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LENDA DO MENINO DA GRALHA
Do tempo em que o Forte da Ilha do Pessegueiro, era ocupado pelos Mouros se conta esta lenda. Um capitão mouro...
vivia no referido forte com um grupo de soldados, sua mulher e filhos. Tinha a seu cargo a defesa da fortaleza e o treino dos seus soldados. Sonhava, ele, fazer do seu filho (criança de 8 anos), um grande guerreiro, corajoso e forte, destemido e sanguinário.
Porém o menino detestava as armas e fugia aos treinos a que o pai o submetia. Gostava muito de brincar e tinha um coração bondoso, tanto para com a gente como para todos os animais. Afeiçoou-se de tal maneira a uma gralha, que era ela o seu passatempo favorito. Onde estava o menino lá estava o pássaro, o pai enfurecido do seu desinteresse pelas artes da guerra, ameaçou-o de matar a gralha se ele não deixasse de brincar com ela. Então, uma noite quando todos dormiam o menino pegando na sua companheira gralha resolveu fugir para que seu pai não matasse a sua amiguinha.
Muitos dias se passaram. Todas as buscas foram em vão pois não encontravam o pobre menino. Chorava a mãe, arrependia-se o pai. Quando voltaram a ver o seu filho, já ele estava morto junto a uma fonte num vale, com a sua amiga gralha pousada no seu corpo, morta também. Desde ai, aquela fonte ficou conhecida como a Fonte da Gralha.
Nota: Esta fonte encontra-se debaixo da água da nova barragem, construÃda na herdade da Cabeça da Cabra, e muita gente ali residente se lembra perfeitamente dela.
ILHA DO PESSEGUEIRO
Parece existirem evidências de que os Cartagineses se estabeleceram na ilha ainda antes da II Guerra Púnica (218-202 a. C.).
Na época Romana (entre meados do século I d. C. e o século V d. C.) a ilha foi um centro produtor de preparados de peixe. Deste perÃodo, para lá dos vestÃgios dos tanques de salga (recentemente postos a descoberto), terá subsistido o nome Pessegueiro.
Durante séculos foi refúgio de piratas. Conta uma tradição que um dia chegaram à ilha uns piratas norte-africanos que aà só encontraram um eremitão, decidido a defender a capela à sua guarda e impedir a todo o custo o seu próprio cativeiro. Os piratas mataram-no, saquearam o que existia na capela e atiraram para um silvado a arder a imagem da Virgem e depois partiram. Vieram então as gentes de Porto Covo dar um pouco de arranjo aos destroços e enterraram o eremitão.
Não vendo a imagem procuraram-na por toda a ilha, indo descobri-la intacta sem qualquer dano. O povo de Porto Covo colocou-a então numa outra ermida que passou a ser conhecida por Capela de Nossa Senhora da Queimada.
A necessidade de defesa da ilha dos piratas terá contribuido para que, em 1603, Filipe III encarregue Alexandre Massay do projecto da construção de um forte na "Ilha do Pixiguero". É possÃvel que este forte não tivesse resistido à s investidas de piratas ou de um ataque espanhol nas guerras de restauração.
Em finais do século XVII, D. Pedro II ordenou a construção de novo forte. Nesta época, teria uma guarnição de 30 homens e cinco peças de artilharia comandados por João Rodrigues Mouro.
Para evitar um ataque a partir do continente é construÃdo o forte da ilha de dentro e hoje abandonado. Neste forte ainda é possÃvel ver"o seu fosso e as bem aparelhadas muralhas quase intactas. Para o lado sul eleva-se em dois pavimentos, protegidos por meios-baluartes nos ângulos sudeste e sudoeste, e entre eles a porta e eixo da cortina. Para o túnel de entrada comunicam dependências de aquartelamento, cozinha, depósitos - sobre estas, outras, mais iluminadas e arejadas. Do átrio uma escada larga conduz ao amplo terraço, mirante directo da ilha do Pessegueiro, da praia, dos rochedos que protegem Porto Covo, da continuidade da orla marÃtima até Sines. Sobre as salas do segundo pavimento de nÃvel com vasto terraço, um outro eirado desfruta obviamente de melhor domÃnio visual. Evidencia todo o forte a preocupação do melhor aproveitamento para plataformas de tiro e da mobilidade que permitisse fazer fogo com rapidez para qualquer ângulo. Em ruÃnas está a guarita cujos vestÃgios são visÃveis no fosso do lado poente".
A ilha do Pessegueiro localiza-se na costa do Alentejo Litoral, ao largo da freguesia de Porto Covo (da qual depende administrativamente), no concelho de Sines, Distrito de Setúbal, em Portugal. A ilha, assim como a costa adjacente, faz parte do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.
The Aqueduto do Carvão (Coal Aqueduct) can be seen at the start of our hike on our second day in Sete Cidades). From here we hiked around the volcanic crater and then back down into the village and to our guesthouse
La Ria do Barqueiro al crepuscolo vista dal molo del porticciolo. Sul fondo si intravedono i ponti che attraversano la Ria
Durdle Door (sometimes written Durdle Dor) is a natural limestone arch on the Jurassic Coast near Lulworth in Dorset, England.[1] It is privately owned by the Welds,[2] a family who owns 12,000 acres (50 km2) in Dorset in the name of the Lulworth Estate.[3] It is open to the public. The name Durdle is derived from the Old English 'thirl' meaning bore or drill.[4]
Filo: Echinodermata
Classe: Echinoidea
Ordem: Cidaroida
FamÃlia: Cidaridae
Nome em inglês: slate-pencil urchin
O Echinodermata (do grego, echinos = ouriço + derma = pele) é um dos filos mais distintos e facilmente reconhecÃveis. Incluem estrelas-do-mar e ofiúros (classe Stelleroidea), ouriços-do-mar e bolachas-da-praia (Echinoidea), crinóides (Crinoidea) e holotúrias (Holothuroidea). Nenhum é parasita ou colonial, todos são animais grandes, marinhos; vivem permanentemente presos ao fundo oceânico ou se movem lentamente sobre o substrato. Nos adultos há simetria radial.
O ouriço-do-mar tem corpo arredondado, coberto por espinhos móveis. A boca, grande, fica na superfÃcie oral (posição "ventral" quando o animal está apoiado). Vive em rochas, no lodo e no fundo do mar. Locomove-se por uso simultâneo dos espinhos e pés ambulacrários. Alimenta-se de plantas marinhas, matéria animal morta e pequenos organismos.(http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/filo-equinodermata/ourico-do-mar.php)
Foto feita na Praia dos Carneiros - Pernambuco
Details of Museu do Açúde, an old house transformed in museum.
Alto da Boa Vista district, Rio de Janeiro, Brazil.
Have a wonderful week! :-D
To direct contact me / Para me contactar diretamente: lmsmartinsx@yahoo.com.br
Panorámica de la Praça do Comércio en Lisboa.
11 imágenes en vertical. Tamaño original: 20880 x 5200 pÃxeles. Tamron 17-50 @17mm, f8 ISO200, proyección cilÃndrica.
Aún usando máscaras, hay coches que se repiten (solo se aprecian en tamaño grande). Inevitable en panorámicas urbanas que recogen casi 180º.
Espero que os guste... aún tengo muchÃsimas fotos de este viaje que iré poniendo en pequeñas dosis...
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Quando vi as Cataratas do Iguaçu senti uma das maiores emoções da minha vida. Elas nos proporcionam um êxtase inexplicável, o coração acelera, as pernas tremem, os olhos enchem de lágrimas diante daquele poder magnÃfico. Ali vemos a face de Deus. É maravilhoso!! Nenhum ser humano, por maior inteligência que possua, poderá descrevê-la com exatidão. Posso dizer eu vi Deus, e o agradeci por poder senti-lo tão próximo. Conheci a perfeição Divina.
Obrigado meu Pai, por senti-lo junto a mim.
Obrigado Senhor, pela bela visão que propiciastes a Foz do Iguaçu, ao Paraná, ao Brasil e ao mundo.
Maio 2008
São Paulo, 18 de fevereiro de 2022.
Sessão Solene para a Entrega do TÃtulo de Cidadão Paulistano ao sr. Marcos Mazzaron.
Foto: Afonso Braga
@afonsobraga.ab
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Sonho, trabalho e realização. Essas são as principais caracterÃsticas das mulheres que vivem na comunidade Frei Damião, no municÃpio de Palhoça, ao sul da região metropolitana de Florianópolis/SC. Essas mulheres são em sua maioria chefes de famÃlia que, até alguns anos atrás, viviam com renda mensal em torno de meio salário mÃnimo, adquirida por meio de trabalho doméstico e das artes manuais desenvolvidas nos dias e horários de folga. A necessidade de trabalhar para sobreviver era tão gde. que mtas. mulheres da comunidade faziam crochê e tricô com agulhas de arame e restos doados de fios de lã. Mas a realidade mudou muito, e p/ melhor. A Associação de Mulheres de Negócios da Gde Fpolis, ligada a Business Profissional Woman (BPW), juntamente com o SEBRAE, tem resgatado a auto estima das mulheres da comunidade, ressaltando suas habilidades e criando oportunidade de negócios e renda. Com este apoio institucional, foi criada em 2005 a Associação Mulheres do Frei. Atualmente as peças produzidas pelas artesãs alcançaram um alto padrão de qualidade. Em tempos de alerta com o meio ambiente, as artesãs da associação trabalham de forma responsável. Mtos dos materiais utilizados na confecção dos produtos são recicláveis. O tingimento natural é feito com beterraba e açafrão. (Associação Mulheres do Frei.mp4 - Youtube; mulheresdofrei@hotmail.com).
Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária.
Na ordem do dia, deliberação de autoridades sabatinadas pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) e pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Plenário ainda pode votar o novo arcabouço fiscal (PLP 93/2023).
Bancada:
ministra de Estado do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet;
senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR);
senador Flávio Arns (PSB-PR);
senador Jorge Kajuru (PSB-GO);
senador Styvenson Valentim (Podemos-RN).
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Quando chega outubro, Belém muda. Transborda de gente; fica ainda mais alegre, iluminada e risonha. A cidade se agita por todos os lados porque é chegado o CÃrio de Nazaré, a maior procissão religiosa do Brasil e uma das maiores do mundo.
Vemos o povo num burburinho, preparar-se para o segundo domingo de outubro como para o 'Grande Dia'. Roupa nova, reserva de dinheiro pro arraial, as comilanças, votos, camisetas, fitinhas e seus três nós de promessas.
E as promessas! Ah, as promessas e as graças alcançadas. Que de maior existe nessa festa que a fé do nosso povo a caminhar preso a uma corda, de joelhos, cruz aos ombros, casas e barcos à cabeça, vestir-se de anjo, cunhar formas de cera, espremer-se por quatro quilômetros de um calor que não há mangueira que dê vencimento? Colar o rosto no dorso desconhecido e suado, ou simplesmente parar à passagem da berlinda enfeitada de flores e, palmas ao alto, fechar os olhos no pedido, no agradecimento, no louvor?
E apesar desse negócio de fé não ser lá muito racional, não nos esqueçamos que é ela que cura, que liberta, que dá o pão e o teto. Tenhamos, pois fé. Se não em Maria, em quem ou o que quer que seja. Não deixemos nossas vidas na esterilidade das equações matemáticas!
(Hudson Andrade)
Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária semipresencial.
Na ordem do dia, deliberação das indicações ao Tribunal de Contas da União e outras autoridades, e análise do
PLV 28/2021 que institui o Programa de Venda em Balcão, com o objetivo de promover o acesso do pequeno criador de animais ao estoque público de milho.
Em discurso, Ã tribuna, senadora Soraya Thronicke (PSL-MS).
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado