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Diccionario dos termos technicos de historia natural

Coimbra,Na real officina da Universidade,1788.

biodiversitylibrary.org/page/46102405

Español:

Si tu Yahoo! ID está basada en Singapor, Alemania, Hong Kong o Corea sólamente verás contenido llamado seguro basándose en nuestros términos de servicio locales y no podrás deshabilitar el modo de búsqueda segura..

En otras palabras esto significa, que usuarios alemanes p.ej. ya no podrán acceder a fotos en flickr que hayan sido "flagged", es decir marcadas como no seguras y para todo público... solamente flores y paisajes para los alemanes ...

No permitiremos que ésto suceda!

Favoritiza fotos relacionadas y difunde el mensaje!

 

Italiano:

Se il tuo ID yahoo è localizzato a Singapore, in Germania oppure ad Hong Kong o in Korea potrai vedere solo foto dal contenuto che è in accordo con il locale

accordo dei termini di servizio per cui gli utenti flickr di quelle nazioni non potranno cambiare da SafeSearch on in SafeSearch off.

In altre parole ciò significa che gli utenti tedeschi e delle altre nazioni citate non potranno accedere a foto su flickr che non sono flaggate "safe" e quindi solo fiori e paesaggi per i tedeschi.

 

Favoritiza fotos relacionadas y difunde el mensaje!

 

English:

If your Yahoo! ID is based in Singapore, Germany, Hong Kong or Korea you will only be able to view safe content based on your local Terms of Service so won’t be able to turn SafeSearch off.

In other words that means, that German users can not access photos on flickr that are not flagged "safe" ... only flowers and landscapes for the germans ...

We will not let this happen!

 

Favoritiza fotos relacionadas y difunde el mensaje!

 

Francais:

Si votre compte Yahoo! est basé à Singapour, à Hong Kong, en Corée ou en Allemagne, vous ne pourrez voir que les photos qui n'ont pas été marquées comme ayant un contenu qui peut choquer. Toutes les autres ne vous seront pas accessibles. Vous serez donc condamnés à ne voir que des paysages et des fleurs. Il ne faut pas laisser faire ça.

 

En català:

Si la teva ID de Yahoo està localitzada a Singapur, Alemanya, Hong Kong o Corea només podràs veure el que Flickr anomena ‘contingut segur’ (safe search) basat en les condicions de serveis locals. O sigui que no pots desconnectar el fitre famós Safe Search.

Dit d’una altra manera, això significa que els usuaris alemanys no poden accedir a les fotos de Flickr a les quals no s’ha afegit l’etiqueta (flag) de ‘segura’. Només flors i paisatges per als alemanys.

Dóna suport als usuaris! Per la llibertat d’expressió!

 

Favorititza imatges relacionades i difon el missatge de manera creativa!!

 

Em português:

Se o seu Yahoo ID tem base em Cingapura, Alemanha, Hong Kong ou Korea, você apenas poderá visualizar conteúdos seguros com base nos seus Termos de Serviço locais, e não poderá, portanto, desligar o "SafeSearch". Em outras palavras, isso significa que os usuários alemães [por exemplo - e que estão fazendo essa campanha] não poderão acessar fotos que não forem assinaladas como "seguras"... apenas flores e paisagens para os alemães!! Copiem e façam upload nas suas contas dessa foto - mostremos ao Flickr quem somos!

 

**Here is the ORIGINAL VERSION TO DOWNLOAD**

farm2.static.flickr.com/1299/543864623_7aadef1e69_o.jpg

Silveira Martins - Rio Grande do Sul - Brazil

 

Pampa (nome de origem quechua), Campos do Sul ou Campus Sulinos, são termos genericamente dados à região pastoril de planícies com coxilhas. Abrange a metade meridional do estado brasileiro do Rio Grande do Sul, ocupando cerca de 63% do território gaúcho,[1] se estendem pelos territórios do Uruguai e pelas províncias argentinas de Buenos Aires, La Pampa, Santa Fé, Entre Ríos e Corrientes. No Brasil o Pampa também é conhecido como Campos do Sul, Campos Sulinos ou Campanha Gaúcha.

 

The Pampas (from Quechua, meaning "plain") are the fertile South American lowlands, covering more than 750,000 km2 (289,577 sq mi), that include the Argentine provinces of Buenos Aires, La Pampa, Santa Fe, Entre Ríos and Córdoba, most of Uruguay, and the southernmost Brazilian State, Rio Grande do Sul. These vast plains are only interrupted by the low Ventana and Tandil hills near Bahía Blanca and Tandil (Argentina), with a height of 1,300 m (4,265 ft) and 500 m (1,640 ft) respectively. The climate is mild, with precipitation of 600 mm (23.6 in) to 1,200 mm (47.2 in), more or less evenly distributed through the year, making the soils appropriate for agriculture. This area is also one of the distinct physiography provinces of the larger Paraná-Paraguay Plain division. These plains contain unique wildlife because of the different terrains around it. Some of this wildlife includes the rhea, the pampas deer, several species of armadillos, the pampas fox, the White-eared opossum, the Elegant Crested Tinamou, and several other species(fonte: Wikipedia)

   

1x Base ultrabrilho - Risque

2x Termo 165 - Dance Legend ♡

1x Roxinha - Colorama

 

Heeey, olha quem já trocou de esmalte porque se deu ao luxo de enjoar antes de completar uma semana??? Taaaaaaaa daaaaaaaaam! õ//

haiuhehuiahiuheiuhahe Férias, te amo! (:

Ai, gente, tô me sentindo com tanto tempo pra fazer as coisas que eu gosto, bom demais hahaha xD

 

Beeem, altaxx considerações sobre essa mani. Primeiro, eu poderia ter passado três camadas pra ficar bem melhor o acabamento perto das cutículas, porém, quando eu tava esmaltando, na segunda camada, eu JURO, tava ok, sabe? Mas ai vem minha câmera e me prova que eu estava errada lol Que raivinha... ;~~

Segundo, eu poderia ter postado uma foto melhorzinha, que mostrasse melhor o efeito e talz, mas geeeeeente, tem uma gotinha voando!!! Hahuiehhauihe *-* Eu tinha que postar essa!!!

E terceiro, eu estava 'guardando' esse lindo pra uma ocasião especial.. Mas né... o vidro é tão grande e pretexto pra repetir esse esmalte, não vai faltar. Parei com essa besteira de guardar esmalte! Mexendo nas minhas gavetas vi uns vidrinhos vencidos... dai fui olhar se estavam ok, mas não estavam. Daí começa minha crise de consciência... A culpa... =//

Eu desapego com certa frequência, mas ainda assim senti um tiquinho de culpa.

Mas tá... foi só um desabafo mesmo.

 

É isso, gatãns! Beijos beijos ;*

*respondendo comentários...*

Diccionario dos termos technicos de historia natural

Coimbra,Na real officina da Universidade,1788.

biodiversitylibrary.org/page/46102377

Termo, California; possibly a cafe or store. Termo was once a railroad town along Hwy 395 in northeastern California. This building and a couple of abandoned homes are all that remain today.

Amei usar esse esmalte! Ver a mudança nas unhas, no quente, no frio!

Producción para la marca de termos exclusivos INDIO

21.04.2007 Astronomy day ( Ziua Astronomiei)

Favela do Pavão

Rio de Janeiro, RJ

 

A origem do termo em português brasileiro "favela" surge no episódio histórico conhecido por Guerra de Canudos. A cidadela de Canudos foi construída junto a alguns morros, entre eles o Morro da Favela, assim batizado em virtude da planta Cnidoscolus quercifolius (popularmente chamada de favela) que encobria a região. Alguns dos soldados que foram para a guerra, ao regressarem ao Rio de Janeiro em 1897, deixaram de receber o soldo, instalando-se em construções provisórias erigidas sobre o Morro da Providência. O local passou então a ser designado popularmente Morro da Favela, em referência à "favela" original. O nome favela ficou conhecido e na década de 1920, as habitações improvisadas, sem infraestrutura, que ocupavam os morros passaram a ser chamadas de favelas.

 

The origin of the term in Brazilian Portuguese "Favela" appears in the historical episode known as the War of Canudos. The citadel of straws was built near some hills, including the Morro da Favela (Favela's Hill), so named because the plant Cnidoscolus quercifolius (popularly called favela) that covered this area. Some of the soldiers who went to war, their return to Rio de Janeiro (at time, capital of Brazil) in 1897, failed to receive the stipend, settling in temporary buildings erected on the Morro da Providencia (Providencia's Hill). The site then became popularly called Morro da Favela, in reference to the original "favela". The name became known and slum in the 1920s, the makeshift dwellings without infrastructure, occupying the hills came to be called favelas.

 

fonte: pt.wikipedia.org/

 

Ginho_071

Sagui

Callitrichinae (também chamada Hapalinae) é uma subfamília de Macacos do Novo Mundo, da família Cebidae. Popularmente, são conhecidos por saguis, soim ou sauim, apesar de que para o gênero Leontopithecus, é mais comum o termo mico-leão.

 

Sagui-de-tufos-pretos

 

Um sagui[1][2] (do tupi sauín), soim ou mico são as designações comuns dadas a várias espécies de pequenos macacos pertencentes à família Callitrichidae. A palavra sagui tem origem no tupi e sua pronúncia é feita observando-se o som da vogal "u".

 

Estes primatas são representados por várias espécies em território brasileiro. Todos os quais possuem o dedo polegar da mão muito curto e não oponível, as unhas em forma de garras, e dentes molares de fórmula 2/2. São espécies de pequeno porte e de cauda longa.

 

São os menores símios do mundo, estão dispersos por toda a América do Sul e vivem geralmente em bandos que se hospedam em árvores, como os esquilos. Travessos e ágeis, movem-se em saltos bruscos, emitindo guinchos e assobios que são ouvidos de longe.

 

The black-tufted marmoset (Callithrix penicillata), also known as Mico-estrela in Portuguese, is a species of New World monkey that lives primarily in the Neo-tropical gallery forests of the Brazilian Central Plateau. It ranges from Bahia to Paraná,[3] and as far inland as Goiás, between 14 and 25 degrees south of the equator. This marmoset typically resides in rainforests, living an arboreal life high in the trees, but below the canopy. They are only rarely spotted near the ground.

 

Physical description:

 

The black-tufted marmoset is characterized by black tufts of hair around their ears. It typically has some sparse white hairs on its face. It usually has a brown or black head and its limbs and upper body are gray, as well as its abdomen, while its rump and underside are usually black. Its tail is ringed with black and white and is not prehensile, but is used for balance. It does not have an opposable thumb and its nails tend to have a claw-like appearance. The black-tufted marmoset reaches a size of 19 to 22 cm and weighs up to 350 g.

 

Behavior:

 

Diurnal and arboreal, the black-tufted marmoset has a lifestyle very similar to other marmosets. It typically lives in family groups of 2 to 14. The groups usually consist of a reproductive couple and their offspring. Twins are very common among this species and the males, as well as juvenile offspring, often assist the female in the raising of the young.

 

Though the black-tufted marmoset lives in small family groups, it is believed that they share their food source, sap trees, with other marmoset groups. Scent marking does occur within these groups, but it is believed that the marking is to deter other species rather than other black-tufted marmoset groups, because other groups typically ignore these markings. They also appear to be migratory, often moving in relation to the wet or dry seasons, however, the extent of their migration is unknown.

 

Though communication between black-tufted marmosets has not been studied thoroughly, it is believed that it communicates through vocalizations. It has known predator-specific cries and appears to vocalize frequently outside of predator cries.

 

Food and predation:

 

The Black-tufted Marmoset diet consists primarily of tree sap which it gets by nibbling the bark with its long lower incisors. In periods of drought, it will also include fruit and insects in its diet. In periods of serious drought it has also been known to eat small arthropods, molluscs, bird eggs, baby birds and small vertebrates.

 

Large birds of prey are the greatest threat to the black-tufted marmoset, however, snakes and wild cats also pose a danger to them. Predator-specific vocalizations and visual scanning are its only anti-predation techniques.

 

Reproduction:

 

The black-tufted marmoset is monogamous and lives in family groups. It reproduces twice a year, producing 1 to 4 offspring, though most often just twins. Its gestation period is 150 days and offspring are weaned after 8 weeks. There is considerable parental investment by this species, with both parents, as well as older juveniles, helping to raise the young. The offspring are extremely dependent on their parents and though they are sexually mature at 18 months, they typically do not mate until much later, staying with their family group until they do.

 

Ecosystem roles and conservation status:

 

The black-tufted marmoset is a mutualist with many species of fruit trees because it distributes the seeds from the fruit it consumes throughout the forests. However, it is a parasite on other species of trees because it creates sores in trees in order to extract sap, while offering no apparent benefit to the trees. Though this marmoset is not a main food source to any specific species, it is a food source to a number of different species, specifically large birds of prey, wild cats, and snakes.

 

While there are no known negative effects of marmosets towards humans, it carries specific positive effects by being a highly valuable exotic pet. It is also used in zoo exhibits and scientific research.

 

The black-tufted marmoset is listed as having no special status on the IUCN Red List or the United States Endangered Species Act List. It is listed in Appendix II of CITES and is not currently considered an endangered or threatened species.

 

Nada como esse friozinho que está fazendo em SP para testar os termos, não é mesmo?

Esse DL está junto com alguns amiguinhos na geladeira, não testei os outros ainda mas esse está ok, vai do branco ao grafite perfeitamente, ele seca fosco, esqueci de tirar fotos dele sem TC, passei 3 camadas.

Pena que minhas unhas estão curtinhas senão daria para ver o efeito melhor, coloquei uma foto nos comentários, se não conseguirem abrir me avisem.

 

O primeiro esmalte que usei com esse efeito foi da BBF ia do azul ao roxo, muito lindo e me diverti demais com ele mas parou de funcionar :( ainda hoje acho que foi o termo mais bonito que tive.

 

Jeep é uma marca registada atualmente em nome da Chrysler LLC Group. O termo jipe virou sinônimo de automóveis destinados ao uso fora de estrada, ou off road, normalmente com tração nas quatro rodas. A palavra jipe é um aportuguesamento do termo em inglês jeep, derivado da pronúncia em inglês da sigla GP, que significa general purpose ou "uso geral", embora essa não seja a origem da marca Jeep.

 

O veículo surgiu durante o esforço de guerra americano, no final dos anos 1930 e início dos 40, em que era necessário um veículo leve, com capacidade de superar terrenos difíceis e com obstáculos, e com capacidade para levar alguns homens e armamentos. Ao final da segunda guerra, a Willys requisitou o registro do nome Jeep.

 

O primeiro protótipo foi o Bantan BRC cuja traseira é semelhante às traseiras do Jeep Willys e do Jeep Ford, mas a frente é arredondada, bem de acordo com o design típico do final dos anos 1930.[carece de fontes] Está na mente coletiva que o primeiro Jeep foi o Willys MB ou simplesmente "42" (de 1942), mas isso é um erro. Antes dele, outros modelos de Jeep foram enviados para as frentes de combate, como o Willys Quad, o Bantan BRC 40, o Willys MA e o Ford GP ou Pigmy.[carece de fontes] O veículo da Ford era denominado "GP" e pode ser confundido com a origem da denominação Jeep.

 

Segundo a Chrysler do Brasil, o nome Jeep deve-se ao personagem de histórias em quadrinhos chamado "Jeep". Em 16 de março de 1936 a personagem conhecido pelo nome de Eugene the Jeep foi criado pelo cartunista E. C. Segar para fazer companhia ao Popeye. Ele era do tamanho de um cachorro e nativo da África e capaz de passar para a quarta dimensão. Ele resolvia todos os problemas do Popeye e da Olivia Palito e sempre falava a verdade. Este personagem cativou o público e se tornou rapidamente popular. O termo "Hey, he's a real Jeep!" ou "Ei, ele é um verdadeiro Jeep!" era constantemente empregado para pessoas que demonstravam uma capacidade superior. [carece de fontes]

 

A ligação entre o nome Jeep e a tração 4x4 é creditado ao piloto de teste da Willys, Irvin Hausmann, que escolheu o nome para o seu veículo em 1940 durante testes para o exército americano. Até então eram referenciados por outros nomes como Bug, Blitz Buggy, Puddle Jumper, Peep ou Quad. O nome Jeep foi trazido a público por Katherine Hillyer no jornal Washington Daily News, em 16 de março de 1941, quando relatou que ao final de uma demonstração alguém da platéia perguntou a Hausmann como ele chamava aquele veículo e ele respondeu: "It's a Jeep!", ou "É um Jeep!".[carece de fontes]

 

No Brasil, a Vemag produziu o Candango, entre 1958 e 1963, uma versão sob licença do DKW Munga. A Vemag tentou lançar esse veículo no Brasil denominando-o como Jeep DKW-Vemag, mas a Willys detinha os direitos sobre a denominação Jeep e daí surgiu o nome Candango, em homenagem aos operários que trabalharam na construção de Brasília.

 

Em 13/05/1998 a Mercedes-Benz, marca do grupo Daimler, fundia-se com a Chrysler, formando o conglomerado Daimler Chrysler e passava a disponibilizar uma série de novos modelos, compartilhando tecnologias. Essa união durou até 2007/2008, quando a Mercedes-Benz vendeu a Chrysler para um grupo de investidores estrangeiros chamado Cerberus Capital Management, que controlou a marca por pouco tempo. A crise financeira internacional de 2008 arruinou os planos das grandes montadoras americanas que começaram a entrar em processos de concordata ou de falência. Após uma série de acordos com o governo dos Estados Unidos e com o sindicato dos trabalhadores da Chrysler, e de planos de socorro que envolviam milhões de dólares do governo norte-americano, aprovou-se a fusão da Fiat Internacional com o grupo Chrysler, formando o atual Chrysler LLC Group, controlado pelo grupo Fiat.

 

No Brasil, o Jeep foi lançado no final dos anos 1950 e foi produzido até o início dos anos 1980, inicialmente pela Willys Overland do Brasil e depois pela Ford, que adquiriu a Willys e depois a Chrysler no Brasil.

 

Um avião, na verdade um protótipo, também foi chamado de "Jeep". Em 1937, o protótipo de um avião bombardeiro YB 17 foi apelidado de "Jeep" por sua boa performance. O YB 17 foi o antecessor do Boeing B17, a "Fortaleza Voadora". [carece de fontes]

 

Houve uma grande linhagem de Jeeps militares e civís. Entre os Jeeps militares da Segunda Guerra Mundial estão o Ford GPA, o Jeep Anfíbio; o Nuffield MB Ligthweigh, com peso aliviado e fabricado na Inglaterra; o Willys MB Ligthweigh, com peso aliviado e projeto americano; o Corsley Pup, que tentou concorrer com as outras versões leves; o Willys MB 6x6, com canhão antitanque; o Willys T28, com esquis e esteiras para neve; o Willys MB longo e o Willys T25, um blindado de reconhecimento. Entre os Jeeps militares surgidos após a Segunda Guerra Mundial estão o Willys M38; o Willys CJ3B, de 1954; o Jeep Hotchkis, feito na França; o Jeep M38 A1; o Jeep M170, uma versão alongada do M38 A1; o AMC M151 A2 e o Might Mite. Entre os civis estão o Willys CJ2A, de 1945; o Willys CJ2, de 1947; o Willys CJ3A, de 1951; o Willys CJ3B, de 1954; o Jeepster; o Jeep Mitsubishi, japonês; o Jeep Mahindra Ford, indiano; o Jeep Ford 101 e o Jeep Ford de 1975 , brasileiros; o Jeep Javali, com tração nas quatro rodas (1990 a 1994); o Jeep C101 Comando, com tração nas quatro rodas; o Jeep CJ5, com motor V8; o Jeep CJ6, um CJ5 longo; o Jeep CJ7 e o Jeep CJ8 Scrambler; o Jeep Renegade; o Jeep Chrysler Wrangler 1996 e o Jeep Chrysler Wrangler 1997, com molas helicoidais. Entre os modelos especiais estão o Willys CJ3C, bombeiro; o Willys DJ3 e o Willys DJ5, para serviço postal; o Jeep FC 150 e o Jeep FC 170. Entre os modelos "conceito" estão o AMC Jeep II; o Jeep Chrysler Icon, de 1997; o Jeep Chrysler Sahara, com quatro portas, de 1998; o Jeepster 1998 e o Willys 2 2001.

 

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Jeep is an automobile marque of Chrysler. The first Willys Jeeps were produced in 1941[1] with the first civilian models in 1945,[2] making it the oldest off-road vehicle and sport utility vehicle (SUV) brand. It inspired a number of other light utility vehicles, such as the Land Rover[3][4] which is the second oldest 4-wheel-drive brand. The original Jeep vehicle that first appeared as the prototype Bantam BRC became the primary light 4-wheel-drive vehicle of the United States Army and Allies during World War II, as well as the postwar period. Many Jeep variants serving similar military and civilian roles have since been created in other nations.

 

There are many explanations of the origin of the word jeep, all of which have proven difficult to verify. The most widely held theory is that the military designation of GP begat the term Jeep and holds that the vehicle bore the designation GP (for Government Purposes or General Purpose), which was phonetically slurred into the word jeep. However, an alternate view launched by R. Lee Ermey, on his television series Mail Call, disputes this, saying that the vehicle was designed for specific duties, and was never referred to as "General Purpose" and it is highly unlikely that the average jeep-driving GI would have been familiar with this designation. The Ford GPW abbreviation actually meant (G for government use, P to designate its 80-inch (2,000 mm) wheelbase and W to indicate its Willys-Overland designed engine).

 

Many, including Ermey, suggest that soldiers at the time were so impressed with the new vehicles that they informally named it after Eugene the Jeep, a character in the Popeye cartoons created by E. C. Segar. Eugene the Jeep was Popeye's "jungle pet" and was "small, able to move between dimensions and could solve seemingly impossible problems."[5]

 

Words of the Fighting Forces by Clinton A. Sanders, a dictionary of military slang, published in 1942, in the library at The Pentagon gives this definition:

 

Jeep: A four-wheel drive vehicle of one-half- to one-and-one-half-ton capacity for reconnaissance or other army duty. A term applied to the bantam-cars, and occasionally to other motor vehicles (U.S.A.) in the Air Corps, the Link Trainer; in the armored forces, the ½-ton command vehicle. Also referred to as "any small plane, helicopter, or gadget."[citation needed]

 

This definition is supported by the use of the term "jeep carrier" to refer to the Navy's small escort carriers.

 

Early in 1941, Willys-Overland demonstrated the vehicle's off-road capability by having it drive up the steps of the United States Capitol, driven by Willys test driver Irving "Red" Haussman, who had recently heard soldiers at Fort Holabird calling it a "jeep." When asked by syndicated columnist Katherine Hillyer for the Washington Daily News (or by a bystander, according to another account) what it was called, Irving answered, "It's a jeep."

 

Katherine Hillyer's article was published nationally on February 20, 1941, and included a picture of the vehicle with the caption:

 

LAWMAKERS TAKE A RIDE- With Senator Meade, of New York, at the wheel, and Representative Thomas, of New Jersey, sitting beside him, one of the Army's new scout cars, known as "jeeps" or "quads", climbs up the Capitol steps in a demonstration yesterday. Soldiers in the rear seat for gunners were unperturbed.

 

Although the term was also military slang for vehicles that were untried or untested, this exposure caused all other jeep references to fade, leaving the 4x4 with the name.

 

The original trademark brand-name application was filed in February 1943 by Willys-Overland.[6] It is also used as a generic term with a lowercase (jeep) for vehicles inspired by the Jeep that are suitable for use on rough terrain.[7]

 

As the only company that continually produced Jeep vehicles after the war, in June 1950 Willys-Overland was granted the privilege of owning the name "Jeep" as a registered trademark.[6]

 

The name "Jeep" was also for many years used in Popeye as the odd critter Eugene from the King Features Syndicate television show of the 1960s, and for a 1960s group Jeep, in the same mold as The Merry-Go Round ("Live"), The Strawberry Alarm Clock ("Incense and Peppermint"), who had a flop single that got some airplay on the radio in the US, "Feep Feep".

 

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Jeep ist heute eine Marke für Geländewagen der Chrysler Group LLC und hat sich im Lauf der Zeit – ähnlich wie z. B. Tesa und Tempo – in Europa zu einem Gattungsnamen entwickelt (mit dem Unterschied allerdings, dass der Begriff Jeep nicht als Handelsmarke begründet, sondern schon zuvor für den US-Militärgeländewagen Willys MB benutzt wurde). Daher werden bisweilen auch andere geländetaugliche Fahrzeuge im europäischen Raum umgangssprachlich als „Jeep“ bezeichnet, während sich in den USA der Begriff SUV (sport utility vehicle) durchgesetzt hat.

 

Der Ursprung des Wortes Jeep ist nicht eindeutig geklärt. Die wohl bekannteste Theorie ist die Herleitung aus der Abkürzung GP für General Purpose (Allzweck). Lee Ermey widerlegte diese Theorie jedoch kürzlich in seiner Dokumentationsserie. So sei das Fahrzeug für spezielle Einsatzzwecke („special purposes“) entwickelt worden und wurde deshalb auch nie als General Purpose bezeichnet. Stattdessen sei die Herleitung aus einem von Ford benutzten Werkscode möglich, der ebenfalls GP lautet (G für government-use, und P als Kennzeichnung für 80 Zoll Radstand). Davon abweichend vertreten viele, darunter auch Lee Ermey, die Theorie, dass der Name auf die Figur Eugene the Jeep aus dem Comicstrip Popeye zurückgeht. Dieses hundeähnliche Fabelwesen ernährte sich vorzugsweise von Orchideen und konnte durch Wände und Decken gehen, Bäume besteigen sowie fliegen – war also in der Lage überall aufzutauchen, wo es wollte. Darüber hinaus verhalf es dem Protagonisten Popeye immer wieder aus misslichen Situationen. So wird vermutet, dass die Soldaten von den Fähigkeiten des neuen Fahrzeugs so begeistert waren, dass sie ihm in Anlehnung an diese Comicfigur Jeep nannten.

 

Im Wahrscheinlichkeits-Ranking all dieser Herleitungen von „Jeep“ hat Eugene the Jeep den ersten Platz. Denn in der Ausschreibung vom 27. Juni 1940 des US-Verteidigungsministeriums zum Bau des Militärfahrzeugs war nie von einem General Purpose Vehicle (GP) die Rede, sondern immer nur von einem „1/4 ton 4x4“. Der einzige Hersteller, der dennoch das Kürzel GP für sein Produkt nutzte war Ford (jedoch nicht für general purpose).

 

Den Namen Jeep machte der Chef-Testfahrer von Willys-Overland, Irving „Red“ Hausmann, erstmals publik – und zwar im Februar 1941, als er „seinen“ Jeep der Presse vorstellte. Es ist überliefert, dass er bei der Pressevorstellung mit dem Jeep die Treppe des Capitols in Washington hochfuhr – begleitet von der Washington Daily News-Journalistin Katherine Hillyer. Wieder am Fuß der Treppe angekommen, fragte einer der Zuschauer, was das denn für ein Auto sei. Hausmann: „It’s a Jeep.“ Hillyer übernahm diesen Namen für ihren Artikel – und damit war der Name „Jeep“ für alle Zeiten etabliert und wurde sogar von den Militärs als offizielle Bezeichnung akzeptiert. Der Artikel mit dem Foto des Willys MB samt „Jeep“ in der Bildunterschrift erschien in der Washington Daily News vom 20. Februar 1941.

 

Bereits während des Zweiten Weltkrieges plante Willys-Overland den Jeep zivil zu vermarkten. Am 17. Juli 1945 war es dann soweit: Der erste CJ-2A rollte vom Band (Civilian Jeep). Da dieser nicht die militärischen Gewichtsvorgaben einhalten musste, konnte er sogar mit einem verbesserten Antriebsstrang und einer verbesserten Version des Go-Devil Motors ausgestattet werden. Bald wurden auch andere Fahrzeuge von Willys unter der Jeep-Marke verkauft. Die CJ-Reihe wurde bis 1987 fortgesetzt, durch die wechselnden Besitzer der Marke Jeep und auch durch einige neue (teilweise abermals durch militärische Entwicklungen beeinflusste) Modellreihen. Das letzte Modell der CJ Reihe war der CJ-7 (und der längere CJ-8) der durch den von AMC entwickelten Jeep Wrangler (YJ) ersetzt wurde.

 

1950 wurden Willys-Overland vor Gericht endgültig die alleinigen Markenrechte für „Jeep“ zugesprochen, nachdem Bantam Klage einreichte, sie hätten den Begriff Jeep schon vor Willys-Overland benutzt. Seither wechselte die Marke noch mehrmals den Besitzer. 1953 wurde Willys von Kaiser-Frazer aufgekauft, 1963 erfolgte die Umbenennung des Unternehmens in Kaiser-Jeep. Die American Motors Corporation kaufte das Unternehmen 1970 auf. 1987 wurde wiederum AMC von der Chrysler Corporation aufgekauft und wurde zur „Jeep-Eagle Division“. Beim Zusammenschluss von Chrysler und Daimler-Benz im Jahr 1998 wurde die unrentable Marke Eagle gestrichen. Seitdem war Jeep Bestandteil der DaimlerChrysler AG, mit dem Verkauf von Chrysler an Cerberus 2007 blieb die Marke Jeep bei der Chrysler Group LLC.

Diccionario dos termos technicos de historia natural

Coimbra,Na real officina da Universidade,1788.

biodiversitylibrary.org/page/46102381

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Itaara - Rio Grande do Sul - Brazil

 

Pampa (nome de origem quechua), Campos do Sul ou Campus Sulinos, são termos genericamente dados à região pastoril de planícies com coxilhas. Abrange a metade meridional do estado brasileiro do Rio Grande do Sul, ocupando cerca de 63% do território gaúcho,[1] se estendem pelos territórios do Uruguai e pelas províncias argentinas de Buenos Aires, La Pampa, Santa Fé, Entre Ríos e Corrientes. No Brasil o Pampa também é conhecido como Campos do Sul, Campos Sulinos ou Campanha Gaúcha.

 

The Pampas (from Quechua, meaning "plain") are the fertile South American lowlands, covering more than 750,000 km2 (289,577 sq mi), that include the Argentine provinces of Buenos Aires, La Pampa, Santa Fe, Entre Ríos and Córdoba, most of Uruguay, and the southernmost Brazilian State, Rio Grande do Sul. These vast plains are only interrupted by the low Ventana and Tandil hills near Bahía Blanca and Tandil (Argentina), with a height of 1,300 m (4,265 ft) and 500 m (1,640 ft) respectively. The climate is mild, with precipitation of 600 mm (23.6 in) to 1,200 mm (47.2 in), more or less evenly distributed through the year, making the soils appropriate for agriculture. This area is also one of the distinct physiography provinces of the larger Paraná-Paraguay Plain division. These plains contain unique wildlife because of the different terrains around it. Some of this wildlife includes the rhea, the pampas deer, several species of armadillos, the pampas fox, the White-eared opossum, the Elegant Crested Tinamou, and several other species.

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"Empulerado" é um termo gaúcho extraído do ato de se empilhar nos galhos como estas pombinhas do Zôo do Chile! /

Foto by Vic!

"Empulerado" Gaucho is a term taken from the act of stacking the branches as these doves the Zoo in Chile!

Diccionario dos termos technicos de historia natural

Coimbra,Na real officina da Universidade,1788.

biodiversitylibrary.org/page/46102343

Diccionario dos termos technicos de historia natural

Coimbra,Na real officina da Universidade,1788.

biodiversitylibrary.org/page/46102373

Diccionario dos termos technicos de historia natural

Coimbra,Na real officina da Universidade,1788.

biodiversitylibrary.org/page/46102070

Indicador e Médio: Frio

Anelar e Mínimo: Quente

 

E depois de um ano esperando, eis que, finalmente, estou com meus Dance Legend em mãos! \o/

 

Esse é o meu primeiro esmalte que muda com a temperatura. Nunca havia me interessado por um, mas resolvi pegar dois desta marca, pois andei lendo que eles são bem sensíveis, como de fato são realmente!

 

Primeiramente, só não entendi até agora o motivo de tanta gente dizer que, para que esses esmaltes funcionem, devemos colocá-los na geladeira por um tempo? Por que? Sério, me tirem essa dúvida... é problema de lote? Do jeito que os meus chegaram, no dia seguinte, já usei esse azul e funcionou normalmente. E o 162 também está normal.

 

O que eu penso é que moramos em um país onde é predominantemente verão. Nós não vamos ver a cor dele quando frio assim fácil não. Então, não pensem que o esmalte não funciona, nós é que apenas vivemos no Brasil-sil-sil-sil.

 

Eu trabalho em escritório e o ar condicionado é bem forte. E o esmalte funciona normalmente. Quando estou em casa ou na rua, com as mãos quentes, o esmalte fica azul claro (bem feinho, por sinal), mas quando estou no trabalho ou lavo as mãos, ele fica um azul escuro liiiiiindo, enquanto minhas mãos permanecerem frias.

 

Infelizmente, a cor mais linda é a que aparece quando as mãos estão frias. O mesmo acontece para o outro Termo que comprei, o 162. Fica um roxo maravilhoso no frio...

 

Apesar desse azul lindo dele no frio, ele me decepcionou um pouco. Esse esmalte é bem ralo, minha gente, ralo mesmo. Mesmo com 3 camadas, ele ainda fica com algumas manchas. Difícil.

 

Eu não gostei muito deste tom azul claro. Não combinou comigo. Achei super esmalte de vó. Já o azul escuro.... esse eu apaixonei... ainda bem que eu o via a maior parte do dia, quando eu estava no trabalho hehe!

 

E quando ele está escuro, as manchas não aparecem, isso é ótimo, pois seria um pecado uma cor dessas toda manchada!

 

Ele seca fosco, mas um fosco bem estranho, um pouco "engordurado". Mas assim que terminei a esmaltação, já finalizei com o topcoat da Impala, que a cada dia me conquista mais <3

 

O 164 foi bem fácil de limpar, mesmo depois de ter escorrido por todos os cantinhos das unhas, consegui limpar tranquilamente.

 

Durou, sem lascas nenhuma, por 4 dias nas minhas unhas. Tirei para fazer a fila andar. Mas ele ainda estava perfeito!

 

Concluindo: É um esmalte com um efeito super legal, com uma cor linda, apesar do azul claro. Gostei dele, mas não morri de amores, não. Acho que terei de usar mais uma vez para decidir se ele fica ou não na minha coleção. Só digo uma coisa, esse azul não vale o que eu paguei dele. Não mesmo.

 

Eu usei:

1x Nutribase Pró Crescimento, Colorama

3x Termo 164, Dance Legend

1x Extrabrilho, Impala

 

O Termo 164 foi com.prado na Maria Gastadeira que, infelizmente, encerrou suas atividades.

 

Beijos, Bel

Diccionario dos termos technicos de historia natural

Coimbra,Na real officina da Universidade,1788.

biodiversitylibrary.org/page/46102351

Diccionario dos termos technicos de historia natural

Coimbra,Na real officina da Universidade,1788.

biodiversitylibrary.org/page/46102517

"O mar"

 

¡Zóa, mar funga, balbordea, brúa,

n'arredres teu furor, érguete âs nubes,

fai â terra tremer, barcos e penas

co-as tuas gorxas de demoño engule!

co-a rabia qu'aferventas n'o teu seo

érgue esas mangas d'asalgados fumes;

tua íria sin par non teña termo,

c'os teus tronidos ceu e chán aturde.

Decrárate martelo soberano

contra canto durez teña e valume;

c'o teu costante dente ¡roe, roe!...

canto enriba de tí a industria xunte:

cañós, balas, madeiras, hosos, teas...

nada teu ventre comellón repune.

Enfónchate, orgulécete, aroállate;

pro cantas máis areas en tí xuntes

máis material serán con que dar corpo

âs veiras que desfás c'os teus rempuxes.

Dentro do corpo teu vai outra forza,

xuntando o que tí môs, pro non destrues.

Ela refreará tua puxanza

pra qu'a soberba contr'o ceu n'atufes;

ela c'o limo e sal d'as veas tuas

os corpos xuntará qu'irado tundes,

facendo novos seres, terras novas,

da masa levedada n'o teu buche.

D'a terra n'has facer cera e pabío;

erguéla ti verás vales e cumes;

qu'a madre Natureza farturabre

sô vive pra criar, e hastra do fume

e d'os seres manidos e invisibres

fai os menistros do seu trono ilustre.

Tí non eres nomáis que forza bruta,

palanca remexente que rexurdes,

porqu'o âr te manea atropelante

ô són d'ese calor que baixa ou sube.

Tí eres un cabalo sin concenza,

touro que forzas misteriosas xunguen,

fera doente qu'arroutada trabas

cando ch'atízan os centraes lumes;

pro, suxeita ô poder d'a intelixenza,

(de Dios somello d'inmortal relume),

qu'irá brilando sobre tí decote,

porqu'a verdade pol-o mundo cruce.

Non t'envanezas, pois, MAR, pára quedo,

non loites briarial nin testarudes:

pois nunca has de ter máis soya unha gota

ora t'abales, ergas ou debrúes—,

e por guindar n'a terra outro deluvio

o brilo d'as estrelas hoxe enfusques.

Canto lles das, che dan sin perder solbo

ríos e fontes, brétemas e nubes,

sin minüir a vida ese tesouro.

con que dotado dende o empezo fuches.

As pelras e diamantes d'o teu seo,

a prata e ouro que n'as penas luces,

as vidas dos mortás que cego solbes,

por ben que te retorzas e marmules,

e raches tua lingua contra as pedras,

e mais ventosas contra o chan apuntes,

non ch'han de dar un grau de mais potenza

anqu'os sigros pra tí suas horas xunten.

Cálmate, calma pois, non sexas tolo,

víst'o teu manto d'anacrado azure,

non adiques mais túmbalos â morte

nin t'asolace o lostregar d'axufre;

pois abondan n'o chan os simiterios

sin que fallen as bágoas en ningures.

Non sexas istrumento d'a disgracia,

door n'o noso peito n'acugules:

deixa paso os mortás. Calma tuas írias,

fúnde tua groria en ver que contribües

ô pran d'o Dios criador, que se comprace

en xuntar teus confís co-as suas luces.

D'as edás que tí viches ir rolando

n'esa liña espiral qu'o ceu ensume

¿lograches tí matar o pensamento

por mais que badüou teu ruxe-ruxe?...

¿poideches tí arredar qu'o Vello Mundo

ô Novo dese cencias e costumes?...

¿conseguiche afogar o sagro alento

d'os inmortás Colón, Gama e Vespuce,

e qu'a y-albre d'a Crúz verta esperanzas

do alto Chimborazo alo n'o cume?

¿Nin que Garay e Fulthon t'enfreasen.

nin qu'as ideyas por teu seo crucen

como por antr'as veas d'o celebro

qu'altos imperios erguen e confunden.

e fan qu'o chan hispán e filipino

antre duas auroras se saúden,

e sintan as Antillas seus sospiros

e n'unha mesma aspirazón se xunten?...

¡Nón e nón, longo MAR! Decote escravo

serás d'o sprito humán: sí, ¡non o dudes!

mentres qu'o sprito mande n'a materia,

ora durmas en paz, ora t'atufes,

franco paso darás â humanidade:

conqu'así ¡pára quedo... e durme ... dúrme!

  

Francisco María de la Iglesia, Febreiro de 1881.

 

MÚSICA: 45 years - Stan Rogers - Live

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