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Paranapiacaba - São Paulo/SP - Brasil

  

Câmera: Zeiss Ikon Contax IIa 563/24

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5458556639/in/photos...

 

Lente: Carl Zeiss Sonnar f1,5 / 50mm Nr. 1886911

Foto analógica: 35mm

Filme: Kodak ULTRAMAX

ASA / ISO: 400

Abertura: f16

Velocidade: 1/250

Scanner: Epson Perfection V500 Photo em 4800ppp

Software: Adobe Lightroom

Filtro: Não

Tripé: Não

Viaduto do Chá - São Paulo/SP - Brasil

 

Câmera: Zeiss Ikon Ikonta B 521/16

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5003297644/in/set-72...

 

Lente: Zeiss Novar-Anastigmat f3.5 75mm com obturador COMPUR (acho)

Filme: Fujicolor PRO 160 S

ASA: 160

Abertura: f8

Velocidade: Em B por 40 segundos

Tripé: O chão:)

Software: Adobe Lightroom

Paranapiacaba - São Paulo/SP - Brasil

 

Câmera: Zeiss Ikon Contax IIa 563/24

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5458556499/in/photos...

 

Lente: Carl Zeiss Sonnar f1,5 / 50mm Nr. 1886911

Foto analógica: 35mm

Filme: Kodak ULTRAMAX

ASA / ISO: 400

Abertura: f16

Velocidade: 1/250

Scanner: Epson Perfection V500 Photo em 4800ppp

Software: Não

Filtro: Não

Tripé: Não

Parque do Ibirapuera - São Paulo/SP - Brasil

 

Faz algum tempo havia notado uma enorme árvore caída junto ao portão 3 do Ibirapuera.

Achei ser mais uma vítima dos temporais paulistanos aguardando ser cortada.

Olhando mais atentamente percebi que foi transformada em uma escultura. Ao percorrer o parque, observei outras.

 

Só agora tive a oportunidade de fotografar uma delas.

 

Antes, em uma matéria, soube ser um trabalho de Hugo França.

 

Ao invés de ficar explicando, coloco um link abaixo:

 

Fonte: Veja São Paulo

 

vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2192/arvore-parque-do-...

 

Câmera: Zenith12XP

Lente: Helios-44M-4 58mm ~ f2

Filme: Kodak ULTRAMAX ASA 400

Velocidade: 1/125

Abertura: f/2,8

Epson V500 Photo em 4800ppp (TIFF)

Software: Adobe Lightroom

Avenida Paulista - São Paulo/SP - Brasil

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Câmera: Zeiss Ikon Ikonta B 521/16

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5003297512/in/set-72...

 

Lente: Zeiss Novar-Anastigmat f3.5 75mm com obturador COMPUR (acho)

Filme: Fujicolor PRO 160 S

ASA: 160

Abertura: f5,6

Velocidade: Em B por 30 segundos

Tripé: A grade de metal:)

Scanner: Epson V500 Photo em 4800ppp (TIF)

Software: Adobe Lightroom / Adobe Photoshop CS2

Viaduto do Chá - São Paulo/SP - Brasil

 

Versão da foto "Morrison Hotel" com desfoque (Tilt-Shift):

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5580551894

 

Câmera: Mamiya: RZ67 PROFESSIONAL

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/4244648083

 

Lente: Mamiya Sekor Z 1:2.8 ~ 110mm (50mm equivalente)

Visor: Mamiya RZ67 AEII Prism Finder

Filme: Kodak 400 TX

ASA: 400

Abertura: f5,6

Velocidade: Em B por 40 segundos

Tripé: Manfrotto 728B

Scanner: Epson V500 Photo em 4800ppp (de TIF para JPG)

Software: Adobe Lightroom; Focus 2

Paranapiacaba - São Paulo/SP - Brasil

 

Não sou fotógrafo profissional, muito menos documental.

Mas, não é necessário ser expert para perceber em que estado se encontram centenas de cidades, monumentos e afins no que diz respeito à preservação.

Infelizmente, Paranapiacaba é mais um exemplo de descaso em relação ao tema. Isto, no estado mais rico da federação e ao lado da cidade que se orgulha pela pujança econômica. Ao que parece, a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré em Rondônia está em melhor situação, embora longe de um padrão, não sei de que mundo: primeiro segundo ou terceiro, mas dos que zelam pela memória.

Não conheço nenhum local do Brasil onde antes de um projeto de preservação ser executado, a burocracia (para ser suave) não emperre a viabilidade da obra. Posteriormente, algo clássico: Mesmo que a restauração aconteça, tudo para. O trabalho de manutenção não acontece. Assim, outro projeto de restauro se faz necessário.

Pelo andar da carruagem na economia no mundo e obviamente no Brasil, provavelmente esta questão será mais uma aonde verbas não chegarão por questão de prioridade de gastos, cortes de orçamento, etc. coisa e tal.

  

Câmera: Zeiss Ikon Contax IIa 563/24

Lente: Carl Zeiss Sonnar f1,5 / 50mm Nr. 1886911

Foto analógica: 35mm

Filme: Kodak ULTRAMAX

ASA / ISO: 400

Abertura: f16

Velocidade: 1/250

Scanner: Epson Perfection V500 Photo em 4800ppp

Software: Adobe Lightroom

Filtro: Não

Tripé: Não

Depois de tragédias como da escola de Realengo no Rio de Janeiro ou o massacre de Columbine nos Estados Unidos é fácil apontar O CULPADO como se ele existisse isoladamente. Estaríamos mais aptos a punir responsáveis percebendo nós mesmos inseridos no contexto. Também somos o atirador e as vítimas, além de bastante hipócritas.

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O aspecto psicológico de nossa doença foi abordado no livro de John P. Dourley: The illness that we are: A Jungian Critique of Christianity

 

Em português foi editado pela Editora Paulus com o título: A doença que somos nós: “a crítica de Jung ao cristianismo”

 

Em inglês ou português, o título é perfeito.

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Abaixo, uma ótima resenha de Tommy Akira Goto

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A doença que somos nós – a crítica de Jung ao cristianismo, de John P. Dourley. Tradução de Roberto Girola: revisão Iracema Santos Fantaguci, Ivo Storniolo. São Paulo: Ed. Paulinas, 1987.

Tommy Akira Goto

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A analítica de Carl Gustav Jung é uma das abordagens psicológicas contemporâneas que mais contribuiu para a teologia na leitura simbólica das diversas religiões. O pensamento de Jung sobre a religiosidade sempre deu ênfase às duas maiores religiões mundiais, o cristianismo no Ocidente e o budismo no Oriente.

John Dourley, nesta obra, examina as reflexões de Jung a respeito da ambivalência do cristianismo em relação com a psique humana e com a ordem cultural onde se insere. Dourley analisa principalmente o Ocidente representado pela religião cristã. Essa religião é vista por ele como causadora de inúmeros problemas de natureza psicológica hoje em dia. Sua análise procura identificar influências e consequências do cristianismo no Ocidente bem como sua contribuição para a formação psicológica das pessoas.

O tema fundamental a ser tratado nesta obra é o caráter ambivalente detectado por Jung na experiência religiosa cristã. Por causa dessa ambivalência, Jung mostra-se reservado em face das denominações e dogmas cristãos. A partir daí ele desenvolve livremente suas análises das características tanto salutares quanto patológicas perceptíveis no cristianismo. Mesmo assim, Jung entende o cristianismo como força simbólica capaz de promover tanto a cura interior como de fomentar perturbações psíquicas entre seus seguidores. Segundo Jung, o cristianismo tem sido importante para estruturar e formar símbolos na psique humana. Esses símbolos são entendidos, a partir daí, como a principal linguagem da psique de toda a humanidade, seja ela pessoal ou coletiva. Assim, temos em Jung a valorização e admiração do cristianismo pela formação de símbolos e ritos, fundamentais na psique humana, como também a problematização de uma religião que tem propensão de tornar as pessoas doentes.

Para Jung a religiosidade se manifesta enquanto função psíquica expressa na religião. A religião dá acesso ao homem às energias da psique que tornam a vida da pessoa, tanto pessoal quanto coletiva, renovada. Isso quer dizer, que a experiência religiosa tem relação com o processo de cura interior.

Esta é uma das principais contribuições de Jung para possibilitar o entendimento da psicologia no âmbito das teologias e religiões. Esta contribuição está em fazer coincidir a fonte curadora do processo terapêutico com a experiência religiosa. Dourley, neste livro, mostra detalhadamente como esta coincidência é possível e de que maneira deve ser valorizada no campo das ciências psicológicas e teológicas.

O cristianismo, por formar símbolos na psique humana, organiza a vida interior do homem na busca da compreensão do sentido originário da existência. Entretanto, do outro lado desta ambivalência reside o perigo do cristianismo de bloquear essa experiência salutar das energias psíquicas e desenvolver psicopatologias. Como diz Dourley: "as concepções da fé, separadas de toda base experimental da consciência que o homem te de si, tornaram-se desumanizantes substitutos da experiência vitalizadora do inconsciente, que os símbolos manifestam." (Cf. p.26)

Na prática da psicoterapia de Jung, foram examinadas muitas pessoas que acabaram por desenvolver doenças devido a formação religiosa que tinham, justamente porque a teologia delas não estava dando valor ao conteúdo inconsciente e simbólico das religiões. O fundamental é compreender, como mostra Jung, que o conteúdo inconsciente do homem tem sua sede na religião e por isso ela oferece potenciais terapêuticos. Assim, possuidor deste potencial a religião pode tanto estruturar como desestruturar a psique humana. Por causa disso Jung mantém-se ambivalente e vê no cristianismo uma forma religiosa tanto perigosa como libertadora, ou as duas ao mesmo tempo.

Além da ambivalência presente nas denominações cristãs, Jung critica também a instituição religiosa por ser desnaturalizadora do processo natural na direção da divindade e por manter o poder do monopólio dos instrumentos da graça e da salvação. Jung diz: "O Ocidente cristão considera o homem inteiramente dependente da graça de Deus ou da Igreja, na sua qualidade de instrumento terreno exclusivo da obra da redenção sancionado por Deus." (Cf. p.34)

Assim, o Ocidente cristão guiado pelas instituições religiosas, perde-se pouco a pouco em desenvolver doenças que causam perturbações ao equilíbrio psíquico de nossas vidas. Esta perda se dá justamente pelo desenvolvimento espiritual ocidental, ou seja, pela atitude racionalista e intelectual de nossa teologia, na desnaturalização, nas reduções das afirmações de fé e em outros fatores que causam o empobrecimento espiritual de nossa vida religiosa ocidental.

Que nos resta fazer diante desta ambivalência que Jung revela em suas pesquisas psicológicas e teológicas? Como recuperar o sentido salutar da religiosidade pra os ocidentais? Como chegar à psicologia pastoral e às psicologias dos pastores? Esta obra de J. Dourley considera com lucidez estas e outras indagações semelhantes.

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O autor é aluno do curso de pós-graduação em Ciências da Religião da UMESP.

 

Fonte: Universidade Metodista de São Paulo

 

www.metodista.br/ppc/correlatio/correlatio01/a-doenca-que...

Vale do Anhangabaú - São Paulo/SP - Brasil

 

A versão anterior:

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/4013878173/in/set-72...

 

Câmera: Zeiss Ikon Mess Ikonta 524/16

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/3993277303

 

Lente: Novar-Anastigmat f3.5 75mm - Obturador PRONTOR-S

Foto analógica: 120mm 6x6

Filme: Fuji REALA

ASA / ISO: 100

Abertura: F11 com anel de velocidade em "B" por cerca de 30 segundos

Scanner: Epson Perfection V500 Photo em 4800ppp

Software: Adobe Lightroom

Filtro: Não

Tripé: O viaduto :)

   

Mantenho o texto original:

15 de outubro de 2009

  

Essa foto vai para meu amigo Douglas Manchinelli, um apaixonado por fotografia.

Em uma galáxia distante, voltando de uma viagem de Mato Grosso com Lua Cheia, observei como fazer uma longa exposição na capota de um fusca servindo como tripé.

A Lua parecia um Sol.

 

Bem, hoje pela madrugada fui ao local de sempre (Viaduto do Chá) onde me habituei a testar máquinas novas pela noite. Sinceramente, esperava um borrão abstrato ou no máximo uma, depois de fazer ajustes completamente intuitivos, usando a posição "B" e segurando o obturador por cerca de 40 segundos, com filme de ASA100.

 

No entanto, quando vi a foto revelada e impressa em papel brilhante, com toda a honestidade, quase dei um pulo e um murro para o ar (ou parando no ar) como o Pelé depois de um gol. Rs.

 

Uau! Não poderia supor que essa magnífica câmera de cinquenta anos tivesse uma lente tão perfeitamente construída, proporcionando esse momento de puro gozo.

 

Como leigo, acho que ficou muito legal! Até: Cool. Rs.

 

Destaco novamente o magnífico trabalho do restaurador Jurgen Kreckel.

 

Seu site: www.certo6.com/cameras

Avenida Paulista - São Paulo/SP - Brasil

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Câmera: Mamiya: RZ67 PROFESSIONAL

Lente: Mamiya Sekor Z 1:2.8 ~ 110mm (50mm equivalente)

Visor: Mamiya RZ67 AEII Prism Finder

Filme: FUJICOLOR PRO 160 NS

ASA: 160

Abertura: f8

Velocidade: Em B por 30 segundos

Tripé: Manfrotto 728B

Scanner: Epson V500 Photo em 4800ppp (de TIF para JPG)

Software: Adobe Lightroom

Viaduto do Chá - São Paulo/SP - Brasil

 

(O relógio do antigo edifício do Mappin resiste e a loja pode ser reaberta)

 

Câmera: Mamiya: RZ67 PROFESSIONAL

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/4244648083

 

Lente: Mamiya Sekor Z 1:2.8 ~ 110mm (50mm equivalente)

Visor: Mamiya RZ67 AEII Prism Finder

Filme: Kodak 400 TX

ASA: 400

Abertura: f5,6

Velocidade: Em B por 40 segundos

Tripé: Manfrotto 728B

Scanner: Epson V500 Photo em 4800ppp (de TIF para JPG)

Software: Adobe Lightroom

Monumento a Francisco de Miranda - Praça do Ciclista - Av. Paulista - São Paulo/SP - Brasil

 

Esta é uma versão mais distante (cerca de 30 metros) do local onde está o Monumento a Francisco de Miranda que havia feito com uma Zeiss Ikon:

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5572498313/in/photos...

 

Mas, é possível perceber a diferença da nova iluminação.

Em alguns pontos como aqui, o chão parece coberto com uma camada de giz.

Por conta da câmera e exposição ficou com este aspecto róseo, quando na realidade é super-branco.

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Câmera: Mamiya: RZ67 PROFESSIONAL

Lente: Mamiya Sekor Z 1:2.8 ~ 110mm (50mm equivalente)

Visor: Mamiya RZ67 AEII Prism Finder

Filme: FUJICOLOR PRO 160 NS

ASA: 160

Abertura: f8

Velocidade: Em B por 30 segundos

Tripé: Manfrotto 728B

Scanner: Epson V500 Photo em 4800ppp (de TIF para JPG)

Software: Adobe Lightroom

Praia da Juréia - São Sebastião - São Paulo/SP - Brasil

 

Na última foto do rolo, foi sorte captar uma onda quebrando:)

 

Câmera: Zeiss Ikon Contax IIa 563/24

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5458555711/in/photos...

 

Lente: Carl Zeiss Sonnar f1,5 / 50mm Nr. 1886911

Foto analógica: 35mm

Filme: FUJICOLOR

ASA / ISO: 100

Abertura: f8

Velocidade: 1/250

Scanner: Epson Perfection V500 Photo em 4800ppp

Software: Adobe Lightroom

Filtro: Não

Tripé: Não

One of our campers taking photos during her Photography Activity at WeHaKee Camp for Girls in Winter, Wisconsin.

Av. Paulista - São Paulo/SP - Brasil

 

Quase joguei no lixo esta foto sem ver se havia algo no filme.

Foi minha primeira tentativa para fazer noturnas com uma das fabulosas hehehe Zeiss Ikon restauradas por Jurgen Kreckel, o mago dos foles, depois que a labirintite se apaixonou por mim.

 

Este é um dos clássicos locais de teste em São Paulo.

 

Antes, havia passado em outro: No Viaduto do Chá com um rolo p&b.

No entanto, com o mundo pesando sobre a cabeça explodindo, nem sei como cheguei lá.

Para piorar a situação, a outra cabeça, do tripé, não se adequou à base da câmera. Não queria perder a viagem. Não queria admitir essa tremenda zoeira cerebral. Assim, apoiei a câmera no corrimão do viaduto com o máximo cuidado para não arranhar. Coloquei em B, armei, segurando o botão sem disparador e a respiração sem balão de oxigênio. Mas, antes de 30 segundos de exposição, caí sentado, equilibrando a câmera como um malabarista de cruzamento. Pensei em ficar caído misturado aos bêbados da madrugada. Mas, não havia bêbado algum. Então, com muita dificuldade, coloquei sei lá como, um rolo colorido e disfarçadamente me dirigi até a calçada oposta do viaduto para que as gravações do CET não registrassem algo sem direção ou sentido. Melhorou um pouco. Mais entusiasmado recolhi o material, sabendo que algo havia sido capturado. Restava um terceiro rolo e mais enrolado não poderia ficar. Então, fui até a Av. Paulista. Apoiei a câmera sobre o novo e horrível alambrado de metal preto, que destoa totalmente do original em cimento. Talvez tenham colocado para diminuir o número de mortes em São Paulo, quem sabe após um capotamento após um superfaturamento. De qualquer forma, serve para substituir um tripé em caso de emergência na longa exposição da vida.

 

Além disso, foram os últimos meses da antiga iluminação pública.

 

De qualquer forma, uma grata surpresa saber que algo foi salvo.

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Câmera: Zeiss Ikon Ikonta B 521/16

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5003297512/in/set-72...

 

Lente: Zeiss Novar-Anastigmat f3.5 75mm com obturador COMPUR (acho)

Filme: Fujicolor PRO 160 S

ASA: 160

Abertura: f5,6

Velocidade: Em B por 30 segundos

Tripé: A grade de metal

Software: Adobe Lightroom

Paranapiacaba - São Paulo/SP - Brasil

 

Câmera: Zeiss Ikon Contax IIa 563/24

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5458555987/in/photos...

 

Lente: Carl Zeiss Sonnar f1,5 / 50mm Nr. 1886911

Foto analógica: 35mm

Filme: Kodak ULTRAMAX

ASA / ISO: 400

Abertura: f16

Velocidade: 1/250

Scanner: Epson Perfection V500 Photo em 4800ppp

Software: Não

Filtro: Não

Tripé: Não

Monumento a Francisco de Miranda - Praça do Ciclista - Av. Paulista - São Paulo/SP - Brasil

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Obra em bronze, de autoria do venezuelano Lorenzo Gonzales, oferecida em 1978 pelo governo e povo da Venezuela. A obra original está em Valmy, na França. Esta é uma cópia, feita pelo italiano Carmelo Tabacco.

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Câmera: Zeiss Ikon Ikonta B 521/16

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5003297512/in/set-72...

 

Lente: Zeiss Novar-Anastigmat f3.5 75mm com obturador COMPUR (acho)

Filme: Fujicolor PRO 160 S

ASA: 160

Abertura: f5,6

Velocidade: Em B por 30 segundos

Tripé: A grade de metal

Software: Adobe Lightroom

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Sebastián Francisco de Miranda Rodríguez (Caracas, 28 de março de 1750 — San Fernando, Cádiz, 14 de julho de 1816) foi um militar venezuelano, precursor da independência da América espanhola. Executou um malogrado plano de independência das colônias espanholas na América Latina, mas que se reconhece como precursor dos ideais de Simón Bolívar e Bernardo O'Higgins, assim como de outros combatentes americanos que conseguiram a independência em grande parte da região.

 

Com a ajuda britânica, Miranda realizou uma invasão na Venezuela em 1806. Chegou ao porto de Coro, onde a bandeira venezuelana tricolor foi içada pela primeira vez. Entre os voluntários que serviram para esta rebelião, estava David G. Burnet, dos Estados Unidos, que seria mais tarde o presidente interino da República do Texas depois de sua separação do México em 1836. Em 19 de abril de 1810 a Venezuela iniciou seu processo de independência, pelo qual Simón Bolívar persuadiu Miranda a voltar a sua terra natal, onde lhe fizeram general do exército revolucionário. Quando o país declarou formalmente a independência, em 5 de julho de 1811, ele assumiu a presidência com poderes ditatoriais.

 

As forças espanholas contra-atacaram e Miranda, temendo uma derrota brutal e desesperada, assinou um armistício com os espanhóis em julho de 1812. Bolívar e outros revolucionários acreditaram que sua rendição correspondia a uma traição às causas republicanas, e lhe frustraram a intenção de escapar. Entregaram Miranda ao exército real espanhol que o levou à prisão em Cádis, Espanha, onde morreu em 1816.

 

Fonte: Wikipédia

 

pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Miranda

Avenida Paulista - São Paulo/SP - Brasil

 

Câmera: Mamiya: RZ67 PROFESSIONAL

Lente: Mamiya Sekor Z 1:2.8 ~ 110mm (50mm equivalente)

Visor: Mamiya RZ67 AEII Prism Finder

Filme: FUJICOLOR PRO 160 NS

ASA: 160

Abertura: f8

Velocidade: Em B por 30 segundos

Tripé: Manfrotto 728B

Scanner: Epson V500 Photo em 4800ppp (de TIF para JPG)

Software: Adobe Lightroom

Parque do Ibirapuera - São Paulo/SP - Brasil

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Hoje pela manhã resolvi conversar com a Leica R7 + uma lente Vario-Elmar-R 33-70mm f/1.4

 

A Leica dispensa comentários e a R7 é muito conceituada, embora a linha M seja a estrela. Talvez, esta seja a melhor da linha R embora ainda tenha sido feita a R8 e R9, maiores e mais caras, semelhantes à Nikon F4 e F5. Todas são muito mecanizadas para o gosto analógico; quase digitais com filmes ao invés de memória, inclusive no design. De qualquer forma, dizer o que é melhor ou pior é uma questão subjetiva. Quem pode opinar é quem usa, conhece e convive.

 

De volta para esta foto e conjunto, me impressionou bastante a lente clara e como a R7 trabalha com ela. Disto já sabia.

 

Em tamanho, comparada com as duas irmãs mais velhas, a R7 é quase uma Leica 1. Tem opção manual e automática. Alguns reclamam da ergonomia, mas depende do tamanho da mão. Rs.

 

Nesta cena usei o modo manual, um filme bem comum, ASA 400.

Com a câmera sobre o tripé, nada demais: Abertura f8 em B por 30 segundos. Fim.

Nada demais se não fosse uma R7.

 

Não é assim que estava o lugar.

Não é assim que ficou na impressão.

E: Não revelo os filmes (embora use os mesmos negativos no scanner)

 

Em uma lógica horrorosa, grosso modo, poderia dividir tudo por dois e ter uma foto bem próxima do momento, com ótimo contraste e nitidez. Uma certeza seria usar filme ASA 100.

 

Aos meus olhos, abaixo da árvore, garanto: Estava próximo do breu.

Logo após, luzes artificiais em diferentes tonalidades: As mais antigas amareladas; as mais novas brancas; em meio às árvores, lâmpadas escondidas. Horário: 05h: 40m, pouco antes do nascer do sol em São Paulo, com boa quantidade de claridade ao fundo, no horizonte escondido, não neste ponto.

 

Ia colocar a foto no Lightroom depois de usar o scanner em TIFF. Além de algum contraste, salvaria em JPGE. Mas, não sabia que o Flickr aceita TIF embora na transferência passem para JPG. Ótimo! A perda é menor. Ficou tão Zen que deixei assim mesmo. Rs.

 

De qualquer forma, fiquei impressionado com a leveza no registro. Além de capturar múltiplos detalhes como os rastros de quatro corredores do lado direito, os quais sugerem lindas e suaves ondas, outros aparecerem mesmo quando estavam praticamente escondidos na sombra. Não é para qualquer arquitetura de lente ou câmera. O anúncio da prefeitura em parceria com a VW e principalmente, um tapume rosa do lado esquerdo ao lado da Marquise em obras, surpreende. Não acreditei que ficariam tão aparentes, como de fato não ficaram na impressão em papel.

 

(Enfim: A lente é clara; a câmera precisa; o fotógrafo amador e podem-se descobrir milhares de coisas no mesmo lugar:)

 

Escrever mais que isso não dá.

 

Então, aqui, vários detalhes (em inglês) do Photo.net

 

photo.net/leica-rangefinders-forum/002jT1

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Câmera: Leica R7

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/4059899620/in/set-72...

 

Lente: Leica Vario-Elmar-R 35-70mm f/1.4

Formato: 35mm

Filme: Kodak ULTRAMAX

ASA: 400

Abertura: f8

Velocidade: Em B por 30 segundos

Filtro: Não

Tripé: Manfrotto 728B

Scanner: Epson V500 Photo em 4800ppp

Compressão: TIF

Software: Não

Avenida Paulista - São Paulo/SP - Brasil

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Realmente a nova iluminação da Paulista ficou incrível. Até o calçamento está bem feito e a pavimentação descente.

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Claro: Se fosse Deus, eliminaria as benfeitorias atuais retrocedendo a área para algum tempo entre 1890 e 1960. De mau humor, arrancaria tudo deixando apenas a vegetação. Algo semelhante à proposta de Flávio de Carvalho para o Cristo Redentor. O ator Paulo César Peréio retomou o debate. Em entrevista para a Folha de São Paulo esclarece: - “Minha opinião é a mesma do [arquiteto] Flávio de Carvalho. Ele fez um projeto muito bem estruturado, com cálculos minuciosos, para demolir o Cristo Redentor. Se o Flávio falou, “tá” falado. Para mim, ele é um gênio. Essa é a minha proposta. Quero demolir o Cristo”.

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Entendo perfeitamente a proposta. Seduz. Mas, sou afeiçoado ao Redentor desde criança e até a estátua do Borba Gato citada na entrevista. Pode ser egoísmo. De qualquer forma existe algo que deveria ser desfeito e não é: O eterno e deprimente apagão do MASP depois de estranhas administrações quando deixaram de pagar a conta. Isso aconteceu no século passado. Antes, um show de Axé balançou as estruturas. Já era um presságio do que estava por vir, incluindo assaltos. A situação foi normalizada pela metade depois de algum tempo. A iluminação anterior, que ressaltava as colunas do grande vão e a genialidade de Lina Bo Bardi foi esquecida. Deve haver alguma explicação ilógica. Sempre há. Melhor não estender o tema. Lembra que o projeto da arquiteta para o Vale do Anhangabaú em 1981 perdeu para o que lá está e hoje não existe mais vale. Aliás, algo bem detalhado nesta entrevista:

 

www.vitruvius.com.br/revistas/read/entrevista/08.030/3295...

 

Sei lá. Só sei que morar em São Paulo está caro prá dedéu. E blá blá blá...

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De volta à foto:

 

Faz mais de ano tinha a intenção de experimentar a gigantesca Mamiya RZ67 Pro.

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/4244648083

 

Finalmente consegui.

Impressionante! Uma experiência transcendental.

Pode ser uma câmera feita para moda, revista ou qualquer rótulo voador.

No entanto, assim como a C220 impressionou, a RZ67 não deixou por menos.

Imagino levar a câmera para além-mar ou serra:), quem sabe com uma grande angular.

Tomara não fique imaginando por muito tempo.

Vale quanto pesa. Vale esquecer o tempo e deixar fluir a luz.

 

Câmera: Mamiya: RZ67 PROFESSIONAL

Lente: Mamiya Sekor Z 1:2.8 ~ 110mm (50mm equivalente)

Visor: Mamiya RZ67 AEII Prism Finder

Filme: FUJICOLOR PRO 160 NS

ASA: 160

Abertura: f8

Velocidade: Em B por 30 segundos

Tripé: Manfrotto 728B

Scanner: Epson V500 Photo em 4800ppp (de TIF para JPG)

Software: Adobe Lightroom

Avenida 23 de Maio - São Paulo/SP - Brasil

 

Um resultado diferente na mesma foto (revelação cruzada) ao usar o scanner:

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/4283048961/in/set-72...

 

Câmera: Pentax 67

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/4274078795/in/set-72...

 

Formato: 120mm 6x7

Lente: SMC Pentax 67 1:2.4 105mm

Filme: Fujichrome PROVIA 100F - ASA 100 (revelação de E6 em C41)

Abertura: f8 em "B"

Scanner: Epson V500 Photo em 4800ppp

Software: Adobe Lightroom

Paranapiacaba - São Paulo/SP - Brasil

 

Paranapiacaba é um distrito do município brasileiro de Santo André (estado de São Paulo). Surgiu como centro de controle operacional e residência para os funcionários da companhia inglesa de trens São Paulo Railway - estrada de ferro que possibilitava o transporte de cargas e pessoas do interior paulista para o porto de Santos, e vice-versa.

A palavra paranapiacaba significa "de onde se avista o mar", em tupi-guarani.

 

Fonte: Wikipédia

 

pt.wikipedia.org/wiki/Paranapiacaba

 

Câmera: Zeiss Ikon Contax IIa 563/24

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5458555811/in/photos...

 

Lente: Carl Zeiss Sonnar f1,5 / 50mm Nr. 1886911

Foto analógica: 35mm

Filme: Kodak ULTRAMAX

ASA / ISO: 400

Abertura: f16

Velocidade: 1/250

Scanner: Epson Perfection V500 Photo em 4800ppp

Software: Adobe Lightroom

Filtro: Não

Tripé: Não

Avenida 23 de Maio - São Paulo/SP - Brasil

 

Câmera: Mamiya C220 Professional

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5122972444/in/set-72...

 

Lente: Mamiya-Sekor f/2.8 80mm

Formato: 120mm 6x6

Filme: Fujicolor Reala ASA 100

Abertura e Velocidade: ???

Scanner: Epson V500 Photo em 4800ppp

Software: Adobe Lightroom

Paranapiacaba - São Paulo/SP - Brasil

  

Câmera: Zeiss Ikon Contax IIa 563/24

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5458556639/in/photos...

 

Lente: Carl Zeiss Sonnar f1,5 / 50mm Nr. 1886911

Foto analógica: 35mm

Filme: Kodak ULTRAMAX

ASA / ISO: 400

Abertura: f16

Velocidade: 1/250

Scanner: Epson Perfection V500 Photo em 4800ppp

Software: Adobe Lightroom

Filtro: Não

Tripé: Não

Avenida 23 de Maio - São Paulo/SP - Brasil

 

Câmera: Mamiya C220 Professional

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5122972444/in/set-72...

 

Lente: Mamiya-Sekor f/2.8 80mm

Formato: 120mm 6x6

Filme: Fujicolor Reala ASA 100

Abertura e Velocidade: ???

Scanner: Epson V500 Photo em 4800ppp

Software: Adobe Lightroom

1) Always make sure your white balance is set properly

 

2) Use the flash or available light to reflect light onto the subject

 

4) Use soft, diffused light to limit harsh shadows

 

5) Settings? What settings? Use the scene modes, or Program mode, which is best 95% of the time.

 

6) Don't underexpose backlit sujects, and don't go high-key either... but if you do you can always bring out the detail later using Adobe Photoshop CS3.

 

"Computer, enhance image!"

( I'll send you a free gift if you know where I got that line. )

Há dez anos o genial músico americano Adrian Belew compôs a letra da música Coda: I Have A Dream

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(I Have A Dream: Nome popular dado ao histórico discurso público feito pelo ativista político Martin Luther King)

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King Crimson - I Have a Dream (live)

YouTube: youtu.be/tdhY09DqREs

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Coda: I Have A Dream

King Crimson - The ConstruKction Of Light

Lyrics: Adrian Belew

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Tragedies of Kennedys, refugees, AIDS disease

photos of Hiroshima, the Holocaust, and Kosovo

Tim McVeigh, Saddam Hussein, the bombing of the World Trade

hostages in Bosnia, atrocities, South Africa,

abortion and Kevorkian, Vietnam, napalm,

Lady Di, and Lennon died a violent crime, Columbine,

"I have a dream that one day..." Rodney King, O.J.,

symbols of our lifes and times, "One giant leap for mankind"

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Tragédias dos Kennedy, refugiados, doentes de Aids

fotografias de Hiroshima, o holocausto, e Kosovo

Tim McVeigh, Saddam Hussein, o ataque ao World Trade

reféns na Bósnia, atrocidades, África do Sul,

aborto e Kevorkian, o Vietnã, napalm,

Lady Di e Lennon morreram em crimes violentos, Columbine,

"Eu tenho um sonho que um dia ..." Rodney King, O.J.,

símbolos das nossas vidas e tempos, "Um salto gigante para a humanidade"

Avenida 23 de Maio - São Paulo/SP - Brasil

  

Câmera: Pentax 67

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/4274078795/in/set-72...

 

Formato: 120mm 6x7

Lente: SMC Pentax 67 1:2.4 105mm

Filme: Fujichrome PROVIA 100F - ASA 100 (revelação inversa)

Abertura: f8 em "B"

Scanner: Epson V500 Photo

Software: Adobe Lightroom

Praia de Pitangueiras - São Paulo/SP - Brasil

 

Câmera: Zeiss Ikon Contax IIa 563/24

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5458556569/in/photos...

 

Lente: Carl Zeiss Sonnar f1,5 / 50mm Nr. 1886911

Foto analógica: 35mm

Filme: Kodak ULTRAMAX

ASA / ISO: 400

Abertura: f5,6

Velocidade: 1/250

Scanner: Epson Perfection V500 Photo em 4800ppp

Software: Adobe Lightroom

Filtro: Não

Tripé: Não

Vale do Anhangabaú - São Paulo/SP - Brasil

 

Enquanto houver um ser humano sofrendo em qualquer local do planeta a humanidade será apenas uma possibilidade não consumada.

 

Câmera: Zeiss Ikon Ikonta B 521/16

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5003054098/in/set-72...

 

Lente: Zeiss Novar-Anastigmat f3.5 75mm com obturador COMPUR (acho)

Filme: Fujicolor PRO 160 S

ASA: 160

Abertura: f8

Velocidade: Em B por 40 segundos

Tripé: O engradamento do viaduto...

Software: Adobe Lightroom

Praia de Pitangueiras - São Paulo/SP - Brasil

 

Câmera: Zeiss Ikon Contax IIa 563/24

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5458556639/in/photos...

 

Lente: Carl Zeiss Sonnar f1,5 / 50mm Nr. 1886911

Foto analógica: 35mm

Filme: Kodak ULTRAMAX

ASA / ISO: 400

Abertura: f5,6

Velocidade: 1/250

Scanner: Epson Perfection V500 Photo em 4800ppp

Software: Adobe Lightroom

Filtro: Não

Tripé: Não

Praia da Juréia - São Sebastião - São Paulo/SP - Brasil

 

Câmera: Zeiss Ikon Contax IIa 563/24

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5458555711/in/photos...

 

Lente: Carl Zeiss Sonnar f1,5 / 50mm Nr. 1886911

Foto analógica: 35mm

Filme: FUJICOLOR

ASA / ISO: 100

Abertura: f8

Velocidade: 1/500

Scanner: Epson Perfection V500 Photo em 4800ppp

Software: Adobe Lightroom

Filtro: Não

Tripé: Não

Zeiss Ikon Ikonta B 521/16

Lente: Zeiss Novar-Anastigmat f3.5 75mm com obturador COMPUR (acho)

Formato: 120 mm 6X6

Velocidades: De 1 seg. até 1/300 seg. + B

Produção: 1948-1953

Paranapiacaba - São Paulo/SP - Brasil

  

Câmera: Zeiss Ikon Contax IIa 563/24

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5458556569/in/photos...

 

Lente: Carl Zeiss Sonnar f1,5 / 50mm Nr. 1886911

Foto analógica: 35mm

Filme: Kodak ULTRAMAX

ASA / ISO: 400

Abertura: f16

Velocidade: 1/250

Scanner: Epson Perfection V500 Photo em 4800ppp

Software: Adobe Lightroom

Filtro: Não

Tripé: Não

Zeiss Ikon Ikonta B 521/16

Lente: Zeiss Novar-Anastigmat f3.5 75mm com obturador COMPUR (acho)

Formato: 120 mm 6X6

Velocidades: De 1 seg. até 1/300 seg. + B

Produção: 1948-1953

Avenida Paulista - São Paulo/SP - Brasil

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Uma tratamento mais claro em uma foto feita no mesmo ponto da anterior.

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Câmera: Zeiss Ikon Ikonta B 521/16

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5003297512/in/set-72...

 

Lente: Zeiss Novar-Anastigmat f3.5 75mm com obturador COMPUR (acho)

Filme: Fujicolor PRO 160 S

ASA: 160

Abertura: f5,6

Velocidade: Em B por 30 segundos

Tripé: A grade de metal:)

Scanner: Epson V500 Photo em 4800ppp (TIF)

Software: Adobe Lightroom

Parque do Ibirapuera - São Paulo/SP - Brasil

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Câmera: Zenith12XP

Lente: Helios-44M-4 58mm ~ f2

Filme: Kodak ULTRAMAX ASA 400

Velocidade: 1/250

Abertura: f/8

Epson V500 Photo em 4800ppp (TIFF)

Filtro: Não

Software: Adobe Lightroom

Zeiss Ikon Ikonta B 521/16

Lente: Zeiss Novar-Anastigmat f3.5 75mm com obturador COMPUR (acho)

Formato: 120 mm 6X6

Velocidades: De 1 seg. até 1/300 seg. + B

Produção: 1948-1953

 

Obviamente, as informações não são exatas e um pouco confusas, principalmente para aqueles que gostam de informações da lente e obturador (encontrei três tipos deles).

Achei muito boa esta análise:

 

www.betterphoto.com/reviews/reviewitemdetail.asp?reviewIt...

 

Zeiss Ikon Ikonta B 521/16

Lente: Zeiss Novar-Anastigmat f3.5 75mm com obturador COMPUR (acho)

Formato: 120 mm 6X6

Velocidades: De 1 seg. até 1/300 seg. + B

Produção: 1948-1953

Parque do Ibirapuera - São Paulo/SP - Brasil

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Esta foto foi feita logo com uma diferença de um minuto da anterior.

Assim, horário e iluminação são praticamente os mesmos.

No entanto, está bem próxima da impressa no laboratório e também da escuridão no local naquele momento, com as luzes amarelas dos postes iluminando o novo e multicolorido asfalto.

 

De qualquer forma é uma lente e tanto.

(Creio que existe um anel para colocar em uma digital)

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Câmera: Leica R7

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/4059899620/in/set-72...

 

Lente: Leica Vario-Elmar-R 35-70mm f/1.4

Formato: 35mm

Filme: Kodak ULTRAMAX

ASA: 400

Abertura: f8

Velocidade: Em B por 30 segundos

Filtro: Não

Tripé: Manfrotto 728B

Scanner: Epson V500 Photo em 4800ppp

Compressão: TIF

Software: Adobe Lightroom

Zeiss Ikon Ikonta B 521/16

Lente: Zeiss Novar-Anastigmat f3.5 75mm com obturador COMPUR (acho)

Formato: 120 mm 6X6

Velocidades: De 1 seg. até 1/300 seg. + B

Produção: 1948-1953

Avenida Paulista - São Paulo/SP - Brasil

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Bem: Depois de usar o scanner em TIF ao invés de JPG na Mamiya, achei interessante fazer o mesmo com as fotos feitas com a boa Zeiss.

De fato, achei os resultados surpreendentes, embora mais lentos e com necessidade de mais espaço no disco.

Mas a compressão é outra coisa.

Claro, depois é necessário transformar em JPG, mas a perda é menor.

Obviamente a referencia hoje é uma câmera digital. Então a escolha começa a partir da câmera e não após a revelação.

Não faço ideia se existe uma expressão ou como fazer uma equivalência de analógica para digital.

 

Achei bom artigo para quem se interessar:

 

pcworld.uol.com.br/dicas/2006/05/30/idgnoticia.2006-05-30...

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Câmera: Zeiss Ikon Ikonta B 521/16

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5003297512/in/set-72...

 

Lente: Zeiss Novar-Anastigmat f3.5 75mm com obturador COMPUR (acho)

Filme: Fujicolor PRO 160 S

ASA: 160

Abertura: f5,6

Velocidade: Em B por 30 segundos

Tripé: A grade de metal:)

Scanner: Epson V500 Photo em 4800ppp (TIF)

Software: Adobe Lightroom

Avenida Paulista - São Paulo/SP - Brasil

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A última foto que restou feita na mesma noite e local que as anteriores.

No entanto, aqui usei o scanner em um Mac, onde é possível chegar a 6400 dpi;ppp;ppi

Mesmo assim, usando a compressão JPG a diferença é gritante.

 

Nota: Poderia escurecer ou clarear a anterior; colocar de ponta cabeça ou sei lá ...rs... para que os resultados ficassem parecidos. Pode-se até achar a compressão JPG, escura, mais bonita ou natural. No entanto, não é mérito da compressão, mas erro do fotógrafo☺

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Câmera: Zeiss Ikon Ikonta B 521/16

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5003297512/in/set-72...

 

Lente: Zeiss Novar-Anastigmat f3.5 75mm com obturador COMPUR (acho)

Filme: Fujicolor PRO 160 S

ASA: 160

Abertura: f5,6

Velocidade: Em B por 30 segundos

Tripé: A grade de metal:)

Scanner: Epson V500 Photo em 6400dpi (JPG)

Software: Adobe Lightroom

Zeiss Ikon Ikonta B 521/16

Lente: Zeiss Novar-Anastigmat f3.5 75mm com obturador COMPUR (acho)

Formato: 120 mm 6X6

Velocidades: De 1 seg. até 1/300 seg. + B

Produção: 1948-1953

Zeiss Ikon Ikonta B 521/16

Lente: Zeiss Novar-Anastigmat f3.5 75mm com obturador COMPUR (acho)

Formato: 120 mm 6X6

Velocidades: De 1 seg. até 1/300 seg. + B

Produção: 1948-1953

Zeiss Ikon Ikonta B 521/16

Lente: Zeiss Novar-Anastigmat f3.5 75mm com obturador COMPUR (acho)

Formato: 120 mm 6X6

Velocidades: De 1 seg. até 1/300 seg. + B

Produção: 1948-1953

Parque do Ibirapuera - São Paulo/SP - Brasil

 

Câmera: Leica R7

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/4059899620/in/set-72...

 

Lente: Lente: Leica Vario-Elmar-R 35-70mm f/1.4

Formato: 35mm

Filme: Kodak ULTRAMAX

ASA: 400

Abertura: f22

Velocidade: 1/4

Filtro: Não

Tripé: Manfrotto 728B

Scanner: Epson V500 Photo em 4800ppp

Compressão: TIFF para JPEG

Software: Windows Live Galeria de Fotos (panorâmica)

Software: Adobe Lightroom

Praia da Juréia - São Sebastião - São Paulo/SP - Brasil

 

Esta é uma das três primeiras fotos que fiz ao chegar à Praia da Juréia da sacada do hotel, que fica encostado num trecho de mata preservada.

Embora sem muita área para tentar alguma produção mirabolante, o que mais me deixou feliz foi conseguir nitidez e contraste em várias distancias com cores bem próximas a realidade. Desde o varal abaixo da mata, afastado cerca de 20 metros, até a primeira montanha, quilômetros à frente, etc. Horário: Entre 14h30min e 16h30min.

 

Não usei absolutamente nenhum software de tratamento (nem a correção do scanner).

 

Câmera: Zeiss Ikon Contax IIa 563/24

 

www.flickr.com/photos/carloscastejon/5458555711/in/photos...

 

Lente: Carl Zeiss Sonnar f1,5 / 50mm Nr. 1886911

Foto analógica: 35mm

Filme: FUJICOLOR

ASA / ISO: 100

Abertura: f8

Velocidade: 1/500

Scanner: Epson Perfection V500 Photo em 4800ppp

Software: Não

Filtro: Não

Tripé: Não

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