View allAll Photos Tagged Compositor

San Juan, Puerto Rico

Mi Galeria en B&N www.flickr.com/photos/samycollazo

Mi Galeria en Color www.flickr.com/photos/samycolor

Kodak Trix

Kodak D-76 dil. 1:1

Yashica Mat 124G

Yashinon 80mm F:3.5

Epson Perfection V500 Scanner

LIghtroom 3

Silver Efex Pro 2

Cantora, compositora e artista visual, não necessariamente nessa ordem. Mariana Degani sobe ao palco para o show de lançamento do primeiro disco solo de sua carreira, “Furtacor”, em São Paulo. 18.11.16

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2016/11/18/mariana-degani-apr...

flickriver.com/photos/javier1949/popular-interesting/

 

“Entre dos universos”

 

Estación de Metro Paco de Lucía, línea 9, calle Costa Brava, Mirasierra Madrid

Paco de Lucía: “Entre dos universos”, por Rosh333 y Okuda.

 

Graffiti y metro han estado vinculados desde hace décadas. Sin embargo, por primera vez una estación de metro va a contener de manera permanente una intervención artística llevada a cabo por graffiteros o artistas urbanos.

Desde Madrid Street Art Project se ha comisariado y coordinado este proyecto para la Comunidad de Madrid; en él, Rosh333 y Okuda, en estrecha colaboración con el arquitecto Antonyo Marest, han realizado su intervención artística para la nueva estación de Metro de Madrid Paco de Lucía, en la prolongación de la línea 9, e inaugurada en marzo de 2015 en la calle Costa Brava del barrio de Mirasierra.

La intervención lleva por título “Entre dos universos“, en homenaje al genial guitarrista y compositor y en referencia a su tema “Entre dos aguas”. La obra mide 300 metros cuadrados que representan el rostro del artista gaditano nacido en 1947 en Algeciras y fallecido el 25 de febrero de 2014 en Playa del Carmen (México). El guitarrista residía en el barrio de Mirasierra, de ahí que se le dedicara una de sus estaciones.

Consta de un mural principal en el que confluyen dos universos: a la izquierda, el de Rosh333, quien ha plasmado su característico lenguaje de líneas curvas, texturas, formas sinuosas y manchas de colores pastel; a la derecha el de Okuda, quien ha hecho lo propio a través de sus figuras geométricas, formas estrelladas y colores vibrantes. Ambos lenguajes y universos se funden en la zona central gracias a un retrato geometrizado de Paco de Lucía, realizado a cuatro manos.

Los artistas elegidos para decorar esta estación gozan de reconocido prestigio y han participado en diferentes proyectos tanto dentro como fuera de España. Por ejemplo, Okuda trabajó en Miami y Moscú, mientras que Rosh333 ha participado en el proyecto Víbora II, en el que se pintaron 35.000 metros cuadrados del antiguo cauce del río Vinalopó, en Elche, con piezas gigantescas de numerosos artistas urbanos. Este mismo artista, además, realizó en agosto otro gran mural de 150 metros en Santander, en el club de tiro, dentro de la programación cultural del mundial de vela.

Detrás de esta primera incursión de artistas urbanos en el metro de Madrid hay muchas horas de preparación y trabajo, un proceso que ha sido documentado gráfica y audiovisualmente.

 

www.abc.es/madrid/20140924/abci-estacion-paco-lucia-20140...

 

www.europapress.es/madrid/noticia-estacion-metro-paco-luc...

 

ccaa.elpais.com/ccaa/2014/09/25/madrid/1411668193_804835....

 

ccaa.elpais.com/ccaa/2015/03/25/madrid/1427306042_246229....

 

madridstreetartproject.com/%E2%86%92-paco-de-lucia-entre-...

 

Rosh333 rlove.es/

 

Okuda okudart.es/showcase/

 

COMPOSITOR MUSICAL: "Heredero".

  

Bueno aquí tenemos a Pablo, echándonos una de sus sonrisas, os recordaréis muchos de vosotros cuando he hecho la sesión del embarazo de su mamá Raquel, y el nacimiento de Pablo, pues ya con motivo de estos seis meses le he vuelto a hacer otra sesión, donde ya es todo un hombrecillo que hasta ya se comienza a sentar...., como en la foto anterior está borrosilla, pues no para ni un momento, voy a pasaros otras donde al menos no se movía tanto.

 

Os dejo con esta música de este contacto Heredero...., que acabo de conocer y me han maravillado sus composiciones.

 

Música Heredero: "Corazón de primavera", espero que os guste igual que a mí, besosssssss, para todos amigos, y muchas gracias por vuestros comentarios.

 

Bueno sabéis que para oir la música de fondo al tiempo que la foto solo tenéis que pinchar con el botón dcho sobre la canción, abrir una nueva pestaña y pulsáis sobre ella con el botón izdo y suena al tiempo que la imagen, podréis ponerla en grande mejor, para los que me preguntáis.

 

www.goear.com/listen/06ec4a4/primavera-en-mi-corazon-here...

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

Música sertaneja ou música caipira é um gênero musical do Brasil produzido a partir da década de 1910 por compositores rurais e urbanos, outrora chamada genericamente de modas, emboladas, e fado português cujo som da viola é predominante.1

 

O folclorista Cornélio Pires conheceu a música caipira, no seu estado original, nas fazendas do interior do Estado de São Paulo e assim a descreveu em seu livro "Conversas ao pé do Fogo":

 

-"Sua música se caracteriza por suas letras que lembra a típicas histórias do sertão'.

 

Cornélio Pires em seu livro "Sambas e Cateretês", recolheu letras de música cantadas nas fazendas do interior do estado de São Paulo no início do século XX, antes de existir a música caipira comercial e gravada em discos. Sem o livro "Sambas e Cateretês" estas composições teriam caído no esquecimento.

 

Inicialmente tal estilo de música foi propagado por uma série de duplas, com a utilização de violas e dueto vocal. Esta tradição segue até os dias atuais, tendo a dupla geralmente caracterizada por cantores com voz tenor (mais aguda), nasal e uso acentuado de um falsete típico. Enquanto o estilo vocal manteve-se relativamente estável ao longo das décadas, o ritmo, a instrumentação e o contorno melódico incorporaram aos poucos elementos de gêneros disseminados pela indústria cultural.1

 

Destacaram-se inicialmente, entre as duplas pioneiras nas gravações em disco de vinil, Zico Dias e Ferrinho, Laureano e Soares, Mandi e Sorocaba e Mariano e Caçula. Foram as primeiras duplas a cantar principalmente as chamadas modas de viola, de temática principalmente ligada à realidade cotidiana - casos de "A Revolução Getúlio Vargas" e "A Morte de João Pessoa", composições gravadas pelo duo Zico Dias e Ferrinho, em 1930, e "A Crise" e "A Carestia", modas de viola gravadas por Mandi e Sorocabinha, em 1934. Gradualmente, as modificações melódicas e temáticas (do rural para o urbano) e a adição de novos instrumentos musicais consolidaram, na década de 1980, um novo estilo moderno da música sertaneja, chamado hoje de "sertanejo romântico" - primeiro gênero de massa produzido e consumido no Brasil, sem o caráter geralmente épico ou satírico-moralista e menos frequentemente, lírico do "sertaneja de raiz".1 2

 

Tais modificações dentro do gênero musical têm provocado muitas confusões e discussões no país a cerca do que seria música caipira/sertaneja. Críticos literários, críticos musicais, jornalistas, produtores de discos, cantores de duplas sertanejas, compositores e admiradores debatem sobre as quais seriam as formas artísticas de expressão do gênero, que levam em conta as mudanças ocorridas ao longo de sua história. Muitos estudiosos seguem a tendência tradicional de integrar as músicas caipira e sertaneja como subgêneros dentro um só conjunto musical, estabelecendo fases e divisões: de 1929 até 1944, como "música caipira" (ou "música sertaneja raiz"); do pós-guerra até a década de 1960, como uma fase de transição da velha música caipira rumo à constituição do atual gênero sertanejo; e do final dos anos sessenta até a atualidade, como música "sertaneja romântica".2 Outros no meio acadêmico, no entanto, consideram "música caipira" e "música sertaneja" gêneros completamente independentes, baseado na ideia de que a primeira seria a música rural autêntica e/ou do homem rural autêntico, enquanto a segunda seria aquela feita, como "produto de consumo", nos grandes centros urbanos brasileiros por não-caipiras.3 4 Outros autores estendem o conceito de música caipira/sertaneja ao baião, ao xaxado e outros ritmos do interior do Norte e Nordeste.1

 

Se for adotado o critério de que música caipira e sertaneja são sinônimos, pode-se dividir este gênero musical em alguns subgêneros principais: "Caipira" (ou "Sertanejo de Raiz"), "Sertanejo Romântico" e "Sertanejo Universitário"

 

História

Antecedentes

 

"Certos locais afastados, longe das cidades, ainda que seja mais presente sua relação com o nordeste, do interior, que encontrou vegetação e clima hostis, além da dominação política dos "coronéis", obrigando a desenvolver uma cultura de resistência, do matuto, legitimamente sertanejo, conhecedor da caatinga. Difere-se da cultura caipira, especificamente originária na área que abrange os estados de Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins. Ali se desenvolveu uma cultura do colono que encontrou abundância de águas, terra produtiva e um clima mais ameno, típico do cerrado. É conhecida como "caipira" ou "sertaneja" a execução composta e executada das zonas rurais, do campo, a antiga Moda de viola. Os caipiras, duplas ou solo, utilizavam instrumentos típicos do Brasil, como viola caipira.

Primeira era

Tonico & Tinoco.

Inezita Barroso.

 

Foi em 1929 que surgiu a PRIMEIRA música sertaneja como se conhece hoje. Ela nasceu a partir de gravações feitas pelo jornalista e escritor Cornélio Pires de "causos" e fragmentos de cantos tradicionais rurais do interior paulista, sul e triângulo mineiros, sudeste goiano e matogrossense.1 Na época destas gravações pioneiras, o gênero era conhecido como música caipira, cujas letras evocavam o modo de vida do homem do interior (muitas vezes em oposição à vida do homem da cidade), assim como a beleza bucólica e romântica da paisagem interiorana (atualmente, este tipo de composição é classificada como "música sertaneja de raiz", com as letras enfatizadas no cotidiano e na maneira de cantar).nota 1

 

Além de Cornélio Pires e sua "Turma Caipira", destacaram-se nessa tendência, mesmo que gravando em época posterior, as duplas Alvarenga e Ranchinho, Torres e Florêncio, Tonico e Tinoco, Vieira e Vieirinha, entre outros, e canções populares como "Sergio Forero", de Cornélio Pires, "O Bonde Camarão" de Cornélio Pires e Mariano, "Sertão do Laranjinha", de Ariovaldo Pires e "Cabocla Tereza", de Ariovaldo Pires e João Pacífico.1

 

Atualmente, a música sertaneja de raiz ainda sobrevive, sendo divulgada, por exemplo, por Mazinho Quevedo, Daniel ou Inezita Barroso, com seu programa Viola Minha Viola.

Segunda era

Milionário & José Rico.

 

Uma nova fase na história da música sertaneja teve início após a Segunda Guerra Mundial, com a incorporação de novos estilos como polca europeira, os instrumentos (como o acordeom e a harpa).1 A temática vai tornando-se gradualmente mais amorosa, conservando, todavia, um caráter autobiográfico. nota 2

 

Alguns destaques desta época foram os duos Cascatinha e Inhana, Irmãs Galvão, Irmãs Castro, Sulino e Marrueiro, Palmeira e Biá, o trio Luzinho, Limeira e Zezinha (lançadores da música campeira) e o cantor José Fortuna (adaptador da guarânia~no Brasil). Ao florzinha da década de 1970, a dupla que mais se destacou foi Milionário e José Rico que modernizou o sertanejo e sistematizou o uso de elementos da tradição mexicana mariachi com floreios de violino e trompete para preencher espaços entre frases e golpes de glote que produzem uma qualidade soluçante na voz.(Milionário e José Rico também são conhecidos no meio sertanejo como "Os Pais Do Sertanejo Moderno")1 Outros nomes, como a dupla Pena Branca e Xavantinho, seguiam a antiga tradição caipira, enquanto o cantor Tião Carreiro inovava ao fundir o gênero com samba, coco e calango de sexo.

Terceira era

 

A introdução da guitarra elétrica e o chamado "ritmo jovem", pela dupla Léo Canhoto e Robertinho, no final da década de 1960, marcam o início da fase moderna da música sertaneja. Um dos integrantes do movimento musical Jovem Guarda, o cantor Sérgio Reis passou a gravar na década de 1970 repertório tradicional sertanejo, de forma a contribuir para a penetração mais ampla ao gênero. Renato Teixeira foi outro artista a se destacar àquela altura. Naquele período, os locais de performance da música sertaneja eram originalmente o circo, alguns rodeios e principalmente as rádios AM. Já a partir da década de 1980, essa penetração estendeu-se às rádios FM e também à televisão - seja em programas semanais matutinos de domingo ou em trilhas sonoras de novela ou programas especiais.nota 3

 

Durante os anos oitenta, houve uma exploração comercial massificada do sertanejo, somado, em certos casos, à uma releitura de sucessos internacionais e mesmo da Jovem Guarda. Dessa nova tendência romântica da música sertaneja surgiram inúmeros artistas, quase sempre em duplas, entre os quais, Milionário e José Rico (que tambem teve grande destaque e acensão), Trio Parada Dura, Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano, Chrystian & Ralf, João Paulo & Daniel, Chico Rey & Paraná, João Mineiro e Marciano, Gian e Giovani, Rick & Renner, Gilberto e Gilmar, além das cantoras Nalva Aguiar e Roberta Miranda. Alguns dos sucessos desta fase estão "Sonhei Com Você", de José Rico e Vicente Dias, "Fio de Cabelo", de Marciano e Darci Rossi, "Apartamento 37", de Leo Canhoto, "Pense em Mim", de Douglas Maio, "Entre Tapas e Beijos", de Nilton Lamas e Antonio Bueno, "É o Amor", de Zezé Di Camargo e "Evidências", de José Augusto e Paulo Sérgio Valle.

 

Houve uma crescente influência da música country norte-americana e da estética cowboy, observada nas suas vestimentas características e também no maior interesse pelas festas de rodeio e feiras agropecuárias, palcos para os novos cantores.5

 

Contra esta tendência mais comercial da música sertaneja, reapareciam nomes como da dupla Pena Branca e Xavantinho, adequando sucessos da MPB à linguagem das violas, e surgiam novos artistas como Almir Sater, violeiro sofisticado, que passeava entre as modas de viola e os blues. Na década seguinte, uma nova geração de artistas surgiu dentro do sertanejo disposta a se reaproximar das tradições caipiras, como Roberto Corrêa, Ivan Vilela, Pereira da Viola e Chico Lobo e Miltinho Edilberto.

 

•Sérgio Reis.

 

•Renato Teixeira.

 

•Chitãozinho.

 

•Xororó.

 

•Leonardo.

 

•Daniel.

 

•Zezé di Camargo & Luciano

 

Quarta era - Sertanejo Universitário

 

Atenta, a indústria fonográfica lançou na década de 2000 um movimento similar, chamado por alguns de sertanejo universitário, com nomes como Guilherme & Santiago, Maria Cecília & Rodolfo, João Bosco & Vinícius, César Menotti & Fabiano, Jorge & Mateus, Victor & Leo, Fernando & Sorocaba, Gusttavo Lima, Luan Santana, Michel Teló, Marcos & Belutti e João Neto & Frederico. Como esse movimento não para e ganha cada vez mais adeptos, o mercado que antes tinha como foco de surgimento de duplas e artistas sertanejos no estado de Goiás, hoje tem eleito novos ídolos do estado de Mato Grosso do Sul como a revelação escolar Luan Santana e a dupla Maria Cecília & Rodolfo. Porém, Goiás não deixou de revelar nomes no cenário nacional, surgiram os já citados Jorge & Mateus e João Neto e Frederico sem falar de artistas vinculados ao sertanejo mais massificado da década anterior, como Guilherme & Santiago, Bruno & Marrone, Edson & Hudson, e outros.

Blog – Enrico-Picciotto Fotos, vídeos e curiosidades

  

Dança sertaneja

 

A Dança Sertaneja Moderna tem suas origens nas danças sertanejas brasileiras. O termo "Sertanejo" foi inicialmente cunhado pelos portugueses no período das navegações para definir o interior da nova terra, diferindo-o do litoral. Mais tarde, aplicou-se ao interior do país de um modo geral. Assim, sendo o Sertão Brasileiro extremamente vasto, compreendendo as regiões interioranas do país desde o Sul ao Nordeste brasileiro, e tendo em sua história processos de colonização e choques culturais de diversos povos, percebemos inicialmente uma pluralidade ímpar na formação das Danças Sertanejas Tradicionais. Esta mescla de gêneros europeus, indígenas e por vezes africanos originou diversas danças pelo Brasil, levando-se em conta as particularidades históricas e culturais supracitadas de cada região.

 

Hoje é comum encontrar em diversos bares e boates pelo país a dança acompanhada dos ritmos da musica sertaneja.

 

Observa-se que o estilo de Dança Sertaneja Moderna (também conhecida como Dança Caipira Sertaneja ou Sertanejo Universitário ) tem se propagado e sofrido mutações com maior intensidade em regiões da Grande São Paulo e interior deste estado, como nas cidades de Taboão da Serra, Embu, Cotia, ABC Paulista e Região Metropolitana de Campinas, sendo toda esta região geográfica hoje o pólo de vanguarda da Dança Sertaneja.

 

Podemos classificar hoje a Dança Sertaneja Moderna como pertencente á família das Danças a Dois ou Danças de Salão, que caracterizam-se pelo improviso dado pela comunicação intrínseca que ocorre entre o par durante a dança (comunicação esta chamada por seus praticantes de "condução"), onde temos um "condutor" e um "conduzido". Esta compatibilidade entre o Sertanejo e outras danças em casal acabou por gerar, na Dança Sertaneja, grande influência e incorporação de movimentos de outros gêneros de Danças de Salão com forte presença no Interior Paulista e Grande São Paulo, sendo em maior grau o Forró, o Samba-Rock, e o Country; e mais recentemente o Zouk e o West Coast Swing.

  

O vanerão ou vanera tem se propagado na região sul do país, sob forte influencia das culturas locais, embora possua forte ligação com o baião e o vanerão nordestino. Paralelamente é encontrado junto a outros estilos de dança em bares e bailes do gênero, assim como o country.

 

Na região Centro-Oeste é comum os chamados "bailões", que apresentam as músicas sertanejas de toada mais animada, predominantemente das três últimas décadas do século XX. O estilo de dança é simples, sempre em par, comumente com passos de baião e xote. O chamado "dois pra lá, dois pra cá" é o passo predominante, o que levou o estilo a se popularizar nos bailões pelo fácil acompanhamento.

 

Blog – Enrico-Picciotto Fotos, vídeos e curiosidades

 

Cantora e compositora Adriana Calcanhotto lança seu novo trabalho "Olhos de Onda", álbum marcado por composições intimistas e arranjos que valorizam a sua voz e o som das cordas. São Paulo. 24.10.14

 

rogeriostella.wordpress.com/2014/10/25/adriana-calcanhott...

Música. Stephan Moccio. Compositor. October.

vimeo.com/17785173

 

Joyería. Teo Legido. Colección Escapadas.

Colgante. Tres Cubos.

teolegido.com/

 

Suelo.

Piezas en madera maciza de roble con 6 cm de espesor, biseladas y colocadas en punta hungría con un ángulo de 45º.

Inspirado en la tradición de los Châteaux franceses.

 

Rodapié.

Blanco, grueso, liso y sin perfil.

 

Techo.

Prismas triangulares.

Triángulo hueco. Techo tensado.

 

Puertas.

De suelo a techo. Ocultas.

 

Taburete. Uno o dos, ya no importa.

El taburete ST04 Backenzahn™ es un clásico del diseño convertido en un icono de la marca E15 que forma parte de la colección de varios museos.

Diseñado por Philipp Mainzer en 1996, se forma con cuatro patas de madera maciza idénticas que se estrechan hacia el suelo.

Cada taburete es único gracias al proceso de maduración de la madera en la que esta se agrieta, aprovechando este efecto natural en su construcción.

 

Focos de obra.

Trípode con foco. Gsc evolution.

 

Playeras.

Adidas.

 

Guillermo García Rodríguez

© All rights reserved. Please don't use this image without my explicit permission.

Compositor, cantautor, saxofonista y guitarrista

Wilson Moreira

Compositor

Acompanhado do tradicional Conjunto João Rubinato, o ator Cassio Scapin e os cantores Luiza Possi e Tiago Abravanel dão continuidade ao projeto em celebração da vida e obra do compositor Adoniran Barbosa (1910-1982) e apresentam o show “Adonirando” em São Paulo. 28.08.18

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2018/08/28/adonirando-uma-hom...

 

Diogo Nogueira

Cantor e compositor

Cantora, compositora e violonista, Rosa Passos está completando três décadas e meia de uma trajetória artística de sucesso. Para comemorar a data, ela apresenta o espetáculo “Rosa Passos – 35 Anos de Carreira”, em São Paulo. 24.04.16

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2016/04/25/rosa-passos-35-ano...

"Além de compositor, regente e flautista, Hans-Joachim Koellreutter foi antes de tudo um professor. Em 1941, contratado pelos pais de Tom Jobim, começou a lecionar piano e harmonia para o futuro criador da Bossa Nova que só tinha 13 anos. Foi seu primeiro professor de música. Além de Jobim, Koellreutter ensinou e influenciou, durante toda sua vida, uma legião de músicos populares e eruditos. Entre eles: Djalma Corrêa, Caetano Veloso, Tom Zé, Gilberto Mendes, Marlos Nobre, Tim Rescala, Clara Sverner, Gilberto Tinetti, Marcelo Bratke, Nelson Ayres, Paulo Moura, Roberto Sion, José Miguel Wisnik, Diogo Pacheco, Isaac Karabtchevsky, Janete El Haouli e Júlio Medaglia." - WIKIPEDIA -

Após o falecimento do músico, sua viúva doou seus bens para a UFSJ em S.João del-Rei (MG), onde foi criado um pequeno museu - ali ficam expostos alguns de seus pertences como esta flauta...caximbos, etc..

Para consultas...

pt.wikipedia.org/wiki/Hans-Joachim_Koellreutter

 

Cícero

Cantor & compositor

Cantor e compositor Paulinho Moska apresenta “Violoz”, show solo apenas com voz e seus violões preferidos, em São Paulo. 23.07.16

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2016/07/24/os-violoes-preferi...

Biografía

De pequeño fue compañero de colegio de Sergio Leone con el que más tarde colaboró en casi todas sus películas hasta la muerte de éste. Tras el colegio, ingresó en el Conservatorio Santa Cecilia de Roma, donde estudió trompeta y composición. Su carrera cinematográfica empezó en los años 60; está aún activo, por lo que es uno de los compositores actuales más prolíficos, con unos 500 trabajos en su haber.

 

Ha sido muy criticado por unos y muy aclamado por otros, debido a su atípica música, pero ante todo ha sido valiente integrando instrumentos poco comunes entre las grandes orquestas. En el año 1964 tocó en el grupo de improvisación Nuova Consonanza fundado por Franco Evangelisti.

 

Tampoco ha pasado desapercibida su colaboración con grandes directores como Pier Paolo Pasolini, Bernardo Bertolucci, Gillo Pontecorvo, Brian de Palma, Marco Bellocchio o incluso Pedro Almodóvar con ¡Átame!.

 

Es uno de los más conocidos de los compositores cinematográficos, gracias sobre todo a la música de los "spaghetti western", pero también gracias a las bellas melodías de Días del cielo, La misión o Cinema Paradiso.

 

También ha compuesto obras para series de televisión; entre las más conocidas están Moisés, Marco Polo, La Piovra o El secreto del Sahara.

  

Compuso la marcha de la Copa Mundial de FIFA Argentina 1978.

  

[editar] Filmografía

[editar] Años 1950

1959 - Muerte de un amigo (no acreditado), dirigida por Franco Rossi

[editar] Años 1960

1961 - El federal, dirigida por Luciano Salce

1962 - Deseo loco, dirigida por Luciano Salce

1962 - Jóvenes al sol, dirigida por Camillo Mastrocinque

1962 - La cuccagna, dirigida por Luciano Salce

1963 - El éxito, dirigida por Mauro Morassi

1963 - Todo es música, dirigida por Domenico Modugno

1963 - Dos monjitas, dirigida por Luciano Salce

1963 - I basilischi, dirigida por Lina Wertmüller

1963 - Gringo, dirigida por Ricardo Blasco

1964 - De rodillas ante ti, dirigida por Ettore Maria Fizzarotti

1964 - La scoperta dell'America

1964 - Los motorizados, dirigida por Camillo Mastrocinque

1964 - ...e la donna creò l'uomo, dirigida por Camillo Mastrocinque

1964 - I maniaci, dirigida por Lucio Fulci

1964 - Antes de la revolución, dirigida por Bernardo Bertolucci

1964 - Llegaron los marcianos, dirigida por Franco Castellano y Giuseppe Moccia

1964 - I malamondo, dirigida por Paolo Cavara

1964 - I due evasi di Sing Sing, dirigida por Lucio Fulci

1964 - Por un puñado de dólares, dirigida por Sergio Leone

1964 - Las pistolas no discuten, dirigida por Mario Caiano

1965 - Non son degno di te, dirigida por Ettore Maria Fizzarotti

1965 - Thrilling, dirigida por Carlo Lizzani, Gian Luigi Polidoro y Ettore Scola

1965 - Menage a la italiana, dirigida por Franco Indovina

1965 - El octavo hombre, dirigida por Luciano Salce

1965 - Se non avessi più te, dirigida por Ettore Maria Fizzarotti

1965 - Una pistola para Ringo, dirigida por Duccio Tessari

1965 - Gli amanti d'oltretomba, dirigida por Mario Caiano

1965 - Altissima pressione, dirigida por Enzo Trapani

1965 - I pugni in tasca, dirigida por Marco Bellocchio

1965 - Idoli controluce, dirigida por Enzo Battaglia

1965 - El retorno de Ringo, dirigida por Duccio Tessari

1965 - La muerte tenía un precio, dirigida por Sergio Leone

1966 - Sugar Colt (no acreditado), dirigida por Franco Giraldi

1966 - Frente al amor y la muerte, dirigida por Carlo Lizzani

1966 - Un río de dólares, dirigida por Carlo Lizzani

1966 - Lo squarciagola (TV), dirigida por Luigi Squarzina

1966 - La ragazza del bersagliere, dirigida por Alessandro Blasetti

1966 - Mi vedrai tornare, dirigida por Ettore Maria Fizzarotti

1966 - Per Firenze, dirigida por Franco Zeffirelli

1966 - Siete pistolas para los MacGregor, dirigida por Franco Giraldi

1966 - Agente 505, muerte en Beirut, dirigida por Manfred R. Kohler

1966 - Pajaritos y pajarracos, dirigida por Pier Paolo Pasolini

1966 - El Greco, dirigida por Luciano Salce

1966 - La batalla de Argel, dirigida por Gillo Pontecorvo

1966 - Un uomo a metà, dirigida por Vittorio De Seta

1966 - La Biblia en su principio (no acreditado), dirigida por John Huston

1966 - Das Gewisse Etwas der Frauen, dirigida por Luciano Salce

1966 - Joe, el implacable, dirigida por Sergio Corbucci

1966 - El halcón y la presa, dirigida por Sergio Sollima

1966 - Yo soy la revolución, dirigida por Damiano Damiani

1966 - El bueno, el feo y el malo, dirigida por Sergio Leone

1967 - Scusi, facciamo l'amore?, dirigida por Vittorio Caprioli

1967 - De hombre a hombre, dirigida por Giulio Petroni

1967 - El aventurero, dirigida por Terence Young

1967 - Il giardino delle delizie, dirigida por Silvano Agosti

1967 - Gran golpe contra las S.S., dirigida por Alberto De Martino

1967 - Las brujas, dirigida por Mauro Bolognini, Vittorio De Sica, Pier Paolo Pasolini, Franco Rossi y Luchino Visconti

1967 - Los largos días de la venganza, dirigida por Florestano Vancini

1967 - Siete mujeres para los MacGregor, dirigida por Franco Giraldi

1967 - Todos los hermanos eran agentes, dirigida por Alberto De Martino

1967 - Los despiadados, dirigida por Sergio Corbucci

1967 - Sin rival, dirigida por Alberto Lattuada

1967 - La Cina è vicina, dirigida por Marco Bellocchio

1967 - Diamantes a gogó, dirigida por Giuliano Montaldo

1967 - El harén, dirigida por Marco Ferreri

1967 - La muchacha y el general, dirigida por Pasquale Festa Campanile

1967 - Cara a cara, dirigida por Sergio Sollima

1967 - Arabella, dirigida por Mauro Bolognini

1968 - Grazie zia, dirigida por Salvatore Samperi

1968 - Mangiala / Eat It, dirigida por Francesco Casaretti

1968 - El magnífico Tony Carrera, dirigida por José Antonio de la Loma

1968 - Ecce Homo, dirigida por Bruno Gaburro

1968 - Italia vista dal cielo, dirigida por Folco Quilici

1968 - Tepepa, dirigida por Giulio Petroni

1968 - Corre, Cuchillo, corre, dirigida por Sergio Sollima

1968 - Diabolik, dirigida por Mario Bava

1968 - Escalation, dirigida por Roberto Faenza

1968 - Los cañones de San Sebastián, dirigida por Henri Verneuil

1968 - Comandamenti per un gangster, dirigida por Alfio Caltabiano

1968 - Appunti per un film sull'India (TV), dirigida por Pier Paolo Pasolini

1968 - Salario para matar, dirigida por Sergio Corbucci

1968 - Por techo, las estrellas, dirigida por Giulio Petroni

1968 - Teorema, dirigida por Pier Paolo Pasolini

1968 - Partner, dirigida por Bernardo Bertolucci

1968 - El gran Silencio, dirigida por Sergio Corbucci

1968 - Roma como Chicago, dirigida por Alberto De Martino

1968 - Hasta que llegó su hora, dirigida por Sergio Leone

1969 - Sin saber nada de ella, dirigida por Luigi Comencini

1969 - Giotto, dirigida por Luciano Emmer

1969 - 1943: un incontro (TV), dirigida por Alfredo Giannetti

1969 - L'assoluto naturale, dirigida por Mauro Bolognini

1969 - Y Dios está con nosotros, dirigida por Giuliano Montaldo

1969 - Vergogna schifosi, dirigida por Mauro Severino

1969 - La donna invisibile, dirigida por Paolo Spinola

1969 - Fräulein Doktor, dirigida por Alberto Lattuada

1969 - Cuore di mamma, dirigida por Salvatore Samperi

1969 - L'alibi, dirigida por Adolfo Celi, Vittorio Gassman y Luciano Lucignani

1969 - Galileo, dirigida por Liliana Cavani

1969 - La monja de Monza, dirigida por Eriprando Visconti

1969 - Las Vegas 1970, dirigida por Giuliano Montaldo

1969 - Supongamos que una noche cenando..., dirigida por Giuseppe Patroni Griffi

1969 - Un bellissimo novembre, dirigida por Mauro Bolognini

1969 - Guapa, ardiente y peligrosa, dirigida por Francesco Maselli

1969 - Un tranquilo posto di campagna, dirigida por Elio Petri

1969 - H2S, dirigida por Roberto Faenza

1969 - Sai cosa faceva Stalin alle donne?, dirigida por Maurizio Liverani

1969 - Un ejército de cinco hombres, dirigida por Don Taylor y Italo Zingarelli

1969 - La stagione dei sensi, dirigida por Massimo Franciosa

1969 - Un verano contigo, dirigida por Renato Castellani

1969 - El clan de los sicilianos, dirigida por Henri Verneuil

1969 - Zenabel, dirigida por Ruggero Deodato

1969 - Queimada, dirigida por Gillo Pontecorvo

1969 - La tienda roja, dirigida por Mikhail Kalatozov

1970 - Metello, dirigida por Mauro Bolognini

1970 - La Califa, dirigida por Alberto Bevilacqua

1970 - Uccidete il vitello grasso e arrostitelo, dirigida por Salvatore Samperi

1970 - La sciantosa (TV), dirigida por Alfredo Giannetti

1970 - "Giovanni ed Elviruccia" (mini-serie TV), dirigida por Paolo Panelli

1970 - Investigación sobre un ciudadano libre de toda sospecha, dirigida por Elio Petri

1970 - Dos mulas y una mujer, dirigida por Don Siegel

1970 - El pájaro de las plumas de cristal, dirigida por Dario Argento

1970 - Sola frente a la violencia, dirigida por Damiano Damiani

1970 - Destino: Estambul 68, dirigida por Miguel Iglesias

1970 - Nido de avispas, dirigida por Phil Karlson y Franco Cirino

1970 - Ciudad violenta, dirigida por Sergio Sollima

1970 - Los caníbales, dirigida por Liliana Cavani

1970 - Cuando las mujeres tenían cola, dirigida por Pasquale Festa Campanile

1970 - Días de angustia, dirigida por Luciano Ercoli

1970 - Giochi particolari, dirigida por Franco Indovina

1970 - Los compañeros, dirigida por Sergio Corbucci

[editar] Años 1970

1971 - Oceano, dirigida por Folco Quilici

1971 - Correva l'anno di Grazia 1870 (TV), dirigida por Alfredo Giannetti

1971 - "Nessuno deve sapere" (mini-serie TV), dirigida por Mario Landi

1971 - Amor anónimo, dirigida por Piero Schivazappa

1971 - Forza 'G', dirigida por Duccio Tessari

1971 - Tre nel mille, dirigida por Franco Indovina

1971 - El gato de las nueve colas, dirigida por Dario Argento

1971 - Una lagartija con piel de mujer, dirigida por Lucio Fulci

1971 - Sacco y Vanzetti, dirigida por Giuliano Montaldo

1971 - Veruschka, dirigida por Franco Rubartelli

1971 - Los fríos ojos del miedo, dirigida por Enzo G. Castellari

1971 - El Decamerón, dirigida por Pier Paolo Pasolini

1971 - La tarántula del vientre negro, dirigida por Paolo Cavara

1971 - El día negro, dirigida por Luigi Bazzoni

1971 - Il giorno del giudizio, dirigida por Mario Gariazzo

1971 - Sin móvil aparente, dirigida por Philippe Labro

1971 - La clase obrera va al paraíso, dirigida por Elio Petri

1971 - Adiós, hermano cruel, dirigida por Giuseppe Patroni Griffi

1971 - El caso está cerrado, olvídelo, dirigida por Damiano Damiani

1971 - La corta notte delle bambole di vetro, dirigida por Aldo Lado

1971 - ¡Agáchate, maldito!, dirigida por Sergio Leone

1971 - Maddalena, dirigida por Jerzy Kawalerowicz

1971 - El furor de la codicia, dirigida por Henri Verneuil

1971 - Cuatro moscas sobre terciopelo gris, dirigida por Dario Argento

1971 - ¡Viva la muerte... tuya!, dirigida por Duccio Tessari

1972 - De amor se muere, dirigida por Carlo Carunchio

1972 - Crescete e moltiplicatevi, dirigida por Giulio Petroni

1972 - L'uomo e la magia (TV), dirigida por Sergio Giordani

1972 - Esa clase amor, dirigida por Alberto Bevilacqua

1972 - Bianchi bandinelli e la Colonna Traiana, dirigida por Luciano Emmer

1972 - Fiorina la vacca, dirigida por Vittorio De Sisti

1972 - L'automobile (TV), dirigida por Alfredo Giannetti

1972 - ¿Quién la ha visto morir?, dirigida por Aldo Lado

1972 - Guttoso e il 'Marat morto' di David (TV), dirigida por Luciano Emmer

1972 - Quando la preda è l'uomo / Spogliati, protesta, uccidi!, dirigida por Vittorio De Sisti

1972 - Jaque mate siciliano, dirigida por Florestano Vancini

1972 - Les deux saisons de la vie, dirigida por Samy Pavel

1972 - La cosa buffa, dirigida por Aldo Lado

1972 - "I nicotera" (mini-serie TV), dirigida por Salvatore Nocita

1972 - El cerebro del mal, dirigida por Sergio Sollima

1972 - Anche se volessi lavorare, che faccio?, dirigida por Flavio Mogherini

1972 - Proceso a un estudiante acusado de homicidio, dirigida por Mauro Bolognini

1972 - I figli chiedono perché, dirigida por Nino Zanchin

1972 - L'ultimo uomo di Sara, dirigida por Maria Virginia Onorato

1972 - Lui per lei, dirigida por Claudio Rispoli

1972 - Sumario sangriento de la pequeña Estefanía, dirigida por Tonino Valerii

1972 - Quando le donne persero la coda, dirigida por Pasquale Festa Campanile

1972 - Le tueur, dirigida por Denys de La Patellière

1972 - Qué habéis hecho con Solange?, dirigida por Massimo Dallamano

1972 - Los Cuentos de Canterbury, dirigida por Pier Paolo Pasolini

1972 - Il maestro e Margherita, dirigida por Aleksandar Petrovic

1972 - Los hijos del día y de la noche, dirigida por Sergio Corbucci

1972 - Barba Azul, dirigida por Edward Dmytryk y Luciano Sacripanti

1972 - El atentado, dirigida por Yves Boisset

1972 - Sbatti il mostro in prima pagina, dirigida por Marco Bellocchio

1972 - Le moine, dirigida por Adonis Kyrou

1972 - Un hombre a respetar, dirigida por Michele Lupo

1972 - El retorno de Clint el solitario, dirigida por Alfonso Balcázar

1972 - ¿Qué nos importa la revolución?, dirigida por Sergio Corbucci

1972 - Ya le llaman Providencia, dirigida por Giulio Petroni

1973 - Libertad, amor mío, dirigida por Mauro Bolognini

1973 - Cuando el amor es sólo sexo, dirigida por Vittorio De Sisti

1973 - La sepultada viva, dirigida por Aldo Lado

1973 - Allonsanfan, dirigida por Paolo Taviani y Vittorio Taviani

1973 - El Serpiente, dirigida por Henri Verneuil

1973 - El amargo deseo de la propiedad, dirigida por Elio Petri

1973 - Revólver, dirigida por Sergio Sollima

1973 - Muerte en Roma, dirigida por George P. Cosmatos

1973 - Vaarwell, dirigida por Guido Pieters

1973 - El bruto, el listo y el capitán, dirigida por Alberto De Martino

1973 - Giordano Bruno, dirigida por Giuliano Montaldo

1973 - Mi nombre es Ninguno, dirigida por Tonino Valerii

1974 - Los amores prohibidos de una adolescente, dirigida por Aldo Lado

1974 - La sonrisa del gran tentador, dirigida por Damiano Damiani

1974 - El Anticristo, dirigida por Alberto De Martino

1974 - Spasmo, dirigida por Umberto Lenzi

1974 - Mussolini, último acto, dirigida por Carlo Lizzani

1974 - Sesso in confessionale, dirigida por Vittorio De Sisti

1974 - Las mil y una noches, dirigida por Pier Paolo Pasolini

1974 - El trío infernal, dirigida por Francis Girod

1974 - Milano odia: la polizia non può sparare, dirigida por Umberto Lenzi

1974 - La gran burguesía, dirigida por Mauro Bolognini

1974 - El secreto, dirigida por Robert Enrico

1974 - "Moisés, la ley del desierto" (mini-serie TV), Gianfranco De Bosio

1975 - Gente de respeto, dirigida por Luigi Zampa

1975 - A Escola Aberta

1975 - Labbra di lurido blu, dirigida por Giulio Petroni

1975 - Prostitución de menores, dirigida por Carlo Lizzani y Mino Giarda

1975 - Macchie solari, dirigida por Armando Crispino

1975 - El último tren de la noche, dirigida por Aldo Lado

1975 - Pánico en la ciudad, dirigida por Henri Verneuil

1975 - La Faille, dirigida por Peter Fleischmann

1975 - "Space 1999" (serie TV) (episodios desconocidos)

1975 - Leonor, dirigida por Juan Luis Buñuel

1975 - El puente sobre Estambul, dirigida por Maximilian Schell

1975 - Divina criatura, dirigida por Giuseppe Patroni Griffi

1975 - Por las antiguas escaleras, dirigida por Mauro Bolognini

1975 - Víctimas del terrorismo, dirigida por Edward Dmytryk

1975 - Saló o los 120 días de Sodoma, dirigida por Pier Paolo Pasolini

1975 - El Genio, dirigida por Damiano Damiani

1975 - La mujer del domingo, dirigida por Luigi Comencini

1976 - Ariel Limon, dirigida por Ramón Aupart

1976 - L'arriviste, dirigida por Samy Pavel

1976 - Una vita venduta, dirigida por Aldo Florio

1976 - Attenti al buffone, dirigida por Alberto Bevilacqua

1976 - L'Agnese va a morire, dirigida por Giuliano Montaldo

1976 - Drammi gotichi (TV)

1976 - Per amore, dirigida por Mino Giarda

1976 - San Babila ore 20 un delitto inutile, dirigida por Carlo Lizzani

1976 - Todo modo, dirigida por Elio Petri

1976 - Novecento, dirigida por Bernardo Bertolucci

1976 - La herencia Ferramonti, dirigida por Mauro Bolognini

1976 - El desierto de los tártaros, dirigida por Valerio Zurlini

1977 - Il mostro, dirigida por Luigi Zampa

1977 - Corleone, dirigida por Pasquale Squitieri

1977 - Stato interessante, dirigida por Sergio Nasca

1977 - René la canne, dirigida por Francis Girod

1977 - Venganza en el hampa, dirigida por Sohban Kologlu, Stepan Melikyan y Jean-Marie Pallardy

1977 - Exorcista II, el hereje, dirigida por John Boorman

1977 - Orca, la ballena asesina, dirigida por Michael Anderson

1977 - La fuerza del silencio, dirigida por Pasquale Squitieri

1977 - El cínico y la casada, dirigida por Pasquale Festa Campanile

1978 - Holocausto 2000, dirigida por Alberto De Martino

1978 - Il prigionero (TV), dirigida por Aldo Lado

1978 - Le mani sporche (TV), dirigida por Elio Petri

1978 - L'immoralità, dirigida por Massimo Pirri

1978 - Vicios de verano (episodio: "Sarò tutta per te"), dirigida por Mauro Bolognini y Luciano Salce

1978 - Forza Italia, dirigida por Roberto Faenza

1978 - "Invito allo sport" (serie TV)

1978 - La casa de los desmadres, dirigida por Luigi Comencini

1978 - Madame Petit, dirigida por Christian Gion

1978 - "Noi lazzaroni" (mini-serie TV), dirigida por Giorgio Pelloni

1978 - "An Englishman's Castle" (serie TV) (episodios: #1.1; #1.2 y #1..3)

1978 - Pedro Páramo, dirigida por José Bolaños

1978 - Días del cielo, dirigida por Terrence Malick

1978 - Así como eres, dirigida por Alberto Lattuada

1978 - Vicios pequeños, dirigida por Edouard Molinaro

1979 - Dedicato al mare Egeo, dirigida por Masuo Ikeda

1979 - Buena noticias, dirigida por Elio Petri

1979 - Ten to Survive

1979 - Il giocattolo, dirigida por Giuliano Montaldo

1979 - Viaje con Anita, dirigida por Mario Monicelli

1979 - L'umanoide, dirigida por Aldo Lado

1979 - Lazos de sangre, dirigida por Terence Young

1979 - La luna, dirigida por Bernardo Bertolucci

1979 - El prado, dirigida por Paolo Taviani y Vittorio Taviani

1979 - Operación Ogro, dirigida por Gillo Pontecorvo

1979 - "Orient-Express" (mini-serie TV), dirigida por Daniele D'Anza, Bruno Gantillon y Marcel Moussy

1979 - I... como Icaro, dirigida por Henri Verneuil

1980 - The Fantastic World of M.C. Escher, dirigida por Michele Emmer

1980 - Bugie bianche / Professione figlio, dirigida por Stefano Rolla

1980 - Si salvi chi vuole, dirigida por Roberto Faenza

1980 - Uomini e no, dirigida por Valentino Orsini

1980 - Ventanas, dirigida por Gordon Willis

1980 - Spaghetti, dirigida por Carlo Verdone

1980 - Stark System, dirigida por Armenia Balducci

1980 - Nouvelles rencontres, dirigida por Jean Luret

1980 - La isla, dirigida por Michael Ritchie

1980 - L'oeil, dirigida por Jean Luret

1980 - Il bandito dagli occhi azzurri, dirigida por Alfredo Giannetti

1980 - La banquera, dirigida por Francis Girod

1980 - La jaula de las locas (La cage aux folles II), dirigida por Edouard Molinaro

[editar] Años 1980

1981 - Il pianeta azzuro, dirigida por Franco Piavoli

1981 - Bianco, rosso e Verdone, dirigida por Carlo Verdone

1981 - La storia vera della signora dalle camelie, dirigida por Mauro Bolognini

1981 - Dos granujas en el oeste, dirigida por Michele Lupo

1981 - El buen ladrón, dirigida por Pasquale Festa Campanile

1981 - La disubbidienza, dirigida por Aldo Lado

1981 - Profesor a mi medida, dirigida por Andrew Bergman

1981 - La historia de un hombre ridículo, dirigida por Bernardo Bertolucci

1981 - El profesional, dirigida por Georges Lautner

1982 - Porca vacca, dirigida por Pasquale Festa Campanile

1982 - Nana, dirigida por Dan Wolman

1982 - Espion, lève-toi, dirigida por Yves Boisset

1982 - La marca de la mariposa, dirigida por Matt Cimber

1982 - A Time to Die, dirigida por Matt Cimber

1982 - "Marco Polo" (mini-serie TV), dirigida por Giuliano Montaldo

1982 - La cosa, dirigida por John Carpenter

1982 - Perro blanco, dirigida por Samuel Fuller

1982 - Lazo mortal, dirigida por Alberto De Martino

1982 - Maja Plisetskaja, dirigida por István Szintai

1983 - El rufián, dirigida por José Giovanni

1983 - El tesoro de las cuatro coronas, dirigida por Ferdinando Baldi

1983 - The Scarlet and the Black (TV), dirigida por Jerry London

1983 - Orden de muerte, dirigida por Roberto Faenza

1983 - Hundra, dirigida por Matt Cimber

1983 - La llave secreta, dirigida por Tinto Brass

1983 - El marginal, dirigida por Jacques Deray

1983 - Aventuras en el Sahara, dirigida por Andrew V. McLaglen

1984 - Wer war Edgar Allan? (TV), dirigida por Michael Haneke

1984 - Érase una vez en América, dirigida por Sergio Leone

1984 - Ladrones en la noche, dirigida por Samuel Fuller

1984 - Geheimcode: Wildgänse, dirigida por Antonio Margheriti

1984 - Die Försterbuben (TV), dirigida por Peter Patzak

1985 - "La Piovra 2" (mini-serie TV), dirigida por Florestano Vancini

1985 - "Via Mala" (mini-serie TV), dirigida por Tom Toelle

1985 - El guerrero rojo, dirigida por Richard Fleischer

1985 - La jaula, dirigida por Giuseppe Patroni Griffi

1985 - Comando Leopardo, dirigida por Antonio Margheriti

1985 - El arrepentido, dirigida por Pasquale Squitieri

1985 - La jaula de las locas/Ellas se casan, dirigida por Georges Lautner

1986 - La veneciana, dirigida por Mauro Bolognini

1986 - La misión, dirigida por Roland Joffé

1986 - C.A.T. Squad (TV), dirigida por William Friedkin

1987 - Adiós Moscú", dirigida por Mauro Bolognini

1987 - La Piovra 3 (mini-serie TV), dirigida por Luigi Perelli

1987 - Quartiere, dirigida por Silvano Agosti

1987 - Il giorno prima, dirigida por Giuliano Montaldo

1987 - Los intocables de Elliot Ness, dirigida por Brian De Palma

1987 - Gli occhiali d'oro, dirigida por Giuliano Montaldo

1987 - Desbocado, dirigida por William Friedkin

1988 - Camillo Castiglioni oder die Moral der Haifische (TV), dirigida por Peter Patzak

1988 - "Gli Indifferenti" (mini-serie TV), dirigida por Mauro Bolognini

1988 - Il cuore di mamma, dirigida por Gioia Benelli

1988 - Gli angeli del potere (TV), dirigida por Giorgio Albertazzi

1988 - "El secreto del Sahara" (mini-serie TV), dirigida por Alberto Negrin

1988 - Frenético, dirigida por Roman Polanski

1988 - Tiempo de destino, dirigida por Gregory Nava

1988 - C.A.T. Squad: Python Wolf (TV), dirigida por William Friedkin

1988 - Cinema Paradiso, dirigida por Giuseppe Tornatore

1988 - "La Piovra 4" (mini-serie TV), dirigida por Luigi Perelli

1989 - 12 registi per 12 città (episodio "Firenze" and "Udine")

1989 - "El príncipe del desierto" (mini-serie TV)

1989 - Corazones de hierro

1989 - Creadores de sombra

1989 - "I promessi sposi" (mini-serie TV)

1990 - "La Piovra 5 - Il cuore del problema" (mini-serie TV)

1990 - Crónica a tres columnas

1990 - Ennio Morricone: la musica negli occhi

1990 - ¡Átame!

1990 - The Endless Game (TV)

1990 - Dimenticare Palermo

1990 - Voyage of Terror: The Achille Lauro Affair (TV)

1990 - El gran hombre

1990 - Están todos bien

1990 - Tracce di vita amorosa

1990 - El clan de los irlandeses

1990 - Cacciatori di navi (TV)

1990 - Hamlet, el honor de la venganza

[editar] Años 1990

1991 - Ilona und Kurti

1991 - Mio caro dottor Gräsler

1991 - Money

1991 - Tempo di uccidere

1991 - La domenica specialmente

1991 - La Thune

1991 - Bugsy

1992 - Beyond Justice

1992 - Una storia italiana (TV)

1992 - "La Piovra 6 - L' ultimo segreto" (mini-serie TV)

1992 - A Csalás gyönyöre

1992 - La ciudad de la alegría

1992 - La villa de los viernes

1993 - Plaza de España (mini-serie TV)

1993 - Missus (TV)

1993 - Roma imago urbis

1993 - Jona che visse nella balena

1993 - La escolta

1993 - En la línea de fuego

1993 - Il lungo silenzio

1994 - Abraham (TV)

1994 - Una pura formalidad

1994 - Lobo

1994 - Genesi: La creazione e il diluvio (TV)

1994 - Un asunto de amor

1994 - Jacob (TV)

1994 - Acoso

1995 - "La Piovra 7 - Indagine sulla morte del comissario Cattani" (mini-serie TV)

1995 - Ennio Morricone (TV)

1995 - L'uomo proiettile

1995 - Joseph (TV)

1995 - La noche y el momento

1995 - "Il barone" (mini-serie TV)

1995 - Pasolini, un delitto italiano

1995 - El hombre de las estrellas

1996 - "Nostromo" (mini-serie TV)

1996 - I magi randagi

1996 - Estrella del Norte

1996 - La sindrome di Stendhal

1996 - Vite strozzate

1996 - Sostiene Pereira

1996 - Ninfa plebea

1996 - La loba

1996 - Samson and Delilah (TV)

1997 - Naissance des stéréoscopages

1997 - Con rabbia e con amore

1997 - Cartoni animati

1997 - In fondo al cuore (TV)

1997 - Giro al infierno

1997 - Lolita

1997 - Salomon (TV)

1997 - Il quarto re (TV)

1998 - I guardiani del cielo (TV)

1998 - Ultimo (TV)

1998 - Bulworth

1998 - La casa bruciata (TV)

1998 - La leyenda del pianista en el océano

1998 - Il fantasma dell'opera

1999 - Nanà (TV)

1999 - Ultimo 2 - La sfida (TV)

1999 - Esther (TV)

1999 - Morte di una ragazza perbene (TV)

2000 - Padre Pio - Tra cielo e terra (TV)

2000 - Canone inverso - making love

2000 - Misión a Marte

2000 - Vatel

2000 - Malèna

[editar] Años 2000

2001 - La Piovra 10 (TV)

2001 - La ragion pura

2001 - Un altro mondo è possibile

2001 - Aida degli alberi

2002 - "Alejo y Valentina" (mini-serie TV)

2002 - El Cónsul Perlasca (TV)

2002 - Threnody

2002 - Senso '45

2002 - Carlo Giuliani, ragazzo

2002 - Un difetto di famiglia (TV)

2002 - El juego de Ripley

2002 - Il diario di Matilde Manzoni

2002 - L'ultimo pistolero

2003 - Arena concerto: la musica per il cinema (V)

2003 - Il Papa buono (TV)

2003 - Kill Bill Vol.2

2003 - La luz prodigiosa

2003 - Musashi (mini-serie TV)

2003 - Maria Goretti (TV)

2003 - Alla fine della notte

2003 - Ics (TV)

2003 - Al cuore si comanda

2004 - 72 metra

2004 - Ultimo 3 - L'infiltrato (TV)

2004 - Red Dead Revolver (VG)

2004 - Tragic Laughter (V)

2004 - Suburban Symphony (V)

2004 - Guardiani delle nuvole

2005 - Il cuore nel pozzo (TV)

2005 - Sorstalanság

2005 - Cefalonia (TV)

2005 - Karol, el hombre que se convirtió en Papa (TV)

2005 - E ridendo l'uccise

2005 - Lucia (TV)

2006 - Adolfo Celi, un uomo per due culture

2006 - Gino Bartali - L'intramontabile (TV)

2006 - Karol, un Papa que nunca dejó de ser hombre (TV)

2006 - La provinciale (TV)

2006 - Libertas

2006 - A Crime

2006 - Giovanni Falcone, l'uomo che sfidò Cosa Nostra (TV)

2006 - La desconocida

2007 - L'ultimo dei Corleonesi (TV)

2007 - Tutte le donne della mia vita

2008 - I demoni di San Pietroburgo

2008 - Résolution 819 (TV)

   

[editar] Conciertos

A finales de mayo, Morricone se presentara en Monterrey, Guadalajara, y Ciudad de México para su gira: Musica per il Cinema, acompañado de la Orquesta Roma Sinfonietta, el Coro de México y seis solistas. En la Ciudad de México se presento en el Auditorio Nacional (27 de mayo), en Monterrey en la Arena Monterrey (29 de mayo), y en Guadalajara en el Auditorio Telmex (28 de mayo). El propio Morricone fue el que propuso la visita hacia México.[1]

 

El año 2008 tuvo una visita a Chile auspiciado por la empresa Celfin Capital. Fueron dos conciertos al aire libre realizados los días 19 y 20 de marzo, en los cuales dirigió la Orquesta Sinfónica de Roma y el Coro Sinfónico de la Universidad de Chile, los cuales interpretaron sus bandas sonoras más conocidas como El Bueno, el Feo y el Malo, La Misión, 'Los Intocables y Cinema Paradiso, entre otras. Los dos recitales se llevaron a cabo en el Parque Bicentenario, ubicado en la comuna de Vitacura, en Santiago de Chile .

  

[editar] Premios

 

[editar] Premios Óscar

Año Categoría Película Resultado

2006 Óscar Honorífico Ganador

2000 Oscar a la mejor banda sonora Maléna Nominado

1991 Oscar a la mejor banda sonora Bugsy Nominado

1987 Oscar a la mejor banda sonora Los intocables de Elliot Ness Nominado

1986 Oscar a la mejor banda sonora La misión Nominado

1978 Oscar a la mejor banda sonora Días del cielo Nominado

  

[editar] Otros premios

1965 - "Nastro d'argento" por Por un puñado de dólares

1969 - "Premio Spoleto Cinema"

1970 - "Nastro d'argento" por Supongamos que una noche, cenando...

1972 - "Nastro d'argento" por Sacco y Vanzetti

1972 - "Cork Film International Award" por La Califa

1981 - "Premio della critica discografica" por El prado

1985 - "Nastro d'argento" y "BAFTA" por Érase una vez en América

1986 - "BAFTA" y "Golden Globe Award" por La misión

1988 - "Nastro d'argento", "BAFTA" y "Grammy Award" por Los intocables de Elliot Ness

1988 - "David di Donatello" por Gli occhiali d'oro

1989 - "David di Donatello" por Cinema Paradiso

1989 - "Ninth Anual Ace Winner" por Il giorno prima

1989 - "Pardo d'onore" <> (Festival internazionale del film di Locarno)

1990 - "BAFTA", "Prix Fondation Sacem del XLIII Festival de Cannes" y "David di Donatello" por Cinema Paradiso

1991 - "David di Donatello" por Están todos bien

1992 - "Grolla d'oro" <> (Saint Vincent)

1993 - "David di Donatello" y "Efevo d'argento" por Jona che visse nella balena

1993 - "Colonna Sonora del Ente dello Spettacolo"

1994 - "Society for Preservationof Film Music" <>

1994 - "Golden Soundtrack" (ASCAP)

1995 - "León de Oro" <> (52 Bienal del Cine de Venecia)

1995 - "Nino Rota" (CAM y Variety)

1996 - "Carlo Alberto Capelli"

1997 - "Flaiano" (Pescara)

 

[editar] Enlaces externos

Ennio Morricone en Score Magacine

Compositor: Mu / Claudio Nucci / Ricardo Tapajós

Roupa Nova

 

Você lembra, lembra ?

Daquele tempo

Eu tinha estrelas nos olhos

Um jeito de herói

Era mais forte e veloz

Que qualquer mocinho de cowboy

Você lembra, lembra ?

Eu costumava andar

Bem mais de mil léguas

Pra poder buscar

Flores de maio azuis

E os seus cabelos enfeitar

 

Água da fonte

Cansei de beber

Pra não envelhecer

Como quisesse

Roubar da manhã

Um lindo por-de-sol

Hoje, não colho mais

As flores de maio

Nem sou mais veloz

Como os heróis

 

É talvez eu seja simplesmente

Como um sapato velho

Mais ainda sirvo

Se você quiser

Basta você me calçar

Que eu aqueço o frio

Dos seus pés

 

Compositor: Mu / Claudio Nucci / Ricardo Tapajós

Roupa Nova

    

You remember, remember?

From that time

I had stars in his eyes

One way to hero

Was stronger and faster

Any good guy cowboy

You remember, remember?

I used to ride

Well over a thousand miles

So they could seek

Blue flowers in May

And her hair garnish

 

Water Supply

Tired of drinking

Not to grow old

As wanted

Steal the morning

A beautiful sun-dried by

Today we do not harvest more

Flowers of May

Nor am faster

Like the heroes

 

It's maybe I'm just

Like an old shoe

Moreover serve

If you want

Simply put on me

I heat the cold

His feet

    

Piran - Slovenia

 

Compositore e Violinista Giuseppe Tartini

Composer and violinist Giuseppe Tartini

 

Pirano o Pirano d'Istria (in lingua slovena Piran, in veneto Piràn) è un comune di 17.882 abitanti della Slovenia sud-occidentale, sulla costa adriatica.

 

Piran or Piran (Piran in Slovenian, in Veneto Piran) is a town of 17,882 inhabitants in the southwestern Slovenia on the Adriatic coast.

 

Autor/Compositor. Nosso negócio é através da música impressionar o órgão auditivo.

Compositor multi instrumentista

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

Música sertaneja ou música caipira é um gênero musical do Brasil produzido a partir da década de 1910 por compositores rurais e urbanos, outrora chamada genericamente de modas, emboladas, e fado português cujo som da viola é predominante.1

 

O folclorista Cornélio Pires conheceu a música caipira, no seu estado original, nas fazendas do interior do Estado de São Paulo e assim a descreveu em seu livro "Conversas ao pé do Fogo":

 

-"Sua música se caracteriza por suas letras que lembra a típicas histórias do sertão'.

 

Cornélio Pires em seu livro "Sambas e Cateretês", recolheu letras de música cantadas nas fazendas do interior do estado de São Paulo no início do século XX, antes de existir a música caipira comercial e gravada em discos. Sem o livro "Sambas e Cateretês" estas composições teriam caído no esquecimento.

 

Inicialmente tal estilo de música foi propagado por uma série de duplas, com a utilização de violas e dueto vocal. Esta tradição segue até os dias atuais, tendo a dupla geralmente caracterizada por cantores com voz tenor (mais aguda), nasal e uso acentuado de um falsete típico. Enquanto o estilo vocal manteve-se relativamente estável ao longo das décadas, o ritmo, a instrumentação e o contorno melódico incorporaram aos poucos elementos de gêneros disseminados pela indústria cultural.1

 

Destacaram-se inicialmente, entre as duplas pioneiras nas gravações em disco de vinil, Zico Dias e Ferrinho, Laureano e Soares, Mandi e Sorocaba e Mariano e Caçula. Foram as primeiras duplas a cantar principalmente as chamadas modas de viola, de temática principalmente ligada à realidade cotidiana - casos de "A Revolução Getúlio Vargas" e "A Morte de João Pessoa", composições gravadas pelo duo Zico Dias e Ferrinho, em 1930, e "A Crise" e "A Carestia", modas de viola gravadas por Mandi e Sorocabinha, em 1934. Gradualmente, as modificações melódicas e temáticas (do rural para o urbano) e a adição de novos instrumentos musicais consolidaram, na década de 1980, um novo estilo moderno da música sertaneja, chamado hoje de "sertanejo romântico" - primeiro gênero de massa produzido e consumido no Brasil, sem o caráter geralmente épico ou satírico-moralista e menos frequentemente, lírico do "sertaneja de raiz".1 2

 

Tais modificações dentro do gênero musical têm provocado muitas confusões e discussões no país a cerca do que seria música caipira/sertaneja. Críticos literários, críticos musicais, jornalistas, produtores de discos, cantores de duplas sertanejas, compositores e admiradores debatem sobre as quais seriam as formas artísticas de expressão do gênero, que levam em conta as mudanças ocorridas ao longo de sua história. Muitos estudiosos seguem a tendência tradicional de integrar as músicas caipira e sertaneja como subgêneros dentro um só conjunto musical, estabelecendo fases e divisões: de 1929 até 1944, como "música caipira" (ou "música sertaneja raiz"); do pós-guerra até a década de 1960, como uma fase de transição da velha música caipira rumo à constituição do atual gênero sertanejo; e do final dos anos sessenta até a atualidade, como música "sertaneja romântica".2 Outros no meio acadêmico, no entanto, consideram "música caipira" e "música sertaneja" gêneros completamente independentes, baseado na ideia de que a primeira seria a música rural autêntica e/ou do homem rural autêntico, enquanto a segunda seria aquela feita, como "produto de consumo", nos grandes centros urbanos brasileiros por não-caipiras.3 4 Outros autores estendem o conceito de música caipira/sertaneja ao baião, ao xaxado e outros ritmos do interior do Norte e Nordeste.1

 

Se for adotado o critério de que música caipira e sertaneja são sinônimos, pode-se dividir este gênero musical em alguns subgêneros principais: "Caipira" (ou "Sertanejo de Raiz"), "Sertanejo Romântico" e "Sertanejo Universitário"

 

História

Antecedentes

 

"Certos locais afastados, longe das cidades, ainda que seja mais presente sua relação com o nordeste, do interior, que encontrou vegetação e clima hostis, além da dominação política dos "coronéis", obrigando a desenvolver uma cultura de resistência, do matuto, legitimamente sertanejo, conhecedor da caatinga. Difere-se da cultura caipira, especificamente originária na área que abrange os estados de Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins. Ali se desenvolveu uma cultura do colono que encontrou abundância de águas, terra produtiva e um clima mais ameno, típico do cerrado. É conhecida como "caipira" ou "sertaneja" a execução composta e executada das zonas rurais, do campo, a antiga Moda de viola. Os caipiras, duplas ou solo, utilizavam instrumentos típicos do Brasil, como viola caipira.

Primeira era

Tonico & Tinoco.

Inezita Barroso.

 

Foi em 1929 que surgiu a PRIMEIRA música sertaneja como se conhece hoje. Ela nasceu a partir de gravações feitas pelo jornalista e escritor Cornélio Pires de "causos" e fragmentos de cantos tradicionais rurais do interior paulista, sul e triângulo mineiros, sudeste goiano e matogrossense.1 Na época destas gravações pioneiras, o gênero era conhecido como música caipira, cujas letras evocavam o modo de vida do homem do interior (muitas vezes em oposição à vida do homem da cidade), assim como a beleza bucólica e romântica da paisagem interiorana (atualmente, este tipo de composição é classificada como "música sertaneja de raiz", com as letras enfatizadas no cotidiano e na maneira de cantar).nota 1

 

Além de Cornélio Pires e sua "Turma Caipira", destacaram-se nessa tendência, mesmo que gravando em época posterior, as duplas Alvarenga e Ranchinho, Torres e Florêncio, Tonico e Tinoco, Vieira e Vieirinha, entre outros, e canções populares como "Sergio Forero", de Cornélio Pires, "O Bonde Camarão" de Cornélio Pires e Mariano, "Sertão do Laranjinha", de Ariovaldo Pires e "Cabocla Tereza", de Ariovaldo Pires e João Pacífico.1

 

Atualmente, a música sertaneja de raiz ainda sobrevive, sendo divulgada, por exemplo, por Mazinho Quevedo, Daniel ou Inezita Barroso, com seu programa Viola Minha Viola.

Segunda era

Milionário & José Rico.

 

Uma nova fase na história da música sertaneja teve início após a Segunda Guerra Mundial, com a incorporação de novos estilos como polca europeira, os instrumentos (como o acordeom e a harpa).1 A temática vai tornando-se gradualmente mais amorosa, conservando, todavia, um caráter autobiográfico. nota 2

 

Alguns destaques desta época foram os duos Cascatinha e Inhana, Irmãs Galvão, Irmãs Castro, Sulino e Marrueiro, Palmeira e Biá, o trio Luzinho, Limeira e Zezinha (lançadores da música campeira) e o cantor José Fortuna (adaptador da guarânia~no Brasil). Ao florzinha da década de 1970, a dupla que mais se destacou foi Milionário e José Rico que modernizou o sertanejo e sistematizou o uso de elementos da tradição mexicana mariachi com floreios de violino e trompete para preencher espaços entre frases e golpes de glote que produzem uma qualidade soluçante na voz.(Milionário e José Rico também são conhecidos no meio sertanejo como "Os Pais Do Sertanejo Moderno")1 Outros nomes, como a dupla Pena Branca e Xavantinho, seguiam a antiga tradição caipira, enquanto o cantor Tião Carreiro inovava ao fundir o gênero com samba, coco e calango de sexo.

Terceira era

 

A introdução da guitarra elétrica e o chamado "ritmo jovem", pela dupla Léo Canhoto e Robertinho, no final da década de 1960, marcam o início da fase moderna da música sertaneja. Um dos integrantes do movimento musical Jovem Guarda, o cantor Sérgio Reis passou a gravar na década de 1970 repertório tradicional sertanejo, de forma a contribuir para a penetração mais ampla ao gênero. Renato Teixeira foi outro artista a se destacar àquela altura. Naquele período, os locais de performance da música sertaneja eram originalmente o circo, alguns rodeios e principalmente as rádios AM. Já a partir da década de 1980, essa penetração estendeu-se às rádios FM e também à televisão - seja em programas semanais matutinos de domingo ou em trilhas sonoras de novela ou programas especiais.nota 3

 

Durante os anos oitenta, houve uma exploração comercial massificada do sertanejo, somado, em certos casos, à uma releitura de sucessos internacionais e mesmo da Jovem Guarda. Dessa nova tendência romântica da música sertaneja surgiram inúmeros artistas, quase sempre em duplas, entre os quais, Milionário e José Rico (que tambem teve grande destaque e acensão), Trio Parada Dura, Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano, Chrystian & Ralf, João Paulo & Daniel, Chico Rey & Paraná, João Mineiro e Marciano, Gian e Giovani, Rick & Renner, Gilberto e Gilmar, além das cantoras Nalva Aguiar e Roberta Miranda. Alguns dos sucessos desta fase estão "Sonhei Com Você", de José Rico e Vicente Dias, "Fio de Cabelo", de Marciano e Darci Rossi, "Apartamento 37", de Leo Canhoto, "Pense em Mim", de Douglas Maio, "Entre Tapas e Beijos", de Nilton Lamas e Antonio Bueno, "É o Amor", de Zezé Di Camargo e "Evidências", de José Augusto e Paulo Sérgio Valle.

 

Houve uma crescente influência da música country norte-americana e da estética cowboy, observada nas suas vestimentas características e também no maior interesse pelas festas de rodeio e feiras agropecuárias, palcos para os novos cantores.5

 

Contra esta tendência mais comercial da música sertaneja, reapareciam nomes como da dupla Pena Branca e Xavantinho, adequando sucessos da MPB à linguagem das violas, e surgiam novos artistas como Almir Sater, violeiro sofisticado, que passeava entre as modas de viola e os blues. Na década seguinte, uma nova geração de artistas surgiu dentro do sertanejo disposta a se reaproximar das tradições caipiras, como Roberto Corrêa, Ivan Vilela, Pereira da Viola e Chico Lobo e Miltinho Edilberto.

 

•Sérgio Reis.

 

•Renato Teixeira.

 

•Chitãozinho.

 

•Xororó.

 

•Leonardo.

 

•Daniel.

 

•Zezé di Camargo & Luciano

 

Quarta era - Sertanejo Universitário

 

Atenta, a indústria fonográfica lançou na década de 2000 um movimento similar, chamado por alguns de sertanejo universitário, com nomes como Guilherme & Santiago, Maria Cecília & Rodolfo, João Bosco & Vinícius, César Menotti & Fabiano, Jorge & Mateus, Victor & Leo, Fernando & Sorocaba, Gusttavo Lima, Luan Santana, Michel Teló, Marcos & Belutti e João Neto & Frederico. Como esse movimento não para e ganha cada vez mais adeptos, o mercado que antes tinha como foco de surgimento de duplas e artistas sertanejos no estado de Goiás, hoje tem eleito novos ídolos do estado de Mato Grosso do Sul como a revelação escolar Luan Santana e a dupla Maria Cecília & Rodolfo. Porém, Goiás não deixou de revelar nomes no cenário nacional, surgiram os já citados Jorge & Mateus e João Neto e Frederico sem falar de artistas vinculados ao sertanejo mais massificado da década anterior, como Guilherme & Santiago, Bruno & Marrone, Edson & Hudson, e outros.

Blog – Enrico-Picciotto Fotos, vídeos e curiosidades

  

Dança sertaneja

 

A Dança Sertaneja Moderna tem suas origens nas danças sertanejas brasileiras. O termo "Sertanejo" foi inicialmente cunhado pelos portugueses no período das navegações para definir o interior da nova terra, diferindo-o do litoral. Mais tarde, aplicou-se ao interior do país de um modo geral. Assim, sendo o Sertão Brasileiro extremamente vasto, compreendendo as regiões interioranas do país desde o Sul ao Nordeste brasileiro, e tendo em sua história processos de colonização e choques culturais de diversos povos, percebemos inicialmente uma pluralidade ímpar na formação das Danças Sertanejas Tradicionais. Esta mescla de gêneros europeus, indígenas e por vezes africanos originou diversas danças pelo Brasil, levando-se em conta as particularidades históricas e culturais supracitadas de cada região.

 

Hoje é comum encontrar em diversos bares e boates pelo país a dança acompanhada dos ritmos da musica sertaneja.

 

Observa-se que o estilo de Dança Sertaneja Moderna (também conhecida como Dança Caipira Sertaneja ou Sertanejo Universitário ) tem se propagado e sofrido mutações com maior intensidade em regiões da Grande São Paulo e interior deste estado, como nas cidades de Taboão da Serra, Embu, Cotia, ABC Paulista e Região Metropolitana de Campinas, sendo toda esta região geográfica hoje o pólo de vanguarda da Dança Sertaneja.

 

Podemos classificar hoje a Dança Sertaneja Moderna como pertencente á família das Danças a Dois ou Danças de Salão, que caracterizam-se pelo improviso dado pela comunicação intrínseca que ocorre entre o par durante a dança (comunicação esta chamada por seus praticantes de "condução"), onde temos um "condutor" e um "conduzido". Esta compatibilidade entre o Sertanejo e outras danças em casal acabou por gerar, na Dança Sertaneja, grande influência e incorporação de movimentos de outros gêneros de Danças de Salão com forte presença no Interior Paulista e Grande São Paulo, sendo em maior grau o Forró, o Samba-Rock, e o Country; e mais recentemente o Zouk e o West Coast Swing.

  

O vanerão ou vanera tem se propagado na região sul do país, sob forte influencia das culturas locais, embora possua forte ligação com o baião e o vanerão nordestino. Paralelamente é encontrado junto a outros estilos de dança em bares e bailes do gênero, assim como o country.

 

Na região Centro-Oeste é comum os chamados "bailões", que apresentam as músicas sertanejas de toada mais animada, predominantemente das três últimas décadas do século XX. O estilo de dança é simples, sempre em par, comumente com passos de baião e xote. O chamado "dois pra lá, dois pra cá" é o passo predominante, o que levou o estilo a se popularizar nos bailões pelo fácil acompanhamento.

 

Blog – Enrico-Picciotto Fotos, vídeos e curiosidades

 

Rendition of my Tesla Model S

 

Karina Zeviani

Cantora compositora modelo

Cantora e compositora Roberta Campos grava seu primeiro DVD comemorando dez anos do lançamento de seu álbum de estreia. São Paulo. 03.07.18

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2018/07/03/roberta-campos-gra...

Cantora, compositora e artista visual, não necessariamente nessa ordem. Mariana Degani sobe ao palco para o show de lançamento do primeiro disco solo de sua carreira, “Furtacor”, em São Paulo. 18.11.16

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2016/11/18/mariana-degani-apr...

Bustode AGUSTIN BARRIOS "MANGORE"

  

Agustín Pío Barrios, también conocido como «Nitsuga Mangoré» (nacido el 5 de mayo de 1885 en San Juan Bautista Misiones, en Paraguay - fallecido el 7 de agosto de 1944 en San Salvador, El Salvador), fue un guitarrista clásico y compositor paraguayo de origen Guaraní.

  

Primeros años

 

Nació en la ciudad de San Juan Bautista Misiones, en Paraguay. Fue miembro de una numerosa familia con gran interés en la música, prueba de ello es que sus siete hermanos tocaban un instrumento cada uno y formaban la Orquesta Barrios. Su padre fue el argentino Doroteo Barrios, cónsul de su país en Misiones, y su madre Martina Ferreira, profesora (directora) de la escuela de niñas de Villa Florida.

 

Hasta los 13 años Agustín integró la Orquesta Barrios y un día de 1898 luego de un concierto se acercó Gustavo Sosa Escalada y lo acogió como pupilo y fue introducido formalmente al repertorio de la guitarra clásica. Bajo la influencia de su nuevo guía, Barrios pasó a estudiar las obras más conocidas de los compositores más importantes de guitarra clásica hasta ese momento, como: Francisco Tárrega, José Viñas Díaz, Fernando Sor, Dionisio Aguado, Julián Arcas y Joaquín Parga. Sosa Escalada estaba tan impresionado con su nuevo alumno que convenció a los padres del joven Agustín para que lo dejasen mudarse a Asunción para continuar su educación musical y académica en el Colegio Nacional de la Capital, donde tuvo como Instructor a Nicolino Pellegrini, donde además de música, estudió matemáticas, periodismo y literatura.

 

Primeras presentaciones

 

Luego de graduarse en el Colegio Nacional de la Capital, en Asunción, comenzó a presentarse en conciertos y a componer. Su primera presentación como solista fue en 1907 en un espectáculo organizado por Sosa Escalada. En 1908 ya era conocido en todo el Paraguay por sus presentaciones con su hermano, el poeta Francisco Martín Barrios. Agustín tocaba la guitarra y Francisco recitaba.

 

En 1910 Barrios salió por primera vez del país para ofrecer un par de presentaciones en Corrientes (Argentina), y debido al gran éxito que tuvo, aquel regreso planeado para la semana siguiente de los conciertos se pospuso por 2 años. De Corrientes pasó a Buenos Aires y de allí viajó a Uruguay en 1912, Brasil en 1916, y a Chile. Pertenecen a este periodo obras notables como: La Catedral (1921), Estudios y Preludios, Madrigal, Allegro Sinfónico y Las Abejas (1921). La crítica internacional lo calificaba como uno de los más grandes concertistas del mundo y lo llamaban mago de la guitarra.

 

Falso rumor de su muerte

 

Cuando Agustín Barrios se encontraba en São Paulo, Brasil, El Diario de Asunción, anunció el 13 de septiembre de 1918, su fallecimiento. El artículo decía:

 

En Melo, en la República del Uruguay, le sorprendió la muerte al eximio artista paraguayo, en los primeros días del mes del corriente. Con el alma llena de melodías y repleto el pecho sonoro de su guitarra de toda la música de nuestras selvas y el dolor melancólico y huraño de la raza, se fue por el, mundo, como una rapsodia, para decir a los hombres su dulce, su triste canción, hasta que le alcanzó la muerte, como a un pájaro la honda.

 

Pasaron más de 30 días antes de que la noticia fuera desmentida.

  

Regreso a Paraguay

 

Luego de 12 años, Agustín y su hermano Francisco retornaron al Paraguay que se encontraba en una guerra civil, a pesar de la cual realizó varias presentaciones tanto en Asunción como en el interior. El musicólogo Juan Max Boettner menciona: Lo recuerdo allá por 1922, en una noche de luna en San Bernardino. Él con su guitarra embrujada deleitándonos horas enteras. Su hermano recitaba "Oyendo a Beethoven" y el ejecutaba como música de fondo "Claro de luna" en una adaptación propia.

 

En enero de 1925 hizo su penúltima presentación en Paraguay, en la Plaza Uruguaya, donde el mismo ayudó a construir el escenario y acarrear las sillas, porque dice cierta gente que no le dejaba el gobierno dar una presentación en el teatro municipal. En esa ocasión presentó su obra El Bohemio. El 25 de febrero de 1925 se alejó definitivamente del Paraguay.

  

Presentaciones en el exterior

  

En 1929 inició una gira por varias ciudades del Brasil, por lo que el carnaval del año siguiente lo encontró en Río de Janeiro donde conoció a Gloria quien sería su compañera hasta el final de su vida. Entre 1932 y 1934, Barrios dio presentaciones en República Dominicana, Venezuela, Trinidad, Panamá, El Salvador, Colombia, Costa Rica, México, Guatemala y Honduras.

 

A fines de 1932 decidió presentarse en Europa y Estados Unidos, pero recién se concretó lo primero en 1934 cuando Tomás Salomoni, embajador del Paraguay en México, realizó gestiones para su presentación en Bélgica, en el Conservatario Real de Bruselas, en septiembre de 1934. De Bruselas pasó a París, Berlín y Madrid. Tras últimas investigaciones realizadas por Lito Barrios, encontramos que Tomás Salomoni fue compañero de aula de Agustín Barrios, en el Colegio Nacional de la Capital, en todos los cursos realizados por Agustín. Esto concuerda con que Salomoni haya auspiciado a Mangoré su viaje, no sólo por ser Barrios un eximio artista, sino porque eran amigos de infancia.

  

El nombre de artista «Nitsuga Mangoré»

 

El 14 de agosto de 1932 se presentó, en Bahía, Brasil, como Nitsuga Mangoré, el Paganini de la guitarra de las selvas del Paraguay, donde la palabra Nitsuga corresponde a Agustín, escrito al revés; y Mangoré viene de un legendario jefe guaraní que peleó ante la conquista española; además del nombre, adoptó también la idea de presentarse en concierto con trajes tradicionales de Paraguay.

 

Fue tanto el éxito obtenido con el personaje de "Mangore" que en varios países fue más conocido con el nombre del cacique que con el nombre propio. Además él mismo se encargó de divulgar la leyenda que fue educado en las reducciones jesuíticas, que desaparecieron antes de 1800.

 

De esta etapa de su carrera corresponde el siguiente escrito:

 

Tupá, el espíritu supremo y protector de mi raza, encontrome un día en un bosque florecido y me dijo: "Toma esta caja misteriosa y descubre sus secretos". Y encerrando en ella todas las avecillas canoras de la floresta y el alma resignada de los vegetales, la abandonó en mis manos. Tomela, obedeciendo el mandato de Tupá, poniéndola bien junto al corazón; abrazado a ella pasé muchas lunas al borde de una fuente. Y una noche, Jasy, retratada en el líquido cristal, sintiendo la tristeza de mi alma india, dióme seis rayos de plata para con ellos descubrir sus arcanos secretos, y el milagro operó: desde el fondo de la caja misteriosa, brotó la sinfonía maravillosa de todas las voces vírgenes de la naturaleza de América. Mangoré.

  

Talento y personalidad

  

Barrios estaba interesado no sólo en la música, se acercó a la filosofía, poesía y teología. Además de castellano y guaraní, la lengua nativa de Paraguay, tenía cierto conocimiento en inglés, alemán y francés.

 

Barrios fue muy reconocido por sus interpretaciones, en vivo y en grabaciones -fue el primer guitarrista clásico en grabar de forma comercial en discos de 78 rpm-.

 

Su conocimiento de la teoría musical le permitió componer en varios estilos: barroco, clásico, romántico y descriptivo. Su música se caracteriza por ser de carácter folclórico, imitativo y religioso.

 

Sus composiciones se basan en cantos y danzas de toda América Latina, entre otras: cueca, chôro, estilo, maxixa, milonga, pericón, tango, zamba, zapateado, polca paraguaya, etc.

 

La mayor parte de sus obras se pueden considerar de carácter Romántico tardío, a pesar de haber vivido musicalmente en la primera mitad del siglo XX. Compuso preludios, estudios, valses, mazurcas, tarantelas y romanzas.

 

Su creatividad le permitió componer más de 300 piezas para guitarra, las cuales son fuertemente impulsadas y defendidas por Berta Rojas, César Amaro, John Williams, David Russell, Laurindo Almeida, Abel Carlevaro, Jesús Benites, Alirio Díaz, entre otros, además de ser consideradas ampliamente de las más importantes en el repertorio de la guitarra clásica.

 

Jesús Benites [1932-2007], guitarrista peruano que ha grabado varios álbumes de Barrios expresó: "Barrios tuvo que bañarse en la fuente del arte para componer como compuso, y así fue; sus obras han prevalecido y prevalecerán para siempre."

 

Barrios tenía un carácter excéntrico y ciclotímico. Pasaba por largos periodos depresivos en los que no componía ni tocaba la guitarra y por etapas en las que estaba tan eufórico que se encerraba a componer y practicar sin considerar el tiempo. Fue reconocido además como un buen atleta.

  

Sus últimos años en El Salvador

 

Barrios regresó de su gira europea en 1936 y se presentó en Venezuela, Haití, Cuba, Costa Rica, Nicaragua, El Salvador, México y Guatemala. Nunca pudo cumplir su sueño de tocar en Estados Unidos porque la visa a su compañera Gloria le fue negada.

 

Estando en México sufrió un infarto y un paro respiratorio y los médicos le recomendaron alejarse de las preocupaciones. Unos amigos le invitaron a radicarse en Costa Rica pero aceptó la invitación del general Maximiliano Hernández Martínez, entonces Presidente de El Salvador, quien le ofreció una estadía permanente en 1939.

 

Después de su recuperación, como favor personal el General Martínez le pidió aceptar el nombramiento como profesor de guitarra del Conservatorio Nacional de Música de El Salvador.

 

El 7 de agosto de 1944 sufrió un infarto que le ocasionó la muerte a los 59 años. El sacerdote que lo acompañó en su agonía comentó que Barrios dijo: "No temo al pasado, pero no sé si podré superar el misterio de la noche"[cita requerida].

 

Fue enterrado en el Cementerio de Los Ilustres en San Salvador.

 

Dirección: Final Avenida La Revolución, Colonia San Benito, San Salvador El Salvador Centroamérica

 

Es una Institución de servicios, cuyo objetivo principal es proporcionar espacios adecuados para el desarrollo de las artes escénicas, tales como obras de teatro, recitales líricos, conciertos sinfónicos y de música popular, danza, conferencias, actos religiosos y educativos, así como también habilitar espacios para el desarrollo de las artes plásticas.

 

Antiguamente conocido como el Cine Monumental, desde 1979, el Teatro Presidente forma parte de la infraestructura capitalina que escenifica diferentes expresiones artísticas de carácter nacional e internacional tales como obras de teatro, recitales líricos, conciertos sinfónicos y de música popular, danza, conferencias, actos religiosos y educativos, así como también habilitar espacios para el desarrollo de las artes plásticas.

 

Este forma parte del Complejo Cultural San Benito que incluye al Museo de Arte de El Salvador (MARTE) y tiene una capacidad para más de 1, 420 personas , con una sala de exposiciones, acceso a minusválidos y parqueo.

 

En su corredor principal apreciará un colorido mural que representa diferentes momentos del “Popol-Vuh”, libro sagrado del pueblo Quiché. Sus autores fueron Roberto Huezo y Roberto Galicia, artistas salvadoreños, quienes trabajaron 216 piezas de material de escayola con mezcla de Kaolín y arena en una estructura metálica empotrada en la pared. Esta obra se pintó con material acrílico sobre una base del mismo tipo previamente impresa antes de colocarse. Además, cada trozo fue moldeado en barro y luego vaciado en escayola.

 

En su jardín exterior se rinde homenaje a diversos personajes artísticos que contribuyeron a la cultura en El Salvador, entre ellos Claudia Lars, Agustín Barrios Mangoré, Salarrué, Pancho Lara y Valero Lecha.

  

Antecedentes

 

Fue inaugurado la tarde del 1 de diciembre de 1971, bajo el mando del entonces Presidente de la República Gral. Fidel Sánchez Hernández y su Gabinete de Gobierno.

 

El objetivo de su construcción fue, primordialmente, que dentro de sus instalaciones se llevaran a cabo los Traspasos Presidenciales, reuniones de Gobierno, plenarias de los Diputados de la Asamblea Legislativa, reuniones militares, conferencias y capacitaciones de orden estatal. Los últimos años de la década de los setentas y gran parte de los años ochentas, fue utilizado como sala cinematográfica y también para pequeños montajes de teatro liviano; integrándose así al Circuito de Teatros Nacionales.

 

El 22 de agosto de 1989, mediante Decreto Ejecutivo N° 250, publicado en el Diario Oficial N°153 tomo 304, fue transferida la administración del Circuito de Teatros Nacionales al Ministerio de Educación; debido que el Gobierno del Presidente José Napoleón Duarte, estimó que el Circuito de Teatros Nacionales, pese a esfuerzos no se ha podido utilizar en el aspecto cultural el Cine-Teatro Presidente en un ciento por ciento y que este cumpliría una mejor función si fuera administrado por el Ministerio de Educación, por cuanto colaboraría al impulso cultural nacional.

 

Años después se transferiría el Teatro Presidente del Circuito de Teatros Nacionales, Unidad Segunda del Ministerio del Interior al Ministerio de Educación, bajo Decreto Ejecutivo N° 90 de fecha 29 de Septiembre de 1993, publicado en el Diario Oficial N° 181 tomo 320 durante la Administración Presidencial del Lic. Alfredo Cristiani Burkard y siendo ministra de Educación la Sra. Cecilia Gallardo de Cano.

  

Naturaleza del Teatro

 

Es un espacio para grandes formatos, mas adecuado para conciertos y eventos amplificados por las dificultades acústicas que presenta para la voz hablada. Es actualmente, casa de la Orquesta Sinfónica de El Salvador, por lo cual es también su espacio de ensayo, lo cual reduce las alternativas de montajes complejos a nivel teatral. Se atienden espectáculos de diversa índole tales como: musicales, recitales, ballets y opera. Pueden realizarse conferencias, charlas y foros. Por su ubicación en la Zona Rosa de San Salvador es idóneo para eventos internacionales y de tipo privado; consta de 1400 asientos en perspectiva frontal y a nivel del piso del escenario, cuenta además con un foso para orquesta de dimensiones medianas.

 

Mural Fachada del Lobby.

 

La concepción de dicho mural se debe a Roberto Huezo y Roberto Galicia, es según sus autores una Interpretación de diversos instantes del POPOL – VUH, libro sagrado del pueblo Maya-Quiche. Esta realizado en 216 piezas de material de escayola con mezcla de Caolín y arena, cada pieza tiene una estructura metálica y esta empotrada con 4 pines de ¼ “de diámetro de la pared.

 

Cada pieza tiene 48.7 cms. Por lado y 3.83 cms. De espesor y dentro de ellas una malla tejida de mezcla a 2 cms de profundidad; esta pintado con material acrílico sobre una base también acrílica que se imprimió en cada pieza antes de colocarse. Cada pieza fue moldeada en barro y luego vaciada en escayola.

 

Robert Nesta Marley Booker, más conocido como Bob Marley (Nine Mile, Saint Ann, Jamaica, 6 de febrero de 1945-Miami, Florida, Estados Unidos, 11 de mayo de 1981), fue un músico, guitarrista y compositor jamaiquino. Durante su carrera musical fue el líder, compositor y guitarrista de las bandas de ska, rocksteady y reggae The Wailers (1964-1974) y Bob Marley & The Wailers (1974-1981). Marley sigue siendo el más conocido y respetado intérprete de la música reggae y es acreditado por ayudar a difundir tanto la música de Jamaica como el movimiento rastafari (del que era un miembro comprometido) a una audiencia mundial.1 Entre sus mayores éxitos se encuentran los sencillos «I Shot the Sheriff», «No Woman, No Cry», «Jamming», «Redemption Song» y, junto a The Wailers, «Three Little Birds», así como el lanzamiento póstumo «Buffalo Soldier». El álbum recopilatorio Legend, lanzado en 1984, tres años después de su muerte, es el álbum de reggae más vendido de la historia con 10 discos de platino en los Estados Unidos2 y más de 20 millones de copias en todo el mundo.

Orígenes

Robert Nesta Marley Booker nació el 6 de febrero de 1945 en Nine Mile (Rhoden Hall, Saint Ann Parish), una pequeña localidad al norte de la isla de Jamaica, en el mar Caribe. Era hijo de Cedella Booker, una afro-jamaiquina que tenía 18 años5 (cuando nació Bob) y de Norval Marley, un jamaiquino blanco de ascendencia inglesa (su familia provenía de Essex), capitán de los Marines Reales (infantería de marina británica), quien se consideraba inglés, debido a que al ingresar a las Fuerzas Armadas Británicas para la Primera Guerra Mundial, en el formulario dijo ser inglés, para que no se le cuestionara mayor cosa (y porque en esa época Jamaica era una colonia del Reino Unido y su población blanca tenía la nacionalidad británica). La fecha de nacimiento de Norval es motivo de controversia ya que según muchas fuentes nació en 1895 (por lo que tendría 50 años cuando nació su hijo Bob Marley) pero según otras fuentes nació mucho antes, en 1881. Aunque Norval ayudaba económicamente a su mujer y a su hijo, rara vez veía a su hijo por pasar el tiempo viajando; además, según algunas fuentes su madre (la abuela de Bob) lo presionaba para que se alejara del niño por prejuicios racistas. El padre de Bob murió cuando este tenía 10 años, en 1955.

 

Bob Marley tuvo que soportar burlas y desprecios por parte de negros jamaiquinos por su condición de mulato (mestizo producto de la mezcla de blanco y negro), sobre todo en su niñez, adolescencia y temprana juventud (se dice que el hermano de su primera novia le dijo que «no queremos blancos en esta casa»). Pero después Marley se demostró indiferente a esos desaires y decía no avergonzarse de su mezcla racial; aunque él se identificaba simplemente como negro y esa fue la única parte de su herencia racial por la que demostró interés.

 

Nine Miles es un pueblo que está a tres horas de la capital, Kingston. Cedella Marley luchaba cada día por sacar adelante a su hijo, vivían en la pobreza, por lo que en casa no contaban con agua, ni electricidad. Viviendo así en Nine Miles, Bob Marley conoció a quien llegaría a ser su amigo Bunny Wailer. Cedella y el padre de Bunny empezaron a tener una relación, y es esta razón por la cual Bob Marley y Bunny Wailer compartían una hermana. Siendo una familia de cinco, buscando prosperidad, se mudan a Kingston, la capital de Jamaica. Fue con Wailer, con quien Marley comenzó a interesarse por la música, llegando a componer y tocar algunas canciones. Muy influenciados por la música de Ray Charles, Curtis Mayfield, Brook Benton o Fats Domino, y de grupos como The Drifters muy populares en Jamaica que se escuchaban en la emisiones de la radio de las emisoras del sur de los Estados Unidos. Bob Marley alternó el trabajo en una empresa de fundición (donde se quemó en un ojo) con la música. Bob Marley y Bunny Wailer recibieron formación musical de Joe Higgs, un cantante venido a menos que había gozado de cierta fama en Jamaica y que se ganaba la vida impartiendo clases de canto para principiantes. En una de esas clases conocieron a otro joven músico llamado Winston Hubert McIntosh (Peter Tosh). En 1962 Bob Marley participó en una audición para un productor musical llamado Leslie Kong que, impresionado, le invitó a grabar algunas canciones. Al año siguiente Marley decidió que el mejor camino para alcanzar su sueño, lo tenía planteado acaso, no lo sabremos, mediante un grupo. Compartió su idea con Bunny y Peter y los tres formaron los Wailing Wailers (literalmente, ‘gritos de protesta’). El nuevo grupo ganó la simpatía del percusionista rastafari Alvin Patterson, que los presentó al productor Clement Dodd. A mediados de 1963 Dodd vio a los Wailing Wailers y decidió promocionar al grupo. Los Wailing Wailers lanzaron su primer single, «Simmer Down», con la discográfica Coxsone a finales de 1963. La formación original estaba compuesta por Marley, Bunny Wailer, Peter Tosh, Junior Braithwaite y dos coristas, Beverly Kelso y Cherry Smith.

 

The Wailers

Mientras tanto, la madre de Bob Marley, Cedella, se había casado nuevamente y se había mudado a Delaware, Estados Unidos, tras un importante esfuerzo económico. Ella deseaba dar a Marley una nueva vida en este país, pero antes del viaje, él conoció a Rita Anderson y el 10 de febrero de 1966 se casaron. Bob Marley pasó apenas ocho meses con su madre en Wilmington, Delaware. Allí consigue un trabajo en el turno de noche de una planta de automóviles de Chrysler. Bob Marley llegó a Kingston en octubre de 1966, apenas seis meses después de la visita de Su Majestad Imperial, o Emperador Hailè Selassiè, de Etiopía, que impulsó y renovó el importante movimiento rastafari de la isla. El acercamiento de Marley con la creencia Rastafari comienza a reflejarse en su música. Marley, entretanto, llamó a Peter y Bunny para formar una nueva banda, los míticos The Wailers. Rita también comenzaba su carrera como cantante con un importante éxito llamado Pied Piper, una versión de una canción pop inglesa. En Jamaica, la frenética ola del ska estaba dando lugar a un ritmo más lento y sensual llamado rocksteady. Las creencias rastafari de los Wailers chocaron con Dodd y éstos fundaron su propio sello discográfico, Wail’N’Soul. A pesar de conseguir algunos éxitos, el sello no responde a las expectativas y quiebra en 1967. El grupo sobrevive fungiendo como compositores de una compañía asociada a un cantante estadounidense, Johnny Nash, quien en la década siguiente tendría un gran éxito con la canción «Stir it Up», de Bob Marley.

Los Wailers conocieron entonces a un hombre que revolucionaría su trabajo: Lee Perry. La asociación entre Perry y los Wailers trajo consigo algunos de los éxitos más notables de la banda como "Soul Rebel", "Duppy Conqueror", "400 Years" y "Small Axe", clásicos del futuro reggae. En 1970, dos de los músicos más reconocidos de la isla, Aston 'Family Man' Barrett y su hermano Carlton (bajo y batería, respectivamente) se unirán a los Wailers, quienes por aquel entonces arrasaban en el Caribe, pero internacionalmente continuaban siendo desconocidos.

 

En el verano de 1971 Marley aceptó una invitación de Johnny Nash para acompañarlo a Suecia, ocasión en que firmó un contrato con la CBS, que también era la discográfica del estadounidense. En la primavera de 1972 los Wailers aterrizaron en Inglaterra para promocionar el single Reggae on Broadway, pero no cosecharon demasiados éxitos. A la desesperada, Marley visitó los estudios de grabación de Island Records, que había sido la primera discográfica en interesarse por la música jamaicana, y pidió hablar con su fundador, Chris Blackwell. Blackwell conocía a los Wailers y les ofreció cuatro mil libras para grabar un álbum con los últimos avances tecnológicos de la industria musical, los mismos que gozaban las bandas de rock de la época. Ese primer álbum fue Catch a Fire, fuertemente promovido por Island. El disco no fue un éxito inminente, y es que la música y las letras comprometidas socialmente de Marley contrastaban bastante con lo que se estaba haciendo hasta entonces en Europa. Island promovió una gira del grupo por Inglaterra y los Estados Unidos, otra novedad para una banda de reggae. Los Wailers tocaron en Londres en abril de 1973 y tres meses más tarde el grupo volvió a Jamaica. Bunny Wailer, desengañado de la vida musical, abandonó la banda antes de la gira estadounidense. En su lugar entró Joe Higgs, el viejo profesor de música de los Wailers. Ya en los Estados Unidos, participaron en algunos conciertos de Bruce Springsteen y Sly & The Family Stone, la principal banda de música negra estadounidense del momento.

 

En 1973 el grupo lanzó su segundo álbum con el sello Island, Burnin', un disco que incluía nuevas versiones de algunas de sus canciones más importantes, como: "Duppy Conqueror", "Small Axe" y "Put It On", junto con "Get Up, Stand Up" y "I Shot The Sheriff". Fue justamente este último tema el que consagró internacionalmente a Bob Marley de la mano de la voz de Eric Clapton, alcanzando el primer lugar en la lista de los sencillos más vendidos en los Estados Unidos. En 1974, Bob Marley pasó gran parte de su tiempo en el estudio trabajando en Natty Dread, un álbum que incluía canciones como "Talkin’ Blues", "No Woman No Cry", "So Jah Seh", "Revolution", "Them Belly Full (But We Hungry)" o "Rebel Music (3 o’clock Roadblock)". Al año siguiente, Bunny y Peter dejarían definitivamente el grupo para embarcarse en sus carreras en solitario, lo que provocó que la banda comenzase a ser conocida como Bob Marley & The Wailers. Natty Dread fue lanzado en febrero de 1975. En cuanto a las giras, destacan dos: una en el Lyceum Ballroom de Londres, que fue catalogada como una de las mejores de la década (El disco Live es este concierto). Y la segunda en noviembre, cuando Marley volvió a Jamaica para tocar en un concierto benéfico con Stevie Wonder, ya como superestrella en su país y en el mundo. Rastaman Vibrations, el siguiente álbum de estudio, fue lanzado en 1976. El trabajo incluía canciones como "Crazy Baldhead", "Johnny Was", "Who The Cap Fit" y, tal vez la más significativa de todas, "War", cuya letra fue extraída de un discurso del Emperador Hailè Selassiè, en las Naciones Unidas.

 

Éxito profesional[editar]

En los años 70 Jamaica vivía un empeoramiento de su ya típica violencia política; la situación degeneró en una guerra civil callejera entre pandillas de pistoleros militantes de los dos grandes partidos políticos tradicionales, el Partido Nacional del Pueblo (socialista democrático) y el Partido Laborista de Jamaica (centro-derecha conservador). El Ejército y la Policía de Jamaica tomaron las calles, pero no pudieron contener la violencia entre los dos bandos enfrentados.

 

Bob Marley era entonces un pacifista apolítico en Jamaica, un músico ya consagrado y un auténtico propulsor de la fe rastafari. Bob Marley decidió participar en un concierto gratuito en el Parque de los Héroes Nacionales de Kingston, el 5 de diciembre de 1976 para promover la paz y la reconciliación nacional, y así ayudar a frenar la violencia. Pero sectores del entonces opositor Partido Laborista de Jamaica criticaron el concierto porque pensaban que estaba parcializado y en realidad era un acto de apoyo al primer ministro y líder del Partido Nacional del Pueblo, Michael Manley (señalado como amigo de Bob Marley); de hecho Michael Manley era el organizador detrás del evento. Después del anuncio del concierto, el gobierno de Manley convocó elecciones para el día 15 de diciembre (en un claro intento de sacar provecho político del mismo en plena campaña electoral). El 3 de diciembre de 1976, dos días antes de “Smile Jamaica”, Marley, su esposa Rita, Lewis Griffith y el mánager Don Taylor fueron heridos en un atentado por pistoleros desconocidos dentro de su casa en 56 Hope Road, Jamaica; se piensa que el atentado fue una represalia de los sectores políticos que rechazaban el concierto por su supuesto carácter de apoyo al gobierno de Manley, aunque algunos creyentes en teorías conspirativas barajan la posibilidad de que estuviese la CIA involucrada (ya que Michael Manley se había acercado mucho a la Cuba de Fidel Castro). Marley fue herido por disparos de arma de fuego en el pecho (muy cerca del corazón) y un brazo, su esposa Rita en la cabeza, Lewis Griffith en el estómago y el mánager Don Taylor también fue hospitalizado por cruzarse en la línea de fuego. Afortunadamente después de un tiempo se recuperaron por completo. Dos días después del atentado, Marley se montó en la tarima y cantó. Cuando le preguntaron el porqué, él dijo: «La gente que está tratando de hacer este mundo peor no se toma ni un día libre, ¿cómo podría tomarlo yo? Ilumina la oscuridad». Fue la última presentación de Marley en Jamaica durante los próximos 18 meses. Temiendo otro atentado, dejó el país para irse a vivir a Londres, donde grabó su siguiente álbum, Exodus, uno de los más importantes de su carrera y del reggae.

  

Bob Marley tiene su propia estrella en Paseo de la Fama de Hollywood.

Lanzado en el verano de aquel año, Exodus consolidó el estatus internacional de la banda, permaneciendo en las listas de Inglaterra durante 56 semanas seguidas y teniendo los tres sencillos - "Waiting in Vain", "Exodus" y "Jammin'" - como grandes éxitos mediáticos. En 1978 la banda consiguió un nuevo éxito con Kaya, que alcanzó el cuarto lugar en Inglaterra a la semana siguiente a su lanzamiento. Del álbum fueron extraídos dos sencillos: "Satisfy My Soul" e "Is This Love?". En abril de 1978 volvió a Jamaica para el One Love Peace Concert, cuando consiguió que el Primer Ministro Michael Manley y el líder de la oposición Edward Seaga se diesen la mano en el escenario, en un esfuerzo para frenar la violencia política y promover la reconciliación nacional. Fue entonces invitado para ir a la sede de las Naciones Unidas, en Nueva York, para recibir la Medalla de la Paz. Y, a finales de año, Marley viajó a África por primera vez, visitando inicialmente Kenia y después Etiopía, hogar espiritual rastafari. La banda había terminado recientemente una gira por Europa y los Estados Unidos, de donde se sacó material para el segundo álbum en vivo: Babylon By Bus. Survival, el noveno álbum de Bob Marley con Island fue lanzado en el verano de 1979. Incluía "Zimbabwe", un himno para Rodesia, que luego sería liberada, junto con "So Much Trouble In The World", "Ambush In The Night" y "Africa Unite". Como indica la portada, que contiene las banderas de las naciones independientes, Survival fue un álbum en homenaje a la causa panafricana. En abril de 1980, el grupo fue invitado oficialmente por el gobierno de Zimbabue para tocar en la ceremonia de independencia de la nueva nación.

 

El siguiente disco de la banda, Uprising, fue lanzado en mayo de 1980 y tuvo un éxito inmediato con "Could You Be Loved?". El álbum también incluía "Coming In From The Cold", "Work" y la famosa "Redemption Song". Los Wailers entretanto se embarcaban en su mayor gira europea, rompiendo récords de asistencia en un concierto. La agenda incluía un concierto para 100 000 personas en Milán, el mayor de la historia de la banda. Bob Marley & The Wailers eran la mayor banda en gira de aquel año y Uprising estaba en todas las listas de Europa. Era un período de máximo optimismo y estaban haciendo planes para una gira en los Estados Unidos en compañía de Stevie Wonder al final del año.

 

Últimos años y muerte[editar]

 

Pintura de Bob Marley en muro de una localidad en Brasil.

En julio de 1977 se descubrió que se le había formado un melanoma acral lentiginoso, una forma maligna de melanoma, en el dedo pulgar de su pie derecho; la lesión encontrada en su dedo gordo es un signo típico de este tipo de cáncer. A pesar de su enfermedad, Marley deseó seguir adelante con las actuaciones programadas y ni se extirpó el cáncer ni se puso en tratamiento.

 

Participó de forma activa en la preparación de una gira mundial que tendría lugar en 1980. La intención era que el grupo Inner Circle actuara como telonero en toda la gira, pero después de que su vocalista principal, Jacob Miller, muriera en Jamaica a causa de un accidente de tráfico en marzo de 1980, esa idea fue abandonada.

 

El álbum Uprising, producido por Chris Blackwell, fue lanzado en mayo de 1980. Con su «Redemption Song», Bob Marley parecía estar aceptando su condición mortal. La banda concluyó una importante gira por Europa, dentro de la cual dieron su concierto más multitudinario, en Milán, al que acudieron unos cien mil espectadores. Tras la gira, Marley regresó a los Estados Unidos, en donde ofreció dos conciertos en el Madison Square Garden como parte del Uprising Tour. Poco después de eso su salud empeoró considerablemente. El cáncer se le había extendido por todo el cuerpo. El resto de la gira fue cancelada y Marley ingresó en la clínica bávara de Josef Issels, en Alemania, y comenzó un controvertido tratamiento a base de evitar ciertos alimentos, bebidas y otras sustancias.

 

En abril de 1981 le fue otorgada la Orden del Mérito de Jamaica, la tercera mayor honra de la nación, en reconocimiento a su inestimable contribución a la cultura del país. Bob Marley no pudo estar presente.

 

Después de ocho meses luchando sin éxito contra el cáncer, Bob Marley tomó un avión de regreso a Jamaica. Durante el vuelo desde Alemania, sus funciones vitales comenzaron a fallar. Cuando el avión aterrizó, tuvo que ser trasladado de urgencia al hospital pues necesitaba atención médica inmediata. Murió en el Cedars of Lebanon Hospital, ahora Hospital Universitario de Miami, en la mañana del 11 de mayo de 1981, a la edad de 36 años. La expansión del cáncer que comenzara como un melanoma en su piel y la metástasis producida en sus pulmones y cerebro fueron la causa de su temprana muerte. Las últimas palabras fueron a su hijo Ziggy Marley que eran: "el dinero no puede comprar la felicidad".

 

Bob Marley recibió un funeral de estado el 21 de mayo de 1981 que combinaba elementos de la iglesia ortodoxa etíope con los de la tradición rastafari. Fue enterrado con su guitarra Gibson Les Paul roja (algunos dicen que en realidad se trataba de una Fender Stratocaster) en una capilla próxima al lugar en donde nació.

 

El primer ministro de Jamaica, Edward Seaga, fue el encargado de pronunciar el panegírico del funeral. Dijo:

 

«Su voz fue un grito omnipresente en nuestro mundo electrónico. Sus rasgos afilados, su aspecto majestuoso y su forma de moverse se han grabado intensamente en el paisaje de nuestra mente. Bob Marley nunca fue visto. Fue una experiencia que dejó una huella indeleble en cada encuentro. Un hombre así no se puede borrar de la mente. Él es parte de la conciencia colectiva de la nación.»

tomado de wikipedia

Chico Buarque

Compositor Cantor

 

Puestos en una competencia por el título de «chileno universal», sólo Pablo Neruda y Salvador Allende llegarían cerca de Violeta Parra. Aunque nunca ganó un premio Nobel ni lideró conscientemente una fuerza social, la compositora de "Gracias a la vida" logró ubicar su arte en los más lejanos puntos del globo, y desde su muerte, en 1967, su legado musical no ha hecho más que expandirse. Cantantes extranjeros de diversos géneros (Mercedes Sosa, Franco Simone, Plácido Domingo) han grabado sus canciones; y centros de estudio, museos y libros mantienen activo hasta hoy el análisis de su obra inconmesurable, a la vez tradicional y pionera, popular y vanguardista.

 

Su influencia fue vital para el nacimiento del más importante movimiento de la música popular de nuestro país, la Nueva Canción Chilena, pero también los jóvenes rockeros reconocen la profundidad de su música, llena de inequívoca crítica social. Al menos dos de sus hermanos, Nicanor (poeta) y Roberto (cantor popular), son también responsables de hitos de la cultura chilena del siglo XX; y dos de sus hijos, Isabel y Ángel, se convirtieron en importantes cantautores. Autora, también, de valoradas arpilleras, esculturas y pinturas al óleo, Violeta Parra creía que «cualquiera puede hacer canciones. Cualquiera puede ser artista y expresarse del modo que más le acomode». Su desarrollo artístico fue el de una autodidacta, que nunca aprendió a escribir música ni contó con agentes para promocionar su trabajo.

 

Dueña de una personalidad fuerte, poco amiga de las concesiones, Violeta supo desde temprano que la suya era una misión cultural que sólo se valoraría con el tiempo. Pese a ello, su intensidad emocional la hizo vivir muy profundamente las decepciones con las que la fue sorprendiendo la vida, sobre todo en aquellos dos ámbitos que más la marcaban: su obra y el amor de pareja. Precisamente la mezcla de ingratitud pública y una gran decepción amorosa la sumieron en la depresión que explica su decisión por poner término a su vida, a los 49 años de edad.

 

Chile no termina aún de poner a Violeta en el lugar de gloria que merece su talento, pese a las crecientes iniciativas —libros, películas— por darle a su figura un carácter patrimonial. Hasta hoy, la existencia de un museo que haga accesible su trabajo al gran público se ha encontrado con un sinfín de trabas prácticas. Es paradojal que a la chilena más famosa en el mundo sus compatriotas debamos conocerla luego de un esfuerzo de investigación.

 

Niñez y juventud: la canción como escape

Nació en San Fabián, provincia de Ñuble, y pasó gran parte de su infancia en Lautaro, como parte de un familia extensa y muy pobre. Ella y sus ocho hermanos ⎯además de dos medios hermanos, hijos de su madre⎯ estaban a cargo del matrimonio compuesto por Nicanor Parra y Clarisa Sandoval. Él era un profesor de música y ella, una mujer campesina; ambos, grandes apasionados del canto popular. Tras sobreponerse a un ataque de viruela, a los tres años, Violeta creció al ritmo del campo chileno y de un tedio enorme por la vida escolar; desarrollando, en cambio, una enorme pasión por el canto. El descubrimiento de la música se le presentó como el de quien se convierte a un credo («mejor ni hablar de la escuela / la odié con todas mis ganas [...] / Y empiezo a amar la guitarra / y donde siento una farra, / allí aprendo una canción»). A los 9 años ya tocaba guitarra y, a los 12 comenzó a componer algunas canciones. Los problemas económicos de la familia Parra Sandoval se agudizaron con la muerte del padre, en 1929; y en varias ocasiones Violeta y sus hermanos buscaron con su canto callejero (también en algunos circos, en los que Violeta bailaba rancheras argentinas y cantaba cuplés) algunas monedas con las cuales contribuir al presupuesto familiar.

 

«Si es cierto que yo sufrí,

eso me fue encañonando.

Más tarde me fui emplumando

como zorzala cantora

que no la para ni el diablo».

(Décimas).

 

Invitada por su hermano Nicanor, Violeta llegó a Santiago a los 15 años de edad. Mientras intentaba terminar sus estudios en la Escuela Normal de Niñas, descubrió que el canto podía ser un modo cómodo de ganarse la vida, y fue así que comenzó a presentarse en bares, quintas de recreo y pequeñas salas de barrio; inicialmente junto a su hermana Hilda (como parte del dúo Las Hermanas Parra). En 1935 llegaron a Santiago su madre y otros hermanos, y se establecieron en la comuna de Quinta Normal.

 

En 1938 se casó con Luis Cereceda, un empleado ferroviario, con quien tuvo dos hijos, Ángel e Isabel, y con quien se trasladó temporalmente a vivir a Valparaíso. Pero la vida familiar convencional no era algo que le acomodase, y no tardaron en surgir las peleas entre este marido obrero y una esposa nada dócil y llena de distracciones. Tras un período en el que alcanzó cierto renombre interpretando en vivo cuplés (para eso la contrató Buddy Day como número estable de la boite Casanova), Violeta comenzó lentamente a destacar en el circuito de folcloristas: ya había hecho varias presentaciones en radios y hasta se había unido a un grupo de teatro. No era, precisamente, un ejemplo de esposa abnegada, y su matrimonio con Luis Cereceda terminó en 1948. Ese mismo año realizó las primeras grabaciones junto a su hermana Hilda para RCA-Victor (siempre discos singles, generalmente de cuecas como "El caleuche" y "Qué rica cena"). El dúo Las Hermanas Parra trabajó de modo constante hasta octubre de 1953.

 

El segundo y último matrimonio de Violeta fue con Luis Arce, pero tampoco duró demasiado. De esa unión nacieron Luisa Carmen y Rosita Clara (fallecida antes de cumplir un año de edad).

 

De algún modo, volver a ser una mujer soltera fue lo que le permitió a Violeta asumir a plenitud su vocación de artista. Muchos de quienes la conocieron insisten en describir una característica muy marcada de su personalidad: su incapacidad para darse siquiera un momento de descanso. Violeta sentía como propias las múltiples deudas culturales de Chile con el mundo popular, y gastó impensables esfuerzos en aportar a la valoración masiva de lo que los más pobres y alejados de la capital venían haciendo por la música de raíz. Comenzó, por ejemplo, a recorrer zonas rurales para grabar y recopilar música folclórica inédita. Llegó así a reunir alrededor de tres mil canciones, las cuales presentó en el libro Cantos folclóricos chilenos y, más tarde, en el disco Cantos campesinos (editado originalmente en París).

 

De modo paralelo fue creciendo como compositora. Desde un principio, sus versos fueron los de una mujer atrevida en denunciar los abusos a su alrededor, y con ciertos enemigos que fueron cruzando toda su obra: los burócratas, la injusticia, la estupidez, la insensibilidad de la gente, la mediocridad y el abuso al más débil. Una de sus primeras composiciones, por ejemplo, fue una canción de título elocuente: "¿Por qué los pobres no tienen?".

 

Primeros viajes

En 1953 grabó para el sello Odeón "Qué pena siente el alma" y "Casamiento de negros", dos de sus canciones más conocidas. Había recibido de regalo para entonces su primer guitarrón. En 1954 mantuvo el programa «Canta Violeta Parra» en radio Chilena, y ganó el premio Caupolicán a la folclorista del año, por lo que fue invitada a presentarse en un festival juvenil en Varsovia (Polonia). Recorrió entonces también la Unión Soviética y parte de Europa. En medio del viaje se enteró por carta de la muerte (por una pulmonía) de su hija menor, Rosita Clara. Aunque la noticia la afectó profundamente, no regresó de inmediato a Chile, sino que se quedó dos años en París, ciudad en la que grabó sus primeros discos (para el sello Chante Du Monde) y estableció valiosos contactos con el mundo cultural europeo. Según su amigo Enrique Bello, «ella no fue a París como los señoritos del siglo XIX a aprender la última moda. Ella fue a imponer la canción chilena; ese era su desafío. Quiso someterse a prueba».

 

A su regreso a Chile, a fines de 1956, Violeta comenzó a diversificarse como artista, realizando un alabado trabajo en cerámicas, pinturas al óleo y arpilleras. Trabajó un tiempo en un museo de arte popular y folclórico que ella misma fomentó a crear en la Universidad de Concepción y luego viajó por casi todo Chile, ofreciendo cursos de folclore y recitales. Ese mismo año aparecieron sus primeros LPs, El folklore de Chile (volúmenes 1 y 2), con una mayoría de títulos ajenos y en los cuales la voz de Violeta se acompañaba apenas de una guitarra de madera. Expuso por primera vez sus óleos en 1960, en la Feria de Artes Plásticas del capitalino Parque Forestal. Cada septiembre se ocupaba en su propia ramada, y colaboró también en varios docomentales sobre tradición chilena (como La Tirana).

 

Pese a tanta actividad, Violeta despertaba entonces un interés mucho más sincero en el extranjero que localmente. Entre 1961 y 1965 se radicó nuevamente en Europa, donde activó una dinámica de constantes recitales (desde boîtes hasta salones de la Unesco), siempre con la intención de difundir el folclore chileno. Vivió entonces de modo intermitente en París con sus tres hijos, y grabó varios discos con Ángel e Isabel (como Los Parra de Chile). Fue un tiempo de intensa creación pero también de nostalgia, tal como lo explican los versos de "Violeta ausente", una de sus creaciones de entonces. En 1964, la chilena logró una marca histórica al convertirse en la primera latinoamericana en exponer individualmente en el famoso museo del Louvre. De algún modo, era su música la que estuvo entonces en las paredes: «Las arpilleras son como canciones que se pintan», decía.

 

Fue también éste un período de amor intenso, gracias a la firme relación que fue forjando junto al musicólogo y antropólogo suizo Gilbert Favré, el destinatario de muchas de sus más importantes composiciones de amor y desamor ("Corazón maldito", "¿Qué he sacado con quererte?", "Run Run se fue pa’l norte"). Violeta iba mostrando para entonces una pluma de destemplada crítica social, y fue en esos años que surgieron algunos de sus títulos más combativos ("¿Qué dirá el Santo Padre?", "Arauco tiene una pena", "Miren cómo sonríen"), fundamentales para el venidero movimiento de Nueva Canción Chilena.

 

También en París fue que escribió el libro Poesía popular de Los Andes. Admirada de su talento, la televisión suiza filmó entonces un documental que incluía una extensa entrevista en su taller: Violeta Parra, bordadora chilena.

 

En la carpa de La Reina

Violeta regresó a Chile de modo definitivo en 1965. Dejaba atrás el rico intercambio cultural de Europa, en el que había llegado a convertirse en una figura valorada en todo su talento. Volvía a una sociedad recelosa de su franqueza y que no comenzaba aún a comprender su arte.

 

Se presentó algunas veces en el local nocturno que habían comenzado a administrar Ángel e Isabel en calle Carmen (La Peña de los Parra), pero no se acomodó del todo y optó por trabajar a su ritmo. Instaló entonces en lo alto de la comuna de La Reina una carpa con capacidad para mil personas. Pretendía continuar allí mostrando su música y darle forma a una gran «Universidad del folclore», pero no consiguió nunca la convocatoria esperada. Algunos espectadores la recuerdan cantando algunas veces para apenas una docena de asistentes.

 

Se sumaba a esta decepción artística, los sinsabores del término de su relación amorosa con Favré, quien se marchó a Bolivia en 1966.

 

Violeta vivía con la contradicción de quien se sentía responsable de una gran misión y la casi total indiferencia hacia su trabajo. Esto decía en una entrevista de 1966 con René Largo Farías: «Creo que todo artista debe aspirar a fundir su trabajo en el contacto directo con el público. Estoy muy contenta de haber llegado a un punto de mi trabajo en que ya no quiero ni siquiera hacer tapicería, ni pintura, ni poesía. Me conformo con mantener la carpa y trabajar, esta vez con elementos vivos, con el público cerquita de mí, al cual yo puedo sentir, tocar, hablar e incorporar a mi alma».

 

Sin embargo, era precisametne ése público el que no se interesaba por responder a su invitación. No eran tiempos fáciles para Violeta, quien intentó acabar su vida por primera vez en 1966, poco antes de grabar su mejor disco, Las últimas composiciones. Preocupados, algunos de sus amigos la invitaron a una gira por el sur de Chile. Viajó entonces hasta Punta Arenas, y regresó a Santiago visiblemente más animada. Pero resultó ser un bienestar fugaz. Las últimas composiciones fue una suerte de epitafio adelantado, un disco de canciones tan intensas y contradictorias como su vida, y que iba desde la más desolada amargura de "Maldigo del alto cielo" hasta el himno humanista en que se ha terminado convirtiendo "Gracias a la vida". Como un «grandes éxitos» involuntario, ese disco también incluía "El albertío", "Run Run se fue pa’l norte" y "Volver a los 17"; canciones famosas hasta hoy. Para publicar este álbum decidió sorpresivamente un cambio de sello, y se marchó de EMI-Odeón, con quienes venía trabajando desde 1953.

 

El siguiente es el testimonio de su hija Carmen Luisa sobre el fatal 5 de febrero de 1967:

 

«Yo estaba ordenando algo en la carpa, serían como las seis de la tarde, cuando de repente sentí un balazo. Entré corriendo a la pieza y encontré a mi mamá ahí tirada, encima de la guitarra, con el revólver en la mano. Me acerqué a ella y la moví, le hablé... y no me contestó. Ahí me dí cuenta que por la boca le corría un hilillo de sangre […]. De repente se llenó la carpa de gente... llegaron los detectives, y después vino una ambulancia a buscarla».

 

«¿Por qué lo hizo? Violeta era una mujer tan valiente», preguntó su madre al enterarse. Poco antes, Violeta le había dicho al periodista Tito Mundt: «Me falta algo, no sé qué es. Lo busco y no lo encuentro. Seguramente no lo hallaré jamás». Su hermano Nicanor le escribió un "Poema de despedida":

 

¿Por qué no te levantas de la tumba

a cantar

a bailar

a navegar en tu guitarra?

 

[…] Qué te cuesta, mujer, árbol florido

Àlzate en cuerpo y alma del sepulcro

y haz estallar las piedras con tu voz,

Violeta Parra.

 

Publicaciones póstumas

Aunque la obra de Violeta Parra no es una presencia segura en los hogares chilenos, se hace cada vez más sencillo acceder a su música y su mensaje artístico, con mejoradas ediciones de sus discos en CD y al menos un par de libros que resultan útiles para introducirse en su biografía. Su legado material (arpilleras, pinturas, esculturas en papel maché, escritos, fotografías y grabaciones) y la administración de sus derechos están a cargo de la Fundación Violeta Parra, presidida por su hija Isabel y con personalidad jurídica desde julio de 1991. Pese a, al menos, un par de anuncios en torno a la apertura de un museo exclusivamente dedicado a Violeta, el sueño de su familia y sus seguidores es aún materia pendiente.

 

Isabel, su hija mayor, armó desde su exilio en París El libro mayor de Violeta Parra, una valiosa compilación de recuerdos sobre su madre que apareció en 1985 bajo la editorial madrileña Meridión (y más tarde fue reeditado por Cuarto Propio). Veintiún años más tarde, en el 2006, Ángel Parra, su único hijo hombre, presentó el cariñoso recuento biográfico Violeta se fue a los cielos, base para el mayor proyecto audiovisual emprendido hasta ahora sobre su figura: la película homónima dirigida por Andrés Wood y estrenada en 2011 con la actriz Francisca Gavilán en el rol protagónico.

 

Entre los libros publicados por investigadores de su vida y obra, destacan 21 son los dolores (1976), de Juan Andrés Piña; Mentira todo lo cierto. Tras la huella de Violeta Parra (1990), de Carmen Oviedo; y Gracias a la vida (1976), de Bernardo Subercaseux y Jaime Londoño. Aunque no contó con el apoyo de Isabel, la biografía más completa hasta ahora es La vida intranquila, escrita por Fernando Sáez y publicada en 1999. Eduardo Parra reunió en 1998 recuerdos familiares en décimas para el libro Mi hermana Violeta, y la Fundación Violeta Parra publicó en 1993 el cancionero Virtud de los elementos, con la transcripción de setenta de sus canciones (con partituras) y una introducción de Silvio Rodríguez. Por último, no puede obviarse el libro Décimas, su autobiografía en verso, que se editó por primera vez en 1970.

 

Un sinfín de músicos chilenos han rendido tributo a sus canciones, tanto en vivo como en disco. Entre las grabaciones más importantes, figuran la que en 1984 publicó Los Jaivas (Obras de Violeta) y el Canto para una semilla, cantata compuesta por Luis Advis sobre sus décimas en 1972. Inti-Illimani grabó varias composiciones de la autora en el clásico álbum Autores chilenos (1971). Los hijos de Violeta, en tanto, han grabado textos o canciones de su madre en álbumes como Cantos de Violeta (1971), de Isabel, y Violeta Parra. Letra y música (1997), de Ángel. Su nieto Ángel Parra Orrego realizó un valioso tributo al recopilar sus llamadas anticuecas en el álbum Música inédita con precisiones para guitarra (1994). Y su nieta Tita Parra levantó una peculiar obra electroacústica basada en sus décimas y publicada en 1998 bajo el título Centésima del alma. Violeta ha impreso su marca incluso en exponentes rockeros. Al respecto, el proyecto más llamativo es el que en 2000 coordinó Álvaro Henríquez, al reunir a trece bandas jóvenes para grabar versiones en clave rock de algunos de sus títulos. El disco salió a la venta bajo el título Después de vivir un siglo y fue sucedido a fines del año 2007 por un tributo de similar espíritu, Cantores que reflexionan, con invitados como Jorge González, Ángel Parra Trío, Gepe y Francisca Valenzuela.

 

La obra plástica de Violeta ha recorrido asimismo el mundo, gracias a varias exposiciones en América y Europa. Cuando se celebraron los 80 años de su nacimiento, sus arpilleras volvieron al Louvre de París para luego detenerse en España, Italia y Suecia. Bajo ese mismo pretexto, el gobierno de Chile le hizo entrega (a través de su familia) de la medalla Órden al Mérito Gabriela Mistral. La mayor exposición de su obra en Estados Unidos ha sido la que en el año 2001 organizó en Washington D.C. el Banco Interamericano del Desarrollo, bajo el nombre «Todo lo que viene de la Parra es bueno».

 

En cuanto a su obra musical, el trabajo de Violeta fue víctima durante años de un imperdonable descuido y desorden, que aún no se ha solucionado del todo. La mayor parte de sus grabaciones son propiedad de la multinacional EMI, que ha descatalogado parte de este material. En 1993, Alerce publicó en cassette y disco compacto dos recopilaciones de canciones de su autoría (algunas, antes inéditas) bajo los títulos Cantos campesinos y El hombre con su razón. Estos dos discos fueron reeditados en 1999 (cada uno con dos canciones más), como parte de un gran proyecto de relanzamiento de la música de Violeta emprendido por el sello Warner en conjunto con la familia. Aparecieron entonces cuatro de sus discos en formato compacto y con sonido remasterizado, junto a una antología doble y dos discos hasta entonces inéditos: el instrumental Composiciones para guitarra y Violeta Parra en Ginebra, éste último el registro de una velada de 1965. En 2010, un gran proyecto de reediciones entre la Fundación y el sello Oveja Negro permitió contar con el grueso de sus grabaciones remasterizadas, aunque en colecciones que se saltaron los títulos y carátulas originales.

 

En el 2003, el realizador chileno Luis Vera estrenó el documental Viola chilensis, con diversos testimonios de quienes la conocieron, y parte de la entrevista que la televisión suiza le realizó en 1965. Las celebraciones por los 90 años de su nacimiento, en el 2007, sirvieron para ordenar algo más de su legado, con la exposición permanente de parte de su obra plástica en el Centro Cultural Palacio La Moneda y la edición de un libro alusivo de lujo, Obra visual. Hasta ahora, es la citada película de Andrés Wood (Violeta se fue a los cielos) el proyecto más importante de retrato y tributo, por su despliegue técnico y por su buena recepción pública y crítica.

Jardes Macale

Musico Compositor

Cantora, compositora e atriz, Manu Gavassi apresenta show com as músicas de seu novo disco “Manu” em São Paulo. 21.05.17

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2017/05/22/1117/

Rigoberto hizo arreglos originales de artistas, se incluyen El Rey de José Alfredo Jiménez, me cai de la Nube de Cornelio Reyna; La Bikina para el Mariachi Vargas de Tecalitlán; ¿De Qué Manera te olvido? Por Tu Maldito Amor for Vicente Fernandez; Piel de Niña para Alejandro Fernández; La Muerte del Palomo de Rocío Dúrcal,

Juan Gabriel, Pep Aguilar, Ana Bárbara, Manuela Torres, Pedro Fernández, Alberto Vázquez, Rocío Banquells, Pablo Montero, Carmela y Rafael, Lola Beltrán, Amalia Mendoza, Miguel Aceves Mejía, Maria de Lourdes, Aída y Carlos Cuevas, Guadalupe Pineda, Lucha Villa, “El Piporro,” Rosenda Bernal, José María Napoleón, Juan Torres, Joan Sebastián, y muchos otros artistas.

 

Alfaro sigue siendo muy activo hoy en día como un productor independiente y director.

  

Crush

David Archuleta

  

Cantante y compositor, finalista de la séptima temporada de American Idol, este es su primer sencillo CRUSH , de su primer disco homónimo, una canción que en lo personal me gusta mucho.

 

Aqui el video:

www.youtube.com/watch?v=Semf6me_HZA

 

Blend: tratamiento, colorización de la imagen.

 

Gracias x sus visitas y comentarios.

Blackout14

  

Siguiente blend: A little too not over you

Cantora, compositora e atriz, Manu Gavassi apresenta show com as músicas de seu novo disco “Manu” em São Paulo. 21.05.17

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2017/05/22/1117/

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

Música sertaneja ou música caipira é um gênero musical do Brasil produzido a partir da década de 1910 por compositores rurais e urbanos, outrora chamada genericamente de modas, emboladas, e fado português cujo som da viola é predominante.1

 

O folclorista Cornélio Pires conheceu a música caipira, no seu estado original, nas fazendas do interior do Estado de São Paulo e assim a descreveu em seu livro "Conversas ao pé do Fogo":

 

-"Sua música se caracteriza por suas letras que lembra a típicas histórias do sertão'.

 

Cornélio Pires em seu livro "Sambas e Cateretês", recolheu letras de música cantadas nas fazendas do interior do estado de São Paulo no início do século XX, antes de existir a música caipira comercial e gravada em discos. Sem o livro "Sambas e Cateretês" estas composições teriam caído no esquecimento.

 

Inicialmente tal estilo de música foi propagado por uma série de duplas, com a utilização de violas e dueto vocal. Esta tradição segue até os dias atuais, tendo a dupla geralmente caracterizada por cantores com voz tenor (mais aguda), nasal e uso acentuado de um falsete típico. Enquanto o estilo vocal manteve-se relativamente estável ao longo das décadas, o ritmo, a instrumentação e o contorno melódico incorporaram aos poucos elementos de gêneros disseminados pela indústria cultural.1

 

Destacaram-se inicialmente, entre as duplas pioneiras nas gravações em disco de vinil, Zico Dias e Ferrinho, Laureano e Soares, Mandi e Sorocaba e Mariano e Caçula. Foram as primeiras duplas a cantar principalmente as chamadas modas de viola, de temática principalmente ligada à realidade cotidiana - casos de "A Revolução Getúlio Vargas" e "A Morte de João Pessoa", composições gravadas pelo duo Zico Dias e Ferrinho, em 1930, e "A Crise" e "A Carestia", modas de viola gravadas por Mandi e Sorocabinha, em 1934. Gradualmente, as modificações melódicas e temáticas (do rural para o urbano) e a adição de novos instrumentos musicais consolidaram, na década de 1980, um novo estilo moderno da música sertaneja, chamado hoje de "sertanejo romântico" - primeiro gênero de massa produzido e consumido no Brasil, sem o caráter geralmente épico ou satírico-moralista e menos frequentemente, lírico do "sertaneja de raiz".1 2

 

Tais modificações dentro do gênero musical têm provocado muitas confusões e discussões no país a cerca do que seria música caipira/sertaneja. Críticos literários, críticos musicais, jornalistas, produtores de discos, cantores de duplas sertanejas, compositores e admiradores debatem sobre as quais seriam as formas artísticas de expressão do gênero, que levam em conta as mudanças ocorridas ao longo de sua história. Muitos estudiosos seguem a tendência tradicional de integrar as músicas caipira e sertaneja como subgêneros dentro um só conjunto musical, estabelecendo fases e divisões: de 1929 até 1944, como "música caipira" (ou "música sertaneja raiz"); do pós-guerra até a década de 1960, como uma fase de transição da velha música caipira rumo à constituição do atual gênero sertanejo; e do final dos anos sessenta até a atualidade, como música "sertaneja romântica".2 Outros no meio acadêmico, no entanto, consideram "música caipira" e "música sertaneja" gêneros completamente independentes, baseado na ideia de que a primeira seria a música rural autêntica e/ou do homem rural autêntico, enquanto a segunda seria aquela feita, como "produto de consumo", nos grandes centros urbanos brasileiros por não-caipiras.3 4 Outros autores estendem o conceito de música caipira/sertaneja ao baião, ao xaxado e outros ritmos do interior do Norte e Nordeste.1

 

Se for adotado o critério de que música caipira e sertaneja são sinônimos, pode-se dividir este gênero musical em alguns subgêneros principais: "Caipira" (ou "Sertanejo de Raiz"), "Sertanejo Romântico" e "Sertanejo Universitário"

 

História

Antecedentes

 

"Certos locais afastados, longe das cidades, ainda que seja mais presente sua relação com o nordeste, do interior, que encontrou vegetação e clima hostis, além da dominação política dos "coronéis", obrigando a desenvolver uma cultura de resistência, do matuto, legitimamente sertanejo, conhecedor da caatinga. Difere-se da cultura caipira, especificamente originária na área que abrange os estados de Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins. Ali se desenvolveu uma cultura do colono que encontrou abundância de águas, terra produtiva e um clima mais ameno, típico do cerrado. É conhecida como "caipira" ou "sertaneja" a execução composta e executada das zonas rurais, do campo, a antiga Moda de viola. Os caipiras, duplas ou solo, utilizavam instrumentos típicos do Brasil, como viola caipira.

Primeira era

Tonico & Tinoco.

Inezita Barroso.

 

Foi em 1929 que surgiu a PRIMEIRA música sertaneja como se conhece hoje. Ela nasceu a partir de gravações feitas pelo jornalista e escritor Cornélio Pires de "causos" e fragmentos de cantos tradicionais rurais do interior paulista, sul e triângulo mineiros, sudeste goiano e matogrossense.1 Na época destas gravações pioneiras, o gênero era conhecido como música caipira, cujas letras evocavam o modo de vida do homem do interior (muitas vezes em oposição à vida do homem da cidade), assim como a beleza bucólica e romântica da paisagem interiorana (atualmente, este tipo de composição é classificada como "música sertaneja de raiz", com as letras enfatizadas no cotidiano e na maneira de cantar).nota 1

 

Além de Cornélio Pires e sua "Turma Caipira", destacaram-se nessa tendência, mesmo que gravando em época posterior, as duplas Alvarenga e Ranchinho, Torres e Florêncio, Tonico e Tinoco, Vieira e Vieirinha, entre outros, e canções populares como "Sergio Forero", de Cornélio Pires, "O Bonde Camarão" de Cornélio Pires e Mariano, "Sertão do Laranjinha", de Ariovaldo Pires e "Cabocla Tereza", de Ariovaldo Pires e João Pacífico.1

 

Atualmente, a música sertaneja de raiz ainda sobrevive, sendo divulgada, por exemplo, por Mazinho Quevedo, Daniel ou Inezita Barroso, com seu programa Viola Minha Viola.

Segunda era

Milionário & José Rico.

 

Uma nova fase na história da música sertaneja teve início após a Segunda Guerra Mundial, com a incorporação de novos estilos como polca europeira, os instrumentos (como o acordeom e a harpa).1 A temática vai tornando-se gradualmente mais amorosa, conservando, todavia, um caráter autobiográfico. nota 2

 

Alguns destaques desta época foram os duos Cascatinha e Inhana, Irmãs Galvão, Irmãs Castro, Sulino e Marrueiro, Palmeira e Biá, o trio Luzinho, Limeira e Zezinha (lançadores da música campeira) e o cantor José Fortuna (adaptador da guarânia~no Brasil). Ao florzinha da década de 1970, a dupla que mais se destacou foi Milionário e José Rico que modernizou o sertanejo e sistematizou o uso de elementos da tradição mexicana mariachi com floreios de violino e trompete para preencher espaços entre frases e golpes de glote que produzem uma qualidade soluçante na voz.(Milionário e José Rico também são conhecidos no meio sertanejo como "Os Pais Do Sertanejo Moderno")1 Outros nomes, como a dupla Pena Branca e Xavantinho, seguiam a antiga tradição caipira, enquanto o cantor Tião Carreiro inovava ao fundir o gênero com samba, coco e calango de sexo.

Terceira era

 

A introdução da guitarra elétrica e o chamado "ritmo jovem", pela dupla Léo Canhoto e Robertinho, no final da década de 1960, marcam o início da fase moderna da música sertaneja. Um dos integrantes do movimento musical Jovem Guarda, o cantor Sérgio Reis passou a gravar na década de 1970 repertório tradicional sertanejo, de forma a contribuir para a penetração mais ampla ao gênero. Renato Teixeira foi outro artista a se destacar àquela altura. Naquele período, os locais de performance da música sertaneja eram originalmente o circo, alguns rodeios e principalmente as rádios AM. Já a partir da década de 1980, essa penetração estendeu-se às rádios FM e também à televisão - seja em programas semanais matutinos de domingo ou em trilhas sonoras de novela ou programas especiais.nota 3

 

Durante os anos oitenta, houve uma exploração comercial massificada do sertanejo, somado, em certos casos, à uma releitura de sucessos internacionais e mesmo da Jovem Guarda. Dessa nova tendência romântica da música sertaneja surgiram inúmeros artistas, quase sempre em duplas, entre os quais, Milionário e José Rico (que tambem teve grande destaque e acensão), Trio Parada Dura, Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano, Chrystian & Ralf, João Paulo & Daniel, Chico Rey & Paraná, João Mineiro e Marciano, Gian e Giovani, Rick & Renner, Gilberto e Gilmar, além das cantoras Nalva Aguiar e Roberta Miranda. Alguns dos sucessos desta fase estão "Sonhei Com Você", de José Rico e Vicente Dias, "Fio de Cabelo", de Marciano e Darci Rossi, "Apartamento 37", de Leo Canhoto, "Pense em Mim", de Douglas Maio, "Entre Tapas e Beijos", de Nilton Lamas e Antonio Bueno, "É o Amor", de Zezé Di Camargo e "Evidências", de José Augusto e Paulo Sérgio Valle.

 

Houve uma crescente influência da música country norte-americana e da estética cowboy, observada nas suas vestimentas características e também no maior interesse pelas festas de rodeio e feiras agropecuárias, palcos para os novos cantores.5

 

Contra esta tendência mais comercial da música sertaneja, reapareciam nomes como da dupla Pena Branca e Xavantinho, adequando sucessos da MPB à linguagem das violas, e surgiam novos artistas como Almir Sater, violeiro sofisticado, que passeava entre as modas de viola e os blues. Na década seguinte, uma nova geração de artistas surgiu dentro do sertanejo disposta a se reaproximar das tradições caipiras, como Roberto Corrêa, Ivan Vilela, Pereira da Viola e Chico Lobo e Miltinho Edilberto.

 

•Sérgio Reis.

 

•Renato Teixeira.

 

•Chitãozinho.

 

•Xororó.

 

•Leonardo.

 

•Daniel.

 

•Zezé di Camargo & Luciano

 

Quarta era - Sertanejo Universitário

 

Atenta, a indústria fonográfica lançou na década de 2000 um movimento similar, chamado por alguns de sertanejo universitário, com nomes como Guilherme & Santiago, Maria Cecília & Rodolfo, João Bosco & Vinícius, César Menotti & Fabiano, Jorge & Mateus, Victor & Leo, Fernando & Sorocaba, Gusttavo Lima, Luan Santana, Michel Teló, Marcos & Belutti e João Neto & Frederico. Como esse movimento não para e ganha cada vez mais adeptos, o mercado que antes tinha como foco de surgimento de duplas e artistas sertanejos no estado de Goiás, hoje tem eleito novos ídolos do estado de Mato Grosso do Sul como a revelação escolar Luan Santana e a dupla Maria Cecília & Rodolfo. Porém, Goiás não deixou de revelar nomes no cenário nacional, surgiram os já citados Jorge & Mateus e João Neto e Frederico sem falar de artistas vinculados ao sertanejo mais massificado da década anterior, como Guilherme & Santiago, Bruno & Marrone, Edson & Hudson, e outros.

Blog – Enrico-Picciotto Fotos, vídeos e curiosidades

  

Dança sertaneja

 

A Dança Sertaneja Moderna tem suas origens nas danças sertanejas brasileiras. O termo "Sertanejo" foi inicialmente cunhado pelos portugueses no período das navegações para definir o interior da nova terra, diferindo-o do litoral. Mais tarde, aplicou-se ao interior do país de um modo geral. Assim, sendo o Sertão Brasileiro extremamente vasto, compreendendo as regiões interioranas do país desde o Sul ao Nordeste brasileiro, e tendo em sua história processos de colonização e choques culturais de diversos povos, percebemos inicialmente uma pluralidade ímpar na formação das Danças Sertanejas Tradicionais. Esta mescla de gêneros europeus, indígenas e por vezes africanos originou diversas danças pelo Brasil, levando-se em conta as particularidades históricas e culturais supracitadas de cada região.

 

Hoje é comum encontrar em diversos bares e boates pelo país a dança acompanhada dos ritmos da musica sertaneja.

 

Observa-se que o estilo de Dança Sertaneja Moderna (também conhecida como Dança Caipira Sertaneja ou Sertanejo Universitário ) tem se propagado e sofrido mutações com maior intensidade em regiões da Grande São Paulo e interior deste estado, como nas cidades de Taboão da Serra, Embu, Cotia, ABC Paulista e Região Metropolitana de Campinas, sendo toda esta região geográfica hoje o pólo de vanguarda da Dança Sertaneja.

 

Podemos classificar hoje a Dança Sertaneja Moderna como pertencente á família das Danças a Dois ou Danças de Salão, que caracterizam-se pelo improviso dado pela comunicação intrínseca que ocorre entre o par durante a dança (comunicação esta chamada por seus praticantes de "condução"), onde temos um "condutor" e um "conduzido". Esta compatibilidade entre o Sertanejo e outras danças em casal acabou por gerar, na Dança Sertaneja, grande influência e incorporação de movimentos de outros gêneros de Danças de Salão com forte presença no Interior Paulista e Grande São Paulo, sendo em maior grau o Forró, o Samba-Rock, e o Country; e mais recentemente o Zouk e o West Coast Swing.

  

O vanerão ou vanera tem se propagado na região sul do país, sob forte influencia das culturas locais, embora possua forte ligação com o baião e o vanerão nordestino. Paralelamente é encontrado junto a outros estilos de dança em bares e bailes do gênero, assim como o country.

 

Na região Centro-Oeste é comum os chamados "bailões", que apresentam as músicas sertanejas de toada mais animada, predominantemente das três últimas décadas do século XX. O estilo de dança é simples, sempre em par, comumente com passos de baião e xote. O chamado "dois pra lá, dois pra cá" é o passo predominante, o que levou o estilo a se popularizar nos bailões pelo fácil acompanhamento.

 

Blog – Enrico-Picciotto Fotos, vídeos e curiosidades

 

Milton Nascimento

Cantor compositor

Cantora, compositora e multi-instrumentista Mart’nália apresenta o show “+ Misturado” com músicas gravadas do seu mais recente CD que da nome à turnê. São Paulo. 30.10.18

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2018/10/30/martnalia-misturado/

Lucas Santtana

Compositor Cantor

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

Música sertaneja ou música caipira é um gênero musical do Brasil produzido a partir da década de 1910 por compositores rurais e urbanos, outrora chamada genericamente de modas, emboladas, e fado português cujo som da viola é predominante.1

 

O folclorista Cornélio Pires conheceu a música caipira, no seu estado original, nas fazendas do interior do Estado de São Paulo e assim a descreveu em seu livro "Conversas ao pé do Fogo":

 

-"Sua música se caracteriza por suas letras que lembra a típicas histórias do sertão'.

 

Cornélio Pires em seu livro "Sambas e Cateretês", recolheu letras de música cantadas nas fazendas do interior do estado de São Paulo no início do século XX, antes de existir a música caipira comercial e gravada em discos. Sem o livro "Sambas e Cateretês" estas composições teriam caído no esquecimento.

 

Inicialmente tal estilo de música foi propagado por uma série de duplas, com a utilização de violas e dueto vocal. Esta tradição segue até os dias atuais, tendo a dupla geralmente caracterizada por cantores com voz tenor (mais aguda), nasal e uso acentuado de um falsete típico. Enquanto o estilo vocal manteve-se relativamente estável ao longo das décadas, o ritmo, a instrumentação e o contorno melódico incorporaram aos poucos elementos de gêneros disseminados pela indústria cultural.1

 

Destacaram-se inicialmente, entre as duplas pioneiras nas gravações em disco de vinil, Zico Dias e Ferrinho, Laureano e Soares, Mandi e Sorocaba e Mariano e Caçula. Foram as primeiras duplas a cantar principalmente as chamadas modas de viola, de temática principalmente ligada à realidade cotidiana - casos de "A Revolução Getúlio Vargas" e "A Morte de João Pessoa", composições gravadas pelo duo Zico Dias e Ferrinho, em 1930, e "A Crise" e "A Carestia", modas de viola gravadas por Mandi e Sorocabinha, em 1934. Gradualmente, as modificações melódicas e temáticas (do rural para o urbano) e a adição de novos instrumentos musicais consolidaram, na década de 1980, um novo estilo moderno da música sertaneja, chamado hoje de "sertanejo romântico" - primeiro gênero de massa produzido e consumido no Brasil, sem o caráter geralmente épico ou satírico-moralista e menos frequentemente, lírico do "sertaneja de raiz".1 2

 

Tais modificações dentro do gênero musical têm provocado muitas confusões e discussões no país a cerca do que seria música caipira/sertaneja. Críticos literários, críticos musicais, jornalistas, produtores de discos, cantores de duplas sertanejas, compositores e admiradores debatem sobre as quais seriam as formas artísticas de expressão do gênero, que levam em conta as mudanças ocorridas ao longo de sua história. Muitos estudiosos seguem a tendência tradicional de integrar as músicas caipira e sertaneja como subgêneros dentro um só conjunto musical, estabelecendo fases e divisões: de 1929 até 1944, como "música caipira" (ou "música sertaneja raiz"); do pós-guerra até a década de 1960, como uma fase de transição da velha música caipira rumo à constituição do atual gênero sertanejo; e do final dos anos sessenta até a atualidade, como música "sertaneja romântica".2 Outros no meio acadêmico, no entanto, consideram "música caipira" e "música sertaneja" gêneros completamente independentes, baseado na ideia de que a primeira seria a música rural autêntica e/ou do homem rural autêntico, enquanto a segunda seria aquela feita, como "produto de consumo", nos grandes centros urbanos brasileiros por não-caipiras.3 4 Outros autores estendem o conceito de música caipira/sertaneja ao baião, ao xaxado e outros ritmos do interior do Norte e Nordeste.1

 

Se for adotado o critério de que música caipira e sertaneja são sinônimos, pode-se dividir este gênero musical em alguns subgêneros principais: "Caipira" (ou "Sertanejo de Raiz"), "Sertanejo Romântico" e "Sertanejo Universitário"

 

História

Antecedentes

 

"Certos locais afastados, longe das cidades, ainda que seja mais presente sua relação com o nordeste, do interior, que encontrou vegetação e clima hostis, além da dominação política dos "coronéis", obrigando a desenvolver uma cultura de resistência, do matuto, legitimamente sertanejo, conhecedor da caatinga. Difere-se da cultura caipira, especificamente originária na área que abrange os estados de Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins. Ali se desenvolveu uma cultura do colono que encontrou abundância de águas, terra produtiva e um clima mais ameno, típico do cerrado. É conhecida como "caipira" ou "sertaneja" a execução composta e executada das zonas rurais, do campo, a antiga Moda de viola. Os caipiras, duplas ou solo, utilizavam instrumentos típicos do Brasil, como viola caipira.

Primeira era

Tonico & Tinoco.

Inezita Barroso.

 

Foi em 1929 que surgiu a PRIMEIRA música sertaneja como se conhece hoje. Ela nasceu a partir de gravações feitas pelo jornalista e escritor Cornélio Pires de "causos" e fragmentos de cantos tradicionais rurais do interior paulista, sul e triângulo mineiros, sudeste goiano e matogrossense.1 Na época destas gravações pioneiras, o gênero era conhecido como música caipira, cujas letras evocavam o modo de vida do homem do interior (muitas vezes em oposição à vida do homem da cidade), assim como a beleza bucólica e romântica da paisagem interiorana (atualmente, este tipo de composição é classificada como "música sertaneja de raiz", com as letras enfatizadas no cotidiano e na maneira de cantar).nota 1

 

Além de Cornélio Pires e sua "Turma Caipira", destacaram-se nessa tendência, mesmo que gravando em época posterior, as duplas Alvarenga e Ranchinho, Torres e Florêncio, Tonico e Tinoco, Vieira e Vieirinha, entre outros, e canções populares como "Sergio Forero", de Cornélio Pires, "O Bonde Camarão" de Cornélio Pires e Mariano, "Sertão do Laranjinha", de Ariovaldo Pires e "Cabocla Tereza", de Ariovaldo Pires e João Pacífico.1

 

Atualmente, a música sertaneja de raiz ainda sobrevive, sendo divulgada, por exemplo, por Mazinho Quevedo, Daniel ou Inezita Barroso, com seu programa Viola Minha Viola.

Segunda era

Milionário & José Rico.

 

Uma nova fase na história da música sertaneja teve início após a Segunda Guerra Mundial, com a incorporação de novos estilos como polca europeira, os instrumentos (como o acordeom e a harpa).1 A temática vai tornando-se gradualmente mais amorosa, conservando, todavia, um caráter autobiográfico. nota 2

 

Alguns destaques desta época foram os duos Cascatinha e Inhana, Irmãs Galvão, Irmãs Castro, Sulino e Marrueiro, Palmeira e Biá, o trio Luzinho, Limeira e Zezinha (lançadores da música campeira) e o cantor José Fortuna (adaptador da guarânia~no Brasil). Ao florzinha da década de 1970, a dupla que mais se destacou foi Milionário e José Rico que modernizou o sertanejo e sistematizou o uso de elementos da tradição mexicana mariachi com floreios de violino e trompete para preencher espaços entre frases e golpes de glote que produzem uma qualidade soluçante na voz.(Milionário e José Rico também são conhecidos no meio sertanejo como "Os Pais Do Sertanejo Moderno")1 Outros nomes, como a dupla Pena Branca e Xavantinho, seguiam a antiga tradição caipira, enquanto o cantor Tião Carreiro inovava ao fundir o gênero com samba, coco e calango de sexo.

Terceira era

 

A introdução da guitarra elétrica e o chamado "ritmo jovem", pela dupla Léo Canhoto e Robertinho, no final da década de 1960, marcam o início da fase moderna da música sertaneja. Um dos integrantes do movimento musical Jovem Guarda, o cantor Sérgio Reis passou a gravar na década de 1970 repertório tradicional sertanejo, de forma a contribuir para a penetração mais ampla ao gênero. Renato Teixeira foi outro artista a se destacar àquela altura. Naquele período, os locais de performance da música sertaneja eram originalmente o circo, alguns rodeios e principalmente as rádios AM. Já a partir da década de 1980, essa penetração estendeu-se às rádios FM e também à televisão - seja em programas semanais matutinos de domingo ou em trilhas sonoras de novela ou programas especiais.nota 3

 

Durante os anos oitenta, houve uma exploração comercial massificada do sertanejo, somado, em certos casos, à uma releitura de sucessos internacionais e mesmo da Jovem Guarda. Dessa nova tendência romântica da música sertaneja surgiram inúmeros artistas, quase sempre em duplas, entre os quais, Milionário e José Rico (que tambem teve grande destaque e acensão), Trio Parada Dura, Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano, Chrystian & Ralf, João Paulo & Daniel, Chico Rey & Paraná, João Mineiro e Marciano, Gian e Giovani, Rick & Renner, Gilberto e Gilmar, além das cantoras Nalva Aguiar e Roberta Miranda. Alguns dos sucessos desta fase estão "Sonhei Com Você", de José Rico e Vicente Dias, "Fio de Cabelo", de Marciano e Darci Rossi, "Apartamento 37", de Leo Canhoto, "Pense em Mim", de Douglas Maio, "Entre Tapas e Beijos", de Nilton Lamas e Antonio Bueno, "É o Amor", de Zezé Di Camargo e "Evidências", de José Augusto e Paulo Sérgio Valle.

 

Houve uma crescente influência da música country norte-americana e da estética cowboy, observada nas suas vestimentas características e também no maior interesse pelas festas de rodeio e feiras agropecuárias, palcos para os novos cantores.5

 

Contra esta tendência mais comercial da música sertaneja, reapareciam nomes como da dupla Pena Branca e Xavantinho, adequando sucessos da MPB à linguagem das violas, e surgiam novos artistas como Almir Sater, violeiro sofisticado, que passeava entre as modas de viola e os blues. Na década seguinte, uma nova geração de artistas surgiu dentro do sertanejo disposta a se reaproximar das tradições caipiras, como Roberto Corrêa, Ivan Vilela, Pereira da Viola e Chico Lobo e Miltinho Edilberto.

 

•Sérgio Reis.

 

•Renato Teixeira.

 

•Chitãozinho.

 

•Xororó.

 

•Leonardo.

 

•Daniel.

 

•Zezé di Camargo & Luciano

 

Quarta era - Sertanejo Universitário

 

Atenta, a indústria fonográfica lançou na década de 2000 um movimento similar, chamado por alguns de sertanejo universitário, com nomes como Guilherme & Santiago, Maria Cecília & Rodolfo, João Bosco & Vinícius, César Menotti & Fabiano, Jorge & Mateus, Victor & Leo, Fernando & Sorocaba, Gusttavo Lima, Luan Santana, Michel Teló, Marcos & Belutti e João Neto & Frederico. Como esse movimento não para e ganha cada vez mais adeptos, o mercado que antes tinha como foco de surgimento de duplas e artistas sertanejos no estado de Goiás, hoje tem eleito novos ídolos do estado de Mato Grosso do Sul como a revelação escolar Luan Santana e a dupla Maria Cecília & Rodolfo. Porém, Goiás não deixou de revelar nomes no cenário nacional, surgiram os já citados Jorge & Mateus e João Neto e Frederico sem falar de artistas vinculados ao sertanejo mais massificado da década anterior, como Guilherme & Santiago, Bruno & Marrone, Edson & Hudson, e outros.

Blog – Enrico-Picciotto Fotos, vídeos e curiosidades

  

Dança sertaneja

 

A Dança Sertaneja Moderna tem suas origens nas danças sertanejas brasileiras. O termo "Sertanejo" foi inicialmente cunhado pelos portugueses no período das navegações para definir o interior da nova terra, diferindo-o do litoral. Mais tarde, aplicou-se ao interior do país de um modo geral. Assim, sendo o Sertão Brasileiro extremamente vasto, compreendendo as regiões interioranas do país desde o Sul ao Nordeste brasileiro, e tendo em sua história processos de colonização e choques culturais de diversos povos, percebemos inicialmente uma pluralidade ímpar na formação das Danças Sertanejas Tradicionais. Esta mescla de gêneros europeus, indígenas e por vezes africanos originou diversas danças pelo Brasil, levando-se em conta as particularidades históricas e culturais supracitadas de cada região.

 

Hoje é comum encontrar em diversos bares e boates pelo país a dança acompanhada dos ritmos da musica sertaneja.

 

Observa-se que o estilo de Dança Sertaneja Moderna (também conhecida como Dança Caipira Sertaneja ou Sertanejo Universitário ) tem se propagado e sofrido mutações com maior intensidade em regiões da Grande São Paulo e interior deste estado, como nas cidades de Taboão da Serra, Embu, Cotia, ABC Paulista e Região Metropolitana de Campinas, sendo toda esta região geográfica hoje o pólo de vanguarda da Dança Sertaneja.

 

Podemos classificar hoje a Dança Sertaneja Moderna como pertencente á família das Danças a Dois ou Danças de Salão, que caracterizam-se pelo improviso dado pela comunicação intrínseca que ocorre entre o par durante a dança (comunicação esta chamada por seus praticantes de "condução"), onde temos um "condutor" e um "conduzido". Esta compatibilidade entre o Sertanejo e outras danças em casal acabou por gerar, na Dança Sertaneja, grande influência e incorporação de movimentos de outros gêneros de Danças de Salão com forte presença no Interior Paulista e Grande São Paulo, sendo em maior grau o Forró, o Samba-Rock, e o Country; e mais recentemente o Zouk e o West Coast Swing.

  

O vanerão ou vanera tem se propagado na região sul do país, sob forte influencia das culturas locais, embora possua forte ligação com o baião e o vanerão nordestino. Paralelamente é encontrado junto a outros estilos de dança em bares e bailes do gênero, assim como o country.

 

Na região Centro-Oeste é comum os chamados "bailões", que apresentam as músicas sertanejas de toada mais animada, predominantemente das três últimas décadas do século XX. O estilo de dança é simples, sempre em par, comumente com passos de baião e xote. O chamado "dois pra lá, dois pra cá" é o passo predominante, o que levou o estilo a se popularizar nos bailões pelo fácil acompanhamento.

 

Blog – Enrico-Picciotto Fotos, vídeos e curiosidades

 

david alvarez garcia, director, compositor, cigarreras

Cantor e compositor paulistano Pélico faz show do novo disco, Euforia, o terceiro da carreira, em São Paulo. 02.10.15

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2015/10/03/euforia-de-pelico/

Numa apresentação mais intimista, cantor e compositor Toquinho apresenta clássicos da carreira com versões em apenas voz e violão. São Paulo. 11.04.17

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2017/04/12/uma-cadeira-um-mic...

www.mvm.com/cs/shopForLooks/Default.aspx

 

This link will take you to a free download called "My Virtual Model" with which you can create dozens of females similar to the one in this image or if you're female OR want to be female, you can create yourself. It's fun and I plan to use many of my "compositors" as they call them in images I'm playing with. Enjoy.

 

Earlier this morning I got an Email from Monica in Ireland. She isn't feeling well at all and wanted to be relieved of the burden of having her photographs converted to Topaz. For those of you who believe in prayer, please pray for this dear lady's health and happiness or send positive thoughts for Monica. I thanked her for the time we had together and I know you've already thanked her with your comments, awards and invitations. We wish you well, Monica and pray for your healing and restored health and happiness.

Uma homenagem especial a Chico Buarque de Hollanda. O melhor.

 

Compositor, compositor

mas como é que vive o compositor?

Sem ser showman, sem ser cantor

será que ele paga o lugar que alugou?

será que tem outra função

e faz sua música se faz serão,

será que não?

será que dá pra dar pensão

quando ele brigar com o amor que inspirou a canção?

 

Compositor, compositor

mas como é que vive o compositor?

que é que vai ser no fim do mês

se ninguém gravar a canção que ele fez?

E se gravar, não leve a mal,

não dá pra viver de direito autoral

compositor

tem muito sócio, sim senhor

Ecad, sociedade, leão, gravadora, editor

 

Ave Maria, mamãe dizia

meu filho, por favor

siga o disposto, não dê o desgosto

de ser compositor

acho que não adiantou

quem anda na chuva já se molhou

e até gostou

quem vive só do seu valor

sabe da pedreira que é ser um compositor

 

Quanta vaidade, que veleidade

ser compositor

quanta vontade na flor da idade

de ser compositor

se dá bloqueio de criação?

autor brasileiro não tem disso não

compositor

só se levar no bom-humor

pior que todo o mundo também quer ser compositor!

 

Compositor...

todo o mundo quer ser compositor…

 

Joyce e PC Pinheiro

A pesar de que siempre se identifica a Víctor Heredia como oriundo de Paso del Rey, el barrio de Monserrat lo ve nacer el 24 de enero de 1947. Su pasión por la música se ve reflejada, desde temprana edad, en sus estudios de piano y guitarra y, ya en su adolescencia, puede vérselo en programas televisivos como: "Guitarreada Crush", "Sábados Circulares de Mancera" o "Contrapunto", dejando oír su peculiar y potente voz, compañera ideal de sus primeras composiciones. Una de ellas, "Para cobrar Altura", es la zamba que posibilita su primer triunfo en Cosquín donde, además, se alza con el premio "Revelación", que otorga el Festival.

 

Sus inquietudes se mueven más allá de la música, pero siempre en contacto con ésta. Es así que decide ingresar a la Facultad de Filosofía y Letras, donde cursa materias hasta el tercer año, debiendo abandonar esa casa de altos estudios para dedicarse definitivamente a su primitiva vocación.

 

La Consagración en Cosquín, "El viejo Matías" y los shows en los que acompaña a Joan Manuel Serrat, terminan por establecerlo en el reconocimiento popular con apenas veintidós años. Es aquí donde comienza su primer periplo latinoamericano durante el que obtiene el premio al "Mejor Interprete y Compositor", con la inédita "Muchacho campesino" en el marco del festival de Agua Dulce (Perú), donde comparte con otros grandes de la talla de Daniel Viglietti y Alfredo Zitarrosa.

 

Poco después representa a nuestro país en el Festival de La OTI, realizado en España con la canción "Sabes, Aquí estamos, América" y se presenta en Viña del Mar, donde conoce a Salvador Allende y afianza su visión de la problemática política de América. Es en ese año que decide comenzar uno de sus más encumbrados trabajos; aquél que dedicara a la poesía de uno de los poetas más grandes del continente (“Víctor Heredia canta a Pablo Neruda”) y que lo coloca definitivamente entre los cantores populares más admirados por la juventud argentina.

 

La situación política de nuestro país doblegado por la dictadura militar y la censura impiadosa que cae sobre su obra lo obligan a grabar en España el álbum "Ya lo ves, amanece" pero en Argentina su legión de seguidores no claudica y lo ovaciona de pie y por más de diez minutos en el marco del "Encuentro de Música Popular", que tiene por escenario al estadio de Obras Sanitarias a fines de 1982.

 

Sus canciones se han vuelto no solo las crónicas de una generación, sino también las de una país, como lo retrata el clásico "Informe de la situación". Es el mismo Obras que lo recibe victorioso, junto al cuarteto Zupay y luego solo, congregando a millares de aquellos que aún creían en la libertad, aún antes del regreso de la democracia. Para Heredia, la nueva etapa comienza con la reedición de sus éxitos y ventas de más de quinientas mil placas, la presentación junto a Silvio Rodríguez para cantar junto con él, también en Obras Sanitarias el tema que representaba la lucha de madres de Plaza de Mayo: Todavía cantamos. También regresa a la televisión, medio que, al igual que otros, le había cerrado sus puertas durante la dictadura.

 

Nuevamente se reúne con los Zupay y Cesar Isella, esta vez en el ámbito del Luna Park, para protagonizar "Canto a la Poseía" e, inmediatamente, la presentación de "Solo Quiero La Vida", para la que convoca a más de cincuenta y cinco mil personas en cinco Luna Park lrepletos, mientras continua su labor a favor de la memoria por los derechos humanos en la "Asamblea Permanente por los Derechos Humanos" y por la paz mundial en el "Llamamiento por los cien para seguir viviendo", Ese año (1984) también se presenta con gran éxito en el Festival de Varadero, Cuba.

 

En 1985 edita "Coraje", que tiene su momento culmine en cinco gloriosos Luna Park, finalizando ese mismo año con un concierto titulado "Resumen", que colma la capacidad de la cancha de Futbol de Ferrocarril Oeste. Un año más tarde, ve la luz su obra cumbre sobre la conquista, contada según el punto de vista de los vencidos: "Taki Ongoy", cuyo éxito innegable a nivel popular lleva a la obra a ser parte de la currícula educativa en numerosas escuelas y universidades de nuestro país. Con ella repite el éxito anterior con cuatro estadios Luna Park llenos. Ese año también forma parte del Consejo Asesor del Congreso Pedagógico Nacional, donde expone su pensamiento a favor de la comunidades indígenas de América.

 

Sus veinte años con el canto son festejados en un multitudinario recital (45.000 personas) en Barrancas de Belgrano y con la publicación del libro "Todavía Cantamos" de Gustavo Bonifacini, en el que se relata su vida.

 

"Un día de gracia". "Memoria", "Carta de un naufrago", “Mientras Tanto”son los títulos de sus siguientes obras, luego “De Amor y de sangre” con el que vuelve a alcanzar el disco de Oro. "Marcas" donde por primera vez graba a dúo con su querido amigo Joan Manuel Serrat el tema Mara.

 

En 1999 “Casa de las Américas” en Cuba abre sus puertas por primera vez para que la música de Heredia pueda ser deleitada por el público de la Habana. Invitado por su amigo Silvio Rodríguez realiza un bellísimo concierto en la mítica sala Ché Guevara.

 

Un año más tarde se celebra en Colombia la semana por la paz, al encuentro concurren Pablo Milanés, Alberto Cortez, Facundo Cabral, Vicente Feliú, Andrés Cepeda y de nuestro país VICTOR y LEON. Medellín, Cali y Bogotá fueron testigos de esta unión que culminó en un escenario en Bogotá ante 180.000 personas que clamaban “NO MAS”.......QUEREMOS LA PAZ, Heredia con “Sobreviviendo” junto a León y León con “Solo le pido a Dios” junto a Heredia le entregaron a ese pueblo clamoroso la esperanza y la convicción de que el secreto de la paz; está en el amor y la unión.

 

De estas presentaciones, nace en Víctor y León la idea de unirse nuevamente después de diez años, para encarar “JUNTOS” el proyecto de fusionar sus repertorios en un espectáculo que seguramente dejará sus huellas marcadas en la historia de la música.

 

En Septiembre ofrece un concierto auspiciado por UNICEF en Panamá, a favor de los niños marginados de América.

 

En Enero y Febrero del 2001, es recibido en los mas importantes festivales de Argentina donde 100.000 espectadores confirman la vigencia de Heredia.

 

En Octubre de 2001 sale su nuevo trabajo discográfico “Entonces”, producido y editado por su propio sello discográfico Alter-Nativo Americano. En estos doce temas la poesía de este juglar adquiere la crudeza necesaria para transmitir en imágenes contundentes las vicisitudes de un mundo que se debate en profundas crisis de valores y acierta en el pensamiento popular acerca de ello, con la claridad que todos esperábamos de él. Más tarde sería presentado en el estadio Luna Park en dos conciertos multitudinarios con la unánime aprobación de su público y la prensa especializada.

 

2002 es un año de intensa actividad en vivo. A sus habituales giras por el interior de la Argentina, agrega presentaciones en Bolivia, Tenerife (España), Colombia y Costa Rica, país este último que visita por primera vez.

 

Ya en 2003, y con el advenimiento de un nuevo gobierno, es convocado por el Presidente de la Nación Néstor Kirchner, para brindar un concierto junto a León Gieco en la histórica Plaza de Mayo, conmemorando la fecha patria, 9 de julio. 50 mil personas brindaron un marco excepcional a la jornada. Posteriormente actúa en Ecuador, graba un disco en vivo en La Habana junto a Silvio Rodriguez y León Gieco a beneficio de los damnificados por las inundaciones en la capital de Santa Fe. En septiembre parte a Chile, donde actúa en el Estadio Nacional de Santiago conmemorando los 30 años del asesinato de Salvador Allende. A su regreso, parte hacia Londres, donde comparte escenario con el cubano Pablo Milanés en el Barbican Center. A partir de allí, realizó una serie de conciertos en España, en la sala Galileo Galilei de Madrid, la sala Razzmatazz de Barcelona, en El Rincón de los Artistas de Vigo y finalmente en Palma de Mallorca. Recibe la Llave de la Ciudad de Medellín y es nombrado visitante ilustre de esa ciudad por su aporte solidario a la lucha por la paz de Colombia.

 

De regreso de la gira entra a estudios para grabar su último trabajo discográfico FENIX, que vio la luz los primeros días de noviembre, y en el que participa como invitado Silvio Rodríguez. En 2002 una canción suya, “Ayer te vi” vuelve a ganar el premio a la mejor canción del Festival de Viña del Mar. Edita su primer novela: “Alguien aquí conmigo”, en la prestigiosa Editorial Norma durante la Feria del Libro en la ciudad de buenos aires.

 

2004 fue un año lleno de halagos. En febrero otro tema suyo (“Bailando con tu sombra, Alelí), gana el Festival de la Canción de Viña del Mar en la voz de Abel Pintos. Posteriormente, gira intensamente por todo el país presentando “Fénix”, viaja a Ecuador, Toronto (Canadá), Costa Rica y Colombia. El 25 de mayo participa del multitudinario concierto en la Plaza de Mayo festejando nuestra fecha patria junto a Silvio Rodríguez y Charly García entre otros, y es nombrado profesor honorario de la Universidad de Salta, de la universidad de San Luis y la Universidad de Chile, en todos los casos por su aporte a la cultura y defensa de los derechos humanos en Latinoamérica. A comienzos de 2005 es designado jurado en el Festival de Viña del Mar y realiza presentaciones por todo el país. En el mes de mayo visita nuevamente Ecuador y es recibido por el Presidente de aquel país, Alfredo Palacio, quien lo condecora con la Orden al Mérito en el Grado de Caballero, la máxima distinción que brinda Ecuador a figuras de la Cultura.

 

Sus presentaciones en los festivales y teatros más importantes de Buenos Aires y el mundo, lo enmarcan, tras 35 años de trayectoria, como uno de los más importantes representantes de la música popular del continente americano.

 

(Fuente: www.victorherediaweb.com.ar/)

El violagambista Miguel Bonal y la acordeonista Marta Cubas han formado parte, junto al compositor Tomás Ocaña, de la primera edición del Programa de Residencias JME-FCAYC. Ambos intérpretes actuaron en este concierto, donde se estrenaron dos obras del compositor malagueño. El programa se completó con obras de otros compositores. Este concierto se desarrolla dentro del Programa de Residencias JME-FCAYC, fruto de la colaboración entre Juventudes Musicales de España y la Fundación Cerezales Antonino y Cinia.

Los tres músicos han estado trabajando conjuntamente durante esta semana de residencia artística en la Fundación. En este concierto se estrenó una obra para viola da gamba y otra para acordeón escritas expresamente en el marco de esta colaboración, junto con piezas de Marais, Telemann, Abel, Hosokawa y Zorn.

 

Toda la información sobre el concierto

 

Álbum CONCIERTO MARTA CUBAS, MIGUEL BONAL Y TOMÁS OCAÑA - PROGRAMA DE RESIDENCIAS FCAYC-JME - AUDITORIO DE LA FUNDACIÓN CEREZALES 15.10.22

1 2 ••• 5 6 8 10 11 ••• 79 80