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Even iets anders gedaan het afgelopen jaar.

Verhuisd !

Na 33 jaar, het was een bijzonder proces.

 

© Frank van Dam

 

Pratt Institute: School of Architecture

Design 202: Kindergarten

Professor: Evan Tribus

Foto: Mario Arruda e Ricardo Giacomoni

Porto Alegre, 14 de junho de 2011

inspired by this picture by GU!

 

See it bigger.

 

the unhorseshoer fine art association @ Marineo

Kodak Elite Chrome 100

Se realizan la segunda sesión del COMPOS del año 2018, la cual tiene como objetivo reunir a las secretarías, dependencias, entidades gubernamentales, no gubernamentales, veedurías y demás entidades del Municipio y del orden regional y nacional para articular estrategias, proyectos y acciones, que permitan seguir trabajando por la garantía de derechos con enfoque diferencial para la población Sabaneteña. #SabanetaDeTodos

Se realizan la segunda sesión del COMPOS del año 2018, la cual tiene como objetivo reunir a las secretarías, dependencias, entidades gubernamentales, no gubernamentales, veedurías y demás entidades del Municipio y del orden regional y nacional para articular estrategias, proyectos y acciones, que permitan seguir trabajando por la garantía de derechos con enfoque diferencial para la población Sabaneteña. #SabanetaDeTodos

F.VERA FERNANDO VERA

Foto: Ricardo Giacomoni

Porto Alegre, 16 de junho de 2011

Foto: Mário Arruda

Porto Alegre, 16 de junho de 2011

As construções que compõem a atual Casa da Glória são de épocas e estilos diferentes. O edifício principal ou bloco 2 (à direita de quem sobe a Rua da Glória) é de construção setecentista, cuja data exata não é conhecida.

 

Acredita-se que a Casa foi construída entre 1775 e 1800. Não se sabe ao certo o responsável pela obra, mas acredita-se que tenha sido Manuel Viana, marido de Dona Josefa Maria da Glória, que residiu na casa até 1813, daí provindo a denominação “Casa da Glória”.

 

No início do século 19 o imóvel passou às mãos do Estado, servindo de residência para os intendentes. Recebeu visitas de grandes estudiosos como Auguste de Saint Hilaire, John Mawe, Barão Wilhelm Ludwig von Eschwege, J.B. Von Spix, Von Martius e outros.

 

Em 1864, a casa passa aos domínios da Igreja Católica e é transformada em sede do Segundo Bispado de Minas Gerais, tornando-se residência oficial dos Bispos de Diamantina. Por volta de 1867, com a finalidade de abrigar religiosas da ordem de São Vicente de Paulo, ocorrem algumas transformações no imóvel, que passa a ser conhecida como Orfanato, e posteriormente como Educandário Feminino de Nossa Senhora das Dores.

 

Ícone da cidade de Diamantina, o chamado “Passadiço da Glória”, que encanta pela sua graciosidade, foi construído para ligar as duas casas que funcionavam como educandário e orfanato. A obra, na época, causou polêmica, mas acabou se integrando à paisagem diamantinense.

 

Em 1979, o conjunto foi adquirido pelo Ministério da Educação e Cultura para sediar o Instituto Eschwege, mais tarde denominado Centro de Geologia Eschwege (CGE), que desde sua incorporação ao Instituto de Geociências da UFMG (através da Resolução 05/79 de 23/03/79 do Conselho Universitário da UFMG), vem ministrando cursos na área de geologia de campo e mapeamento geológico para alunos das escolas de geologia do Brasil.

 

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O Instituto Casa da Glória está localizado na Rua da Glória, nº 298, em Diamantina (MG), possui um núcleo de pesquisa e tem sua sede principal um conjunto de dois casarões situados em lados opostos da rua e interligados por um passadiço, conhecido como o “Passadiço da Glória”.

 

A Resolução nº 07 de 31 de maio de 2001, do Conselho Universitário da UFMG, transformou o Centro de Geologia Eschwege em Instituto Casa da Glória. Esta transformação buscou redimensionar sua área de atuação que passa a abranger além da geologia, temas das áreas de turismo, cartografia histórica e cultural.

Tem por objetivo principal dar suporte as atividades de ensino, pesquisa e extensão do Instituto de Geociências e de outras unidades da UFMG, além do resgate da memória, através de programas e projetos específicos, buscando sempre a cooperação e a parceria de órgãos e instituições públicas e privadas.

 

Fonte:

Instituto de Geociências da UFMG

www.igc.ufmg.br/index.php?option=com_content&view=cat...

 

Il mio amico Vin

Foto: Mario Arruda e Ricardo Giacomoni

Porto Alegre, 14 de junho de 2011

I like when my husband takes these mood shots the detail is so rich you can even see the bubbles in the paint/compo. I like the flaws too.

A psychiatrist has the power of a judge, a police-officer, a torturer and the power to say that a person cannot speak and if they do everything they say will be dismissed as non-sense.

There are a lot of Cassandras around, trying to talk, not of what they foresee, but what is currently happening.

Popular media will not print any criticisms of psychiatry, because they get a good pay check from the pharmecutical advertise.

Some people try expressive dance, others just don't know what they can say about the abuse without being called whacko, mental, psycho, maniac.

Yep, of course, even if you don't commit a crime you're an axe-weilding maniac to the majority of the population who do not know and do not want to believe what goes on behind closed doors.

Foto: Ricardo Giacomoni

Porto Alegre, 15 de junho de 2011

compo rdjdpdrbes 2018 - tiragem: 01 - 67cm x 35cm - impressão em papel algodão 308g - contato via D.M. . #blackandwhitephotography #fotopb #fotografiamoderna #cellphonephotography #fotodecelular #galaxyS9plus #galaxyS9 #aluguelnaodorme #ACameraReimaginada #MeuGalaxyS9 #fotografiamodernista #abstractphotograph #modernart #abstract

Esta exposição apresenta uma seleção de 63 obras que retratam as populações afro-‑uruguaias como foram imaginadas pelo advogado, político e artista Pedro Figari (1861-‑1938). O título se refere também a uma de suas pinturas. Para além da natureza, do erotismo e do mundo do trabalho, Figari representa as populações negras de seu país através de cenas da vida comum, que revelam a complexidade dos modos de vida daquelas pessoas. Morando em Paris nos anos 1920 e 1930, o artista desenvolveu um trabalho em pintura marcado por pinceladas expressivas. Este estilo ao mesmo tempo confere imprecisão ao desenho das figuras e seus rostos, e um sentido forte de coletividade às cenas, como se todos os elementos estivessem num mesmo plano simbólico. Filho de imigrantes genoveses, Figari é o único artista branco que recebe uma exposição no MASP em 2018, no contexto de um ano todo da programação dedicado às histórias afro-‑atlânticas, em torno dos “fluxos e refluxos” entre a África e as Américas, o Caribe, e também a Europa.

 

A exposição se divide em seis conjuntos que desdobram o tema do cotidiano. No primeiro deles estão as danças e festividades, sendo a mais importante o candombe — dança emblemática das populações afro-‑uruguaias, praticada em grupo, ao som de tambores. O segundo conjunto apresenta o Dia de Reis, comemoração híbrida da festa católica dos Reis Magos, em pleno carnaval. As cenas que compõem o terceiro conjunto se passam no interior dos conventillos, habitações coletivas que floresceram em Montevidéu entre o final do século 19 e início do 20. No quarto conjunto estão os casamentos, e no quinto, as solenidades fúnebres. Instituição tão funesta quanto a própria morte, a escravidão é representada no sexto conjunto. O Uruguai foi aboliu a escravidão em 1842, 19 anos antes do nascimento de Figari e 46 anos antes de ser abolida no Brasil.

 

A rica cultura afro-‑uruguaia representa a memória dos africanos forçados a migrar e escravizados na região, e também se constitui como importante resistência cultural, que unifica a comunidade e constrói sua identidade em oposição aos ideais racistas propostos pela sociedade colonial. Figari tinha consciência da invisibilização a que os negros de seu país eram submetidos e se empenhou em criar imagens vivas daquelas populações.

 

A exposição de Pedro Figari reafirma a importância desse pintor para a modernidade latino-‑americana e é organizada pelo MASP, em parceria com o Museo Nacional de Artes Visuales e o Museo Figari, de Montevidéu.

 

"Urban Transport Knowledge Sharing Russia-Brazil" project

Curitiba, 07 de agosto de 2013

Reunião com Denise Sella, diretora de Urbanização, e Silvia Ramos, do departamento de Relacionamento na URBS (Urbanização de Curitiba) e visita técnica ao icônico BRT de Curitiba.

 

Foto: Mariana Gil/EMBARQ Brasil

 

Sobre o projeto:

Com o objetivo de buscar inspiração e aprofundar conhecimentos técnicos para seus projetos de mobilidade, uma comitiva do Governo Russo está em visita a três capitais brasileiras: São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro. O grupo que compõe a missão – realizada pelo Banco Mundial com apoio da EMBARQ Brasil – é formado por representantes do Ministério de Transportes da Rússia, vice-prefeitos, pesquisadores e outros envolvidos com projetos de transporte ligados a megaeventos esportivos.

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