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VOLTEEEEIII!!!!

Fiquei um tempãão off porque estava sem camera, gente... =/ Maaaãssss agora já recuperei minha bebê e voltarei a postar coisinhas aqui ^^

 

Esses foram alguns batons Dailus que eu comprei no começo do ano mas que não deu tempo fotografar...

 

Perdi um pouco a prática com as "resenhas", mas vamos lá ver o que eu ainda posso fazer... rs

 

Avaliando:

♡ Ótima durabilidade.

♡ Ótima fixação.

♡ Pigmentação incrível.

♡ Fácil aplicação (menos o cintilante, que é horrível).

♡ Não mancha, não borra, não escorre!!!!

♡ Gosto e cheiro de manteiga de cacau.

♡ Preço Justo.

 

* Ouvia falar muuuuito bem desses batons Dailus. A verdade é que são bonzinhos mas não são essas maravilhas todas não. Enfim, sabendo escolher uma linda cor, aí sim vale a pena ;]

 

♥ Blog: penteadeiradapri.wordpress.com

 

♥ Twitter: twitter.com/#!/PriscillavBrito

Tissus indiens de récup', soie et broderies.

Un fauteuil de récup. fait avec le bois des palettes recyclées....

Model : Axelle

Commissioned Shoot for Récup'Air Spirit Clothes.

 

Août 2008, Venasque (84).

detail of my work on a chair

Model : Axelle

Commissioned Shoot for Récup'Air Spirit Clothes.

 

Août 2008, Monteux (84).

page totale recup comme j'aime le faire le plus souvent possible

plus de details :

 

www.couleursetmixedmedia.com/article-33637276.html

 

Gruta da Lapinha - Lagoa Santa / Minas Gerais

 

12 de Outubro de 2005

 

***

 

A Gruta da Lapinha Recupera seu Brilho

 

Depois de mais de 15 dias fechada, a Gruta da Lapinha, localizada a 53 quilômetros de Belo Horizonte, na região de Lagoa Santa, está aberta novamente para visitação. O local foi interditado por causa do furto de fios de cobre que deixou a caverna completamente no escuro. Com o brilho de volta, a Lapinha é um lugar fantástico para quem quer passar um fim de semana tranquilo e rico em história.

Por fora, um lugar agradável e pitoresco com quiosque e muito verde em volta. Por dentro, um lugar cuidadosamente esculpido pela natureza e de uma beleza extraordinária. A gruta, que tem 511 metros de extensão e 40 metros de profundidade, tem 15 salões abertos à visitação. Cada um recebe um nome de acordo com o aspecto das formações rochosas. As estalactites e estalagmites - sólidos minerais que se formam no teto e chão, respectivamente, resultante de água e calcário, constituem desenhos nas rochas de dar inveja a qualquer escultor talentoso.

O salão da Cascata, por exemplo, é considerado pelos visitantes em geral como um dos mais belos da gruta. A cena lembra perfeitamente uma cascata com queda longa e densa. Já o Salão da Catedral, como ressaltou a arqueóloga Rosângela Albano, é o maior e dos mais interessantes. Tem aproximadamente de 15 a 20 metros de extensão. No espaço, cada detalhe deve ser observado meticulosamente. Para alguns, as formações se assemelham a obras do Barroco mineiro. Em um dos corredores de passagem, um 'Abajur' deixa qualquer designer inspirado. No teto, uma das formações tem a forma arrojada deste objeto com a diferença de que este deve ter levado, no mínimo uns 500 anos para se formar. “Cada centímetro dessas formações demora cerca de 25 anos para crescer. É realmente uma beleza concentrada", enfatizou Rosângela Albano.

Outro destaque é o Salão dos Índios. Nele, as rochas formam o desenho de faces que se assemelham a de índios. “O vento ajudou a esculpir os rostos", ressaltou a gerente da Secretaria de Turismo de Lagoa Santa, Flávia Viana. Ela, que já atuou como guia da gruta, acompanha todos os trabalhos relacionados à Lapinha e vibra com a reabertura do local ao público.

Na gruta, observa Flávia Viana, outras tantas maravilhas podem ser apreciadas. Até mesmo um véu é possível ver em um dos corredores da caverna. Com um caimento e brilho impecável o véu enfeita uma das paredes da gruta. Ao lado deste, é possível ver também uma formação semelhante a bolos servidos em casamentos. Há ainda os salões do Presépio, Pirâmide, Tambores, Carneiros e de Peter Lund - este último, chamado assim, porque, dizem, era o local onde o cientista Peter Lund, descobridor da gruta, gostava de ficar.

  

Um passeio bem perto de BH

 

Descoberta em meados de 1835 pelo cientista Peter Lund, a Gruta da Lapinha chega a receber cerca de 300 visitantes nos finais de semana. A visita, que pode ser feita todos os dias de 9h30 às 17 horas, é facilitada por escadas de ferros e pela iluminação subterrânea. De acordo com a arqueóloga Rosângela Albano, a Lapinha foi a segunda caverna descoberta em Minas Gerais por Lund. A primeira foi Maquiné em Cordisburgo.

“Dentro da gruta não foram encontrados fósseis mas na sua área de abrangência foi descoberto o primeiro fóssil humano que viveu na região há 12 mil anos e depois outros da mesma época. É importante destacar ainda que a Lapinha, que tem mais de 700 metros de extensão (511 metros abertos à visitação) mantém fauna característica, como morcegos e insetos", disse a arqueóloga. O turista deve ter consciência e não tocar nas formações rochosas da caverna. Delicadas, as estalactites e estalagmites demoram milhares de anos para atingir um tamanho razoável. Para entrar, o visitante deve pagar R$ 5,00 sendo monitorado por guias locais.

Em janeiro, a visita na Lapinha foi limitada porque fios de cobre começaram a ser furtados impedindo a entrada em alguns dos 14 salões. Durante o período do carnaval, a gruta foi fechada pois toda a fiação subterrânea foi roubada. “Os bandidos entraram por uma fenda da gruta e chegaram a depredar uma das formações", disse Flávia Viana da Secretaria Municipal de Turismo.

De acordo com o delegado Marco Antônio de Paula Assis, no final da semana passada três suspeitos foram presos. O local foi reaberto à visitação no último sábado. Para oficializar a reabertura da gruta, uma festa está sendo programada para o próximo final de semana. “Na área de lazer, do lado de fora da gruta, vai ter dança folclórica, exposição de artesanatos e outras atividades. A entrada será liberada para a visitação", adiantou Flávia Viana.

 

Texto:http://www.lagoasanta.com.br/gruta/

Em dia de terceira etapa da Africa Race 2017 a dupla de pilotos do Albufeira Racing Team cumpriu hoje os mais de 433 quilómetros da jornada que levou a caravana da prova desde Tagounite até Assa, ainda em Marrocos. Um dia muito longo com passagem por locais históricos do TT mundial como o Erg Ch...

 

nunodinisphotos.net/frederico-e-azinhais-recuperam/

Recuperei a bike 10 anos depois em Floripa mesmo.

 

Minha bicicleta que foi furtada da minha garagem hoje de madrugada em Floripa. Era ÚNICA no Brasil, não tem 2 iguais nem parecidas. Mas não tem valor de revenda, é uma bike com quadro muito velho e não vale muita grana. Vai aparecer à venda em algum lugar na cidade ou perto, então amigos ciclistas daqui, fiquei atentos!

Uma das coisas que mais chama a atenção é o garfo cromado, um Pinarello Arché de CrMo. Mas o quadro é TREK, pintado de azul bem escuro, todo arranhado já. O "TREK" vem gravado em cima do movimento central e nos tubos do stay traseiro, perto do canote. O pedivela é únic, com 52-42-26 dentes, cãmbio traseiro Alivio, 2001 + -, corrente IG51, freios Shimano Sora e os pneus também são uma super raridade: Ritchey SpeedMax Comp, 700x30 com cravos. São pneus para ciclocross, não existe isso quase no Brasil. Mas nada disso depois de bem usada valia muito, só o valor dos 10 anos que eu passei com ela e era, sem dúvida, a melhor bike convencional que eu já tive. Rápida, leve (menos de 12Kgs), e confortável graças ao selim Velo Plush, o quadro de CrMo Trek (feito à mão em 1984), o garfo recurvado da Pinarello e a mesa Pazazz muito positiva, tornando-a uma ótima bike para longas distâncias. Uma pena!

treillis yourte noisettier 4,60m 2

Fiona Paterson

France

recup-arte@hotmail.fr

 

Assembled artwork . Ceramic, metal and found objects. Approx 30cm x 12cmx 2cm

The model intended for the winner. here is the one who will have held the head of the race will receive the cup skull

treillis yourte noisettier noeuds

Récup' du jour ... j'ai des résistances, des capas et des zener pour cent ans ...

toono yourte frêne 2 heptagone

Casarões do século XIX, cujo padrão de arquitetura foi concebido nos moldes da arquitetura luso-brasileira, estão entre os monumentos que serão recuperados este ano pelo Poder Judiciário do Maranhão e adaptados para a instalação de unidades administrativas do Tribunal de Justiça.

O projeto de revitalização, executado pela Diretoria de Engenharia do TJMA, inclui quatro prédios de propriedade do Tribunal, a antiga sala das sessões plenárias e o relógio público do anexo do Palácio da Justiça, na Praça Pedro II. Os imóveis estão localizados na área de abrangência do Centro Histórico e urbano da capital e são protegidos por decretos de tombamento federal ou estadual.

O objetivo do projeto, segundo o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Antonio Guerreiro Júnior é ampliar e melhorar a estrutura de atendimento do Poder Judiciário, e obter avanços qualitativos na prestação jurisdicional.

Ao autorizar as obras, o presidente exigiu o resgate criterioso da arquitetura original dos prédios. “Será uma homenagem do Judiciário a São Luís de quatro séculos de esplendor histórico”, adianta.

Um dos imóveis com obras confirmadas é o Solar Cesário Veras, situado na Rua do Egito, nº 106, esquina com Beco do Couto (Rua Zaque Pedro), sobrado colonial que data do primeiro quartel do século XIX e leva o nome do último proprietário.

Na década de 70, o prédio foi ocupado pelo Escritório Técnico de Assistência aos Municípios (ETAM) e, mais tarde, pela Assembleia Legislativa. Hoje, sedia um dos centros administrativos do Tribunal.

Outro casarão colonial da Rua do Egito, nº 144-B, também é típico da arquitetura do período colonial, e será adaptado aos serviços administrativos da Justiça estadual.

Esses dois prédios são integrados ao centro administrativo do TJMA, que foi adquirido e reformado durante a gestão do presidente Jamil Gedeon.

Originalmente era um sobrado colonial, mas perdeu a configuração original por diversas alterações ao longo do tempo. Atualmente apresenta características modernas em sua fachada.

O terceiro prédio a ser recuperado fica na Rua da Estrela, nº 52, anexo ao Tribunal. Este corre o risco de desabamento total com a incidência das chuvas e será o primeiro a receber intervenções.

O último casarão – esquina da Rua dos Afogados com Rua Rio Branco, nº 404 -, em área tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual, está em uso por estacionamento clandestino e será desocupado nos próximos dias para dar lugar aos serviços de reforma.

O investimento nas obras será da ordem de R$ 4 milhões da receita do Fundo Especial de Modernização e Reaparelhamento do Judiciário (Ferj).

A destinação das novas instalações está sendo avaliada pela administração do Tribunal, mas deverá contemplar espaço para atividades administrativas, como o atendimento aos encarcerados.

“Outros setores serão acomodados nos novos prédios até a construção da nova sede do Tribunal”, informa diretor de Engenharia do Tribunal, Rui Barbosa Lima Sobrinho.

Preservação do patrimônio

A recuperação de imóveis incluídos no patrimônio histórico e urbanístico de São Luís coincide com as comemorações dos 400 anos de aniversário a cidade, em setembro deste ano.

“Com isso também incentivamos a preservação do patrimônio histórico de São Luís, o maior conjunto arquitetônico de padrão colonial fora de Portugal”, acrescenta Guerreiro Júnior.

Os projetos de arquitetura elaborados pela diretoria de Engenharia do Tribunal estão sob análise do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em relação aos prédios sob interferência da União.

O Tribunal de Justiça começa esta semana a reforma do imóvel da Rua da Estrela. As outras obras têm início também previsto para este mês.

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Diorama appartenant à l'AMAL. (Echelle HO).

L’art de la récup' et du troc pour créer

LaLibre.be, Lauranne Garitte, lundi 03 juin 2019.

Photos : Marie Rusillo.

 

Voir l'article : stories.lalibre.be/inspire/numero105/index.html

Casarões do século XIX, cujo padrão de arquitetura foi concebido nos moldes da arquitetura luso-brasileira, estão entre os monumentos que serão recuperados este ano pelo Poder Judiciário do Maranhão e adaptados para a instalação de unidades administrativas do Tribunal de Justiça.

O projeto de revitalização, executado pela Diretoria de Engenharia do TJMA, inclui quatro prédios de propriedade do Tribunal, a antiga sala das sessões plenárias e o relógio público do anexo do Palácio da Justiça, na Praça Pedro II. Os imóveis estão localizados na área de abrangência do Centro Histórico e urbano da capital e são protegidos por decretos de tombamento federal ou estadual.

O objetivo do projeto, segundo o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Antonio Guerreiro Júnior é ampliar e melhorar a estrutura de atendimento do Poder Judiciário, e obter avanços qualitativos na prestação jurisdicional.

Ao autorizar as obras, o presidente exigiu o resgate criterioso da arquitetura original dos prédios. “Será uma homenagem do Judiciário a São Luís de quatro séculos de esplendor histórico”, adianta.

Um dos imóveis com obras confirmadas é o Solar Cesário Veras, situado na Rua do Egito, nº 106, esquina com Beco do Couto (Rua Zaque Pedro), sobrado colonial que data do primeiro quartel do século XIX e leva o nome do último proprietário.

Na década de 70, o prédio foi ocupado pelo Escritório Técnico de Assistência aos Municípios (ETAM) e, mais tarde, pela Assembleia Legislativa. Hoje, sedia um dos centros administrativos do Tribunal.

Outro casarão colonial da Rua do Egito, nº 144-B, também é típico da arquitetura do período colonial, e será adaptado aos serviços administrativos da Justiça estadual.

Esses dois prédios são integrados ao centro administrativo do TJMA, que foi adquirido e reformado durante a gestão do presidente Jamil Gedeon.

Originalmente era um sobrado colonial, mas perdeu a configuração original por diversas alterações ao longo do tempo. Atualmente apresenta características modernas em sua fachada.

O terceiro prédio a ser recuperado fica na Rua da Estrela, nº 52, anexo ao Tribunal. Este corre o risco de desabamento total com a incidência das chuvas e será o primeiro a receber intervenções.

O último casarão – esquina da Rua dos Afogados com Rua Rio Branco, nº 404 -, em área tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual, está em uso por estacionamento clandestino e será desocupado nos próximos dias para dar lugar aos serviços de reforma.

O investimento nas obras será da ordem de R$ 4 milhões da receita do Fundo Especial de Modernização e Reaparelhamento do Judiciário (Ferj).

A destinação das novas instalações está sendo avaliada pela administração do Tribunal, mas deverá contemplar espaço para atividades administrativas, como o atendimento aos encarcerados.

“Outros setores serão acomodados nos novos prédios até a construção da nova sede do Tribunal”, informa diretor de Engenharia do Tribunal, Rui Barbosa Lima Sobrinho.

Preservação do patrimônio

A recuperação de imóveis incluídos no patrimônio histórico e urbanístico de São Luís coincide com as comemorações dos 400 anos de aniversário a cidade, em setembro deste ano.

“Com isso também incentivamos a preservação do patrimônio histórico de São Luís, o maior conjunto arquitetônico de padrão colonial fora de Portugal”, acrescenta Guerreiro Júnior.

Os projetos de arquitetura elaborados pela diretoria de Engenharia do Tribunal estão sob análise do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em relação aos prédios sob interferência da União.

O Tribunal de Justiça começa esta semana a reforma do imóvel da Rua da Estrela. As outras obras têm início também previsto para este mês.

Récupération d'une pochette du LP "You Are" de Dolly Parton, vinyl sur RCA de 1980, collage manuel et digitalisation.

treillis yourte noisettier 4,60m

#threesevenus #design #meubles #deco #decointerieur #recup #secondhand #skullhead #handmade #nyc #paris #wood #boho #liveauthentic #lesantilopes #home #homesweathome #homestyle #interior #inspiration #idea @threesevenus

Model : Axelle

Commissioned Shoot for Récup'Air Spirit Clothes.

 

Août 2008, Monteux (84).

Casarões do século XIX, cujo padrão de arquitetura foi concebido nos moldes da arquitetura luso-brasileira, estão entre os monumentos que serão recuperados este ano pelo Poder Judiciário do Maranhão e adaptados para a instalação de unidades administrativas do Tribunal de Justiça.

O projeto de revitalização, executado pela Diretoria de Engenharia do TJMA, inclui quatro prédios de propriedade do Tribunal, a antiga sala das sessões plenárias e o relógio público do anexo do Palácio da Justiça, na Praça Pedro II. Os imóveis estão localizados na área de abrangência do Centro Histórico e urbano da capital e são protegidos por decretos de tombamento federal ou estadual.

O objetivo do projeto, segundo o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Antonio Guerreiro Júnior é ampliar e melhorar a estrutura de atendimento do Poder Judiciário, e obter avanços qualitativos na prestação jurisdicional.

Ao autorizar as obras, o presidente exigiu o resgate criterioso da arquitetura original dos prédios. “Será uma homenagem do Judiciário a São Luís de quatro séculos de esplendor histórico”, adianta.

Um dos imóveis com obras confirmadas é o Solar Cesário Veras, situado na Rua do Egito, nº 106, esquina com Beco do Couto (Rua Zaque Pedro), sobrado colonial que data do primeiro quartel do século XIX e leva o nome do último proprietário.

Na década de 70, o prédio foi ocupado pelo Escritório Técnico de Assistência aos Municípios (ETAM) e, mais tarde, pela Assembleia Legislativa. Hoje, sedia um dos centros administrativos do Tribunal.

Outro casarão colonial da Rua do Egito, nº 144-B, também é típico da arquitetura do período colonial, e será adaptado aos serviços administrativos da Justiça estadual.

Esses dois prédios são integrados ao centro administrativo do TJMA, que foi adquirido e reformado durante a gestão do presidente Jamil Gedeon.

Originalmente era um sobrado colonial, mas perdeu a configuração original por diversas alterações ao longo do tempo. Atualmente apresenta características modernas em sua fachada.

O terceiro prédio a ser recuperado fica na Rua da Estrela, nº 52, anexo ao Tribunal. Este corre o risco de desabamento total com a incidência das chuvas e será o primeiro a receber intervenções.

O último casarão – esquina da Rua dos Afogados com Rua Rio Branco, nº 404 -, em área tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual, está em uso por estacionamento clandestino e será desocupado nos próximos dias para dar lugar aos serviços de reforma.

O investimento nas obras será da ordem de R$ 4 milhões da receita do Fundo Especial de Modernização e Reaparelhamento do Judiciário (Ferj).

A destinação das novas instalações está sendo avaliada pela administração do Tribunal, mas deverá contemplar espaço para atividades administrativas, como o atendimento aos encarcerados.

“Outros setores serão acomodados nos novos prédios até a construção da nova sede do Tribunal”, informa diretor de Engenharia do Tribunal, Rui Barbosa Lima Sobrinho.

Preservação do patrimônio

A recuperação de imóveis incluídos no patrimônio histórico e urbanístico de São Luís coincide com as comemorações dos 400 anos de aniversário a cidade, em setembro deste ano.

“Com isso também incentivamos a preservação do patrimônio histórico de São Luís, o maior conjunto arquitetônico de padrão colonial fora de Portugal”, acrescenta Guerreiro Júnior.

Os projetos de arquitetura elaborados pela diretoria de Engenharia do Tribunal estão sob análise do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em relação aos prédios sob interferência da União.

O Tribunal de Justiça começa esta semana a reforma do imóvel da Rua da Estrela. As outras obras têm início também previsto para este mês.

em grande parte do mundo as bicicletas precisam lutar com os carros para conquistar seu lugar, ou recuperá-lo, tanto na parte da educação da população, como na parte das leis, acessos e vias.

 

no japão essa luta não existe. não é que a bicicleta ganhou, nem os carros, nem os pedestres. todos convivem harmoniosamente. a solução aqui não foi segregar as vias em ciclovias. aqui 100% das calçadas são preparadas para o trânsito de bicicletas, em ambos os sentidos. assim como todas as ruas também podem ser perfeitamente usadas, para os casos quando há muita gente na calçada, ou quando se quer pedalar mais rápido. a quilometragem de ciclovias em tóquio é, portanto, quatro vezes a quilometragem das ruas.

 

o problema do estacionamento é sanado com grandes estacionamentos subterraneos. é proibido largar a bicicleta na maioria dos lugares, mas mesmo assim é tolerado quando não atrapalha ninguém, ou quando é por um curto período.

 

em nova york elas são meio novidade, existem muitas leis, excessões, e vias segregadas. em amsterdã elas são em número absurdo, o que gera várias complicações. sem falar no fato que o índice de roubo de bicicletas lá é altíssimo. em berlim e londres elas são bem aceitas, mas ainda há um pouco de tensão em algumas horas, com pedestres ou motoristas, e em alguns lugares existem vias segregadas.

 

em são paulo então, nem se fala. parei de andar de bicicleta lá pois sempre ficava muito tenso e irritado com as pessoas ignorantes e mal educadas, e com a conivência da força reguladora, uma vez que as leis existem.

 

aqui não, tudo funciona perfeitamente, basta manter a esquerda, ultrapassar pela direita, e você se locomove tranquilamente. as horas passam sem um momento de tensão sequer, pedalar em tóquio é 100% prazeroso, como deveria ser em qualquer lugar do mundo.

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