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A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifícios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vítima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.
A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a província da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela província da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.
A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino Espírito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada às 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.
Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom Aloísio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.
Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo Abílio Ribeiro ss.cc.
Padroeiros:
A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS
A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifícios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vítima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.
A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a província da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela província da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.
A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino Espírito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada às 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.
Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom Aloísio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.
Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo Abílio Ribeiro ss.cc.
Padroeiros:
A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS
A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifícios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vítima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.
A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a província da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela província da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.
A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino Espírito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada às 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.
Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom Aloísio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.
Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo Abílio Ribeiro ss.cc.
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A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS
A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifícios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vítima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.
A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a província da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela província da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.
A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino Espírito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada às 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.
Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom Aloísio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.
Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo Abílio Ribeiro ss.cc.
Padroeiros:
A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS
De uma das obras de Julia Iguti.
Exposição Gravar: Técnica e Expressão. 14 de agosto a 29 de setembro de 2013 no Centro Integrado de Cultura (CIC) em Florianópolis (SC).
Woodblock
From one of Julia Iguti's works. From the exhibition entitled "Printing: Technique and Expression".
Madera tallada con un metodo abrasivo basado en una reserva en serigrafía.
To view the stamps visit obra gráfica
A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifícios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vítima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.
A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a província da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela província da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.
A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino Espírito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada às 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.
Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom Aloísio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.
Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo Abílio Ribeiro ss.cc.
Padroeiros:
A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS
Nossa matriz às 10h da manhã, na missa das crianças, celebra Pentecostes. Neste dia, o Círio Pascal é apagado e levado para o lado da pia batismal. Lembrar que o círio é PASCAL. É mantido aceso no tempo pascal e fora deste tempo, somente quando se relaciona ao mistério pascal (morte e ressurreição).
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Também após a missa, houve o sorteio mensal do carnê da campanha "Minha Paróquia Melhor".
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"Hoje celebramos a importante solenidade do Pentecostes. Se, num certo sentido, todas as solenidades litúrgicas da Igreja são grandes, maior é o Pentecostes porque, chegando ao quinquagésimo dia, assinala o cumprimento do acontecimento da Páscoa, da morte e ressurreição do Senhor Jesus, através da dádiva do Espírito do Ressuscitado. Para o Pentecostes, a Igreja preparou-nos nos dias passados com a sua oração, com a invocação reiterada e intensa a Deus, para alcançar uma renovada efusão do Espírito Santo sobre nós. Assim, a Igreja reviveu aquilo que acontecera nas suas origens quando os Apóstolos, reunidos no Cenáculo de Jerusalém, «perseveravam unanimemente na oração com as mulheres, entre as quais Maria, mãe de Jesus, e os irmãos dele» (Act 1, 14). Estavam congregados na expectativa humilde e confiante, que se cumprisse a promessa do Pai, a eles comunicada por Jesus: «Vós sereis baptizados no Espírito Santo, daqui a poucos dias... descerá sobre vós o Espírito Santo, que vos dará a sua força» (Act 1, 5.8).[...]
-Parte da homilia do papa Bento XVI, no dia 12 de junho de 2011, na Basílica Vaticana.
(© Copyright 2011 - Libreria Editrice Vaticana
Igreja Matriz de São Sebastião
The See of Ponta Delgada
Largo da Matriz
Centro
Ponta Delgada
São Miguel
Açores
Portugal 1992 🇵🇹
40º Passeio Fotográfico do Vale Foto Clube
Igreja Matriz de Imaculada Conceição
Cruzeiro/SP - 29 de Abril de 2012
Tivemos nessa manhã de domingo, dia 27 de outubro, o primeiro batizado celebrado pelo nosso diácono Henrique Ferreira Albuquerque. Foram 11 crianças a receberem o Santo Batismo, onde em cada uma se "...realiza o nascimento à partir da água e do espírito" (Jo 3,5).
Muito coincidentemente, num dia dedicado a São Frumêncio, bispo na Etiópia, a primeira comunidade cristã da África, onde logo na sua chegada fez o batismo do rei local, Ezana, e de muitos de seus súditos.
ARMAMAR (Portugal): Igreja Matriz.
A Igreja Matriz de Armamar (ou Igreja de São Miguel), cuja construção remonta possivelmente ao século XII, é o único monumento nacional do concelho de Armamar, Portugal. Sofreu várias intervenções posteriores à construção nos séculos XVII e XVIII.
Construída numa combinação de estilos românico e gótico, possui planta rectangular, com três naves e torre sineira de planta quadrada. Tanto a fachada como o interior estão construídos em cantaria de granito. Na parte posterior situa-se a capela-mor com cobertura em quarto de esfera.
Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Matriz_de_Armamar
A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifícios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vítima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.
A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a província da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela província da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.
A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino Espírito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada às 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.
Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom Aloísio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.
Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo Abílio Ribeiro ss.cc.
Padroeiros:
A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS
A Praça da Matriz de Porto Alegre, cujo nome oficial é Praça Marechal Deodoro, é uma praça da cidade de Porto Alegre, capital do estado do Rio Grande do Sul. Está localizada no coração da cidade, no centro histórico, e existe desde os primórdios da capital quando, ainda em 1773, chamava-se Largo do Palácio ou da Matriz.
Estabelecendo-se lentamente, até 1840 não passava de uma elevação erodida, sem qualquer adorno. Nesta década foram então construídas as primeiras calçadas e, em 1858, seu nome foi alterado para Praça Dom Pedro II, por ocasião da visita do imperador à capital da província. Logo depois foi instalado um chafariz, com estátuas de mármore, que simbolizavam os grandes rios da Bacia do Guaíba, hoje transferidos para a Praça Dom Sebastião, e resolveu-se dar início à arborização. Entretanto, uma fotografia tomada após 1870 mostra apenas poucas palmeiras.
O ajardinamento só foi empreendido de fato entre 1881 e 1883, incluindo 20 oliveiras vindas de Portugal. Em 1885 recebeu o Monumento ao Conde de Porto Alegre, depois removido para a praça que leva seu nome, a Praça Conde de Porto Alegre. Em 11 de dezembro de 1889, um decreto municipal alterou o nome do logradouro para Praça Marechal Deodoro, que conserva até os dias de hoje.
Em 24 de outubro de 1914 foi inaugurado o Monumento a Júlio de Castilhos, em homenagem ao grande estadista gaúcho Júlio de Castilhos. O monumento, em bronze, construído na gestão do governador Carlos Barbosa, foi criado pelo escultor Décio Villares. Cercam a figura central do governante diversas personificações de virtudes, como a Coragem e a Prudência, e de valores e instituições, como a Educação e o Civismo.
Depois disto, a praça recebeu grandes melhoramentos, que foram concluídos em 1919. Em 1927, onde se localizava o antigo prédio da Assembléia Legislativa, foi construído o primeiro Auditório Araújo Viana, para concertos da banda municipal, e que foi demolido na década de 1960 para erguer-se em seu lugar o Palácio Farroupilha.
Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Pra%C3%A7a_da_Matriz_(Porto_Alegre)
Iglesia la Matriz 2012
Valparaìso Chile
La fachada quedi impecables, ahora por lo que vi empezo la obra de restauracion por dentro.
(La restauración de la iglesia alcanza una inversión total de $250.881586, los que son financiados por el Programa de Recuperación y Desarrollo Urbano de Valparaíso (PRDUV), en conjunto con la Unesco y el Consejo de la Cultura y Las Artes, además de ser coordinado por el Consejo de Monumentos Nacionales.
La intervención en La Matriz contempla la reparación del muro testero, la reconstrucción de la linterna: siendo este uno de los elementos más característicos del templo tanto como fuente de luz para el interior como por ser avistada desde los cerros; además el proyecto incluye la instalación eléctrica del edificio, la reparación de la torre campanario y de muros laterales, puertas de acceso. ) soychile.cl
A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifícios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vítima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.
A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a província da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela província da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.
A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino Espírito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada às 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.
Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom Aloísio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.
Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo Abílio Ribeiro ss.cc.
Padroeiros:
A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS
A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifícios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vítima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.
A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a província da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela província da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.
A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino Espírito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada às 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.
Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom Aloísio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.
Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo Abílio Ribeiro ss.cc.
Padroeiros:
A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS