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'100,000 volts' On Black

Barolo (Cn), Piedmont

Entrevista al broker Alessio Rastani a la BBC (Vídeo)

 

Interview broker Alessio Rastani at the BBC (Video)

 

Va arribar volant i es va posar al meu costat. No hi havia res que la retingués, ni gàbia ni res, i li vaig tirar aquesta foto com a un metre de distància. El seu cuidador, el falconer, havia d'estar a uns 30 metres.

 

Llegó volando y se posó a mi lado. No había nada que la retuviera, ni jaula ni nada, y le tiré esta foto como a un metro de distancia. Su cuidador, el cetrero, debía estar a unos 30 metros.

 

She flew and landed besides me. There was nothing to keep her away, cage or anything, and I shot this photo as close a meter away. His caretaker, the falconer, was about 90 feet away.

 

Més a: camidevera.blogspot.com/

 

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Estamos saindo de férias hj, indo em direção da Normandia e Bretanha e voltamos na proxima sexta-feira, 21/04... com muitos clicks ... esperamos !!!!

 

Deixo esta foto minha e do Pierrick (lgp2), pois terça-feira, 18/04, faremos 8 anos de casados... anos de muito amor, alegria e companheirismo... amo muito meu francês e meu outro franco-brasileirinho que vcs jah conhecem muito bem !!!!

 

Bom domingo de pascoa a todos e até a volta !!!

 

Bjs,

Lau

An old industrial Voltmeter.

 

Location: C-Mine Site. (Genk)

Country: Belgium.

 

Please press "L" to see large picture.

vorsicht!

 

Völklingen Ironworks

 

whc.unesco.org/en/list/687/

 

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© VanveenJF Photography

1.4 liter, 4 cylinder,

 

Garden Village, Burnaby, British Columbia

La domenica si apre con una luce dorata che accarezza i tetti rossi e le torri merlate di Ivrea. È una delle più belle cittadine del torinese, raccolta e fiera, con quell’anima medievale che si specchia nelle acque della Dora Baltea.

Le vie acciottolate si riempiono presto di maschere. Volti dipinti, cappelli piumati, mantelli che ondeggiano al passo della folla. Le risate scoppiano improvvise, limpide, mentre le bande attraversano le piazze e il sole accende ogni dettaglio: il rame delle pentole, il bianco delle divise, l’arancione vivo delle cassette accatastate agli angoli delle strade.

Nel Borghetto, il quartiere più antico e suggestivo, il tempo sembra indugiare. Le case strette, color miele e mattone, si affacciano quasi timide sulla Dora Baltea, che scorre rapida sotto i ponti di pietra.

Nel quartiere di Castellazzo, la tradizione si fa sapore condiviso con la celebre Fagiolata. I grandi pentoloni fumano sin dall’alba; dentro, fagioli morbidi e saporiti cuociono lentamente con cotenne e salamini, in una ricetta che profuma di casa e di storia. Il vino rosso scalda le guance, la birra rinfresca tra una chiacchiera e l’altra: è una festa che si assapora, letteralmente.

E poi, improvvisa come un tuono in un cielo limpido, esplode la Battaglia delle Arance. È il cuore pulsante del Carnevale, un rito collettivo che affonda le radici nella storia e nella leggenda della ribellione popolare. Le squadre degli aranceri a piedi, riconoscibili dai colori e dagli stemmi, affrontano i carri da getto che avanzano trainati dai cavalli. Le arance volano rapide, tracciando archi luminosi nel sole pomeridiano; si infrangono contro gli scudi, rimbalzano sui selciati, tingono tutto di un arancione vivido e profumato.

Le regole sono precise e rispettate con rigore: solo chi indossa i segni distintivi può partecipare; i cavalli sono protetti, così come chi porta il berretto frigio rosso, simbolo di libertà e dichiarazione di non partecipazione. È una battaglia rituale, intensa ma leale, dove il rispetto è parte stessa del gioco.

Quando il sole comincia a scendere dietro le torri, Ivrea appare stanca e felice. Le strade sono un mosaico di bucce e colori, l’aria ancora intrisa di agrumi e mosto. Le campane risuonano lievi sopra la Dora Baltea, e la domenica di Carnevale si chiude come una promessa mantenuta: un intreccio di storia, profumi e allegria che rende questa città medievale un luogo unico, dove ogni anno la festa rinnova il senso profondo di appartenenza.

Sagra di S.Efisio

Cagliari

Genova, 40° Gay pride nazionale

27 Giugno 2009

drawing, pencil on paper' 2002

 

Non cerca sguardi, non lascia traccia,

è la maschera che la folla abbraccia.

Un ritratto sospeso, né fantasma né vita,

la risposta mancata a una domanda infinita.

Para mim, apesar de não ser Bracarense, falar desta cidade implica uma enorme responsabilidade, não só pela sua história mas também pelo apreço pessoal que tenho por esta magnifica cidade. Braga é das mais antigas cidades portuguesas e uma das cidades cristãs mais antigas do mundo; fundada no tempo dos romanos no decurso do século II a.C. Toda esta região foi por eles tomada e aqui edificaram a cidade no ano 16 a.C., com a designação de Bracara Augusta que já conta com mais de 2000 anos de História como cidade, em homenagem ao Imperador César Augusto e que a partir dai nunca mais deixou a sua importância como grande cidade cair no esquecimento, como infelizmente aconteceu com muitas outras grandes cidades da época, tornando-se mesmo na capital da região da Gallaecia. Após a conquista do império romano, Bracara Augusta tornou-se na capital política e intelectual do reino dos Suevos, que abarcava a Galiza e se prolongava até ao Rio Tejo aonde por ordem do rei Ariamiro se realizou o concílio de Braga.

 

No ano de 716, os Mouros alcançam a cidade e provocam dentro de portas uma grande destruição, dada a sua importância religiosa. Na época, foi também palco de várias guerras, roubos e destruição. Mais tarde, foi reconquistada por Afonso III, Rei das Astúrias. No século XI a cidade é reorganizada, provavelmente com a nova designação de "Braga". É iniciada a construção da muralha citadina e da Sé, por ordem do bispo D. Pedro de Braga, sobre restos de um antigo templo romano dedicado à Deusa Ísis, que teria mais tarde sido convertida numa igreja Cristã. A cidade desenvolve-se em torno da Sé, ficando restringida ao perímetro amuralhado, que embora parecesse um castelo nunca terá passado de uma fortificação para impedir que a história se voltasse a repetir por falta de meios de defesa.

 

Braga foi nessa altura oferecida como dote, por Afonso VI de Castela, à sua filha D. Teresa, no seu casamento com D. Henrique de Borgonha, Conde de Portugal. Estes últimos foram senhores da cidade entre 1096 a 1112, nesse mesmo ano doam a cidade aos Arcebispos. Com a elevação do bispado bracarense a arcebispado, a cidade readquire uma enorme importância a nível Ibérico.

 

Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), a muralha citadina é requalificada, é ainda construída a torre de menagem. Mais tarde, foram adicionadas nove torres, de planta quadrangular, à muralha existente, concluindo-se também o Castelo de Braga em torno da torre de menagem existente. Infelizmente muita dessa sua beleza hoje não passa de uma ilusão, pois quase nada resta de todo esse património que possa testemunhar a grandeza que outrora terá glorificado toda esta região. No século XVI, o Arcebispo de Braga D. Diogo de Sousa modifica a cidade profundamente, introduzindo-lhe ruas, praças e novos edifícios provocando assim o crescimento para além do perímetro amuralhado. Do século XVI ao século XVIII, por intermédio de vários arcebispos, os edifícios de traça medieval vão sendo apagados e substituídos por edifícios de Arquitetura religiosa da época. No século XVIII, Braga por imposição da inspiração artística de André Soares (Arquiteto 1720-69) transforma-se no Ex-Libris do Barroco em Portugal. Mais uma vez, por intermédio de vários arcebispos, os edifícios religiosos são novamente alterados com a introdução do Barroco e o Neoclássico. Nos cem anos que se seguem, irrompem conflitos devido às invasões francesas e lutas liberais. A cidade é palco de violentas batalhas e vítima de vários saques realizados pelas tropas napoleónicas. Em 1834, com o fim das lutas liberais, são expulsas várias ordens religiosas da cidade, deixando ai o seu espólio que em muito contribuiu para a riqueza e grandeza de Braga. Em consequência da Revolta da Maria da Fonte na Póvoa de Lanhoso, área sob jurisdição do quartel militar de Braga, a cidade é palco de importantes confrontos entre o povo e as autoridades.

 

No final do século XIX, o centro da cidade deixa a área da Sé de Braga e passa para a Avenida Central. Em 1875, é inaugurada pelo Rei D. Luís a linha e estação dos caminhos-de-ferro de Braga. No século XX, dá-se a revolução dos transportes e das infraestruturas básicas, reformula-se a Avenida da Liberdade, de onde se destaca o Teatro Circo e os edifícios do lado nascente. O general Gomes da Costa inicia nesta cidade a Revolução de 28 de Maio de 1926. Por fim, no final deste século, Braga sofre um grande desenvolvimento e converte-se na terceira cidade do País, estatuto que mantém nos nossos dias. E também conhecida de muitos por Capital do Minho.

 

Um dos edifícios mais antigos ainda em funcionamento está voltado para o Jardim de Santa Bárbara, sendo conhecido como Paço Medieval de Braga (na foto acima). Foi erguido nos finais da Idade Média por iniciativa dos arcebispos D. Gonçalo Pereira e D. Fernando da Guerra, nos séculos XIV e XV. Constitui-se numa edificação sóbria com a aparência de uma fortificação ou castelo, de características e épocas distintas, sendo que a ala nascente voltada para o Jardim de Sta. Bárbara em estilo Gótico se destaca pela solidez do aparelho regular de blocos graníticos, vãos de janelas em arco ogival e encimado por ameias. Atualmente encontra-se ocupado pelo Arquivo Distrital de Braga. O Paço arquiepiscopal de Braga é um dos monumentos mais emblemáticos da cidade e, simultaneamente, um dos que mais intimamente está ligado à história da urbe, desde os tempos medievais até à atualidade. Desconhecemos quase tudo em relação às suas origens, com certeza contemporâneas da criação da diocese e, posteriormente, do arcebispado, mas a partir do século XIV, e durante os seis séculos seguintes, a história do monumento é de tal forma rica que dificulta mesmo qualquer estudo monográfico do conjunto. São quatro as grandes fases de construção do monumento, ainda hoje bem visíveis. A principal, e a que possui maior impacto, é a gótica. O seu início deve remontar à década de 30 do século XIV, altura em que o arcebispado era regido por D. Gonçalo Pereira, mas a sua configuração geral pertence já ao século XV, na sequência da campanha construtiva empreendida por D. Fernando da Guerra, arcebispo entre 1422 e 1436. Sob o comando de Mestre Fernão Martins, as obras duraram cerca de duas décadas, estando a torre principal concluída em 1439. Este corpo gótico foi bastante adulterado no século XX, mas mantém algumas das características essenciais. A segunda grande campanha construtiva deste espaço ocorreu no século XVI. Por iniciativa de D. Diogo de Sousa, um dos arcebispos incontornáveis da história bracarense, as obras privilegiaram as fachadas que confrontavam com a Rua do Souto, aquela que mais diretamente dava para o centro histórico. Dois equipamentos marcam claramente esta campanha e revelam bem o conteúdo erudito, cenográfico e de prestígio pretendido: diante da fachada principal, a Fonte dos Castelos (assim denominada por apresentar uma decoração essencialmente com castelos) impressiona pela sua dimensão; a Leste, uma grande galeria, de feição maneirista, de dois registos sendo o térreo parcialmente aberto em arcadas que reforça a planta quadrangular da praça.

 

Lendas e crenças

 

Decorria o ano de 555 e era Teodomiro Rei dos suevos, tendo a sua corte em Braga. Adoecendo gravemente o seu filho primogénito, prometeu a S. Martinho Turonense abjurar ao arianismo, se este sarasse de tao grave maleita, Teodomiro enviou de imediato alguns ministros visitar o santo sepulcro, levando várias ofertas; mas ao voltaram a moléstia do Príncipe continuava. Então o rei deliberou dedicar-lhe um templo, e tornou a mandar os ministros, ainda com maiores ofertas, á sepultura do santo, para estes obterem alguma relíquia do mesmo. Os ministros cumpriram as ordens do rei, e de lá trouxeram, como relíquia, uma parte da sua capa. Quando chegaram a Braga, saiu o rei a recebe-los com o seu filho, já completamente restabelecido acompanhado dos grandes da sua corte e uma grande multidão de povo em respeito e veneração á santa relíquia. O santo premiou logo a fé religiosa d’estes povos, que padecendo até então da moléstia da lepra e outras maleitas, desde logo se acharam livres daquele contágio, que era geral no país. Consta que no mesmo navio, que trouxe a santa relíquia da cidade de Tours (França) vinha um santo varão, de origem húngara, chamado Martinho, que regressava dos lugares santos da Palestina, onde tinha adquirido vastos conhecimentos nas ciências orientais. Outros dizem que Martinho embarcara numa galé num porto da Grécia, e se fizera a vela ao mesmo tempo que da França saíra o navio com a relíquia, chegando a Braga ao mesmo tempo que os mensageiros do Rei. Teodomiro, tendo notícia da sua virtude e letras, logo se valeu dele para a conversão dos seus povos ao catolicismo. Tinha Teodomiro já edificado nos arrabaldes de Braga, num sítio chamado Dume, um templo de invocação a S. Martinho, que entregou ao virtuoso húngaro, que logo nele introduziu a vida monacal, e pouco depois foi elevado á dignidade episcopal. A conversão do rei ao grémio da Igreja arrastou consigo em muito pouco tempo toda a corte e por arrasto, todos os povos que com a maior facilidade abjuraram ao arianismo, tornando-se a partir de então toda a cidade de Braga numa cidade Cristã.

 

S. Pedro de Rates - Entre a Lenda e a Tradição

 

Conta a tradição que S. Pedro de Rates foi convertido ao Cristianismo pelo Apóstolo S. Tiago, aquando da sua peregrinação pela Hispânica, no século I. Durante essa viagem, cumprindo a missão de difundir a mensagem de Cristo, morto e ressuscitado havia pouco tempo, foi deixando sementes que germinaram e fortaleceram as raízes da Igreja Católica, num império hostil à nova Fé. Pedro seria um dos 7 varões ordenados pelo Apóstolo, em Santiago de Compostela, e nomeado bispo de Braga. Na lenda, o episódio que fez dele um mártir teve origem num milagre: solicitado para curar de uma doença fatal a filha de um poderoso pagão, S. Pedro de Rates conseguiu-lhe tal dádiva. Reconhecida, converteu-se ao Cristianismo, o que causou a ira do ingrato pai e consequente desejo de vingança. Avisado, o Santo refugiou-se em Rates, mas foi aí encontrado e assassinado, ficando sepultado sob as ruínas da pequena capela onde tudo aconteceu, pois, à semelhança da vida do religioso, também esta foi destruída. Tempos mais tarde, do alto do monte onde se refugiara, o eremita S. Félix vislumbrava uma luz na escuridão. Guiado pela curiosidade e pela convicção de um chamamento piedoso dirigiu-se ao local, procedeu à remoção das pedras e encontrou a causa de tal clarão: o corpo de S. Pedro de Rates. A transladação do corpo intacto para a Sé de Braga faz, também, parte da lenda. Os fatos reportam-se somente à transferência, no século XVI, pelo arcebispo Frei Baltazar Limpo, de relíquias do Santo (pequenos ossos que análises realizadas posteriormente apontam ter pertencido a uma criança com cerca de 12 anos). O corpo, se alguma vez existiu, teria desaparecido há já muito tempo… Invocado para muitas graças, S. Pedro de Rates está, no entanto, associado à esterilidade. De uma antiga fonte com o seu nome diz-se que se poderia obter a cura da enfermidade, cumprindo o seguinte ritual: a mulher deveria sentar-se sobre uma pedra furada que aí existia. Talvez por ser mercê tão divina, tem o Santo fama de vingativo para com quem não cumpre o prometido. É, provavelmente por receio desse mau humor, que muitas mulheres grávidas guardam o dia do Santo – 26 de Abril – e até para os animais fêmeas no mesmo estado, não é aconselhável a sua utilização nos trabalhos domésticos e de campo...Vamos lá nós perceber tais atitudes que além demais não passam de Lendas...

 

Embora hoje se saiba a verdade com muito rigor histórico, essa mesma verdade muito certamente só será usada pelos eruditos e historiadores, muito do povo continua a não querer saber de tais estudos pois iriam com certeza afundar a magia de que todas estas lendas e crenças se alimentam e tanto delas necessitam para sobreviver ao longo dos tempos imemoriais e dos séculos passados e vindouros… Eu, muito sinceramente também me inclino para fazer parte desse povo… Felizes os inocentes…

 

Quanto mais procuro a sabedoria mais me arrependo de o ter feito… Anselmo Sousa

  

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...Voleva ancora parlarmi di Dio, ma mi sono avvicinato a lui e ho cercato di spiegargli un'ultima volta che mi restava soltanto poco tempo. Non volevo sprecarlo con Dio. Ha cercato di cambiar discorso chiedendomi perchè lo chiamavo "signore" e non "padre". Questo mi ha dato ai nervi e gli ho risposto che non era mio padre: anche lui era come gli altri..

"No, figlio mio," mi ha detto mettendomi la mano sulla spalla. "Io sono con te. Ma tu non puoi saperlo perchè hai il cuore cieco. Io pregherò per te."

Allora, non so per quale ragione, c'è qualcosa che si è spezzato in me. Mi sono messo a urlare con tutta la mia forza e l'ho insultato e gli ho detto di non pregare e che è meglio ardere che scomparire. L'avevo preso per la sottana. Riversavo su di lui tutto il fondo del mio cuore con dei sussulti misti di collera e di gioia. Aveva l'aria così sicura, vero? Eppure nessuna delle sue certezze valeva un capello di donna. Non era nemmeno sicuro di essere in vita dato che viveva come un morto. Io, pareva che avessi le mani vuote. Ma ero sicuro di me, sicuro di tutto, più sicuro di lui, sicuro della mia vita e di questa morte che stava per venire. Sì, non avevo che questo. Ma perlomeno avevo in mano questa verità così come essa aveva in mano me....

 

(Albert Camus, da "lo straniero")

 

Foto scattata con una Minolta X700.

Buitre leonado...

Gyps fulvus

 

Fotografia feta des de la finestra de casa

Fotografía hecha desde la ventana de mi casa

 

www.faunaiberica.org/buitre-leonado

...para revisitar Paris :) uma cidade linda,que adoro e á qual não me canso de voltar.Mas 4ª feira estarei de volta ;))

Vai ser o início de uma série de dias,que se esperam e acima de tudo se desejam felizes,plenos de reencontros,amigos,alegrias,emoções e surpresas...porque (felizmente) são sempre assim os dias que circundam o meu aniversário... :)****

até ao meu regresso,beijos****

   

I'm almost on my way to Paris,a gift that I'll give to myself,only a few days before my birthday :)***

Buitre leonado

Griffon Vulture

Gyps Fulvus

 

Buitre Leonado ( Voltor)

Egitto nei pressi di Luxor - Gen 2020

Peppe Cuga suonatore di launeddas di Ovodda (NU)

Il peso delle parole, quelle dette e non dette.

Entrano dentro e rimangono. A volte fanno danni invisibili. Altre volte invece ti rendono felice e riescono a cambiare le tue giornate.

Le parole contano, si ricordano....

La Grazia - che Io - non potei ottenere -

Concedi al Mio fiore -

Non altro che il rifrangersi di un Volto -

Perché Io - vivo in Lui -

 

Emily Dickinson

és una imatge que trobe inquietant. Com si un perill vinguera del cel.

XII Festival Internazionale del Folklore 2015 Iran "Sadolah Nasiri Musci Teacher" (Sinnai/Sardegna)

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