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Sucess is hard, failure is easy :-)

Joe Farace

This is from his book "The Photographer's Internet Handbook, Second Edition,"

 

narcissus, daffodil, j c raulston arboretum, ncsu, raleigh, north carolina

Going for the plumge . Was it successful?

O fruto de um bom sucesso espero, até chegar aos mais altos fins celestiais e sentir completamente o pouco que já sinto aqui, viajo no tempo e no final de contas já estou flutuando sobre os meus sonhos e pensamentos. Todas as sensações e emoções me faz prosseguir, vejo que o futuro tão sonhado já está perto, e, com certeza alcançarei, não por força nem por violência mais na simplicidade de ser e mesmo com tantas aflições, decepções, raiva não me faz desacreditar. A escada para uma boa e eterna vida quem faz sou eu e com cada degrau alcançado com paciência a distância nunca será longa. De frente com as paredes laterais de uma jornada aprecio as belezas mais minúsculas que há por perto, e então me vejo passado bem.

Fotografia e texto: Henrique Nando.

 

-PRIMEIRA FOTO DO MEU PROJETO

Que alegria em poder compartilhar a primeira fotografia do meu projeto SIMGLE, é algo muito especial para mim e estou muito feliz. Essa é a primeira de muitas fotos que irei compartilhar com vocês eu espero que gostei pois saiu exatamente como eu queria. Desde já quero agradecer a todos pelas visualizações, favoritos e comentários.

O sucesso é daqueles que batalham, e com toda certeza NÓS somos merecedores desse sucesso. Parabéns a mim e aos meus amigos pela formatura! O que alcançamos hoje é uma pequena parte do que nós ainda podemos conquistar com o nosso talento.E esta vitória será o início de muitas outras conquistas! Com certeza!

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Amigos, estou muito feliz,obrigada a cada um pelos parabêns! ;)

aaaah e tentem me achar na foto heueheuheuehe =P \o e obrigada a Isabela que fotografou toda formatura com minha camera! ^^

Beijo Grande a todos...bom domingo...

 

O belo Jardim Botânico de Porto Alegre, que, apesar das sucessivas tentativas de extinção, tenta prosseguir, mostrando a seus visitantes sua vital importância.

Edifício "Sobre as Ondas" - Guarujá/SP - Brasil

  

A história do município de Guarujá se confunde com a história da aristocracia paulista. Em 1892 foi fundada a Companhia Balneária da Ilha de Santo Amaro, empresa constituída pelo grupo econômico ligado a firma Prado, Chaves e Cia., uma das maiores empresas de exportação de café do país. Esse grupo, liderado pelo conselheiro Antônio Prado, seu cunhado Elias Chaves e por diversos grandes produtores de café decidiu criar no que hoje é o centro do Guarujá, na Praia de Pitangueiras, um complexo turístico que obviamente iria atender a uma seletíssima demanda por lazer à beira mar. O sucesso do empreendimento deveria ser imediato, dado o porte dos seus empreendedores. O conselheiro Antonio Prado, descendente de uma das famílias mais ricas do Brasil, proprietária de fazendas de café, casas exportadoras e estradas-de-ferro, era um bem sucedido empresário e político tendo sido prefeito de São Paulo entre 1899 e 1911. Elias Pacheco Chaves, seu cunhado e sócio era uma das figuras mais influentes na aristocracia paulista foi presidente da província de São Paulo por um curto período em 1885. Assim em 1893, sob a presidência de Elias Fausto Pacheco Jordão, a Companhia Balneária inaugura o empreendimento, que era constituído de 46 casas, uma igreja, um hotel e um cassino, tudo pré-fabricado em madeira importado dos Estados Unidos.

 

O empreendimento agradou em cheio aos aristocráticos paulistanos, sendo que o balneário, principalmente pelo seu cassino, era freqüentado por nomes como Jafet, Matarazzo, Chaves, Siciliano, Prado e a nata da sociedade paulista. Numa época em que o banho de mar estava mais relacionado a propriedades medicinais do que a atividade de lazer, as grandes atrações do Guarujá eram o seu hotel e o cassino. O Grande Hotel, com toda a sua sofisticação teve três fases distintas: até 1897 quando foi destruído por um incêndio, até 1910 em uma construção de alvenaria e a partir de 1912, quando conheceu o seu apogeu, em um elegante edifício projetado por Ramos de Azevedo, vindo a ser até a sua demolição no começo dos anos 60, um dos hotéis mais sofisticados do país.

 

A inauguração da Via Anchieta em 1947 torna muito comuns as viagens entre São Paulo e o Guarujá e com isso mais gente passa a freqüentar o município, mudando o perfil de ocupação urbana na cidade. Essa ocupação permitiu novas perspectivas de desenvolvimento imobiliário que de certa maneira compensou as perdas advindas do fim do jogo. Começa a se verificar no Guarujá um processo de verticalização acelerado que viria a tornar o município, na década de 70 a terceira cidade do país em investimentos imobiliários.

 

Nos anos 40, o Guarujá, com suas areias brancas e seu mar de águas límpidas continua a ser o endereço de férias preferido da elite paulistana, agora composta também pela burguesia industrial que, graças à guerra que impediu as importações, se consolidava como a nova dona do dinheiro na cidade que mais crescia no mundo: São Paulo.

 

O Brasil desta época tornava-se cada vez mais americano, copiando os usos e costumes de nossos aliados do norte: ouvia-se blues, Hollywood fazia a cabeça de milhares de pessoas e o american way of life tornava-se o ideal dos brasileiros de classe média.

 

Antenado nesses novos ventos que sopravam acima da linha do Equador, o Dr. Antonio Roberto Alves Braga, médico e advogado procura o amigo arquiteto Oswaldo Corrêa Gonçalves para que o auxiliasse na escolha de um terreno no Guarujá, onde pretendia construir um edifício de apartamentos que atendesse a demanda que começava a se manifestar pela aquisição de uma residência de férias à beira-mar.

 

Dessa forma os dois se colocaram a procurar um terreno que pudesse receber o que seria um dos primeiros edifícios de apartamentos a ser construído no Guarujá. A escolha então recaiu sobre o terreno onde se situava o Hotel Orlandi, um pequeno hotel construído num promontório de pedras entre as praias de Astúrias e Pitangueiras, praia essa que já possuía o edifício Pitangueiras, construído no início dos anos 40 e o Monduba, de Rino Levi.

 

Nessa época, Oswaldo possuía escritório na Rua Marconi, no mesmo prédio de um arquiteto formado no Mackenzie e com alguns anos a mais de experiência profissional: Jayme Campello Fonseca Rodrigues. Oswaldo então convida seu colega para participar do projeto que seria aprovado pela Prefeitura de Guarujá em 26 de outubro de 1945 e que por suas características se configuraria como um dos primeiros exemplares de arquitetura moderna a ser construído no litoral de São Paulo.

 

No Edifício Sobre as Ondas estão contidos todos os conceitos do modernismo, com o projeto incorporando os elementos que tornaram a arquitetura brasileira referência internacional. Juntamente com o racionalismo preconizado por Le Corbusier – piloti, planta livre, terraço jardim - vemos também a incorporação do repertório brasileiro em elementos que a partir de sua utilização por Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, passaram a compor o ideário dos arquitetos modernos brasileiros.

 

No projeto do Sobre as Ondas, aparece de forma marcante um dos elementos mais fortes de nossa arquitetura moderna – a curva, que estabelece o contraponto com o racionalismo da fachada que modula os seus elementos construtivos. Em curva também é a própria configuração do edifício, que parece abraçar o mar, e ao mesmo tempo dominar a paisagem. Esta subversão da paisagem à técnica se faz muito presente no discurso modernista.

 

A partir de um programa indefinido, por parte do incorporador, os arquitetos Jayme e Oswaldo, puderam conduzir o processo de projeto no sentido de atender aos preceitos que se apresentavam então. Propuseram a adoção de três tipologias diferentes de apartamentos, formando um conjunto com 44 unidades de um dormitório, 22 com dois dormitórios e 22 com três dormitórios, além de restaurante, playground, salão de jogos distribuídos em térreo, mezanino, 11 pavimentos tipo e cobertura com 2 apartamentos e salão de jogos para uso coletivo.

 

A planta do pavimento tipo segue uma rígida modulação, que é quebrada apenas nas áreas úmidas que envolvem as caixas de circulação vertical. A organização em três blocos permite um uso muito otimizado dos espaços, resultando em áreas de circulação horizontal mínimas. O elevador de serviço tem suas paradas feitas em meios níveis, racionalizando a sua utilização.Também em planta podemos observar a aplicação dos conceitos modernistas: a modulação e a utilização de cozinhas-corredor são bem características.

 

Apesar do rigor da planta funcionalista, com os apartamentos de um, dois e três dormitórios formando um corpo único, temos a presença de uma grande laje curva que compõe o mezanino e serve como terraço coberto no térreo de onde se descortina o mar. “Essa grande laje é uma influência clara de Oscar Niemeyer e da escola carioca” declara Oswaldo em depoimento ao autor.

 

No mezanino localiza-se a parte superior do restaurante, que faz o contraponto com a rigidez do pavimento tipo. Ali foi prevista uma grande “ameba”, que integrava os dois níveis do restaurante. Outro elemento interessante do projeto – infelizmente retirado por alegados motivos de segurança – é o conjunto de rampa e escada que fazia a ligação entre o térreo e o mezanino pelo exterior do edifício. Solto do corpo do prédio, este permitia o acesso entre os dois pavimentos externamente, providência muito apropriada para o uso de veraneio que se daria ao edifício.

 

O térreo é composto por jardins, que juntamente com um painel de azulejos, deveriam ser projetados por Roberto Burle Marx, porém essa intenção dos arquitetos não prosperou. Porém no restaurante foi executado um painel da artista plástica Lise Forrel. Essa prática se repetiria em outros projetos de Oswaldo, como a residência Michel Abu Jamra, que exibe um painel de Clóvis Graciano. O pé direito duplo do térreo confere uma sensação maior de contato com o mar, pois esse terraço está literalmente “sobre as ondas”.

 

Na cobertura, são colocados dois apartamentos, mais um salão comum a todos os condôminos, que durante o processo de construção foi transformado em mais um apartamento. Observa-se aí a incorporação da casa de máquinas ao pavimento, que juntamente com a caixa d’água projetada longitudinalmente, retiram os volumes característicos do alto do prédio, criando na fachada um resultado mais harmonioso.

 

Aí vemos que apesar dos conceitos funcionalistas, que pregavam a submissão da forma à função, o projeto teve preocupação com aspectos formais, que seria uma ordenação muito presente na arquitetura brasileira.

 

O cuidado com os detalhes de projeto vão desde o desenho de maçanetas e respiros nos elevadores com motivos marinhos, na escolha do revestimento dos pilotis, até ao grafismo no nome do edifício localizado na sua entrada. Os materiais usados no revestimento são pastilhas cerâmicas em tons de azul e nos pilares do térreo e muros, pedra.

 

A obra foi quase que totalmente acompanhada somente pelo arquiteto Oswaldo Corrêa Gonçalves, já que o arquiteto Jayme Fonseca Rodrigues faleceu precocemente em 1947. A partir daí Oswaldo passa a assumir inteiramente a condução do projeto, até a sua inauguração em 17 de julho de 1951.

 

O edifício se tornaria um sucesso também do ponto de vista comercial. Com um lançamento feito em grande estilo, as vendas, ajudadas pelas maquetes de José Zanine Caldas foram feitas em pouco tempo. Segundo Oswaldo em uma semana todos os apartamentos foram reservados.

 

A construção, a cargo da Construtora Richter & Lotufo, segue fielmente o projeto aprovado pela Prefeitura de Guarujá em 1945, com exceção da cobertura, que teve as suas áreas comuns transformadas em unidades autônomas. Posteriormente foi feito o fechamento de uma das lajes do mezanino no restaurante.

 

Oswaldo Corrêa Gonçalves se tornaria um dos arquitetos mais importantes de São Paulo, com diversos projetos espalhados pelo estado sempre dentro dos princípios modernistas que nortearam o Sobre as Ondas.

 

É importante ressaltar que o Sobre as Ondas não é uma manifestação isolada dos princípios modernistas, mas sim fruto de preocupações projetuais que freqüentavam as pranchetas de uma parcela significativa dos arquitetos paulistas, que antes de meramente seguir os conceitos corbusianos, procuravam respostas para as questões mais prementes do fazer arquitetura no Brasil.

 

Localizado entre as praias das Astúrias e Pitangueiras, estabelecendo a separação entre elas, o Sobre as Ondas, exposto na Trienal de Milão e premiado no IV Congresso Panamericano de Arquitetura de Lima passou a ser um marco referencial na paisagem, intenção essa alcançada pelos arquitetos, pois foi a partir de sua interferência que foi escolhido o terreno.

 

Passados 50 anos de sua inauguração, o Sobre as Ondas continua dominando a paisagem – apesar dela ter mudado radicalmente nesses anos. Pioneiro de uma série de projetos feitos pela nata da arquitetura paulista na cidade do Guarujá, para a abastada elite paulistana, o edifício continua a marcar a orla pela sua elegância e implantação privilegiada. A despeito dos críticos, os conceitos de modernidade exercitados neste projeto frutificaram e ainda hoje se apresentam como forma de expressão representativa em nossa arquitetura.

 

Fonte: Arquitextos

 

www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp169.asp

Na península Ibérica, diversos castelos estão erguidos sobre os vestígios de castros pré-romanos, em locais sucessivamente ocupados até à época da invasão islâmica. Depois da Reconquista cristã, foram aproveitadas muitas dessas fortificações, que foram alargadas e reforçadas: aí residia uma população escassa, habitando a restante nos campos vizinhos e só recolhendo ao castelo em caso de ataque. O castelo constituía-se na sede de um julgado e gozava de certos privilégios. A estrutura arquitetónica do castelo sofreu uma mutação ao longo dos tempos e Portugal não é exceção. Em meados do século XIV assistimos a uma difusão excessiva por parte de exércitos beligerantes de armas de fogo, tornando-se necessário efetuar modificações nos castelos, que, embora já desde D. Fernando utilizassem algumas defesas engenhosas, e tivessem sofrido adaptações no sentido de comportar armas de fogo, considerava-se agora essencial criar um novo espaço defensivo, a fortaleza… É o dealbar dos tempos modernos que se aproximam, que virá a levar ao abandono da maioria dos castelos no território português, no entanto muitos resistiram às mudanças e a todas as adversidades que lhes foram impostas, umas vezes por necessidade outras por desconhecimento e muitas ainda por puro vandalismo, felizmente não foi o caso deste majestoso Castelo de Beja que ainda hoje em pleno Seculo XXI nos encanta com tanta beleza…

 

Muito antes dos lusitanos, o local onde hoje se encontra a nobre cidade de Beja com as suas muralhas romanas, os seus prédios góticos, a mesquita árabe e o castelo do princípio da monarquia portuguesa, essa Beja com documentos que representam 4 civilizações era um pequeno povoado aonde os seus habitantes viviam em cabanas cobertas de colmo e apenas se dedicavam ao exercício da caça. Embora a primitiva ocupação humana de seu sítio remonte à pré-história e esteja mencionada nos escritos de Ptolomeu e de Políbio, em meados do século II a.C. A sua fortificação data da Invasão romana da Península Ibérica, possivelmente devido à importância adquirida no cenário regional. Foi este o local escolhido por Júlio César para formalizar a paz com os Lusitanos, após o que passou a denominar-se Pax Júlia, vindo a sediar uma das três jurisdições romanas da Lusitânia. Acredita-se que os muros de defesa romanos remontem a algum momento entre o século III e o século IV.

 

Essa relevância econômica e estratégica manteve-se na época dos Suevos, dos Visigodos e sob a ocupação Muçulmana. À época da Reconquista cristã da Península Ibérica, foi inicialmente conquistada pelas forças de D. Afonso Henriques em 1159, para ser abandonada quatro meses mais tarde. Voltaria a ser reconquistada de surpresa, por uma expedição de populares vindos de Santarém, em princípio de Dezembro de 1162. O tempo e as guerras encarregaram-se de apagar parte desse glorioso e multifacetado passado.

 

Nos anos que se seguiram, posteriormente à derrota do Rei no cerco de Badajoz em 1169, o cavaleiro Gonçalo Mendes da Maia - o Lidador, já nonagenário, perdeu a vida na defesa das muralhas de Beja. Diante da falta de informações sobre o período posterior a essa data, os estudiosos acreditam que a grande ofensiva almóada de Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur no ano de 1191 até ao rio Tejo, após ter reconquistado Silves, compreendeu também a reconquista de Beja, permanecendo em poder dos cristãos apenas a cidade de Évora, em todo o Alentejo. Supõe-se ainda que a povoação teria retornado a mãos portuguesas apenas entre 1232 e 1234, época em que as cidades vizinhas de Moura, Serpa e Aljustrel, já faziam parte do território Nacional. A primeira restauração dos muros de Beja datam do reinado de D. Afonso III, que as fez iniciar a partir de 1253, com recursos oriundos de dois terços dos dízimos das igrejas de Beja, num período de dez anos. No ano seguinte em 1254, a povoação recebeu o seu foral nos mesmos termos do de Santarém, confirmado em 1291 no reinado de seu filho, D. Dinis. Este, por sua vez, prosseguiu as obras de reconstrução, reforçando e ampliando as muralhas e torres em 1307 e iniciou a construção da torre de menagem no ano de 1310.

 

A povoação e o seu castelo apoiaram o Mestre de Avis no contexto da crise de 1383-1385, tendo envolvimento com episódios subsequentes da História de Portugal, como a fase dos Descobrimentos. No século XV, sob o reinado de D. Afonso V, a Vila foi elevada a ducado, tendo como 1° duque de Beja o seu irmão, o infante D. Fernando e, posteriormente, o rei D. Manuel I. No reinado deste último soberano teve lugar grandes obras de beneficiação das defesas da vila. Beja passaria à categoria de cidade em 1517.

 

Opondo-se à injustiça e à opressão do invasor francês, Beja rebelou-se contra as tropas comandadas pelo General Junot, pagando demasiado alto o preço da sua rebeldia. O resultado foi um massacre terrível, pois as forças de Junot mataram cerca de 1200 pessoas, valendo a intervenção da Igreja local para evitar maiores calamidades. Um quarto de século mais tarde, as lutas entre liberais e absolutistas desencadearam novos episódios sangrentos, resultando na morte de um grande número de membros do Clero e de indefesos cidadãos bejenses. Ainda no século XIX, o castelo de Beja seria alvo de outra grande destruição que lhe arrasaria parte do seu perímetro defensivo. Sobre a silhueta da sua praça-forte sobressai a Torre de Menagem, altiva e esbelta, obra-prima da arquitetura militar do período gótico, do reinado de D. Dinis. Constituída por três pisos e com uma altura de 40 metros, a Torre do Castelo de Beja é uma joia a preservar.

 

A Lenda de uma luz misteriosa

 

As histórias de lobisomens e de bruxas são vulgares no meio rural tradicional. Maus encontros com animais a horas tardias, doenças provocadas por um mau querer, feitiçarias, beberagens para atrair ou afastar paixões, visões e vozes, tudo isto são elementos do vasto manancial do imaginário popular sobre forças maléficas. Há contudo, outro tipo de histórias que são comuns a várias aldeias e vilas do Alentejo. É o caso da estranha luz que, de noite, acompanhava os viajantes, normalmente pastores, almocreves e, mais recentemente, tratoristas que de noite procedem às grandes charruadas em campos abertos. Era uma luz que seguia o caminhante sem contudo, o incomodar. A luz acompanhava o viajante seguindo a seu lado, parando quando este parava e acompanhando a velocidade da deslocação do visado. Nenhuma das pessoas que afirmam ter estado em contacto com o fenómeno, esboçou qualquer reação. Para essa passividade contribuiu seguramente o facto de ser conhecida a reação da luz quando atacada. O fim da história aqui apresentada é relativamente benéfico. Noutras descrições, que a tradição popular regista, a luz, quando hostilizada, normalmente conduz à morte do atacante.

 

Algures na região de Beringel (Beja), havia um sujeito que não acreditava em coisas estranhas, daquelas que se contam nas aldeias. Naquele tempo, corria o boato de que havia no campo uma espécie de luz vermelha que andava de um lado para o outro, mas que não se deixava ver de perto. Os mais velhos afirmavam que já a tinham visto, e este destemido homem que em nada acreditava disse, na brincadeira: - Se eu encontrar essa maldita luz, desfaço-a toda aos bocados com o meu cajado. O que vos conto a seguir é a narração do próprio meliante:- Numa noite, eu ia guiando a minha charrete e lá estava à minha frente aquela luz vermelha parada em cima do muro. Saí, peguei no meu cajado e como tinha prometido disse com ar forte e corajoso: - Já que aí estás, espera que já vais ver o que é bom para a saúde, e de imediato dirigi-me até junto dela e tentei dar-lhe com o cajado, mas não consegui pois ela era demasiado rápida e sempre que eu atacava ela logo se desviava, continuei à cajadada com ela, mas falhava sempre e ia ficando mais furioso e cansado. Voltei para a charrete quando nisto ela se voltou contra mim, não sei exatamente o que aconteceu, parecia que estava a levar uma grande tareia e desmaiei. Os cavalos voltaram para casa e eu, em sima da charrete estava como um morto. Na manhã seguinte, a minha mulher, já preocupada, foi ver se eu estava a dormir na charrete, diz ela que eu estava com a roupa toda rasgada, todo cheio de sangue, e branco como um morto, no entanto estava apenas desmaiado. Depois da minha mulher tratar de mim eu nunca mais quis ouvir falar dessa maldita luz, e hoje o que eu vos digo é que existem coisas que o melhor é a gente não tentar compreender nem tão pouco fazer afronta, pois isso de ser forte não passa de uma estupidez que de repente nos atira para o além…

 

A Lenda da Costureirinha de Beja

 

Entre as crenças que em tempos existiram no Baixo Alentejo, a da costureirinha era uma das mais conhecidas. Não é difícil ainda hoje, encontrar pessoas de alguma idade, e não tanta como isso que ouviram a costureirinha nos seus afazeres. O que se ouvia realmente? Segundo diversos testemunhos, ouvia-se distintamente o som de uma máquina de costura das antigas, de pedal, assim como o cortar de uma linha, o rasgar do pano e até mesmo, segundo alguns relatos, o som de uma tesoura a ser pousada. Um trabalho de costura portanto, o som trepidante da máquina podia provir de qualquer parte da casa como por exemplo a cozinha, o quarto de dormir, a casa de fora, e até mesmo de certos alpendres, de tal modo era familiar a sua presença nos lares alentejanos que já não infundia qualquer medo, era simplesmente a costureirinha que trabalhava.

 

Mas afinal quem era esta estranha personagem? Afirma a tradição, que se tratava de uma costureira que em vida, costumava trabalhar ao domingo, não respeitando portanto o dia sagrado. É esta a versão mais conhecida no Alentejo, no entanto outra versão afirma que a costureirinha não cumprira uma promessa feita a S. Francisco, esta última versão aparece referenciada num exemplar do Diário de Notícias do ano 1914 em notícia oriunda das aldeias do Ribatejo. Pelo não cumprimento dos seus deveres religiosos, a costureirinha fora condenada pelo Altíssimo após a morte a errar pelo mundo dos vivos durante um determinado tempo para se redimir de tamanha heresia. No fundo, a costureirinha é uma alma penada que expia os seus pecados de acordo com a crença que tais pecados, o desrespeito pelas coisas sagradas e nomeadamente o não cumprimento de promessas feitas a Deus ou aos Santos podiam levar à errância depois da morte por um longo período de tempo.

 

Nos dias que correm já se pergunta nestas aldeias alentejanas porque se não houve agora a costureirinha, certamente porque terá expiado já o seu fado, terminou o castigo e descansa agora em paz. No entanto e agora sou eu a especular, as urbanizações modernas, a luz elétrica, e os serões da TV, afastaram-na do nosso convívio. Desapareceu naturalmente, com a transformação de uma sociedade rural e arcaica em sociedades modernas que perderam os seus medos com as coisas do além e os direcionaram para medos bem mais reais desta forma moderna de viver e que pouco ou nenhum tempo tem para cultivar estes mitos e lendas que tanto enriquecem quaisquer Pais seja ele moderno ou do terceiro Mundo… Um grande bem-haja ao povo Alentejano…

  

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A bucket list operation for sure was the Beech Mountain Railroad which interchanges with the A&O Railroad in Alexander,WV. Getting a heads up the day before that the A&O would be taking empties down we left Clearfield,PA at 0200 to be in Buckhannon,WV by 0600. The train was already heading south on the A&O to Alexander, a few quick shots of the A&O and then the BEECH took over from there. All day we got some very nice sunny action in Pallace Valley and at the Engine House. It was nice meeting some new people and making new memories with good friends! Can't wait for the next spontaneous trip!

Filosofia do Sucesso

 

Se você pensa que é um derrotado,

Você será um derrotado.

Se não pensar "quero a qualquer custo",

Não consiguirá nada.

Mesmo que você queira vencer, mas se pensa que não vai conseguir,

A vitória não sorrirá para você

 

Se você fizer as coisas pela metade,

Você será um fracaçado.

Nós descobrimos neste mundo,

Que o sucesso começa pela nossa intenção,

E tudo se determina pelo nosso espírito.

 

Se você pensa que é um malogrado,

Você o será.

Se você almeja atingir uma posição mais elevada

Deve, antes de obter a vitória,

Dotar-se da convicção de que conseguirá

Infalivelmente.

 

A luta pela vida, nem sempre é vantajosa;

Nem aos fortes, nem ao espertos.

Mais cedo ou mais tarde,

Quem cativa a vitória é aquele que crê plenamente:

Eu conseguirei!

 

Napoleon Hill

 

Poema que conheci quando participei do melhor curso que já fiz, Odisséia, do Instituto de Comunicação e Comportamento Sírley Gonzales, neste fim de semana em São Francisco do Sul, SC, a foto é a vista da pôr-do-sol sobre o Pier em frente ao Hotel...

focus,personality,attitude,patience

Igreja Matriz Nossa Senhora do Bom Sucesso de Guaratuba Paraná. Inaugurada em 1771.

Necessaire Maria Chiclé + Pandoca Design e Acessórios

UMA PARCERIA DE SUCESSO !

 

Bruna & Livinha

Temos vários desenhos criados pela Pandoca e a Maria Chiclé que produz !

Little Egret with a Perch snack at Taylor Park Boating Lake, St.Helens, Merseyside.

... NOSSO SUUUUUUUUUPER SUCESSO!!!!!!!!!!!!!!

 

Meninas, estamos, eu e a Vera, Super felizes com o numero de visualizações nessa foto!!!

Então resolvemos fazer fazer o sorteio de um desses chaveirinhos, assim que

chegar a 300 visualizações ..... estamos quase lá!!!!!

Deixe seu recadinho e participe do sorteio!!!!!

À todas as amigas que já deixaram seus recadinho e as amigas que ainda vão deixar,muuuuuuuuuuuuito obrigada e boa sorte!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

Muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito obrigada pelos seus recadinho!!!!

Conseguimos chegar nas 300 visualizações!!!!!!!!!!

Esse final de semana vou fazer nosso sorteio e tão logo eu tenha o nome da sortuda coloco aqui pra vcs saberem.

Beijossssssssssssss e boa sorte à todas!!!!!!

  

Elas logo logo estarão indo morar em Portugal!!!

É mais uma das reciclagens em CD!

 

Boa sexta pra vocês!!!

 

Summerhill based E400HER City PA66 is seen on a inbound 41C

 

  

Filosofia do Sucesso

 

Se você pensa que é um derrotado,

Você será um derrotado.

Se não pensar "quero a qualquer custo",

Não consiguirá nada.

Mesmo que você queira vencer, mas se pensa que não vai conseguir,

A vitória não sorrirá para você

 

Se você fizer as coisas pela metade,

Você será um fracaçado.

Nós descobrimos neste mundo,

Que o sucesso começa pela nossa intenção,

E tudo se determina pelo nosso espírito.

 

Se você pensa que é um malogrado,

Você o será.

Se você almeja atingir uma posição mais elevada

Deve, antes de obter a vitória,

Dotar-se da convicção de que conseguirá

Infalivelmente.

 

A luta pela vida, nem sempre é vantajosa;

Nem aos fortes, nem ao espertos.

Mais cedo ou mais tarde,

Quem cativa a vitória é aquele que crê plenamente:

Eu conseguirei!

 

Napoleon Hill

Sucess! The domestic bunny that was dumped at the park and has eluded me for a month was finally humanely captured this morning.

Unfortunately my vet clinic is closed today and tomorrow so she'll have to wait in Jasmine's large crate til Tues to be checked out.

 

I am thrilled we finally got her and am so thankful to all those who helped. www.adoptarabbit.com/aboutus.html

 

More below.

  

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Update: The bunny is now at the local shelter and will be cared for in their small animal program there. I was assured by them that she will be cleaned up pronto and eventually placed in a loving home.

My husband and I got very attached to her but knew that she'd be happier on a farm where she wouldn't be chased by a dog or stalked by cats.

 

Update: Bunny has been transferred from SW WA Humane Society to Oregon Humane Society , which is a good thing as OHS is the largest and most beautiful shelter in the PNW.

25/52 the white dress

 

NOT MY PHOTO the talented MICHELLEK

took this . but works so perfect for this week...

jump...HMAM

 

im jumping into new adventures....

trying to write a new book of life...

i am scared happy nervous....

i already hit bottom and am looking foward to the new ..

springing toward....what ever life has planned living one day at a time.....

Mensagem do sr. Gerson sobre a cirurgia

Sent: Thursday, July 08, 2010 5:06 PM

Subject: Re: Como vão as coisas?

 

Tudo está correndo como é preciso. Quanto ao transplante, sucesso foi total. A Sílvia, fez a sua parte e teve retirada, ontem às 11 horas, parte de sua vida para dar ao irmão Alexandre. Hoje, ao meio dia ele já estava recebendo sua "nova vida".

 

Às 14 horas já tinha sua nova medula e agora ficará em total isolamento, só com os médicos, os enfermeiros, a mãe e eu podendo estar ao seu lado. Tenho certeza que vamos ganhar a luta. Os amigos, velhos, novos e novissimos, estão do nosso lado e a vitória vai sorrir em nossas vidas..

 

Um enorme muito obrigado, meu de coração e do Alexandre, além do coração, agora também de "medula nova".

 

Vocês são os maiores e melhores cumplices que encontramos,

 

Todos os abraços do mundo dos agradecidos,

 

Alexandre e Gerson

 

Em tempo, as doações de plaquetas é o que agora se torna o mais necessário para o êxito total para que uma nova vida brote para o Alexandre."

 

CONTINUAMOS PRECISANDO DE MUITOS DOADORES. AGORA É O MOMENTO MAIS DELICADO! quem for do Rio de Janeiro e puder, imprima ou envie esse cartaz abaixo para e-mail de outros amigos e peçam para divulgar. Juntos iremos conseguir! Obrigada!!!

Devido ao sucesso em sua primeira edição em Lajeado (RS), a Mostra Fotográfica "Bicho de Rua" agora chega ao município de Torres (RS). Com o objetivo de conscientizar adultos e crianças, o evento procura mostrar um lado de nossas cidades a que geralmente não damos atenção: animais que vivem nas ruas, ou mesmo em casas, mas que não são tratados com o devido respeito e dignidade.

 

A campanha busca mostrar às pessoas a importância da adoção de um bicho de rua, de como podemos ajudar com gestos simples. O ato de adotar um animal requer amor e consciência. Ao saírem de uma situação de abandono e desprezo para o convívio e aceitação em um lar, estes demonstram, tanto quanto nós, a felicidade, gratidão e paz de um relacionamento respeitoso.

 

A Mostra conta com fotografias de Carolina Leipnitz, Fernanda Melonio, Ivânia Trento, Eduardo Costa, Aline Gobbi, Heinz Schnack e Daniele Spohr. Como na primeira edição, o evento auxiliará uma instituição local protetora dos animais: Associação Torrense de Proteção aos Animais (ATPA). A exposição conta com o apoio da Ecotorres (Cooperativa de Consumidores de Produtos Ecológicos de TORRES) e patrocínio de H.Meyer, Impacto Signs e do site JazzMan!.

  

Serviço

 

Onde: Vanilla Caffé – R. Joaquim Porto, 556 – Centro – Torres (RS)

 

Quando: a partir de 22/02.

 

www.bichoderua.carbonmade.com

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Adorei o acabamento escolhido para abrir as ec's do ano!

Não tenho muitos flocados, e resolvi usar este porque adoro a combo de flocado cobre com azul ou roxo, Escolhi um azul metálico para usar de base para o Quero Sucesso/Passe Nati. Antiguinho, vencido e no fim (mas não está vazio, eu que tirei a foto de ponta cabeça háhaha), mas deu conta do recado. Ele é daquela linha de flocado com glitter mas eles não apareceram sobre o azul e eu preferi assim.

Duas camadas do Hi9/154 e uma do flocado, mais tc Impala.

Europe, Portugal, Porto, Mercado Bom Sucesso (uncut)

 

Back to the Porto series and to 'early' Portuguese modernism.

 

The Mercado Bom Sucesso (1952) was designed ARS Architects ARS arquitectos, formed in 1930 by António Fortunato de Matos Cabral, Mário Candido de Morais Soares and Fernando da Cunha Leão. The bureau also designed the Mercado municipal of Matosinhos. It’s a curved reinforced concrete building and due to the flow of space and the way the light can access the building from two sides it’s a modernist masterpiece, a real gem.

 

In a post some 3 months ago about the Mercado do Bolhão , an other famous Porto market, I wrote that the gentrification is probably removed from the municipal agenda and that the building will be renovated without forcing the current traders to leave.

 

Alas the Mercodo Bom Sucesso wasn't so lucky. Although it wasn’t structurally dilapidated, it was still targeted for transformation because of the commercial development of the quarter and the ongoing process of privatization in the city. In 2011 the City Council of Porto asked for bids and ‘Urban Market’ owned for 75% by Construtora Mota-Engil, one of the largest Portuguese construction companies, was chosen. The plan consisted of the realisation of up-market luxury shops, 44 luxury sales stalls and two new ‘modules’ at both ends of the building, one housing a 4 star hotel with 85 rooms (you can see this one in the shot), and the others the headquarters and exposition spaces of Manuel Antonio da Mota Foundation.

 

‘Urban Market’ allowed only 44 of the 144 stall holders to trade in the renovated market. At rates five times higher then they were accustomed to and the market would only open at 9 o’clock , far too late for the retail and wholesale. This was unacceptable and an organization was created to fight the Urban Market plan: the Movimento Bom Sucesso Vivo. The other reason the Movimento was created was the violation of the the beautiful spatial flow of the interior of the modernist building by the construction of two ungainly new sub structures inside the building (by FA Arquitetos). Eventually there was a law suit – and the stall holders were evacuated from the building in June 3 2013 and were paid only a small compensation.

 

An impressive photo documentary with overlaid the sound of the market and the voices of the stall holders was made on the last day before closure by Paulo Pimento, it’s here

 

Information: various web sources and the web site of the Movimento Bom Sucesso Vivo here where you can also see pictures of the Mercado before the transformation.

 

A resistência às sucessivas tentativas de reconversão da população local provocou a organização da Cruzada albigense. Iniciada em 1209, a cruzada durou cerca de 35 anos. Foi comandada por Simão de Monforte sob ordem do Papa Inocêncio III. Os seus enviados estampavam uma cruz nas suas túnicas e tinham como meta a absolvição de todos os pecados, a remissão dos castigos, e um lugar a salvo no céu bem como a recompensa material, o produto de todos os saques. Luís VIII de França também participou na Cruzada. Iniciada com a invasão do Languedoc, ela só teve fim após diversas batalhas (onde se destacam a de Muret, em 1213, e a de Toulouse, em 1218) logo após o Tratado de Meaux (1229), já sob o reinado da Rainha Branca de Castela.

 

Na verdade, porém, Montségur permaneceu até 1244 como um dos últimos pontos de resistência. O último reduto cátaro, a cidade de Quéribus, foi tomado em 1256. A morte do “último cátaro” aconteceu bem mais tarde, em 1321, perseguido pela Inquisição liderada por Jacques Fournier em Pamiers. Mais tarde, Jacques Fournier foi nomeado papa Bento XII e procedeu à construção do Palácio de Avignon, onde se estabeleceu o papado. Recentemente, os historiadores, através da descoberta de textos originais Cátaros têm modificado profundamente a visão científica sobre o movimento. Anteriormente, somente a palavra dos opositores dava testemunho sobre eles. Espera-se que em breve esta nova literatura fique disponível em língua portuguesa. A doutrina cátara preconiza: 1º - Um dualismo gnóstico, no qual o verdadeiro Deus se distingue absolutamente do criador do mundo físico. 2º - Neste mundo de corrupção e trevas, as centelhas de luz pertencentes ao verdadeiro reino divino estão perdidas, exiladas, e precisam de ser resgatadas. 3º - Os sacerdotes devem afastar-se completamente da corrupção do mundo para levarem vidas muito simples e castas. Devem abster-se da alimentação carnívora, de actividades sexuais, e evitar qualquer forma de violência e não podem possuir nenhum bem material. A base do catarismo era mais filosófica que teológica, dai a dificuldade de ser entendida por o cristianismo da idade media mais baseado na opulência e na riqueza que na doutrina, aquele que deveria ser o ponto fulcral dos seus ensinamentos. A filosofia cátara é uma filosofia de libertação que inverte a perspectiva comum. Ela encontrou, na sociedade humana da época, uma dificuldade tão grande como a da Galileu, que tentava demonstrar que a evidência era, afinal, um erro.

 

Montségur abrigou uma importante comunidade cátara. Em 1215, o Quarto Concílio de Latrão denunciou a fortificação como um reduto de heréticos. Em 1229, o papel de Montségur como um abrigo para a Igreja Cátara foi reafirmado pelo Tratado de Meaux-Paris. A partir de 1232 este papel não cessou de se reafirmar. Paralelamente, o castelo acolheu igualmente os cavaleiros faiditas, que haviam perdido as suas terras no mesmo Tratado. Entre estes últimos destacam-se os nomes de Pierre-Roger de Mirepoix, primo de Raymond de Péreille, que veio a ser o comandante militar de Montségur na primeira metade do século XIII, a fortificação de Montségur sofreu nada menos do que quatro assédios, dos quais apenas um teve sucesso: Este último foi desencadeado pelo massacre de alguns inquisidores em Avignonet (1242) por um grupo de cerca de sessenta homens procedentes da guarnição de Montségur. O senescal de Carcassonne e o arcebispo de Narbonne (Pierre Amiel) foram incumbidos de assediar a fortificação, por ordens de Branca de Castela e Luís IX de França. Em Maio de 1243, os cruzados, em número que ascendia a seis mil homens, cercaram Montségur.

 

O equilíbrio de forças durou até ao Natal de 1243, quando um punhado de alpinistas logrou, após uma audaciosa escalada nocturna, assenhorear-se da torre de vigia. A partir deste momento, uma catapulta foi ali instalada, passando a atirar, sem descanso, sobre a posição cercada, conforme o testemunham as inúmeras bolas de pedra cortada encontradas no sítio. Cerca de um mês mais tarde, talvez após uma traição local, a barbacã caiu nas mãos dos assaltantes. Um último assalto, lançado em Fevereiro foi rechaçado, mas deixou os defensores extremamente enfraquecidos. A 1 de Março de 1244, Pierre-Roger de Mirepoix viu-se forçado a negociar a rendição da praça-forte. Os termos foram os seguintes: a vida dos soldados e dos leigos seria poupada; os perfeitos que negassem a sua fé seriam salvos; uma trégua de quinze dias foi acordada, para que os cátaros que o desejassem, se pudessem prepara para receber os últimos sacramentos. A 16 de Março, a fortificação foi aberta novamente.

 

Todos os cátaros que não abjuraram da sua fé, pereceram sobre a fogueira, que engoliu assim, um pouco mais de duzentos supliciados (o número varia ligeiramente de acordo com as fontes) incluindo a esposa, a filha e a sogra de Raymond de Péreille. Após a tomada do castelo em 1244, os domínios do monte retornam a Guy II de Lévis, Marechal da Fé, senhor oficial de Mirepoix desde o Tratado de Paris de 1229. Os restos da aldeia cátara foram arrasados assim como o recinto fortificado externo. O castelo foi restaurado e redimensionado para abrigar uma guarnição de cerca de trinta homens que ali se conservou até à assinatura do Tratado dos Pirenéus (1659). Um documento de 1510 refere o castelo como defensável. Após o século XVII, perdida a sua função estratégica, o castelo foi abandonado, mergulhando assim na ruína. O castelo foi classificado como monumento histórico em 1875 e o monte sobre o qual está situado, acrescentado a esta classificação em 1883. Desde então, o sítio não parou de incendiar a imaginação popular a tal ponto que muitos não hesitaram em escavar o monte a título pessoal, em busca de um tesouro supostamente ali oculto.

 

(O fenómeno solar em Montségur)

 

A cada ano, no solstício de Inverno, o primeiro raio de sol no horizonte atravessa o castelo no sentido do seu comprimento, e o solstício de Verão, atravessa os quatro arcos da torre de menagem a Noroeste, com uma precisão milimétrica. Certos autores vêem neste fenómeno uma ligação entre o culto solar e a religião dos Cátaros. Montségur foi considerado como sendo o castelo depositário do Santo Graal. O suposto tesouro dos Cátaros: o cálice no qual José de Arimatéia teria recolhido o sangue de Jesus Cristo sobre o monte Gólgota para alguns, ou a esmeralda caída da coroa de Lúcifer aquando da queda dos Anjos, O Alemão Otto Rahn foi o artífice deste mito, que lhe foi inspirado por um erudito. Otto Rahn tinha estudado a história dos Cátaros e apaixonou-se por esta área do Languedoc, rica em lendas. Desse modo, desde 1932, tinha-se instalado na pequena estação termal de Ussat-les-Bains, Todas estas teorias muito contribuíram para a renovação do interesse pela Occitania, teve esse mérito, mas na minha humilde opinião, pouco mais. Depois de ler dois livros deste autor fiquei com a ideia de que não passam de ideais poéticos, na verdade o catarismo encerra algo de mais profundo que merece ser estudado com mais seriedade e realismo, e também divulgar a verdade sem que nela se misture o imaginário e a superstição. Para quem tiver verdadeiro interesse, recomendo vivamente o livro de Stephen O"Shea A Heresia Dos cátaros. O trabalho mais sério que conheço sobre o tema.

  

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The estuary provides lots of fish for the osprey .

This was an old market. It was renovated and corresponds to a new "urban concept", so they say... It's a place where you can find any kind of food, any kind of restaurant. There's a piano too, and if you are lucky you will listen to music played by a piano player...

Hotel da Música occupies part of this building. This complex is near "Casa da Música" and that's why the name and concept are based on a musical background.

 

See a previous photograph of Mercado do Bom Sucesso

Two of the last dolls of 2012.

 

I was about to give up on this Vero, but she photographs beautifully. I am quite at a loss with that yellowish hue of her skin though - and she looks perfectly fine IRL.

Sucesso total...

A peça mais vendida em menos de 2 meses.

 

Com duas versões de alças

Came across this model in the 'Church of Saint Pancras, Widecombe-in-the-Moor'.. made by a..'MR R.F. Angwin of Chudleigh Devon'.. using match sticks.. lollipop (popsicle) sticks.. etc..

 

thanks for looking.. and any comments left..

Diário de Expedição, por Frederik

  

Já se passou uma semana desde que parti em sua busca, a Madrasta me envia mensagens periodicamente, mas continuo sem saber se estou no rumo certo. Cheguei a poucos dias no vilarejo litorâneo onde o trem parou. Aqui é bem tranquilo, achei que a cidade era pequena mas para o meu espanto é bem desenvolvida, tendo algumas indústrias e um comercio forte.

 

Logo que cheguei interroguei sobre seu paradeiro sem sucesso, peguei uma lista com todas as estalagens da cidade espero que eu tenha sorte... Cada noite passei em um lugar diferente, locais simples e rústicos, mas também lugares mais elaborados, tudo para poder ver você novamente. Felizmente ou não essa cidade tem poucas estalagens e hotéis.

 

Nunca imaginei que nossa amizade acabaria nesse jogo de gato e rato, sinto sua falta. Fico triste por não ter percebido algum sinal e que não tenha me enviado uma única carta...

 

Depois de nossas conversas sobre livros passei a ler, estou lendo um livro que fala de reis e rainhas, não sei se já o leu, estou lendo os Três Mosqueteiros, comprei-o logo que cheguei, também peguei alguns livros para você todo de aventura e mistérios como gosta, espero te encontrar para lhe entregar esse presente...

  

Dois dias se passaram desde a ultima vez que escrevi, estou na periferia da cidade, já na zona rural, tem um rio margeando uma imensa floresta que me lembra muito a floresta que temos perto de casa, mas essa parece ter algo de magico, não sei explicar, juro ter visto uma fada, mas creio ser ilusão de ótica...

 

Parti para o rio, suas margens tem flores e pequenas graminhas, um lugar lindo para se fazer um piquenique e ler um livro, gostaria que estivesse aqui comigo. As águas do rio são tão cristalinas que posso ver seu fundo cheio de pedras brilhantes como que preciosas, peixes coloridos nadam por toda parte em uma dança só deles, parece que cai em um livro, ou estou sonhando com tudo isso??

 

Novamente a ilusão de ótica me prega uma peça, juro ter visto um ser aquático, seria uma sereia? Que lugar fascinante é esse onde vim parar em sua busca?

  

Mais alguns dias se passaram desde a ultima vez que escrevi, fiquei num pequeno hotel próximo ao rio, as pessoas dessa cidade são muito receptivas e amáveis, espero que tenham te tratado bem e que não tenha partido para outro lugar. A Madrasta ainda me escreve frequentemente em busca de noticias, ela está realmente preocupada com você, ela crê que estou no lugar certo e que mais cedo ou mais tarde te encontrarei...

 

Sempre pergunto se alguém viu uma menina de longos cabelos dourados, mas ninguém a viu, quanto mais de procuro mais sinto que distante estou...

 

Manhã do quadragésimo dia, boas noticias! Acho que localizei o paradeiro da Victorique, ela etária em uma pequena estalagem escondida na floresta, me pergunto por que teria um estabelecimento tão afastado, mas pelo que me explicaram seria para o uso de lenhadores que veem para essa cidadela. A Madrasta incentivou-me a ir para tal lugar, já estou de partida. Meu coração dispara só de pensar que posso lhe ver novamente, sinto como se pudesse explodir de felicidade.

 

Mas tarde nesse mesmo dia, cheguei a tal lugar, creio ter te visto, mas não tenho certeza, mesmos olhos verdes, mas cabelos castanho ruivos, não sei o que pensar, estou com medo de ter pegado a pista errada, mas já é tarde para voltar ficarei nesse lugar humilde.

 

Próximo a cabana rústica passa o tal rio que vi antes, e novamente seres misteriosos chama minha atenção, devo estar louco, juro ter visto um elfo de cabelos ruivos próximo a um canteiro de flores. Tentei me aproximar, mas ele correu rapidamente, devo ter assustado ele...

 

Me estalei em um dos quartos, uma moça bonita me recebeu sorridente e apresentou-me ao dono desse lugar, um homem realmente integrante, nunca vi alguém tão alto e robusto, segundo o mesmo ele é lenhador, mesmo com sua aparência assustadora parece ser um bom homem, me recebendo com um sorriso amistoso e um abraço que creio ter fraturado algumas costelas e vértebras. Espero que esteja nesse lugar, creio que você estaria feliz com pessoas tão receptivas e calorosas... mas é tarde vou deitar-me.

  

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Desde que iniciou a leitura dos diários Victorique se dedicava em apenas ler e não esboçar emoções quanto a leitura, era claro que o Fred cultivava algum sentimento em devaneio por ela e que talvez ele estivesse confundido amizade com qualquer outra coisa, além do mais ela tentava não levar a serio tais confissões que poderiam ser falsas, irreais, o melhor seria esperar por atos e não apenas por palavras.

  

Depois de ocupação sucessiva por Celtas, Romanos e Muçulmanos, a vila de Campo Maior foi reconquistada no ano de 1230, integrando definitivamente o território português com o Tratado de Alcanices (1297). O castelo foi mandado construir alguns anos mais tarde, em 1310, pelo rei D. Dinis ao mesmo tempo que concedeu carta de foral à povoação. Tendo sido implantado no topo do Outeiro de Santa Vitória, a 299 m de altitude, em plena raia, a 10 km da linha de fronteira e a 18 km de Badajoz e de Elvas (lugares que se avistam das suas torres).

 

Nos finais do século XV, pela importância estratégica de Campo Maior na defesa fronteiriça, D. João II mandou edificar um novo conjunto de muralhas que albergasse todo o perímetro urbano, que, em cerca de 200 anos, se expandira consideravelmente.

 

Depois da Restauração da Independência, em 1640, todo o sistema defensivo do país foi reforçado, com a construção de grandes conjuntos fortificados, como Elvas, ou a reconstrução e ampliação de antigos castelos e fortalezas. Nesse contexto, em 1645, por ordem de D. João IV, iniciaram-se os trabalhos de construção da fortaleza abaluartada do Castelo de Campo Maior, sob orientações de João Cosmander, sucedido neste cargo por Nicolau de Langres.

 

Em meados do século XVIII, depois de uma violenta tempestade e um incêndio danificarem significativamente o castelo, D. João V ordenou a sua reconstrução, transformando as antigas ruínas medievais numa fortaleza mais pequena, mas de maior operacionalidade. No interior da cerca do castelo foi ainda edificada, no século XVIII, a Capela do Senhor dos Aflitos. fortalezasdefronteira.turismodeportugal.pt/pt-pt/node/67

 

Vila Viçosa foi ocupada sucessivamente pelos romanos e muçulmanos. É conquistada para o reino de Portugal em 1217, durante o reinado de D. Afonso II. Em 1270 recebe foral de D. Afonso III, vendo o seu nome mudado de Vale Viçoso para Vila Viçosa. O foral é bastante idêntico ao de Monsaraz, Estremoz e Santarém, atribuindo grandes regalias a Vila Viçosa. No século XIV, D. Dinis manda erigir o Castelo de Vila Viçosa.

 

Na Crise de 1383-1385, o comendador-mor da Ordem de Avis, Vasco Porcalho, traiu e, tomando o partido de Castela, apossou-se de Vila Viçosa com duzentos e cinquenta homens seus e duzentos castelhanos, o que obrigou a população a fugir para Borba[1]. Um ano e alguns meses depois, na debandada geral que se seguiu à batalha de Aljubarrota, Vasco Porcalho e a sua hoste abandonaram quer a vila quer o castelo[2]. Em 1461 Vila Viçosa passou a fazer parte do Ducado de Bragança. Em 1500, Jaime I de Bragança foi convidado a regressar à corte por D. Manuel I, sendo-lhe restituídos os títulos e as terras do ducado. Em 1502 com o início da construção do Paço Ducal de Vila Viçosa, Vila Viçosa tornou-se a sede do Ducado de Bragança. Em 1512, Vila Viçosa recebe o foral de D. Manuel I.

 

Durante o domínio filipino, Vila Viçosa, era sede da maior corte ducal da Península Ibérica. Em 1640, um grupo de conspiradores convenceu o então João II, Duque de Bragança a aceitar o trono de Portugal, tornando-se a 1 de Dezembro de 1640, D. João IV (1640-1656) dando início à Dinastia de Bragança. A partir desta data, Vila Viçosa, perdeu fulgor e tornou-se na residência real de férias. Em 1646, João IV de Portugal ofereceu a coroa de Portugal a Nossa Senhora da Conceição como agradecimento pela boa campanha da Guerra da Restauração, tornando-se Nossa Senhora da Conceição, Rainha e Padroeira de Portugal. A partir desta data, mais nenhum Rei de Portugal usou a coroa.

 

Em 1755, Vila Viçosa foi fortemente abalada pelo Terramoto de 1755. No início do século XIX, Vila Viçosa foi saqueada durante as Invasões Francesas.

 

Com a Proclamação da República a 5 de Outubro de 1910, Vila Viçosa caiu em decadência, devido ao objectivo dos republicanos em apagar todos os vestígios da monarquia. Contudo, na década de 1930, com a exploração dos mármores (Mármore de Estremoz) e abertura do Paço Ducal de Vila Viçosa para turismo, Vila Viçosa começou a modificar-se até aos dias de hoje. Actualmente, como acontece com muitas cidades alentejanas, sua população encontra-se em diminuição, cujo principal factor responsável é a emigração para outras regiões de Portugal ou mesmo do estrangeiro.

 

SUCESS! The new design works tremendously well! I also added more parts to the tops of the stands to cover more ground than before and to form a better connection, so they wouldn't fall off when I flipped it over, which worked well. Now I have room to work on other parts of the project. Phase One is now officially complete! Next will be adding the hangers in the center.

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