View allAll Photos Tagged ha...
Me (in the dorky orange life vest) swimming in the emerald waters of Ha Long Bay.
courtesy of Jeff & Anne
Used the sentiment from HA Whoo Loves You which is heat embossed in red. Punched all the heart shapes and put stickles on them!
(slidescan) HA-FAA is a CFA337G Super Skymaster of Repülögepes Szolgalat Air Service, seen at Hannover-Langenhagen on 25 may 1984. © Bert Visser
Make up: Châu
Model: Hà Doll
Với sự hỗ trợ của: còmnhom, gái Bảo, Jay Tran, Vũ làng nướng, Đức Bảo, Kenny.D
Hanoi (Hà Nội in Vietnamese) is the capital of the Socialist Republic of Vietnam and the country's second largest city by population. Its population in 2009 was estimated at 2.6 million for urban districts and 7 million for the metropolitan jurisdiction. The population in 2015 was estimated at 7.7 million people. From 1010 until 1802, it was the most important political center of Vietnam. It was eclipsed by Huế, the imperial capital of Vietnam during the Nguyễn Dynasty (1802–1945), but Hà Nội served as the capital of French Indochina from 1902 to 1954. From 1954 to 1976, it was the capital of North Vietnam, and it became the capital of a reunified Vietnam in 1976, after the North's victory in the Vietnam War.
The city lies on the right bank of the Red River. Hà Nội is 1,090 miles north of Hồ Chí Minh City and 75 miles west of Hải Phòng city.
October 2010 officially marked 1000 years since the establishment of the city.
Information from: en.wikipedia.org/wiki/Hanoi
a-ha at Nokia Theatre, NYC, May 6, 2010.
Follow me on Twitter: twitter.com/alyssascheinson
Follow me on Instagram: instagram.com/alyssascheinson
Ha Long Bay, which literally means "descending dragon bay", is UNESCO World Heritage Site in northern Vietnam. The Bay belongs to Ha Long City and features thousands of limestone karsts and isles in a wide range of shapes and sizes. Ha Long Bay covers an area of approximately 1,533 square kilometres including 1,960 to 2,000 islets, most of which are limestone. The highest density of these islets (775) is concentrated in an area of 334 square kilometres. It is estimated that this bay has gone through various stages of change over a period of 500 million years.
Floating fishing village.
Ha Long Bay, which literally means "descending dragon bay", is UNESCO World Heritage Site in northern Vietnam. The Bay belongs to Ha Long City and features thousands of limestone karsts and isles in a wide range of shapes and sizes. Ha Long Bay covers an area of approximately 1,533 square kilometres including 1,960 to 2,000 islets, most of which are limestone. The highest density of these islets (775) is concentrated in an area of 334 square kilometres. It is estimated that this bay has gone through various stages of change over a period of 500 million years.
Dự án "Hà Nội 86400" là một dự án phi lợi nhuận, do một nhóm những người yêu nhiếp ảnh và yêu Hà Nội khởi xướng ngày 16.11.2010.
Mục tiêu của dự án là tập hợp được một số lượng đông đảo các tay máy đến từ mọi miền trong cả nước, thuộc đủ mọi ngành nghề, có chung sở thích chụp ảnh, cùng gặp nhau vào ngày 01.03.2011 tại Hà Nội và cùng nhau chụp lại mọi mặt cuộc sống ở thành phố trong trọn vẹn 24 giờ.
Toàn bộ ảnh chụp của dự án sau đó sẽ được một ban biên tập gồm những nhân vật có uy tín trong cộng đồng chọn lựa để in thành một cuốn sách ảnh, nhằm mang đến cho người xem một diện mạo chân thực và đầy đủ nhất về thành phố Hà Nội yêu dấu của chúng ta.
Địa chỉ website chính thức của dự án:
Fan Page của dự án trên Facebook:
www.facebook.com/pages/Du-an-Ha-Noi-86400/160246180683158...
Flickr Pool của dự án:
HA-LBF Tupolev TU-134 (0350923) Malev Hungarian Airlines - Landing London Heathrow Airport 08-06-1986
The background is made from glue and distress inks. A new technique to me which I am also submitting to this month's HA challenge and Moxie Fab World. For more info, please see walchowdesign.blogspot.nl/2013/01/moxie-fab-world-49.html
Ha Long Bay is a UNESCO World Heritage Site, and a popular travel destination, located in Quang Ninh province, Vietnam. Administratively, the bay belongs to Hạ Long City, Cẩm Phả town, and part of Van Don district. The bay features thousands of limestone karsts and isles in various sizes and shapes. Ha Long Bay is a center of a larger zone which includes Bái Tử Long bay to the northeast, and Cát Bà islands to the southwest. These larger zones share similar geological, geographical, geomorphological, climate, and cultural characters.
The limestone in this bay has gone through 500 million years of formation in different conditions and environments. The evolution of the karst in this bay has taken 20 million years under the impact of the tropical wet climate
-
Photograph taken by
Jos van der Heiden (2013)
Hungarian International Airshow & Military Display at Kecskemet AB (LHKE) on August 2, 2013. Trener Kft. Antonov (PZL-MIelec) An-2R HA-MEK (1G190-20).
Nampula, Moçambique (2013)
Há muito que pensava escrever sobre as minhas viagens, mas sempre faltou aquela oportunidade – ou real vontade, se assim preferirem – para o fazer. Os planos são sempre muitos, as ideias são fantásticas, mas nem sempre se acende o rastilho que despoleta a acção. Até ao dia mais improvável. Tantas memórias fantásticas passadas, tantas histórias por contar, tantos locais inolvidáveis já visitados, até que dou por mim sentado no Aeroporto de Nampula, inspirado por uma viagem que tinha tudo para ser banal, a relatar um dia em que saí de Nacala com destino a Maputo.
São 7h00 de uma manhã tórrida em Nacala. À hora combinada, o taxista Jacinto responde à minha chamada. “Estou chegando”. Em moçambicano, significa que acaba de sair para me vir buscar. Sei então que, se tudo correr bem, às 9h00 estarei a entrar no táxi em direcção a Nampula. Falho na previsão e meto conversa com o segurança na portaria. “Nós moçambicanos, não somos mesmo bons nessa coisa de horas”.
Como Jacinto, assim vai o desenvolvimento de um país que muito promete. Atrasado. Os moçambicanos são extraordinariamente simpáticos, mas odeiam o confronto. Ou então são demasiado optimistas. “Não faço” é uma expressão muito rara por estas paragens. Por oposição a “hei-de fazer”, que em rigor exprime uma intenção imediata mas que prepara já o interlocutor para, na melhor das hipóteses, o elevado tempo de espera que o aguarda. Também a ponte da KaTembe há-de ser construída, também o gás há-de ser extraído da bacia do Rovuma, também o carvão de Tete há-de escoar pelas vias férreas reabilitadas, também o desenvolvimento chegará um dia a Moçambique.
Às 9h15, Jacinto chega apressado. Entro no táxi e aperto o cinto. Ao contrário de Jacinto. É frequente morrerem mais de 50 pessoas por semana nas estradas moçambicanas. “O ar condicionado está avariado”. “Sem problema”, nem tudo é mau: os vidros eléctricos funcionam. Com sorte, não haverá nada mais avariado no tradicional Toyota Corolla Sedan, o best-seller das viaturas usadas importadas do Japão que nos levará a Nampula. Iniciamos então viagem para logo parar. Sem pedir licença, Jacinto encosta e dá boleia a uma jovem mulher e ao seu filho, que caminha pela mão da mãe e não aparenta ter mais de 4 anos. Porque razão haveria eu de me importar? Não me importo de facto: seria muito infeliz em África se o fizesse. É o que temos, penso. Viajam ambos no banco do passageiro da frente, o cinto fica uma vez mais para trás. No sentido inverso, avisto um camião cisterna com a inscrição “Água Potável”. Na berma, são mulheres com as suas capulanas coloridas que caminham, transportando à cabeça o líquido precioso.
Em apenas 20 minutos, mais um excelente resumo da “Pérola do Índico”. Um país de gente descontraída, que não tem outra escolha senão simplificar a vida. Com tanta preocupação de sobrevivência, com tanta dificuldade em encontrar assistência médica ou simplesmente água para beber, ninguém no seu perfeito juízo se poderá importar em partilhar mais um bem precioso: um carro, capaz de andar. “O acesso à água é o nosso maior problema aqui”, confirma Jacinto. Depois de tomar conhecimento dos novos projectos para a cidade de Nacala algumas horas antes, posso tranquilizá-lo: também a água potável há-de chegar aqui.
Avançamos na viagem. Pela janela vejo uma planície imensa salpicada aqui e ali por afloramentos rochosos impressionantes. Maciços imponentes de formas dramáticas, verdadeiras agulhas apontadas ao céu. Paisagem deslumbrante, a não destoar em nada do resto de Moçambique. Pelo caminho, uma barragem vazia não escapa à chamada de atenção de Jacinto: “Este ano está a chover muito pouco, nós dependemos muito da chuva”. Não obstante, tudo está verde. A humidade abunda por aqui, vejo árvores centenárias carregadas de mangas maduras e de moçambicanos a dormir debaixo delas. Beber pode ser difícil, comer nem por isso. Nas aldeias e vilas, as crianças brincam alegremente nas ruas de terra por entre as casas feitas de madeira, argila e colmo, aqui e ali poluídas por uma ou outra chapa de zinco. É Domingo. Nas igrejas e mesquitas, os fiéis acotovelam-se à porta para escutar a orientação divina.
Moçambique é um país multi-cultural. Não existe uma religião dominante no país, mas aqui no norte a maioria é muçulmana. 90%, assegura Jacinto. Independentemente do credo, os moçambicanos são crentes. É o que resta a quem depende da chuva. A educação tarda em chegar, pelo menos com a qualidade necessária para que este povo maravilhoso possa deixar enfim de olhar para o céu à espera que chova – água, para beber, ou mangas, para comer.
O sol está já a pique quando chegamos a Nampula. Pelo meio de buracos e sacos de plástico, atravessando mercados fervilhantes, avistamos por fim o edifício que dá sede ao Aeroporto Internacional de Nampula. É um excelente exemplar da melhor arquitectura moderna, que tem hoje dificuldade em esconder as marcas severas da passagem do tempo. É que, como por tantos outros edifícios e coisas mais em Moçambique, o tempo passa devagar, mas passa.
Subo então ao primeiro andar do aeroporto e entro no “restaurante”. Queria beber água mas não há, terei que me contentar com Laurentina Premium. Pelo menos, é uma das melhores cervejas que já bebi. Bebo o primeiro gole, está a estalar. Sinto-me uma vez mais compensado. Não estranho a sensação, nesta terra onde as dificuldades são muitas mas que, a toda a hora, nos oferece tantos dos melhores pequenos prazeres da vida.
Sentado na varanda do aeroporto, observo agora aquele pôr-do-sol que só se pode ver em África. Tenho enfim tempo para escrever e observar, porque no final do dia, ainda distante, também eu hei-de chegar a Maputo!
Nampula, 15 de Dezembro de 2013
Ha`Penny Bridge and Aston Quay from Bachelor's Walk
Dublin _2014_03_14_22-43-30_DSC_4661_©LindsayBerger2014
HA snowflake (S5605) embossed in stampendous gold tinsel EP. Sentiment from Mama Elephant Season's Greetings stamped with Staz-on
Entering in:
and
ablognamedhero.blogspot.com/2016/11/november-challenge-ho...