View allAll Photos Tagged 99B
ODC-Light Through A Strainer
I was quite surprised when I put this photo on my computer, looks like the strainer created some interesting patterns. I got this strainer some years ago from 99B, an Asian Grocery store down the street from where I lived in Albuquerque, NM.
Brazilian Air Force 008 completing a 18 hour journey flying BSB-NAT-RAI-VLC-ARN with Fábio Faria the Minister of Communications.
"POLLEN 2021"
01cb_Storchschnabel
99 images Stack
Olympus Neo S 50x
M 50:1 long edge of the picture 0,34 mm
3LED+2LED
G9
Stackshot
19.05.2021
Car: Daimler 2.5 V8.
Year of manufacture: 1964.
Date of first registration in the UK: 1st May 1964.
Place of registration: Leeds.
Date of last MOT: 6th May 2021.
Mileage at last MOT: 60,344.
Date of last V5 issued: 30th May 2018.
Date taken: 12th June 2022.
Location: Scolton Manor, Pembrokeshire, UK.
Album: Classics @ Scolton June 2022
Explored 10-03-2014. Highest position #99.
I might not be around much this week, I have a lot on this week.
Aeroporto Internacional de Campo Grande SBCG / Base Aérea de Campo Grande SBCG Campo Grande – MS
Ficha Técnica
País de origem: Brasil
Fabricante:Embraer
Tipo:Transporte executivo VIP
Motores:
2 turbinas Rolls-Royce AE 3007 A1E de 7,987 lb de empuxo cada.
Desempenho:
Vel. máx. cruzeiro: 0,8 Mach
Autonomia: 5.741 Km
Pesos:
Vazio: 16,000 Kg
Máx. decolagem: 22.500 Kg
Carga útil: 2,325 Kg
Dimensões:
Envergadura: 21,17 m
Comprimento: 26,33 m
Altura: 6,76 m
Aviônicos:- ISIS (Integrated stand-by Instruments System)
2 IRS (Inertial Reference System)
RA (Single Radio Altimeter)
2 Integrated NAV/ADF/DME
EGPWS Guidance (Enchanced Ground Proximity and Wind Shear Detection)
Weather Radar (com duplo painel de controle e detecção de turbulência)
TCAS 2000 (Traffic Collision Alert System)
CAT I e CAT II AP/FD
Duplo Stall Protection System
2 VHS e 1 UHF Communication Systems, com SECAL
Single Channel SatCom
Single Passenger Adress e Cabin Interphone System
CVR (Cockpit Voice Recorder)
FDR (Flight Data Recorder)
ELT (Emergency Locator Transmitter)
Single Central Maintence Computer
AFDAU (Auxiliary Flight Data Acquisition Unit)
Tripulação:2 pilotos + 8 passageiros
1° GRUPO DE TRANSPORTE ESPECIAL GTE
Com a construção de Brasília, foi criado em 1958 o Destacamento de Apoio para a criação da Base Aérea de Brasília, efetivamente implantada no dia 03 de dezembro de 1963. Uma das primeiras atribuições da BABR foi possibilitar a operação das aeronaves que realizavam o transporte de material necessário à construção da nova capital e também das autoridades civis e militares. Com o objetivo de realizar o transporte dessas autoridades, em 1957 foi criado o Grupo de Transporte Especial - GTE, subordinado ao Quartel-General da então III Zona Aérea, sediada no Rio de Janeiro. O GTE é formado por três esquadrões, o GTE 1, o GTE 2 e o GTE 3. No início de suas atividades, ainda no Rio de Janeiro, o GTE 1 estava equipado com os bimotores Douglas VC-47 Dakota, recebendo logo a seguir os quadrimotores Vickers VC-90 Viscount, fabricados na Inglaterra. O GTE 1 foi transferido para Brasília em 1960, porém o GTE 2, equipado com aeronaves Douglas C-47 Dakota, Beechcraft VC-45 Expediter e helicópteros Bell H-13J, permaneceu no Rio de Janeiro até 1967, quando os dois esquadrões reuniram-se em sua nova sede, a Base Aérea de Brasília. O GTE 3 foi ativado em 2005, com o objetivo de operar os helicópteros franceses Eurocopter VH-55 Fennec e VH-34 Super Puma.Atualmente, o GTE tem a missão básica de realizar o transporte aéreo do Presidente da República, Ministros de Estado, Secretários da Presidência da República e autoridades dos Poderes Legislativo e Judiciário, bem como o Alto-Comando da Aeronáutica. Também baseado no mesmo local, está o 6º ETA - Esquadrão Guará, responsável pelas missões de transporte aéreo no âmbito do VI COMAR, e que algumas vezes realiza o transporte de autoridades governamentais. Administrativamente, o GTE está subordinado à Base Aérea de Brasília, que dela recebe todo o apoio necessário ao seu funcionamento, mas operacionalmente, o GTE está subordinado ao Gabinete do Comandante da Aeronáutica (GABAER). Em coordenação com a Assessoria de Relações Públicas do GABAER (GC-2) e a Assessoria 4 do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (ASS-4), realiza as missões solicitadas pelo Palácio do Planalto. O GTE passou a operar aeronaves a jato no ano de 1968, quando recebeu dois BAC VC-92 One-eleven, para o transporte do Presidente da República. Os BAe (Hawker Siddeley) VU-93 Dominie, destinados ao transporte de Ministros e Secretários da República chegaram no mesmo ano. Os VC-92 foram desativados em 1976 e foram substituídos por dois Boeing VC-96, versões VIP do Boeing 737-200 de uso comercial, ainda operacionais. Durante o ano de 1987 chegaram os Gates VU-35A LearJet e os helicópteros Eurocopter VH-55 Fennec. Em 2005 chegou o Airbus VC-1A, versão do Airbus Corporate Jetliner, que por sua vez é uma versão VIP do Airbus A319 de uso comercial, bem como os helicópteros Eurocopter VH-34 Super Puma, anteriormente utilizados pelo Esquadrão Puma. No final de 2005, o GTE começou a operar os jatos bimotores Embraer ERJ-145 de fabricação nacional, anteriormente utilizados pela empresa aérea Rio Sul, onde eram conhecidos como ERJ-145 Jet Class. Essas aeronaves, na versões VC-99A e VC-99B, iniciaram a substituição dos VU-93 Dominie e atuam como apoio aos Boeing VC-96 nas viagens presidenciais dentro do Brasil.
Aeroporto Internacional Marechal Rondon SBCY Varzea Grande - MT
País de origem e fabricação: Brasil
Fabricante: Embraer
Tipo: Monoposto/Biposto - Aeronave Leve de Ataque, de reconhecimento armado dentro da Tarefa de Interdição; ataque e cobertura dentro da Tarefa de Apoio Aéreo Aproximado; e interceptação e destruição de aeronaves de baixo desempenho. Biposto – Controle aéreo avançado na Tarefa de Ligação e Observação; e treinamento.
Motor: Pratt & Whitney PT6A-68C 1.600 SHP (Hélice Pentapá)
Vel. máxima 320 Kt
Vel. máx. cruzeiro: 280 Kt
Raio de ataque
(Hi-Lo-Hi) com 1.500 kg de carga externa: 550 km
Alcance máximo: 4.820 km
Autonomia: 6 h
Vazio: 3.020 kg
C/ combustível: 3.850 kg
Peso máx. armamento: 1.500 kg, que podem incluir mísseis ar-ar, bombas de emprego geral, lança-granadas e incendiárias, lança-foguetes, foguetes e bombas de exercício
Máx. decolagem: 5.200 kg
Envergadura: 11,14 m
Comprimento: 11,33 m
Altura: 3,97 m
Armamento: 2 metralhadoras .50” M3P (12,7 mm) da FN Herstal, além de 04 pontos duros sob as asas e 01 sob a fuselagem
Equipamentos: Night Vision Goggles (NVG) e Forward Looking Infrared (FLIR)
Tripulação: 1 (monoposto) ou 2 (biposto)
O Esquadrão Grifo tem suas origens no Sétimo Esquadrão de Transporte Aéreo (7º ETA), o Esquadrão Cobra, sediado na Base Aérea de Manaus e criado no dia 04 de julho de 1983, com a divisão da área do I COMAR e a criação do VII COMAR, a qual está subordinado. Equipado inicialmente com os Embraer C-95B Bandeirante, o Esquadrão Cobra, através de suas 1ª e 2ª Esquadrilhas, deu origem ao 1º/3º GAv em Boa Vista e ao 2º/3º GAv em Porto Velho, respectivamente.
O Segundo Esquadrão do Terceiro Grupo de Aviação (2º/3º GAv), Esquadrão Grifo, foi ativado pela Portaria nº R-619/GM3 de 28 de setembro de 1995, na Base Aérea de Porto Velho, Rondônia. Assim como o 1º/3º GAv e a extinta 2ª ELO, até setembro de 2001 eram esquadrões da Aviação de Ataque da FAB, mas desde então eles passaram a integrar a Aviação de Caça, subordinados à Terceira Força Aérea (III FAe).
Uma de suas missões mais importantes é a vigilância e o patrulhamento aéreo da região Amazônica e da fronteira Oeste do Brasil, em conjunto com o Esquadrão Escorpião (1º/3º GAv), baseado em Boa Vista, Roraima, sendo responsáveis pela manutenção da soberania brasileira na região, como um dos braços armados do COMDABRA - Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro.
A atuação do Esquadrão Grifo é em conjunto com outras unidades da FAB, como o 2º/6º GAv - Esquadrão Guardião, sediado na Base Aérea de Anápolis e que opera as aeronaves Embraer R-99A e R-99B, equipadas com radares para alerta aéreo antecipado e de sensoriamento remoto.
O Esquadrão Grifo realiza missões de interceptação e ataque, reconhecimento armado, reconhecimento visual, ligação, observação, C-SAR, controle aéreo aproximado, operações aéreas especiais e com outros órgãos do Governo Brasileiro, como a Polícia Federal atuando no combate a vôos ilícitos, principalmente de aeronaves de traficantes e contrabandistas.
Assim como os outros esquadrões do 3º Grupo de Aviação, o Esquadrão Grifo utiliza aeronaves Embraer T-27 Tucano com sua versão de ataque ao solo A-27, anteriormente designado AT-27, mas já começou a receber os novos Embraer A-29A e A-29B Super Tucano, que vão substituir totalmente os Tucanos ao longo dos próximos anos. O seu emblema é o grifo, representado por um animal mitológico, que está pintado de forma estilizada na parte superior do estabilizador vertical das aeronaves.
Aeroporto Internacional Marechal Rondon SBCY Varzea Grande - MT
País de origem e fabricação: Brasil
Fabricante: Embraer
Tipo: Monoposto/Biposto - Aeronave Leve de Ataque, de reconhecimento armado dentro da Tarefa de Interdição; ataque e cobertura dentro da Tarefa de Apoio Aéreo Aproximado; e interceptação e destruição de aeronaves de baixo desempenho. Biposto – Controle aéreo avançado na Tarefa de Ligação e Observação; e treinamento.
Motor: Pratt & Whitney PT6A-68C 1.600 SHP (Hélice Pentapá)
Vel. máxima 320 Kt
Vel. máx. cruzeiro: 280 Kt
Raio de ataque
(Hi-Lo-Hi) com 1.500 kg de carga externa: 550 km
Alcance máximo: 4.820 km
Autonomia: 6 h
Vazio: 3.020 kg
C/ combustível: 3.850 kg
Peso máx. armamento: 1.500 kg, que podem incluir mísseis ar-ar, bombas de emprego geral, lança-granadas e incendiárias, lança-foguetes, foguetes e bombas de exercício
Máx. decolagem: 5.200 kg
Envergadura: 11,14 m
Comprimento: 11,33 m
Altura: 3,97 m
Armamento: 2 metralhadoras .50” M3P (12,7 mm) da FN Herstal, além de 04 pontos duros sob as asas e 01 sob a fuselagem
Equipamentos: Night Vision Goggles (NVG) e Forward Looking Infrared (FLIR)
Tripulação: 1 (monoposto) ou 2 (biposto)
O Esquadrão Grifo tem suas origens no Sétimo Esquadrão de Transporte Aéreo (7º ETA), o Esquadrão Cobra, sediado na Base Aérea de Manaus e criado no dia 04 de julho de 1983, com a divisão da área do I COMAR e a criação do VII COMAR, a qual está subordinado. Equipado inicialmente com os Embraer C-95B Bandeirante, o Esquadrão Cobra, através de suas 1ª e 2ª Esquadrilhas, deu origem ao 1º/3º GAv em Boa Vista e ao 2º/3º GAv em Porto Velho, respectivamente.
O Segundo Esquadrão do Terceiro Grupo de Aviação (2º/3º GAv), Esquadrão Grifo, foi ativado pela Portaria nº R-619/GM3 de 28 de setembro de 1995, na Base Aérea de Porto Velho, Rondônia. Assim como o 1º/3º GAv e a extinta 2ª ELO, até setembro de 2001 eram esquadrões da Aviação de Ataque da FAB, mas desde então eles passaram a integrar a Aviação de Caça, subordinados à Terceira Força Aérea (III FAe).
Uma de suas missões mais importantes é a vigilância e o patrulhamento aéreo da região Amazônica e da fronteira Oeste do Brasil, em conjunto com o Esquadrão Escorpião (1º/3º GAv), baseado em Boa Vista, Roraima, sendo responsáveis pela manutenção da soberania brasileira na região, como um dos braços armados do COMDABRA - Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro.
A atuação do Esquadrão Grifo é em conjunto com outras unidades da FAB, como o 2º/6º GAv - Esquadrão Guardião, sediado na Base Aérea de Anápolis e que opera as aeronaves Embraer R-99A e R-99B, equipadas com radares para alerta aéreo antecipado e de sensoriamento remoto.
O Esquadrão Grifo realiza missões de interceptação e ataque, reconhecimento armado, reconhecimento visual, ligação, observação, C-SAR, controle aéreo aproximado, operações aéreas especiais e com outros órgãos do Governo Brasileiro, como a Polícia Federal atuando no combate a vôos ilícitos, principalmente de aeronaves de traficantes e contrabandistas.
Assim como os outros esquadrões do 3º Grupo de Aviação, o Esquadrão Grifo utiliza aeronaves Embraer T-27 Tucano com sua versão de ataque ao solo A-27, anteriormente designado AT-27, mas já começou a receber os novos Embraer A-29A e A-29B Super Tucano, que vão substituir totalmente os Tucanos ao longo dos próximos anos. O seu emblema é o grifo, representado por um animal mitológico, que está pintado de forma estilizada na parte superior do estabilizador vertical das aeronaves.
VC-99B in FAB terminology. On final approach to runway 24 at Farnborough on 22nd May 2022. Arriving from Lisbon.
Source: Scan of an OS RP photograph.
Grid: SU1384.
Date: March 1953.
Copyright: OS-Crown.
Used here by very kind permission.
Repository: Local Studies at Swindon Central Library.
Embraer EMB-135BJ Legacy 600 (VC-99B) (CN 14501078) Força Aérea Brasileira - Fab: 2008 / Ex: PT-SEZ, OE-ITO(NTU) - Aeroporto de Congonhas/São Paulo (CGH/SBSP) , Brazil
Car: Daimler 2.5 V8.
Year of manufacture: 1964.
Date of first registration in the UK: 1st May 1964.
Place of registration: Leeds.
Date of last MOT: 6th May 2021.
Mileage at last MOT: 60,344.
Date of last V5 issued: 30th May 2018.
Date taken: 12th June 2022.
Location: Scolton Manor, Pembrokeshire, UK.
Album: Classics @ Scolton June 2022
An english couple was picknicking under some trees,
next to the Ouche in Lusigny Sur Ouche near Beaune,
their Morgan causally parked on the other side of the road.
Perfect sunlight, shadow, a wonderful scene,... all set up for the shot.
I only had to take it...
An hour earlier and there would have been too much light.
An hour later and it would have been all shadow.
____________________________________________
OK. Now the strange thing...
On holiday again in Bourgogne in augustus 2018, I happened to stumble upon this very car in yet another very picturesque location in Semur-en-Auxois.
Mais quelle coïncidence.
Et comme c'est bizarre.
Comme le disait Eugene Ionescu.
01) "59 Malachit" Laurion - Greece
02) Camera: Panasonic G9
03) Lens: Lomo 3,7 + Macrotubus
04) Magnification: 3.5:1 - 5 mm
05) Lens Settings: Iso 100, 1/100 sec.
06) Processing: LR, Helicon Focus, PS CC
07) Lighting: 1 Ring light + Lieberkuehn
08) Steps: MJKZZ-Mini, Horizontal-Stand - 152 pictures