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Na mesma comunidade, uma erosão de 60 metros impede a entrada de veículos em seis chácaras. Para resolver a situação, serão instaladas manilhas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Foto: Divulgação/ GDF Presente
O Governo do Distrito Federal (GDF) mantém as operações de recuperação dos estragos causados pelas chuvas dos últimos dias. Dessa vez, equipes do programa GDF Presente e da Administração Regional de São Sebastião iniciaram os trabalhos de nivelamento compactação na Chácara 40 do Morro da Cruz.Foto: Divulgação/ GDF Presente
Cerca de 30 espaços já receberam os serviços dos aprendizes, que elogiam a iniciativa e têm um retorno positivo dos moradores. Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília
Fiona Paterson
France
recup-arte@hotmail.fr
Assembled artwork . Ceramic, metal and found objects. Approx 30cm x 12cmx 2cm
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L’art de la récup' et du troc pour créer
LaLibre.be, Lauranne Garitte, lundi 03 juin 2019.
Photos : Marie Rusillo.
Voir l'article : stories.lalibre.be/inspire/numero105/index.html
Casarões do século XIX, cujo padrão de arquitetura foi concebido nos moldes da arquitetura luso-brasileira, estão entre os monumentos que serão recuperados este ano pelo Poder Judiciário do Maranhão e adaptados para a instalação de unidades administrativas do Tribunal de Justiça.
O projeto de revitalização, executado pela Diretoria de Engenharia do TJMA, inclui quatro prédios de propriedade do Tribunal, a antiga sala das sessões plenárias e o relógio público do anexo do Palácio da Justiça, na Praça Pedro II. Os imóveis estão localizados na área de abrangência do Centro Histórico e urbano da capital e são protegidos por decretos de tombamento federal ou estadual.
O objetivo do projeto, segundo o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Antonio Guerreiro Júnior é ampliar e melhorar a estrutura de atendimento do Poder Judiciário, e obter avanços qualitativos na prestação jurisdicional.
Ao autorizar as obras, o presidente exigiu o resgate criterioso da arquitetura original dos prédios. “Será uma homenagem do Judiciário a São Luís de quatro séculos de esplendor histórico”, adianta.
Um dos imóveis com obras confirmadas é o Solar Cesário Veras, situado na Rua do Egito, nº 106, esquina com Beco do Couto (Rua Zaque Pedro), sobrado colonial que data do primeiro quartel do século XIX e leva o nome do último proprietário.
Na década de 70, o prédio foi ocupado pelo Escritório Técnico de Assistência aos Municípios (ETAM) e, mais tarde, pela Assembleia Legislativa. Hoje, sedia um dos centros administrativos do Tribunal.
Outro casarão colonial da Rua do Egito, nº 144-B, também é típico da arquitetura do período colonial, e será adaptado aos serviços administrativos da Justiça estadual.
Esses dois prédios são integrados ao centro administrativo do TJMA, que foi adquirido e reformado durante a gestão do presidente Jamil Gedeon.
Originalmente era um sobrado colonial, mas perdeu a configuração original por diversas alterações ao longo do tempo. Atualmente apresenta características modernas em sua fachada.
O terceiro prédio a ser recuperado fica na Rua da Estrela, nº 52, anexo ao Tribunal. Este corre o risco de desabamento total com a incidência das chuvas e será o primeiro a receber intervenções.
O último casarão – esquina da Rua dos Afogados com Rua Rio Branco, nº 404 -, em área tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual, está em uso por estacionamento clandestino e será desocupado nos próximos dias para dar lugar aos serviços de reforma.
O investimento nas obras será da ordem de R$ 4 milhões da receita do Fundo Especial de Modernização e Reaparelhamento do Judiciário (Ferj).
A destinação das novas instalações está sendo avaliada pela administração do Tribunal, mas deverá contemplar espaço para atividades administrativas, como o atendimento aos encarcerados.
“Outros setores serão acomodados nos novos prédios até a construção da nova sede do Tribunal”, informa diretor de Engenharia do Tribunal, Rui Barbosa Lima Sobrinho.
Preservação do patrimônio
A recuperação de imóveis incluídos no patrimônio histórico e urbanístico de São Luís coincide com as comemorações dos 400 anos de aniversário a cidade, em setembro deste ano.
“Com isso também incentivamos a preservação do patrimônio histórico de São Luís, o maior conjunto arquitetônico de padrão colonial fora de Portugal”, acrescenta Guerreiro Júnior.
Os projetos de arquitetura elaborados pela diretoria de Engenharia do Tribunal estão sob análise do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em relação aos prédios sob interferência da União.
O Tribunal de Justiça começa esta semana a reforma do imóvel da Rua da Estrela. As outras obras têm início também previsto para este mês.
Casarões do século XIX, cujo padrão de arquitetura foi concebido nos moldes da arquitetura luso-brasileira, estão entre os monumentos que serão recuperados este ano pelo Poder Judiciário do Maranhão e adaptados para a instalação de unidades administrativas do Tribunal de Justiça.
O projeto de revitalização, executado pela Diretoria de Engenharia do TJMA, inclui quatro prédios de propriedade do Tribunal, a antiga sala das sessões plenárias e o relógio público do anexo do Palácio da Justiça, na Praça Pedro II. Os imóveis estão localizados na área de abrangência do Centro Histórico e urbano da capital e são protegidos por decretos de tombamento federal ou estadual.
O objetivo do projeto, segundo o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Antonio Guerreiro Júnior é ampliar e melhorar a estrutura de atendimento do Poder Judiciário, e obter avanços qualitativos na prestação jurisdicional.
Ao autorizar as obras, o presidente exigiu o resgate criterioso da arquitetura original dos prédios. “Será uma homenagem do Judiciário a São Luís de quatro séculos de esplendor histórico”, adianta.
Um dos imóveis com obras confirmadas é o Solar Cesário Veras, situado na Rua do Egito, nº 106, esquina com Beco do Couto (Rua Zaque Pedro), sobrado colonial que data do primeiro quartel do século XIX e leva o nome do último proprietário.
Na década de 70, o prédio foi ocupado pelo Escritório Técnico de Assistência aos Municípios (ETAM) e, mais tarde, pela Assembleia Legislativa. Hoje, sedia um dos centros administrativos do Tribunal.
Outro casarão colonial da Rua do Egito, nº 144-B, também é típico da arquitetura do período colonial, e será adaptado aos serviços administrativos da Justiça estadual.
Esses dois prédios são integrados ao centro administrativo do TJMA, que foi adquirido e reformado durante a gestão do presidente Jamil Gedeon.
Originalmente era um sobrado colonial, mas perdeu a configuração original por diversas alterações ao longo do tempo. Atualmente apresenta características modernas em sua fachada.
O terceiro prédio a ser recuperado fica na Rua da Estrela, nº 52, anexo ao Tribunal. Este corre o risco de desabamento total com a incidência das chuvas e será o primeiro a receber intervenções.
O último casarão – esquina da Rua dos Afogados com Rua Rio Branco, nº 404 -, em área tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual, está em uso por estacionamento clandestino e será desocupado nos próximos dias para dar lugar aos serviços de reforma.
O investimento nas obras será da ordem de R$ 4 milhões da receita do Fundo Especial de Modernização e Reaparelhamento do Judiciário (Ferj).
A destinação das novas instalações está sendo avaliada pela administração do Tribunal, mas deverá contemplar espaço para atividades administrativas, como o atendimento aos encarcerados.
“Outros setores serão acomodados nos novos prédios até a construção da nova sede do Tribunal”, informa diretor de Engenharia do Tribunal, Rui Barbosa Lima Sobrinho.
Preservação do patrimônio
A recuperação de imóveis incluídos no patrimônio histórico e urbanístico de São Luís coincide com as comemorações dos 400 anos de aniversário a cidade, em setembro deste ano.
“Com isso também incentivamos a preservação do patrimônio histórico de São Luís, o maior conjunto arquitetônico de padrão colonial fora de Portugal”, acrescenta Guerreiro Júnior.
Os projetos de arquitetura elaborados pela diretoria de Engenharia do Tribunal estão sob análise do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em relação aos prédios sob interferência da União.
O Tribunal de Justiça começa esta semana a reforma do imóvel da Rua da Estrela. As outras obras têm início também previsto para este mês.
Récupération d'une pochette du LP "You Are" de Dolly Parton, vinyl sur RCA de 1980, collage manuel et digitalisation.
Detran-DF recupera mais de 600 placas de trânsito no primeiro trimestre deste ano. Fotos: Divulgação / Detran-DF.
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Casarões do século XIX, cujo padrão de arquitetura foi concebido nos moldes da arquitetura luso-brasileira, estão entre os monumentos que serão recuperados este ano pelo Poder Judiciário do Maranhão e adaptados para a instalação de unidades administrativas do Tribunal de Justiça.
O projeto de revitalização, executado pela Diretoria de Engenharia do TJMA, inclui quatro prédios de propriedade do Tribunal, a antiga sala das sessões plenárias e o relógio público do anexo do Palácio da Justiça, na Praça Pedro II. Os imóveis estão localizados na área de abrangência do Centro Histórico e urbano da capital e são protegidos por decretos de tombamento federal ou estadual.
O objetivo do projeto, segundo o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Antonio Guerreiro Júnior é ampliar e melhorar a estrutura de atendimento do Poder Judiciário, e obter avanços qualitativos na prestação jurisdicional.
Ao autorizar as obras, o presidente exigiu o resgate criterioso da arquitetura original dos prédios. “Será uma homenagem do Judiciário a São Luís de quatro séculos de esplendor histórico”, adianta.
Um dos imóveis com obras confirmadas é o Solar Cesário Veras, situado na Rua do Egito, nº 106, esquina com Beco do Couto (Rua Zaque Pedro), sobrado colonial que data do primeiro quartel do século XIX e leva o nome do último proprietário.
Na década de 70, o prédio foi ocupado pelo Escritório Técnico de Assistência aos Municípios (ETAM) e, mais tarde, pela Assembleia Legislativa. Hoje, sedia um dos centros administrativos do Tribunal.
Outro casarão colonial da Rua do Egito, nº 144-B, também é típico da arquitetura do período colonial, e será adaptado aos serviços administrativos da Justiça estadual.
Esses dois prédios são integrados ao centro administrativo do TJMA, que foi adquirido e reformado durante a gestão do presidente Jamil Gedeon.
Originalmente era um sobrado colonial, mas perdeu a configuração original por diversas alterações ao longo do tempo. Atualmente apresenta características modernas em sua fachada.
O terceiro prédio a ser recuperado fica na Rua da Estrela, nº 52, anexo ao Tribunal. Este corre o risco de desabamento total com a incidência das chuvas e será o primeiro a receber intervenções.
O último casarão – esquina da Rua dos Afogados com Rua Rio Branco, nº 404 -, em área tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual, está em uso por estacionamento clandestino e será desocupado nos próximos dias para dar lugar aos serviços de reforma.
O investimento nas obras será da ordem de R$ 4 milhões da receita do Fundo Especial de Modernização e Reaparelhamento do Judiciário (Ferj).
A destinação das novas instalações está sendo avaliada pela administração do Tribunal, mas deverá contemplar espaço para atividades administrativas, como o atendimento aos encarcerados.
“Outros setores serão acomodados nos novos prédios até a construção da nova sede do Tribunal”, informa diretor de Engenharia do Tribunal, Rui Barbosa Lima Sobrinho.
Preservação do patrimônio
A recuperação de imóveis incluídos no patrimônio histórico e urbanístico de São Luís coincide com as comemorações dos 400 anos de aniversário a cidade, em setembro deste ano.
“Com isso também incentivamos a preservação do patrimônio histórico de São Luís, o maior conjunto arquitetônico de padrão colonial fora de Portugal”, acrescenta Guerreiro Júnior.
Os projetos de arquitetura elaborados pela diretoria de Engenharia do Tribunal estão sob análise do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em relação aos prédios sob interferência da União.
O Tribunal de Justiça começa esta semana a reforma do imóvel da Rua da Estrela. As outras obras têm início também previsto para este mês.
Moradores do Núcleo Rural de Samambaia agora podem andar com mais facilidade. Nesta quinta-feira (2), equipes do Polo Oeste do GDF Presente chegaram à marca de 23 quilômetros de estradas recuperadas com patrolamento, cascalhamento e terraplanagem.Foto: Marcos Soares- Adm. de Samambaia
Pátio da Polícia Rodoviária Federal, BR-040, Brasília, DF, Brasil 28/5/2016 Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília.
Proprietários de veículos apreendidos há pelo menos 60 dias têm 3 de junho para tentar recuperá-los antes do leilão a ser promovido pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF). Para reavê-los, é preciso entregar os comprovantes de pagamento no Núcleo de Leilão do Detran-DF, no Setor de Indústrias Gráficas de Taguatinga, até as 17 horas de sexta-feira (3).
Leia a matéria no site da Agência Brasília: bit.ly/1XEvObI
Brasil recupera na França 998 fósseis contrabandeados de parque arqueológico cearense em 2013
Trabalho do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) junto a autoridades francesas viabilizou o retorno de quase duas toneladas de peças de grande valor científico ao Geoparque Araripe.
Foto: Helano Stuckert/ Min. Cidadania