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Este domingo se llevó a cabo el festejo del 2º Aniversario del programa de Danzoneando ando, en la Plaza Hidalgo, en el que se dieron cita familias regiomontanas para disfrutar de esta celebración, que contó además con la presentación de la Banda de Música de la 4ta Región Militar.
nama : NEFRANDO TAURUS / ando
alumni : NEVAR 17 SOSIAL 1
agama :Protestan
politik : bloody hell
about: proud to be chistian and thanks
father JC
e-mail : theinnocentduck@yahoo.com
Resumen fotográfico de los distintos talleres realizados durante la festividad navideña en nuestro municipio.
Día de temperatura suave con cielo del azul al blanco al aumentar la nubosidad por el pueblo alavés de Foronda,.
A very friendly boy that loves cuddles and hugs, he loves to meet new people so why not come and meet him? Could he be right for you?
(Short English description bellow)
(PT) Descrição da Ação + Nota da Fotógrafa
Dia 23 de Novembro aconteceu uma ação de resistência climática publicamente convocada dirigida à sociedade a partir de disrupção pública, e organizada pela Climaximo. Os seus lemas foram “Parar Enquanto Podemos” e “Quebrar a Normalidade”, fazendo alusão ao bloqueio, por ativistas, da Praça do Chile, onde acabaria. Começou com uma marcha vinda da Praça Paiva Couceiro com 300 pessoas, e ao longo da ação, das preparações ao final, as decisões eram tomadas a partir de plenários de delegados de grupos de afinidade.
Antes da zona do bloqueio fizeram-se duas paragens com propósitos específicos:
- 1) leitura de testemunhos preparados para esta ação de pessoas de vários pontos do planeta sobre a forma como a crise climática as afecta, particularmente sobre inações e ataques levados a cabo por governos e empresas nas suas comunidades – entre os testemunhos incluiu-se o uma ativista da america latina sobre minas de carvão e o de uma pessoa de portugal cuja casa ardeu nos incêndios de 2017.
- 2) A realização de comunicações diretas com pessoas, entrando em cafés com o apelo que parassem de normalizar a crise climática e se juntassem. Nas semanas anteriores percorremos várias vezes o percurso precisamente para falar com os trabalhadores da rua e falar-lhes da ação que iria acontecer, e assim ficámos também a saber que cafés seriam amigáveis e onde poderíamos ir.
Chegando à zona do bloqueio, houveram alguns momentos de tensão com a polícia a que eu não consegui assistir bem ou fotografar porque estava a ter o meu próprio momento de tensão com a policia. Esta havia desviado o transito antes de chegarmos, que era uma possibilidade que prevemos, e após os momentos mais conturbados pudemos ficar por lá, sentados, a manifestarmos-nos, a discutir em plenários, falar com pessoas, a ouvir musica e a dançar. Permaneceram cerca de 150 pessoas no bloqueio. Houve menos insultos e violência que o normal, que presumimos ser devido à presença da Amnistia como observadora e da quantidade de pessoas e mais velhas que o normal.
Nota da Fotografa:
Há momentos em ações de protesto destas em que sinto que posso deixar de ser uma pessoa de media e passo a ser uma fotógrafa livre das típicas tarefas que conhecemos das listas do Fermento. Acontece à tarde, já sem sol direto entre prédios, mudo a câmara para definições de 'pôr do sol' sem nunca o procurar, tudo torna-se mais azul, cada laranja salienta-se como uma lareira numa sala que aquece. Fez agora um ano desde que a minha mãe me deu esta câmara; antes ela usava-a para registar quietudes do Alentejo rural, animais, oliveiras, comida da horta - pouco mexi nas definições específicas dela com medo de estragar algo e isso nota-se, neste trio câmara-lente-definições há algo que não foi feito a pensar em momentos de ativismo mas que combina tão bem com a serenidade da disrupção - a minha mãe diz que já não tem corpo saudável o suficiente para isto mas parte vem claramente dela. Ainda ando a descobrir como ajudar movimentos com fotografia. Eu não acredito em objetividade - a imparcialidade começa na escolha do tema e na narrativa sobre ele, as coisas nunca são vistas na sua totalidade, um momento capturado não mostra divergências entre quem nele habita. Fotografias são sempre mais auto-retratos da fotógrafa que retratos des fotografades. Quando penso na expressão 'tornar a revolução irresistível' e como o quero aplicar, penso na necessidade de a tornar palpável, acessível, ao nosso nível. Isto não é uma série de ficção onde personagens apenas fazem caras de determinação antes de agir. As pessoas tremem, fumam, medicam-se a SOS, abraçam-se, e no final tiram os tubos que ligam os braços para comer a massinha daquela lojinha de Arroios; avaliam-se, tiram aprendizagens, continuam ciclos de tentativas e erro, entre afetos. Interessa-me o afeto - entre pessoas, pessoas -coisas, pessoas-lugares, pessoas-acontecimento. Quando fotografei meticulosamente os escritos nas paredes da okupa de Santa Engrácia fi-lo porque não era seguro fotografar pessoas. E isso acabou por dizer mais sobre o que lá se passou. Uma aprendizagem. Essências que tento capturar são as relações como pessoas-acontecimento.
(EN)
Climate demonstration & action with the title 'Stopping while we can' in which march about 300 people participated. The march stopped at several points to speak with people inside stores nearby (we spoke with the owners weeks before too see who's a 'friend or foe' and the workers knew we were coming) and to hear recorded testimonies from people affected by the climate crisis, from Portugal to latin america to asia. At the end, as publically convocated, the activists blocked the roads of a square (well, the police did that "for us" in a way because they redirected all the trafic because they knew we were coming since this was public - we really had no idea how the police would react but there were plans for if they would just let us demonstrate there) and we kept speaking with people, talking about movement plans, what needs to be done (Climaximo, the climate resistance group which promoted the demonstration, has a well written plan created with help of other groups and more informed people), doing activities and eating some good pasta from a little shop in Arroios we usually go to :) There was little violence compared to what we were preparing for and fewer insults than normal, perhaps because the Amnesty human rights observers were there or perhaps because lots of older people joined us (including moms and grandmas of activists).