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COMIDAS CASERAS = COCIDO
que rico está todo en la lumbre
Autor: José-María Moreno García. Fotógrafo humanista y documentalista. Una de las mejores formas de conocer la historia de un pueblo es a través de sus imágenes; en ellas se conserva no sólo su realidad tangible, calles, plazas, monumentos, sino también sus costumbres, fiestas, tradiciones, lenguaje, indumentaria, gestos y miradas, que nos dicen sin palabras como se vivía, cuales eran sus esperanzas y temores, qué había en su pasado, qué esperaban del futuro. Uno de los objetivos más ambiciosos es recuperar y catalogar todo el material gráfico existente en nuestra familia desde 1.915, para después ponerlo a disposición de vosotros, que la historia volviera a sus protagonistas, y los que aún siguen con nosotros pudieran disfrutar con ello. VISITA La colección "CIEN AÑOS DE FOTOGRAFÍA FAMILIA MORENO (1915-2015)" en www.josemariamorenogarcia.es y www.madridejos.net
Comida típica china ( parecido al pan, con relleno de carne o verdura ) pero en vez de al horno, está hecho al vapor
2016, Salida con Fotógraf@s en Zaragoza a Bubal y Jaca, Aragón (España).
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Comer para viver ou viver para comer?
Faça sua escolha!
"Você é livre para comer o que quiser".
ROMANOS:14
NOTA:
Os transtornos alimentares, embora pareçam problemas típicos dos tempos modernos, já estavam presentes na Antigüidade. Os egípcios antigos, todo mês, por três dias consecutivos, forçavam-se a vomitar e usavam purgativos, pois acreditavam que todas as doenças estavam relacionadas à comida. Também para Hipócrates, médico e filósofo grego, a indução de vômitos ajudava a prevenir contra doenças. Os romanos, por sua vez, comiam em excesso durante os banquetes e, depois, vomitavam (em locais especialmente construídos para esta finalidade) para retornarem a comer. Na Idade Média, moças jejuavam por longos períodos, chegando a ficar desnutridas. Porém, essa prática, em vez de ser associada a distúrbios psicológicos, era compreendida como manifestação demoníaca ou divina.
Fonte: notisa.com.br
Comer para viver ou viver para comer?
Faça sua escolha!
Ovo de chocolate... viver pra comer!
Cacau = Chocolate:
Segundo cientistas, o lar original do cacau ficava nas florestas da região do Amazonas no Brasil, ou na região do Orinoco, na Venezuela. Ambos são rios famosos na América do Sul. Colombo, que descobriu a América, teve a oportunidade, durante sua 4ª viagem à América, de conhecer os grãos de cacau, mas não lhes deu atenção.
O crédito por descobrir o cacaueiro para o mundo europeu cabe a outro viajante espanhol, o conquistador do México: Hernando Cortez. Ele chegou ao México em 1519, supostamente com intenções pacíficas de desenvolver o comércio, e foi recebido com honras pelo Imperador Montezuma dos astecas (os índios locais). O Imperador era grande apreciador de uma bebida especial, que ele bebia em copos de ouro, sempre novos. A cada vez que esvaziava um copo, ele o jogava fora, para mostrar que valorizava mais a bebida que o ouro.
O Imperador ofereceu esta bebida ao visitante espanhol, que mais tarde relatou que tinha um sabor forte, agridoce, que ele apreciou muito. Hernando Cortez mais tarde aprisionou o Imperador e, gradualmente, conquistou o México para o Rei da Espanha. Quando voltou à Espanha em 1528, Cortez levou grãos de cacau para o Rei, apresentando-o no maravilhoso chocolate líquido.
A Espanha foi o primeiro país na Europa onde o chocolate quente tornou-se uma bebida favorita. Primeiro nos círculos aristocratas, depois de forma geral. Durante cerca de 100 anos a Espanha teve o monopólio do comércio de grãos de cacau, graças às plantações de Cortez.
Típico de clima tropical, o cacaueiro encontra no Brasil um ambiente ideal para o seu cultivo, principalmente nas regiões do Espírito Santo e o sul da Bahia, Ilhéus. Hoje, nosso país é o maior produtor da América Latina e um dos maiores do mundo ao lado da Costa do Marfim, de Gana e do Equador.
P.S.:
A palavra chocolate provém do espanhol CHOCOLATE, que por sua vez foi originado a partir de línguas indígenas mesoamericanas. Contudo, sua origem não é completamente esclarecida, existindo versões diferentes para tal. Segundo a primeira, o termo derivaria de chocola'j (ou chokola'j), que significa "beber chocolate juntos". Alguns dicionários afirmam que a palavra vem da língua náuatle - a língua dos astecas, no caso, xocolātl, que, por sua vez, é resultado na fusão de xococ ("amargo") + atl ("água").
Fontes: chabad.org.br e Wikipédia.
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Serelepe temos ou não temos que sequestrar a Eneidinha?
Ficar sem essa delícia não vai dar, não é?
Tenho certeza de que Leley iria lamber o prato!!