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A beautiful sunset on the way back to our house in Tuscany.
Just happened to come along this divided field - I think the green is a really nice addition to the image - not very common for the beginning of november
Todtnau is a town in the Black Forest in Baden-Württemberg, Germany and is situated on the river Wiese about 30 km in the south of Freiburg.
Todtnau waterfall, also known as Todtnauberger waterfall or Hang hole waterfall is located between Todtnauberg and Aftersteg, two villages that belong to Todtnau. At this waterfall the water crashes over four steps partly free partly sliding at the depth of total 97 meters. The Todtnau waterfall belongs to one of Germany's highest waterfalls. The highest level measures 60 meters and is thus by far the highest level of the Central German Uplands.
Much better in Large On Black
Todtnau ist eine Stadt im Südschwarzwald im Landkreis Lörrach, Baden-Württemberg, Deutschland.
Der Todtnauer Wasserfall, auch Todtnauberger Wasserfall oder Hangloch-Wasserfall genannt, befindet sich zwischen Todtnauberg und Aftersteg, zwei Ortschaften, die zu Todtnau gehören. An diesem Wasserfall stürzt das Wasser über vier Stufen teils frei, teils gleitend insgesamt 97 Meter in die Tiefe. Der Hangloch-Wasserfall gehört damit zu Deutschlands höchsten Wasserfällen. Die höchste Stufe misst 60 Meter und ist damit die bei weitem höchste Einzelstufe der deutschen Mittelgebirge. (Wikipedia)
© 2013 Ursula Sander - All rights reserved.
Todos los derechos reservados - copyright © Pilar Azaña Talán
VUELO EN GLOBO AEROSTÁTICO, según nos informaron y cumplieron:
Pasaremos a buscarlos muy temprano por la mañana, alrededor de las 05:30am - 06:00am según la estación, y los llevaremos a nuestra oficina para ofrecerles un desayuno con café, pastelería y frutas. Luego iremos a la zona de despegue, la que puede variar cada día, dependiendo del viento. Mientras disfrutan del proceso de inflado del globo, nuestro piloto les proporcionará una breve explicación sobre reglas básicas y medidas de seguridad. Después de subir a la cesta, tendrán una hora de vuelo y podrán observar el amanecer y los mejores valles, villas y viñedos de Capadocia. El aterrizaje normalmente es muy suave. A continuación tendremos una pequeña celebración con champagne y jugo de frutas. Finalmente recibirán sus certificados de vuelo y los llevaremos de regreso al hotel, alrededor de las 08:30am.
FUE UNA EMOCIONANTE EXPERIENCIA, LA CUÁL RECOMIENDO.
Since I had only short focal lenses for my DSLR, I used also a compact Canon Powershot S90 to gain some more focal lenses range ;)
LOCATION AND DATE - DATA e LUOGO DI SCATTO
Castle of Chambord (Loire region, France), 8th August 2012
CAMERA
Canon Powershot S90
SHOT DATA - DATI DI SCATTO
ISO 80; f/5.6
HDR from 3 exposures (-2; 0; +2), handheld
Other EXIF on flickr / Altri EXIF su flickr
WORKFLOW - FLUSSO DI LAVORO
° Rename: XnView
° HDR Processing: Photomatix Pro
° Noise reduction / Riduzione rumore: Noiseware Professional
° Lens distortion Correction / Correzione distorsione lente: PTlens
° Cropping: GIMP
° Curve correction / Correzione curve: GIMP
° Resizing, watermark: Fastone viewer
and reading a book in comfortable and warm atmosphere, is a wonderful pastime. Sometimes to have sweet dreams about later ;-).
© 2013 Ursula Sander - All rights reserved
Isola di Filicudi - Eolie
...
Povera patria! Schiacciata dagli abusi del potere
di gente infame, che non sa cos'è il pudore,
si credono potenti e gli va bene
quello che fanno e tutto gli appartiene.
Tra i governanti, quanti perfetti e inutili buffoni!
...
...
Si può sperare che il mondo torni a quote più normali
che possa contemplare il cielo e i fiori,
che non si parli più di dittature
se avremo ancora un po' da vivere...
...la primavera intanto tarda ad arrivare.
Povera Patria - Franco Battiato
[view on black]
Este Castelo é o último a ser retratado nesta serie, uma serie dedicada em exclusivo a estes dinossauros da arquitetura militar, os sobreviventes de um tempo longínquo, a idade média. Apesar de distante, foi este mesmo Castelo que fez renascer em mim uma vontade de demanda, fez-me sentir uma necessidade de ir mais fundo na história destas pedras centenárias que tanto me fascinam e sempre quis compreender de uma maneira mais profunda, da busca do conhecimento que a maioria das vezes eu próprio tenho dificuldades em entender, apesar de me conhecer como alguém capaz de controlar as emoções de uma forma racional, esta vontade de procurar o conhecimento é algo que me escapa, a mim, e há minha compreensão. Por vezes sinto que este Castelo sempre fez parte da minha vida, no entanto só na minha meia-idade é que tive a oportunidade de o conhecer fisicamente, o que para mim, foi uma experiência extraordinária, tentei abarcar tudo que me foi possível, para de uma forma resumida o poder descrever aos que estiverem interessados na sua história, então cá vai…
O Castelo de Carcassonne visto desta margem do rio, parece surgido de um conto de fadas, mas na realidade, e depois de analisada a sua historia, verifica-se que estas muralhas escondem uma das mais terríveis memórias da Idade Media. Memórias essas que deram origem a variados romances históricos, uns com mais veracidade que outros. Se ainda não leu o romance (O Labirinto Perdido de Kate Mosse), deve fazê-lo pois é adorável e retrata fielmente um período da história destas muralhas como poucos, este livro está tão bem documentado que começa a aparecer nesta cidade como sendo o seu maior cartão-de-visita. Esta história passa-se na região conhecida como Midi-Pirineus.
Carcassonne é a mais bem preservada cidadela medieval de toda a Europa. Construída no alto de uma colina, no sul da França, perto de Toulouse e dos Pirenéus, foi no passado a principal fortaleza militar da região. Do alto das suas impressionantes muralhas, que eram protegidas por mais de 1200 guerreiros, podia-se controlar uma importante via comercial que ligava a Península Ibérica com o resto do continente. Por causa de sua posição fronteiriça e estratégica, Carcassonne foi palco das mais ferozes e terríveis batalhas desse tempo. A primeira visão do centro histórico, cuja construção foi iniciada há cerca de mil anos, é inesquecível.
A impressão que dá é que viajamos no tempo, para uma época de Reis, cavaleiros, princesas e batalhas medievais. A fortaleza é protegida por 52 torres e duas muralhas uma interna e outra externa. A entrada principal, baptizada de Porta Narbonnaise, é guardada por uma ponte levadiça. Nos áureos tempos medievais, cerca de 50 homens ficavam de guarda para impedir a entrada dos inimigos. Carcassonne, na verdade, são duas cidades. A Cidadela, que permaneceu intacta e protegida dentro das muralhas, e a Bastide Saint-Louis ou Cidade Baixa, que cresceu ao redor do centro medieval. À noite, esta cidade transforma-se. Com menos de 400 moradores e apenas dois hotéis, as suas ruas ficam desertas e silenciosas, a melhor altura para sentir o palpitar das muralhas, das ruas e também recuar 800 anos para sentir a vida de uma população que de uma forma melhor ou pior, viveu sem dúvida de uma maneira bem diferente da nossa. Uma das maiores atracões da cidade, é o Castelo Comtal, uma pérola da arquitectura medieval. Construído no século XII por um nobre chamado Bernard Trencavel que é mencionado no romance acima citado, esta foi, durante anos, a morada dos senhores feudais que mandavam na região. O castelo é formado por duas alas, com um pátio no meio delas. Durante uma visita guiada, é possível conhecer as suas torres e boa parte do seu interior mais reservado. O Museu Arqueológico, tem no seu acervo ânforas romanas, sarcófagos e lápides Cátaras. (Os Cátaros faziam parte de uma corrente do cristianismo que pregava a não-violência e foram muito perseguidos pela Inquisição e dizimados pelo Papa Inocêncio III, o rei da França e os barões do norte, mas o melhor será ler o livro acima citado.)
Para entender um pouco mais da história do lugar, vale a pena conhecer também o Museu da Inquisição, que expõe instrumentos de arrepiar. Esse triste período da história ocidental teve início no século XII e ganhou força quando o papa Inocêncio III autorizou o uso da tortura para obter a confissão dos heréticos. Verdadeiras atrocidades eram cometidas em nome da fé e, neste museu, podem ser vistos vários instrumentos como a cadeira de cravos, uma espécie de trono cheio de pregos onde o acusado era amarrado com cintos de ferro; e o berço de Judas, um triângulo de madeira com uma base de 30 centímetros e vértice de 60 usado para martirizar os hereges. Carcassonne é também um importante centro culinário. A cidade está cheia de bares, cafés e charmosos restaurantes, que lembram antigas tabernas medievais e tem o seu centro gastronómico no centro da praça. Escolha uma mesa ao ar livre e experimente um (cassoulet,) o mais famoso prato da região. Para acompanhar, saboreie um dos bons vinhos do lugar, como Corbieres, Minervois e Malepère. Uma refeição digna de Reis e rainhas medievais.
A primeira impressão que se tem em Carcassonne é a de um castelo encantado, que alguma fada terá feito nascer no cimo da colina com um toque da sua varinha mágica. Uma vez dentro das muralhas, descobre-se uma verdadeira relíquia da Idade Média, justamente procurada por milhões de turistas todos os anos. Hoje, Carcassonne é, depois da Torre Eiffel e do Monte Saint-Michel, os quais já tivemos o privilégio de visitar, o local mais visitado de França. As suas calçadas de pedra são percorridas, não por cavaleiros medievais, mas por turistas de todas as nacionalidades, armados de vídeos e máquinas fotográficas.
A basílica de Saint-Nazaire, construída nessa altura, atrai visitantes de todos os credos para o seu recinto escuro, que convida ao recolhimento, iluminada por magníficos vitrais. O encontro do românico com o gótico dá-se aqui de uma forma harmoniosa, justificando o nome de: ( jóia da fortaleza,) com que os folhetos turísticos a distinguem. O seu órgão é um dos mais importantes e antigos do sul de França, e de Junho a Setembro há concertos diários – Les Estivales d'Orgue - que enchem a cidadela de sonoridades quentes e arcaicas. Pelas suas praças, onde ainda resistem alguns poços de pedra que abasteciam de água a população, distribuem-se agora esplanadas muito concorridas, com espectáculos diários de música ao vivo, bem distinta da dos trovadores Ramon de Miraval ou Peire Vidal, que aqui viveram durante algum tempo. Raymond-Roger Trencavel, visconde de Albi e último senhor da fortaleza, certamente não reconheceria a sua cidade. É certo que qualquer loja de souvenirs vende conjuntos de capacete e espada, e mesmo armaduras completas. Também é fácil encontrar relógios de sol e saquinhos de pano com ervas cheirosas, das que perfumavam as roupas das damas da época. Mas a animação é sempre pacífica, e a magnífica iluminação nocturna não dá paz aos fantasmas, impedindo o seu devaneio nocturno e doloroso quais almas penadas; durante os meses de Verão, Carcassonne é uma cidade profusamente habitada e muito viva. Para reconstituir ainda melhor o ambiente medieval, em Agosto organizam-se torneios de cavalaria e falcoaria, com participantes vestidos a rigor, como no tempo dos cruzados. As velhas pedras da cidade não devem apreciar particularmente a lembrança, uma vez que foram estes que, em 1209, ditaram o seu fim: o visconde de Trencavel teve a ousadia de oferecer abrigo e protecção aos Cátaros, dissidentes de um catolicismo que se afundava na decadência moral. O seu pecado era defenderem a pureza dos costumes cristãos e não respeitarem a hierarquia eclesiástica.
Carcassonne foi das primeiras cidades a sofrer o embate da guerra santa declarada pelo Papa Inocêncio III. Cercada, perdeu o acesso crucial ao rio Aude e, numa manobra pouco “cavaleiresca”, o visconde de Trencavel foi feito prisioneiro ao sair do castelo para negociar. A partir daí, começou o declínio. Simão de Montfort, o comandante da cruzada, administrou a cidade até à sua morte, mas o seu filho foi incapaz de manter o território conquistado, e entregou-o à autoridade directa do rei. Quando o filho do visconde de Trencavel tentou reaver as terras do pai, Luís VIII deu ordens para arrasar a fortaleza e exilar os seus habitantes; só sete anos mais tarde conseguiram obter autorização real para se instalarem de novo na zona, mas do outro lado do rio. O turismo anuncia Carcassonne como( lá ville aux deux cités, a cidade das duas cidadelas ) a antiga fortaleza, no cimo da colina, e o novo burgo que nasceu no século XIII, aos pés da primeira, na margem esquerda do rio Aude. Desde sempre as duas zonas tiveram existências distintas, com toda a actividade comercial e social a desenrolar-se em baixo, enquanto a cidade-alta abrigava uma guarnição de mais de mil soldados. A tendência manteve-se até hoje. Só cerca de cento e vinte, dos seus quarenta e cinco mil habitantes permanentes, habitam a cidade antiga. Mas apesar da actividade evidente nas suas ruas e praças arborizadas, que substituíram as muralhas e estão agora semeadas de cafezinhos acolhedores, a atracção será sempre a “cité”,marco milenar da história da região do Languedoc.
Para além das comodidades e serviços turísticos de que dispõe, a Bastide Saint-Louis, como é conhecida a cidade-baixa, serve apenas para compor a magnífica vista que nos oferecem as torres altas da fortaleza - e do cimo desta sentinela de pedra, não se consegue evitar a sensação de fragilidade que vem do casario baixo e pálido da Bastide. Nada é regular ou simétrico nesta obra-prima da arquitectura militar, o que se explica pela longa história de reconstruções, modificações e acrescentos, que já dura há séculos e ainda não acabou. Mesmo depois da expulsão dos seus habitantes, a fortaleza foi modificada e aperfeiçoada, de modo a tornar-se um eficaz posto militar avançado. Ao mesmo tempo que se reforçou o sistema defensivo com a construção de uma segunda muralha exterior, também a austera Catedral de Saint-Nazaire foi aumentada e melhorada. O castelo do conde foi rodeado por um fosso, transformando-se numa fortaleza dentro da fortaleza. São cerca de três quilómetros de fortificações, por onde se distribuem cinquenta e duas torres para todos os gostos: há torres quadradas e redondas, de envergadura e tamanho diferentes; umas têm seteiras, outras janelas e algumas são, aparentemente, fechadas. Toda a cidade parece estar cheia de armadilhas: cotovelos estreitos para que só passe um inimigo de cada vez, degraus gigantescos, fossos dissimulados, enfim, todo o mostruário do engenho militar que foi sendo aperfeiçoado desde os romanos, destinado a guerras de cerco, tão comuns nos tempos medievais. Só a mudança das técnicas de guerra, nomeadamente a utilização generalizada da artilharia e a pólvora, nos séculos XV e XVI, a tornou definitivamente obsoleta.
Apesar de tudo, é impressionante o seu aspecto exterior de castelo, ao mesmo tempo irreal e inexpugnável. Contorná-la por entre as suas duas muralhas, espreitando pelas janelas e varandins para a paisagem verde de vinhas e campos cultivados, é um convite para uma viagem no tempo, que continua quando atravessamos a ponte levadiça. As ruas estreitas de pedra cinzenta, sombrias no Verão e protegidas dos ventos frios no Inverno, transformam-se num labirinto, e nunca sabemos se terminam nas muralhas, na basílica ou na praça principal. Pouco importa. Os passos ecoam de longe, e a cada esquina esperamos ver aparecer alguém vestido de cota de malha e elmo reluzente. As carroças que conduzem os turistas em visitas guiadas reforçam a esperança, com o ruído dos cascos e o soprar dos cavalos a ressoarem nas paredes de pedra. Para continuar o recuo no tempo, é possível visitar o castelo do visconde, que dá acesso exclusivo a certas partes da muralha. E para terminar a viagem, nada melhor que uma visita ao Museu Medieval e ao da Inquisição, que nos proporcionam pormenores nem sempre agradáveis da história da cidade. Outro museu ao gosto da época é o da Tortura, que exibe sádicos e requintados instrumentos, concebidos em noites de insónia, destinados a punir sabe-se lá que crimes medievais...
Dizem os seus apreciadores mais sinceros que a cidade não deve ser visitada no Verão: há demasiada agitação e pouca privacidade para percorrer a velha Carcassonne, e a viagem no tempo, que deve ser feita na solidão, é constantemente interrompida por grupos de turistas ruidosos.
(Nós já a visitamos varias vezes no Verão mas de certa forma não deixo de estar de acordo com tais afirmações pois parecem-me de facto credíveis, visitar esta cidade em época baixa deve ser bem diferente, se um dia tivermos possibilidades é isso que faremos.)
O destino de Carcassonne está traçado: será para sempre uma obra de arte inegável, e uma das maiores atracções turísticas do país e da Europa. A reconstrução fixou-a para sempre na Idade Média como quem tira uma fotografia, apesar de a cidade ter atravessado muitas outras épocas. E é, talvez, esta operação de congelamento temporal que lhe empresta toda a magia de cenário perfeito, que nos faz mergulhar profundamente num passado distante, belo mágico e por vezes também aterrador…
A Lenda da dama de Carcas
Não há castelo encantado que se preze que não tenha as suas lendas. Carcassonne justifica o seu nome com a história da dama de Carcas: quando Carlos Magno cercou a cidadela desta dama sarracena, achando-se desprovida de soldados, Carcas distribuiu pelas torres e muralhas bonecos feitos de palha, armados para combate. O estratagema resultou, e Carlos Magno levantou o cerco, desanimado com inimigo tão numeroso. Terá dito então a dama: “Sire, Carcas te sonne.” (“Senhor, Carcas vence-te”, em tradução livre). Daí o nome da cidade, que a lenda assegura ter-se tornado cristã, dando a dama origem à primeira linhagem de condes de Carcassonne. A verdade, porém, é que os romanos já tinham uma fortificação na zona a que chamavam Carcasso, e os sarracenos, que se sucederam aos visigodos e não ficaram por aqui muito tempo, chamavam-lhe Carchachouna. A cidade-fortaleza foi palco de combates, cercos, destruições maciças e, por fim, expulsão dos seus habitantes, que resultou na ruína do que ainda estava de pé. Lendária mesmo parece ser a sua reconstrução no século XIX, pelo arquiteto Viollet-le-Duc, o mesmo que restaurou os santuários de Notre-Dame de Paris e Sainte-Madeleine de Vézelay.
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Mexico has designated 83 towns and villages as Pueblos Magicos (Magical Towns) throughout the country. To achieve such a designation a town must demonstrate natural beauty, historical significance and cultural diversity.
70 km east of the beautiful colonial town of Merida in the Mexican state of Yucatan, is the enchanting “Magical Town” of Izamal, nicknamed La Ciudad Amarilla (the Yellow City) for the glowing yellow paint that covers the colonial buildings. Izamal is a beautiful place to experience the diversity of three cultures: Maya, Mexican and Spanish.
In the middle of the town plaza is the brightly colored Franciscan convent of San Antonio de Padua which contrast well against the Yucatan’s blue skies. The convent was built in the 16th century on the remains of a Mayan pyramid and if you look closely you can see the Mayan stones integrated into the stonework of the monastery’s arcade walkways. I framed the monastery’s main church, the Santuario de la Virgen de Izamal, with the arcades of the enormous courtyard.
Buenas tardes my Flickr amigos!
Happy Travels!
Text and photo copyright by ©Sam Antonio Photography
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El río Anllóns, forma en la parroquia de Verdes un espacio natural de gran interés geológico, botánico, etnográfico y de una gran belleza al que si sumamos un buen acceso y señalización reunimos las condiciones idóneas para ser visitado y disfrutar de su entorno, con una corta ruta senderísta de bajísima dificultad.
Vorrei che tutte le amiche di Flickr fossero su questa foto!!!!
Spero di non avere dimenticato nessuna, in tal caso si aggiunga e sarà la benvenuta
Per favore, non più di 10 inviti
Press L
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This represents the last visit of HMS Ark Royal to the Clyde before being finally paid off.
This is based on an MOD (Ministry of Defence) image.
Original photographer: LA(Phot) Stu Hill
Stuart Hill's personal Flickr Stream.
This Yellow-crowned Night-heron had just caught and swallowed a small fish, and he apparently enjoyed it to the last drop. But he continued to forage the weedy edge of his bayou, despite a group of photographers only fifteen feet away.
Seen with Paul (D200-Paul) and his wife at J.N."Ding"Darling National Wildlife Refuge, Sanibel Island, Florida.
The shapes and sizes of herons and egrets may seem to change as they stand tall, necks outstretched, or when they appear more "squat" as seen in the earlier post below.
I've spent a saturday night alone with my stars, and the beloved clouds to add up for beauty and the great mountains of my land to inspire awe
By the way, I've tested my new Samyang 14mm f/2.8... great lens!
Tornando ai meravigliosi cieli stellati
Ho passato un sabato sera al cospetto delle mie stelle, e le amate nuvole ad aggiungere un tocco di bellezza...e le grandiose montagne con il loro maestoso aspetto.. un'emozione.
A proposito, ho provato sul campo il nuovo Samyang 14mm f/2.8... spettacolare!
It is lovely to see the season change, bringing these pretty spring flowers with it.
"The trick is to enjoy life. Don't wish away your days, waiting for better ones ahead."
.:: Marjorie Pay Hinckley ::.
Textures with thanks to Kim Klassen
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Copyright © Kia & Zeno. All rights reserved.
No usage allowed in any form without our written explicit permission.
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I'm pretty tired of snow, but I wanted to upload at least one more snow shot before the snow is gone outside.
Verbier is a ski resort in the Swiss Alps, in the canton of Valais. It is part of the "Four Valleys" ski area, which includes the ski resorts of Verbier, Nendaz, Veysonnaz, La Tzoumaz, and Thyon. Verbier is recognized as one of the premiere "off-piste" resorts worldwide. Many top skiers have settled in the resort in order to take advantage of the steep slopes, varied conditions and vibrant nightlife. Verbier is also a popular holiday destination for celebrities, including Sarah Ferguson, Diana Ross, James Blunt and The Crown Prince Couple of Denmark: Frederik and Mary.
Verbier is located in the Val de Bagnes, in the Valais region of Switzerland. The resort lies on a south orientated terrace at around 1,500 metres facing the Grand Combin massif.
Verbier only has one access road, which starts in the town of Le Châble.
The Grand Combin is a mountain in the western Pennine Alps in Switzerland. With its 4,314 metres (14,154 ft) high summit it is one of the highest peaks in the Alps and the second most prominent of its range.
The Grand Combin is also a large glaciated massif consisting of several summits, among which three are above 4000 metres.
The Alps (French: Alpes; German: Alpen; Italian: Alpi; Romansh: Alps; Slovene: Alpe) is the name for one of the great mountain range systems of Europe, stretching from Austria and Slovenia in the east, through Italy, Switzerland, Liechtenstein and Germany to France in the west. The word "Alps" was taken via French from Latin Alpes (meaning "the Alps"), which may be influenced by the Latin words albus (white) or altus (high) or more likely a Latin rendering of a Celtic or Ligurian original.
The highest mountain in the Alps is Mont Blanc, at 4,808 metres (15,774 ft), on the Italian-French border. All the main peaks of the Alps can be found in the list of mountains of the Alps and list of Alpine peaks by prominence.
The Alps are generally divided into the Western Alps and the Eastern Alps. The division is along the line between Lake Constance and Lake Como, following the Rhine. The Western Alps are higher, but their central chain is shorter and curved; they are located in Italy, France and Switzerland. The Eastern Alps (main ridge system elongated and broad) belong to Austria, Germany, Italy, Liechtenstein, Slovenia and Switzerland.
The Alps are a classic example of what happens when a temperate area at lower altitude gives way to higher elevation terrain. Elevations around the world which have cold climates similar to those found in polar areas have been called alpine. A rise from sea level into the upper regions of the atmosphere causes the temperature to decrease. The effect of mountain chains on prevailing winds is to carry warm air belonging to the lower region into an upper zone, where it expands in volume at the cost of a proportionate loss of heat, often accompanied by the precipitation of moisture in the form of snow or rain.
Para - flawuer ...espero que te guste la composición......muchisimas gracias por ¡¡¡¡TODO ¡¡¡¡ La bombilla es una monada con la mariquita dentro ....Un besito muy grande ¡¡¡
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Muchas gracias por vuestras visitas y comentarios
Un montón de besos ¡¡
Thank you for your visits and comments
Kissess
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Mi Blog - Mi caja de sueños
Texturas SkeletallMess . Thanks ¡¡¡¡
Taken in and around Trentham Gardens at night.
Lit using two off camera flashes and gels.
If you like this shot, please favorite or leave me a comment!
Erica and her friend (sorry; I forgot her name!) were in Times Square checking out the lights ahead of a Broadway show trip. She's a Long Island native, hosting her visitor from Portland. I feel bad not recalling her friend's name, as she was massively helpful holding the giant golden reflector to the right of this shot. That bounced back light from a giant video advertising board to the left of shot, at a neat 45 degree angle up.
As well as appreciating Erica's taking part, she was hugely patient waiting for the video ads to scroll through - I was shooting without a flash, and only a couple of the ads were bright enough to light the shot. Thank you Aerie for an insanely bright peach/white advertisement that offered about two stops more light than the average, and about three more than Bank of America's grim navy blue offering.
We did a quick run of shots looking up Broadway - first going for a neutral look. When Erica and friend reviewed them on the back of the camera, though, she said how much she'd prefer to be smiling, so we fired off a few more frames. This one was the best.
Erica - thank you again for being such a great sport, and agreeing to become Stranger #13 in my ongoing 100 Strangers Project.
In terms of processing, I've included a (near) SOOC version in the comments below. There were a few distracting highlights in the bokeh which I went on to correct in Photoshop, but the main change was to the white balance to give that slightly aqueous glow.
Meg and I were having a break from our time out shooting when we noticed Laura walk by us on the busy street. With her fabulous style both Meg and I said the same thing, "She'd make a great stranger!" So I left Meg to finish her beer and went to see if I could catch Laura. Thankfully I did, and Laura was most gracious to accommodate my request. I liked the look of this disused store front, with it's reflections, and decided to try to as a backdrop. Laura was a delight to meet, wishing me all the best in my project.
Thank you Laura for being a part of my 100 Strangers Project. You can find out more about the project and see pictures taken by other photographers at the 100 Strangers Flickr Group page
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The morning 10th of Februari I woke up to see Amsterdam covered in a coat of fresh snow. The snow fell in sudden flurries and gusts and turned the world white and wonderful. With the canals in the city and occasional high winds, there can be a nip in the air, but packing gloves and a scarf should keep you warm enough. There is something very beautiful about Amsterdam in the winter. It does occasionally snow in Amsterdam in February, but that almost always means just a light dusting. I walk in my neighbourhood and made some photos of the snow. When it snows the light and atmosphere is really beautiful. The steep bridges over the canals in Amsterdam are really slippery, especially for cars. The best way to travel in the snow is by bicycle, tram, walking or better by sleds. Who knows times of Hendrick Avercamp are coming back this year. Avercamp was the first Dutch artist to specialize in paintings of winter landscapes featuring people enjoying the ice. Some 400 years on, our image of life in the harsh winters of the Golden Age is still dominated by Avercamp’s ice scenes with their splendid narrative details of couples skating, children pelting each other with snowballs and unwary individuals falling through the ice.
After the snow blizzard of last night in Amsterdam the weather cleared up dramatically and we were treated to bright blue skies and lot of sunshine. This morning I walk in my neighbourhood and made some beautiful photos of the snow. The virgin white carpet of snow is crunching under my shoes. I began to remember why I love the winters so much. Besides the inconvenience causes by the snow there is also fun for children here in the Jordaan. Snowballs, snowmen or sledding. All fun activities that children and even adults above do in this beautiful snowy world. Reliving childhood memories when snowball rolling.
10 februari werd ik wakker en zag Amsterdam bedekt met een laagje verse sneeuw. De sneeuw die vannacht viel bedekte de wereld om ons heen wit en prachtig. Ik heb mijn camera gepakt en op pad gegaan in m'n buurtje. Ik geniet van het geluid van knarsende sneeuw onder mijn schoenen en het prachtige gezicht op de Amsterdamse grachtenpanden. Het is min één graden en de grijze sneeuw wolken trekken weg. Mijn handschoenen en m'n sjaal houden mij warm genoeg. Er is iets heel moois over Amsterdam in de winter. De Jordaan is bedolven onder dik pak sneeuw zoals hierboven op de Leliegracht. Het beste advies is dan maar om lekker binnen te blijven en de kachel iets hoger te zetten. Of natuurlijk even naar buiten te gaan om wat mooie plaatjes te schieten. Naast de overlast zorgt de sneeuw ook voor veel plezier bij kinderen hier in de Amsterdamse Jordaan. Sneeuwballen gevecht, sneeuwpoppen maken of sleetje rijden. Allemaal leuke activiteiten die kinderen en zelfs volwassenen zoals hierboven doen in deze mooie besneeuwde wereld. Wie even wegdenkt kan zich vandaag in Hendrick Avercamps wereld wanen. Als eerste Amsterdamse kunstenaar uit de 17de eeuw specialiseerde hij zich in het schilderen van winterlandschappen met ijspret. Ons beeld van het leven in de strenge winters in de Gouden Eeuw wordt na 400 jaar nog altijd bepaald door Avercamps ijsgezichten met prachtige verhalende details van schaatsende paartjes, kinderen die elkaar bekogelen met sneeuwballen of een man die door het ijs zakt.
Milky Way over the light-painted Court of the Patriarchs, in Zion National Park.
My new ebook, Milky Way NightScapes, gives extensive details on my style of starry night landscape photography. Four chapters cover planning, scouting, forecasting star/landscape alignment, light painting, shooting techniques and post processing. Special Flickr Promo: Use Discount Code FLIK for $5.00 off at checkout (limited time only).
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Good dating (and social history) in the posters outside this R.I.C. Barracks at Brookeborough in Co. Fermanagh.
A Department of Agriculture poster warns about Potato Blight and that "potatoes should be dug without delay". Can't read the last 3 lines (it's like an eye test), but it starts:
"Every Day the Crop now remains
in the ground ???
? the tubers turning "black"...
A little poster seems to be offering a £1 Reward for a Bull Calf (and while we're talking about animals, there's a spaniel? relaxing on the windowsill).
A poster between two of the constables is advertising militia training. Think the poster on the right is also for militia training and it looks as if Royal Innis... is the start of Royal Inniskilling Fusiliers? May be able to date this poster by S.G. Roe who signed the proclamation. Also God Save The King plus E.R. at the top means Edward VII was in power, so this one is definitely 1901-1910.
Date: 1901-1910
NLI Ref.: L_ROY_09992
Thank (in advance) to you all, very much my friends!
(Do not use this image on any media, without my permission!)
Another shot from my visit to the top of the Calgary Tower on Friday afternoon, this one shows the view looking out over southern Calgary, with its industrial and residential zones.
I am off to work now, but I hope you all enjoy the view, and I wish you a happy Monday and upcoming week!
Cool! I just found out that this got Explored at # 253 on February 11 2013!
Thanks so much, everyone who helped it get there!