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Senadora Simone Tebet (MDB-MS) entre as homenageadas da FCDL MS e da CDL Campo Grande, no evento Mulheres de Sucesso 2020.

Passei o Quero Sucesso sobre o I Ching genteee... que primor que ficou....

Adorei!!!!

Esses brilhinhos que colocaram nesses flocados deu muito certo gente... amei esse pretinhoooo...

 

Bom, eu ia postar esta foto amanhã, mas certeza que não vai dar tempo porque vou madrugar pra ir pra SP no encontrinho da KK .... oooobaaa \o/

Então estou adiantando rsrs..

 

Espero encontrar mtas de vocês por lá hein... mas eu sou uma topeira pra associar cara crachá, cara crachá então se vc me ver... me grita hein kkkkkk

 

Boa noite pra vcs

Kisses

O Maverick foi um automóvel criado pela Ford dos Estados Unidos que obteve grande sucesso em seu país de origem. Também foi fabricado no Brasil entre 1973 e 1979, onde foi lançado com enfoque comercial bem diferente do estadunidense e, apesar de não ter obtido sucesso em vendas, tornou-se lendário e hoje é cultuado por pessoas de várias idades.

 

O modelo estadunidense

Ao fim dos anos 60, ainda antes da crise do petróleo da década seguinte, a Ford dos Estados Unidos buscava um veículo compacto, barato e econômico --- pelo menos para os padrões do país --- que pudesse fazer frente à crescente concorrência dos carros europeus e japoneses. O modelo compacto que a fábrica tinha até então, o Ford Falcon, não era tão compacto assim e já estava obsoleto, ainda mais depois que a própria fábrica lançou o moderno e bem-sucedido Mustang em 1964, o qual inaugurou a era dos Pony Cars (Compactos Esportivos), na contramão dos carros enormes e cheios de frisos que dominaram o mercado estadunidense nas décadas de 50-60.

 

No dia 17 de abril de 1969 o Maverick foi lançado por US$ 1.995, com 15 cores disponíveis e motores de 2,8 e 3,3 litros, ambos de seis cilindros. Apenas dois anos mais tarde, em 1971, foi lançado o famoso propulsor V8 de 302 Polegadas Cúbicas para o Maverick. Este motor já equipava algumas versões do Mustang e a Ford, a princípio, relutou em equipá-lo no Maverick, temerosa de que isto prejudicasse a sua imagem de carro mais compacto, barato e econômico. A Ford o anunciou como o veículo ideal para jovens casais, ou como segundo carro da casa. O estilo, com o formato fastback da carroceria, foi claramente copiado do Mustang, mas suavizado. O sucesso foi imediato e logo no primeiro ano foram vendidas 579.000 unidades --- uma marca melhor do que a do próprio Mustang.

 

Logo vieram outras versões, com apelo esportivo ou de luxo e motorizações diferentes, como os Maverick Sprint e Grabber. Em 1971 outra marca do grupo Ford, a Mercury, lançou o Comet, que basicamente era o mesmo Maverick com grade e capô diferentes. Os dois modelos fizeram sucesso mesmo depois do estouro da crise do petróleo, em 1973, apesar de neste período ter ficado evidente a necessidade de carros ainda mais compactos. Os dois modelos foram produzidos, com poucas modificações, até 1977.

 

O Maverick no Brasil

Em 1967 a Ford, que tinha operações ainda pequenas no Brasil, adquiriu o controle acionário da fábrica da Willys Overland no país. Após extensas modificações, Ford finalizou o projeto que a Willys vinha fazendo em parceria com a fábrica francesa Renault para substituir o Gordini --- e lançou o bem-sucedido Corcel, como opção para a faixa de carro popular da Ford Brasil. Além do novo compacto, foram mantidos em fabricação, como opção de carros médios, os modelos já existentes Aero Willys 2600 e sua versão de luxo Itamaraty.

 

Porém, os modelos da Willys, que haviam sido remodelados em 1962 mas ainda eram originários do pós-guerra, já estavam bastante defasados no início da década de 1970. O Galaxie já vinha sendo fabricado desde 1967 mas era demasiadamente luxuoso e caro, com acessórios como direção hidráulica, ar condicionado e câmbio automático. E a General Motors do Brasil, com a marca Chevrolet, lançou em 1968, para abocanhar a faixa de mercado dos carros médios de luxo, o Opala. A Ford, então, precisava de um carro com estilo e desempenho para os padrões brasileiros, de médio-grande porte.

 

A fábrica fez um evento secreto com 1.300 consumidores em que diferentes veículos foram apresentados sem distintivos e logomarcas que permitissem a identificação --- entre eles, estavam o modelo da Ford alemã Taunus, o Cortina da Ford inglesa, o Maverick . Essa pesquisa de opinião indicou o moderno Taunus como o carro favorito dos consumidores brasileiros, que sempre tiveram preferência pelo padrão de carro Europeu.

 

Mas a produção do Taunus no Brasil se mostrou financeiramente inviável, especialmente pela tecnologia da suspensão traseira independente e pelo motor pequeno e muito moderno para a época. Preocupada em não perder mais tempo, com o Salão do Automóvel de São Paulo se aproximando, a Ford preferiu o Maverick, que, por ter originalmente motor de seis cilindros, tinha espaço suficiente no capô para abrigar o motor já fabricado para os modelos Willys, e a sua suspensão traseira de molas semi-elípticas era simples e já disponível. Apesar do motor Willys ter sido concebido originalmente na década de 1930, esse foi o meio que a Ford encontrou para economizar em torno de US$ 70 milhões em investimentos para a produção do Taunus. Esse procedimento, que mais tarde chegaria ao conhecimento público, acabou manchando a imagem do Maverick antes mesmo do seu lançamento.

 

O velho motor Willys de seis cilindros ainda era grande demais para o capô do Maverick, e por isso a Ford precisou fazer um redesenho do coletor de exaustão, e nos testes isso causou constantemente a queima da junta do cabeçote. Para amenizar o problema, foi criada uma galeria externa de refrigeração específica para o cilindro mais distante da frente, com uma mangueira específica só para ele. A primeira modificação no motor 184 (3 litros), como era conhecido na Engenharia de Produtos da Ford, foi a redução da taxa de compressão para 7,7:1. Esse motor, que em pouco tempo se tornou o maior vilão da história do Maverick no Brasil, seria o básico da linha, pois a fábrica já previa o lançamento do modelo com o famoso motor 302 V8, importado do México, como opcional. Dados coletados pelos jornalistas informavam que a Ford gastou 18 meses e 3 milhões de cruzeiros em engenharia, e mais 12 milhões de cruzeiros em manufatura, para modernizar o velho motor 184.

 

A Ford organizou uma pré-apresentação do Maverick com o motor 184 a cerca de 40 jornalistas no dia 14 de maio de 1973 no prédio do seu Centro de Pesquisas. No dia seguinte à apresentação, o Jornal da Tarde de São Paulo publicou uma reportagem intitulada "O Primeiro Passeio no Maverick --- o repórter Luis Carlos Secco dirigiu o Maverick na pista de teste da Ford, em São Bernardo do Campo". Os comentários foram de que o carro era silencioso, confortável e ágil.

 

O primeiro Maverick nacional de produção deixou a linha de montagem em 4 de junho de 1973. O público já começava a interessar-se pelo modelo desde o Salão do Automóvel de São Paulo de 1972, quando o carro foi apresentado. O que seguiu foi uma das maiores campanhas de marketing da indústria automobilística nacional, contando inclusive com filmagens nos Andes e na Bolívia.

 

A apresentação oficial à imprensa ocorreu no dia 20 de junho de 1973, no Rio de Janeiro. Como parte da campanha de publicidade do novo carro, o primeiro exemplar foi sorteado. No Autódromo Internacional do Rio de Janeiro, em Jacarepaguá, foi realizado um test-drive, onde os jornalistas convidados puderam dirigir nove Mavericks, seis deles com motor de 6 cilindros e três com o V8 302, importado.

 

O carro apresentava inicialmente três versões: Super (modelo standard), Super Luxo (SL) e o GT . Os Super e Super Luxo apresentavam-se tanto na opção sedã (quatro portas - lançado alguns meses após o lançamento do Maverick) como cupê (duas portas), sendo sua motorização seis cilindros em linha ou, opcionalmente, V8, todos com opção de câmbio manual de quatro marchas no assoalho ou automático de três marchas na coluna de direção. Já o Maverick GT era o top de linha. Com produção limitada, ele se destacava externamente pelas faixas laterais adesivas na cor preta, capô e painel traseiro com grafismos pintados em preto fosco, rodas mais largas, um par de presilhas em alumínio no capô e, internamente, um conta-giros sobreposto à coluna de direção do volante. O Maverick GT vinha equipado com motor de 8 cilindros em V de 302 polegadas cúbicas, potência de 199 hp (potência bruta, 140 hp líquido), e 4.950 cm3 de cilindrada oferecido somente com câmbio manual de quatro marchas com acionamento no assoalho. O Maverick equipado com motor V8 podia acelerar de 0 a 100 km/h em pouco mais de dez segundos.

 

Porém, após sucessivos testes realizados por revistas especializadas, os defeitos do novo carro da Ford foram se evidenciando. As revistas criticavam a falta de espaço traseiro nos bancos, bem como a má visibilidade traseira, devido ao formato Fastback do carro. A versão de quatro portas não tinha nenhum desses dois problemas, mas o público brasileiro, à época, tinha preferência por carros de duas portas e o modelo com quatro portas não foi bem aceito. Mas a principal fonte de críticas do Maverick no Brasil foi o motor de seis cilindros herdado do Willys / Itamaraty. Pouco potente, ele acelerava de 0 a 100 km/h em mais de 20 segundos e seu consumo era injustificavelmente elevado, o que deu ao Maverick a fama de 'beberrão' que muito pesou nos anos da crise do petróleo.

 

Em 1975, com a conclusão da fábrica de motores da Ford em Taubaté, São Paulo, ele foi abandonado e substituído por um moderno motor de 2,3 litros e quatro cilindros em linha, com comando de válvulas no cabeçote e correia dentada. Era o famoso propulsor Georgia 2.3 OHC. Esse motor, que deu ao veículo um desempenho mais satisfatório, tinha uma aceleração melhor do que o antigo 6 cilindros (0 - 100 Km/h em pouco mais de 16 segundos) e um consumo bem menos elevado (média de 7,5 km por litro de gasolina). O motor 4 cilindros c/ 99 cv era mais moderno,confiavel,economico e leve do que o rival opala,sendo muito bem aceito na epoca.

 

Ainda no ano de 1975, com o objetivo de homologar o Kit Quadrijet para as pistas na extinta Divisão I (leia mais abaixo), a Ford lançou no Brasil o famoso Maverick Quadrijet. Verdadeira lenda entre os antigomobilistas e amantes de velocidade, o Maverick Quadrijet era um Maverick 8 cilindros cujo motor era equipado com um Carburador de corpo Quádruplo (daí o nome "Quadrijet"), coletor de admissão apropriado, comando de válvulas de 282º (mais brabo) e Taxa de Compressão do motor elevada para 8:5:1 (a dos motores normais era de 7:3:1), aumentando a potência do carro de 140 cv para 185 cv (potência líquida) a 5.600 RPM. Com essas modificações, de acordo com o teste realizado pela Revista Auto Esporte de setembro de 1974, o Ford Maverick acelerou de 0 a 100 km/H em incríveis 6,5 segundos e atingiu a Velicidade Máxima de 205 km/h. Mas devido ao alto custo, na época, das peças de preparação importadas que compunham o Kit Quadrijet (que também podia ser comprado nas revendedoras autorizadas Ford e instalado no motor), pouquíssimos Mavericks saíram de fábrica com essa especificação.

 

No final de 1976, já como modelo 77, foi apresentada a denominada Fase 2 do Maverick. Além de algumas alterações estéticas, como um novo interior, grade dianteira e novas lanternas traseiras, maiores, também trazia algumas melhorias mecânicas como sistema de freios mais eficiente, eixo traseiro com bitola mais larga (melhorando o espaço no banco traseiro, que também foi redesenhado) e suspensão revista para o uso de pneus radiais.

 

Nesta fase foi introduzida a versão LDO ("luxuosa decoração opcional"), que passou a ser a versão mais cara do Maverick, com acabamento mais refinado e interior monocromático combinando tonalidades de marrom (a maioria) ou azul. Para essa versão foi lançado, como equipamento opcional, um câmbio automático de 3 marchas com acionamento no assoalho, somente para os Maverick LDO equipados com o motor 2,3 litros. As versões Super e Super Luxo continuaram a ser produzidas, todas com o motor 2.3 OHC de série.

 

O modelo GT foi o modelo que sofreu as alterações mais drásticas. Em nome de uma maior economia, com a desaprovação de muitos, passou a ser oferecido com o motor 2.3 OHC de série, tendo o 302-V8 se tornado opcional para todos os modelos. Houve mudanças também nas faixas laterais, no grafismo traseiro e o capô ganhou duas falsas entradas de ar.

 

O Ford Maverick nacional teve sua produção encerrada em 1979, após 108.106 unidades produzidas.

 

Atualmente o Maverick chama a atenção por onde passa, sendo considerado um verdadeiro Pony Car ( midi size MUSCLE CAR) e sendo o unico mustang nacional.Ja que era um mustang mais barato que o "primo" americano.Em 1976 um V8 grabber cravou 196km/h em interlagos,o que conferia como o mais rapido nacional e nao o escolhido opala.

 

O Maverick com motor V8 é na atualidade um objeto de desejo dos admiradores de carros antigos nacionais. Um modelo GT ou LDO (este raríssimo com motor V8) bem conservado e com as características originais é item de coleção.Pode chegar a valer 100 mil reais quando perfeitos ou customizados.

 

O Maverick com motor 4 cilindros atualmente é o mais comum dentre os apreciadores, devido ao maior número produzido (com relação ao modelo V8),e seu baixo custo, apesar da dificuldade de reposição de peças, sua durabilidade e as grandes possibilidades de preparação ainda o tornam um item de desejo.

 

Sucesso nas pistas[editar | editar código-fonte]

Os Maverick equipados com o potente motor V8 fizeram sucesso nas pistas brasileiras, de 1973 a 1977 das quais participou, como o Campeonato Brasileiro de Turismo, provas de Endurance e a antiga Divisão 3.Mesmo em menor numero nas competiçoes,conquistavam quase sempre as primeiras posiçoes vencendo opalas e dodges.Foi tido como o rei de interlagos,na epoca.

 

Devido à grande capacidade cúbica do motor 302 V8, alguns Maverick 8 cilindros receberam extensas modificações, como por exemplo o modelo construído pela Ford especialmente para a Divisão 3, por intermédio do preparador Luiz Antonio Greco. O motor recebeu, entre outros itens, cabeçotes de alumínio Gurney-Weslake, iguais aos usados no lendário Ford GT-40, comando de válvulas especial e 4 carburadores de corpo duplo Weber 48 IDA. Segundo relatos, com esta modificação o motor atingiu a potência de 350cv líquidos, cerca de 3 vezes a potência original.

 

Grandes pilotos tiveram o Maverick sob seu comando nas competições, entre eles Bird Clemente, Nilson Clemente, José Carlos Pace, Bob Sharp, Edgar Mello Filho e Paulo Gomes, o "Paulão" , Wellington Silva e o argentino Luís Ruben Di Palma.

 

v • e

Ford Motor Company

Modelos atuais e futurosFord logo.svg

CarrosActiva • B-Max • Crown Victoria/Police Interceptor • Fairlane • Falcon / Futura / FPV models • Fiesta / Ikon / Fusion / EcoSport • Focus / C-Max • Fusion • Galaxy • Ford Ka • Ford Laser • Ford Mondeo • Ford Mustang / Mustang Shelby GT500 • S-Max • Taurus

Caminhões e utilitáriosCargo • Courier/Bantam • E-Series/Chateau Wagon • Econovan • Edge • Escape/Hybrid/Maverick • Expedition • Explorer • Everest/Endeavour • Série F • Flex • Pronto • Ranger/Courier • Territory • Tourneo • Tourneo Connect • Transit • Transit Connect

Modelos históricos

Década de 1900Model A/AC • Model B • Model C • Model F • Model K • Model N • Model R • Model S • Model T

1910 – 1920Model TT • Model A • Model AA

1930 – 1940Ford Model B • Ford Model Y • Ford Model C • Ford Model CX • Ford Hemp Body Car • Ford Junior Popular • Ford Junior De Luxe • Ford Köln • Rheinland • Ford Eifel • Ford Model 7Y • Ford Model 7W • Ford Anglia • Ford Prefect • Country Squire • Ford Meteor • Ford Pilot • Ford Vedette

Década de 1950C-Series Trucks • Consul • Country Sedan • Del Rio • Edsel (marca) • Fairlane • Galaxie • Mainline • Parklane • Popular • Ranchero • Squire • Taunus • Thunderbird • Versailles • Zephyr

Década de 1960Bronco • Capri • Corcel • Corsair • Cortina • Escort (Europa) • Falcon • GT40 • Caminhões Série-H • LTD • Caminhões Série-N • Torino

Década de 1970Belina • Elite • Fairmont • Granada • Maverick • Pinto

Década de 1980Aerostar • Bantam • Bronco II • Del Rey • Escort (América do Norte) • Escort (Brasil) • EXP • Festiva • Laser • LTD Crown Victoria • Orion • Probe • Scorpio • Sierra • Telstar • Tempo • Verona

Década de 1990Aspire • Contour • Cougar • Maverick • Puma • Windstar • Versailles

Década de 2000Excursion • Freestar • GT • Five Hundred • Freestyle

 

Interior da Igreja Nossa Senhora do Bom Sucesso de Guaratuba Paraná. Inaugurada em 1771

sucesso arte ibop dinheiro fama ?

 

Mercedes-Benz L1620

Local: Balneário Camboriú-SC - Rodovia BR-101

Mercado "Bom Sucesso "

Marché " Bom Sucesso "

Market " Bom Sucesso "

  

As próximas séries das minhas fotos vão ser dedicadas a este emblemático mercado do Porto,situado em plena zona nobre da cidade do Porto - Boavista.

 

Antes que este mercado entre em obras de remodelação,da responsabilidade da Câmara Municipal do Porto,e para que fique um registo para mais tarde recordar e podermos comparar com o edificio e espaço que irá ser criado,aqui vão ficar algumas fotos.

 

Durante a minha visita e recolha de imagens,nunca fui chamado à atenção pela recolha das mesmas,pelo contrário falei com vários comerciantes sobre o que andava a fazer os quais acharam uma óptima ideia e ficaram supreendidos com a ideia,pois diziam que nunca ninguém tinha andado por ali a fazer uma coisa destas.

Todos se queixavam da falta de condições e da degradação das instalações,bem como falta de informação sobre o futuro do mercado.

 

Mais uma vez venho chamar a atenção dos flickreiros desta cidade do Porto,que ainda temos muita coisa por fotografar e mostrar ao país e ao mundo relativamente a esta " Antiga Muito Nobre Sempre Leal e Invicta Cidade do Porto "

Alagados

 

Os Paralamas do Sucesso

 

Todo dia o sol da manhã

Vem e lhes desafia

Traz do sonho pro mundo

Quem já não o queria

Palafitas, trapiches, farrapos

Filhos da mesma agonia

E a cidade que tem braços abertos

Num cartão postal

Com os punhos fechados na vida real

Lhe nega oportunidades

Mostra a face dura do mal

 

Alagados, Trenchtown, Favela da Maré

A esperança não vem do mar

Nem das antenas de TV

A arte de viver da fé

Só não se sabe fé em quê

A arte de viver da fé

Só não se sabe fé em quê

 

Todo dia o sol da manhã

Vem e lhes desafia

Traz do sonho pro mundo

Quem já não o queria

Palafitas, trapiches, farrapos

Filhos da mesma agonia

E a cidade que tem braços abertos

Num cartão postal

Com os punhos fechados na vida real

Lhe nega oportunidades

Mostra a face dura do mal

 

Alagados, Trenchtown, Favela da Maré

A esperança não vem do mar

Nem das antenas de TV

A arte de viver da fé

Só não se sabe fé em quê

A arte de viver da fé

Só não se sabe fé em quê

 

Alagados, Trenchtown, Favela da Maré

A esperança não vem do mar

Nem das antenas de TV

A arte de viver da fé

Só não se sabe fé em quê

A arte de viver da fé

Só não se sabe fé em quê

 

Alagados, Trenchtown, Favela da Maré

A esperança não vem do mar

Nem das antenas de TV

A arte de viver da fé

Só não se sabe fé em quê

A arte de viver da fé

Só não se sabe fé em quê

 

Alagados, Trenchtown, Favela da Maré

A esperança não vem do mar

Nem das antenas de TV

A arte de viver da fé

Só não se sabe fé em quê

A arte de viver da fé

Mas a arte de viver da fé

Só não se sabe fé em quê

A arte de viver da fé

Só não se sabe fé em quê

A arte de viver da fé

This was an old market. It was renovated and corresponds to a new "urban concept", so they say... It's a place where you can find any kind of food, any kind of restaurant. There's a piano too, and if you are lucky you will listen to music played by a piano player...

Hotel da Música occupies part of this building. This complex is near "Casa da Música" and that's why the name and concept are based on a musical background.

 

See a previous photograph of Mercado do Bom Sucesso

O grande risco é não assumir nenhum risco. Em um mundo que muda, de verdade, rapidamente, a única estratégia com garantia de fracasso é não assumir riscos. -Mark Zuckerberg #negocios #sucesso #prosperidade youtube.com/marcelomaiacursos

Sucesso total se repetindo na lojinha virtual....

Luminária com flores custumizadas uma a uma.

Antes o recorde de vendas era da havaiana de bolas colorida www.flickr.com/photos/arqsimoneribeiro/3596138195/

Semana passada essa linda luminária ganhou desparado!!

 

Obrigada amigos e clientes que ajudaram a alavancar ainda mais as vendas pelo site.

 

***Pisca-pisca com luz fixa

Postagem anterior www.flickr.com/photos/arqsimoneribeiro/4192000845/in/set-...

Oi gente, depois do super sucesso da promoção -n, decidi fazer esse lay da Sel pra vender. Super básico, com codificação pra WP de preferência. Ali onde está a capture de Love You like a Love Song, pode ser um slide se a pessoa quiser. Mudo o artista também. Enfim, é isso. Comentem falando oque acharam :)

Sucesso total e geral... todo mundo amou a idéia...

 

eu vi por aí na net e achei uma comu no orkut como fazer... e fiz :)

Localiza-se no Monte da Senhora do Bom Sucesso, a cerca de 765 metros de altitude, em Chãs de Tavares.

 

Desde há muito que são conhecidos vestígios arqueológicos neste monte. Dado ao conhecimento científico por Leite de Vasconcellos, em 1917, os vestígios dão aquele monte como um castro ocupado na Idade do Bronze e com continuação pela Idade do Ferro e no Período Romano.

 

Atualmente, já não são visíveis as estruturas habitacionais e defensivas. Ao topo do antigo povoado pode ainda aceder-se pelo troço de via lajeado de fundação romana. De arquitetura simples, mas de significado simbólico elevado e de grande devoção para a comunidade, ali se ergue, pelo menos desde o século XVIII, a ermida em honra de Nossa Senhora do Bom Sucesso.

 

O Monte está classificado como Monumento Nacional, desde 31 de dezembro de 1997.

turismodemangualde.pt/bomsucesso.php

Valeu pessoal, mais um sketchphoto que foi um sucesso, cidade a 900km de São Paulo, mas vale a pena, tem muito lugar bonito.

I finished my Fence today! I really love it!

This was an old market. It was renovated and corresponds to a new "urban concept", so they say... It's a place where you can find any kind of food, any kind of restaurant. There's a piano too, and if you are lucky you will listen to music played by a piano player...

Hotel da Música occupies part of this building. This complex is near "Casa da Música" and that's why the name and concept are based on a musical background.

 

See a previous photograph of Mercado do Bom Sucesso

“A vida não é sobre ter, e sobre dar e ser” – Kevin Kruse. #motivação #inspiração #conhecimento #persuasão #hipnose #autohipnose #empreendedorismo #empreendorismodigital #sucesso #empreendorismodigital #hacksmentais #habilidades #business

Muita saúde, luz, paz, amor, alegria, sucesso e muitas fotos:

 

Bom que viu antes, eu tinha escrito nome de flickrs queridos, mas resolvi tirar, pois seria injusta ao esquecer de alguém, e se fosse eu ficaria trsite e como hoje não é dia para tristeza...

 

Um excelente dia e tudo de bom.

Como estou sem foto, pedi essa LINDA foto para ELE.

Natal, é epoca de ser feliz, de querer ser, de chorar, de rir, de presentear, de abraçar, de beijar de LIGAR para quem tá longe, de dizer que ama e amar mais ainda.

Aproveite o ano de 2006, para fazer de cada dia um natal especial.

 

Desejo de coração tudo que possa fazer você feliz.

“Mude seus pensamentos e você muda seu mundo” – Norman Vicent Peale. #inspiração #motivação #conhecimento #persuasão #hipnose #autohipnose #hacksmentais #objetivo #sucesso #sonhos #pensamentos #mudeseumundo #empreendedorismo #empreendorismodigital #marketingdigital #business

...and rain too.

 

Current cadets and alumni from VMI portraying the recreated 1864 cadet battalion pose on a Federal caisson after storming up the hill at the New Market battlefield. I was informed that it was the first time VMI cadets had charged up that hill in a storm in 150 years.

O sucesso é nosso galera! Mil abraços para vocês! Valeu!

 

Matéria do Diário do Grande ABC, na capa do caderno Cultura e Lazer, conta como foi a nossa saída! Leia na íntegra: www.dgabc.com.br/News/5890919/uma-centana-de-olhares.aspx

 

21ª Saída Fotocultura: Santo André, 04/06/2011.

 

Veja a foto oficial com todos os participantes e tudo sobre essa saída:

www.flickr.com/photos/yuribittar/5798129338/in/photostream

 

Organização e Produção:

Yuri Bittar: www.yuribittar.com/

Clélia Jacyntho: www.flickr.com/people/cleliaj

 

Apoio:

ABRA Santo André - www.abra.com.br/santoandre

OAB de Santo André - www.oabsa.org.br

Triade Instituto Musical, de Santo André www.triade.mus.br

 

Texto completo (por Luis Felipe Soares - Do Diário do Grande ABC)

 

Uma centana de olhares

 

A cidade é um prato cheio para que fotógrafos consigam registrar belas e, muitas vezes, inusitadas imagens. As ruas de Santo André serviram de cenário no fim de semana para a 21ª Saída Fotocultura, que reuniu amantes da fotografia em caminhada onde puderam exercitar sua paixão diante de prédios, carros, cabines de telefone, árvores e pessoas.

 

O encontro contou com a presença de 106 fotógrafos e aspirantes (segundo contagem oficial) e seguiu desde a sede local da Academia Brasileira de Arte, na Rua Tito, passou pela Avenida Portugal e chegou ao Paço Municipal. "Começou como algo natural que ocorre dentro dos cursos de fotografia. Hoje é algo que se impôs para mim. O pessoal acaba sempre pedindo e sou obrigado a montar um novo passeio", explica Yuri Bittar, organizador do evento.

 

As saídas ocorrem a cada dois meses e já passaram pela Rua Augusta, Cinemateca Brasileira, Estação da Sé e pelos bairros da Liberdade e do Centro, em São Paulo. A maioria dos participantes são apenas convidados do evento que acabam dividindo espaço com alunos de determinados cursos de fotografia. Os encontros já contaram com um número mínimo de 30 presentes, mas também chegam a reunir 150 pessoas em uma saída.

 

A caminhada pela região trouxe desde profissionais até amadores que dão seus primeiros cliques. É o caso do analista de sistema Rafael Delboni Nicolau. O andreense participou de sua primeira saída em busca de referências para a história em quadrinhos que está escrevendo. "Comecei a tirar as fotos para escrever. Busco nas imagens a ideia que estou pensando para a minha história", explica ao analisar os fios de energia e ao observar os postes de luz em frente a prefeitura. "As saídas também são interessantes porque ocorre uma grande troca de informações", reforça Nicolau.

 

Sem conhecer o município, Samantha Testoni aproveitou sua quinta participação no evento para exercitar a busca de sentimentos em suas imagens, principalmente no registro de ambulantes. "Gosto da experiência de encontrar as pessoas na rua. Acho bacana a interação com o elemento humano e sempre tem alguma coisa que acontece."

 

O registro de imagens em Santo André também serviu para que alguns moradores pudessem conhecer um pouco mais sobre sua cidade. Segundo o músico Rafael Romana, "é diferente fazer uma saída aqui na minha casa. Você começa a prestar a atenção em detalhes que nunca perceberia. Como é algo comum, não paramos para olhar".

 

A próxima Saída Fotocultura está programada para 30 de julho, no Parque do Ibirapuera. Mais informações estão no blog Fotoideia (www.fotoideia.blogspot.com).

O Maverick foi um automóvel criado pela Ford dos Estados Unidos que obteve grande sucesso em seu país de origem. Também foi fabricado no Brasil entre 1973 e 1979, onde foi lançado com enfoque comercial bem diferente do estadunidense e, apesar de não ter obtido sucesso em vendas, tornou-se lendário e hoje é cultuado por pessoas de várias idades.

O modelo estadunidense

 

Ao fim dos anos 60, ainda antes da crise do petróleo da década seguinte, a Ford dos Estados Unidos buscava um veículo compacto, barato e econômico --- pelo menos para os padrões do país --- que pudesse fazer frente à crescente concorrência dos carros europeus e japoneses. O modelo compacto que a fábrica tinha até então, o Ford Falcon, não era tão compacto assim e já estava obsoleto, ainda mais depois que a própria fábrica lançou o moderno e bem-sucedido Mustang em 1964, o qual inaugurou a era dos Pony Cars (Compactos), na contramão dos carros enormes e cheios de frisos que dominaram o mercado estadunidense nas décadas de 50-60.

 

No dia 17 de abril de 1969 o Maverick foi lançado por US$ 1.995, com 15 cores disponíveis e motores de 2,8 e 3,3 litros, ambos de seis cilindros. Apenas dois anos mais tarde, em 1971, foi lançado o famoso propulsor V8 de 302 Polegadas Cúbicas para o Maverick. Este motor já equipava algumas versões do Mustang e a Ford, a princípio, relutou em equipá-lo no Maverick, temerosa de que isto prejudicasse a sua imagem de carro mais compacto, barato e econômico. A Ford o anunciou como o veículo ideal para jovens casais, ou como segundo carro da casa. O estilo, com o formato fastback da carroceria, foi claramente copiado do Mustang, mas suavizado. O sucesso foi imediato e logo no primeiro ano foram vendidas 579.000 unidades --- uma marca melhor do que a do próprio Mustang.

 

Logo vieram outras versões, com apelo esportivo ou de luxo e motorizações diferentes, como os Maverick Sprint e Grabber. Em 1971 outra marca do grupo Ford, a Mercury, lançou o Comet, que basicamente era o mesmo Maverick com grade e capô diferentes. Os dois modelos fizeram sucesso mesmo depois do estouro da crise do petróleo, em 1973, apesar de neste período ter ficado evidente a necessidade de carros ainda mais compactos. Os dois modelos foram produzidos, com poucas modificações, até 1977.

O Maverick no Brasil

 

Em 1967 a Ford, que tinha operações ainda pequenas no Brasil, adquiriu o controle acionário da fábrica da Willys Overland no país. Após extensas modificações, Ford finalizou o projeto que a Willys vinha fazendo em parceria com a fábrica francesa Renault para substituir o Gordini --- e lançou o bem-sucedido Corcel, como opção para a faixa de carro popular da Ford Brasil. Além do novo compacto, foram mantidos em fabricação, como opção de carros médios, os modelos já existentes Aero Willys 2600 e sua versão de luxo Itamaraty.

 

Porém, os modelos da Willys, que haviam sido remodelados em 1962 mas ainda eram originários do pós-guerra, já estavam bastante defasados no início da década de 1970. O Galaxie já vinha sendo fabricado desde 1967 mas era demasiadamente luxuoso e caro, com acessórios como direção hidráulica, ar condicionado e câmbio automático. E a General Motors do Brasil, com a marca Chevrolet, lançou em 1968, para abocanhar a faixa de mercado dos carros médios de luxo, o Opala, baseado no modelo europeu Opel Rekord e no modelo estadunidense Chevrolet Impala. A Ford, então, precisava de um carro com estilo e, para os padrões brasileiros, de médio-grande porte.

 

A fábrica fez um evento secreto com 1.300 consumidores em que diferentes veículos foram apresentados sem distintivos e logomarcas que permitissem a identificação --- entre eles, estavam o modelo da Ford alemã Taunus, o Cortina da Ford inglesa, o Maverick e até mesmo um Chevrolet Opala, cedido pela própria Chevrolet do Brasil. Essa pesquisa de opinião indicou o moderno Taunus como o carro favorito dos consumidores brasileiros, que sempre tiveram preferência pelo padrão de carro Europeu.

 

Mas a produção do Taunus no Brasil se mostrou financeiramente inviável, especialmente pela tecnologia da suspensão traseira independente e pelo motor pequeno e muito moderno para a época. Preocupada em não perder mais tempo, com o Salão do Automóvel de São Paulo se aproximando, a Ford preferiu o Maverick, que, por ter originalmente motor de seis cilindros, tinha espaço suficiente no capô para abrigar o motor já fabricado para os modelos Willys, e a sua suspensão traseira de molas semi-elípticas era simples e já disponível. Apesar do motor Willys ter sido concebido originalmente na década de 1930, esse foi o meio que a Ford encontrou para economizar em torno de US$ 70 milhões em investimentos para a produção do Taunus. Esse procedimento, que mais tarde chegaria ao conhecimento público, acabou manchando a imagem do Maverick antes mesmo do seu lançamento.

 

O velho motor Willys de seis cilindros ainda era grande demais para o capô do Maverick, e por isso a Ford precisou fazer um redesenho do coletor de exaustão, e nos testes isso causou constantemente a queima da junta do cabeçote. Para amenizar o problema, foi criada uma galeria externa de refrigeração específica para o cilindro mais distante da frente, com uma mangueira específica só para ele. A primeira modificação no motor 184 (3 litros), como era conhecido na Engenharia de Produtos da Ford, foi a redução da taxa de compressão para 7,7:1. Esse motor, que em pouco tempo se tornou o maior vilão da história do Maverick no Brasil, seria o básico da linha, pois a fábrica já previa o lançamento do modelo com o famoso motor 302 V8, importado do México, como opcional. Dados coletados pelos jornalistas informavam que a Ford gastou 18 meses e 3 milhões de cruzeiros em engenharia, e mais 12 milhões de cruzeiros em manufatura, para modernizar o velho motor 184.

 

A Ford organizou uma pré-apresentação do Maverick com o motor 184 a cerca de 40 jornalistas no dia 14 de maio de 1973 no prédio do seu Centro de Pesquisas. No dia seguinte à apresentação, o Jornal da Tarde de São Paulo publicou uma reportagem intitulada "O Primeiro Passeio no Maverick --- o repórter Luis Carlos Secco dirigiu o Maverick na pista de teste da Ford, em São Bernardo do Campo". Os comentários foram de que o carro era silencioso, confortável e ágil.

 

O primeiro Maverick nacional de produção deixou a linha de montagem em 4 de junho de 1973. O público já começava a interessar-se pelo modelo desde o Salão do Automóvel de São Paulo de 1972, quando o carro foi apresentado. O que seguiu foi uma das maiores campanhas de marketing da indústria automobilística nacional, contando inclusive com filmagens nos Andes e na Bolívia.

 

A apresentação oficial à imprensa ocorreu no dia 20 de junho de 1973, no Rio de Janeiro. Como parte da campanha de publicidade do novo carro, o primeiro exemplar foi sorteado. No Autódromo Internacional do Rio de Janeiro, em Jacarepaguá, foi realizado um test-drive, onde os jornalistas convidados puderam dirigir nove Mavericks, seis deles com motor de 6 cilindros e três com o V8 302, importado.

 

O carro apresentava inicialmente três versões: Super (modelo standard), Super Luxo (SL) e o GT . Os Super e Super Luxo apresentavam-se tanto na opção sedã (quatro portas - lançado alguns meses após o lançamento do Maverick) como cupê (duas portas), sendo sua motorização seis cilindros em linha ou, opcionalmente, V8, todos com opção de câmbio manual de quatro marchas no assoalho ou automático de três marchas na coluna de direção. Já o Maverick GT era o top de linha. Com produção limitada, ele se destacava externamente pelas faixas laterais adesivas na cor preta, capô e painel traseiro com grafismos pintados em preto fosco, rodas mais largas, um par de presilhas em alumínio no capô e, internamente, um conta-giros sobreposto à coluna de direção do volante. O Maverick GT vinha equipado com motor de 8 cilindros em V de 302 polegadas cúbicas, potência de 199 hp (potência bruta, 135 hp líquido), e 4.950 cm3 de cilindrada oferecido somente com câmbio manual de quatro marchas com acionamento no assoalho. O Maverick equipado com motor V8 podia acelerar de 0 a 100 km/h em pouco mais de dez segundos.

 

Porém, após sucessivos testes realizados por revistas especializadas, os defeitos do novo carro da Ford foram se evidenciando. As revistas criticavam a falta de espaço traseiro nos bancos, bem como a má visibilidade traseira, devido ao formato Fastback do carro. A versão de quatro portas não tinha nenhum desses dois problemas, mas o público brasileiro, à época, tinha preferência por carros de duas portas e o modelo com quatro portas não foi bem aceito. Mas a principal fonte de críticas do Maverick no Brasil foi o motor de seis cilindros herdado do Willys / Itamaraty. Pouco potente, ele acelerava de 0 a 100 km/h em mais de 20 segundos e seu consumo era injustificavelmente elevado, o que deu ao Maverick a fama de 'beberrão' que muito pesou nos anos da crise do petróleo. Era um motor que "andava como um quatro cilindros e bebia como um oito",como afirmava a opinião pública na época. Na verdade esse motor, em algumas faixas de velocidade, consumia até mais do que o motor de oito cilindros.

 

Em 1975, com a conclusão da fábrica de motores da Ford em Taubaté, São Paulo, ele foi abandonado e substituído por um moderno motor de 2,3 litros e quatro cilindros em linha, com comando de válvulas no cabeçote e correia dentada. Era o famoso propulsor Georgia 2.3 OHC. Esse motor, que deu ao veículo um desempenho mais satisfatório, tinha uma aceleração melhor do que o antigo 6 cilindros (0 - 100 Km/h em pouco mais de 16 segundos) e um consumo bem menos elevado (média de 7,5 km por litro de gasolina). Infelizmente o motor 4 cilindros, injustamente, herdou parte da má fama do seis cilindros, pois muitos se perguntavam: se o motor de seis cilindros é tão fraco como pode a Ford oferecer um motor ainda menor? As críticas, ainda que infundadas se tratando do novo motor, e somadas ao fato de o modelo 4 cilindros ter potência alegada de 99 cv brutos,(80 cv líquidos) devido a uma estratégia da Ford para pagar menos taxas na fabricação (para o 6 cilindros a Ford declarava 112 cv brutos), contribuiu para o rápido declínio do Ford Maverick.

 

Ainda no ano de 1975, com o objetivo de homologar o Kit Quadrijet para as pistas na extinta Divisão I (leia mais abaixo), a Ford lançou no Brasil o famoso Maverick Quadrijet. Verdadeira lenda entre os antigomobilistas e amantes de velocidade, o Maverick Quadrijet era um Maverick 8 cilindros cujo motor era equipado com um Carburador de corpo Quádruplo (daí o nome "Quadrijet"), coletor de admissão apropriado, comando de válvulas de 282º (mais brabo) e Taxa de Compressão do motor elevada para 8:5:1 (a dos motores normais era de 7:3:1), aumentando a potência do carro de 135 cv para 185 cv (potência líquida) a 5.600 RPM. Com essas modificações, de acordo com o teste realizado pela Revista Auto Esporte de setembro de 1974, o Ford Maverick acelerou de 0 a 100 km/H em incríveis 6,5 segundos e atingiu a Velicidade Máxima de 205 km/h. Mas devido ao alto custo, na época, das peças de preparação importadas que compunham o Kit Quadrijet (que também podia ser comprado nas revendedoras autorizadas Ford e instalado no motor), pouquíssimos Mavericks saíram de fábrica com essa especificação.

 

No final de 1976, já como modelo 77, foi apresentada a denominada Fase 2 do Maverick. Além de algumas alterações estéticas, como um novo interior, grade dianteira e novas lanternas traseiras, maiores, também trazia algumas melhorias mecânicas como sistema de freios mais eficiente, eixo traseiro com bitola mais larga (melhorando o espaço no banco traseiro, que também foi redesenhado) e suspensão revista para o uso de pneus radiais.

 

Nesta fase foi introduzida a versão LDO ("luxuosa decoração opcional"), que passou a ser a versão mais cara do Maverick, com acabamento mais refinado e interior monocromático combinando tonalidades de marrom (a maioria) ou azul. Para essa versão foi lançado, como equipamento opcional, um câmbio automático de 4 marchas com acionamento no assoalho, somente para os Mavericks LDO's equipados com o motor 2,3 litros. As versões Super e Super Luxo continuaram a ser produzidas, todas com o motor 2.3 OHC de série.

 

O modelo GT foi o modelo que sofreu as alterações mais drásticas. Em nome de uma maior economia, com a desaprovação de muitos, passou a ser oferecido com o motor 2.3 OHC de série, tendo o 302-V8 se tornado opcional para todos os modelos. Houve mudanças também nas faixas laterais, no grafismo traseiro e o capô ganhou duas falsas entradas de ar.

 

O Ford Maverick nacional teve sua produção encerrada em 1979, após 108.106 unidades produzidas.

 

Durante as décadas de 80 e 90, com a inflação e a alta constante dos preços de combustível, o Ford Maverick foi relegado ao posto de carro ultrapassado, obsoleto e beberrão e, durante esse período, a grande maioria deles foi parar nos subúrbios das grandes cidades ou nos ferros-velhos. Mas essa triste realidade começou a mudar no início do século XXI. Atualmente, em uma época onde reinam os pequenos e frágeis carros feitos quase inteiramente de plástico e chapas de aço finíssimas, o Maverick chama a atenção por onde passa, sendo considerado um dos poucos verdadeiros Muscle Car brasileiros (apesar de ter nascido como um Pony Car).

 

O Maverick com motor V8 é na atualidade um objeto de desejo dos admiradores de carros antigos nacionais. Um modelo GT ou LDO (este raríssimo com motor V8) bem conservado e com as características originais é item de coleção.

 

O Maverick com motor 4 cilindros atualmente é o mais comum dentre os apreciadores, devido ao maior número produzido (com relação ao modelo V8),e seu baixo custo, apesar da dificuldade de reposição de peças, sua durabilidade e as grandes possibilidades de preparação ainda o tornam um item de desejo.

Sucesso nas pistas

 

Os Maverick equipados com o potente motor V8 fizeram algum sucesso nas pistas brasileiras, de 1973 a 1977 das quais participou, como o Campeonato Brasileiro de Turismo, provas de Endurance e a antiga Divisão 3.

 

Devido à grande capacidade cúbica do motor 302 V8, alguns Maverick 8 cilindros receberam extensas modificações, como por exemplo o modelo construído pela Ford especialmente para a Divisão 3, por intermédio do preparador Luiz Antonio Greco. O motor recebeu, entre outros itens, cabeçotes de alumínio Gurney-Weslake, iguais aos usados no lendário Ford GT-40, comando de válvulas especial e 4 carburadores de corpo duplo Weber 48 IDA. Segundo relatos, com esta modificação o motor atingiu a potência de 350cv líquidos, cerca de 3 vezes a potência original.

 

No Campeonato Brasileiro de Turismo o maior rival do Maverick era o Chevrolet Opala, um carro bastante potente, um pouco mais leve e econômico com seu motor de 6 cilindros e 4,1 litros. Tal disputa durou até a retirada do apoio oficial da Ford do Brasil a esta competição, por causa dos resultados pouco expressivos do Maverick nas pistas o que acabou originando o Campeonato Brasileiro de Stock Car, uma categoria que por anos foi monomarca e só teve Opalas.

 

Grandes pilotos tiveram o Maverick sob seu comando nas competições, entre eles Bird Clemente, Nilson Clemente, José Carlos Pace, Bob Sharp, Edgar Mello Filho e Paulo Gomes, o "Paulão" , Wellington Silva e o argentino Luís Ruben Di Palma.

Granddaughters making their own fun with a big stick at Daddy's football

Conhecer exatamente o formato dos olhos é um passo imprescindível para o sucesso do seu make-up. Por isso, não custa nada perder alguns minutos na frente do espelho antes de se maquiar. Analise-os atentamente, sem desprezar nenhum detalhe.

Conheça algumas dicas de maquiagem para os olhos.

   

Olhos Juntos

Opte por tons claros e pastéis para iluminar a expressão. Dê um toque cintilante à região próxima ao nariz, imediatamente no início do canal lacrimal, para a impressão de afastá-los.

  

Olhos Afastados

Um leve esfumaçado de um tom mais escuro, como o marrom ou o verde-musgo, no canto interno, cria a ilusão de aproximá-los. Mas, ao esfumaçar, cuidado para não tornar a fisionomia pesada.

  

Olhos Saltados

Esfumace a região da pálpebra sobre o globo ocular com uma sombra opaca escura, como marrom ou ferrugem. Arrisque, ainda, um toque de preto à noite. Inicie com um esfumaçado escuro na raiz dos cílios, indo até a dobra do olho, fazendo um degradê suave e uniforme. Isso faz com que pareçam mais fundos e menores.

   

Olhos Fundos

Cores claras, como branco, bege, areia e marfim, elevam a expressão e dão um ar de elegância. Devem ser aplicadas em toda a área móvel, da linha de transferência até a raiz dos cílios. Já na área rente às sobrancelhas, use sombras de tons médios, como rosa, salmão ou coral.

  

Olhos Caídos

Tons nacarados, cintilantes, dourados e cobres levantam a fisionomia e conferem um ar de felicidade. No canto externo, faça um suave movimento ascendente com sombra grafite ou preta. O curvex também é um aliado de peso.

   

Melhorando o acabamento nos olhos

- Você pode passar também no canto externo dos olhos, esfumaçando com a ajuda de um pincel. - Use um tom bege junto à sobrancelha. Esta técnica proporciona um acabamento a maquiagem.

   

Como passar sombra

A forma certa de usar a sombra é passá-la na dobra do olho. Você mesma pode passar com a ajuda de um espelho e os olhos abertos, passe a sombra com um pincel bem na dobra dos olhos, entre os cílios e a sobrancelha.

   

Aplicação de sombras

Sombra. Para não errar, aplique aos poucos e vá esfumando devagar até chegar a intensidade desejada.

   

Cor de sombra para qualquer hora

O marrom é uma cor que combina tanto com o dia quanto com a noite. Além de combinar com todos os tipos de pele.

  

Disfarce as olheiras

Para disfarçar as olheiras, use um corretivo mais claro que o tom da sua pele.

   

Dê mais profundidade às pálpebras

As sombras de tonalidades escuras dão profundidade às pálpebras inchadas e diminuem olhos grandes ou salientes.

  

Olhos mais discretos

Durante o dia a maquilagem dos olhos é mais discreta, principalmente em relação às sombras, que devem ser aplicadas com ênfase nos cantos externos.

  

Olhos muito próximos

As sombras de tonalidades claras ajudam a separar olhos muito próximos, suavizam a profundidade dos olhos fundos e aumentam pálpebras pequenas.

  

A Igreja de Nossa Senhora do Bom Sucesso foi construída no século XVIII após o terramoto de 1755. De uma só nave, contém azulejos monocromáticos do mesmo século.

 

No dia 1 de novembro de cada ano, aniversário do terramoto de 1755, sai desta igreja a procissão dedicada à padroeira como agradecimento da população de Cacilhas por não terem sido levados pelo rio Tejo durante o terramoto. www.visitarportugal.pt/setubal/almada/cacilhas/igreja-n-s...

O cantor e compositor Jorge Vercillo comemora 20 anos de carreira com show repleto de sucessos em São Paulo. 03.10.14

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2014/10/04/luar-de-sol-e-os-2...

Sucesso significa realizar seus próprios sonhos, cantar sua própria canção, dançar sua própria dança, criar do seu coração e apreciar a jornada, confiando que não importa o que aconteceça, tudo ficará bem. Criar sua própria aventura!

Igreja Matriz Nossa Senhora do Bom Sucesso - Caeté - Minas Gerais - Brasil

 

Um dos belos exemplares do barroco, a Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso, datada de 1757 é considerada a primeira igreja construída em alvenaria em Minas Gerais, tendo planta de autoria de Manuel Francisco Lisboa, pai do Aleijadinho. O templo religioso marca o início da 3º fase do barroco, que predomina nas esculturas, imagens e peças de ouro e prata. Sua construção está relacionada a um incidente ocorrido na então Vila Nova da Rainha (atual Caeté). A primitiva capela de Nossa Senhora do Bom Sucesso era administrada pelo primeiro vigário colado na Freguesia, o Padre Dr. Henrique Pereira. Segunda a lenda a acusação caluniosa de uma nobre senhora que residia na mesma freguesia, de que o vigário quis violentá-la, ocasionou a prisão do mesmo. Sendo levado a julgamento no tribunal da Inquisição, o sacerdote invocou a Virgem, prometendo construir uma igreja que lhe seria consagrada, se fosse absolvido. Aconteceu que nesse ínterim, a acusadora esteve à morte e arrependeu-se inocentando o Padre Henrique Pereira que regressou a Minas com todas as honras e começou a construção da nova Matriz.

 

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Nossa 4ª Festa do Dia do Trabalhador foi um verdadeiro sucesso. Cerca de 700 pessoas entre associados e seus convidados participaram da confraternização realizada com muito apreço pelo Sinseri na última sexta, dia 6 de maio, às 20 horas, no Salão Perez. Na ocasião, nossa presidente Clícia Mara Damaceno aproveitou o ensejo para reafirmar os compromissos de luta com a categoria.

 

Leia materia em

 

www.sinseri.com.br/noticias/230.html

Localiza-se no Monte da Senhora do Bom Sucesso, a cerca de 765 metros de altitude, em Chãs de Tavares.

 

Desde há muito que são conhecidos vestígios arqueológicos neste monte. Dado ao conhecimento científico por Leite de Vasconcellos, em 1917, os vestígios dão aquele monte como um castro ocupado na Idade do Bronze e com continuação pela Idade do Ferro e no Período Romano.

 

Atualmente, já não são visíveis as estruturas habitacionais e defensivas. Ao topo do antigo povoado pode ainda aceder-se pelo troço de via lajeado de fundação romana. De arquitetura simples, mas de significado simbólico elevado e de grande devoção para a comunidade, ali se ergue, pelo menos desde o século XVIII, a ermida em honra de Nossa Senhora do Bom Sucesso.

 

O Monte está classificado como Monumento Nacional, desde 31 de dezembro de 1997.

turismodemangualde.pt/bomsucesso.php

Sucesso? Eu não sei o que isso significa. Eu sou feliz. A definição de sucesso varia de pessoa para pessoa Para mim, sucesso é paz anterior. #sucesso #prosperidade #negocios youtube.com/marcelomaiacursos

Sucess at last !! Very fast little bird, but I did get afew shots on the pumpkin.

They are quite voicetrous and very hungry for such a small bird

A Operação Poço Preto, exercício montado em um cenário assimétrico, não linear, em ambiente rural, de baixa intensidade, com ações sucessivas, de dupla ação.

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“Success is going from failure to failure without losing enthusiasm.”

Winston Churchill

 

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Chipettes after singing

A Praia do Bom Sucesso, também conhecida por Praia do Vau, localiza-se na margem Sul da Lagoa de Óbidos junto à barra.

O areal assume uma forma invulgar ao vir de nascente até à barra da lagoa, onde se torna mais amplo e contorna a falésia, continuando para Sul cerca de 1 Km.

As águas no interior da lagoa são calmas, exceto durante a maré alta junto à barra, onde se podem formar correntes fortes.

 

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