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Página/12, Domingo 13 de octubre de 2019.

13/06/2019. València, OCCC.

"Migració i asil a les campanyes electorals". Presentació de l’Observatori Sense Tòpics 2019.

Projecte “Alça la teua veu contra el racisme i la xenofòbia”, amb Miquel Ramos, periodista i autor de l’informe; Jaume Durà i Marta Pérez Ramírez, CEAR-PV, i Noa de la Torre, presidenta de la Unió de Periodistes Valencians.

Organitza: Comissió d’Ajuda al Refugiat - CEAR-PV.

Fotos: ©PRATS i CAMPS

La delegación de Juventud y la de Deportes han presentado las actividades que llevarán a cabo de forma conjunta con motivo de la celebración este sábado del Día Internacional contra la Xenofobia y el Racismo. Se dividirá en dos partes. Por un lado, este viernes día 20 a partir de las diez de la noche en el polideportivo del barrio de San Francisco se desarrollará la parte más deportiva de las actividades con un campeonato de baloncesto y fútbol sala en el que participarán diez equipos de jóvenes de los institutos de secundaria de la ciudad entre los 14 y los 18 años, pretendiendo ser una alternativa de ocio nocturno para la juventud rondeña.

fuente.- La Voz de Ronda

UNIVERSIDÁ DE PRIMAVERA. 23 de Junio 2017. Uviéu. Edificio del Pavo Real (Campo de San Francisco) Foto: Daniel López

Manifestación en Iruña convocada por la Plataforma Antirracista 21M contra la discrimanación racial y la xenofobia, apoyada por el colectivo BDZ contra el genocidio Palestino.

Las líderes comunitarias María Luisa Pazmiño y Kennya Caicedo presentan la obra "Cuando yo fui pájaro" que trata temas de migración y xenofobia. Fundación Nurtac, Guayaquil, Ecuador.

 

Community leaders María Luisa Pazmiño and Kennya Caicedo present the play "When I was a bird", which treats themes of migration and xenophobia. Nurtac Foundation, Guayaquil, Ecuador.

13/06/2019. València, OCCC.

"Migració i asil a les campanyes electorals". Presentació de l’Observatori Sense Tòpics 2019.

Projecte “Alça la teua veu contra el racisme i la xenofòbia”, amb Miquel Ramos, periodista i autor de l’informe; Jaume Durà i Marta Pérez Ramírez, CEAR-PV, i Noa de la Torre, presidenta de la Unió de Periodistes Valencians.

Organitza: Comissió d’Ajuda al Refugiat - CEAR-PV.

Fotos: ©PRATS i CAMPS

Líderes comunitarios preparan la obra "Cuando yo fui pájaro" que trata temas de migración y xenofobia. Fundación Nurtac, Guayaquil, Ecuador.

 

Community leaders prepare the play "When I was a bird" that treats themes of migration and xenophobia. Nurtac Foundation, Guayaquil, Ecuador.

Isaac Gómez, un líder comunitario, ensaya para la obra "Cuando yo fui pájaro" que trata temas de migración y xenofobia. Fundación Nurtac, Guayaquil, Ecuador.

 

Isaac Gomez, a community leader rehearses for the play "When I was a bird" that treats themes of migration and xenophobia. Nurtac Foundation, Guayaquil, Ecuador.

Manifestación en Iruña convocada por la Plataforma Antirracista 21M contra la discrimanación racial y la xenofobia, apoyada por el colectivo BDZ contra el genocidio Palestino.

Cartel de la nueva edición de la iniciativa, organizada por el Departamento municipal de Inmigración.

Manifestación en Iruña convocada por la Plataforma Antirracista 21M contra la discrimanación racial y la xenofobia, apoyada por el colectivo BDZ contra el genocidio Palestino.

Líderes comunitarios preparan la obra "Cuando yo fui pájaro" que trata temas de migración y xenofobia. Fundación Nurtac, Guayaquil, Ecuador.

 

Community leaders prepare the play "When I was a bird" that treats themes of migration and xenophobia. Nurtac Foundation, Guayaquil, Ecuador.

UNIVERSIDÁ DE PRIMAVERA. 23 de Junio 2017. Uviéu. Edificio del Pavo Real (Campo de San Francisco) FOTO/Daniel López

(English Bellow)

 

Fotos da primeira manif do The Surge de Lisboa (18/01/2025), uma iniciativa que pretende dar uma resposta interseccional às problemáticas da Emergência Climática, Fascismo, e Genocídio, a partir da análise de que cada um destes contribui para mecanismos de retroalimentação de todos os outros. Surgiu a partir de conversas a nível internacional entre ativistas de diferentes locais e coletivos (mas a nível individual), e a primeira mobilização aconteceu também internacionalmente com várias cidades de vários países a juntar-se, quer em manifestações ou outros eventos. Coisas continuam a acontecer, ver as páginas deles: thesurgeportugal no Instagram, por exemplo. No dia seguinte tinha de ir trabalhar então não pude estar até ao fim dos discursos no Martim Moniz mas um que me marcou especialmente veio de uma pessoa palestiniana queer (cujo nome não me lembro) que gritou por pessoas estarem a morrer de SIDA em Gaza porque não era permitida a entrada de medicamentos para VIH e SIDA. Apenas uns dois dias antes desse discurso é que soube disso, a partir de um artigo sobre a batalha de outra pessoa palestiniana para conseguir medicação (estava a tomar várias doses feitas para crianças porque já não havia para adultos). Ei-lo:

 

theintercept.com/2025/01/13/israel-gaza-war-hiv-aids-medi...

 

Álbum completo:

www.flickr.com/photos/luaevablue/albums/72177720323257836/

  

(EN)

 

Photos from the first demonstration of the Lisbon branch of 'The Surge', an initiative which seeks intersectional answers to the problems of Climate Change, Fascism and Palestinian Genocide, from an analysis that each of these contributes to mechanism's of feedback loops that affects all others. It began with conversations on an international level between (individual) activists from different places and collectives / organizations. The first mobilisation happened internationally too, with several cities from different countries joining together, either in protests or other events. At the time of this writing they are still doing stuff, which you can find on Instagram:

 

www.instagram.com/thesurge2025?igsh=dGJwaTV6ZDZjNzRh

 

The next day I had to go to work so I could not stay until the end of the speeches at Martim Moniz but one that I remember better due to the emotional intensity was by a palestinian queer person (I wish I remembered their name) who screamed because people were dieing of AIDS in Gaza because Isr did now allow the entrance of HIV/AIDS medication to Gaza. A few days before I had read about that for the first time, from an article describing the struggles of another queer palestinian, which I shall share here [see first link above].

13/06/2019. València, OCCC.

"Migració i asil a les campanyes electorals". Presentació de l’Observatori Sense Tòpics 2019.

Projecte “Alça la teua veu contra el racisme i la xenofòbia”, amb Miquel Ramos, periodista i autor de l’informe; Jaume Durà i Marta Pérez Ramírez, CEAR-PV, i Noa de la Torre, presidenta de la Unió de Periodistes Valencians.

Organitza: Comissió d’Ajuda al Refugiat - CEAR-PV.

Fotos: ©PRATS i CAMPS

CelebraciÓN en alcorcÓN del dÍA contra el racismo y la xenofobia

Kennya Caicedo, una líder comunitario, es entrevistado acerca de la obra "Cuando yo fui pájaro" que trata temas de migración y xenofobia. Fundación Nurtac, Guayaquil, Ecuador.

 

Kennya Caicedo, a community leader is interviewed about the play "When I was a bird" that treats themes of migration and xenophobia. Nurtac Foundation, Guayaquil, Ecuador.

UNIVERSIDÁ DE PRIMAVERA. 23 de Junio 2017. Uviéu. Edificio del Pavo Real (Campo de San Francisco) FOTO/Daniel López

UNIVERSIDÁ DE PRIMAVERA. 23 de Junio 2017. Uviéu. Edificio del Pavo Real (Campo de San Francisco) FOTO/Daniel López

Lo creas o no, algunos gatos sufren de xenofobia (no se refiere a las razas, se refiere a extraños). CLÍNICA VETERINARIA DEL BOSQUE. La xenofobia es el miedo a las personas extrañas y tu gato podría sufrir este padecimiento. Para ayudarlo, cuando tengas invitados pídeles que dejen que tu gato se les acerque y no al revés. En Clínica Veterinaria del Bosque te invitamos a preguntar por las feromonas de aproximación. #veterinaria

Momentos da segunda grande marcha Amílcar Cabral de Lisboa, um evento pan-africanista de solidariedade, comemoração, cultura e resistência.

 

Saber mais em:

www.instagram.com/kpanafrikanu_lisboa/

www.instagram.com/vidajusta.pt/

 

2.ª Declaração Panafricanista de Lisboa, que se pode ler no site Buala.org :

 

"As lutas pela libertação fizeram parte de uma revolução panafricana que derrotou o colonialismo português, contribuiu para o derrube do fascismo, colocando África no centro de um processo histórico-político de reconstrução e re-humanização das relações no mundo.

 

CONVOCADA pelos povos da Guiné-Bissau, Cabo Verde, Angola, Moçambique e São Tomé e Príncipe, mobilizada e organizada pelos movimentos de libertação sob a liderança de figuras como Amílcar Cabral, Samora Machel, Eduardo Mondlane, Mário Pinto de Andrade, Agostinho Neto, entre tantos outros que, em diferentes frentes e latitudes, se levantaram contra o colonialismo, esta luta forjada na unidade, foi a expressão concreta da vontade e das aspiração mais profunda destes povos.

 

CONVICTA de que, para existir plenamente, um povo deve assumir inteiramente a autoridade sobre a sua própria vida, esta luta foi uma ação firme de recuperação do nosso destino e da nossa história.

 

COMPROMETIDA com os princípios de progresso, soberania e solidariedade combativa internacionalista entre todas as comunidades humanas, foi uma LUTA DO POVO, PELO POVO, PARA FAZER POVO.

 

Neste “setembro vitorioso”, em que celebramos o nascimento de Amílcar Cabral, pensador e combatente inconfundível da longa tradição radical panafricana, relembramos os sentidos, a potência e a atualidade do mote: “A luta continua”. Um lema que nos lembra da importância de não reivindicarmos “vitórias fáceis” e de não abandonarmos o sonho e o projeto africano de soberania popular.

 

A segunda Marxa Cabral em Portugal celebra o cinquentenário das independências de Guiné-Bissau, Cabo Verde, Angola, Moçambique e São Tomé e Príncipe, países cujos povos decidiram pegar nas armas como instrumento político contra um sistema colonial e assumir dignamente o seu destino africano: livre e soberano. Proclamada unilateralmente pela Guiné-Bissau, em 1973, essas independências fizeram parte de uma vaga mais ampla de libertação panafricana, articulada numa solidariedade tricontinental – África, Ásia, América. A conjugação deste poderoso fenómeno de contágio culminou no desmoronamento dos impérios coloniais e abriu caminho para a afirmação coletiva destas nações africanas .

 

Esta celebração, que acontece no contexto do centenário dos nascimentos de Frantz Fanon, Patrice Lumumba e Malcolm X, lembra-nos a riqueza das ideias de libertação e desafia-nos a fazer um movimento Sankofa para recuperar o que foi amputado e relembrar o que foi esquecido.

 

Neste sentido, esta Marxa é, fundamentalmente, uma marxa de afirmação do compromisso da nossa geração com o legado de Amílcar Cabral : preservar a independência dos nossos países e lutar pela soberania plena dos nossos povos. Este compromisso de ação, aqui em Portugal, território onde Cabral e a sua geração, bem antes de iniciarem a luta pela libertação em África, começaram a lutar ao lado do povo português, particularmente no Alentejo, ensinando, ouvindo e partilhando o seu conhecimento com os jornaleiros agrícolas, é também um desafio à consciência do povo português para assumir a sua responsabilidade histórica: destruir todas as formas de opressão e exploração e combater qualquer ameaça de ressurgimento do odioso fascismo.

 

Nesta Marxa, sob o mote “Di povu pa povu: Libertação, Dignidade e Soberania popular”, reconhecendo a importância indiscutível das lutas pela independência, olhamos criticamente para o percurso feito até agora e afirmamos o nosso compromisso com a luta pela soberania popular e panafricana ainda por construir.

 

Saudamos os povos irmãos da Aliança do Sahel: Burkina Faso, Mali e Níger, cuja coragem em defender a sua dignidade e soberania diante da política imperialista da França é, para nós, fonte de inspiração e aprendizagem.

 

Afirmamos a nossa solidariedade total, combativa e ativa com todos os povos resistentes do mundo, nomeadamente os povos do Congo, Sudão, Saara Ocidental e Palestina, que apoiamos incondicionalmente, os povos irmãos da Guiné-Bissau e Angola, que resistem contra o brutalismo de Estado, e não nos esquecemos da Líbia, destruída pela aliança imperialista e os seus cúmplices. A nossa dignidade está em risco nesses territórios onde o colonialismo e a ferocidade imperialista atuam com total impunidade.

 

Denunciamos o genocídio contra o povo palestiniano, praticado pelo Estado colonialista e sionista de Israel, com o apoio da União Europeia, os Estados Unidos e o silêncio traidor de grande parte dos governos dos chamados “países árabes” e dos Estados africanos. Aos nossos países que mantêm relações políticas, económicas ou militares com este regime, dizemos com firmeza:

 

NÃO EM NOSSO NOME!

 

Rejeitamos o servilismo de líderes africanos e das elites económicas comprometidas com os projetos imperialistas e neocoloniais. Condenamos a sua subserviência às grandes corporações capitalistas que continuam a saquear o continente africano e a sacrificar a vida e a soberania dos povos.

 

Saudamos todas as comunidades migrantes em Portugal, particularmente os nossos irmãos e irmãs de outras partes do Sul Global, e toda a comunidade cigana cuja presença, viva e resistente é, por si só, um contributo fundamental para o avanço deste país. A nossa luta diária, dignidade e trabalho, são sementes de transformação deste sistema decadente. Juntos, somos uma força imbatível contra o que está por vir. Somos sujeitos essenciais na construção de uma outra sociedade.

 

Assumimos o nosso papel dentro da diáspora enquanto uma frente panafricana, para travar o avanço do imperialismo e desconectar as linhas imperiais.

 

Afirmamos, uma vez mais, que: “o 25 de Abril nasceu em África”. Assim, lembramos que o contributo internacionalista de Amílcar Cabral e dos seus camaradas foi crucial para que as portas da revolução se abrissem. Foi a longa e dura luta dos povos africanos, mormente aquela liderada por Amílcar Cabral em Cabo Verde e na Guiné-Bissau, que contribuiu para a derrota do fascismo. Esta resistência unificada foi uma força fundamental e determinante.

 

Por isso, declaramos que: O reconhecimento e a inscrição concreta da figura de Amílcar Cabral e dos movimentos africanos de libertação na memória e na história da democratização de Portugal, nos manuais escolares, nas datas comemorativas, em monumentos, nos discursos políticos, etc, são formas de reparar a própria história do país e honrar a memória e o trabalho por ele desenvolvido em Portugal.

 

Para construir um futuro coletivo, precisamos de voltar atrás e encontrar momentos de convergência, processos que conectaram pessoas na construção de pontes rumo a um futuro comum. Esta engenharia de construção, obra do povo africano, mobilizado por Amílcar Cabral, permitiu abrir a larga estrada da esperança. Cabral é o nosso ancestral comum!

 

Porque “é ainda fecundo o ventre que gerou a besta imunda” do fascismo, da xenofobia, do racismo e do colonialismo, numa União Europeia de Estados cada vez mais neoliberais, securitários, racistas, xenófobos, declaramos que é urgente voltarmos a fazer povo.

 

A nossa luta, contra o imperialismo e todas as formas de opressão, não obstante a nossa diversidade, é uma só.

 

Face a esta luta, cada vez mais violenta, é urgente que todas as forças vivas, anticoloniais e anticapitalistas, e antipatriarcais, construam uma unidade antifascista comprometida com as causas justas. DJUNTU, devemos construir territórios de encontro, de ideias e práticas vivificantes que promovam o progresso, a hospitalidade e a dignidade humana.

 

Renovando os compromissos de setembro de 2024, hoje, e em cada Setembro, com Cabral e todos os cabralistas, marchemos sempre, e juntos:

 

Contra as guerras, a brutalidade policial, a miséria, a injustiça e as fomes.

Contra o extrativismo e a exploração que empobrecem e matam os povos do Sul Global e todas as formas de vida, particularmente em África.

Por todas as vidas perdidas nos desastres climáticos que assolam o planeta. Manifestamos profunda solidariedade às vítimas das chuvas torrenciais que devastaram a ilha de São Vicente, em Cabo Verde. Exigimos justiça climática e apoio urgente às comunidades afetadas, lembrando que a crise ambiental é também uma questão de soberania e dignidade popular.

Contra todos os acordos comerciais, sobretudo os de pesca, que destroem e pilham ecossistemas e economias africanas.

Contra o patriarcado e todas as formas de fobia que matam pessoas LGBTQIA+, nomeadamente pessoas cuir negras, historicamente violentadas e invisibilizadas. Rejeitamos toda ingerência imperialista em políticas e direitos sexuais e de gênero em África e exigimos respeito à autonomia das suas comunidades, à sua dignidade e direito de existir, garantindo espaços seguros e proteção para todas as identidades e corpos. Voltar às fontes implica resgatar todos os princípios africanos de humanidade. Lembramos particularmente a histórica declaração de Mande:

“Toda vida é uma vida; nenhuma vida é superior a outra vida”.

 

Contra o racismo religioso, sobretudo a islamofobia e a perseguição às espiritualidades africanas.

Contra o esquecimento, o apagamento e o silenciamento.

Contra a precariedade, por uma vida justa!

Por todas as pessoas migrantes que cruzam o Mediterrâneo e outras rotas enfrentando a morte prematura e os muros do mundo.

Por Cláudia Simões, Bruno Candé, Daniel Rodrigues, Danijoy Pontes, Giovani Rodrigues, Mumia Abu Jamal, Maria Luemba, Ana Sílvia Mubiala, Gabriel Pereira Sousa, Youri Rafael, e todas as pessoas que ainda hoje enfrentam a brutalidade dos poderes capitalistas, fascistas, xenófobos, patriarcais, racistas, afrofóbicos e neocoloniais.

Pelo direito de existir, resistir, circular e habitar. Que cessem os despejos forçados e a destruição de bairros como o Talude onde famílias inteiras foram expulsas e deixadas ao relento, sem teto. Para estas pessoas exigimos habitação digna.

Pelo direito ao lugar para a Cova da Moura, a ficar onde está localizada com investimento público para a qualificação e regularização do seu terreno.

Pelo trabalho digno, sobretudo das mulheres que trabalham no sector das limpezas.

Em solidariedade combativa com todos os povos resistentes do mundo, nomeadamente da Palestina, bem como do Congo, Sudão, Saara Ocidental, Guiné-Bissau, Angola e Moçambique, que enfrentam poderes traidores dos princípios da liberdade e de soberania popular, fundadores das lutas de libertação africana.

Pela luta mobilizada pelos movimentos anti-franco CFA e pelo fim das bases militares estrangeiras em todo o continente africano.

Pela nossa história, memória e pelo direito à esperança, porque os povos também precisam de existir no imaginário.

Pelas nossas crianças, “as flores da revolução”. Protegê-las de todo o tipo de ataques, principalmente dos fascistas, é um dever de todos nós. Reafirmamos o compromisso de construir um mundo onde possam viver a sua infância de forma plena, segura, “bunita” e digna.

Pela soberania popular e panafricana.

Pela panafricanização dos atos e dos espíritos.

Pelo planeta, a nossa casa comum, por todas as resistências da Terra.

Que Cabral seja sempre nosso, do mundo em luta contra a opressão e a exploração, porque ele encarna todas as nossas revoluções: anticapitalista, antifascista, anticolonial, antipatriarcal, revolucionário, panafricanista.

 

Estas são as características que definem as nossas Marxas Cabral: uma Marxa independente, constituída por pessoas deste amplo e diverso movimento negro e panafricanista, que Marxa, age e pensa pela sua própria cabeça.

 

Unificador das lutas, Cabral sempre!

 

Esta é a nossa declaração, de nós, os resistentes da Terra, unidos para formar povo. Um povo livre, unido na sua diversidade, fraterno, soberano: comunicamo-la a todos os povos em luta. Dirigimo-la a todas as forças opressoras de todo o mundo!

 

Luta ka kaba! Nu sta djuntu, nu sta fórti!

 

Konferénsia panafrikanu di Lisboa"

 

Visto em:

www.buala.org/pt/a-ler/segunda-grande-marxa-cabral-em-por...

Manifestación en Iruña convocada por la Plataforma Antirracista 21M contra la discrimanación racial y la xenofobia, apoyada por el colectivo BDZ contra el genocidio Palestino.

Tema: la xenofobia

Els dos equips posen amb una pancarta on es podia llegir: 'NO a la violència i a la xenofòbia en l'esport'.

Manifestación en Iruña convocada por la Plataforma Antirracista 21M contra la discrimanación racial y la xenofobia, apoyada por el colectivo BDZ contra el genocidio Palestino.

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