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Created for Kreative People challenge No. 52

 

Swim inside the fishbowl, into the lightbox, please!

Da quando è in pensione danza...

SKYHOLM

 

1858. The United States achieved world supremacy and respect of all countries. At the first International Technical Exhibition in 1858 the flying city of Skyholm designed by the US chief engineer was presented. The city was sent to travel from continent to continent and show the rest of the world the success of the American experiment.

The flying city became a great symbol of the American ideals. However the city suddenly disappeared for the unknown reason. The greatest achievement of America disappeared completely …

No one knows how to get to Skyholm.

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This is my entry for the russian contest STEAMPUNK MACHINE which won first place.

BRICKER

 

Deeplinks : Main-First level-Second level-Steam reactor-Roof

  

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Inspired by BioShock Infinite by Irrational Games

A bit more color today, after yesterday's rather monochrome look...

..two for the show..

 

..bumped into some royalty recently.. long live the King :)

 

Elvis Presley - Blue Suede Shoes (Spankox Remix)

  

Another image from my "creative" day with forks.

 

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© 2013 Ursula Sander - All rights reserved.

Mein Schatten im herbstlichen Wald in Rotenberg / Stuttgart

 

Seen in Rotenberg / Stuttgart / Germany

 

Please view in the lightbox, press L

Fortunately, I had my camera in reach, when we saw this magnificent light on Ullapool through the windows of our Bed & Breakfast. It lasted only for a few seconds...

 

Almost no processing here

 

Info

 

Ullapool is a small town of around 1,300 inhabitants in Ross and Cromarty, Highland, Scotland. Despite its small size it is the largest settlement for many miles around and a major tourist destination of Scotland. The North Atlantic Drift passes Ullapool, bringing moderate temperatures. A few Cordyline australis or New Zealand cabbage trees are grown in the town and are often mistaken for palms.

Created for Sliders Sunday

  

View in the lightbox, please

and reading a book in comfortable and warm atmosphere, is a wonderful pastime. Sometimes to have sweet dreams about later ;-).

 

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© 2013 Ursula Sander - All rights reserved

    

Better view...

 

♫...

 

Music choice: Sweet Anaya.:*

 

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Thank you ALL my friends for faves,comments,notes & lovely support.:))

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DevianART: Link

Copyrighted work: Link

Isola di Filicudi - Eolie

  

...

Povera patria! Schiacciata dagli abusi del potere

di gente infame, che non sa cos'è il pudore,

si credono potenti e gli va bene

quello che fanno e tutto gli appartiene.

Tra i governanti, quanti perfetti e inutili buffoni!

...

...

 

Si può sperare che il mondo torni a quote più normali

che possa contemplare il cielo e i fiori,

che non si parli più di dittature

se avremo ancora un po' da vivere...

...la primavera intanto tarda ad arrivare.

 

Povera Patria - Franco Battiato

 

youtu.be/edK15bO6844

 

[view on black]

Este Castelo é o último a ser retratado nesta serie, uma serie dedicada em exclusivo a estes dinossauros da arquitetura militar, os sobreviventes de um tempo longínquo, a idade média. Apesar de distante, foi este mesmo Castelo que fez renascer em mim uma vontade de demanda, fez-me sentir uma necessidade de ir mais fundo na história destas pedras centenárias que tanto me fascinam e sempre quis compreender de uma maneira mais profunda, da busca do conhecimento que a maioria das vezes eu próprio tenho dificuldades em entender, apesar de me conhecer como alguém capaz de controlar as emoções de uma forma racional, esta vontade de procurar o conhecimento é algo que me escapa, a mim, e há minha compreensão. Por vezes sinto que este Castelo sempre fez parte da minha vida, no entanto só na minha meia-idade é que tive a oportunidade de o conhecer fisicamente, o que para mim, foi uma experiência extraordinária, tentei abarcar tudo que me foi possível, para de uma forma resumida o poder descrever aos que estiverem interessados na sua história, então cá vai…

 

O Castelo de Carcassonne visto desta margem do rio, parece surgido de um conto de fadas, mas na realidade, e depois de analisada a sua historia, verifica-se que estas muralhas escondem uma das mais terríveis memórias da Idade Media. Memórias essas que deram origem a variados romances históricos, uns com mais veracidade que outros. Se ainda não leu o romance (O Labirinto Perdido de Kate Mosse), deve fazê-lo pois é adorável e retrata fielmente um período da história destas muralhas como poucos, este livro está tão bem documentado que começa a aparecer nesta cidade como sendo o seu maior cartão-de-visita. Esta história passa-se na região conhecida como Midi-Pirineus.

 

Carcassonne é a mais bem preservada cidadela medieval de toda a Europa. Construída no alto de uma colina, no sul da França, perto de Toulouse e dos Pirenéus, foi no passado a principal fortaleza militar da região. Do alto das suas impressionantes muralhas, que eram protegidas por mais de 1200 guerreiros, podia-se controlar uma importante via comercial que ligava a Península Ibérica com o resto do continente. Por causa de sua posição fronteiriça e estratégica, Carcassonne foi palco das mais ferozes e terríveis batalhas desse tempo. A primeira visão do centro histórico, cuja construção foi iniciada há cerca de mil anos, é inesquecível.

 

A impressão que dá é que viajamos no tempo, para uma época de Reis, cavaleiros, princesas e batalhas medievais. A fortaleza é protegida por 52 torres e duas muralhas uma interna e outra externa. A entrada principal, baptizada de Porta Narbonnaise, é guardada por uma ponte levadiça. Nos áureos tempos medievais, cerca de 50 homens ficavam de guarda para impedir a entrada dos inimigos. Carcassonne, na verdade, são duas cidades. A Cidadela, que permaneceu intacta e protegida dentro das muralhas, e a Bastide Saint-Louis ou Cidade Baixa, que cresceu ao redor do centro medieval. À noite, esta cidade transforma-se. Com menos de 400 moradores e apenas dois hotéis, as suas ruas ficam desertas e silenciosas, a melhor altura para sentir o palpitar das muralhas, das ruas e também recuar 800 anos para sentir a vida de uma população que de uma forma melhor ou pior, viveu sem dúvida de uma maneira bem diferente da nossa. Uma das maiores atracões da cidade, é o Castelo Comtal, uma pérola da arquitectura medieval. Construído no século XII por um nobre chamado Bernard Trencavel que é mencionado no romance acima citado, esta foi, durante anos, a morada dos senhores feudais que mandavam na região. O castelo é formado por duas alas, com um pátio no meio delas. Durante uma visita guiada, é possível conhecer as suas torres e boa parte do seu interior mais reservado. O Museu Arqueológico, tem no seu acervo ânforas romanas, sarcófagos e lápides Cátaras. (Os Cátaros faziam parte de uma corrente do cristianismo que pregava a não-violência e foram muito perseguidos pela Inquisição e dizimados pelo Papa Inocêncio III, o rei da França e os barões do norte, mas o melhor será ler o livro acima citado.)

 

Para entender um pouco mais da história do lugar, vale a pena conhecer também o Museu da Inquisição, que expõe instrumentos de arrepiar. Esse triste período da história ocidental teve início no século XII e ganhou força quando o papa Inocêncio III autorizou o uso da tortura para obter a confissão dos heréticos. Verdadeiras atrocidades eram cometidas em nome da fé e, neste museu, podem ser vistos vários instrumentos como a cadeira de cravos, uma espécie de trono cheio de pregos onde o acusado era amarrado com cintos de ferro; e o berço de Judas, um triângulo de madeira com uma base de 30 centímetros e vértice de 60 usado para martirizar os hereges. Carcassonne é também um importante centro culinário. A cidade está cheia de bares, cafés e charmosos restaurantes, que lembram antigas tabernas medievais e tem o seu centro gastronómico no centro da praça. Escolha uma mesa ao ar livre e experimente um (cassoulet,) o mais famoso prato da região. Para acompanhar, saboreie um dos bons vinhos do lugar, como Corbieres, Minervois e Malepère. Uma refeição digna de Reis e rainhas medievais.

 

A primeira impressão que se tem em Carcassonne é a de um castelo encantado, que alguma fada terá feito nascer no cimo da colina com um toque da sua varinha mágica. Uma vez dentro das muralhas, descobre-se uma verdadeira relíquia da Idade Média, justamente procurada por milhões de turistas todos os anos. Hoje, Carcassonne é, depois da Torre Eiffel e do Monte Saint-Michel, os quais já tivemos o privilégio de visitar, o local mais visitado de França. As suas calçadas de pedra são percorridas, não por cavaleiros medievais, mas por turistas de todas as nacionalidades, armados de vídeos e máquinas fotográficas.

 

A basílica de Saint-Nazaire, construída nessa altura, atrai visitantes de todos os credos para o seu recinto escuro, que convida ao recolhimento, iluminada por magníficos vitrais. O encontro do românico com o gótico dá-se aqui de uma forma harmoniosa, justificando o nome de: ( jóia da fortaleza,) com que os folhetos turísticos a distinguem. O seu órgão é um dos mais importantes e antigos do sul de França, e de Junho a Setembro há concertos diários – Les Estivales d'Orgue - que enchem a cidadela de sonoridades quentes e arcaicas. Pelas suas praças, onde ainda resistem alguns poços de pedra que abasteciam de água a população, distribuem-se agora esplanadas muito concorridas, com espectáculos diários de música ao vivo, bem distinta da dos trovadores Ramon de Miraval ou Peire Vidal, que aqui viveram durante algum tempo. Raymond-Roger Trencavel, visconde de Albi e último senhor da fortaleza, certamente não reconheceria a sua cidade. É certo que qualquer loja de souvenirs vende conjuntos de capacete e espada, e mesmo armaduras completas. Também é fácil encontrar relógios de sol e saquinhos de pano com ervas cheirosas, das que perfumavam as roupas das damas da época. Mas a animação é sempre pacífica, e a magnífica iluminação nocturna não dá paz aos fantasmas, impedindo o seu devaneio nocturno e doloroso quais almas penadas; durante os meses de Verão, Carcassonne é uma cidade profusamente habitada e muito viva. Para reconstituir ainda melhor o ambiente medieval, em Agosto organizam-se torneios de cavalaria e falcoaria, com participantes vestidos a rigor, como no tempo dos cruzados. As velhas pedras da cidade não devem apreciar particularmente a lembrança, uma vez que foram estes que, em 1209, ditaram o seu fim: o visconde de Trencavel teve a ousadia de oferecer abrigo e protecção aos Cátaros, dissidentes de um catolicismo que se afundava na decadência moral. O seu pecado era defenderem a pureza dos costumes cristãos e não respeitarem a hierarquia eclesiástica.

 

Carcassonne foi das primeiras cidades a sofrer o embate da guerra santa declarada pelo Papa Inocêncio III. Cercada, perdeu o acesso crucial ao rio Aude e, numa manobra pouco “cavaleiresca”, o visconde de Trencavel foi feito prisioneiro ao sair do castelo para negociar. A partir daí, começou o declínio. Simão de Montfort, o comandante da cruzada, administrou a cidade até à sua morte, mas o seu filho foi incapaz de manter o território conquistado, e entregou-o à autoridade directa do rei. Quando o filho do visconde de Trencavel tentou reaver as terras do pai, Luís VIII deu ordens para arrasar a fortaleza e exilar os seus habitantes; só sete anos mais tarde conseguiram obter autorização real para se instalarem de novo na zona, mas do outro lado do rio. O turismo anuncia Carcassonne como( lá ville aux deux cités, a cidade das duas cidadelas ) a antiga fortaleza, no cimo da colina, e o novo burgo que nasceu no século XIII, aos pés da primeira, na margem esquerda do rio Aude. Desde sempre as duas zonas tiveram existências distintas, com toda a actividade comercial e social a desenrolar-se em baixo, enquanto a cidade-alta abrigava uma guarnição de mais de mil soldados. A tendência manteve-se até hoje. Só cerca de cento e vinte, dos seus quarenta e cinco mil habitantes permanentes, habitam a cidade antiga. Mas apesar da actividade evidente nas suas ruas e praças arborizadas, que substituíram as muralhas e estão agora semeadas de cafezinhos acolhedores, a atracção será sempre a “cité”,marco milenar da história da região do Languedoc.

 

Para além das comodidades e serviços turísticos de que dispõe, a Bastide Saint-Louis, como é conhecida a cidade-baixa, serve apenas para compor a magnífica vista que nos oferecem as torres altas da fortaleza - e do cimo desta sentinela de pedra, não se consegue evitar a sensação de fragilidade que vem do casario baixo e pálido da Bastide. Nada é regular ou simétrico nesta obra-prima da arquitectura militar, o que se explica pela longa história de reconstruções, modificações e acrescentos, que já dura há séculos e ainda não acabou. Mesmo depois da expulsão dos seus habitantes, a fortaleza foi modificada e aperfeiçoada, de modo a tornar-se um eficaz posto militar avançado. Ao mesmo tempo que se reforçou o sistema defensivo com a construção de uma segunda muralha exterior, também a austera Catedral de Saint-Nazaire foi aumentada e melhorada. O castelo do conde foi rodeado por um fosso, transformando-se numa fortaleza dentro da fortaleza. São cerca de três quilómetros de fortificações, por onde se distribuem cinquenta e duas torres para todos os gostos: há torres quadradas e redondas, de envergadura e tamanho diferentes; umas têm seteiras, outras janelas e algumas são, aparentemente, fechadas. Toda a cidade parece estar cheia de armadilhas: cotovelos estreitos para que só passe um inimigo de cada vez, degraus gigantescos, fossos dissimulados, enfim, todo o mostruário do engenho militar que foi sendo aperfeiçoado desde os romanos, destinado a guerras de cerco, tão comuns nos tempos medievais. Só a mudança das técnicas de guerra, nomeadamente a utilização generalizada da artilharia e a pólvora, nos séculos XV e XVI, a tornou definitivamente obsoleta.

 

Apesar de tudo, é impressionante o seu aspecto exterior de castelo, ao mesmo tempo irreal e inexpugnável. Contorná-la por entre as suas duas muralhas, espreitando pelas janelas e varandins para a paisagem verde de vinhas e campos cultivados, é um convite para uma viagem no tempo, que continua quando atravessamos a ponte levadiça. As ruas estreitas de pedra cinzenta, sombrias no Verão e protegidas dos ventos frios no Inverno, transformam-se num labirinto, e nunca sabemos se terminam nas muralhas, na basílica ou na praça principal. Pouco importa. Os passos ecoam de longe, e a cada esquina esperamos ver aparecer alguém vestido de cota de malha e elmo reluzente. As carroças que conduzem os turistas em visitas guiadas reforçam a esperança, com o ruído dos cascos e o soprar dos cavalos a ressoarem nas paredes de pedra. Para continuar o recuo no tempo, é possível visitar o castelo do visconde, que dá acesso exclusivo a certas partes da muralha. E para terminar a viagem, nada melhor que uma visita ao Museu Medieval e ao da Inquisição, que nos proporcionam pormenores nem sempre agradáveis da história da cidade. Outro museu ao gosto da época é o da Tortura, que exibe sádicos e requintados instrumentos, concebidos em noites de insónia, destinados a punir sabe-se lá que crimes medievais...

 

Dizem os seus apreciadores mais sinceros que a cidade não deve ser visitada no Verão: há demasiada agitação e pouca privacidade para percorrer a velha Carcassonne, e a viagem no tempo, que deve ser feita na solidão, é constantemente interrompida por grupos de turistas ruidosos.

 

(Nós já a visitamos varias vezes no Verão mas de certa forma não deixo de estar de acordo com tais afirmações pois parecem-me de facto credíveis, visitar esta cidade em época baixa deve ser bem diferente, se um dia tivermos possibilidades é isso que faremos.)

 

O destino de Carcassonne está traçado: será para sempre uma obra de arte inegável, e uma das maiores atracções turísticas do país e da Europa. A reconstrução fixou-a para sempre na Idade Média como quem tira uma fotografia, apesar de a cidade ter atravessado muitas outras épocas. E é, talvez, esta operação de congelamento temporal que lhe empresta toda a magia de cenário perfeito, que nos faz mergulhar profundamente num passado distante, belo mágico e por vezes também aterrador…

 

A Lenda da dama de Carcas

 

Não há castelo encantado que se preze que não tenha as suas lendas. Carcassonne justifica o seu nome com a história da dama de Carcas: quando Carlos Magno cercou a cidadela desta dama sarracena, achando-se desprovida de soldados, Carcas distribuiu pelas torres e muralhas bonecos feitos de palha, armados para combate. O estratagema resultou, e Carlos Magno levantou o cerco, desanimado com inimigo tão numeroso. Terá dito então a dama: “Sire, Carcas te sonne.” (“Senhor, Carcas vence-te”, em tradução livre). Daí o nome da cidade, que a lenda assegura ter-se tornado cristã, dando a dama origem à primeira linhagem de condes de Carcassonne. A verdade, porém, é que os romanos já tinham uma fortificação na zona a que chamavam Carcasso, e os sarracenos, que se sucederam aos visigodos e não ficaram por aqui muito tempo, chamavam-lhe Carchachouna. A cidade-fortaleza foi palco de combates, cercos, destruições maciças e, por fim, expulsão dos seus habitantes, que resultou na ruína do que ainda estava de pé. Lendária mesmo parece ser a sua reconstrução no século XIX, pelo arquiteto Viollet-le-Duc, o mesmo que restaurou os santuários de Notre-Dame de Paris e Sainte-Madeleine de Vézelay.

 

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Mexico has designated 83 towns and villages as Pueblos Magicos (Magical Towns) throughout the country. To achieve such a designation a town must demonstrate natural beauty, historical significance and cultural diversity.

 

70 km east of the beautiful colonial town of Merida in the Mexican state of Yucatan, is the enchanting “Magical Town” of Izamal, nicknamed La Ciudad Amarilla (the Yellow City) for the glowing yellow paint that covers the colonial buildings. Izamal is a beautiful place to experience the diversity of three cultures: Maya, Mexican and Spanish.

 

In the middle of the town plaza is the brightly colored Franciscan convent of San Antonio de Padua which contrast well against the Yucatan’s blue skies. The convent was built in the 16th century on the remains of a Mayan pyramid and if you look closely you can see the Mayan stones integrated into the stonework of the monastery’s arcade walkways. I framed the monastery’s main church, the Santuario de la Virgen de Izamal, with the arcades of the enormous courtyard.

 

Buenas tardes my Flickr amigos!

 

Happy Travels!

 

Text and photo copyright by ©Sam Antonio Photography

 

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Marchand de panamas au Salon de l'Agriculture à Paris

I've spent a saturday night alone with my stars, and the beloved clouds to add up for beauty and the great mountains of my land to inspire awe

 

By the way, I've tested my new Samyang 14mm f/2.8... great lens!

 

Tornando ai meravigliosi cieli stellati

Ho passato un sabato sera al cospetto delle mie stelle, e le amate nuvole ad aggiungere un tocco di bellezza...e le grandiose montagne con il loro maestoso aspetto.. un'emozione.

 

A proposito, ho provato sul campo il nuovo Samyang 14mm f/2.8... spettacolare!

A blending of layers from my overcast grey drive today. The only color is from the "difference" filter.

It is lovely to see the season change, bringing these pretty spring flowers with it.

 

"The trick is to enjoy life. Don't wish away your days, waiting for better ones ahead."

.:: Marjorie Pay Hinckley ::.

 

Textures with thanks to Kim Klassen

 

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Copyright © Kia & Zeno. All rights reserved.

No usage allowed in any form without our written explicit permission.

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I was walking in an old street in Shanghai with my camera taking in all the sights, smells and noises of the crowded narrow lanes when an unusual sight drew me in. I looked inside a smoky large room packed with rickety tables, chairs, tea pots, and men in hats, so many men in hats. I walked in and after I stopped being looked at as the stranger in the village, I began to be approached by the curious of the gathered men. Each wanted to tell me stories, because this is what we humans do, we carry our his-story with us, in our minds, our hearts, etched on our faces and we long to tell them and to pass them on before we leave, so that parts of us can stay behind and make an indelible mark. I listened and tried my best to comprehend, but the best story this man can tell is written all over his face and I present it to you here in this frozen moment...

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One of my friend wanted to go to Treasure Island in San Francisco to see this place and cityscape view. I also went there and found this amazing sunset unfolding in front of my eyes. I captured few shots and created this. Hope you enjoy this view as well.

 

Tech: Canon 5D mark III, EF 24-105 @75mm, @F16, ISO-50, 7 shot HDR in photomatix, digital blending and final touches in CS6.

Para - flawuer ...espero que te guste la composición......muchisimas gracias por ¡¡¡¡TODO ¡¡¡¡ La bombilla es una monada con la mariquita dentro ....Un besito muy grande ¡¡¡

   

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Muchas gracias por vuestras visitas y comentarios

Un montón de besos ¡¡

Thank you for your visits and comments

Kissess

         

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Mi Blog - Mi caja de sueños

 

Texturas SkeletallMess . Thanks ¡¡¡¡

Taken in and around Trentham Gardens at night.

 

Lit using two off camera flashes and gels.

 

If you like this shot, please favorite or leave me a comment!

 

VER EN GRANDE.

 

Talking Heads - Thank You for Sending me an Angel

 

Parque Nacional Huerquehue

Región de la Araucanía, Chile central.

Meg and I were having a break from our time out shooting when we noticed Laura walk by us on the busy street. With her fabulous style both Meg and I said the same thing, "She'd make a great stranger!" So I left Meg to finish her beer and went to see if I could catch Laura. Thankfully I did, and Laura was most gracious to accommodate my request. I liked the look of this disused store front, with it's reflections, and decided to try to as a backdrop. Laura was a delight to meet, wishing me all the best in my project.

 

Thank you Laura for being a part of my 100 Strangers Project. You can find out more about the project and see pictures taken by other photographers at the 100 Strangers Flickr Group page

This photo was Flickr Explored on Feb. 23, 2013 www.flickr.com/explore/2013/02/23

 

The following viewing options were suggested by our viewers !!!

 

The 3-dimensional effect of the roof frame can be seen if you stare at it in black background by pressing L

Or

if you can somehow turn your monitor upside down, you can imagine inside a wooden canoe looking out to the ocean horizon.

 

Thanks to you all and enjoy.

 

Press "F" to favorite it.

Press 'C' to Comment

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Copyright 2013 © Simon__X. All my images are protected under international authors copyright laws and may not be downloaded, reproduced, copied, transmitted or manipulated without my written explicit permission. All rights reserved - Copyright 2013 © Simon__X

Once again I had a creative day and played with forks, light and colored paper.

 

Much better in Large On Black

  

© 2013 Ursula Sander - All rights reserved.

 

- Thanks for all visits and comments

Admissions House

Acquired by W&J in 1984, this three-story Victorian mansion was built in 1894 as the residence of Mr. and Mrs. Andrew Happer and has long been intertwined with the College by virtue of its location and association. Andrew Happer enrolled in Washington College in 1859. His studies were interrupted by the Civil War, however, and he never received a degree from the College which now owns his home.

 

In 1936, the Piatt family purchased the house and converted it into a funeral home. They remodeled the building extensively in 1950, enclosing several sun porches, while retaining all the charm and detail that make the home an architectural gem. The exterior of Missouri sandstone and frame features ornate trimmings and stained glass windows typical of the high-Victorian style of architecture. The interior woodwork was converted in St. Louis, Missouri, and transported to Washington by railcar. The original parquet floors, massive carved staircase and brass trimmings are still intact and contribute to the showplace qualities of the home

hcap.artstor.org/cgi-bin/library?a=d&d=p1911

© all rights reserved by B℮n

 

Please take your time... to View it large on black

 

The morning 10th of Februari I woke up to see Amsterdam covered in a coat of fresh snow. The snow fell in sudden flurries and gusts and turned the world white and wonderful. With the canals in the city and occasional high winds, there can be a nip in the air, but packing gloves and a scarf should keep you warm enough. There is something very beautiful about Amsterdam in the winter. It does occasionally snow in Amsterdam in February, but that almost always means just a light dusting. I walk in my neighbourhood and made some photos of the snow. When it snows the light and atmosphere is really beautiful. The steep bridges over the canals in Amsterdam are really slippery, especially for cars. The best way to travel in the snow is by bicycle, tram, walking or better by sleds. Who knows times of Hendrick Avercamp are coming back this year. Avercamp was the first Dutch artist to specialize in paintings of winter landscapes featuring people enjoying the ice. Some 400 years on, our image of life in the harsh winters of the Golden Age is still dominated by Avercamp’s ice scenes with their splendid narrative details of couples skating, children pelting each other with snowballs and unwary individuals falling through the ice.

 

After the snow blizzard of last night in Amsterdam the weather cleared up dramatically and we were treated to bright blue skies and lot of sunshine. This morning I walk in my neighbourhood and made some beautiful photos of the snow. The virgin white carpet of snow is crunching under my shoes. I began to remember why I love the winters so much. Besides the inconvenience causes by the snow there is also fun for children here in the Jordaan. Snowballs, snowmen or sledding. All fun activities that children and even adults above do in this beautiful snowy world. Reliving childhood memories when snowball rolling.

 

10 februari werd ik wakker en zag Amsterdam bedekt met een laagje verse sneeuw. De sneeuw die vannacht viel bedekte de wereld om ons heen wit en prachtig. Ik heb mijn camera gepakt en op pad gegaan in m'n buurtje. Ik geniet van het geluid van knarsende sneeuw onder mijn schoenen en het prachtige gezicht op de Amsterdamse grachtenpanden. Het is min één graden en de grijze sneeuw wolken trekken weg. Mijn handschoenen en m'n sjaal houden mij warm genoeg. Er is iets heel moois over Amsterdam in de winter. De Jordaan is bedolven onder dik pak sneeuw zoals hierboven op de Leliegracht. Het beste advies is dan maar om lekker binnen te blijven en de kachel iets hoger te zetten. Of natuurlijk even naar buiten te gaan om wat mooie plaatjes te schieten. Naast de overlast zorgt de sneeuw ook voor veel plezier bij kinderen hier in de Amsterdamse Jordaan. Sneeuwballen gevecht, sneeuwpoppen maken of sleetje rijden. Allemaal leuke activiteiten die kinderen en zelfs volwassenen zoals hierboven doen in deze mooie besneeuwde wereld. Wie even wegdenkt kan zich vandaag in Hendrick Avercamps wereld wanen. Als eerste Amsterdamse kunstenaar uit de 17de eeuw specialiseerde hij zich in het schilderen van winterlandschappen met ijspret. Ons beeld van het leven in de strenge winters in de Gouden Eeuw wordt na 400 jaar nog altijd bepaald door Avercamps ijsgezichten met prachtige verhalende details van schaatsende paartjes, kinderen die elkaar bekogelen met sneeuwballen of een man die door het ijs zakt.

   

Geología en movimiento reciente o geología viva, a diferencia de otros sitios donde se habla de miles y millones de años, acá se trata de fenómenos casi nuevos, de un poco más de un siglo y otros que apenas tienen unas décadas.

Se estima que la Lengua de Vulcano o Ponom hizo erupción cerca de 1840, pero la zona es tan aislada que nadie lo vio. La lava bajó desde el cráter en dos lenguas, una por el valle del río San Pedro (Lontué) en sentido noroeste y otra hacia el noreste. La segunda de estas lenguas de lava produjo la formación de las lagunas de Mondaca. Los campos de arenillas casi blancas que se ven por todos lados (que pueden parecer nieve), corresponden a las cenizas de las erupciones del Quizapú (una de las más grandes de la historia) y del Descabezado Grande, ambas del año 1932.

 

(VER EN GRANDE)

 

La foto está tomada a unos 2300 mts. de altura, bajando desde el paso de Las Ánimas.

 

Genesis: Dance on a volcano - Los Endos

 

Región del Maule, Chile central

Created for Sliders Sunday

 

Please take a sunbath in the lightbox ;D

Warren is a city in Warren County, Pennsylvania, United States, located along the Allegheny River. The population was 9,710 at the 2010 census. It is the county seat of Warren County.[1] It is home to the headquarters of the Allegheny National Forest and the Cornplanter State Forest. It is also the headquarters for the Chief Cornplanter Council, the oldest continuously chartered Boy Scouts of America Council, and the catalog company Blair. Warren is the principle city of the Warren, PA Micropolitan Statistical Area.

David Beaty discovered oil in Warren in 1875 while drilling for natural gas in his wife's flower garden. Oil came to dominate the city's economy. Many of the town's large Victorian homes were built with revenue generated by the local oil and timber industries.

© 2013 Thousand Word Images by Dustin Abbott

 

This fifth example from the series focuses in some of the finer details on winter's beauty. Little details like frosting on trees, like the countours in the snow where the movement of the wind through the little tree has made unique patterns in the snow. The hint of morning mist, turned pink by the rising sun, while the shadows are still blue in the early dawn light. Little details of beauty - more winter's splendor!

 

Technical info: Canon EOS 6D, Canon EF 17-40 f/4L, Processed in Adobe Lightroom 4

 

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