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A Johanneskirche Stuttgart ou igreja de São João é referida na literatura germânica como o edifício religiosa mais importante do século XIX em Estugarda. A igreja neogótica é a primeira igreja nova na cidade depois da Reforma, sendo que originalmente a sua torre tinha bastante mais altura.

O chamado Lago de Fogo, no centro de Estugarda, remonta ao século XVIII e foi construído originalmente como um reservatório de água para abastecer a cidade. Atualmente, o lago é muito conhecido pela sua variedade de peixes. Uma vez que a população de peixes no lago de fogo é tão grande e diversifica, de dois em dois anos, o peixe é totalmente pescado para ser distribuído nos diferentes lagos e parques em volta da cidade.

Uma das principais atrações do lago de fogo é a Igreja Protestante de São João, que foi construída em estilo neogótico, na segunda metade do século XIX. A igreja está localizada numa península do lago, e é atualmente, um dos destinos preferidos de muitos turistas. Durante a Segunda Guerra Mundial, a igreja ficou bastante danificada, sendo totalmente reconstruída após o final da guerra, a torre em ruínas, ficaria inacabada. Assim, esta belíssima igreja do Lago de Fogo é agora utilizada como um memorial contra qualquer tipo de guerra, sendo muitas vezes referida como uma "a igreja sem ponta".

No século XIX, o lago de fogo foi enriquecido com uma outra linda atração, a grande fonte. Trata-se de uma das fontes mais poderosas do seu tempo, que atraiu inúmeros visitantes ao longo de muitos anos e, ainda hoje, fascina aqueles que a visitam. Este é um pequeno exemplo daquilo que podemos encontrar nesta bela cidade.

A historia do Cisne na fotografia, já é mais difícil de contar, visto não existirem referências da sua existência em lado nenhum, no entanto, eu atrever-me-ia a dizer que se trata da beleza lá do sítio, pois não se mostrou nada importunado com a minha aproximação, chegando mesmo a fazer pose e a desfilar para a fotografia, o que me leva a crer, que se trata de um manequim muito experiente e cheio de estilo que encontrou no lago de fogo a sua passerelle e o local ideal para se dar a conhecer.

 

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Vale bem a pena ficar hospedado nesta pequena, mas encantadora cidade pelo menos uma noite, pois só assim, conseguiremos ter uma ideia mais abrangente da sua magnífica história. Desta forma, dispomos de dois dias que nos permitem visitar o Castelo durante uma tarde inteira com visita guiada e ainda sobra tempo para visitar a cidade e desfrutar de todo o seu encanto e, acreditem, vale mesmo a pena. O castelo fica localizado em Cochem, uma cidade de conto de fadas nas margens do Rio Moselle e que por o seu clima, propícia o desenvolvimento de inúmeras vinhas á sua volta. O acesso ao castelo deve ser feito a pé, pois assim conhecemos melhor toda a sua envolvência, isto para além de podermos desfrutar de alguns miradouros e visitar pequenos templos religiosos, bem como as ruelas medievais que nos fazem recuar no tempo e imaginar como seria o dia-a-dia deste lugar mágico.

 

Acredita-se que a cidade tenha sido fundada pelos Celtas, no entanto, todo esse período ainda se encontra envolto em mistério, com muito pouco conhecimento e ainda menos certezas, permanecendo grande parte ainda no desconhecimento geral. Sabe-se sim, que Cochem foi mencionada pela primeira vez oficialmente, no ano de 886 e é a partir desta data que se conta a sua história.

 

A cidade foi propriedade imperial de diversos reis e uma cidade alfandegária real até 1294. Foi neste ano que o rei Adolfo de Nassau hipotecou Cochem ao Arcebispado de Trier por não ter recursos para a sua sustentabilidade. Como a hipoteca nunca chegou a ser paga, Cochem continuou a pertencer ao território do eleitorado de Trier até 1794, tendo sido este, um período muito próspero para a cidade e para toda a região.

 

Durante o século XVIII, Cochem tornou-se cada vez mais um centro de comércio devido ao Rio Moselle. Todas as semanas um navio partia para Koblenz, carregado de mercadorias produzidas na região. Para participar na importante feira que acontecia em Frankfurt, a cidade mandou construir um navio de grande envergadura para levar especiarias, ferragens, couro, milho, madeira, e o famoso tecido de Cochem. No ano de 1796, Cochem foi ocupada por tropas revolucionárias francesas, e posteriormente, juntamente com toda a Renânia, ficou sob o domínio da França. O castelo e a cidade foram terrivelmente devastados e saqueados como era hábito destas tropas pouco disciplinadas. O aumento de impostos e a forte movimentação de tropas pela região, trouxeram um aumento dos preços e com isso, a pobreza das populações. Começaram a surgir bandos de ladrões que circulavam pelo Vale do Moselle e pelo Hunsrück, um conjunto de montanhas baixas, localizada no estado da Renânia-Palatinado, no sudoeste da Alemanha. Quem podia não exitou em abandonar a área, nomeadamente os habitantes com posses, no entanto, a classe mais pobre foi a que mais arriscou ao ficar e passou anos de fome e miséria.

 

Este conjunto montanhoso de Hunsrück é cercado pelos vales do rio Moselle, a norte, do rio Nahe, a sul, e do Rio Reno, ao leste. Muitos de seus montes não passam de 400 metros de altura e proporcionam uma viagem de moto magnífica por entre os seus vales como tivemos o privilégio de constatar.

 

Finalmente no Congresso de Viena, em 1815, Cochem voltou a fazer parte do o Reino da Prússia. E, em 1816, tornou-se o centro administrativo da recém-criada autoridade distrital. Até que entre 1869 e 1877, o conselheiro de Berlin, Ravené, reconstruiu o castelo que estava numa autêntica ruína. Em 1942 o castelo tornou-se propriedade do estado e desde 1978, esta pérola arquitetónica pertence aos cidadãos da cidade de Cochem.

 

O percurso que nos levou do hotel até ao centro da cidade ao longo do Moselle é decorado com flores de todas as cores que se encontram em abundância por todo lado, o que torna o passeio numa delícia, já que se pode apreciar a elegância e o charme das fachadas dos antigos edifícios e a beleza do rio cheio de patos, cisnes e outras aves que lhe conferem um ambiente calmo, descontraído e mágico.

 

Para além dos restos bem preservados da muralha que protegia a cidade, existe a Josef-Steib-Platz, uma praça bonita e elegante, sendo o ponto de partida para um passeio descontraído pela cidade e onde se encontra o famoso portão Enderttor. Ao passear pelas ruas do centro histórico, inevitavelmente se chega a Praça do Mercado (Marktplatz) a onde se encontra a imponente fonte Martinsbrunnen, de 1906 bem como a Câmara da cidade (Rathaus) que foi construída em estilo barroco no ano de 1739. Também nos arredores da Marktplatz se encontra o belíssimo mosteiro capuchinho Kapuzinerkloster, no alto do monte Klosterberg que foi construído por volta de 1630, tendo ocupado esta função até 1802. Hoje, desempenha o papel de centro cultural da cidade.

 

Muito mais haveria para dizer desta magnifica cidade que tantas saudades nos deixou, como tal, deixo todo o resto para quem a quiser visitar.

 

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Cada 23 de abril se celebra en todo el planeta el‘Día Mundial del Libro desde que se acordó en 28ª reunión de la UNESCO, celebrada en París entre el 25 de octubre y 16 de noviembre de 1995, que así fuera. Los argumentos aportados fueron que el 23 de abril de 1616 coincidieron los decesos de Miguel de Cervantes, William Shakespeare e Inca Garcilaso de la Vega.

 

Sin embargo Cervantes no murió un 23 de abril, sino el día anterior, pero durante largo tiempo figuró esa fecha debido a que por aquella época era costumbre consignar como fecha del fallecimiento la del entierro, en este caso el día después de haber expirado.

 

Tampoco Shakespeare falleció el 23 de abril de 1616, puesto que esa fecha estaba regida por el calendario juliano, utilizado por aquel entonces en Inglaterra y si tuviésemos que cuadrarlo con nuestro calendario (calendario gregoriano) resulta que el escritor inglés había fallecido once días más tarde: el 3 de mayo.

 

Por último nos queda el escritor de origen peruano Inca Garcilaso de la Vega de quien también se dice que falleció el 23 de abril de 1616, pero son muchos los expertos e historiadores que indican que no se puede saber la fecha exacta, debido a que existen inscripciones en el que aparece la fecha 22 de abril, otras el 23 e incluso alguna del 24, por lo que es muy difícil constatar cuál fue el día exacto.

 

A pesar de todo, FELIZ DÍA DEL LIBRO a todos.

ღ Spring Blossoms & Easter Wishes to all my Flickr friends who celebtate Easter on the 27th of March ღ

 

✿ Blessed & Happy Easter to You and your Families ✿

 

PS: The Greek Orthodox Easter,in 2016, is on the 1st of May

Tierras burgalesas, tierras de trigo, tierras de buen pan.

El Monasterio de Cardeña, asoma por rareza en una hondonada –habitualmente estos edificios están en cima- su historia se inicia en el s.X plena de dudas, leyendas y alguna certeza.

Es dudoso que fuera refugio de Jimena Díaz, esposa del Cid, durante los años de periplo guerrero del famoso mercenario.

Cierto que aquí fue enterrado el dicho Cid a principios del siglo XII, dudoso que pasara varios años su cadáver embalsamado sentado en el presbiterio mientras se terminó su tumba.

Leyenda, que Babieca el caballo, esté enterrado a la puerta del cenobio bajo el monumento marmóreo que lo anuncia.

Cierto que fue desamortizado, que sirvió de terrorífica prisión política en los años 40 y que aquí se celebraron en 1998 treinta misas funerales gregorianas, anunciadas por esquelas en prensa, in memoria de un espía, Francisco Paesa, ...que sigue vivito y aún colea por Paris.

Historia convulsa para un lugar de contemplación mística, que quizá por eso, ¡solamente se asoma!, a mi foto.

 

Certísimo que la zona es de gran belleza paisajística, el mirar no se cansa porque no tiene fin.

 

"However, in 1873, five years after the Meiji Restoration, Japan adopted the Gregorian calendar and the first day of January became the official and cultural New Year's Day."

 

New Year - Top 10% popular.

Este monumento imponente foi descrito como sendo "o monumento mais importante da cidade de Varsóvia do pós-guerra". A Gazeta Wyborcza, afirmou em 2012, que este é um dos locais mais visitados por turistas estrangeiros. Historicamente, a Revolta de Varsóvia foi uma das tentativas mais corajosas e mais dramáticas para derrotar o temível exército nazis.

 

A Revolta de Varsóvia que eclodiu no dia 1 de agosto de 1944 e durou até 2 de outubro do mesmo ano, foi um dos eventos mais importantes e devastadores da história de Varsóvia e de toda a Polónia. Cerca de 85% dos edifícios de Varsóvia ficaram destruídos durante as hostilidades que levou á destruição sistemática da cidade, numa resposta levada a cabo pelos alemães após a revolta.

 

No entanto, foi também um evento que as autoridades comunistas da República Popular da Polónia no pós-guerra, acharam altamente polémico, pois foi organizado pelo movimento de resistência polaca que lutou pela independência do País durante a Segunda Guerra Mundial, principalmente o Exército da Pátria, os quais foram brutalmente suprimidos pelo regime estalinista do pós-guerra.

 

Além disso, Joseph Stalin havia propositadamente interrompido o avanço soviético através do território polaco pouco antes da chegada a Varsóvia, imediatamente após a eclosão dos revoltosos. Stalin não só se recusou a ajudar os insurgentes, como também se recusou a permitir que os aviões dos aliados ocidentais pousassem e reabastecessem em território controlado pelo seu exército, permitindo apenas que uma quantidade de mantimentos muito limitada pudesse ser entregue em Varsóvia. Como resultado, os revoltosos foram brutalmente esmagados pelos alemães durante um período de 63 dias, enquanto os soviéticos assistiam, mesmo depois de terem finalmente tomado a ofensiva e capturado a margem direita do rio Vístula em meados de setembro de 1944. (A vergonha reinante de políticos que só defendem os seus interesses e que se esquecem de defender causas, enfim, nada a que não estejamos habituados mesmo nos tempos que correm.)

 

Após a revolução, os alemães expulsaram toda a população da cidade e passaram outubro, novembro e dezembro de 1944 dedicados ao saque de Varsóvia e destruindo tudo o que ainda estava de pé, enquanto os soviéticos continuavam a não fazer nada para intervir. Acabariam por entraram nas ruínas da cidade apenas em janeiro de 1945, depois de esperar a partida dos alemães. Uma atitude que condiz muito bem com aquilo que se passava na distante Idade Media, mas que o Homem teima ainda hoje em repetir.

 

Como resultado, o significado da revolta foi minimizado durante muitos anos após a guerra, o Exército da Pátria e o governo polaco no exílio durante a guerra, foram condenados pela propaganda comunista. Esses fatores políticos tornaram a comemoração oficial da Revolta de Varsóvia impossível durante décadas. Os debates subsequentes sobre a forma e a localização do monumento, atrasaram ainda mais o projeto. O governo comunista da Polónia finalmente deu permissão para construir o monumento em 12 de abril de 1988, tendo sido inaugurado a 1 de agosto de 1989, no 45º aniversário da Revolta.

 

O local foi visitado pelo presidente alemão Roman Herzog em 1994, que prestou homenagem aos polacos e fez um discurso sobre a vergonha alemã no contexto dos crimes da Alemanha nazi durante a Segunda Guerra Mundial neste País. Herzog pediu desculpas aos polacos durante o seu discurso sobre crimes de guerra. Em 1999, o prédio da Suprema Corte da Polónia foi construído junto ao monumento, o que acabou por lhe atribuir uma importância maior, dando-lhe a relevância que merece.

 

O monumento é feito de bronze e tem cerca de 10 metros de altura. Possui duas partes próximas uma da outra. O elemento maior mostra um grupo de revoltosos ativamente envoltos no combate, fugindo da visão artística de um prédio em colapso, representado por uma composição mais abstrata.

 

O elemento menor representa os soldados descendo uma pequena vala, referência ao uso do sistema de esgotos de Varsóvia, para se moverem pelo território controlado pelos alemães durante a revolta e, especificamente, à evacuação de 5300 combatentes da resistência da Cidade Velha de Varsóvia para o centro da cidade, no início de setembro de 1944.

 

Existem vários Monumentos e memoriais muito belos e elegantes em toda a cidade como podemos constatar, porém, um dos mais memoráveis e comoventes é sem dúvida o Monumento da Revolta de Varsóvia, que juntamente com a majestosa arquitetura da Suprema Corte merece bem uma visita atenta.

 

Fica aqui uma pequena descrição desta magnifica capital da Europa que tivemos o privilégio de visitar, mas á qual gostaríamos de voltar um dia, pois a sua história milenar tem muito para nos contar. O facto de ter sido uma das principais vítimas do nazismo, confere a esta cidade e, também ao Pais, uma aura que por si só, permitiria encher uma biblioteca inteira com histórias de devastação e sofrimento, mas também de amor, coragem, esperança e renascimento.

 

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Allá, en lo alto se ve,

lejos, sobre la colina,

un convento benedictino

y que dicen allí surgió

el primer convento de Roma,

fundado por San Benito.

También dicen que a otro templo

quitó advocación y oraciones

y el dios que lo protegía

ya nada entonces podía,

pues era mitología

y no pura religión.

¡Pobre Apolo!,

tantas bondades tenía,

que aquí todo lo perdió

ante un pobre San Benito,

hijo de otra religión.

  

Harpa Dei - Salmo 91 (Canto Gregoriano).

Curioso nombre recibe

esa parte del asiento

que una vez lo levantas

puedes sentarte sobre ello.

Cuando el rezo se prolonga

y toca estar de pie

se alza la misericordia

y reposas castamente

la parte que no se nombra

para evitar el cansancio

y rezar la mar de bien.

Además de misericordia

otro nombre también tiene

y como paciente has de estar

paciencia también se le llama.

Hay que ser indulgente

y entre misericordia y paciencia

seguir el rezo apoyado

para que no se canse la mente

mientras el cuerpo descansa.

  

Canto gregoriano - Salmo 56.

Como não nos foi possível visitar todos estas cidades, optamos por conhecer a lindíssima cidade de Tessalónica. Durante a leitura destas páginas, veremos que os ideais de beleza perseguidos pelos gregos foram plenamente atingidos nas obras arquitetónicas desta cidade notável. A Grécia ainda tem outra característica que a torna ainda mais atrativa e formidável, o seu mar, que ostenta um azul intenso e nos presenteia com a sua limpidez. Para entender melhor esta cidade e o encanto que tão orgulhosamente transporta, é preciso olhar bem para o seu magnífico passado.

Fundada em 316 a. C., a cidade passou de mão em mão, conforme a Grécia era invadida e dominada por diferentes povos. Usada até como moeda de troca, Salónica tinha uma forte população judia, que acabou por ser dizimada quase na sua totalidade durante o Holocausto. A sua história, apesar de triste, foi fortalecida por estes factos. Salónica deixou as dores de lado e hoje é uma cidade vibrante, singular, atrativa e cosmopolita. Situada nas margens do golfo de Salónica, no mar Egeu, é atualmente a porta principal da Macedónia.

A cidade foi construída por ordem de Cassandro, no ano de 316 a.C., que lhe deu o nome da sua esposa, "Tessalónica", meia-irmã de Alexandre Magno. Esta fora assim chamada por o seu pai, Filipe II da Macedónia, por ter nascido no mesmo dia da vitória dos macedónios sobre os tessálios. Foi a capital de um dos quatro distritos romanos da Macedónia, governada pelo pretor Fabiano, a partir do ano 146 a.C.. Na sua segunda viagem missionária, São Paulo pregou na sua sinagoga, lançando as bases de uma das mais marcantes igrejas da época, e destinou-lhe duas das suas epístolas. A animosidade contra Paulo, por parte dos judeus da cidade, levou-o a fugir para Bereia. Paulo escreveria posteriormente, a Primeira e a segunda Epístola aos Tessalonicenses.

No distante ano de 388, uma data de triste memória, a cidade foi palco do Massacre de Tessalónica, quando, por ordem do imperador Teodósio I, 7000 pessoas foram terrivelmente assassinadas por se terem revoltado contra o temível general Butírico e outras autoridades romanas que não lhes perdoariam tal afronta. Desde que foi subtraída à Macedónia, Salónica fez parte do Império Romano e do Império Bizantino, até que a cidade de Constantinopla foi conquistada na Quarta Cruzada, em 1204. A cidade tornou-se assim capital do Reino de Salónica fundado então pelos cruzados, até ser capturada pelo Principado do Épiro, em 1224.

Foi reconquistada pelo Império Bizantino em 1246, mas, sem capacidade para fazer frente às invasões do Império Otomano, o déspota bizantino Andrónico Paleólogo foi forçado a vendê-la a Veneza, que a manteve até ao ano de 1430. Sob domínio do Império Otomano até 1912, a cidade distinguia-se pela sua população maioritariamente judaica de origem sefardita, em consequência da expulsão dos judeus de Espanha depois de 1492. Tessalónica foi o principal "prémio" da primeira Guerra dos Balcãs em 1912, quando se tornou parte da Grécia. Durante a Primeira Guerra Mundial, um governo então provisório, foi aqui estabelecido e dirigido por Elefthérios Venizélos. Este governo tornou-se aliado dos britânicos e franceses, contra a vontade do rei, que era favorável à neutralidade da Grécia. A maior parte da cidade foi destruída por um incêndio de origem desconhecida "provavelmente um acidente", em 1917.

O fogo teve como consequência, a diminuição para metade da sua população judia, que emigrou depois de verem as suas casas e os seus meios de subsistência destruídos. Muitos foram para a Palestina. Alguns viajaram no Expresso do Oriente para Paris e outros seguiriam para a América. Em 1922, muitos gregos exilados de Esmirna e de outras áreas da moderna Turquia, seguindo o exército grego derrotado que invadiu a Ásia Menor, chegaram à cidade de Salónica, influenciando fortemente a cultura da cidade. Elefthérios Venizélos, proibiu a reconstrução do centro da cidade até que um projeto de modernização estivesse concluído.

Apesar dos esforços gregos, quase todos os habitantes judeus da cidade foram assassinados no Holocausto, que decorreu da ocupação alemã entre 1941 e 1944. Atualmente é uma cidade universitária, base da NATO e um valoroso centro industrial, com refinarias de petróleo, fábricas, têxteis e tabaco.

Salónica é uma cidade simpática, com as suas praças enfeitadas, muitos bares em seu redor e junto ao mar. Sendo uma cidade universitária, tem uma vida noturna intensa. Esta cidade, mais vulgarmente conhecida como Tessalónica "que significa vitória" é a segunda maior cidade da Grécia e a principal cidade da região grega da Macedónia. O santo padroeiro da cidade é São Demétrio de Tessalónica e a sua bela igreja chamada de "Hagios Demetrios", é Património Mundial da Humanidade. Uma cidade que nos deu imenso gozo visitar e a qual gostaríamos de voltar um dia.

 

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A primeira coisa da qual nos apercebemos quando chegamos a Budapeste pela primeira vez, é que esta magnífica cidade tinha uma cor única, que tanto nos fez lembrar a nossa querida Lisboa, por se tratar de uma cidade com uma luz mística e rara, que muitos dizem ser amarela, mas que na verdade, e depois de bem analisada, percebemos que não, Budapeste é mais uma cidade dourada, uma cor só ao alcance de pouquíssimas cidades da Europa e do mundo, uma característica única que nós reconhecemos em três ou quatro cidades das muitas que visitamos.

Para além de Lisboa, Budapeste é sem dúvida uma dessas cidades, com uma luz e um desígnio ímpar na história e na cultura universal. Estar na capital da Hungria é como estar dentro de uma fotografia antiga, achada num velho baú de sótão, envelhecida por o tempo e dourada por a sua história.

Há uma aura de mistério nesta cidade, como naqueles filmes antigos de vampiros, bruxas e outras criaturas mitológicas, imaginárias de mundos distantes, de sonhos perdidos e de algo que não conseguimos explicar muito bem, por se tratar de uma fusão de magia com um pouquinho de real, mas que no entanto está lá e nos puxa com uma força inexplicável para dentro do seu âmago, do seu passado e das suas raízes com uma força irresistível, quase como que fazendo uma exigência à qual não conseguimos resistir, embriagando-nos com tudo o que tem de mais belo e com as suas histórias mais escuras e sombrias.

O que faz de Budapeste uma cidade especial para além da sua luz, é sem dúvida aquele que é um dos mais belos rios da Europa e sobre o qual já tanto se escreveu e disse, o Danúbio. Sem o rio a dividir a cidade em duas, Buda e Peste, esta não teria certamente o mesmo encanto nem a mesma beleza.

As inúmeras e gigantescas pontes que atravessam o rio Danúbio, completam a paisagem e dão à cidade Húngara um certo ar Londrino e um glamour Parisiense. A Ponte das Correntes foi projetada e desenhada em Inglaterra, e enviada em secções para aqui ser montada.

A sensação que sentimos ao percorrer as ruas de Budapeste é algo dificilmente descritível, não só pela complexidade de sentimentos com os quais somos evadidos, mas também pela atitude do seu povo, que parece extravasar muito para além da cidade, com uma atitude muito própria de quem é Húngaro mas consciente de que Budapeste também é uma cidade do mundo.

Foi por todos estes motivos, mas também por o bom povo que aqui habita, que ficamos eternamente apaixonados por Budapeste.

 

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Nel centro di Tivoli, cittadina vicina a Roma ma molto più antica, il fiume Aniene forma delle pittoresche cascate a valle del ponte Gregoriano che collega il centro storico alla Villa Gregoriana, sito Unesco. Un must da visitare durante un soggiorno a Roma, che ogni anno richiama un gran numero di turisti.

 

In the center of Tivoli, a town close to Rome but much older, the Aniene river forms picturesque waterfalls downstream of the Gregoriano bridge which connects the historic center to Villa Gregoriana, a Unesco site. A must to visit during a stay in Rome, which always attracts a large number of tourists.

My favorite season begins today, officially! Let the colorful sylvan fireworks begin!

 

I stumbled upon this lovely japanese maple with the sun ideally behind it while in Victoria BC on the grounds of Hatley Castle. I like surprises like this....:-))

 

"Q: IS THE AUTUMNAL EQUINOX REALLY THE FIRST DAY OF FALL?

A: Based on the astronomical definition of seasons, yes, the autumnal equinox does mark the first day of fall (in the Northern Hemisphere). However, according to the meteorological definition of seasons, which is based on temperature cycles and the Gregorian calendar, the first day of fall is September 1."

almanac.com

 

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Trujillo é um pequeno município de Espanha na província de Cáceres e faz parte da rede das Aldeias mais bonitas de Espanha.

Assente sobre uma extensa área de granito, conserva restos pré-históricos e pré-romanos, conhecida então como Turgalium. Sabe-se da existência de uma fortaleza já em tempos muito remotos. Posteriormente foi povoada por romanos, suevos, visigodos e muçulmanos. Depois de cinco séculos de ocupação destes últimos, foi conquistada inicialmente por Alfonso VIII em 1186. Anos depois, voltou ao domínio almóada, para ser definitivamente conquistada pelos cristãos em Janeiro de 1232. O rei João II de Castela concedeu-lhe o título de cidade no ano de 1430.

Famosa pelos seus monumentos, é um importante centro turístico da comunidade de Estremadura. Cidade natal de Francisco Pizarro, um conquistador e explorador espanhol que entrou para a história como "o conquistador do Peru", tendo submetido o Império Inca ao poderio espanhol e cuja estátua equestre se ergue na Praça Maior. É também a terra natal de Francisco de Orellana, um intrépido aventureiro e explorador espanhol que participou com Francisco Pizarro na conquista do Peru.

Entre os principais monumentos desta belíssima aldeia histórica, encontra-se este magnífico Castelo. Construído entre os séculos IX e XII sobre o morro conhecido como Cabeza del Zorro "Cabeça da Raposa". Os elementos mais antigos a chegar aos nossos dias são duas cisternas árabes. A porta de entrada com o seu arco em forma de fechadura evoca reminiscências árabes. No entanto, esta porta é presidida por uma imagem de Nossa Senhora da Vitória, padroeira de Trujillo, que fala dos feitos épicos e de proteções sobrenaturais, como não poderia deixar de ser nestas construções medievais, não fosse este período o eldorado da religião cristã.

Originalmente possuía 7 portas, mas atualmente só restam quatro: as de Santo André, Santiago, Coria e do Triunfo, reformadas nos séculos XV e XVI. Atualmente existem 17 torres, todas na forma retangular. A área protegida pelo recinto amuralhado é hoje conhecida como o Bairro Velho da cidade e merece bem uma visita atenta.

Todos os anos se celebram as festas em honra de Santa Maria da Vitória em finais de Agosto, princípios de Setembro. A cidade é um dos assentamentos da mais valiosa e sugestiva riqueza monumental. Vibram, nas suas antigas vielas, como em nenhum outro lugar, as vozes dominantes de uma casta senhorial, aventureira, lutadora e mística. Estas ruelas foram testemunhas mudas, nos anos negros da época medieval, de uma empresa militar e épica que foi a base de toda a história mariana da região, do tesouro artístico, histórico e religioso mais importante que conserva esta Cidade, e que se coroa com a sua Padroeira: a Virgem da Vitória.

A participação de alguns guerreiros na batalha contra os árabes e a sua crença em Nossa Senhora como sua salvadora, foi crucial para poder compreender a história e a tradição de uma cidade que ao longo dos anos foi a mais importante de Estremadura, e os seus homens cumpriram uma meta louvada para lá dos mares, convertendo Trujillo em "Cidade Universal". Uma aldeia extraordinariamente atrativa e notável que merece ser preservada como quem preserva uma jóia, pois assim é Trujillo, uma jóia de valor incalculável…

 

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Libera me Domine - Gregorian chant.

 

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Happy Orthodox Christmas!

In Russia, the Orthodox Church uses the Julian calendar, and therefore Christmas this year is celebrated on the night of Wednesday 6 January 2021 to Thursday 7 January 2021.

Christmas is a holiday with a long history, but it was not always celebrated at the time we are accustomed to. Until 1918, Russia celebrated together with most of the countries of Europe on December 25, a week before the New Year. With the transition to modern chronology, the holiday began to be celebrated in January. Due to the fact that the Gregorian calendar in our country was adopted much later than in other countries, a gap of 14 days was formed in the celebration. Since 1929, it was forbidden to celebrate the Nativity of Christ in Soviet Russia. The tradition of official celebration of Christmas at the state level has been revived. in 1991.

View of the Trinity-Sergius Lavra. The largest male monastery of the Russian Orthodox Church with a long history. Located in the center of the city of Sergiev Posad, Moscow region.The founding of the Holy Trinity Hermitage is considered to be the settlement of St. Sergius of Radonezh on Makovets Hill (70 km north-east of Moscow) in 1337. After several years of lonely asceticism of the Monk Sergius, new inhabitants came to Makovets, and the hermitage turned into a special monastery. Some historians believe that this happened in the early 1340s, and more precisely in 1342.

Numerous architectural structures of the Trinity-Sergius Lavra were built by the best architects of the country in the 15th-19th centuries. The ensemble of the monastery includes more than 50 buildings for various purposes. The architectural ensemble of the Trinity-Sergius Lavra is under the protection of UNESCO. Now the monastery houses more than 10 churches.

St. Marien, Wittstock/Dosse

 

Rorate Cæli – Gregorian chant for Advent

www.youtube.com/watch?v=6VdF6xsMxhk

Libro de Canto gregoriano

 

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Soñar… dentro de la música Celta..… viajar al pasado, cuando los bosques eran salvajes, y, las leyendas estaban vivas ....... todo ello envuelto en la niebla de los bosques ancestrales.

Nos llevaron a los claustros antiguos, con un canto que resonaba a gregoriano.....

Autumn, also known as fall in North American English, is one of the four temperate seasons. Autumn marks the transition from summer to winter, in September (Northern Hemisphere) or March (Southern Hemisphere), when the duration of daylight becomes noticeably shorter and the temperature cools considerably. One of its main features in temperate climates is the shedding of leaves from deciduous trees. Some cultures regard the autumnal equinox as mid-autumn, while others with a longer temperature lag treat it as the start of autumn. Meteorologists (and most of the temperate countries in the southern hemisphere) use a definition based on Gregorian calendar months, with autumn being September, October, and November in the northern hemisphere, and March, April, and May in the southern hemisphere. 21421

La luz que el cielo nos da

siempre se viste de oro

y deja un halo que brilla

como la luz que se enciende

en ese profundo rincón

del alma cuando se siente

y crea siempre un espejo

limpio y también reluciente.

Escuchar cantar al cielo

en lugares como éste

te transporta y enaltece

y te hace sentir otro mundo

que te enseña a caminar

libre de odios y de dobleces.

  

Canto gregoriano: Veni Creator Spiritus.

 

Vijayadashami also known as Dussehra, Dasara or Dashain is a major Hindu festival celebrated at the end of Navaratri every year. It is observed on the tenth day in the Hindu calendar month of Ashvin and Kartik, the sixth and seventh month of the Hindu Luni-Solar Calendar respectively, which typically falls in the Gregorian months of September and October.

Gregorian Chant - "Dies Irae"

 

********* youtu.be/Dlr90NLDp-0 ********

Bendito y bendecido

este paseo ha de estar,

que por aquí, según cuentan,

el clero venía a rezar.

Abierto su breviario

iban leyendo y orando

mientras la brisa del mar

les iba refrescando

la mente para entender

aquello que ellos rezaban

como cumplimiento y deber.

Ejemplo hay que sacar

cuando obligado estés

a cierta cosas realizar

por obligado deber.

Vete a un lugar tranquilo,

y allí disfruta el paseo

y lo que tengas que hacer.

  

Salmo 23 - Canto gregoriano.

Waterfalls of the Aniene River under the Gregorian Bridge.

Tivoli, Italia

... In a moment of peace ...

''...See through the stars

Reach to the earth's flow

Drift in the joy of our hearts

Unleash the energy ..."

by Gregorian : www.youtube.com/watch?v=wKl5qX_1nig

 

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and ; 500px

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© Copyright. Eggii 2016. All rights reserved.

 

Keep the evil at bay.

 

Music Inspiration:

 

♫DARKWOODS MY BETROTHED - Black Fog And Poison Wind♫

 

♫GREGORIAN CHANTS | ANGELIC CHOIR♫

 

Featuring:

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photo location: @cherishville/ (see flickr group).

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🎧 Gregorian & Amelia Brightman → Happy Xmas (War is Over)

 

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// -tuesday, december 8, 2020 10:38:22 pm est-

// @20201204 truth n abby winter shot [final] ;).png

L'Abbazia di San Galgano fu costruita tra il 1212 ed il 1288 dai cistercensi, che si insediavano vicino ai fiumi (siamo nelle pianure che costeggiano il fiume Merse) ed alle grandi vie di comunicazione (qui passava la strada Maremmana Romana).

Da allora fu il centro economico, culturale e politico di tutta la zona, ma ben presto seguì il degrado, tanto che venne abbandonata nel XV secolo e fu venduto perfino il piombo del tetto.

Oggi questa enorme e possente abbazia, priva del tetto e delle finestre, emana un fascino incredibile, forse perchè stimola il contatto sacro con la natura circostante come nei templi pagani.

  

ALLELUJA, VENI SANCTE SPIRITUS, capolavoro del canto gregoriano, Giovanni Vianini, Schola Gregoriana Mediolanensis, Milano, Italia

  

Grazie amici cari per i commenti e preferenze ...un grande abbraccio a tutti !!!!

Some 'krathongs' on the water of last years (2022) Loy Krathong celebration. The Buddhist calendar is 543 years ahead of the Gregorian calendar.

 

Wikipedia: Loy Krathong is a Thai festival celebrated annually throughout Thailand and in nearby countries with significant South Western Tai cultures (Laos, Shan, Mon, Tanintharyi, Kelantan, Kedah, and Xishuangbanna). The name could be translated as "to float ritual vessel or lamp," and comes from the tradition of making krathong or buoyant, decorated baskets, which are then floated on a river. Many Thais use the krathong to thank the Goddess of Water, Phra Mae Khongkha (Thai: พระแม่คงคา) or to worship the Buddha's hair pagoda in heaven. This festival traces its origin back to India.

 

en.wikipedia.org/wiki/Loy_Krathong

ⓒRebecca Bugge, All Rights Reserved

Do not use without permission.

 

The church named after the saint Ignatius of Loyola (in Italian Ignazio di Loyola and in Spanish Ignacio de Loyola).

 

This baroque church was built between 1626 and opened for public worship in 1650. The building was completely finished in 1722. It was built on land donated already in 1560 by the Marchesa della Valle, Vittoria della Tolfa, to the Society of Jesus, in memory of her late husband Marchese della Guardia Camillo Orsini. But the church first built here soon became too small, being the church for the students attending the Collegio Romano (The Pontifical Gregorian University). Ignatius of Loyola had been canonized in 1622 and this paved way for the church being dedicated to him. The architect was Orazio Grassi.

.. tönen sehr leise aus einem gut versteckten Lautsprecher in der Ruine der Klosterkirche.

Sie hat kein Dach mehr, daher können Veranstaltungen, von denen es im Sommer hier öfter welche gibt, nur bei schönem Wetter stattfinden.

Diese Aufnahme habe ich übrigens von einem Standort aus gemacht, der sozusagen von der Apsis zum Haupteingang sehen lässt. Dank der Hangbebauung ist das möglich.

 

youtu.be/GIz_hCVSaJA

Hoy comienza esa Semana

donde todo es Pasión.

Una Madre atribulada

lleva roto el corazón.

Todo se hace pequeño

ante este noble misterio

de la Pasión del Señor.

  

Canto Gregoriano - Stabat Mater.

*

* (s3) Y (Zo)

 

* Para fernandosa (Fernando Sánchez A.) www.flickr.com/photos/55599990@N06

 

* Es bello escuchar SALVE REGINA, Canto Gregoriano. To lisen: www.youtube.com/watch?v=FHFZ0J-QX7E

 

* Evocación poético-histórica dentro de la iglesia del Monasterio de los Jerónimos de finales del S. XV. Fomada por una gran nave donde predomina la esbeltez y la decoración manuelina. En ella se hallan los sepulcros de Vasco de Gama y de Luis de Camoes. Si levantamos la mirada hacia arriba veremos la increíble bóveda que cubre el transepto. Un magnífico conjunto que carece de apoyos centrales gracias a un perfecto y complejo trazado de nervaduras, y cruces templarias. Es tan bello el conjunto que solemos soltar una exclamación de satisfacción. ¡El triunfo del ser humano sobre lo imposible!

 

(Fragmento de un poema de Luis Cernuda

para esta evocación.)

 

...Hermosas y vencidas soñáis

formas arquitectónicas, nervaduras...

Vueltos los ciegos ojos hacia el cielo,

mirando las remotas edades

de titánicos hombres

cuyo amor os daba ligeras guirnaldas

y la olorosa llama se alzaba

como incienso hasta la bóveda,

hacia la luz divina, su hermana celeste.

 

(LUIS CERNUDA. La realidad y el deseo.)

  

Belas e enigmáticas, fascinam pela sua graciosidade e há muito que são um elemento emblemático nesta região. Vulgarmente designado por canastro ou caniceiro, o espigueiro não é mais que um celeiro onde o lavrador guarda as espigas. De posse particular ou comunitária, a dimensão do espigueiro reflete a grandeza da produção que normalmente é efetuada. Do mesmo modo, o seu embelezamento também dependia da fantasia do construtor e dos recursos do proprietário.

 

Estas estruturas seculares da arquitetura agrícola, dispostas geralmente de forma desordenada no cimo dos penedos cheios de desníveis e com uma vista fabulosa para os montes e vales que estas terras geralmente proporcionam, representam ainda assim, na maioria das vezes, um conjunto belo e harmonioso.

 

Com maior densidade na região do Minho, os espigueiros tinham como objetivo a secagem das espigas do milho, ao mesmo tempo que evitavam o contacto com o solo húmido e o preveniam do ataque de roedores famintos e de pássaros oportunistas muito frequentes nestes terrenos.

 

As suas portas estavam fechadas e não dava para perceber o que estes espigueiros guardavam em cada altura do ano, mas o vento que soprava forte e entrava por ali dentro, fazia o seu interior ganhar vida, remexido pelo ar e pelo ranger das portas, criava um ambiente quase fantasmagórico e agreste a condizer com a rudeza destas construções quase medievais.

Nas suas imediações, encontra-se quase sempre a eira que aproveitava as características de um solo mais plano. É aí que se malha o centeio e onde se desfolha o milho, dando lugar às alegres desfolhadas que constituíam um pretexto para os bailes e a escolha de um namorico.

 

A origem deste género de construções encontra-se principalmente ligada à introdução da cultura do milho na Península Ibérica de onde irradiou para o resto do mundo. Outrora designado por “trigo índio”, o milho terá a sua origem no México, de onde há cerca de quinhentos anos foi trazido nas naus de Cristóvão Colombo. Desde tempos imemoriais, o milho constituiu a base da dieta alimentar dos maias, incas e aztecas que o incluíam nos seus ritos ancestrais e o celebraram nas suas manifestações artísticas.

 

A sua implantação, entre nós, registou-se sobretudo na região do Minho e da Galiza, facto a que certamente não foram alheias as condições favoráveis à sua produção e onde prevalece a cultura de regadio. Com o decorrer do tempo, o cultivo do milho passou a estender-se a outras regiões, nomeadamente ao centro do país onde predomina a cultura de sequeiro.

 

O espigueiro é também caracterizado pelo elemento de adorno que costuma ter no seu topo, normalmente uma cruz, abençoando-se assim o milho e garantindo-lhe proteção divina ao longo do ano seguinte, pretendendo-se assim, abençoar o milho que se irá transformar, tal como o padeiro que, antes de levar o pão ao forno, murmura de forma solene uma ladainha.

 

Em diversas localidades, persiste ainda o uso comunitário dos espigueiros, como é o caso de Lindoso, Ponte da Barca, no Soajo e em Arcos de Valdevez, local onde o seu uso se estende também às práticas iniciáticas que contemplam o alojamento dos noivos, que aí vão dormir juntos antes da celebração do casamento.

 

Mais do que meros celeiros onde se preservam as espigas das quais se produzirá o pão que vai à mesa do agricultor, amassado com o suor do seu rosto e benzido com a sua Fé, os espigueiros constituem verdadeiras obras de arte popular que reúnem uma elevada carga simbólica, quais sacrários onde o povo guarda o alimento para o ano inteiro e, como tal, sinalizado com a cruz que o protege e resguarda de todas as maldições. Por tudo isto, devem ser preservados como um dos mais ricos elementos do nosso património cultural de interesse etnográfico e turístico.

 

PLEASE NOTE:

Copyright © Anselmo Sousa

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La fortaleza la ordenó construir Pedro I el Grande el 16 de mayo de 1703 (del calendario juliano, 27 de mayo según el gregoriano), sobre la pequeña isla de Záyachi, en el río Nevá. Erigida durante la Guerra del Norte, la fortaleza nunca entró en batalla. La fortaleza tiene forma hexagonal con 6 bastiones en cada uno de sus ángulos. En un primer momento se construyó en madera y tierra, pero se reconstruyó en piedra desde 1706 hasta 1740.

 

A partir de 1720 aproximadamente sirvió de alojamiento a la guarnición de la ciudad y de cárcel de prisioneros políticos, entre otros. El bastión de Trubestskoy, construido en la década de los 1870, se convirtió en el bloque principal de la prisión.

 

La catedral se edificó entre 1712 y 1733. Consta de una torre campanar 3,2 m de altura con una cúpula rematada con un angelote.

 

En 1876 el grupo nihilista Zemlya i volya en su primera acción organiza exitosamente la fuga de Piotr Kropotkin, algo que nadie antes lo había conseguido.

 

Durante 1917, fue atacada por soldados amotinados del Regimiento Pávlovski y todos sus prisioneros fueron liberados. Cuando el 4 de julio los bolcheviques intentaron apoderarse de la fortaleza, los 8000 hombres de guarnición se declararon prorrevolucionarios, aunque después volvió a manos gubernamentales.

 

El 25 de octubre, la fortaleza fue tomada por los bolcheviques. Ese día tuvo lugar la batalla contra el Palacio de Invierno, que fue bombardeado desde la fortaleza.

 

En 1924, la mayor parte de la fortaleza fue transformada en museo. Sufrió graves daños durante la Segunda Guerra Mundial debido a los bombardeos nazis. Tras la guerra fue restaurada.

A Praça da Espanha, foi o projeto mais emblemático da Exposição Latino-Americana realizada no ano de 1929, tendo sido projetada pelo arquiteto Sevilhano Aníbal Gonzalez, que também foi o arquiteto-chefe do evento, sendo ajudado por um bom conjunto de colaboradores, entre os quais, José Luís de Casso e o engenheiro e arquiteto Aurélio Gomez Millan, que numa consensual parceria o executaram na perfeição.

As obras de construção começaram em 1914 e a primeira pedra foi colocada por o próprio Afonso XIII, resultando no projeto mais ambicioso e caro da Exposição, empregando mais de mil homens a trabalhar na sua construção ao mesmo tempo, um empreendimento incrível e contraditório, visto a cidade se encontrar numa situação económica muito difícil, no período que embarcou num projeto desta magnitude. Alguns aspetos do projeto levantaram algumas rejeições, a Academia de Belas Artes por exemplo, opôs-se energicamente à altura planeada para as duas torres.

A construção da praça foi auditada pelo próprio Rei Afonso XIII, que se fez responsável pela conduta adequada de vigiar grande parte dos projetos da exposição. A Sua área total é de cerca de 50.000 metros quadrados, dos quais 19.000 são construídas e os restantes 31 mil são espaços livres, é delimitada por um canal que corre ao longo de 515 metros e é atravessada por quatro pontes. Todo este espaço se encontra numa harmonia magistral, só ao alcance dos grandes arquitetos, sem dúvida uma mais-valia para Sevilha.

A construção é feita de tijolo com extensas decoração de cerâmica, madeira, ferro forjado e mármore esculpido e gravado, dando ao conjunto uma atmosfera renascentista, de acordo com os escritos de Aníbal González, a inspiração para projetar esta magnífica praça tinha sido o Renascimento Espanhol moderno. As duas torres que ladeiam a praça proporcionam uma atmosfera de estilo barroco, medindo 74 metros de altura, e criaram alguma inveja e até mesmo um certo mau estar entre os académicos, por competir em altura com a Giralda.

Sevilha é pois uma cidade à qual sempre gostamos de voltar, uma cidade que mesmo depois de muitas visitas, vai ser sempre uma agradável surpresa por o tanto que tem para oferecer…

 

PLEASE NOTE:

Copyright © Anselmo Sousa

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Del canto Gregoriano que nos hiela la sangre... hasta los bosques, que susurran con la brisa de sus voces…… la niebla lo envuelve todo, y a todo le da su toque mágico..

 

Clannad….... oyes la dulzura del Gaelico en sus voces.

Clannad…... sigues soñando…..

“We went down into the silent garden. Dawn is the time when nothing breathes, the hour of silence. Everything is transfixed, only the light moves.”

― quote by Leonora Carrington

with music - Gregorian : www.youtube.com/watch?v=TF4Orx0765Q

L'église abbatiale possède le dépouillement caractéristique de l'art Cistercien en harmonie avec les préceptes ascétiques de la règle de St-Benoît qui prônait la non-possession et le détachement des biens terrestres. Rien ne devait distraire les moines de leurs prières. Huit offices structuraient leur journée ; quasi tous étaient chantés pour que les psaumes s'élèvent vers Dieu. Construites avant tout pour le chant grégorien, les abbatiales cisterciennes possèdent souvent une acoustique exceptionnelle.

Longueur 59m, hauteur 16.45m

 

The abbey church has the characteristic stripping of Cistercian art in harmony with the ascetic precepts of the rule of St. Benedict which advocated the non-possession and detachment of earthly goods. Nothing should distract the monks from their prayers. Eight offices structured their day; almost all were sung so that the psalms might rise to God. Built primarily for Gregorian chant, the Cistercian abbey churches often have exceptional acoustics.

Length 59m, height 16.45m

 

Un grand merci à chacun de ceux qui ont pris le temps d'ouvrir et de commenter cette photo.

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Two pages from a medieval manuscript (Manuscript 417) from Utrecht University Library.

(Liber Sequentiarum, 13th century)

see Catalogue description

 

Utrecht University Library, Ms 417 (5 C 19), fol. 44v-45r

 

Submitted: 29/12/2016

Accepted: 23/01/2019

 

Published:

- About.com PA (NEW YORK) 20-Apr-2019

- bisk education (FLORIDA) 17-Mar-2021

- Promotora de Informaciones, S. (Spain) 07-Sep-2021

- (China) 28-May-2022

- (China) 29-May-2022

- Promotora de Informaciones, S. (Spain) 14-Dec-2022

- Nexstar Broadcasting Inc. (TEXAS)05-Mar-2024

- RADIO FRANCE (France) 16-Apr-2024

- Future Publishing Ltd (United Kingdom (Great Britain)) 30-Apr-2024

Stained glass window dedicated to St Alban and St Helen in the oldest part of St Helens church in Sibbertoft, dated to the 13th century.

The Domesday book records that there was a priest in Sibbertoft in 1086 which means that there was possibly a chapel or preaching cross, at the site of this church.

 

~ Angelic choir - Numen Ensemble - Healing Gregorian chants and Drones of Sarangi ~

*

* (s3) Y (Zo)

 

* Para Marisa Gabín www.flickr.com/photos/77746812@N00

 

* Para escuchar, Música Gregoriana. Misa de Angelis. Schola Mediolanensis. Milán. To lisen:

www.youtube.com/watch?v=37q9zIznj2M&list=PL9321DD8D72...

 

Evocación poético-histórica, en el claustro de Juan I, del monasterio de Batalla (Batalha).

 

El ejército portugués mandado por Nuno Alvares pretendía defender la nueva dinastía lusa encabezada por Juan I, de la casa de Avís, frente a las tropas españolas que querían mantener la antigua monarquía. Ante la superioridad numérica de las tropas castellanas, el rey Juan I hizo la promesa de construir el más bello monasterio que se pudiera realizar, si ganaba la contienda. En la Batalla de Aljubarrota, 1385, los castellanos fueron derrotados.

Aquí comenzaron a dividirse los hermanos luso-españoles por culpa del separatismo de los consejeros con mente provinciana y de las monarquías ineptas.

 

Aspiración vana.

 

Busca el poeta con ardor sublime

encerrar en el ritmo de sus versos

las dudas de su alma dolorida

y de angustias punzantes el recuerdo.

-

Busca el ágil pintor, con noble impulso,

reflejar en los límites de un lienzo

un mundo de fantásticas visiones

y dar vida inmortal a un pensamiento.

-

Busca el sabio, constante y laborioso,

descubrir de la ciencia los secretos

y arrancar el porqué de cuanto existe

en la tierra, en los mares y en los cielos.

-

Trabajan y trabajan, y el destino

se doblega gustoso a sus anhelos

como liviana amante, que rendida,

se abandona en los brazos del deseo.

-

Todos consiguen la buscada gloria...

y yo que busco un alma, no la encuentro.

 

(LASSO DE LA VEGA. Poemas.)

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