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The U.S. Air Force Thunderbirds fly the F-16 Fighting Falcon and perform a combination of formation and solo maneuvers in an inspiring, patriotic, high energy demonstration. The four-jet diamond performs precision formation flight with the aircraft wingtips as close as 4 feet apart while performing loops, inverted rolls and even high performance turns! The two solo jets perform high energy maneuvers together and from opposite directions closing in on each other as fast as 1,000 mph. The six jets come together in the delta formation as the finale for the show, flying difficult formations and signature breaks that fill the sky with speed, sound and smoke trails!
Frequency setting modeDigital, Analog, Serial Communication, Multi-Step Speed , PID etc.
PID control function
Multi-step Speed Control function 8 steps speed control
Energy saving running mode
Siemens model
When the power failed, the system can bypass the fault and continue running.
Rotate speed trace and regenerate function
Assembled shortcut key function
Menu of copy function
When the system failed, it can bypass the fault and continue running.
Timing voltage adjusted functionwhen power supply voltage fluctuate ,it can keep the output voltage constant
Offer the full fault protection function
link: www.china-inverter.net/
Inverted (black on white) FFT mode.
More in the set: www.flickr.com/photos/imajilon/sets/72157629177529657/
O ano de 2020 ficou marcado pela epidemia e pelos aproveitamentos que dela foram feitos pelo patronato, bem como pela luta e resistência dos trabalhadores, na defesa do emprego, direitos e salários.
Vivemos e trabalhamos num país marcado por profundas fragilidades na sua estrutura produtiva e cada vez mais dependente do exterior, comprando fora o que cá não produz, sofrendo por isso de forma acrescida os efeitos da pandemia. Estas fragilidades, fruto de opções políticas de sucessivos governos e da sua submissão aos tratados e orientações de uma União Europeia que toma o partido do grande capital em detrimento dos trabalhadores e dos povos, dificultam as condições para responder às dificuldades económicas e sociais.
É urgente inverter o rumo de desvalorização do trabalho e dos trabalhadores e romper com o modelo de baixos salários, trabalho precário, ataque aos direitos dos trabalhadores e subordinação aos interesses do grande capital, da distribuição de lucros e dividendos.
É urgente mudar de rumo e optar por políticas que tenham em conta a defesa do interesse nacional. Nesse sentido, como temos defendido, é fundamental recuperar para a esfera pública empresas como a TAP, a GALP, a EDP, a REN ou os CTT, defendendo e promovendo empresas e sectores estratégicos, alavancas fundamentais para o desenvolvimento e soberania do país. A sua privatização é um erro que urge reverter.
A importância estratégica da TAP, dado o papel que desempenha na garantia da coesão territorial e na ligação às comunidades portuguesas e o contributo que dá para a dinamização da economia nacional, exige que sejam adoptadas medidas que salvaguardem o seu presente e o seu futuro e que não podem estar dependentes do aval externo. Rejeitamos a visão que está a ser inculcada de que o problema da companhia aérea nacional são os direitos dos trabalhadores e as suas retribuições, como rejeitamos medidas que, realizadas no actual contexto, hipotecam o presente e o futuro da TAP. A intenção de reduzir o número de trabalhadores, que se está já a efectivar através do despedimento de quem tem vínculos precários, representa uma machadada no núcleo central da empresa. Não é descartando-se daqueles que, com o seu trabalho, fazem da TAP a companhia de excelência que é, que se vai garantir a manutenção da TAP, o seu papel económico no desenvolvimento do País e o seu papel social na coesão territorial.
No caso concreto da Galp, é inaceitável o recente anúncio da Administração daquela Empresa, da intenção de encerrar a Refinaria de Matosinhos. A concretizar-se, constituirá mais um passo, na política de desmantelamento de importantes estruturas industriais que, a pretexto da designada transição energética, poderá empurrar para o desemprego centenas de trabalhadores industriais qualificados. Para além dos interesses dos grupos económicos e da especulação imobiliária, o efeito do possível encerramento daquela unidade contribuiria para debilitar a autonomia refinadora nacional, reduzindo-a ao pólo de Sines e desmembrando o importante “cluster” industrial (Refinaria e Fábrica de Aromáticos em Matosinhos e Complexo Químico de Estarreja).
Tal propósito impõe a intervenção pronta do Governo, na defesa do interesse nacional e da soberania económica e industrial.
Uma política alternativa que garanta um Portugal com futuro, desenvolvido e soberano, de progresso e justiça social, que garanta a melhoria das condições de vida e de trabalho dos trabalhadores e das populações mas também o desenvolvimento da economia e uma resposta adequada à situação difícil que atravessamos, para a CGTP-IN deve assentar nos seguintes eixos centrais: aumento geral dos salários em 90 € para todos os trabalhadores e no aumento do salário mínimo nacional para os 850€ a curto prazo; emprego seguro, com direitos, combatendo a precariedade; 35 horas de trabalho semanal para todos sem redução salarial e sem mecanismos que desregulem os horários; dinamização da contratação colectiva e uma legislação laboral cujas normas gravosas sejam definitivamente revogadas; incremento da produção nacional e aposta no papel do Estado para o desenvolvimento do país; reforço dos serviços públicos e das Funções Sociais do Estado.
Por uma Europa dos trabalhadores e dos povos
Portugal assume a presidência rotativa do conselho da UE num quadro de grande incerteza em relação à pandemia e com uma situação social, económica e laboral marcada pelo desemprego, cortes salariais, pobreza e crescentes dificuldades. O Plenário de Sindicatos considera que a presidência portuguesa da UE deve ter como foco uma verdadeira valorização do trabalho e dos trabalhadores como factor essencial para a recuperação económica, caminho oposto ao que tem sido assumido e protagonizado pela União Europeia, que se acentuou no período da troika, e é matriz das orientações e recomendações no âmbito do semestre europeu, da governação económica e do Pacto de Estabilidade e Crescimento.
O «Plano de Recuperação» Europeu e o Quadro Financeiro Plurianual da UE, recentemente aprovados, desencadeiam uma nova etapa de condicionamentos e a imposição de «reformas» que reportam para tempos de má memória para os trabalhadores e o povo português.
A CGTP-IN tem defendido e continuará a defender que as verbas alocadas sejam consideradas como apoios efectivos, a fundo perdido, e utilizadas segundo as prioridades decididas por cada país; que sejam rejeitadas e eliminadas as condicionalidades e imposições associadas à utilização dessas verbas, em particular as que aumentem o desemprego e perpetuem a precariedade, os baixos salários, a perda de direitos e rendimentos dos trabalhadores; que as verbas sejam concentradas no investimento público, no aumento da produção nacional, na manutenção e criação de emprego com direitos, nos serviços públicos e funções sociais do Estado.
Portugal deve defender uma Europa assente nos princípios do progresso, paz e justiça social, tal como a Constituição da República obriga, e afirmar a sua soberania em matérias como o trabalho, rejeitando a subordinação ao semestre europeu ou orientações da UE que, como o passado demonstra, têm tido consequências negativas para os trabalhadores e para o país.
A Luta continua!
Apesar das tentativas de limitação dos direitos e liberdades sindicais a que fomos assistindo por parte do capital, os trabalhadores e os seus sindicatos de classe, representados na CGTP-IN, assumiram sempre a luta como determinante no combate à exploração, às tentativas de atropelo de direitos, cortes de salários e despedimentos, boa parte à boleia das medidas desequilibradas do Governo na resposta à epidemia, aos bloqueios da contratação colectiva, pelas condições de saúde e segurança e na resistência às pressões e ameaças patronais.
A luta vai ter de continuar com a certeza de que só assim é possível resistir à ofensiva, defender e conquistar direitos e melhorar as condições de vida e de trabalho dos trabalhadores e suas famílias. Só com a luta será possível desbloquear soluções para os problemas, garantir os direitos existentes e conquistar novos.
O aumento do Salário Mínimo Nacional em 30 euros anunciado pelo governo, não é alheio e resulta da luta dos trabalhadores, mas é insuficiente, ficando aquém das necessidades dos trabalhadores e do país, sendo inaceitável que, mais uma vez, o patronato seja compensado pelo aumento dos salários, de forma a não beliscar os seus lucros. É possível e necessário ir mais longe no aumento do SMN, atingindo os 850€ a curto prazo, e aumentar os salários de todos os trabalhadores em 90€.
A suspensão da norma da caducidade é o reconhecimento da existência de um problema grave, como sempre afirmámos, profundamente lesivo dos direitos dos trabalhadores. Apesar disso, o governo opta por não o resolver, suspendendo os prazos em vez de revogar a caducidade e reintroduzir o princípio do tratamento mais favorável ao trabalhador, medidas urgentes que defendemos e pelas quais nos continuaremos a bater. É urgente repor o direito fundamental de contratação colectiva.
Valorizar os resultados e avançar na luta reivindicativa
A “Acção e Luta em todos os Sectores”, que levámos a cabo na semana de 7 a 11 de Dezembro, com centenas de acções em todos os sectores, no público e no privado, com greves, manifestações, tribunas públicas, concentrações, plenários e contactos com os trabalhadores em todo o país, foi um extraordinário exemplo da importância da luta em torno das questões concretas dos locais de trabalho, empresas e serviços e da disponibilidade dos trabalhadores para exigirem outro rumo para o país. Esta acção continuou pelas semanas seguintes, com um vasto conjunto de lutas marcadas e em desenvolvimento nos vários sectores.
O Plenário de Sindicatos saúda todos os trabalhadores que, com a sua luta, empenho e participação deram corpo a esta acção, valorizando o compromisso assumido para continuar a lutar e elevar o seu patamar, afirmando que não há inevitabilidades e que é urgente responder às necessidades imediatas dos trabalhadores e das populações, rompendo com a política que está na origem dos desequilíbrios que há muito nos afectam.
Face ao que antes se afirma, o Plenário de Sindicatos decide:
- Reforçar a acção sindical integrada, sindicalizando, elegendo delegados sindicais e representantes para a segurança e saúde no trabalho, intervindo sempre, mais e melhor, na resolução dos problemas dos trabalhadores e na resposta às suas reivindicações e anseios, contribuindo para a intensificação da acção e da luta reivindicativa;
- Continuar a lutar pela garantia do emprego, do pagamento da totalidade dos salários e cumprimento integral dos direitos dos trabalhadores de empresas que recorreram a medidas de apoio no quadro da epidemia;
- Aprofundar a intervenção em torno dos cadernos reivindicativos e da contratação colectiva, envolvendo os trabalhadores na dinamização da luta pela efectivação dos direitos e aumento significativo dos salários e na resistência às ameaças, chantagens e repressões patronais, afirmando o exercício das liberdades e direitos fundamentais consagrados na CRP;
- Exigir, no âmbito da Administração Pública, respeito pela negociação colectiva, tanto em relação a questões como os salários, carreiras, concursos ou horários de trabalho, como, também ao seu rejuvenescimento ou às questões relacionadas com a segurança e saúde no trabalho, num quadro de valorização dos sindicatos, que tem sido desrespeitado pelo Governo;
- Realizar a Semana da Igualdade entre 8 e 12 de Março, em todos os distritos e regiões autónomas, com iniciativas e acções diversas, nos locais de trabalho e na rua, em torno das reivindicações específicas das mulheres trabalhadoras e da valorização de resultados, envolvendo toda a estrutura sindical;
- Apontar o dia 25 de Março como dia nacional de luta dos jovens trabalhadores, em torno do 28 de Março, Dia Nacional da Juventude, começando desde já a planificar trabalho dirigido nesta frente com vista à construção de uma grande mobilização;
- Dar toda a força e dinâmica reivindicativa, intensificando a acção e intervenção de toda a estrutura, o envolvimento e mobilização dos activistas e trabalhadores, no sentido de levar a cabo uma grande Jornada de Luta Nacional, descentralizada, no dia 25 de Fevereiro, com greves, paralisações e acções em todos os sectores, com o lema “Salários, emprego, direitos. Confiança, determinação e luta por um Portugal com futuro!”, fazendo convergir a luta dos trabalhadores em concentrações, manifestações e acções em todos os distritos e regiões autónomas.
O Plenário de Sindicatos decide ainda:
- Continuar a dar destaque às iniciativas centrais e distritais no âmbito das comemorações dos 50 anos da CGTP-IN, nomeadamente ao debate “CGTP-IN - DAS RAÍZES À ACTUALIDADE, SINDICALISMO DO PRESENTE PARA O FUTURO" agendado para 11 de Fevereiro na Casa do Alentejo, em Lisboa.
Lisboa, 28 de Janeiro de 2021
O Plenário de Sindicatos da CGTP-IN
Took this photo of the Whirlpool Rapids on the Niagara River and inverted it. I think the results are interesting.
Same as next image but reduced in size and inverted to make it easier to see. NASA Los Angeles mosaic from, I think, Suomi NPP.
Engine: YAMAHA MZ80
Specification: Rated Frequency:50Hz
Max.Output:2KW
Rated Output: 1.6KW
Rated Voltage: 230V
Rated Current: 7A
Stengths of HEYA Inverter Generator
1.By right of inverter, output frequency of altermating current doesen't rely on speed of an engine. So, an engine can rise over 5000rpm.
2.In comparison with the generator that have the same rate of work, inverter generator has less engine displacement, and it possesses other properties including small body, lightly weight, precious and portable designation.
3.Output altermating voltage and frequency stabilization.
4.Under the inverter control, safety performance is enhanced.
5.(Decrease) Less fuel consumption.
6.Less noise, environment protection and more practical property.
Basic functions:
Low oil alert
Overload protection
Short circuit protection
Certification:
CE (European)
A photo of castle taken in Adare co Limerick by Shane Supple from Youghal in Co Cork on a still aug evening 2008. I rotated photo to show reflection on top just gives it a nice twist,
Inverted colours scan of a print of a polaroid 665 negative.
25th June 2011, Polaroid 355 Camera with Polaroid 665 film (expired 1998). Negatives cleared in sulphite and printed onto Ilford MGIV paper. Scan, invert colours and curves in the Gimp.
The 665 film has heavily solarised the whole image. Interestingly, apart from one spot on the nose the face is almost perfectly inverted. That's why I've scanned the wet print and inverted the tones here. (The human eye does not like inverted faces, though it tolerates inverted cars.) Next stage is to reproduce my digital tonal changes on film by copying to film and re-enlarging.