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Ipê Amarelo, Tabebuia [chrysotricha or ochracea].
Ipê-amarelo em Brasília, Brasil.
This tree is in Brasília, Capital of Brazil.
Text, in english, from Wikipedia, the free encyclopedia
"Trumpet tree" redirects here. This term is occasionally used for the Shield-leaved Pumpwood (Cecropia peltata).
Tabebuia
Flowering Araguaney or ipê-amarelo (Tabebuia chrysantha) in central Brazil
Scientific classification
Kingdom: Plantae
(unranked): Angiosperms
(unranked): Eudicots
(unranked): Asterids
Order: Lamiales
Family: Bignoniaceae
Tribe: Tecomeae
Genus: Tabebuia
Gomez
Species
Nearly 100.
Tabebuia is a neotropical genus of about 100 species in the tribe Tecomeae of the family Bignoniaceae. The species range from northern Mexico and the Antilles south to northern Argentina and central Venezuela, including the Caribbean islands of Hispaniola (Dominican Republic and Haiti) and Cuba. Well-known common names include Ipê, Poui, trumpet trees and pau d'arco.
They are large shrubs and trees growing to 5 to 50 m (16 to 160 ft.) tall depending on the species; many species are dry-season deciduous but some are evergreen. The leaves are opposite pairs, complex or palmately compound with 3–7 leaflets.
Tabebuia is a notable flowering tree. The flowers are 3 to 11 cm (1 to 4 in.) wide and are produced in dense clusters. They present a cupular calyx campanulate to tubular, truncate, bilabiate or 5-lobed. Corolla colors vary between species ranging from white, light pink, yellow, lavender, magenta, or red. The outside texture of the flower tube is either glabrous or pubescentThe fruit is a dehiscent pod, 10 to 50 cm (4 to 20 in.) long, containing numerous—in some species winged—seeds. These pods often remain on the tree through dry season until the beginning of the rainy.
Species in this genus are important as timber trees. The wood is used for furniture, decking, and other outdoor uses. It is increasingly popular as a decking material due to its insect resistance and durability. By 2007, FSC-certified ipê wood had become readily available on the market, although certificates are occasionally forged.
Tabebuia is widely used as ornamental tree in the tropics in landscaping gardens, public squares, and boulevards due to its impressive and colorful flowering. Many flowers appear on still leafless stems at the end of the dry season, making the floral display more conspicuous. They are useful as honey plants for bees, and are popular with certain hummingbirds. Naturalist Madhaviah Krishnan on the other hand once famously took offense at ipé grown in India, where it is not native.
Lapacho teaThe bark of several species has medical properties. The bark is dried, shredded, and then boiled making a bitter or sour-tasting brownish-colored tea. Tea from the inner bark of Pink Ipê (T. impetiginosa) is known as Lapacho or Taheebo. Its main active principles are lapachol, quercetin, and other flavonoids. It is also available in pill form. The herbal remedy is typically used during flu and cold season and for easing smoker's cough. It apparently works as expectorant, by promoting the lungs to cough up and free deeply embedded mucus and contaminants. However, lapachol is rather toxic and therefore a more topical use e.g. as antibiotic or pesticide may be advisable. Other species with significant folk medical use are T. alba and Yellow Lapacho (T. serratifolia)
Tabebuia heteropoda, T. incana, and other species are occasionally used as an additive to the entheogenic drink Ayahuasca.
Mycosphaerella tabebuiae, a plant pathogenic sac fungus, was first discovered on an ipê tree.
Tabebuia alba
Tabebuia anafensis
Tabebuia arimaoensis
Tabebuia aurea – Caribbean Trumpet Tree
Tabebuia bilbergii
Tabebuia bibracteolata
Tabebuia cassinoides
Tabebuia chrysantha – Araguaney, Yellow Ipê, tajibo (Bolivia), ipê-amarelo (Brazil), cañaguate (N Colombia)
Tabebuia chrysotricha – Golden Trumpet Tree
Tabebuia donnell-smithii Rose – Gold Tree, "Prima Vera", Cortez blanco (El Salvador), San Juan (Honduras), palo blanco (Guatemala),duranga (Mexico)
A native of Mexico and Central Americas, considered one of the most colorful of all Central American trees. The leaves are deciduous. Masses of golden-yellow flowers cover the crown after the leaves are shed.
Tabebuia dubia
Tabebuia ecuadorensis
Tabebuia elongata
Tabebuia furfuracea
Tabebuia geminiflora Rizz. & Mattos
Tabebuia guayacan (Seem.) Hemsl.
Tabebuia haemantha
Tabebuia heptaphylla (Vell.) Toledo – tajy
Tabebuia heterophylla – roble prieto
Tabebuia heteropoda
Tabebuia hypoleuca
Tabebuia impetiginosa – Pink Ipê, Pink Lapacho, ipê-cavatã, ipê-comum, ipê-reto, ipê-rosa, ipê-roxo-damata, pau d'arco-roxo, peúva, piúva (Brazil), lapacho negro (Spanish); not "brazilwood"
Tabebuia incana
Tabebuia jackiana
Tabebuia lapacho – lapacho amarillo
Tabebuia orinocensis A.H. Gentry[verification needed]
Tabebuia ochracea
Tabebuia oligolepis
Tabebuia pallida – Cuban Pink Trumpet Tree
Tabebuia platyantha
Tabebuia polymorpha
Tabebuia rosea (Bertol.) DC.[verification needed] (= T. pentaphylla (L.) Hemsley) – Pink Poui, Pink Tecoma, apama, apamate, matilisguate
A popular street tree in tropical cities because of its multi-annular masses of light pink to purple flowers and modest size. The roots are not especially destructive for roads and sidewalks. It is the national tree of El Salvador and the state tree of Cojedes, Venezuela
Tabebuia roseo-alba – White Ipê, ipê-branco (Brazil), lapacho blanco
Tabebuia serratifolia – Yellow Lapacho, Yellow Poui, ipê-roxo (Brazil)
Tabebuia shaferi
Tabebuia striata
Tabebuia subtilis Sprague & Sandwith
Tabebuia umbellata
Tabebuia vellosoi Toledo
Ipê-do-cerrado
Texto, em português, da Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ipê-do-cerrado
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Subclasse: Asteridae
Ordem: Lamiales
Família: Bignoniaceae
Género: Tabebuia
Espécie: T. ochracea
Nome binomial
Tabebuia ochracea
(Cham.) Standl. 1832
Sinónimos
Bignonia tomentosa Pav. ex DC.
Handroanthus ochraceus (Cham.) Mattos
Tabebuia chrysantha (Jacq.) G. Nicholson
Tabebuia hypodictyon A. DC.) Standl.
Tabebuia neochrysantha A.H. Gentry
Tabebuia ochracea subsp. heteropoda (A. DC.) A.H. Gentry
Tabebuia ochracea subsp. neochrysantha (A.H. Gentry) A.H. Gentry
Tecoma campinae Kraenzl.
ecoma grandiceps Kraenzl.
Tecoma hassleri Sprague
Tecoma hemmendorffiana Kraenzl.
Tecoma heteropoda A. DC.
Tecoma hypodictyon A. DC.
Tecoma ochracea Cham.
Ipê-do-cerrado é um dos nomes populares da Tabebuia ochracea (Cham.) Standl. 1832, nativa do cerrado brasileiro, no estados de Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.
Está na lista de espécies ameaçadas do estado de São Paulo, onde é encontrda também no domínio da Mata Atlântica[1].
Ocorre também na Argentina, Paraguai, Bolívia, Equador, Peru, Venezuela, Guiana, El Salvador, Guatemala e Panamá[2].
Há uma espécie homônima descrita por A.H. Gentry em 1992.
Outros nomes populares: ipê-amarelo, ipê-cascudo, ipê-do-campo, ipê-pardo, pau-d'arco-do-campo, piúva, tarumã.
Características
Altura de 6 a 14 m. Tronco tortuso com até 50 cm de diâmetro. Folhas pilosas em ambas as faces, mais na inferior, que é mais clara.
Planta decídua, heliófita, xerófita, nativa do cerrado em solos bem drenados.
Floresce de julho a setembro. Os frutos amadurecem de setembro a outubro.
FloresProduz grande quantidade de sementes leves, aladas com pequenas reservas, e que perdem a viabilidade em menos de 90 dias após coleta. A sua conservação vem sendo estudada em termos de determinação da condição ideal de armazenamento, e tem demonstrado a importância de se conhecer o comportamento da espécie quando armazenada com diferentes teores de umidade inicial, e a umidade de equilíbrio crítica para a espécie (KANO; MÁRQUEZ & KAGEYAMA, 1978). As levíssimas sementes aladas da espécie não necessitam de quebra de dormência. Podem apenas ser expostas ao sol por cerca de 6 horas e semeadas diretamente nos saquinhos. A germinação ocorre após 30 dias e de 80%. As sementes são ortodoxas e há aproximadamente 72 000 sementes em cada quilo.
O desenvolvimento da planta é rápido.
Como outros ipês, a madeira é usada em tacos, assoalhos, e em dormentes e postes. Presta-se também para peças torneadas e instrumento musicais.
Tabebuia alba (Ipê-Amarelo)
Texto, em português, produzido pela Acadêmica Giovana Beatriz Theodoro Marto
Supervisão e orientação do Prof. Luiz Ernesto George Barrichelo e do Eng. Paulo Henrique Müller
Atualizado em 10/07/2006
O ipê amarelo é a árvore brasileira mais conhecida, a mais cultivada e, sem dúvida nenhuma, a mais bela. É na verdade um complexo de nove ou dez espécies com características mais ou menos semelhantes, com flores brancas, amarelas ou roxas. Não há região do país onde não exista pelo menos uma espécie dele, porém a existência do ipê em habitat natural nos dias atuais é rara entre a maioria das espécies (LORENZI,2000).
A espécie Tabebuia alba, nativa do Brasil, é uma das espécies do gênero Tabebuia que possui “Ipê Amarelo” como nome popular. O nome alba provém de albus (branco em latim) e é devido ao tomento branco dos ramos e folhas novas.
As árvores desta espécie proporcionam um belo espetáculo com sua bela floração na arborização de ruas em algumas cidades brasileiras. São lindas árvores que embelezam e promovem um colorido no final do inverno. Existe uma crença popular de que quando o ipê-amarelo floresce não vão ocorrer mais geadas. Infelizmente, a espécie é considerada vulnerável quanto à ameaça de extinção.
A Tabebuia alba, natural do semi-árido alagoano está adaptada a todas as regiões fisiográficas, levando o governo, por meio do Decreto nº 6239, a transformar a espécie como a árvore símbolo do estado, estando, pois sob a sua tutela, não mais podendo ser suprimida de seus habitats naturais.
Taxonomia
Família: Bignoniaceae
Espécie: Tabebuia Alba (Chamiso) Sandwith
Sinonímia botânica: Handroanthus albus (Chamiso) Mattos; Tecoma alba Chamisso
Outros nomes vulgares: ipê-amarelo, ipê, aipê, ipê-branco, ipê-mamono, ipê-mandioca, ipê-ouro, ipê-pardo, ipê-vacariano, ipê-tabaco, ipê-do-cerrado, ipê-dourado, ipê-da-serra, ipezeiro, pau-d’arco-amarelo, taipoca.
Aspectos Ecológicos
O ipê-amarelo é uma espécie heliófita (Planta adaptada ao crescimento em ambiente aberto ou exposto à luz direta) e decídua (que perde as folhas em determinada época do ano). Pertence ao grupo das espécies secundárias iniciais (DURIGAN & NOGUEIRA, 1990).
Abrange a Floresta Pluvial da Mata Atlântica e da Floresta Latifoliada Semidecídua, ocorrendo principalmente no interior da Floresta Primária Densa. É característica de sub-bosques dos pinhais, onde há regeneração regular.
Informações Botânicas
Morfologia
As árvores de Tabebuia alba possuem cerca de 30 metros de altura. O tronco é reto ou levemente tortuoso, com fuste de 5 a 8 m de altura. A casca externa é grisáceo-grossa, possuindo fissuras longitudinais esparas e profundas. A coloração desta é cinza-rosa intenso, com camadas fibrosas, muito resistentes e finas, porém bem distintas.
Com ramos grossos, tortuosos e compridos, o ipê-amarelo possui copa alongada e alargada na base. As raízes de sustentação e absorção são vigorosas e profundas.
As folhas, deciduais, são opostas, digitadas e compostas. A face superior destas folhas é verde-escura, e, a face inferior, acinzentada, sendo ambas as faces tomentosas. Os pecíolos das folhas medem de 2,5 a 10 cm de comprimento. Os folíolos, geralmente, apresentam-se em número de 5 a 7, possuindo de 7 a 18 cm de comprimento por 2 a 6 cm de largura. Quando jovem estes folíolos são densamente pilosos em ambas as faces. O ápice destes é pontiagudo, com base arredondada e margem serreada.
As flores, grandes e lanceoladas, são de coloração amarelo-ouro. Possuem em média 8X15 cm.
Quanto aos frutos, estes possuem forma de cápsula bivalvar e são secos e deiscentes. Do tipo síliqua, lembram uma vagem. Medem de 15 a 30 cm de comprimento por 1,5 a 2,5 cm de largura. As valvas são finamente tomentosas com pêlos ramificados. Possuem grande quantidade de sementes.
As sementes são membranáceas brilhantes e esbranquiçadas, de coloração marrom. Possuem de 2 a 3 cm de comprimento por 7 a 9 mm de largura e são aladas.
Reprodução
A espécie é caducifólia e a queda das folhas coincide com o período de floração. A floração inicia-se no final de agosto, podendo ocorrer alguma variação devido a fenômenos climáticos. Como a espécie floresce no final do inverno é influenciada pela intensidade do mesmo. Quanto mais frio e seco for o inverno, maior será a intensidade da florada do ipê amarelo.
As flores por sua exuberância, atraem abelhas e pássaros, principalmente beija-flores que são importantes agentes polinizadores. Segundo CARVALHO (2003), a espécie possui como vetor de polinização a abelha mamangava (Bombus morio).
As sementes são dispersas pelo vento.
A planta é hermafrodita, e frutifica nos meses de setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro e fevereiro, dependendo da sua localização. Em cultivo, a espécie inicia o processo reprodutivo após o terceiro ano.
Ocorrência Natural
Ocorre naturalmente na Floresta Estaciobal Semidecicual, Floresta de Araucária e no Cerrado.
Segundo o IBGE, a Tabebuia alba (Cham.) Sandw. é uma árvore do Cerrado, Cerradão e Mata Seca. Apresentando-se nos campos secos (savana gramíneo-lenhosa), próximo às escarpas.
Clima
Segundo a classificação de Köppen, o ipê-amarelo abrange locais de clima tropical (Aw), subtropical úmido (Cfa), sutropical de altitude (Cwa e Cwb) e temperado.
A T.alba pode tolerar até 81 geadas em um ano. Ocorre em locais onde a temperatura média anual varia de 14,4ºC como mínimo e 22,4ºC como máximo.
Solo
A espécie prefere solos úmidos, com drenagem lenta e geralmente não muito ondulados (LONGHI, 1995).
Aparece em terras de boa à média fertilidade, em solos profundos ou rasos, nas matas e raramente cerradões (NOGUEIRA, 1977).
Pragas e Doenças
De acordo com CARVALHO (2003), possui como praga a espécie de coleópteros Cydianerus bohemani da família Curculionoideae e um outro coleóptero da família Chrysomellidae. Apesar da constatação de elevados índices populacionais do primeiro, os danos ocasionados até o momento são leves. Nas praças e ruas de Curitiba - PR, 31% das árvores foram atacadas pela Cochonilha Ceroplastes grandis.
ZIDKO (2002), ao estudar no município de Piracicaba a associação de coleópteros em espécies arbóreas, verificou a presença de insetos adultos da espécie Sitophilus linearis da família de coleópteros, Curculionidae, em estruturas reprodutivas. Os insetos adultos da espécie emergiram das vagens do ipê, danificando as sementes desta espécie nativa.
ANDRADE (1928) assinalou diversas espécies de Cerambycidae atacando essências florestais vivas, como ingazeiro, cinamomo, cangerana, cedro, caixeta, jacarandá, araribá, jatobá, entre outras como o ipê amarelo.
A Madeira
A Tabebuia alba produz madeira de grande durabilidade e resistência ao apodrecimento (LONGHI,1995).
MANIERI (1970) caracteriza o cerne desta espécie como de cor pardo-havana-claro, pardo-havan-escuro, ou pardo-acastanhado, com reflexos esverdeados. A superfície da madeira é irregularmente lustrosa, lisa ao tato, possuindo textura media e grã-direita.
Com densidade entre 0,90 e 1,15 grama por centímetro cúbico, a madeira é muito dura (LORENZI, 1992), apresentando grande dificuldade ao serrar.
A madeira possui cheiro e gosto distintos. Segundo LORENZI (1992), o cheiro característico é devido à presença da substância lapachol, ou ipeína.
Usos da Madeira
Sendo pesada, com cerne escuro, adquire grande valor comercial na marcenaria e carpintaria. Também é utilizada para fabricação de dormentes, moirões, pontes, postes, eixos de roda, varais de carroça, moendas de cana, etc.
Produtos Não-Madeireiros
A entrecasca do ipê-amarelo possui propriedades terapêuticas como adstringente, usada no tratamento de garganta e estomatites. É também usada como diurético.
O ipê-amarelo possui flores melíferas e que maduras podem ser utilizadas na alimentação humana.
Outros Usos
É comumente utilizada em paisagismo de parques e jardins pela beleza e porte. Além disso, é muito utilizada na arborização urbana.
Segundo MOREIRA & SOUZA (1987), o ipê-amarelo costuma povoar as beiras dos rios sendo, portanto, indicado para recomposição de matas ciliares. MARTINS (1986), também cita a espécie para recomposição de matas ciliares da Floresta Estacional Semidecidual, abrangendo alguns municípios das regiões Norte, Noroeste e parte do Oeste do Estado do Paraná.
Aspectos Silviculturais
Possui a tendência a crescer reto e sem bifurcações quando plantado em reflorestamento misto, pois é espécie monopodial. A desrrama se faz muito bem e a cicatrização é boa. Sendo assim, dificilmente encopa quando nova, a não ser que seja plantado em parques e jardins.
Ao ser utilizada em arborização urbana, o ipê amarelo requer podas de condução com freqüência mediana.
Espécie heliófila apresenta a pleno sol ramificação cimosa, registrando-se assim dicotomia para gema apical. Deve ser preconizada, para seu melhor aproveitamento madeireiro, podas de formação usuais (INQUE et al., 1983).
Produção de Mudas
A propagação deve realizada através de enxertia.
Os frutos devem ser coletados antes da dispersão, para evitar a perda de sementes. Após a coleta as sementes são postas em ambiente ventilado e a extração é feita manualmente. As sementes do ipê amarelo são ortodoxas, mantendo a viabilidade natural por até 3 meses em sala e por até 9 meses em vidro fechado, em câmara fria.
A condução das mudas deve ser feita a pleno sol. A muda atinge cerca de 30 cm em 9 meses, apresentando tolerância ao sol 3 semanas após a germinação.
Sementes
Os ipês, espécies do gênero Tabebuia, produzem uma grande quantidade de sementes leves, aladas com pequenas reservas, e que perdem a viabilidade em poucos dias após a sua coleta. A sua conservação vem sendo estudada em termos de determinação da condição ideal de armazenamento, e tem demonstrado a importância de se conhecer o comportamento da espécie quando armazenada com diferentes teores de umidade inicial, e a umidade de equilíbrio crítica para a espécie (KANO; MÁRQUEZ & KAGEYAMA, 1978).
As levíssimas sementes aladas da espécie não necessitam de quebra de dormência. Podem apenas ser expostas ao sol por cerca de 6 horas e semeadas diretamente nos saquinhos. A quebra natural leva cerca de 3 meses e a quebra na câmara leva 9 meses. A germinação ocorre após 30 dias e de 80%.
As sementes são ortodoxas e há aproximadamente 87000 sementes em cada quilo.
Preço da Madeira no Mercado
O preço médio do metro cúbico de pranchas de ipê no Estado do Pará cotado em Julho e Agosto de 2005 foi de R$1.200,00 o preço mínimo, R$ 1509,35 o médio e R$ 2.000,00 o preço máximo (CEPEA,2005).
Tão simples e tão rico. Um Ipê-de-jardim tímido, escondido em um canto da Universidade Federal da Grande Dourados - MS.
Ipê Amarelo, Tabebuia [chrysotricha or ochracea].
Ipê-amarelo em Brasília, Brasil.
This tree is in Brasília, Capital of Brazil.
Text, in english, from Wikipedia, the free encyclopedia
"Trumpet tree" redirects here. This term is occasionally used for the Shield-leaved Pumpwood (Cecropia peltata).
Tabebuia
Flowering Araguaney or ipê-amarelo (Tabebuia chrysantha) in central Brazil
Scientific classification
Kingdom: Plantae
(unranked): Angiosperms
(unranked): Eudicots
(unranked): Asterids
Order: Lamiales
Family: Bignoniaceae
Tribe: Tecomeae
Genus: Tabebuia
Gomez
Species
Nearly 100.
Tabebuia is a neotropical genus of about 100 species in the tribe Tecomeae of the family Bignoniaceae. The species range from northern Mexico and the Antilles south to northern Argentina and central Venezuela, including the Caribbean islands of Hispaniola (Dominican Republic and Haiti) and Cuba. Well-known common names include Ipê, Poui, trumpet trees and pau d'arco.
They are large shrubs and trees growing to 5 to 50 m (16 to 160 ft.) tall depending on the species; many species are dry-season deciduous but some are evergreen. The leaves are opposite pairs, complex or palmately compound with 3–7 leaflets.
Tabebuia is a notable flowering tree. The flowers are 3 to 11 cm (1 to 4 in.) wide and are produced in dense clusters. They present a cupular calyx campanulate to tubular, truncate, bilabiate or 5-lobed. Corolla colors vary between species ranging from white, light pink, yellow, lavender, magenta, or red. The outside texture of the flower tube is either glabrous or pubescentThe fruit is a dehiscent pod, 10 to 50 cm (4 to 20 in.) long, containing numerous—in some species winged—seeds. These pods often remain on the tree through dry season until the beginning of the rainy.
Species in this genus are important as timber trees. The wood is used for furniture, decking, and other outdoor uses. It is increasingly popular as a decking material due to its insect resistance and durability. By 2007, FSC-certified ipê wood had become readily available on the market, although certificates are occasionally forged.
Tabebuia is widely used as ornamental tree in the tropics in landscaping gardens, public squares, and boulevards due to its impressive and colorful flowering. Many flowers appear on still leafless stems at the end of the dry season, making the floral display more conspicuous. They are useful as honey plants for bees, and are popular with certain hummingbirds. Naturalist Madhaviah Krishnan on the other hand once famously took offense at ipé grown in India, where it is not native.
Lapacho teaThe bark of several species has medical properties. The bark is dried, shredded, and then boiled making a bitter or sour-tasting brownish-colored tea. Tea from the inner bark of Pink Ipê (T. impetiginosa) is known as Lapacho or Taheebo. Its main active principles are lapachol, quercetin, and other flavonoids. It is also available in pill form. The herbal remedy is typically used during flu and cold season and for easing smoker's cough. It apparently works as expectorant, by promoting the lungs to cough up and free deeply embedded mucus and contaminants. However, lapachol is rather toxic and therefore a more topical use e.g. as antibiotic or pesticide may be advisable. Other species with significant folk medical use are T. alba and Yellow Lapacho (T. serratifolia)
Tabebuia heteropoda, T. incana, and other species are occasionally used as an additive to the entheogenic drink Ayahuasca.
Mycosphaerella tabebuiae, a plant pathogenic sac fungus, was first discovered on an ipê tree.
Tabebuia alba
Tabebuia anafensis
Tabebuia arimaoensis
Tabebuia aurea – Caribbean Trumpet Tree
Tabebuia bilbergii
Tabebuia bibracteolata
Tabebuia cassinoides
Tabebuia chrysantha – Araguaney, Yellow Ipê, tajibo (Bolivia), ipê-amarelo (Brazil), cañaguate (N Colombia)
Tabebuia chrysotricha – Golden Trumpet Tree
Tabebuia donnell-smithii Rose – Gold Tree, "Prima Vera", Cortez blanco (El Salvador), San Juan (Honduras), palo blanco (Guatemala),duranga (Mexico)
A native of Mexico and Central Americas, considered one of the most colorful of all Central American trees. The leaves are deciduous. Masses of golden-yellow flowers cover the crown after the leaves are shed.
Tabebuia dubia
Tabebuia ecuadorensis
Tabebuia elongata
Tabebuia furfuracea
Tabebuia geminiflora Rizz. & Mattos
Tabebuia guayacan (Seem.) Hemsl.
Tabebuia haemantha
Tabebuia heptaphylla (Vell.) Toledo – tajy
Tabebuia heterophylla – roble prieto
Tabebuia heteropoda
Tabebuia hypoleuca
Tabebuia impetiginosa – Pink Ipê, Pink Lapacho, ipê-cavatã, ipê-comum, ipê-reto, ipê-rosa, ipê-roxo-damata, pau d'arco-roxo, peúva, piúva (Brazil), lapacho negro (Spanish); not "brazilwood"
Tabebuia incana
Tabebuia jackiana
Tabebuia lapacho – lapacho amarillo
Tabebuia orinocensis A.H. Gentry[verification needed]
Tabebuia ochracea
Tabebuia oligolepis
Tabebuia pallida – Cuban Pink Trumpet Tree
Tabebuia platyantha
Tabebuia polymorpha
Tabebuia rosea (Bertol.) DC.[verification needed] (= T. pentaphylla (L.) Hemsley) – Pink Poui, Pink Tecoma, apama, apamate, matilisguate
A popular street tree in tropical cities because of its multi-annular masses of light pink to purple flowers and modest size. The roots are not especially destructive for roads and sidewalks. It is the national tree of El Salvador and the state tree of Cojedes, Venezuela
Tabebuia roseo-alba – White Ipê, ipê-branco (Brazil), lapacho blanco
Tabebuia serratifolia – Yellow Lapacho, Yellow Poui, ipê-roxo (Brazil)
Tabebuia shaferi
Tabebuia striata
Tabebuia subtilis Sprague & Sandwith
Tabebuia umbellata
Tabebuia vellosoi Toledo
Ipê-do-cerrado
Texto, em português, da Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ipê-do-cerrado
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Subclasse: Asteridae
Ordem: Lamiales
Família: Bignoniaceae
Género: Tabebuia
Espécie: T. ochracea
Nome binomial
Tabebuia ochracea
(Cham.) Standl. 1832
Sinónimos
Bignonia tomentosa Pav. ex DC.
Handroanthus ochraceus (Cham.) Mattos
Tabebuia chrysantha (Jacq.) G. Nicholson
Tabebuia hypodictyon A. DC.) Standl.
Tabebuia neochrysantha A.H. Gentry
Tabebuia ochracea subsp. heteropoda (A. DC.) A.H. Gentry
Tabebuia ochracea subsp. neochrysantha (A.H. Gentry) A.H. Gentry
Tecoma campinae Kraenzl.
ecoma grandiceps Kraenzl.
Tecoma hassleri Sprague
Tecoma hemmendorffiana Kraenzl.
Tecoma heteropoda A. DC.
Tecoma hypodictyon A. DC.
Tecoma ochracea Cham.
Ipê-do-cerrado é um dos nomes populares da Tabebuia ochracea (Cham.) Standl. 1832, nativa do cerrado brasileiro, no estados de Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.
Está na lista de espécies ameaçadas do estado de São Paulo, onde é encontrda também no domínio da Mata Atlântica[1].
Ocorre também na Argentina, Paraguai, Bolívia, Equador, Peru, Venezuela, Guiana, El Salvador, Guatemala e Panamá[2].
Há uma espécie homônima descrita por A.H. Gentry em 1992.
Outros nomes populares: ipê-amarelo, ipê-cascudo, ipê-do-campo, ipê-pardo, pau-d'arco-do-campo, piúva, tarumã.
Características
Altura de 6 a 14 m. Tronco tortuso com até 50 cm de diâmetro. Folhas pilosas em ambas as faces, mais na inferior, que é mais clara.
Planta decídua, heliófita, xerófita, nativa do cerrado em solos bem drenados.
Floresce de julho a setembro. Os frutos amadurecem de setembro a outubro.
FloresProduz grande quantidade de sementes leves, aladas com pequenas reservas, e que perdem a viabilidade em menos de 90 dias após coleta. A sua conservação vem sendo estudada em termos de determinação da condição ideal de armazenamento, e tem demonstrado a importância de se conhecer o comportamento da espécie quando armazenada com diferentes teores de umidade inicial, e a umidade de equilíbrio crítica para a espécie (KANO; MÁRQUEZ & KAGEYAMA, 1978). As levíssimas sementes aladas da espécie não necessitam de quebra de dormência. Podem apenas ser expostas ao sol por cerca de 6 horas e semeadas diretamente nos saquinhos. A germinação ocorre após 30 dias e de 80%. As sementes são ortodoxas e há aproximadamente 72 000 sementes em cada quilo.
O desenvolvimento da planta é rápido.
Como outros ipês, a madeira é usada em tacos, assoalhos, e em dormentes e postes. Presta-se também para peças torneadas e instrumento musicais.
Tabebuia alba (Ipê-Amarelo)
Texto, em português, produzido pela Acadêmica Giovana Beatriz Theodoro Marto
Supervisão e orientação do Prof. Luiz Ernesto George Barrichelo e do Eng. Paulo Henrique Müller
Atualizado em 10/07/2006
O ipê amarelo é a árvore brasileira mais conhecida, a mais cultivada e, sem dúvida nenhuma, a mais bela. É na verdade um complexo de nove ou dez espécies com características mais ou menos semelhantes, com flores brancas, amarelas ou roxas. Não há região do país onde não exista pelo menos uma espécie dele, porém a existência do ipê em habitat natural nos dias atuais é rara entre a maioria das espécies (LORENZI,2000).
A espécie Tabebuia alba, nativa do Brasil, é uma das espécies do gênero Tabebuia que possui “Ipê Amarelo” como nome popular. O nome alba provém de albus (branco em latim) e é devido ao tomento branco dos ramos e folhas novas.
As árvores desta espécie proporcionam um belo espetáculo com sua bela floração na arborização de ruas em algumas cidades brasileiras. São lindas árvores que embelezam e promovem um colorido no final do inverno. Existe uma crença popular de que quando o ipê-amarelo floresce não vão ocorrer mais geadas. Infelizmente, a espécie é considerada vulnerável quanto à ameaça de extinção.
A Tabebuia alba, natural do semi-árido alagoano está adaptada a todas as regiões fisiográficas, levando o governo, por meio do Decreto nº 6239, a transformar a espécie como a árvore símbolo do estado, estando, pois sob a sua tutela, não mais podendo ser suprimida de seus habitats naturais.
Taxonomia
Família: Bignoniaceae
Espécie: Tabebuia Alba (Chamiso) Sandwith
Sinonímia botânica: Handroanthus albus (Chamiso) Mattos; Tecoma alba Chamisso
Outros nomes vulgares: ipê-amarelo, ipê, aipê, ipê-branco, ipê-mamono, ipê-mandioca, ipê-ouro, ipê-pardo, ipê-vacariano, ipê-tabaco, ipê-do-cerrado, ipê-dourado, ipê-da-serra, ipezeiro, pau-d’arco-amarelo, taipoca.
Aspectos Ecológicos
O ipê-amarelo é uma espécie heliófita (Planta adaptada ao crescimento em ambiente aberto ou exposto à luz direta) e decídua (que perde as folhas em determinada época do ano). Pertence ao grupo das espécies secundárias iniciais (DURIGAN & NOGUEIRA, 1990).
Abrange a Floresta Pluvial da Mata Atlântica e da Floresta Latifoliada Semidecídua, ocorrendo principalmente no interior da Floresta Primária Densa. É característica de sub-bosques dos pinhais, onde há regeneração regular.
Informações Botânicas
Morfologia
As árvores de Tabebuia alba possuem cerca de 30 metros de altura. O tronco é reto ou levemente tortuoso, com fuste de 5 a 8 m de altura. A casca externa é grisáceo-grossa, possuindo fissuras longitudinais esparas e profundas. A coloração desta é cinza-rosa intenso, com camadas fibrosas, muito resistentes e finas, porém bem distintas.
Com ramos grossos, tortuosos e compridos, o ipê-amarelo possui copa alongada e alargada na base. As raízes de sustentação e absorção são vigorosas e profundas.
As folhas, deciduais, são opostas, digitadas e compostas. A face superior destas folhas é verde-escura, e, a face inferior, acinzentada, sendo ambas as faces tomentosas. Os pecíolos das folhas medem de 2,5 a 10 cm de comprimento. Os folíolos, geralmente, apresentam-se em número de 5 a 7, possuindo de 7 a 18 cm de comprimento por 2 a 6 cm de largura. Quando jovem estes folíolos são densamente pilosos em ambas as faces. O ápice destes é pontiagudo, com base arredondada e margem serreada.
As flores, grandes e lanceoladas, são de coloração amarelo-ouro. Possuem em média 8X15 cm.
Quanto aos frutos, estes possuem forma de cápsula bivalvar e são secos e deiscentes. Do tipo síliqua, lembram uma vagem. Medem de 15 a 30 cm de comprimento por 1,5 a 2,5 cm de largura. As valvas são finamente tomentosas com pêlos ramificados. Possuem grande quantidade de sementes.
As sementes são membranáceas brilhantes e esbranquiçadas, de coloração marrom. Possuem de 2 a 3 cm de comprimento por 7 a 9 mm de largura e são aladas.
Reprodução
A espécie é caducifólia e a queda das folhas coincide com o período de floração. A floração inicia-se no final de agosto, podendo ocorrer alguma variação devido a fenômenos climáticos. Como a espécie floresce no final do inverno é influenciada pela intensidade do mesmo. Quanto mais frio e seco for o inverno, maior será a intensidade da florada do ipê amarelo.
As flores por sua exuberância, atraem abelhas e pássaros, principalmente beija-flores que são importantes agentes polinizadores. Segundo CARVALHO (2003), a espécie possui como vetor de polinização a abelha mamangava (Bombus morio).
As sementes são dispersas pelo vento.
A planta é hermafrodita, e frutifica nos meses de setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro e fevereiro, dependendo da sua localização. Em cultivo, a espécie inicia o processo reprodutivo após o terceiro ano.
Ocorrência Natural
Ocorre naturalmente na Floresta Estaciobal Semidecicual, Floresta de Araucária e no Cerrado.
Segundo o IBGE, a Tabebuia alba (Cham.) Sandw. é uma árvore do Cerrado, Cerradão e Mata Seca. Apresentando-se nos campos secos (savana gramíneo-lenhosa), próximo às escarpas.
Clima
Segundo a classificação de Köppen, o ipê-amarelo abrange locais de clima tropical (Aw), subtropical úmido (Cfa), sutropical de altitude (Cwa e Cwb) e temperado.
A T.alba pode tolerar até 81 geadas em um ano. Ocorre em locais onde a temperatura média anual varia de 14,4ºC como mínimo e 22,4ºC como máximo.
Solo
A espécie prefere solos úmidos, com drenagem lenta e geralmente não muito ondulados (LONGHI, 1995).
Aparece em terras de boa à média fertilidade, em solos profundos ou rasos, nas matas e raramente cerradões (NOGUEIRA, 1977).
Pragas e Doenças
De acordo com CARVALHO (2003), possui como praga a espécie de coleópteros Cydianerus bohemani da família Curculionoideae e um outro coleóptero da família Chrysomellidae. Apesar da constatação de elevados índices populacionais do primeiro, os danos ocasionados até o momento são leves. Nas praças e ruas de Curitiba - PR, 31% das árvores foram atacadas pela Cochonilha Ceroplastes grandis.
ZIDKO (2002), ao estudar no município de Piracicaba a associação de coleópteros em espécies arbóreas, verificou a presença de insetos adultos da espécie Sitophilus linearis da família de coleópteros, Curculionidae, em estruturas reprodutivas. Os insetos adultos da espécie emergiram das vagens do ipê, danificando as sementes desta espécie nativa.
ANDRADE (1928) assinalou diversas espécies de Cerambycidae atacando essências florestais vivas, como ingazeiro, cinamomo, cangerana, cedro, caixeta, jacarandá, araribá, jatobá, entre outras como o ipê amarelo.
A Madeira
A Tabebuia alba produz madeira de grande durabilidade e resistência ao apodrecimento (LONGHI,1995).
MANIERI (1970) caracteriza o cerne desta espécie como de cor pardo-havana-claro, pardo-havan-escuro, ou pardo-acastanhado, com reflexos esverdeados. A superfície da madeira é irregularmente lustrosa, lisa ao tato, possuindo textura media e grã-direita.
Com densidade entre 0,90 e 1,15 grama por centímetro cúbico, a madeira é muito dura (LORENZI, 1992), apresentando grande dificuldade ao serrar.
A madeira possui cheiro e gosto distintos. Segundo LORENZI (1992), o cheiro característico é devido à presença da substância lapachol, ou ipeína.
Usos da Madeira
Sendo pesada, com cerne escuro, adquire grande valor comercial na marcenaria e carpintaria. Também é utilizada para fabricação de dormentes, moirões, pontes, postes, eixos de roda, varais de carroça, moendas de cana, etc.
Produtos Não-Madeireiros
A entrecasca do ipê-amarelo possui propriedades terapêuticas como adstringente, usada no tratamento de garganta e estomatites. É também usada como diurético.
O ipê-amarelo possui flores melíferas e que maduras podem ser utilizadas na alimentação humana.
Outros Usos
É comumente utilizada em paisagismo de parques e jardins pela beleza e porte. Além disso, é muito utilizada na arborização urbana.
Segundo MOREIRA & SOUZA (1987), o ipê-amarelo costuma povoar as beiras dos rios sendo, portanto, indicado para recomposição de matas ciliares. MARTINS (1986), também cita a espécie para recomposição de matas ciliares da Floresta Estacional Semidecidual, abrangendo alguns municípios das regiões Norte, Noroeste e parte do Oeste do Estado do Paraná.
Aspectos Silviculturais
Possui a tendência a crescer reto e sem bifurcações quando plantado em reflorestamento misto, pois é espécie monopodial. A desrrama se faz muito bem e a cicatrização é boa. Sendo assim, dificilmente encopa quando nova, a não ser que seja plantado em parques e jardins.
Ao ser utilizada em arborização urbana, o ipê amarelo requer podas de condução com freqüência mediana.
Espécie heliófila apresenta a pleno sol ramificação cimosa, registrando-se assim dicotomia para gema apical. Deve ser preconizada, para seu melhor aproveitamento madeireiro, podas de formação usuais (INQUE et al., 1983).
Produção de Mudas
A propagação deve realizada através de enxertia.
Os frutos devem ser coletados antes da dispersão, para evitar a perda de sementes. Após a coleta as sementes são postas em ambiente ventilado e a extração é feita manualmente. As sementes do ipê amarelo são ortodoxas, mantendo a viabilidade natural por até 3 meses em sala e por até 9 meses em vidro fechado, em câmara fria.
A condução das mudas deve ser feita a pleno sol. A muda atinge cerca de 30 cm em 9 meses, apresentando tolerância ao sol 3 semanas após a germinação.
Sementes
Os ipês, espécies do gênero Tabebuia, produzem uma grande quantidade de sementes leves, aladas com pequenas reservas, e que perdem a viabilidade em poucos dias após a sua coleta. A sua conservação vem sendo estudada em termos de determinação da condição ideal de armazenamento, e tem demonstrado a importância de se conhecer o comportamento da espécie quando armazenada com diferentes teores de umidade inicial, e a umidade de equilíbrio crítica para a espécie (KANO; MÁRQUEZ & KAGEYAMA, 1978).
As levíssimas sementes aladas da espécie não necessitam de quebra de dormência. Podem apenas ser expostas ao sol por cerca de 6 horas e semeadas diretamente nos saquinhos. A quebra natural leva cerca de 3 meses e a quebra na câmara leva 9 meses. A germinação ocorre após 30 dias e de 80%.
As sementes são ortodoxas e há aproximadamente 87000 sementes em cada quilo.
Preço da Madeira no Mercado
O preço médio do metro cúbico de pranchas de ipê no Estado do Pará cotado em Julho e Agosto de 2005 foi de R$1.200,00 o preço mínimo, R$ 1509,35 o médio e R$ 2.000,00 o preço máximo (CEPEA,2005).
Maj. Gen. Raymond C. Fox, commanding general of Training and Education Command, came to the Marine Corps Mountain Warfare Training Center Feb. 5, 2012 to provide Col. Phillip W. Chandler, commanding officer of MWTC, with Marine Corps level support in his response and recovery efforts following an explosion in off-base military housing in Coleville, Calif. (Official Marine Corps photo by Capt. Nick Mannweiler)
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Dubai’s Anonymous SAMO-esque scrawls in Barsha
In the late 70s, downtown New York became the canvas for a young Jean-Michel Basquiat and his ‘SAMO’ tags. It’s hard to say if Dubai is harbouring a Basquiat in-the-making, but these cryptic, poignant and (in one case) prophetic messages have been popping up all over the Barsha and TECOM neighbourhoods. These have all been documented by Jalal Abuthina.
Imagen centenaria de la santísima virgen de la candelaria de Tecomán, Colima, México, minutos antes de salir de su extrinto santuario para su recorrido triunfal por su pueblo de Tecomán el 02 de febrero del año 2000.
En Sesión Extraordinaria, el H. Cabildo de la Capital aprobó por unanimidad
la designación del General Brigadier Pablo José Godínez Hernández, como
Secretario de Seguridad Pública Municipal, quien ante el Cuerpo Edilicio y
la Alcaldesa Lorena Martínez, rindió protesta y se comprometió a trabajar a
favor de la seguridad pública, el orden y la paz social en Aguascalientes.
La Presidenta Capitalina dio a conocer que el titular de la SSPM es
graduado del Heroico Colegio Militar y de la Escuela Militar de Aplicación
de Infantería, Artillería, Ingenieros y Servicios. Ha tomado cursos de
Patrullas de Combate, Grupos de Comando, Operaciones Urbanas y de
Intervención, entre otros; en 2012 fue evaluado y certificado por el Centro
de Control y Confianza del Estado de México.
Como parte de su amplia experiencia en seguridad pública, ha participado en
Diplomados en Seguridad Pública y en Administración Pública en 2011 y
2012, respectivamente. Además, contribuyó en la elaboración de diversos
reglamentos de manuales y procedimientos.
“Que pueda fortalecer un mayor sentido de cuerpo policial y que logremos
revertir sobre todo en el tema del delito del orden común, tanto en la
parte de robo a casa habitación, de autopartes, que son los dos temas que
tenemos más identificados como la problemática y redefinir una estrategia
para una mayor presencia de patrullaje en las colonias de la ciudad. Es el
punto más sentido de lo que hemos detectado en nuestros recorridos por las
colonias, lo que más nos ha pedido la gente es una mayor presencia de la
policía”.
En Seguridad Pública, del 1 de Enero al 31 de Julio del año 2011 se
desempeñó como Comandante de la Fuerza de Intervención Inmediata de la
Policía Estatal en el Estado de Aguascalientes; en 2011 y 2012, como
Director General de Seguridad Pública y Tránsito del Municipio de
Tlanepantla de Baz Estado de México.
El General Pablo Godínez ha participado en operaciones militares contra el
narcotráfico. Se ha desempeñado del 2000 al 2001 como Comandante del Cuerpo
de Infantería de Defensas Rurales (C.I.D.R); del 2001 al 2003, como
Comandante del Batallón de Infantería en Tecomán, Colima; de 2003 a 2006,
fue Comandante del Batallón de Fuerzas Especiales en Puebla, Puebla; del
2006 al 2009, Comandante del Batallón de Fuerzas Especiales en Guadalajara,
Jalisco, y en 2009, como Comandante del Batallón de Infantería en México,
D.F.
Cabe hacer mención que la terna para la designación del Secretario de
Seguridad Pública del Municipio de Aguascalientes, estuvo conformada
además por el I.G.P.E. Jorge Ignacio Luna García y el Coronel de Sanidad
Retirado, Mayolo Santiago Andrés.
En otro punto del orden del día, las y los Regidores de la Capital
aprobaron por mayoría de votos la enajenación mediante subasta pública con
las excepciones que marca la legislación aplicable de los tres niveles de
estacionamiento del Centro Comercial El Parián con una superficie de 14 mil
751 metros cuadrados y 487 cajones, en la cantidad de 86 millones 440 mil
774 pesos, recursos que serán destinados a la ejecución de obra pública
urbana, así como a la recuperación y regeneración de espacios urbanos.
Asimismo, por mayoría de votos el Cabildo autorizó la rectificación de
acuerdo sobre la desincorporación del dominio público al dominio privado de
dos bienes inmuebles propiedad Municipal para proponer en permuta en pago
de tres afectaciones con una suma total de 3 mil 541. 31 metros cuadrados
para la consolidación y construcción de las calles Ojocaliente y 20 de
Noviembre en el Ex Ejido Ojocaliente.
Por otra parte, se informa que se giró oficio al Ingeniero Roberto Tavarez
Medina, primer Regidor propietario por el principio de representación
proporcional a efecto de asumir el cargo como miembro integrante de este
Ayuntamiento Constitucional para tomar protesta de ley, a lo cual comunica
que se encuentra legalmente impedido para ejercer dicho cargo en virtud de
estar considerado en la planilla de candidatos a Regidores del Municipio de
Aguascalientes por el principio de mayoría relativa para el próximo
proceso electoral a celebrarse en esta Entidad Federativa.
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In the late 70s, downtown New York became the canvas for a young Jean-Michel Basquiat and his ‘SAMO’ tags. It’s hard to say if Dubai is harbouring a Basquiat in-the-making, but these cryptic, poignant and (in one case) prophetic messages have been popping up all over the Barsha and TECOM neighbourhoods. These have all been documented by Jalal Abuthina.
Local: Bairro do Grajáu - Rio de Janeiro
Classificação científica
Reino:Plantae
Filo:Tracheophyta
Classe:Magnoliopsida
Ordem:Lamiales
Família:Bignoniaceae
Género:Handroanthus
Sinonímia botânica - Tecoma impetiginosa Mart., Handroanthus impetiginosus (Mart. ex DC.) Mattos
Características morfológicas - Altura de 8-12 m (20-30 m no interior da floresta), com tronco de 60-90 cm de diâmetro. Folhas compostas 5-folioladas; folíolos coriáceos, pubescentes em ambas as faces, de 9-18 cm de comprimento por 4-10 cm de largura.
Ocorrência - Piauí e Ceará até Minas Gerais. Goiás e São Paulo, tanto na mata pluvial atlântica como na floresta semidecídua. Ocasional no cerrado e na caatinga.
Madeira - Muito pesada (densidade 0.96 g/cm ), muito dura ao corte, grã direita ou revessa, textura fina a média, resistente ao ataque de organismos xilófagos.
Utilidade - A madeira é apropriada para construções externas, como dormentes, cruzetas, postes, etc, para esquadrias e lambris, para trabalhos de torno, confecção de artigos esportivos, como bolas de bocha e boliche, acabamentos internos, como tacos e tábuas para assoalhos, degraus de escada, etc., para carrocerias e instrumentos musicais, etc. A árvore é extremamente ornamental quando em floração. prestando-se admiravelmente bem para o paisagismo em geral. É uma das espécies de ipê-roxo mais cultivada para arborização urbana nas cidades do centro oeste do país. E também ótima para compor reflorestamentos destinados à recomposição vegetal de áreas degradadas de preservação permanente.
Informações ecológicas - Planta decídua durante o inverno, heliófita. característica das florestas semidecídua e pluvial. Apresenta ampla dispersão, porém descontínua em toda sua área de distribuição. Ocorre tanto no interior da floresta primária densa, como nas formações abertas e secundárias.
Fenologia - Floresce durante os meses de maio-agosto com a árvore totalmente despida da folhagem. Os frutos amadurecem a partir de meados de setembro até outubro.
Obtenção de sementes - Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a abertura espontânea. Em seguida deixá-los ao sol para completarem a abertura e liberação das sementes. Um quilograma contém aproximadamente 8.950 sementes. Sua viabilidade em armazenamento dura menos de 3 meses.
Produção de mudas - As sementes devem ser postas para germinar logo que colhidas, em canteiros ou embalagens individuais contendo solo argiloso rico em matéria orgânica. A emergência ocorre em 10-12 dias e, a germinação geralmente é abundante. O desenvolvimento das mudas é rápido, ficando prontas para o plantio no local definitivo em menos de 4 meses. O desenvolvimento das plantas no campo é rápido, alcançando mais de 3,5 m aos 2 anos.
Nomes populares - ipê-preto, pau-cachorro, ipê-de-minas, ipê-roxo-do-grande, piúna, ipê-roxo, pau-darco-roxo, ipê-roxo-de-bola, ipê-una, piúna-roxa (GO, MT)
Fonte: Instituto Brasileiro de Florestas / Wikipedia
El Tecajete es un clásico cono de escoria, que es un tipo de volcán cónico empinado con un amplio cráter en forma de tazón y consistente de fragmentos piroclásticos sueltos. En este sentido se diferencia de los demás cerros de la zona: el Zapotecas, que es más bien un volcán en escudo; y el Teotón, así como las demás elevaciones ubicadas en el malpaís de Nealtican, que provienen de un derrame detrítico de un volcán anterior del macizo de la actual Iztaccíhuatl.
Geológicamente, el Tecajete está compuesto por leptosoles,que son suelos delgados, fuertemente erosionados, de nulo uso agrícola pero atractivos como material de construcción. Aunque ha sido extensamente explotado en este sentido, el Tecajete alberga aún un bosque de pino-encino, la única área boscosa del municipio, que es hogar de la flora y fauna local, como el ocote (Pinus montezumae), la tronadora (Tecoma stans), serpientes y roedores.
En Sesión Extraordinaria, el H. Cabildo de la Capital aprobó por unanimidad
la designación del General Brigadier Pablo José Godínez Hernández, como
Secretario de Seguridad Pública Municipal, quien ante el Cuerpo Edilicio y
la Alcaldesa Lorena Martínez, rindió protesta y se comprometió a trabajar a
favor de la seguridad pública, el orden y la paz social en Aguascalientes.
La Presidenta Capitalina dio a conocer que el titular de la SSPM es
graduado del Heroico Colegio Militar y de la Escuela Militar de Aplicación
de Infantería, Artillería, Ingenieros y Servicios. Ha tomado cursos de
Patrullas de Combate, Grupos de Comando, Operaciones Urbanas y de
Intervención, entre otros; en 2012 fue evaluado y certificado por el Centro
de Control y Confianza del Estado de México.
Como parte de su amplia experiencia en seguridad pública, ha participado en
Diplomados en Seguridad Pública y en Administración Pública en 2011 y
2012, respectivamente. Además, contribuyó en la elaboración de diversos
reglamentos de manuales y procedimientos.
“Que pueda fortalecer un mayor sentido de cuerpo policial y que logremos
revertir sobre todo en el tema del delito del orden común, tanto en la
parte de robo a casa habitación, de autopartes, que son los dos temas que
tenemos más identificados como la problemática y redefinir una estrategia
para una mayor presencia de patrullaje en las colonias de la ciudad. Es el
punto más sentido de lo que hemos detectado en nuestros recorridos por las
colonias, lo que más nos ha pedido la gente es una mayor presencia de la
policía”.
En Seguridad Pública, del 1 de Enero al 31 de Julio del año 2011 se
desempeñó como Comandante de la Fuerza de Intervención Inmediata de la
Policía Estatal en el Estado de Aguascalientes; en 2011 y 2012, como
Director General de Seguridad Pública y Tránsito del Municipio de
Tlanepantla de Baz Estado de México.
El General Pablo Godínez ha participado en operaciones militares contra el
narcotráfico. Se ha desempeñado del 2000 al 2001 como Comandante del Cuerpo
de Infantería de Defensas Rurales (C.I.D.R); del 2001 al 2003, como
Comandante del Batallón de Infantería en Tecomán, Colima; de 2003 a 2006,
fue Comandante del Batallón de Fuerzas Especiales en Puebla, Puebla; del
2006 al 2009, Comandante del Batallón de Fuerzas Especiales en Guadalajara,
Jalisco, y en 2009, como Comandante del Batallón de Infantería en México,
D.F.
Cabe hacer mención que la terna para la designación del Secretario de
Seguridad Pública del Municipio de Aguascalientes, estuvo conformada
además por el I.G.P.E. Jorge Ignacio Luna García y el Coronel de Sanidad
Retirado, Mayolo Santiago Andrés.
En otro punto del orden del día, las y los Regidores de la Capital
aprobaron por mayoría de votos la enajenación mediante subasta pública con
las excepciones que marca la legislación aplicable de los tres niveles de
estacionamiento del Centro Comercial El Parián con una superficie de 14 mil
751 metros cuadrados y 487 cajones, en la cantidad de 86 millones 440 mil
774 pesos, recursos que serán destinados a la ejecución de obra pública
urbana, así como a la recuperación y regeneración de espacios urbanos.
Asimismo, por mayoría de votos el Cabildo autorizó la rectificación de
acuerdo sobre la desincorporación del dominio público al dominio privado de
dos bienes inmuebles propiedad Municipal para proponer en permuta en pago
de tres afectaciones con una suma total de 3 mil 541. 31 metros cuadrados
para la consolidación y construcción de las calles Ojocaliente y 20 de
Noviembre en el Ex Ejido Ojocaliente.
Por otra parte, se informa que se giró oficio al Ingeniero Roberto Tavarez
Medina, primer Regidor propietario por el principio de representación
proporcional a efecto de asumir el cargo como miembro integrante de este
Ayuntamiento Constitucional para tomar protesta de ley, a lo cual comunica
que se encuentra legalmente impedido para ejercer dicho cargo en virtud de
estar considerado en la planilla de candidatos a Regidores del Municipio de
Aguascalientes por el principio de mayoría relativa para el próximo
proceso electoral a celebrarse en esta Entidad Federativa.
Nombre científico: Tecoma stans
Familia: Bignoniaceae
Nombre común: cholán.
Hábito: arbusto o árbol.
Origen: nativa y cultivada.
Color de las flores: amarillas.
Usos: Ornamental. Leña.
Fecha en que fue tomada la foto: 2018 05 07
Ubicación: Beatriz Coquilango y Chaguar, sector de las canchas.
Parroquia rural San Antonio de Pichincha - Quito – Ecuador.
Fotógrafo/a: Damaris Samaniego L.
Estudiante de la Unidad Educativa Técnica Mitad del Mundo (UETMM).
Curso: 2do A, jornada nocturna.
Código foto: 00041
Año lectivo: 2017 - 2018.
Identificación: Ana Mireya Guerrero G.
Responsable de digitalizar y revisar la información: Verónica Loza G. 2do. A.
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Descripción Mide de 13 a 15 cm de largo. El macho es de color verde amarillento, con llamativas manchas amarillas en las alas y cola. La hembra es de color más apagado y tienen tonos marrón castaño en la parte posterior, y las manchas de sus alas y cola son de color amarillo pálido. Es un ave que se adapta fácilmente en cautividad.
Subespecies El C. chloris (forma nominal) se encuentra por toda Europa de Norte a Sur. Ha sido introducido en Argentina, Uruguay, Nueva Zelanda y Australia.
Existen tres subespecies catalogadas:
C. chloris aurantiventris: desde el Sur de Europa al Norte de África.
C. chloris chlorotica: Siria y desde el Líbano a Egipto.
C. chloris turkestanica (Zarudny, 1907): Montañas del Cáucaso, Irán, Afganistán e Irán.
Canto Su gorjeo está
bastante articulado e intercala algunas notas típicas de llamada, aparece puntuado por un silbido sostenido <> nasal, que parece como si fuera producido por una inspiración forzada. Imita también los cantos de otras aves.
Alimentación [editar]Su pico corto y cónico es lo suficientemente poderoso para cascar semillas grandes y duras. Semillas de cereales, tomadas sólo cuando se han desprendido de la espiga; semillas de árboles: sámaras de olmo (Ulmus minor) , tilo (Tilia spp.) y fresno (Tecoma amarilla) , piñones; bayas como las de tejo (Taxus baccata) , zarza (Rubus ulmifolius) y escaramujo(Rosa canina) ; insectos entre los cuales se cuentan áfidos, hormigas, escarabajos y asimismo arañas. En algunas ocasiones devora los brotes de árboles frutales, pero raramente hasta el punto de constituir una plaga. En otoño visita los viñedos y frutales para comer fruta madura. Soporta bien los rigores del invierno y sabe encontrar su alimento incluso cuando la capa de nieve es espesa.Macho bañándose.
Macho comiendo.
Hábitat En aquellas zonas de vegetación escasa y poco densa se confina en los pinares, que constituyen quizás su hábitat original. En todos los demás lugares se le encuentra en los alrededores de casas, jardines y granjas, permaneciendo ausente de los lugares más remotos de la campiña. A finales del verano, se congrega en grandes bandadas, que merodean por los campos arados y silos en busca del grano caído y semillas de plantas silvestres, especialmente aquellas que medran en terreno cultivado.
Reproducción Cuando llega el mes de marzo el macho alterna su silbido inspirado con un vuelo ascendente desde la rama en que se posa y una especie de suspensión en el aire por medio de lentos aleteos, a la manera de las mariposas o murciélagos, sin cesar de gorjear. Esta acción constituye la parte principal de su exhibición galante.
Cría en las arboledas y arbustos tupidos de las zonas habitadas, parques, jardines, huertos, frutales y en los cipreses de los cementerios y todos los bosquecillos e hileras de árboles del ámbito rural. Tiende a anidar en grupos. Por regla general, el nido suele ser construido en un seto o arbusto verde con raicillas finas, musgo y lana; es revestido de raíces, pelos, plumas. Los huevos, de 4 a 6, son puestos en mayo; su color varía entre el blanco sucio y el azul verdoso con manchas pardas, rojizas o violáceas, y sus dimensiones son de 19 por 12 mm. Sólo la hembra cuida de la incubación, que dura dos semanas; entre tanto, es alimentada por el macho que permanece inmóvil desde un posadero cercano. Luego ambos, una vez nacidas las crías, los alimentan durante 13-16 días por regurgitación de insectos y de semillas aplastadas. Piden alimento a sus padres con un <> interminable. Cuando la hembra se dispone a hacer otro nido, el padre tiene que quedarse sólo a cargo de ellas hasta que consigan el alimento por sí mismas. Cuando adquieren sus primeras plumas, permanecen junto a sus padres, formando un grupo familiar muy unido. Realizan dos puestas anuales, ocasionalmente tres.
Al final de la época de cría se reúnen en bandadas numerosas que incluyen también pájaros migrantes que llegan del norte en otoño y vuelan sin rumbo a través de bosques, campos, estepas y cultivos.
Juvenil macho.
Juvenil independizado
Huevo
Vida en cautiverio [editar] Reproducción [editar]Una pareja necesita al menos una jaula de un metro de longitud o mayor. No es bueno alojarlos en un espacio más reducido porque pueden aparecer problemas de agresividad entre ellos. La voladera es más recomendable porque incluso se puede poner un macho con dos hembras al mismo tiempo. Comienza a mediados de febrero, se les separa con una rejilla divisoria para que vayan conociéndose. En marzo se quita la rejilla, pero si no se llevan muy bien se les vuelve a separar y se intenta de nuevo a juntarlos pasadas dos semanas. En el momento en que la hembra solicite alimento al macho y éste se lo ofrezca se les proporciona un nido y material para que lo rellenen. El nido se coloca en un extremo del frontal de la jaula camuflado por afuera con plantas de plástico. Utilizan hilos de saco de arpillera de unos 10 cm de longitud y lo terminan de rellenar con pelo de cabra principalmente. Si hubiera ocasión, sería muy útil darles el material de un nido encontrado en la naturaleza pero con la precaución de hervirlo para eliminar cualquier parásito y luego dejarlo secar al sol. La puesta es de 4 a 5 huevos. No es necesario reemplazarlos por otros de plástico porque ella empieza a incubarlos al poner el último huevo. Se pueden dar situaciones de agresividad del macho en que los rompa. Los polluelos nacen a los 13 días y abandonan el nido a los 14-15 días pero a veces regresan de nuevo a dormir. Cinco días más tarde se les vuelve a colocar la rejilla de separación dejando la pareja a un lado con un nuevo nido y a las crías en el otro lado. Ellas seguirán pidiendo el alimento a sus padres y no sufrirán agresiones por parte del macho o que la hembra les arranque las plumas. Cumplidos 30 días de edad se les saca definitivamente de la jaula. Conviene agruparlos por edades, en grupos de cinco o seis, en voladeras espaciosas.
Alimentación A base de una buena mezcla de semillas según la época del año. Se complementa con fruta o verdura una o dos veces por semana.
Tabla de porcentajes de la mezcla de
semillas
Descripción Mide de 13 a 15 cm de largo. El macho es de color verde amarillento, con llamativas manchas amarillas en las alas y cola. La hembra es de color más apagado y tienen tonos marrón castaño en la parte posterior, y las manchas de sus alas y cola son de color amarillo pálido. Es un ave que se adapta fácilmente en cautividad.
Subespecies El C. chloris (forma nominal) se encuentra por toda Europa de Norte a Sur. Ha sido introducido en Argentina, Uruguay, Nueva Zelanda y Australia.
Existen tres subespecies catalogadas:
C. chloris aurantiventris: desde el Sur de Europa al Norte de África.
C. chloris chlorotica: Siria y desde el Líbano a Egipto.
C. chloris turkestanica (Zarudny, 1907): Montañas del Cáucaso, Irán, Afganistán e Irán.
Canto Su gorjeo está
bastante articulado e intercala algunas notas típicas de llamada, aparece puntuado por un silbido sostenido <> nasal, que parece como si fuera producido por una inspiración forzada. Imita también los cantos de otras aves.
Alimentación [editar]Su pico corto y cónico es lo suficientemente poderoso para cascar semillas grandes y duras. Semillas de cereales, tomadas sólo cuando se han desprendido de la espiga; semillas de árboles: sámaras de olmo (Ulmus minor) , tilo (Tilia spp.) y fresno (Tecoma amarilla) , piñones; bayas como las de tejo (Taxus baccata) , zarza (Rubus ulmifolius) y escaramujo(Rosa canina) ; insectos entre los cuales se cuentan áfidos, hormigas, escarabajos y asimismo arañas. En algunas ocasiones devora los brotes de árboles frutales, pero raramente hasta el punto de constituir una plaga. En otoño visita los viñedos y frutales para comer fruta madura. Soporta bien los rigores del invierno y sabe encontrar su alimento incluso cuando la capa de nieve es espesa.Macho bañándose.
Macho comiendo.
Hábitat En aquellas zonas de vegetación escasa y poco densa se confina en los pinares, que constituyen quizás su hábitat original. En todos los demás lugares se le encuentra en los alrededores de casas, jardines y granjas, permaneciendo ausente de los lugares más remotos de la campiña. A finales del verano, se congrega en grandes bandadas, que merodean por los campos arados y silos en busca del grano caído y semillas de plantas silvestres, especialmente aquellas que medran en terreno cultivado.
Reproducción Cuando llega el mes de marzo el macho alterna su silbido inspirado con un vuelo ascendente desde la rama en que se posa y una especie de suspensión en el aire por medio de lentos aleteos, a la manera de las mariposas o murciélagos, sin cesar de gorjear. Esta acción constituye la parte principal de su exhibición galante.
Cría en las arboledas y arbustos tupidos de las zonas habitadas, parques, jardines, huertos, frutales y en los cipreses de los cementerios y todos los bosquecillos e hileras de árboles del ámbito rural. Tiende a anidar en grupos. Por regla general, el nido suele ser construido en un seto o arbusto verde con raicillas finas, musgo y lana; es revestido de raíces, pelos, plumas. Los huevos, de 4 a 6, son puestos en mayo; su color varía entre el blanco sucio y el azul verdoso con manchas pardas, rojizas o violáceas, y sus dimensiones son de 19 por 12 mm. Sólo la hembra cuida de la incubación, que dura dos semanas; entre tanto, es alimentada por el macho que permanece inmóvil desde un posadero cercano. Luego ambos, una vez nacidas las crías, los alimentan durante 13-16 días por regurgitación de insectos y de semillas aplastadas. Piden alimento a sus padres con un <> interminable. Cuando la hembra se dispone a hacer otro nido, el padre tiene que quedarse sólo a cargo de ellas hasta que consigan el alimento por sí mismas. Cuando adquieren sus primeras plumas, permanecen junto a sus padres, formando un grupo familiar muy unido. Realizan dos puestas anuales, ocasionalmente tres.
Al final de la época de cría se reúnen en bandadas numerosas que incluyen también pájaros migrantes que llegan del norte en otoño y vuelan sin rumbo a través de bosques, campos, estepas y cultivos.
Juvenil macho.
Juvenil independizado
Huevo
Vida en cautiverio [editar] Reproducción [editar]Una pareja necesita al menos una jaula de un metro de longitud o mayor. No es bueno alojarlos en un espacio más reducido porque pueden aparecer problemas de agresividad entre ellos. La voladera es más recomendable porque incluso se puede poner un macho con dos hembras al mismo tiempo. Comienza a mediados de febrero, se les separa con una rejilla divisoria para que vayan conociéndose. En marzo se quita la rejilla, pero si no se llevan muy bien se les vuelve a separar y se intenta de nuevo a juntarlos pasadas dos semanas. En el momento en que la hembra solicite alimento al macho y éste se lo ofrezca se les proporciona un nido y material para que lo rellenen. El nido se coloca en un extremo del frontal de la jaula camuflado por afuera con plantas de plástico. Utilizan hilos de saco de arpillera de unos 10 cm de longitud y lo terminan de rellenar con pelo de cabra principalmente. Si hubiera ocasión, sería muy útil darles el material de un nido encontrado en la naturaleza pero con la precaución de hervirlo para eliminar cualquier parásito y luego dejarlo secar al sol. La puesta es de 4 a 5 huevos. No es necesario reemplazarlos por otros de plástico porque ella empieza a incubarlos al poner el último huevo. Se pueden dar situaciones de agresividad del macho en que los rompa. Los polluelos nacen a los 13 días y abandonan el nido a los 14-15 días pero a veces regresan de nuevo a dormir. Cinco días más tarde se les vuelve a colocar la rejilla de separación dejando la pareja a un lado con un nuevo nido y a las crías en el otro lado. Ellas seguirán pidiendo el alimento a sus padres y no sufrirán agresiones por parte del macho o que la hembra les arranque las plumas. Cumplidos 30 días de edad se les saca definitivamente de la jaula. Conviene agruparlos por edades, en grupos de cinco o seis, en voladeras espaciosas.
Alimentación A base de una buena mezcla de semillas según la época del año. Se complementa con fruta o verdura una o dos veces por semana.
Tabla de porcentajes de la mezcla de
semillas
A text In English:
The Swallow-tailed Hummingbird, so called from its forked tail, is one of the largest hummingbirds in cities and gardens, but it also occurs in gallery forests, bushy pastures and edges of woods or coppices. It is green, except for the blue head and upper breast, turning to iridescent purple according to the direction of light; it has dark wings and a heavy black bill. The tail is dark blue with the external feathers longer than central ones. It is very aggressive and attacks other hummingbirds that dare to visit flowers in certain trees. Where the flowers are available for many months, the individual is fiercely territorial, but generally needs to search soon for other flowering plants. It flies to catch small insets on or under leaves in the gallery forests or woodlands. The female builds a small cup-shaped nest saddled on a branch, not far from the main trunk in the shade of leaves. Perched on favorite branches, the male can utter long but low chirps. Once in a while, it interrupts these singing sessions to feed, and flies back for more song or to clean the plumage. They occur from the Guianas and Amazon River to Paraguay and southeastern Peru. They can get along with partially deforested zones, but may disappear with intensive agriculture and with the development of treeless cities.
Um texto em Português:
Beija-flor Tesoura (Eupetomena macroura), fotografado em Brasília-DF, Brasil.
Eupetomena macroura (Gmelin, 1788): tesoura; swallow-tailed hummingbird c.
Destaca-se das espécies estudadas pelo maior porte e pela cauda comprida e bifurcada, o que lhe valeu o nome popular. Como é comum entre os beija-flores, é uma espécie agressiva que disputa com outras o seu território e fontes de alimento.
Nidificação: o ninho, em forma de tigela, é assentado numa forquilha de arbusto ou árvores, a cerca de 2 a 3 m do solo. O material utilizado na construção é composto por fibras vegetais incluindo painas, musgos e liquens, aderidos externamente com teias de aranhas.
Hábitat: capoeiras, cerrados, borda de matas e jardins.
Tamanho: 17,0 cm
A SEGUIR UM TEXTO ENCONTRADO E REPRODUZIDO DO ENDEREÇO nationalgeographic.abril.uol.com.br/ng/edicoes/83/reporta... DA NATIONAL GEOGRAFIC:
Prodígios da micro-engenharia, os beija-flores são os campeões dos pesos-leves entre as aves
Uma faísca safira, um frêmito de asas, e o minúsculo pássaro - ou seria um inseto? - some como miragem fugaz. Reaparece instantes depois, agora num ângulo melhor. É pássaro mesmo, um dervixe do tamanho do meu polegar com asas que batem 80 vertiginosas vezes por segundo, produzindo um zumbido quase inaudível. As penas da cauda, à guisa de leme, delicadamente direcionam o vôo em três direções. Ele fita a trombeta de uma vistosa flor alaranjada e do bico fino como agulha projeta uma língua delgada feito linha. Um raio de Sol ricocheteia de suas penas iridescentes. A cor refletida deslumbra como uma pedra preciosa contra uma janela ensolarada. Não admira que os beija-flores sejam tão queridos e que tanta gente já tenha tropeçado ao tentar descrevê-los. Nem mesmo circunspectos cientistas resistem a termos como "belo", "magnífico", "exótico".
Surpresa maior é o fato de o aparentemente frágil beija-flor ser uma das mais resistentes criaturas do reino animal. Cerca de 330 espécies prosperam em ambientes diversos, muitos deles brutais: do Alasca à Argentina, do deserto do Arizona à costa de Nova Scotia, da Amazônia à linha nevada acima dos 4,5 mil metros nos Andes (misteriosamente, essas aves só são encontradas no Novo Mundo).
"Eles vivem no limite do que é possível aos vertebrados, e com maestria", diz Karl Schuchmann, ornitólogo do Instituto Zoológico Alexander Koenig e do Fundo Brehm, na Alemanha. Schuchmann ouviu falar de um beija-flor que viveu 17 anos em cativeiro. "Imagine a resistência de um organismo de 5 ou 6 gramas para viver tanto tempo!", diz ele espantado. Em média, o minúsculo coração de um beija-flor bate cerca de 500 vezes por minuto (em repouso!). Assim, o desse pequeno cativo teria batido meio bilhão de vezes, quase o dobro do total de uma pessoa de 70 anos.
Mas esses passarinhos são duráveis apenas em vida. Quando morrem, seus ossos delicados e ocos quase nunca se fossilizam. Daí o assombro causado pela recente descoberta de um amontoado de fósseis de aves que talvez inclua um beija-flor ancestral de 30 milhões de anos. Como os beija-flores modernos, os espécimes fósseis tinham o bico longo e fino e os ossos superiores das asas mais curtos, terminando em uma saliência arredondada que talvez lhes permitisse fazer a rotação na articulação do ombro e parar no ar.
A outra surpresa foi o local do achado: no sul da Alemanha, longe do território dos beija-flores atuais. Para alguns cientistas, essa descoberta mostra que já existiram beija-flores fora das Américas, mas se extinguiram. Ou quem sabe os fósseis não fossem de beija-flor. Os céticos, entre eles Schuchmann, afirmam que muitas vezes, ao longo da evolução, outros grupos de aves adquiriram características semelhantes às do beija-flor. Os verdadeiros beija-flores, diz Schuchmann, evoluíram nas florestas do leste do Brasil, onde competiam com insetos pelo néctar das flores.
"O Brasil foi o laboratório do protótipo", diz o ornitólogo. "E o modelo funcionou." O beija-flor tornou-se a obra-prima da microengenharia da natureza. Aperfeiçoou sua habilidade de parar no ar há dezenas de milhões de anos para competir por parte das flores do Novo Mundo.
"Eles são uma ponte entre o mundo das aves e o dos insetos", diz Doug Altshuler, da Universidade da Califórnia em Riverside. Altshuler, que estuda o vôo dos beija-flores, examinou os movimentos das asas do pássaro. Observou que, nele, os impulsos elétricos propulsores dos músculos das asas lembram mais os dos insetos que os das aves. Talvez por isso o beija-flor produza tanta energia por batida de asas: mais, por unidade de massa, que qualquer outro vertebrado. Altshuler também analisou os trajetos neurais do beija-flor, que funcionam com a mesma vertiginosa velocidade encontrada nas aves mais ágeis, como seu primo mais próximo, o andorinhão. "São incríveis; uns pequenos Frankesteins", compara.
Certamente eles sabem intimidar: grama por grama, talvez sejam os maiores confrontadores da natureza. "O vocabulário do beija-flor deve ser 100% composto de palavrões", graceja Sheri Williamson, naturalista do Southeastern Arizona Bird Observatory. A agressão do beija-flor nasce de ferozes instintos territoriais moldados à necessidade de sugar néctar a cada poucos minutos. Os beija-flores competem desafiando e ameaçando uns aos outros. Postam-se face a face no ar, rodopiam, mergulham na direção da grama e voam de ré, em danças de dominância que terminam tão subitamente quanto começam.
O melhor lugar para vermos tais batalhas é nas montanhas, especialmente no Equador, em que ricos ecossistemas se apresentam em suas várias altitudes. Sheri supõe que o sentido norte-sul das cordilheiras americanas também crie rotas favoráveis à migração para onde haja constante suprimento de flores. O que contrasta, diz ela, com as barreiras naturais que se estendem de leste a oeste na África, como o Saara e o Mediterrâneo.
Algumas espécies de beija-flor, porém, adaptaram-se a atravessar vastidões planas, onde o alimento é escasso. Antes de sua intrépida migração da primavera para os Estados Unidos e o Canadá, os beija-flores-de-garganta-vermelha reúnem-se no México e empanturram-se de insetos e néctar. Armazenam gordura e duplicam de peso em uma semana. Em seguida, atravessam o golfo do México, voando 800 quilômetros sem escalas por 20 horas, até a costa distante.
A região próxima à linha do equador é um reino de beija-flores. Quem sai do aeroporto de Quito, no Equador, pode ser logo saudado por um cintilante beija-flor-violeta, com pintura de guerra de manchas púrpura iridescentes nos lados da face. A leste da cidade, nas cabeceiras da bacia Amazônica, o beija-flor-bico-de-espada esvoaça na mata portando o bico mais longo de todas as aves em proporção a seu tamanho: mais de metade do comprimento total do animal. Nas encostas do Cotopaxi, um vulcão ao sul de Quito, o beija-flor-do-chimborazo foi avistado acima dos 4,5 mil metros. Ali ele passa a noite entorpecido em cavernas, pois desacelera seu ritmo metabólico o suficiente para não morrer de fome antes de amanhecer. Mais tarde, aquecido pelo Sol, ele recomeça a se alimentar.
"Quem estuda beija-flores fica irremediavelmente enfeitiçado", diz Sheri Williamson. "São criaturinhas sedutoras. Tentei resistir, mas agora tenho sangue de beija-flor correndo nas veias."
Canon EOS 50D
www.flickr.com/map/?&fLat=-15.827534&fLon=-47.928...
Ipê Amarelo, Tabebuia [chrysotricha or ochracea].
Text, in english, from Wikipedia, the free encyclopedia
"Trumpet tree" redirects here. This term is occasionally used for the Shield-leaved Pumpwood (Cecropia peltata).
Tabebuia
Flowering Araguaney or ipê-amarelo (Tabebuia chrysantha) in central Brazil
Scientific classification
Kingdom: Plantae
(unranked): Angiosperms
(unranked): Eudicots
(unranked): Asterids
Order: Lamiales
Family: Bignoniaceae
Tribe: Tecomeae
Genus: Tabebuia
Gomez
Species
Nearly 100.
Tabebuia is a neotropical genus of about 100 species in the tribe Tecomeae of the family Bignoniaceae. The species range from northern Mexico and the Antilles south to northern Argentina and central Venezuela, including the Caribbean islands of Hispaniola (Dominican Republic and Haiti) and Cuba. Well-known common names include Ipê, Poui, trumpet trees and pau d'arco.
They are large shrubs and trees growing to 5 to 50 m (16 to 160 ft.) tall depending on the species; many species are dry-season deciduous but some are evergreen. The leaves are opposite pairs, complex or palmately compound with 3–7 leaflets.
Tabebuia is a notable flowering tree. The flowers are 3 to 11 cm (1 to 4 in.) wide and are produced in dense clusters. They present a cupular calyx campanulate to tubular, truncate, bilabiate or 5-lobed. Corolla colors vary between species ranging from white, light pink, yellow, lavender, magenta, or red. The outside texture of the flower tube is either glabrous or pubescentThe fruit is a dehiscent pod, 10 to 50 cm (4 to 20 in.) long, containing numerous—in some species winged—seeds. These pods often remain on the tree through dry season until the beginning of the rainy.
Species in this genus are important as timber trees. The wood is used for furniture, decking, and other outdoor uses. It is increasingly popular as a decking material due to its insect resistance and durability. By 2007, FSC-certified ipê wood had become readily available on the market, although certificates are occasionally forged.
Tabebuia is widely used as ornamental tree in the tropics in landscaping gardens, public squares, and boulevards due to its impressive and colorful flowering. Many flowers appear on still leafless stems at the end of the dry season, making the floral display more conspicuous. They are useful as honey plants for bees, and are popular with certain hummingbirds. Naturalist Madhaviah Krishnan on the other hand once famously took offense at ipé grown in India, where it is not native.
Lapacho teaThe bark of several species has medical properties. The bark is dried, shredded, and then boiled making a bitter or sour-tasting brownish-colored tea. Tea from the inner bark of Pink Ipê (T. impetiginosa) is known as Lapacho or Taheebo. Its main active principles are lapachol, quercetin, and other flavonoids. It is also available in pill form. The herbal remedy is typically used during flu and cold season and for easing smoker's cough. It apparently works as expectorant, by promoting the lungs to cough up and free deeply embedded mucus and contaminants. However, lapachol is rather toxic and therefore a more topical use e.g. as antibiotic or pesticide may be advisable. Other species with significant folk medical use are T. alba and Yellow Lapacho (T. serratifolia)
Tabebuia heteropoda, T. incana, and other species are occasionally used as an additive to the entheogenic drink Ayahuasca.
Mycosphaerella tabebuiae, a plant pathogenic sac fungus, was first discovered on an ipê tree.
Tabebuia alba
Tabebuia anafensis
Tabebuia arimaoensis
Tabebuia aurea – Caribbean Trumpet Tree
Tabebuia bilbergii
Tabebuia bibracteolata
Tabebuia cassinoides
Tabebuia chrysantha – Araguaney, Yellow Ipê, tajibo (Bolivia), ipê-amarelo (Brazil), cañaguate (N Colombia)
Tabebuia chrysotricha – Golden Trumpet Tree
Tabebuia donnell-smithii Rose – Gold Tree, "Prima Vera", Cortez blanco (El Salvador), San Juan (Honduras), palo blanco (Guatemala),duranga (Mexico)
A native of Mexico and Central Americas, considered one of the most colorful of all Central American trees. The leaves are deciduous. Masses of golden-yellow flowers cover the crown after the leaves are shed.
Tabebuia dubia
Tabebuia ecuadorensis
Tabebuia elongata
Tabebuia furfuracea
Tabebuia geminiflora Rizz. & Mattos
Tabebuia guayacan (Seem.) Hemsl.
Tabebuia haemantha
Tabebuia heptaphylla (Vell.) Toledo – tajy
Tabebuia heterophylla – roble prieto
Tabebuia heteropoda
Tabebuia hypoleuca
Tabebuia impetiginosa – Pink Ipê, Pink Lapacho, ipê-cavatã, ipê-comum, ipê-reto, ipê-rosa, ipê-roxo-damata, pau d'arco-roxo, peúva, piúva (Brazil), lapacho negro (Spanish); not "brazilwood"
Tabebuia incana
Tabebuia jackiana
Tabebuia lapacho – lapacho amarillo
Tabebuia orinocensis A.H. Gentry[verification needed]
Tabebuia ochracea
Tabebuia oligolepis
Tabebuia pallida – Cuban Pink Trumpet Tree
Tabebuia platyantha
Tabebuia polymorpha
Tabebuia rosea (Bertol.) DC.[verification needed] (= T. pentaphylla (L.) Hemsley) – Pink Poui, Pink Tecoma, apama, apamate, matilisguate
A popular street tree in tropical cities because of its multi-annular masses of light pink to purple flowers and modest size. The roots are not especially destructive for roads and sidewalks. It is the national tree of El Salvador and the state tree of Cojedes, Venezuela
Tabebuia roseo-alba – White Ipê, ipê-branco (Brazil), lapacho blanco
Tabebuia serratifolia – Yellow Lapacho, Yellow Poui, ipê-roxo (Brazil)
Tabebuia shaferi
Tabebuia striata
Tabebuia subtilis Sprague & Sandwith
Tabebuia umbellata
Tabebuia vellosoi Toledo
Ipê-do-cerrado
Texto, em português, da Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ipê-do-cerrado
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Subclasse: Asteridae
Ordem: Lamiales
Família: Bignoniaceae
Género: Tabebuia
Espécie: T. ochracea
Nome binomial
Tabebuia ochracea
(Cham.) Standl. 1832
Sinónimos
Bignonia tomentosa Pav. ex DC.
Handroanthus ochraceus (Cham.) Mattos
Tabebuia chrysantha (Jacq.) G. Nicholson
Tabebuia hypodictyon A. DC.) Standl.
Tabebuia neochrysantha A.H. Gentry
Tabebuia ochracea subsp. heteropoda (A. DC.) A.H. Gentry
Tabebuia ochracea subsp. neochrysantha (A.H. Gentry) A.H. Gentry
Tecoma campinae Kraenzl.
ecoma grandiceps Kraenzl.
Tecoma hassleri Sprague
Tecoma hemmendorffiana Kraenzl.
Tecoma heteropoda A. DC.
Tecoma hypodictyon A. DC.
Tecoma ochracea Cham.
Ipê-do-cerrado é um dos nomes populares da Tabebuia ochracea (Cham.) Standl. 1832, nativa do cerrado brasileiro, no estados de Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.
Está na lista de espécies ameaçadas do estado de São Paulo, onde é encontrda também no domínio da Mata Atlântica[1].
Ocorre também na Argentina, Paraguai, Bolívia, Equador, Peru, Venezuela, Guiana, El Salvador, Guatemala e Panamá[2].
Há uma espécie homônima descrita por A.H. Gentry em 1992.
Outros nomes populares: ipê-amarelo, ipê-cascudo, ipê-do-campo, ipê-pardo, pau-d'arco-do-campo, piúva, tarumã.
Características
Altura de 6 a 14 m. Tronco tortuso com até 50 cm de diâmetro. Folhas pilosas em ambas as faces, mais na inferior, que é mais clara.
Planta decídua, heliófita, xerófita, nativa do cerrado em solos bem drenados.
Floresce de julho a setembro. Os frutos amadurecem de setembro a outubro.
FloresProduz grande quantidade de sementes leves, aladas com pequenas reservas, e que perdem a viabilidade em menos de 90 dias após coleta. A sua conservação vem sendo estudada em termos de determinação da condição ideal de armazenamento, e tem demonstrado a importância de se conhecer o comportamento da espécie quando armazenada com diferentes teores de umidade inicial, e a umidade de equilíbrio crítica para a espécie (KANO; MÁRQUEZ & KAGEYAMA, 1978). As levíssimas sementes aladas da espécie não necessitam de quebra de dormência. Podem apenas ser expostas ao sol por cerca de 6 horas e semeadas diretamente nos saquinhos. A germinação ocorre após 30 dias e de 80%. As sementes são ortodoxas e há aproximadamente 72 000 sementes em cada quilo.
O desenvolvimento da planta é rápido.
Como outros ipês, a madeira é usada em tacos, assoalhos, e em dormentes e postes. Presta-se também para peças torneadas e instrumento musicais.
Tabebuia alba (Ipê-Amarelo)
Texto, em português, produzido pela Acadêmica Giovana Beatriz Theodoro Marto
Supervisão e orientação do Prof. Luiz Ernesto George Barrichelo e do Eng. Paulo Henrique Müller
Atualizado em 10/07/2006
O ipê amarelo é a árvore brasileira mais conhecida, a mais cultivada e, sem dúvida nenhuma, a mais bela. É na verdade um complexo de nove ou dez espécies com características mais ou menos semelhantes, com flores brancas, amarelas ou roxas. Não há região do país onde não exista pelo menos uma espécie dele, porém a existência do ipê em habitat natural nos dias atuais é rara entre a maioria das espécies (LORENZI,2000).
A espécie Tabebuia alba, nativa do Brasil, é uma das espécies do gênero Tabebuia que possui “Ipê Amarelo” como nome popular. O nome alba provém de albus (branco em latim) e é devido ao tomento branco dos ramos e folhas novas.
As árvores desta espécie proporcionam um belo espetáculo com sua bela floração na arborização de ruas em algumas cidades brasileiras. São lindas árvores que embelezam e promovem um colorido no final do inverno. Existe uma crença popular de que quando o ipê-amarelo floresce não vão ocorrer mais geadas. Infelizmente, a espécie é considerada vulnerável quanto à ameaça de extinção.
A Tabebuia alba, natural do semi-árido alagoano está adaptada a todas as regiões fisiográficas, levando o governo, por meio do Decreto nº 6239, a transformar a espécie como a árvore símbolo do estado, estando, pois sob a sua tutela, não mais podendo ser suprimida de seus habitats naturais.
Taxonomia
Família: Bignoniaceae
Espécie: Tabebuia Alba (Chamiso) Sandwith
Sinonímia botânica: Handroanthus albus (Chamiso) Mattos; Tecoma alba Chamisso
Outros nomes vulgares: ipê-amarelo, ipê, aipê, ipê-branco, ipê-mamono, ipê-mandioca, ipê-ouro, ipê-pardo, ipê-vacariano, ipê-tabaco, ipê-do-cerrado, ipê-dourado, ipê-da-serra, ipezeiro, pau-d’arco-amarelo, taipoca.
Aspectos Ecológicos
O ipê-amarelo é uma espécie heliófita (Planta adaptada ao crescimento em ambiente aberto ou exposto à luz direta) e decídua (que perde as folhas em determinada época do ano). Pertence ao grupo das espécies secundárias iniciais (DURIGAN & NOGUEIRA, 1990).
Abrange a Floresta Pluvial da Mata Atlântica e da Floresta Latifoliada Semidecídua, ocorrendo principalmente no interior da Floresta Primária Densa. É característica de sub-bosques dos pinhais, onde há regeneração regular.
Informações Botânicas
Morfologia
As árvores de Tabebuia alba possuem cerca de 30 metros de altura. O tronco é reto ou levemente tortuoso, com fuste de 5 a 8 m de altura. A casca externa é grisáceo-grossa, possuindo fissuras longitudinais esparas e profundas. A coloração desta é cinza-rosa intenso, com camadas fibrosas, muito resistentes e finas, porém bem distintas.
Com ramos grossos, tortuosos e compridos, o ipê-amarelo possui copa alongada e alargada na base. As raízes de sustentação e absorção são vigorosas e profundas.
As folhas, deciduais, são opostas, digitadas e compostas. A face superior destas folhas é verde-escura, e, a face inferior, acinzentada, sendo ambas as faces tomentosas. Os pecíolos das folhas medem de 2,5 a 10 cm de comprimento. Os folíolos, geralmente, apresentam-se em número de 5 a 7, possuindo de 7 a 18 cm de comprimento por 2 a 6 cm de largura. Quando jovem estes folíolos são densamente pilosos em ambas as faces. O ápice destes é pontiagudo, com base arredondada e margem serreada.
As flores, grandes e lanceoladas, são de coloração amarelo-ouro. Possuem em média 8X15 cm.
Quanto aos frutos, estes possuem forma de cápsula bivalvar e são secos e deiscentes. Do tipo síliqua, lembram uma vagem. Medem de 15 a 30 cm de comprimento por 1,5 a 2,5 cm de largura. As valvas são finamente tomentosas com pêlos ramificados. Possuem grande quantidade de sementes.
As sementes são membranáceas brilhantes e esbranquiçadas, de coloração marrom. Possuem de 2 a 3 cm de comprimento por 7 a 9 mm de largura e são aladas.
Reprodução
A espécie é caducifólia e a queda das folhas coincide com o período de floração. A floração inicia-se no final de agosto, podendo ocorrer alguma variação devido a fenômenos climáticos. Como a espécie floresce no final do inverno é influenciada pela intensidade do mesmo. Quanto mais frio e seco for o inverno, maior será a intensidade da florada do ipê amarelo.
As flores por sua exuberância, atraem abelhas e pássaros, principalmente beija-flores que são importantes agentes polinizadores. Segundo CARVALHO (2003), a espécie possui como vetor de polinização a abelha mamangava (Bombus morio).
As sementes são dispersas pelo vento.
A planta é hermafrodita, e frutifica nos meses de setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro e fevereiro, dependendo da sua localização. Em cultivo, a espécie inicia o processo reprodutivo após o terceiro ano.
Ocorrência Natural
Ocorre naturalmente na Floresta Estaciobal Semidecicual, Floresta de Araucária e no Cerrado.
Segundo o IBGE, a Tabebuia alba (Cham.) Sandw. é uma árvore do Cerrado, Cerradão e Mata Seca. Apresentando-se nos campos secos (savana gramíneo-lenhosa), próximo às escarpas.
Clima
Segundo a classificação de Köppen, o ipê-amarelo abrange locais de clima tropical (Aw), subtropical úmido (Cfa), sutropical de altitude (Cwa e Cwb) e temperado.
A T.alba pode tolerar até 81 geadas em um ano. Ocorre em locais onde a temperatura média anual varia de 14,4ºC como mínimo e 22,4ºC como máximo.
Solo
A espécie prefere solos úmidos, com drenagem lenta e geralmente não muito ondulados (LONGHI, 1995).
Aparece em terras de boa à média fertilidade, em solos profundos ou rasos, nas matas e raramente cerradões (NOGUEIRA, 1977).
Pragas e Doenças
De acordo com CARVALHO (2003), possui como praga a espécie de coleópteros Cydianerus bohemani da família Curculionoideae e um outro coleóptero da família Chrysomellidae. Apesar da constatação de elevados índices populacionais do primeiro, os danos ocasionados até o momento são leves. Nas praças e ruas de Curitiba - PR, 31% das árvores foram atacadas pela Cochonilha Ceroplastes grandis.
ZIDKO (2002), ao estudar no município de Piracicaba a associação de coleópteros em espécies arbóreas, verificou a presença de insetos adultos da espécie Sitophilus linearis da família de coleópteros, Curculionidae, em estruturas reprodutivas. Os insetos adultos da espécie emergiram das vagens do ipê, danificando as sementes desta espécie nativa.
ANDRADE (1928) assinalou diversas espécies de Cerambycidae atacando essências florestais vivas, como ingazeiro, cinamomo, cangerana, cedro, caixeta, jacarandá, araribá, jatobá, entre outras como o ipê amarelo.
A Madeira
A Tabebuia alba produz madeira de grande durabilidade e resistência ao apodrecimento (LONGHI,1995).
MANIERI (1970) caracteriza o cerne desta espécie como de cor pardo-havana-claro, pardo-havan-escuro, ou pardo-acastanhado, com reflexos esverdeados. A superfície da madeira é irregularmente lustrosa, lisa ao tato, possuindo textura media e grã-direita.
Com densidade entre 0,90 e 1,15 grama por centímetro cúbico, a madeira é muito dura (LORENZI, 1992), apresentando grande dificuldade ao serrar.
A madeira possui cheiro e gosto distintos. Segundo LORENZI (1992), o cheiro característico é devido à presença da substância lapachol, ou ipeína.
Usos da Madeira
Sendo pesada, com cerne escuro, adquire grande valor comercial na marcenaria e carpintaria. Também é utilizada para fabricação de dormentes, moirões, pontes, postes, eixos de roda, varais de carroça, moendas de cana, etc.
Produtos Não-Madeireiros
A entrecasca do ipê-amarelo possui propriedades terapêuticas como adstringente, usada no tratamento de garganta e estomatites. É também usada como diurético.
O ipê-amarelo possui flores melíferas e que maduras podem ser utilizadas na alimentação humana.
Outros Usos
É comumente utilizada em paisagismo de parques e jardins pela beleza e porte. Além disso, é muito utilizada na arborização urbana.
Segundo MOREIRA & SOUZA (1987), o ipê-amarelo costuma povoar as beiras dos rios sendo, portanto, indicado para recomposição de matas ciliares. MARTINS (1986), também cita a espécie para recomposição de matas ciliares da Floresta Estacional Semidecidual, abrangendo alguns municípios das regiões Norte, Noroeste e parte do Oeste do Estado do Paraná.
Aspectos Silviculturais
Possui a tendência a crescer reto e sem bifurcações quando plantado em reflorestamento misto, pois é espécie monopodial. A desrrama se faz muito bem e a cicatrização é boa. Sendo assim, dificilmente encopa quando nova, a não ser que seja plantado em parques e jardins.
Ao ser utilizada em arborização urbana, o ipê amarelo requer podas de condução com freqüência mediana.
Espécie heliófila apresenta a pleno sol ramificação cimosa, registrando-se assim dicotomia para gema apical. Deve ser preconizada, para seu melhor aproveitamento madeireiro, podas de formação usuais (INQUE et al., 1983).
Produção de Mudas
A propagação deve realizada através de enxertia.
Os frutos devem ser coletados antes da dispersão, para evitar a perda de sementes. Após a coleta as sementes são postas em ambiente ventilado e a extração é feita manualmente. As sementes do ipê amarelo são ortodoxas, mantendo a viabilidade natural por até 3 meses em sala e por até 9 meses em vidro fechado, em câmara fria.
A condução das mudas deve ser feita a pleno sol. A muda atinge cerca de 30 cm em 9 meses, apresentando tolerância ao sol 3 semanas após a germinação.
Sementes
Os ipês, espécies do gênero Tabebuia, produzem uma grande quantidade de sementes leves, aladas com pequenas reservas, e que perdem a viabilidade em poucos dias após a sua coleta. A sua conservação vem sendo estudada em termos de determinação da condição ideal de armazenamento, e tem demonstrado a importância de se conhecer o comportamento da espécie quando armazenada com diferentes teores de umidade inicial, e a umidade de equilíbrio crítica para a espécie (KANO; MÁRQUEZ & KAGEYAMA, 1978).
As levíssimas sementes aladas da espécie não necessitam de quebra de dormência. Podem apenas ser expostas ao sol por cerca de 6 horas e semeadas diretamente nos saquinhos. A quebra natural leva cerca de 3 meses e a quebra na câmara leva 9 meses. A germinação ocorre após 30 dias e de 80%.
As sementes são ortodoxas e há aproximadamente 87000 sementes em cada quilo.
Preço da Madeira no Mercado
O preço médio do metro cúbico de pranchas de ipê no Estado do Pará cotado em Julho e Agosto de 2005 foi de R$1.200,00 o preço mínimo, R$ 1509,35 o médio e R$ 2.000,00 o preço máximo (CEPEA,2005).
O ipê-amarelo-da-serra (Tabebuia alba (Cham.) Sandwith) é uma árvore brasileira, heliófita, secundária inicial, nativa da Mata Atlântica (floresta ombrófila densa e floresta estacional semidecidual), considerada a árvore símbolo do Brasil, descrita inicialmente em 1832 por Chamiso como Tecoma alba. O nome alba se deve à coloração branca das folhas e ramos novos, devida aos pelos que as recobrem.
Está na lista da flora ameaçada do estado de São Paulo.1
Outros nomes populares: ipê-ouro, ipê-amarelo, ipê-da-serra, ipê, aipê, ipê-branco, ipê-mamono, ipê-mandioca, ipê-pardo, ipê-vacariano, ipê-tabaco, ipê-do-cerrado, ipê-dourado, ipezeiro, pau-d’arco-amarelo, taipoca.
Anda con la sagrada imagen de nuestra señora de la candelaria el día 02 de Febrero del presente 2011. a las 5 de la tarde, Tecomán, Colima, Mexico.
A text In English:
The Swallow-tailed Hummingbird, so called from its forked tail, is one of the largest hummingbirds in cities and gardens, but it also occurs in gallery forests, bushy pastures and edges of woods or coppices. It is green, except for the blue head and upper breast, turning to iridescent purple according to the direction of light; it has dark wings and a heavy black bill. The tail is dark blue with the external feathers longer than central ones. It is very aggressive and attacks other hummingbirds that dare to visit flowers in certain trees. Where the flowers are available for many months, the individual is fiercely territorial, but generally needs to search soon for other flowering plants. It flies to catch small insets on or under leaves in the gallery forests or woodlands. The female builds a small cup-shaped nest saddled on a branch, not far from the main trunk in the shade of leaves. Perched on favorite branches, the male can utter long but low chirps. Once in a while, it interrupts these singing sessions to feed, and flies back for more song or to clean the plumage. They occur from the Guianas and Amazon River to Paraguay and southeastern Peru. They can get along with partially deforested zones, but may disappear with intensive agriculture and with the development of treeless cities.
Um texto em Português:
Beija-flor Tesoura (Eupetomena macroura), fotografado em Brasília-DF, Brasil.
Eupetomena macroura (Gmelin, 1788): tesoura; swallow-tailed hummingbird c.
Destaca-se das espécies estudadas pelo maior porte e pela cauda comprida e bifurcada, o que lhe valeu o nome popular. Como é comum entre os beija-flores, é uma espécie agressiva que disputa com outras o seu território e fontes de alimento.
Nidificação: o ninho, em forma de tigela, é assentado numa forquilha de arbusto ou árvores, a cerca de 2 a 3 m do solo. O material utilizado na construção é composto por fibras vegetais incluindo painas, musgos e liquens, aderidos externamente com teias de aranhas.
Hábitat: capoeiras, cerrados, borda de matas e jardins.
Tamanho: 17,0 cm
A SEGUIR UM TEXTO ENCONTRADO E REPRODUZIDO DO ENDEREÇO nationalgeographic.abril.uol.com.br/ng/edicoes/83/reporta... DA NATIONAL GEOGRAFIC:
Prodígios da micro-engenharia, os beija-flores são os campeões dos pesos-leves entre as aves
Uma faísca safira, um frêmito de asas, e o minúsculo pássaro - ou seria um inseto? - some como miragem fugaz. Reaparece instantes depois, agora num ângulo melhor. É pássaro mesmo, um dervixe do tamanho do meu polegar com asas que batem 80 vertiginosas vezes por segundo, produzindo um zumbido quase inaudível. As penas da cauda, à guisa de leme, delicadamente direcionam o vôo em três direções. Ele fita a trombeta de uma vistosa flor alaranjada e do bico fino como agulha projeta uma língua delgada feito linha. Um raio de Sol ricocheteia de suas penas iridescentes. A cor refletida deslumbra como uma pedra preciosa contra uma janela ensolarada. Não admira que os beija-flores sejam tão queridos e que tanta gente já tenha tropeçado ao tentar descrevê-los. Nem mesmo circunspectos cientistas resistem a termos como "belo", "magnífico", "exótico".
Surpresa maior é o fato de o aparentemente frágil beija-flor ser uma das mais resistentes criaturas do reino animal. Cerca de 330 espécies prosperam em ambientes diversos, muitos deles brutais: do Alasca à Argentina, do deserto do Arizona à costa de Nova Scotia, da Amazônia à linha nevada acima dos 4,5 mil metros nos Andes (misteriosamente, essas aves só são encontradas no Novo Mundo).
"Eles vivem no limite do que é possível aos vertebrados, e com maestria", diz Karl Schuchmann, ornitólogo do Instituto Zoológico Alexander Koenig e do Fundo Brehm, na Alemanha. Schuchmann ouviu falar de um beija-flor que viveu 17 anos em cativeiro. "Imagine a resistência de um organismo de 5 ou 6 gramas para viver tanto tempo!", diz ele espantado. Em média, o minúsculo coração de um beija-flor bate cerca de 500 vezes por minuto (em repouso!). Assim, o desse pequeno cativo teria batido meio bilhão de vezes, quase o dobro do total de uma pessoa de 70 anos.
Mas esses passarinhos são duráveis apenas em vida. Quando morrem, seus ossos delicados e ocos quase nunca se fossilizam. Daí o assombro causado pela recente descoberta de um amontoado de fósseis de aves que talvez inclua um beija-flor ancestral de 30 milhões de anos. Como os beija-flores modernos, os espécimes fósseis tinham o bico longo e fino e os ossos superiores das asas mais curtos, terminando em uma saliência arredondada que talvez lhes permitisse fazer a rotação na articulação do ombro e parar no ar.
A outra surpresa foi o local do achado: no sul da Alemanha, longe do território dos beija-flores atuais. Para alguns cientistas, essa descoberta mostra que já existiram beija-flores fora das Américas, mas se extinguiram. Ou quem sabe os fósseis não fossem de beija-flor. Os céticos, entre eles Schuchmann, afirmam que muitas vezes, ao longo da evolução, outros grupos de aves adquiriram características semelhantes às do beija-flor. Os verdadeiros beija-flores, diz Schuchmann, evoluíram nas florestas do leste do Brasil, onde competiam com insetos pelo néctar das flores.
"O Brasil foi o laboratório do protótipo", diz o ornitólogo. "E o modelo funcionou." O beija-flor tornou-se a obra-prima da microengenharia da natureza. Aperfeiçoou sua habilidade de parar no ar há dezenas de milhões de anos para competir por parte das flores do Novo Mundo.
"Eles são uma ponte entre o mundo das aves e o dos insetos", diz Doug Altshuler, da Universidade da Califórnia em Riverside. Altshuler, que estuda o vôo dos beija-flores, examinou os movimentos das asas do pássaro. Observou que, nele, os impulsos elétricos propulsores dos músculos das asas lembram mais os dos insetos que os das aves. Talvez por isso o beija-flor produza tanta energia por batida de asas: mais, por unidade de massa, que qualquer outro vertebrado. Altshuler também analisou os trajetos neurais do beija-flor, que funcionam com a mesma vertiginosa velocidade encontrada nas aves mais ágeis, como seu primo mais próximo, o andorinhão. "São incríveis; uns pequenos Frankesteins", compara.
Certamente eles sabem intimidar: grama por grama, talvez sejam os maiores confrontadores da natureza. "O vocabulário do beija-flor deve ser 100% composto de palavrões", graceja Sheri Williamson, naturalista do Southeastern Arizona Bird Observatory. A agressão do beija-flor nasce de ferozes instintos territoriais moldados à necessidade de sugar néctar a cada poucos minutos. Os beija-flores competem desafiando e ameaçando uns aos outros. Postam-se face a face no ar, rodopiam, mergulham na direção da grama e voam de ré, em danças de dominância que terminam tão subitamente quanto começam.
O melhor lugar para vermos tais batalhas é nas montanhas, especialmente no Equador, em que ricos ecossistemas se apresentam em suas várias altitudes. Sheri supõe que o sentido norte-sul das cordilheiras americanas também crie rotas favoráveis à migração para onde haja constante suprimento de flores. O que contrasta, diz ela, com as barreiras naturais que se estendem de leste a oeste na África, como o Saara e o Mediterrâneo.
Algumas espécies de beija-flor, porém, adaptaram-se a atravessar vastidões planas, onde o alimento é escasso. Antes de sua intrépida migração da primavera para os Estados Unidos e o Canadá, os beija-flores-de-garganta-vermelha reúnem-se no México e empanturram-se de insetos e néctar. Armazenam gordura e duplicam de peso em uma semana. Em seguida, atravessam o golfo do México, voando 800 quilômetros sem escalas por 20 horas, até a costa distante.
A região próxima à linha do equador é um reino de beija-flores. Quem sai do aeroporto de Quito, no Equador, pode ser logo saudado por um cintilante beija-flor-violeta, com pintura de guerra de manchas púrpura iridescentes nos lados da face. A leste da cidade, nas cabeceiras da bacia Amazônica, o beija-flor-bico-de-espada esvoaça na mata portando o bico mais longo de todas as aves em proporção a seu tamanho: mais de metade do comprimento total do animal. Nas encostas do Cotopaxi, um vulcão ao sul de Quito, o beija-flor-do-chimborazo foi avistado acima dos 4,5 mil metros. Ali ele passa a noite entorpecido em cavernas, pois desacelera seu ritmo metabólico o suficiente para não morrer de fome antes de amanhecer. Mais tarde, aquecido pelo Sol, ele recomeça a se alimentar.
"Quem estuda beija-flores fica irremediavelmente enfeitiçado", diz Sheri Williamson. "São criaturinhas sedutoras. Tentei resistir, mas agora tenho sangue de beija-flor correndo nas veias."
Canon EOS 50D
www.flickr.com/map/?&fLat=-15.827534&fLon=-47.928...
Ipê Amarelo, Tabebuia [chrysotricha or ochracea].
Text, in english, from Wikipedia, the free encyclopedia
"Trumpet tree" redirects here. This term is occasionally used for the Shield-leaved Pumpwood (Cecropia peltata).
Tabebuia
Flowering Araguaney or ipê-amarelo (Tabebuia chrysantha) in central Brazil
Scientific classification
Kingdom: Plantae
(unranked): Angiosperms
(unranked): Eudicots
(unranked): Asterids
Order: Lamiales
Family: Bignoniaceae
Tribe: Tecomeae
Genus: Tabebuia
Gomez
Species
Nearly 100.
Tabebuia is a neotropical genus of about 100 species in the tribe Tecomeae of the family Bignoniaceae. The species range from northern Mexico and the Antilles south to northern Argentina and central Venezuela, including the Caribbean islands of Hispaniola (Dominican Republic and Haiti) and Cuba. Well-known common names include Ipê, Poui, trumpet trees and pau d'arco.
They are large shrubs and trees growing to 5 to 50 m (16 to 160 ft.) tall depending on the species; many species are dry-season deciduous but some are evergreen. The leaves are opposite pairs, complex or palmately compound with 3–7 leaflets.
Tabebuia is a notable flowering tree. The flowers are 3 to 11 cm (1 to 4 in.) wide and are produced in dense clusters. They present a cupular calyx campanulate to tubular, truncate, bilabiate or 5-lobed. Corolla colors vary between species ranging from white, light pink, yellow, lavender, magenta, or red. The outside texture of the flower tube is either glabrous or pubescentThe fruit is a dehiscent pod, 10 to 50 cm (4 to 20 in.) long, containing numerous—in some species winged—seeds. These pods often remain on the tree through dry season until the beginning of the rainy.
Species in this genus are important as timber trees. The wood is used for furniture, decking, and other outdoor uses. It is increasingly popular as a decking material due to its insect resistance and durability. By 2007, FSC-certified ipê wood had become readily available on the market, although certificates are occasionally forged.
Tabebuia is widely used as ornamental tree in the tropics in landscaping gardens, public squares, and boulevards due to its impressive and colorful flowering. Many flowers appear on still leafless stems at the end of the dry season, making the floral display more conspicuous. They are useful as honey plants for bees, and are popular with certain hummingbirds. Naturalist Madhaviah Krishnan on the other hand once famously took offense at ipé grown in India, where it is not native.
Lapacho teaThe bark of several species has medical properties. The bark is dried, shredded, and then boiled making a bitter or sour-tasting brownish-colored tea. Tea from the inner bark of Pink Ipê (T. impetiginosa) is known as Lapacho or Taheebo. Its main active principles are lapachol, quercetin, and other flavonoids. It is also available in pill form. The herbal remedy is typically used during flu and cold season and for easing smoker's cough. It apparently works as expectorant, by promoting the lungs to cough up and free deeply embedded mucus and contaminants. However, lapachol is rather toxic and therefore a more topical use e.g. as antibiotic or pesticide may be advisable. Other species with significant folk medical use are T. alba and Yellow Lapacho (T. serratifolia)
Tabebuia heteropoda, T. incana, and other species are occasionally used as an additive to the entheogenic drink Ayahuasca.
Mycosphaerella tabebuiae, a plant pathogenic sac fungus, was first discovered on an ipê tree.
Tabebuia alba
Tabebuia anafensis
Tabebuia arimaoensis
Tabebuia aurea – Caribbean Trumpet Tree
Tabebuia bilbergii
Tabebuia bibracteolata
Tabebuia cassinoides
Tabebuia chrysantha – Araguaney, Yellow Ipê, tajibo (Bolivia), ipê-amarelo (Brazil), cañaguate (N Colombia)
Tabebuia chrysotricha – Golden Trumpet Tree
Tabebuia donnell-smithii Rose – Gold Tree, "Prima Vera", Cortez blanco (El Salvador), San Juan (Honduras), palo blanco (Guatemala),duranga (Mexico)
A native of Mexico and Central Americas, considered one of the most colorful of all Central American trees. The leaves are deciduous. Masses of golden-yellow flowers cover the crown after the leaves are shed.
Tabebuia dubia
Tabebuia ecuadorensis
Tabebuia elongata
Tabebuia furfuracea
Tabebuia geminiflora Rizz. & Mattos
Tabebuia guayacan (Seem.) Hemsl.
Tabebuia haemantha
Tabebuia heptaphylla (Vell.) Toledo – tajy
Tabebuia heterophylla – roble prieto
Tabebuia heteropoda
Tabebuia hypoleuca
Tabebuia impetiginosa – Pink Ipê, Pink Lapacho, ipê-cavatã, ipê-comum, ipê-reto, ipê-rosa, ipê-roxo-damata, pau d'arco-roxo, peúva, piúva (Brazil), lapacho negro (Spanish); not "brazilwood"
Tabebuia incana
Tabebuia jackiana
Tabebuia lapacho – lapacho amarillo
Tabebuia orinocensis A.H. Gentry[verification needed]
Tabebuia ochracea
Tabebuia oligolepis
Tabebuia pallida – Cuban Pink Trumpet Tree
Tabebuia platyantha
Tabebuia polymorpha
Tabebuia rosea (Bertol.) DC.[verification needed] (= T. pentaphylla (L.) Hemsley) – Pink Poui, Pink Tecoma, apama, apamate, matilisguate
A popular street tree in tropical cities because of its multi-annular masses of light pink to purple flowers and modest size. The roots are not especially destructive for roads and sidewalks. It is the national tree of El Salvador and the state tree of Cojedes, Venezuela
Tabebuia roseo-alba – White Ipê, ipê-branco (Brazil), lapacho blanco
Tabebuia serratifolia – Yellow Lapacho, Yellow Poui, ipê-roxo (Brazil)
Tabebuia shaferi
Tabebuia striata
Tabebuia subtilis Sprague & Sandwith
Tabebuia umbellata
Tabebuia vellosoi Toledo
Ipê-do-cerrado
Texto, em português, da Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ipê-do-cerrado
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Subclasse: Asteridae
Ordem: Lamiales
Família: Bignoniaceae
Género: Tabebuia
Espécie: T. ochracea
Nome binomial
Tabebuia ochracea
(Cham.) Standl. 1832
Sinónimos
Bignonia tomentosa Pav. ex DC.
Handroanthus ochraceus (Cham.) Mattos
Tabebuia chrysantha (Jacq.) G. Nicholson
Tabebuia hypodictyon A. DC.) Standl.
Tabebuia neochrysantha A.H. Gentry
Tabebuia ochracea subsp. heteropoda (A. DC.) A.H. Gentry
Tabebuia ochracea subsp. neochrysantha (A.H. Gentry) A.H. Gentry
Tecoma campinae Kraenzl.
ecoma grandiceps Kraenzl.
Tecoma hassleri Sprague
Tecoma hemmendorffiana Kraenzl.
Tecoma heteropoda A. DC.
Tecoma hypodictyon A. DC.
Tecoma ochracea Cham.
Ipê-do-cerrado é um dos nomes populares da Tabebuia ochracea (Cham.) Standl. 1832, nativa do cerrado brasileiro, no estados de Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.
Está na lista de espécies ameaçadas do estado de São Paulo, onde é encontrda também no domínio da Mata Atlântica[1].
Ocorre também na Argentina, Paraguai, Bolívia, Equador, Peru, Venezuela, Guiana, El Salvador, Guatemala e Panamá[2].
Há uma espécie homônima descrita por A.H. Gentry em 1992.
Outros nomes populares: ipê-amarelo, ipê-cascudo, ipê-do-campo, ipê-pardo, pau-d'arco-do-campo, piúva, tarumã.
Características
Altura de 6 a 14 m. Tronco tortuso com até 50 cm de diâmetro. Folhas pilosas em ambas as faces, mais na inferior, que é mais clara.
Planta decídua, heliófita, xerófita, nativa do cerrado em solos bem drenados.
Floresce de julho a setembro. Os frutos amadurecem de setembro a outubro.
FloresProduz grande quantidade de sementes leves, aladas com pequenas reservas, e que perdem a viabilidade em menos de 90 dias após coleta. A sua conservação vem sendo estudada em termos de determinação da condição ideal de armazenamento, e tem demonstrado a importância de se conhecer o comportamento da espécie quando armazenada com diferentes teores de umidade inicial, e a umidade de equilíbrio crítica para a espécie (KANO; MÁRQUEZ & KAGEYAMA, 1978). As levíssimas sementes aladas da espécie não necessitam de quebra de dormência. Podem apenas ser expostas ao sol por cerca de 6 horas e semeadas diretamente nos saquinhos. A germinação ocorre após 30 dias e de 80%. As sementes são ortodoxas e há aproximadamente 72 000 sementes em cada quilo.
O desenvolvimento da planta é rápido.
Como outros ipês, a madeira é usada em tacos, assoalhos, e em dormentes e postes. Presta-se também para peças torneadas e instrumento musicais.
Tabebuia alba (Ipê-Amarelo)
Texto, em português, produzido pela Acadêmica Giovana Beatriz Theodoro Marto
Supervisão e orientação do Prof. Luiz Ernesto George Barrichelo e do Eng. Paulo Henrique Müller
Atualizado em 10/07/2006
O ipê amarelo é a árvore brasileira mais conhecida, a mais cultivada e, sem dúvida nenhuma, a mais bela. É na verdade um complexo de nove ou dez espécies com características mais ou menos semelhantes, com flores brancas, amarelas ou roxas. Não há região do país onde não exista pelo menos uma espécie dele, porém a existência do ipê em habitat natural nos dias atuais é rara entre a maioria das espécies (LORENZI,2000).
A espécie Tabebuia alba, nativa do Brasil, é uma das espécies do gênero Tabebuia que possui “Ipê Amarelo” como nome popular. O nome alba provém de albus (branco em latim) e é devido ao tomento branco dos ramos e folhas novas.
As árvores desta espécie proporcionam um belo espetáculo com sua bela floração na arborização de ruas em algumas cidades brasileiras. São lindas árvores que embelezam e promovem um colorido no final do inverno. Existe uma crença popular de que quando o ipê-amarelo floresce não vão ocorrer mais geadas. Infelizmente, a espécie é considerada vulnerável quanto à ameaça de extinção.
A Tabebuia alba, natural do semi-árido alagoano está adaptada a todas as regiões fisiográficas, levando o governo, por meio do Decreto nº 6239, a transformar a espécie como a árvore símbolo do estado, estando, pois sob a sua tutela, não mais podendo ser suprimida de seus habitats naturais.
Taxonomia
Família: Bignoniaceae
Espécie: Tabebuia Alba (Chamiso) Sandwith
Sinonímia botânica: Handroanthus albus (Chamiso) Mattos; Tecoma alba Chamisso
Outros nomes vulgares: ipê-amarelo, ipê, aipê, ipê-branco, ipê-mamono, ipê-mandioca, ipê-ouro, ipê-pardo, ipê-vacariano, ipê-tabaco, ipê-do-cerrado, ipê-dourado, ipê-da-serra, ipezeiro, pau-d’arco-amarelo, taipoca.
Aspectos Ecológicos
O ipê-amarelo é uma espécie heliófita (Planta adaptada ao crescimento em ambiente aberto ou exposto à luz direta) e decídua (que perde as folhas em determinada época do ano). Pertence ao grupo das espécies secundárias iniciais (DURIGAN & NOGUEIRA, 1990).
Abrange a Floresta Pluvial da Mata Atlântica e da Floresta Latifoliada Semidecídua, ocorrendo principalmente no interior da Floresta Primária Densa. É característica de sub-bosques dos pinhais, onde há regeneração regular.
Informações Botânicas
Morfologia
As árvores de Tabebuia alba possuem cerca de 30 metros de altura. O tronco é reto ou levemente tortuoso, com fuste de 5 a 8 m de altura. A casca externa é grisáceo-grossa, possuindo fissuras longitudinais esparas e profundas. A coloração desta é cinza-rosa intenso, com camadas fibrosas, muito resistentes e finas, porém bem distintas.
Com ramos grossos, tortuosos e compridos, o ipê-amarelo possui copa alongada e alargada na base. As raízes de sustentação e absorção são vigorosas e profundas.
As folhas, deciduais, são opostas, digitadas e compostas. A face superior destas folhas é verde-escura, e, a face inferior, acinzentada, sendo ambas as faces tomentosas. Os pecíolos das folhas medem de 2,5 a 10 cm de comprimento. Os folíolos, geralmente, apresentam-se em número de 5 a 7, possuindo de 7 a 18 cm de comprimento por 2 a 6 cm de largura. Quando jovem estes folíolos são densamente pilosos em ambas as faces. O ápice destes é pontiagudo, com base arredondada e margem serreada.
As flores, grandes e lanceoladas, são de coloração amarelo-ouro. Possuem em média 8X15 cm.
Quanto aos frutos, estes possuem forma de cápsula bivalvar e são secos e deiscentes. Do tipo síliqua, lembram uma vagem. Medem de 15 a 30 cm de comprimento por 1,5 a 2,5 cm de largura. As valvas são finamente tomentosas com pêlos ramificados. Possuem grande quantidade de sementes.
As sementes são membranáceas brilhantes e esbranquiçadas, de coloração marrom. Possuem de 2 a 3 cm de comprimento por 7 a 9 mm de largura e são aladas.
Reprodução
A espécie é caducifólia e a queda das folhas coincide com o período de floração. A floração inicia-se no final de agosto, podendo ocorrer alguma variação devido a fenômenos climáticos. Como a espécie floresce no final do inverno é influenciada pela intensidade do mesmo. Quanto mais frio e seco for o inverno, maior será a intensidade da florada do ipê amarelo.
As flores por sua exuberância, atraem abelhas e pássaros, principalmente beija-flores que são importantes agentes polinizadores. Segundo CARVALHO (2003), a espécie possui como vetor de polinização a abelha mamangava (Bombus morio).
As sementes são dispersas pelo vento.
A planta é hermafrodita, e frutifica nos meses de setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro e fevereiro, dependendo da sua localização. Em cultivo, a espécie inicia o processo reprodutivo após o terceiro ano.
Ocorrência Natural
Ocorre naturalmente na Floresta Estaciobal Semidecicual, Floresta de Araucária e no Cerrado.
Segundo o IBGE, a Tabebuia alba (Cham.) Sandw. é uma árvore do Cerrado, Cerradão e Mata Seca. Apresentando-se nos campos secos (savana gramíneo-lenhosa), próximo às escarpas.
Clima
Segundo a classificação de Köppen, o ipê-amarelo abrange locais de clima tropical (Aw), subtropical úmido (Cfa), sutropical de altitude (Cwa e Cwb) e temperado.
A T.alba pode tolerar até 81 geadas em um ano. Ocorre em locais onde a temperatura média anual varia de 14,4ºC como mínimo e 22,4ºC como máximo.
Solo
A espécie prefere solos úmidos, com drenagem lenta e geralmente não muito ondulados (LONGHI, 1995).
Aparece em terras de boa à média fertilidade, em solos profundos ou rasos, nas matas e raramente cerradões (NOGUEIRA, 1977).
Pragas e Doenças
De acordo com CARVALHO (2003), possui como praga a espécie de coleópteros Cydianerus bohemani da família Curculionoideae e um outro coleóptero da família Chrysomellidae. Apesar da constatação de elevados índices populacionais do primeiro, os danos ocasionados até o momento são leves. Nas praças e ruas de Curitiba - PR, 31% das árvores foram atacadas pela Cochonilha Ceroplastes grandis.
ZIDKO (2002), ao estudar no município de Piracicaba a associação de coleópteros em espécies arbóreas, verificou a presença de insetos adultos da espécie Sitophilus linearis da família de coleópteros, Curculionidae, em estruturas reprodutivas. Os insetos adultos da espécie emergiram das vagens do ipê, danificando as sementes desta espécie nativa.
ANDRADE (1928) assinalou diversas espécies de Cerambycidae atacando essências florestais vivas, como ingazeiro, cinamomo, cangerana, cedro, caixeta, jacarandá, araribá, jatobá, entre outras como o ipê amarelo.
A Madeira
A Tabebuia alba produz madeira de grande durabilidade e resistência ao apodrecimento (LONGHI,1995).
MANIERI (1970) caracteriza o cerne desta espécie como de cor pardo-havana-claro, pardo-havan-escuro, ou pardo-acastanhado, com reflexos esverdeados. A superfície da madeira é irregularmente lustrosa, lisa ao tato, possuindo textura media e grã-direita.
Com densidade entre 0,90 e 1,15 grama por centímetro cúbico, a madeira é muito dura (LORENZI, 1992), apresentando grande dificuldade ao serrar.
A madeira possui cheiro e gosto distintos. Segundo LORENZI (1992), o cheiro característico é devido à presença da substância lapachol, ou ipeína.
Usos da Madeira
Sendo pesada, com cerne escuro, adquire grande valor comercial na marcenaria e carpintaria. Também é utilizada para fabricação de dormentes, moirões, pontes, postes, eixos de roda, varais de carroça, moendas de cana, etc.
Produtos Não-Madeireiros
A entrecasca do ipê-amarelo possui propriedades terapêuticas como adstringente, usada no tratamento de garganta e estomatites. É também usada como diurético.
O ipê-amarelo possui flores melíferas e que maduras podem ser utilizadas na alimentação humana.
Outros Usos
É comumente utilizada em paisagismo de parques e jardins pela beleza e porte. Além disso, é muito utilizada na arborização urbana.
Segundo MOREIRA & SOUZA (1987), o ipê-amarelo costuma povoar as beiras dos rios sendo, portanto, indicado para recomposição de matas ciliares. MARTINS (1986), também cita a espécie para recomposição de matas ciliares da Floresta Estacional Semidecidual, abrangendo alguns municípios das regiões Norte, Noroeste e parte do Oeste do Estado do Paraná.
Aspectos Silviculturais
Possui a tendência a crescer reto e sem bifurcações quando plantado em reflorestamento misto, pois é espécie monopodial. A desrrama se faz muito bem e a cicatrização é boa. Sendo assim, dificilmente encopa quando nova, a não ser que seja plantado em parques e jardins.
Ao ser utilizada em arborização urbana, o ipê amarelo requer podas de condução com freqüência mediana.
Espécie heliófila apresenta a pleno sol ramificação cimosa, registrando-se assim dicotomia para gema apical. Deve ser preconizada, para seu melhor aproveitamento madeireiro, podas de formação usuais (INQUE et al., 1983).
Produção de Mudas
A propagação deve realizada através de enxertia.
Os frutos devem ser coletados antes da dispersão, para evitar a perda de sementes. Após a coleta as sementes são postas em ambiente ventilado e a extração é feita manualmente. As sementes do ipê amarelo são ortodoxas, mantendo a viabilidade natural por até 3 meses em sala e por até 9 meses em vidro fechado, em câmara fria.
A condução das mudas deve ser feita a pleno sol. A muda atinge cerca de 30 cm em 9 meses, apresentando tolerância ao sol 3 semanas após a germinação.
Sementes
Os ipês, espécies do gênero Tabebuia, produzem uma grande quantidade de sementes leves, aladas com pequenas reservas, e que perdem a viabilidade em poucos dias após a sua coleta. A sua conservação vem sendo estudada em termos de determinação da condição ideal de armazenamento, e tem demonstrado a importância de se conhecer o comportamento da espécie quando armazenada com diferentes teores de umidade inicial, e a umidade de equilíbrio crítica para a espécie (KANO; MÁRQUEZ & KAGEYAMA, 1978).
As levíssimas sementes aladas da espécie não necessitam de quebra de dormência. Podem apenas ser expostas ao sol por cerca de 6 horas e semeadas diretamente nos saquinhos. A quebra natural leva cerca de 3 meses e a quebra na câmara leva 9 meses. A germinação ocorre após 30 dias e de 80%.
As sementes são ortodoxas e há aproximadamente 87000 sementes em cada quilo.
Preço da Madeira no Mercado
O preço médio do metro cúbico de pranchas de ipê no Estado do Pará cotado em Julho e Agosto de 2005 foi de R$1.200,00 o preço mínimo, R$ 1509,35 o médio e R$ 2.000,00 o preço máximo (CEPEA,2005).
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Release Date : 2015-07-01
Casts : Jai Courtney, Arnold Schwarzenegger, Matt Smith, Jason Clarke, J.K. Simmons, Sandrine Holt, Emilia Clarke, Aaron V. Williamson, Dayo Okeniyi, Michael Gladis, Lee Byung-hun
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Centenaria imagen de la virgen de la candelaria en su extinto camarín despues de su vestición el 1 de febrero de 2000 a las 3 de la tarde
Ipê Amarelo, Tabebuia [chrysotricha or ochracea].
Ipê-amarelo em Brasília, Brasil.
This tree is in Brasília, Capital of Brazil.
Text, in english, from Wikipedia, the free encyclopedia
"Trumpet tree" redirects here. This term is occasionally used for the Shield-leaved Pumpwood (Cecropia peltata).
Tabebuia
Flowering Araguaney or ipê-amarelo (Tabebuia chrysantha) in central Brazil
Scientific classification
Kingdom: Plantae
(unranked): Angiosperms
(unranked): Eudicots
(unranked): Asterids
Order: Lamiales
Family: Bignoniaceae
Tribe: Tecomeae
Genus: Tabebuia
Gomez
Species
Nearly 100.
Tabebuia is a neotropical genus of about 100 species in the tribe Tecomeae of the family Bignoniaceae. The species range from northern Mexico and the Antilles south to northern Argentina and central Venezuela, including the Caribbean islands of Hispaniola (Dominican Republic and Haiti) and Cuba. Well-known common names include Ipê, Poui, trumpet trees and pau d'arco.
They are large shrubs and trees growing to 5 to 50 m (16 to 160 ft.) tall depending on the species; many species are dry-season deciduous but some are evergreen. The leaves are opposite pairs, complex or palmately compound with 3–7 leaflets.
Tabebuia is a notable flowering tree. The flowers are 3 to 11 cm (1 to 4 in.) wide and are produced in dense clusters. They present a cupular calyx campanulate to tubular, truncate, bilabiate or 5-lobed. Corolla colors vary between species ranging from white, light pink, yellow, lavender, magenta, or red. The outside texture of the flower tube is either glabrous or pubescentThe fruit is a dehiscent pod, 10 to 50 cm (4 to 20 in.) long, containing numerous—in some species winged—seeds. These pods often remain on the tree through dry season until the beginning of the rainy.
Species in this genus are important as timber trees. The wood is used for furniture, decking, and other outdoor uses. It is increasingly popular as a decking material due to its insect resistance and durability. By 2007, FSC-certified ipê wood had become readily available on the market, although certificates are occasionally forged.
Tabebuia is widely used as ornamental tree in the tropics in landscaping gardens, public squares, and boulevards due to its impressive and colorful flowering. Many flowers appear on still leafless stems at the end of the dry season, making the floral display more conspicuous. They are useful as honey plants for bees, and are popular with certain hummingbirds. Naturalist Madhaviah Krishnan on the other hand once famously took offense at ipé grown in India, where it is not native.
Lapacho teaThe bark of several species has medical properties. The bark is dried, shredded, and then boiled making a bitter or sour-tasting brownish-colored tea. Tea from the inner bark of Pink Ipê (T. impetiginosa) is known as Lapacho or Taheebo. Its main active principles are lapachol, quercetin, and other flavonoids. It is also available in pill form. The herbal remedy is typically used during flu and cold season and for easing smoker's cough. It apparently works as expectorant, by promoting the lungs to cough up and free deeply embedded mucus and contaminants. However, lapachol is rather toxic and therefore a more topical use e.g. as antibiotic or pesticide may be advisable. Other species with significant folk medical use are T. alba and Yellow Lapacho (T. serratifolia)
Tabebuia heteropoda, T. incana, and other species are occasionally used as an additive to the entheogenic drink Ayahuasca.
Mycosphaerella tabebuiae, a plant pathogenic sac fungus, was first discovered on an ipê tree.
Tabebuia alba
Tabebuia anafensis
Tabebuia arimaoensis
Tabebuia aurea – Caribbean Trumpet Tree
Tabebuia bilbergii
Tabebuia bibracteolata
Tabebuia cassinoides
Tabebuia chrysantha – Araguaney, Yellow Ipê, tajibo (Bolivia), ipê-amarelo (Brazil), cañaguate (N Colombia)
Tabebuia chrysotricha – Golden Trumpet Tree
Tabebuia donnell-smithii Rose – Gold Tree, "Prima Vera", Cortez blanco (El Salvador), San Juan (Honduras), palo blanco (Guatemala),duranga (Mexico)
A native of Mexico and Central Americas, considered one of the most colorful of all Central American trees. The leaves are deciduous. Masses of golden-yellow flowers cover the crown after the leaves are shed.
Tabebuia dubia
Tabebuia ecuadorensis
Tabebuia elongata
Tabebuia furfuracea
Tabebuia geminiflora Rizz. & Mattos
Tabebuia guayacan (Seem.) Hemsl.
Tabebuia haemantha
Tabebuia heptaphylla (Vell.) Toledo – tajy
Tabebuia heterophylla – roble prieto
Tabebuia heteropoda
Tabebuia hypoleuca
Tabebuia impetiginosa – Pink Ipê, Pink Lapacho, ipê-cavatã, ipê-comum, ipê-reto, ipê-rosa, ipê-roxo-damata, pau d'arco-roxo, peúva, piúva (Brazil), lapacho negro (Spanish); not "brazilwood"
Tabebuia incana
Tabebuia jackiana
Tabebuia lapacho – lapacho amarillo
Tabebuia orinocensis A.H. Gentry[verification needed]
Tabebuia ochracea
Tabebuia oligolepis
Tabebuia pallida – Cuban Pink Trumpet Tree
Tabebuia platyantha
Tabebuia polymorpha
Tabebuia rosea (Bertol.) DC.[verification needed] (= T. pentaphylla (L.) Hemsley) – Pink Poui, Pink Tecoma, apama, apamate, matilisguate
A popular street tree in tropical cities because of its multi-annular masses of light pink to purple flowers and modest size. The roots are not especially destructive for roads and sidewalks. It is the national tree of El Salvador and the state tree of Cojedes, Venezuela
Tabebuia roseo-alba – White Ipê, ipê-branco (Brazil), lapacho blanco
Tabebuia serratifolia – Yellow Lapacho, Yellow Poui, ipê-roxo (Brazil)
Tabebuia shaferi
Tabebuia striata
Tabebuia subtilis Sprague & Sandwith
Tabebuia umbellata
Tabebuia vellosoi Toledo
Ipê-do-cerrado
Texto, em português, da Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ipê-do-cerrado
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Subclasse: Asteridae
Ordem: Lamiales
Família: Bignoniaceae
Género: Tabebuia
Espécie: T. ochracea
Nome binomial
Tabebuia ochracea
(Cham.) Standl. 1832
Sinónimos
Bignonia tomentosa Pav. ex DC.
Handroanthus ochraceus (Cham.) Mattos
Tabebuia chrysantha (Jacq.) G. Nicholson
Tabebuia hypodictyon A. DC.) Standl.
Tabebuia neochrysantha A.H. Gentry
Tabebuia ochracea subsp. heteropoda (A. DC.) A.H. Gentry
Tabebuia ochracea subsp. neochrysantha (A.H. Gentry) A.H. Gentry
Tecoma campinae Kraenzl.
ecoma grandiceps Kraenzl.
Tecoma hassleri Sprague
Tecoma hemmendorffiana Kraenzl.
Tecoma heteropoda A. DC.
Tecoma hypodictyon A. DC.
Tecoma ochracea Cham.
Ipê-do-cerrado é um dos nomes populares da Tabebuia ochracea (Cham.) Standl. 1832, nativa do cerrado brasileiro, no estados de Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.
Está na lista de espécies ameaçadas do estado de São Paulo, onde é encontrda também no domínio da Mata Atlântica[1].
Ocorre também na Argentina, Paraguai, Bolívia, Equador, Peru, Venezuela, Guiana, El Salvador, Guatemala e Panamá[2].
Há uma espécie homônima descrita por A.H. Gentry em 1992.
Outros nomes populares: ipê-amarelo, ipê-cascudo, ipê-do-campo, ipê-pardo, pau-d'arco-do-campo, piúva, tarumã.
Características
Altura de 6 a 14 m. Tronco tortuso com até 50 cm de diâmetro. Folhas pilosas em ambas as faces, mais na inferior, que é mais clara.
Planta decídua, heliófita, xerófita, nativa do cerrado em solos bem drenados.
Floresce de julho a setembro. Os frutos amadurecem de setembro a outubro.
FloresProduz grande quantidade de sementes leves, aladas com pequenas reservas, e que perdem a viabilidade em menos de 90 dias após coleta. A sua conservação vem sendo estudada em termos de determinação da condição ideal de armazenamento, e tem demonstrado a importância de se conhecer o comportamento da espécie quando armazenada com diferentes teores de umidade inicial, e a umidade de equilíbrio crítica para a espécie (KANO; MÁRQUEZ & KAGEYAMA, 1978). As levíssimas sementes aladas da espécie não necessitam de quebra de dormência. Podem apenas ser expostas ao sol por cerca de 6 horas e semeadas diretamente nos saquinhos. A germinação ocorre após 30 dias e de 80%. As sementes são ortodoxas e há aproximadamente 72 000 sementes em cada quilo.
O desenvolvimento da planta é rápido.
Como outros ipês, a madeira é usada em tacos, assoalhos, e em dormentes e postes. Presta-se também para peças torneadas e instrumento musicais.
Tabebuia alba (Ipê-Amarelo)
Texto, em português, produzido pela Acadêmica Giovana Beatriz Theodoro Marto
Supervisão e orientação do Prof. Luiz Ernesto George Barrichelo e do Eng. Paulo Henrique Müller
Atualizado em 10/07/2006
O ipê amarelo é a árvore brasileira mais conhecida, a mais cultivada e, sem dúvida nenhuma, a mais bela. É na verdade um complexo de nove ou dez espécies com características mais ou menos semelhantes, com flores brancas, amarelas ou roxas. Não há região do país onde não exista pelo menos uma espécie dele, porém a existência do ipê em habitat natural nos dias atuais é rara entre a maioria das espécies (LORENZI,2000).
A espécie Tabebuia alba, nativa do Brasil, é uma das espécies do gênero Tabebuia que possui “Ipê Amarelo” como nome popular. O nome alba provém de albus (branco em latim) e é devido ao tomento branco dos ramos e folhas novas.
As árvores desta espécie proporcionam um belo espetáculo com sua bela floração na arborização de ruas em algumas cidades brasileiras. São lindas árvores que embelezam e promovem um colorido no final do inverno. Existe uma crença popular de que quando o ipê-amarelo floresce não vão ocorrer mais geadas. Infelizmente, a espécie é considerada vulnerável quanto à ameaça de extinção.
A Tabebuia alba, natural do semi-árido alagoano está adaptada a todas as regiões fisiográficas, levando o governo, por meio do Decreto nº 6239, a transformar a espécie como a árvore símbolo do estado, estando, pois sob a sua tutela, não mais podendo ser suprimida de seus habitats naturais.
Taxonomia
Família: Bignoniaceae
Espécie: Tabebuia Alba (Chamiso) Sandwith
Sinonímia botânica: Handroanthus albus (Chamiso) Mattos; Tecoma alba Chamisso
Outros nomes vulgares: ipê-amarelo, ipê, aipê, ipê-branco, ipê-mamono, ipê-mandioca, ipê-ouro, ipê-pardo, ipê-vacariano, ipê-tabaco, ipê-do-cerrado, ipê-dourado, ipê-da-serra, ipezeiro, pau-d’arco-amarelo, taipoca.
Aspectos Ecológicos
O ipê-amarelo é uma espécie heliófita (Planta adaptada ao crescimento em ambiente aberto ou exposto à luz direta) e decídua (que perde as folhas em determinada época do ano). Pertence ao grupo das espécies secundárias iniciais (DURIGAN & NOGUEIRA, 1990).
Abrange a Floresta Pluvial da Mata Atlântica e da Floresta Latifoliada Semidecídua, ocorrendo principalmente no interior da Floresta Primária Densa. É característica de sub-bosques dos pinhais, onde há regeneração regular.
Informações Botânicas
Morfologia
As árvores de Tabebuia alba possuem cerca de 30 metros de altura. O tronco é reto ou levemente tortuoso, com fuste de 5 a 8 m de altura. A casca externa é grisáceo-grossa, possuindo fissuras longitudinais esparas e profundas. A coloração desta é cinza-rosa intenso, com camadas fibrosas, muito resistentes e finas, porém bem distintas.
Com ramos grossos, tortuosos e compridos, o ipê-amarelo possui copa alongada e alargada na base. As raízes de sustentação e absorção são vigorosas e profundas.
As folhas, deciduais, são opostas, digitadas e compostas. A face superior destas folhas é verde-escura, e, a face inferior, acinzentada, sendo ambas as faces tomentosas. Os pecíolos das folhas medem de 2,5 a 10 cm de comprimento. Os folíolos, geralmente, apresentam-se em número de 5 a 7, possuindo de 7 a 18 cm de comprimento por 2 a 6 cm de largura. Quando jovem estes folíolos são densamente pilosos em ambas as faces. O ápice destes é pontiagudo, com base arredondada e margem serreada.
As flores, grandes e lanceoladas, são de coloração amarelo-ouro. Possuem em média 8X15 cm.
Quanto aos frutos, estes possuem forma de cápsula bivalvar e são secos e deiscentes. Do tipo síliqua, lembram uma vagem. Medem de 15 a 30 cm de comprimento por 1,5 a 2,5 cm de largura. As valvas são finamente tomentosas com pêlos ramificados. Possuem grande quantidade de sementes.
As sementes são membranáceas brilhantes e esbranquiçadas, de coloração marrom. Possuem de 2 a 3 cm de comprimento por 7 a 9 mm de largura e são aladas.
Reprodução
A espécie é caducifólia e a queda das folhas coincide com o período de floração. A floração inicia-se no final de agosto, podendo ocorrer alguma variação devido a fenômenos climáticos. Como a espécie floresce no final do inverno é influenciada pela intensidade do mesmo. Quanto mais frio e seco for o inverno, maior será a intensidade da florada do ipê amarelo.
As flores por sua exuberância, atraem abelhas e pássaros, principalmente beija-flores que são importantes agentes polinizadores. Segundo CARVALHO (2003), a espécie possui como vetor de polinização a abelha mamangava (Bombus morio).
As sementes são dispersas pelo vento.
A planta é hermafrodita, e frutifica nos meses de setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro e fevereiro, dependendo da sua localização. Em cultivo, a espécie inicia o processo reprodutivo após o terceiro ano.
Ocorrência Natural
Ocorre naturalmente na Floresta Estaciobal Semidecicual, Floresta de Araucária e no Cerrado.
Segundo o IBGE, a Tabebuia alba (Cham.) Sandw. é uma árvore do Cerrado, Cerradão e Mata Seca. Apresentando-se nos campos secos (savana gramíneo-lenhosa), próximo às escarpas.
Clima
Segundo a classificação de Köppen, o ipê-amarelo abrange locais de clima tropical (Aw), subtropical úmido (Cfa), sutropical de altitude (Cwa e Cwb) e temperado.
A T.alba pode tolerar até 81 geadas em um ano. Ocorre em locais onde a temperatura média anual varia de 14,4ºC como mínimo e 22,4ºC como máximo.
Solo
A espécie prefere solos úmidos, com drenagem lenta e geralmente não muito ondulados (LONGHI, 1995).
Aparece em terras de boa à média fertilidade, em solos profundos ou rasos, nas matas e raramente cerradões (NOGUEIRA, 1977).
Pragas e Doenças
De acordo com CARVALHO (2003), possui como praga a espécie de coleópteros Cydianerus bohemani da família Curculionoideae e um outro coleóptero da família Chrysomellidae. Apesar da constatação de elevados índices populacionais do primeiro, os danos ocasionados até o momento são leves. Nas praças e ruas de Curitiba - PR, 31% das árvores foram atacadas pela Cochonilha Ceroplastes grandis.
ZIDKO (2002), ao estudar no município de Piracicaba a associação de coleópteros em espécies arbóreas, verificou a presença de insetos adultos da espécie Sitophilus linearis da família de coleópteros, Curculionidae, em estruturas reprodutivas. Os insetos adultos da espécie emergiram das vagens do ipê, danificando as sementes desta espécie nativa.
ANDRADE (1928) assinalou diversas espécies de Cerambycidae atacando essências florestais vivas, como ingazeiro, cinamomo, cangerana, cedro, caixeta, jacarandá, araribá, jatobá, entre outras como o ipê amarelo.
A Madeira
A Tabebuia alba produz madeira de grande durabilidade e resistência ao apodrecimento (LONGHI,1995).
MANIERI (1970) caracteriza o cerne desta espécie como de cor pardo-havana-claro, pardo-havan-escuro, ou pardo-acastanhado, com reflexos esverdeados. A superfície da madeira é irregularmente lustrosa, lisa ao tato, possuindo textura media e grã-direita.
Com densidade entre 0,90 e 1,15 grama por centímetro cúbico, a madeira é muito dura (LORENZI, 1992), apresentando grande dificuldade ao serrar.
A madeira possui cheiro e gosto distintos. Segundo LORENZI (1992), o cheiro característico é devido à presença da substância lapachol, ou ipeína.
Usos da Madeira
Sendo pesada, com cerne escuro, adquire grande valor comercial na marcenaria e carpintaria. Também é utilizada para fabricação de dormentes, moirões, pontes, postes, eixos de roda, varais de carroça, moendas de cana, etc.
Produtos Não-Madeireiros
A entrecasca do ipê-amarelo possui propriedades terapêuticas como adstringente, usada no tratamento de garganta e estomatites. É também usada como diurético.
O ipê-amarelo possui flores melíferas e que maduras podem ser utilizadas na alimentação humana.
Outros Usos
É comumente utilizada em paisagismo de parques e jardins pela beleza e porte. Além disso, é muito utilizada na arborização urbana.
Segundo MOREIRA & SOUZA (1987), o ipê-amarelo costuma povoar as beiras dos rios sendo, portanto, indicado para recomposição de matas ciliares. MARTINS (1986), também cita a espécie para recomposição de matas ciliares da Floresta Estacional Semidecidual, abrangendo alguns municípios das regiões Norte, Noroeste e parte do Oeste do Estado do Paraná.
Aspectos Silviculturais
Possui a tendência a crescer reto e sem bifurcações quando plantado em reflorestamento misto, pois é espécie monopodial. A desrrama se faz muito bem e a cicatrização é boa. Sendo assim, dificilmente encopa quando nova, a não ser que seja plantado em parques e jardins.
Ao ser utilizada em arborização urbana, o ipê amarelo requer podas de condução com freqüência mediana.
Espécie heliófila apresenta a pleno sol ramificação cimosa, registrando-se assim dicotomia para gema apical. Deve ser preconizada, para seu melhor aproveitamento madeireiro, podas de formação usuais (INQUE et al., 1983).
Produção de Mudas
A propagação deve realizada através de enxertia.
Os frutos devem ser coletados antes da dispersão, para evitar a perda de sementes. Após a coleta as sementes são postas em ambiente ventilado e a extração é feita manualmente. As sementes do ipê amarelo são ortodoxas, mantendo a viabilidade natural por até 3 meses em sala e por até 9 meses em vidro fechado, em câmara fria.
A condução das mudas deve ser feita a pleno sol. A muda atinge cerca de 30 cm em 9 meses, apresentando tolerância ao sol 3 semanas após a germinação.
Sementes
Os ipês, espécies do gênero Tabebuia, produzem uma grande quantidade de sementes leves, aladas com pequenas reservas, e que perdem a viabilidade em poucos dias após a sua coleta. A sua conservação vem sendo estudada em termos de determinação da condição ideal de armazenamento, e tem demonstrado a importância de se conhecer o comportamento da espécie quando armazenada com diferentes teores de umidade inicial, e a umidade de equilíbrio crítica para a espécie (KANO; MÁRQUEZ & KAGEYAMA, 1978).
As levíssimas sementes aladas da espécie não necessitam de quebra de dormência. Podem apenas ser expostas ao sol por cerca de 6 horas e semeadas diretamente nos saquinhos. A quebra natural leva cerca de 3 meses e a quebra na câmara leva 9 meses. A germinação ocorre após 30 dias e de 80%.
As sementes são ortodoxas e há aproximadamente 87000 sementes em cada quilo.
Preço da Madeira no Mercado
O preço médio do metro cúbico de pranchas de ipê no Estado do Pará cotado em Julho e Agosto de 2005 foi de R$1.200,00 o preço mínimo, R$ 1509,35 o médio e R$ 2.000,00 o preço máximo (CEPEA,2005).
Descripción Mide de 13 a 15 cm de largo. El macho es de color verde amarillento, con llamativas manchas amarillas en las alas y cola. La hembra es de color más apagado y tienen tonos marrón castaño en la parte posterior, y las manchas de sus alas y cola son de color amarillo pálido. Es un ave que se adapta fácilmente en cautividad.
Subespecies El C. chloris (forma nominal) se encuentra por toda Europa de Norte a Sur. Ha sido introducido en Argentina, Uruguay, Nueva Zelanda y Australia.
Existen tres subespecies catalogadas:
C. chloris aurantiventris: desde el Sur de Europa al Norte de África.
C. chloris chlorotica: Siria y desde el Líbano a Egipto.
C. chloris turkestanica (Zarudny, 1907): Montañas del Cáucaso, Irán, Afganistán e Irán.
Canto Su gorjeo está
bastante articulado e intercala algunas notas típicas de llamada, aparece puntuado por un silbido sostenido <> nasal, que parece como si fuera producido por una inspiración forzada. Imita también los cantos de otras aves.
Alimentación [editar]Su pico corto y cónico es lo suficientemente poderoso para cascar semillas grandes y duras. Semillas de cereales, tomadas sólo cuando se han desprendido de la espiga; semillas de árboles: sámaras de olmo (Ulmus minor) , tilo (Tilia spp.) y fresno (Tecoma amarilla) , piñones; bayas como las de tejo (Taxus baccata) , zarza (Rubus ulmifolius) y escaramujo(Rosa canina) ; insectos entre los cuales se cuentan áfidos, hormigas, escarabajos y asimismo arañas. En algunas ocasiones devora los brotes de árboles frutales, pero raramente hasta el punto de constituir una plaga. En otoño visita los viñedos y frutales para comer fruta madura. Soporta bien los rigores del invierno y sabe encontrar su alimento incluso cuando la capa de nieve es espesa.Macho bañándose.
Macho comiendo.
Hábitat En aquellas zonas de vegetación escasa y poco densa se confina en los pinares, que constituyen quizás su hábitat original. En todos los demás lugares se le encuentra en los alrededores de casas, jardines y granjas, permaneciendo ausente de los lugares más remotos de la campiña. A finales del verano, se congrega en grandes bandadas, que merodean por los campos arados y silos en busca del grano caído y semillas de plantas silvestres, especialmente aquellas que medran en terreno cultivado.
Reproducción Cuando llega el mes de marzo el macho alterna su silbido inspirado con un vuelo ascendente desde la rama en que se posa y una especie de suspensión en el aire por medio de lentos aleteos, a la manera de las mariposas o murciélagos, sin cesar de gorjear. Esta acción constituye la parte principal de su exhibición galante.
Cría en las arboledas y arbustos tupidos de las zonas habitadas, parques, jardines, huertos, frutales y en los cipreses de los cementerios y todos los bosquecillos e hileras de árboles del ámbito rural. Tiende a anidar en grupos. Por regla general, el nido suele ser construido en un seto o arbusto verde con raicillas finas, musgo y lana; es revestido de raíces, pelos, plumas. Los huevos, de 4 a 6, son puestos en mayo; su color varía entre el blanco sucio y el azul verdoso con manchas pardas, rojizas o violáceas, y sus dimensiones son de 19 por 12 mm. Sólo la hembra cuida de la incubación, que dura dos semanas; entre tanto, es alimentada por el macho que permanece inmóvil desde un posadero cercano. Luego ambos, una vez nacidas las crías, los alimentan durante 13-16 días por regurgitación de insectos y de semillas aplastadas. Piden alimento a sus padres con un <> interminable. Cuando la hembra se dispone a hacer otro nido, el padre tiene que quedarse sólo a cargo de ellas hasta que consigan el alimento por sí mismas. Cuando adquieren sus primeras plumas, permanecen junto a sus padres, formando un grupo familiar muy unido. Realizan dos puestas anuales, ocasionalmente tres.
Al final de la época de cría se reúnen en bandadas numerosas que incluyen también pájaros migrantes que llegan del norte en otoño y vuelan sin rumbo a través de bosques, campos, estepas y cultivos.
Juvenil macho.
Juvenil independizado
Huevo
Vida en cautiverio [editar] Reproducción [editar]Una pareja necesita al menos una jaula de un metro de longitud o mayor. No es bueno alojarlos en un espacio más reducido porque pueden aparecer problemas de agresividad entre ellos. La voladera es más recomendable porque incluso se puede poner un macho con dos hembras al mismo tiempo. Comienza a mediados de febrero, se les separa con una rejilla divisoria para que vayan conociéndose. En marzo se quita la rejilla, pero si no se llevan muy bien se les vuelve a separar y se intenta de nuevo a juntarlos pasadas dos semanas. En el momento en que la hembra solicite alimento al macho y éste se lo ofrezca se les proporciona un nido y material para que lo rellenen. El nido se coloca en un extremo del frontal de la jaula camuflado por afuera con plantas de plástico. Utilizan hilos de saco de arpillera de unos 10 cm de longitud y lo terminan de rellenar con pelo de cabra principalmente. Si hubiera ocasión, sería muy útil darles el material de un nido encontrado en la naturaleza pero con la precaución de hervirlo para eliminar cualquier parásito y luego dejarlo secar al sol. La puesta es de 4 a 5 huevos. No es necesario reemplazarlos por otros de plástico porque ella empieza a incubarlos al poner el último huevo. Se pueden dar situaciones de agresividad del macho en que los rompa. Los polluelos nacen a los 13 días y abandonan el nido a los 14-15 días pero a veces regresan de nuevo a dormir. Cinco días más tarde se les vuelve a colocar la rejilla de separación dejando la pareja a un lado con un nuevo nido y a las crías en el otro lado. Ellas seguirán pidiendo el alimento a sus padres y no sufrirán agresiones por parte del macho o que la hembra les arranque las plumas. Cumplidos 30 días de edad se les saca definitivamente de la jaula. Conviene agruparlos por edades, en grupos de cinco o seis, en voladeras espaciosas.
Alimentación A base de una buena mezcla de semillas según la época del año. Se complementa con fruta o verdura una o dos veces por semana.
Tabla de porcentajes de la mezcla de
semillas
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Verderón Común - (Carduelis chloris)
El verderón europeo o verderón común (Carduelis chloris) es un pequeño pájaro cantor del orden de los Passeriformes y de la familia Fringillidae (como los pinzones). Es una especie común en la Península ibérica.
Descripción
Mide de 13 a 15 cm de largo. El macho es de color verde amarillento, con llamativas manchas amarillas en las alas y cola. La hembra es de color más apagado y tienen tonos marrón castaño en la parte posterior, y las manchas de sus alas y cola son de color amarillo pálido. Es un ave que se adapta fácilmente en cautividad.
Subespecies
El C. chloris (forma nominal) se encuentra por toda Europa de Norte a Sur. Ha sido introducido en Argentina, Uruguay, Nueva Zelanda y Australia.
Existen tres subespecies catalogadas:
C. chloris aurantiventris: desde el Sur de Europa al Norte de África.
C. chloris chlorotica: Siria y desde el Líbano a Egipto.
C. chloris turkestanica (Zarudny, 1907): Montañas del Cáucaso, Irán, Afganistán e Irán.
Canto
Su gorjeo está bastante articulado e intercala algunas notas típicas de llamada, aparece puntuado por un silbido sostenido <> nasal, que parece como si fuera producido por una inspiración forzada. Imita también los cantos de otras aves.
Alimentación
Su pico corto y cónico es lo suficientemente poderoso para cascar semillas grandes y duras. Semillas de cereales, tomadas sólo cuando se han desprendido de la espiga; semillas de árboles: sámaras de olmo (Ulmus minor), tilo (Tilia spp.) y fresno (Tecoma amarilla), piñones; bayas como las de tejo (Taxus baccata), zarza (Rubus ulmifolius) y escaramujo (Rosa canina); insectos, entre los cuales se cuentan áfidos, hormigas, escarabajos y también arañas. En algunas ocasiones devora los brotes de árboles frutales, pero raramente hasta el punto de constituir una plaga. En otoño visita los viñedos y frutales para comer fruta madura.
Soporta bien los rigores del invierno y sabe encontrar su alimento incluso cuando la capa de nieve es espesa.
Hábitat
En aquellas zonas de vegetación escasa y poco densa se confina en los pinares, que constituyen quizás su hábitat original. En todos los demás lugares se le encuentra en los alrededores de casas, jardines y granjas, permaneciendo ausente de los lugares más remotos de la campiña. A finales del verano, se congrega en grandes bandadas, que merodean por los campos arados y silos en busca del grano caído y semillas de plantas silvestres, especialmente aquellas que medran en terreno cultivado.
Reproducción
Cuando llega el mes de marzo el macho alterna su silbido inspirado con un vuelo ascendente desde la rama en que se posa y una especie de suspensión en el aire por medio de lentos aleteos, a la manera de las mariposas o murciélagos, sin cesar de gorjear. Esta acción constituye la parte principal de su exhibición galante.
Cría en las arboledas y arbustos tupidos de las zonas habitadas, parques, jardines, huertos, frutales y en los cipreses de los cementerios y todos los bosquecillos e hileras de árboles del ámbito rural. Tiende a anidar en grupos. Por regla general, el nido suele ser construido en un seto o arbusto verde con raicillas finas, musgo y lana; es revestido de raíces, pelos, plumas. Los huevos, de 4 a 6, son puestos en mayo; su color varía entre el blanco sucio y el azul verdoso con manchas pardas, rojizas o violáceas, y sus dimensiones son de 19 por 12 mm. Sólo la hembra cuida de la incubación, que dura dos semanas; entre tanto, es alimentada por el macho que permanece inmóvil desde un posadero cercano. Luego ambos, una vez nacidas las crías, los alimentan durante 13-16 días por regurgitación de insectos y de semillas aplastadas. Piden alimento a sus padres con un <> interminable. Cuando la hembra se dispone a hacer otro nido, el padre tiene que quedarse sólo a cargo de ellas hasta que consigan el alimento por sí mismas. Cuando adquieren sus primeras plumas, permanecen junto a sus padres, formando un grupo familiar muy unido. Realizan dos puestas anuales, ocasionalmente tres.
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Una pareja necesita al menos una jaula de un metro de longitud o mayor. No es bueno alojarlos en un espacio más reducido porque pueden aparecer problemas de agresividad entre ellos. La voladera es más recomendable porque incluso se puede poner un macho con dos hembras al mismo tiempo. Comienza a mediados de febrero, se les separa con una rejilla divisoria para que vayan conociéndose. En marzo se quita la rejilla, pero si no se llevan muy bien se les vuelve a separar y se intenta de nuevo a juntarlos pasadas dos semanas. En el momento en que la hembra solicite alimento al macho y éste se lo ofrezca se les proporciona un nido y material para que lo rellenen. El nido se coloca en un extremo del frontal de la jaula camuflado por afuera con plantas de plástico. Utilizan hilos de saco de arpillera de unos 10 cm de longitud y lo terminan de rellenar con pelo de cabra principalmente. Si hubiera ocasión, sería muy útil darles el material de un nido encontrado en la naturaleza pero con la precaución de hervirlo para eliminar cualquier parásito y luego dejarlo secar al sol. La puesta es de 4 a 5 huevos. No es necesario reemplazarlos por otros de plástico porque ella empieza a incubarlos al poner el último huevo. Se pueden dar situaciones de agresividad del macho en que los rompa. Los polluelos nacen a los 13 días y abandonan el nido a los 14-15 días pero a veces regresan de nuevo a dormir. Cinco días más tarde se les vuelve a colocar la rejilla de separación dejando la pareja a un lado con un nuevo nido y a las crías en el otro lado. Ellas seguirán pidiendo el alimento a sus padres y no sufrirán agresiones por parte del macho o que la hembra les arranque las plumas. Cumplidos 30 días de edad se les saca definitivamente de la jaula. Conviene agruparlos por edades, en grupos de cinco o seis, en voladeras espaciosas.
La santísima virgen de la asunción de Tonaya en una de las 2 imágenes de María Santísima de la Diosesis de Colima que tienen la gracia de la Coronación Pontificia despues de la Virgen de la Candelaria de Tecomán Colima.
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Spare part of screw Air compressor
Descripción Mide de 13 a 15 cm de largo. El macho es de color verde amarillento, con llamativas manchas amarillas en las alas y cola. La hembra es de color más apagado y tienen tonos marrón castaño en la parte posterior, y las manchas de sus alas y cola son de color amarillo pálido. Es un ave que se adapta fácilmente en cautividad.
Subespecies El C. chloris (forma nominal) se encuentra por toda Europa de Norte a Sur. Ha sido introducido en Argentina, Uruguay, Nueva Zelanda y Australia.
Existen tres subespecies catalogadas:
C. chloris aurantiventris: desde el Sur de Europa al Norte de África.
C. chloris chlorotica: Siria y desde el Líbano a Egipto.
C. chloris turkestanica (Zarudny, 1907): Montañas del Cáucaso, Irán, Afganistán e Irán.
Canto Su gorjeo está
bastante articulado e intercala algunas notas típicas de llamada, aparece puntuado por un silbido sostenido <> nasal, que parece como si fuera producido por una inspiración forzada. Imita también los cantos de otras aves.
Alimentación [editar]Su pico corto y cónico es lo suficientemente poderoso para cascar semillas grandes y duras. Semillas de cereales, tomadas sólo cuando se han desprendido de la espiga; semillas de árboles: sámaras de olmo (Ulmus minor) , tilo (Tilia spp.) y fresno (Tecoma amarilla) , piñones; bayas como las de tejo (Taxus baccata) , zarza (Rubus ulmifolius) y escaramujo(Rosa canina) ; insectos entre los cuales se cuentan áfidos, hormigas, escarabajos y asimismo arañas. En algunas ocasiones devora los brotes de árboles frutales, pero raramente hasta el punto de constituir una plaga. En otoño visita los viñedos y frutales para comer fruta madura. Soporta bien los rigores del invierno y sabe encontrar su alimento incluso cuando la capa de nieve es espesa.Macho bañándose.
Macho comiendo.
Hábitat En aquellas zonas de vegetación escasa y poco densa se confina en los pinares, que constituyen quizás su hábitat original. En todos los demás lugares se le encuentra en los alrededores de casas, jardines y granjas, permaneciendo ausente de los lugares más remotos de la campiña. A finales del verano, se congrega en grandes bandadas, que merodean por los campos arados y silos en busca del grano caído y semillas de plantas silvestres, especialmente aquellas que medran en terreno cultivado.
Reproducción Cuando llega el mes de marzo el macho alterna su silbido inspirado con un vuelo ascendente desde la rama en que se posa y una especie de suspensión en el aire por medio de lentos aleteos, a la manera de las mariposas o murciélagos, sin cesar de gorjear. Esta acción constituye la parte principal de su exhibición galante.
Cría en las arboledas y arbustos tupidos de las zonas habitadas, parques, jardines, huertos, frutales y en los cipreses de los cementerios y todos los bosquecillos e hileras de árboles del ámbito rural. Tiende a anidar en grupos. Por regla general, el nido suele ser construido en un seto o arbusto verde con raicillas finas, musgo y lana; es revestido de raíces, pelos, plumas. Los huevos, de 4 a 6, son puestos en mayo; su color varía entre el blanco sucio y el azul verdoso con manchas pardas, rojizas o violáceas, y sus dimensiones son de 19 por 12 mm. Sólo la hembra cuida de la incubación, que dura dos semanas; entre tanto, es alimentada por el macho que permanece inmóvil desde un posadero cercano. Luego ambos, una vez nacidas las crías, los alimentan durante 13-16 días por regurgitación de insectos y de semillas aplastadas. Piden alimento a sus padres con un <> interminable. Cuando la hembra se dispone a hacer otro nido, el padre tiene que quedarse sólo a cargo de ellas hasta que consigan el alimento por sí mismas. Cuando adquieren sus primeras plumas, permanecen junto a sus padres, formando un grupo familiar muy unido. Realizan dos puestas anuales, ocasionalmente tres.
Al final de la época de cría se reúnen en bandadas numerosas que incluyen también pájaros migrantes que llegan del norte en otoño y vuelan sin rumbo a través de bosques, campos, estepas y cultivos.
Juvenil macho.
Juvenil independizado
Huevo
Vida en cautiverio [editar] Reproducción [editar]Una pareja necesita al menos una jaula de un metro de longitud o mayor. No es bueno alojarlos en un espacio más reducido porque pueden aparecer problemas de agresividad entre ellos. La voladera es más recomendable porque incluso se puede poner un macho con dos hembras al mismo tiempo. Comienza a mediados de febrero, se les separa con una rejilla divisoria para que vayan conociéndose. En marzo se quita la rejilla, pero si no se llevan muy bien se les vuelve a separar y se intenta de nuevo a juntarlos pasadas dos semanas. En el momento en que la hembra solicite alimento al macho y éste se lo ofrezca se les proporciona un nido y material para que lo rellenen. El nido se coloca en un extremo del frontal de la jaula camuflado por afuera con plantas de plástico. Utilizan hilos de saco de arpillera de unos 10 cm de longitud y lo terminan de rellenar con pelo de cabra principalmente. Si hubiera ocasión, sería muy útil darles el material de un nido encontrado en la naturaleza pero con la precaución de hervirlo para eliminar cualquier parásito y luego dejarlo secar al sol. La puesta es de 4 a 5 huevos. No es necesario reemplazarlos por otros de plástico porque ella empieza a incubarlos al poner el último huevo. Se pueden dar situaciones de agresividad del macho en que los rompa. Los polluelos nacen a los 13 días y abandonan el nido a los 14-15 días pero a veces regresan de nuevo a dormir. Cinco días más tarde se les vuelve a colocar la rejilla de separación dejando la pareja a un lado con un nuevo nido y a las crías en el otro lado. Ellas seguirán pidiendo el alimento a sus padres y no sufrirán agresiones por parte del macho o que la hembra les arranque las plumas. Cumplidos 30 días de edad se les saca definitivamente de la jaula. Conviene agruparlos por edades, en grupos de cinco o seis, en voladeras espaciosas.
Alimentación A base de una buena mezcla de semillas según la época del año. Se complementa con fruta o verdura una o dos veces por semana.
Tabla de porcentajes de la mezcla de
semillas
Tras dar su fastuoso recorrido por la ciudad de Tecomán la centenaria imagen, una cándida paloma posóse en su aureola y continuó a lo largo de todo el mencionado recorrido, abriendo las alas de cuando en cuando... aun en el momento de ser bajada de su anda (como se observa en esta foto) y cargada hacia el altar mayor.
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From: ðÁ×ÅÌ çÏÒÂÕÎÏ×
Date: Apr 1, 2005 4:59 PM
Subject: "ôÅÒÒÁÌÁÂ"
To: site@computerra.ru
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1. Bluetooth ÇÁÒÎÉÔÕÒÁ "Sony Ericsson HBH-200"
2. æÌÅÛËÁ "Apacer handy steno 2,0" ÎÁ 128í
3. îÁÛÅÊÎÙÊ ÍÉÎÉ ×ÅÎÔÉÌÑÔÏÒ ËÉÔÁÊÓËÏÇÏ ÐÒÏÉÚ×ÏÄÓÔ×Á, ÔÉÐÁ "no name"...
4. MP3 ÐÌÅÊÅÒ Thomson PDP 2448 (ÚÁ ËÏÔÏÒÙÊ ÐÒÏÉÓÈÏÄÑÔ ÐÅÒÉÏÄÉÞÅÓËÉÅ
ÄÒÁËÉ - ÜÔÏ, ÔÁËÏÊ, ÌÅÇËÉÊ ÎÁÍÅË - ÂÌÁ, ÂÌÁ, ÂÌÁ)
Ó ÎÁÕÛÎÉËÁÍÉ "Philips"
5. 6 in 1 USB Flash Card Reader "Neo drive"
6. ëðë "Mitac Mio 528 delux" (Ï ËÌÁ×Å ÄÌÑ ÎÅÇÏ "Flexis FX100" ×ÓÐÏÍÎÉÌ
ÐÏÚÖÅ, ÎÁ ÆÏÔËÕ ÏÎÁ ÎÅ ÐÏÐÁÌÁ,
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8. æÏÔÏÁÐÐÁÒÁÔ (ÎÁ ÆÏÔÏ ËÒÜÄÌ ÏÔ ÎÅÇÏ) "Casio Exilim EX-Z4"
9. óÍÁÒÔÆÏÎ "Nokia 6600"
10. CD ÐÌÅÅÒ "Sony Walkman D-EJ1000"
11. ÷ÉÄÅÏËÁÍÅÒÁ "Sony TRV 19E"
12. îÁÌÏÂÎÙÊ ÞÅÔÙÒÅÈÄÉÏÄÎÙÊ ÒÅÇÕÌÉÒÕÅÍÙÊ ÆÏÎÁÒØ "Petzl plus"
13. á×ÔÏÍÏÂÉÌØÎÙÊ ËÌÀÞ-ËÁÒÔÁ "âÅÚ ÒÕË"
14. îÏÕÔÂÕË "HP Compaq nx7010" (PM-1,6)
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2. éë-ÐÏÒÔ "RMate 410W"
3. Bluetooth USB Dongle "Tecom BT3035"
4. USB-ÈÁÂ ÎÁ 4 ÐÏÒÔÁ 2,0
5. "Pinnacle Movie Box DV"
6. DVD-ÒÅÚÁË "Sony DRX-510 ULK"
7. DECT ÔÅÌÅÆÏÎ "Siemens Gigaset micro 4015"
8. âÅÚÐÒÏ×ÏÄÎÁÑ ËÌÁ×ÉÁÔÕÒÁ "Logitech"
"äÅ×ÁÊÓÙ ÕÓÌÏ×ÎÏ ÎÅ ÍÏÂÉÌØÎÙÅ":
1. íÏÎÉÔÏÒ "Samsung 171P"
2. òÏÕÔÅÒ "D-Link DSL 604+"
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5. áÕÄÉÏ-ÈÁÂ
6. ðÒÉÎÔÅÒ "Epson foto 700"
7. ðÕÌØÔ Ú×ÕËÏ×ÏÊ ËÁÒÔÙ "SB audidgy 2 zs platinum"
8. íÙÛØ "Logitech"
9. ëÒÁÅÛÅË ËÏÍÐÁ
10. ëÒÁÅÛÅË UPS 500 É UPS 350
11. óÐÌÉÔÔÅÒ
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1. íÏÄÅÍ "Motorola premier 33,6"
2. ôÅÌÅÆÏÎ "Nokia 2160"
3. ëÁÓÓÅÔÎÙÊ ÐÌÅÅÒ "Sony WM-EX633"
4. îÁÌÏÂÎÙÊ ÆÏÎÁÒØ "üÌÅËÔÒÏÎÉËÁ"
5. ÷ÉÄÉÏËÁÍÅÒÁ "Sony digital 8 TRV 320E"
6. üÌÅËÔÒÏÎÎÁÑ ÚÁÐÉÓÎÁÑ ËÎÉÖËÁ "Casio SF-4900RS"
7. Money detector "Sec NCT-868 ML"
8. úÁÂÁ×ÎÙÊ ÄÅ×ÁÊÓ ËÉÔÁÊÓËÏÇÏ ÐÒÏÉÚ×ÏÄÓÔ×Á "Magic-i"
(ÚÁÐÉÓÎÁÑ ËÎÉÖËÁ Ó ÚÁÇÒÕÚËÏÊ ÄÁÎÎÙÈ Ó ÍÏÎÉÔÏÒÁ ËÏÍÐØÀÔÅÒÁ)
9. ðÅÊÄÖÅÒ "Nec"
îÁ ÚÁÄÎÅÍ ÐÌÁÎÅ × ÏÂßÅËÔÉ× ÐÏÐÁÌÁÓØ ËÏÒÏÂËÁ Ó ÎÁÕÛÎÉËÁÍÉ "Sennheiser HD-600",
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óÐÁÓÉÂÏ ÚÁ ×ÎÉÍÁÎÉÅ, É ÕÄÁÞÉ ×Ï ×ÓÅÍ!
One duplex housing unit was badly damaged and several more received significant damage in an explosion caused by a propane leak Feb. 3, 2012 in the Coleville, Calif., off-base military housing neighborhood. Thirty-eight families were temporarily displaced for safety reasons while authorities inspected the systems and infrastructure of the area. Residents began returning to their homes within 24 hours once inspectors verified no further leaks in the propane distribution system. (Offical Marine Corps photo by Capt. Nick Mannweiler)
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Verderón (Carduelis chloris)
El verderón europeo o verderón común (Carduelis chloris) es un pequeño pájaro cantor del orden de los Passeriformes y de la familia Fringillidae (como los pinzones). Es una especie común en la Península ibérica. Descripción Mide de 13 a 15 cm de largo. El macho es de color verde amarillento, con llamativas manchas amarillas en las alas y cola. La hembra es de color más apagado y tienen tonos marrón castaño en la parte posterior, y las manchas de sus alas y cola son de color amarillo pálido. Es un ave que se adapta fácilmente en cautividad. Subespecies El C. chloris (forma nominal) se encuentra por toda Europa de Norte a Sur. Ha sido introducido en Argentina, Uruguay, Nueva Zelanda y Australia. Existen tres subespecies catalogadas: C. chloris aurantiventris: desde el Sur de Europa al Norte de África. C. chloris chlorotica: Siria y desde el Líbano a Egipto. C. chloris turkestanica (Zarudny, 1907): Montañas del Cáucaso, Irán, Afganistán e Irán. Canto Su gorjeo está bastante articulado e intercala algunas notas típicas de llamada, aparece puntuado por un silbido sostenido nasal, que parece como si fuera producido por una inspiración forzada. Imita también los cantos de otras aves. Alimentación Su pico corto y cónico es lo suficientemente poderoso para cascar semillas grandes y duras. Semillas de cereales, tomadas sólo cuando se han desprendido de la espiga; semillas de árboles: sámaras de olmo (Ulmus minor), tilo (Tilia spp.) y fresno (Tecoma amarilla), piñones; bayas como las de tejo (Taxus baccata), zarza (Rubus ulmifolius) y escaramujo (Rosa canina); insectos, entre los cuales se cuentan áfidos, hormigas, escarabajos y también arañas. En algunas ocasiones devora los brotes de árboles frutales, pero raramente hasta el punto de constituir una plaga. En otoño visita los viñedos y frutales para comer fruta madura. Soporta bien los rigores del invierno y sabe encontrar su alimento incluso cuando la capa de nieve es espesa. Hábitat En aquellas zonas de vegetación escasa y poco densa se confina en los pinares, que constituyen quizás su hábitat original. En todos los demás lugares se le encuentra en los alrededores de casas, jardines y granjas, permaneciendo ausente de los lugares más remotos de la campiña. A finales del verano, se congrega en grandes bandadas, que merodean por los campos arados y silos en busca del grano caído y semillas de plantas silvestres, especialmente aquellas que medran en terreno cultivado. Reproducción Cuando llega el mes de marzo el macho alterna su silbido inspirado con un vuelo ascendente desde la rama en que se posa y una especie de suspensión en el aire por medio de lentos aleteos, a la manera de las mariposas o murciélagos, sin cesar de gorjear. Esta acción constituye la parte principal de su exhibición galante. Cría en las arboledas y arbustos tupidos de las zonas habitadas, parques, jardines, huertos, frutales y en los cipreses de los cementerios y todos los bosquecillos e hileras de árboles del ámbito rural. Tiende a anidar en grupos. Por regla general, el nido suele ser construido en un seto o arbusto verde con raicillas finas, musgo y lana; es revestido de raíces, pelos, plumas. Los huevos, de 4 a 6, son puestos en mayo; su color varía entre el blanco sucio y el azul verdoso con manchas pardas, rojizas o violáceas, y sus dimensiones son de 19 por 12 mm. Sólo la hembra cuida de la incubación, que dura dos semanas; entre tanto, es alimentada por el macho que permanece inmóvil desde un posadero cercano. Luego ambos, una vez nacidas las crías, los alimentan durante 13-16 días por regurgitación de insectos y de semillas aplastadas. Piden alimento a sus padres con un interminable. Cuando la hembra se dispone a hacer otro nido, el padre tiene que quedarse sólo a cargo de ellas hasta que consigan el alimento por sí mismas. Cuando adquieren sus primeras plumas, permanecen junto a sus padres, formando un grupo familiar muy unido. Realizan dos puestas anuales, ocasionalmente tres. Al final de la época de cría se reúnen en bandadas numerosas que incluyen también pájaros migrantes que llegan del norte en otoño y vuelan sin rumbo a través de bosques, campos, estepas y cultivos.
Dubai’s Anonymous SAMO-esque scrawls in Barsha
In the late 70s, downtown New York became the canvas for a young Jean-Michel Basquiat and his ‘SAMO’ tags. It’s hard to say if Dubai is harbouring a Basquiat in-the-making, but these cryptic, poignant and (in one case) prophetic messages have been popping up all over the Barsha and TECOM neighbourhoods. These have all been documented by Jalal Abuthina.
Descripción Mide de 13 a 15 cm de largo. El macho es de color verde amarillento, con llamativas manchas amarillas en las alas y cola. La hembra es de color más apagado y tienen tonos marrón castaño en la parte posterior, y las manchas de sus alas y cola son de color amarillo pálido. Es un ave que se adapta fácilmente en cautividad.
Subespecies El C. chloris (forma nominal) se encuentra por toda Europa de Norte a Sur. Ha sido introducido en Argentina, Uruguay, Nueva Zelanda y Australia.
Existen tres subespecies catalogadas:
C. chloris aurantiventris: desde el Sur de Europa al Norte de África.
C. chloris chlorotica: Siria y desde el Líbano a Egipto.
C. chloris turkestanica (Zarudny, 1907): Montañas del Cáucaso, Irán, Afganistán e Irán.
Canto Su gorjeo está
bastante articulado e intercala algunas notas típicas de llamada, aparece puntuado por un silbido sostenido <> nasal, que parece como si fuera producido por una inspiración forzada. Imita también los cantos de otras aves.
Alimentación [editar]Su pico corto y cónico es lo suficientemente poderoso para cascar semillas grandes y duras. Semillas de cereales, tomadas sólo cuando se han desprendido de la espiga; semillas de árboles: sámaras de olmo (Ulmus minor) , tilo (Tilia spp.) y fresno (Tecoma amarilla) , piñones; bayas como las de tejo (Taxus baccata) , zarza (Rubus ulmifolius) y escaramujo(Rosa canina) ; insectos entre los cuales se cuentan áfidos, hormigas, escarabajos y asimismo arañas. En algunas ocasiones devora los brotes de árboles frutales, pero raramente hasta el punto de constituir una plaga. En otoño visita los viñedos y frutales para comer fruta madura. Soporta bien los rigores del invierno y sabe encontrar su alimento incluso cuando la capa de nieve es espesa.Macho bañándose.
Macho comiendo.
Hábitat En aquellas zonas de vegetación escasa y poco densa se confina en los pinares, que constituyen quizás su hábitat original. En todos los demás lugares se le encuentra en los alrededores de casas, jardines y granjas, permaneciendo ausente de los lugares más remotos de la campiña. A finales del verano, se congrega en grandes bandadas, que merodean por los campos arados y silos en busca del grano caído y semillas de plantas silvestres, especialmente aquellas que medran en terreno cultivado.
Reproducción Cuando llega el mes de marzo el macho alterna su silbido inspirado con un vuelo ascendente desde la rama en que se posa y una especie de suspensión en el aire por medio de lentos aleteos, a la manera de las mariposas o murciélagos, sin cesar de gorjear. Esta acción constituye la parte principal de su exhibición galante.
Cría en las arboledas y arbustos tupidos de las zonas habitadas, parques, jardines, huertos, frutales y en los cipreses de los cementerios y todos los bosquecillos e hileras de árboles del ámbito rural. Tiende a anidar en grupos. Por regla general, el nido suele ser construido en un seto o arbusto verde con raicillas finas, musgo y lana; es revestido de raíces, pelos, plumas. Los huevos, de 4 a 6, son puestos en mayo; su color varía entre el blanco sucio y el azul verdoso con manchas pardas, rojizas o violáceas, y sus dimensiones son de 19 por 12 mm. Sólo la hembra cuida de la incubación, que dura dos semanas; entre tanto, es alimentada por el macho que permanece inmóvil desde un posadero cercano. Luego ambos, una vez nacidas las crías, los alimentan durante 13-16 días por regurgitación de insectos y de semillas aplastadas. Piden alimento a sus padres con un <> interminable. Cuando la hembra se dispone a hacer otro nido, el padre tiene que quedarse sólo a cargo de ellas hasta que consigan el alimento por sí mismas. Cuando adquieren sus primeras plumas, permanecen junto a sus padres, formando un grupo familiar muy unido. Realizan dos puestas anuales, ocasionalmente tres.
Al final de la época de cría se reúnen en bandadas numerosas que incluyen también pájaros migrantes que llegan del norte en otoño y vuelan sin rumbo a través de bosques, campos, estepas y cultivos.
Juvenil macho.
Juvenil independizado
Huevo
Vida en cautiverio [editar] Reproducción [editar]Una pareja necesita al menos una jaula de un metro de longitud o mayor. No es bueno alojarlos en un espacio más reducido porque pueden aparecer problemas de agresividad entre ellos. La voladera es más recomendable porque incluso se puede poner un macho con dos hembras al mismo tiempo. Comienza a mediados de febrero, se les separa con una rejilla divisoria para que vayan conociéndose. En marzo se quita la rejilla, pero si no se llevan muy bien se les vuelve a separar y se intenta de nuevo a juntarlos pasadas dos semanas. En el momento en que la hembra solicite alimento al macho y éste se lo ofrezca se les proporciona un nido y material para que lo rellenen. El nido se coloca en un extremo del frontal de la jaula camuflado por afuera con plantas de plástico. Utilizan hilos de saco de arpillera de unos 10 cm de longitud y lo terminan de rellenar con pelo de cabra principalmente. Si hubiera ocasión, sería muy útil darles el material de un nido encontrado en la naturaleza pero con la precaución de hervirlo para eliminar cualquier parásito y luego dejarlo secar al sol. La puesta es de 4 a 5 huevos. No es necesario reemplazarlos por otros de plástico porque ella empieza a incubarlos al poner el último huevo. Se pueden dar situaciones de agresividad del macho en que los rompa. Los polluelos nacen a los 13 días y abandonan el nido a los 14-15 días pero a veces regresan de nuevo a dormir. Cinco días más tarde se les vuelve a colocar la rejilla de separación dejando la pareja a un lado con un nuevo nido y a las crías en el otro lado. Ellas seguirán pidiendo el alimento a sus padres y no sufrirán agresiones por parte del macho o que la hembra les arranque las plumas. Cumplidos 30 días de edad se les saca definitivamente de la jaula. Conviene agruparlos por edades, en grupos de cinco o seis, en voladeras espaciosas.
Alimentación A base de una buena mezcla de semillas según la época del año. Se complementa con fruta o verdura una o dos veces por semana.
Tabla de porcentajes de la mezcla de
semillas
Col. Phillip W. Chandler, commanding officer of the Marine Corps Mountain Warfare Training Center in Bridgeport, Calif., addresses the families of his Marines and sailors during a town hall meeting in the Coleville, Calif. off-base housing area Feb. 5, 2012. The area was rocked by an explosion caused by a propane leak, Feb. 3, killing the wife of a Marine and injuring two more people. (Official Marine Corps photo by Capt. Nick Mannweiler)
Maj. Gen. Raymond C. Fox, commanding general of Training and Education Command, came to the Marine Corps Mountain Warfare Training Center Feb. 5, 2012 to provide Col. Phillip W. Chandler, commanding officer of MWTC, with Marine Corps level support in his response and recovery efforts following an explosion in off-base military housing in Coleville, Calif. (Official Marine Corps photo by Capt. Nick Mannweiler)