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Exit 2008 -novi sad - serbia

Marshall School of Business Graduate Programs Reunion Nov. 3, 2023, Photo by David Sprague

Florida International University (FIU) Chapman Graduate School of Business Chapmanville Leadership Development Program consisting of seminars developed for thirty senior leaders from Miami-Dade Government. The program, sponsored by the Knight Foundation, The Miami Foundation and Chapman Foundation Inc., features experts and faculty from a range of leadership and supporting disciplines.

 

Miami, Florida | March 23, 2017 – May 4, 2017

 

To learn more about the FIU College of Business please visit: business.fiu.edu

 

Florida International University (FIU) Chapman Graduate School of Business Chapmanville Leadership Development Program consisting of seminars developed for thirty senior leaders from Miami-Dade Government. The program, sponsored by the Knight Foundation, The Miami Foundation and Chapman Foundation Inc., features experts and faculty from a range of leadership and supporting disciplines.

 

Miami, Florida | March 23, 2017 – May 4, 2017

 

To learn more about the FIU College of Business please visit: business.fiu.edu

 

Students with International Programs go to a Denver Nuggets game, March 27, 2015

Personal Enrichment Programs, dance, at Evergreen.

My photos on display at Walt Branch Library, during the 2013 National Arts Program exhibit.

This was a youth soccer program that was run in the Jane and Finch community. I came out one day as a representative of BYCAV (Black Youth Coalition Against Violence) to see how this initiative as going. The founder was making fundraising plans to get all the players proper uniforms. Was an exciting game and great activity for the young people involved.

Foi apresentada na Escola de Negócios Sebrae-SP (ESE) o evento “Petrobras Conexões para Inovação”. Uma das etapas do roadshow do programa Petrobras Conexões para Inovação, uma parceria do Sebrae Nacional com a Petrobras.

2017 Fellows Program Mentor Reception at GLG

Situado numa extensão que vai desde a cidadela até ao espaço que terá sido alcançado pela expansão urbana no século XVI ou XVII, o corredor verde do Fervença constitui um elemento de referência na vivência da cidade, marcado pela presença do rio e pela perspetiva que se abre sobre o Monte São Bartolomeu, sendo desde há muito reclamado o seu usufruto pela população.

 

Este espaço está historicamente associado aos usos e costumes praticados em torno do rio Fervença, num espaço caracterizado pela transição entre a margem esquerda, onde se desenvolveu maioritariamente a cidade, e a margem direita, marcada pelas encostas do Monte de São Bartolomeu.

 

O Programa Nacional de Requalificação Urbana e Valorização Ambiental das Cidades - POLIS - constituiu uma oportunidade de transformação do espaço, consubstanciado em torno de dois projetos:

 

Fase 1 - projeto desenvolvido pelo Gabinete Vasco da Cunha, com a Coordenação da Arq.ª A

Isabel Vaz Serra, iniciado em 2000 e concluído em Setembro de 2002;

Fase 2 - projeto Desenvolvido pelo Gabinete SA -Sociedade de Arquitetos, com a coordenação do Arq. António José da Cunha Braamcamp de Marcelos Silva, iniciado em 2003 e concluído em 2006.

Este parque veio dignificar e beneficiar o rio Fervença na sua passagem pela cidade, tornando-o mais visível e acessível a todos os cidadãos e, em particular, a todos os residentes da zona ribeirinha.

 

Ao longo da sua curta existência, para além do uso intensivo que dele fazem a população da cidade e os visitantes, em especial durante a Primavera e o Verão, tem também sido utilizado para feiras e exposições, atividades desportivas e de ar livre.

 

Este espaço verde configura-se num corredor ribeirinho, que se desenvolve em dois troços. O primeiro (Fase 1) situa-se entre a Ponte do Fervença e a Rua dos Batoques tendo sido concebido como um espaço verde formal, com vegetação plantada e intervencionada.

 

Numa abordagem mais detalhada e devido às suas características é possível dividir o primeiro troço em duas partes: o corredor ribeirinho e a encosta do Senhor da Piedade. O segundo troço (Fase 2), aqui abordado com menor profundidade, inicia-se no último açude do primeiro troço, desenvolve-se seguindo o rio ao longo do seu percurso pela zona dos Batoques, terminando nas imediações da entrada leste do Castelo e do Parque de Merendas, junto à ponte do Jorge.

 

O corredor ribeirinho da primeira fase corresponde ao espaço que acompanha o Rio Fervença na sua passagem pelo centro da cidade. Começa na Rotunda da Flor da Ponte, na entrada da Rua Alexandre Herculano, e segue em direção ao centro, terminando em frente ao Jardim Doutor António José de Almeida, junto ao último açude deste trecho do rio.

 

Este espaço possui vários acessos possíveis a partir das duas margens do rio, desde a Rotunda da Flor da Ponte e do Jardim José de Almeida, ao longo da Rua Alexandre Herculano e desde a Rua do Rio Fervença, por escada, rampa, caminhos em gravilha ou empedrados.

 

Em cada uma das margens há um corredor pedonal que acompanha o rio em toda a sua extensão até ao espelho de água, junto à Rua Doutor António José de Almeida. As zonas pedonais em madeira, gravilha ou pedra, partem dos corredores principais e divergem em várias direções. Ao longo do percurso é possível passar de uma margem para a outra por meio de pontes de ferro, num total de quatro.

 

Uma esplanada, um parque infantil, um parque de manutenção física para a terceira idade, as instalações da Casa do Mel (edifício em arquitetura tradicional), um antigo moinho de água recuperado e exposto de forma pedagógica e didática, bem como algum equipamento simultaneamente decorativo e recreativo, são polos de interesse do corredor. Para além disso, o próprio rio, a vegetação instalada ao longo das margens, as aves que aí encontram abrigo, e outro tipo de fauna, como as ocasionais lontras, constituem um atrativo para os visitantes.

 

A vegetação acompanha as margens do rio, e está também instalada em canteiros, organizados em socalcos, alguns apresentando declive apreciável. As zonas das margens assim como as dos canteiros encontram-se relvadas ou cobertas de vegetação herbácea espontânea que é frequentemente aparada. Espécies arbóreas e arbustivas de porte, folhagem e estrutura bastante diversificada estão isoladas, organizadas em linhas ou em grupos, formando manchas que se distinguem atendendo a vários critérios, tais como: porte, persistência ou caducidade das folhas, tonalidade de cascas e folhagem, floração ou frutificação.

 

Na margem esquerda, ao longo da zona pedonal que conduz ao Jardim Doutor António José de Almeida, e principalmente, nos trajetos planos e mais afastados do leito do rio, foi utilizada alguma vegetação arbustiva de porte rasteiro que reveste o espaço e que forma intenso contraste com os relvados através da cor da folhagem ou da presença de frutificações abundantes e conspícuas, como por exemplo as coberturas de cotoneaster ou de santolina.

 

A encosta da capela do Senhor da Piedade configura um espaço com declive acentuado, organizado em patamares e socalcos, e que ocupa maioritariamente a margem direita do Rio Fervença. Toda a área é percorrida por vários caminhos empedrados e em gravilha, rasgados segundo as curvas de nível.

 

Na maioria da sua extensão, os taludes encontram-se relvados, ou pontualmente, cobertos de casca de pinheiro. Nestes taludes foram plantadas espécies arbóreas e arbustivas, em linha, formando pequenos bosquetes, ou pequenos grupos de forma geométrica ou irregular. No declive do lado leste, contíguo à escadaria que liga o espelho de água à Capela do Senhor da Piedade, existe uma área de olival, que corresponde ao coberto arbóreo e herbáceo inicialmente instalado naquela zona, antes da intervenção. Trata-se de um espaço com bastante interesse pela presença de castanheiros, do olival e da flora que lhe está habitualmente associada.

 

Na base desta pequena colina, o rio faz um cotovelo no qual fica o último dos quatro açudes existentes desde a ponte do Fervença. Quando a respetiva comporta se mantém encerrada, forma-se um apreciável espelho de água, que permite ainda a observação dos vestígios do antigo fontanário em pedra. Para além disso, perto deste local foi também construído um anfiteatro, com vista para o espelho de água e o Jardim António José de Almeida, que circunda uma área empedrada e pedonal com fontes e repuxos interativos.

 

Daí, parte a escadaria que termina no cimo da colina, junto à Capela do Senhor da Piedade (1908) e ao Miradouro, locais a partir dos quais se pode apreciar uma agradável panorâmica do jardim, da cidade e do castelo. No ponto em que a Rua do Fervença se encontra com a Rua Tomás Ribeiro encontram-se um bar com esplanada e um talhão ajardinado, limitados por uma sebe de fotínias de folhagem bicolor e brilhante, que confina na sua parte superior com a Estrada do Turismo. O espaço correspondente à Fase 2 foi concebido numa abordagem distinta e contrastante com a etapa anterior. O carácter encaixado do vale do rio Fervença e a escassez de espaço disponível, levaram à definição de uma paisagem mais natural, de valorização das margens e do contexto paisagístico da envolvente, que assume um carácter pitoresco, pese ao facto de se assistir a alguma degradação do edificado e à ocorrência, pontual, de elementos descaracterizadores.

 

Entre as diversas ações e resultados da intervenção, destacam-se a construção de um passadiço ao longo da margem esquerda do rio, sobre o emissário de efluentes, a recuperação de diversos edifícios e elementos presentes (moinho - Casa da Seda e fontanário), a construção do Centro de Ciência Viva e a criação de diferentes espaços de permanência e contemplação. www.cm-braganca.pt/servicos-e-informacoes/ambiente-e-sust...

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