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"Baseline" by William Ransom, 2010 / Franconia Sculpture Park - Minnesota

"Good shot, bad luck and hell are the five basic words to be used in a game of tennis, though these, of course, can be slightly amplified." ~ Virginia Graham

 

That 5th basic word is mine, with variations on it - as I'm not so good at the game of tennis ;)

 

Our Daily Challenge "Net"

 

Happy Sliders Sunday!

  

Just some lovely rasps from the garden.

Willie Brown (wbrown189@windstream.net) Slide collection George Cheatwood photographer.

Nottingham, 24 July 2023.

they were different ;-) (in 2012 looking back to 1977)

 

You may have a look on my: Childhood, Youth and Family too. And... you are welcome to visit my profile. You should have a look on my Faves as well.

Still trying to improve my black and white processing. And I don't do people!

 

Please view in full size for the best effect.

Pentax K-1000 SE, Helios 44-2 50mm, Fomapan 100, D-76 1:1/vinegar/Fomafix

Esse trabalho não é meu, só coloco para inspiração de futuros trabalhos de todas fliqueiras e afins!!!

Greenkouse ceiling netting

Esse trabalho não é meu, só coloco para inspiração de futuros trabalhos de todas fliqueiras e afins!!!

Mamiya 645AFDIII, 300mm/APO, ZD back.

 

Most interesting pics (via darkR)

 

Retirado da net/

Esse trabalho não é meu, só coloco para inspiração de futuros trabalhos de todas fliqueiras e afins!!!

"... When I was a young girl, my daddy told me

A lesson he learned, it was a long time ago

If you want to have someone to hold onto

You're gonna have to learn to let go

 

You got to sing like you don't need the money

Love like you'll never get hurt

You got to dance like nobody's watchin'

It's gotta come from the heart if you want it to work ..."

 

- ♫ Come from the heart ♫ ~ Kathy Mattea

Alle Rollei Actioncams direkt bestellen - amzn.to/2lOaFB8

 

Unser Rollei Video-Channel mit vielen Videos und Kamera-Vorstellungen - www.youtube.com/watch?v=Ueaq4IHZOm8&list=PLLteRLXN7Gf...

 

Mehr Info zu Rollei:

www.Rollei.de

QUINTA do DOURADO e sua CAPELA de S. CRISTÓVÃO (S. Mamede de Infesta, Matosinhos) - ATUALIZADO de 24/01/2016 a 28/01/2016, graças às contribuições de Ana Coimbra, neta do Eng.º João Paes de Aguilar.

Situada na R. da Igreja Velha, tem casa nobre, casa de caseiros, jardins, capela, eira de pedra, uma cortinha de lavradio, um monumental portão de entrada com nicho vazado no tímpano a recolher o orago protetor S. Cristóvão e, no logradouro da entrada, bem próximo da capela, existe um pavilhão ladeado por 2 pedras de arma de bom lavor e, defronte dele, um amplo lago enquadrado por esculturas barrocas em granito:

o atual portão de entrada belo monumental, o amplo lago e o pavilhão ladeado por 2 pedras de arma de bom lavor são da responsabilidade do último comprador da quinta em 1954, o Eng.º João Paes de Aguilar, que fez grandes obras na quinta modificando os jardins, construindo o lago e o pavilhão e substituindo o portão de entrada pelo atual que ele mandou fazer propositadamente para valorizar e recuperar a quinta.

Da capelinha barroca, ereta sob a proteção de S. Cristóvão, e já sem a belíssima talha, foi referenciada em 1741 como 'huma capela com o seu quintal pegedo que adquirido de novo por compoziçãm que fes com os moradores da freguezia de Sam Mamede da Ermida que esta tudo cito no lugar donde estava situada a lgreya Velha da dita freguezia' (segundo o Eng.º Agostinho Boavida, em 1772, o proprietário M. Costa Santiago reconstituiu-a);

parece concluir-se, com relativa segurança, que no quintal anexo à capela a que se reporta o aludido documento de 1741 esteve implantada a antiga igreja paroquial de S. Mamede de Infesta.

Em 1849, a quinta passou a ser propriedade de BOAVENTURA DA COSTA DOURADO para mandar celebrar missas na capela de S. Cristóvão existente na quinta:

este portuense emigrou para Salvador da Bahia no Brasil antes de 1811, pois a 07/02/1811 matriculou-se na Real Junta do Commercio e já tinha a sua casa comercial situada na R. dos Caldeireiros na parte baixa da cidade de Salvador da Bahia e na qual vendia vários bens oriundos de Jersey num bergantim fazendo escala em Lisboa e comprados à 'Barroso, Martins e C.ª' de Londres com a qual tinha estabelecido relações comerciais que terminariam em 1812 (vinho engarrafado clarete, licores, açúcar refinado em pão, ferro em barras, em vergalhão e em arcos, sabão, cabos, azeite em botijas e louça e sal de Lisboa);

como ficou a dever 4 725$213 réis à empresa londrina de Domingos José Martins e seus sócios, Boaventura da Costa Dourado partiu em 1813 para o Rio de Janeiro para ver se aí resolvia os seus problemas mercantis e financeiros;

regressado entretanto a Portugal antes de 1831 com a sua mulher Ursula Joaquina (Dourado) e os seus filhos brasileiros baianos Antonio Wenceslau da Costa Dourado e Hermogenes Henrique Dourado que nasceram na freguesia de N.ª S.ª da Conceição da Praia da Cidade da Bahia no Imperio do Brazil antes de 1813, a família foi viver para a R. das Flores na freguesia da Sé do Porto e aí ele estabeleceu-se como comerciante;

a 12/09/1831, era um dos 3 'Fiscaes da Administração da casa fallida de 'Bernardo Clamouse Browne e Companhia' (irmão ? de Manoel de Clamouse Browne, nascido em 1790 e falecido em 1857, e de Maria da Felicidade do Couto Browne que nasceu no Porto a 10/01/1800, foi uma poetisa romântica conhecida por Coruja Trovadora e por Soror Dolores, privou com Camilo Castelo Branco tendo organizado célebres saraus poéticos na sua quinta no lugar do Choupello em Vila Nova de Gaia e faleceu no Porto a 8 ou 09/11/1861) pretendendo vender a um preço inferior aos das suas judiciais avaliações os armazéns sitos nos n.º 15 a 3 do lugar do Choupello em Vila Nova de Gaia (por 4 560$000 réis) e a casa dos n.º 57 e 58 da então R. Nova dos Ingleses, de acordo com o anúncio publicado nesse dia na 'Gazeta de Lisboa';

a 31/03/1835, já era membro da Direção da Associação Commercial do Porto, tal como Manoel de Clamouse Browne, presidida desde a sua fundação a 24/12/1834 por Arnaldo VanZeller;

a 12/11/1835, foi o mais coletado na Décima dos moradores na freguesia da Sé e em 1835 foi um dos 190 acionistas fundadores da Companhia de Seguros Confiança (com 6 das 1000 ações de 1000$000 réis cada uma) criada pela Associação Commercial do Porto;

fez testamento e faleceu viúvo antes de 1855 ? tendo ficado a viver na Quinta do Dourado pelo menos o seu neto solteiro Boaventura da Costa Dourado.

O brasileiro baiano HERMOGENES HENRIQUE DOURADO casou no Porto com Lucinda Emilia de Miranda (Dourado), era um dos 40 maiores contribuintes do concelho do Porto apurados em sessão publica da Câmara Municipal do Porto a 07/01/1855 e construiu em Leça da Palmeira uma casa da responsabilidade do conceituado Capitão de Engenharia Joaquim Miguel Baptista Maciel (autor do projeto para um quartel na praça da Serra do Pilar em 1856, da planta duma parte do extinto Convento de Monchique no Porto onde se projetava estabelecer um deposito de cereaes para fornecimento das tropas da 3.ª Divisão Militar em novembro de 1860 e da planta e dos perfis do terreno escolhido para se edificar o Hospital Militar permanente do Porto, entre muitos outras plantas e projetos) e do desenhador e pintor Leonel Marques Pereira (Lisboa, 1828 - Lisboa, 30/06/1892) quando exerceu na Direcção Geral de Engenharia Militar o cargo de desenhador, cuja construção foi iniciada em 1864 e para onde terá ido viver com a sua esposa.

O brasileiro baiano ANTONIO WENCESLAU DA COSTA DOURADO, a viver com seus pais na R. da Flores enquanto solteiro, casou a 11/09/1841 com LUDOVINA CANDIDA DE MIRANDA (Dourado), natural da freguesia da Sé no Porto, por Portaria do Bispo da Sé do Porto na Capela Pública de Antonio Joaquim de Miranda Guimaraens (o pai da noiva era filho de Jose de Miranda e Anna Maria de Miranda, casado com Maria Theodora do Valle Miranda que era filha de Maria Theodora do Valle e do alferes Francisco Jose Gomes Monteiro que foi eleito Eleitor Paroquial e Compromissório pela freguesia da Sé nas primeiras eleições de dezembro de 1820 para as 'autarquias locais' e as Cortes e que foi Alferes das Milícias na 2.ª Secção da 2 .ª Linha pelas topas liberais desde 13/05/1825 até pelo menos 25/07/1833);

continuando a viver na R. das Flores, tiveram aí os seus filhos Maria da Costa Dourado, Boaventura da Costa Dourado, Dúlla da Costa Dourado, Helena Maria da Costa Dourado, Sophia Maria Dourado e Antonio Wenceslau da Costa Dourado Junior;

MARIA da Costa Dourado nasceu na R das Flores a 10/07/1842 e foi batizada a 18/08/1842 na Sé Cathedral do Porto pelo padre Abbade da Sé Jose Vicente Teixeira tendo sido seus padrinhos o seu avô paterno Boaventura da Costa Dourado e o seu avô materno Antonio Joaquim de Miranda Guimaraens representado, por procuração por si passada, pelo tio tio da batizanda e proprietário Manoel Joaquim de Araujo e Costa;

BOAVENTURA da Costa Dourado nasceu na R. da Flores a 11/07/1844, foi batizado a 31/08/1844 na Sé Cathedral do Porto pelo padre Abbade da Sé Jose Vicente Teixeira tendo sido seus padrinhos o seu avô paterno Boaventura da Costa Dourado e Emilia Arminda de Miranda representada, por procuração passada por si passada, pelo tio da batizanda e propietário Manoel Joaquim de Araujo e Costa, e faleceu solteiro na Quinta do Dourado a 29/01/1920;

DÚLLA da Costa Dourado nasceu na R. da Flores a 18/04/1847 e foi batizada a 29/05/1847 na Sé Cathedral do Porto pelo padre Abbade da Sé Jose Vicente Teixeira tendo sido seus padrinhos o seu avô paterno Boaventura da Costa Dourado e assistiu como madrinha o seu tio e proprietário Manoel Joaquim de Araujo e Costa morador na R. das Flores e que, em 1857, foi um dos numerosos fundadores (proprietários, futuros titulares, homens do governo da cidade e diversos estrangeiros, nomeadamente ingleses) de 'O Club Portuense' tendo vindo a falecer a 02/02/1901 e o seu testamento foi aberto a 03/02/1901;

HELENA MARIA da Costa Dourado nasceu na R. da Flores a 07/05/1848, foi batizada a 14/06/1848 na Sé Cathedral do Porto pelo padre Abbade da Sé Jose Vicente Teixeira tendo sido seus padrinhos o seu avô paterno Boaventura da Costa Dourado e Lucinda Emilia de Miranda (Dourado) representada, por procuração por si passada, pelo seu marido e tio paterno da batizanda Hermogenes Henrique Dourado, e casou a 20/02/1868 na Capella do Relogio de Santa Rita (vulgo, dos Grillos), situada na casa do pai do noivo (o Conselheiro Doutor Adrião Pereira Forjaz de Sampaio, Lente cathedratico da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra nascido a 10/02/1810, falecido a 11/09/1874 na Figueira da Foz e casado com Leonarda Teresa Leite Ribeiro Freire nascida em 1824 e falecida em 1899 em Coimbra) da freguesia de São Chtristovão da Cidade de Coimbra, com Diogo Pereira de Sampaio Forjaz (nascido nesta freguesia a 21/10/1846 e falecido a 15/03/1927) tendo sido testemunhas Jose Maria Pereira Forjaz de Sampaio (tio paterno do noivo e Desembargador da Relação de Lisboa), Hermogenes Henrique Dourado (tio paterno da noiva) e sua mulher Lucinda Emilia de Miranda (Dourado), e Guilhermina Amalia Leite Ribeiro Freire (tia materna do noivo, nascida em 1821 e casada com Manuel dos Santos Pereira Jardim nascido em Coimbra em 1818 e aí falecido em 1887);

SOPHIA MARIA Dourado (da Cunha Velho Sotto Mayor) nasceu na R das Flores, já vivia na Quinta do Dourado em S. Mamede de Infesta quando casou a 23/10/1877 na Igreja Parochial de São Martinho de Dume em Braga com Alberto da Cunha Velho Sotto Mayor que nasceu a 26/02/1851 no lugar da Ordem em Barcelos na casa dos barões da Retorta, o brasileiro Domingos Miguel da Cunha Velho Sotto Mayor de Azevedo e Melo Tavora de Albergaria e Castro (Sacramento da Sé, Rio de Janeiro, 12/04/1806 - Casa da Ordem, S. Martinho de Dume, Braga, 28/10/1877) e Anna Emilia da Costa e Almeida Ferraz (Barcelinhos, Barcelos, 20/05/1816 - Braga, 19/06/1888) de quem teve 10 filhos, tendo sido o Arnaldo o 14.º dos seus 17 filhos e tendo falecido em Ponte da Barca (um desses filhos foi Boaventura Dourado da Cunha Sotto Mayor que casou com Maria de Assunção Mesquita (Dourado da Cunha Sotto Mayor) de quem teve geração no Porto, no Brasil e em Paris, e faleceu em S. Mamede Infesta depois de ter vendido parte da Quinta do Dourado;

ANTONIO WENCESLAU da Costa Dourado JUNIOR nasceu na R. das Flores a 08/09/1849, foi batizado a 15/10/1849 na Sé Cathedral do Porto pelo padre Abbade da Sé Jose Vicente Teixeira tendo sido seus padrinhos o seu avô paterno Boaventura da Costa Dourado e o seu tio Manoel Joaquim de Araujo e Costa representado pela sua mulher Emilia ? de Araujo e Costa, casou às 16:30 de 28/11/1874 na Igreja parochial de N.ª S.ª da Vitória no Porto com GRACINDA DA GLORIA DE FONTES (Dourado) que nasceu a 06/04/1851 na Travessa da Fabrica da freguesia da Vitoria, foi batizada a 20/06/1851 na Igreja de N.ª S.ª da Vitoria e era filha dos lavradores Manoel de Fontes (natural de Ponte de Lima, filho de Caetano de Fontes natural da freguesia de Lobão e de Maria da Roza natural da freguesia de Santa Marinha no concelho de Ribeira de Pena no Arcebispado de Braga) e de Maria da Gloria Fontes (natural de Lordello do Ouro no Porto, filha de Francisco Jose Antunes natural de São Vicente de Campos e de Maria Ermelinda de Barros Antunes natural da freguesia da Vitoria no Porto), faleceu em Cedofeita a 30/09/1904 e ambos tiveram vários filhos na freguesia de S. Martinho de Cedofeita para onde foram viver (Antonio Wenceslau Fontes Dourado nascido em 1877 e falecido a 18/11/1888, Helena de Fontes Dourado nascida a 31/12/1879, Affonso Henriques da Costa Dourado nascido a 05/05/1881, Boaventura António de Fontes Dourado que nasceu a 02/12/1883 e frequentou no anno lectivo de 1902/1903 a Academia Polytechnica do Porto, Maria da Natividade de Fontes Dourado nascida a 06/11/1890 e João Miguel de Fontes Dourado cuja filha Helena da Glória Gouveia de Fontes Dourado nasceu em 1917 e casou com Jose Antonio de Oliveira Braga nascido em 1896).

Com a morte do solteiro Boaventura da Costa Dourado a 29/01/1920, foram herdeiros da quinta os seus 4 irmãos e os descendentes de uma das irmãs já falecida:

a quinta foi desmembrada em 2 por partilhas, a quinta principal (Quinta do Dourado) e a Quinta do Albuquerque composta por casas para caseiros, grande terreno a lavradio, engenho de tirar água para rega e 2 tanques;

depois de várias e atribuladas sucessões, foi a Quinta do Albuquerque vendida em 13/10/1950, a Maria Amelia de Magalhães e Lencastre (S. Lazaro, Porto, 19/041896 - Porto, 04/01/1954) e seu marido Luis de Faria Lencastre (Ariz, Marco de Canavezes, 06/12/1887 - Antas, Porto, 02/06/1951) casados a 18/11/1914 em Vila Boa do Bispo no concelho de Marco de Canaveses, por Boaventura da Costa Dourado Sottomayor (filho de Alberto da Cunha Velho Sotto Mayor e Sophia Maria Dourado, um dos muitos sobrinhos do solteiro Boaventura da Costa Dourado) e sua mulher Maria de Assunção Mesquita;

por morte da viúva Maria Amelia de Magalhães e Lencastre a 04/01/1954, foram herdeiros os seus 7 filhos, estando a viver na quinta o seu filho António de Faria Lencastre (Vila Boa do Bispo, Marco de Canaveses, 18/09/1917 - Foz do Douro, Porto, 24/04/1976) e a sua mulher D. Maria Elisabete de Oliveira Lobo d' Ávila (23/05/1919 - ?) casados a 02/04/1945 na Foz do Douro e sepultados em jazigo de família no Cemitério do Prado deixando 7 filhos ainda todos vivos.

Em 1954, por causa das partilhas entre Antonio de Faria Lencastre e os seus irmãos após a morte da mãe a 04/01/1954, foi decidido a venda da quinta:

assim, a Quinta do Albuquerque voltou a unir-se ao núcleo fundamental da Quinta do Dourado, por compra de ambas pelo Eng.º Eletrotécnico João Paes de Aguilar.

JOÃO PAES DE AGUILAR nasceu entre agosto de 1900 e janeiro de 1901 em S. João da Pesqueira, apenas porque o seu pai era então Juiz de Direito no Tribunal de S. João da Pesqueira, era irmão de Maria Augusta de Lacerda Leitão de Aguilar que comprou a Casa Nobre ou Casa dos Navegantes na R. de Sobreiras em Lordelo do Ouro no Porto e eram ambos filhos de Jose Maria da Fonseca Saraiva d' Aguilar (Cabeça de Mouro, Torre de Moncorvo, Bragança, ? - R. do Moreira, n.º 255, Bonfim, 28/11/1926) e de Maria Lacerda Leitão (de Aguilar) casados em dezembro de 1899 (filho de Jose Maria Saraiva d' Aguilar e irmão de Frederico Saraiva d' Aguilar, de Ayres Augusto Saraiva d' Aguilar e do médico Arthur Maximo Saraiva d' Aguilar, o pai de João Paes de Aguilar matriculou-se a 02/10/1879 no curso de Direito da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra onde concluiu o Bacharelato em Direito de 5 anos em 1884 tendo aí residido no n.º 18 do Largo do Hospital quando frequentou o 1.º ano no ano letivo de 1879/80, no n.º 23 do Bêeco dos Militares quando frequentou os 2.º e 3.º anos nos anos letivos de 1880/81 e 1881/82 e no n.º 5 dos Arcos do Jardim quando frequentou os 4.º e 5.º anos nos anos letivos de 1882/83 e 1883/84, o rei D. Carlos I transferiu-o por carta de 21/11/1893 para ser o Delegado do Procurador Régio na Comarca de S. João da Pesqueira até janeiro de 1901, foi nomeado a 04/01/1901 Juiz de Direito da Comarca da Ilha das Flores nos Açores pelo rei D. Carlos I (nomeação escrita a 21/01/1901 no Livro de Mercês do rei), era Juiz de Direito na Comarca de Felgueiras em 1911 tendo estado de licença, concedida a 24/08/1911, entre 23/09/1911 e 21/10/1911 e fez testamento cerrado a 20/04/1922, 4 anos e meio antes de falecer, e aberto a 08/12/1926);

João Paes de Aguilar era em 1924 aluno do Eng.º Civil Luís Couto dos Santos (Rio de Janeiro, Brasil, 01/03/1872 - Porto, 31/01/1938), professor ordinário da 3.ª secção (a de Mecânica e Eletrotecnia) na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto desde maio de 1919 lecionando então as aulas da 25.ª cadeira (Medidas Elétricas);

entre 1934 e 1937, ele foi Eng.º Vogal do Conselho Superior de Obras Públicas (CSOP) na 2.ª Subsecção (Telecomunicações) da Secção de Eletricidade, conselho este criado na 1.ª quinzena de janeiro de 1934 por Despacho ao abrigo de um Decreto do Governo de 23/12/1933;

João Paes de Aguilar CASOU depois de 1937 a um 13 de abril com Branca Alice Ferreira Braga (de Aguilar), nascida a 30/04/1909, viúva de Armando Duarte Dias (com quem esteve casada entre 1929 e 1937, ano em que o seu 1.º marido faleceu vítima de tuberculose que o tinha atacado 7 anos antes), falecida a 14/02/2005 e neta materna de Narciso Ferreira (Pedome, Famalicão, 07/07/1862 - 23/03/1933) que era filho dos pequenos lavradores Antonio Ferreira (natural de Pedome e filho de Custodio Ferreira natural de Sam Clemente de Sande e Anna de Abreu Marques natural de Santa Maria de Oliveira) e Maria Dias de Sampaio falecida por volta de 1890 (natural de Riba d' Ave e filha de Domingos Jose Dias de Sampaio natural de Pedome e Francisca Rosa da Silva Pacheco natural de Riba d' Ave), foi o grande fundador da indústria têxtil em Portugal (depois da aprendizagem em oficina manual de tecelão aos 19 anos cerca de 1881 com 2 teares manuais na sua casa de Pedome vendendo os seus tecidos de algodão nas feiras vizinhas e no Porto onde arranjou clientes certos para o sustento da mãe e dos irmãos devido à morte prematura do seu pai, e depois de ter casado a 19/01/1882 em Riba d' Ave com Eva Rosa de Oliveira (filha de Zeferino Jose Pereira e Anna Joaquina de Oliveira naturais de Riba d' Ave, nascida a 14/01/1861 e falecida a 01/01/1913), procedeu aqui por volta de 1890 à instalação duma oficina têxtil com teares mecânicos junto ao curso do rio Ave onde estabeleceu uma queda de água, a qual chegou a atingir 19 teares mecânicos e onde ele se especializou nos 'riscados fortes' que lhe deram fama e proveito e que ele continuou a produzir e a potenciar com o seu desenvolvimento empresarial ao ter conseguido sociedade em 1894 junto dos negociantes e capitalistas do Porto Manuel J. Oliveira, José Augusto Dias, Eng.º Ortigão Sampaio e J. Fernandes Machado legalizando a situação em 1896 com a criação da empresa 'Sampaio, Ferreira & C.ª' cujo crescimento deu origem ao maior empreendimento têxtil que existia em Portugal na 2.ª metade do século XIX, não se limitando a adquirir riqueza, mas preocupando-se imenso também com os aspetos da solidariedade e da amizade já que mandou construir em Riba d' Ave 5 bairros para operários, 1 creche e 1 quartel para a Guarda Nacional, escolas em várias localidades e o Hospital de Riba d’ Ave) e foi o responsável pelo início do abastecimento de energia elétrica ao Norte de Portugal (criou em 1907 a 'Companhia Hidro-Eléctrica do Varosa' nas cercanias de Lamego, a qual começou a produzir energia 2 anos depois), teve 10 filhos (2 que morreram crianças, Delfim de Oliveira Ferreira nascido na freguesia de Riba d' Ave a 13/12/1888 e agraciado com a Grã-Cruz da Ordem de Mérito Industrial em 1951, a Ordem Militar de Cristo, o Grande Oficialato da Ordem de Mérito Industrial e a Medalha de Ouro Municipal de Vila do Conde tendo falecido a 24/09/1960 na sua Quinta de Serralves no Porto adquirida a Carlos Alberto Cabral, 2.º Conde de Vizela e à sua esposa Blache Daubin em 1957 e onde a sua esposa e violinista Sílvia Gomes continuou a viver até à sua morte em fevereiro de 1982 deixando órfãos os seus filhos Maria Alice, Sílvia, Maria de Lurdes e Delfim Alexandre, Alfredo de Oliveira Ferreira nascido a 09/11/1889 e casado com Maria Amélia da Costa tendo falecido em Riba d' Ave a 12/12/1958, Raul de Oliveira Ferreira que nasceu a 14/03/1895 e casou com Maria da Gloria Gomes de Matos Ribeiro tendo sido Comendador e falecido a 09/05/1974, Jose de Oliveira Ferreira nascido a 14/12/1887 e casado com Maria Candida Nogueira Gonçalves tendo falecido em Riba d' Ave a 13/11/1922, Joaquim Ferreira nascido a 04/02/1893 e casado com Ermelinda Alice da Costa Guimarães, Manoel Carlos de Oliveira Ferreira casado com Maria Margarida Mesquita Guimarães de Brito e falecido a 02/02/1935, Maria Luciana de Oliveira Ferreira casada com Arnaldo Gonçalves e Rita Rosa de Oliveira Ferreira casada com Antonio Manoel Ferreira Braga natural de Chaves, os pais da esposa de João Pais de Aguilar que tiveram 5 filhos tendo um deles falecido aos 5 anos com tifo) e foi galardoado pelo Governo com a Grã-Cruz da Ordem de Mérito Industrial e com a Grã-Cruz da Ordem de Benemerência;

João Paes de Aguilar foi destacado pelo governo para dirigir as obras de construção da barragem da Chicamba Real (uma das gargantas do rio Revué em Moçambique) a partir dos projetos elaborados pelo Gabinete de Estudos da 'Sociedade Hidro-Eléctrica do Revué, SARL' criada pelo Decreto n.º 35744 de 10/07/1946 (a barragem situa-se cerca de 30 Km a oeste de Chimoio no planalto de Manica e foi inaugurada como Barragem Oliveira Salazar a 20/06/1959);

ainda em 2008, existia em Maputo (antiga Lourenço Marques) uma rua com o seu nome;

João Paes de Aguilar foi primo direito do médico e político Artur Máximo Saraiva de Aguilar (Seixas do Douro, Vila Nova de Foz Coa, Guarda, 22/11/1910 - ?), de Aires Máximo Saraiva de Aguilar e do advogado e escritor José Maria Saraiva de Aguilar (Seixas do Douro, Vila Nova de Foz Coa, Guarda, 23/07/1913 - Vila Real, 11/03/1981) que casou com Augusta Magalhães de Aguilar (Santa Marta de Penaguião, Vila Real, 02/08/1907 - Vila Real, 07/02/2002), filhos de de Anna Joaquina Pego e do seu tio paterno e médico Arthur Maximo Saraiva d' Aguilar formado em 1902 na Escola Médico-Cirúrgica do Porto com a sua dissertação inaugural 'Alimentação na Febre Typhoide (breve estudo)' orientada pelo Dr. Candido Pinho.

Há uns anos atrás, na antiga Quinta do Albuquerque, esteve em exploração um horto, sendo que a casa grande da Quinta do Dourado era utilizada para banquetes, casamentos e outras receções:

atualmente, a casa está habitada por uma família herdeira de João Pais de Aguilar e já não desenvolve atividades para o exterior.

Educating and training the masses is expensive and troublesome, but the Ludgonian Industrial Union has the answer, Neuro-Net Processors. Neuro-Net Processors, or learning computers, upload information and knowledge stored on disks and input them directly into the mind. A synthetic brain fluid is injected into the brain causing it to grow more neuro pathways. These pathways allow massive amounts of information to be stored. Unfortunately, these artificially created pathways occasionally splice with healthy brain tissue, and the information injected is stored over vital brain functions, such as memories, bladder control, etc.

  

The Chinese fishing nets (Cheena vala) of Fort Kochi (Fort Cochin) in the City of Kochi (Cochin), in the Indian State of Kerala, are fixed land installations for an unusual form of fishing — shore operated lift nets. Huge mechanical contrivances hold out horizontal nets of 20 m or more across. Each structure is at least 10 m high and comprises a cantilever with an outstretched net suspended over the sea and large stones suspended from ropes as counterweights at the other end. Each installation is operated by a team of up to six fishermen.

 

The system is sufficiently balanced that the weight of a man walking along the main beam is sufficient to cause the net to descend into the sea. The net is left for a short time, possibly just a few minutes, before it is raised by pulling on ropes. The catch is usually modest: a few fish and crustaceans — these may be sold to passers by within minutes.

 

The system of counterweights is most ingenious. Rocks, each 30 cm or so in diameter are suspended from ropes of different lengths. As the net is raised, some of the rocks one-by-one come to rest on a platform thereby keeping everything in balance.

 

Each installation has a limited operating depth. Consequently, an individual net cannot be continually operated in tidal waters. Different installations will be operated depending on the state of the tide.

 

It is received wisdom that the nets are Chinese in origin. This is not as improbable as the 5,000 km distance from China might suggest — Kochi is a very important centre for the spice trade attracting traders from far and wide. Some suppose that the nets were introduced by the Chinese explorer Zheng He.

 

The Chinese fishing nets have become a very popular tourist attraction, their size and elegant construction is very photogenic and the slow rhythm of their operation is quite hypnotic. In addition, catches can be purchased individually and need be taken only a short distance to a street entrepreneur who will cook it.

 

[From Wikipedia, the free encyclopedia]

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ESSE TRABALHO NÃO É MEU, É APENAS INSPIRAÇÃO PARA NOSSOS FUTUROS TRABALHOS.

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