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Mi sono rotto le scatole di Flickr e dei suoi continui off line. ho pagato per avere un servizio ed è un continuo disservizio. quindi rimango fino al termine del mio abbonamento pro e poi fanculo. mi scuso con tutti per la mia assenza nei commenti ma ne ho le scatole piene.
I broke the boxes of Flickr and its continuous off line. I paid to have a service and it is a continuous disservice. so I stay until the end of my pro and then fuck off. I apologize to everyone for my absence in the comments but I have the full boxes.
NYC: Home / Gear
E-M1 (w/ grip) with Olympus M.40-150/2.8 Pro
E-M1 (no grip) with Olympus M.12-40/2.8 Pro
(Won't get to shoot with this 'til post-Xmas)
Panasonic LX100 | 24-75@28mm
Eita coisa mais fofa!
Lá no blog eu falo dos prós e contras desse indi lindo...
walquiriarp.blogspot.com.br/2014/04/candy-land-remix-jind...
BJOKAS!!!
Inspiração !
Olá queridos, resolvi voltar !!
Depois de mais de um mês sem atualizar aqui por falta de tempo para fotografar, eu não aguentei e voltei ..
afinal to pagando uma conta pro e não posso deixar nunca de fazer o que eu realmente gosto =)
não vai ser fácil atualizar todos os dias e muito menos terminar o projeto, mas vou continuar tentando.
Um beijo !
Olá pessoALL
Depois de inúmeras solicitações de amigos, finalmente estou entrando para o flickr™
Minha maior relutância para entrar aqui é o pouco tempo que disponho para me dedicar! Atualmente tenho uma página no Multiply que, inclusive, anda meio abandonada. Assim adotar mais uma nesta altura do campeonato será um problema, mas... juro que tentarei interagir por aqui também!
E pra quem não me conhece ainda, meu nome é Murilo, moro em Florianópolis, sou Webmaster do Sistema de Ensino Energia e nas horas vagas sou fotógrafo!
Além do Multiply, vocês me encontram no fórum Mundo Fotográfico, expondo minhas fotos, dando e recebendo dicas da galera, esquematizando passeios fotográficos (coisa que adoro fazer) entre otras coisitas mas...
Este primeiro post é da minha foto padrão, feita, se não me engano, em março de 2004 com minha ex-câmera Fuji Finepix S602! É uma foto que gosto muito e, não duvidem, as pombas são de verdade! Não, elas não foram contratadas, como já teve gente que insinuou.
Ainda não parei pra pensar no rumo que vou dar a minha página aqui no flickr™, mas acho que vou postar de tudo um pouco... De fotos de arquivos até as mais atuais e, se eu pegar gosto pela coisa, farei upgrade para o pro e criarei vários sets!
Acho que é isto!
Um abraço pra todos e t+
Vejam o álbum deste Grande Amigo e um verdadeiro Mestre Honoris Causa, na arte do Moliceiro.
Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas actualmente mais usados para fins turísticos.
É um dos ex-libris de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro.
São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço. Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros. Navega em pouca altura de água. O castelo da proa é coberto. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento. É construído em madeira de pinheiro.
Moliço é o nome dado às plantas aquáticas que são colhidas para serem usadas na agricultura. Esta palavra provém do latim mollis, que expressa a qualidade de mole. A designação de moliço é geralmente usada para as plantas vasculares que crescem submersas em água salgada, que em inglês são designadas por seagrass, mas pode também ser aplicada às algas que crescem no meio dessas plantas.
.
Êba!!! Agora somos PRO!!!
E todas as nossas fotos estão aí.
Pra comemorar, cachecóis da Duduca e do Fernando: um casal muito amigo.
Os broches de flores são da Valéria.
The ashes of a dead star
Ecco una foto ad un oggetto famoso, ma con una grande esposizione per mostrare anche tutto il gas interstellare.
Nel cuore della Volpetta, a circa 1.360 anni luce da noi, una stella simile al Sole sta vivendo il suo ultimo atto. M27 non è il risultato di un’esplosione violenta come una supernova, ma di un processo più lento e solenne: una gigante rossa che, giunta al termine del combustibile nucleare, ha espulso i propri strati esterni nello spazio. Il nucleo residuo, ora una nana bianca caldissima (visibile al centro), inonda il gas circostante di radiazione ultravioletta, facendolo brillare nelle caratteristiche tonalità di verde (ossigeno ionizzato) e rosso (idrogeno) che disegnano la forma a “manubrio”.
Quello che vediamo è quindi un involucro stellare in espansione, una bolla cosmica che si dilata da migliaia di anni a decine di chilometri al secondo: materia che un giorno potrà contribuire alla nascita di nuove stelle e pianeti. È il destino che attende anche il nostro Sole, tra miliardi di anni.
Questa immagine, ottenuta dalla città con un Newton 200 mm, ASI 533 MC Pro e filtro SV220 per un totale di 90 minuti di posa, cattura non solo una nebulosa planetaria, ma un frammento del ciclo eterno della materia stellare: morte apparente, nuova origine.
#M27 #NebulosaManubrio #DumbbellNebula #PlanetaryNebula #Astrofotografia #Astrophotography #CieloProfondo #DeepSky #SpazioProfondo #DeepSpace #Stelle #Stars #Cosmo #Universe #NewtonTelescope #ZWOASI533 #FiltroSV220 #NightSky #FromTheCity #UrbanAstrophotography
Doing another ride at the railroad tunnels at Lake Mead shooting 360° video from my helmet cam. The light was great and got some great footage.
Shot with the Sony a6400 and Hoya HMC 135mm Vintage Telephoto Lens.
Camera files settings - RAW and JPEGS (B/W).
Straight out of Camera (S.O.O.C.) JPEGS, tweaked in Apple Photos.
colagens feitas através do fantástico programa Shape Collage .
visite o site: Shape Collage e baixe o programa na versão gratuíta ou se preferir adquira a versão PRO e obtenha todos os recursos que o programa oferece.
collages made by the fantastic program Shape Collage.
visit: Shape Collage and download the program in the free version or if you prefer to purchase the PRO version and get all the resources the program offers.
Petroleiro ‘Jacob Mærsk (III)’ e seu fim trágico a 29/01/1975 (faz hoje 41 anos) ao largo da praia de Matosinhos (praia Moderna, em frente ao atual bar ‘Lais de Guia’), junto à entrada do porto de Leixões – ATUALIZADO
Características do navio:
navio-tanque petroleiro com uma capacidade para 84 000 toneladas, 261,81 m de compri-mento, 37,1 m de boca e 17,5 m de calado, deslocava 48 252 toneladas brutas (31 284 tone-ladas líquidas) ostentando bandeira / pavilhão dinamarquês;
foi construído no estaleiro ‘Odense Staalskibsværft’, um estaleiro dinamarquês localizado desde 1919 no município de Odense do condado de Fiónia e pertencente ao grupo empre-sarial ‘A. P. Møller - Mærsk Gruppen’, tendo sido entregue em maio de 1966 à empresa sua proprietária (a companhia dinamarquesa de navegação marítima ‘Maerskline Navigation Company’ que foi constituída em 1904 e também pertence ao mesmo grupo empresarial).
Fim trágico do navio –
A 29/01/1975, o petroleiro dinamarquês ‘Jacob Mærsk (III)’ chegou de manhã à entrada do porto de Leixões com 17 tripulantes e a esposa do Comandante, contratado pelo armador ‘Shell Oil Company’ e carregado com 80 mil toneladas de Crude proveniente de Kharg Is-land no Irão via Golfo Pérsico e Mar Mediterrâneo, com destino à refinaria petrolífera de Le-ça da Palmeira, a então 'Sociedade Anónima de Combustíveis e Óleos Refinados, SARL' (SACOR) que tinha sido inaugurada em 1970:
ao contrário do que vi na Internet nos mais de 10 sítios que consultei, e acreditando nas pa-lavras da minha mãe quando cheguei a casa para almoçar por volta das 12:40 vindo do Li-ceu Nacional de Matosinhos, eram 11:00 ou 11:30 quando a minha mãe chegou das com-pras e ela ficou admirada de ver o petroleiro no exato local onde explodiu ‘tão perto da praia’ (ela nunca tinha visto nenhum naquele local, tal como eu quando cheguei a casa e comen-tei com ela a minha admiração pelo mesmo que vi das janelas da nossa sala de jantar);
nas manobras de atracagem ao posto A do Terminal de Petroleiros do Molhe Norte do porto de Leixões durante a manhã, um erro humano terá levado o navio a aproximar-se da zona onde se encontra o rochedo submerso ‘Esfarrapada’, bem como os destroços do vapor Gre-go ‘Virginia’ (com 100 m de comprimento e 2350 toneladas brutas) que ali afundou a 24/11/1928 (o vapor sofreu uma colisão quando em viagem ao largo da costa, e na eminên-cia de afundamento, foi abandonado pela tripulação que terá sido possivelmente recolhida por outro vapor e então várias traineiras de Matosinhos rebocaram-no para ele entrar no por-to de Leixões, o que não foi autorizado pela APDL, e então essas traineiras tentaram levá-lo para local não prejudicial à navegação ou vará-lo na praia de Matosinhos a fim de o consi-derar ‘Salvado de mar’, mas ele acabou por se afundar ao embater na ‘Esfarrapada’ – em junho de 1929, o NRP ‘PATRÃO LOPES’ foi trabalhar no local onde jazia o casco do vapor grego ‘Virginia’ que, encontrado abandonado ao largo da costa, foi trazido por várias trainei-ras a 24/11/1928 acabando por submergir próximo do 'Castelo do Queijo');
embatendo na ‘Esfarrapada’, nos destroços do ‘Virginia’ ou num banco de areia por volta das 11 ou onze e meia da manhã, começou a entrar água nos tanques que começaram a expulsar, a partir do tanque de ventilação, crude para o ventilador da casa das máquinas;
os vapores que foram entrando na casa das máquinas acabaram por originar uma 1.ª ex-plosão da qual vi pela minha janela apenas fumo branco a sair do navio e, daí a uns minu-tos, 2 ou 3 fortíssimas explosões (que foram audíveis em toda a vila de Matosinhos e fize-ram estremecer a minha casa, a 50 m, quando eu ia começar a comer uma maçã de sobre-mesa) iniciaram entre as 12:55 e as 13:05 o incêndio que se propagou de imediato às 80 mil toneladas de crude nos vários tanques de carga, tendo eu deixado a maçã em cima da me-sa e corrido escadas abaixo (vivia no 3.º andar do prédio ainda existente na esquina da R. Roberto Ivens com a Av. Menéres) em direção à praia Moderna aonde cheguei a tempo de ainda ver o crude em chamas a chegar a arder junto à areia e pelo menos 2 tripulantes a saltarem para o mar naquele dia de sol, mas frio e sem vento, tendo de repente ficado bem quente na praia junto à beira-mar onde as ondas rebentavam com para aí meio metro de al-tura estando a maré, penso eu, a subir (é que essas explosões ‘partiram’ / ‘romperam’ todos os tanques e reservatórios do petroleiro que ficou ‘rompido’ e a derramar para o mar crude que ficou espalhado a arder por uma grande extensão de mar até à costa junto às praias);
o rebocador ‘Monte da Luz’ da APDL (Administração dos Portos do Douro e Leixões) apro-ximou-se corajosamente do petroleiro em chamas, tendo conseguindo salvar os 2 pilotos da barra e 11 tripulantes que se atiraram para a água devido ao navio ter começado a fundar-se lentamente (dos 17 tripulantes e a mulher do Comandante, os 6 que estavam na casa das máquinas tiveram morte imediata, a maioria deles engenheiros de máquinas, e os seus corpos nunca chegaram a ser resgatados do mar, 1 morreu afogado e os restantes 11 foram salvos tendo havido 7 feridos, 4 deles gravemente queimados);
de imediato, foram feitos voos de reconhecimento sobre o local do acidente por helicópteros ALIII modelo SE-360 (Os SE-3160 Alouette III ou ALIII foram adquiridos pela Força Aérea Portuguesa a partir de abril de 1963 como complemento aos poucos aparelhos Alouette II já em serviço, para atuarem nas operações militares a decorrer em Angola, Guiné Portuguesa e Moçambique.) da Força Aérea Portuguesa, de fabrico francês, mas as chamas que dura-ram dias não permitiam qualquer tipo de ação de recolha do crude que estava no mar, pelo que a contenção do derramamento de crude começou com a colocação de uma barra flutu-ante na entrada do porto de Leixões e de uma barreira de palha ao redor do naufrágio para conter o derramamento de uma forma breve enquanto os rebocadores da APDL e outros barcos da Marinha espalhavam dispersantes, como resultado da pronta e rápida colabora-ção entre o Ministro das Pescas, a Marinha, o Exército, o armador do navio e parte da popu-lação local (o que permitiu que a poluição não atingisse níveis ainda mais graves) tendo as 10 Corporações de Bombeiros Voluntários que acorreram ao local se sentido impotentes pa-ra combater o incêndio, dada a sua dimensão;
seguiram-se nessa tarde outras explosões no convés e na casa das máquinas, a ponto de o navio ter primeiro ficado partido em 2 (popa / zona central e proa) e, mais tarde, em 3 (popa e zona central que se afundaram no fundo de areia entre os 12 e os 15 metros de profundi-dade tendo a popa do navio sido mais tarde parcialmente removida para não haver perigo de colisão com outras embarcações, e a 3.ª parte foi a proa do navio que ficou a flutuar e se foi deslocando lentamente para sul por força das correntes até encalhar algumas semanas depois nas rochas em frente ao Forte de S. Francisco Xavier (‘Castelo do Queijo’) tendo aí permanecido como um triste memorial de uma das mais horríveis tragédias ocorridas no Grande Porto e também como um verdadeiro ícone involuntário e temporário de atração tu-rística durante 20 anos, até 1995 (por volta deste ano, o que restava da proa foi desmantela-do e retirado);
durante as 58 horas (2 dias e 10 h) que o incêndio durou no navio e na sua área envolven-te, estimou-se que entre 40 e 50 000 toneladas de crude arderam no mar, entre 15 e 25 000 toneladas ficaram à deriva no mar e cerca de 15 000 toneladas deram à costa poluindo as praias num comprimento de 50 km com graves danos ecológicos e na poluição ambiental local e regional, as chamas chegaram atingir os 100 m de altura e a nuvem de fumo espes-so e preto criada foi visível de Aveiro a Viana do Castelo porque o seu cone de fumo che-gou a atingir os 750 m (proporcionando uma cena dantesca a todos os que assistiram à sua longa agonia ao largo da praia de Matosinhos e arredores), dezenas de moradores na zona mais próxima do acidente tiveram que ser internados com problemas respiratórios devido aos fumos tóxicos, o ar tornou-se quase irrespirável em Matosinhos sendo necessário man-ter portas e janelas fechadas, muitos estabelecimentos comerciais de Matosinhos foram obrigados a fechar e chegou a aventar-se a hipótese de dezenas de milhares de pessoas terem de ser evacuadas da vila pelo perigo de exposição aos gases tóxicos e dificuldades respiratórias.
Consequências deste trágico acidente que, até 1996, esteve classificado em 12.º lugar na lista dos maiores derramamentos de crude a nível mundial:
o custo da catástrofe foi estimado pela OCDE (Organização para a Cooperação Económica e Desenvolvimento) em 2,8 milhões de dólares;
as praias mais afetadas foram as da orla imediatamente adjacente à destruição, em Matosi-nhos, mas também em Nevogilde e Foz do Douro, onde a limpeza começou com a remoção da camada superior da areia e com a aplicação de dispersantes;
embora os destroços do ‘Virginia’ estejam fora do canal de navegação, tal como os do ‘Ja-cob Mærsk (III)’, eles continuam a causar perigo para a navegação que se aproxime muito da costa, mais ou menos perigo conforme a altura das águas;
uma âncora do ‘Jacob Mærsk (III)’ foi recuperada dos destroços e ficou guardada num dos armazéns da APDL em S. Gens, até que foi aproveitada para ser exposta como uma evoca-ção do trágico acidente junto da Marina de Leça da Palmeira (suportada por um cubo onde está afixada uma placa com algumas das características do petroleiro escritas em português e em inglês);
para quem quiser reviver o passado, poderá agora visitar os poucos restos do ‘Jacob Mærsk (III)’ no fundo do mar seguindo os dados seguintes para o mergulho subaquático -
Tipo de mergulho: Naufrágio; Experiência: CMAS; Vida marinha: Pouca; Profundidade mé-dia: 12m; Profundidade máxima: 15m; Corrente: Inferior 2 nós; Visibilidade: Inferior a 5 m; Perigos: Tráfego de barcos e redes; Coordenadas GPS: Latitude 41° 10.178' N / Longitude 8° 42.066' W.
Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas actualmente mais usados para fins turísticos.
É um dos ex-libris de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro.
São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço. Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros. Navega em pouca altura de água. O castelo da proa é coberto. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento. É construído em madeira de pinheiro.
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Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas actualmente mais usados para fins turísticos.
É um dos ex-libris de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro.
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Então, estou de saco cheio do Flickr, mas pintei o cabelo ontem e estou de férias (morrendo de tédio). Dia 28 de Novembro acabou minha conta Pro e desde então está um saco isso aqui, página inicial fica um aviso pra comprar conta PRO que não consigo tirar. Toda página que entro tem um aviso também, que saco isso EU NÃO VOU COMPRAR E ACABOU. Enfim... Tinha quase 800 fotos e agora só aparecem 200, toda vez que posto uma foto nova, uma antiga some....
Entrei para desabafar, só eu que acho esses avisos que nos perseguem muito chatos? hahaha
E não vou deletar, apenas vou postar quando estiver com vontade ou entediada.
:)
Qualcuno mi ha fatto un bel regalo di compleanno: l'account pro. E' stato un gesto spontaneo, pure troppo! Però ho deciso di accettarlo e, in segno di riconoscenza, dedico a questa persona il notturno qui sopra. E' Foggia, la mia città. Questa è la Fontana del Sele.
Hope you like it/J'espère que tu l'aime. :)
Immagine protetta da copyright © Francesca De Sandoli.
Cosa può descrivere ciò che un padre prova per un figlio?
Spesso si parla e si legge dell'amore materno, di quel legame a doppio nodo tra madre e figlio, dell'infinità profondissima che c'è ta chi ha donato la vita e chi la ricevuta....e un padre?
Parlo per me e parlo di lui....16 anni senza perdere il tempo sempre sulla cresta dell'onda gioie e dolori condivisi fino all'ultimo respiro, scazzi e risate, musi lunghi e risate, prese in giro e coccole, dalla mattina alla sera, ho la fortuna di condividere con mio figlio buona parte della mia giornata, con i pro e contro che ne conseguono, stanotte abbiamo aspettato mezzanotte in un locale sul mare io e lui soli eravamo andati in bici in centro e dopo aver ascoltato della musica locale ci siamo detti: ma perchè non aspettiamo lo scoccare del PRIMo AGOSTO davanti a un buon mojito (per me ) e un buon Analcolico (per luii)?
Non se l'è fatto dire due volte e così, come due vecchi amiconi o come un padre e un figlio abbiamo aspettato mezzanotte ridendo scherzando prendendoci in giro, sparlando di ci ci stava intorno, facendo i "maschi" in un locale sul mare e festeggiando a modo nostro, con la sempicità che ha da sempre caratterizzato il nostro rapporto, il suo 16° compleanno.....
Oggi sarà la solita nostra giornata...mai uguale alle altre....mai banale......mai retorica...perchè noi due riusciamo siamo fatti così: un padre e un figlio segnati da un legame che va al di là dell'anagrafe.
Auguri Mattè!!!!!!!!!!!
.......nel senso che a fine mese cambio casa e questa vista me la devo scordare !!
Ma ci sono i pro........casetta indipendente e per di più carissimi amici vicini di casa :-)))
Scusate per la prolungata assenza ma sono incasinatissimo e già in fase di "inscatolamento" :)
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