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Crayons aquarellables (et aquarellés) sur papier récup.
(mais maintenant je dis "cheese" tout au long de la pose)
The Division : récupérez le jeu gratuitement pour l'achat d'une carte graphique NVIDIA C'est par le biais d'un communiqué officiel que NVIDIA fait savoir que pour l'achat de l'une de ses cartes graphiques, il est possible de récupérer gratuitement The Division.... via on.fb.me/1osNI0h
786 bottles of water
786 bouteilles d’eau ont été utilisées pour créer la Récup’touque. Elle a aussi nécessité 8 planches d’un lit, 4 piliers d’antenne, 8 m de rouleaux de scotch, deux cerveaux (celui des femmes embarquées dixit l’équipe) et 16 bras pour ramer.
Elle décroche finalement la 3e place.
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Nouméa
Nouvelle-Calédonie
Russian Robot lamp composed by siphon of washbasin, a gourd with two flexible hoses lamps and thread stalks.
Mercier is a robot built from an old electric cupboard. His nice face consists of 2 meat-choppers with a cheese-spatula. 2 italians coffeepots for feet and 2 handles for arms.
Ceux qui ont déjà vu des écharpes au crochet dessinées par Sophie Digard, ou qui ont eu dans les mains le numéro 89 de Marie-Claire Idées reconnaîtront l'influence qui se cache à peine derrière ce nouveau projet.
Bloggué ici : Le fil à malice
O TEATRO VIRIATO DESDE A INAUGURAÇÃO EM 1883
Memória histórica detalhada
Inaugurado nos finais do século XIX com o nome de Theatro Boa União, encerra as portas, como Teatro Viriato, no ano de 1960. Depois de sucessivas tentativas de recuperação, o Teatro Viriato reabre ao público após 38 anos de inatividade.
Partindo de um projeto da Companhia Paulo Ribeiro, assumido e apoiado pela Câmara Municipal de Viseu e pelo Ministério da Cultura, a reanimação desta sala de espetáculos pretende oferecer ao público o acesso regular às artes do espetáculo, de reconhecido valor profissional, técnico e artístico, integrando Viseu nas rotas nacionais e internacionais de circulação de espetáculos diversificados.
O objetivo é devolver o Teatro à Cidade, permitindo à comunidade viseense descobrir novas linguagens artísticas num espaço acolhedor e moderno que não deixe de integrar elementos alusivos à sua memória.
Com a recuperação do Teatro Viriato, recupera-se a memória dos tempos áureos em que a Cidade de Viseu possuía cinco casas de espetáculos e cinema (Teatro da Rua Escura, Teatro Viriato, Teatro Paraíso, Avenida Teatro, Cine-Rossio).
1879 – INÍCIO DA CONSTRUÇÃO DO THEATRO BOA UNIÃO | 4 ANOS DE SACRIFÍCIOS E CANSEIRAS
Segundo alguns documentos, nesta altura existia em Viseu o Teatro da Rua Escura, com camarotes, varandas e plateia, mas em ponto pequeno, e que já dificilmente respondia às constantes solicitações do público viseense. A Sociedade Filarmónica Viseense Boa União, mais conhecida por Banda dos Melhundros, resolveu comprar um terreno por um conto e duzentos mil reis. O restante processo desenvolveu-se desde 1879, a muito custo e recorrendo ao apoio de alguns proprietários locais. Rapidamente os trabalhos tiveram de ser suspensos por falta de dinheiro. Então decidiram emitir ações no valor de 10 mil reis para estabelecerem um fundo que desse continuidade à obra. Mas revelava-se complicado superar as dificuldades financeiras, apesar de recorrerem também a empréstimos bancários. Com dificuldades, mas sem desistir conseguiram concluir a obra.
Aqui ficam os nomes destes incansáveis beneméritos: Manuel de Figueiredo, José Monteiro Nelas, Francisco Gonçalves da Silva Sampaio, António Rodrigues Correia, António de Albuquerque, José Carlos, José Marques, Francisco de Albuquerque, Manuel Joaquim, Diogo Lopes da Cunha, Mateus José de Sousa, Augusto de Vasconcelos, Joaquim Franco, Joaquim Lopes, Valentim Nunes, Francisco de Figueiredo Lacerda, António Bento, Francisco Duarte, António dos Santos, Manuel Campos.
DO THEATRO BOA UNIÃO (1883) AO TEATRO VIRIATO (1960)
13 de junho de 1883 - Dia de Santo António, é inaugurado o Theatro Boa União. A primeira casa de espetáculos de Viseu “erguida” por vinte elementos da Sociedade Filarmónica Viseense com o mesmo nome que deram ao espaço cultural.
O programa inaugural é inserido nas Festas da Cidade como ponto alto de toda a programação. Os espetáculos de estreia, da responsabilidade da Companhia de Teatro António Pedro, iniciam-se com a peça O Paralytico e, nos dias seguintes, sobem à cena O Negreiro, a comédia Roupa Branca, O Bebé, Amor e Dinheiro, O Saltimbanco, O Agiota, Em Maus Lençóis, terminando a maratona teatral de inauguração sete dias depois com O Sargento Mor de Vilar.
Após as estreias sucessivas da Companhia de Teatro da cidade do Porto, é a vez da Companhia Italiana de Ópera Lírica, de Juan Molina, com a ópera A Favorita, de Donizetti. Seguiram-se Lúcia de Lamermoor do mesmo compositor, O Trovador, Rigoletto, Hernani e A Traviata de Verdi, O Barbeiro de Sevilha de Rossini, Sonâmbula de Bellini e, por fim, Fausto de Gounod.
Em seguida, de 19 a 26 de julho de 1883, apresentou-se a Companhia do Teatro da Trindade com a comédia O Capitão Carioca e O Gaiato de Lisboa.
Verificou-se um interregno de alguns meses, provocado pelo abrandamento da regularidade de afluência do público aos espetáculos, que permaneciam na cidade durante vários dias, reabrindo o Teatro novamente no dia 1 de dezembro.
20 de dezembro 1883 - Estreia o funcionamento do sistema de entradas por assinatura, válidas para três récitas da Companhia do Teatro Ginásio.
6 de abril de 1884 (Páscoa) - Regressa Juan Molina, mas desta vez com a Companhia de Zarzuela, constituída por 14 artistas, além dos elementos da orquestra. Apresentaram 14 espetáculos diferentes. Praticaram-se bastante as entradas por assinaturas.
Junho de 1884 - Passado um ano da inauguração do Teatro Viriato, a Companhia do Príncipe Real do Porto apresenta algumas operetas durante as Festas de S. António (A Princesa das Canárias, Gillete de Narbone, Mdme Angot e Magdjyares, representações de quarta a domingo).
fevereiro de 1897 - Chega o animatógrafo que trouxe enchentes ao Teatro pelo gosto e admiração pelo invento. Mostraram-se filmes como Guerra Europeia, Quo Vadis, entre muitas outras fitas de amor ou comédia.
1898 - O Theatro Boa União passa a designar-se Teatro Viriato.
1904 - Por iniciativa de Bento Cardoso de Melo Girão são pintadas no teto do Teatro, pelo artista viseense Felisberto Nelas, as figuras de Gil Vicente, de Almeida Garrett, de Viriato e uma alegoria à Poesia Lírica. (A tela que diz respeito a Viriato foi recuperada e encontra-se atualmente no Canto do Teatro, o espaço de memórias do Teatro Viriato).
1912/13 - Nos programas do Teatro Viriato, saem de cena as grandes companhias nacionais e estrangeiras para dar lugar ao ecrã do animatógrafo. O cinema ocupa a maior parte dos programas do Teatro Viriato com grande projeção entre os viseenses:
Ao Teatro Viriato
Meninos, nunca em Viseu,
- E não o digo só eu,
Di-lo também a cidade
Houve fitas tão formosas
Tão belas, tão grandiosas,
De tão grande novidade!
E quem lá fôr uma vez,
Volta duas, volta trez,
Volta sempre e sempre a fio.
Do Luciano e Jesus:
Não fica um lugar vazio!
In Voz da Oficina, 26 de abril de 1912
A sala de espetáculos do Teatro Viriato torna-se a “sala de visitas” de Viseu no que diz respeito ao acolhimento de figuras públicas:
AMANHÃ – Sábado, 19 de abril de 1913
Duas deslumbrantes sessões PERMANENTES, com princípio às 7 e meia horas, onde entre um escolhido programa se destaca a excelente fita Entre o Dever Maternal e o Amor. Contando-se com a assistência do Sr. Ministro do Fomento.
In Voz da Oficina, 18 de abril de 1913
1914 - o Teatro Viriato passa a ser explorado por duas empresas. Uma promove os espetáculos de Cinema, a outra os teatrais. As restantes atividades cénicas, como o Circo, iam perdendo lugar.
17 de setembro 1921 - Inauguração do Avenida Teatro, na mesma rua que o Teatro Viriato e que, pela novidade, era um forte concorrente. Entre Giestas, da Companhia Amélia Rey-Colaço e Robles Monteiro foi o espetáculo inaugural. Era considerado um dos melhores teatros da época, com uma lotação de dois mil lugares e jardins anexos. Os espetáculos integrados nas Festas da Cidade de 1926 já se realizavam em exclusivo no Avenida Teatro. Apesar da programação de espetáculos de teatro, música e bailado, o cinema é que preenche grande parte dos seus cartazes.
1952 - O Cine-Rossio inicia a sua atividade, encerrando em 1985.
1960 - A abertura do Avenida Teatro, em 1912, com uma capacidade muito superior ao Teatro Viriato, e a concorrência forte do Cinema, leva ao cair do pano e o apagar das luzes. Setenta anos após a inauguração, o Teatro Viriato encerra as portas com a exibição do Coro Harmonia, grupo vocal feminino. No ano seguinte, em 1961, é o Avenida Teatro que, ironicamente, fecha as portas para sempre. Dez anos mais tarde (1971) é demolido.
A AÇÃO DA ÁREA URBANA (1985-1986)
“ (...) Velhos viseenses de gema falam-nos hoje [1985] da atividade cultural urbana como de uma memória longínqua em que se nos mistura, o ator Taborda nos serões da Rua escura; com a última Revista à portuguesa no extinto Avenida; ou a atuação da grande violoncelista Guilhermina Suggia no mesmo Teatro; com Eunice Muñoz ou Maria Barroso no Clube de Viseu; os cenários de Almada Negreiros (O Mar, de Torga) comprimidos, acanhado no Auditório da Casa Museu de Almeida Moreira.
Quantos anos cobrem estas memórias? Quem sabe hoje ao certo, se o Teatro Viriato era, de facto um Teatro ou se dedicava quase exclusivamente à divulgação cinematográfica?
Realmente a rarefação e o desaparecimento dos vários Teatros, o “monopólio”, de tantos anos, de um cinema de baixa extração, a redução da galeria do Turismo a uma montra de artesanato urbano (às vezes chamado arte), tudo isto contribui para o progressivo abandono da cidade à inatividade cultural. (...)”
Ricardo Pais, in Espaços Culturais na Cidade de Viseu, Cadernos Área Urbana, nº 2, julho, 1985
1985 - O Teatro Viriato, vinte e cinco anos após o seu encerramento, abre de novo as portas, numa tentativa de mostrar o que ainda resta da sala de espetáculos.
Numa produção da Área Urbana – Núcleo de Ação Cultural, com o patrocínio da Fundação Calouste Gulbenkian, o apoio da Câmara Municipal de Viseu e do Governo Civil do Distrito de Viseu, sobe ao palco a peça Teatro de Enormidades Apenas Críveis à Luz Elétrica, com textos de Aqulino Ribeiro, encenada e interpretada por Ricardo Pais, Olga Roriz, Luís Madureira, António Emiliano, com cenário de António Lagarto e luz de Orlando Worm, inserida nas comemorações do Centenário de Aquilino Ribeiro (setembro). O Teatro Viriato revive, momentaneamente, a glória dos seus tempos áureos graças ao encenador Ricardo Pais. Está dado o primeiro passo das sucessivas propostas da Área Urbana – núcleo de ação cultural para a reabilitação da única sala de Teatro em Viseu.
25 de novembro de 1985 - Inicia-se o levantamento do Teatro Viriato por um grupo de finalistas da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP), tendo em vista o Seminário dedicado à elaboração de 9 Propostas de Recuperação e Reutilização.
17 de março de 1986 - O Teatro Viriato serve de palco a uma reunião de trabalho com os alunos finalistas e professores da FAUP, tendo como objetivo o estudo in loco dos projetos, já em fase adiantada.
No dia 11 de julho, é inaugurada a exposição Teatro Viriato – 9 Propostas, na Casa Museu de Almeida Moreira, e lançado o Caderno AU n.º3 como catálogo da exposição.
28 de agosto - A mesma exposição é inaugurada pelo Primeiro-ministro Cavaco Silva na Feira de S. Mateus, que refere o seguinte: “Espero que quando voltar a Viseu, o Teatro Viriato esteja reconstruído”. O projeto selecionado pela Autarquia é assinado por Sérgio Ramalho, tendo a Câmara Municipal de Viseu encomendado à Faculdade de Arquitetura do Porto, onde se constituiu um Gabinete Viriato, sob a orientação do Arquiteto Professor Sérgio Fernandez, integrando três arquitetos e assessorias várias (Engenheiros, o Encenador Ricardo Pais, Luminotécnico, etc.).
O RENASCER DAS CINZAS (1986/1996)
Neste período, é de salientar, apesar de recorrentes dificuldades de gestão da obra, o intenso e contínuo esforço financeiro da Câmara Municipal de Viseu, que permitiu, em parceria com outras instituições financiadoras, a completa recuperação do Teatro Viriato.
Setembro de 1986 - A Câmara Municipal de Viseu aprova, por unanimidade, a aquisição do prédio onde funcionou o Teatro Viriato, uma proposta que merece a aprovação em Assembleia Municipal.
27 de outubro - É efetuado o pagamento do trespasse do Teatro Viriato aos inquilinos, no valor de 13 mil contos (±65 mil euros), subsidiado pela Secretaria de Estado da Cultura, que garante ainda uma comparticipação de 15 mil contos (±75 mil euros) para a compra do edifício.
24 de outubro de 1988 - Abertura do concurso limitado para a empreitada da 1.ª fase – Toscos.
13 de fevereiro de 1989 - Adjudicação da empreitada à empresa Construções Moderna, por 50.416 contos (±251 mil euros).
29 de janeiro de 1990 - Suspensão dos trabalhos da empreitada 1.ª fase – Toscos, por dificuldades técnicas apontadas pela empresa Construções Moderna.
1 de março de 1993 - Adjudicação da 2.ª fase da empreitada de Acabamentos à empresa Tevisil, pelo valor de 157.940 contos (±788 mil euros).
22 de agosto de 1993 - Ratificação do contrato de trespasse da 2.ª fase da empreitada, entre a Tevisil e a Construtora Abrantina.
24 de novembro de 1997 - Receção provisória da obra pela Câmara Municipal de Viseu.
1996 - A Companhia Paulo Ribeiro apresenta o projeto de Programação e Administração do Teatro Viriato.
DA RECONSTRUÇÃO À ANIMAÇÃO (DESDE 1998)
8 de maio de 1998 – A Companhia Paulo Ribeiro, em representação de uma associação cultural para esse fim constituída – Centro de Artes do Espetáculo de Viseu, Associação Cultural e Pedagógica –, a Câmara Municipal de Viseu e o Ministério da Cultura assinam o protocolo para a criação do Centro Regional de Artes do Espetáculo das Beiras (CRAEB) a funcionar no Teatro Viriato, o segundo a nível nacional (o primeiro foi o CENDREV, Centro Dramático de Évora).
O Ministério da Cultura, através do Instituto Português das Artes do Espetáculo (IPAE), decide apoiar a instalação do CRAEB com um total de 70 mil contos (±350 mil euros), enquanto que a Câmara Municipal de Viseu atribuiu 30 mil contos (±150 mil euros), para além da cedência das instalações do Teatro Viriato.
Em 1999 o Ministério da Cultura contribuirá com uma verba anual de 72 mil contos (±360 mil euros - 60% do investimento total), cabendo à Câmara Municipal de Viseu o financiamento dos restantes 40%, equivalentes a 48 mil contos (±240 mil euros).
Na noite de 8 de maio de 1998 decorre a inauguração oficial do Teatro Viriato, pelo Ministro da Cultura, Prof Manuel Maria Carrilho e pelo Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Dr. Fernando de Carvalho Ruas, com um concerto da Filarmonia das Beiras. Do programa fazem parte o Barbeiro de Sevilha, de Rossini, Amor Brujo, de Manuel de Falla e a Sinfonia em Lá Menor, Opus 92, de Beethoven.
ABERTURA AO PÚBLICO DO CENTRO REGIONAL DAS ARTES DO ESPETÁCULO DAS BEIRAS – 29 DE JANEIRO DE 1999
No dia 29 de janeiro de 1999 foi inaugurada a 1ª temporada da nova vida do Teatro Viriato, com a apresentação do espetáculo “Raízes Rurais, Paixões Urbanas” de Ricardo Pais, especialmente remontado para esta ocasião.
A abertura do Teatro Viriato, Centro Regional das Artes do Espetáculo das Beiras, é um momento que, gostosamente, queremos assinalar. Cumpre-se, deste modo, uma boa parte do desafio que nos propusemos ao longo dos últimos anos: devolver o Teatro Viriato aos Viseenses.
Queremos que este novo espaço cultural, em resultado de uma feliz parceria que se vem revelando eficaz e acalentamos com redobrada expectativa, se afirme, sempre, como um lugar onde todos possam fruir em permanência a arte e o espetáculo.
Este momento é, também, afirmativo do grande empenhamento do Município na área da cultura, ao proporcionar as condições que permitirão, estamos certos, continuar a colocar Viseu na rota dos grandes acontecimentos culturais e, naturalmente, no Novo Milénio.
Fernando de Carvalho Ruas
Presidente da Câmara Municipal de Viseu
Este dia 29 de janeiro de 1999 será uma data memorável. Finalmente, após um longo período de preparação, o Teatro Viriato renasce e dá origem a um projeto de grande visibilidade que contribuirá sem dúvida para a descentralização e democratização do acesso à cultura. Este espaço conseguiu cativar a vontade política e reunir consensos para dar origem a um projeto que se quer em constante evolução, norteado por uma perspetiva de futuro e não por pequenas pontualidades do presente. Muito já foi dito sobre a vocação deste espaço e a pertinência da sua existência. Resta-me pois saudar os responsáveis que tornaram possível esta ideia, nomeadamente Sua Excelência o Senhor Ministro da Cultura, Professor Manuel Maria Carrilho, o Exmo. Senhor presidente da Câmara Municipal de Viseu, Dr. Fernando de Carvalho Ruas, e ainda todos aqueles que na sombra e discretamente participaram no renascimento deste espaço. Aproveito ainda o belíssimo espetáculo do Ricardo Pais para fazer um brinde de longa vida ao Teatro Viriato.
Paulo Ribeiro
Diretor do Teatro Viriato
Iniciou-se assim o primeiro período de três anos previsto no protocolo com o MC e CMV, que veio a ser sujeito a uma adenda em janeiro de 2000 para formalizar uma atualização extraordinária do financiamento por parte daquelas entidades (84 mil contos / ±419 mil euros do MC e 56 mil contos / ±240 mil euros da CMV).
Em 2001 o financiamento teve nova atualização: 90 mil contos / ±449 mil euros do MC e 60 mil contos / ±300 mil euros da CMV.
Nos anos de 2002, 2003 e 2004 o protocolo foi sucessivamente renovado, por adendas anuais, mantendo-se o financiamento acordado em 2001.
Em 2004, o CAEV candidatou-se ao Programa Plurianual (2005/2008) de Apoio Sustentado às Artes do Espetáculo de Caráter Profissional, tendo obtido a classificação de “Muito Bom”, com a pontuação máxima, tanto dentro da área disciplinar a que concorreu, como em termos absolutos na Região Centro.
Em 2008, o CAEV / Teatro Viriato candidatou-se de novo no Concurso dos Apoios Diretos às Artes / Quadrienais 2009-2012 / Cruzamentos Disciplinares, tendo ficado classificado em segundo lugar a nível nacional.
O Teatro Viriato acolhe desde o primeiro momento, em residência permanente, a Companhia Paulo Ribeiro (CPR), com quem mantém uma Parceria Estratégica. A CPR, para além da sua atividade de criação e itinerância de espetáculos, tem também realizado um importante trabalho pedagógico na área da Dança neste espaço e, desde janeiro de 2004, também no Lugar Presente (instalações contíguas ao Teatro Viriato, em edifício recuperado e cedido pela CMV e Santa Casa da Misericórdia de Viseu).
Em 1999 o CAEV foi contemplado com o Prémio Almada (dança), instituído pelo IPAE, “pelo critério de programação capaz de congregar a comunidade a que se destina, alimentando-a do ponto de vista da produção e circulação de obras, bem como do ponto de vista do desenvolvimento da sua vertente pedagógica.”
Em setembro de 2003 Paulo Ribeiro, mentor e Diretor Geral e de Programação do Teatro Viriato, assume a direção artística do Ballet Gulbenkian, sendo substituído na direção do Teatro por Miguel Honrado.
Miguel Honrado dirigiu artisticamente o Teatro Viriato de setembro de 2003 a agosto de 2006.
Em setembro de 2006, Paulo Ribeiro regressa à Direção Geral e Programação do Teatro Viriato.
Em 2010 o CAEV foi reconhecido como Instituição de Utilidade Pública (Despacho nº 4213/2010, de 26 de fevereiro, publicado no Diário da República, 2ª série, nº 48, de 10 de março de 2010, por ocasião do Dia Mundial do Teatro)
BIBLIOGRAFIA
CABRAL, Ana Rocha, Uma iniciativa possível: 100 anos na cidade de Viseu, Uma exposição Iconográfica, Cadernos Área Urbana, nº 4, junho 87;
COSTA, Alexandre Alves, O Teatro Viriato não é o Scala de Milão, Cadernos Área Urbana – Os Espaços Culturais, julho 1985;
MADEIRA, José Alves, O Teatro Viriato, Revista Viseu Municipalis, nº 1,Jan – Mar 89 e nºs 2 e 3 Abr-Out 89;
MARGARIDA, Catarina, O Teatro Viriato, Centenário da inauguração, Viseu Ilustrado, nº 3, 1883;
PAIS, Ricardo, Espaços Culturais na Cidade de Viseu, Cadernos Área Urbana – Os Espaços Culturais, julho 1985;
PAIS, Ricardo, comunicação apresentada no colóquio Viseu, Cidade Cultural, organizado pelo Cine Clube de Viseu, fevereiro, 1991;
PIMENTEL, Carlos e Perdigão, José, Quatro exemplos (óbvios)... Cadernos Área Urbana – Os Espaços Culturais, julho 1985;
RAMALHO, Sérgio, Recuperação e Reutilização do Teatro Viriato, Universidade do Porto, Faculdade de Arquitetura, fevereiro 87;
Teatro Viriato – 9 propostas, Cadernos Área Urbana, julho 86;
Aquisição do Teatro Viriato, Dois Anos de Realizações da CMV, 1986/7. www.teatroviriato.com/pt/menu/teatro-viriato/historia/
'' É verdade... Eu me pergunto quanta gente eu haverei de machucar... A justiça não é uma desculpa... A verdade é que eu feri muita gente... Incluindo alguns dos meus amigos... Seiya... Saori... Tirem minha dúvida... O resultado de uma batalha sangrenta... É outra batalha?!... A paz nunca chegará, mesmo que a gente se esforce?... Digam-me... Seiya... Saori... Shiryu... Hyoga... Por quê?!... Porque ninguém me responde?!... Porque lutam?! ''.
— Shun de Andrômeda
Shun de Andrômeda é um Cavaleiro de Bronze do século XX, incumbido com a missão de proteger a deusa Atena do mal.
Características
Aparência
Shun é um jovem de aparência frágil, além de estar com o grupo de Seiya é o mais jovem do grupo. Desde a sua apresentação foi expressado como um jovem muito atraente, as meninas que estavam no coliseu durante o Torneio Galáctico chamava em voz alta por ele. Na série nunca foi mencionado nada de sua aparência, exceto o comentário de Algol de Perseu quando o confrontou dizendo Garotinho bonito, claramente seus traços são inspirados por sua constelação guardiã, Andrômeda, uma constelação feminina.
Personalidade
Shun possui uma personalidade pacífica e odeia lutar, está sempre preferindo não lutar e evitar machucar seus inimigos, ele prefere apenas se defender, se possível. É o mais nobre dentre os cinco Cavaleiros de Bronze, possui um grande e puro coração. Shun está sempre disposto a se sacrificar por seus amigos, assim como sua constelação protetora, Andrômeda.
Histórico
Infância e treinamento
Shun e seu irmão Ikki são dois dos cem órfãos reunidos por Mitsumasa Kido,na tentativa de transformá-los em Cavaleiros de Atena. Desde criança, Shun evitava combates e parecia muito mais sensível que os outros meninos trazidos por Kido, sendo protegido pelo irmão sempre que necessário.
Graças a seu irmão, Shun acabou sendo enviado para a Ilha de Andrômeda, ao invés da Ilha da Rainha da Morte. Na Ilha, Shun é acolhido por seu Mestre, Daidalos de Cefeu (no anime Albiore de Cefeu), que ensina para Shun os segredos do Cosmo interior e como saber usá-lo unindo a sensibilidade com a força.
No começo de seu treinamento, Shun por várias vezes fraqueja, mas com a ajuda de June sua parceira de treinamento, consegue encontrar forças para superar a falta do irmão. Para poder participar do "Sacrifício de Andrômeda", o desafio final para a conquista da sagrada Armadura, Shun derrota seu adversário,mostrando que absorveu corretamente os ensinamentos de Albion.
É chegada a hora e Shun é acorrentado junto aos rochedos na beira do mar. Ele terá que se concentrar e se libertar antes que a maré suba por completo e o afogue. Ao contrário dos demais Cavaleiros, para conquistar a Armadura de Andrômeda, Shun não usa a força, e sim o carinho que mantinha por seu irmão distante. A Armadura só aceita seu usuário caso ele tenha um cosmo poderoso, porém sensível.
A água já cobre Shun, que consegue concentrar seu cosmo o bastante para quebrar as correntes e evaporar a água que o afoga. Shun desperta seu cosmo graças as lembranças que tinha de Ikki e seu propósito de reencontrá-lo.
Saga do Santuário:
A participação de Shun começa na Guerra Galáctica, assim como os demais. A única razão da participação de Shun era a vontade de reencontrar seu irmão. Durante a Guerra Galáctica, Shun enfrenta Jabu de Unicórnio. Inicialmente, Jabu subestima os poderes da corrente de Shun e o ataca por todos os lados, mas as correntes de andrômeda o atingem em todas as ocasiões, o que deixa a Armadura de Unicórnio muito danificada. Após isso, depara-se com um lado diabólico de Ikki, e se une a Seiya de Pégaso, Shiryu de Dragão e Hyoga de Cisne na busca pela Armadura de Ouro roubada por Ikki. Mais tarde, eles conseguem recuperam o lado humano de Ikki. Após isso, segue no combate contra os Cavaleiros de Prata, até que chegam à fase do Santuário.
Saori decide então ir com seus cavaleiros até o santuário e destronar o falso Grande Mestre. Chegando la, ela é ferida pelo ataque de Tremy de Sagita, Flechas Fantasmas, com uma flecha dourada, que poderia ser removida apenas pelo mestre do santuário e a mataria em 12 horas,o que faz com que Seiya, Shiryu, Hyoga, Shun e Ikki corram contra o tempo para salvá-la. Após mais batalhas mortais, os cinco despertam o Sétimo Sentido (a plenitude do Cosmo) conseguindo momentaneamente lutar de igual para igual com os Cavaleiros de Ouro e atravessando as Doze Casas.
Na casa de Áries, Mu (que inicialmente oferece resistência e quebra o escudo de Dragão, de Shiryu) explica aos cavaleiros de bronze o poder dos doze cavaleiros de ouro e conserta suas armaduras, deixando-as extremamente resistentes. Mu diz que ele e Kiki tomarão conta de Saori enquanto eles batalham contra os Cavaleiros de Ouro.
Logo após chegarem a segunda casa do zodíaco, Shun, Hyoga e Shiryu ficam inconscientes com um golpe de Aldebaran de Touro. Enquanto isso Seiya desperta por um único segundo seu Sétimo Sentido e vence Aldebaran, quebrando seu chifre dourado e, indo na frente para casa de Gêmeos. Shun desperta junto com Hyoga e Shiryu e, dizem que também passarão pela Casa de Touro trabalhando em equipe, unindo os seus ataques. A Corrente de Andrômeda, o Cólera do Dragão e o Trovão Aurora Ataque congelam as mãos de Aldebaran, que fica impressionado e resolve deixá-los ir atrás de Seiya, porém, os adverte dizendo para que eles não subestimem o poder dos Cavaleiros de Ouro, pois suas diferenças de poderes são muito grandes.
Na casa de gêmeos, os cavaleiros de bronze sofrem com as ilusões da casa e por isso precisaram se separar. Hyoga e Shun foram por um caminho, enquanto Seiya e Shiryu seguiram pelo outro caminho. Seiya e Shiryu conseguem passar. Hyoga é derrotado pelo misterioso Cavaleiro de Ouro de Gêmeos com a Outra Dimensão e Shun consegue escapar graças as suas correntes. Logo em seguida, tem suas correntes quebradas pelo poder do Cavaleiro, porém Andrômeda mostra-se forte, despertando o seu Sétimo Sentido por poucos segundos, escapando da Outra Dimensão novamente e conseguindo atingir Saga de Gêmeos que controlava a armadura na Sala do Mestre muito distante da Casa de Gêmeos, fazendo a ilusão sumir e atravessar a casa. Shun percebe a energia positiva e negativa do cosmo que emanava pela casa e diz que esta pode ser a fonte de todo o mal por trás dessa batalha. Após sair da Casa de Gêmeos, Shun percebe que o cosmo de Hyoga desapareceu completamente em uma das casas adiante.
Shun chega até a Casa de Câncer, e lá encontra Shiryu que acabara de derrotar Máscara da Morte de Câncer. Shun fica muito feliz por Shiryu ter voltado a enxergar (Pelo fato do Cavaleiro de Dragão ter despertado o seu sétimo sentido durante a luta) e os dois seguem para próxima casa, a de Leão. No caminho, Shun e Shiryu são impedidos por Cassios de entrar na quinta casa do zodíaco. Shun e Shiryu são nocauteados por Cassios. Após vários acontecimentos na casa de leão, como o sacrifício de Cassios para proteger Seiya e libertar Aioria de Leão do Satã Imperial e Seiya conseguir ver os Relâmpagos de Plasma na velocidade da luz, Shun e Shiryu finalmente despertam e chegam lá e, junto com Seiya, lamentam a morte de Cassios, e seguem em frente logo em seguida.
Quando chegam a Casa de Virgem, Seiya, Shiryu e Shun sofrem com o grande poder do "Homem mais próximo de Deus". Após Seiya e Shiryu tentarem atacar Shaka, sem sucesso, Shun tenta atacar Shaka com a sua Corrente de Andrômeda. Entretanto, a corrente foi imobilizada e repelida pelo cosmo de Shaka e por pouco Shun não perdeu sua cabeça ao ser enforcado por sua própria corrente. Logo em seguida, Shaka os nocauteia facilmente com o seu golpe secreto Rendição Divina. Shun, Shiryu e Seiya só acordam a tempo de presenciar o sacrifício de Ikki de Fênix. Apesar de sofrer pela suposta morte de seu irmão, Shun promete a Ikki que continuará a lutar como um homem até o fim.
Depois do sacrifício de Ikki na Casa de Virgem, Shun, Seiya e Shiryu chegam a Casa de Libra e se deparam com o corpo de Hyoga aprisionado no Esquife de Gelo de Camus de Aquário, porém seu coração ainda batia. Após Shiryu libertar Hyoga de Cisne do Esquife de Gelo, com a Espada de Libra (enviada pelo Mestre Ancião), Shun diz que irá salvar Hyoga, e pede para Shiryu e Seiya seguirem em frente. Shun eleva sua cosmo-energia ao máximo, aquecendo o corpo do Cavaleiro de Cisne que estava congelado e com seu coração prestes a parar de bater, porém, o grande esforço de seu cosmo acabou fazendo o Cavaleiro de Andrômeda desmaiar. Em seguida, Hyoga acorda com o suas energias renovadas e carrega Shun nos braços, até a Casa de Escorpião e depois pede para que Seiya o leve em frente junto com Shiryu, pois Hyoga queria ficar em Escorpião para lutar a sós contra Miro, o guardião da casa.
Ao entrarem na Casa de Sagitário, Shun, que finalmente havia despertado, e seus companheiros enfrentam dificuldades, pois a casa não tinha saída, apenas um buraco, que foi feito pela flecha da Armadura de Sagitário. O local estava repleto de desafios, que exigiam um grande esforço de todos. Mesmo com dificuldade, os Jovens Cavaleiros conseguiram superar todos os desafios (que eram apenas provas impostas pelo falecido Aioros, ex-guardião da Casa, para saber se os Cavaleiros eram dignos de encontrar seu testamento) e se emocionam ao lerem o Testamento de Aioros, onde dizia que o Cavaleiro de Sagitário confiará Atena aos cuidados deles. Os Cavaleiros de Bronze renovam o seu juramento de proteger Atena e dizem que não iram decepcionar a confiança de Aioros, seguindo em frente logo em seguida. (No mangá, os Jovens Cavaleiros apenas leem o testamento e seguem em frente, não havendo nenhum desafio).
Aparentemente Shun, Seiya, Shiryu e Hyoga atravessam a casa de Capricórnio sem dificuldade, pois a casa parecia não ter nada além uma estátua com Atena entregando a sagrada espada Excalibur para um jovem. Os Cavaleiros de Bronze supõem que o guardião daquela casa provavelmente seja o Cavaleiro mais fiel a Atena. Porém, na saída eles são interceptados por Shura de Capricórnio que cria uma enorme fenda no chão, com a sua espada sagrada Excalibur. Shiryu sente que o chão está "se abrindo" e pede pra seus amigos pularem rápido. Hyoga e Seiya atravessam a fenda, Shun por pouco não cai dentro da fenda aberta, mas conseguiu se salvar a tempo usando suas correntes. Shiryu resolve ficar na Casa de Capricórnio arriscando sua vida para que seus amigos sigam em frente. Shun, Seiya e Hyoga resolvem ir para a próxima casa. No caminho, eles percebem que o cosmo de Shiryu desapareceu após ele a aplicar a técnica Último Dragão em Shura.
Shun, Seiya e Hyoga chegam a Casa de Aquário, onde Camus de Aquário já os aguardava. Hyoga diz que gostaria de enfrentar seu mestre sozinho sem a interferência de ninguém. Seiya e Shun entendem e resolvem partir para a Casa de Peixes. Curiosamente, Camus não tentou barrar a passagem de Seiya e Shun, nem queria lutar contra Hyoga novamente, o que levanta a hipótese de que o Cavaleiro de Aquário não estava mais disposto a seguir as ordens do Mestre Ares, mesmo assim Hyoga insistiu em enfrentá-lo e Camus finalmente aceita o desafio. Após passarem por Aquário, Shun olha para trás e diz querer voltar para a Casa de Aquário e ajudar Hyoga, mas é impedido por Seiya que diz que eles deveriam confiar em Hyoga. No caminho para Casa de Peixes, Shun e Seiya sentem que o cosmo de Hyoga desapareceu, após ele finalmente alcançar o Zero Absoluto, e aprender a técnica Execução Aurora, o que custou a vida de seu mestre Camus.
Shun e Seiya agora são os únicos Cavaleiros de Bronze ainda em combate. Nas escadarias entre as Casas de Aquário e Peixes, Shun diz a Seiya que gostaria de enfrentar o Cavaleiro de Ouro da última casa sozinho, independentemente de quem fosse. Nesse momento, Afrodite de Peixes aparece e se apresenta a Seiya e Shun. O Cavaleiro de Pégaso segue em direção da Sala do Mestre Ares passando sem grandes dificuldades por Afrodite, porém, acaba derrubado pelas Rosas Diabólicas Reais no caminho. Shun luta com Afrodite, e após uma extensa luta, o derrota com seu golpe mais poderoso a Tempestade Nebulosa, revelando seu verdadeiro poder e vingando a morte de seu mestre Albiore de Cefeu. Shun porém, acaba sucumbindo a Rosa Sangrenta de Afrodite e não tem mais forças para alcançar Seiya, desmaiando logo em seguida e, pede desculpas ao Pégaso, por não poder ajudá-lo.
Após ser ressuscitado por Saori Kido, ele segue junto com a deusa até o Templo de Atena, no topo das 12 casas, onde luta contra Saga de Gêmeos junto com os outros cavaleiros de bronze e aplica sua técnica mais poderosa, a Tempestade Nebulosa que não surte nenhum efeito. Em seguida, Shun e os outros Cavaleiros de Bronze unem seus cosmos com o de Seiya e o ajudam a destruir a alma diabólica que possuía Saga. Após o fim da Batalha das Doze Casas, Shun e os outros Cavaleiros de Bronze tem suas armaduras restauradas pelo sangue dos Cavaleiros de Ouro remanescentes, em sinal de gratidão pelos Jovens Cavaleiros terem salvo a deusa Atena. A Armadura de Andrômeda de Shun recebe o sangue de Aldebaran (No Mangá, a Armadura de Andrômeda recebe o sangue de Shaka).
Saga de Asgard:
Saga não existente no mangá, Shun confronta-se com Mime de Benetnasch, onde é derrotado, apesar de chegar a ferir o Guerreiro Deus com sua Tempestade Nebulosa. Fato é que ele não conseguiu derrotar Mime por não querer naturalmente derrotá-lo, devido a forma neutra de Mime se comportar, sem de fato oferecer um motivo para ser derrotado. Como o próprio Mime diz, nem mesmo as correntes de Shun o identificavam como uma ameaça. Ikki chega e derrota Mime por Shun e o pede para seguir adiante. Shun o faz, encontrando Shido de Mizar, a quem derrota, dessa vez com o sucesso de sua técnica mais poderosa. Depois disso, é abatido por Bado de Alcor mesmo com o apoio de Shaina e passa a assistir o novo confronto de Ikki,que derrota a sombra de Mizar. Ao fim dessa Saga, combate Siegfried, mas é derrotado, e ajuda Seiya a derrotá-lo, assim como salvar Atena.
SAGA DE POSEIDON:
Coincidentemente com o mangá, Shun enfrenta o General Marina Io de Scylla, onde mostra as várias possibilidades de defesa de sua corrente, da qual simplesmente criou seis formas novas de defesa na base de um "improviso" e matando-o sem querer. Em seguida, luta contra Kasa de Lymnades, mas é derrotado, apesar de conseguir superar a técnica de metamorfose de seu oponente. Ikki chega e mais uma vez ajuda seu irmão, derrotando Kasa. Mais adiante, enfrenta Sorento de Sirene, derrotando-o, mas ao invés de matá-lo consegue fazer Sorento abdicar do combate aprisionando-o com sua técnica mais poderosa, Tempestade Nebulosa, isso porque Shun acreditava que Sorento tinha um bom coração. Depois, Shun ajuda Atena e os demais Cavaleiros de Bronze contra Poseidon, mesmo com o seu corpo e cosmo exaustos.
SAGA DE HADES:
Inicialmente, Shun aparece na mansão de Saori percebendo algo de errado no Santuário e decide ir até lá, desobedecendo as ordens de Atena. No entanto, três vultos ameaçadores o perseguem. Tratavam-se dos antigos cavaleiros de prata Dios de Mosca, Sirius de Cão Maior e Algethi de Hércules que agora juram lealdade a Hades. Após ser brutalmente golpeado pelo trio, Shun diz que apesar de não gostar de ferir pessoas, não pode perder mais tempo ali e derrota os renegados com um único golpe de sua corrente e segue em direção ao Santuário para ver se Saori Kido está em perigo.
Nos arredores do santuário ele e Hyoga encontram Shaina de Ofiúco e os cavaleiros de bronze secundários, que guardavam o cemitério dos cavaleiros. Shaina oferece resistência no começo, mais acaba cedendo e os deixa passar. Hyoga e Shun se espantam ao ver a casa de Áries completamente destruída (devido ao choque entre Shion de Áries e Dohko de Libra), ele continua seguindo casa por casa até se deparar com a morte de Shaka de Virgem e com o começo de um confronto colossal entre seis cavaleiros de ouro (Mu, Aioria e Miro contra os renegados Saga, Camus e Shura).
Após a colisão entre as exclamações de Atena, Shun e os outros cavaleiros de bronze conseguem deter a técnica proibida por Atena (no mangá, somente Shiryu detém a técnica). Após a suposta morte de Atena, os cavaleiros de bronze chegam ao Templo da deusa, onde encontram o antigo mestre do santuário Shion de Áries. Shion revela que o real motivo por trás das mortes de Shaka e Atena foi para poderem despertar o 8º sentido, pois só assim conseguiriam chegar vivos ao Mundo dos Mortos. Shaka e Atena pretendiam enfrentar Hades pessoalmente. Shion revela também, que os cavaleiros renegados só estavam interessados em alertar a deusa sobre sua armadura, que era crucial para a vitória contra Hades. Shion desperta, através do sangue da própria deusa que se encontrava no chão, a Armadura de Atena e deixa os cavaleiros de bronze encarregados de entregá-la para Atena. Após isso, os cavaleiros tem suas Armaduras de bronze restauradas com o sangue de Atena e Shion ordena que eles partam para o Castelo de Hades, imediatamente. Antes de chegarem ao inferno, o quarteto de bronze vê as mortes de Saga, Camus e Shura que lhes confiam a missão de proteger Atena e em seguida tem um confronto com juiz do inferno Radamanthys de Wyvern. Apesar de levar uma grande vantagem na luta, Radamanthys não consegue eliminá-los e, o grupo consegue despertar o oitavo sentido e chegar vivos ao Meikai.
O quarteto fica desacordado após entrarem no buraco que leva ao Mundo dos Mortos, e por isso, acabaram se separando. Shun acorda ao lado de Seiya. A dupla passa pelo Portal do Inferno e atravessam o Rio Aqueronte, onde o guardião do rio, Caronte de Aqueronte, não parece querer colaborar com a dupla mas, comove-se com o coração puro de Shun, mas não muda sua postura, cobrando algum tesouro para atravessá-los. Shun então dá a sua medalha com a inscrição Yours Ever, mas no meio da travessia, Caronte entra em combate direto com Seiya. A luta se arrasta até a outra margem do rio, onde Caronte é definitivamente vencido e a dupla segue em frente. Em seguida, Shun e Seiya quase são derrotados por Lune de Balron, guardião substituto de Minos de Grifon da primeira prisão, conhecida como A Casa do Julgamento. Lune também se comove com o coração puro de Shun, mas não muda sua postura e os ataca com seu Chicote de Balron. Kanon de Gêmeos que havia jurado lealdade a Atena recentemente, aparece e usa um golpe que ilude Lune, salvando a vida da dupla, que agradece e, segue em frente logo em seguida, enquanto Kanon enfrenta Radamanthys.
Pouco tempo depois, Shun e Seiya assistem o Cavaleiro Lendário Orphée de Lira derrotar Faraó de Esfinge e seguem com ele até Giudecca. Orphée tinha um plano para matar Hades, no qual ao invés de tocar sua Lira para ele como sempre fez, iria matá-lo com ela, porém acaba assustado com a aparência do imperador do inferno, que é idêntica a de Shun, inclusive possui o mesmo medalhão do Cavaleiro de Andrômeda. Devido a sua distração, Orphée sofre um golpe fatal de Radamanthys e acaba morrendo ali mesmo e nessa hora descobre-se que Shun é, de fato, a reencarnação de Hades, ou melhor, o receptáculo do Imperador do Submundo. Radamanthys não acredita e tenta acertar Shun com um golpe, mas o juiz do inferno fica impossibilitado de se mover devido a imponência que Shun emana e acaba se convencendo. Shun ordena que Radamanthys se livre de Seiya e, o espectro manda o Cavaleiro de Pégaso para o inferno de gelo de Cocyto. Pandora, que já sabia a verdade sobre Shun ser a reencarnação de Hades desde o começo, admira Hades por possui um coração tão puro, apesar do mesmo querer exterminar a humanidade. Depois de encarnar Hades, Ikki tenta ajudá-lo a se livrar da alma do Deus da Morte, mas acaba derrotado pelo mesmo e enviado ao Cocyto. Em seguida, após um breve confronto com Shaka e Atena, a deusa usa seu sangue para livrar Shun da alma de Hades, que segue para o seu corpo original. Enquanto isso Atena, segue a alma de Hades, que ia na direção dos Campos Elísios, ambos atravessam o Muro das Lamentações, mas ao chegar lá, Atena acaba aprisionada.
Shun finalmente desperta e junto de Seiya, Shiryu e Hyoga assiste o sacrifício dos Doze Cavaleiros de Ouro, para destruir o Muro das Lamentações. Em seguida, Shun e seus companheiros partem para os Campos Elísios e sobrevivem ao passar pela Hiperdimensão, pois suas armaduras estão protegidas pelo sangue de Atena. No confronto com o deus da morte Thanatos, Shun e os cavaleiros de bronze se reencontram com Ikki, mas passam por uma situação desesperadora, todas as armaduras de bronze são destruídas, inclusive as armaduras de ouro de Leão, Sagitário, Virgem, Libra e Aquário (enviadas pelo deus dos mares, Poseidon, que não desejava que Hades dominasse a Terra). Porém, graças ao sangue de Atena, Shun e os outros Cavaleiros viram suas armaduras ressuscitarem e se transformarem em Armaduras Divinas e assim conseguiram derrotar Thanatos e Hypnos e logo depois foram ao encontro de Hades, para auxiliar Atena a derrotar o Imperador do Inferno e salvar a terra do grande eclipse.
Próxima Dimensão:
Shun sobreviveu a destruição do Elísios, e aparece no Santuário, onde Atena e Seiya se encontram. Atena conversa com Shun e pergunta sobre os outros cavaleiros de bronze. Shun responde dizendo que não sabe o que aconteceu com eles. Shun percebe que tem algo de errado com Seiya e Atena explica que Hades feriu Seiya com sua espada e que agora ele tem apenas três dias de vida, pois a espada se move lentamente até atingir o coração de Seiya. Atena e Shun então decidem pedir ajuda de Artemis, deusa da lua, irmã mais velha de Atena.
No templo da lua, Artemis diz que nem ela e nem Apolo possuem o poder de controlar o tempo e que o único portador desse poder é Chronos o deus do tempo. Com ajuda de Hécate, Shun e Atena conseguem encontrar Chronos. Ele envia Saori e Shun para a Guerra Santa contra Hades em 1743. Lá Shun conhece Tenma de Pégaso, e explica a situação. Saori, por uma travessura de Chronos, a transforma em um bebê, e ela aparece como se fosse a Atena desta era.
Shun e Tenma tem problemas com Shion de Áries, que não acredita na história de Andrômeda, porém, a conversa deles é interrompida quando Shion descobre, através de Shijima de Virgem, que Atena (Saori bebê) corre perigo com a traição do Grande Mestre (ND) e de Cardinale de Peixes. Shion permite que ambos os cavaleiros de bronze passem.
Na casa de Touro, Ox de Touro, apesar de relutante em acreditar nos dois cavaleiros, permite que eles passem, por causa da chegada de espectros.
Em Gêmeos, Shun e Tenma presencia a batalha entre Abel de Gêmeos e Suikyo de Garuda, mas logo passam pela casa, seguindo para Câncer.
Na quarta casa, eles enfrentam Deathtoll de Cancer, ele revela já saber da traição à Atena, porém, ele diz que não irá intervir e não permitirá a passagem dos dois. Suikyou (sob efeito do golpe de Gêmeos, Satã Imperial) acaba salvando Tenma e Shun, lutando contra o canceriano.
Em Leão, Kaiser de Leão não acredita na história contada pelos dois Bronze Saints e manda seu leão Goldie atacá-los. Porém, Goldie se afeiçoa a Shun. Kaiser se espanta, então ele mesmo ataca Shun, mas Goldie o protege, ferindo-se. Tenma usa um pedaço de sua roupa para amarrar no ferimento do leão. Kaiser começa a confiar nos dois Cavaleiros de Bronze e os deixa passar.
Na Casa de Virgem, Tenma percebe que o cosmo do seu mestre sumiu, mas Shun diz que ainda sente um pouco do cosmo dele e que eles devem acreditar que ele está bem. De repente, o Cavaleiro de Virgem surge na frente deles. Shun tenta acalmar Tenma dizendo que trata-se apenas de um pensamento residual e que o Cavaleiro de Ouro não está presente, Shijima de Virgem.
Tenma sente um terrível zumbido no seu ouvido. Shun diz que é porque eles estão em um espaço desprovido de som. Tenma acredita que eles vão morrer ali e terão suas mentes destruídas. De repente, o zumbido é interrompido. Outro Cavaleiro de Ouro surge na Casa de Virgem e Shun fica atônito ao ver que trata-se de Shaka de Virgem. Tenma indaga Shun se Shaka se faz presente lá como um pensamento residual. O Cavaleiro de Andrômeda diz que sim, já que Shaka está morto em seu tempo. Tenma fala para Shun que a lembrança residual de Shaka está saindo de sua Armadura, uma vez que a mesma foi ressuscitada graças ao sangue derramado por Shaka, Shijima então, utiliza as 4 Portas de Buda. Tenma se apressa em dizer que eles devem escolher uma das portas, enquanto que Shun pensa sobre do que se trataria. Tenma escolhe uma porta, só que Shaka puxa os dois e diz que eles não devem encostar em nenhuma das portas, já que independente da escolha eles não poderão continuar. Ambos os Cavaleiros de ouro então travam uma luta no qual os dois homens mais próximos de deus se enfrentam. Devido ao grande poder dos dois, não ocorreria uma Guerra de Mil Dias e sim um um ciclo infinito de reencarnação.
Shun resolve interferir para findar esta batalha se pondo a rezar. Ao obeservar tudo, Shijima pede desculpas à Shaka, que pede para que Shijima deixe os cavaleiros passarem. Shijima pergunta porque ele confia tanto nestes Cavaleiros de Bronze e Shaka responde dizendo que Shun herdará a Armadura de Virgem. Shijima então entende que três gerações de Cavaleiros de Virgem estavam naquele local e se despede de Shaka, que faz o mesmo, voltando ao Nirvana.
Tenma e Shun acordam no Jardim das Árvores Gêmeas. De repente, eles se deparam com a Armadura de Taça. Tenma diz que eles tinham deixado ela fora das Doze Casas e não entende o que ela estaria fazendo ali.
Shun desmaia e Tenma percebe que Shun está muito ferido e desmaia por um instante mas acorda. Tenma diz que deu um pouco da água da Armadura de Taça, sendo assim ela curou os seus ferimentos. Os dois resolvem partir, mas percebem que a Armadura chora, Tenma e Shun percebem e acabam levando a armadura consigo
Já na Casa de Libra, Shun vê Dohko segurando Suikyou morto, e depois de uma longa conversa, descobre que Dohko esta disposto à herdar a vontade de seu amigo morto, o mesmo diz que assassinará Atena , diante disto, ele e Tenma tentam sem sucesso deter o Cavaleiro de Libra, que só é parado com o surgimento de uma serpente.
Outras Aparições
Filmes
O Santo Guerreiro
Shun junto com os outros Cavaleiros de Bronze aceita a o desafio de Éris. Ele enfrenta Orfeu de Harpa e é derrotado sendo salvo por seu irmão. No final ele vê a destruição do Santuário de Éris.
A Grande Batalha dos Deuses
Shun vai à Asgard junto com Saori, Seiya e Shiryu procurar Hyoga. Lá ele fica como protetor de Saori. Shun enfrenta Ur e é derrotado, porém salvo por Ikki, depois de o irmão derrotar Rung, os dois ficam pendurados num penhasco. Shun defende Seiya de Durval e depois da derrota do Sacerdote ele vê a Arvore do Universo nascer no lugar da estatua de Odin.
A Lenda dos Defensores de Atena:
Shun é atacado por Afrodite de Peixes, um dos Cavaleiros de Ouro mortos ressuscitado pelo deus Abel. Afrodite, assim como Máscara da Morte de Câncer, pretendia se vingar da derrota que havia sofrido na Batalha das Doze Casas. Shun tenta atacar o Afrodite com a sua Tempestade Nebulosa mas o Cavaleiro de Peixes esquiva-se facilmente e crava uma Rosa Sangrenta no corpo de Shun. Mesmo com a dor de ter seu sangue sugado pela rosa, Shun se mantém de pé e tenta continuar o confronto. Percebendo a insistência de Shun, Afrodite resolve lançar mais rosas contra ele. Quando a morte do Cavaleiro de Andrômeda parecia certa, eis que surge Ikki de Fênix, que repele todas as rosas brancas que Afrodite havia lançado e tira a rosa do corpo de Shun. Ikki assume o combate e derrota o Cavaleiro de Peixes facilmente com seu golpe Ave Fênix que repele as rosas brancas de Afrodite e enfia uma delas em seu coração.
Em seguida, a dupla de irmãos é violentamente atacada por Atlas de Carina que os deixa feridos no chão. Shun leva seu irmão até o Templo da Coroa do Sol, e se encontra com Atlas novamente, Shun salva Hyoga, do golpe final de Atlas e mesmo segurando Ikki, tenta o atacar e, em vão, é derrotado novamente. Ikki e Shun assistem às Armaduras de Ouro de Sagitário, Libra e Aquário, vestirem Seiya, Shiryu e Hyoga, porém, Shiryu e Hyoga acabam derrubados pelo deus Abel. Shun e os outros permanecem agonizando de dor, podendo apenas observar Seiya elevar o seu cosmo ao máximo e derrotar Abel com a Flecha de Sagitário, salvando Atena.
Os Guerreiros do Armagedon:
Após o despertar de Lúcifer, ele apresenta seus quatro Anjos Caídos e um deles enfrenta Shun: Érigor de Virtude. Durante a luta, Shun tenta usar a Teia de Aranha, mas o Anjo consegue retalhar a corrente facilmente e destrói a Armadura de Andrômeda, deixando Shun a beira da morte. Nesse momento, surge seu irmão Ikki que vence Érigor com o Golpe Fantasma de Fênix. Depois, Shun e seus amigos entregam os seus cosmos para Seiya de Pégaso, fazendo a Armadura de Sagitário aparecer, e com a doação do cosmo dos Cavaleiros de Ouro, Lúcifer finalmente é derrotado.
Prólogo do Céu:
Shun luta contra o anjo celestial Teseu, mesmo utilizando os melhores golpes, todos são repelidos e bloqueados, deixando o Cavaleiro sem saídas para vencer, quando tudo parecia perdido, seu irmão Ikki de Fênix surge para ajudar, porém também é facilmente vencido pelo anjo, que os joga em um lugar semelhante a um pequeno lago, neste lugar eles avistam um grande estátua, aonde estavam as almas dos Cavaleiros de Ouro seladas por se rebelarem contra os deuses. Encorajados por eles, ambos decidem lutar juntos e formam uma dupla imbatível, a combinação da Tempestade Nebulosa com o Ave Fênix, destrói o anjo celestial por completo.
Saint Seiya Ω:
Em Saint Seiya Ω, Shun lutou contra Marte e os seus 4 Reis celestiais, recebeu a Marca das Trevas, desde então atuou como médico andarilho. Já na Saga de Pallas, ele luta junto com os outros cavaleiros em Pallasbelda. É reverenciado como cavaleiro lendário por seus feitos no passado.
Habilidades de Luta
Ele manipula a Corrente de Andrômeda em diversas situações. Utiliza-a tanto para o ataque (a parte da corrente que tem ponta triangular) quanto para a defesa (a parte da corrente que tem ponta circular). A corrente de ataque é famosa por apontar sempre para onde está o inimigo, e a mesma pode alcançá-lo em qualquer lugar que o mesmo estiver. Nas palavras de Shun: "nem que ela percorra o tempo e o espaço, ela encontrará-lo". Já a corrente de defesa possui um instinto de defesa incrível. Ao que parece, Shun pode restaurar suas correntes quando arrebentadas, caso o estrago não seja grave como na luta que ele teve com Afrodite de Peixes.
Quando as Correntes pressentem o movimento do inimigo, elas logo criam uma defesa que se compara a uma grande parede ferro quase impossível de atravessá-la.
Possui um dos maiores cosmos entre os Cavaleiros de Atena, o que o faz capaz de lutar mesmo sem suas correntes. O verdadeiro poder de Shun só é revelado quando ele realmente quer vencer o seu inimigo.
Técnicas Especiais:
Corrente de Andrômeda
(Nebula Chain)
As correntes de Shun, sob seu comando, avançam para cima de sua vítima de uma maneira veloz e objetiva, visando acertá-lo por algum ângulo. Possuem a finalidade de danificar o inimigo, seja perfurando sua armadura com a alta pressão exercida sobre o ponto atingindo ou então apenas causando-lhe danos de impacto com a colisão das extremidades da corrente com o corpo da vítima. Na batalha contra o Cisne Negro, o golpe foi traduzido como Corrente Nebulosa Ataque.
Nebulosa de Andrômeda
(Andromeda Nebula)
A Nebulosa de Andômeda é uma técnica com a perfeita combinação de ataque e defesa. Ela se compara a uma grande parede de ferro quase impossivel de atravessá-la. Quando o inimigo faz o primeiro movimento, a corrente logo percebe e parte para o ataque.
Onda Relâmpago
(Thunder Wave)
Esta técnica pode ser considerada uma evolução do ataque "Corrente de Andrômeda". No ataque, a corrente triangular, específica para o ataque, muito mais veloz e poderosa, parte para cima da vítima percorrendo uma trajetória de zigue-zague, simulando o trajeto de relâmpago, o que permite atingir o inimigo por vários lados e ângulos em um único golpe. Como resultado, a corrente possui maior intensidade para perfurar e destruir as armaduras, além de descarregar cargas elétricas de 10.000 volts ao contato com o corpo da vítima. Simultaneamente, a corrente de ponta circular fica inativa, preparada para proteger o corpo de Shun a qualquer instante.Segundo Shun,este ataque encontra o inimigo mesmo que ele esteja a milhares de anos-luz. Na batalha contra a ilusão de Gemeos, na Saga das Doze Casas, foi demonstrado o poder da corrente, de encontrar o inimigo onde ele estiver, a corrente penetrou na ilusão e acertou Saga, que estava na sala do mestre, o golpe foi traduzido como Onda Trovão nessa batalha.
Defesa Circular
(Rolling Defense)
Utilizando-se de sua corrente de ponta circular, Shun cria uma defesa em torno de seu corpo, onde essa mesma corrente começa a girar em volta de si, cada vez mais rápida e forte, asemelhando-se no final a uma verdadeira parede de aço, devido ao tamanho grau de defesa proporcionado pela técnica. Além da defesa propriamente dita, a Defesa Circular ainda tem a capacidade de repelir certos ataques recebidos como fez com as "Rosas Diabolicas Reais" de Afrodite de Peixes.
Teia de Aranha de Andrômeda
(Spider Net)
Golpe criado pela corrente para deter o ataque Ferrão da Abelha Rainha, golpe de Io de Scylla. A Corrente se transforma em uma imensa teia de Aranha, evitando o golpe de Io com extrema eficiência. Ele também usou este ataque na batalha contra Érigor no filme: Os Guerreiros do Armageddon: A Batalha Final.
Rede de Andrômeda
(Casting Net)
Golpe criado pela corrente para deter o ataque Águia Poderosa, outro golpe de Io de Scylla. Utilizando suas correntes, Shun transforma a corrente em forma de círculo em uma imensa rede barrando o ataque da Águia.
Espiral de Andrômeda
(Spiral Duct)
Golpe criado pela para deter o ataque Serpente Assassina, outro golpe de Io de Scylla. Utilizando suas correntes, Shun envolve a Serpente e libera energia fazendo com que a serpente seja destruída.
Bumerangue de Andrômeda
(Boomerang Shoot)
Golpe criado pela corrente para deter o Ataque Vampiro, mais um golpe do Io de Scylla. A corrente faz movimentos Circulares traçando uma rota no estilo de um bumerangue atingindo indiretamente os Morcegos e evitando mais um golpe de Io.
Armadilha de Andrômeda
(Wild Trap)
Golpe criado pela corrente para deter o ataque Fúria do Lobo, mais um golpe de Io de Scylla. A corrente se espalha pelo chão formando uma grande armadilha, capturando o Lobo criado pelo golpe de Io.
Grande Captura de Andrômeda
(Great Capture)
Golpe criado pela corrente para deter o ataque Urso Infernal, última besta usada pelo Io de Scylla. A corrente envolve o Urso e o aperta ao maximo, destruindo-o e detendo o golpe de Io. Também foi usado para deter Kasa de Lymnades e o cão Cérbero na saga de Hades (quebrando seus ossos e enforcando-o). Na versão Gota-Mágica, seu golpe não tinha nome, apenas como pegue-o corrente.
Corrente Nebulosa
(Nebula Stream)
Pode-se dizer que esta técnica é um estágio que precede a Tempestade Nebulosa. Ela consiste em Shun expelir de seu corpo jatos de ar que vão diretamente até o oponente, paralisando o seu corpo. É uma forma criada por Shun para que o inimigo desista da batalha sem que o pior lhe ocorra. Um movimento suspeito por parte da vítima, por menor que seja, e a verdadeira tempestade explode. Foi utilizada na batalha contra Afrodite de Peixes, Mime de Benetnasch, Shido de Mizar e Sorento de Sirene.
Tempestade Nebulosa
(Nebula Storm)
A técnica mais poderosa de Shun, cuja realização se faz sem o auxílio das correntes. O golpe se faz através de potentes jatos de ar expelidos pelo corpo do Andrômeda que formam uma tempestade de ventos, levando a vítima para o alto e fornecendo-lhe os piores danos de impacto. Há também os danos de queda que o oponente recebe ao colidir-se contra o chão. A Tempestade Nebulosa pode ser realizada de 2 formas diferentes: na primeira, Shun faz um ataque mais generalizado, espalhando os jatos de ar por toda a área; na segunda, Shun canaliza todo o poder da tempestade em um ponto, aumentando assim os efeitos de seu golpe.
Batalhas:
Jabu de Unicórnio Andrômeda Negro Aldebaran de Touro Saga de Gêmeos Afrodite de Peixes
Frases:
“N-Não pare! Não quero matá-lo! você não é uma má pessoa...
„
— Shun de Andrômeda
Curiosidades:
Shun e Shiryu são nomeados por seus antecessores (Shaka e Dohko respectivamente) como futuros Cavaleiros de ouro de Virgem e Libra respectivamente.
No Spin-off "The lost canvas", no capítulo que Shion está lutando com Lune de Balron, observa-se a armadura de andrômeda com vários Ferimentos.
Foi salvo de morrer junto com Tenma por Shaka, de uma técnica de Shijima.
Em todas suas batalhas em Ômega, Shun é golpeado fortemente primeiro, e em seguida decide lutar.