View allAll Photos Tagged does
©Alexandre Takeo Minazaki. Todos os direitos reservados. Não uso permitido, incluindo cópia ou partilha sem autorização escrita.
Foto: Hilton Oliveira • EC Jacuipense.
O Direito Autoral é protegido pela Lei n.º 9.610 de 19/02/1998. Sempre que divulgar uma foto, publique junto o crédito do fotógrafo.
Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão conjunta do Congresso Nacional.
Na pauta, o Projeto de Resolução 3/2022, que tem objetivo de dar transparência às emendas de relator-geral do Orçamento da União. Além do PRN 3/2022, que estabelece critérios de proporcionalidade e impessoalidade na aprovação e execução dessas emendas, a pauta da sessão inclui vetos e projetos para liberação de créditos.
À mesa, relator-geral do Orçamento 2023, senador Marcelo Castro (MDB-PI).
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
From the Swallowtail Garden Seeds collection of botanical photographs and illustrations. We hope you will enjoy these images as much as we do.
26.02.17 - Carnaval 2017 - Desfile na Sapucaí - Paraíso do Tuiuti - Grupo Especial - Tata Barreto | Riotur
Bethany Kingsley-Garner as the Dew Drop Fairy in 'Hansel and Gretel' by Scottish Ballet. Choreography is by Christopher Hampson.
The title of this shot is inspired by a Tori Amos lyric: "Do drop in at the Dew Drop Inn."
This is from tonight's dress rehearsal at the Festival Theatre. It opens there tomorrow before touring to: Glasgow; Aberdeen; Inverness; Newcastle; and Belfast.
You can find details about this production (and book tickets) here:
www.scottishballet.co.uk/event/hansel-gretel
My thanks are due to Scottish Ballet's Communications Officer, Carrie McAdam for inviting me.
DO THE NEEDFUL: Proceed. Common in formal correspondence.
Read more about the English of India exhibition.
Simpático e super prestativo senhor que trabalha na recepção da Churrascaria Pontal, em Cascavel-PR. Foto do dia do retorno de Foz de Iguaçu.
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro localiza-se na Cinelândia (Praça Marechal Floriano), no centro da cidade do Rio de Janeiro (RJ), no Brasil.
Construído em princípios do século XX, é um dos mais belos e importantes teatros do país.
A atividade teatral era, na segunda metade do século XIX, muito intensa na cidade do Rio de Janeiro, então capital do país. Ainda assim, a cidade não dispunha de uma sala de espetáculos que correspondesse plenamente a essa atividade e que estivesse à altura da capital do país. Os seus dois teatros, o de São Pedro e o Lírico, eram criticados pelas suas instalações, quer pelo público, quer pelas companhias que neles atuavam.
Após a Proclamação da República brasileira (1889), em 1894 o autor teatral Arthur Azevedo lançou uma campanha para que um novo teatro fosse construído para ser sede de uma companhia municipal, a ser criada nos moldes da Comédie Française. Entretanto, naqueles agitados dias, a campanha resultou apenas em uma Lei Municipal, que determinou a construção do Theatro Municipal. Essa lei não foi cumprida, apesar da existência de uma taxa para financiar a obra. Observe-se que a arrecadação desse novo imposto nunca foi utilizada para a construção do teatro.
Seria necessário esperar até à alvorada do século XX quando, a sua construção, viria a representar um dos símbolos do projeto republicano para a então capital do Brasil. À época, o então prefeito Pereira Passos promoveu uma grande modernização do centro da cidade, abrindo-se, a partir de 1903, a Avenida Central (hoje avenida Rio Branco) moldada à imagem dos boulevards parisienses e ladeada por magníficos exemplares de arquitetura eclética.
Nesse contexto, realizou-se um concurso para a construção de um novo teatro, do qual saiu vitorioso o projeto de Francisco de Oliveira Passos (filho do então prefeito, Francisco Pereira Passos), que contou com a colaboração do francês Albert Guilbert, com um desenho inspirado na Ópera de Paris, de Charles Garnier.
O edifício foi iniciado em 1905 sobre um alicerce de mil cento e oitenta estacas de madeira fincadas no lençol freático. Para decorar o edifício, foram chamados os mais importantes pintores e escultores da época, como Eliseu Visconti, Rodolfo Amoedo e os irmãos Bernardelli. Também foram recrutados artesãos europeus para executar vitrais e mosaicos.
Finalmente, quatro anos e meio mais tarde – um tempo recorde para a obra, que teve o revezamento de 280 operários em dois turnos de trabalho – no dia 14 de julho de 1909 foi inaugurado pelo presidente Nilo Peçanha o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que tinha capacidade para 1.739 espectadores. Serzedelo Correa era então o prefeito da cidade.
Em 1934, com a constatação de que o teatro estava pequeno para o tamanho da população da cidade, que tinha crescido muito, a capacidade da sala foi aumentada para 2.205 lugares. A obra, apesar de sua complexidade, foi realizada em três meses, tempo recorde para a época. Posteriormente, com algumas modificações, chegou-se ao número atual de 2.361 lugares.
Em 1975, a 19 de outubro, o Theatro foi fechado para obras de restauração e modernização de suas instalações e reaberto em 15 de março de 1978. No mesmo ano foi criada a Central Técnica de Produção, responsável por toda a execução dos espetáculos da casa.
Em 1996, iniciou-se a construção do edifício Anexo. O objetivo foi desafogar o teatro dos ensaios para os espetáculos, que, com a atividade intensa da programação durante todo o ano, ficou pequeno para eles e, também, para abrigar condignamente os corpos artísticos.
Com a inauguração do prédio, o Coro, a Orquestra e o Ballet ganharam novas salas de ensaio e bastante espaço para suas práticas artísticas.
No teatro, atualmente, são apresentados majoritariamente programas de dança e de música erudita. Em seus primórdios nele se apresentavam apenas companhias e orquestras estrangeiras - especialmente as italianas e francesas - até que, em 1931, foi criada a Orquestra Sinfônica Municipal do Rio de Janeiro. Entre as personalidades ilustres que lá se apresentaram estão: Arturo Toscanini, Sarah Bernhardt, Bidu Sayão, Eliane Coelho, Heitor Villa-Lobos, Igor Stravinsky, Paul Hindemith, Alexander Brailowsky entre outras. Hoje a casa abriga a Orquestra Petrobras Sinfônica e a Orquestra Sinfônica Brasileira.
________________________
The Teatro Municipal (Municipal Theatre) of Rio de Janeiro is located in Cinelândia (Praça Marechal Floriano) in Centro, Rio de Janeiro, Brazil.
Built on principles of twentieth century, it is one of the most beautiful and important theatres in the country.
The activity was theatrical in the second half of nineteenth centuryVery intense in the city of Rio de Janeiro, then capital of the country. Still, the city did not have a room full of shows that corresponded to this activity and that was the height of the capital. Its two theaters, the Lyric and St. Peter, were criticized for their facilities, either by the public either by the companies that worked on them.
After Proclamation of the Brazilian Republic (1889) In 1894 playwright Arthur Azevedo launched a campaign for a new theater was built to host a local company, to be created along the lines of Comédie Française. However, in those hectic days, the campaign resulted in only one Municipal Law, which ordered the construction of the Municipal Theater. This law was not enforced, despite the existence of a levy to finance the work. Note that the new tax revenue that was never used for the construction of the theater.
It would be necessary to wait until the dawn of twentieth century when it was built, would represent a symbol of the project republican to the then capital of Brazil. At the time, then-Mayor Pereira Passos launched a major upgrade of the city center, opening from 1903The Central Avenue (Now Avenida Rio Branco) shaped the image of boulevards Paris and flanked by magnificent examples of eclectic architecture.
In this context, we carried out a tender for the construction of a new theater, which emerged victorious from the project Francisco de Oliveira Passos (Son of then-mayor, Francisco Pereira Passos), Which had the cooperation of French Albert Guilbert, With a design inspired by the Paris OperaOf Charles Garnier.
The building was begun in 1905 on a foundation of 1,180 poles wood rooted in Groundwater. To decorate the building have been called the most important painters and sculptors of the time as Eliseu Visconti, Rodolfo Amoedo and brothers Bernardelli. European artisans were also recruited to run stained glass and mosaics.
Finally, four and a half years later - a record time for the work that took the relay from 280 workers in two shifts - day July 14 of 1909 was inaugurated by President Nilo Pecanha Theatro Municipal do Rio de Janeiro, which had capacity for 1739 spectators. Serzedelo Correa was then the mayor of the city.
In 1934, with the observation that the theater was small for the size of the population of the city that had grown much, the room's capacity was increased to 2,205 seats. The work, despite its complexity, was held in three months, record time for the season. Later, with some modifications, it was the current number of 2,361 places.
The Theater was closed on October 19, 1975 for restoration works and modernization of its facilities and reopened in March 15, 1978. In the same year was created the Central Technical Production, responsible for all of the shows running from the house.
In 1996, Began the construction of the annex building. The objective was to unburden the theater of the tests for showsThat, with intense activity programming throughout the year, was small for them and also to house the bodies artistic dignity.
With the inauguration of the building, the Choir, Orchestra and Ballet gained new rehearsal rooms and enough space for their artistic practices.
In the theater today are mostly made programs dance and soft music. In its early days if it had only foreign companies and orchestras - especially those Italian and French - until, in 1931 Was created Municipal Symphonic Orchestra of Rio de Janeiro. Among the personalities that were presented there are: Arturo Toscanini, Sarah Bernhardt, Bidu Sayao, Eliane Coelho, Heitor Villa-Lobos, Igor Stravinsky, Paul Hindemith, Alexander Brailowsky among others. Today the home houses the Petrobras Symphony Orchestra and the Brazilian Symphony Orchestra.
The building is designed in an eclectic style, inspired by the Paris Opéra designed by Charles Garnier. The house has almost 1,700 seats distributed on four levels. The outside walls are inscribed with names of significant people in Brazilian and international culture. The theatre is located near the National Library and the National Fine Arts Museum. It overlooks the spacious Cinelândia Square.
At the beginning of the 20th century century Brazil's former capital underwent a reurbanisation plan conducted by mayor Francisco Pereira Passos in order to make the city the shining example of modernity in the country. The project of a theatre that would enable the city to present operas and concerts was in the mind of the reurbanization's planners. The building was constructed on Avenida Central (Central Avenue), nowadays Avenida Rio Branco, right by the seafront at the time.
Cheetah, Gepard (Acinonyx jubatus)
Tierpark Schönbrunn
Schönbrunn Zoo, Vienna
ORF Fotoclub-Meisterschaft 2015: 1. Platz
ÖVF Staatsmeisterschaft 2016: 22/30 Punkte
RS - FUTEBOL/ANIVERSARIO 110 ANOS GREMIO - ESPORTES - Banquete em comemoracao aos 110 anos do Gremio Football Porto Alegrense, o primeiro a ser realizado na nova casa tricolor, a Arena. FOTO: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA
Too cute to not post.
Strobist: AB1600 f10 through gridded strip box left and right rear of subject. AB800 trough 22" beauty dish f9 on camera axis. All fired with PW+II's
*****
Galeria do Rock é um centro de compras localizado na cidade de São Paulo. Foi fundada em 1963, com o nome de Shopping Center Grandes Galerias. Localizada entre a Rua 24 de Maio e o Largo do Paysandu, possui 450 estabelecimentos comerciais, com predominância para o comércio de produtos relacionados ao rock e outros estilos musicais. Bruce Dickinson (vocalista do Iron Maiden), Kurt Cobain (ex-vocalista do Nirvana), Tarja Turunen (ex-vocalista do Nightwish) e bandas como Dream Theater, Paradise Lost e Sepultura, já visitaram o local.
A Galeria do Rock possui mais de 400 espaços comerciais, mais de 300 são lojas, sendo dividida em Hip-Hop no Subsolo, Skate e produtos mais populares no térreo, Rock nos Primeiro, Segundo e Terceiro Andares e Silk Screen e estamparias em geral nos terceiro e quarto andares.
Localização
A galeria do Rock fica próxima à estação de metrô República, no número 62 da rua 24 de maio.
*
*
*
*
Foto selecionada para o Guia "1001 Maneiras bacanas de conhecer o Brasil", da Editora Abril:
Pg 78
***
Do you need to kill some bed-bugs? Raeford Hardware has what you need on Main Street in Raeford, North Carolina in Hoke County on North Carolina Highway 211.
Do not use this image on websites, blogs or other media without my explicit permission.
©2013 Roberto Merola, All rights reserved
If you haven't heard, I am writing a book on Polaroid photography with the gorgeous and talented Jen Altman and Susannah Conway.
We would love to involve you Polaroid/Instant shooters!
We are currently looking for submissions from Polaroiders for the references section in our book.
If you don't shoot Polaroid/Instant, but follow someone here on Flickr who does, please let them know!
Check out this post for more information.
Oh yeah!
Presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), realiza reunião de líderes com a participação do ministro de Estado da Economia, Paulo Guedes.
Participam:
ministro de Estado da Economia, Paulo Guedes;
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP);
secretário-geral da Mesa, Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho;
senador Telmário Mota (Pros-RR);
senadora Soraya Thronicke (PSL-MS);
senador Eduardo Braga (MDB-AM);
senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE); senador Jorge Kajuru (Patriota-GO);
senador Alvaro Dias (Podemos-PR);
senador Humberto Costa (PT-PE);
senador Luis Carlos Heinze (PP-RS);
senador Otto Alencar (PSD-BA);
senador Cid Gomes (PDT-CE);
senador Esperidião Amin (PP-SC);
senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ);
senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE); senador Roberto Rocha (PSDB-MA);
senador Izalci (PSDB-DF);
senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG);
senador Rogério Carvalho Santos (PT-SE).
Foto: Marcos Brandão/Senado Federal
BELO HORIZONTE/ MINAS GERAIS / BRASIL (12.11.2014) Atlético x Cruzeiro - no estádio Independência - Final da Copa do Brasil 2014 - foto: Bruno Cantini
Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão conjunta do Congresso Nacional destinada à apreciação de vetos ao projeto que muda as regras eleitorais, além do PLN 5/2019, que trata da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020 e projetos de abertura de crédito.
Mesa:
vice-presidente da Câmara, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP);
secretário-geral da Mesa, Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho.
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
A Cruz do Patrão, construída no istmo que ligava o Recife à Olinda, está localizada ao norte do Forte do Brum e ao sul da Fortaleza do Buraco. Trata-se de uma pesada coluna dórica, feita de alvenaria, com seis metros de altura e dois de diâmetro, tendo em cima uma cruz de pedra.
Segundo o historiador Pereira da Costa, o monumento teria sido construído no início do século XIX, possivelmente em 1814, para servir de baliza às embarcações que entravam no porto do Recife.
Segundo a tradição, o local é tido como mal-assombrado, porque era onde se enterravam escravos que morriam ao chegar da África. Por ser um lugar ermo, nas suas proximidades ocorriam, também, vários assassinatos.
As pessoas que iam do Recife à Olinda à noite, evitavam passar por perto da Cruz do Patrão, pois havia uma crença de que ouviriam gemidos angustiantes, veriam almas penadas ou seriam perseguidos por espíritos maléficos.
Maria Graham, uma inglesa que visitou o Recife, conta no livro de viagens que escreveu sobre o Brasil do século XIX, que viu no local cadáveres mal enterrados, com pés e pernas sobre a terra.
Atualmente, a Cruz do Patrão encontra-se esquecida, cercada por armazéns do porto.
The Cross of the Patron, built on the isthmus that joined Recife to Olinda, is located north from the Brum Fort and south from the Buraco Fort. It is a heavy Doric column with a stone croos on the top.
According to the historian Pereira da Costa, this monument might have been built in the early 19th century, possibily in 1814, to serve as direction-indicator to the ships that arrived in the port of Recife.
According to the tradition, this place is considered to be haunted, because it was where they buried the slaves that died when arrived from Africa. Since it is a secluded place, in its surroundings occurred also many murders.
The people that used to go from Recife to Olinda at night, avoided to pass near the Corss, because there was a belief that they would hear tormenting groans, would see ghosts or be persecuted by malefic spirits.
Maria Graham, an English woman who visited Recife, tells on the travel book that she wrote about Brasil in the 19th century, that she saw there cadavers with feet and legs on the ground.
Nowadays, the Cross of the Patron is oblivious, surrounded by hangars of the port.
Recife, Pernambuco, Brasil.
Vale à pena ler:
A construção do convento do Louriçal está intimamente ligada ao célebre roubo da igreja de Santa Engrácia, em Lisboa e a Maria de Brito, mais tarde conhecida sob o nome de Maria do Lado.
Na véspera do roubo de Santa Engrácia, Maria de Brito, teve uma revelação – em êxtase, viu a paixão e a morte de Cristo o qual lhe confiou que Ele seria de novo crucificado em Portugal pelos judeus. Revelação essa que o seu confessor, frei Bernardino das Chagas, interpretou como um sinal premonitório dos acontecimentos surgidos em Lisboa.
Será com esta revelação que, Maria de Brito, num desígnio Divino, se sente incitada a viver em comunidade e a convidar algumas pessoas de vida exemplar, com as quais, em união espiritual, se consagrasse à adoração do Santíssimo Sacramento.
E a 12 de Abril de 1630, com cinco outros membros da Ordem Terceira Franciscana, iniciam o Lausperene, em perpétua adoração do Santíssimo Sacramento.
Porém, uma nova visão anuncia que este pequeno grupo se transformará num convento de trinta e seis religiosas. Quase um ano depois, em 13 de Abril de 1631, o grupo transforma-se em Recolhimento das Religiosas Escravas do Santíssimo Sacramento, que ficará sediado na casa da família de Maria do Lado.
Maria de Brito faleceu treze mais tarde, em 28 de Abril de 1632. Ela recebeu o nome de Maria do Lado já no seu leito de morte. A escolha deste nome é uma referência à chaga lateral que Cristo recebeu na Cruz. A pedido de seu pai, António do Rego, que, desde 1631, integrava igualmente a Ordem Terceira Franciscana, o corpo de Maria do Lado será enterrado na igreja paroquial do Louriçal.
A construção da igreja do Recolhimento iniciar-se-á em 28 de Abril de 1640. Estarão presentes ao acto o arcebispo de Coimbra, D. João Mendes de Távora e o conde da Ericeira, D. Fernando de Meneses. A sua inauguração terá lugar nos inícios de 1646. Cinco anos mais tarde, em 30 de Agosto de 1651, será transladado para esta igreja os restos mortais de Maria do Lado.
Alguns anos mais tarde, em 1688, o conde da Ericeira, D. Fernando de Meneses, pede a D. Pedro II que o Recolhimento seja oficialmente transformado em convento. A autorização real será emitida a 16 de Agosto de 1688.
E o Recolhimento será finalmente transformado em Convento em 1709.
A construção do Convento do Louriçal deve-se a D. João V, na sequência de uma promessa que ainda enquanto príncipe fez. Na altura, foi escolhido para seu mestre e confessor o padre Francisco da Cruz, irmão da Madre Maria do Lado, que, aquando da doença de bexigas de sua alteza e com receio que ele não sobreviria, levou a cruz que fora de sua irmã para a sua alteza beijar e pendurou-a à sua cabeceira, fazendo votos a Deus e à sua serva, prometendo que se saísse daquela enfermidade, fundaria um convento, que a Madre já dera princípio.
Construído e povoado o convento, as religiosas continuaram a utilizar para os actos de culto na igreja que fora do Recolhimento Franciscano, até o Rei D. João V ter conhecimento e mandar construir uma nova Igreja. Para que as obras se concretizassem e o convento ficasse de todo desafogado, fez-se um protocolo com a Câmara do Louriçal em 1734. Este acordo delineava uma nova urbanização do lugar, pois a construção de uma nova igreja e torre do relógio implicava o derrubamento de casas, a abertura de novas ruas e a construção de uma praça.
A 11 de Março de 1878 morre a última irmã professa, recebendo a comunidade um decreto de extinção. O bispo, em defesa das pupilas do convento, solicitou a licença ao rei para que pudessem continuar a viver no Convento do Louriçal. O rei acedeu.
Mais tarde, pela instalação da República, em 1910, as religiosas foram expulsas do convento pelos Militares, para que fosse instalado aí um posto da GNR, que lá funcionou até 1925. Em 1927, a propriedade foi leiloada e comprada pela Predial Económica Limitada de Coimbra, com dinheiros da Madre Nazaré e das outras irmãs ainda vivas.
Em 1932, no terceiro centenário da morte da Madre Maria do Lado, deu entrada uma noviça conhecida por Madre Teresa. Que, quando em 1940, foi eleita para a Abadessa da comunidade, logo se preocupou em mudar a situação moral da comunidade, pois, até aí só podiam emitir votos temporários. Tanto trabalhou para modificar a sua condição que conseguiu alcançar a licença de votos perpétuos, para em 1956, alcançar também o Reconhecimento Canónico da comunidade. www.cm-pombal.pt/viver-2/museus-e-patrimonio/convento-do-...
Shot with my Droid X 8mp in phone camera...I was amazed at the file size for a phone cam......
Happy Random Thursday!
Cheers!