jusqu’en 1783, date de la fin de la guerre d'indépendance.

En 1785, le Congrès continental s'installa à New York, qui fit dès lors office de capitale provisoire des États-Unis. Mais, sous la pression de Thomas Jefferson, le Congrès déménagea à Philadelphie cinq ans plus tard. En 1789, le premier président américain, George Washington, prêta serment sur la Bible au balcon du Federal Hall dans le sud de Manhattan.

À partir des années 1790, la ville de New York connut une importante croissance démographique et devint la plus peuplée des États-Unis en 1820. En 1811, le Commissioners' Plan imposa le plan hippodamien pour le développement de la ville.

À la suite des épidémies de choléra, la municipalité décida de porter ses efforts sur l'adduction d'eau et les égouts : un service des égouts fut fondé en 1849 et des bains publics furent ouverts dans les années 1850. Un aqueduc fut mis en chantier en 1842 afin d'apporter l'eau de la rivière Croton. Au milieu du siècle, le Central Park fut aménagé au cœur de Manhattan. Plusieurs bâtiments publics de style néoclassique sortirent de terre. En 1898, la ville de New York est divisée en cinq arrondissements (boroughs) : Manhattan, Brooklyn, Bronx, Queens et Staten Island.

Avec le développement des transports en commun et de l'industrie, l'agglomération new-yorkaise s'agrandit rapidement dans la deuxième moitié du XIXe siècle. Les New-Yorkais les plus pauvres s'entassèrent dans des appartements étroits et insalubres appelés tenements : en 1890, un million d'habitants vivent dans 37 316 de ces logements. Les classes moyennes s'implantèrent dans les banlieues.

Au milieu du XIXe siècle, plus de la moitié des New-Yorkais étaient nés à l'étranger ; entre 1820 et 1890, plus de dix millions d'immigrants, essentiellement irlandais et allemands, s'installèrent dans la métropole, fuyant la crise économique et les persécutions qui avaient lieu en Europe. Des quartiers « ethniques » se constituèrent à Manhattan et chaque communauté développa ses réseaux d'entraide, ses associations et ses journaux. Les Allemands s'installent dans le quartier appelé « Little Germany », dans le Sud-Est de Manhattan ; au milieu du XIXe siècle, New York est, derrière Berlin et Vienne, la troisième plus importante ville germanophone du monde avec 600 000 immigrés allemands. Les tensions entre ces communautés dégénèrent parfois en émeutes : celles de 1871 entre catholiques et orangistes se soldèrent par 65 morts. Mais les émeutes les plus graves de l'histoire de New York furent liées à la Guerre de Sécession : les Draft Riots de 1863 firent une centaine de morts.

Le développement économique de New York fut facilité par la modernisation et l'extension des réseaux de transport : le canal Champlain (1823) et le canal Érié (1825) reliaient New York à son arrière-pays et aux Grands Lacs. Les liaisons ferroviaires se multiplièrent à partir des années 1830 et Grand Central devint la principale gare de New York dans les années 1870. Sur la mer, les lignes transatlantiques reliaient New York à l'Europe par les paquebots. Candidat fédéraliste à la présidentielle de 1812, le gouverneur DeWitt Clinton a obtenu que des obligations de l'État de New York financent le Canal Erié, un coup de pouce à Wall Street.

Le port devient le premier du pays ; les installations durent s'agrandir dans les années 1850-1860, notamment à Brooklyn et au New Jersey. Les premières jetées maçonnées (les Piers) apparurent dans les années 1870. En 1900, le port de New York était le premier du monde.

Avec la Révolution industrielle, les usines, les manufactures et les ateliers furent de plus en plus nombreux. La place fit rapidement défaut sur l'île et de nombreuses industries s'implantèrent dans les quartiers périphériques. Les principales activités de l'agglomération étaient alors liées au secteur agro-alimentaire, au textile (filatures, ateliers de confection), aux constructions navales et à l'imprimerie. Vers 1900, New York était la ville industrielle la plus importante des États-Unis.

C'est également au XIXe siècle que New York se positionna comme premier centre des affaires du pays : la vocation financière de la métropole se développa avec la création de la Bank of New York en 1784 et l'ouverture de la bourse en 1792. Plus tard, des bourses spécialisées furent fondées (bourse aux grains en 1850, au coton en 1868). L'indice boursier du Dow Jones fut créé en 1896. Les grandes enseignes telles que Macy's et Bloomingdale's virent le jour dans la deuxième moitié du XIXe siècle. Broadway devint l'artère commerçante de la ville.

Au cours de la première moitié du XXe siècle, la ville devint un centre d’envergure internationale. La croissance urbaine nécessita toujours plus d'investissements dans les transports. Ainsi, l’Interborough Rapid Transit, la première compagnie de métro, vit le jour en 1904. En 1913, la principale gare, Grand Central Terminal, fut reconstruite. La densification du trafic automobile amena la municipalité à penser un nouveau plan d'urbanisme et à relier Manhattan par de nouvelles infrastructures : ponts, tunnels (Holland Tunnel) et voies rapides (parkways).

Avec la multiplication des sièges sociaux d'entreprises et le manque de place, les gratte-ciel se multiplièrent dans deux quartiers : le Sud de Manhattan et Midtown. En 1929, New York compte déjà 188 immeubles de plus de 20 étages. Le Chrysler Building et l'Empire State Building deviennent des symboles de la modernité new-yorkaise dans l'entre-deux-guerres.

Le problème du logement subsistait à New York : 40 000 tenements (« immeubles de logement ») furent détruits dans les années 1920 et des logements sociaux furent construits. La Grande Dépression des années 1930 jeta à la rue des milliers de New-Yorkais. La loi Wagner-Steagall de 1937 permit la construction de grands ensembles.

New York, en particulier Ellis Island où transitèrent 16 millions de personnes, resta pendant plusieurs décennies la principale porte d'entrée des immigrants aux États-Unis. Dans la première moitié du XXe siècle, ces derniers venaient d'Europe orientale et méditerranéenne. Les Afro-Américains affluèrent également du Sud du pays et se concentrèrent dans des quartiers comme Harlem. Après la Seconde Guerre mondiale, l'immigration changea de nouveau pour venir d'Amérique latine, d'Asie et d'Afrique.

New York devint par ailleurs un centre culturel d'importance mondiale. Ce rôle s’amplifia vers la fin des années 1930 avec l’afflux de réfugiés européens, qui comportaient de nombreux intellectuels, musiciens et artistes. Les quartiers de Greenwich Village et de Harlem devinrent les principaux lieux de création artistique et littéraire. Avec l'Armory Show (1913) puis l'ouverture du Museum of Modern Art (1929), du Whitney Museum of American Art (1931) et du musée Solomon R. Guggenheim (1937), New York devint l'une des capitales mondiales de l'art moderne66. Malgré la concurrence de Los Angeles, New York resta jusqu'en 1945 un centre cinématographique majeur : elle exerçait le contrôle financier de l'industrie du 7e art, produisait des films dans ses studios et possédait de très nombreuses salles de projection. Les nouveaux médias se développèrent dans la cité : tabloïds, chaînes de radio (CBS et NBC).

En 1919, New York fut secouée par des grèves massives. Le 16 septembre 1920, un attentat à la bombe souffla les bureaux du siège de la compagnie J.P. Morgan à Wall Street, faisant 38 morts et 200 blessés. Les années 1920 furent également marquées par la prohibition, avec l’ouverture des speakeasies. La « grosse pomme » n'échappa pas à la Grande Dépression économique des années 1930. C'est d'ailleurs à la bourse de Wall Street que se manifesta le krach de 1929, le plus violent de l'histoire boursière mondiale, qui donna lieu à une crise mondiale. Le chômage et la misère augmentèrent rapidement et des bidonvilles se développèrent.

Après la Seconde Guerre mondiale, New York connut cependant un relatif déclin, perdit de ses habitants, et son tissu industriel commença à vieillir. La crise des années 1960-1970 engendra des friches industrielles dans le Bronx et Queens. Ainsi, le chantier naval Navy Yard ferma ses portes en 1966. Entre 1953 et 1992, New York perdit quelque 700 000 emplois industriels. La place du port de New York recule. En revanche, la ville affermit sa position mondiale avec l'installation des institutions permanentes de l'ONU. L'exposition universelle de la foire internationale de New York 1964-1965 attira des millions de visiteurs.

New York s’affirma comme capitale de l’expressionnisme abstrait, rivalisant avec Londres sur le marché de l’art. La contre-culture s'épanouit à New York dans les lettres et les arts. L'Off-off Broadway proposait une alternative au théâtre commercial. Le Pop Art dénonçait la société de consommation. Frank Stella expérimenta le minimalisme et Christo proposa aux New-Yorkais des œuvres éphémères. Les fresques murales se multiplièrent sur les murs de la ville. La culture de la rue (graffiti, hip-hop) prit leur essor dans les années 1980. Cependant, New York se vit de plus en plus concurrencée par d'autres pôles dans le pays, en particulier ceux de la Sun Belt (Los Angeles, San Francisco).

Les années 1960 furent aussi marquées par des tensions raciales, et New York s'imposa rapidement comme un lieu clé du mouvement des droits civiques. Parmi les événements les plus marquants du mouvement, on peut citer les émeutes de juillet 1964) et les diverses manifestations sociales (grèves des transports en 1966, manifestations contre la guerre du Viêt Nam). La municipalité confia à Robert Moses le soin de détruire les taudis, de rénover certains blocks et de construire des logements sociaux. En 1968, Harlem connut de nouvelles émeutes à la suite de l'assassinat de Martin Luther King Jr.

Entre 1940 et 1990, Manhattan perdit 500 000 habitants, Brooklyn 400 000 et le Bronx 300 000. Cependant, les banlieues résidentielles continuèrent de s'étendre grâce au réseau autoroutier et à la construction de nouveaux ponts tels le pont Verrazano-Narrows en 1964.

Les années 1970 sont souvent considérées comme le point bas de l'histoire de New York, en raison des taux de criminalité élevés assortis de divers désordres sociaux qui débutèrent dès les années 1960, en particulier avec les émeutes de Stonewall en 1969. Dans un contexte de stagflation aux États-Unis et de maintien en parallèle de dépenses sociales élevées à New York, les dépenses de la municipalité explosèrent, conduisant l'État fédéral à se désengager. Finalement, en 1975, le président Gerald Ford autorisa le Trésor américain à injecter 2,3 milliards de dollars par an dans le budget municipal pour sauver la ville de la banqueroute. Par la suite, la désindustrialisation et le déclin démographique poussèrent la ville au bord de la faillite66. De nombreuses infrastructures urbaines furent laissées à l'abandon, faute de subventions. Parallèlement, l'immense World Trade Center fut inauguré au cours d'une cérémonie grandiose en 1973. Plusieurs quartiers s'enfoncèrent alors dans la criminalité et la drogue, comme Harlem ou South Bronx. Le phénomène s'accompagna même d'une chute brutale de la population.

Le rebond de Wall Street, dans les années 1980, malgré le krach de 1987, permit à New York de retrouver son rôle de leader dans la sphère économique et financière mondiale et l'équilibre budgétaire de la ville fut rétabli en 1981. Au début des années 1990, New York dépassa Londres pour les activités financières et bancaires.

 

Le drapeau de New York porte les mêmes couleurs (sur des barres aux dimensions égales) que le drapeau des Provinces-Unies tel qu'il était utilisé en 1625, l'année où Manhattan fut colonisée. En son centre est reproduit, en bleu, le sceau de la ville. Sur ce dernier figurent plusieurs éléments symboliques : l'aigle représente l'État de New York. L'Amérindien évoque les premiers habitants de la région, tandis que le marin évoque les colons : leur évocation conjointe confère l'idée d'une union entre les deux peuples. Le castor fait référence à la Compagnie néerlandaise des Indes occidentales. Le baril et la fleur font référence aux premiers temps de l'industrie new-yorkaise. Le moulin à vent est un rappel de l'histoire néerlandaise de New York. Quant à Eboracum, c'était le nom de la ville de York à l'époque romaine.

En reportage à La Nouvelle-Orléans, John J. Fitz Gerald79 entendit les valets d'écurie appeler les champs de course de New York « the Big Apple » (dans le sens the big apple = the biggest bet = le plus grand pari). L'expression lui plut et il donna comme titre à sa chronique Around the Big Apple. Dix ans plus tard, de nombreux musiciens de jazz commencèrent à utiliser l'expression de Big Apple pour désigner New York, et plus particulièrement le quartier de Harlem (à Manhattan), considéré comme la capitale mondiale du jazz. Ils disaient qu'il y avait beaucoup de pommes sur les arbres du succès, mais que, quand vous choisissiez New York City, vous choisissiez LA grosse pomme. En 1971, cette expression prit toute son ampleur grâce à Charles Gillett (président du NY Convention and Visitors Bureau) qui lança une campagne publicitaire sur le thème de la Big Apple. Celle-ci fut relayée par l'agence BBH London qui lança cette expression en Angleterre. Depuis, cette expression est devenue courante. 35 % des Anglais affirment même qu'elle est typiquement anglaise et non d'origine américaine.

À l'exception du Bronx qui se trouve sur le continent, dans le sud d'une presqu'île, la ville s'étend sur plusieurs îles : la plus peuplée est celle de Manhattan où se trouve le cœur économique et culturel de l'agglomération. Governors Island, Liberty Island et Ellis Island sont de petites îles au sud de Manhattan dont les lieux historiques sont visités par les touristes. Staten Island est l'île la plus au sud de New York. Les arrondissements de Brooklyn et Queens occupent la partie occidentale de Long Island.

Cette configuration insulaire nécessite la présence de nombreux ponts et tunnels qui relient les différentes parties de l'agglomération. Un service de traversiers permet également aux New-Yorkais de se déplacer facilement. Plusieurs détroits comme le Long Island Sound ou The Narrows séparent les différentes îles. Les eaux profondes de la baie de New York et les côtes très découpées fournissent de nombreuses autres petites baies abritées.

Le site de New York apparaît à la fois comme un atout (ouverture maritime, défense naturelle) mais aussi comme un risque (inondations, élévation de la mer, raz-de-marée) pour la métropole.

La ville de New York dispose d'un important réseau hydrographique. Le fleuve Hudson se jette dans la baie de New York en formant un estuaire. La baie est constituée de deux parties : la Upper New York Bay (la « baie supérieure ») au sud de Manhattan et la Lower New York Bay (la « baie inférieure ») au sud de Staten Island et de Long Island, séparées par un détroit, The Narrows, qui forme le principal chenal d'accès au port de la ville.

Malgré leur nom, l'East River et la Harlem River ne sont pas des cours d'eau mais des bras de mer ou des détroits.

Le canal Érié, voie d'eau artificielle majeure qui fut aménagé au début du XIXe siècle, fait communiquer le fleuve, donc New York, avec la région des Grands Lacs.

 

Ellis Island est une île située à l'embouchure de l'Hudson à New York, moins d'un kilomètre au nord de Liberty Island qui abrite la statue de la Liberté. Elle a été, dans la première partie du XXe siècle, l'entrée principale des immigrants qui arrivaient aux États-Unis. Les services d'immigration y ont fonctionné du 1er janvier 1892 jusqu'au 12 novembre 1954. L'île est gérée par le gouvernement fédéral et fait désormais partie du monument national de la Statue de la Liberté, sous la juridiction du service des parcs nationaux des États-Unis et abrite un musée. Territorialement, elle est partagée entre la ville de Jersey City dans le New Jersey et la ville de New York dans l'État de New York. 83 % de l'île appartient à la ville de Jersey City.

Ellis Island a été le sujet d'une querelle de frontière entre ces deux États américains. Selon le bureau de statistiques des États-Unis, l'île a une superficie officielle de 129 618 m2, dont la plus grande partie créée artificiellement. La portion naturelle de l'île, qui se trouve sur le territoire de la ville de New York, est de 21 458 m2 et est entourée par la partie artificielle.

Avant 1892 et l'ouverture d'Ellis Island comme centre de réception des immigrés à New York, le débarquement des voyageurs se faisait à Fort Clinton ou Castle Clinton, à l'extrême sud de Manhattan (aujourd'hui dans Battery Park), au grand désespoir des habitants qui se plaignaient de la situation, imputant nombre de maux aux nouveaux arrivants. Ellis Island s'appelait Fort Gibson et était une place militaire qui faisait partie du système de défense de la ville contre la flotte britannique. L'île apparut alors comme une meilleure solution, permettant d'isoler les migrants avant leur acceptation aux États-Unis et d'éviter les évasions. Originalement appelée Little Oyster Island (île de la petite huître), on la nomma Ellis Island en référence à Samuel Ellis, colon venant probablement d'Écosse, qui en fut son propriétaire dans les années 1770, avant son rachat par l'État de New York.

Les bâtiments du centre d'immigration d'Ellis Island ont été créés par les architectes Edward Lippincott Tilton et William A. Boring qui reçurent une médaille d'or à l'exposition universelle de Paris en 1900 pour le design du bâtiment principal.

Le centre fédéral d'immigration ouvrit le 1er janvier 1892 et fut fermé le 12 novembre 1954 après le passage et l'inspection de plus de 12 millions d'immigrants par le bureau d'immigration des États-Unis. Durant les 62 années d'activité, plus de 8 millions d'immigrations furent enregistrées localement par l'administration de l'État de New York au Castle Garden Immigration Depot à Manhattan.

1907 fut l'année la plus active à Ellis Island avec l'arrivée de 1 004 756 immigrants. Le 17 avril de cette année-là vit l'arrivée de 11 747 immigrants.

Ceux qui présentaient des signes de maladies étaient renvoyés dans leur pays (cas extrême) ou mis en quarantaine sur l'île pour une très longue période. Par la suite, les immigrants se voyaient poser une série de 29 questions incluant leur nom, leur métier et la quantité d'argent qu'ils avaient sur eux. Généralement, ces immigrants étaient acceptés immédiatement et ne passaient que 3 à 5 heures sur l'île. Cependant, plus de 3 000 immigrants moururent à l'hôpital. Certaines personnes furent également refoulées, car on considérait qu'elles risquaient de rester chômeurs. Environ 2 % des arrivants virent ainsi leur admission aux États-Unis rejetée et furent renvoyés dans leur pays d'origine pour diverses raisons telles que leur santé ou leur passé criminel. Ellis Island était souvent surnommée The Island of Tears (l'île des pleurs) ou Heartbreak Island (l'île des cœurs brisés) à cause de ces 2 % qui n'étaient pas admis après leur long voyage.

L'auteur Louis Adamic (1899-1951), venu de Slovénie en 1913, décrivit la nuit qu'il avait passée à Ellis Island. Lui et plusieurs autres immigrants dormirent sur des lits dans un long corridor. N'ayant pas de couverture chaude, le jeune homme ne put dormir de la nuit, entendant les ronflements et plusieurs rêves se passant dans différentes langues. Il décrit aussi une cuisine tellement grande qu'elle pouvait accueillir 1 000 personnes.

Durant la Première Guerre mondiale, le sabotage allemand du dépôt de munitions Black Tom Wharf endommagea les bâtiments d'Ellis Island. Durant la guerre, l'île fut utilisée pour interner des marchands allemands et autres ennemis de guerre ainsi que comme un centre pour aider les soldats américains blessés et malades à leur retour du front européen. Ellis Island reçut également plusieurs dizaines de milliers d'immigrants par an durant cette période, soit beaucoup moins qu'avant guerre. Après celle-ci, le nombre remonta au niveau d'avant-guerre.

En 1917, des modifications des règles d'entrée limitèrent les flux migratoires. Un test d’alphabétisation fut mis en place.

Après 1924 et les lois sur les quotas d'immigration de Johnson-Reed, qui diminuèrent considérablement l'immigration et transférèrent aux ambassades le rôle de choisir les futurs arrivants, le centre devint un lieu de détention et d'expulsion pour les étrangers indésirables. Les quotas portèrent sur 17 000 Irlandais, 7 500 Britanniques, 7 400 Italiens et 2 700 Russes. La crise de 1929 réduisit encore le nombre d'immigrants, passant de 241 700 en 1930 à 97 000 en 1931 et 35 000 en 1932. Au même moment, Ellis Island devint un centre de détention pour les expulsés vers leurs pays d'origine : dissidents politiques, anarchistes, chômeurs. Les expulsés furent 62 000 en 1931, 103 000 en 1932 et 127 000 en 1933.

Pendant et après la Seconde Guerre mondiale, Ellis Island servit de base d'entraînement aux gardes côtes et de camp pour les prisonniers de guerre. Environ 7 000 allemands, Italiens et japonais furent détenus sur l'île.

La loi sur la Sécurité interne de 1950 interdit aux membres des organisations communistes et fascistes d'immigrer aux États-Unis. Plusieurs d'entre-eux furent détenus à Ellis Island jusqu'en 1952, date à laquelle plusieurs lois furent changées.

En novembre 1954, Ellis Island fut finalement fermée et inscrite au patrimoine. L'île figure sur le registre national des sites historiques américains. Aujourd'hui, elle abrite un musée accessible par bateau depuis le Liberty State Park de Jersey ainsi que depuis Manhattan.

L'île accueillit environ 12 millions de personnes entre son ouverture le 1er janvier 1892 et sa fermeture le 12 novembre 1954. La plupart des immigrés qui passaient par Ellis Island étaient européens, un certain nombre venant également de pays arabes dominés par l'Empire ottoman. La première immigrante se nommait Annie Moore, une jeune fille de 18 ans venant de comté de Cork en Irlande, le 1er janvier 1892 pour rejoindre avec ses deux frères, leurs parents, qui étaient venus à New York quatre ans auparavant. Elle fut accueillie par les officiels et une pièce d'or de dix dollars.

La dernière personne à passer à Ellis Island fut un marchand norvégien du nom de Arne Peterssen en 1954. Après la signature du National Origins Acts en 1924, les seuls immigrants à venir à Ellis Island étaient des déportés ou des réfugiés de guerre. Actuellement, plus de 100 millions d'Américains ont un ou plusieurs ancêtres qui sont arrivés en Amérique en passant par Ellis Island.

  

Statue de la Liberté

 

La Liberté éclairant le monde1 (Liberty Enlightening The World), plus connue sous le nom de Statue de la Liberté (Statue Of Liberty), est l'un des monuments les plus célèbres des États-Unis. Cette statue monumentale est située à New York, sur l'île de Liberty Island au sud de Manhattan, à l'embouchure de l'Hudson et à proximité d'Ellis Island.

 

Elle fut construite en France et offerte par le peuple français, en signe d'amitié entre les deux nations, pour célébrer le centenaire de la Déclaration d'indépendance américaine. La statue fut découverte au grand jour le 28 octobre 1886 en présence du président des États-Unis, Grover Cleveland. L'idée venait du juriste et professeur au Collège de France Édouard de Laboulaye, en 1865. Le projet fut confié, en 1871, au sculpteur français Auguste Bartholdi. Pour le choix des cuivres devant être employés à la construction, l'architecte Eugène Viollet-le-Duc eut l'idée de la technique du repoussé. En 1879, à la mort de Viollet-le-Duc, Bartholdi fit appel à l'ingénieur Gustave Eiffel pour décider de la structure interne de la statue. Ce dernier imagina un pylône métallique supportant les plaques de cuivre martelées et fixées.

La statue fait partie des National Historic Landmarks depuis le 15 octobre 1924 et de la liste du patrimoine mondial de l'UNESCO depuis 1984.

La statue de la Liberté, en plus d'être un monument très important de la ville de New York, est devenue l'un des symboles des États-Unis et représente de manière plus générale la liberté et l'émancipation vis-à-vis de l'oppression. De son inauguration en 1886 jusqu'au Jet Age, la statue a ainsi été la première vision des États-Unis pour des millions d'immigrants, après une longue traversée de l'océan Atlantique. Elle constitue l'élément principal du Statue of Liberty National Monument qui est géré par le National Park Service. La création de la Statue de la Liberté se place dans la tradition du Colosse de Rhodes, dont certaines représentations ont sans doute été une inspiration pour Bartholdi.

Après les attentats du 11 septembre 2001, l'accès a été interdit pour des raisons de sécurité : le piédestal a rouvert en 2004 et la statue en 2009, avec une limitation du nombre de visiteurs autorisés à accéder à la couronne. La statue (y compris le piédestal et la base) a été fermée pendant une année jusqu'au 28 octobre 2012, pour qu'un escalier secondaire et d'autres dispositifs de sécurité puissent être installés (l'accès à l'île est cependant resté ouvert). Un jour après la réouverture, l'accès a été de nouveau interdit en raison des effets dévastateurs de l'Ouragan Sandy. Les accès à l'île et à la statue ont été rouverts le 4 juillet 20137. L'accès du public au balcon entourant la torche est toujours interdit, pour des raisons de sécurité, depuis 1916.

La statue est située sur l'île de Liberty Island, dans le port de New York. À l'origine, l'île était connue sous le nom de Bedloe's Island, et servait de base militaire. Elle abritait le Fort Wood, bastion d'artillerie construit en granit et dont les fondations en forme d'étoile à onze branches servirent de base pour la construction du socle de la statue. Le choix du terrain et son obtention demandèrent plusieurs démarches. Le 3 mars 1877, un jour avant la fin de son mandat, Grant signa une résolution approuvée par le Congrès des États-Unis autorisant le président à préparer un site et accepter la statue lorsque la France la présenterait. W. T. Sherman fut nommé pour aménager le terrain où le monument serait bâti. Il choisit le site de Bedloe's Island.

Quinze ans avant l’inauguration, Bartholdi avait déjà envisagé de construire son bâtiment sur l’île de Bedloe. Dans son esprit, elle y était déjà construite et tournée vers son continent d'origine, l'Europe dont elle accueillait et allait continuer d'accueillir les immigrants.

Ce n'est qu'en 1956 que le Congrès décida du changement du nom de l'île en Liberty Island, c'est-à-dire « île de la liberté ».

 

Jersey City est une ville américaine située dans l'État du New Jersey, juste en face de la ville de New York. Elle est le siège du comté de Hudson. Sa population était de 247 597 habitants en 2010, ce qui en fait la deuxième plus grande ville de l’État après Newark.

Jersey City est située dans la banlieue ouest de New York, au nord de la péninsule de Bergen Neck, entre la Newark Bay et la Hackensack River à l'est qui l'isole de Kearny et Newark, et par l'Hudson à l'ouest qui le sépare de New York, dont elle fait partie de l'aire urbaine. Au nord, se trouve également Union City et Hoboken, et au sud Bayonne. Sa côte s'étale au total sur 17,7 km².

Selon le Bureau du recensement des États-Unis la ville a une superficie totale de 54,7 km², dont 38,6 km² de terre et 16,1 km² d'eau, soit 29,37 % du total.

Après avoir été longtemps habitée par les Amérindiens Lenapes, la région est découverte par Henry Hudson en 1609. Jersey City est fondée le 20 janvier 1820 sous le nom de The City of Jersey, puis sous le nom actuel en 1838. L’explosion de Black Tom, survenue le 30 juillet 1916 à Jersey City est le plus spectaculaire sabotage allemand aux États-Unis durant la Première Guerre mondiale.

Aujourd'hui, certains quartiers de la ville sont en rénovation et subissent le phénomène de gentrification (La gentrification (anglicisme créé à partir de gentry, « petite noblesse »), ou embourgeoisement urbain.) La Goldman Sachs Tower est le symbole de ce renouveau : c'est le plus haut gratte-ciel construit aux États-Unis d'Amérique dans une localité qui n'est pas la ville principale d'une aire urbaine.

FR : Fontaine et clocher du château de Saint-Germain-en-Laye (78)

Dans ma série "Essais photographiques estivaux inutiles mais juste pour voir !”

Photo prise il y a dix jours et qui, au moment de passer définitivement à la trappe ce matin, (car je la considérai d’une grande banalité) a été sauvée in extremis de la destruction lorsque j’ai cru apercevoir dans le jet d’eau une paréidolie de danseuse de flamenco ou de sorcière de Sabbat, en robe longue et tendant un bras vers le ciel !

Quelques lâches et inqualifiables trucages Photoshop plus tard, l’image, à défaut d’être la photo du siècle, est au moins un peu amusante !

Nota : Je signale au passage à tous les grands naïfs des réseaux sociaux qui ingurgitent au quotidien et sans broncher (et souvent même en s'esbaudissant publiquement) la bouillie infame que les ignobles escrocs du trucage Photoshop leur font perfidement avaler de force, que le jet d'eau et le clocher figuraient bien déjà sur la photo originale (donc ni collage, ni recadrage), mais que le "soleil", lui, est totalement artificiel... Faute avouée est à moitié pardonnée.

Et demain c'est déjà septembre, donc je vais vite revenir à de la vraie photo !

 

EN: Fountain and tower of Saint-Germain-en Laye castel

Photo taken ten days ago but which, this morning and at the time of definitively falling by the wayside, (because I considered it of a great banality) was saved in extremis from destruction when I imagined, in the jet of water, a pareidolia of a flamenco dancer or a witch of Sabbath, long-dressed and reaching out to the sky! A few cowardly and unspeakable Photoshop tricks later, the image, if not the photo of the century, is at least a little bit fun!

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Francisco Aragão © 2014. All Rights Reserved.

Use without permission is illegal.

 

Attention please !

If you are interested in my photos, they are available for sale. Please contact me by email: aragaofrancisco@gmail.com. Do not use without permission.

Many images are available for license on Getty Images

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Portuguese

É praticamente impossível visitar Goiás e não ouvir falar nele. Considerado o segundo maior bioma brasileiro, atrás apenas da Floresta Amazônica, o Cerrado tem grande representatividade no território goiano. Apesar do elevado nível de desmatamento registrado no Estado desde a criação de Brasília e a abertura de estradas, na década de 1960, e da expansão da fronteira agrícola, décadas de 1970 e 1980, Goiás conseguiu manter reservas da mata nativa em algumas regiões, até hoje alvo de discussões entre fazendeiros e ambientalistas. No entanto, o velho argumento utilizado para sua derrubada de que os troncos retorcidos e pequenos arbustos são sinais de pobreza da biodiversidade finalmente caiu por terra.

Na totalidade, incluindo as zonas de transição com outros biomas, o Cerrado abrange 2.036.448 km², o equivalente a 23,92% do território brasileiro, ou à soma das áreas de Espanha, França, Alemanha, Itália e Reino Unido (Fonte: WWF Brasil). E se considerada sua diversidade de ecossistemas, é notório o título de formação com savanas mais rica em vida a nível mundial, uma vez que sua área protege 5% de todas as espécies do planeta e três em cada dez espécies brasileiras, muitas delas só encontradas aqui.

 

Spanish

Es prácticamente imposible visitar Goiás y lo oyeron. Considerado como el segundo mayor bioma , sólo por detrás de la selva amazónica, el Cerrado tiene una representación significativa en Goiás . A pesar del alto nivel de deforestación registrada en el estado desde la creación de Brasilia y la apertura de caminos , en la década de 1960 , y la expansión de la frontera agrícola, los años 1970 y 1980 , Goiás podría tener reservas de vegetación nativa en algunas áreas hoy objeto de discusiones entre los agricultores y los ecologistas. Sin embargo , el viejo argumento utilizado para talar los troncos nudosos y pequeños arbustos son signos de la biodiversidad de la pobreza , finalmente se vino abajo .

En total, incluyendo las zonas de transición con otros biomas Cerrado cubre 2.036.448 kilometros ² , lo que equivale al 23,92 % del territorio brasileño , o la suma de las áreas de España , Francia , Alemania , Italia y el Reino Unido (Fuente: WWF Brasil ) . Y si tenemos en cuenta su diversidad de ecosistemas , es notorio con la cualificación de la sabana más rica de la vida en todo el mundo , ya que su área protege el 5% de todas las especies en la tierra y tres de cada diez especies brasileñas , muchas de ellas que sólo se encuentra en el presente documento.

 

English

It is practically impossible to visit Goiás and heard . Considered the second largest biome, behind only the Amazon rainforest , the Cerrado has a significant representation in Goiás . Despite the high level of deforestation recorded in the state since the creation of Brasilia and the opening of roads , in the 1960s , and the expansion of the agricultural frontier , the 1970s and 1980s , Goiás could have reserves of native vegetation some areas now subject of discussions between farmers and environmentalists. However, the old argument used to cut small bushes and gnarled trunks of biodiversity are signs of poverty, finally collapsed .

In total, including the transition zones with other Cerrado biome covers 2,036,448 km ², which is equivalent to 23.92% of the Brazilian territory , or the sum of the areas of Spain , France , Germany, Italy and the United Kingdom ( source : WWF Brazil ) . And if you consider the diversity of ecosystems , it is clear the qualifications of the richest savanna life worldwide , since its area protects 5% of all species on earth and three in ten Brazilian species , many of which are only found in this document .

 

http://www.goias.gov.br/paginas/conheca-goias/o-cerrado/

Bonhams Grand Palais Paris

 

1947 Delage D6 3 litres compétition Grand Prix/Sport biplace

Ex-Phillippe Ãtancelin, Maurice Trintignant, August Veuillet, Charles Pozzi

Châssis n° 880003

 

Nous sommes absolument ravis d'offrir une voiture de compétition française classique, dans un état magnifique, issue de cette période si romantique de la résurrection du sport automobile au lendemain du grand traumatisme causé par la seconde guerre en Europe. Dans un climat de reconstruction marqué par les rigoureuses pénuries de l'après-guerre â dans laquelle la récession privait de tout ce qui est considéré aujourd'hui comme indispensable à la vie quotidienne â un noyau dur de passionnés de sport automobile cherchait la joie et la gaité libératrice et l'occasion tant attendue de reprendre la compétition automobile.

 

Au cours de cette époque, la grande confrérie du sport automobile, en France, en Belgique, en Italie et au Royaume-Uni, se retrouvait pour mettre en pratique toutes les vieilles recettes, et quelques-unes fraîchement improvisées, pour naviguer entre les restrictions, les pénuries et les tracasseries administratives de l'après-guerre, pour gagner une existence qu'ils espéraient fructueuse, grâce à leurs activités en compétition. En Europe continentale, la fourniture de pneus, d'huile, de bougies et même d'essence pour la compétition était extrêmement limitée. La situation au Royaume-Uni était un peu meilleure, notamment en ce qui concernait les pneumatiques, l'essence et l'huile, et la plupart des équipes britanniques qui se déplaçaient se rendait place de la Madeleine, à Paris, où elles faisaient une première étape à chacune de leur tournée européenne, afin de vendre à des passionnés français, volontaires et entreprenants, leurs pièces de rechange, souvent à moitié usées, des pneus, des bougies et même de l'essence et de l'huile. Les affaires se faisaient au prix fort, toujours en liquide, et tandis que les équipes britanniques poursuivaient en utilisant leur papier-monnaie pour payer leurs frais, les équipes françaises, tout particulièrement, préparaient fébrilement leurs voitures pour courir avec ces fournitures toutes fraîches.

 

C'est dans ce climat que les automobiles Delage de l'écurie Watney, comme le magnifique exemplaire présenté ici, allaient courir après la guerre. En 1938-1939, Delage avait gagné à Donington Park et terminé second aux 24 Heures du Mans. Après la guerre, la marque Delage réapparut sur la scène de la compétition automobile, sous la houlette de l'homme d'affaire parisien Walter Watney.

 

La voiture châssis n°880003, proposée aujourd'hui à la vente, faisait partie d'un lot de seulement cinq voitures semblables, préparées par l'usine Delage pour son retour à la compétition. Elle fut engagée au cours des saisons 1947 à 1949 comme voiture d'usine dans des épreuves telles que le Grand Prix de Pau et le Grand Prix de Belgique 1947, les 24 Heures de Spa et les 12 Heures de Paris 1948 et les 24 Heures du Mans 1949. Durant cette période, elle fut confiée à de grands pilotes français, des vedettes comme Philippe 'Phi-Phi' Ãtancelin, futur vainqueur au Mans et au Grand Prix de Monaco sur Ferrari et Cooper, Maurice Trintignant, l'importateur Porsche en France Auguste Veuillet et par le futur importateur Ferrari Charles Pozzi.

 

Inutile de présenter l'illustre marque Delage. Sous la direction de son fondateur Louis Delâge, elle fut, pendant plusieurs décennies, le véritable joyau de la couronne de l'industrie automobile française. Sous la direction dynamique et novatrice de Louis Delâge, la marque fit connaître son nom au monde entier dès 1906 dans la Coupe de L'Auto des voiturettes. En 1913, Delage présenta son premier six cylindres en ligne et la marque sortit de la Grande Guerre 1914-1918 suffisamment forte pour s'engager dans un ambitieux programme de compétition en Grand Prix, tandis que Louis Delâge lui-même confirmait sa sulfureuse réputation de noceur, toujours accompagné des plus belles jeunes femmes de la société Parisienne. Il s'acheta un somptueux château à la campagne, une luxueuse maison de ville à Paris et, bien sûr, un yacht sur la Côte d'Azur. Au cours des années 1920, Delage offrit dix-sept moteurs différents, à quatre, six et huit cylindres, et quelque sept voitures de course différentes dont le point culminant fut la fabuleuse 8 cylindres en ligne suralimentée de 1500 cm3 qui domina outrageusement les saisons de Grands Prix 1926 et 1927.

 

Mais la grande marque vacilla et finalement tomba pendant la grande dépression de 1929-1933, se retrouvant insolvable en 1935. Walter Watney, son distributeur pour la région parisienne, acquit les droits de la marque, ses projets et ses avoirs pour 2 millions de francs, mais, réalisant que continuer à construire des voitures n'était pas dans ses moyens, il en céda la production à Delahaye.

 

Toujours est-il que la Delage personnelle la plus raffinée de Walter Watney qui était équipé d'un moteur D6 3 litres conçu par Michelat et monté dans un châssis Delahaye 135, impressionna le jeune fils de Louis Gérard, 'le roi des machines à sous de Paris' à l'époque. Gérard père la lui acheta âla payant en sacs de pièces de 20 centimes, dit-on â et il l'engagea aussitôt dans un programme de courses pour le plaisir et le profit.

Il pilota sa Delage en compagnie de Jacques de Valence aux 24 Heures du Mans 1937 où il termina quatrième en remportant la classe 3 litres. Il gagna ensuite le Tourist Trophy du RAC britannique en 1938 à Donington Park et amena Watney à suivre son exemple en ramenant Delage à la compétition à peu de frais.

 

Watney fit construire et préparer deux Delage D6-70 de compétition, profondément modifiées et préparées par son directeur technique, Antoine Pinier, équipées de moteurs de 2988 cm3 à trois carburateurs, de 150 ch. Les voitures coururent sous les couleurs de l'écurie Walter Watney, avec Gérard et Georges Monneret comme pilotes habituels. Une carrosserie deux places, austère et légère, fut réalisée à la main pour les deux voitures par OLD (Olivier-Lecanut-Deschamps), avec des ailes motocyclettes amovibles et un éclairage pour la route qui permettaient aux D6-70 de courir aussi bien en Grand Prix qu'en Sport dans les courses d'endurance.

 

Au Mans en 1939, Gérard et Monneret terminèrent seconds au classement général et remportèrent la classe 3 litres. Pour les Mille Miglia de 1940, bien que la France soit déjà en guerre, les Delage de l'écurie Watney furent confiées aux équipages italiens Piero Taruffi/Luigi Chinetti et Gianfranco Comotti/Archimede Rosa, mais tous deux abandonnèrent.

 

En tout, seulement sept de ces Delage D6 3 litres furent construites, les deux voitures d'avant-guerre, suivies par cinq autres D6-70 après la guerre, dont la voiture proposée ici fait partie. Leur conception et leur construction solides â associées à leur puissance élevée, leur tenue de route et leur freinage â en faisaient de redoutables concurrentes tant en Grand Prix qu'en endurance.

 

Pesant environ 900 kg prête à courir, 880.003, telle qu'elle se présente ici, peut dépasser les 220 km/h. Au cours de la saison 1947, cette Delage alors neuve est, pense-t-on, celle qui fut pilotée par Ãtancelin/Henry Grignard au Grand Prix de Pau. Elle fut ensuite pilotée par Ãtancelin à Perpignan, Marseille et Nîmes, puis par René Achard à Saint-Hélier, sur l'île de Jersey, avant que le grand Maurice Trintignant ne la reprenne pour le Grand Prix de Suisse à Berne (où il termina septième) et le Grand Prix de Belgique à Spa-Francorchamps (une excellente 5e place). Au Grand Prix de la Marne, sur le circuit de Reims-Gueux, Trintignant/Henri Louveau se partageaient 880.003.

 

La voiture fut achetée par Auguste Veuillet en 1948. Ses résultats avec la voiture comprennent une belle 4e place au 24 Heures de Spa où il partageait la voiture avec Varet, tandis qu'il apparaissait aussi à son volant à Chimay, au Grand Prix de Paris et aux 12 Heures de Paris à Montlhéry. Veuillet conserva la voiture en 1949, la partageant avec Mouche au Mans dans le premier Grand Prix d'endurance de 24 Heures ressuscité après la guerre, puis pilotant seul, il termina second à Sarrebruck et 6e au Grand Prix de l'ACF.

En 1950, cette Delage D6-70 était devenue obsolète face aux nouvelles Sport et aux voitures de Grand Prix qui étaient apparues, mais Veuillet continua d'engager la voiture, termina 9e à Rouen, puis abandonna au Grand Prix de Paris et aux 12 Heures de Paris à Montlhéry.

 

Auguste Veuillet â qui allait plus tard fonder la fameuse société Sonauto â vendit cette voiture à Charles Pozzi en 1951. Charles Pozzi engagea alors la voiture vieillissante pendant la saison 1951, à la course en ville d'Oporto, au Portugal, où il termina 13e. Par la suite, il la conserva pendant plusieurs années, la conduisant à nouveau pour le rallye Delage en 1966 et au Grand Prix historique de La Baule, jusqu'en 1979. En 1981, elle passa aux mains de Claude Achain et, en 2002, elle fut achetée par le vendeur.

 

Telle que proposée ici, cette Delage de compétition évocatrice, avec sa provenance exceptionnelle chargée d'émotion et son histoire si romantique â est accompagnée d'un rapport d'expertise du spécialiste Hervé Charbonneaux. Il confirme qu'elle est « dans un état d'origine exceptionnel, le seul exemplaire survivant toujours équipé de sa carrosserie d'époque, avec un historique connu, tant en compétition qu'en collection (Ãtancelin, Veuillet, Pozzi, Achain), depuis son origine. Elle a connu des succès importants, en Grand Prix comme en endurance, entre 1947 et 1951 et a été pilotée par M. Trintignant et P. Ãtancelin... »

 

Que dire de plus ? Il s'agit d'une voiture de compétition bleu de France particulièrement importante et parfaitement authentique de cette période si particulière des années 1940. C'est une voiture agréable à conduire et avec laquelle courir, elle procurera un grand plaisir et offrira de remarquables performances avec un panache qui fera la joie de n'importe quel acheteur passionné. Son historique limpide et son magnifique pedigree en compétition feront de cette Delage complètement d'origine et parfaitement préservée une concurrente de première importance dans la plupart des manifestations et représente une occasion unique d'acquérir une importante pièce de l'histoire de la compétition française.

Nous recommandons la plus grande considération et l'inspection la plus minutieuse et souhaitons remercier Patrick Delâge et Hervé Charbonneaux pour leur aide précieuse dans les recherches sur cette voiture exceptionnelle.

Local: Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

  

A Flor de Lótus possui muitas histórias e lendas, é uma paixão asiática cultivada e usada em jardins e paisagismo desde tempos remotos.

  

É venerada em todo o mundo por milhões de pessoas que a consideram o símbolo máximo da pureza espiritual. Chegou ao ocidente no século IV antes de Cristo. Presenteados pelos egípcios, foram os gregos os primeiros a conhecê-la. A flor espalhou-se pelo restante da Europa, onde foi apreciada por sua beleza, particularmente pelos pintores.

 

A história conta que certos povos da América Central já a conheciam. Sacerdotes do México, por exemplo, embriagavam-se com o efeito alucinógeno produzido por um extrato da planta pouco antes dos primeiros espanhóis pisarem na América.

 

Ao Brasil, o lótus foi trazido pelos japoneses no século de XX.

  

Possui flores brancas e, em geral, é cultivada com fins de ornamentação, em jardinagem e paisagismo.

A espécie foi empregada pelos antigos na fabricação de pão e uma espécie de bebida. Segundo estudiosos, servia como alimento ao povo da Líbia.

 

De acordo com algumas lendas gregas seu suco teria a propriedade de gerar nos estrangeiros a vontade de permanecer na terra e não regressar.

 

Na África setentrional existia um povo que se alimentava desta planta.

  

A fama da Flor de Lótus transcende o âmbito espiritual e seu fascínio atinge também os estudiosos da Botânica.

 

Há muito tempo que estes especialistas tentam desvendar alguns enigmas que a planta segreda. Pesquisadores da Universidade de Adelaide na Austrália, por exemplo, estudam uma estranha característica da flor: assim como os seres humanos, ela é capaz de manter sua temperatura em torno de 35 graus. Esse sistema de auto-regulação de calor, compreensível em organismos complexos, como ocorre com os mamíferos, continua inexplicável para a Ciência.

 

Ainda outros cientistas do Instituto Botânico da Universidade de Bonn, na Alemanha, estudam outra curiosidade do lótus: suas folhas são auto-limpantes, isto é, têm a propriedade de repelir microrganismos e poeiras. Devido a isto consideram-na potencialmente útil para ser aplicada na limpeza doméstica e afins.

 

Informações sobre a Flor de Lótus: Nelumbo nucifera

Lótus , Lótus-da-índia , Lótus-sagrado , Flor-de-lótus.

 

Tipo: Planta (Tipo: Herbácea Herbácea).

Sinonímias: Nelumbium nuciferum Gaertn., Nelumbium speciosum Willd., Nymphaea nelumbo L..

Família: Nymphaeaceae.

Altura: 0,5 m.

Diâmetro: 1 m.

Ambiente: Pleno Sol.

Solo: Brejoso, Água.

Clima: Tropical de altitude, Subtropical, Tropical, Tropical úmido, Temperado.

Origem: Ásia.

Época de Floração: Verão.

Propagação: Rizomas, Sementes.

Mes(es) da Propagação: Primavera, Verao, Outono, Inverno, Ano Todo.

Persistência das folhas: Caduca.

Obs: Os tanques ou lagos devem ter 0,5 m a 0,7 m de profundiade e 3 m de diâmetro ou lado. As flores ficam abertas durante uma semana. Suas sementes são comestíveis. Floresce melhor em climas mais frios, como no sul do Brasil.

 

Entretanto, apesar de sua unânime beleza, sua utilidade polivalente em jardinagem, paisagismo e especialmente na esfera medicinal, das curiosidades que suscita, e das lendas que inspirou, indubitavelmente sua representatividade destaca-se no plano metafísico

 

Fonte: Paisagismo Digital

Tuim-de-asa-amarela.

Canary-winged parakeetA.

Tuim-de-asa-amarela, fotografado em Brasília, Brasil (Brazil).

geris versicolorus (Müller, 1776) ou Brotogeris chiriri chiriri - (Yellow-chevroned Parakeet): periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet

Maritaca fotografada em Brasília, Brasil.

Periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet.

Brotogeris versicolurus.

1. FICHA DO BICHO:

Nomes vulgares: Periquito-do-encontro-amarelo; Periquito-de-asa-amarela; Periquito-de-asas-amarelas; Periquito-estrela; Cotorra-de-las-amarillas (Espanha); Canary-winged-parakeet ou Yellow-chevroned-parakeet (EUA).

Nome científico: Brotogeris versicolorus chiriri (Vieillot, 1818)

Origem do Nome:"Periquito", origina-se do espanhol, periquillo. O termo designa aves da família dos Psittacidae (Psitacídeos).

Ordem: Aves

Família: Psittacidae (Psitacídeos)

Sub-gamília: Psittacinae

Gênero: Brotogeris spp.

Espécie: Brotogeris versicolorus chiriri (Vieillot, 1818). É uma subespécie do B. versicolorus (P.L.S. Muller, 1776), que pode ser encontrada também, como o nome de Psittacus versicolorus (Muller, 1776). Existem outras espécies como por exemplo, a B. chrysopterus (Tuipara-de-asa-laranja); B. sanctithomae (Tuipara-estrelinha); B. versicolorus (Periquito-de-asa-branca); B. viridissimus (Periquito-verde); B. tirica (Periquito-rei) entre outras. Ver site: www.vidadecao.com.br/cao/index2.asp?menu=curiosidade_peri...

geris versicolorus (Müller, 1776): periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet

O colorido amarelo da asa, nas coberteiras superiores das rêmiges secundárias, e o amarelo-esverdeado da face ventral das rectrizes permitem a fácil identificação desta espécie. Apesar de ser menos abundante do que B. viridissimus, pode formar com ela bandos mistos. Nos E. U. da América do Norte, entre 1968 e 1974, houve importação de B. versicolorus, principalmente originários do Peru; alguns casais escaparam das gaiolas (ou foram soltos) e reproduziram-se na natureza, compondo atualmente bandos urbanos na Flórida, na Califórnia e em Porto Rico.

Alimentação: frutos, sementes, flores e néctar.

Nidificação: constroem o ninho em cavidades de árvores ou escavados em cupinzeiros arborícolas. Em áreas urbanas podem utilizar também os espaços sob telhas das edificações. Observações feitas em cativeiro mencionam 5 ovos brancos, medindo cerca de 23 x 19 mm e registram 26 dias para o tempo de incubação, que é tarefa da fêmea. Os filhotes deixam o ninho cerca de 8 semanas após o nascimento e são alimentados pelos pais com sementes e frutos regurgitados, mesmo após haverem abandonado o ninho.

Hábitat: campos com vegetação baixa e ilhas de matas intercaladas, bem como matas ciliares e cerradões.

Ver site: bibvirt.futuro.usp.br/especiais/aves_no_campus/f_psittaci...

Ipê-Roxo Bola (Tabebuia impetiginosa) -

Pau D'Arco Bark.

Na Asa Norte, em frente ao Setor Bancário Norte, em Brasília, Brasil.

At Asa Norte, in front of the Setor Bancário Norte, in Brasília, Brazil.

Recebe este nome em razão da forma de seus cachos de flores. Chega a atingir cerca de 8 a 12 metros de altura, dotada de copa alongada, tronco ereto de 60-90 cm de diâmetro com folhas compostas 5-folioladas e quando florido perde suas folhas. É encontrado desde o Piauí até Minas Gerais, Goiás e São Paulo, em geral nas regiões de cerrado e caatinga. Floresce nos meses de maio a agosto. Existem, ainda, outras espécies de ipê roxo, como o T. heptaphylla.Sua Madeira é muito pesada (densidade 0,96g/cm3) muito dura ao corte, resistente ao ataque de organismos xilófagos.

Nomes populares:

Ipê-roxo, Pau-d’arco-roxo, Ipê-roxo-de-bola.

 

Ipê roxo (Tabebuia avellanedae)

Nomes populares: ipê-roxo, pau-d’arco-roxo, ipê-roxo-da-mata, ipê-preto, ipê-rosa, ipê-comum, ipê-cavatã, lapacho, peúva, piúva.

Sabe-se que o ipê-roxo é a Tabebuia avellanedae, porém é muito comum haver confusão com a Tabebuia pentaphylla (ipê-rosa), inclusive alguns autores consideram a Tabebuia avellanedae e a Tabebuia impetiginosa da mesma espécie.

É o primeiro dos Ipês a florir no ano, inicia a floração em Junho, e pode durar até Agosto, conforme a árvore. Esta espécie se confunde bastante com outras também de flor roxa, como a Tabebuia impetiginosa e a Tabebuia heptaphylla, sendo considerado por alguns autores que a T. avellanedae e a T. impetiginosa seriam a mesma espécie. São muito utilizadas no paisagismo urbano, por sua beleza e desenvolvimento rápido.

É também utilizado contra as estomatites, úlceras de garganta e anemia. Anti-inflamatório, anti-cancerígeno, eczema.

O ipê (Ipê, em tupi-guarani, significa "árvore de casca grossa" e tabebuia é "pau" ou "madeira que flutua") - muitas vezes chamado de pau-d’arco - possui propriedades medicinais,sendo a casca em estudo para tratamentos. É apreciado pela qualidade de sua madeira, além de servir para fins ornamentais e decorativos. A árvore do ipê é alta, podendo chegar até 30 m (na cidade , em locais abertos chega a cerca de 10-15 m), bem copada e na época de floração perde totalmente as folhas para dar lugar às flores das mais variadas cores (brancas, amarelas roxas ou rosa) com belas manchas coloridas. É uma arvore originária do cerrado, não precisando de muita água, apenas no começo. É uma das árvores homologadas para plantio pelo fato de possuir raiz pivotante( para baixo), sem quebrar a calçada. Recomenda-se o plantio aonde haja bastante espaço para cima. Floresce no período de julho a setembro e frutifica de setembro a outubro. Destas sementes, que secam e abrem as vagens só nascem se estiverem secas. Os diversos tipos de ipê recebem os nomes conforme as cores de suas flores ou madeira. Os que mais se destacam são os seguintes: ipê-amarelo ou ipê comum, ipê-tabaco, ipê-branco, ipê-roxo ou ipê-rosa. Por muito tempo, o ipê foi considerado a árvore nacional brasileira. Contudo, no dia 7 de dezembro de 1978, a lei nº 6507 declara o pau-brasil a Árvore Nacional e, a flor do ipê, a flor do símbolo nacional.

 

Identifique seu Ipê:

 

* Amarelo : Folhas felpudas, pequenas em geral em formação de folhas por ramo.

* Roxo : Folhas lisas, as vezes serrilhadas na ponta, crescimento rápido.

* Branco : Folhas arredondadas.

* Rosa : Folhas grandes e suculentas ,talos verdes. crescimento rápido.A seguir, Texto, em português, do site "Catalão Notícias", que pode ser acessado no endereço portalcatalao.com.br/catalaonoticias/category_news.asp?ID...

 

Nesta época do ano, em que já se instala a “estação da seca” em Brasília, percebe-se em toda a parte o aumento de cores na vegetação. O sol pleno, entremeado pelo sibilar do vento frio, colabora com a natureza, fazendo desabrochar flores por toda parte, como se quisessem compensar-nos pela chegada da aridez desértica do inverno. De fato, tanta beleza nos distrai e nos alimenta com coragem para resistir bravamente à adversidade do clima, nos próximos cinco meses.

 

Uma das mais belas espécies que enfeitam a região é o ipê, adjetivado de acordo com a cor das suas flores. Há ipê amarelo, branco, rosa... Mas o mais famoso deles é o ipê roxo, cujo nome científico é Tabebuia avellanedae, com características muito interessantes. Por causa da sua coloração rosa e lilás intensos, é muito bem vindo em praças, jardins públicos e na arborização de ruas, avenidas, estradas e alamedas e também na recomposição da mata ciliar. Apesar de ser indicada para arborização urbana, não se recomenda plantar essa árvore em calçadas estreitas, com menos de dois metros e meio de largura, em locais com fiação aérea e ausência de recuo predial, porque a espécie atinge, na fase adulta, de cinco a oito metros de altura, com o raio da copa variando em torno de quatro a cinco metros.

 

Pouco antes da floração, suas folhas caem e surgem, no ápice dos ramos, magníficas panículas com numerosas flores tubulosas, perfumadas e atrativas para abelhas e pássaros. Por causa dessa formação tão parecida com bolas de flores nos galhos, os botânicos, que a descreveram pela primeira vez, deram-lhe o nome de 'árvore buquê'.

 

Vaidoso, o ipê roxo sai na frente dos de outras cores, mostrando sua beleza do início de junho até o final de setembro e, ainda, frutifica de julho a novembro. Versátil, adapta-se bem ao clima tropical úmido e subúmido, com inverno seco, mas sobrevive também no clima subtropical, com verão quente. Tem preferências por temperaturas entre 18 a 26 graus centígrados.

 

Mas, não é só de aparência que vive essa espécie. Praticamente toda a árvore produz e fornece matéria prima de excelente qualidade, que tem surpreendentes aplicações.

 

O tronco do ipê roxo tem sido utilizado em larga escala na construção civil, para confeccionar dormentes, tacos, portais, postes, eixos de roda, vigas; na construção naval como quilhas de navio; no mobiliário em geral, em batentes e degraus de escadas; em instrumentos musicais, bolas de boliche, entre outros.

Da casca, são extraídos ácidos, sais alcalinos e corante, que é usado para tingir algodão e seda, sem contar que está entre os produtos amazônicos mais procurados, com reconhecido poder medicinal.

 

Da entrecasca faz-se um chá que é usado no tratamento de gripes e depurativo do sangue.

As folhas são utilizadas contra úlceras sifilíticas e blenorrágicas. A espécie também tem propriedades anti-reumáticas e anti-anêmicas.

  

É tido como um poderoso auxiliar no combate a determinados tipos de tumores cancerígenos. É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças estomacais e da pele.

 

A extração predatória, realizada durante anos, quase levou a espécie à extinção. Devido à atuação governamental, reclamada pela comunidade científica, a produção, em princípio, é protegida, explorada e comercializada com a observância de critérios adequados. Um dos produtos mais importantes extraído do ipê roxo é o Lapachol, marca do princípio ativo naftoquinona, com reconhecida ação antiinflamatória, analgésica, antibiótica e antineoplásica [ataca qualquer tumor, benigno ou maligno].

 

O Laboratório Estatal de Pernambuco [Lafepe] é o proprietário da marca Lapachol desde 1978. Mas em 1969, já produzia e comercializava o produto como auxiliar no tratamento do câncer. Atualmente, a estatal pernambucana tem acordo com o Hospital Sírio Libanês, de São Paulo, na pesquisa de ensaios clínicos em seres humanos em tratamento de câncer, primordialmente o câncer de próstata.

 

Tão admirado pelos visitantes e transeuntes, cantado em versos e lido nas costumeiras crônicas da cidade, o Ipê Roxo já faz parte da tradicional paisagem brasiliense. Emociono-me diante dessa maravilha, carregada de flores cada vez mais belas, nas Quadras e Entrequadras, ao longo do Eixão, nos Parques e Chácaras que rodeiam a cidade, especialmente agora, quando contrasta com o brilho azulado e intenso do céu e o heróico e persistente verde dos gramados. É bom saber que ele só sairá de cena para dar lugar às bem aventuradas chuvas tardias da primavera, lá pelo mês de outubro.

O Arara do Cerrado ganhei da Maria Helena acho que na nossa primeira troquinha, em 2012 (!!!), já tinha usado, mas não postado. Aproveitei que o LPE voltou com o Tema do Mês, que no caso agora é "animal", para repeti-lo. E também porque eu sabia que ele é ótimo e precisava de uma compensação depois do anterior. Ele tem esse acabamento meio gloss muito brilhante, considerei como metálico, na falta de descrição melhor, e ele cobre com UMA camada. :O Só é estranho que logo quando a gente passa ele tem um cheiro de, sei lá, asfalto???, mas passa depois de algumas horas. Foi uma escolha muito acertada, fiquei feliz em recordá-lo. <3

= Lactarius trivialis var. viridilactis Kauffman

= Lactarius affinis var. viridilactis (Kauffman) A.H. Sm. & Thiers

 

YL2897 (CMMF).

Saint-Jean-des-Piles (Mauricie), 21 septembre 1996.

Habitat : au sol, dans une sapinière à bouleau.

Trouvé par Raymond Archambault.

 

Cette espèce commune au Québec semble strictement associée au sapin.

 

Lorsque Charles H. Peck a décrit Lactarius affinis, il le considérait affine à Lactarius insulsus, espèce européenne à chapeau distinctement zoné et venant sous les chênes. Mais Peck ne le comparaissait pas à L. trivialis. Le point de Peck était que le chapeau de L. affinis n'était pas zoné, contrairement à celui de L. insulsus (maintenant nommé L. zonarius en Europe).

 

Quant à nous, la difficulté est plutôt de distinguer L. trivialis de L. affinis. À maturité, ces deux lactaires peuvent être de parfaits sosies. Les deux possèdent de plus la même écologie et les mêmes caractères microscopiques.

 

L. affinis pourrait donc être une simple forme de couleur de L. trivialis. Le seul caractère discriminant demeure la pigmentation pourprée-violacée des jeunes L. trivialis, les jeunes L. affinis étant plutôt d’une belle couleur chaude, beige orangé.

 

Par ailleurs, après avoir étudié le type de Lactarius trivialis var. viridilactis Kauffman, les auteurs Smith et Thiers (1979) ont transféré la variété décrite par Kauffman de L. trivialis à L. affinis. Tout comme moi, Smith & Thiers n’ont pas vu de différence significative entre les deux entités. Une fois les basidiomes séchés, il n'est pas possible de distinguer la forme jaunâtre (affinis) de la forme violacée (trivialis).

 

Enfin, le lait devient toujours plus ou moins olive en séchant sur les lames: c'est pour cette raison que la variété viridilactis n'a pas sa raison d'être… peu importe qu'on la considère comme une "variété" d'affinis ou de trivialis.

 

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RÉFÉRENCES

 

DESPRÉS, J., Y. LAMOUREUX, R. BOYER, R. ARCHAMBAULT & A. JEAN, 2002. «Mille et un champignons du Québec.» (Cédérom). Cercle des mycologues de Montréal, Montréal. 1 disque au laser d'ordinateur; 4 3/4 po.

 

HEILMANN-CLAUSEN, J., A. VERBEKEN & J. VESTERHOLT, 1998. «The genus Lactarius.» Fungi of Northern Europe — Vol. 2. Svampetryk, Mundelstrup, 287 p.

 

HESLER, L. R. & A. H. SMITH, 1979. «The North American species of Lactarius.» Univ. Michigan Press, Ann Arbor, 841 p.

 

YL

mamifero roedor da familia Ca-

viida e sub familia Hydrochoeri-

nae. Alguns autores consideram

que deva ser classificada em uma família própria. Esta incluida

no mesmo grupo de roedores ao

qual se classificam as pacas,

cutias, preás e o porquinho da

india. Ocorre por toda America

do sul. A capivara também é chamada

de carpincho, beque, trombudo, capachu,

porco-capivara, cumum e cubu.

  

Dark Siren - Penélope Luz

 

E chegou mais uma EC. Dessa vez achei até rápido. hehehe

 

O tema foi fácil. Esmalte para usar sem esforço. Entre os que separei e considerei duo, acabei escolhendo esse PL. Na descrição da Lu na época que lançou ela falou que usou pigmento duo, então foi minha chance de tirar o lindo da fila.

 

Nessa foto, que é uma das postadas no lançamento, dá para ver bem o efeito, mas pessoalmente foi bem difícil de perceber e nas minhas fotos também não ficou nítido. Essa que escolhi como principal foi a que se aproximou de mostrar. huahuahuaha

 

Mesmo sem ver direito o efeito duo eu adorei o esmalte! Ainda mais porque tem pigmento holo. Usei 2 camadas dele e não passei TC. A secagem foi boa. Espero usar de novo passando um escuro como base para ver se faz diferença.

 

Curiosa para ver os escolhidos das corujas e doida para ver o próximo tema. huahuahua

Tuim-de-asa-amarela.

Canary-winged parakeetA.

Tuim-de-asa-amarela, fotografado em Brasília, Brasil (Brazil).

geris versicolorus (Müller, 1776) ou Brotogeris chiriri chiriri - (Yellow-chevroned Parakeet): periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet

Maritaca fotografada em Brasília, Brasil.

Periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet.

Brotogeris versicolurus.

1. FICHA DO BICHO:

Nomes vulgares: Periquito-do-encontro-amarelo; Periquito-de-asa-amarela; Periquito-de-asas-amarelas; Periquito-estrela; Cotorra-de-las-amarillas (Espanha); Canary-winged-parakeet ou Yellow-chevroned-parakeet (EUA).

Nome científico: Brotogeris versicolorus chiriri (Vieillot, 1818)

Origem do Nome:"Periquito", origina-se do espanhol, periquillo. O termo designa aves da família dos Psittacidae (Psitacídeos).

Ordem: Aves

Família: Psittacidae (Psitacídeos)

Sub-gamília: Psittacinae

Gênero: Brotogeris spp.

Espécie: Brotogeris versicolorus chiriri (Vieillot, 1818). É uma subespécie do B. versicolorus (P.L.S. Muller, 1776), que pode ser encontrada também, como o nome de Psittacus versicolorus (Muller, 1776). Existem outras espécies como por exemplo, a B. chrysopterus (Tuipara-de-asa-laranja); B. sanctithomae (Tuipara-estrelinha); B. versicolorus (Periquito-de-asa-branca); B. viridissimus (Periquito-verde); B. tirica (Periquito-rei) entre outras. Ver site: www.vidadecao.com.br/cao/index2.asp?menu=curiosidade_peri...

geris versicolorus (Müller, 1776): periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet

O colorido amarelo da asa, nas coberteiras superiores das rêmiges secundárias, e o amarelo-esverdeado da face ventral das rectrizes permitem a fácil identificação desta espécie. Apesar de ser menos abundante do que B. viridissimus, pode formar com ela bandos mistos. Nos E. U. da América do Norte, entre 1968 e 1974, houve importação de B. versicolorus, principalmente originários do Peru; alguns casais escaparam das gaiolas (ou foram soltos) e reproduziram-se na natureza, compondo atualmente bandos urbanos na Flórida, na Califórnia e em Porto Rico.

Alimentação: frutos, sementes, flores e néctar.

Nidificação: constroem o ninho em cavidades de árvores ou escavados em cupinzeiros arborícolas. Em áreas urbanas podem utilizar também os espaços sob telhas das edificações. Observações feitas em cativeiro mencionam 5 ovos brancos, medindo cerca de 23 x 19 mm e registram 26 dias para o tempo de incubação, que é tarefa da fêmea. Os filhotes deixam o ninho cerca de 8 semanas após o nascimento e são alimentados pelos pais com sementes e frutos regurgitados, mesmo após haverem abandonado o ninho.

Hábitat: campos com vegetação baixa e ilhas de matas intercaladas, bem como matas ciliares e cerradões.

Ver site: bibvirt.futuro.usp.br/especiais/aves_no_campus/f_psittaci...

 

Ipê-Roxo Bola (Tabebuia impetiginosa) -

Pau D'Arco Bark.

Recebe este nome em razão da forma de seus cachos de flores. Chega a atingir cerca de 8 a 12 metros de altura, dotada de copa alongada, tronco ereto de 60-90 cm de diâmetro com folhas compostas 5-folioladas e quando florido perde suas folhas. É encontrado desde o Piauí até Minas Gerais, Goiás e São Paulo, em geral nas regiões de cerrado e caatinga. Floresce nos meses de maio a agosto. Existem, ainda, outras espécies de ipê roxo, como o T. heptaphylla.Sua Madeira é muito pesada (densidade 0,96g/cm3) muito dura ao corte, resistente ao ataque de organismos xilófagos.

Nomes populares:

Ipê-roxo, Pau-d’arco-roxo, Ipê-roxo-de-bola.

Ipê roxo (Tabebuia avellanedae)

Nomes populares: ipê-roxo, pau-d’arco-roxo, ipê-roxo-da-mata, ipê-preto, ipê-rosa, ipê-comum, ipê-cavatã, lapacho, peúva, piúva.

Sabe-se que o ipê-roxo é a Tabebuia avellanedae, porém é muito comum haver confusão com a Tabebuia pentaphylla (ipê-rosa), inclusive alguns autores consideram a Tabebuia avellanedae e a Tabebuia impetiginosa da mesma espécie.

É o primeiro dos Ipês a florir no ano, inicia a floração em Junho, e pode durar até Agosto, conforme a árvore. Esta espécie se confunde bastante com outras também de flor roxa, como a Tabebuia impetiginosa e a Tabebuia heptaphylla, sendo considerado por alguns autores que a T. avellanedae e a T. impetiginosa seriam a mesma espécie. São muito utilizadas no paisagismo urbano, por sua beleza e desenvolvimento rápido.

É também utilizado contra as estomatites, úlceras de garganta e anemia. Anti-inflamatório, anti-cancerígeno, eczema.

O ipê (Ipê, em tupi-guarani, significa "árvore de casca grossa" e tabebuia é "pau" ou "madeira que flutua") - muitas vezes chamado de pau-d’arco - possui propriedades medicinais,sendo a casca em estudo para tratamentos. É apreciado pela qualidade de sua madeira, além de servir para fins ornamentais e decorativos. A árvore do ipê é alta, podendo chegar até 30 m (na cidade , em locais abertos chega a cerca de 10-15 m), bem copada e na época de floração perde totalmente as folhas para dar lugar às flores das mais variadas cores (brancas, amarelas roxas ou rosa) com belas manchas coloridas. É uma arvore originária do cerrado, não precisando de muita água, apenas no começo. É uma das árvores homologadas para plantio pelo fato de possuir raiz pivotante( para baixo), sem quebrar a calçada. Recomenda-se o plantio aonde haja bastante espaço para cima. Floresce no período de julho a setembro e frutifica de setembro a outubro. Destas sementes, que secam e abrem as vagens só nascem se estiverem secas. Os diversos tipos de ipê recebem os nomes conforme as cores de suas flores ou madeira. Os que mais se destacam são os seguintes: ipê-amarelo ou ipê comum, ipê-tabaco, ipê-branco, ipê-roxo ou ipê-rosa. Por muito tempo, o ipê foi considerado a árvore nacional brasileira. Contudo, no dia 7 de dezembro de 1978, a lei nº 6507 declara o pau-brasil a Árvore Nacional e, a flor do ipê, a flor do símbolo nacional.

Identifique seu Ipê:

* Amarelo : Folhas felpudas, pequenas em geral em formação de folhas por ramo.

* Roxo : Folhas lisas, as vezes serrilhadas na ponta, crescimento rápido.

* Branco : Folhas arredondadas.

* Rosa : Folhas grandes e suculentas ,talos verdes. crescimento rápido.A seguir, Texto, em português, do site "Catalão Notícias", que pode ser acessado no endereço portalcatalao.com.br/catalaonoticias/category_news.asp?ID...

Nesta época do ano, em que já se instala a “estação da seca” em Brasília, percebe-se em toda a parte o aumento de cores na vegetação. O sol pleno, entremeado pelo sibilar do vento frio, colabora com a natureza, fazendo desabrochar flores por toda parte, como se quisessem compensar-nos pela chegada da aridez desértica do inverno. De fato, tanta beleza nos distrai e nos alimenta com coragem para resistir bravamente à adversidade do clima, nos próximos cinco meses.

Uma das mais belas espécies que enfeitam a região é o ipê, adjetivado de acordo com a cor das suas flores. Há ipê amarelo, branco, rosa... Mas o mais famoso deles é o ipê roxo, cujo nome científico é Tabebuia avellanedae, com características muito interessantes. Por causa da sua coloração rosa e lilás intensos, é muito bem vindo em praças, jardins públicos e na arborização de ruas, avenidas, estradas e alamedas e também na recomposição da mata ciliar. Apesar de ser indicada para arborização urbana, não se recomenda plantar essa árvore em calçadas estreitas, com menos de dois metros e meio de largura, em locais com fiação aérea e ausência de recuo predial, porque a espécie atinge, na fase adulta, de cinco a oito metros de altura, com o raio da copa variando em torno de quatro a cinco metros.

Pouco antes da floração, suas folhas caem e surgem, no ápice dos ramos, magníficas panículas com numerosas flores tubulosas, perfumadas e atrativas para abelhas e pássaros. Por causa dessa formação tão parecida com bolas de flores nos galhos, os botânicos, que a descreveram pela primeira vez, deram-lhe o nome de 'árvore buquê'.

Vaidoso, o ipê roxo sai na frente dos de outras cores, mostrando sua beleza do início de junho até o final de setembro e, ainda, frutifica de julho a novembro. Versátil, adapta-se bem ao clima tropical úmido e subúmido, com inverno seco, mas sobrevive também no clima subtropical, com verão quente. Tem preferências por temperaturas entre 18 a 26 graus centígrados.

Mas, não é só de aparência que vive essa espécie. Praticamente toda a árvore produz e fornece matéria prima de excelente qualidade, que tem surpreendentes aplicações.

O tronco do ipê roxo tem sido utilizado em larga escala na construção civil, para confeccionar dormentes, tacos, portais, postes, eixos de roda, vigas; na construção naval como quilhas de navio; no mobiliário em geral, em batentes e degraus de escadas; em instrumentos musicais, bolas de boliche, entre outros.

Da casca, são extraídos ácidos, sais alcalinos e corante, que é usado para tingir algodão e seda, sem contar que está entre os produtos amazônicos mais procurados, com reconhecido poder medicinal.

Da entrecasca faz-se um chá que é usado no tratamento de gripes e depurativo do sangue.

As folhas são utilizadas contra úlceras sifilíticas e blenorrágicas. A espécie também tem propriedades anti-reumáticas e anti-anêmicas.

É tido como um poderoso auxiliar no combate a determinados tipos de tumores cancerígenos. É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças estomacais e da pele.

A extração predatória, realizada durante anos, quase levou a espécie à extinção. Devido à atuação governamental, reclamada pela comunidade científica, a produção, em princípio, é protegida, explorada e comercializada com a observância de critérios adequados. Um dos produtos mais importantes extraído do ipê roxo é o Lapachol, marca do princípio ativo naftoquinona, com reconhecida ação antiinflamatória, analgésica, antibiótica e antineoplásica [ataca qualquer tumor, benigno ou maligno].

O Laboratório Estatal de Pernambuco [Lafepe] é o proprietário da marca Lapachol desde 1978. Mas em 1969, já produzia e comercializava o produto como auxiliar no tratamento do câncer. Atualmente, a estatal pernambucana tem acordo com o Hospital Sírio Libanês, de São Paulo, na pesquisa de ensaios clínicos em seres humanos em tratamento de câncer, primordialmente o câncer de próstata.

Tão admirado pelos visitantes e transeuntes, cantado em versos e lido nas costumeiras crônicas da cidade, o Ipê Roxo já faz parte da tradicional paisagem brasiliense. Emociono-me diante dessa maravilha, carregada de flores cada vez mais belas, nas Quadras e Entrequadras, ao longo do Eixão, nos Parques e Chácaras que rodeiam a cidade, especialmente agora, quando contrasta com o brilho azulado e intenso do céu e o heróico e persistente verde dos gramados. É bom saber que ele só sairá de cena para dar lugar às bem aventuradas chuvas tardias da primavera, lá pelo mês de outubro.

A text In English:

The Swallow-tailed Hummingbird, so called from its forked tail, is one of the largest hummingbirds in cities and gardens, but it also occurs in gallery forests, bushy pastures and edges of woods or coppices. It is green, except for the blue head and upper breast, turning to iridescent purple according to the direction of light; it has dark wings and a heavy black bill. The tail is dark blue with the external feathers longer than central ones. It is very aggressive and attacks other hummingbirds that dare to visit flowers in certain trees. Where the flowers are available for many months, the individual is fiercely territorial, but generally needs to search soon for other flowering plants. It flies to catch small insets on or under leaves in the gallery forests or woodlands. The female builds a small cup-shaped nest saddled on a branch, not far from the main trunk in the shade of leaves. Perched on favorite branches, the male can utter long but low chirps. Once in a while, it interrupts these singing sessions to feed, and flies back for more song or to clean the plumage. They occur from the Guianas and Amazon River to Paraguay and southeastern Peru. They can get along with partially deforested zones, but may disappear with intensive agriculture and with the development of treeless cities.

 

Um texto em Português:

Beija-flor Tesoura (Eupetomena macroura), fotografado em Brasília-DF, Brasil.

Eupetomena macroura (Gmelin, 1788): tesoura; swallow-tailed hummingbird c.

Destaca-se das espécies estudadas pelo maior porte e pela cauda comprida e bifurcada, o que lhe valeu o nome popular. Como é comum entre os beija-flores, é uma espécie agressiva que disputa com outras o seu território e fontes de alimento.

Nidificação: o ninho, em forma de tigela, é assentado numa forquilha de arbusto ou árvores, a cerca de 2 a 3 m do solo. O material utilizado na construção é composto por fibras vegetais incluindo painas, musgos e liquens, aderidos externamente com teias de aranhas.

Hábitat: capoeiras, cerrados, borda de matas e jardins.

Tamanho: 17,0 cm

A SEGUIR UM TEXTO ENCONTRADO E REPRODUZIDO DO ENDEREÇO nationalgeographic.abril.uol.com.br/ng/edicoes/83/reporta... DA NATIONAL GEOGRAFIC:

 

Prodígios da micro-engenharia, os beija-flores são os campeões dos pesos-leves entre as aves

Uma faísca safira, um frêmito de asas, e o minúsculo pássaro - ou seria um inseto? - some como miragem fugaz. Reaparece instantes depois, agora num ângulo melhor. É pássaro mesmo, um dervixe do tamanho do meu polegar com asas que batem 80 vertiginosas vezes por segundo, produzindo um zumbido quase inaudível. As penas da cauda, à guisa de leme, delicadamente direcionam o vôo em três direções. Ele fita a trombeta de uma vistosa flor alaranjada e do bico fino como agulha projeta uma língua delgada feito linha. Um raio de Sol ricocheteia de suas penas iridescentes. A cor refletida deslumbra como uma pedra preciosa contra uma janela ensolarada. Não admira que os beija-flores sejam tão queridos e que tanta gente já tenha tropeçado ao tentar descrevê-los. Nem mesmo circunspectos cientistas resistem a termos como "belo", "magnífico", "exótico".

Surpresa maior é o fato de o aparentemente frágil beija-flor ser uma das mais resistentes criaturas do reino animal. Cerca de 330 espécies prosperam em ambientes diversos, muitos deles brutais: do Alasca à Argentina, do deserto do Arizona à costa de Nova Scotia, da Amazônia à linha nevada acima dos 4,5 mil metros nos Andes (misteriosamente, essas aves só são encontradas no Novo Mundo).

"Eles vivem no limite do que é possível aos vertebrados, e com maestria", diz Karl Schuchmann, ornitólogo do Instituto Zoológico Alexander Koenig e do Fundo Brehm, na Alemanha. Schuchmann ouviu falar de um beija-flor que viveu 17 anos em cativeiro. "Imagine a resistência de um organismo de 5 ou 6 gramas para viver tanto tempo!", diz ele espantado. Em média, o minúsculo coração de um beija-flor bate cerca de 500 vezes por minuto (em repouso!). Assim, o desse pequeno cativo teria batido meio bilhão de vezes, quase o dobro do total de uma pessoa de 70 anos.

Mas esses passarinhos são duráveis apenas em vida. Quando morrem, seus ossos delicados e ocos quase nunca se fossilizam. Daí o assombro causado pela recente descoberta de um amontoado de fósseis de aves que talvez inclua um beija-flor ancestral de 30 milhões de anos. Como os beija-flores modernos, os espécimes fósseis tinham o bico longo e fino e os ossos superiores das asas mais curtos, terminando em uma saliência arredondada que talvez lhes permitisse fazer a rotação na articulação do ombro e parar no ar.

A outra surpresa foi o local do achado: no sul da Alemanha, longe do território dos beija-flores atuais. Para alguns cientistas, essa descoberta mostra que já existiram beija-flores fora das Américas, mas se extinguiram. Ou quem sabe os fósseis não fossem de beija-flor. Os céticos, entre eles Schuchmann, afirmam que muitas vezes, ao longo da evolução, outros grupos de aves adquiriram características semelhantes às do beija-flor. Os verdadeiros beija-flores, diz Schuchmann, evoluíram nas florestas do leste do Brasil, onde competiam com insetos pelo néctar das flores.

"O Brasil foi o laboratório do protótipo", diz o ornitólogo. "E o modelo funcionou." O beija-flor tornou-se a obra-prima da microengenharia da natureza. Aperfeiçoou sua habilidade de parar no ar há dezenas de milhões de anos para competir por parte das flores do Novo Mundo.

"Eles são uma ponte entre o mundo das aves e o dos insetos", diz Doug Altshuler, da Universidade da Califórnia em Riverside. Altshuler, que estuda o vôo dos beija-flores, examinou os movimentos das asas do pássaro. Observou que, nele, os impulsos elétricos propulsores dos músculos das asas lembram mais os dos insetos que os das aves. Talvez por isso o beija-flor produza tanta energia por batida de asas: mais, por unidade de massa, que qualquer outro vertebrado. Altshuler também analisou os trajetos neurais do beija-flor, que funcionam com a mesma vertiginosa velocidade encontrada nas aves mais ágeis, como seu primo mais próximo, o andorinhão. "São incríveis; uns pequenos Frankesteins", compara.

Certamente eles sabem intimidar: grama por grama, talvez sejam os maiores confrontadores da natureza. "O vocabulário do beija-flor deve ser 100% composto de palavrões", graceja Sheri Williamson, naturalista do Southeastern Arizona Bird Observatory. A agressão do beija-flor nasce de ferozes instintos territoriais moldados à necessidade de sugar néctar a cada poucos minutos. Os beija-flores competem desafiando e ameaçando uns aos outros. Postam-se face a face no ar, rodopiam, mergulham na direção da grama e voam de ré, em danças de dominância que terminam tão subitamente quanto começam.

O melhor lugar para vermos tais batalhas é nas montanhas, especialmente no Equador, em que ricos ecossistemas se apresentam em suas várias altitudes. Sheri supõe que o sentido norte-sul das cordilheiras americanas também crie rotas favoráveis à migração para onde haja constante suprimento de flores. O que contrasta, diz ela, com as barreiras naturais que se estendem de leste a oeste na África, como o Saara e o Mediterrâneo.

Algumas espécies de beija-flor, porém, adaptaram-se a atravessar vastidões planas, onde o alimento é escasso. Antes de sua intrépida migração da primavera para os Estados Unidos e o Canadá, os beija-flores-de-garganta-vermelha reúnem-se no México e empanturram-se de insetos e néctar. Armazenam gordura e duplicam de peso em uma semana. Em seguida, atravessam o golfo do México, voando 800 quilômetros sem escalas por 20 horas, até a costa distante.

A região próxima à linha do equador é um reino de beija-flores. Quem sai do aeroporto de Quito, no Equador, pode ser logo saudado por um cintilante beija-flor-violeta, com pintura de guerra de manchas púrpura iridescentes nos lados da face. A leste da cidade, nas cabeceiras da bacia Amazônica, o beija-flor-bico-de-espada esvoaça na mata portando o bico mais longo de todas as aves em proporção a seu tamanho: mais de metade do comprimento total do animal. Nas encostas do Cotopaxi, um vulcão ao sul de Quito, o beija-flor-do-chimborazo foi avistado acima dos 4,5 mil metros. Ali ele passa a noite entorpecido em cavernas, pois desacelera seu ritmo metabólico o suficiente para não morrer de fome antes de amanhecer. Mais tarde, aquecido pelo Sol, ele recomeça a se alimentar.

"Quem estuda beija-flores fica irremediavelmente enfeitiçado", diz Sheri Williamson. "São criaturinhas sedutoras. Tentei resistir, mas agora tenho sangue de beija-flor correndo nas veias.

 

Um texto do Wikipedia sobre a Pata-de-vaca:

A pata-de-vaca (Bauhinia), é um gênero com vários representantes, da família das leguminosas (Caesalpinioideae), no total são mais de 200 espécies. Também são conhecidas popularmente por Unha-de-vaca e Casco-de-vaca, devido ao formato de suas folhas. São árvores muito ornamentais, devido a suas flores vistosas e por isso são muito utilizadas no paisagismo e na arborização urbana. A maioria são de origem do continente Asiático mas existem espécies nativas do Brasil como a B. longifolia e a B. forficata. Podem atingir até 10m de altura, algumas espécies tem acúleos, seu fruto é tipicamente um legume, também chamado de vagem.

"

Nomes Populares:

pata-de-vaca, candida, candina, falsa-pata-de-vaca

Nome Científico:

Bauhinia variegata L. var. candida (Aiton) Bush.-Ham.

Outro texto em português do endereço Catálogo Rural (Enciclopédia) www.agrov.com/vegetais/frutas/pata_vaca.htm :

As bauínias pertencem a família das leguminosas casalpináceas, mesma do pau-brasil. Espalham-se pela zona tropical do mundo inteiro. As espécies arbóreas são consideradas pioneiras tardias na escala de sucessão vegetal, pois têm crescimento moderadamente rápido. Elas atingem cerca de 3 metros em dois anos, e são adaptadas a áreas abertas, sob sol constante. A altura máxima em raros casos ultrapassa os 10 metros. Quase todas as espécies brasileiras são cheias de espinho e têm flores brancas. Entre elas, as mais comuns são a Bauhinia candicans, a mais florida e uma das mais espinhentas, é a Bauhinia forficata, com flores imaculadamente brancas e grande produção de sementes.

Entre as exóticas, a que mais se cultiva no Brasil é a Bauhinia variegata, que apresenta flores brancas e rosas, dependendo da variedade. No inverno, ela perde as folhas, voltando a florescer na primavera, com grande beleza. Em geral, é maior que as espécies nativas, podendo passar dos dez metros. A altura exata que alcança raramente pode ser observada, pois nas cidades é constantemente podada. Uma das espécies mais bonitas e raras da pata-de-vaca é a Bauhinia blakeana, originária do Vietnã, cujas flores são de cor lilás. No Brasil, porém, não produz sementes e se reproduz por método de enraizamento.

Outra espécie bastante ornamental e incomum é a Bauhinia galpinii, originária da África do Sul, um arbusto, com flores de cor rosa, que se espalha pelo campo. É muito difícil de cultivá-la no Brasil, embora seja encontrada em alguns jardins no Rio Grande do Sul. Provavelmente a bauínia mais curiosa é a escada-de-macaco ou cipó-florão (Bauhinia splendens e mais três espécies), trepadeira nativa cujo tronco lembra a forma de uma escada.

Utilidade: A utilização mais evidente da pata-de-vaca é no paisagismo, principalmente para arborização de ruas. Cresce rapidamente, tem flores exuberantes e em grande quantidade, copa arredondada e estatura baixa, sendo ideal para ser plantada sob os fios elétricos. A mais usada para esse fim é a espécie introduzida Bauhinia variegata, apesar das nativas também possuírem grande potencial paisagístico e apresentarem espinhos, uma proteção natural.

As folhas da pata-de-vaca são utilizadas tradicionalmente no Brasil com fins curativos. A literatura especializada do começo do século relatava que os curandeiros do interior usavam o cozimento dessas folhas em formas de chá e banhos para curar lepra, furúnculos e picadas de cobra.

Na medicina popular, são largamente utilizadas em casos de diabete. Pesquisas farmacológicas comprovaram que a Bauhinia forficata possuía a propriedade de diminuir a taxa de glicose no sangue. As folhas são colhidas antes da floração e secas ao sol. As farmácias de produtos naturais vendem as folhas prontas para fazer o chá e em forma de essência. A pata-de-vaca brasileira também pode ser utilizada em cerca vivas por ser espinhenta. Com folhas riquíssimas em proteínas e hidratos de carbono, pode ser usada como forrageira. Também é recomendada para reflorestamento de áreas degradas, pois é uma pioneira de crescimento rápido. Como produz muito pólen, é recomendada para áreas onde se criam abelhas. A escada-de-macaco, variedade trepadeira de bauínia, é usada como madeira decorativa. Apesar do pequeno diâmetro, o tronco das plantas velhas tem grande durabilidade e os cortes transversais revelam bonitos desenhos. No começo do século, mesas, bandejas, caixas e outros utensílios decorados com cipó-florão eram considerados artigos de luxo.

Plantio: As espécies arbóreas nativas da pata-de-vaca florescem durante a primavera e o verão (a B. forficata no final do verão). Os frutos, em forma de vagens, ficam maduros entre julho e agosto, quando começam a abrir de forma explosiva, espalhando sementes para todos os lados. As sementes devem ser colhidas neste momento e plantadas logo em seguida em saquinhos individuais ou em canteiros semi-sombreados contendo substrato organo-arenoso (material orgânico e areia). Rega-se duas vezes ao dia. Em cerca de 15 dias, as sementes começaram a germinar. A taxa de germinação é alta, de 30 a 50%. Caso se quebre a dureza da semente antes de plantá-la, com um banho de ácido sulfúrico concentrado ou imersão em água quente a 80 graus celsius, a germinação ode alcançar 80%. O desenvolvimento das mudas é rápido: estão prontas para o plantio definitivo em 5 meses. Aos 2 anos, as árvores florescem e frutificam pela primeira vez. No caso de espécies exóticas que não produzem sementes no Brasil, a reprodução ocorre por alporquia, método semelhante ao da estaquia, no qual o enraizamento dos ramos é feito sem tirá-los da planta.

 

A text in english from Revista Árvore

Print ISSN 0100-6762

Rev. Árvore vol.30 no.5 Viçosa Sept./Oct. 2006

www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100... :

Bauhinia trees are considered late pioneers in plant succession, since they grow moderately fast. They can be used as grazing plants, ornamental, paper and cellulose, round log or sawn wood and also for recovery of degraded areas. Seeking alternatives for a faster and more uniform germination by means of scarification methods, Bauhinia variegata seeds were subjected to the following pre-germination treatments: mechanical scarification (sandpaper 220); immersion in hot water at 80ºC; immersion in cold water (10ºC) for 2 hours; scissors cuttings (area opposed to the micropyle); immersion in concentrated sulfuric acid for five minutes followed by washing in running water; immersion in concentrated sulfuric acid for 20 minutes followed by washing in running water. Seeds were then placed in plastic gerbox boxes with vermiculite substratum to germinate at 30ºC, evaluations were carried out on the 7th and 14th days. Seeds were also sown in trays containing sand in the greenhouse. The parameters index of emergence speed and percent final emergence at 32 days after sowing were evaluated in greenhouse. Seed sanity was evaluated with 400 seeds using the Blotter test. Five sub-samples of 30 seeds from each treatment were used for the germination test and emergence speed index; the experiment was arranged in a complete randomized design and means were compared by the Tukey's Test (P>0.05). Seed germination with mechanical scarification (with sandpaper and scissors cuttings) and immersion in cold water was no significantly different from the control; the germination speed in laboratory was higher when seeds were scarified with sandpaper or immerged in cold water for two hours; the treatment with sulfuric acid (20 minutes) impaired seedling emergence speed; Trichothecium sp, Aspergillus sp, Cladosporium sp, Colletotrichum sp, Fusarium sp., Penicillium sp and Rhizopus sp were the fungus species found in the seeds, however without affecting germination and vigor.

Purple orchid tree is closely related to peacock flower (Caesalpinia pulcherrima) and to the tree many consider the world's most beautiful, the royal poinciana (Delonix regia) - and it shows! Purple orchid tree (usually just called orchid tree) is staggeringly beautiful when in bloom - and it blooms for several months! Orchid tree grows 20-40 ft (6-12 m) tall and 10-20 ft (3-6 m) wide with a spreading crown of briefly deciduous leaves which are 4-6 in (10-15 cm) across and rounded with lobed ends and heart shaped bases. The leaves are shaped a little like a cow's hoof. Some cultivars have leaves with white variegations. The flowers are reminiscent of showy orchids, with five irregular, usually slightly overlapping petals in shades of magenta, lavender or purplish blue. The flowers often make their first appearance in late winter while the tree is bare of leaves. The blooming period then lasts until early summer. The flowers are 3-5 in (7.6-12.7 cm) across and carried in clusters at the branch tips. A member of the bean family, orchid tree produces flattened brown woody legumes (pods) up to 12 in (30.5 cm) long. The cultivar 'Candida' (white orchid tree) has snow white flowers with greenish veins.

Hong Kong orchid tree (Bauhinia X blakeana is a sterile hybrid between (probably) B. variegata and B. purpurea, and is usually considered to be the most beautiful of all the orchid trees. It is a somewhat larger tree, evergreen with large thick leaves and striking purplish red flowers.

Canon EOS Digital Rebel XT

Depósito del Museo Nacional del Prado

Deposit of the Museo Nacional del Prado

 

EL PAISAJE

El paisaje como tema pictórico aparece cuando la pintura está ya desarrollada.

 

1. En la pintura románica el fondo es plano y monocromo.

 

2. Habrá que esperar al gótico para que en los fondos empiece a aparecer algo de naturaleza para dar profundidad a la escena donde se desenvuelven las figuras pintadas. Al principio es algún árbol pintado de forma muy infantil que después evoluciona perfeccionándose. Se añaden casitas en la distancia, también para dar profundidad, algún camino o río que serpentee... y ya está el precedente del paisaje. Pero aún no es un paisaje, porque no tienen identidad propia. Solo sirve de fondo al cuadro y le ayuda a dar profundidad a la escena.

 

3. Todavía en el renacimiento italiano del Quattrocento el paisaje no es más que el telón de fondo de un teatro donde en el escenario se está desarrollando una obra precisa, con personajes concretos, aunque este decorado tenga cada vez mayor personalidad.

Hay un momento en que al crecer la calidad del fondo como paisaje y minimizarse las figuras de la escena ya no se sabe si estamos en una pintura convencional religiosa o profana, o en un paisaje. Tal es el caso, por ejemplo, del cuadro de Giorgione La Tempestad, 1508, donde sus extraños y casi irreales personajes, una madre casi desnuda amamantando a un niño contemplada con sorpresa por un caminante, están alojados en un paisaje preciso de árboles, río, camino, puente, casas, etc. sobre el que se cierne una tempestad en la lejanía, con rayo incluido.

 

Para definir el paisaje como obra de arte independiente debemos considerar una pintura cuyo objeto, por primera vez, no sea la figura divina o humana, sino la naturaleza en sí, aun sin intención paisajista. Las figuras, si las hay, solo servirán para rellenar o justificar algo del paisaje, un camino, una carreta, un río, o bien para dimensionar los objetos del paisaje, árboles, casas, puentes, ruinas etc. por comparación de sus dimensiones con las del hombre, que se convierte así en referencia métrica.

 

4. Se suele decir que el paisaje como género nace en los Países Bajos, y que Patinir, 1480-1524 está considerado como el primer paisajista. Sin embargo debemos retrasar este momento cronológico a la aparición de Peter Brueghel el Viejo 1525-1569, por las razones que vamos a exponer: Patinir pinta algunos cuadros que como el citado de Giorgione casi pueden considerarse paisaje, pero sólo porque este ocupa la mayor parte de la escena, no como fondo sino casi como obra propiamente. No obstante, las figuras son aún el objeto principal del motivo de la pintura, religiosa o mitológica. En el Museo del Prado hay dos cuadros que son muy significativos y que merece la pena visitar. El primero es Las tentaciones de San Antonio Abad del cual sabemos por la documentación existente en El Escorial que el paisaje es de Patinir y las figuras de Quentin Metsys, con lo cual ya está apareciendo Patinir como pintor especializado en paisaje. En la otra obra, El paso de la laguna Estigia, pintada después de 1521, los personajes están tan minimizados que casi se pueden considerar un pretexto ya que el paisaje es el verdadero protagonista. Sin embargo, todavía son los que con su presencia personalizan el mito de la laguna Estigia y le dan nombre, haciendo que el cuadro pertenezca al género mitológico.

Al analizar la pintura de Brueghel veremos que algunos de sus cuadros ya son verdaderos paisajes porque las figuras que aparecen están relegadas a un segundo término en su significación, carecen de importancia, son anónimos. Su cuadro Cazadores en la nieve de fecha 1565, en el Museo de la Historia de Viena, es un puro paisaje, donde los cazadores que se ven en primer término solo sirven como referente, e incluso están colocados de espaldas, y los patinadores que aparecen en la lejanía sobre un lago no pasan de ser poco más que puntitos. Y este cuadro no es una excepción, porque forma parte de una serie de ellos que representan meses del año, tales como Regreso de los rebaños, La siega del heno o La cosecha, de características similares al anterior.

 

5. El siglo XVIII traerá el paisaje como tema independiente y el pintor paisajista como especialidad, alcanzando pleno desarrollo sobre todo en Holanda, donde se dará en esta época el siglo de oro de su pintura.

La escuela holandesa del paisaje crea una enorme variedad de temas: paisaje de invierno, de bosques, de dunas, acuáticos con ríos, lagos, canales o el mar, las llamadas marinas. Era lógico que también el mar fuera tomado como tema de paisaje por la enorme influencia que este medio ha ejercido sobre Holanda, hasta el punto de que un 10 % de su población había vivido alguna vez en el mar. Además el atractivo del tema marino para un pintor aumenta al considerar la enorme cantidad de caras con que puede presentarse: tormentoso, con niebla, calmo, con oleaje, en tonos claros o sombríos, con colores azules, verdes, grises...

Aunque hubo multitud de pintores paisajistas holandeses en este siglo, podríamos citar para ir familiarizándonos con ellos, a Avercamp en temas de invierno, Jan van Goyen, 1596-1656, en ríos, Jacob Ruisdael, 1629-1682 y sobre todo Hobbema, 1658-1709, quizá el mejor de todos ellos, de gran colorido, a parte de un largo etc. de los cuales los españoles casi no tenemos conocimiento, ni nuestros museos obras debido a las malas relaciones en aquella época entre ambos países.

Sin embargo se ha dicho que los mejores paisajes de esta época los hicieron los pintores que no están considerados como especialistas en este tema, como fueron Rubens, Rembrandt o Poussin. Como siempre, el genio sobresale en aquello que realiza.

 

(Merece la pena hacer una consideración técnica al estudiar el paisaje, sobre la altura a que los distintos pintores sitúan la línea del horizonte dentro del cuadro. Si el pintor la coloca en una posición muy alta por colocarse en alto él mismo al pintar, como puede verse el escenario de un teatro desde el último piso, representará mucha tierra y poco cielo. Si su posición está baja, la línea de horizonte estará baja también y el paisaje tendrá mucho cielo, nubes, etc. y poca tierra. Sería el caso de un espectador que mirase el teatro desde el patio de butacas.

El pintor maneja esto según le interese magnificar una cosa u otra. Por ejemplo, Patinir pone la línea del horizonte alta, de tal manera que el cielo ocupe 1/5 de la superficie del cuadro y la tierra 4/5, porque aún está interesado en las figuras que ocupan el paisaje y necesita espacio para distribuirlas. La escuela holandesa invertirá estos términos, 3/4 y 1/4 respectivamente para poderse recrear en la pintura de cielos borrascosos, nubosos, etc. dejando menos espacio para la tierra plana de Holanda.)

 

Volviendo al desarrollo cronológico del paisaje podemos decir que en el siglo XVIII se continúa con fuerza este tema.

De Italia traemos a colación, como curiosidad la aparición de unos nuevos paisajistas que se especializan, concretamente en Venecia, en pintar paisajes de la ciudad, por lo que se les llamó “vedutistas”. Concretamente son Canaletto, 1697-1788, y Guardi, 1712-1793 y el fin de esta pintura será el que los visitantes ilustres de Venecia que ya empiezan a llegar en esta época tengan un recuerdo gráfico de la ciudad. ¿Verdad que éste movimiento suena al actual turismo veneciano con sus fotografías y postales de canales y góndolas?

En Inglaterra con Gainsborough, 1727-88 se empezará a crear la escuela británica del paisaje, que va a originar a lo largo del tiempo una tradición de éste género que tendrá enorme importancia.

 

6. Esta tradición paisajista culminará en el siglo XIX con dos pintores famosos, Constable 1776-1837, una de cuyas obras podemos verla en el Museo Thyssen Bonermisza, La esclusa, y Turner, considerado como el mejor paisajista inglés del siglo XIX y cuya forma de tratar la luz va a influir decisivamente en el impresionismo francés, como podemos ver, por ejemplo en El Fighting Temeraire remolcado a su última dársena para ser desguazado, 1839, de la National Gallery de Londres.

 

7. El género de paisaje continúa hasta nuestros días y por él pasaron magníficos pintores adscritos a diferentes escuelas (realismo, romanticismo,…) que dejaron obras maestras; y entre ellos, los impresionistas, que buscaron en sus paisajes precisamente eso, una impresión, plasmar, por ejemplo, el reflejo de la luz sobre el agua, la reverberación del cielo o de las orillas de un río o el efecto de los rayos del sol sobre los árboles o sobre la nieve.

(Francisco Martín Gil, Claves para entender un cuadro)

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THE LANDSCAPE

The landscape as a pictorial theme appears when the painting is already developed.

 

1. In Romanesque painting the background is flat and monochrome.

 

2. We will have to wait for the Gothic so that some nature begins to appear in the background to give depth to the scene where the painted figures are developed. At the beginning it is some tree painted in a very childish way that later evolves perfecting itself. Little houses are added in the distance, also to give depth, some path or river that snakes... and there is already the precedent of the landscape. But it's not a landscape yet, because they have no identity of their own. It only serves as a background for the painting and helps to give depth to the scene.

 

3. Even in the Italian Renaissance of the Quattrocento, the landscape is only the backdrop of a theatre where a precise work is being developed on stage, with specific characters, even though this set has an ever greater personality.

There is a moment when, as the quality of the background as a landscape grows and the figures of the scene are minimised, it is no longer known whether we are in a conventional religious or profane painting, or in a landscape. Such is the case, for example, of Giorgione's painting La Tempestad, 1508, where her strange and almost unreal characters, an almost naked mother nursing a child watched in surprise by a hiker, are housed in a precise landscape of trees, river, road, bridge, houses, etc. over which a storm is brewing in the distance, with lightning included.

 

To define the landscape as an independent work of art we must consider a painting whose object, for the first time, is not the divine or human figure, but nature itself, even without any landscape intention. The figures, if there are any, will only serve to fill or justify something in the landscape, a road, a cart, a river, or to dimension the objects in the landscape, trees, houses, bridges, ruins etc. by comparing their dimensions with those of man, who thus becomes a metric reference.

 

4. It is often said that landscape as a genre was born in the Netherlands, and that Patinir, 1480-1524 is considered the first landscape painter. However, we must delay this chronological moment to the appearance of Peter Brueghel the Elder 1525-1569, for the reasons we are going to explain: Patinir paints some paintings that, like the one mentioned by Giorgione, can almost be considered as landscape, but only because it takes up most of the scene, not as background but almost as a work itself. However, the figures are still the main object of the painting's motif, religious or mythological. In the Prado Museum there are two paintings that are very significant and worth visiting. The first is The Temptations of Saint Anthony the Abbot, of which we know from the existing documentation in El Escorial that the landscape is by Patinir and the figures by Quentin Metsys, with which Patinir is already appearing as a painter specialising in landscape. In the other work, The Passage of the Styx Lagoon, painted after 1521, the characters are so minimized that they can almost be considered a pretext since the landscape is the true protagonist. However, they are still the ones who, with their presence, personalize the myth of the Styx lake and give it a name, making the painting belong to the mythological genre.

When analyzing Brueghel's painting we will see that some of his paintings are already true landscapes because the figures that appear are relegated to a second term in their meaning, they are unimportant, they are anonymous. His painting Hunters in the Snow, dated 1565, in the Museum of History in Vienna, is a pure landscape, where the hunters seen in the foreground only serve as a reference, and are even placed on their backs, and the skaters that appear in the distance on a lake are only little more than dots. And this painting is not an exception, because it is part of a series that represent months of the year, such as Return of the Herds, The Haymaking or The Harvest, with similar characteristics to the previous one.

 

5. The 18th century will bring the landscape as an independent subject and the landscape painter as a speciality, reaching full development especially in Holland, where the golden century of his painting will take place at this time.

The Dutch school of the landscape creates an enormous variety of themes: winter landscape, of forests, of dunes, aquatic with rivers, lakes, channels or the sea, the so called marines. It was logical that the sea was also taken as a landscape theme because of the enormous influence that this medium has exerted on the Netherlands, to the point that 10% of its population had once lived in the sea. In addition, the attraction of the marine theme for a painter increases when considering the enormous amount of faces with which it can present itself: stormy, with fog, calm, with waves, in light or dark tones, with blue, green, grey colours...

Although there were many Dutch landscape painters in this century, we could cite, to get acquainted with them, Avercamp in winter themes, Jan van Goyen, 1596-1656, in rivers, Jacob Ruisdael, 1629-1682 and above all Hobbema, 1658-1709, perhaps the best of them all, very colourful, apart from a long etc. of which we Spaniards have almost no knowledge, nor our museums works due to the bad relations at that time between both countries.

However, it has been said that the best landscapes of this period were made by painters who are not considered specialists in this subject, such as Rubens, Rembrandt or Poussin. As always, genius excels in what it does.

 

(It is worth making a technical consideration when studying the landscape, about the height at which the different painters place the line of the horizon within the painting. If the painter places it in a very high position by placing himself high when painting, as the stage of a theatre can be seen from the top floor, it will represent much earth and little sky. If his position is low, the horizon line will be low too and the landscape will have a lot of sky, clouds, etc. and little land. It would be the case of a spectator looking at the theatre from the stalls.

The painter handles this according to his interest in magnifying one thing or another. For example, Patinir sets the horizon line high, so that the sky occupies 1/5 of the surface of the painting and the earth 4/5, because he is still interested in the figures that occupy the landscape and needs space to distribute them. The Dutch school will invert these terms, 3/4 and 1/4 respectively to be able to recreate in the painting stormy, cloudy skies, etc. leaving less space for the flat land of Holland :)

 

Going back to the chronological development of the landscape, we can say that in the 18th century this theme is strongly continued.

From Italy we bring up, as a curiosity, the appearance of some new landscape painters who specialized, specifically in Venice, in painting city landscapes, for which they were called "Vedutists". Specifically, they are Canaletto, 1697-1788, and Guardi, 1712-1793, and the aim of this painting will be to provide illustrious visitors to Venice who are beginning to arrive at this time with a graphic memory of the city. Doesn't this movement sound like modern-day Venetian tourism with its photographs and postcards of canals and gondolas?

In England, with Gainsborough, 1727-88, the British school of landscape began to be created, which over time would give rise to a tradition of this genre that would be of enormous importance.

 

6. This tradition of landscape painting culminated in the 19th century with two famous painters, Constable 1776-1837, one of whose works we can see in the Thyssen Bonermisza Museum, The Lock, and Turner, considered the best English landscape painter of the 19th century and whose way of treating light was to have a decisive influence on French impressionism, as we can see, for example, in The Fighting Temeraire towed to its last dock to be scrapped, 1839, from the National Gallery in London.

 

7. The landscape genre continues to the present day and magnificent painters belonging to different schools (realism, romanticism,...) passed through it, leaving behind masterpieces; and among them, the impressionists, who sought in their landscapes precisely that, an impression, to capture, for example, the reflection of light on water, the reverberation of the sky or the banks of a river or the effect of the sun's rays on trees or on snow.

(Francisco Martín Gil, Keys to Understanding a Picture)

 

Ipê-Roxo Bola (Tabebuia impetiginosa) -

Pau D'Arco Bark.

Na Asa Norte, em frente ao Setor Bancário Norte, em Brasília, Brasil.

At Asa Norte, in front of the Setor Bancário Norte, in Brasília, Brazil.

Recebe este nome em razão da forma de seus cachos de flores. Chega a atingir cerca de 8 a 12 metros de altura, dotada de copa alongada, tronco ereto de 60-90 cm de diâmetro com folhas compostas 5-folioladas e quando florido perde suas folhas. É encontrado desde o Piauí até Minas Gerais, Goiás e São Paulo, em geral nas regiões de cerrado e caatinga. Floresce nos meses de maio a agosto. Existem, ainda, outras espécies de ipê roxo, como o T. heptaphylla.Sua Madeira é muito pesada (densidade 0,96g/cm3) muito dura ao corte, resistente ao ataque de organismos xilófagos.

Nomes populares:

Ipê-roxo, Pau-d’arco-roxo, Ipê-roxo-de-bola.

 

Ipê roxo (Tabebuia avellanedae)

Nomes populares: ipê-roxo, pau-d’arco-roxo, ipê-roxo-da-mata, ipê-preto, ipê-rosa, ipê-comum, ipê-cavatã, lapacho, peúva, piúva.

Sabe-se que o ipê-roxo é a Tabebuia avellanedae, porém é muito comum haver confusão com a Tabebuia pentaphylla (ipê-rosa), inclusive alguns autores consideram a Tabebuia avellanedae e a Tabebuia impetiginosa da mesma espécie.

É o primeiro dos Ipês a florir no ano, inicia a floração em Junho, e pode durar até Agosto, conforme a árvore. Esta espécie se confunde bastante com outras também de flor roxa, como a Tabebuia impetiginosa e a Tabebuia heptaphylla, sendo considerado por alguns autores que a T. avellanedae e a T. impetiginosa seriam a mesma espécie. São muito utilizadas no paisagismo urbano, por sua beleza e desenvolvimento rápido.

É também utilizado contra as estomatites, úlceras de garganta e anemia. Anti-inflamatório, anti-cancerígeno, eczema.

O ipê (Ipê, em tupi-guarani, significa "árvore de casca grossa" e tabebuia é "pau" ou "madeira que flutua") - muitas vezes chamado de pau-d’arco - possui propriedades medicinais,sendo a casca em estudo para tratamentos. É apreciado pela qualidade de sua madeira, além de servir para fins ornamentais e decorativos. A árvore do ipê é alta, podendo chegar até 30 m (na cidade , em locais abertos chega a cerca de 10-15 m), bem copada e na época de floração perde totalmente as folhas para dar lugar às flores das mais variadas cores (brancas, amarelas roxas ou rosa) com belas manchas coloridas. É uma arvore originária do cerrado, não precisando de muita água, apenas no começo. É uma das árvores homologadas para plantio pelo fato de possuir raiz pivotante( para baixo), sem quebrar a calçada. Recomenda-se o plantio aonde haja bastante espaço para cima. Floresce no período de julho a setembro e frutifica de setembro a outubro. Destas sementes, que secam e abrem as vagens só nascem se estiverem secas. Os diversos tipos de ipê recebem os nomes conforme as cores de suas flores ou madeira. Os que mais se destacam são os seguintes: ipê-amarelo ou ipê comum, ipê-tabaco, ipê-branco, ipê-roxo ou ipê-rosa. Por muito tempo, o ipê foi considerado a árvore nacional brasileira. Contudo, no dia 7 de dezembro de 1978, a lei nº 6507 declara o pau-brasil a Árvore Nacional e, a flor do ipê, a flor do símbolo nacional.

 

Identifique seu Ipê:

 

* Amarelo : Folhas felpudas, pequenas em geral em formação de folhas por ramo.

* Roxo : Folhas lisas, as vezes serrilhadas na ponta, crescimento rápido.

* Branco : Folhas arredondadas.

* Rosa : Folhas grandes e suculentas ,talos verdes. crescimento rápido.A seguir, Texto, em português, do site "Catalão Notícias", que pode ser acessado no endereço portalcatalao.com.br/catalaonoticias/category_news.asp?ID...

 

Nesta época do ano, em que já se instala a “estação da seca” em Brasília, percebe-se em toda a parte o aumento de cores na vegetação. O sol pleno, entremeado pelo sibilar do vento frio, colabora com a natureza, fazendo desabrochar flores por toda parte, como se quisessem compensar-nos pela chegada da aridez desértica do inverno. De fato, tanta beleza nos distrai e nos alimenta com coragem para resistir bravamente à adversidade do clima, nos próximos cinco meses.

 

Uma das mais belas espécies que enfeitam a região é o ipê, adjetivado de acordo com a cor das suas flores. Há ipê amarelo, branco, rosa... Mas o mais famoso deles é o ipê roxo, cujo nome científico é Tabebuia avellanedae, com características muito interessantes. Por causa da sua coloração rosa e lilás intensos, é muito bem vindo em praças, jardins públicos e na arborização de ruas, avenidas, estradas e alamedas e também na recomposição da mata ciliar. Apesar de ser indicada para arborização urbana, não se recomenda plantar essa árvore em calçadas estreitas, com menos de dois metros e meio de largura, em locais com fiação aérea e ausência de recuo predial, porque a espécie atinge, na fase adulta, de cinco a oito metros de altura, com o raio da copa variando em torno de quatro a cinco metros.

 

Pouco antes da floração, suas folhas caem e surgem, no ápice dos ramos, magníficas panículas com numerosas flores tubulosas, perfumadas e atrativas para abelhas e pássaros. Por causa dessa formação tão parecida com bolas de flores nos galhos, os botânicos, que a descreveram pela primeira vez, deram-lhe o nome de 'árvore buquê'.

 

Vaidoso, o ipê roxo sai na frente dos de outras cores, mostrando sua beleza do início de junho até o final de setembro e, ainda, frutifica de julho a novembro. Versátil, adapta-se bem ao clima tropical úmido e subúmido, com inverno seco, mas sobrevive também no clima subtropical, com verão quente. Tem preferências por temperaturas entre 18 a 26 graus centígrados.

 

Mas, não é só de aparência que vive essa espécie. Praticamente toda a árvore produz e fornece matéria prima de excelente qualidade, que tem surpreendentes aplicações.

 

O tronco do ipê roxo tem sido utilizado em larga escala na construção civil, para confeccionar dormentes, tacos, portais, postes, eixos de roda, vigas; na construção naval como quilhas de navio; no mobiliário em geral, em batentes e degraus de escadas; em instrumentos musicais, bolas de boliche, entre outros.

Da casca, são extraídos ácidos, sais alcalinos e corante, que é usado para tingir algodão e seda, sem contar que está entre os produtos amazônicos mais procurados, com reconhecido poder medicinal.

 

Da entrecasca faz-se um chá que é usado no tratamento de gripes e depurativo do sangue.

As folhas são utilizadas contra úlceras sifilíticas e blenorrágicas. A espécie também tem propriedades anti-reumáticas e anti-anêmicas.

  

É tido como um poderoso auxiliar no combate a determinados tipos de tumores cancerígenos. É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças estomacais e da pele.

 

A extração predatória, realizada durante anos, quase levou a espécie à extinção. Devido à atuação governamental, reclamada pela comunidade científica, a produção, em princípio, é protegida, explorada e comercializada com a observância de critérios adequados. Um dos produtos mais importantes extraído do ipê roxo é o Lapachol, marca do princípio ativo naftoquinona, com reconhecida ação antiinflamatória, analgésica, antibiótica e antineoplásica [ataca qualquer tumor, benigno ou maligno].

 

O Laboratório Estatal de Pernambuco [Lafepe] é o proprietário da marca Lapachol desde 1978. Mas em 1969, já produzia e comercializava o produto como auxiliar no tratamento do câncer. Atualmente, a estatal pernambucana tem acordo com o Hospital Sírio Libanês, de São Paulo, na pesquisa de ensaios clínicos em seres humanos em tratamento de câncer, primordialmente o câncer de próstata.

 

Tão admirado pelos visitantes e transeuntes, cantado em versos e lido nas costumeiras crônicas da cidade, o Ipê Roxo já faz parte da tradicional paisagem brasiliense. Emociono-me diante dessa maravilha, carregada de flores cada vez mais belas, nas Quadras e Entrequadras, ao longo do Eixão, nos Parques e Chácaras que rodeiam a cidade, especialmente agora, quando contrasta com o brilho azulado e intenso do céu e o heróico e persistente verde dos gramados. É bom saber que ele só sairá de cena para dar lugar às bem aventuradas chuvas tardias da primavera, lá pelo mês de outubro.

La question de savoir si le Christ a été crucifié avec trois ou avec quatre clous a longtemps fait l'objet de débats.

 

La croyance la plus répandue est que le porteur de lumière était cloué à la croix par quatre clous, un dans chaque paume et un dans chaque semelle. Cette croyance est représentée dans la "Croix copte", qui montre les quatre clous et la croix elle-même, le centre étant le cœur du porteur de lumière. En confondant la croix avec les quatre directions primitives, nous comprenons comment le Cœur doit s'identifier au centre des mondes, qui est aussi le centre de la boussole de la sorcière. Ici nous nous rappelons les quatre fleuves de sang qui émanent des quatre blessures et qui coulent aux quatre coins du monde, et en cela nous trouvons une certaine similitude avec la philosophie qui a inspiré le dessin et le casernement du roi pendu, les quatre parties étant enterrées aux coins de l'enceinte sacrée.Selon la légende, le « Saint Mors » de Constantin aurait été forgé avec l'un des clous de la Passion (celui qui aurait percé la main droite du Christ, ou les deux clous des mains selon Grégoire de Tours). Mais la tradition chrétienne évoque le fait que l'impératrice Hélène aurait fait forger un mors pour le cheval de son fils avec l'un d'eux, et en aurait inséré un autre dans le diadème impérial.Une autre tradition veut que l’impératrice Hélène fit faire avec le premier clou le Saint Mors, avec le deuxième clou une visière de casque pour protéger le front de l’empereur et avec le troisième un bouclier pour protéger son cœur.Selon la tradition orale tzigane, les soldats romains avaient assez d'argent pour acheter quatre clous. Mais ayant utilisé la moitié de la somme d'argent pour boire à la taverne, ils cherchèrent en vain un forgeron qui travaillerait pour la moitié du prix. Ils allèrent voir un forgeron juif, qui refusa de fabriquer les clous qui crucifieraient le Christ. Ils le tuèrent et allèrent en voir un autre qui refusa aussi. Ne trouvant personne, ils allèrent à la sortie de la ville voir un forgeron tzigane, qui avait déjà fabriqué trois clous qui séchaient. Ils lui demandèrent d'en faire un quatrième en lui cachant leur utilité, mais les esprits des premiers forgerons tués lui révélèrent la vérité. Refusant et prenant peur, il se sauva à toutes jambes, mais en abandonnant les trois clous qui servirent sur la croix.

 

Bien plus tard, le forgeron arrêta sa course, retrouva une forge et se remit à travailler, essayant d'oublier son aventure. Au premier coup de marteau, il vit apparaître un quatrième clou, brillant si fort qu'il illuminait le désert tout entier. Il considéra ce quatrième clou, comme un reproche. Le Tzigane s'enfuit encore, très loin mais en vain car le clou le poursuivait. Et il poursuivit de même ses enfants, et ses petits-enfants. Voilà pourquoi, selon la légende, les Tziganes se déplacent sans fin ni trêve, à cause du quatrième clou.Ces trois clous codifient également un triangle pointant vers le bas sur la croix quadruple, faisant allusion à la relation entre les forces représentées dans le triangle & croix / carré. Le modèle de la Tau est également révélé, et nous pourrions ruminer ici sur l'autel de la stang, que Evan John Jones décrit comme " l'autel symbolique du sacrifice, l'ancienne croix Tau du chêne kerm, d'où pendit le corps mourant du sacrifice Dieu / Roi ". Dans sa fourchette et sa base, nous observons les mains et les pieds percés de clous, et en enfonçant un clou dans le mégot, nous faisons allusion au quatrième clou du mythe rom, le marteau lui-même évoquant la croix Tau.

 

Dans la doctrine du triclavianisme, le Coeur du Porteur de Lumière est blessé par un quatrième clou, ce qui porte à cinq le nombre total de stigmates. Ce quatrième clou, forgé dans la mythologie rom par un forgeron tzigane, refusa de se tempérer, et en découvrant son destin, le Smith s'enfuit avec le cœur du Christ, sa récompense étant la vie éternelle dans le corps de la Lune. Ce clou'errant' rouge et chaud est emblématique du Feu, le seul élément donné à l'homme et au Dieu forgeron ; c'est le quatrième clou comme le couteau, l'épée ou la lance qui perce le cœur du dieu-homme qui est suspendu par trois clous à la croix Tau et qui le tue.

  

La croyance que Jésus n'a été crucifié que par trois clous est connue sous le nom de triclavianisme, ce qui signifie correctement "Trois Clés". Les ongles ont été frappés un à travers chaque paume et un à travers les deux pieds, formant un triangle pointant vers le bas. Mais trois clous ou quatre, les blessures restent les mêmes, et s'étirent pour personnifier l'homme-dieu crucifié imprimé dans l'Espace, représenté dans le carrefour.

 

Emblème de la souffrance de Jésus, ces clous représentent l'épreuve et l'acceptation du destin, c'est-à-dire le choix d'accepter ce qui doit être fait, l'évolution résultant de l'engagement des épreuves de la vie ; c'est dans l'épreuve et le sacrifice que l'esprit se libère de la chair. Il s'agit de "l'enlèvement de la Rose de la Croix", car ce qui fixe l'esprit au corps peut aussi être enlevé. Ceci est réalisé par trois initiations alchimiques qui travaillent à " tirer " les clous, permettant ainsi à la nature divine de l'homme de descendre de sa croix ; la troisième et dernière initiation étant la découverte de la pierre du philosophe.

Ce symbole " chrétien ", qui apparaît parfois sous la forme de trois lances en bois, apparaît également sur les amulettes des divinités solaires. L'arrangement est celui de l'Awen, c'est-à-dire l'inspiration qui tombe du Ciel vers la Terre, assimilant les clous aux reines élémentaires qui ont pré-ordonné la mort du roi sacrificiel. Ce symbole en vient ainsi à représenter non seulement la triple nature de l'Awen et des trois essences sacrées de la Reine du Destin, mais aussi la formule IAO, les éléments alchimiques, les parties de la lune, etc.

 

Certaines sorcières font ce signe dans leurs rites en tenant haut trois doigts évasés. Comme la lettre Shin, qui signifie "dent", elle signifie Shaddai & est faite par les mains du prêtre lors de la bénédiction du Yom Kippour (concernant le bouc émissaire sacrificiel). Hargrave Jennings remarque que la " flèche large " (), qui marque la propriété royale, symbolise également les Trois Clous, la flèche centrale proéminente signifiant la " Deuxième Personne de la Trinité (avec une signification féminine) ". Un tel symbole se retrouve également dans le Trishul indien, le Trushul gitan, la rune d'Algiz, le trident et le râteau à trois dents utilisé par certaines sorcières comme un outil de la'Déesse'.

 

Cependant, les blessures totales ne sont pas au nombre de quatre, mais de cinq, la cinquième étant la blessure de son "côté", ou plus probablement de ses organes génitaux, semblable à celle subie par le Roi Fisher, qui l'a rendu "boiteux" et sa terre stérile. Curieusement, certaines représentations de la crucifixion montrent Jésus assis sur un sédile, qui est un petit siège fixé à mi-chemin sur le devant de la croix pour permettre aux parties génitales d'être empalées par un clou, confirmant ainsi Jésus comme un avatar du roi blessé ou sacrificiel de la lumière.

 

La blessure du Roi Pêcheur est faite par la Lance Saignante, identifiée par certains avec la Lance de Lugh, tandis que celle du Christ est donnée par la Lance de Longinus, dont l'histoire ésotérique atteste qu'elle a été forgée par Tubal-Cain, avatar du maître sorcier. En transperçant le Cœur du Porteur de Lumière, la lance transperce aussi celui des cieux, le révélant comme un simulacre du Clou Céleste travaillé par la main du dieu tzigane du Feu Tubalo.

 

Le traitement de la Crucifixion dans l'art du Moyen Âge primitif soutient fortement la tradition des quatre clous, et le langage de certains auteurs historiques (aucun, cependant, avant Grégoire de Tours, "De glor. mart.", vi ; car le supposé sermon de saint Cyprien, "De passione", est une fabrication médiévale), favorise le même regard.La crucifixion et le sacrifice par l'accrochage à un arbre n'est pas un motif exclusif au mythe chrétien, c'est plutôt un destin rencontré par de nombreux mortels immortels pour donner la vie éternelle, y compris "Prométhée, Adonis, Apollon, Arys, Bacchus, Bouddha, Christna, Horus, Indra, Ixion, Mithras, Osiris, Pythagore, Quetzalcoatl, Semiramis et Jupiter "4. Nous pourrions ajouter à cet Odin qui, pendu à Yggdrasill, est mort et est entré dans les Enfers pour apprendre la sagesse d'un autre monde qui pourrait être transmise au monde des hommes.

 

La croix a été définie par Schulke comme "la formule magique suprême d'incarnation-sacrifique-apothéose résultant de la fixation de l'esprit dans les quatre voies de la matière". Ici, nous pourrions comprendre la crucifixion comme la liaison de l'esprit céleste à la chair terrestre, ou la Lumière à la Matière. Dans ce cas, la Croix de la Matière représente la division du monde matériel en quatre divisions, que ce soit en points cardinaux, saisons, éléments ou similaires. C'est le sens sous-jacent du dieu porteur de Lumière, normalement solaire, pionné à la Croix, fixant ainsi le Feu Céleste dans la chair tout en le libérant par la Mort.

 

La tradition veut depuis longtemps que la Lumière soit fixée à la Croix à l'aide d'un clou de fixation. Dans la tradition chrétienne, le nombre exact de clous utilisés a longtemps fait l'objet de débats, une école de pensée les comptant comme quatre et une autre comme trois ; dans ce simple article de foi réside une philosophie ésotérique profonde.

  

D'autre part, au XIIIe siècle, l'art occidental a commencé à représenter les pieds du Crucifié comme placés les uns sur les autres et percés d'un seul clou. Cela correspond au langage de Nonnus et de Socrate et au poème "Christus patiens" attribué à saint Grégoire de Nazianzus, qui parle de trois clous. Des critiques archéologiques plus récentes ont souligné non seulement que les deux premières représentations de la Crucifixion (le graffiti palatin n'est pas pris en compte ici), à savoir la porte sculptée de Sainte-Sabine à Rome et le panneau en ivoire du British Museum, ne montrent aucun signe de clou dans les pieds, mais que Saint Ambroise ("De obitu Theodosii" dans P.L., XVI, 1402) et autres premiers auteurs laissent clairement entendre qu'il y a seulement deux ongles. Ambroise nous informe en outre que sainte Hélène a fait transformer un clou en bride pour le cheval de Constantin (les premiers commentateurs citent Zacharie 14:20, à ce propos), et qu'un diadème impérial a été fait de l'autre clou. Grégoire de Tours parle d'un clou jeté (deponi), ou peut-être plongé dans l'Adriatique pour calmer une tempête. Il est impossible de discuter adéquatement de ces problèmes dans un espace restreint, mais l'information que l'on peut tirer de l'archéologie générale de la punition de la crucifixion telle que les Romains la connaissent ne contredit en rien la tradition chrétienne des quatre clous.

 

On ne peut guère se fier à l'authenticité des trente ou plus clous sacrés qui sont encore vénérés, ou qui l'ont été jusqu'à une époque récente, dans des trésors comme celui de Santa Croce à Rome, ou ceux de Venise, Aix-la-Chapelle, l'Escurial, Nuremberg, Prague, etc. La majorité d'entre eux ont probablement commencé par prétendre être des fac-similés qui avaient touché ou contenu des limailles d'un autre clou dont la revendication était plus ancienne. Sans fraude délibérée de la part de qui que ce soit, il est très facile pour des imitations de cette façon de venir dans un très court laps de temps pour être réputés originaux. La bride de Constantin serait identique à une relique de cette forme conservée depuis plusieurs siècles à Carpentras, mais il en existe une autre du même type à Milan. De même, le diadème de Constantin est affirmé à Monza, et il a longtemps été connu comme "la couronne de fer de la Lombardie".

 

Les trois clous de la Passion ont trouvé leur chemin dans le symbolisme de nombreuses races et religions. Il existe de nombreuses légendes concernant ces ongles. L'un d'eux est qu'à l'origine il y avait quatre clous, mais l'un d'eux a été dématérialisé par un Qabbaliste et un magicien hébreu juste au moment où ils étaient sur le point de le faire passer au pied du Maître. Il fallait donc croiser les pieds. Une autre légende raconte que l'un des clous a été enfoncé dans une couronne et qu'il existe toujours comme diadème impérial d'une maison européenne. Une autre histoire encore raconte que le mors sur la bride du cheval de Constantin était un clou de la Passion. Il est cependant improbable que les clous aient été faits de fer, car à cette époque il était d'usage d'utiliser des chevilles de bois aiguisées. Hargrave Jennings, dans ses Rose-Croix, Rites et Mystères, attire l'attention sur le fait que la marque ou le signe utilisé en Angleterre pour désigner la propriété royale et appelé la flèche large n'est ni plus ni moins que les trois clous de la crucifixion regroupés ensemble, et que par leur placement point à point le symbole antique du TAU égyptien croix est formée.

 

Dans son ouvrage Ancient Alchemy, Frank C. Higgins reproduit le tablier d'alchimiste d'une figure colossale en pierre à Quirigua, Guatemala. L'ornement central du tablier est constitué des trois clous Passion, disposés exactement comme la flèche large britannique. Que trois clous soient utilisés pour crucifier le Christ, trois meurtriers pour tuer CHiram Abiff, et trois blessures pour tuer le prince Coh, l'Osiris indien mexicain, est significatif.

 

C. W. King, dans ses Gnostiques et leurs restes, décrit ainsi un joyau gnostique : "Le clérôme gnostique, ou combinaison de tous les Æons[est] exprimé par le contour d'un homme tenant un rouleau * * * *. La main gauche est formée comme trois pointes ou clous pliés ; sans aucun doute le même symbole que Bélus tient souvent dans sa main tendue sur les cylindres babyloniens, découvert ensuite par les Cabalistes juifs dans les pointes de la lettre Shin, et par les mystiques médiévaux dans les Trois Clous de la Croix.". À partir de ce point, Hargrave Jennings poursuit les spéculations de King, notant la ressemblance du clou avec un obélisque, ou pilier, et que la valeur qabbalistique de la lettre hébraïque Shin, ou Sin, est 300, soit 100 pour chaque pointe.

 

Les clous de la Passion sont des symboles très importants, surtout quand on se rend compte que, selon les systèmes ésotériques de la culture, il y a certains centres secrets de force dans la paume des mains et dans la plante des pieds.

 

La enfoncement des clous et l'écoulement du sang et de l'eau des plaies symbolisaient certaines pratiques philosophiques secrètes du Temple. Beaucoup de divinités orientales ont des symboles mystérieux sur les mains et les pieds. Les soi-disant empreintes de pas de Bouddha sont généralement ornées d'un magnifique rayon de soleil à l'endroit où le clou a percé le pied du Christ.

 

Une vieille tradition napolitaine d'évocation sorcière utilisant un triangle de clous autour d'un feu et d'un couteau à manche noir s'y rattache. Le triangle signifie "la cristallisation de la Forme hors du Chaos "1 & désigne les Mères Elémentaires triples, tandis que le Couteau comme Quatrième Clou représente le Dieu du Feu à pied de chèvre. Il peut s'agir d'un édifice à trois côtés qui tourne sans mouvement sur un axe central, le point central étant le couteau, la lance, l'épée ou l'ongle céleste.

 

En parlant de la pierre de Saint-Duzac, Robert Cochrane précise qu'il s'agit de " ce que les archéologues appellent trois clous... ce peuvent être des clous ou des couteaux puisque trois clous ou trois couteaux sont utilisés dans certaines formes de pratique magique ". Certains prétendent qu'il s'agit d'un rite de malédiction, mais en vérité c'est un souvenir d'une vieille coutume païenne pour obtenir les bénédictions du Destin, ainsi inscrit à côté des clous sont trois carrés représentant "trois lunes, qui signifie pouvoir sur le destin" ; cette coutume est confirmée par les suivants :

 

"Avez-vous fait comme certaines femmes, à certaines époques de l'année, répandu une table avec de la viande et des boissons et trois couteaux, afin que si ces trois sœurs viennent, que les descendants de l'Antiquité et de la folie ancienne appelaient les Parques, elles puissent se régaler ? Croyez-vous que ceux qu'on appelle les Sœurs peuvent vous aider maintenant ou à l'avenir ?"

 

Dans ses notes sur la théologie de Jakob Böhme, Franz Hartmann résume ainsi le symbolisme mystique de la crucifixion : "La croix représente la vie terrestre, et la couronne d'épines les souffrances de l'âme dans le corps élémentaire, mais aussi la victoire de l'esprit sur les éléments des ténèbres. Le corps est nu, pour indiquer que le candidat à l'immortalité doit se dépouiller de tout désir de choses terrestres. La figure est clouée à la croix, qui symbolise la mort et l'abandon de la volonté de soi, et qu'elle ne doit pas tenter d'accomplir quoi que ce soit par son propre pouvoir, mais simplement servir d'instrument où la volonté divine s'exécute. Au-dessus de la tête sont inscrites les lettres : I. N. R. R. J. dont le sens le plus important est : In Nobis Regnat Jésus (En nous règne Jésus). Mais cette signification de cette inscription ne peut être connue dans la pratique que par ceux qui sont effectivement morts par rapport au monde des désirs et se sont élevés au-dessus de la tentation de l'existence personnelle ; ou, en d'autres termes, par ceux qui sont devenus vivants en Christ, et en qui le royaume de Jésus (le saint amour - volonté émanant du cœur de Dieu) a ainsi été établi". Une des interprétations les plus intéressantes de l'allégorie de la crucifixion est celle qui identifie l'homme Jésus avec la conscience personnelle de l'individu. C'est cette conscience personnelle qui conçoit et habite dans le sens de la séparation, et avant que l'âme aspirante puisse être réunie avec le Père toujours présent et omniprésent, cette personnalité doit être sacrifiée pour que la Conscience Universelle puisse être libérée.

 

La liste des mortels immortels qui ont souffert pour l'homme afin qu'il reçoive la bénédiction de la vie éternelle est imposante. Parmi ceux qui sont historiquement ou allégoriquement liés à une crucifixion sont Prométhée, Adonis, Apollon, Arys, Bacchus, Bouddha, Christna, Horus, Indra, Ixion, Mithras, Osiris, Pythagore, Quetzalcoatl, Semiramis, et Jupiter. Selon les récits fragmentaires qui existent, tous ces héros ont donné leur vie au service de l'humanité et, à une ou deux exceptions près, sont morts en martyrs pour la cause du progrès humain. De bien des façons mystérieuses, la manière dont ils sont morts a été dissimulée, mais il est possible que la plupart d'entre eux aient été crucifiés sur une croix ou un arbre. Le premier ami de l'homme, l'immortel Prométhée, fut crucifié sur le sommet du mont Caucase, et un vautour fut placé sur son foie pour le tourmenter pour l'éternité en lui arrachant la chair avec ses serres. Prométhée désobéit à l'édit de Zeus en apportant le feu et l'immortalité à l'homme, de sorte que l'homme souffrit jusqu'à ce que la venue d'Hercule le libère de son âge de tourment.

 

Au sujet de la crucifixion des Mithras persans, J.P. Lundy a écrit : "Dupuis nous dit que Mithra a été mise à mort par la crucifixion et qu'elle est ressuscitée le 25 mars. Dans les mystères persans, le corps d'un jeune homme, apparemment mort, a été exposé, qui a été simulé pour être restauré à la vie. Par ses souffrances, on croyait qu'il avait œuvré à leur salut, et c'est pour cette raison qu'on l'appelait leur Sauveur. Ses prêtres regardèrent son tombeau jusqu'à minuit de la veillée du 25 mars, avec de grands cris et dans les ténèbres ; quand tout à coup la lumière jaillit de toutes parts, le prêtre cria : Réjouis-toi, ô initiés sacrés, ton Dieu est ressuscité. "Sa mort, ses douleurs et ses souffrances ont contribué à ton salut." (Voir Christianisme Monumental.)

 

Dans certains cas, comme dans celui du Bouddha, le mythe de la crucifixion doit être pris dans un sens allégorique plutôt que littéral, car la manière dont il est mort a été décrite par ses propres disciples dans le Livre du Grand Deuil. Cependant, le simple fait que la référence symbolique à la mort sur un arbre ait été associée à ces héros suffit à prouver l'universalité de l'histoire de la crucifixion.

 

L'équivalent antillais du Christ est l'immortel Christna, qui, assis dans la forêt, jouant de sa flûte, charmait les oiseaux et les bêtes par sa musique. On suppose que ce Sauveur de l'humanité d'inspiration divine a été crucifié sur un arbre par ses ennemis, mais on a pris grand soin de détruire toute preuve allant dans cette direction. Louis Jacolliot, dans son livre La Bible en Inde, décrit ainsi la mort de Christna : "Christna a compris que l'heure était venue pour lui de quitter la terre et de retourner au sein de celui qui l'avait envoyé. Interdisant à ses disciples de le suivre, il alla, un jour, faire ses ablutions sur les rives du Gange * * * *. Arrivé au fleuve sacré, il s'y plongea trois fois, puis, s'agenouillant et regardant vers le ciel, il pria, attendant la mort. Dans cette position, il fut transpercé de flèches par l'un de ceux dont il avait dévoilé les crimes, et qui, entendant parler de son voyage dans le Gange, avait, avec la génération. une troupe forte, suivie par le dessein de l'assassiner * * * *. Le corps du Dieu-homme a été suspendu aux branches d'un arbre par son meurtrier, afin qu'il devienne la proie de vautours. La nouvelle de la mort s'étant répandue, le peuple est venu dans une foule conduite par Ardjouna, le plus cher des disciples de Christna, pour récupérer ses restes sacrés. Mais le cadre mortel du rédempteur avait disparu - sans doute qu'il avait regagné les demeures célestes * * * * et l'arbre auquel il était attaché s'était soudain couvert de grandes fleurs rouges et diffusait autour de lui le parfum le plus doux." D'autres récits de la mort de Christna déclarent qu'il était attaché à un arbre en forme de croix avant que les flèches ne soient dirigées vers lui.

 

L'existence dans le Panthéon hindou de Maure d'une plaque de Christna avec des blessures aux ongles dans les mains et les pieds, et d'une plaque dans les anciennes religions d'Inman montrant une divinité orientale avec ce qui pourrait bien être un trou dans un de ses pieds, devrait être un motif suffisant pour une investigation plus approfondie de ce sujet par ceux qui ont un esprit impartial. En ce qui concerne les découvertes surprenantes qui peuvent être faites dans ce sens, J. P. Lundy, dans son Monumental Christianity, présente les informations suivantes : "D'où les Perses ont-ils tiré leur conception de cette prophétie comme étant ainsi interprétée dans le respect du Christ, de sa miséricorde salvatrice et de son amour affiché sur la croix ? Tant par le symbole que par le crucifix actuel, nous le voyons sur tous leurs monuments. S'il venait de l'Inde, comment y serait-il arrivé, si ce n'est à partir du centre commun et original de toute religion primitive et pure ? Il y a une plaque tout à fait extraordinaire, illustrant l'ensemble du sujet, dont je crois qu'elle représente une représentation antérieure au christianisme. Il est copié du Panthéon hindou de Maure, non pas comme une curiosité, mais comme un monument très singulier de la crucifixion. Je ne m'aventure pas.

 

Des sauveurs non numérotés sont morts pour les péchés de l'homme et par les mains de l'homme, et par leur mort ont intercédé dans le ciel pour l'âme de leurs bourreaux. Le martyre de l'Homme-Dieu et la rédemption du monde par Son sang a été un principe essentiel de nombreuses grandes religions. Presque toutes ces histoires peuvent être retracées à l'adoration du soleil, car l'orbe glorieux du jour est le Sauveur qui meurt chaque année pour chaque créature dans son univers, mais qui, année après année, se relève victorieux de la tombe de l'hiver. Sans doute la doctrine de la crucifixion se fonde-t-elle sur les traditions secrètes de l'Ancienne Sagesse ; c'est un rappel constant que la nature divine de l'homme est perpétuellement crucifiée sur l'organisme animal. Certains des Mystères païens incluaient dans la cérémonie d'initiation la crucifixion du candidat sur une croix, ou l'imposition de son corps sur un autel cruciforme. On a prétendu qu'Apollonios de Tyane (l'Antichrist) fut initié à l'Arcane d'Egypte dans la Grande Pyramide, où il s'accrocha à une croix jusqu'à ce qu'il perde connaissance et fut ensuite déposé dans la tombe (le coffre) pendant trois jours. Après avoir vaincu la mort (en reconnaissant que la vie est éternelle), elle est retournée au corps, qui s'est ensuite relevé du coffre, après quoi il a été salué comme un frère par les prêtres, qui ont cru qu'il était revenu du pays des morts. Ce concept était, en substance, l'enseignement des Mystères.

 

Les Saints Clous appelé aussi Clous de la Sainte Croix sont des reliques chrétiennes ayant servi lors de la crucifixion du Christ. Selon la tradition chrétienne ils seraient au nombre de trois.Selon la légende, Jésus Christ aurait été attaché avec les Saints Clous à la Croix lors de la crucifixion. Après la descente de la croix, les clous auraient été enterrés avec elle. Selon la tradition légendaire1, sainte Hélène, la mère de Constantin, aurait fait fouiller l'emplacement du calvaire à Jérusalem et aurait découvert le 3 mai 326, par miracle, les reliques de la Passion du Christ. Lors de ces fouilles, de la lumière aurait jailli en présence d'Hélène et de l'évêque Quiriace et aurait révélé l'endroit exact des reliques. La découverte des Saints Clous a été relayée par des documents émis par les évêques Gélase de Césarée et Rufin d'Aquilée. Hélène a envoyé les clous et une partie de la croix à son fils Constantin le Grand.

Le Saint Mors dans son reliquaire.

Une multitude de sites à travers le monde revendiquent la propriété de relique faite à partir de ces clous ; or vu ce grand nombre, une partie de ces clous pourrait provenir de la structure même de la croix, de la traverse, du repose-pied, ou même du Titulus cruris, le panneau de INRI . Il est supposé aussi qu'il proviendraient de la passion des autres martyrs, ou que, les clous auraient été divisés en petites parties et incorporés dans des reliques et reliquaires. Une partie des Saints Clous existants est probablement issue du fait qu'ils ont touché des reliques fabriquées à partir des Saints Clous du Christ. Entre autres, l'évêque Charles Borromée de Milan a fait distribuer huit clous, en contact avec une relique, à Milan.

"Guarda-me como a menina do olho,esconde-me à sombra de suas asas."(Salmos17:8)

Ser a menina dos olhos é ser querida por alguém que nos considera muito,que tem um cuidado todo especial com a nossa vida e quer sempre o nosso bem.

Cada um de nós é a menina dos olhos de Deus e quando precisamos daquele "colinho"é debaixo de suas asas que Ele nos coloca.

Não é maravilhoso saber que somos especiais para Deus?

Que Ele te abençõe hoje e sempre!Bjs.

C'est ici le domaine secret du Maître du temple, le mystérieux Amon. Certes, la vache Hathor et le chacal Anubis sont très présents à Deir el-Bahari, mais le souverain des lieux, celui qui est placé au sommet, est le père divin de la reine Hatshepsout.

 

De part et d'autre de l'entrée de ce Saint des saints, sont présentes dans le mur neuf niches, contenant neuf statues de la reine Hatshepsout qui en se divinisant devenait donc à elle seule l’Ennéade, cette "compagnie divine" détenant les forces de création. Aux deux extrémités de ce mur existent deux petites chapelles. Celle de gauche révèle l'existence d'un couple divin, Amon et son épouse Amonet, le Caché et la Cachée.

 

Pour entrer dans le lieu qu'elle considérait comme le plus sacré en ce monde, Hatshepsout chaussait des sandales blanches, pour ne point souiller le sol. Recueillie, silencieuse, elle entrait dans la première salle où se trouvait la barque divine d'Amon, celui-ci étant le maître du vent favorable qui gonflait les voiles et permettait aux embarcations qui circulaient sur le Nil d'arriver à bon port, mais bien entendu en réduction. Hatshepsout et Thoutmosis III s'y rassemblaient pour vénérer Amon dont les reliefs évoquent les doux jardins et le culte de sa statue. La plus grande des reines d'Égypte venait s'entretenir avec son père Amon des affaires du ciel et de la terre (cf. passion-egyptienne.fr, merci Olaf Tausch pour la photo).

Ainda na releitura do Desafio Arco-Íris, resolvi usar um sand fofinho! ^^

 

Já usei esse esmalte para esponjar e também em um color blocking, mas precisava usá-lo em todas as unhas para considerá-lo 'usado' mesmo, hehe.

 

É isso, meninas! Ando em uma correria louca de fim de semestre, por isso só tenho entrado rapidinho! :(

A Obra-prima de Johann Strauss filho foi estreada em 15 de Fevereiro de 1867, num baile de Carnaval no salão de uma piscina pública. O Compositor não compareceu à apresentação. Muitos consideram a famosa valsa o hino nacional da Áustria. Enquanto for lembrado, o nome de Johann Strauss Júnior estará sempre ligado ao do pai, Johann Strauss, e ao dos irmãos, Eduard e Josef Strauss. Apesar de ser claramente o maior deles, Strauss Júnior é o símbolo de uma entidade ainda maior: a família Strauss. O patrono da dinastia dos "reis da valsa", Johann Baptist Strauss, nasceu em Viena no dia 14 de Março de 1804, filho de um taverneiro, Franz Strauss. Iniciou desde cedo a carreira de violinista, tocando na orquestra de dança de Joseph Lanner. Depois de firmar sua reputação, fundou em 1825 a sua própria orquestra. Em pouco tempo, já era o mais célebre compositor e intérprete de dança em Viena. Em 1846, tornou-se director dos bailes da corte vienense. Johann Strauss morreu em 25 de Setembro de 1849. Johann Strauss foi o principal criador da valsa Vienense, baseada principalmente na dança camponesa austríaca Ländler, a valsa ganhou características bastante peculiares nas mãos de Strauss: elegância, robustez e muita vivacidade. Embora sendo uma dança graciosa e aristocrática, a valsa de Johann Strauss não deixava de mostrar as suas origens populares. Strauss compôs centenas de polcas, marchas, quadrilhas, galopes e, claro, valsas. A sua peça mais conhecida é a Marcha Radetzsky, composta em 1848. Porém, é inegável que a sua maior obra tenha sido mesmo o filho Johann Strauss Júnior.

 

Johann Strauss Júnior, nasceu em 25 de Outubro de 1825, em Viena. Embora o seu pai não quisesse que este seguisse a carreira musical, os impulsos de Johann Júnior fizeram contrariar a vontade do pai. Estudou música com Joseph Dreschler, e quando o pai abandonou a casa da família para viver com uma chapeleira, em 1842, sentiu-se estimulado a competir com ele no mundo da valsa vienense. Em 1844, quando tinha apenas 19 anos, Johann Strauss Júnior fundou uma orquestra de danças, que estreou em Outubro desse mesmo ano. O reportório era formado por valsas e outras danças de vários autores, inclusive algumas peças do seu pai e outras da sua própria autoria. Foi um enorme sucesso, tanto que, para agradar os pedidos do entusiasmadíssimo público, uma das composições de Johann Strauss Júnior teve de ser repetida 19 vezes.

 

A carreira de Strauss Júnior foi impulsionada desde então por um sucesso tão vertiginoso quanto o ritmo rodopiante das valsas que compunha. Ele e a sua orquestra viajavam em grandes e animadas excursões por toda a Europa, e em 1872 Strauss Júnior apresentou-se nos Estados Unidos. Os seus concertos atraíam tanto o público como compositores consagrados como Liszt, Wagner e Brahms, este último, gostava tanto das suas obras que chegou mesmo a lamentar o fato do Danúbio Azul não ser de sua autoria, chegando mesmo a afirmar que trocaria toda a sua obra por o Danúbio Azul. Mesmo com a agenda cheia, Johann Strauss Júnior ainda encontrava tempo para compor uma interminável lista de obras - mais de 200 valsas, 32 mazurcas, 140 polcas e 80 quadrilhas, num total de 479 obras publicadas, mais dezenas de peças manuscritas e outras realizadas em parceria com os seus irmãos. As suas danças são, de longe, as mais bem realizadas de sua época. Johann Strauss Júnior elevou a valsa a níveis máximos de qualidade e sofisticação musical: grandes introduções, quase sinfónicas, codas elaboradas, detalhes na orquestração, elementos nunca vistos antes - nem mesmo em Strauss pai - na escrita de valsas. Ao mesmo tempo, Strauss Júnior levava uma vida privada bastante agitada. Como que seguindo o caminho do pai, casou-se três vezes, mantinha inúmeras aventuras sexuais e ficava constantemente doente tanto por "excessos amorosos" como por o seu ritmo intenso de trabalho.

Os registos dão conta de um grande colapso nervoso e diversos tratamentos de icterícia, gota, intoxicação por nicotina, nevralgia e desfalecimentos... Na década de 1870, a vida - e, principalmente, a obra - de Strauss entrou num novo rumo. Ele, induzido pelos directores do Theater an der Wien, casa de espectáculos vienense, e inspirado pelo estrondoso sucesso que a excursão de Offenbach pela cidade fez, começou a escrever operetas. As duas primeiras foram Indigo, de 1871, e O carnaval de Roma, em 1873, mas não encontraram grande sucesso. A obra-prima definitiva viria apenas em 1874, com O Morcego, com libreto de Carl Haffner e Richard Genée, a partir de O réveillon, de Meilhac e Halévy, ambos libretistas de Offenbach. Foi um sucesso que se manteve até hoje.

 

O Morcego transcendeu a sua existência de opereta cómica e hoje pertence ao reportório tradicional das grandes casas de ópera em todo o mundo. A partir de O Morcego, Strauss passou a ser tanto o compositor e regente dos animados bailes vienenses, como o autor de inúmeras operetas de sucesso nos teatros da cidade: Uma noite em Veneza, de 1883, O barão cigano, de 1885, Sangue vienense, de 1899, entre outras obras. O Strauss Júnior da opereta é, no entanto, o mesmo da valsa. Stéphane Goldet faz uma observação bastante interessante: "não apenas a opereta inspirou algumas de suas valsas de maior sucesso, como também formou um corpo tão coeso com a valsa que se pode adiantar a seguinte hipótese: a opereta vienense é definitivamente uma espécie de gigantesca encenação da ideia de valsa". Johann Strauss Júnior morreu, em Viena, no dia 3 de Junho de 1899, poucos meses antes dos 50 anos da morte do pai. A maior contribuição de Strauss Júnior - e, por extensão, da família Strauss - à música não se enquadra na concepção actual de "música erudita", no sentido de um Bach, ou de um Beethoven. De fato, a música dos Strauss sempre foi, por definição, uma música popular, mesmo quando dançada nos salões do imperador: ritmos contagiantes, memoráveis melodias e alegria inebriante. Nessas valsas, não há muito o que pensar, ou o que reflectir. O que interessa é dançar, aproveitar o momento, sentir a vertigem dos rodopios e a alegria de viver à Vienense. E, para coroar esse espírito imensamente popular, as peças mais famosas dos Strauss - Marcha Radetzky, Valsa do Imperador, Vozes da Primavera, Tritsch Tratsch Polka, Relâmpagos e Trovões, Vida de Artista, Pizzicato Polka, Bombons Vienenses, Contos dos Bosques de Viena, o indefectível Danúbio Azul, entre outras obras - se não se encontram até hoje "na boca do povo", certamente são instantaneamente reconhecidas. Se não faz parte da galeria dos "grandes" compositores, Johann Strauss Júnior faz, sem dúvida nenhuma, parte da galeria dos músicos mais amados pelo público de todos os tempos. E não há prémio mais importante para um artista do que esse. A Strauss foi diagnosticada uma dupla pneumonia na Primavera de 1899, vindo a morrer em Viena com 73 anos de idade, compôs até aos últimos dias de vida. Strauss deixou estas reflexões, através das quais penetramos na sua mente e nas ideias que o norteavam, especialmente no que se refere à composição operática:

 

Quando somos jovens, imagina-se que um libreto só é interessante se contiver cenas violentas e assassinatos terríveis. Depois começa-se a compreender que também nos pequenos acontecimentos da vida quotidiana há coisas que merecem ser notadas e exaltadas com intenso lirismo. É preciso aprender a descobrir quanto existe de profundo nos factos e nas coisas que parecem humildes. Debaixo de um manto de púrpura muitas vezes vive uma mesquinha criatura; sob a roupa desalinhada de um pequeno burguês dos nossos dias palpita às vezes um coração de herói. Temos que nos curar da mania do heroísmo cenográfico, e especialmente renunciar aos venenos, aos punhais e aos incestos. Johann Strauss filho.

  

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Habemus Papam est une locution latine séculaire qui signifie « Nous considérons (un tel) comme pape». "Papam" est attribut du complément d'objet à l'accusatif, le nom dudit pape. Elle est prononcée par le cardinal protodiacre à l'issue d'un conclave, depuis le balcon central de la basilique Saint-Pierre au Vatican, afin d'annoncer à la foule romaine et au monde entier (urbi et orbi) l'identité du nouvel élu et le nom de règne qu'il s'est choisi.

 

Annuntio vobis gaudium magnum :

habemus papam,

eminentissimum ac reverendissimum dominum,

dominum Jorge Mario,

Sanctae Romanae Ecclesiae cardinalem Bergoglio,

qui sibi nomen imposuit Francesco.

Faces cachées de la seconde guerre mondiale

La guerre d’Algérie a commencé à Sétif

 

Le 8 mai 1945, tandis que la France fêtait la victoire, son armée massacrait des milliers d’Algériens à Sétif et à Guelma. Ce traumatisme radicalisera irréversiblement le mouvement national.

par Mohammed Harbi

 

Désignés par euphémisme sous l’appellation d’« événements » ou de « troubles du Nord constantinois », les massacres du 8 mai 1945 dans les régions de Sétif et de Guelma sont considérés rétrospectivement comme le début de la guerre algérienne d’indépendance. Cet épisode appartient aux lignes de clivage liées à la conquête coloniale.

 

La vie politique de l’Algérie, plus distincte de celle de la France au fur et à mesure que s’affirme un mouvement national, a été dominée par les déchirements résultant de cette situation. Chaque fois que Paris s’est trouvé engagé dans une guerre, en 1871, en 1914 et en 1940, l’espoir de mettre à profit la conjoncture pour réformer le système colonial ou libérer l’Algérie s’est emparé des militants. Si, en 1871 en Kabylie et dans l’Est algérien et en 1916 dans les Aurès, l’insurrection était au programme, il n’en allait pas de même en mai 1945. Cette idée a sans doute agité les esprits, mais aucune preuve n’a pu en être avancée, malgré certaines allégations.

 

La défaite de la France en juin 1940 a modifié les données du conflit entre la colonisation et les nationalistes algériens. Le monde colonial, qui s’était senti menacé par le Front populaire – lequel avait pourtant, sous sa pression, renoncé à ses projets sur l’Algérie –, accueille avec enthousiasme le pétainisme, et avec lui le sort fait aux juifs, aux francs-maçons et aux communistes.

 

Avec le débarquement américain, le climat se modifie. Les nationalistes prennent au mot l’idéologie anticolonialiste de la Charte de l’Atlantique (12 août 1942) et s’efforcent de dépasser leurs divergences. Le courant assimilationniste se désagrège. Aux partisans d’un soutien inconditionnel à l’effort de guerre allié, rassemblés autour du Parti communiste algérien et des « Amis de la démocratie », s’opposent tous ceux qui, tel le chef charismatique du Parti du peuple algérien (PPA), Messali Hadj, ne sont pas prêts à sacrifier les intérêts de l’Algérie colonisée sur l’autel de la lutte antifasciste.

 

Vient se joindre à eux un des représentants les plus prestigieux de la scène politique : Ferhat Abbas. L’homme qui, en 1936, considérait la patrie algérienne comme un mythe se prononce pour « une République autonome fédérée à une République française rénovée, anticoloniale et anti-impérialiste », tout en affirmant ne rien renier de sa culture française et occidentale. Avant d’en arriver là, Ferhat Abbas avait envoyé aux autorités françaises, depuis l’accession au pouvoir de Pétain, des mémorandums qui restèrent sans réponse. En désespoir de cause, il transmet aux Américains un texte signé par 28 élus et conseillers financiers, qui devient le 10 février 1943, avec le soutien du PPA et des oulémas, le Manifeste du peuple algérien.

 

Alors, l’histoire s’accélère. Les gouvernants français continuent à se méprendre sur leur capacité à maîtriser l’évolution. De Gaulle n’a pas compris l’authenticité des poussées nationalistes dans les colonies. Contrairement à ce qui a été dit, son discours de Brazzaville, le 30 janvier 1944, n’annonce aucune politique d’émancipation, d’autonomie (même interne). « Cette incompréhension se manifeste au grand jour avec l’ordonnance du 7 mars 1944 qui, reprenant le projet Blum-Violette de 1936, accorde la citoyenneté française à 65 000 personnes environ et porte à deux cinquièmes la proportion des Algériens dans les assemblées locales », écrit Pierre Mendès France à André Nouschi (1). Trop peu et trop tard : ces miniréformes ne touchent ni à la domination française ni à la prépondérance des colons, et l’on reste toujours dans une logique où c’est la France qui accorde des droits...

 

L’ouverture de vraies discussions avec les nationalistes s’imposait. Mais Paris ne les considère pas comme des interlocuteurs. Leur riposte à l’ordonnance du 7 mars intervient le 14 : à la suite d’échanges de vues entre Messali Hadj pour les indépendantistes du PPA, Cheikh Bachir El Ibrahimi pour les oulémas et Ferhat Abbas pour les autonomistes, l’unité des nationalistes se réalise au sein d’un nouveau mouvement, les Amis du Manifeste et de la liberté (AML). Le PPA s’y intègre en gardant son autonomie. Plus rompus aux techniques de la politique moderne et à l’instrumentalisation de l’imaginaire islamique, ses militants orientent leur action vers une délégitimation du pouvoir colonial. La jeunesse urbaine leur emboîte le pas. Partout, les signes de désobéissance se multiplient. Les antagonismes se durcissent. La colonie européenne et les juifs autochtones prennent peur et s’agitent.

 

Au mois de mai 1945, lors du congrès des AML, les élites plébéiennes du PPA affirmeront leur suprématie. Le programme initial convenu entre les chefs de file du nationalisme – la revendication d’un Etat autonome fédéré à la France – sera rangé au magasin des accessoires. La majorité optera pour un Etat séparé de la France et uni aux autres pays du Maghreb et proclamera Messali Hadj « leader incontesté du peuple algérien ». L’administration s’affolera et fera pression sur Ferhat Abbas pour qu’il se dissocie de ses partenaires.

 

Cette confrontation s’était préparée dès avril. Les dirigeants du PPA – et plus précisément les activistes, avec à leur tête le Dr Mohamed Lamine Debaghine – sont séduits par la perspective d’une insurrection, espérant que le réveil du millénarisme et l’appel au djihad favoriseront le succès de leur entreprise. Mais leur projet irréaliste avorte. Dans le camp colonial, où l’on craint de voir les Algériens rejeter les « Européens » à la mer, le complot mis au point par la haute administration, à l’instigation de Pierre-René Gazagne, haut fonctionnaire du Gouvernement général, pour décapiter les AML et le PPA prend jour après jour de la consistance.

 

L’enlèvement de Messali Hadj et sa déportation à Brazzaville, le 25 avril 1945, après les incidents de Reibell, où il est assigné à résidence, préparent l’incendie. La crainte d’une intervention américaine à la faveur de démonstrations de force nationalistes hantait certains, dont l’islamologue Augustin Berque (2). Exaspéré par le coup de force contre son leader, le PPA fait de la libération de Messali Hadj un objectif majeur et décide de défiler à part le 1er mai, avec ses propres mots d’ordre, ceux de la CGT et des PC français et algérien restant muets sur la question nationale. A Oran et à Alger, la police et des Européens tirent sur le cortège nationaliste. Il y a des morts, des blessés, de nombreuses arrestations, mais la mobilisation continue.

 

Le 8 mai, le Nord constantinois, délimité par les villes de Bougie, Sétif, Bône et Souk-Ahras et quadrillé par l’armée, s’apprête, à l’appel des AML et du PPA, à célébrer la victoire des alliés. Les consignes sont claires : rappeler à la France et à ses alliés les revendications nationalistes, et ce par des manifestations pacifiques. Aucun ordre n’avait été donné en vue d’une insurrection. On ne comprendrait pas sans cela la limitation des événements aux régions de Sétif et de Guelma. Dès lors, pourquoi les émeutes et pourquoi les massacres ?

 

La guerre a indéniablement suscité des espoirs dans le renversement de l’ordre colonial. L’évolution internationale les conforte. Les nationalistes, PPA en tête, cherchent à précipiter les événements. De la dénonciation de la misère et de la corruption à la défense de l’islam, tout est mis en œuvre pour mobiliser. « Le seul môle commun à toutes les couches sociales reste (...) le djihad, compris comme arme de guerre civile plus que religieuse. Ce cri provoque une terreur sacrée qui se mue en énergie guerrière », écrit l’historienne Annie Rey-Goldzeiguer (3). La maturité politique n’était pas au rendez-vous chez les ruraux, qui ne suivaient que leurs impulsions.

 

Chez les Européens, une peur réelle succède à l’angoisse diffuse. Malgré les changements, l’égalité avec les Algériens leur reste insupportable. Il leur faut coûte que coûte écarter cette alternative. Même la pâle menace de l’ordonnance du 7 mars 1944 les effraie. Leur seule réponse, c’est l’appel à la constitution de milices et à la répression. Ils trouvent une écoute chez Pierre-René Gazagne, chez le préfet de Constantine Lestrade Carbonnel et le sous-préfet de Guelma André Achiary, qui s’assignent pour but de « crever l’abcès ».

 

A Sétif, la violence commence lorsque les policiers veulent se saisir du drapeau du PPA, devenu depuis le drapeau algérien, et des banderoles réclamant la libération de Messali Hadj et l’indépendance. Elle s’étend au monde rural, où l’on assiste à une levée en masse des tribus. A Guelma, les arrestations et l’action des milices déclenchent les événements, incitant à la vengeance contre les colons des environs. Les civils européens et la police se livrent à des exécutions massives et à des représailles collectives. Pour empêcher toute enquête, ils rouvrent les charniers et incinèrent les cadavres dans les fours à chaux d’Héliopolis. Quant à l’armée, son action a fait dire à un spécialiste, Jean-Charles Jauffret, que son intervention « se rapproche plus des opérations de guerre en Europe que des guerres coloniales traditionnelles (4) ». Dans la région de Bougie, 15 000 femmes et enfants doivent s’agenouiller avant d’assister à une prise d’armes.

 

Le bilan des « événements » prête d’autant plus à contestation que le gouvernement français a mis un terme à la commission d’enquête présidée par le général Tubert et accordé l’impunité aux tueurs. Si on connaît le chiffre des victimes européennes, celui des victimes algériennes recèle bien des zones d’ombre. Les historiens algériens (5) continuent légitimement à polémiquer sur leur nombre. Les données fournies par les autorités françaises n’entraînent pas l’adhésion. En attendant des recherches impartiales (6), convenons avec Annie Rey-Goldzeiguer que, pour les 102 morts européens, il y eut des milliers de morts algériens.

 

Les conséquences du séisme sont multiples. Le compromis tant recherché entre le peuple algérien et la colonie européenne apparaît désormais comme un vœu pieux.

 

En France, les forces politiques issues de la Résistance se laissent investir par le parti colonial. « Je vous ai donné la paix pour dix ans ; si la France ne fait rien, tout recommencera en pire et probablement de façon irrémédiable », avait averti le général Duval, maître d’œuvre de la répression. Le PCF – qui a qualifié les chefs nationalistes de « provocateurs à gages hitlériens » et demandé que « les meneurs soient passés par les armes » – sera, malgré son revirement ultérieur et sa lutte pour l’amnistie, considéré comme favorable à la colonisation. En Algérie, après la dissolution des AML le 14 mai, les autonomistes et les oulémas accusent le PPA d’avoir joué les apprentis sorciers et mettent fin à l’union du camp nationaliste. Les activistes du PPA imposent à leurs dirigeants la création d’une organisation paramilitaire à l’échelle nationale. Le 1er novembre 1954, on les retrouvera à la tête d’un Front de libération nationale. La guerre d’Algérie a bel et bien commencé à Sétif le 8 mai 1945.

 

Mohammed Harbi

Historien, auteur, avec Benjamin Stora, de La Guerre d’Algérie, 1954-2004, la fin de l’amnésie, Robert Laffont, Paris, 2004.

 

(1) André Nouschi, « Notes de lecture sur la guerre d’Algérie », dans Relations internationales, n° 114, 2003.

 

(2) C’est le père du grand islamologue Jacques Berque.

 

(3) Annie Rey-Godzeiguer (1990), Aux origines de la guerre d’Algérie 1940-1945. De Mers El Kébir aux massacres du Nord constantinois, La Découverte, Paris, 2002.

 

(4) Jean-Charles Jauffret (1990), La Guerre d’Algérie par les documents. Tome I, L’Avertissement (1943-1946), Services historiques de l’armée de terre (SHAT), Paris.

 

(5) Redouane Ainad Tabet, Le 8 mai 1945 en Algérie, OPU, Alger, 1987, et Boucif Mekhaled, Chronique d’un massacre. 8 mai 1945, Sétif, Guelma, Kherrata, Syros, Paris, 1995.

 

(6) On en a eu un avant-goût dans les travaux en cours de Jean-Pierre Peyrouloux. Voir à ce propos « Rétablir et maintenir l’ordre colonial », Mohammed Harbi et Benjamin Stora, op. cit.

  

3 traductions

 

8 mai 1945

Les faces cachées d’une guerre mondiale

Éditorial, par Ignacio Ramonet

  

Le 8 mai 1945, après cinq ans et huit mois du plus meurtrier des conflits qu’ait connus l’humanité, l’Allemagne nazie capitulait. L’Italie fasciste l’avait précédée, mais l’Empire japonais tiendra encore trois mois, jusqu’à ce que la foudre atomique s’abatte sur Hiroshima et Nagasaki. Le soixantième anniversaire de cet événement majeur du XXe siècle va, sans nul doute, mobiliser les grands moyens d’information. Hélas, cette commémoration médiatique – comme celles, l’an dernier, du débarquement de Normandie, de la libération de Paris et, fin janvier 2005, de la libération des derniers prisonniers du camp d’extermination d’Auschwitz – privilégie le spectaculaire et l’émotion au détriment de l’histoire et des leçons qu’il convient d’en tirer. Pis : des pans entiers du second conflit mondial, jugés encore trop dérangeants par ceux qui prétendent épurer les mémoires, resteront vraisemblablement dans l’ombre.

 

Voilà pourquoi Le Monde diplomatique a choisi de braquer, dans son « dossier de mai », les projecteurs sur des pages oubliées, voire occultées, de la seconde guerre mondiale. C’est le cas du rôle, pourtant décisif, de l’Union soviétique, passé par pertes et profits au point que seule une minorité de Français la classent parmi les principaux vainqueurs. Presque complètement ignorées, les guerres qui se livrèrent dans l’Asie britannique virent, parfois, des mouvements de libération converger, un temps, avec l’envahisseur nippon, malgré la barbarie de celui-ci.

 

Autre moment quasiment inconnu : les manifestations de femmes allemandes mariées à des juifs qui, durant l’hiver 1943, dans la Rosenstrasse, parvinrent à faire libérer leurs conjoints. De même, les bonnes feuilles d’un livre, inédit en français, de l’historien allemand Götz Aly éclairent d’un jour nouveau les raisons du consensus dont bénéficia le régime nazi : le pillage des territoires occupés, à commencer par les biens juifs, permit à Hitler d’« acheter » les Allemands. Toujours s’agissant du IIIe Reich, on ignore souvent que, avant de gazer industriellement des millions de juifs, les nazis utilisèrent ce cruel procédé, à un stade artisanal, pour liquider les malades mentaux allemands – au nom de l’« euthanasie »...

 

Enfin, ce même 8 mai 1945, tandis que la France fêtait la victoire, ses forces de répression perpétraient en Afrique du Nord, à Sétif et à Guelma, de terribles massacres qui, radicalisant le mouvement nationaliste, conduiront à la guerre d’Algérie.

 

La mémoire ne se divise pas.

 

Ignacio Ramonet

Directeur du Monde diplomatique de 1990 à 2008.

 

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•Marque allemande de prestige

•L'une des 950 construites

•Entièrement restaurée par Horch Classic

•Boîte cinq rapports

 

August Horch, l'un des pères fondateurs de l'industrie automobile allemande, était né à Winningen en 1868 et, après des études techniques dans une école d'ingénieur, avait travaillé pour un constructeur de moteurs marins à Leipzig. Il dirigea ensuite l'usine de moteurs de Kral Benz à Mannheim, mais sa frustration devant l'approche conservatrice de son patron le poussa à chercher des fonds pour monter sa propre entreprise. Horch jugeait la « voiture sans chevaux » à moteur arrière de Benz archaïque et sa première voiture, en 1900, arborait un moteur bicylindre installé à l'avant et un arbre de transmission aux roues arrière, une première en Allemagne. Des modèles à moteur quatre et six cylindres suivirent et Horch devint incontournable dans les compétitions et les courses de côtes de l'époque, mais cette pratique l'amena par la suite à entrer en conflit avec sa direction et entraina son départ en 1909 pour fonder Audi.

 

En 1923, Horch embaucha Paul Daimler, le fils de Gottlieb, comme ingénieur en chef, la première voiture à porter sa griffe étant la 300. Elle était animée par un huit cylindres en ligne à double arbre à cames en tête de 3, 2 litres, un type de moteur qui allait avoir les faveurs de Horch tout au long des années 1920 et 1930. Après le départ de Daimler, Fritz Fiedler (qui allait ensuite s'illustrer chez BMW) prit sa succession et conçut une huit cylindres en ligne à simple arbre à cames – la Horch 450 – qui fut suivi par les modèles 600 et 670 à moteur V12 de 6 litres en 1931 et par la 830 B à moteur V8 de 3, 5 litres en 1933.

 

En 1932, la société fut intégrée à Auto Union qui réunissait Audi, DKW et Wanderer. Horch sortit une véritable pléthore de versions de ses modèles dans les années 1930, avec des choix incroyables de cylindrées, d'empattements et de styles de carrosseries, tous destinés au marché du luxe sur lequel Horch était le seul concurrent national sérieux face à Mercedes-Benz. La 853 de 4, 9 litres, dévoilée pour l'année-modèle 1936, était propulsée par un huit cylindres en ligne simple arbre reposant sur dix paliers, conçu par Fiedler et installé dans un robuste châssis doté d'une transmission à quatre rapports avec overdrive et de freins hydrauliques assistés. La 853/853a, un élégant cabriolet sportif, fut produite jusqu'à l'entrée en guerre, date à laquelle 950 de ces voitures très exclusives avaient été construites.

 

Après la seconde guerre, l'usine Horch de Zwickau se retrouva dans la partie est de l'Allemagne où elle fut utilisée pour la construction des utilitaires Trabant, une bien triste fin pour cette marque aristocratique qui avait figuré parmi les meilleures du monde.

 

Malheureusement la carrosserie d'origine de cette 853 a été perdue pendant la seconde guerre ou peu après. Selon les informations fournies par le vendeur, le dernier propriétaire de la voiture l'avait équipée d'une carrosserie pick up et l'avait utilisée pour transporter des denrées sur son exploitation agricole en Ukraine. On ne sait donc pas si elle avait reçu la carrosserie Sportcabriolet d'usine ou une carrosserie réalisée par un artisan indépendant à l'origine.

 

La voiture a été achetée en Ukraine en 2009 par Horch Classic qui a aussitôt entrepris une restauration de sept années qui a demandé des milliers d'heures de travail. Il a été décidé de construire une réplique de la légendaire carrosserie Spezialroadster Horch Classic a fait des recherches dans diverses archives (mais aussi dans des documentations privées) pour retrouver des photos d'usine d'époque.

 

Grâce à la longue expérience de Horch Classic, à la documentation photographique et aux gabarits maison, une forme en trois dimensions fut construite. On la recouvrit de tissu pour visualiser les lignes et les volumes de la carrosserie. De nombreuses modifications furent apportées à cette forme de départ, avant de trouver les bonnes proportions. C'est seulement à ce stade que l'on put commencer à construire la structure en bois de la carrosserie.

 

Des gabarits furent à nouveau utilisés pour reporter les volumes de la forme et réaliser la structure avec de nombreux essais pour ajuster et trouver les bonnes lignes. À l'aide d'un niveau laser, on a assemblé et collé les composants de la structure entre eux et on les a vissés au châssis. Puis, les panneaux métalliques de la carrosserie ont été fabriqués, ajustés et soudés ensembles. Le châssis Horch avait auparavant été nettoyé et l'épaisseur de son métal et son éventuelle corrosion vérifiées. Les parties trop corrodées ou jugées trop fines avaient été remplacées apprêtées puis recouvertes de plusieurs couches de peinture.

 

Dès le départ, on considéra de la plus haute importance, non seulement de trouver l'harmonie de couleurs parfaite entre la carrosserie et l'intérieur, mais aussi de trouver un aspect conforme à celui de l'époque pour l'ensemble de la voiture. En conséquence, une couleur de base gris métallisé fut donc choisie, changeant en fonction de l'éclairage, du gris métal pur à un gris avec une légère pointe de rouge. Pour accentuer les lignes fluides de la voiture, des filets furent tracés à la main sur les garde-boue, sur le capot, les portes et l'arrière de la carrosserie.

 

L'intérieur de la voiture a été tendu de velours noir de haute qualité avec un passepoil du même cuir rouge que les sièges. Le cuir des sièges a été choisi car son aspect ressemble à celui des cuirs utilisés à l'époque. Le logotype Horch a été brodé sur le dos des sièges avant et sur les contre-portes au fil noir. De gros efforts ont été consentis pour le ciel de capote en Alcantara.

 

Le tableau de bord, constitué d'une seule pièce de bois, a été plaqué de ronce du Canada, laquée et polie pour obtenir un effet miroir. Les boiseries intérieures ont un léger reflet rouge qui s'harmonise à merveille avec les couleurs de l'intérieur et de l'extérieur. Les écussons Horch, sur le radiateur et le coffre, ont été plaqués en or 24 carat par un joailler. Tous les chromes ont été préparés et rechromés ou ont été reconstruits et chromés quand c'était nécessaire.

 

Le moteur d'origine, les essieux avant et arrière, le différentiel, la boîte de vitesses et la direction ont été démontés et révisés quand cela était nécessaire. Le moteur a été entièrement démonté et toutes les pièces calibrées et vérifiées. De nouveaux roulements ont été montés, de nouveaux pistons installés, l'arbre à cames et les commandes de soupapes révisés. Des joints de soupapes neuf ont été montés et des joints modernes à lèvres d'étanchéité ont été montés sur le moteur, à l'avant et à l'arrière. Le vilebrequin et le volant moteur ont été équilibrés avec précision. Le moteur, essayé au banc pendant une vingtaine d'heure avant d'être réinstallé dans la voiture, tourne parfaitement avec douceur, tandis qu'une boîte a cinq rapports révisée vient augmenter le plaisir de conduite et permet de tenir une bonne vitesse de croisière à des régimes peu élevés. Un faisceau électrique neuf a été refait et recouvert de coton vernissé pour reproduire l'aspect d'époque. Il va sans dire que tous les éléments de sécurité des freins et de la direction ont été rénovés. Un système d'allumage additionnel a été installé.

 

La voiture est vendue avec un reportage photographique de la restauration, ses papiers d'immatriculation allemands et un contrôle technique (TüV) daté du 11 juillet 2014. Un grand nombre d'articles et de publications sur la marque accompagnent la voiture, ainsi que son manuel du propriétaire (copie), une liste des pièces détachées (copie), un atlas Horch des routes secondaires allemandes, Horch: Typen-Technik-Modelle de Peter Kirchberg et Jürgen Pönisch et The Coachwork of Erdmann & Rossi, Berlin de Rupert Stuhlemmer. Une plaque émaillé Horch Dienste, un thermomètre Horch et un parapluie Horch Classic font également partie du lot.

 

c.1937 Horch 853 Spezialroadster

Chassis no. 853177

Engine no. 851234

 

•Premier German marque

•One of only 950 made

•Fully restored by Horch Classic

•Five-speed gearbox

 

One of the founding fathers of the German automobile industry, August Horch was born in Winningen in 1868, and following an technical education at engineering school, worked for a marine engine manufacturer in Leipzig. His next job was managing Karl Benz's motor works at Mannheim, but frustration with his employer's conservative approach prompted Horch to seek financial backing for his own venture. Horch regarded Benz's rear-engined 'horseless carriages' as out-dated, and his first automobile of 1900 featured a front-mounted, twin-cylinder engine and shaft-driven rear axle, the first time this latter innovation had been seen in Germany. Larger four- and six-cylinder models followed, and Horch became active in the trials and competitions of the day, though ultimately this policy would bring August into conflict with his fellow directors and force his departure in 1909 to found Audi.

 

In 1923 Horch engaged Paul Daimler, son of Gottleib, as Chief Engineer, the first car to bear his stamp being the '300'. This was powered by a 3.2-litre, double-overhead-camshaft, straight eight engine, and power units of this type would be favoured by Horch throughout the 1920s and 1930s. After Daimler's departure Fritz Fiedler (later of BMW fame) took over, designing a single-overhead-cam straight-eight - the Horch 450 - which was followed by 6-litre V12-powered 600 and 670 models in 1931 and the 3.5-litre V8-engined 830B in 1933.

 

In 1932 the company became part of the Auto Union together with Audi, DKW and Wanderer. Horch produced a veritable plethora of model variations in the 1930s, ringing the changes on engine capacity, wheelbase and styles of coachwork, but all were aimed squarely at the prestige end of the market, where Horch was the only serious domestic rival to Mercedes-Benz. Introduced for the 1936 season, the 4.9-litre Type 853 was powered by a Fiedler-designed, SOHC, ten-bearing straight eight mounted in a solidly built chassis boasting a four-speed overdrive gearbox and servo-assisted hydraulic brakes. A stylish sports cabriolet, the 853/853a was produced up to the outbreak of war, by which time a mere 950 of these exclusive cars had been built.

 

After WW2, Horch's Zwickau factory ended up on the eastern side of the border where it would eventually be pressed into service manufacturing the utilitarian Trabant - a sad end to a once noble marque that had ranked among the very best.

 

Unfortunately, the original body of this Horch 853 was lost either during WW2 or soon after. According to information supplied by the vendor, this car's last owner had fitted a pick-up body, and used the car to transport materials on his farm in Ukraine; thus it was not possible to tell whether a factory Sportcabriolet or an independently coachbuilt body had been fitted originally.

 

The car was purchased in the Ukraine in 2009 by Horch Classic, which then embarked on a seven-year restoration that took thousands of working hours to complete. It was decided to build a replica body in the style of legendary Spezialroadster. Horch Classic researched in numerous archives (and also private sources) to find original factory photographs.

 

Utilising Horch Classic's long term experience, researched photographic documentation, and in-house made templates, a three-dimensional body buck was fabricated. This buck was then covered in fabric to create a first impression of the body's lines and proportions. Numerous changes had to be made to the original buck before the form and proportions were right; only then could the construction of the wooden body frame begin.

 

Templates were again used to transfer the buck's shape to the wooden frame, with lots of trial fittings until the right shape and form had been achieved. Using a laser spirit level, the frame components were then glued together and screwed onto the chassis. Then the individual components of the metal body were fabricated, measured again and welded together. The Horch chassis frame had already been cleaned, measured and the metal checked for thickness and corrosion. Parts of the frame which showed either too much corrosion or were deemed too thin were replaced and then primed and painted with several coats.

 

From the start it was considered very important, not only to achieve perfect harmony of the body colour and interior, but also to arrive at a period-correct look for the car as a result. Accordingly, a base colour of silver metallic was chosen, which changes under different lighting conditions from a pure silver to a silver with a slight red tinge. To emphasise the car's flowing lines, a coach line was applied by hand to the mudguards, bonnet, doors and the rear of the body.

 

The car's interior was clad in high quality black velour carpet, which was piped in the same red leather as was used for the seats. The leather for the seats itself was chosen for its period-authentic surface texture. The Horch logo has been stitched into the back of the front seats and the door cards with a black thread. A great deal of effort went into the Alcantara hood lining.

 

The dashboard, made from a single piece of wood, has been covered with Canadian burr veneer that has been lacquered and polished to provide a mirror-like finish. The interior woodwork also shows a slight red tinge, which harmonises beautifully with the interior and exterior colours. The Horch Logo on the radiator and the boot lid were plated with 24 carat gold by a jeweller. All chromed parts were either prepared and re-chromed, or where necessary newly fabricated and plated.

 

The original engine, front and rear axles, differential, gearbox and steering were dismantled, measured and overhauled where necessary. The engine was completely dismantled and all parts measured and checked. New bearings were fitted, new pistons installed, and the camshaft and valve gear overhauled. New seals were fitted to the valve guides, and modern radial oil seals fitted to the engine at front and rear. The crankshaft was finely balanced together with the flywheel. Dynamometer tested for some 20 hours before fitting to the car, the engine is reported to run very smoothly, while a comprehensively overhauled five-speed gearbox enhances the already pleasurable driving experience and helps to keep the engine revs low at cruising speeds. A new wiring loom has been made and covered with woven cotton to replicate the appearance of the original. It goes without saying that safety-critical components for the steering and hydraulic brakes were renewed also. An additional ignition system is fitted.

 

The car is offered with photographic documentation of the restoration; German registration papers; and an historic TüV dated 11.07.14. A quantity of marque-related literature comes with it to include an owner's manual (copy); spare parts list (copy); Horch B-Road Atlas Germany; 'Horch: Typen-Technik-Modelle' by Peter Kirchberg and Jürgen Pönisch; and 'The Coachwork of Erdmann & Rossi, Berlin' by Rupert Stuhlemmer. A 'Horch Dienste' advertising enamel sign; a Horch thermometer; and an umbrella with Horch Classic print are included in the sale.accompagnent la voiture, ainsi que son manuel du propriétaire (copie), une liste des pièces détachées (copie), un atlas Horch des routes secondaires allemandes, Horch: Typen-Technik-Modelle de Peter Kirchberg et Jürgen Pönisch et The Coachwork of Erdmann & Rossi, Berlin de Rupert Stuhlemmer. Une plaque émaillé Horch Dienste, un thermomètre Horch et un parapluie Horch Classic font également par

La postal mas común del invierno en la zona, también se da en verano, aunque es muy menor su ocurrencia

 

Gracias a las interrupciones en la via a causa del factor climático un viaje puede tardar en extremo hasta el doble de su tiempo normal de recorrido. (Consideremos la saturación del terreno por efecto de aguas lluvias)

 

Mención honrosa para los cascos blancos de Tecdra, que fuera de tomar fotos ese día no hicieron huevá alguna, dejándoles el peso a los pobres conejos.

 

Los cascos blancos de Tecdra son conocidos como los gatos de circo, son los únicos animales que no trabajan.

Sei que deveria considerá-lo um jabuti, mas preferi que seja uma tartaruguinha fofa e amável :)

 

Isso é um porta-joia acreditam? É da minha irmã e ela ganhou de uma amiga :)

 

E como é uma miniatura fofa, lembrei da Natália Viana ( Naty fofa!) :)

 

Beijos e obrigada por tudo! :D

This photograph has caught the attention of the International Barcode of Life Project as an outstanding and inspiring work of art.

The International Barcode of life project is a non-for-profit multimillion dollar world-wide collaboration which centralizes its efforts on barcoding species through DNA around the world.

The photograph will become a part of a pool of images that appear upon refreshing the front page. These images are graphically collaged to elegantly represent the various animals that are iconic to each respective nation collaborating in this project.

  

A text In English:

The Swallow-tailed Hummingbird, so called from its forked tail, is one of the largest hummingbirds in cities and gardens, but it also occurs in gallery forests, bushy pastures and edges of woods or coppices. It is green, except for the blue head and upper breast, turning to iridescent purple according to the direction of light; it has dark wings and a heavy black bill. The tail is dark blue with the external feathers longer than central ones. It is very aggressive and attacks other hummingbirds that dare to visit flowers in certain trees. Where the flowers are available for many months, the individual is fiercely territorial, but generally needs to search soon for other flowering plants. It flies to catch small insets on or under leaves in the gallery forests or woodlands. The female builds a small cup-shaped nest saddled on a branch, not far from the main trunk in the shade of leaves. Perched on favorite branches, the male can utter long but low chirps. Once in a while, it interrupts these singing sessions to feed, and flies back for more song or to clean the plumage. They occur from the Guianas and Amazon River to Paraguay and southeastern Peru. They can get along with partially deforested zones, but may disappear with intensive agriculture and with the development of treeless cities.

 

Um texto em Português:

Beija-flor Tesoura (Eupetomena macroura), fotografado em Brasília-DF, Brasil.

Eupetomena macroura (Gmelin, 1788): tesoura; swallow-tailed hummingbird c.

Destaca-se das espécies estudadas pelo maior porte e pela cauda comprida e bifurcada, o que lhe valeu o nome popular. Como é comum entre os beija-flores, é uma espécie agressiva que disputa com outras o seu território e fontes de alimento.

Nidificação: o ninho, em forma de tigela, é assentado numa forquilha de arbusto ou árvores, a cerca de 2 a 3 m do solo. O material utilizado na construção é composto por fibras vegetais incluindo painas, musgos e liquens, aderidos externamente com teias de aranhas.

Hábitat: capoeiras, cerrados, borda de matas e jardins.

Tamanho: 17,0 cm

A SEGUIR UM TEXTO ENCONTRADO E REPRODUZIDO DO ENDEREÇO nationalgeographic.abril.uol.com.br/ng/edicoes/83/reporta... DA NATIONAL GEOGRAFIC:

 

Prodígios da micro-engenharia, os beija-flores são os campeões dos pesos-leves entre as aves

Uma faísca safira, um frêmito de asas, e o minúsculo pássaro - ou seria um inseto? - some como miragem fugaz. Reaparece instantes depois, agora num ângulo melhor. É pássaro mesmo, um dervixe do tamanho do meu polegar com asas que batem 80 vertiginosas vezes por segundo, produzindo um zumbido quase inaudível. As penas da cauda, à guisa de leme, delicadamente direcionam o vôo em três direções. Ele fita a trombeta de uma vistosa flor alaranjada e do bico fino como agulha projeta uma língua delgada feito linha. Um raio de Sol ricocheteia de suas penas iridescentes. A cor refletida deslumbra como uma pedra preciosa contra uma janela ensolarada. Não admira que os beija-flores sejam tão queridos e que tanta gente já tenha tropeçado ao tentar descrevê-los. Nem mesmo circunspectos cientistas resistem a termos como "belo", "magnífico", "exótico".

Surpresa maior é o fato de o aparentemente frágil beija-flor ser uma das mais resistentes criaturas do reino animal. Cerca de 330 espécies prosperam em ambientes diversos, muitos deles brutais: do Alasca à Argentina, do deserto do Arizona à costa de Nova Scotia, da Amazônia à linha nevada acima dos 4,5 mil metros nos Andes (misteriosamente, essas aves só são encontradas no Novo Mundo).

"Eles vivem no limite do que é possível aos vertebrados, e com maestria", diz Karl Schuchmann, ornitólogo do Instituto Zoológico Alexander Koenig e do Fundo Brehm, na Alemanha. Schuchmann ouviu falar de um beija-flor que viveu 17 anos em cativeiro. "Imagine a resistência de um organismo de 5 ou 6 gramas para viver tanto tempo!", diz ele espantado. Em média, o minúsculo coração de um beija-flor bate cerca de 500 vezes por minuto (em repouso!). Assim, o desse pequeno cativo teria batido meio bilhão de vezes, quase o dobro do total de uma pessoa de 70 anos.

Mas esses passarinhos são duráveis apenas em vida. Quando morrem, seus ossos delicados e ocos quase nunca se fossilizam. Daí o assombro causado pela recente descoberta de um amontoado de fósseis de aves que talvez inclua um beija-flor ancestral de 30 milhões de anos. Como os beija-flores modernos, os espécimes fósseis tinham o bico longo e fino e os ossos superiores das asas mais curtos, terminando em uma saliência arredondada que talvez lhes permitisse fazer a rotação na articulação do ombro e parar no ar.

A outra surpresa foi o local do achado: no sul da Alemanha, longe do território dos beija-flores atuais. Para alguns cientistas, essa descoberta mostra que já existiram beija-flores fora das Américas, mas se extinguiram. Ou quem sabe os fósseis não fossem de beija-flor. Os céticos, entre eles Schuchmann, afirmam que muitas vezes, ao longo da evolução, outros grupos de aves adquiriram características semelhantes às do beija-flor. Os verdadeiros beija-flores, diz Schuchmann, evoluíram nas florestas do leste do Brasil, onde competiam com insetos pelo néctar das flores.

"O Brasil foi o laboratório do protótipo", diz o ornitólogo. "E o modelo funcionou." O beija-flor tornou-se a obra-prima da microengenharia da natureza. Aperfeiçoou sua habilidade de parar no ar há dezenas de milhões de anos para competir por parte das flores do Novo Mundo.

"Eles são uma ponte entre o mundo das aves e o dos insetos", diz Doug Altshuler, da Universidade da Califórnia em Riverside. Altshuler, que estuda o vôo dos beija-flores, examinou os movimentos das asas do pássaro. Observou que, nele, os impulsos elétricos propulsores dos músculos das asas lembram mais os dos insetos que os das aves. Talvez por isso o beija-flor produza tanta energia por batida de asas: mais, por unidade de massa, que qualquer outro vertebrado. Altshuler também analisou os trajetos neurais do beija-flor, que funcionam com a mesma vertiginosa velocidade encontrada nas aves mais ágeis, como seu primo mais próximo, o andorinhão. "São incríveis; uns pequenos Frankesteins", compara.

Certamente eles sabem intimidar: grama por grama, talvez sejam os maiores confrontadores da natureza. "O vocabulário do beija-flor deve ser 100% composto de palavrões", graceja Sheri Williamson, naturalista do Southeastern Arizona Bird Observatory. A agressão do beija-flor nasce de ferozes instintos territoriais moldados à necessidade de sugar néctar a cada poucos minutos. Os beija-flores competem desafiando e ameaçando uns aos outros. Postam-se face a face no ar, rodopiam, mergulham na direção da grama e voam de ré, em danças de dominância que terminam tão subitamente quanto começam.

O melhor lugar para vermos tais batalhas é nas montanhas, especialmente no Equador, em que ricos ecossistemas se apresentam em suas várias altitudes. Sheri supõe que o sentido norte-sul das cordilheiras americanas também crie rotas favoráveis à migração para onde haja constante suprimento de flores. O que contrasta, diz ela, com as barreiras naturais que se estendem de leste a oeste na África, como o Saara e o Mediterrâneo.

Algumas espécies de beija-flor, porém, adaptaram-se a atravessar vastidões planas, onde o alimento é escasso. Antes de sua intrépida migração da primavera para os Estados Unidos e o Canadá, os beija-flores-de-garganta-vermelha reúnem-se no México e empanturram-se de insetos e néctar. Armazenam gordura e duplicam de peso em uma semana. Em seguida, atravessam o golfo do México, voando 800 quilômetros sem escalas por 20 horas, até a costa distante.

A região próxima à linha do equador é um reino de beija-flores. Quem sai do aeroporto de Quito, no Equador, pode ser logo saudado por um cintilante beija-flor-violeta, com pintura de guerra de manchas púrpura iridescentes nos lados da face. A leste da cidade, nas cabeceiras da bacia Amazônica, o beija-flor-bico-de-espada esvoaça na mata portando o bico mais longo de todas as aves em proporção a seu tamanho: mais de metade do comprimento total do animal. Nas encostas do Cotopaxi, um vulcão ao sul de Quito, o beija-flor-do-chimborazo foi avistado acima dos 4,5 mil metros. Ali ele passa a noite entorpecido em cavernas, pois desacelera seu ritmo metabólico o suficiente para não morrer de fome antes de amanhecer. Mais tarde, aquecido pelo Sol, ele recomeça a se alimentar.

"Quem estuda beija-flores fica irremediavelmente enfeitiçado", diz Sheri Williamson. "São criaturinhas sedutoras. Tentei resistir, mas agora tenho sangue de beija-flor correndo nas veias.

 

Um texto do Wikipedia sobre a Pata-de-vaca:

A pata-de-vaca (Bauhinia), é um gênero com vários representantes, da família das leguminosas (Caesalpinioideae), no total são mais de 200 espécies. Também são conhecidas popularmente por Unha-de-vaca e Casco-de-vaca, devido ao formato de suas folhas. São árvores muito ornamentais, devido a suas flores vistosas e por isso são muito utilizadas no paisagismo e na arborização urbana. A maioria são de origem do continente Asiático mas existem espécies nativas do Brasil como a B. longifolia e a B. forficata. Podem atingir até 10m de altura, algumas espécies tem acúleos, seu fruto é tipicamente um legume, também chamado de vagem.

"

Nomes Populares:

pata-de-vaca, candida, candina, falsa-pata-de-vaca

Nome Científico:

Bauhinia variegata L. var. candida (Aiton) Bush.-Ham.

Outro texto em português do endereço Catálogo Rural (Enciclopédia) www.agrov.com/vegetais/frutas/pata_vaca.htm :

As bauínias pertencem a família das leguminosas casalpináceas, mesma do pau-brasil. Espalham-se pela zona tropical do mundo inteiro. As espécies arbóreas são consideradas pioneiras tardias na escala de sucessão vegetal, pois têm crescimento moderadamente rápido. Elas atingem cerca de 3 metros em dois anos, e são adaptadas a áreas abertas, sob sol constante. A altura máxima em raros casos ultrapassa os 10 metros. Quase todas as espécies brasileiras são cheias de espinho e têm flores brancas. Entre elas, as mais comuns são a Bauhinia candicans, a mais florida e uma das mais espinhentas, é a Bauhinia forficata, com flores imaculadamente brancas e grande produção de sementes.

Entre as exóticas, a que mais se cultiva no Brasil é a Bauhinia variegata, que apresenta flores brancas e rosas, dependendo da variedade. No inverno, ela perde as folhas, voltando a florescer na primavera, com grande beleza. Em geral, é maior que as espécies nativas, podendo passar dos dez metros. A altura exata que alcança raramente pode ser observada, pois nas cidades é constantemente podada. Uma das espécies mais bonitas e raras da pata-de-vaca é a Bauhinia blakeana, originária do Vietnã, cujas flores são de cor lilás. No Brasil, porém, não produz sementes e se reproduz por método de enraizamento.

Outra espécie bastante ornamental e incomum é a Bauhinia galpinii, originária da África do Sul, um arbusto, com flores de cor rosa, que se espalha pelo campo. É muito difícil de cultivá-la no Brasil, embora seja encontrada em alguns jardins no Rio Grande do Sul. Provavelmente a bauínia mais curiosa é a escada-de-macaco ou cipó-florão (Bauhinia splendens e mais três espécies), trepadeira nativa cujo tronco lembra a forma de uma escada.

Utilidade: A utilização mais evidente da pata-de-vaca é no paisagismo, principalmente para arborização de ruas. Cresce rapidamente, tem flores exuberantes e em grande quantidade, copa arredondada e estatura baixa, sendo ideal para ser plantada sob os fios elétricos. A mais usada para esse fim é a espécie introduzida Bauhinia variegata, apesar das nativas também possuírem grande potencial paisagístico e apresentarem espinhos, uma proteção natural.

As folhas da pata-de-vaca são utilizadas tradicionalmente no Brasil com fins curativos. A literatura especializada do começo do século relatava que os curandeiros do interior usavam o cozimento dessas folhas em formas de chá e banhos para curar lepra, furúnculos e picadas de cobra.

Na medicina popular, são largamente utilizadas em casos de diabete. Pesquisas farmacológicas comprovaram que a Bauhinia forficata possuía a propriedade de diminuir a taxa de glicose no sangue. As folhas são colhidas antes da floração e secas ao sol. As farmácias de produtos naturais vendem as folhas prontas para fazer o chá e em forma de essência. A pata-de-vaca brasileira também pode ser utilizada em cerca vivas por ser espinhenta. Com folhas riquíssimas em proteínas e hidratos de carbono, pode ser usada como forrageira. Também é recomendada para reflorestamento de áreas degradas, pois é uma pioneira de crescimento rápido. Como produz muito pólen, é recomendada para áreas onde se criam abelhas. A escada-de-macaco, variedade trepadeira de bauínia, é usada como madeira decorativa. Apesar do pequeno diâmetro, o tronco das plantas velhas tem grande durabilidade e os cortes transversais revelam bonitos desenhos. No começo do século, mesas, bandejas, caixas e outros utensílios decorados com cipó-florão eram considerados artigos de luxo.

Plantio: As espécies arbóreas nativas da pata-de-vaca florescem durante a primavera e o verão (a B. forficata no final do verão). Os frutos, em forma de vagens, ficam maduros entre julho e agosto, quando começam a abrir de forma explosiva, espalhando sementes para todos os lados. As sementes devem ser colhidas neste momento e plantadas logo em seguida em saquinhos individuais ou em canteiros semi-sombreados contendo substrato organo-arenoso (material orgânico e areia). Rega-se duas vezes ao dia. Em cerca de 15 dias, as sementes começaram a germinar. A taxa de germinação é alta, de 30 a 50%. Caso se quebre a dureza da semente antes de plantá-la, com um banho de ácido sulfúrico concentrado ou imersão em água quente a 80 graus celsius, a germinação ode alcançar 80%. O desenvolvimento das mudas é rápido: estão prontas para o plantio definitivo em 5 meses. Aos 2 anos, as árvores florescem e frutificam pela primeira vez. No caso de espécies exóticas que não produzem sementes no Brasil, a reprodução ocorre por alporquia, método semelhante ao da estaquia, no qual o enraizamento dos ramos é feito sem tirá-los da planta.

 

A text in english from Revista Árvore

Print ISSN 0100-6762

Rev. Árvore vol.30 no.5 Viçosa Sept./Oct. 2006

www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100... :

Bauhinia trees are considered late pioneers in plant succession, since they grow moderately fast. They can be used as grazing plants, ornamental, paper and cellulose, round log or sawn wood and also for recovery of degraded areas. Seeking alternatives for a faster and more uniform germination by means of scarification methods, Bauhinia variegata seeds were subjected to the following pre-germination treatments: mechanical scarification (sandpaper 220); immersion in hot water at 80ºC; immersion in cold water (10ºC) for 2 hours; scissors cuttings (area opposed to the micropyle); immersion in concentrated sulfuric acid for five minutes followed by washing in running water; immersion in concentrated sulfuric acid for 20 minutes followed by washing in running water. Seeds were then placed in plastic gerbox boxes with vermiculite substratum to germinate at 30ºC, evaluations were carried out on the 7th and 14th days. Seeds were also sown in trays containing sand in the greenhouse. The parameters index of emergence speed and percent final emergence at 32 days after sowing were evaluated in greenhouse. Seed sanity was evaluated with 400 seeds using the Blotter test. Five sub-samples of 30 seeds from each treatment were used for the germination test and emergence speed index; the experiment was arranged in a complete randomized design and means were compared by the Tukey's Test (P>0.05). Seed germination with mechanical scarification (with sandpaper and scissors cuttings) and immersion in cold water was no significantly different from the control; the germination speed in laboratory was higher when seeds were scarified with sandpaper or immerged in cold water for two hours; the treatment with sulfuric acid (20 minutes) impaired seedling emergence speed; Trichothecium sp, Aspergillus sp, Cladosporium sp, Colletotrichum sp, Fusarium sp., Penicillium sp and Rhizopus sp were the fungus species found in the seeds, however without affecting germination and vigor.

Purple orchid tree is closely related to peacock flower (Caesalpinia pulcherrima) and to the tree many consider the world's most beautiful, the royal poinciana (Delonix regia) - and it shows! Purple orchid tree (usually just called orchid tree) is staggeringly beautiful when in bloom - and it blooms for several months! Orchid tree grows 20-40 ft (6-12 m) tall and 10-20 ft (3-6 m) wide with a spreading crown of briefly deciduous leaves which are 4-6 in (10-15 cm) across and rounded with lobed ends and heart shaped bases. The leaves are shaped a little like a cow's hoof. Some cultivars have leaves with white variegations. The flowers are reminiscent of showy orchids, with five irregular, usually slightly overlapping petals in shades of magenta, lavender or purplish blue. The flowers often make their first appearance in late winter while the tree is bare of leaves. The blooming period then lasts until early summer. The flowers are 3-5 in (7.6-12.7 cm) across and carried in clusters at the branch tips. A member of the bean family, orchid tree produces flattened brown woody legumes (pods) up to 12 in (30.5 cm) long. The cultivar 'Candida' (white orchid tree) has snow white flowers with greenish veins.

Hong Kong orchid tree (Bauhinia X blakeana is a sterile hybrid between (probably) B. variegata and B. purpurea, and is usually considered to be the most beautiful of all the orchid trees. It is a somewhat larger tree, evergreen with large thick leaves and striking purplish red flowers.

Canon EOS Digital Rebel XT

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