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Just messing about on the Mac

Big Mac old Mac flat bed truck used to haul wood, rough and old but still running.

it goes for all the persons whose start there name with later M *

 

Big Mac old and beat up logging truck still running the last time I saw it.

Poem about Mac the Cat (inspired by me, written by ChatGPT)

 

Mac the cat, so ginger and old,

Sits atop the fence, quiet and bold.

In Munich town, his home and place,

He watches the world with gentle grace.

 

Though he cannot meow anymore,

His spirit shines, like never before.

For Mac is calm and friendly too,

And always happy to see me and you.

 

With each pat and stroke of his fur,

We feel his warmth, so soft and pure.

And though he cannot speak a word,

His eyes and purrs make us assured.

 

Assured that in this world so fast,

There's still some peace that's meant to last.

And Mac the cat, with his friendly ways,

Shows us the joy in simpler days.

 

So here's to Mac, the old ginger cat,

May his days be long and full of that

Warmth and love he brings each day,

To brighten up our human way.

Conrail train TV-7, led by a pair of classy SD80MACs, passes Berea Tower

Fischerspooner - Togetherness feat. Caroline Polachek

 

www.youtube.com/watch?v=F7gXrKccc8g

 

I know, I know

I know, I know

I know, I know

The back of your hand (back of your hand)

My bottom lip (bottom lip)

Down my throat (dig in)

This is it (take hold)

Grab a hold (never let go)

When you need me most (get what I want)

The deeper you go

The dark, the dark, the darker it gets

Togetherness

Togetherness

Ta-tattered and frayed,

knotted and twisted Pressing and looking for a way

That's the rub, denim on denim

This is no pragmatic love

The back of your hand (back of your hand)

My bottom lip (bottom lip)

Down my throat (dig in)

This is it (take hold)

Grab a hold

When you need me most

The deeper you go

The dark, the dark, the darker it gets

Togetherness

Take hold, never let go

I get what I want, I get, I get what I want

Take hold, never let go

I get what I want, I get, I get what I want

An open mouth, wet teeth that rub and bite

Always razor sharp

Engineered for cruelty and charm

Engineered for cruelty and charm Togetherness

Take hold, never let go

I get what I want (the deeper you go)

I get, I get what I want (the darker it gets, deep)

Take hold, never let go

I get what I want (the deeper you go)

I get, I get what I want (the darker it gets)

الحياة قصيرة جدا فاغتنم العيش فيها بتحقيق الاحلام و اترك الخلافات فانها مضيعة للوقت في هذه الحياة.

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Francisco Aragão © 2015. All Rights Reserved.

Use without permission is illegal.

 

If you are interested in my photos, they are available for sale. Please contact me by email. Do not use without permission.

Many images are available for license on Getty Images

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Roteiro Caminhos de Pedra

Idealizado pelo Eng. Tarcísio Vasco Michelon e pelo Arq. Júlio Posenato o roteiro Caminhos de Pedra visa resgatar, preservar e dinamizar a cultura que os imigrantes italianos trouxeram à serra gaúcha a partir de 1875.

O Roteiro passou a ser concebido quando da realização de um levantamento do acervo arquitetônico de todo o interior do município de Bento Gonçalves, ocorrido no ano de 1987. Constatou-se então que a Linha Palmeiro e parte da Linha Pedro Salgado, área abrangida basicamente pelo Distrito de São Pedro, composto por 7 comunidades, (São Pedro, São Miguel, Barracão, São José da Busa, Cruzeiro, Santo Antonio e Santo Antoninho) possuía o maior acervo de casas antigas, conservava sua cultura e história, tinha acesso fácil e, conseqüentemente, um grande potencial turístico, apesar da decadência e abandono por que vinha passando desde a década de 1970 com a mudança de traçado da rodovia que ligava Porto Alegre ao norte do estado.

Esse precioso acervo material, parcialmente abandonado e esquecido, exigia uma ação rápida para não ter a mesma sorte de tantas e tantas casas de pedra, madeira e alvenaria que acabaram ruindo ou sendo demolidas. Com recursos do Hotel Dall’Onder as primeiras 4 casas foram restauradas e passaram a receber visitação e outras tiveram obras emergenciais. O primeiro grupo de turistas proveniente de São Paulo, através da Operadora CVC foi recebido na Casa Merlo, Casa Bertarello, Ferraria Ferri e Cantina Strapazzon em 30 de maio de 1992.

O sucesso do novo roteiro animou tanto os idealizadores quanto a comunidade. Em 10 de julho de 1997, com assessoria do SEBRAE foi fundada a Associação Caminhos de Pedra, congregando empreendedores e simpatizantes. Montou-se então um projeto abrangente que contemplava o resgate de todo o patrimônio cultural, não só o arquitetônico, envolvendo língua, folclore, arte, habilidades manuais, etc. Este ambicioso projeto foi aprovado pelo Conselho Estadual de Cultura em 10 de agosto de 1998 passando a partir de então a captar recursos das empresas locais através da recém criada LIC (Lei de Incentivo à Cultura do Estado do RS).

Atualmente a Associação Caminhos de Pedra conta com mais de uma centena de associados e o projeto, considerado pioneiro no Brasil em termos de turismo rural e cultural, está recebendo uma visitação média anual de 60.000 turistas. O roteiro está em expansão e possui 15 pontos de Visitação (assinalados em vermelho no mapa) e 56 pontos de Observação Externa (assinalados no mapa com letra verde).

De acordo com a Lei Estadual 13.177/09, que nos declarou patrimônio histórico do RS, considera-se como área de abrangência dos Caminhos de Pedra a Linhas Palmeiro e Pedro Salgado, localizadas nos municípios de Bento Gonçalves e Farroupilha, até o limite do município de Caxias do Sul, passando por Caravaggio.

Seguem algumas informações históricas

O surgimento da Linha Palmeiro

O Presidente da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, João Sertório, encarregou em 4 de abril de 1870 o engenheiro Major José Maria da Fontoura Palmeiro de proceder à medição e demarcação dos territórios que ele mesmo, por Ato de 24 de maio de 1870, denominou de colônias Conde D’Eu (hoje Garibaldi) e Dona Isabel (hoje Bento Gonçalves) onde mandou construir em cada uma um barracão para abrigar os colonos. Em homenagem ao seu demarcador o primeiro território demarcado na Colônia Dona Isabel passou a se chamar Linha Palmeiro.

O local que acolheu o Major Palmeiro em 1870 e posteriormente os imigrantes italianos a partir do final de 1875 é o atual bairro do Barracão, berço, portanto, da cidade de Bento Gonçalves e também porta de entrada dos Caminhos de Pedra. A Linha Palmeiro é uma das maiores linhas da colonização italiana com 200 lotes de 48,4 ha cada.

Esta Linha que, inicialmente, não passava de uma picada tortuosa no meio da mata tentando acompanhar uma linha imaginária reta que foi se desenvolvendo rapidamente pois era o único eixo de ligação entre a Colônia Dona Isabel com a Colônia Caxias. A picada foi virando estrada carroçável pelo trabalho dos próprios imigrantes que vendiam suas diárias ao governo, e posteriormente, passagem dos primeiros automóveis e caminhões.

A prosperidade da Linha Palmeiro é citada em inúmeros relatórios como os do Consul Italiano em Porto Alegre, Enrico Perrod de 1880: “Visitei uma colônia na Linha Palmeiro e encontrei na terra de um só agricultor todas as frutas da Itália: Castanhas, maçãs, pêras, laranjas, cerejas e nozes, juntamente com plantas de café, cana-de-açúcar e fumo.”(cfr. Rovílio Costa et alii, 1992, EST, As Colônias italianas Dona Isabel e Conde D’Eu, pg 21) ou do Cônsul italiano em Porto Alegre, Pascoale Corte, que aponta em seu relatório de 1884: “Atravessando um mato por um estreito caminho, chega-se, após quatro horas de viagem a cavalo, aos confins da Colônia Dona Isabel, exatamente na entrada de uma das linhas mais desmatadas e populosas: a Linha Palmeiro. Ali começa uma estrada carroçável que conduz à sede da colônia. Esta estrada é a mais pitoresca de todas.” (cfr. Rovílio Costa et alii, op. cit. pág 25).

Ao longo de todo o trecho foram rapidamente sendo construídas belas e confortáveis moradias em pedra, madeira e alvenaria, bem como variados empreendimentos comerciais como ferrarias, serrarias, moinhos, etc. Como os lotes eram grandes, normalmente eram assentadas duas famílias por lote, uma em cada extremidade.

O visitante que ingressar nos Caminhos de Pedra pelo Barracão estará, pois, utilizando a mesma porta de entrada dos primeiros imigrantes, revivendo de certa forma, as mesmas sensações dos recém-chegados, através das histórias contadas pelos seus descendentes. Não deixe de dar esse mergulho na história da imigração italiana no Rio Grande do Sul.

Barracão, Berço de Bento Gonçalves

Assim escreve em seu relatório o Agente Consular Italiano em Bento Gonçalves, Luigi Petrocchi, em dezembro de 1905: “A sede da nova Colônia Dona Isabel (hoje Bento Gonçalves), foi traçada em 1875, em um vale entre dois cursos d’água, num local baixo, próximo ao barracão dos imigrantes, e chamada então de cidade branca, devido às tendas feitas de lençóis. Por comodidade, porém, a diretoria transferiu a administração para um local elevado, chamado Cruzinha, no meio de um pinhal, a 3 Km de distância.” (cfr. Rovílio Costa et alii, op. cit. Pág. 73). O imigrante Giuseppe Dall’Acqua em seus apontamentos de viagem assim descrevem o Barracão no ano de 1878: “Depois de um percurso de uma hora e meia pelo mato virgem, por uma estrada íngreme, em degraus e barrenta, chegaram, após uma longa descida, a uma várzea perto de um rio, em cuja margem esquerda havia três ou quatro habitações rústicas,(...) e uma alta construção de um só plano e mal vedada, com longas taquaras pregadas na parede, horizontalmente, e cobertas de barro e folhas. Este lugar quase solitário e sem nome, fora destinado para a sede da Colônia Dona Isabel, mas ninguém sabia do motivo do não cumprimento da escolha da localidade para sede da futura cidade. Aquele casarão construído com barro (...) fora edificado para abrigar temporariamente os imigrantes e assim, com o tempo, tanto a localidade como o rio tomaram o nome de Barracão”. (Manuscrito de Giuseppe Dall’Acqua, 1901, in Rovílio Costa e Arlindo Battistel, 1983, Assim vivem os italianos, pág. 1172).

A partir de 1875 o Barracão começou a receber, e hospedar provisoriamente as primeiras levas de imigrantes. Ali eles recebiam seus lotes, algumas ferramentas, sementes e um pouco de alimentos. Isso, porém, só acontecia após uma longa espera que podia chegar a diversos meses. Os colonos eram cadastrados e tudo o que recebessem, inclusive alimentos, ferramentas e principalmente a terra, era-lhes lançado como dívida com o Governo Imperial que deveria ser quitada no prazo de 10 anos. Tudo foi planejado para que o local fosse a sede da colônia Dona Isabel, mas já em 1876, não se sabem bem os motivos, a sede da colônia foi transferida para onde hoje é o centro da cidade de Bento Gonçalves.

Patrimônio Histórico e Cultural do RS

Graças à restauração das casas e a visitação turística desencadeou-se nas comunidades que o compõem um movimento cultural que permitiu o surgimento de várias iniciativas que visam preservar não só o patrimônio material, mas também o imaterial. Exemplos dessa vitalidade cultural que palpita em todo o Roteiro são a preservação do dialeto “talian” (língua típica dos imigrantes do lugar), a Casa da Memória e os grupos artístico-culturais (dança italiana, flauta doce, banda musical, orquestra de câmara, coro e teatro) que se apresentam em ocasiões especiais ou por solicitação expressa nos restaurantes do Roteiro.

O fato de concentrar o maior acervo arquitetônico da imigração italiana em meio rural do país e a preocupação com a preservação do patrimônio histórico material e imaterial rendeu aos Caminhos de Pedra o qualificativo de “museu vivo”. Em 2009 por iniciativa do Dep. Estadual Jerônimo Pizzoloto Güerguen, e apoio do IPHAE (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico do Estado) foi declarado patrimônio histórico e cultural do RS pela Lei Estadual 13.177/09 promulgada pela então Governadora Yeda Rorato Crusius.

 

http://www.caminhosdepedra.org.br/pt/?pg=historico

Two macs lead manifest from the Barge in Whittier with some great snow caps standing high above their pair. This was a great afternoon for trains on the arm.

Leftover inspiration. I wonder if Jackson Pollock started out this way.

Green Day - Waiting

 

www.youtube.com/watch?v=xc1Uld0k4W4

 

I've been waiting a long time

For this moment to come, I'm

Destined for anything at all

Downtown, lights will be shining

On me, like in a diamond

Ring out under the midnight hour

Well, no one can touch me now, well

And I can't turn my back, it's

Too late, ready or not at all

Well, I'm so much closer than

I have ever known

Wake up!

Dawning of a new era calling

Don't let it catch you falling

Ready or not at all

Oh, so close enough to taste it

Almost, I can embrace this

Feeling on the tip of my tongue

Well, I'm so much closer than

I have ever known

Wake up!

Better thank your lucky stars

Say, hey, hey

Well, I'm so much closer than

I have ever known

Wake up!

You better thank your lucky stars

Say, hey, hey!

I've been waiting a lifetime

For this moment to come, I'm

Destined for anything at all

Dumbstruck, color me stupid

Good luck, you're gonna need it

Where I'm going, if I get there at all

Wake up!

And better thank your lucky stars

Museu de Arte Contemporânea - Oscar Niemeyer.

 

Niterói - Rio de Janeiro, Brasil

 

Mac Mac Falls, Sabie, Mpumalanga, South Africa

暑いのでお家フォト=w=

昨年もお盆時期は「暑い~」って言ってお家フォト上げてましたねw

audio-technicaのヘッドホンと合わせて使ってるメインヘッドホンです・w・

古いmacも撮影小物になるので、なかなか買い取りに出せないです・・・。

Grand Rapids-Detroit freight L303 creates a ground blizzard as it rolls east by milepost 146. A newly-rebuilt SD70AC leads the way.

This is a portrait of my Jack Russell Terrier Mac and his teddy, aptly named Cheese... Mac & Cheese

Mac- short for Macadamia- back in June of this year. He has grown SO much since then!

Westbound empty auto train M27717 heads through the MARC station in Germantown. Beginning in summer of this year, the MACs have become much more common on CSX trains in the DC area.

Mac-Mac Falls. Panorama route, Mpumalanga, South Africa.

 

af.wikipedia.org/wiki/Mac-Macwaterval

 

It's Mac Sunday at High Oak Yard, as the 3933 fills in for the usual pair of geeps on Job 308 while a pair of sisters wait the next call to duty on the weeknight road locals.

A West bound CSX train with an EMD SD70 MAC on point clears Mineral, VA on the erstwhile C &O trackage, now owned by Buckingham Branch.

The architecture should promote a triple encounter between: people, work and landscape. [Oscar Niemeyer]

 

***

A arquitetura deve promover um tríplice encontro entre: pessoas, obra e paisagem.

In what was a very odd move, a pair of BNSF SD70MACs, still in BN "Executive" colors, lead loaded CSX coal train N910 down into the Thornapple River valley. This train of Powder River coal, which was destined for Consumer's JH Campbell plant in West Olive, would normally run up the Grand Rapids sub to Holland and continue north to West Olive. The details are fuzzy to me now, but I believe the train was re-routed "the long way" via Toledo and Plymouth because of a derailment on the NS near Porter, IN where the GR sub connects to the NS Chicago district. I want to say this was the only time I ever saw this happen. Also, I absolutely loved those cream and green MACs with the classic BNSF logo on the nose!

 

Interested in purchasing a high-quality digital download of this photo, suitable for printing and framing? Let me know and I will add it to my Etsy Shop, MittenRailandMarine! Follow this link to see what images are currently listed for sale: www.etsy.com/shop/MittenRailandMarine

 

If you are interested in specific locomotives, trains, or freighters, please contact me. I have been photographing trains and ships for over 15 years and have accumulated an extensive library!

Moving down 3rd street our next stop is Mac's Tap Room.

MAC Tartan Tale Cosmetics Eyeshadows.

CSX F752 powered by an EMD SD70 MAC comes through a tree tunnel on the Reeds Branch on its way to Bennett Yard, Charleston, SC.

Finalmente criei vergonha pra arrumar minhas coisinhas...

Essa é a maletinha menor, que usei pra colocar as coisas da MAC.

 

Observação sobre os Samples:

Fiz 3 pedidos de 35 dolares (com frete), no mesmo dia, pra ver se não me taxavam. Resultado: UM pacote chegou, rasgado e faltando dois pigs e o presentinho. OUTRO pacote foi taxado, paguei 55 reais pra liberar. O TERCEIRO pacote está perdido, porque não tive nem notícia.

 

Pedi: 16/05

"Chegou": 24/06

mac os x leopard wallpaper

One of the four remaining BN macs are seen leading C-NAMPEK through Peoria, IL. Notice the rustic industries in the background

Raw with Motorola Phone

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