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cuncas de viño, con salsas (de mostaza con chocolate en virutas y de tomate con rodaja de lima...). Ojo, que luego he visto servir aperitivos o tapas en cuncas...pero primero se me ocurrió a mí...jeje
Esta vez comí un rollo de carne(que tenía un sabor muy fuerte), bastante extraño por que nunca había comido rollo de carne :P
Esta foto es parte de un proyecto de una semana, una foto de cada una de mis comidas.
Bastante solitario, lamentablemente... En mi familia, todos marcharon... Sólo quedo yo, que me voy mañana ;)
Mmm, a ver, locos con mayonesa y limón, acompañados de chancho en piedra y puré de palta. De ensalada, apio, y para beber, ponche de chirimoya.
Conclusión: los locos son mejores solos... Ni la palta ni el chancho en piedra combinaban bien. En fin...
2016, Salida con Fotógraf@s en Zaragoza a Bubal y Jaca, Aragón (España).
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Tomada con Canon EOS 5D Mark II • Objetivo: EF24-105mm f/4L IS USM • Focal: 105 mm • Tiempo de exposición de ¹⁄₆₀ seg. • Apertura: f/4,0 • ISO: 400 • Flash: flash fired
Fotografía sujeta a licencias, 2010 Roberto Ruiz Herrera
Comer para viver ou viver para comer?
Faça sua escolha!
"Você é livre para comer o que quiser".
ROMANOS:14
NOTA:
Os transtornos alimentares, embora pareçam problemas típicos dos tempos modernos, já estavam presentes na Antigüidade. Os egípcios antigos, todo mês, por três dias consecutivos, forçavam-se a vomitar e usavam purgativos, pois acreditavam que todas as doenças estavam relacionadas à comida. Também para Hipócrates, médico e filósofo grego, a indução de vômitos ajudava a prevenir contra doenças. Os romanos, por sua vez, comiam em excesso durante os banquetes e, depois, vomitavam (em locais especialmente construídos para esta finalidade) para retornarem a comer. Na Idade Média, moças jejuavam por longos períodos, chegando a ficar desnutridas. Porém, essa prática, em vez de ser associada a distúrbios psicológicos, era compreendida como manifestação demoníaca ou divina.
Fonte: notisa.com.br
Comer para viver ou viver para comer?
Faça sua escolha!
Ovo de chocolate... viver pra comer!
Cacau = Chocolate:
Segundo cientistas, o lar original do cacau ficava nas florestas da região do Amazonas no Brasil, ou na região do Orinoco, na Venezuela. Ambos são rios famosos na América do Sul. Colombo, que descobriu a América, teve a oportunidade, durante sua 4ª viagem à América, de conhecer os grãos de cacau, mas não lhes deu atenção.
O crédito por descobrir o cacaueiro para o mundo europeu cabe a outro viajante espanhol, o conquistador do México: Hernando Cortez. Ele chegou ao México em 1519, supostamente com intenções pacíficas de desenvolver o comércio, e foi recebido com honras pelo Imperador Montezuma dos astecas (os índios locais). O Imperador era grande apreciador de uma bebida especial, que ele bebia em copos de ouro, sempre novos. A cada vez que esvaziava um copo, ele o jogava fora, para mostrar que valorizava mais a bebida que o ouro.
O Imperador ofereceu esta bebida ao visitante espanhol, que mais tarde relatou que tinha um sabor forte, agridoce, que ele apreciou muito. Hernando Cortez mais tarde aprisionou o Imperador e, gradualmente, conquistou o México para o Rei da Espanha. Quando voltou à Espanha em 1528, Cortez levou grãos de cacau para o Rei, apresentando-o no maravilhoso chocolate líquido.
A Espanha foi o primeiro país na Europa onde o chocolate quente tornou-se uma bebida favorita. Primeiro nos círculos aristocratas, depois de forma geral. Durante cerca de 100 anos a Espanha teve o monopólio do comércio de grãos de cacau, graças às plantações de Cortez.
Típico de clima tropical, o cacaueiro encontra no Brasil um ambiente ideal para o seu cultivo, principalmente nas regiões do Espírito Santo e o sul da Bahia, Ilhéus. Hoje, nosso país é o maior produtor da América Latina e um dos maiores do mundo ao lado da Costa do Marfim, de Gana e do Equador.
P.S.:
A palavra chocolate provém do espanhol CHOCOLATE, que por sua vez foi originado a partir de línguas indígenas mesoamericanas. Contudo, sua origem não é completamente esclarecida, existindo versões diferentes para tal. Segundo a primeira, o termo derivaria de chocola'j (ou chokola'j), que significa "beber chocolate juntos". Alguns dicionários afirmam que a palavra vem da língua náuatle - a língua dos astecas, no caso, xocolātl, que, por sua vez, é resultado na fusão de xococ ("amargo") + atl ("água").
Fontes: chabad.org.br e Wikipédia.