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El presidente de la Junta de Andalucía, Juanma Moreno, ha vaticinado este sábado un verano de “recuperación absoluta” del turismo perdido durante los años de la pandemia. “Vamos a tener muy buen verano, salvo que ocurriera algo excepcional”, ha incidido. En este sentido, espera que en el periodo estival todo marche con normalidad y “recuperemos el esplendor, la economía, el progreso y el empleo” que en pandemia “desgraciadamente” no se ha tenido.

 

Moreno ha asistido en el municipio malagueño de Marbella a la salida procesional de la Hermandad de los Romeros de San Bernabé. Lo ha hecho junto a la alcaldesa, Ángeles Muñoz, y el hermano mayor de la Corporación, José Manuel Orozco. Precisamente, a la regidora de la localidad ha agradecido la cooperación y la colaboración institucional estos años. “Tiene que ser el ejemplo para que funcionemos y mejoremos. Ayuntamiento y Junta de Andalucía cooperando y avanzando”, ha señalado.

 

Igualmente, ha agradecido a la Hermandad de San Bernabé haber tenido “el inmenso honor” de participar en la procesión. En un día que es “especial” para Marbella, no sólo por ser el Día de su Patrón, sino porque además se celebra el 40 aniversario de la salida procesional de la Hermandad. “Siempre es un placer estar en Marbella, una de las ciudades icónicas del turismo no sólo en España, sino del mundo. Siempre es un placer contar con el cariño de los vecinos de Marbella”. En este sentido, ha puesto de relieve que estas procesiones significan también que Andalucía ha recuperado prácticamente la plena normalidad.

 

En relación con el incendio declarado el pasado miércoles en Pujerra, Málaga, ha valorado la evolución favorable de las tareas de extinción. Así, ha detallado que en estos momentos continúan 120 efectivos y 12 medios aéreos trabajando sobre la zona, refrescándola, para evitar que se reanude. “Los trabajos de esta noche han sido muy efectivos. Si todo va bien, y no hay cambios atmosféricos, lo normal es que a lo largo de esta noche y mañana esté absolutamente controlado”. Asimismo, todos los vecinos han vuelto ya a sus hogares.

 

Sobre este asunto, ha hecho un llamamiento al Ministerio del Interior y a la directora general de la Guardia Civil para que se intensifiquen las labores de investigación. En este punto, ha lamentado que todavía sigan sin saber qué ocurrió el verano pasado justo en esta misma zona. Estos incendios, ha dicho, suponen la pérdida de uno de los pulmones más importantes de la provincia de Málaga y de una de las joyas medioambientales de España, además del fallecimiento de un bombero el año pasado y los heridos en el de Pujerra.

 

“Alguien tiene que pagar por los millones de euros gastados del dinero del contribuyente, por la pérdida de masa forestal irreparable en 50 años y por la pérdida de la vida del bombero forestal”. Así, ha vuelto a solicitar información al Ministerio del Interior y a la directora general de la Guardia Civil. “No he hablado nunca hasta ahora para que puedan seguir las pesquisas, pero después de producirse otro incendio en la misma zona, en menos de doce meses, creo que necesitamos respuestas”, ha declarado, al tiempo que ha mostrado su confianza en los equipos de investigación de la Guardia Civil.

  

En esta línea, ha reconocido la labor de los bomberos forestales. “El Infoca tiene una larga trayectoria, experiencia y, afortunadamente, los medios técnicos apropiados para poder combatir estos incendios”. Al hilo de esto último, ha pedido a los ciudadanos extremar la precaución por la ola de calor y por el riesgo de que se produzcan nuevos incendios.

  

“El cambio climático nos está trayendo cosas que nos advirtieron hace muchos años: temperaturas extremas. Hoy Córdoba alcanzará los 45 grados sin llegar aún al verano. Con estas temperaturas hay más posibilidades de incendios. Ahora lo que tenemos que hacer es prevenir y ser prudentes”, ha concluido.

  

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Quase dez quilômetros de estradas rurais foram recuperados pelo GDF Presente nesta quinta-feira (25). Trechos prejudicados pelo período chuvoso receberam reforços das equipes para melhoria do tráfego no Lago Norte, no Jardim Botânico e no Recanto das Emas e Sobradinho. Com as medidas de patrolamento, nivelamento e compactação de cascalho, a expectativa é de melhoria na qualidade de vida de quem vive nessas regiões. Além disso, ações de limpeza cruzaram o DF. Na foto Nivelamento de estradas vicinais do Núcleo Rural Jerivá, no Lago Norte. Foto Divulgação

Casarões do século XIX, cujo padrão de arquitetura foi concebido nos moldes da arquitetura luso-brasileira, estão entre os monumentos que serão recuperados este ano pelo Poder Judiciário do Maranhão e adaptados para a instalação de unidades administrativas do Tribunal de Justiça.

O projeto de revitalização, executado pela Diretoria de Engenharia do TJMA, inclui quatro prédios de propriedade do Tribunal, a antiga sala das sessões plenárias e o relógio público do anexo do Palácio da Justiça, na Praça Pedro II. Os imóveis estão localizados na área de abrangência do Centro Histórico e urbano da capital e são protegidos por decretos de tombamento federal ou estadual.

O objetivo do projeto, segundo o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Antonio Guerreiro Júnior é ampliar e melhorar a estrutura de atendimento do Poder Judiciário, e obter avanços qualitativos na prestação jurisdicional.

Ao autorizar as obras, o presidente exigiu o resgate criterioso da arquitetura original dos prédios. “Será uma homenagem do Judiciário a São Luís de quatro séculos de esplendor histórico”, adianta.

Um dos imóveis com obras confirmadas é o Solar Cesário Veras, situado na Rua do Egito, nº 106, esquina com Beco do Couto (Rua Zaque Pedro), sobrado colonial que data do primeiro quartel do século XIX e leva o nome do último proprietário.

Na década de 70, o prédio foi ocupado pelo Escritório Técnico de Assistência aos Municípios (ETAM) e, mais tarde, pela Assembleia Legislativa. Hoje, sedia um dos centros administrativos do Tribunal.

Outro casarão colonial da Rua do Egito, nº 144-B, também é típico da arquitetura do período colonial, e será adaptado aos serviços administrativos da Justiça estadual.

Esses dois prédios são integrados ao centro administrativo do TJMA, que foi adquirido e reformado durante a gestão do presidente Jamil Gedeon.

Originalmente era um sobrado colonial, mas perdeu a configuração original por diversas alterações ao longo do tempo. Atualmente apresenta características modernas em sua fachada.

O terceiro prédio a ser recuperado fica na Rua da Estrela, nº 52, anexo ao Tribunal. Este corre o risco de desabamento total com a incidência das chuvas e será o primeiro a receber intervenções.

O último casarão – esquina da Rua dos Afogados com Rua Rio Branco, nº 404 -, em área tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual, está em uso por estacionamento clandestino e será desocupado nos próximos dias para dar lugar aos serviços de reforma.

O investimento nas obras será da ordem de R$ 4 milhões da receita do Fundo Especial de Modernização e Reaparelhamento do Judiciário (Ferj).

A destinação das novas instalações está sendo avaliada pela administração do Tribunal, mas deverá contemplar espaço para atividades administrativas, como o atendimento aos encarcerados.

“Outros setores serão acomodados nos novos prédios até a construção da nova sede do Tribunal”, informa diretor de Engenharia do Tribunal, Rui Barbosa Lima Sobrinho.

Preservação do patrimônio

A recuperação de imóveis incluídos no patrimônio histórico e urbanístico de São Luís coincide com as comemorações dos 400 anos de aniversário a cidade, em setembro deste ano.

“Com isso também incentivamos a preservação do patrimônio histórico de São Luís, o maior conjunto arquitetônico de padrão colonial fora de Portugal”, acrescenta Guerreiro Júnior.

Os projetos de arquitetura elaborados pela diretoria de Engenharia do Tribunal estão sob análise do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em relação aos prédios sob interferência da União.

O Tribunal de Justiça começa esta semana a reforma do imóvel da Rua da Estrela. As outras obras têm início também previsto para este mês.

Recuperação de 2,7 quilômetros da estrada rural da rotatória da DF-190 até a BR-070. Foto: Divulgação/ GDF Presente

A Administração Regional de Ceilândia está trabalhando pesado na manutenção das vias rurais. Desde o ano passado, com a ajuda das equipes do GDF Presente, o órgão conseguiu recuperar mais de 160 km de estradas rurais com serviços que vão de nivelamento dos terrenos à construção de bolsões, canaletas e desvios de água pluvial. A ação tem mudado a realidade de mais de 10 mil moradores das localidades. Foto Acácio Pinheiro / Agência Brasília

Nesta segunda-feira (15), as equipes do GDF Presente deixaram o Complexo Norte do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), no Plano Piloto, localizado na Quadra 5 do Setor de Garagens Oficiais Norte (SGON), pronto para receber a festa em homenagem ao Dia do Gari, comemorado nesta terça-feira (16). Foto: Divulgação/GDF Presente

Planaltina, Brasília, DF, Brasil 19/3/2018 Foto: Gabriel Jabur/Agencia Brasilia.

 

Quinze cadeiras de rodas ou de banho e duas macas foram entregues ao Hospital Regional de Planaltina nesta segunda-feira (19). Recuperados por alunos do curso de montagem e manutenção do projeto-piloto Fábrica Social Itinerante, os equipamentos poderão ser utilizados novamente por pacientes da unidade de saúde.

  

Leia a matéria no site da Agência Brasília: www.agenciabrasilia.df.gov.br/2018/03/19/alunos-da-fabric...

 

Model : Axelle

Commissioned Shoot for Récup'Air Spirit Clothes.

 

Août 2008, Venasque (84).

Rodrigo Romão (Sporting/AJC) recupera a posse de bola

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Quatis

  

Minhas retinas se recuperam…

Luz, verde, animais, pessoas, como num filme...

Sotaques diferentes, novas vozes, temas diversos, musicalidade no ar...

O olfato aguçado captou o odor dos lugares, comidas, frutas e flores, então desconhecidos.

Os arquivos dos sentidos se enriqueceram na viagem!

 

Aos poucos, consigo organizar as idéias, o que realmente vivenciei...e a sensação é de total bem-aventurança!

A alma se rejubila com a perfeição da jornada!

E, olhos fechados, ouço o canto das maritacas e do sabiá no quintal de D. Marina, o relincho do cavalo negro,o latido dos cães, o mugido das vacas...

 

Revejo o brilho dos olhos verdes do Yuri, o sorriso da menina, boneca ao colo, os diferentes tons de verde, as douradas e espumantes águas do rio Turvo(que aprendi a amar!), o brilho molhado do pêlo chocolate dos cachorros na cachoeira, os patos, as galinhas, os limões dourados, a lenha, os pendões da cana sinalizando a beleza do sol, a postura maternal da mãe enfeitando a filha para a foto...

 

E as garças refazem seu percurso diário, em direção ao abrigo seguro, garantia de um novo amanhã. Refletidas no rio Paraíba, desdobram-se brancamente na paisagem do crepúsculo, invalidando, sutilmente, as minhas fotos, como que a preservar um momento tão íntimo.

 

Águas cristalinas, pontes, atalhos, montanhas avermelhadas, horizontes que se recortam contra o céu!

 

...e o carro avança e o trem apita...

 

E rememoro a gentileza das pessoas:

 

-Linda fazenda, a sua!

-É nossa!

 

-Que moto fantástica!

-É nossa!

 

Valores adormecidos me são reavivados: solidariedade, perseverança, gentileza...

 

Quatis? ... agora sou refém!

   

Exposição "Quatis de Corpo e Alma"

 

Fotos: Angelica Monnerat

Haicais: Lena Jesus Ponte

 

mais fotos/more photos:

ubbibr.fotolog.net/angemon

 

Convite/invitation:

www.flickr.com/photos/angemon/68243473/in/set-1479638/

  

Expo virtual:

www.lenajesus.ponte.nom.br

clicar em "novidades"

 

Quatis-RJ

  

www.governo.rj.gov.br/municipal.asp?M=7

 

www.turisrio.rj.gov.br/minisite/destino.asp

 

www.viagensmaneiras.com/viagens/quatis.htm

 

www.ctarj.org.br./quatis/portal

 

A recuperação de um trecho da Rua 3 de Vicente Pires que se abriu após o rompimento de uma manilha será concluída em até sete dias. Em ação conjunta, a administração da cidade, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e a Secretaria de Obras trabalham no local para devolver o acesso à população. Ao todo 35 profissionais e quatro máquinas realizam os serviços. Foto Paulo H. Carvalho / Agência Brasília

Uma das principais demandas registradas em ouvidorias do Governo do Distrito Federal, o problema dos buracos em pistas tem sido resolvido em muitas regiões administrativas. A equipe da Administração Regional do Riacho Fundo II,já tapou quase que 100% dos buracos da localidade. Foto: Renato Araujo/Agência Brasília

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O Projeto Mãos Dadas é uma iniciativa da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) que direciona reeducandos do sistema prisional para realizar as pequenas obras do dia a dia das cidades. Foto Divulgação/ GDF Presente

Stylo Lumocolor, aquarelle sur papier récup+

GDF Presente atua no nivelamento de vias não pavimentadas na comunidade Queima Lençol, na Fercal. Foto: Divulgação/GDF Presente

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Em São Sebastião, equipes recuperam uma erosão no bairro Morro da Cruz, onde moram 20 mil pessoas. Os trabalhos começaram na quarta-feira (17) e envolvem 15 operários e 15 caminhões. Foto: Divulgação/GDF Presente

A Receita do Distrito Federal recuperou mais de R$ 158 milhões de impostos na Operação Tributum Irregularis, promovida na madrugada desta sexta-feira (16).Foto: Divulgação/Sefaz

Model : Axelle

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Août 2008, Monteux (84).

O GDF Presente chegou à Fercal para dar agilidade às demandas da administração regional. Nesta quarta-feira (8), primeiro dia de ações do Polo Norte na região, as equipes passaram a integrar uma força-tarefa para recupera uma erosão que prejudica 50% de uma estrada rural que é usada pelos mil habitantes do local. Foto: Divulgação

Projeto Renascente limpa córregos e riachos na região, além de levar melhorias às praças das redondezas. Fotos: Acácio Pinheiro / Agência Brasília

Oito operários, uma patrol, uma retroescavadeira e uma van trabalham para finalizar os serviços. Também são utilizados quatro caminhões com 96 toneladas de resíduos de construção civil. Foto: Divulgação/GDF Presente

 

Gruta da Lapinha - Lagoa Santa / Minas Gerais

 

12 de Outubro de 2005

 

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A Gruta da Lapinha Recupera seu Brilho

 

Depois de mais de 15 dias fechada, a Gruta da Lapinha, localizada a 53 quilômetros de Belo Horizonte, na região de Lagoa Santa, está aberta novamente para visitação. O local foi interditado por causa do furto de fios de cobre que deixou a caverna completamente no escuro. Com o brilho de volta, a Lapinha é um lugar fantástico para quem quer passar um fim de semana tranquilo e rico em história.

Por fora, um lugar agradável e pitoresco com quiosque e muito verde em volta. Por dentro, um lugar cuidadosamente esculpido pela natureza e de uma beleza extraordinária. A gruta, que tem 511 metros de extensão e 40 metros de profundidade, tem 15 salões abertos à visitação. Cada um recebe um nome de acordo com o aspecto das formações rochosas. As estalactites e estalagmites - sólidos minerais que se formam no teto e chão, respectivamente, resultante de água e calcário, constituem desenhos nas rochas de dar inveja a qualquer escultor talentoso.

O salão da Cascata, por exemplo, é considerado pelos visitantes em geral como um dos mais belos da gruta. A cena lembra perfeitamente uma cascata com queda longa e densa. Já o Salão da Catedral, como ressaltou a arqueóloga Rosângela Albano, é o maior e dos mais interessantes. Tem aproximadamente de 15 a 20 metros de extensão. No espaço, cada detalhe deve ser observado meticulosamente. Para alguns, as formações se assemelham a obras do Barroco mineiro. Em um dos corredores de passagem, um 'Abajur' deixa qualquer designer inspirado. No teto, uma das formações tem a forma arrojada deste objeto com a diferença de que este deve ter levado, no mínimo uns 500 anos para se formar. “Cada centímetro dessas formações demora cerca de 25 anos para crescer. É realmente uma beleza concentrada", enfatizou Rosângela Albano.

Outro destaque é o Salão dos Índios. Nele, as rochas formam o desenho de faces que se assemelham a de índios. “O vento ajudou a esculpir os rostos", ressaltou a gerente da Secretaria de Turismo de Lagoa Santa, Flávia Viana. Ela, que já atuou como guia da gruta, acompanha todos os trabalhos relacionados à Lapinha e vibra com a reabertura do local ao público.

Na gruta, observa Flávia Viana, outras tantas maravilhas podem ser apreciadas. Até mesmo um véu é possível ver em um dos corredores da caverna. Com um caimento e brilho impecável o véu enfeita uma das paredes da gruta. Ao lado deste, é possível ver também uma formação semelhante a bolos servidos em casamentos. Há ainda os salões do Presépio, Pirâmide, Tambores, Carneiros e de Peter Lund - este último, chamado assim, porque, dizem, era o local onde o cientista Peter Lund, descobridor da gruta, gostava de ficar.

  

Um passeio bem perto de BH

 

Descoberta em meados de 1835 pelo cientista Peter Lund, a Gruta da Lapinha chega a receber cerca de 300 visitantes nos finais de semana. A visita, que pode ser feita todos os dias de 9h30 às 17 horas, é facilitada por escadas de ferros e pela iluminação subterrânea. De acordo com a arqueóloga Rosângela Albano, a Lapinha foi a segunda caverna descoberta em Minas Gerais por Lund. A primeira foi Maquiné em Cordisburgo.

“Dentro da gruta não foram encontrados fósseis mas na sua área de abrangência foi descoberto o primeiro fóssil humano que viveu na região há 12 mil anos e depois outros da mesma época. É importante destacar ainda que a Lapinha, que tem mais de 700 metros de extensão (511 metros abertos à visitação) mantém fauna característica, como morcegos e insetos", disse a arqueóloga. O turista deve ter consciência e não tocar nas formações rochosas da caverna. Delicadas, as estalactites e estalagmites demoram milhares de anos para atingir um tamanho razoável. Para entrar, o visitante deve pagar R$ 5,00 sendo monitorado por guias locais.

Em janeiro, a visita na Lapinha foi limitada porque fios de cobre começaram a ser furtados impedindo a entrada em alguns dos 14 salões. Durante o período do carnaval, a gruta foi fechada pois toda a fiação subterrânea foi roubada. “Os bandidos entraram por uma fenda da gruta e chegaram a depredar uma das formações", disse Flávia Viana da Secretaria Municipal de Turismo.

De acordo com o delegado Marco Antônio de Paula Assis, no final da semana passada três suspeitos foram presos. O local foi reaberto à visitação no último sábado. Para oficializar a reabertura da gruta, uma festa está sendo programada para o próximo final de semana. “Na área de lazer, do lado de fora da gruta, vai ter dança folclórica, exposição de artesanatos e outras atividades. A entrada será liberada para a visitação", adiantou Flávia Viana.

 

Texto:http://www.lagoasanta.com.br/gruta/

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