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Gare do Oriente is one of the main transport hubs in Lisbon, Portugal.It encompasses a Lisbon Metro station, a high-speed, commuter and regional train hub, a local, national and international bus station, a shopping centre and a police office.
When wondering what to do
It shouldn't be such a surprise
To follow heart's whispers
Always with open eyes
Asio flammeus
Não é grande foto, mas penso que vale pelo registo da sua presença nesta área.
Pelo que investiguei não há registos desta ave anteriores a estes.
Está cá há uns dias e hoje, num intervalo entre aguaceiros, sempre consegui estes registos. Penso que será fácil melhores fotografias, desde que o rempo o permita, já que a tenho observado sempre na mesma área e pelas mesmas horas.
Parque Natrual do Litoral Norte
Estuário do Cávado - Fão
Portugal
"Shisen-dō (詩仙堂) is a Buddhist temple of the Sōtō Zen sect in Sakyō-ku, Kyoto, Japan. It is registered as a historic site of Japan. It stands on the grounds of its founder, the Edo period intellectual Ishikawa Jōzan (1583–1672), who established the temple in 1641.
A room in the main temple displays portraits of thirty-six Chinese poets. The selection of the poets was based on the opinion of Hayashi Razan. The portraits were executed by Kanō Tan'yū. This and some other parts of the building date to the time of Ishikawa Jōzan.
The temple's gardens are considered masterworks of Japanese gardens. One of them includes a device called a sōzu, a type of shishi-odoshi designed to scare away wild animals such as deer by making a loud noise. Water trickles into a bamboo tube, and when it reaches a certain level, it upsets the balance of the tube. The tube tips over on a pivot, discharging the water, and turns upright, striking a rock and emitting a loud clapping noise." (Wikipedia)
💗 Credit 💗
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DO INK - PRINTEMPS Coffin Nails - Jail Event.
NEW ATTITUDE
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Um lugar deslumbrante, é mais um paraíso do que boca do inferno, Pra todos os lados que você olha é só beleza!!!
Cascais - PT
Uma excelente semana pra voces!!!
(…)
A tradição da plantação de vinha no Douro remonta aos romanos, tendo mesmo sido encontradas grainhas de uvas numa estação arqueológica, perto de Mirandela, com mais de três mil anos. No entanto, é sobretudo no final do Império Romano (séculos III-IV), que os testemunhos da vitivinicultura começam a tornar-se mais significativos com a produção a ser desenvolvida na Idade Média, sob o impulso dos mosteiros da Ordem de Cister, que se instalaram na Beira Douro, e consolidada com o início da exportação de vinho no século XVII.
Efectivamente, a designação de «Vinho do Porto» surgiu com a sua comercialização para o estrangeiro, em especial para a Inglaterra, abrangendo todo o vinho do Douro exportado pela Alfândega do Porto, datando a primeira referência escrita, de que existe conhecimento, de 1678.
Entre 1680 e 1715 a expansão e crescimento das exportações foi notável, tendo o espírito mercantil dos negociantes ingleses, radicados na cidade Invicta, em muito contribuído para esse incremento, além de terem sido os responsáveis pela descoberta, após uma série de experiências (como a adição de aguardente aos vinhos durienses para os preservar nas longas travessias marítimas), do derradeiro «Vinho do Porto».
Rapidamente os comerciantes, e consumidores, se aperceberam que a acidez do tradicional vinho do Douro era amaciado pela aguardente que, ao interromper o processo de fermentação, mantinha o paladar original da própria uva.
Os elevados lucros obtidos com as exportações para Inglaterra viriam contudo a criar situações de fraude, abuso e adulteração da qualidade do vinho generoso. Isto porque o Tratado de Metween, de 1703, acordava tarifas aduaneiras preferenciais ao Vinho do Porto vendido em Inglaterra, em consequência do embargo comercial imposto por aquele país à França. Perante esta situação, os principais produtores de vinho durienses exigiram a intervenção do governo.
(…)
250 anos de bons vinhos - Região Demarcada do Douro é a mais antiga do mundo
por Liliana Leandro in JN
The beginning of a new album: They Do. This is the wedding of Corrie and Renny. Beautiful people, beautiful crowd, beautiful day. Usually not my thing to do a set like this, but there were a few shots like this one that I found interesting and liked.
Corrie was Allison's childhood best friend. They were like sisters and were inseparable.
Wonderful Friday and a beautiful weekend to you.
fotos lindaaaas *-*
não curti muito a tipografia.
e avril ta aqui no RJ
só de lembrar que ela ta perto de mim da vontade de chorar ç.ç
Com três quilômetros e meio de extensão, a praia do Campeche fica entre a Joaquina e o Morro das Pedras, sem no entanto haver marcos geográficos nestas divisas. A faixa de areia branca e fina é larga, às vezes com formação de dunas. O mar grosso tem águas frias e de salinidade elevada. As ondas são fortes e as direitas com ondulação sul são muito esperadas pelos surfistas.
A princípio, as praias da Joaquina, do Campeche e do Morro das Pedras tinham um só nome: praia do Mandu. Foi em 1860 que a orla em frente à Ilha do Campeche passou a ser conhecida pelo mesmo nome da ilha.
Existem duas versões para o nome Campeche. A primeira, mais elegante, remete a um visitante ilustre e freqüente da região, o escritor e aviador francês Antoine de Saint-Exupéry. Durante a década de 20 o correio aéreo francês Sociêté Latécoère instalou no Campeche um campo de pouso que era utilizado para o reabastecimento dos vôos entre Paris e Buenos Aires. O comandande da rota, Saint-Exupéry, aproveitava para descansar e fez amizade com os moradores da região. A lenda que ficou é que o nome Campeche provém do apelido francês que o visitante deu ao lugar: Campo de Pesca, ou seja, Champ et Pêche.
No entanto, como a Ilha em frente à praia já tinha este nome desde o século anterior, historiadores afirmam que ele provém de um vegetal utilizado para tinturaria de mesmo nome e que, a exemplo do Pau Brasil, foi muito procurado no início da colonização.
De qualquer maneira, das aventuras de Saint-Exupéry restaram a fama do Campo de Pouso da Sociêté Latécoère, primeiro aeroporto internacional do sul do Brasil, e o nome da principal rua do balneário, a Avenida Pequeno Príncipe, homenagem à principal obra do escritor.