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Uma das formas possíveis de enfrentar momentos difíceis é ocupar a mente. A da Rejane Pimentel, servidora do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (TRT/AL) que atua na 1ª Vara do Trabalho de União dos Palmares, foi ocupada pelo artesanato. Ela levou isso tão a sério, que mesmo após superar uma depressão, não consegue mais deixar de produzir.
Miçangas, cordas, cordões, cerâmicas para mosaicos, papel marchè e uma boa dose de estética, criatividade e habilidade foram utilizados como alimento para o pensamento.
O resultado disso são os belíssimos trabalhos. Linhas, pontos e panos já são parte de seu dia a dia para confeccionar almofadas, bonecas, adornos, porta objetos, alguns deles utilizando a renda renascença. Suas produções contam histórias de sentimentos, são artefatos representativos, reconstruções, impressões de seu inconsciente. Mas não apenas isso. Ela recorreu aos trabalhos manuais como a essencial arte para aquecer seu coração, filtrar pensamento, catalogar sentimentos e equilibrar razão e emoção.
Em virtude da arteterapia reformulou espaços e fez de sua residência uma casa-atelier para ser um ambiente de exílio, canto para o autoconhecimento, pois era imprescindível que exercitasse a arte na busca de uma janela para que sua alma melancólica pudesse transgredir.
Hoje, sua arte tornou-se uma questão mais ampla, reflete visivelmente seu ressurgimento. É prova irrefutável dos alegados benefícios da arteterapia por ter resgatado sua serenidade, sensibilidade e ternura, e acima de tudo, conservar sua alegria. Por tudo isso, Rejane é a revelação da semana no Tribunal Regional de Talentos.
- Que técnica você utiliza na produção dos objetos e acessórios?
- Nunca fiz cursos técnicos para a realização dos meus trabalhos artesanais. A exceção foi um curso de bonecas Tildas que fiz recentemente. O aprendizado foi sempre como autodidata interessada em descobrir como tornar realidade o que imaginava. Assim, uso técnicas variadas porque os trabalhos são diferenciados e intuitivos. Quando vejo algum objeto descartado que pode ser reciclado eu o utilizo para criação do que for mais conveniente, como ocorre com as bonecas de cabaça. Uso também rendas, patchwork, costura em tecidos, bordados, miçangas em geral, cordas, cordões, cerâmicas para mosaicos, alguma coisa de papel marchè, entre outros a depender da inspiração do momento ou da preferência do cliente.
- Quando os trabalhos manuais entram em sua vida?
- Já na adolescência gostava de customizar camisetas ou outras peças básicas do vestuário para dar um toque personalizado na peça. Porém, era algo rudimentar e sem muito compromisso com técnicas ou interesse comercial. Posteriormente, após ter minha filha, passei por um período de depressão pós-parto e ao consultar o médico recebi um receituário que achei muito custoso para meu orçamento na época. Saí da farmácia sem adquirir os remédios e passando por uma banca de revista fui atraída por uma publicação que ensinava o corte e costura e assim, entre erros e acertos, além de ficar curada da depressão, incrementei o orçamento com a costura para pessoas amigas, inclusive colegas de trabalho do TRT. Para mim foi muito feliz descobrir que o trabalho manual ajuda inclusive no tratamento de certas disfunções emocionais.
- Como se tornar uma artista como você?
- Acredito que cada pessoa é única e entendo que se alguém deseja expressar-se de alguma forma artisticamente e buscar realizar o que for necessário para adquirir certa competência no que escolheu fazer, certamente dificuldades haverá, porém nada que seja instransponível, porque bons resultados virão se aliar à crença do que se pode fazer com a dedicação.
- De onde vem a inspiração para fazer coisas tão lindas?
- A beleza está na natureza e em tudo o que manifesta a vida que movimenta tudo no Universo. A verdadeira fonte de inspiração é nosso íntimo e cada criação brota antes no meu coração, sobe à minha mente e desce às minhas mãos trazendo materializado o que idealizei.
- Quais etapas de criação te oferecem mais prazer?
- É difícil dizer a que mais traz satisfação. Todas são momentos únicos que pratico até com devoção! Entretanto, se for para escolher algum momento em que maior cota de alegria agrega ao meu ser, posso afirmar com convicção que é o prazer de ver uma pessoa satisfeita com o trabalho que realizei. Pensando nisso e para tornar mais intenso esses momentos, resolvi abrir uma pequena loja anexa à minha própria residência com o intuito de atender melhor aos clientes, pessoais ou virtuais.
Instagram: @linhaspontosepanos
Facebook: mariarejanepimentel
Uma das formas possíveis de enfrentar momentos difíceis é ocupar a mente. A da Rejane Pimentel, servidora do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (TRT/AL) que atua na 1ª Vara do Trabalho de União dos Palmares, foi ocupada pelo artesanato. Ela levou isso tão a sério, que mesmo após superar uma depressão, não consegue mais deixar de produzir.
Miçangas, cordas, cordões, cerâmicas para mosaicos, papel marchè e uma boa dose de estética, criatividade e habilidade foram utilizados como alimento para o pensamento.
O resultado disso são os belíssimos trabalhos. Linhas, pontos e panos já são parte de seu dia a dia para confeccionar almofadas, bonecas, adornos, porta objetos, alguns deles utilizando a renda renascença. Suas produções contam histórias de sentimentos, são artefatos representativos, reconstruções, impressões de seu inconsciente. Mas não apenas isso. Ela recorreu aos trabalhos manuais como a essencial arte para aquecer seu coração, filtrar pensamento, catalogar sentimentos e equilibrar razão e emoção.
Em virtude da arteterapia reformulou espaços e fez de sua residência uma casa-atelier para ser um ambiente de exílio, canto para o autoconhecimento, pois era imprescindível que exercitasse a arte na busca de uma janela para que sua alma melancólica pudesse transgredir.
Hoje, sua arte tornou-se uma questão mais ampla, reflete visivelmente seu ressurgimento. É prova irrefutável dos alegados benefícios da arteterapia por ter resgatado sua serenidade, sensibilidade e ternura, e acima de tudo, conservar sua alegria. Por tudo isso, Rejane é a revelação da semana no Tribunal Regional de Talentos.
- Que técnica você utiliza na produção dos objetos e acessórios?
- Nunca fiz cursos técnicos para a realização dos meus trabalhos artesanais. A exceção foi um curso de bonecas Tildas que fiz recentemente. O aprendizado foi sempre como autodidata interessada em descobrir como tornar realidade o que imaginava. Assim, uso técnicas variadas porque os trabalhos são diferenciados e intuitivos. Quando vejo algum objeto descartado que pode ser reciclado eu o utilizo para criação do que for mais conveniente, como ocorre com as bonecas de cabaça. Uso também rendas, patchwork, costura em tecidos, bordados, miçangas em geral, cordas, cordões, cerâmicas para mosaicos, alguma coisa de papel marchè, entre outros a depender da inspiração do momento ou da preferência do cliente.
- Quando os trabalhos manuais entram em sua vida?
- Já na adolescência gostava de customizar camisetas ou outras peças básicas do vestuário para dar um toque personalizado na peça. Porém, era algo rudimentar e sem muito compromisso com técnicas ou interesse comercial. Posteriormente, após ter minha filha, passei por um período de depressão pós-parto e ao consultar o médico recebi um receituário que achei muito custoso para meu orçamento na época. Saí da farmácia sem adquirir os remédios e passando por uma banca de revista fui atraída por uma publicação que ensinava o corte e costura e assim, entre erros e acertos, além de ficar curada da depressão, incrementei o orçamento com a costura para pessoas amigas, inclusive colegas de trabalho do TRT. Para mim foi muito feliz descobrir que o trabalho manual ajuda inclusive no tratamento de certas disfunções emocionais.
- Como se tornar uma artista como você?
- Acredito que cada pessoa é única e entendo que se alguém deseja expressar-se de alguma forma artisticamente e buscar realizar o que for necessário para adquirir certa competência no que escolheu fazer, certamente dificuldades haverá, porém nada que seja instransponível, porque bons resultados virão se aliar à crença do que se pode fazer com a dedicação.
- De onde vem a inspiração para fazer coisas tão lindas?
- A beleza está na natureza e em tudo o que manifesta a vida que movimenta tudo no Universo. A verdadeira fonte de inspiração é nosso íntimo e cada criação brota antes no meu coração, sobe à minha mente e desce às minhas mãos trazendo materializado o que idealizei.
- Quais etapas de criação te oferecem mais prazer?
- É difícil dizer a que mais traz satisfação. Todas são momentos únicos que pratico até com devoção! Entretanto, se for para escolher algum momento em que maior cota de alegria agrega ao meu ser, posso afirmar com convicção que é o prazer de ver uma pessoa satisfeita com o trabalho que realizei. Pensando nisso e para tornar mais intenso esses momentos, resolvi abrir uma pequena loja anexa à minha própria residência com o intuito de atender melhor aos clientes, pessoais ou virtuais.
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O Projeto Talentos do Brasil foi criado para estimular a troca de conhecimentos entre cooperativas e grupos de artesãs Norte Sul, Leste a Oeste, gerando emprego e agregando valor ao talento artesanal de cada grupo.
Em Coxim, trabalhei em parceria com artesão para criar as peças Pele de Peixe.
Uma das formas possíveis de enfrentar momentos difíceis é ocupar a mente. A da Rejane Pimentel, servidora do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (TRT/AL) que atua na 1ª Vara do Trabalho de União dos Palmares, foi ocupada pelo artesanato. Ela levou isso tão a sério, que mesmo após superar uma depressão, não consegue mais deixar de produzir.
Miçangas, cordas, cordões, cerâmicas para mosaicos, papel marchè e uma boa dose de estética, criatividade e habilidade foram utilizados como alimento para o pensamento.
O resultado disso são os belíssimos trabalhos. Linhas, pontos e panos já são parte de seu dia a dia para confeccionar almofadas, bonecas, adornos, porta objetos, alguns deles utilizando a renda renascença. Suas produções contam histórias de sentimentos, são artefatos representativos, reconstruções, impressões de seu inconsciente. Mas não apenas isso. Ela recorreu aos trabalhos manuais como a essencial arte para aquecer seu coração, filtrar pensamento, catalogar sentimentos e equilibrar razão e emoção.
Em virtude da arteterapia reformulou espaços e fez de sua residência uma casa-atelier para ser um ambiente de exílio, canto para o autoconhecimento, pois era imprescindível que exercitasse a arte na busca de uma janela para que sua alma melancólica pudesse transgredir.
Hoje, sua arte tornou-se uma questão mais ampla, reflete visivelmente seu ressurgimento. É prova irrefutável dos alegados benefícios da arteterapia por ter resgatado sua serenidade, sensibilidade e ternura, e acima de tudo, conservar sua alegria. Por tudo isso, Rejane é a revelação da semana no Tribunal Regional de Talentos.
- Que técnica você utiliza na produção dos objetos e acessórios?
- Nunca fiz cursos técnicos para a realização dos meus trabalhos artesanais. A exceção foi um curso de bonecas Tildas que fiz recentemente. O aprendizado foi sempre como autodidata interessada em descobrir como tornar realidade o que imaginava. Assim, uso técnicas variadas porque os trabalhos são diferenciados e intuitivos. Quando vejo algum objeto descartado que pode ser reciclado eu o utilizo para criação do que for mais conveniente, como ocorre com as bonecas de cabaça. Uso também rendas, patchwork, costura em tecidos, bordados, miçangas em geral, cordas, cordões, cerâmicas para mosaicos, alguma coisa de papel marchè, entre outros a depender da inspiração do momento ou da preferência do cliente.
- Quando os trabalhos manuais entram em sua vida?
- Já na adolescência gostava de customizar camisetas ou outras peças básicas do vestuário para dar um toque personalizado na peça. Porém, era algo rudimentar e sem muito compromisso com técnicas ou interesse comercial. Posteriormente, após ter minha filha, passei por um período de depressão pós-parto e ao consultar o médico recebi um receituário que achei muito custoso para meu orçamento na época. Saí da farmácia sem adquirir os remédios e passando por uma banca de revista fui atraída por uma publicação que ensinava o corte e costura e assim, entre erros e acertos, além de ficar curada da depressão, incrementei o orçamento com a costura para pessoas amigas, inclusive colegas de trabalho do TRT. Para mim foi muito feliz descobrir que o trabalho manual ajuda inclusive no tratamento de certas disfunções emocionais.
- Como se tornar uma artista como você?
- Acredito que cada pessoa é única e entendo que se alguém deseja expressar-se de alguma forma artisticamente e buscar realizar o que for necessário para adquirir certa competência no que escolheu fazer, certamente dificuldades haverá, porém nada que seja instransponível, porque bons resultados virão se aliar à crença do que se pode fazer com a dedicação.
- De onde vem a inspiração para fazer coisas tão lindas?
- A beleza está na natureza e em tudo o que manifesta a vida que movimenta tudo no Universo. A verdadeira fonte de inspiração é nosso íntimo e cada criação brota antes no meu coração, sobe à minha mente e desce às minhas mãos trazendo materializado o que idealizei.
- Quais etapas de criação te oferecem mais prazer?
- É difícil dizer a que mais traz satisfação. Todas são momentos únicos que pratico até com devoção! Entretanto, se for para escolher algum momento em que maior cota de alegria agrega ao meu ser, posso afirmar com convicção que é o prazer de ver uma pessoa satisfeita com o trabalho que realizei. Pensando nisso e para tornar mais intenso esses momentos, resolvi abrir uma pequena loja anexa à minha própria residência com o intuito de atender melhor aos clientes, pessoais ou virtuais.
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Uma das formas possíveis de enfrentar momentos difíceis é ocupar a mente. A da Rejane Pimentel, servidora do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (TRT/AL) que atua na 1ª Vara do Trabalho de União dos Palmares, foi ocupada pelo artesanato. Ela levou isso tão a sério, que mesmo após superar uma depressão, não consegue mais deixar de produzir.
Miçangas, cordas, cordões, cerâmicas para mosaicos, papel marchè e uma boa dose de estética, criatividade e habilidade foram utilizados como alimento para o pensamento.
O resultado disso são os belíssimos trabalhos. Linhas, pontos e panos já são parte de seu dia a dia para confeccionar almofadas, bonecas, adornos, porta objetos, alguns deles utilizando a renda renascença. Suas produções contam histórias de sentimentos, são artefatos representativos, reconstruções, impressões de seu inconsciente. Mas não apenas isso. Ela recorreu aos trabalhos manuais como a essencial arte para aquecer seu coração, filtrar pensamento, catalogar sentimentos e equilibrar razão e emoção.
Em virtude da arteterapia reformulou espaços e fez de sua residência uma casa-atelier para ser um ambiente de exílio, canto para o autoconhecimento, pois era imprescindível que exercitasse a arte na busca de uma janela para que sua alma melancólica pudesse transgredir.
Hoje, sua arte tornou-se uma questão mais ampla, reflete visivelmente seu ressurgimento. É prova irrefutável dos alegados benefícios da arteterapia por ter resgatado sua serenidade, sensibilidade e ternura, e acima de tudo, conservar sua alegria. Por tudo isso, Rejane é a revelação da semana no Tribunal Regional de Talentos.
- Que técnica você utiliza na produção dos objetos e acessórios?
- Nunca fiz cursos técnicos para a realização dos meus trabalhos artesanais. A exceção foi um curso de bonecas Tildas que fiz recentemente. O aprendizado foi sempre como autodidata interessada em descobrir como tornar realidade o que imaginava. Assim, uso técnicas variadas porque os trabalhos são diferenciados e intuitivos. Quando vejo algum objeto descartado que pode ser reciclado eu o utilizo para criação do que for mais conveniente, como ocorre com as bonecas de cabaça. Uso também rendas, patchwork, costura em tecidos, bordados, miçangas em geral, cordas, cordões, cerâmicas para mosaicos, alguma coisa de papel marchè, entre outros a depender da inspiração do momento ou da preferência do cliente.
- Quando os trabalhos manuais entram em sua vida?
- Já na adolescência gostava de customizar camisetas ou outras peças básicas do vestuário para dar um toque personalizado na peça. Porém, era algo rudimentar e sem muito compromisso com técnicas ou interesse comercial. Posteriormente, após ter minha filha, passei por um período de depressão pós-parto e ao consultar o médico recebi um receituário que achei muito custoso para meu orçamento na época. Saí da farmácia sem adquirir os remédios e passando por uma banca de revista fui atraída por uma publicação que ensinava o corte e costura e assim, entre erros e acertos, além de ficar curada da depressão, incrementei o orçamento com a costura para pessoas amigas, inclusive colegas de trabalho do TRT. Para mim foi muito feliz descobrir que o trabalho manual ajuda inclusive no tratamento de certas disfunções emocionais.
- Como se tornar uma artista como você?
- Acredito que cada pessoa é única e entendo que se alguém deseja expressar-se de alguma forma artisticamente e buscar realizar o que for necessário para adquirir certa competência no que escolheu fazer, certamente dificuldades haverá, porém nada que seja instransponível, porque bons resultados virão se aliar à crença do que se pode fazer com a dedicação.
- De onde vem a inspiração para fazer coisas tão lindas?
- A beleza está na natureza e em tudo o que manifesta a vida que movimenta tudo no Universo. A verdadeira fonte de inspiração é nosso íntimo e cada criação brota antes no meu coração, sobe à minha mente e desce às minhas mãos trazendo materializado o que idealizei.
- Quais etapas de criação te oferecem mais prazer?
- É difícil dizer a que mais traz satisfação. Todas são momentos únicos que pratico até com devoção! Entretanto, se for para escolher algum momento em que maior cota de alegria agrega ao meu ser, posso afirmar com convicção que é o prazer de ver uma pessoa satisfeita com o trabalho que realizei. Pensando nisso e para tornar mais intenso esses momentos, resolvi abrir uma pequena loja anexa à minha própria residência com o intuito de atender melhor aos clientes, pessoais ou virtuais.
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Uma das formas possíveis de enfrentar momentos difíceis é ocupar a mente. A da Rejane Pimentel, servidora do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (TRT/AL) que atua na 1ª Vara do Trabalho de União dos Palmares, foi ocupada pelo artesanato. Ela levou isso tão a sério, que mesmo após superar uma depressão, não consegue mais deixar de produzir.
Miçangas, cordas, cordões, cerâmicas para mosaicos, papel marchè e uma boa dose de estética, criatividade e habilidade foram utilizados como alimento para o pensamento.
O resultado disso são os belíssimos trabalhos. Linhas, pontos e panos já são parte de seu dia a dia para confeccionar almofadas, bonecas, adornos, porta objetos, alguns deles utilizando a renda renascença. Suas produções contam histórias de sentimentos, são artefatos representativos, reconstruções, impressões de seu inconsciente. Mas não apenas isso. Ela recorreu aos trabalhos manuais como a essencial arte para aquecer seu coração, filtrar pensamento, catalogar sentimentos e equilibrar razão e emoção.
Em virtude da arteterapia reformulou espaços e fez de sua residência uma casa-atelier para ser um ambiente de exílio, canto para o autoconhecimento, pois era imprescindível que exercitasse a arte na busca de uma janela para que sua alma melancólica pudesse transgredir.
Hoje, sua arte tornou-se uma questão mais ampla, reflete visivelmente seu ressurgimento. É prova irrefutável dos alegados benefícios da arteterapia por ter resgatado sua serenidade, sensibilidade e ternura, e acima de tudo, conservar sua alegria. Por tudo isso, Rejane é a revelação da semana no Tribunal Regional de Talentos.
- Que técnica você utiliza na produção dos objetos e acessórios?
- Nunca fiz cursos técnicos para a realização dos meus trabalhos artesanais. A exceção foi um curso de bonecas Tildas que fiz recentemente. O aprendizado foi sempre como autodidata interessada em descobrir como tornar realidade o que imaginava. Assim, uso técnicas variadas porque os trabalhos são diferenciados e intuitivos. Quando vejo algum objeto descartado que pode ser reciclado eu o utilizo para criação do que for mais conveniente, como ocorre com as bonecas de cabaça. Uso também rendas, patchwork, costura em tecidos, bordados, miçangas em geral, cordas, cordões, cerâmicas para mosaicos, alguma coisa de papel marchè, entre outros a depender da inspiração do momento ou da preferência do cliente.
- Quando os trabalhos manuais entram em sua vida?
- Já na adolescência gostava de customizar camisetas ou outras peças básicas do vestuário para dar um toque personalizado na peça. Porém, era algo rudimentar e sem muito compromisso com técnicas ou interesse comercial. Posteriormente, após ter minha filha, passei por um período de depressão pós-parto e ao consultar o médico recebi um receituário que achei muito custoso para meu orçamento na época. Saí da farmácia sem adquirir os remédios e passando por uma banca de revista fui atraída por uma publicação que ensinava o corte e costura e assim, entre erros e acertos, além de ficar curada da depressão, incrementei o orçamento com a costura para pessoas amigas, inclusive colegas de trabalho do TRT. Para mim foi muito feliz descobrir que o trabalho manual ajuda inclusive no tratamento de certas disfunções emocionais.
- Como se tornar uma artista como você?
- Acredito que cada pessoa é única e entendo que se alguém deseja expressar-se de alguma forma artisticamente e buscar realizar o que for necessário para adquirir certa competência no que escolheu fazer, certamente dificuldades haverá, porém nada que seja instransponível, porque bons resultados virão se aliar à crença do que se pode fazer com a dedicação.
- De onde vem a inspiração para fazer coisas tão lindas?
- A beleza está na natureza e em tudo o que manifesta a vida que movimenta tudo no Universo. A verdadeira fonte de inspiração é nosso íntimo e cada criação brota antes no meu coração, sobe à minha mente e desce às minhas mãos trazendo materializado o que idealizei.
- Quais etapas de criação te oferecem mais prazer?
- É difícil dizer a que mais traz satisfação. Todas são momentos únicos que pratico até com devoção! Entretanto, se for para escolher algum momento em que maior cota de alegria agrega ao meu ser, posso afirmar com convicção que é o prazer de ver uma pessoa satisfeita com o trabalho que realizei. Pensando nisso e para tornar mais intenso esses momentos, resolvi abrir uma pequena loja anexa à minha própria residência com o intuito de atender melhor aos clientes, pessoais ou virtuais.
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Uma das formas possíveis de enfrentar momentos difíceis é ocupar a mente. A da Rejane Pimentel, servidora do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (TRT/AL) que atua na 1ª Vara do Trabalho de União dos Palmares, foi ocupada pelo artesanato. Ela levou isso tão a sério, que mesmo após superar uma depressão, não consegue mais deixar de produzir.
Miçangas, cordas, cordões, cerâmicas para mosaicos, papel marchè e uma boa dose de estética, criatividade e habilidade foram utilizados como alimento para o pensamento.
O resultado disso são os belíssimos trabalhos. Linhas, pontos e panos já são parte de seu dia a dia para confeccionar almofadas, bonecas, adornos, porta objetos, alguns deles utilizando a renda renascença. Suas produções contam histórias de sentimentos, são artefatos representativos, reconstruções, impressões de seu inconsciente. Mas não apenas isso. Ela recorreu aos trabalhos manuais como a essencial arte para aquecer seu coração, filtrar pensamento, catalogar sentimentos e equilibrar razão e emoção.
Em virtude da arteterapia reformulou espaços e fez de sua residência uma casa-atelier para ser um ambiente de exílio, canto para o autoconhecimento, pois era imprescindível que exercitasse a arte na busca de uma janela para que sua alma melancólica pudesse transgredir.
Hoje, sua arte tornou-se uma questão mais ampla, reflete visivelmente seu ressurgimento. É prova irrefutável dos alegados benefícios da arteterapia por ter resgatado sua serenidade, sensibilidade e ternura, e acima de tudo, conservar sua alegria. Por tudo isso, Rejane é a revelação da semana no Tribunal Regional de Talentos.
- Que técnica você utiliza na produção dos objetos e acessórios?
- Nunca fiz cursos técnicos para a realização dos meus trabalhos artesanais. A exceção foi um curso de bonecas Tildas que fiz recentemente. O aprendizado foi sempre como autodidata interessada em descobrir como tornar realidade o que imaginava. Assim, uso técnicas variadas porque os trabalhos são diferenciados e intuitivos. Quando vejo algum objeto descartado que pode ser reciclado eu o utilizo para criação do que for mais conveniente, como ocorre com as bonecas de cabaça. Uso também rendas, patchwork, costura em tecidos, bordados, miçangas em geral, cordas, cordões, cerâmicas para mosaicos, alguma coisa de papel marchè, entre outros a depender da inspiração do momento ou da preferência do cliente.
- Quando os trabalhos manuais entram em sua vida?
- Já na adolescência gostava de customizar camisetas ou outras peças básicas do vestuário para dar um toque personalizado na peça. Porém, era algo rudimentar e sem muito compromisso com técnicas ou interesse comercial. Posteriormente, após ter minha filha, passei por um período de depressão pós-parto e ao consultar o médico recebi um receituário que achei muito custoso para meu orçamento na época. Saí da farmácia sem adquirir os remédios e passando por uma banca de revista fui atraída por uma publicação que ensinava o corte e costura e assim, entre erros e acertos, além de ficar curada da depressão, incrementei o orçamento com a costura para pessoas amigas, inclusive colegas de trabalho do TRT. Para mim foi muito feliz descobrir que o trabalho manual ajuda inclusive no tratamento de certas disfunções emocionais.
- Como se tornar uma artista como você?
- Acredito que cada pessoa é única e entendo que se alguém deseja expressar-se de alguma forma artisticamente e buscar realizar o que for necessário para adquirir certa competência no que escolheu fazer, certamente dificuldades haverá, porém nada que seja instransponível, porque bons resultados virão se aliar à crença do que se pode fazer com a dedicação.
- De onde vem a inspiração para fazer coisas tão lindas?
- A beleza está na natureza e em tudo o que manifesta a vida que movimenta tudo no Universo. A verdadeira fonte de inspiração é nosso íntimo e cada criação brota antes no meu coração, sobe à minha mente e desce às minhas mãos trazendo materializado o que idealizei.
- Quais etapas de criação te oferecem mais prazer?
- É difícil dizer a que mais traz satisfação. Todas são momentos únicos que pratico até com devoção! Entretanto, se for para escolher algum momento em que maior cota de alegria agrega ao meu ser, posso afirmar com convicção que é o prazer de ver uma pessoa satisfeita com o trabalho que realizei. Pensando nisso e para tornar mais intenso esses momentos, resolvi abrir uma pequena loja anexa à minha própria residência com o intuito de atender melhor aos clientes, pessoais ou virtuais.
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En ocasiones veo ... ¡¡chapitas!! :D
Mil gracias a Etringita por su ENORME y PRECIOSO talento ^^.
Si os gustan aquí tenéis la colección invierno/primavera 2011. No dudéis en contactar con Etringita y por supuesto admirar todo su trabajo, tanto en su Flickr como en el Blog "Pequeñeces".
Talento Project partnered with the library to bring inspirational speaker, Consuelo Kickbush in 2010.
Uma das formas possíveis de enfrentar momentos difíceis é ocupar a mente. A da Rejane Pimentel, servidora do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (TRT/AL) que atua na 1ª Vara do Trabalho de União dos Palmares, foi ocupada pelo artesanato. Ela levou isso tão a sério, que mesmo após superar uma depressão, não consegue mais deixar de produzir.
Miçangas, cordas, cordões, cerâmicas para mosaicos, papel marchè e uma boa dose de estética, criatividade e habilidade foram utilizados como alimento para o pensamento.
O resultado disso são os belíssimos trabalhos. Linhas, pontos e panos já são parte de seu dia a dia para confeccionar almofadas, bonecas, adornos, porta objetos, alguns deles utilizando a renda renascença. Suas produções contam histórias de sentimentos, são artefatos representativos, reconstruções, impressões de seu inconsciente. Mas não apenas isso. Ela recorreu aos trabalhos manuais como a essencial arte para aquecer seu coração, filtrar pensamento, catalogar sentimentos e equilibrar razão e emoção.
Em virtude da arteterapia reformulou espaços e fez de sua residência uma casa-atelier para ser um ambiente de exílio, canto para o autoconhecimento, pois era imprescindível que exercitasse a arte na busca de uma janela para que sua alma melancólica pudesse transgredir.
Hoje, sua arte tornou-se uma questão mais ampla, reflete visivelmente seu ressurgimento. É prova irrefutável dos alegados benefícios da arteterapia por ter resgatado sua serenidade, sensibilidade e ternura, e acima de tudo, conservar sua alegria. Por tudo isso, Rejane é a revelação da semana no Tribunal Regional de Talentos.
- Que técnica você utiliza na produção dos objetos e acessórios?
- Nunca fiz cursos técnicos para a realização dos meus trabalhos artesanais. A exceção foi um curso de bonecas Tildas que fiz recentemente. O aprendizado foi sempre como autodidata interessada em descobrir como tornar realidade o que imaginava. Assim, uso técnicas variadas porque os trabalhos são diferenciados e intuitivos. Quando vejo algum objeto descartado que pode ser reciclado eu o utilizo para criação do que for mais conveniente, como ocorre com as bonecas de cabaça. Uso também rendas, patchwork, costura em tecidos, bordados, miçangas em geral, cordas, cordões, cerâmicas para mosaicos, alguma coisa de papel marchè, entre outros a depender da inspiração do momento ou da preferência do cliente.
- Quando os trabalhos manuais entram em sua vida?
- Já na adolescência gostava de customizar camisetas ou outras peças básicas do vestuário para dar um toque personalizado na peça. Porém, era algo rudimentar e sem muito compromisso com técnicas ou interesse comercial. Posteriormente, após ter minha filha, passei por um período de depressão pós-parto e ao consultar o médico recebi um receituário que achei muito custoso para meu orçamento na época. Saí da farmácia sem adquirir os remédios e passando por uma banca de revista fui atraída por uma publicação que ensinava o corte e costura e assim, entre erros e acertos, além de ficar curada da depressão, incrementei o orçamento com a costura para pessoas amigas, inclusive colegas de trabalho do TRT. Para mim foi muito feliz descobrir que o trabalho manual ajuda inclusive no tratamento de certas disfunções emocionais.
- Como se tornar uma artista como você?
- Acredito que cada pessoa é única e entendo que se alguém deseja expressar-se de alguma forma artisticamente e buscar realizar o que for necessário para adquirir certa competência no que escolheu fazer, certamente dificuldades haverá, porém nada que seja instransponível, porque bons resultados virão se aliar à crença do que se pode fazer com a dedicação.
- De onde vem a inspiração para fazer coisas tão lindas?
- A beleza está na natureza e em tudo o que manifesta a vida que movimenta tudo no Universo. A verdadeira fonte de inspiração é nosso íntimo e cada criação brota antes no meu coração, sobe à minha mente e desce às minhas mãos trazendo materializado o que idealizei.
- Quais etapas de criação te oferecem mais prazer?
- É difícil dizer a que mais traz satisfação. Todas são momentos únicos que pratico até com devoção! Entretanto, se for para escolher algum momento em que maior cota de alegria agrega ao meu ser, posso afirmar com convicção que é o prazer de ver uma pessoa satisfeita com o trabalho que realizei. Pensando nisso e para tornar mais intenso esses momentos, resolvi abrir uma pequena loja anexa à minha própria residência com o intuito de atender melhor aos clientes, pessoais ou virtuais.
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Durante el 3er. Torneo de Fútbol “Gol por la Legalidad” participaron 20 equipos femeniles, quienes demostraron su compromiso y grandes talentos e iniciativas para cambiar a México.
O Projeto Talentos do Brasil foi criado para estimular a troca de conhecimentos entre cooperativas e grupos de artesãs Norte Sul, Leste a Oeste, gerando emprego e agregando valor ao talento artesanal de cada grupo.
Em Coxim, trabalhei em parceria com artesão para criar as peças Pele de Peixe.
De la Iª KDDa "Soy Modelo".
En ocasiones, es mas fácil juzgar el talento de una persona por sus preguntas, que por sus respuestas...
Modelo: Tony
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Designer / Diseñador :: Ignacio Castillo Altamirano
Producer / Productor :: Ignacio
Castillo Altamirano
Software :: Photoshop CS3
Description / Descripción ::
Posicionamiento de la marca MUNIVPO a través de la promoción de valores compartidos entre la municipalidad de Valparaíso y los ciudadanos de Valparaíso.