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Marcos Arruda - fotógrafo Marcos Arruda

 

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foto vencedora em 1º lugar no grupo Duetos, dia 06/10/2010

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Os Estaleiros Navais de Lisboa (Lisnave) ou Lisnave - Estaleiros Navais, SA são uma empresa de construção e reparação naval portuguesa.

 

Após o ano 2000, data a partir da qual foi encerrado o Estaleiro da Margueira, em Cacilhas, Almada, a empresa mudou-se para os Estaleiros da Mitrena (ex-Setenave), em Setúbal, passando a ser nesse local o seu centro de laboração.

 

No Estaleiro da Mitrena destacam-se, pela originalidade da solução, as três docas secas 31, 32 e 33, situadas acima do solo e acessíveis por meio de uma eclusa e no antigo Estaleiro da Margueira destaca-se o gigantesco pórtico de 300 toneladas.

A empresa remonta ao ano de 1937 quando a CUF de Alfredo da Silva ganhou a concessão do Estaleiro Naval da Administração Geral do Porto de Lisboa. Note-se que anteriormente a esta concessão, a CUF, já possuía no Barreiro um pequeno estaleiro onde construía fragatas e lanchas a motor para uso na Companhia. A tomada do Estaleiro Naval da Administração Geral do Porto de Lisboa, fazia parte da estratégia de crescimento da CUF, de forma a garantir o controlo do maior estaleiro nacional, de inquestionável importância no desenvolvimento e apoio da frota da Sociedade Geral de Indústria Comércio e Transportes, pertença deste grupo industrial. Será este grupo industrial que o irá administrar até 14 de Dezembro de 1960, ano em que a concessão é trespassada para a Navalis. Este Estaleiro à época tinha instalações que lhe permitiam construir navios até cerca de 5 000 toneladas de arqueação bruta, ou de comprimento total até cerca de 140 metros, possuindo 5 Docas Secas: de 173, 104, 63, 48 e 44 metros . A Lisnave foi oficialmente constituída a 11 de Setembro de 1961 sendo seu Presidente do Conselho de Administração José Manuel de Mello. O objectivo desta nova empresa era o de continuar a realizar o empreendimento da construção e reparação naval que na época estava ainda apenas confinada ao Estaleiro da Rocha Conde de Óbidos.

 

A 1 de Janeiro de 1963 o Estaleiro da Rocha Conde de Óbidos foi desta forma transferido para a Lisnave que passou a ser a concessionária, juntamente com as 2286 pessoas que ali laboravam. De referir que a 24 de Abril do mesmo ano o capital social da empresa é elevado para o valor de 250 milhões escudos, necessários para a realização do empreendimento do novo Estaleiro da Margueira, em Almada que seria inaugurado com a presença do Presidente da República, Almirante Américo Thomaz a 23 de Junho de 1967. No final do ano de 1966 trabalhavam na Lisnave 3 918 pessoas, das quais cerca de 900 encontravam-se já na Margueira, envolvidas nos trabalhos de construção e de exploração do estaleiro.

 

Devido à sua excelente situação geográfica, e encontrando-se na convergência das principais rotas dos petroleiros e dos mineraleiros, este estaleiro naval tinha como objectivo a reparação e a assistência dos mesmos. Aquando da sua inauguração o Estaleiro da Margueira possuía uma área de 300 mil m² com um comprimento de 1 480 metros disponível para a acostagem de navios, e 2 Docas secas uma com 350m x 54m para navios até 300 mil toneladas e outra com 266 m x 42 m para navios até 100 mil toneladas, permitindo deste modo a docagem de navios de grande arqueação numa zona onde se desenvolvia o tráfego de 75% dos petroleiros de todo o mundo e revelando-se uma estratégia acertada, visto que em 1967 o canal do Suez foi encerrado, obrigando os armadores a praticar a chamada Rota do Cabo. Para fazer face a esta problemática, os armadores iriam construir petroleiros cada vez maiores em termos de porte, dando-se início à era dos Superpetroleiros.

 

1967

Enquanto se procedia à construção do Estaleiro da Margueira, a Lisnave, promoveu, com os seus estaleiros associados na Suécia e Holanda cursos de formação profissional sobre novas técnicas de construção e reparação naval, assim como cursos de inglês para os trabalhadores da Lisnave. Podemos afirmar que a Construção do Estaleiro da Margueira, pela sua situação nas rotas marítimas mundiais e pela sua envergadura, foi sem dúvida um dos primeiros grandes projectos industriais portugueses virados para o mercado externo, entrando assim a empresa num sector com concorrência internacional feroz, conseguindo construir em poucos anos uma enorme reputação internacional. Para complementar os trabalhos a realizar nos navios docados pela Lisnave, ainda no ano de 1967 esta empresa funda a GASLIMPO (Sociedade de Gasgasificação de Navios) sendo para esse efeito adquirido um petroleiro que foi baptizado de «Praia Branca» que após a sua adaptação passou a ser uma estação de limpeza flutuante. A GASLIMPO seria a partir daquela data a responsável, pela lavagem e limpeza dos tanques dos navios a reparar, bem como de separar o óleo da água, lançar a água limpa no rio e, com o óleo recuperado, produzir o vapor necessário ao próprio serviço de limpeza dos tanques.

 

1968

Para se ter uma ideia do volume de trabalho desenvolvido pela empresa no ano de 1968, foram docados 590 navios (437 no Estaleiro Norte, Rocha Conde de óbidos e 153 no Estaleiro Sul, Margueira) representando dessa forma um total de 6 055 075 toneladas brutas (670 593 no Estaleiro Norte e 5 384 482 no Estaleiro Sul) representando um valor total de 739 000 contos. Iniciou-se a Comissão Interna da Empresa - C.I.E., sendo o elo dos trabalhadores com a sua Administração, os corpos gerentes votados pelos trabalhadores para os representarem nas C.I.E. eram eleitos de 3 em 3 anos, discutindo junto da Administração, uma vêz por mês, os problemas que pudessem existir. Em matéria de construções navais foram entregues o arrastão «Santa Mafalda» à Empresa de Pesca de Aveiro, e os butaneiros «CIDLA» e «Bandim» à SACOR Marítima. Foram também concluídos a maior parte dos grandes investimentos na Margueira, tais como as oficinas de electricidade, de conservação, da escola de aprendizes e o escritório central. Ainda nesse ano, devido ao grande desenvolvimento que se verificava nas tonelagens dos grandes petroleiros, para dimensões ainda maiores que as antigidas, (300 mil toneladas, havendo já possibilidades de construção de petroleiros até 500 mil toneladas) a Lisnave tinha ja planos para a possibilidade de expansão do Estaleiro Sul.

 

1969

Entrou em laboração no princípio de 1969 uma nova empresa de seu nome E.N.I. - Electricidade Naval e Industrial, na qual foram integrados os serviços da Divisão Electrotécnica da Lisnave, desenvolvendo assim a sua actividade quer no sector naval, quer no de instalações industriais, nas especialidades de electrónica e automação. O número de trabalhadores da E.N.I. rondava as 500 pessoas. Nesse ano os Estaleiros da Lisnave docaram 600 navios (436 no Estaleiro Norte e 164 no Estaleiro Sul) num total de 7 500 000 toneladas brutas, registanto um acréscimo de 24% da sua actividade face ao ano anterior. Foi um ano decisivo para o plano de expansão do Estaleiro da Margueira, não só devido a construção de unidades com cada vez maior arqueação bruta, como ainda de o próprio Estaleiro da Lisnave, poder oferecer e garantir um bom nível de qualidade a todos os seus clientes. Falando-se na construção de uma nova doca que estaria apta a receber navios com mais de 750 000 toneladas brutas, estando desta forma o estaleiro apto no futuro a reparar os maiores navios existentes no mundo, sendo o custo previsto da nova doca na ordem dos 500 000 contos, recorrendo-se na sua grande maioria a firmas e tecnologia portuguesas. Foi entregue à empresa SOPONATA o petroleiro «Larouco» com 81.710 toneladas. Procedeu-se à compra de um segundo petroleiro de 17.000 toneladas, adaptado a estação de limpeza flutuante. Ficou ainda definido um novo plano de investimentos datados do presente ano até 1974, orçado em cerca de 800 000 contos. Registe-se que em 1969 a Lisnave, detinha 39% da reparação mundial de navios até 300 000 toneladas.

 

1970

Durante este ano foram docadas um total de 8 195 000 toneladas brutas, das quais 96% eram pertencentes a armadores estrangeiros. Ficou definido no plano de investimentos a construção da nova doca seca (futura doca 13) passando a deter como nova capacidade, a docagem de navios até 1 milhão de toneladas. Procedeu-se a uma reestruturação da orgânica da Lisnave, deixando de exercerem os seus cargos os Directores-Gerais, Eng. João Rocheta e Eng. Thorsten Anderson, tendo-se respectivamente substituído estes cargos, pelos lugares de Administrador-Delegado e Administrador-Delegado adjunto. Elevou-se o capital social da empresa para o valor de 500.000 contos, aprovada em Assembleia Geral Extraordinária. A actividade desenvolvida pela empresa no presente ano destinou-se principalmente ao mercado externo, sendo ainda de referir que o valor bruto da produção ultrapassou pela primeira vez 1 milhão de contos (1.200.000 contos)mais 27% do que o ano anterior. Subiu ainda a tonelagem média dos navios docados na Margueira (74 300 toneladas, para 92 300 toneladas) demonstrando desta forma o considerável aumento das dimensões dos navios reparados neste Estaleiro. Destaca-se como principal trabalho de reparação a efectuada ao navio tanque «Kong Haakon VII» de 220 000 toneladas, no qual foram substituídas 8000 toneladas de aço danificado por uma explosão em alto mar. Tendo o navio chegado a Lisboa em Abril para a reconstrução do seu corpo central, sendo entregue aos armadores a 1 de Dezembro, à época foi uma das maiores e mais complexas reparações efectuadas em Estaleiros Navais em período tão curto de tempo, contribuindo desta forma para a sua reputação internacional. Neste ano iniciou-se um novo tipo de actividades, com a construção de grandes secções, proas e partes centrais de navios, tendo a empresa assinado um contrato para o fornecimento de secções de proas no montante equivalente a 30 000 toneladas por ano. A Lisnave entra assim num campo mais elevado de tecnologia que lhe irá permitir efectuar reparações mais complexas, assim como "Jumboizing" (termo aplicado ao aumento de capacidade de carga dos navios, por acrescentamento de uma nova secção ao navio. As obras da futura doca 13 prosseguiram de acordo com o programa estabelecido, tendo sido instalados na respectiva doca grande parte do equipamento, como, bombas, meios de elevação, válvulas, encanamentos etc. A grua que iria servir a nova doca, detendo um pórtico de 300 toneladas, estava a ser construída pela MAGUE - Construções Metalicas S.A.R.L. assim como o conjunto de guindastes convencionais da futura doca. Utilizando mais uma vez técnicas e empresas nacionais a Lisnave contribui sem a menor sombra de dúvida para o desenvolvimento e até prestigio da indústria nacional, quer no próprio país, como no estrangeiro. É concluído ainda neste ano a estação de bombagem e a sua instalação, enquanto no Estaleiro da Rocha se procedia à construção da comporta para a doca. Inaugurou-se a 23 de junho o Centro de Formação Manoel de Mello que viria a permitir a formação de 3000 homens por ano, contribuindo fortemente para aumentar a especialização de todos os operários da Lisnave, essencial num mercado tão competitivo como é o da construção e reparação naval, como aliás já o foi anteriormente referido. O total de salários e ordenados pagos, incluindo encargos sociais, aumentou de 1969 para 1970 de 298 239 contos para 357 726 contos. Devido ao aumento da produtividade global durante o corrente ano foi ainda possível efectuar uma redução no horário semanal do pessoal oficinal de 48 horas para 46,5 horas. A E.N.I. registou um apreciável aumento de trabalho e de vendas que atingiram um volume total de 50 000 contos, representando dessa forma um aumento de 70% em relação ao ano anterior. A empresa estava a estudar possibilidades de expansão da sua actividade com o estabelecimento de delegações em Angola e Moçambique, e ainda a participação numa empresa especializada no sector da refrigeração e de ar condicionado, possivelmente a constituir em 1971. Aindo neste ano o centro de processamento de dados que a Lisnave utilizava em conjunto com outras empresas, foi transformado numa sociedade anónima designada por Teledata - Centro de Processamento de Dados S.A.R.L. Esta nova empresa tinha como capital social 10 000 contos, da qual a Lisnave detinha uma participação de 10%.

 

1971

É inaugurada com pompa e circunstância a 23 de Junho a Doca 13, designada por Doca Alfredo da Silva, em homenagem a um dos maiores industriais portugueses de sempre, com uma capacidade de docagem até 1 milhão de toneladas, era a maior doca seca do mundo. Presidiu à cerimónia o Chefe de Estado Almirante Américo Thomaz, assim como vários membros do governo, entidades oficiais estrangeiras e de armadores nacionais e internacionais. Com esta inauguração aumentou substancialmente a capacidade de docagem do estaleiro, assim como novas possibilidade de trabalho. Só com uma doca de tal grandeza poderiam ter sido reparados na Margueira navios-tanque como o ESSO Cambria ou o Universe Patriot. A actividade de reparação naval em 1971 prosseguiu a bom ritmo tendo sido docados 18 100 000 toneladas na Margueira e de 31 245 tonleladas na Rocha, representando um acréscimo de 32% face ao ano anterior. No conjunto dos dois estaleiros foram docados 559 navios, dos quais se destaca pela sua complexidade a reparação efectuada ao navio-tanque ESSO Cambria, pois as chapas de fundo do navio estavam muito danificadas e precisaram de uma grande reparação, que efectuada em utilização simultânea das docas 11 e 13 do a adopção de uma nova técnica de grandes blocos pré-fabricados, permitiu a sua substituição num curto espaço de tempo, conseguindo entregar o navio ao respectivo armador 20 dias antes da data. Foram ainda reparados os seguintes navios de grande tonelagem: Santa Augusta, Polarbris e o Uniserve Patriot. O Estaleiro da Rocha, efectuou essencialmente para o mercado internacional, várias reconversões de navios estrangeiros e ainda "jumboizing" de 4 navios para a "ZIM Israel Navigation" e de 5 navios para as "Messageries Maritimes" sendo o número total de navios reparados na Rocha de 444, destes 85 eram estrangeiros. Foi um ano no qual vários armadores decidiram instalar sistemas de gás inerte, sendo desse modo encomendados à empresa a montagem de 14 sistemas. Houve um aumento substancial de trabalho nas oficinas de Mecânica e de Tubos. Em comparação com o ano anterior o número de horas aumentou em 40% e 60% respectivamente. É de salientar que a porta da Doca Alfredo da Silva (de 1700 toneladas de aço) foi construída no Estaleiro da Rocha. Foi ainda obridade a encomenda para a construção de um casco completo para um petroleiro de 132 000 toneladas. Foram terminados o trabalho de expansão para Norte das oficinas de Mecânica e de Tubos e começou-se a expansão para Sul da Mecânica, foi adquirido diverso equipamento para estas oficinas, de salientar a aquisição de uma maquina de equilibragem dinâmica com capacidade para peças de 40 toneladas. Foi montada uma nova caldeiraria destinada a trabalhos diversificados de reparação naval. No fim do ano alterou-se o horário do pessoal operário, o qual, a partir de 1 de Janeiro de 1972, passou a ser de 45 horas por semana em vez de 46,5 horas semanais.

 

A E.N.I. durante o ano de 1971 continuou a expandir-se, tendo o seu volume de vendas atingido cerca de 90 000 contos, dos quais metade correspondia a trabalhos efectuados no sector industrial. Foi fundada uma empresa especializada nos sectores da refrigeração e de ar condicionado, a FRINIL - Frio Naval e Industrial S.A.R.L.

 

Foi também fundada em associação com o Grupo holandês da Lips uma sociedade especializada na reparação de hélices, denominada Repropel - Sociedade de Reparação de Helices, Lda. da qual a Lisnave detém 50% do capital desta nova empresa. No final do corrente ano, a Lisnave e a firma Sueca Nicoverken A.B. de Gotemburgo, assinaram um acordo de cooperação que entrará em vigor em 1972, com vista à formação de uma nova empresa de seu nome LISNICO - Serviço Marítimo Internacional Lda. na qual a Lisnave irá deter 50% do seu capital social, esta nova empresas vai-se dedicar a reparações navais feitas em viagem utilizando grupos de pessoal especializado. Foi aumentada a rede de representantes da Lisnave em todo o mundo com a assinatura dos contratos com as seguintes firmas: Le Grand (Paris) e Aall & Co. (Kobe) Japão.

 

1972

Neste ano, no mês de Março, deixou o cargo de Administrador-Delegado, o Eng.º António Vasco José de Mello, devido ao facto de ter atingido o limite de idade normalmente considerado na empresa para os efeitos de aposentação, cargo que ocupava desde 28 de Março de 1968. Para efectivar a sua substituição foi convidado para preencher esse lugar o Eng.º Manuel Perestrello de Vasconcellos, que desempenhava na altura as funções de Director-Adjunto da Administração, tendo sido anteriormente Director da Produção. Apesar da acentuada queda no mercado geral de fretes dos navios-tanques, que em muito afectou a actividade do sector de reparações navais, a Lisnave ultrapassou pela primeira vez na sua história o valor bruto da produção a cifra dos 2 milhões de contos, representando um aumento de 39% face ao ano anterior. O mesmo podemos referir quanto a tonelagem global dos navios-tanques docados na Margueira atingindo os 25 milhões de toneladas de porte, ou seja, mais 41% do que em 1971. Entrou ao serviço as instalações automáticas de construção de painéis, que elevaram a capacidade de produção anual do estaleiro em trabalho de aço, para mais de 60 000 toneladas. Do total da facturação respeitante ao ano de 1972, verifica-se que 86% desse valor resulta de trabalhos efectuados em navios de armadores estrangeiros. No que toca a trabalhos de conversão foi adjudicado o "jumboizing" de 2 navios contentores Hapag-Lloyd, de 17 000 toneladas de porte, nos quais se efectuaram a incorporação de um novo corpo central com cerca de 900 toneladas. Como consequência do aumento dos navios docados, registou-se um acréscimo considerável, durante o último ano, de trabalhos de lavagem a alta pressão. O Estaleiro da Rocha efectuou cerca de 6 "jumboizings", sendo a maioria efectuados na doca 1, constituindo assim uma boa ocupação do estaleiro, visto neste ano a sua actividade ter apresentado um decréscimo em 20% da sua actividade. Com vista a aumentar o número de barcos estrangeiros que possam repara neste estaleiro, fez-se no presente ano, esforços especiais de prospecção de mercado, nas Ilhas Canárias, no sentido de conseguir a reparação de navios de pesca, sendo positivos os resultados alcançados com esse esforço de «marketing». Neste ano foi construído pela primeira vez no nosso país o casco de um grande petroleiro destinado à frota nacional o «Marão», de 133 000 toneladas de porte, cuja entrega à SOPONATA seria efectuada em Maio de 1973. Tendo o casco depois seguido para Gotemburgo na Suécia, onde está a ser efectuado o aprestamento final. O total de salários e ordenados pagos em 1972, incluindo encargos sociais, obrigatórios e facultativos, alcançou o elevado montante de 743 369 contos. Efectuaram-se 257 cursos, frequentados por 2 399, destes cursos, 108 destinaram-se a montadores, serralheiros mecânicos e serralheiros de tubos (com 1047 alunos) e 63 soldadores. O pessoal de chefia, a todos os níveis também frequentou cursos quer na Escola da Lisnave, quer no exterior, foram cerca de 157 pessoas, correspondendo a 54 cursos e seminários, dos quais 13 efectuados no estrangeiro. No sector da formação foram reconhecidos oficialmente pelo Ministério da Educação Nacional, os cursos de nível secundário, equivalentes ao ciclo preparatório, que são administrados na Escola da Lisnave. Passando à rubrica dos acidentes de trabalho, verificando-se assim uma sensível melhoria referente a esta área cerca de - 31%, face a anos anteriores. Procedeu-se à montagem de máquinas-ferramentas na oficina de mecânica. Iniciou-se os trabalhos de alargamento do edifício das docas, com vista à instalação de novos balneários e refeitórios, considerados indispensáveis. Em julho do presente ano foi inaugurado o Posto Médico da Margueira onde foram investidos 20 000 contos. Este novo posto médico destina-se a atender beneficiários e familiares, dotado de uma adequada distribuição de gabinetes médicos para consultas de clínica geral e de especialidades, um laboratório de análises clinicas e equipamento de radiologia. Tendo o Estaleiro da Margueira atingido o seu limite máximo, a Empresa foi obrigada a delinear um projecto de expansão dentro de outros moldes, foi assim que dentro dessa nova orientação, a Lisnave tomou posição accionista no estaleiro de Curaçao (N.V. Curaçaose Dok Maatschappij) no montante equivalente a 1 milhão de dólares, estando também ligado ao novo projecto dos Estaleiros Navais de Setúbal - SETENAVE. A expansão da E.N.I. no mercado de instalações navais e industriais (reparações, montagens e contratos de conservação nos campos eléctrico, electrónico e de instrumentos) continuou a processar-se em bom ritmo, tendo o seu volume de vendas atingido 141.000 contos e o total de efectivos contando já com cerca de 800 pessoas. Projectava-se constituir em 1973 empresas suas associadas com actividades idênticas, em Angola (ENIANG), em Moçambique (ENIMOC) e no Brasil (ENIBRÁS). Quanto às associadas GASLIMPO, REPROPEL e LISNICO a sua actividade também se alargou atingindo um total de 162 000 de vendas. No conjunto das três empresas, trabalhavam no final do ano cerca de 820 pessoas. Realizou-se a integração da Teledata na NORMA, passando a NORMA-Teledata a deter um capital de 20 000 contos. A Lisnave adquiriu ainda uma posição no capital social da firma Electro-Arco S.A.R.L. empresa especializada na fabricação de eléctrodos e outro material de soldadura.

 

1973

Durante o primeiro trimestre deste ano, verificou-se um considerável abrandamento na procura de docagens e até mesmo o cancelamento de reservas de doca já efectuadas, devido à crise energética ocorrida durante este período. Contudo no segundo semestre deu-se uma certa recuperação, com a docagem de navios embora de menor porte, docando tantos navios como em 1972. Refira-se que no final de Setembro. o ritmo de trabalho do estaleiro foi prejudicado pelo acidente registado na doca 13, com o aluimento de cerca de 200 m da parede leste da doca. O acidente não provocou acidentes pessoais nem materiais visto se encontrarem nesse momento 2 navios a serem raparados nessa doca, sendo os mesmos reparados conforme planeado e entregues aos respectivos armadores. Do respectivo acidente resultou a paragem de 2 meses e meio da doca, perturbando desta forma todo o programa de docagens. Graças a um esforço de conjunto e a interacção e flexibilidade de utilização das outras docas permitiu que este acidente, não tivesse efeitos mais graves na vida do estaleiro. A empresa de modo a evitar uma situação que pudesse levar a uma redução forçada do nível de emprego, efectuou uma revisão dos seus programas de docagem assim como vários outros tipos de trabalho revelando-se uma solução acertada. Existindo a possibilidade da reabertura do Canal do Suez, abrem-se também novas perspectivas para o tráfego internacional do petróleo, que se farão repercutir na indústria de construção e reparação naval. Segundo estudos efectuados na época iria registar-se uma diminuição dos portes dos navios-tanques, devido ao automático abandono da Rota do Cabo, que desde 1967 vinha sendo usada como a principal rota do petróleo. A Associação dos Armadores Japoneses acreditava que com a reaberura do Canal se iriam reduzir até 15% das necessidades de tonelagem dos petroleiros à escala mundial. Essa mesma reabertura (prevista para 1974) era vista com bons olhos pela Lisnave, esperando esta um incremento de negocio no sector das reparações de navios-tanque ate 150.000 toneladas (que eram os mais adquados para essa rota). Neste ano o valor bruto da produção total atingiu 2 862 mil contos, sendo superior ao ano transacto, devido ao desenvolvimento de novos sectores de actividade. Iniciou-se um novo contracto de exploração do estaleiro da Rocha Conde de óbidos, pertencente à A.G.P.L. sendo renovado por um período de 50 anos. Iniciaram-se duas grande reparações: uma no navio-tanque «Mobil Pegasus» de 212.000 toneladas de porte e outra no navio-tanque «King Agamemmon» de 84 000 toneladas de porte, ao mesmo tempo realizavam-se reparações de grande envergadura nos petroleiros «World Splendour» de 162.000 toneladas de porte e «Hamilton Lopes» de 115.000 toneladas de porte. Com a montagem no ano anterior do novo equipamento de decapagem e a um período mais longo de docagens foi possível à empresa aumentar o volume deste tipo de actividade, sendo à época um mercado em franca expansão. Na Rocha as operações de "jumboizing" em navios de médio porte continuaram ocupar grande parte da sua actividade durante este período, efectuando-se trabalhos em navios franceses «Egee» e «Thisbee», tendo o estaleiro trabalhado um total que excedeu as 5000 toneladas de aço. Pela segunda vez no país foi construído um casco completo de um grande petroleiro para a frota nacional para o novo navio-tanque Marofa de 135 000 toneladas de porte propriedade da SOPONATA, sendo o seu aprestamento final efectuado em Gotemburgo, foi ainda construído o casco completo de um navio de carga destinado à Polónia. Neste ano os efectivos da Lisnave atingiam os 7 715 trabalhadores (mais 8,6% relativo a 1972), sendo que na Rocha trabalhavam 1205 pessoas e na Margueira 6510 pessoas. Foram efectuadas uma melhoria das taxas de remuneração ao pessoal, que incluindo o montante despendido com encargos sociais, o total de remunerações atingiu o valor dos 891.823 contos, representando um acréscimo de 20% face ao ano anterior. Falando ainda nos encargos socais refira-se pela sua importância o montante despendido com os refeitórios onde foram servidas 1.480.000 refeições contra 1.160.000 em 1972 (mais 14%). Devido à empresa estar a colaborar intensivamente no projecto dos Estaleiros da SETENAVE, foram efectuados na Escola da Lisnave 309 cursos, sendo frequentados por 2651 empregados: 143 destinaram-se a montadores, serralheiros mecânicos e serralheiros de tubos, 78 de soldadores, 10 a operários-chefee e os restantes a profissões diversas, recorrendo-se também a cursos no estrangeiro (cerca de 21 cursos). É de salientar que neste período a Lisnave ja tinha elaborado cerca de cento e sessenta manuais de tecnologia teórico-prática, assim como dezenas de modelos pedagógicos, filmes e cerca de 16 mil dispositivos, como suporte dos cursos ministrados. Criou-se um sistema de ensino programado, tipo correspondência, com o objectivo de reciclar conhecimentos e preparar intelectualmente os operários para atingirem estádios cada vez mais elevados de conhecimento. As instalações da Escola ocupavam à época uma área de cerca de 4.000 metros quadrados, estando nela instalados salas de aula, laboratório de línguas e oficinas de instrução prática, com postos de trabalho oficinais, que simulavam situações concretas do sector produtivo. Dada a limitação da expansão do Estaleiro, os novos investimentos efectuados durante este período visaram essencialmente a introdução de processos mais automatizados de produção. Foi melhorado o equipamento da oficina de mecânica, instalando-se novas máquinas-ferramenta, foi aumentada a capacidade da cantina das docas, devido à conclusão do alargamento deste edifício. Este refeitório ficou com capacidade para servir cerca de 800 pessoas, concluindo-se em simultâneo a instalação dos balneários das docas, os quais passaram a poder comportar 835 pessoas.

 

Foram o local da construção de contratorpedeiros e de fragatas para a Marinha Portuguesa. Actualmente os estaleiros pertencem a uma outra empresa, a Navalrocha.

 

Empresas acionistas durante a constituição

A carteira de accionistas era constituída pelas seguintes empresas portuguesas:

 

Sociedade Geral de Comércio, Indústria e Transportes S.A.R.L.

SOPONATA - Sociedade Portuguesa de Navios Tanques Lda.

H. Parry & Son Lda.

Companhia Nacional de Navegação S.A.R.L.

Companhia Colonial de Navegação S.A.R.L.

Antonio Spencer Vieira

Banco Fonsecas & Burnay

de nacionalidade Holandesa:

 

Nederlandsche Dok-en Scheepsbouw Maatschappij v.o.f.

Wilton-Fijenoord-Bronswerk N. V.

De Rotterdamsche Droogdok Maatschappij N.V.

de nacionalidade Sueca:

 

Eriksbergs Mekaniska Verkstads Aktiebolag

Kockums Mekaniska Verkstads Aktiebolag.

Evolução da existência de pessoal

AnoPessoas

19582680

19592400

19602180

19612110

19622285

19632206

19642864

19653290

19663918

19674719

19684552

19694522

19704948

19716491

19727107

19737715

pt.wikipedia.org/wiki/Lisnave

Fujifilm X-Pro1/XF 23/1.4 R.

construção de um moliceiro (3)

  

16 de agosto

 

depois das tarefas que envolveram grande número de amigos, entramos na fase dos pormenores.

 

nos últimos dias o mestre zé rito tem vindo a trabalhar no afinamento de pequenos detalhes, colocação das ponteiras da bica da proa, pequenas peças na bica da ré, emassar e polir madeiras.

 

hoje ficou concluída a colocação do traste e ficará ainda colocada a peça que aqui registo: o vertente (bertente).

 

colocado do lado da proa da quinta caverna, começa nele o castelo da proa e nele termina o coberto do castelo da proa.

 

juntamente com o traste são peças de colocação transversal que dão rigidez à estrutura.

 

(torreira; 16 de agosto de 2016)

 

neste registo o mestre zé rito com a ajuda de uma amigo ensaia o assentar do vertente, para rectificação de medidas

 

ahcravo.com/2016/08/16/construcao-de-um-moliceiro-3/

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Le Cinque Terre. Panorama creato a partire da 7 foto differenti, unite con Autostitch, tonemappate con Photomatrix Pro e modificate con Photoshop CS2.

 

See It BIG: www.flickr.com/photos/md88/4500961984/sizes/o/

FUJI S3 PRO..:e sarà vecchia,lenta da bestia,con lo schermo lcd piccolo e ha un che di preistorico...ma questa macchina mi emoziona sempre,prima e dopo,molto più delle altre.......

 

© Tutti i diritti riservati. L'uso delle mie foto senza permesso è illegale

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If you are interested on my photos ask me via email

Shot with the Sony a6400 and Hoya HMC 135mm Vintage Telephoto Lens.

 

Camera files settings - RAW and JPEGS (B/W).

 

Straight out of Camera (S.O.O.C.) JPEGS, tweaked in Apple Photos.

 

La tomba di mia suocera – è stata ideata da mia figlia Laila.

In seguito era stato suggerito – di aggiungere le ceneri di Eugenio.

 

Non mi piacciono i crisantemi - li considero per i morti …

preferisco le rose rosse pregiate – le preferite di Eugenio.

(sperando che almeno quest'anno non me le portino via)

_____

Mia mamma aveva 56 anni – (mai avrei pensato ci lasciasse)

Come spesso succede una vicina ci disse …

che lei non voleva una tomba - (chissà se era poi vero).

 

Almeno guardando lassù - ho rispettato la sua volontà ...

Drusilla non amava i fiori finti - ma quelli umili e veri ...

che con una procedura restano sempre belli.

 

Io vivo nella sua casa ... qui - tutto mi parla di lei!

_____

Una riflessione ...

Ce il pro e contro - troppo sfarzo di fiori -

è meglio visitarli quando nessuno li va a trovare. Giusto!

(Presi dal vortice della vita ... manchiamo all'appuntamento).

 

Personalmente mi dico:

Almeno per una volta all'anno questo è il loro giorno!

 

Un abbraccio da Liliana.

(Domani vi saluto Rolando)

 

(...)

Aquilo que entendemos, vemos, sentimos e pensamos é menos um conceito de infinito em que se cruzam as linhas do menosprezo, da mortificação, do desaparecimento, onde tudo simplesmente se extingue, onde tudo o que se encontra entre o finalmente e o por fim é fatalidade patológica, pró e contra, sem origem, sem objecto e sem finalidade, da nossa faculdade inata de sonhar, da nossa limpidez. É método, método de morte: como bem sabemos, aquilo de que fugimos está em nós, está tudo em nós, o que temos, o que somos, etc... Prometemo-nos muito, aprendemos tudo, contradizemo-nos, depois recomeçamos a aprender, sempre e sempre, oxidamo-nos, apodrecemos de cima para baixo e de baixo para cima até à medula e partimos, passando constantemente de uma a outra natureza, a caminho da morte... No nosso ser, somos incapazes de acção, somos materialistas-filosóficos, a mistificação até na morte...

Aquilo que possuímos é a experiência, algo metafísico do qual, quando temos tempo para o medo, e ante o qual, nisso mesmo consistindo o desvio, capitulamos... cavaleiros solitários que somos, morremos da nossa impotência, órfãos da história, articulações mortas da natureza... Andamos em busca de uma coerência, circunstâncias, condições da morte, estados do corpo, estados de espírito da morte...

(...)

 

Thomas Bernhard, traduzido por Ernesto Sampaio

 

Shot with the Sony a6400 and Hoya HMC 135mm Vintage Telephoto Lens.

 

Camera files settings - RAW and JPEGS (B/W).

 

Straight out of Camera (S.O.O.C.) JPEGS, tweaked in Apple Photos Editor.

Shot with the Sony a6400 and Hoya HMC 135mm Vintage Telephoto Lens.

 

Camera files settings - RAW and JPEGS (B/W).

 

Straight out of Camera (S.O.O.C.) JPEGS, tweaked in Apple Photos.

 

M.ZUIKO DIGITAL ED 12-40mm F2.8 Pro + E-M10

Corner of Church Lane by the Old Fire Engine restaurant early one morning. iPhone.

Ilha do Pico, Açores, Portugal

 

A vila onde vivo actualmente, e esta foto foi tirada do local onde costumo trabalhar quando não estou no mar. Onde fico de vigia, à procura dos mamíferos marinhos. Especialmente de Grampus griseus, e de dia, claro! =)

Apenas mais três dias de conta pro! =((

E hoje alcancei as 11.500 visualizações desde que comecei no Flickr.

Acho que é muito bom! Obrigada a todos!! =P

  

Pico Island, Azores, Portugal

Where I live now, and this photo was taken from the place I work when I´m not in the sea.

Where I stay as lookout, searching the marine mammals, especially Grampus griseus, by day, off course! =)

Only more three days with pro account!

And today with a total of 11.500 views since I have began on Flickr.

I think it is very good! Thank you all!

P67II | Tak 135/4 Macro | Konica Centuria 400 Pro e.i. 250

 

(This one isn't quite fair to this lens. My hand wasn't steady enough for minimum f4 at this length. I can pull it off at 165/2.8, but this one is tough.)

 

Shot a few updated bog-standard headshot type frames for my wife to use up the last of a 220 roll in the 67ii leftover from the wedding. Also used it as a (not very controlled... or rather, not hardly at all controlled) demo of 4 different lenses. These three were all different glass. The earlier one posted in the stream was from the SMC 165/2.8.

 

For this sort of work, my standout favorite is the 165, and by quite a margin, but there is a clear reason the 105 is the standard bearer that it is. And, the 135 Macro and even the landscape-oriented 75/4.5 can still both be utilized to great effect. Not the most interesting of frames, these, but it was useful to me to finally put them in a same scenario next to one another making the comparison at little less cerebral and anecdotal. TL:DR they're all great.

 

The 165: flic.kr/p/2jRPAAP

I'm heading out to Ely, Nevada today to shoot the 10th annual Fears Tears and Beers race - the original mountain bike enduro. So here's one more from last year's race before I go: this is Felt pro racer Casey Coffman, dropping in on the final, steepest bit of trail, before the finish of the final stage.

 

Photo-John.net

Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas actualmente mais usados para fins turísticos.

 

É um dos ex-libris de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro.

 

São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço. Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros. Navega em pouca altura de água. O castelo da proa é coberto. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento. É construído em madeira de pinheiro. pt.wikipedia.org/wiki/Moliceiro

..e finisce anche la prima era del mio account pro.

è automatico pensare a tutto quello che riguarda questo pezzo di mondo..condivisione, sorrisi, ritratti, incontri...relazioni.

strane forse, ma pur sempre relazioni. grazie amici di flickr...!

(e grazie al mio ammore che mi ha rinnovato l'account... *_*)

 

la foto...ne avevo messo un'altra versione un sacco di tempo fa.

questa

è sempre quel tramonto...impossibile non pensare a quel giorno.

 

...

Publicity Routemaster RM125, VVS373 is pictured at Birmingham Bull Ring while advertising Logic Pro E-Cigarettes.

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L’umbro ha sempre difeso la terra che l’ha nutrito. L’ha bonificata dalle acque, dissodata dalla pietra, lavorata con fatica. L’ha protetta tramite il grande gesto umano del possesso, del frutto del lavoro. Lo ha fatto con ogni mezzo, attraverso i giudici, i geometri, i periti agrari e gli avvocati. Talvolta attraverso l’incendio ritorsivo del pagliaio del vicino. L’ha marcata, delimitata con le siepi e le querce. Il segno sacro e litigioso del recingere, del costruire una frontiera è comune a tutte le civiltà arcaiche e rurali. L’uomo di oggi, frequentatore degli spazi digitali, non riesce a comprendere che una volta le frontiere erano tracciate in maniera rituale. Il senso della proprietà non sarà mai abolito, perché legato al gesto istintivo del conchiudere, del difendere, che a guardare bene è il gesto della madre mentre abbraccia il figlio e dell'uomo che cinge il suo campo. Tutto il resto è pura demagogia, epigramma ideologico da quattro soldi. La proprietà non è un furto, come qualcuno voleva farci credere nei favolosi anni Settanta. I Romani conoscevano i Terminalia, festività dedicate al dio Termine che proteggeva i confini. La loro rappresentazione era scolpita in un cippo piantato nel suolo a separare le diverse proprietà. I proprietari dei due terreni adiacenti innalzavano un termine, a modo di un altare grezzo, offrendo grano, miele e vino, sacrificando un agnello o un maiale appena nato. Il solco fratricida su cui fu fondata Roma spiega il resto, fino ad arrivare ai morti delle baionette, sacrificati sui confini per la difesa del suolo. L’era digitale ci inchioda all’interno delle nostre abitazioni, illudendoci di viaggiare, mentre invece rimaniamo incastrati all’interno del nostro piccolo orto. L’Umbria è una regione conchiusa, schiacciata tra una cerchia di monti e la vasta campagna toscana, che da sempre fa i conti con i confini sacri del mio e del tuo, con il malessere agricolo ereditato dalla mezzadria e dalle riforme possibili. L’umbro, con gli occhi un po’ malignazzi e la pancetta onesta del sedentario, non è più quello che spingeva l’aratro esiodeo dietro il carro delle chianine, ma l’erede del fattore che innalza villette geometrili e conficca nel suolo le sue pietre confinarie. Eppure non perde l’occasione per ricordare al piccolo mondo sparagnino che lo circonda, che la terra va difesa ad ogni costo. Quello di marcare i confini, di sollevare barricate, scavare fossati è uno degli aspetti fondanti dell’umbritudine, questa dimensione dello spirito che caratterizza profondamente gli umbri e che si manifesta in una ruvidezza schiva, una generosità raffrenata, una netta ritrosia a esprimere i sentimenti positivi, un’irriducibile diffidenza verso ogni innovazione proveniente da un altrove non visibile dal proprio orizzonte, alle quali si aggiunge una carsica vena atrabiliare che assume a volte, inopinatamente, le forme della veemenza passionale o di una carnale disposizione godereccia. Siparietto. La lunga metafora che precede è invariabilmente applicabile ai caratteri regionali come alla politica. Ci eravamo illusi che tirasse un’arietta diversa. Non un’aria imbizzarrita che rendesse meno fastidiose le prossime calure elettorali, ma perlomeno fresca. Manco per niente. Nel corso del festival del giornalismo abbiamo avuto l’inaudita ventura di rivedere la smagliante Perugia di una volta. Domenica la squadra di calcio è tornata in serie B e per un soffio i pallavolisti non sono diventati campioni d’Italia. Tra poco esploderà Umbria Jazz e i prosecchi sorrideranno nei calici, diffondendo grato ottimismo. Peccato che gira gira noi siamo sempre quelli del solco, gli eredi terragni di Romolo e Remo, per non dire di Porsenna. Stabilire i pro e i contro di questo atavico atteggiamento – che unitamente alla sfigata posizione geografica, ci ha portato all’isolamento - non è facile per gli eminenti sociologi, politologi e storici della regione. Figuriamoci per chi scrive. Beata umbritudine, umbra beatitudine.

Giovanni Picuti

giovanni.picuti@alice.it

dal Corriere dell'Umbria dell'8.5.2014

  

Uma vez por ano os barcos moliceiros são objecto de uma reparação e repintura.

É nesta fase que se pintam novos temas nas suas proas e rés.

No estaleiro do Mestre António Esteves - PARDALEIRO - em Pardilhó estão a nascer novos desenhos neste barco que pela primeira vez sulcou as águas da Ria no ano passado.

View On Black

M.ZUIKO DIGITAL ED 12-40mm F2.8 Pro + E-M10

Saída Fotográfica - BR040

Foto tirada na BR040 entre Sete Lagoas e Belo Horizonte.

 

02/10/2008 - 5:53hs

 

Minas Gerais

 

Nikon D3, Nikkor 14-24mm F2.8 G ED, ISO 200, tripé.

 

Como a Nikkor 14-24mm não aceita nenhum tipo de filtro, não poderia utilizar meus filtros graduais, assim resolvi utilizar a técnica de HDR para registrar o momento.

 

A imagem é composta por 3 fotos com abertura F16 e velocidades de 1/60, 1/25 e 1/15.

 

HDR gerado no Photomatix Pro e Adobe PS CS4 para redimensionamento e assinatura.

 

Esta foto faz parte do artigo Saída Fotográfica BR-040 do PIP (Photo Insider Podcast). Para conferir a artigo clique no link abaixo.

 

Saída Fotográfica BR040

Em duraluminio, possui 3 metros de plataforma de proa e plataforma de popa Flex. Destinado a pesca esportiva e lazer.

Petroleiro ‘Jacob Mærsk (III)’ e seu fim trágico a 29/01/1975 (faz hoje 41 anos) ao largo da praia de Matosinhos (praia Moderna, em frente ao atual bar ‘Lais de Guia’), junto à entrada do porto de Leixões – ATUALIZADO

Características do navio:

navio-tanque petroleiro com uma capacidade para 84 000 toneladas, 261,81 m de compri-mento, 37,1 m de boca e 17,5 m de calado, deslocava 48 252 toneladas brutas (31 284 tone-ladas líquidas) ostentando bandeira / pavilhão dinamarquês;

foi construído no estaleiro ‘Odense Staalskibsværft’, um estaleiro dinamarquês localizado desde 1919 no município de Odense do condado de Fiónia e pertencente ao grupo empre-sarial ‘A. P. Møller - Mærsk Gruppen’, tendo sido entregue em maio de 1966 à empresa sua proprietária (a companhia dinamarquesa de navegação marítima ‘Maerskline Navigation Company’ que foi constituída em 1904 e também pertence ao mesmo grupo empresarial).

Fim trágico do navio –

A 29/01/1975, o petroleiro dinamarquês ‘Jacob Mærsk (III)’ chegou de manhã à entrada do porto de Leixões com 17 tripulantes e a esposa do Comandante, contratado pelo armador ‘Shell Oil Company’ e carregado com 80 mil toneladas de Crude proveniente de Kharg Is-land no Irão via Golfo Pérsico e Mar Mediterrâneo, com destino à refinaria petrolífera de Le-ça da Palmeira, a então 'Sociedade Anónima de Combustíveis e Óleos Refinados, SARL' (SACOR) que tinha sido inaugurada em 1970:

ao contrário do que vi na Internet nos mais de 10 sítios que consultei, e acreditando nas pa-lavras da minha mãe quando cheguei a casa para almoçar por volta das 12:40 vindo do Li-ceu Nacional de Matosinhos, eram 11:00 ou 11:30 quando a minha mãe chegou das com-pras e ela ficou admirada de ver o petroleiro no exato local onde explodiu ‘tão perto da praia’ (ela nunca tinha visto nenhum naquele local, tal como eu quando cheguei a casa e comen-tei com ela a minha admiração pelo mesmo que vi das janelas da nossa sala de jantar);

nas manobras de atracagem ao posto A do Terminal de Petroleiros do Molhe Norte do porto de Leixões durante a manhã, um erro humano terá levado o navio a aproximar-se da zona onde se encontra o rochedo submerso ‘Esfarrapada’, bem como os destroços do vapor Gre-go ‘Virginia’ (com 100 m de comprimento e 2350 toneladas brutas) que ali afundou a 24/11/1928 (o vapor sofreu uma colisão quando em viagem ao largo da costa, e na eminên-cia de afundamento, foi abandonado pela tripulação que terá sido possivelmente recolhida por outro vapor e então várias traineiras de Matosinhos rebocaram-no para ele entrar no por-to de Leixões, o que não foi autorizado pela APDL, e então essas traineiras tentaram levá-lo para local não prejudicial à navegação ou vará-lo na praia de Matosinhos a fim de o consi-derar ‘Salvado de mar’, mas ele acabou por se afundar ao embater na ‘Esfarrapada’ – em junho de 1929, o NRP ‘PATRÃO LOPES’ foi trabalhar no local onde jazia o casco do vapor grego ‘Virginia’ que, encontrado abandonado ao largo da costa, foi trazido por várias trainei-ras a 24/11/1928 acabando por submergir próximo do 'Castelo do Queijo');

embatendo na ‘Esfarrapada’, nos destroços do ‘Virginia’ ou num banco de areia por volta das 11 ou onze e meia da manhã, começou a entrar água nos tanques que começaram a expulsar, a partir do tanque de ventilação, crude para o ventilador da casa das máquinas;

os vapores que foram entrando na casa das máquinas acabaram por originar uma 1.ª ex-plosão da qual vi pela minha janela apenas fumo branco a sair do navio e, daí a uns minu-tos, 2 ou 3 fortíssimas explosões (que foram audíveis em toda a vila de Matosinhos e fize-ram estremecer a minha casa, a 50 m, quando eu ia começar a comer uma maçã de sobre-mesa) iniciaram entre as 12:55 e as 13:05 o incêndio que se propagou de imediato às 80 mil toneladas de crude nos vários tanques de carga, tendo eu deixado a maçã em cima da me-sa e corrido escadas abaixo (vivia no 3.º andar do prédio ainda existente na esquina da R. Roberto Ivens com a Av. Menéres) em direção à praia Moderna aonde cheguei a tempo de ainda ver o crude em chamas a chegar a arder junto à areia e pelo menos 2 tripulantes a saltarem para o mar naquele dia de sol, mas frio e sem vento, tendo de repente ficado bem quente na praia junto à beira-mar onde as ondas rebentavam com para aí meio metro de al-tura estando a maré, penso eu, a subir (é que essas explosões ‘partiram’ / ‘romperam’ todos os tanques e reservatórios do petroleiro que ficou ‘rompido’ e a derramar para o mar crude que ficou espalhado a arder por uma grande extensão de mar até à costa junto às praias);

o rebocador ‘Monte da Luz’ da APDL (Administração dos Portos do Douro e Leixões) apro-ximou-se corajosamente do petroleiro em chamas, tendo conseguindo salvar os 2 pilotos da barra e 11 tripulantes que se atiraram para a água devido ao navio ter começado a fundar-se lentamente (dos 17 tripulantes e a mulher do Comandante, os 6 que estavam na casa das máquinas tiveram morte imediata, a maioria deles engenheiros de máquinas, e os seus corpos nunca chegaram a ser resgatados do mar, 1 morreu afogado e os restantes 11 foram salvos tendo havido 7 feridos, 4 deles gravemente queimados);

de imediato, foram feitos voos de reconhecimento sobre o local do acidente por helicópteros ALIII modelo SE-360 (Os SE-3160 Alouette III ou ALIII foram adquiridos pela Força Aérea Portuguesa a partir de abril de 1963 como complemento aos poucos aparelhos Alouette II já em serviço, para atuarem nas operações militares a decorrer em Angola, Guiné Portuguesa e Moçambique.) da Força Aérea Portuguesa, de fabrico francês, mas as chamas que dura-ram dias não permitiam qualquer tipo de ação de recolha do crude que estava no mar, pelo que a contenção do derramamento de crude começou com a colocação de uma barra flutu-ante na entrada do porto de Leixões e de uma barreira de palha ao redor do naufrágio para conter o derramamento de uma forma breve enquanto os rebocadores da APDL e outros barcos da Marinha espalhavam dispersantes, como resultado da pronta e rápida colabora-ção entre o Ministro das Pescas, a Marinha, o Exército, o armador do navio e parte da popu-lação local (o que permitiu que a poluição não atingisse níveis ainda mais graves) tendo as 10 Corporações de Bombeiros Voluntários que acorreram ao local se sentido impotentes pa-ra combater o incêndio, dada a sua dimensão;

seguiram-se nessa tarde outras explosões no convés e na casa das máquinas, a ponto de o navio ter primeiro ficado partido em 2 (popa / zona central e proa) e, mais tarde, em 3 (popa e zona central que se afundaram no fundo de areia entre os 12 e os 15 metros de profundi-dade tendo a popa do navio sido mais tarde parcialmente removida para não haver perigo de colisão com outras embarcações, e a 3.ª parte foi a proa do navio que ficou a flutuar e se foi deslocando lentamente para sul por força das correntes até encalhar algumas semanas depois nas rochas em frente ao Forte de S. Francisco Xavier (‘Castelo do Queijo’) tendo aí permanecido como um triste memorial de uma das mais horríveis tragédias ocorridas no Grande Porto e também como um verdadeiro ícone involuntário e temporário de atração tu-rística durante 20 anos, até 1995 (por volta deste ano, o que restava da proa foi desmantela-do e retirado);

durante as 58 horas (2 dias e 10 h) que o incêndio durou no navio e na sua área envolven-te, estimou-se que entre 40 e 50 000 toneladas de crude arderam no mar, entre 15 e 25 000 toneladas ficaram à deriva no mar e cerca de 15 000 toneladas deram à costa poluindo as praias num comprimento de 50 km com graves danos ecológicos e na poluição ambiental local e regional, as chamas chegaram atingir os 100 m de altura e a nuvem de fumo espes-so e preto criada foi visível de Aveiro a Viana do Castelo porque o seu cone de fumo che-gou a atingir os 750 m (proporcionando uma cena dantesca a todos os que assistiram à sua longa agonia ao largo da praia de Matosinhos e arredores), dezenas de moradores na zona mais próxima do acidente tiveram que ser internados com problemas respiratórios devido aos fumos tóxicos, o ar tornou-se quase irrespirável em Matosinhos sendo necessário man-ter portas e janelas fechadas, muitos estabelecimentos comerciais de Matosinhos foram obrigados a fechar e chegou a aventar-se a hipótese de dezenas de milhares de pessoas terem de ser evacuadas da vila pelo perigo de exposição aos gases tóxicos e dificuldades respiratórias.

Consequências deste trágico acidente que, até 1996, esteve classificado em 12.º lugar na lista dos maiores derramamentos de crude a nível mundial:

o custo da catástrofe foi estimado pela OCDE (Organização para a Cooperação Económica e Desenvolvimento) em 2,8 milhões de dólares;

as praias mais afetadas foram as da orla imediatamente adjacente à destruição, em Matosi-nhos, mas também em Nevogilde e Foz do Douro, onde a limpeza começou com a remoção da camada superior da areia e com a aplicação de dispersantes;

embora os destroços do ‘Virginia’ estejam fora do canal de navegação, tal como os do ‘Ja-cob Mærsk (III)’, eles continuam a causar perigo para a navegação que se aproxime muito da costa, mais ou menos perigo conforme a altura das águas;

uma âncora do ‘Jacob Mærsk (III)’ foi recuperada dos destroços e ficou guardada num dos armazéns da APDL em S. Gens, até que foi aproveitada para ser exposta como uma evoca-ção do trágico acidente junto da Marina de Leça da Palmeira (suportada por um cubo onde está afixada uma placa com algumas das características do petroleiro escritas em português e em inglês);

para quem quiser reviver o passado, poderá agora visitar os poucos restos do ‘Jacob Mærsk (III)’ no fundo do mar seguindo os dados seguintes para o mergulho subaquático -

Tipo de mergulho: Naufrágio; Experiência: CMAS; Vida marinha: Pouca; Profundidade mé-dia: 12m; Profundidade máxima: 15m; Corrente: Inferior 2 nós; Visibilidade: Inferior a 5 m; Perigos: Tráfego de barcos e redes; Coordenadas GPS: Latitude 41° 10.178' N / Longitude 8° 42.066' W.

(Scusate per questi collage ma non sono ancora Pro e devo risparmiare gli Upload!)

I titoli delle singole foto sono nelle note...

Usei:

 

- 01 camada da base Casco de Cavalo, da Marú

- 02 camadas do magenta Sexy, da Dote

- 01 camada do glitter duochrome Chunky Holo Purple, da Kleancolor

- 01 camada de top coat roxinho, da Avon

 

Resolvi combinar 2 dos esmaltes mais lindos da minha coleção: o magenta com cara de importado Sexy, e o glitter duochrome Chunky Holo Purple. Lindos demais!!!

O Sexy tem uma ótima pigmentação! 2 camadas e está ok! Mas seca emborrachado. Não passei top coat apenas pq já tinha a intenção de passar o Chunky Holo Purple sobre ele. Aliás, esse glitter também fica bom com 1 camada generosa. Ele é lisinho, mas preferi usar um top coat, mais pela secagem do que pela textura. O único problema desse lindo é que ele é fedido demaisssssssss!!! Mas nada que um creme para as mãos bemmmm cheirosinho não resolva. Amei a combinação!!!

 

Meninas, tem mta gente aderindo à campanha do Outubro Rosa no Dedinhos, mas está esquecendo de mandar as fotos ou o link de divulgação pro e-mail do blog. O objetivo principal é cumprido, lógico! Mas só quem mandar o e-mail pro Dedinhos é que vai participar do post de encerramento da campanha, e concorrer ao sorteio da Jóia de Unha, em 18K, no dia 2 de Novembro. Não deixem de participar, viu?!?

 

Leia mais em www.dedinhoscoloridos.com.br

 

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Sulle tracce della croce.

 

Spesso non’è attraverso gli occhi che riesco a comprendere.

Ho bisogno di altro, un gesto, una sensazione, la fede.

Seduto stante, qui penso,

ma come è possibile questo ritratto?

Poi, vado a scavare.

 

Il simbolo che in passato infondeva terrore,

attualmente mi è famigliare, mi affascina,

mi conquista con la sua semplicità.

Però, istintivamente continua il terrore,

penso alla sofferenza, che questo patibolo ha perpetrato.

 

Riconosco che il mio conscio ne è sazio,

il tempo l’ha reso possibile,

ha procrastinato la sua scia, la moltitudine di atti,

il seme della follia.

 

Di sicuro, qualcuno vuole che venga tenuto presente,

che venga discusso a pro e non contro,

mitizzato, adagiato qui e oltre i confini della morte.

Perché la morte si sa!

 

Mi sconcerta comunque quella persistenza,

nemmeno le fiamme, hanno saputo cancellare il crocio,

ove qualcuno tuttavia dopo la tragedia

ha voluto toccare con mano.

 

E per comprendere?

 

E’ nell’anima che è radicato,

il vero significato

che ha lei,

e che le è affidato.

 

Marco Priori

 

All right reserved

 

Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas actualmente mais usados para fins turísticos.

 

É um dos ex-libris de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro.

 

São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço. Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros. Navega em pouca altura de água. O castelo da proa é coberto. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento. É construído em madeira de pinheiro.

  

Fonte: Wikipédia

pt.wikipedia.org/wiki/Moliceiro

 

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Rollei CR 200 pro E to C Nikon FE2 ais 50/1.8

Dell’algebra dei sentimenti – Hans Magnus Enzensberger

 

Sovente ho la sensazione (bruciante,

oscura, indefinibile ecc.)

che l’Io non sia un dato di fatto

bensì una sensazione

di cui non mi libero.

 

La coltivo, le do spazio,

la corrispondo, di caso in caso.

Ma è solo una delle tante.

 

Le sensazioni si possono contare all’infinito,

cioè si lasciano sostanzialmente numerare,

fino alla noia.

 

Il numero della gelosia

è manifestamente il sette.

Anche la paura è un numero primo.

E ho la vaga sensazione

che l’umiliazione

rechi sulla fronte il 188 −

un numero senza qualità.

Anche la sensazione di essere numerato

suppongo sia da un pezzo numerata,

però: a che pro e da chi?

 

La sublime sensazione dell’ira

abita nel Grand Hotel di Hilbert

una stanza diversa

dalla sensazione

di essere superiori all’ira.

 

E solo chi è capace di darsi

alla sensazione astratta

dell’astratto sa

che questa in certe notti particolarmente chiare

suole assumere il valore di √− 1.

 

Poi mi corrono di nuovo i brividi

per la schiena, la sensazione

di essere un pacco,

quella non sensibile sensazione di intorpidimento

che sembra faccia scoppiare la lingua

dopo un’iniezione

quando va a saggiare un dente,

o il disagio

col suo penetrante sapore di piombo,

la potente sensazione d’impotenza

che tira irresistibilmente verso lo zero,

e la falsa sensazione

della vera emozione

con la sua orribile frazione continua.

 

Poi mi riempie

un’intersezione di sentimenti confusi,

colpa, estraneità, benessere, perdita,

tutte in una volta.

 

Soltanto alla suprema della sensazioni

l’Io sarebbe impari.

Invece di cercare di trascendere

con limite ∞,

preferisce lasciarsi sopraffare

per un minuto

dalla scossa dell’acqua gelido-bollente

sotto la doccia, il cui numero

nessuno ha ancora decifrato.

Búzios, no litoral Sul do Rio Grande do Norte, passou a contar com uma nova atração turística, desde sábado à noite, quando um barco de médio porte encalhou a poucos metros da praia. A embarcação tinha seis tripulantes oriundos da Nigéria, que cruzaram o Oceano Atlântico depois de 35 dias à deriva.

A embarcação, identificada pelos dizeres "Mide" na proa e "LA 269" na cabine de comando, teria ficado sem controle depois de uma pane no motor que impulsiona a hélice e falha no gerador de energia, deixando os marinheiros sem qualquer tipo de orientação ou controle.

堆高機 [ Product Design ]

Modeled in Pro│ENIGNEER, Rendered in Microstation / J.

 

by Yueh-Hua

olhão,09/05.

 

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OLHÃO - Agosto -1922

 

(...)

 

É no cais, ao pé da praia, a que chamam baixa-mar, é no cais fedorento, entre os homens que andam na faina, os estaleiros abandonados e as caixas de sardinha para embarque, que eu assisto todos os dias ao espectáculo da chegada dos barcos e que vejo os peixes, as redes e o leilão. Para lá da água empoçada ficam os areais, a ilha da Armona, a do Levante, a ilha da Culatra e o farol de Santa Maria. Perto de mim, as velas dos barcos reflectem-se em manchas coloridas no azul retinto e ondulado. Desde o calão, tipo mais antigo, grego ou fenício, até ao caíque, estão aqui representados a chalupa, o iate de pequena cabotagem, o bote, as lanchas de vela latina e as de Albufeira, com uma grande cabeleira na proa e dois olhos pintados no costado. Ao lado do cais ficam os armazéns da salga, donde outrora saía a sardinha em barris para Orão e Marselha, a pescada descabeçada para a Espanha e os almocreves com cargas para o Alentejo. Entro. No escuro, pios metidos no chão, preparos para a salga do biqueirão, do charro (chicharro) e da sardinha, e ao lado a caldeira para extrair o óleo do peixe de couro - azeite de queIme -, cuja pele, chamada de lixa, se aproveita para vários usos conforme as qualidades - lixa de lé, a pailona e os barrosos, fêmeas dos queImes. Em Agosto, quando a sardinha abunda, prensam-na em cascos, ou mulheres, enfiando-a aos quarteirões em varetas, dispõem-na em costais para embarque. É no cais que se vende o peixe em lotas, quando chegam as pequenas canoas das caçadas, com sessenta aparelhos de oitenta braças iscados a sardinha e as canoas maiores de duas velas, tripuladas por dez a dezoito homens, que vão pescar até S. Vicente com o espinheI, cabo da grossura dum dedo, chamado manoio, com perto de dois mil anzóis. E é aqui também, na agitação da baixa-mar, que eu anoto os nomes das diferentes redes e dos diferentes peixes: a murjona, o tapa-esteiros, que apanha o peixe no rio à maneira que a água vai vazando, a toneira para os chocos e as lulas, a redinha e o tresmalho, e outras engenhocas do subtil pescador, que chega a agarrar o langueirão com um botão de ceroula e alguns alfinetes e o polvo com velhos alcatruzes de nora. Tudo vem ter ao cais - peixes esplêndidos de uma abundância e de uma variedade extraordinária -, do rio o linguado, o pregado, o peixe-rei, o xarroco, os capitães, os alcabrozes, os robalos, etc., uns pescados à fisga, como a liça, a safata, o robalo, outros ao anzol e ao candeio; e do mar, despejados nas linguetas, montes de cações, de galhudos, que têm um pique no cerro, de monstruosas raias, de donzeIas, de albufares pardacentos e enormes e de feios dentulhos. Atiram do fundo do barco para as pedras a abrótea, bandos de vermelhos e lindos cantarilhos, que parecem peixes de aquário, xaputas dum negro-prateado com o rabo aberto como as pontas da cauda da andorinha, esguias tintureiras, corvinas e cestos de polvos enrodilhados. É uma magnificência. Paro com assombro diante do monstruoso tamboril, só boca, com uma boca maior que um açafate, e que usa para atrair a presa duas linhas na cabeça com uma isca na extremidade. Já cheiro a peixe e a salmoura e não me canso. Outra canoa chega. Venham assistir à lota! O pregoeiro no meio do grupo parte sempre - costume que começa em Sesimbra - de uma quantia alta para ir descendo até encontrar comprador. E também - já se fica sabendo -, quando fala por exemplo em oitenta e seis mil réis, são três mil réis a menos.

 

- Todos estes peixes juntos 86 mil réis. - E rapidamente. - 85, 84, 83...

 

- Três peixes cada um por 5 mil réis... 4900... 4800...

 

- Chut! - diz um dos do grupo. É o sinal de que está arrematado.

 

Mas a abundância e a riqueza, a fartura, é a sardinha. Foi inesgotável, foi compacta, tanta que noites inteiras e seguidas ninguém em Olhão podia dormir. E dizia-se: - Houve hoje grande matação de peixe. - Há aqui duas qualidades: a do sueste, que vem em Abril e arranca aos cardumes da costa de Marrocos; e o peixe do sudoeste, maior, mais gordo e menos saboroso, isto sem contar com a sardinha de passagem, que aparece em Janeiro, quando desova. - Já lá anda perdida... - dizem os pescadores. - Morde-lhe a ova. - Morde talvez, talvez a sardinha arraste a barriga na areia para tornar a pele mais fina, facilitando a saída da ova, porque chega nessa época até três braças de altura. Na Páscoa também é certa. Vai correndo por esse mar o cardume da sardinha, e os barcos, as toninhas, os homens e os peixes vorazes, uns na cauda, outros na cabeça daquele formidável rolo prateado, cevam-se de dia e de noite, pescando sempre, apanhando sempre, destruindo sempre, sem o extinguirem.

 

(...)

 

RAUL BRANDÃO in Os Pescadores

ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2022. Roma Fascista a Roma Futura (1925/2025): La Ripresa dell'era Fascista Viadotto della Via Dell'impero (Arch. Guido Fiorini [1934]), ora Via dei Fori per il nuovo Progetto Fori; in: Giovanni Caudo / Roma Futura, Comune di Roma / Fb (21/01/2022). S.v., Pubblicato Risorsa digitale sul Viadotto di Via dell’ Impero / Via dei Fori (1931-2021). wp.me/pbMWvy-2py

 

Foto: Dr. Arch. Guido Fiorini, “Chirurgia Archeologica.” Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3.

www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51835340101

 

“Chiudere via dei Fori e costruire un viadotto sull’area archeologica”. [Adriano] La Regina: “Soluzione appoggiata dalla commissione”. LUMSA NEWS Online (09/03/2015). S.v., Arch. Guido Fiorini (1934).

 

ROMA - Rivive l' Urbe Antica anche "Grazie" al Duce (1925/2025) - La ripresa dell'era fascista Viadotto della Via Dell'impero (Arch. Guido Fiorini, 1934), ora Via dei Fori per il nuovo Progetto Fori; come proposto e avallato per la prima volta dagli Archeologi Italiani:

 

--- Dr. Guglielmo Gatti (1932-33?), Dr. Guido Calza (1934), Prof. Antonio M. Colini (1981) & Prof. Adriano La Regina (1999/2004/ 2015 & 2019) e

 

Gli Architetti Italiani:

 

--- Arch. Luigi Lenzi (1931), Arch. Guido Fiorini (1934), Arch. Pierluigi Romeo (1979 [= A.M. Coloni, 1981]), Arch. Costantino Dardi (1985), Arch. Leonardo Benevolo (1988), Arch. Carlo Aymonino (1998), Arch. Massimiliano Fuksas / Doriana O. Mandrelli (2004) & Dr. Giovanni Caudo (2014-2015 & 2021).

 

S.v.,

 

Opposizione al Progetto Via dei Fori Imperiali nel Prof. Cesare Brandi (1983), cfr:

 

--- RARA 2022: Prof. Cesare Brandi, Gli scavi nei Fori: “Non sono d’ accordo" – A Proposto Della Polemica Sulle Ricerche Archeologiche Zona di Via dei Fori Imperiali. CORRIERE DELLA SERA (18|03|1983): 3 (in PDF).

rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2014/11/29/roma...

 

--- RARA 2022: ROMA, VIA DEI MONTI (1924), VIA DELL’ IMPERO (1934), VIA DEI FORI IMPERIALI (1944) & VIA DEL RIVISIONISMO (2014), in: Tomaso Montanari, “Fori (Imperiali) nell’ acqua,” LA REPUBBLICA (31|12|2014).

rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2015/01/02/roma...

 

--- RARA 2022: “Roma, Planimetria del Centro della Citta’ Prima del 1924,” Fondo Morpurgo (Pianta generale – G. Lugli. La zona archeologica di Roma [ed. 1924]); in: S. Diebner, BULL. COMM. 111 (2011), Fig. 1 | p. 154.

rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2014/08/13/roma...

 

--- RARA 2022: Prof. Eng. Gustavo Giovannoni – Tra storia e progetto. Napoli (2018) = “Studio per il piano regolatore del colle capitolino e dei fori imperiali (c.ante 1924) ; in: A.A.V.V., Gustavo Giovannoni – Tra storia e progetto. Napoli (2018) [in PDF]. S.v., Corrado Ricci, Alfonso Bartoli, Antonio Munoz e Gustavo Giovannoni (1922-38); Guido Fiorini (1934-38); Guido Calza (1934); Luigi Lenzi (1931); V. Morpurgo / G. Lugli (1924); Adamo Boari (1921); Romolo Artioli (1916); Primo Acciaresi & Giuseppe Sacconi (1911) & Corrado Ricci (1910).

rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/04/06/roma...

 

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Foto: Giovanni Caudo / Roma Futura, Comune di Roma / Fb (21/01/2022).

www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51834393847

 

1). ROMA - Negli atti del Comune di Roma entra finalmente il Progetto Fori, grazie a un emendamento approvato ieri in Assemblea Capitolina, presentato da Roma Futura e fatto proprio da tutta la maggioranza. Giovanni Caudo / Roma Futura, Comune di Roma / Fb (21/01/2022).

 

Negli atti del Comune di Roma entra finalmente il Progetto Fori, grazie a un emendamento approvato ieri in Assemblea Capitolina, presentato da Roma Futura e fatto proprio da tutta la maggioranza.

 

Del Progetto Fori si discute da decenni nella nostra città: ci sono studi e proposte ma tranne poche eccezioni come durante gli anni della giunta Marino o nel 1979 con Petroselli, negli atti ufficiali di programmazione mancava un riferimento a questo Progetto Strategico.

 

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Foto: Per ricordare Sindaco Luigi Petroselli & Il Foro Romano – Smantellamento di via della Consolazione, 15 dicembre 1980.

You-Tube (04/16/2016) [10:34]

www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51720085523

 

S.v.,

RARA 2022: Per ricordare Sindaco Luigi Petroselli & Il Foro Romano - smantellamento di via della Consolazione, 15 dicembre 1980. You-Tube (04/16/2016) [10:34] & Laboratorio Carteinregola (23/09/2019). S.v., Corriere Della Sera (10/11/1980) & Antonio Cederna, Corriere Della Sera (16/12/1980).

romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/1...

 

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Questo progetto rinnoverà il rapporto tra Roma e l’archeologia: i resti archeologici non saranno più racchiusi in un recinto specializzato destinato solo alla fruizione turistica, ma entreranno a far parte della dimensione quotidiana di chi attraversa e vive la città a piedi.

 

L’emendamento che abbiamo presentato dedica 15 milioni di euro per completare la realizzazione del percorso pedonale che da Via Baccina, tramite l’Arco del Pantano attraversa il Foro di Traiano, quello di Cesare e passando dietro il Tabularium arriva alla Bocca della Verità e da qui risale dal Basamento Aventino fino al Giardino degli Aranci.

In pochi metri sarà possibile attraversare la città contemporanea, quella ottocentesca e quella medievale.

 

Ora si potrà finalmente riprendere il progetto Fori dando attuazione alle previsioni del Piano regolatore generale che prevede per queste aree un ambito strategico specifico, quello dell’Area Monumentale Centrale.

Le risorse del PNRR attribuite a Roma nell’ambito del piano Caput Mundi insisteranno in parte in quest’area e daranno ulteriore consistenza e forza al Progetto Fori.

 

È necessario, però, che si approvi quanto prima il Piano di assetto dell’area monumentale centrale previsto dal Piano regolatore generale del 2008 e per il quale esistono già studi e documenti pronti per essere riuniti e coordinati. Dallo studio ora serve passare all’approvazione in Aula consiliare e infine alla realizzazione.

 

Sono convinto che i tempi siano ormai maturi per una grande svolta nel rapporto tra Roma e l’archeologia e la sua stratificazione storica nel solco di Petroselli e di Nicolini.

 

Fonte / source:

--- Giovanni Caudo / Roma Futura, Comune di Roma / Fb (21/01/2022).

 

www.facebook.com/caudogiovanni/posts/1603685643320260

  

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Foto: "Il dibattito sulla stampa all’inizio degli anni Ottanta sul destino dei Fori Imperiali"; in: Gianmarco Casoli et al., Università di Bologna, Corso di Studio in Architettura (15/02/2017).

www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51836075115

 

2). ROMA - Rivive l' Urbe Antica anche "Grazie" al Duce - La ripresa dell'era fascista Viadotto della Via Dell'impero (Arch. Guido Fiorini, 1934), ora Via dei Fori per il nuovo Progetto Fori; come proposto e avallato per la prima volta dagli Archeologi Italiani:

 

--- Dr. Guglielmo Gatti (1932-33?), Dr. Guido Calza (1934), Prof. Antonio M. Colini (1981) & Prof. Adriano La Regina (1999/2004/ 2015 & 2019) e

 

Gli Architetti Italiani:

 

--- Arch. Luigi Lenzi (1931), Arch. Guido Fiorini (1934), Arch. Pierluigi Romeo (1979 [= A.M. Coloni, 1981]), Arch. Costantino Dardi (1985), Arch. Leonardo Benevolo (1988), Arch. Carlo Aymonino (1998), Arch. Massimiliano Fuksas / Doriana O. Mandrelli (2004) & Giovanni Caudo (2014-2015 & 2021).

  

Fonte / source, foto:

--- "Il dibattito sulla stampa all’inizio degli anni Ottanta sul destino dei Fori Imperiali"; in: Gianmarco Casoli, Antonio Giaconia, Alessandro Mengacci, Silvia Profita Arianna Talevi. ARCHITETTURA E ARCHEOLOGIA: La Via dei Fori Imperiali, un’idea di valorizzazione e musealizzazione dell’area archeologica. Università di Bologna, Corso di Studio in Architettura (15/02/2017).

amslaurea.unibo.it/13570/

 

S.v.,

 

--- Dr. Guglielmo Gatti (1932-33?); in:

 

RARA 2022: Roma, Via dei Monti | Via Dell’ Impero = “VIA DELLA NUOVA & VIA DEI COLLI” [c. 1930-32?]. Fonte: l’ Archivio Centrale Dello Stato, Fondo Gatti | Guglielmo Gatti (1905 –1981).

rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2015/11/25/roma...

 

rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2015/10/23/roma...

 

--- Dr. Luigi Lenzi (1931), in:

 

RARA 2022: Dr. Luigi Lenzi, “The New Rome”, The Town Planning Review, Vol. 14, No. 3 (May, 1931): 162.

romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/1...

 

rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/03/30/roma...

 

--- Dr. Guido Calza (1934), in:

 

RARA 2022: Dr. Guido Calza, “THE VIA DELL` IMPERO AND THE IMPERIAL FORA,” JRIBA, (24 March 1934): 489 & 503.

 

romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/1...

 

rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/03/30/roma...

 

--- Arch. Guido Fiorini (1934), in:

 

RARA 2022: Dr. Arch. Guido Fiorini, “Chirurgia Archeologica.” Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3.

romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/1...

 

rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/05/18/roma...

 

--- Arch. Pierluigi Romeo (1979); in:

 

RARA 2022: Prof. Antonio M. Colini (1981), COSI`NACQUE VIA DEI FORI IMPERIALI, IL TEMPO (30|11|1981), p. 4 & UN TERZO INTERVENTO DEL PROF. A. M. COLINI, IL TEMPO (18|02|1981), p. (?).

 

rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2014/11/27/roma...

 

rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2015/03/16/roma...

 

--- Prof. Antonio M. Colini (1981); in:

 

RARA 2022: Prof. Antonio M. Colini (1981);COSI`NACQUE VIA DEI FORI IMPERIALI, IL TEMPO (30|11|1981), p. 4 & UN TERZO INTERVENTO DEL PROF. A. M. COLINI, IL TEMPO (18|02|1981), p. (?).

 

rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2014/11/27/roma...

 

rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2015/03/16/roma...

 

--- Prof. Antonio Cederna (1981); in:

 

RARA 2022: “Polemiche su via dei Fori – Un Viadotto da Fantascienza.” OCCHIO (03/03/1981): 12 [in PDF].

romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/0...

 

--- Arch. Costantino Dardi (1985), in:

 

RARA 2022: Arch. Costantino Dardi, “Ristrutturazione via dei Fori Imperiali / Progetto per la ristrutturazione del margine urbano dell’area dei Fori Imperiali a Roma. “; collaboratori: Franco Bagli, Giorgio Bartoleschi, Fabienne Gerin-Jean, Ugo Novelli (1985); in: Costantino Dardi, “Semplice lineare complesso”, Milano (1987) | Costantino Dardi, Le trame dello spazio, in “Eupalino”, n. 8, (1987).

romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/0...

 

--- Arch. Leonardo Benevolo (1988); in:

RARA 2022: Prof. Arch. L. Benevolo, " FORO DI NERVA. Stamane riprendono gli scavi nel giardino accanto ai Fori Imperiali - Taglio del nastro al cantiere e Benevolo mette insieme i pro e i contro. IL MESSAGGERO (29/09/1988): 29. wp.me/pPRv6-3BS

 

ROMA 2022: Progetto Fori – Addio a Leonardo Benevolo, storico dell’architettura, LA REPUBBLICA (06/01/2016). wp.me/pPRv6-3BS

 

--- Arch. Carlo Aymonino (1998); in:

 

RARA 2022: Carlo Aymonino, “Progetto di sistemazione dell’area dei Fori / Project for the ordering of the Forums area.” Zodiac No. 21 (1999): 188-193 (in PDF).

 

RARA 2022: Carlo Aymonino, “Tra scavi, conservazione e completamenti: quali interventi per i Fori Imperiali? / Excavation, conservation, completion: what should be done with the Imperial Forums?” Zodiac No. 19 (1998b): 18-23 (in PDF).

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--- Prof. Adriano La Regina (1999); in:

 

RARA 2022: ROMA – RIVIVE L’ URBE ANTICA “ANCHE GRAZIE AL DUCE.” Gli espropri già` realizzati da Mussolini costerebbe centinaia di miliardi. Corriere Della Sera (29|07|1999): 27. [Nota: Italiano / English].

 

RARA 2022: ROME – The Ancient City Lives Again “Also Thanks to Il Duce.” Corriere Della Sera (29|07|1999): 27.

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--- Prof. Adriano La Regina / Arch. Massimiliano Fuksas & Doriana O. Mandrelli (2004); in:

 

RARA 2022: Mostra: "Forma / La città moderna e il suo passato (2004). Ma per Brandi lo stradone tra i fori resta necessario. Corriere della Sera (14/08/2004): 47.

 

www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/3801371629

 

--- Prof. Adriano La Regina (2015/2019); in:

 

RARA 2022: ROMA – “Chiudere via dei Fori e costruire un viadotto sull’area archeologica”. [Adriano] La Regina: “soluzione appoggiata dalla commissione”. LUMSA NEWS Online (09/03/2015).

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RARA 2022: Locali Roma – La Regina: ”Ora demoliamo la via costruita nel Ventennio.“ La Repubblica (14/06/2019) (in PDF).

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--- Dr. Giovanni Caudo (2021); in:

 

RARA 2022: MUSEO PER ROMA – Roberto Gualtieri; in: ROMA TODAY (23/08/2021); Virginia Raggi; in: IL Messaggero (24/08/2021) & ItaliaChiamaItalia (25/08/2021).

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RARA 2022: ‘Giubileo straordinario’ 2015-16: Caudo: “Per i Giubileo apriamo i varchi sotto ai Fori Imperiali”, LA REPUBBLICA (15|03|2015).

rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2015/03/15/roma...

 

RARA 2022: Prof. Arch. Michele Zampilli, “Roma, Fasi Formative Tessuti e Tipi Edilizi della Citta,” (2009), pp. 1-58 (in PDF) & S. MURATORI ET ALLI., CARTA | STUDI PER OPERANTE STORIA URBANA DI ROMA (1963) [FOLIO 1:4000 & 1:2000], in: Andrea Bollati (2010) & Roma Capitale (2014-2015) [s.v., sotto =].

 

RARA 2022: ROMA – ROMA CAPITALE – CARTA DELLE PERMANENZE E PERSISTENZE [FOLIO 01.0], in: ‘Archeologia e città: dal progetto Fori all’Appia Antica,’ (21 March 2014), in: Giovanni Caudo, “LINEE DI INDIRIZZO PER IL PROGETTO FORI (03/01/2015): 1-19 (in PDF).

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Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas actualmente mais usados para fins turísticos.

 

É um dos ex-libris de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro.

 

São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço. Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros. Navega em pouca altura de água. O castelo da proa é coberto. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento. É construído em madeira de pinheiro. pt.wikipedia.org/wiki/Moliceiro

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