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RELEASE / PORTUGUËS - Enquanto contemporâneos de geração em Salvador, afiavam os dentes em bandas de axé music, no underground, Acauã defendia cachês modestos no circuito de música ao vivo. O jovem criado na periferia da cidade tirava nas ruas soteropolitanas, os acordes e tocava de tudo, fosse samba, MPB, bossa, etc. Cantava para bebuns e bacanas apreciadores do seu talento. Interpretando Djavan, Caetano, Gil etc., de forma própria, em recintos enfumaçados e com ar condicionado no talo. Era necessário naquele momento da minha vida, Toquei em barzinhos por muitos anos. Lembra o cantor. Os intérpretes me ajudaram a compor minhas interpretações, e os compositores incentivaram minhas ambições autorais. Neste que é seu terceiro álbum solo, encontramos um repertorio com dez canções inéditas, e uma releitura totalmente singular de “Malandragem”, gravada ao vivo durante o festival Paris Brasil em Paris. O compositor que já foi elogiado nada mais nada menos por artistas como Djavan, Jair Rodrigues, Luiz Caldas, Gilberto Gil, hoje cria temas simples, mas sem atalhos fáceis, devoto de um lirismo cada vez mais difícil de encontrar, melodias e muito swing, reconhecido por um público nacional e internacional, e que tem em comum a fidelidade pelo trabalho do artista. Publico que se torna cada vez mais numeroso. Não é por acaso que a música “Conto Casual” ficou entre as mais tocadas em rádios de Londres – Inglaterra. Autodidata no instrumento e na voz, Acauã ouvia muitos mestres do canto e do violão da nossa música. E quando você identificar ecos do Funk grooveado, do jazz, do baião e etc., não se assustem, essas referências fazem parte da viagem auditiva musical que o artista fez durante sua formação, e faz até hoje nos seus passeios criativos. Ouvi Jackson do pandeiro, Djavan, Caetano, Gil, o pessoal do clube da esquina com suas harmonias surpreendentes, explica o artista. Nos últimos anos, o músico tem sido influenciado pelo som dos quatro cantos do mundo, sons absorvidos durante essas viagens ao exterior, e que torna sua música genuinamente brasileira, mas com sacadas quase imperceptíveis dessas influências adquiridas. A partir de temas como “Do Rio a Paris”, que surgio durante essas viagens, onde o artista faz comparações entre a realidade social francesa e a brasileira, Acauã começa a trabalhar o repertorio desse CD. Depois da Depuração do repertório, ele entra em estúdio com seu precioso toque nas cordas do violão de nylon, acompanhado pelo tecladista Rafael Castilhol, produtor de cinco das dez canções, do baixista Marcelo Mariano, do baterista Além Pontes, e do percussionista Marco Lobo. O resultado agrada desde a primeira faixa. “Pelas Esquinas”, com o Violão swingado de Acauã, o piano de Rafael Castilhol, o baixo de Marcelo Mariano e as guitarras de Torquato Mariano, o groove dessa música é revelado. Na segunda faixa “Figura”, é uma balada soul, com arranjos e condução de baixo de Arthur Maia. A terceira, “Amores e utopias”, Também dessa vez Acauã traz uma balada swing com vocais que fazem cócegas nos tímpanos. A Belíssima canção novelística “Amor de Marfim” é a quarta faixa, com o piano acústico e Arranjo de Rafael Castilhol, arranjo de cordas de Bruno Leão e baixo acústico de Guto wirtte, a canção remete o jazz americano dos anos 50. A quinta faixa, “E Tempo”, Um autêntico samba jazz, que lembra os bons tempos do compositor Djavan, uma letra que reflete a batalha dos artistas pelo seu espaço, com arranjos de metais e muito swing Brasileiro, o compositor segue dentro de um ecletismo de qualidade, sem dever nada a ninguém. ”Do Rio a Paris” é a sexta faixa, uma alternância de climas grooveado, e uma poética que revela as descobertas do autor, no mundo antigo. Na sétima, “Conto Casual”, canção de amor tribal, belo arranjo de Arthur Maia e participação do cantor camaronense Spliff Kouatchou. “Sombra dos Amantes”, é a oitava, (“Eu fiz amor com ela a meia luz talvez e o céu estava azul / (...) Eu fiz amor com ela a meia luz talvez”, Com um refrão que delicia os casais apaixonados). Essa canção é pontilhada pelo violão cello de Luciano Teixeira e os violões, centro e solo de Ricardo Silveira. Linda canção no padrão tele novelística. Essa é a oitava música “Onde Tudo Acontece”, nessa canção, Acauã busca a rítmica afro-nordestina com um yxê-xa de lamber os lábios rítmicos. Tem também a participação ilustre do congolês Lokua Kanza, abrilhantando ainda mais a canção. “Estranho”, totalmente movida pelo groove, com sessões de metais e muito swing, essa música é um convite a mexer o esqueleto. “Malandragem”, Faixa interativa, é a única musica que não é de autoria do Acauã, gravada ao vivo em paris, podemos ouvir uma releitura onde essa música parece refeita. Samuel Valverde / Agosto 2009 .. ..
Cantor e compositor Léo Jaime comemora 30 anos de carreira em um show repleto de sucessos que contou com a participação especial de Luísa Possi. São Paulo. 21.08.14
Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2014/08/22/leo-jaime-comemora...
RELEASE / PORTUGUËS - Enquanto contemporâneos de geração em Salvador, afiavam os dentes em bandas de axé music, no underground, Acauã defendia cachês modestos no circuito de música ao vivo. O jovem criado na periferia da cidade tirava nas ruas soteropolitanas, os acordes e tocava de tudo, fosse samba, MPB, bossa, etc. Cantava para bebuns e bacanas apreciadores do seu talento. Interpretando Djavan, Caetano, Gil etc., de forma própria, em recintos enfumaçados e com ar condicionado no talo. Era necessário naquele momento da minha vida, Toquei em barzinhos por muitos anos. Lembra o cantor. Os intérpretes me ajudaram a compor minhas interpretações, e os compositores incentivaram minhas ambições autorais. Neste que é seu terceiro álbum solo, encontramos um repertorio com dez canções inéditas, e uma releitura totalmente singular de “Malandragem”, gravada ao vivo durante o festival Paris Brasil em Paris. O compositor que já foi elogiado nada mais nada menos por artistas como Djavan, Jair Rodrigues, Luiz Caldas, Gilberto Gil, hoje cria temas simples, mas sem atalhos fáceis, devoto de um lirismo cada vez mais difícil de encontrar, melodias e muito swing, reconhecido por um público nacional e internacional, e que tem em comum a fidelidade pelo trabalho do artista. Publico que se torna cada vez mais numeroso. Não é por acaso que a música “Conto Casual” ficou entre as mais tocadas em rádios de Londres – Inglaterra. Autodidata no instrumento e na voz, Acauã ouvia muitos mestres do canto e do violão da nossa música. E quando você identificar ecos do Funk grooveado, do jazz, do baião e etc., não se assustem, essas referências fazem parte da viagem auditiva musical que o artista fez durante sua formação, e faz até hoje nos seus passeios criativos. Ouvi Jackson do pandeiro, Djavan, Caetano, Gil, o pessoal do clube da esquina com suas harmonias surpreendentes, explica o artista. Nos últimos anos, o músico tem sido influenciado pelo som dos quatro cantos do mundo, sons absorvidos durante essas viagens ao exterior, e que torna sua música genuinamente brasileira, mas com sacadas quase imperceptíveis dessas influências adquiridas. A partir de temas como “Do Rio a Paris”, que surgio durante essas viagens, onde o artista faz comparações entre a realidade social francesa e a brasileira, Acauã começa a trabalhar o repertorio desse CD. Depois da Depuração do repertório, ele entra em estúdio com seu precioso toque nas cordas do violão de nylon, acompanhado pelo tecladista Rafael Castilhol, produtor de cinco das dez canções, do baixista Marcelo Mariano, do baterista Além Pontes, e do percussionista Marco Lobo. O resultado agrada desde a primeira faixa. “Pelas Esquinas”, com o Violão swingado de Acauã, o piano de Rafael Castilhol, o baixo de Marcelo Mariano e as guitarras de Torquato Mariano, o groove dessa música é revelado. Na segunda faixa “Figura”, é uma balada soul, com arranjos e condução de baixo de Arthur Maia. A terceira, “Amores e utopias”, Também dessa vez Acauã traz uma balada swing com vocais que fazem cócegas nos tímpanos. A Belíssima canção novelística “Amor de Marfim” é a quarta faixa, com o piano acústico e Arranjo de Rafael Castilhol, arranjo de cordas de Bruno Leão e baixo acústico de Guto wirtte, a canção remete o jazz americano dos anos 50. A quinta faixa, “E Tempo”, Um autêntico samba jazz, que lembra os bons tempos do compositor Djavan, uma letra que reflete a batalha dos artistas pelo seu espaço, com arranjos de metais e muito swing Brasileiro, o compositor segue dentro de um ecletismo de qualidade, sem dever nada a ninguém. ”Do Rio a Paris” é a sexta faixa, uma alternância de climas grooveado, e uma poética que revela as descobertas do autor, no mundo antigo. Na sétima, “Conto Casual”, canção de amor tribal, belo arranjo de Arthur Maia e participação do cantor camaronense Spliff Kouatchou. “Sombra dos Amantes”, é a oitava, (“Eu fiz amor com ela a meia luz talvez e o céu estava azul / (...) Eu fiz amor com ela a meia luz talvez”, Com um refrão que delicia os casais apaixonados). Essa canção é pontilhada pelo violão cello de Luciano Teixeira e os violões, centro e solo de Ricardo Silveira. Linda canção no padrão tele novelística. Essa é a oitava música “Onde Tudo Acontece”, nessa canção, Acauã busca a rítmica afro-nordestina com um yxê-xa de lamber os lábios rítmicos. Tem também a participação ilustre do congolês Lokua Kanza, abrilhantando ainda mais a canção. “Estranho”, totalmente movida pelo groove, com sessões de metais e muito swing, essa música é um convite a mexer o esqueleto. “Malandragem”, Faixa interativa, é a única musica que não é de autoria do Acauã, gravada ao vivo em paris, podemos ouvir uma releitura onde essa música parece refeita. Samuel Valverde / Agosto 2009 .. ..
Pau Casals statue
Pau Casals i Defilló (El Vendrell, Catalunya 1876 - San Juan, Puerto Rico 1973) fou un violoncel·lista, pedagog, director i compositor musical català. La seva gran contribució al món de la música va ser la innovació en la interpretació amb el violoncel que, més tard, va ser adoptada per tots els violoncel·listes del món.
La seva interpretació d'El cant dels ocells ha esdevingut un símbol de pau i llibertat arreu del món, i de manera molt més significativa dins l'àmbit català.
El 1958 va fer un concert i el "missatge de pau" que Pau Casals havia gravat uns dies abans a Ginebra fou retransmès a més de 40 països. També aquell any fou proposat com a candidat pel Premi Nobel de la Pau.
El 1961 va ser convidat pel president John F. Kennedy a fer un concert a la Casa Blanca i, dos anys més tard, el mateix president dels Estats Units, li concedí la Medalla de la Llibertat.
El 1971 va compondre l'Himne a les Nacions Unides, que dirigí el 24 d'octubre d'aquell any en un concert a la mateixa seu de les Nacions Unides, i on el secretari General de les Nacions Unides U Thant li entregà la Medalla de la Pau. Fou en aquesta ocasió que va pronunciar la frase "What is more, I am a Catalan." explicant que Catalunya tenia un parlament democratic molt abans que Anglaterra.
El 1973 va patir un atac de cor irreversible, a Puerto Rico. Va morir a San Juan de Puerto Rico el 22 d'octubre de 1973. L'any 1979 es van traslladar les seves despulles al cementiri del Vendrell, moment en el qual li fou concedida, a títol pòstum, la Medalla d'Or de la Generalitat de Catalunya.
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Pau Casals i Defilló (Catalan pronunciation: [ˈpaw kəˈzaɫs]) (December 29, 1876 – October 22, 1973), known during his professional career as Pablo Casals, was a Spanish Catalan cellist and conductor. He made many recordings throughout his career, of solo, chamber, and orchestral music, also as conductor, but Casals is perhaps best remembered for the recording of the Bach Cello Suites he made from 1936 to 1939.
Casals was an ardent supporter of the Spanish Republican government. After its defeat in 1939, Casals vowed not to return to Spain until democracy had been restored, although he did not live to see the end of the Franco dictatorial regime.
One of his last compositions was the "Hymn of the United Nations". He conducted its first performance in a special concert at the United Nations on October 24, 1971, two months before his 95th birthday. On that day, the Secretary-General of the United Nations, U Thant awarded Pau Casals the U.N. Peace Medal in recognition of his stance for peace, justice and freedom. Casals accepted the medal and made his famous "I am a Catalan" speech, where he explained that Catalonia had the first democratic parliament, long before England did.
He also made popular the old Catalan song, "El cant dels ocells" playing it at the UN.
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Pau Carles Salvador Casals i Defilló (El Vendrell, 29 de diciembre de 1876 - San Juan de Puerto Rico, 22 de octubre de 1973), más conocido como Pau Casals, y también como Pablo Casals en Latinoamérica y el mundo anglosajón, es unos de los músicos catalanes mas destacados del siglo XX. Por su incomparable desempeño como instrumentista del violonchelo, Casals es considerado uno de los mejores violonchelistas de todos los tiempos.
Una de sus composiciones más célebres es el "Himno de las Naciones Unidas", conocido como el "Himno de la Paz", compuesto mientras residía en su segunda patria, Puerto Rico (donde había nacido y se había criado su madre), y donde residían otros españoles renombrados internacionalmente, tales como Juan Ramón Jiménez y Francisco Ayala. Magnífico director de orquesta y notabilísimo compositor, Casals fue siempre un artista completísimo, con la más férrea disciplina y la dedicación más profunda a la música.
Además de reconocérselo por su imponente obra musical, Pau Casals destacó en todo el mundo por su activismo en la defensa de la paz, la democracia, la libertad y los derechos humanos, que le valieron prestigiosas condecoraciones como la Medalla de la Paz de la ONU y ser nominado al Premio Nobel de la Paz.
Fue en la ONU donde Casal dijo al aceptar la medalla "I am a Catalan"" (Soy un Catalán) donde explico que Catalunya tenia el primer parlamento democratico, mucho antes que Inglaterra.
Casals también manifestó públicamente su oposición al régimen franquista y su deseo de ver una Cataluña no necesariamente independiente pero con un grado alto de autonomía (vid. cap. V de sus memorias, dictadas originariamente en francés a Albert E. Kahn y traducidas al catalán como Joia i Tristor).
Pau Casals murió el 22 de octubre de 1973, a la edad de 96 años, en San Juan de Puerto Rico, a consecuencia de un ataque al corazón. Fue enterrado en el Cementerio Conmemorativo de San Juan de Puerto Rico.
El 9 de noviembre de 1979, restablecida la democracia en España, sus restos fueron trasladados al cementerio de El Vendrell, su población natal, donde actualmente descansan.
Popularizó la antigua canción catalana "El cant dels ocells" tocándola en la sede de la ONU;
RELEASE / PORTUGUËS - Enquanto contemporâneos de geração em Salvador, afiavam os dentes em bandas de axé music, no underground, Acauã defendia cachês modestos no circuito de música ao vivo. O jovem criado na periferia da cidade tirava nas ruas soteropolitanas, os acordes e tocava de tudo, fosse samba, MPB, bossa, etc. Cantava para bebuns e bacanas apreciadores do seu talento. Interpretando Djavan, Caetano, Gil etc., de forma própria, em recintos enfumaçados e com ar condicionado no talo. Era necessário naquele momento da minha vida, Toquei em barzinhos por muitos anos. Lembra o cantor. Os intérpretes me ajudaram a compor minhas interpretações, e os compositores incentivaram minhas ambições autorais. Neste que é seu terceiro álbum solo, encontramos um repertorio com dez canções inéditas, e uma releitura totalmente singular de “Malandragem”, gravada ao vivo durante o festival Paris Brasil em Paris. O compositor que já foi elogiado nada mais nada menos por artistas como Djavan, Jair Rodrigues, Luiz Caldas, Gilberto Gil, hoje cria temas simples, mas sem atalhos fáceis, devoto de um lirismo cada vez mais difícil de encontrar, melodias e muito swing, reconhecido por um público nacional e internacional, e que tem em comum a fidelidade pelo trabalho do artista. Publico que se torna cada vez mais numeroso. Não é por acaso que a música “Conto Casual” ficou entre as mais tocadas em rádios de Londres – Inglaterra. Autodidata no instrumento e na voz, Acauã ouvia muitos mestres do canto e do violão da nossa música. E quando você identificar ecos do Funk grooveado, do jazz, do baião e etc., não se assustem, essas referências fazem parte da viagem auditiva musical que o artista fez durante sua formação, e faz até hoje nos seus passeios criativos. Ouvi Jackson do pandeiro, Djavan, Caetano, Gil, o pessoal do clube da esquina com suas harmonias surpreendentes, explica o artista. Nos últimos anos, o músico tem sido influenciado pelo som dos quatro cantos do mundo, sons absorvidos durante essas viagens ao exterior, e que torna sua música genuinamente brasileira, mas com sacadas quase imperceptíveis dessas influências adquiridas. A partir de temas como “Do Rio a Paris”, que surgio durante essas viagens, onde o artista faz comparações entre a realidade social francesa e a brasileira, Acauã começa a trabalhar o repertorio desse CD. Depois da Depuração do repertório, ele entra em estúdio com seu precioso toque nas cordas do violão de nylon, acompanhado pelo tecladista Rafael Castilhol, produtor de cinco das dez canções, do baixista Marcelo Mariano, do baterista Além Pontes, e do percussionista Marco Lobo. O resultado agrada desde a primeira faixa. “Pelas Esquinas”, com o Violão swingado de Acauã, o piano de Rafael Castilhol, o baixo de Marcelo Mariano e as guitarras de Torquato Mariano, o groove dessa música é revelado. Na segunda faixa “Figura”, é uma balada soul, com arranjos e condução de baixo de Arthur Maia. A terceira, “Amores e utopias”, Também dessa vez Acauã traz uma balada swing com vocais que fazem cócegas nos tímpanos. A Belíssima canção novelística “Amor de Marfim” é a quarta faixa, com o piano acústico e Arranjo de Rafael Castilhol, arranjo de cordas de Bruno Leão e baixo acústico de Guto wirtte, a canção remete o jazz americano dos anos 50. A quinta faixa, “E Tempo”, Um autêntico samba jazz, que lembra os bons tempos do compositor Djavan, uma letra que reflete a batalha dos artistas pelo seu espaço, com arranjos de metais e muito swing Brasileiro, o compositor segue dentro de um ecletismo de qualidade, sem dever nada a ninguém. ”Do Rio a Paris” é a sexta faixa, uma alternância de climas grooveado, e uma poética que revela as descobertas do autor, no mundo antigo. Na sétima, “Conto Casual”, canção de amor tribal, belo arranjo de Arthur Maia e participação do cantor camaronense Spliff Kouatchou. “Sombra dos Amantes”, é a oitava, (“Eu fiz amor com ela a meia luz talvez e o céu estava azul / (...) Eu fiz amor com ela a meia luz talvez”, Com um refrão que delicia os casais apaixonados). Essa canção é pontilhada pelo violão cello de Luciano Teixeira e os violões, centro e solo de Ricardo Silveira. Linda canção no padrão tele novelística. Essa é a oitava música “Onde Tudo Acontece”, nessa canção, Acauã busca a rítmica afro-nordestina com um yxê-xa de lamber os lábios rítmicos. Tem também a participação ilustre do congolês Lokua Kanza, abrilhantando ainda mais a canção. “Estranho”, totalmente movida pelo groove, com sessões de metais e muito swing, essa música é um convite a mexer o esqueleto. “Malandragem”, Faixa interativa, é a única musica que não é de autoria do Acauã, gravada ao vivo em paris, podemos ouvir uma releitura onde essa música parece refeita. Samuel Valverde / Agosto 2009 .. ..
RELEASE / PORTUGUËS - Enquanto contemporâneos de geração em Salvador, afiavam os dentes em bandas de axé music, no underground, Acauã defendia cachês modestos no circuito de música ao vivo. O jovem criado na periferia da cidade tirava nas ruas soteropolitanas, os acordes e tocava de tudo, fosse samba, MPB, bossa, etc. Cantava para bebuns e bacanas apreciadores do seu talento. Interpretando Djavan, Caetano, Gil etc., de forma própria, em recintos enfumaçados e com ar condicionado no talo. Era necessário naquele momento da minha vida, Toquei em barzinhos por muitos anos. Lembra o cantor. Os intérpretes me ajudaram a compor minhas interpretações, e os compositores incentivaram minhas ambições autorais. Neste que é seu terceiro álbum solo, encontramos um repertorio com dez canções inéditas, e uma releitura totalmente singular de “Malandragem”, gravada ao vivo durante o festival Paris Brasil em Paris. O compositor que já foi elogiado nada mais nada menos por artistas como Djavan, Jair Rodrigues, Luiz Caldas, Gilberto Gil, hoje cria temas simples, mas sem atalhos fáceis, devoto de um lirismo cada vez mais difícil de encontrar, melodias e muito swing, reconhecido por um público nacional e internacional, e que tem em comum a fidelidade pelo trabalho do artista. Publico que se torna cada vez mais numeroso. Não é por acaso que a música “Conto Casual” ficou entre as mais tocadas em rádios de Londres – Inglaterra. Autodidata no instrumento e na voz, Acauã ouvia muitos mestres do canto e do violão da nossa música. E quando você identificar ecos do Funk grooveado, do jazz, do baião e etc., não se assustem, essas referências fazem parte da viagem auditiva musical que o artista fez durante sua formação, e faz até hoje nos seus passeios criativos. Ouvi Jackson do pandeiro, Djavan, Caetano, Gil, o pessoal do clube da esquina com suas harmonias surpreendentes, explica o artista. Nos últimos anos, o músico tem sido influenciado pelo som dos quatro cantos do mundo, sons absorvidos durante essas viagens ao exterior, e que torna sua música genuinamente brasileira, mas com sacadas quase imperceptíveis dessas influências adquiridas. A partir de temas como “Do Rio a Paris”, que surgio durante essas viagens, onde o artista faz comparações entre a realidade social francesa e a brasileira, Acauã começa a trabalhar o repertorio desse CD. Depois da Depuração do repertório, ele entra em estúdio com seu precioso toque nas cordas do violão de nylon, acompanhado pelo tecladista Rafael Castilhol, produtor de cinco das dez canções, do baixista Marcelo Mariano, do baterista Além Pontes, e do percussionista Marco Lobo. O resultado agrada desde a primeira faixa. “Pelas Esquinas”, com o Violão swingado de Acauã, o piano de Rafael Castilhol, o baixo de Marcelo Mariano e as guitarras de Torquato Mariano, o groove dessa música é revelado. Na segunda faixa “Figura”, é uma balada soul, com arranjos e condução de baixo de Arthur Maia. A terceira, “Amores e utopias”, Também dessa vez Acauã traz uma balada swing com vocais que fazem cócegas nos tímpanos. A Belíssima canção novelística “Amor de Marfim” é a quarta faixa, com o piano acústico e Arranjo de Rafael Castilhol, arranjo de cordas de Bruno Leão e baixo acústico de Guto wirtte, a canção remete o jazz americano dos anos 50. A quinta faixa, “E Tempo”, Um autêntico samba jazz, que lembra os bons tempos do compositor Djavan, uma letra que reflete a batalha dos artistas pelo seu espaço, com arranjos de metais e muito swing Brasileiro, o compositor segue dentro de um ecletismo de qualidade, sem dever nada a ninguém. ”Do Rio a Paris” é a sexta faixa, uma alternância de climas grooveado, e uma poética que revela as descobertas do autor, no mundo antigo. Na sétima, “Conto Casual”, canção de amor tribal, belo arranjo de Arthur Maia e participação do cantor camaronense Spliff Kouatchou. “Sombra dos Amantes”, é a oitava, (“Eu fiz amor com ela a meia luz talvez e o céu estava azul / (...) Eu fiz amor com ela a meia luz talvez”, Com um refrão que delicia os casais apaixonados). Essa canção é pontilhada pelo violão cello de Luciano Teixeira e os violões, centro e solo de Ricardo Silveira. Linda canção no padrão tele novelística. Essa é a oitava música “Onde Tudo Acontece”, nessa canção, Acauã busca a rítmica afro-nordestina com um yxê-xa de lamber os lábios rítmicos. Tem também a participação ilustre do congolês Lokua Kanza, abrilhantando ainda mais a canção. “Estranho”, totalmente movida pelo groove, com sessões de metais e muito swing, essa música é um convite a mexer o esqueleto. “Malandragem”, Faixa interativa, é a única musica que não é de autoria do Acauã, gravada ao vivo em paris, podemos ouvir uma releitura onde essa música parece refeita. Samuel Valverde / Agosto 2009 .. ..
Instrumentista, compositora e vocalista do grupo Pato Fu, Fernanda Takai sobe ao palco para o lançamento oficial do CD solo “Na Medida do Impossível” em São Paulo. 02.08.14
Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2014/08/03/fernanda-takai-na-...
Domingo 1 de diciembre de 2019
En el Parque Alfonso Esparza Oteo, de la alcaldía Benito Juárez, la Orquesta Típica de la Ciudad de México ofreció un Concierto por su 135 Aniversario. Se trata del programa 6 del ciclo Homenajes dedicado al compositor Alfonso Esparza Oteo.
Fotografía: Maritza Ríos / Secretaría de Cultura de la Ciudad de México
RELEASE / PORTUGUËS - Enquanto contemporâneos de geração em Salvador, afiavam os dentes em bandas de axé music, no underground, Acauã defendia cachês modestos no circuito de música ao vivo. O jovem criado na periferia da cidade tirava nas ruas soteropolitanas, os acordes e tocava de tudo, fosse samba, MPB, bossa, etc. Cantava para bebuns e bacanas apreciadores do seu talento. Interpretando Djavan, Caetano, Gil etc., de forma própria, em recintos enfumaçados e com ar condicionado no talo. Era necessário naquele momento da minha vida, Toquei em barzinhos por muitos anos. Lembra o cantor. Os intérpretes me ajudaram a compor minhas interpretações, e os compositores incentivaram minhas ambições autorais. Neste que é seu terceiro álbum solo, encontramos um repertorio com dez canções inéditas, e uma releitura totalmente singular de “Malandragem”, gravada ao vivo durante o festival Paris Brasil em Paris. O compositor que já foi elogiado nada mais nada menos por artistas como Djavan, Jair Rodrigues, Luiz Caldas, Gilberto Gil, hoje cria temas simples, mas sem atalhos fáceis, devoto de um lirismo cada vez mais difícil de encontrar, melodias e muito swing, reconhecido por um público nacional e internacional, e que tem em comum a fidelidade pelo trabalho do artista. Publico que se torna cada vez mais numeroso. Não é por acaso que a música “Conto Casual” ficou entre as mais tocadas em rádios de Londres – Inglaterra. Autodidata no instrumento e na voz, Acauã ouvia muitos mestres do canto e do violão da nossa música. E quando você identificar ecos do Funk grooveado, do jazz, do baião e etc., não se assustem, essas referências fazem parte da viagem auditiva musical que o artista fez durante sua formação, e faz até hoje nos seus passeios criativos. Ouvi Jackson do pandeiro, Djavan, Caetano, Gil, o pessoal do clube da esquina com suas harmonias surpreendentes, explica o artista. Nos últimos anos, o músico tem sido influenciado pelo som dos quatro cantos do mundo, sons absorvidos durante essas viagens ao exterior, e que torna sua música genuinamente brasileira, mas com sacadas quase imperceptíveis dessas influências adquiridas. A partir de temas como “Do Rio a Paris”, que surgio durante essas viagens, onde o artista faz comparações entre a realidade social francesa e a brasileira, Acauã começa a trabalhar o repertorio desse CD. Depois da Depuração do repertório, ele entra em estúdio com seu precioso toque nas cordas do violão de nylon, acompanhado pelo tecladista Rafael Castilhol, produtor de cinco das dez canções, do baixista Marcelo Mariano, do baterista Além Pontes, e do percussionista Marco Lobo. O resultado agrada desde a primeira faixa. “Pelas Esquinas”, com o Violão swingado de Acauã, o piano de Rafael Castilhol, o baixo de Marcelo Mariano e as guitarras de Torquato Mariano, o groove dessa música é revelado. Na segunda faixa “Figura”, é uma balada soul, com arranjos e condução de baixo de Arthur Maia. A terceira, “Amores e utopias”, Também dessa vez Acauã traz uma balada swing com vocais que fazem cócegas nos tímpanos. A Belíssima canção novelística “Amor de Marfim” é a quarta faixa, com o piano acústico e Arranjo de Rafael Castilhol, arranjo de cordas de Bruno Leão e baixo acústico de Guto wirtte, a canção remete o jazz americano dos anos 50. A quinta faixa, “E Tempo”, Um autêntico samba jazz, que lembra os bons tempos do compositor Djavan, uma letra que reflete a batalha dos artistas pelo seu espaço, com arranjos de metais e muito swing Brasileiro, o compositor segue dentro de um ecletismo de qualidade, sem dever nada a ninguém. ”Do Rio a Paris” é a sexta faixa, uma alternância de climas grooveado, e uma poética que revela as descobertas do autor, no mundo antigo. Na sétima, “Conto Casual”, canção de amor tribal, belo arranjo de Arthur Maia e participação do cantor camaronense Spliff Kouatchou. “Sombra dos Amantes”, é a oitava, (“Eu fiz amor com ela a meia luz talvez e o céu estava azul / (...) Eu fiz amor com ela a meia luz talvez”, Com um refrão que delicia os casais apaixonados). Essa canção é pontilhada pelo violão cello de Luciano Teixeira e os violões, centro e solo de Ricardo Silveira. Linda canção no padrão tele novelística. Essa é a oitava música “Onde Tudo Acontece”, nessa canção, Acauã busca a rítmica afro-nordestina com um yxê-xa de lamber os lábios rítmicos. Tem também a participação ilustre do congolês Lokua Kanza, abrilhantando ainda mais a canção. “Estranho”, totalmente movida pelo groove, com sessões de metais e muito swing, essa música é um convite a mexer o esqueleto. “Malandragem”, Faixa interativa, é a única musica que não é de autoria do Acauã, gravada ao vivo em paris, podemos ouvir uma releitura onde essa música parece refeita. Samuel Valverde / Agosto 2009 .. ..
Cantor e compositor Frejat apresenta show com repertório que remonta a memória musical do artista. São Paulo. 30.05.15
Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2015/05/31/o-amor-e-quente-se...
OSASCO, SP, 08.03.2013 : CRIOLO/OSASCO/SP - Apresentacao do cantor e compositor Criolo no palco do galpao onde sera erguido a unidade do Sesc em Osasco, na grande Sao Paulo. (Foto: Renato Luiz Ferreira/Folhapress)
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RELEASE / PORTUGUËS - Enquanto contemporâneos de geração em Salvador, afiavam os dentes em bandas de axé music, no underground, Acauã defendia cachês modestos no circuito de música ao vivo. O jovem criado na periferia da cidade tirava nas ruas soteropolitanas, os acordes e tocava de tudo, fosse samba, MPB, bossa, etc. Cantava para bebuns e bacanas apreciadores do seu talento. Interpretando Djavan, Caetano, Gil etc., de forma própria, em recintos enfumaçados e com ar condicionado no talo. Era necessário naquele momento da minha vida, Toquei em barzinhos por muitos anos. Lembra o cantor. Os intérpretes me ajudaram a compor minhas interpretações, e os compositores incentivaram minhas ambições autorais. Neste que é seu terceiro álbum solo, encontramos um repertorio com dez canções inéditas, e uma releitura totalmente singular de “Malandragem”, gravada ao vivo durante o festival Paris Brasil em Paris. O compositor que já foi elogiado nada mais nada menos por artistas como Djavan, Jair Rodrigues, Luiz Caldas, Gilberto Gil, hoje cria temas simples, mas sem atalhos fáceis, devoto de um lirismo cada vez mais difícil de encontrar, melodias e muito swing, reconhecido por um público nacional e internacional, e que tem em comum a fidelidade pelo trabalho do artista. Publico que se torna cada vez mais numeroso. Não é por acaso que a música “Conto Casual” ficou entre as mais tocadas em rádios de Londres – Inglaterra. Autodidata no instrumento e na voz, Acauã ouvia muitos mestres do canto e do violão da nossa música. E quando você identificar ecos do Funk grooveado, do jazz, do baião e etc., não se assustem, essas referências fazem parte da viagem auditiva musical que o artista fez durante sua formação, e faz até hoje nos seus passeios criativos. Ouvi Jackson do pandeiro, Djavan, Caetano, Gil, o pessoal do clube da esquina com suas harmonias surpreendentes, explica o artista. Nos últimos anos, o músico tem sido influenciado pelo som dos quatro cantos do mundo, sons absorvidos durante essas viagens ao exterior, e que torna sua música genuinamente brasileira, mas com sacadas quase imperceptíveis dessas influências adquiridas. A partir de temas como “Do Rio a Paris”, que surgio durante essas viagens, onde o artista faz comparações entre a realidade social francesa e a brasileira, Acauã começa a trabalhar o repertorio desse CD. Depois da Depuração do repertório, ele entra em estúdio com seu precioso toque nas cordas do violão de nylon, acompanhado pelo tecladista Rafael Castilhol, produtor de cinco das dez canções, do baixista Marcelo Mariano, do baterista Além Pontes, e do percussionista Marco Lobo. O resultado agrada desde a primeira faixa. “Pelas Esquinas”, com o Violão swingado de Acauã, o piano de Rafael Castilhol, o baixo de Marcelo Mariano e as guitarras de Torquato Mariano, o groove dessa música é revelado. Na segunda faixa “Figura”, é uma balada soul, com arranjos e condução de baixo de Arthur Maia. A terceira, “Amores e utopias”, Também dessa vez Acauã traz uma balada swing com vocais que fazem cócegas nos tímpanos. A Belíssima canção novelística “Amor de Marfim” é a quarta faixa, com o piano acústico e Arranjo de Rafael Castilhol, arranjo de cordas de Bruno Leão e baixo acústico de Guto wirtte, a canção remete o jazz americano dos anos 50. A quinta faixa, “E Tempo”, Um autêntico samba jazz, que lembra os bons tempos do compositor Djavan, uma letra que reflete a batalha dos artistas pelo seu espaço, com arranjos de metais e muito swing Brasileiro, o compositor segue dentro de um ecletismo de qualidade, sem dever nada a ninguém. ”Do Rio a Paris” é a sexta faixa, uma alternância de climas grooveado, e uma poética que revela as descobertas do autor, no mundo antigo. Na sétima, “Conto Casual”, canção de amor tribal, belo arranjo de Arthur Maia e participação do cantor camaronense Spliff Kouatchou. “Sombra dos Amantes”, é a oitava, (“Eu fiz amor com ela a meia luz talvez e o céu estava azul / (...) Eu fiz amor com ela a meia luz talvez”, Com um refrão que delicia os casais apaixonados). Essa canção é pontilhada pelo violão cello de Luciano Teixeira e os violões, centro e solo de Ricardo Silveira. Linda canção no padrão tele novelística. Essa é a oitava música “Onde Tudo Acontece”, nessa canção, Acauã busca a rítmica afro-nordestina com um yxê-xa de lamber os lábios rítmicos. Tem também a participação ilustre do congolês Lokua Kanza, abrilhantando ainda mais a canção. “Estranho”, totalmente movida pelo groove, com sessões de metais e muito swing, essa música é um convite a mexer o esqueleto. “Malandragem”, Faixa interativa, é a única musica que não é de autoria do Acauã, gravada ao vivo em paris, podemos ouvir uma releitura onde essa música parece refeita. Samuel Valverde / Agosto 2009 .. ..
Compositor, nació en 1906 fundó su primera orquesta con la que amenizaba las tandas de variedades del teatro Martí, en el que dirigió varias obras de Ernesto Lecuona. De ahí paso a dirigir la orquesta de la composición de zarzuela y opereta que se presentaba en el teatro Payret.
Ya era conocido en el mundo artístico, y así viajó a México, Santo Domingo y Puerto Rico. Como compositor abarcó casi todos los géneros musicales. En 1928 compone la obra que lo haría célebre: el son-pregón.
El manisero popularizado en Cuba por Rita Montaner y en los Estados Unidos por Antonio Machín. Fue tal la popularidad de esta pieza que Ernesto Lecuona la incluyó en el filme The Cuba Song, de la metro Goldwyn Mayer, y en la década del 50 Judy Garland cantó un fragmento en el programa “Nace una estrella”. Continuó cosechando triunfos en Paris con los estrenos A una Rosa, y los Tres Golpes, cantada por la Mistinguette en el casino de Paris.
EL MANISERO
MANÍ, MANISERO, MANÍ,
SI TE QUIERES POR EL PICO DIVERTIR
CÓMPRATE UN CUCURUCHITO DE MANÍ.
CUANDO LA CALLE SOLA ESTÁ,
CASERA DE MI CORAZÓN,
EL MANISERO ENTONA SU PREGÓN
Y SI LA NIÑA ESCUCHA SU CANTAR
LLAMA DESDE SU BALCÓN.
DAME DE TU MANÍ,
ESTA NOCHE NO VOY A PODER DORMIR
SIN COMERME UN CUCURUCHO DE MANÍ
QUÉ CALENTICO Y RICO ESTÁ,
YA NO SE PUEDE PEDIR MÁS.
AY, CASERITA, NO ME DEJES IR
PORQUE DESPUÉS TE VAS A ARREPENTIR
Y VA A SER MUY TARDE YA.
MANÍ, MANISERO SE VA,
CABALLERO, NO SE VAYAN A DORMIR
SIN COMPRARME UN CUCURUCHO DE MANÍ.
La Asociación de Mujeres en la Música ha apoyado la celebración de un concierto de la formación Nuevo Esemble de Segovia (neSg) dedicado exclusivamente a la obra de mujeres compositoras. El concierto tuvo lugar el martes, 31 de enero y se interpretaron en la sede de la SGAE piezas de Consuelo Díez, María Luisa Ozaita, Diana Pérez Custodio, Laura Vega, Anna Bofill, Mercedes Zavala, Cruz López de Rego, Beatriz Arzamendi.
neSg dedica su actividad a la difusión del repertorio de música contemporánea y es la versión actual del conjunto formado por Flores Chaviano, su director, en 1992. Ha participado en numerosos festivales, tanto a nivel nacional como internacional, destacando su intervención en el Festival de Primavera de Salamanca, el Festival de Música Española de León, el COMA (Festival Internacional de Música Contemporánea de Madrid), el Ciclo de Conciertos de la Universidad Autónoma de Madrid, las Jornadas de Música Contemporánea de Segovia (de las que es grupo residente) o el Festival HLCC of SUNY College at New York (EEUU), entre otros.
Más información en el blog de la Asociación.
Esta foto foi tirada em 26 de maio de 2012 usando uma Canon EOS Digital Rebel XTi, por volta das 13 horas.
Adler São Luís é compositor, poeta, cantor e violonista. Iniciou sua trajetória artística no Rio, em 1971 e há 15 anos está radicado em São Paulo.
Adotou como sobrenome o nome da Ilha em que nasceu e transita por vários estilos musicais, pois grava desde reggae, xotes, boleros, sambas, baião, canção e baladas.
Tem uma música de sua autoria gravada no LP Pedra de Cantaria, que nos idos de 81 reuniu os melhores compositores maranhenses.
Depois de fazer algumas trilhas para teatro, gravou em abril de 98 Tambô de Criola, seu primeiro CD, com a participação de seu irmão mais novo Pipiu (então contrabaixista da banda de Elba Ramalho) e vários amigos: Luiz Melodia, Marcos Suzano, Paulo Moura e Oswaldinho do Acordeon.
De sua autoria, cerca de 20 composições já foram gravadas tanto por ele como por artistas já citados anteriormente e também Bimba (ex-integrante do Quarteto em Cy) e Stélio do Vale.
Integrou até 1998 o Grupo Cupuaçu, ao lado de Tião Carvalho, cantando e tocando nas performances do Bumba Meu Boi, realizadas tanto na cidade paulistana, quanto em outras do interior paulista e de outros estados brasileiros.
No X Festival de Inverno da Bahia em 1999, realizado em Vitória da Conquista, sua composição “Tá branco” obteve a segunda colocação.
Durante as comemorações dos 390 anos de fundação de sua cidade natal, realizou dois shows em São Luís - MA, em setembro de 2002. Nos meses de Junho faz também shows no São João dos arraiais da Ilha.
Em 19/11/2005 participou, com sua banda do Projeto Virada Cultural promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, com o show Consciência Negra.
Atualmente prepara-se para adentrar os estúdios onde gravará seu 2o. trabalho autoral: o CD PEDRA DA MEMÓRIA.
E o que vem a ser, afinal, “PEDRA DA MEMÓRIA”? É o marco-zero da cidade onde nasceu o compositor. É lá, na ilha de São Luís, o ponto estratégico, onde a Marinha encravou canhões apontados para a baía de São Marcos. Para se defender do inimigo. A Pedra da Memória é um símbolo da resistência, como deve ser a postura da música independente brasileira: uma batalha ininterrupta.
(Exercício para curso FOTOGRAFIA PARA MÚSICA com Dani Gurgel - Sesc Consolação - SP)
Cantor e compositor Walmir Borges apresenta show inédito em homenagem a uma das maiores influências na sua carreira musical, Djavan. São Paulo. 18.02.16
Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2016/02/19/walmir-borges-e-as...
Saxofonista, compositor, autor i interprete. Empieza su carrera artística con Los Rebeldes. Después de once años y ocho àlbums de èxito, abandona la formación para realizar su propio proyecto: Nel•lo y la Banda del Zoco, que descrive en sus trabajos publicados “Derechito al Infierno” y “Crápula”. Inaugura, en este momento, su colaboración con el compositor i guitarrista Jorge Soto, que le acompañarà en los siguientes trabajos. Otras experiéncias más cercanas al jazz lo llevan a arrancar un camino paralelo con la creación del grupo Tandori Lenoir, banda instrumental de rythm..n..blues formada con lo bueno y mejor de los músicos de blues de Barcelona. Su sonido, su fuerza interpretativa y su capacidad creativa le han hecho propulsar un lenguaje propio dentro de la escena musical del que ya han gozado diferentes generaciones. La colaboración en directo y en estudio con Los Lobos, Lee Rocker, Raimundo Amador, Mitch Woods, David Lindley, Kiko Veneno, Ariel Roth, Jackson Browne, Bunbury, Pat Mc Donald, John Parrish i Nick Curran entre otros, són una muestra de su inquietud artística. Su caràcter multidisciplinar le han vinculado a una gran varietad de proyectos artísticos en diferentes ámbitos com la composición de bandas sonoras para cine, teatro y danza o la interpretación de sus propios textos. Por este motivo, en 2003 escribe le espectáculo teatral- musical Estranyes Sensacions (l’Espai Brossa de Barcelona), dirigído e interpretado per él mísmo y con el que realizó su correspondiente gira. El mismo año, creó e interpretó la música de Gènova ‘01 de Fausto Paravidino con la dirección de Carme Portaceli. Desde entonces pasa a formar parte del equipo creativo de la directora, impulsando conjuntamente con otros artistas independentes el nacimiento de la Factoría Escènica Internacional- FEI. En 2005 aparece Vértigo (Blue Moon), trabajando junto a Jorge Soto da continuidad al proceso de experimentación iniciado con la Banda del Zoco. Combinando estilos y estéticas a través del jazz, el rock..n..roll y el lounge crea una atmosfera de cabaret y de cine negro que subralla su sello personal. El 2006 y acercándose de nuevo al jazz inicia un viaje literario con el escritor Andreu Martín, con la banda sonora de la su novela “El Blues del Detective Inmortal”. La grabación de esta b.s.o refuerza el vínculo artistíco con la cantante Myriam Swanson con la que colaboran habitualmente. En 2007 crea el espectáculo musico-teatral Negra y Criminal, La Ciudad de las Sombras que recoge el aroma de las propuostas anteriores: tiene el gusto de Vértigo y textos rabiosos com los de Estranyes Sensacions. Una vez más junto a Soto y acompañado de un cuarteto de lujo encabezado por el saxofonísta y compositor Jordi Prats, Nel.lo nos sumerge en el mundo de las narraciones criminales. Jazz y novela negra se funden en el escenario. La temporada 2008/09 ha sido fantástica y llena de nuevos proyectos. Participa en el montaje teatral de Ricard II de W.Shakespeare junto a C.Portaceli. Graba la tercera y cuarta entrega de Asesinatos en clave de Jazz de Andreu Martín. En colaboración con la Sala Apolo y Juanjo Barrantes se crea TABOO el primer espectáculo de Burlesque que se celebra periódicamente en Barcelona. Y el encuentro con Mario Cobo, Iván Kovacevic y Anton Jarl nace con el nombre de MAMBO JAMBO con el objetivo de siempre: dejar volar su saxo tenor junto a músicos de alto voltaje. En este proyecto se consolida la colaboración creativa con MYRIAM SWANSON con excelentes resultados. Estos días se están acabando las mezclas de NOIR con DANI NEL.LO 4, un disco instrumental que aparecerá en septiembre.
Mambo Jambo @ Apolo
Jul 23, 2009 #292 EXPLORE
Itaipu ou Usina Hidrelétrica de Itaipu (Guarani: Itaipu, Espanhol: Itaipú;) é uma usina hidrelétrica no rio Paraná, localizada na fronteira entre Brasil e Paraguai.
O nome "Itaipu" foi tirado de uma ilha que existia perto do local de construção. No idioma guarani, Itaipu significa "o som de uma pedra". O compositor estadunidense Philip Glass também escreveu uma cantata sinfônica em nome de Itaipu, em honra da sua estrutura.
Itaipu Binacional é a empresa que gerencia a maior usina hidrelétrica em funcionamento e em capacidade de geração de energia no mundo. É uma empresa binacional construída pelo Brasil e pelo Paraguai no rio Paraná, no trecho de fronteira entre os dois países, 15 km ao norte da Ponte da Amizade. O projeto vai de Foz do Iguaçu, no Brasil, e Ciudad del Este, no Paraguai, no sul, até Guaíra e Salto del Guairá, no norte. A capacidade instalada de geração da usina é de 14 GW, com 20 unidades geradoras fornecendo 700 MW cada. No ano de 2008, a usina geradora atingiu o seu recorde de produção, com 94,68 bilhões de quilowatts-hora (kWh), fornecendo 90% da energia consumida pelo Paraguai e 19% da energia consumida pelo Brasil.
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La represa hidroeléctrica de Itaipú (del guaraní, «piedra que suena»), es una empresa binacional entre Paraguay y Brasil. Está ubicada sobre el río Paraná en la frontera entre estos dos países, 25°24′S 54°35′O / -25.4, -54.58325°24′S 54°35′O / -25.4, -54.583 en la ciudad de Hernandarias, a 14 km al norte del Puente de la Amistad. Es la Central Hidroeléctrica más grande del mundo, y según algunos expertos, sera difícil superarla.
El área implicada en el proyecto se extiende desde Foz do Iguaçu, en el Brasil, y Ciudad del Este, en el Paraguay, al sur, hasta Guaíra (Brasil) y Salto del Guairá (Paraguay), al norte. El lago artificial de la represa contiene 29000 Hm³ de agua, con unos 200 km de extensión en línea recta, y un área aproximada de 1400 km².
La potencia de generación electrohidráulica instalada es de 14 GW, con 20 turbinas generadoras de 700 MW. En el año 2000 tuvo su récord de producción con 93400 de GWh, generando el 95% de la energía eléctrica consumida en Paraguay y el 24% de la de Brasil.
La energía generada por Itaipú destinada al Brasil es distribuida por la empresa Furnas Centrales Eléctricas S.A., y la energía destinada a Paraguay es distribuida por la Administración Nacional De Electricidad (ANDE).
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The Itaipu Dam (Guarani: Itaipu, Portuguese: Itaipu, Spanish: Itaipú; Portuguese pronunciation: [itaiˈpu], Spanish pronunciation: [itaiˈpu]) is a hydroelectric dam on the Paraná River located on the border between Brazil and Paraguay. The name "Itaipu" was taken from an isle that existed near the construction site. In the Guarani language, Itaipu means "the sound of a stone". The American composer Philip Glass has also written a symphonic cantata named Itaipu, in honour of the structure.
The dam is second only to the Three Gorges Dam in its generating capacity.It is a binational undertaking run by Brazil and Paraguay at the Paraná River on the border section between the two countries, 15 km (9.3 mi) north of the Friendship Bridge. The project ranges from Foz do Iguaçu, in Brazil, and Ciudad del Este in Paraguay, in the south to Guaíra and Salto del Guaíra in the north. The installed generation capacity of the plant is 14 GW, with 20 generating units providing 700 MW each. In 2008 the plant generated a record 94.68 billion kilowatt-hours (kWh), supplying 90% of the energy consumed by Paraguay and 19% of that consumed by Brazil.
Of the twenty generator units currently installed, ten generate at 50 Hz for Paraguay and ten generate at 60 Hz for Brazil. Two 600 kV HVDC lines, each approximately 800 km long, carry both Brazilian and Paraguayan energy to São Paulo where the terminal equipment converts the power to 60 Hz.
Cantor e compositor Diogo Nogueira estreia a turnê do seu recém lançado CD e DVD “Diogo Nogueira ao Vivo em Cuba” (EMI Music), Registrado em novembro de 2011, no imponente Teatro Karl Marx, em Havana, Cuba. São Paulo. 14.09.12
Buenos Aires - El Jefe de Gobierno porteño, Mauricio Macri, encabeza un homenaje al cantante y compositor español Alejandro Sanz, al descubrir un baldosón en la Av. Callao, que lleva la letra de una de sus canciones evocando a Buenos Aires. Lo acompañaron el jefe de Gabinete, Horacio Rodríguez Larreta; el ministro de Ambiente y Espacio Público, Diego Santilli, y el legislador Avelino Tamargo
Foto Guillermo Viana-gv/GCBA.-
Johann Strauss
(Viena, 1825-id., 1899) Compositor, violinista y director de orquesta austriaco. Conocido como «el rey del vals», Johann Strauss II o segundo (así llamado para diferenciarlo de su padre, el también compositor Johann Strauss) formó parte de la dinastía de músicos que convirtió esta modalidad de baile en un símbolo de Viena.
Niño prodigio, compuso su primer vals cuando sólo contaba seis años. No obstante, su dedicación a la música encontró la firme oposición de su progenitor, que quería que fuese comerciante. Sin embargo, gracias al apoyo de la madre, pudo tomar lecciones de violín y composición en secreto y dedicarse a la música.
Johann Strauss
A los diecinueve años fundó su propia orquesta, que compitió en éxito con la de su padre. A la muerte de éste en 1849, ambas orquestas se unieron en una sola bajo la dirección del joven Strauss, que dio conciertos con gran éxito en las principales ciudades de Francia, Alemania, Inglaterra, Rusia y los Estados Unidos. Aclamado en todo el mundo, en 1863 fue nombrado director de la música de baile de la corte de Viena.
Ese mismo año, después de su matrimonio con la cantante Jetty Treffe, confió la dirección de su famosa orquesta a sus hermanos Eduard y Joseph. A partir de entonces se consagró a la composición de operetas, con títulos como El murciélago (1874) y El barón gitano (1885), y de valses: El Danubio azul (1867), Rosas del sur (1880), El vals del emperador (1889) y Voces de primavera (1883) son algunos de sus valses más populares.
El Danubio azul es considerada como la más importante de las 498 composiciones de danza compuestas por el "rey del vals". Consiste en una introducción (44 compases) del vals propiamente dicho, dividido en cinco partes, algunas de las cuales va precedida de una "entrada" para terminar en una extensa "coda" de 148 compases. Allí se afirma el carácter decididamente rítmico de la melodía, orientada directamente, incluso con su variedad de acentos y de movimientos, a los fines de la danza. Bajo este aspecto, la obra constituye un verdadero modelo en su género. En el bello Danubio azul (tal es su título original en alemán) pudo escucharse por primera vez en 1867, pero no tal como hoy lo conocemos, sino en una versión coral. La orquestal, desde el mismo momento de su estreno (1890), tuvo una acogida triunfal que no ha remitido con el tiempo.
De sus operetas, debe destacarse la opereta en tres actos El murciélago, representada por vez primera en Viena, en el teatro An Der Wien, el 6 de abril de 1874. La acción transcurre en un balneario termal junto a Viena, donde una joven casada, muy sensible a los requerimientos amorosos de un tenor, lo recibe en su casa en ausencia del marido. Pero la policía, que está buscando al marido, se presenta en la casa y detiene en su lugar al tenor. Aclarado el equívoco que, a su vez, da lugar a otros divertidos quid pro quos, el asunto termina, como no podía menos, de la mejor manera posible. El título deriva del apodo de "Murciélago" que le dan al director de prisiones, por haberse disfrazado de esta guisa para asistir a un baile de máscaras.
Martes 12 de septiembre de 2017
En el Paseo de los Compositores en la 2ª sección del Bosque de Chapultepec, se realizó un Homenaje a Compositores de México, donde el jefe de Gobierno de la Ciudad de México, Miguel Ángel Mancera develó 5 bustos de los compositores: Rubén Fuentes, Mario Molina Montes, Luis Alcaráz, Alex Lora y Martín Urieta estos dos últimos, presentes en el homenaje.
Mancera Espinosa, estuvo acompañado por el secretario de Cultura de la Ciudad de México, Eduardo Vázquez Martín; la diputada Abril Trujillo, presidenta de la Comisión de Cultura de la ALDF; Roberto Cantoral, director general de la Sociedad de Autores y Compositores de México; Saúl Vega Juárez, subsecretario de Cultura del Gobierno Federal; Armando Manzanero, presidente de la Sociedad de Autores y Compositores de México; Manuel Granados, consejero Jurídico y de Servicios Legales de la CDMX; Magistrado Álvaro Augusto Pérez, presidente del TSJDF y de Chela Lora.
Fotografía: Milton Martínez / Secretaría de Cultura de la CDMX
RELEASE / PORTUGUËS - Enquanto contemporâneos de geração em Salvador, afiavam os dentes em bandas de axé music, no underground, Acauã defendia cachês modestos no circuito de música ao vivo. O jovem criado na periferia da cidade tirava nas ruas soteropolitanas, os acordes e tocava de tudo, fosse samba, MPB, bossa, etc. Cantava para bebuns e bacanas apreciadores do seu talento. Interpretando Djavan, Caetano, Gil etc., de forma própria, em recintos enfumaçados e com ar condicionado no talo. Era necessário naquele momento da minha vida, Toquei em barzinhos por muitos anos. Lembra o cantor. Os intérpretes me ajudaram a compor minhas interpretações, e os compositores incentivaram minhas ambições autorais. Neste que é seu terceiro álbum solo, encontramos um repertorio com dez canções inéditas, e uma releitura totalmente singular de “Malandragem”, gravada ao vivo durante o festival Paris Brasil em Paris. O compositor que já foi elogiado nada mais nada menos por artistas como Djavan, Jair Rodrigues, Luiz Caldas, Gilberto Gil, hoje cria temas simples, mas sem atalhos fáceis, devoto de um lirismo cada vez mais difícil de encontrar, melodias e muito swing, reconhecido por um público nacional e internacional, e que tem em comum a fidelidade pelo trabalho do artista. Publico que se torna cada vez mais numeroso. Não é por acaso que a música “Conto Casual” ficou entre as mais tocadas em rádios de Londres – Inglaterra. Autodidata no instrumento e na voz, Acauã ouvia muitos mestres do canto e do violão da nossa música. E quando você identificar ecos do Funk grooveado, do jazz, do baião e etc., não se assustem, essas referências fazem parte da viagem auditiva musical que o artista fez durante sua formação, e faz até hoje nos seus passeios criativos. Ouvi Jackson do pandeiro, Djavan, Caetano, Gil, o pessoal do clube da esquina com suas harmonias surpreendentes, explica o artista. Nos últimos anos, o músico tem sido influenciado pelo som dos quatro cantos do mundo, sons absorvidos durante essas viagens ao exterior, e que torna sua música genuinamente brasileira, mas com sacadas quase imperceptíveis dessas influências adquiridas. A partir de temas como “Do Rio a Paris”, que surgio durante essas viagens, onde o artista faz comparações entre a realidade social francesa e a brasileira, Acauã começa a trabalhar o repertorio desse CD. Depois da Depuração do repertório, ele entra em estúdio com seu precioso toque nas cordas do violão de nylon, acompanhado pelo tecladista Rafael Castilhol, produtor de cinco das dez canções, do baixista Marcelo Mariano, do baterista Além Pontes, e do percussionista Marco Lobo. O resultado agrada desde a primeira faixa. “Pelas Esquinas”, com o Violão swingado de Acauã, o piano de Rafael Castilhol, o baixo de Marcelo Mariano e as guitarras de Torquato Mariano, o groove dessa música é revelado. Na segunda faixa “Figura”, é uma balada soul, com arranjos e condução de baixo de Arthur Maia. A terceira, “Amores e utopias”, Também dessa vez Acauã traz uma balada swing com vocais que fazem cócegas nos tímpanos. A Belíssima canção novelística “Amor de Marfim” é a quarta faixa, com o piano acústico e Arranjo de Rafael Castilhol, arranjo de cordas de Bruno Leão e baixo acústico de Guto wirtte, a canção remete o jazz americano dos anos 50. A quinta faixa, “E Tempo”, Um autêntico samba jazz, que lembra os bons tempos do compositor Djavan, uma letra que reflete a batalha dos artistas pelo seu espaço, com arranjos de metais e muito swing Brasileiro, o compositor segue dentro de um ecletismo de qualidade, sem dever nada a ninguém. ”Do Rio a Paris” é a sexta faixa, uma alternância de climas grooveado, e uma poética que revela as descobertas do autor, no mundo antigo. Na sétima, “Conto Casual”, canção de amor tribal, belo arranjo de Arthur Maia e participação do cantor camaronense Spliff Kouatchou. “Sombra dos Amantes”, é a oitava, (“Eu fiz amor com ela a meia luz talvez e o céu estava azul / (...) Eu fiz amor com ela a meia luz talvez”, Com um refrão que delicia os casais apaixonados). Essa canção é pontilhada pelo violão cello de Luciano Teixeira e os violões, centro e solo de Ricardo Silveira. Linda canção no padrão tele novelística. Essa é a oitava música “Onde Tudo Acontece”, nessa canção, Acauã busca a rítmica afro-nordestina com um yxê-xa de lamber os lábios rítmicos. Tem também a participação ilustre do congolês Lokua Kanza, abrilhantando ainda mais a canção. “Estranho”, totalmente movida pelo groove, com sessões de metais e muito swing, essa música é um convite a mexer o esqueleto. “Malandragem”, Faixa interativa, é a única musica que não é de autoria do Acauã, gravada ao vivo em paris, podemos ouvir uma releitura onde essa música parece refeita. Samuel Valverde / Agosto 2009 .. ..
El Gobernador de Veracruz, Javier Duarte de Ochoa, asistió al Concierto del compositor Michael Nyman, en el marco de "Hay Festival", el 09 de octubre de 2011, acompañado de su esposa Karime Macías Tubilla, quienes disfrutaron de un maravilloso concierto.
A cantora e compositora norte-americana Charlyn “Chan” Marie Marshall, conhecida artisticamente como Cat Power, chega ao Circo Voador para uma única apresentação, 21 de maio.
Cat Power é natural de Atlanta, EUA, e, hoje, com 38 anos, já conta com nove discos lançados, sendo o último deles o Dark End of the Street (2008), EP de covers com oito faixas que ficaram de fora de Jukebox, álbum de versões lançado no mesmo ano. Dark End... conta com duas músicas de Aretha Franklin, além de apresentar regravações de singles das bandas The Pogues, Creedence Clearwater Revival, Otis Redding e outro de Sandy Denny em parceria com Fairpor Convention. Duas músicas de Jukebox são autorais: Metal Heart, que já havia aparecido no álbum Moon Pix, e Song To Bobby, dedicada a Bob Dylan e escrita em parceria com Matt Sweeney, que já colabora com a cantora desde 2000.
Conhecida por seu estilo minimalista, guitarras esparsas, piano e vocais sussurrados, Cat Power Gnhou destaque ao fazer - no disco The Covers Record - releituras de Satisfaction, dos Rolling Stones, e I Found a Reason, do Velvet Underground.
As primeiras gravações de Cat, nos álbuns Dear Sir (1995), Myra Lee (1996), What Would the Community Think (1996) e Moon Pix (1998), correspondem à fase mais autoral da cantora. Com músicos convidados como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters, Queens of Stone Age) e Warren Ellis (Dirty Free), o disco The Covers Record (2000) marca o início do trabalho de regravação de músicas originais de outros compositores, que, com muita personalidade, continua em You Are Free (2003), The Greatest ( 2006), Jukebox (2008) e Dark End of The Street (2008).
Ao longo de sua carreira, Cat Power conquistou muitos prêmios e indicações importantes, incluindo uma na categoria melhor artista solo feminina internacional, no Brit Awards, em 2007. Naquele mesmo ano, ela levou o prêmio de melhor álbum com The Greatest no Short List Music Prize. Esta é a quarta passagem da cantora pelo país - a primeira foi em 2001; a segunda, no TIM Festival de 2007, com ingressos esgotados e a terceira foi em 2009, na turnê de lançamento de Jukebox.
Fonte: www.circovoador.com.br/saibamais/release_100521_catpower.htm
RELEASE / PORTUGUËS - Enquanto contemporâneos de geração em Salvador, afiavam os dentes em bandas de axé music, no underground, Acauã defendia cachês modestos no circuito de música ao vivo. O jovem criado na periferia da cidade tirava nas ruas soteropolitanas, os acordes e tocava de tudo, fosse samba, MPB, bossa, etc. Cantava para bebuns e bacanas apreciadores do seu talento. Interpretando Djavan, Caetano, Gil etc., de forma própria, em recintos enfumaçados e com ar condicionado no talo. Era necessário naquele momento da minha vida, Toquei em barzinhos por muitos anos. Lembra o cantor. Os intérpretes me ajudaram a compor minhas interpretações, e os compositores incentivaram minhas ambições autorais. Neste que é seu terceiro álbum solo, encontramos um repertorio com dez canções inéditas, e uma releitura totalmente singular de “Malandragem”, gravada ao vivo durante o festival Paris Brasil em Paris. O compositor que já foi elogiado nada mais nada menos por artistas como Djavan, Jair Rodrigues, Luiz Caldas, Gilberto Gil, hoje cria temas simples, mas sem atalhos fáceis, devoto de um lirismo cada vez mais difícil de encontrar, melodias e muito swing, reconhecido por um público nacional e internacional, e que tem em comum a fidelidade pelo trabalho do artista. Publico que se torna cada vez mais numeroso. Não é por acaso que a música “Conto Casual” ficou entre as mais tocadas em rádios de Londres – Inglaterra. Autodidata no instrumento e na voz, Acauã ouvia muitos mestres do canto e do violão da nossa música. E quando você identificar ecos do Funk grooveado, do jazz, do baião e etc., não se assustem, essas referências fazem parte da viagem auditiva musical que o artista fez durante sua formação, e faz até hoje nos seus passeios criativos. Ouvi Jackson do pandeiro, Djavan, Caetano, Gil, o pessoal do clube da esquina com suas harmonias surpreendentes, explica o artista. Nos últimos anos, o músico tem sido influenciado pelo som dos quatro cantos do mundo, sons absorvidos durante essas viagens ao exterior, e que torna sua música genuinamente brasileira, mas com sacadas quase imperceptíveis dessas influências adquiridas. A partir de temas como “Do Rio a Paris”, que surgio durante essas viagens, onde o artista faz comparações entre a realidade social francesa e a brasileira, Acauã começa a trabalhar o repertorio desse CD. Depois da Depuração do repertório, ele entra em estúdio com seu precioso toque nas cordas do violão de nylon, acompanhado pelo tecladista Rafael Castilhol, produtor de cinco das dez canções, do baixista Marcelo Mariano, do baterista Além Pontes, e do percussionista Marco Lobo. O resultado agrada desde a primeira faixa. “Pelas Esquinas”, com o Violão swingado de Acauã, o piano de Rafael Castilhol, o baixo de Marcelo Mariano e as guitarras de Torquato Mariano, o groove dessa música é revelado. Na segunda faixa “Figura”, é uma balada soul, com arranjos e condução de baixo de Arthur Maia. A terceira, “Amores e utopias”, Também dessa vez Acauã traz uma balada swing com vocais que fazem cócegas nos tímpanos. A Belíssima canção novelística “Amor de Marfim” é a quarta faixa, com o piano acústico e Arranjo de Rafael Castilhol, arranjo de cordas de Bruno Leão e baixo acústico de Guto wirtte, a canção remete o jazz americano dos anos 50. A quinta faixa, “E Tempo”, Um autêntico samba jazz, que lembra os bons tempos do compositor Djavan, uma letra que reflete a batalha dos artistas pelo seu espaço, com arranjos de metais e muito swing Brasileiro, o compositor segue dentro de um ecletismo de qualidade, sem dever nada a ninguém. ”Do Rio a Paris” é a sexta faixa, uma alternância de climas grooveado, e uma poética que revela as descobertas do autor, no mundo antigo. Na sétima, “Conto Casual”, canção de amor tribal, belo arranjo de Arthur Maia e participação do cantor camaronense Spliff Kouatchou. “Sombra dos Amantes”, é a oitava, (“Eu fiz amor com ela a meia luz talvez e o céu estava azul / (...) Eu fiz amor com ela a meia luz talvez”, Com um refrão que delicia os casais apaixonados). Essa canção é pontilhada pelo violão cello de Luciano Teixeira e os violões, centro e solo de Ricardo Silveira. Linda canção no padrão tele novelística. Essa é a oitava música “Onde Tudo Acontece”, nessa canção, Acauã busca a rítmica afro-nordestina com um yxê-xa de lamber os lábios rítmicos. Tem também a participação ilustre do congolês Lokua Kanza, abrilhantando ainda mais a canção. “Estranho”, totalmente movida pelo groove, com sessões de metais e muito swing, essa música é um convite a mexer o esqueleto. “Malandragem”, Faixa interativa, é a única musica que não é de autoria do Acauã, gravada ao vivo em paris, podemos ouvir uma releitura onde essa música parece refeita. Samuel Valverde / Agosto 2009 .. ..
Na noite de 03 de fevereiro de 2012 aconteceu a apresentação do “Armorial Cordas de Caroá”, de João Pessoa-PB, no auditório da Câmara Municipal da cidade de Boa Vista-PB.
Na foto, o flautista Antonio Pintassilgo.
O Armorial Cordas de Caroá foi criado no início de 2008, tem como compositor : Roberto Araújo, e autor e poeta : Marco di Aurélio Surgiu com a proposta de experimentar uma oficina da fusão de músicas autorais armoriais e poesias autorais, numa ótica direcionada para re-leitura da vida do povo nordestino, sua luta, seu trabalho, suas dificuldades em sobreviver no seu habitat, esses costumes herdados desde o início da colonização com a miscigenação Afro-indígena-Ibérico-Mediterrâneo, nos dá um legado especial e maravilhoso, no que diz respeito à criatividade em todas dimensões, essa fonte em que mergulhamos e bebemos, tem a fortaleza igual a uma baraúna, árvore forte, bela frondosa e resistente, ao mesmo tempo sofrida com a seca. O xique-xique, mandacarú, a maneira e os costumes desse povo, que tem na alma o espírito de guerreiro, também deixado pelos Mouros, com exemplo a vida de vaqueiros, mulheres e meninos que vivem principalmente na zona rural, em cada pedacinho desse nosso sertão nordestino.
Esse show musical, criado à tão pouco tempo, já tem deixado marcas em Universidades, Colégios, teatros e casa de show culturais, e um especial no dia do trabalho na TV Assembléia, com entrevistas e apresentações já foi produzido o primeiro CD com lançamento em breve. É um espetáculo no mínimo diferente e especial.
A cantora e compositora norte-americana Charlyn “Chan” Marie Marshall, conhecida artisticamente como Cat Power, chega ao Circo Voador para uma única apresentação, 21 de maio.
Cat Power é natural de Atlanta, EUA, e, hoje, com 38 anos, já conta com nove discos lançados, sendo o último deles o Dark End of the Street (2008), EP de covers com oito faixas que ficaram de fora de Jukebox, álbum de versões lançado no mesmo ano. Dark End... conta com duas músicas de Aretha Franklin, além de apresentar regravações de singles das bandas The Pogues, Creedence Clearwater Revival, Otis Redding e outro de Sandy Denny em parceria com Fairpor Convention. Duas músicas de Jukebox são autorais: Metal Heart, que já havia aparecido no álbum Moon Pix, e Song To Bobby, dedicada a Bob Dylan e escrita em parceria com Matt Sweeney, que já colabora com a cantora desde 2000.
Conhecida por seu estilo minimalista, guitarras esparsas, piano e vocais sussurrados, Cat Power Gnhou destaque ao fazer - no disco The Covers Record - releituras de Satisfaction, dos Rolling Stones, e I Found a Reason, do Velvet Underground.
As primeiras gravações de Cat, nos álbuns Dear Sir (1995), Myra Lee (1996), What Would the Community Think (1996) e Moon Pix (1998), correspondem à fase mais autoral da cantora. Com músicos convidados como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters, Queens of Stone Age) e Warren Ellis (Dirty Free), o disco The Covers Record (2000) marca o início do trabalho de regravação de músicas originais de outros compositores, que, com muita personalidade, continua em You Are Free (2003), The Greatest ( 2006), Jukebox (2008) e Dark End of The Street (2008).
Ao longo de sua carreira, Cat Power conquistou muitos prêmios e indicações importantes, incluindo uma na categoria melhor artista solo feminina internacional, no Brit Awards, em 2007. Naquele mesmo ano, ela levou o prêmio de melhor álbum com The Greatest no Short List Music Prize. Esta é a quarta passagem da cantora pelo país - a primeira foi em 2001; a segunda, no TIM Festival de 2007, com ingressos esgotados e a terceira foi em 2009, na turnê de lançamento de Jukebox.
Fonte: www.circovoador.com.br/saibamais/release_100521_catpower.htm
Instrumentista, compositora e vocalista do grupo Pato Fu, Fernanda Takai sobe ao palco para o lançamento oficial do CD solo “Na Medida do Impossível” em São Paulo. 02.08.14
Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2014/08/03/fernanda-takai-na-...
‘Domingo 13 de diciembre de 2015. en el marco del Programa Escenarios Vivos, se presentó en el Museo de la Ciudad de México, el pianista, compositor y arreglista brasileño Joao Henrique. El músico estuvo acompañado por Jako González en el sax, Dorio Ferreira en el bajo, Mauricio Blass en la batería y Romeo Aguilar en las percusiones.
Foto: Jorge Albarrán / Secretaría de Cultura CDMX
OSASCO, SP, 08.03.2013 : CRIOLO/OSASCO/SP - Apresentacao do cantor e compositor Criolo no palco do galpao onde sera erguido a unidade do Sesc em Osasco, na grande Sao Paulo. (Foto: Renato Luiz Ferreira/Folhapress)
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Imagem protegida pela Lei do Direito Autoral Nº 9.610 de 19/02/1998.
Proibida reprodução, edição e publicação total ou parcial em qualquer tipo de mídia sem autorização do autor
Foto © Renato Luiz Ferreira .
The London Typographical Society was a trade union for compositors/typesetters that existed from 1955 until 1963, when it merged with the Typographical Association to form the National Graphical Association (NGA).
.
London Typographical Society timeline;
1834 – London Union of Compositors (LUP) formed by the merger of the London Trade Society of Compositors and the London General Trade Society of Compositors.
1845 – The LUP was dissolved and its members were reorganised as the London Society of Compositors (LSC).
1955 – The LSC and the Printing machine Managers Trade Society merged to for the London Typographical Society.
1963 – The London Typographical Society and the Typographical Association merged to form the National Graphical Association (NGA).
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References:
dscalm.warwick.ac.uk/DServe/dserve.exe?dsqIni=DServeadv.i... (Outline history of the London Typographical Society).
archive.unitetheunion.org/about_us/history/a_pictorial_hi... (Print related union badges).
.
Enamels: 3 (blue, white & red).
Finish: Gilt.
Material: Brass.
Fixer: Buttonhole (horseshoe shaped clasp).
Size: ¾” diameter (20mm).
Process: Die stamped.
Imprint: F & S LTD, BARR ST, B’HAM.
Max Zegers, un excelente artística chileno -compositor musical y cantante- nos encargó el diseño del arte para su nueva canción 'Panamericana'.
Creamos una imagen basada en la fotografía de Marcos Zegers (hermano de Max), utilizando la tipografía Aymara diseñada por nosotros hace algunos años.
Pueden disfrutar de la canción descargándola de:
Proceso de diseño:
www.be.net/gallery/31037567/Panamericana-Max-Zegers
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Max Zegers, an excellent chilean artist -musical compositor & singer- commissioned us the design for his new 'Panamericana' song. Features an image created based on original photography by Marcos Zegers (brother) and custom typeface which we made years ago, called Aymara.
Hope you like the song:
Design process:
Lino Krizz é cantor, compositor e produtor aos 13 anos
já premiado com disco de ouro pela Sony Music.
Sob influência de Tim Maia, Cassiano, Luiz Melodia,
Carlos Dafé, entre outros, Lino Krizz possui em suas
obras, fortes influências de Bossa Nova, Funk dos
anos 70, Samba, Rock N’Roll Clássico, Samba-rock
e Modern Soul.
Lino fez o show de lançamento do livro Vale Tudo!, de
Nelson Motta. Uma interpretação elogiada pelo autor da
biografia de Tim Maia. Cantou e gravou com grandes
nomes da música nacional e internacional como:
Ed Motta, Alexandre Pires, Sandra de Sá, Seu Jorge,
Fernanda Porto, Rogério Flausino (J Quest), Nando Reis,
Jorge Ben Jor, Zezé Mota, Cláudio Zoli, CD e DVD Acústico Ira!,
Paula Lima, Falcão (O Rappa),Toni Garrido (Cidade Negra),
Living Colour, George Benson, Will I.Am (Black Eyed Peas),
Marku Ribas e outros. Durante turnê na Europa, ao lado de
Mano Brown a repercussão dos shows manteve todas as casas lotadas.
Lino Krizz tem sua voz em grandes campanhas de jingle
para TV e rádio. Com cinco músicas em novelas na
Rede Globo uma delas abertura(Avenida Brasil) Lino mostra
sua versatilidade.
Fotos: Felipe L. Gonçalves/Brasil247
A cantora e compositora norte-americana Charlyn “Chan” Marie Marshall, conhecida artisticamente como Cat Power, chega ao Circo Voador para uma única apresentação, 21 de maio.
Cat Power é natural de Atlanta, EUA, e, hoje, com 38 anos, já conta com nove discos lançados, sendo o último deles o Dark End of the Street (2008), EP de covers com oito faixas que ficaram de fora de Jukebox, álbum de versões lançado no mesmo ano. Dark End... conta com duas músicas de Aretha Franklin, além de apresentar regravações de singles das bandas The Pogues, Creedence Clearwater Revival, Otis Redding e outro de Sandy Denny em parceria com Fairpor Convention. Duas músicas de Jukebox são autorais: Metal Heart, que já havia aparecido no álbum Moon Pix, e Song To Bobby, dedicada a Bob Dylan e escrita em parceria com Matt Sweeney, que já colabora com a cantora desde 2000.
Conhecida por seu estilo minimalista, guitarras esparsas, piano e vocais sussurrados, Cat Power Gnhou destaque ao fazer - no disco The Covers Record - releituras de Satisfaction, dos Rolling Stones, e I Found a Reason, do Velvet Underground.
As primeiras gravações de Cat, nos álbuns Dear Sir (1995), Myra Lee (1996), What Would the Community Think (1996) e Moon Pix (1998), correspondem à fase mais autoral da cantora. Com músicos convidados como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters, Queens of Stone Age) e Warren Ellis (Dirty Free), o disco The Covers Record (2000) marca o início do trabalho de regravação de músicas originais de outros compositores, que, com muita personalidade, continua em You Are Free (2003), The Greatest ( 2006), Jukebox (2008) e Dark End of The Street (2008).
Ao longo de sua carreira, Cat Power conquistou muitos prêmios e indicações importantes, incluindo uma na categoria melhor artista solo feminina internacional, no Brit Awards, em 2007. Naquele mesmo ano, ela levou o prêmio de melhor álbum com The Greatest no Short List Music Prize. Esta é a quarta passagem da cantora pelo país - a primeira foi em 2001; a segunda, no TIM Festival de 2007, com ingressos esgotados e a terceira foi em 2009, na turnê de lançamento de Jukebox.
Fonte: www.circovoador.com.br/saibamais/release_100521_catpower.htm
OSASCO, SP, 08.03.2013 : CRIOLO/OSASCO/SP - Apresentacao do cantor e compositor Criolo no palco do galpao onde sera erguido a unidade do Sesc em Osasco, na grande Sao Paulo. (Foto: Renato Luiz Ferreira/Folhapress)
Renato Luiz Ferreira/Folhapress ©
Todos os direitos reservados.
Imagem protegida pela Lei do Direito Autoral Nº 9.610 de 19/02/1998.
Proibida reprodução, edição e publicação total ou parcial em qualquer tipo de mídia sem autorização do autor
Foto © Renato Luiz Ferreira .
Dirigido por el compositor ecuatoriano, el bajista y cantante Alex Alvear, este estimulante híbrido juguetonamente integra una amplia gama de influencias de blues, Jazz y funk a las raíces caribeñas, con una fuerte base rítmica que empata en diversas tradiciones musicales de Afro-Latin.
Esta fusión estilística permite para un brebaje que se traduce en la música que trasciende fronteras étnicas, proporcionar un nuevo color en la paleta de música Latina.
Los miembros de Mango Blue provienen de diferentes partes del mundo, incluyendo Venezuela, Israel, Colombia, México, Estados Unidos y Ecuador y están entre los mejores instrumentistas de la región.
Dirigido por el compositor ecuatoriano, el bajista y cantante Alex Alvear, este estimulante híbrido juguetonamente integra una amplia gama de influencias de blues, Jazz y funk a las raíces caribeñas, con una fuerte base rítmica que empata en diversas tradiciones musicales de Afro-Latin.
Esta fusión estilística permite para un brebaje que se traduce en la música que trasciende fronteras étnicas, proporcionar un nuevo color en la paleta de música Latina.
Los miembros de Mango Blue provienen de diferentes partes del mundo, incluyendo Venezuela, Israel, Colombia, México, Estados Unidos y Ecuador y están entre los mejores instrumentistas de la región.
Brown é cantor, percussionista, compositor e produtor. Criou e produziu trilhas sonoras e temas para filmes, novelas, séries, games e espetáculos de dança. Na década de 90, ganhou fama internacional como líder do Timbalada. Como músico, Carlinhos já integrou bandas de importantes artistas. Como compositor, são mais de 400 músicas gravadas por intérpretes consagrados como Maria Bethânia, Gal Costa, Marisa Monte e Rita Lee. No cenário musical internacional, o artista já esteve ao lado de Black Eyed Peas, Santana, Ricky Martin e Angelique Kidjo.
# sexta-feira, 27 de agosto
Conferência:
Direitos Humanos e Sociedade Civil
- Joyce Banda
- Rubem César Fernandes
- Chris Abani
- Mediação: Glória Maria
Shows:
[Palco Estação]
- Carlinhos Brown
- Seun Kuti + Fela´s Egypt 80
[Palco Urbano]
- DJ Negralha
- Stereo Maracanã
- MC Zola
- Zakee
[Nos Trilhos]
- Quinteto Nuclear
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Andrés Calamaro (Buenos Aires, 22 de agosto de 1961) es un músico, compositor, intérprete y productor argentino.
A lo largo de su carrera, además de sus etapas como solista, ha pertenecido a bandas como Los Abuelos de la Nada y Los Rodríguez.
Figura en Plastilina: Camilo Mojica www.flickr.com/photos/camilo_mojica/sets/72157627639710040/
Fotografía : Pablo Pulido www.flickr.com/photos/bloart/