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Not sure it all adds up.

Does anyone know these girls? I gave the one in the pink my number - can you get them to call or email me? I loved their look, want to give them a print and want to take more photos of them!

 

The girl in pink is an Economics student at UCL and the one in green is a fashion student.

 

Call me!!

Praça José Alencar. Salvador, Bahia, Brésil, avril 2011.

 

Nikon D7000, 16.0-85.0 mm f/3.5-5.6 | 45 mm eq. 67 mm, 1/25s à f/11, 400 ISO.

  

Largo do Pelourinho, officiellement Praça José de Alencar, est un espace situé dans la partie la plus ancienne de la ville de Salvador. Pelourinho (pilori) rappelle que sur ce site étaient punis les esclaves et les criminels.

Flor do cerrado de Minas Gerais (flower of the "cerrado" - Brazilian biome)

Pôr-do-sol em Barão Geraldo, Campinas, Brasil

#197/365

 

[strobist setup] [yn560 + phottix softbox 70x70]-(24mm@1/32) at 9h

[strobist setup] [yn560]-(24mm@1/64) at 2h

[camera] Canon EOS 60d

[camera setup] ISO400, 1/15, f1,4

[lens] Canon EF 50mm f1,4

[trigger] Cactus V5

 

More information:erkua52weeks.wordpress.com/2011/10/14/week-214-do-you-rem...

 

Twitter:@erkua

Local: Memorial do Imigrante

São Paulo / SP - Brasil - Brazil

 

Vale muitíssima a pena a visita. Muita história, conhecimento, belas cenas, vidas que se passaram por aí... Tudo isso num lugar bem fácil de se chegar (Estação Bresser do Metrô) e por módicos R$ 4,00!

 

Site: www.memorialdoimigrante.org.br/

 

"A Hospedaria de Imigrantes, onde hoje funciona o Memorial do Imigrante, era um enorme conjunto de prédios destinado a abrigar os recém–chegados nos seus primeiros dias em São Paulo.

 

Após a cansativa viagem, os imigrantes ficavam na Hospedaria por até oito dias. Em geral esse prazo era suficiente para que acertassem os seus contratos de trabalho. Nesse período utilizavam gratuitamente todos os serviços disponíveis. Lá eles dormiam, faziam as suas refeições, recebiam atendimento médico e conseguiam seus empregos.

 

Ao longo da sua existência, a Hospedaria passou por algumas reformas que desfiguraram seu o aspecto original. A principal delas ocorreu na década de 1930, quando a fachada do edifício principal assumiu feições neoclássicas.

 

A princípio, as péssimas condições da hospedaria situada no bairro do Bom Retiro e o crescimento do fluxo imigratório, levaram a Assembléia Provincial, em 1885, a votar lei (n. 56, de 21 de março) autorizando o governo a construir um prédio para o alojamento de imigrantes.

 

Assumindo o governo da então província de São Paulo, Antonio Queiroz Telles, na época Barão de Parnaíba, escolhe um terreno nas imediações das Estradas de Ferro do Norte e da São Paulo Railway. Em julho de 1886, deu-se início à construção da Hospedaria de Imigrantes do Brás.

 

O prédio foi construído em forma de "E", com projeto arquitetônico de Antonio Martins Haussler, tendo capacidade para comportar mais de mil imigrantes.

 

A fachada do prédio, de arquitetura eclética (construção que mistura estilos arquitetônicos e decorativos diversos), tem traços predominantes da arquitetura neoclássica (construções à moda das construções em estilo clássico romano e grego).

 

Os traços do estilo neoclássico aparecem no emprego dos seguintes elementos, os mais evidentes:

- os arcos romanos

- arcadas romanas

- as colunas

- frontão encimando a fachada

- cornijas (molduras que formam saliências na parte superior de parede, porta)

- parede com saliência com feitio de almofada

- O uso do ferro fundido nos parapeitos do corredor no fundo do prédio central e em estrutura ornamentada, como na estação do - ramal ferroviário da Hospedaria, caracteriza esta mistura de estilos, própria do Ecletismo.

 

Cronologia da ocupação do complexo arquitetônico do Memorial do Imigrante

1886 - Início da construção, concluída em 1888.

1887 - Ainda inacabada, recebe os primeiros imigrantes.

1892 - É vinculada à recém–criada Secretaria da Agricultura, Viação e Obras Públicas.

1905 - É instituído o Departamento de Terras, Colonização e Imigração (DTCI), que passa a administrar a Hospedaria.

1911 - O Departamento Estadual do Trabalho assume a administração.

1924 - Algumas dependências servem de presídio político, sob controle da Secretaria de Segurança Pública.

1929 - Alojam desabrigados da maior enchente da cidade.

1932 - Ocupada pela Força Pública, é utilizada como prisão para os getulistas.

1936 - Início da primeira grande reforma dos edifícios. A fachada do prédio principal assume feições neoclássicas.

1939 - O DTCI é convertido em Serviço de Imigração e Colonização.

1943 - Com o Brasil presente na II Guerra Mundial, o DOPS deixa sob guarda, na Hospedaria, alguns imigrantes japoneses e alemães. Ainda naquele ano era instalada a Escola Técnica de Aviação, que ali permaneceria até 1951. Os anos 50 testemunham novas obras nos edifícios.

1967 - Com a criação da Secretaria da Promoção Social, a Hospedaria recebe o nome de Departamento de Migrantes, ligado àquele órgão. Mais tarde funcionará conjuntamente com o Serviço de Imigrantes Estrangeiros.

1978 - A Hospedaria recebe o último grupo de imigrantes. A administração do prédio passa para o Departamento de Amparo e Integração Social (DAIS), vinculado à Secretaria da Promoção Social.

1982 - O conjunto arquitetônico é tombado pelo CONDEPHAAT.

1986 - É criado o Centro Histórico do Imigrante, vinculado à Secretaria da Promoção Social.

1993 - Assinatura do decreto de criação do Museu da Imigração que, subordinado à Secretaria de Estado da Cultura, passa a administrar o Centro Histórico do Imigrante.

1998 - É criado o Memorial do Imigrante."

Todos los derechos reservados.

El autor se reserva el derecho exclusivo de autorizar su reproducción, distribución, comunicación pública y explotación.

 

All rights reserved.

Pôr-do-sol na praia Residencial do Perequê. Angra dos Reis/RJ

Foto tirada de cima das pedras.

Danizinha linda linda linda.

Arrasou.

Not a very good photo, but might be useful to some other insect freak.

(If you've just tuned in, see the backstory here).

 

I dug out the Citheronia pupae to see how they were doing, since they've been in this state for a month now. But they were alive and well, so I returned them to the ground. Clearly they don't feel like waking up yet.

To my surprise, they were of different sizes. Maybe I have a male and a female?

The biggest pupa is 5 cm (2 in) long.

 

They look like Eacles pupae, don't they? At first sight they resemble them a lot. Actually there are some differences, but the most noticeable is their texture. Eacles pupae have a rough surface that feels like sandpaper to the touch. These Citheronia pupae are smooth.

 

· · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · ·

 

No es una foto muy buena, pero a lo mejor le sirve a algún otro loco por los insectos.

(Los recién llegados pueden ver el comienzo de esta historia acá).

 

Desenterré las pupas de Citheronia para ver cómo andaban, porque ya llevaban un mes en este estado. Pero estaban bien, así que las volví a poner en la tierra. Se ve que todavía no tienen ganas de despertarse.

Me sorprendió que fueran de diferentes tamaños. Por ahí tengo un macho y una hembra.

La pupa más grande mide 5 cm de largo.

 

Parecen pupas de Eacles, ¿no? A primera vista se parecen mucho. En realidad tienen algunas diferencias, pero la que se nota más es la textura. Las pupas de Eacles tienen una superficie áspera que al tacto se siente como papel de lija. Estas pupas de Citheronia son lisas.

 

Citheronia brissotii meridionalis

Bethany Kingsley-Garner as the Dew Drop Fairy in 'Hansel and Gretel' by Scottish Ballet. Choreography is by Christopher Hampson.

 

The title of this shot is inspired by a Tori Amos lyric: "Do drop in at the Dew Drop Inn."

 

This is from tonight's dress rehearsal at the Festival Theatre. It opens there tomorrow before touring to: Glasgow; Aberdeen; Inverness; Newcastle; and Belfast.

 

You can find details about this production (and book tickets) here:

 

www.scottishballet.co.uk/event/hansel-gretel

 

My thanks are due to Scottish Ballet's Communications Officer, Carrie McAdam for inviting me.

Ponte do Sabor over the Rio Sabor, Portugal

Photoshoot by Wilko van het Veer

 

trijme.nl/

©Alexandre Takeo Minazaki. Todos os direitos reservados. Não uso permitido, incluindo cópia ou partilha sem autorização escrita.

salcidophotography.net/

 

Hit "L" to view on a black background.

Can you name this film?

This incorrect subtitle of Darth Vader yelling "Nooooo!" has become an Internet cliche: whenever you see something horribly scarring, a simple "Do not want" is enough to express your loathing.

Via winterson.com/2005/06/episode-iii-backstroke-of-west.html.

Oi amadinhas,

 

esse final de semana entreguei essas lembrancinhas para a querida cliente Vaniele, para o aniversário do João.

 

Obrigada Vani pelo carinhos.

 

bjoooooos

 

Per Thunell / Filthy Christians (Falun, Sweden) - 1988

Live at

Autonomes Kulturzentrum Metzgerstrasse Hanau

 

.

 

SQUAT - SOUNDS

 

AUTONOMES KULTURZENTRUM HANAU

(Besetztes Haus / Metzgerstrasse-Squat in Hanau / Germany).

 

Photographs 1987-1994

 

- Please scroll down for english and german info) -

 

The Squat - Photos:

www.flickr.com/photos/sterneck/sets/72157627799174125

 

Squating the Parliament (1988):

www.flickr.com/photos/sterneck/sets/72157627923787960

 

Concert-Photos 1987-1988:

www.flickr.com/photos/sterneck/sets/72157627799191443

 

Concert-Photos 1989-1990:

www.flickr.com/photos/sterneck/sets/72157627923799072

 

Concert-Photos 1991-1992:

www.flickr.com/photos/sterneck/sets/72157627923811302

 

Concert-Photos 1993-1994:

www.flickr.com/photos/sterneck/sets/72157627923815978

 

- Concert-Photos 1987-1988:

Culture Shuck (Warminster, England) - 1987+1988

Die Trottel (Budapest, Hungary) - 1988

Fear Of God (Zurich, Switzland) - 1988

Filler (Nottinghamshire, Engand) - 1989

Filthy Christians (Falun, Sweden) - 1988

Generic (Newcastle, England) - 1988

Heresy (Nottingham, England) - 1988

Karma Sutra (Luton, England) - 1988

Lärm (Amersfoort, Netherlands) - 1988

Loveslug (Amsterdam, Netherlands) - 1988

Milgram Experiment (Hanau, Germany) - 1987

Open Session - 1987

Negazione (Turin, Italy) - 1988

Rich Kids on LSD (Santa Barbara, USA) - 1988

Spermbirds (Kaiserslautern, Germany) - 1988

The Plot (Amsterdam, Netherlands) - 1988

UFD - Uncounted Faces of Death (Hanau, Germany) - 1988

Yeastie Girlz (San Francisco, USA) - 1988

5Les (Brussel, Belgium) - 1988

..... and Friends and .....

.........

  

There were a lot more bands playing in the squat.

If you have photographs or recordings - please get in contact:

contact@sterneck.net

Thanx! *

 

- * -

  

THE SQUATED AUTONOMOUS CULTURE CENTER

METZGERSTRASSE / HANAU

 

In December 1986 some people in Hanau (Germany) decided to squat a house that had been empty for a long time, Metzgerstraße 8. They restored it and filled this free space with a new life.

 

Soon it became an ’Autonomous Culture-Center’ for the people and by the people, and also a focal point for a solidaric projects and for the resistance against ruling systems in all their repressive forms. The center has had a long history of attempts to establish a self-determined culture-center in Hanau, although it has always been repressed by the local city council.

 

The basic forum of the center is the ”squatter meeting,” which is open to everyone who has an interest in the squat as a counter-cultural free space. Decisions are made on the consent principle, which means that they try to find a decision that can be supported by everyone. Many activists in the squat, but not all, describe themselves as members of the autonomy movement, which connects anarchist, communist and feminist ideas.

 

At the moment there are a lot of projects, groups, and events that take place in the center. Everything is done on a do-it-yourself and nonprofit basis; no one receives money for her or his work. Solidarity, trust and self-determination are the basis for all work. Here are some examples:

 

- The ’Infoladen’ (Infoshop): The Infoshop is an opportunity to get information that can’t be found in the normal bourgeois media. There are a lot of autonomous, left radical and feminist leaflets, brochures and newspapers available. There is also a small media center and an archive that includes material on topics like anti-fascism, atomic politics, women’s liberation, internationalism, etc.

 

- The ’Volxküche’ (Peoples Kitchen): Frequently people from the community cook a vegetarian meal that is available for a small price. The idea behind this is to overcome isolation between people and the patriarchal roles typical in the kitchen, and, of course, to provide a good tasting meal for many people.

 

- The Concerts: Concerts in the center are organized, and absolutely dedicated to the principle of working in a self-determined way without a manager, an agency, or even a contract. The bands that play in the squat should have a mutual relation to the ideas of the center. There are no musical limits: Local punk bands have played there as well as jazz bands from North-America and Avantguarde projects from Eastern Europe. Some of the performances have been released on tapes and records.

 

In a way, the things that happen between the people in the center are more important than the events: changes in behavior, opportunities to live together without hierarchical structures, and new ways of relating. Although the squat is like an island in some ways, it’s far from a concrete utopia. Problems in interpersonal relations exist, as well as differences between ideals and real behaviour.

 

If people want to go alternative ways, the authorities try to stop them. In Hanau the local city council has said for a long time that none of the things the squatters do and organize represent culture. They decided in parliament that the center was to be closed and torn down without an alternative. In place of the squat, they planned to build five parking places. A decision that is very symbolic and characteristic. Certainly, the real aim was to destroy the ideas and the structures this center stands for.

 

The answer of the supporters of the Autonomous Culture-Center was the squatting of the parliament of the city. The politicians went out of the building and the squatters voted for the continuation of the center.

 

Up to now the authorities have not been able to realize their plans for various reasons. On the one hand there are many people who support the squat. There are also legal difficulties around closing it, and they are afraid of the resistance and activities that could take place after closing the squat.

 

But even if they evict the center, they can’t repress the ideas that the squat stands for. It’s about a self-determined culture and a self-determined life. It’s about dreams and ideals. It’s about consequence and change, here and now.

 

Wolfgang Sterneck, 2001.

 

Autonomes Kulturzentrum

Metzgerstrasse 8, D-63450 Hanau, Germany.

 

Autonomes Kulturzentrum Metzgerstraße:

- www.metzgerstrasse-hanau.org

- de-de.facebook.com/people/Metzgerstrasse-Acht-Hanau/10000...

- www.myspace.com/metzgerstrasse

- www.sterneck.net/squat

 

Info on the Project of John Cage and Sterneck / KomistA in benefit of the squat:

- www.sterneck.net/john-cage/metzgerstrasse-e

 

- * -

 

SUBVERSIVE SOUNDS *

 

Konzerte im Autonomen Kulturzentrum Hanau.

  

Das besetzte Haus

 

Im Dezember 1986 kam es in Hanau zur Besetzung eines ehemaligen Nachtclubs in der Metzgerstraße 8. Das Gebäude, das zuvor über Jahre hinweg leer stand, wurde renoviert, neu gestaltet, umbenannt und wird seitdem als Autonomes Kulturzentrum genutzt. Das Ziel der Besetzung war es, einen Freiraum zu schaffen, in dem die Vorstellung einer autonomen Kultur wie auch die Wiederaneignung des entfremdeten Alltags konkret umsetzbar wird.

 

Vor diesem Hintergrund gelang es, ein Zentrum zu entwickeln, in dem solidarisches Handeln, kollektives Leben und politische Identität auf vielen Ebenen verschmelzen oder sich zumindest annähern. Die Metzgerstraße wurde dadurch zu einem wichtigen Bezugspunkt von dem auf verschiedenen Ebenen vielschichtige politische, soziale und kulturelle Impulse ausgingen.

 

Im Laufe der Jahre entstanden vielfältige Projekte wie die Volxküche (Essen zum Selbstkostenpreis), der Infoladen (Aktuelle politische Informationen und Archiv) und das Basta-Cafe (Treffpunkt und Sozialberatung). Die politischen Schwerpunkte der im Kulturzentrum aktiven Gruppen liegen unter anderen in den Bereichen 'Internationale Solidarität', Antifaschismus und 'Soziale Veränderung'.

 

Die Entscheidungen innerhalb des Kulturzentrums werden basisdemokratisch nach dem Konsensprinzip getroffen. Alle Aktivitäten basieren auf einer idealistischen Grundhaltung. Keine Person aus dem Zentrum erhält für ihre Tätigkeiten eine finanzielle Entlohnung.

 

Selbstbestimmte Kultur ohne Kommerz

 

Musik hatte von Anfang an in der Metzgerstraße eine besondere Bedeutung. Über das Musikhören hinaus machen viele AktivistInnen selbst Musik, veröffentlichen eigene Aufnahmen oder organisieren Konzerte. Im Sinne des DIY-Prinzipes ('Do it Yourself') werden die Auftritte im direkten Kontakt mit den MusikerInnen ohne Konzertagenturen und auch ohne Verträge auf völlig nichtkommerzieller Basis organisiert.

 

Eine Grundlage bildet ein solidarisches Verhältnis der MusikerInnen zur Metzgerstraße, was sich unter anderem auch in der Gage ausdrückt, die sich in der Regel auf die für die Band entstandenen Unkosten und die Verpflegung beschränkt. Der Eintrittspreis ist so ausgerichtet, dass er für alle interessierten Personen erschwinglich ist und die anfallenden Kosten deckt bzw. im Rahmen von Benefiz-Konzerten bestimmte Projekte unterstützt.

 

Freiräume statt Parkplätze

 

Während der ehemalige sozialdemokratische Kulturdezernat Hanaus davon sprach, dass in der Metzgerstraße keine Kultur stattfindet, bildete dass selbstorganisierte Zentrum durch die Auftritte von Bands aus Westeuropa und Nordamerika einen im Hanauer Kulturleben herausragenden internationalen Bezugspunkt. Die musikalische Bandbreite umfasst unter anderem Rockmusik in den verschiedensten Schattierungen, Punk, Hardcore, Folk und Jazz, sowie experimentelle und improvisierte Musik. Lokale Nachwuchsbands traten im Laufe der Jahre genauso auf wie renommierte Gruppen aus unterschiedlichsten Ländern. Einen Kultcharakter erlangten zudem die Nachtcafe-Sessions, an denen jeder und jede teilnehmen konnte.

 

Die Aufnahmen einiger Konzerte wurden später auf verschiedenen Tonträgern veröffentlicht. 1992 kam es daneben zur Veröffentlichung eines der Metzgerstraße gewidmeten Stücks des Avantgarde-Komponisten John Cage.

 

In den Anfangsjahren plante der Hanauer Magistrat das Haus nach einer Räumung abreißen zu lassen, um dort stattdessen fünf Parkplätze zu errichten. Die Kulturpolitik des Magistrates entlarvte sich dadurch in einer kaum zu übertreffenden symbolhaften Weise selbst. Das Vorhaben wurde jedoch nicht zuletzt in Folge einer Besetzung des Stadtparlamentes durch Unterstützerinnen des Kulturzentrums nicht weiter verfolgt.

 

Rund 25 Jahre nach der Besetzung wird das Haus weiterhin als Kulturzentrum genutzt. Im ansonsten auf Konsum und Kommerz ausgerichteten Stadtzentrum Hanaus ist es mit seinen vielfältigen Projekten kreativer wie auch subversiver Freiraum.

 

Wolfgang Sterneck, September 2011.

 

Autonomes Kulturzentrum Metzgerstraße:

- www.metzgerstrasse-hanau.org

- de-de.facebook.com/people/Metzgerstrasse-Acht-Hanau/10000...

- www.myspace.com/metzgerstrasse

- www.sterneck.net/squat

 

Eine ausführliche Beschreibung der Geschichte des Kulturzentrums:

Freiräume entwickeln - Das besetzte autonome Kulturzentrum Metzgerstraße Hanau

- www.sterneck.net/squat/metzgerstrasse-d

 

English Info:

The squated Autonomous Culture Center Metzgerstrasse Hanau

- www.sterneck.net/squat/metzgerstrasse-e

 

Infos zum Benefiz-Projekt von John Cage und Sterneck / KomistA für das Kulturzentrum:

- www.sterneck.net/john-cage

 

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Minas Gerais.....everyday my dream, sometime my reality

Minas Gerais.....Sempre meu sonho, as vezes minha realidade......

amo minha serra, que nela tem uma maravilhosa Lapinha... :)

  

Cerrado

 

O bioma Cerrado é considerado como um ecossistema tropical de Savana, com similares na África e na Austrália.

 

Está distribuída, principalmente, pelo Planalto Central Brasileiro, nos Estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, parte de Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal, abrangendo 196.776.853 ha. Há outras áreas de Cerrado, chamadas periféricas ou ecótonos, que são transições com os biomas Amazônia, Mata Atlântica e Caatinga.

 

Os Cerrados são, assim, reconhecidos devido às suas diversas formações ecossistêmicas. Sob o ponto de vista fisionômico temos: o cerradão, o cerrado típico, o campo cerrado, o campo sujo de cerrado, e o campo limpo que apresentam altura e biomassa vegetal em ordem decrescente. O cerradão é a única formação florestal.

 

O Cerrado típico é constituído por árvores relativamente baixas (até vinte metros), esparsas, disseminadas em meio a arbustos, subarbustos e uma vegetação baixa constituída, em geral, por gramíneas. Assim, o Cerrado contém basicamente dois estratos: um superior, formado por árvores e arbustos dotados de raízes profundas que lhes permitem atingir os lençóis freáticos, situados entre 15 a 20 metros; e um inferior, composto por um tapete de gramíneas de aspecto rasteiro, com raízes pouco profundas, no qual a intensidade luminosa que as atinge é alta, em relação ao espaçamento. Na época seca, este tapete rasteiro parece palha, favorecendo, sobremaneira, a propagação de incêndios.

 

A típica vegetação que ocorre no Cerrado possui seus troncos tortuosos, de baixo porte, ramos retorcidos, cascas espessas e folhas grossas. Os estudos efetuados consideram que a vegetação nativa do Cerrado não apresenta essa característica pela falta de água – pois, ali se encontra uma grande e densa rede hídrica – mas sim, devido a outros fatores edáficos (de solo), como o desequilíbrio no teor de micronutrientes, a exemplo do alumínio.

 

O Cerrado brasileiro é reconhecido como a savana mais rica do mundo em biodiversidade com a presença de diversos ecossistemas, riquíssima flora com mais de 10.000 espécies de plantas, com 4.400 endêmicas (exclusivas) dessa área. A fauna apresenta 837 espécies de aves; 67 gêneros de mamíferos, abrangendo 161 espécies e dezenove endêmicas; 150 espécies de anfíbios, das quais 45 endêmicas; 120 espécies de répteis, das quais 45 endêmicas; apenas no Distrito Federal, há 90 espécies de cupins, mil espécies de borboletas e 500 espécies de abelhas e vespas.

 

Até a década de 1950, os Cerrados mantiveram-se quase inalterados. A partir da década de 1960, com a interiorização da capital de Brasília e a abertura de uma nova rede rodoviária, largos ecossistemas deram lugar à pecuária e à agricultura extensiva, como a soja, arroz e ao trigo. Tais mudanças se apoiaram, sobretudo, na implantação de novas infra-estruturas viárias e energéticas, e o emprego de novas tecnologias, bem como na descoberta de novas vocações desses solos regionais, permitindo novas atividades agrárias rentáveis, em detrimento de uma biodiversidade até então pouco alterada.

 

Durante as décadas de 1970 e 1980 houve um rápido deslocamento da fronteira agrícola, com base em desmatamentos, queimadas, uso de fertilizantes químicos e agrotóxicos, que resultou em 67% de áreas do Cerrado, “altamente modificadas”, com voçorocas, assoreamento e envenenamento dos ecossistemas. Restam hoje apenas 20% de área em estado conservado.

 

A partir da década de 1990, governos e diversos setores organizados da sociedade debatem como conservar o que restou do Cerrado, com a finalidade de buscar tecnologias embasadas no uso adequado dos recursos hídricos, na extração de produtos vegetais nativos, nos criadouros de animais silvestres, no ecoturismo e outras iniciativas que possibilitem um modelo de desenvolvimento sustentável e justo

 

Taken in Cardiff, Wales

Cidade do Rio de Janeiro - Vista do Parque da Cidade, Niterói - RJ

DO THE NEEDFUL: Proceed. Common in formal correspondence.

Read more about the English of India exhibition.

  

Lançamento do livro"Kairós", do padre Marcelo Rossi, no Rio de Janeiro/RJ

 

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Para salvar a foto de sua escolha em seu computador, clique com o botão direito do mouse sobre ela. Aparecerá um menu com fundo branco onde estará escrito:

  

This photo is All Rights Reserved

 

View all sizes: Medium 500 • Medium 640 • Large • Original

  

Escolha a opção "Original". Espere a imagem abrir por completo, então clique novamente com o botão direito do mouse sobre ela e escolha a opção "Salvar imagem como..."; para salvá-la em seu computador.

  

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Crédito: Cristiano Nigri Loureiro

Bragança Paulista/SP, Brasil, maio de 2015

Sessão deliberativa semipresencial do Senado Federal destinada à deliberação de autoridades sabatinadas pelas Comissões. Ordem do dia.

 

(E/D):

senadora Simone Tebet (MDB-MS);

senador Antonio Anastasia (PSD-MG).

  

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

weird button layout / instructions

We do have daffodils in the garden but they are just the 'plain old yellow' kind, so it's lovely to buy the cut flowers in the market - such a great selection of varieties and colours. Love the pale ones like these best of all, I think. They have a real paper-like quality.

Heather wonders just who/what leaned up against the back of the elevator...

A Cruz do Patrão, construída no istmo que ligava o Recife à Olinda, está localizada ao norte do Forte do Brum e ao sul da Fortaleza do Buraco. Trata-se de uma pesada coluna dórica, feita de alvenaria, com seis metros de altura e dois de diâmetro, tendo em cima uma cruz de pedra.

Segundo o historiador Pereira da Costa, o monumento teria sido construído no início do século XIX, possivelmente em 1814, para servir de baliza às embarcações que entravam no porto do Recife.

Segundo a tradição, o local é tido como mal-assombrado, porque era onde se enterravam escravos que morriam ao chegar da África. Por ser um lugar ermo, nas suas proximidades ocorriam, também, vários assassinatos.

As pessoas que iam do Recife à Olinda à noite, evitavam passar por perto da Cruz do Patrão, pois havia uma crença de que ouviriam gemidos angustiantes, veriam almas penadas ou seriam perseguidos por espíritos maléficos.

Maria Graham, uma inglesa que visitou o Recife, conta no livro de viagens que escreveu sobre o Brasil do século XIX, que viu no local cadáveres mal enterrados, com pés e pernas sobre a terra.

Atualmente, a Cruz do Patrão encontra-se esquecida, cercada por armazéns do porto.

  

The Cross of the Patron, built on the isthmus that joined Recife to Olinda, is located north from the Brum Fort and south from the Buraco Fort. It is a heavy Doric column with a stone croos on the top.

According to the historian Pereira da Costa, this monument might have been built in the early 19th century, possibily in 1814, to serve as direction-indicator to the ships that arrived in the port of Recife.

According to the tradition, this place is considered to be haunted, because it was where they buried the slaves that died when arrived from Africa. Since it is a secluded place, in its surroundings occurred also many murders.

The people that used to go from Recife to Olinda at night, avoided to pass near the Corss, because there was a belief that they would hear tormenting groans, would see ghosts or be persecuted by malefic spirits.

Maria Graham, an English woman who visited Recife, tells on the travel book that she wrote about Brasil in the 19th century, that she saw there cadavers with feet and legs on the ground.

Nowadays, the Cross of the Patron is oblivious, surrounded by hangars of the port.

  

Recife, Pernambuco, Brasil.

  

Vale à pena ler:

www.ceci-br.org/istmo/mitos_lendas.html

www.orecifeassombrado.com/cruzdopatrao.html

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