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Finally got a chance to try out the 'new' screener. The compost is still frozen in the middle so it was difficult to get a full bucket of 'post. We had to adjust the offset weights to get the vibration but it works very well now. The motor runs at just a hair above idle, any faster and it smooths itself out. We had to put up some plywood due to wind.
Just finished my triple-bin compost bins. Used cedar fence boards and 2x4s. The mesh lid (open-able) keeps the birds and squirrels out. The front panel is removable for digging.
I tossed out the old plastic compost bin I kept on my counter; it might have been attracting ants. Until I can get another container, I am using an old plastic drink pitcher that has a lid.
Fallen leaves make for a wonderful addition to your compost pile as they contribute as a brown trimming or brush which will eventually be totally decomposed by microbes.
I'm in a compost class. Yeah I actually get credits for it and everything. This is an experiment where we are comparing two different bulking agents, wood chips vs straw. Here we are using a manure spreader to mix up the compost in an enclosed bin
By learning skills like composting, crop diversification, organic pesticide production, seed multiplication and agro-forestry farmers in Malawi are increasing their ability to feed their families over the long term. Visit our website www.fyf.org.uk/news/lomadefunep.htm or our blog findyourfeet.wordpress.com/category/climate-change/ to read more
Inside the compost heap, we put mostly our kitchen and garden waste.
Here you can see fruit and vegetable peelings (carrot, onion, potato, orange), salamis, tea bags or leaves; basically everything that is organic. You can even put egg shells.
Mio figlio Gabriele e sua moglie Marika, in partenza per San Francisco. Good luck, my dears.
Qui di seguito la canzone che Gabriele ha composto per Marika.
Finally tried out the sifter. Worked pretty well. Most of the fines come through in the first three feet.
So, I quit my job and chose to spend over $100 on compost, mulch and pea straw.
Sure, I could have spent the money on food, but this investment will make my garden (and vegetables) grow better.
Nik working in the compost toilet chambers. Each of the three toilets will be positioned directly above it's own chamber. The floor of the chamber is first covered with old beer crates to provide drainage and airspace. This is then covered with horticultural mesh which is secured to the walls of the chamber with plastic hose pipe.
If you are never sure what goes in which bin at Ellwoods Coffeeshop, Whole Foods shows you exactly what goes in which.
Making compost in a manure spreader, the recipe is simple, straw or wood chips as a bulking agent, food wastes, some weeds and some college students to mix it all together. Let bake for a few weeks and turn every now and then, and eventually you get wonderful compost. Plants will love you for it.
LEAF OR LEAVES is the topic for Saturday 5th September, 2015
About 40% leaves; the rest is kitchen recyling, garden stuff, prunings, grass clippings, probably a little soil and whatever else I think I can compost. This compost has been brewing for three years . I was able to get ten wheelbarrow loads from this bin. We have seven in total; this was the largest one.
This is one of our four compost bins. We made it using discarded wooden palettes (and a little chicken wire). The bungie cords are holding the front door closed.
Aspirantex 2017
O Poder Naval do Brasil vai ao Mar!
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Entre os dias 12 de janeiro a 02 de fevereiro, a Marinha do Brasil realiza a comissão Aspirantex 2017, um exercÃcio naval destinado a aprimorar os conhecimentos e auxiliar nas escolhas profissionais de cerca de 200 aspirantes embarcados, entre homens e mulheres, egressos do 2º ano da Escola Naval.
Atuando na área marÃtima compreendida entre o Rio de Janeiro (RJ) e Mar Del Plata (Argentina), a comissão Aspirantex 2017 está nesse momento em visita aos portos de Mar Del Plata e Montevidéu (Uruguai).
Na sequência do exercÃcio, serão visitados os portos brasileiros de Itajaà e São Francisco do Sul, ambos localizados no estado (provÃncia) de Santa Catarina, bem ao sul do Brasil.
Para a realização da operação, o comandante em chefe da esquadra, Vice-Almirante Celso Luiz Nazareth constituiu o Grupo Tarefa (GT) 701.1, designando o comandante da 1ª Divisão da Esquadra, Contra-Almirante Valter Citavicius Filho para liderar, coordenar e conduzir os exercÃcios que envolvem o emprego de diversos meios operativos da Força Naval Componente.
As metas do exercÃcio envolvem o aprestamento dos meios da Esquadra e também contribuir para a escolha da opção de corpo e área de habilitação dos aspirantes do 2º ano da Escola Naval, sediada na cidade do Rio de Janeiro.
O GT 701.1 está composto, nessa primeira fase do exercÃcio, pelo Navio Desembarque de Carros de Combate Almirante Sabóia (G-25), onde a reportagem de Tecnologia & Defesa encontra-se embarcada, Navio Doca Multipropósito Bahia (G-40), a Corveta Barroso (V-34), o Navio Tanque Almirante Gastão Motta (G-23) e as fragatas Type-22 Greenhalg (F-46) e Rademaker (F-49).
Na segunda fase, que começará dia 24 de janeiro, também irão se juntar ao GT 701.1, em apoio as operações, o submarino Tupi (S30), o navio-patrulha Benevente (P61) e unidades aéreas do Comando da Força Aeronaval e aeronaves da Força Aérea Brasileira.
Está prevista a participação do navio-patrulha-oceânico Amazonas (P-120), mas no dia 19 de janeiro esse meio foi destacado para auxiliar na recuperação dos destroços de um avião civil que caiu no litoral do Rio de Janeiro (região de Paraty, famoso balneário de luxo).
Entre os passageiros que faleceram na queda do avião está o ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Javascki, relator em uma das maiores investigações sobre corrupção já feitas no Brasil, a Operação Lava-Jato, que envolve diversos polÃticos, empresários e funcionários públicos da alta administração federal.
Aspirantes e as Operações Navais
Na desatracação do porto, no Rio de Janeiro, o GT 701.1 realizou a navegação em canal varrido (livre de minas) e enfrentou a oposição de submarino (S30) estrategicamente posicionado na saÃda para o mar aberto, sendo apoiados nessa tarefa por um helicóptero antissubmarino SH-16 Sea Hawk do Esquadrão HS-1 "Guerreiro" e aeronave de patrulha marÃtima e guerra ASW/ASUW Lockheed P-3AM da Força Aérea Brasileira.
Já em mar aberto, as operações aéreas dos helicópteros navais embarcados no NDM G-40 Bahia e nas fragatas Type-22 serviram para adestrar as tripulações dos navios dotados de convoo, nas fainas de lançamento e recolhimento desses meios.
Em paralelo a essas atividades, foram realizados treinamentos de CAV (controle de avarias), onde danos em combate e incêndios a bordo (simulados) foram combatidos por equipes compostas pelos aspirantes, orientados pelos tripulantes dos navios. ExercÃcios de Postos de Abandono , circulação interna a bordo e correta localização e operação das balsas salva vidas, dentre outros, demonstraram aos alunos da Escola Naval os perigos das atividades a bordo.
Em todos os dias de mar, durante a primeira fase, foram realizados inúmeros exercÃcios de Postos de Combate, visando verificar a prontidão operacional e aptidão das equipes de bordo, e tarefas como detecção de ruÃdos (A/S), Leap Frog/Light Line, manobras táticas e operações aéreas.
O tiro noturno contra granada iluminativa (GIL) e o tiro diurno contra alvo conhecido como "Killer Tomato" foi executado com o uso dos canhões automáticos de 20 mm, 40 mm e metralhadoras pesadas de 12,7 mm existentes a bordo dos navios. O NDCC G-25 Almirante Sabóia demonstrou excelente pontaria nas duas ocasiões, anotando diversos impactos certeiros nos alvos. Os outros navios do GT 701.1 não ficaram atrás, apresentando um desempenho satisfatório de tiro em ambas as ocasiões.
Os navios também se exercitaram no trânsito com oposição de superfÃcie, a maior ameaça representada por mÃsseis superfÃcie-superfÃcie lançados pelo "inimigo". Do toque para Postos de Combate, passando pelo impacto do mÃssil (simulado) e o acionamento do CAV, é impressionante o profissionalismo e rapidez com que as equipes executam suas tarefas.
Esses eventos a bordo dos navios contam com a participação direta dos aspirantes, seja no preparo e planejamento, seja na execução como instruendos, ou indiretamente, como observadores, caso do tiro diurno e noturno com munição real.
Comandante de Operações Navais a bordo
O Comandante de Operações Navais da Marinha do Brasil, almirante-de-esquadra Sérgio Roberto Fernandes dos Santos, chegou a bordo do NDCC G25 Almirante Sabóia após transporte desde terra por um helicóptero UH-15/H225M da Aviação Naval (ver entrevista).
Na sequência das atividades, o CON realizou uma visita ao NDM G-40 Bahia, onde conversou com os aspirantes embarcados, mesma atividade realizada anteriormente no NDCC G-25 Almirante Sabóia, quando da sua chegada a bordo.
Light Line/ Transferência de Carga Leve
Uma das mais tradicionais fainas (tarefas) da vida no mar, o Light Line consiste na aproximação e lançamento de uma retinida (cabo leve), e na posterior troca deste por cabos cada vez mais pesados, capazes de suportar a Transferência de Carga Leve (TCL) entre os dois navios, que navegam lado a lado, mantendo velocidade e proa constantes.
Uma tÃpica tarefa feita em equipe, é toda comandada através de toques de comando por apitos e emprego de sinaleiros, tudo isso enquanto os navios permanecem próximos.
A TCL dessa vez envolveu um marco histórico. Na faina realizada entre o NDCC G25 Almirante Sabóia e a fragata F-49 Rademaker, aconteceu a primeira travessia TCL realizada por uma mulher, a aspirante Amanda Passos. Primeiro, foi feito um teste com uma carga inerte equivalente a uma vez e meia o peso da aspirante, e após, a passagem real entre navios.
Na proa do NDCC G-25 e da F-49, tripulantes em linha ou dispostos em um "carrossel" realizaram a tração e movimentação dos cabos, a comando do Senhor Mestre do Navio, normalmente o militar de marinharia mais antigo. Comprovando a perÃcia das tripulações e a segurança dessa atividade, a aspirante Amanda Passos foi até a F-49 e voltou a bordo do G-25 incólume.
Mergulhadores de Combate!
O exercÃcio denominado SURFEX 983 constou do emprego de um destacamento GRUMEC ao qual foi ordenado abordar um navio "suspeito", no caso o G-25, com o emprego da técnica Fast Rope, a partir de um helicóptero UH-15.
Em uma das portas da aeronave, um GRUMEC armado com fuzil sniper PGM Ultima Ratio, em calibre 7,62 mm, provê a segurança pelo ar do destacamento. Quando o UH-15 chega sobre o convoo, os GRUMEC descem pelo cabo e rapidamente assumem posições na proa do navio, avançando decididamente em direção ao passadiço. Do ar, e circulando sobre o navio, o UH-15 provê a cobertura aérea.
Após rápida subida pelas escadas externas, é dada a ordem para que TODOS no passadiço deitem-se no chão, para verificação (revista) e apreensão de armamento, caso seja encontrado. Na simulação, dois fuzis de assalto são encontrados com os "tripulantes", e o imediato do navio e seus oficiais subalternos são detidos para averiguação posterior, assim como os tripulantes que estavam armados. O material é confiscado e anexado nos autos de abordagem.
Os GRUMEC, tropa de elite da Marinha do Brasil, egressos do Batalhão Tonelero, apresentaram uma novidade nesse treinamento. Além do emprego de fuzis de assalto HK 416 em calibre 5,56 mm, foi possÃvel observar os novos uniformes e equipamentos adotados (ainda em testes), como capacetes táticos, todos camuflados em vários tons de cânhamo e verde, bem diferente do material anteriormente empregado.
Após a finalização da apresentação, aconteceu uma palestra para os aspirantes a bordo, onde dúvidas sobre a carreira nas Forças Especiais da Marinha foram sanadas, e a vida desses militares foi apresentada pelo comandante do destacamento aos aspirantes. Por questões de segurança, nenhum dos GRUMEC pode ser identificado, e seus rostos nas fotos estão distorcidos intencionalmente.
GT 701.1 no Uruguai
Na chegada ao porto de Montevidéu, o NDCC G-25 Almirante Sabóia, lÃder do grupo de navios, saudou a terra com a tradicional salva de 21 tiros protocolares, prontamente respondida pelos uruguaios. Após a faina de atracação, que envolveu diversos rebocadores e um prático, foi realizada a bordo solenidade de recepção do Embaixador do Brasil no Uruguai, Sr. Fulano de Tal, e dos adidos militares, oficiais coronéis da Força Aérea Brasileira e Exército Brasileiro, além de autoridades uruguaias lideradas pelo Comandante-em-Chefe da Armada daquele PaÃs, almirante Fulano de Tal.
No dia 23 de janeiro, o GT.701.1 suspenderá de Montevidéu e Mar Del Plata, reunindo-se em alto mar para empreender a segunda parte da Aspirantex 2017, que envolverá treinamentos e exercÃcios como Transferência de Óleo no Mar (TOM) e reabastecimento de aeronave em voo (In Flight Refueling ou IFR) e Trânsito com Oposição de Submarinos, dentre outros. O destino final do GT 701.1 será a cidade do Rio de Janeiro/Base Naval da Ilha do Mocanguê.
Por Roberto Caiafa, diretamente de Montevidéu, Uruguai, para Tecnologia & Defesa.