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Those who’ve been waiting for an AMD driver fix for H.264 browser playback issues need wait no longer, 16.11.4 claims to fix the problem.
ATI Mobility Radeon HD 4200 Series (HD 4250) graphics processor (chip) integrated on the motherboard.
Alberto Maurício Danon
logo-cmyk supermenorzinhomenoraindaADCom Comunicação Empresarial
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(11) 7813-4423 / 9224-4401
Nex
Blog: amdanon.wordpress.com
De: Alberto M. Danon - uol [
Enviada em: quarta-feira, 17 de setembro de 2008 19:04
Para: ADCom Alberto NOTEBOOK
Assunto: MIX DE alguns CLIPPINGS da CLÍNICA Gastro Obeso Center
Este é uma pequena amostragem dos inúmeros e significativos exemplos de um
trabalho contínuo de mais de nove anos (autorizado o envio pelo cliente)...
cid:image004.jpg@01C8B6B5.6899E0F0
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A medicina avança e traz esperança para quem tem diabetes tipo 2. Cientistas
desenvolveram um aparelho que estimula o aumento de insulina pelo pâncreas,
controlando assim a doença.
A nova técnica foi apresentada nesta quinta-feira, em São Paulo, para
especialistas da América Latina.
Emílio Ramalho de Abreu emagreceu dez quilos. O colesterol voltou ao normal.
E o mais importante: a taxa de glicemia -que indicava que ele era um
diabético - voltou à normalidade. "Na época, eu estava com uma glicemia um
pouco alta, uma obesidade abdominal", lembra o universitário.
Ele não tomou remédios, nem parou de comer massa e açúcar; simplesmente se
submeteu ao procedimento médico que durou 30 minutos. Através de uma
endoscopia, foi colocado no duodeno dele um tubo de plástico de 60 cm
fazendo uma ligação direta entre o final do estômago e o meio do intestino
delgado.
Os especialistas descobriram que o mais importante é evitar o contato do
alimento com o início do intestino delgado. O alimento sai do estômago e
entra no tubo, na primeira parte do intestino delgado. Então, ele está
dentro do tubo; ou seja, não há contato; mais rapidamente ele chega à parte
final do intestino e isso tem um efeito positivo na produção de insulina no
pâncreas, afirma o gastroenterologista Almino Cardoso Ramos.
Repórter: Sempre se pensou que era o pâncreas unicamente o responsável pelo
diabetes. Não é bem assim?
Dr. Almino: Não é bem assim. São teorias novas, mas são teorias muito
consistentes, que estão embasadas em estudos feitos em animais. Agora nós
chegamos ao uso do produto no homem.
O método está sendo apresentado num simpósio internacional com uma
endoscopia transmitida ao vivo do Chile. O método foi desenvolvido nos EUA
com experiências em animais, oito anos atrás. E a equipe do doutor Almino
Ramos fez as primeiras experiências em humanos no Brasil. Ele coordenou os
100 procedimentos feitos até agora no Brasil, Chile, Holanda e EUA.
Os resultados são que 80% aonde colocamos o dispositivo têm uma melhora
total do diabetes. Total. Não precisa nem tomar remédio e nem fazer regime;
eles têm uma vida normal depois de colocar o dispositivo, garante o
gastroenterologista.
Este método funciona apenas para pacientes com diabetes tipo dois, o
diabetes adquirido. Ele ainda não está disponível no mercado, por enquanto,
mas os médicos estão selecionando 20 pacientes do Hospital das Clínicas, em
São Paulo, que vão receber esse tratamento nos próximos meses.
Os médicos acreditam que até o fim do ano a nova técnica estará no mercado.
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Dr. Almino Cardoso Ramos no programa Mais Você, da Rede Globo, dezembro de
2006
Programa Mulheres novembro 2006
cid:3AA5C76462E44CD6AF0572A43F450C51@albertoPC
O gastroenterologista e cirurgião da obesidade, Dr. Almino Cardoso Ramos,
chefe de uma das equipes de cirurgia bariátrica do Hospital Santa Rita uma
das instituições que mais intervenções cirúrgicas deste tipo realiza em todo
o mundo (um orgulho para o Brasil) é o assunto principal da matéria de
capa da edição da revista Istoé que está nas bancas (nº 1893 de 1º de
fevereiro de 2006). O profissional vem concedendo, continuamente,
entrevistas nos mais variados veículos de comunicação, para falar a respeito
do assunto, além de ministrar aulas sobre o tema em outros países. Ele foi
agraciado com o prêmio Top Of Quality 2005 na categoria Cirurgia de
Obesidade.
Em alguns outros inúmeros veículos...
Thought I'd try out an 8 core processor. Sold it to a friend. Purchased from Microcenter, was able to get this and a motherboard for $249.
This paper quilled piece is the first in my Geometrica 3D series. I place the quilled shapes in layers according to my pattern and use pegs where additional support is needed.
Lenaya and Alex in the mouth of the dragon, in Black Bart's Cave. Casa Bonita, 6715 W Colfax Ave, Lakewood, CO.
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Este é uma pequena amostragem dos inúmeros e significativos exemplos de um
trabalho contínuo de mais de nove anos (autorizado o envio pelo cliente)...
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A medicina avança e traz esperança para quem tem diabetes tipo 2. Cientistas
desenvolveram um aparelho que estimula o aumento de insulina pelo pâncreas,
controlando assim a doença.
A nova técnica foi apresentada nesta quinta-feira, em São Paulo, para
especialistas da América Latina.
Emílio Ramalho de Abreu emagreceu dez quilos. O colesterol voltou ao normal.
E o mais importante: a taxa de glicemia -que indicava que ele era um
diabético - voltou à normalidade. "Na época, eu estava com uma glicemia um
pouco alta, uma obesidade abdominal", lembra o universitário.
Ele não tomou remédios, nem parou de comer massa e açúcar; simplesmente se
submeteu ao procedimento médico que durou 30 minutos. Através de uma
endoscopia, foi colocado no duodeno dele um tubo de plástico de 60 cm
fazendo uma ligação direta entre o final do estômago e o meio do intestino
delgado.
Os especialistas descobriram que o mais importante é evitar o contato do
alimento com o início do intestino delgado. O alimento sai do estômago e
entra no tubo, na primeira parte do intestino delgado. Então, ele está
dentro do tubo; ou seja, não há contato; mais rapidamente ele chega à parte
final do intestino e isso tem um efeito positivo na produção de insulina no
pâncreas, afirma o gastroenterologista Almino Cardoso Ramos.
Repórter: Sempre se pensou que era o pâncreas unicamente o responsável pelo
diabetes. Não é bem assim?
Dr. Almino: Não é bem assim. São teorias novas, mas são teorias muito
consistentes, que estão embasadas em estudos feitos em animais. Agora nós
chegamos ao uso do produto no homem.
O método está sendo apresentado num simpósio internacional com uma
endoscopia transmitida ao vivo do Chile. O método foi desenvolvido nos EUA
com experiências em animais, oito anos atrás. E a equipe do doutor Almino
Ramos fez as primeiras experiências em humanos no Brasil. Ele coordenou os
100 procedimentos feitos até agora no Brasil, Chile, Holanda e EUA.
Os resultados são que 80% aonde colocamos o dispositivo têm uma melhora
total do diabetes. Total. Não precisa nem tomar remédio e nem fazer regime;
eles têm uma vida normal depois de colocar o dispositivo, garante o
gastroenterologista.
Este método funciona apenas para pacientes com diabetes tipo dois, o
diabetes adquirido. Ele ainda não está disponível no mercado, por enquanto,
mas os médicos estão selecionando 20 pacientes do Hospital das Clínicas, em
São Paulo, que vão receber esse tratamento nos próximos meses.
Os médicos acreditam que até o fim do ano a nova técnica estará no mercado.
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Dr. Almino Cardoso Ramos no programa Mais Você, da Rede Globo, dezembro de
2006
Programa Mulheres novembro 2006
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O gastroenterologista e cirurgião da obesidade, Dr. Almino Cardoso Ramos,
chefe de uma das equipes de cirurgia bariátrica do Hospital Santa Rita uma
das instituições que mais intervenções cirúrgicas deste tipo realiza em todo
o mundo (um orgulho para o Brasil) é o assunto principal da matéria de
capa da edição da revista Istoé que está nas bancas (nº 1893 de 1º de
fevereiro de 2006). O profissional vem concedendo, continuamente,
entrevistas nos mais variados veículos de comunicação, para falar a respeito
do assunto, além de ministrar aulas sobre o tema em outros países. Ele foi
agraciado com o prêmio Top Of Quality 2005 na categoria Cirurgia de
Obesidade.
Em alguns outros inúmeros veículos...
Alberto Maurício Danon
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A medicina avança e traz esperança para quem tem diabetes tipo 2. Cientistas
desenvolveram um aparelho que estimula o aumento de insulina pelo pâncreas,
controlando assim a doença.
A nova técnica foi apresentada nesta quinta-feira, em São Paulo, para
especialistas da América Latina.
Emílio Ramalho de Abreu emagreceu dez quilos. O colesterol voltou ao normal.
E o mais importante: a taxa de glicemia -que indicava que ele era um
diabético - voltou à normalidade. "Na época, eu estava com uma glicemia um
pouco alta, uma obesidade abdominal", lembra o universitário.
Ele não tomou remédios, nem parou de comer massa e açúcar; simplesmente se
submeteu ao procedimento médico que durou 30 minutos. Através de uma
endoscopia, foi colocado no duodeno dele um tubo de plástico de 60 cm
fazendo uma ligação direta entre o final do estômago e o meio do intestino
delgado.
Os especialistas descobriram que o mais importante é evitar o contato do
alimento com o início do intestino delgado. O alimento sai do estômago e
entra no tubo, na primeira parte do intestino delgado. Então, ele está
dentro do tubo; ou seja, não há contato; mais rapidamente ele chega à parte
final do intestino e isso tem um efeito positivo na produção de insulina no
pâncreas, afirma o gastroenterologista Almino Cardoso Ramos.
Repórter: Sempre se pensou que era o pâncreas unicamente o responsável pelo
diabetes. Não é bem assim?
Dr. Almino: Não é bem assim. São teorias novas, mas são teorias muito
consistentes, que estão embasadas em estudos feitos em animais. Agora nós
chegamos ao uso do produto no homem.
O método está sendo apresentado num simpósio internacional com uma
endoscopia transmitida ao vivo do Chile. O método foi desenvolvido nos EUA
com experiências em animais, oito anos atrás. E a equipe do doutor Almino
Ramos fez as primeiras experiências em humanos no Brasil. Ele coordenou os
100 procedimentos feitos até agora no Brasil, Chile, Holanda e EUA.
Os resultados são que 80% aonde colocamos o dispositivo têm uma melhora
total do diabetes. Total. Não precisa nem tomar remédio e nem fazer regime;
eles têm uma vida normal depois de colocar o dispositivo, garante o
gastroenterologista.
Este método funciona apenas para pacientes com diabetes tipo dois, o
diabetes adquirido. Ele ainda não está disponível no mercado, por enquanto,
mas os médicos estão selecionando 20 pacientes do Hospital das Clínicas, em
São Paulo, que vão receber esse tratamento nos próximos meses.
Os médicos acreditam que até o fim do ano a nova técnica estará no mercado.
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Dr. Almino Cardoso Ramos no programa Mais Você, da Rede Globo, dezembro de
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O gastroenterologista e cirurgião da obesidade, Dr. Almino Cardoso Ramos,
chefe de uma das equipes de cirurgia bariátrica do Hospital Santa Rita uma
das instituições que mais intervenções cirúrgicas deste tipo realiza em todo
o mundo (um orgulho para o Brasil) é o assunto principal da matéria de
capa da edição da revista Istoé que está nas bancas (nº 1893 de 1º de
fevereiro de 2006). O profissional vem concedendo, continuamente,
entrevistas nos mais variados veículos de comunicação, para falar a respeito
do assunto, além de ministrar aulas sobre o tema em outros países. Ele foi
agraciado com o prêmio Top Of Quality 2005 na categoria Cirurgia de
Obesidade.
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A medicina avança e traz esperança para quem tem diabetes tipo 2. Cientistas
desenvolveram um aparelho que estimula o aumento de insulina pelo pâncreas,
controlando assim a doença.
A nova técnica foi apresentada nesta quinta-feira, em São Paulo, para
especialistas da América Latina.
Emílio Ramalho de Abreu emagreceu dez quilos. O colesterol voltou ao normal.
E o mais importante: a taxa de glicemia -que indicava que ele era um
diabético - voltou à normalidade. "Na época, eu estava com uma glicemia um
pouco alta, uma obesidade abdominal", lembra o universitário.
Ele não tomou remédios, nem parou de comer massa e açúcar; simplesmente se
submeteu ao procedimento médico que durou 30 minutos. Através de uma
endoscopia, foi colocado no duodeno dele um tubo de plástico de 60 cm
fazendo uma ligação direta entre o final do estômago e o meio do intestino
delgado.
Os especialistas descobriram que o mais importante é evitar o contato do
alimento com o início do intestino delgado. O alimento sai do estômago e
entra no tubo, na primeira parte do intestino delgado. Então, ele está
dentro do tubo; ou seja, não há contato; mais rapidamente ele chega à parte
final do intestino e isso tem um efeito positivo na produção de insulina no
pâncreas, afirma o gastroenterologista Almino Cardoso Ramos.
Repórter: Sempre se pensou que era o pâncreas unicamente o responsável pelo
diabetes. Não é bem assim?
Dr. Almino: Não é bem assim. São teorias novas, mas são teorias muito
consistentes, que estão embasadas em estudos feitos em animais. Agora nós
chegamos ao uso do produto no homem.
O método está sendo apresentado num simpósio internacional com uma
endoscopia transmitida ao vivo do Chile. O método foi desenvolvido nos EUA
com experiências em animais, oito anos atrás. E a equipe do doutor Almino
Ramos fez as primeiras experiências em humanos no Brasil. Ele coordenou os
100 procedimentos feitos até agora no Brasil, Chile, Holanda e EUA.
Os resultados são que 80% aonde colocamos o dispositivo têm uma melhora
total do diabetes. Total. Não precisa nem tomar remédio e nem fazer regime;
eles têm uma vida normal depois de colocar o dispositivo, garante o
gastroenterologista.
Este método funciona apenas para pacientes com diabetes tipo dois, o
diabetes adquirido. Ele ainda não está disponível no mercado, por enquanto,
mas os médicos estão selecionando 20 pacientes do Hospital das Clínicas, em
São Paulo, que vão receber esse tratamento nos próximos meses.
Os médicos acreditam que até o fim do ano a nova técnica estará no mercado.
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2006
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O gastroenterologista e cirurgião da obesidade, Dr. Almino Cardoso Ramos,
chefe de uma das equipes de cirurgia bariátrica do Hospital Santa Rita uma
das instituições que mais intervenções cirúrgicas deste tipo realiza em todo
o mundo (um orgulho para o Brasil) é o assunto principal da matéria de
capa da edição da revista Istoé que está nas bancas (nº 1893 de 1º de
fevereiro de 2006). O profissional vem concedendo, continuamente,
entrevistas nos mais variados veículos de comunicação, para falar a respeito
do assunto, além de ministrar aulas sobre o tema em outros países. Ele foi
agraciado com o prêmio Top Of Quality 2005 na categoria Cirurgia de
Obesidade.
Em alguns outros inúmeros veículos...
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A medicina avança e traz esperança para quem tem diabetes tipo 2. Cientistas
desenvolveram um aparelho que estimula o aumento de insulina pelo pâncreas,
controlando assim a doença.
A nova técnica foi apresentada nesta quinta-feira, em São Paulo, para
especialistas da América Latina.
Emílio Ramalho de Abreu emagreceu dez quilos. O colesterol voltou ao normal.
E o mais importante: a taxa de glicemia -que indicava que ele era um
diabético - voltou à normalidade. "Na época, eu estava com uma glicemia um
pouco alta, uma obesidade abdominal", lembra o universitário.
Ele não tomou remédios, nem parou de comer massa e açúcar; simplesmente se
submeteu ao procedimento médico que durou 30 minutos. Através de uma
endoscopia, foi colocado no duodeno dele um tubo de plástico de 60 cm
fazendo uma ligação direta entre o final do estômago e o meio do intestino
delgado.
Os especialistas descobriram que o mais importante é evitar o contato do
alimento com o início do intestino delgado. O alimento sai do estômago e
entra no tubo, na primeira parte do intestino delgado. Então, ele está
dentro do tubo; ou seja, não há contato; mais rapidamente ele chega à parte
final do intestino e isso tem um efeito positivo na produção de insulina no
pâncreas, afirma o gastroenterologista Almino Cardoso Ramos.
Repórter: Sempre se pensou que era o pâncreas unicamente o responsável pelo
diabetes. Não é bem assim?
Dr. Almino: Não é bem assim. São teorias novas, mas são teorias muito
consistentes, que estão embasadas em estudos feitos em animais. Agora nós
chegamos ao uso do produto no homem.
O método está sendo apresentado num simpósio internacional com uma
endoscopia transmitida ao vivo do Chile. O método foi desenvolvido nos EUA
com experiências em animais, oito anos atrás. E a equipe do doutor Almino
Ramos fez as primeiras experiências em humanos no Brasil. Ele coordenou os
100 procedimentos feitos até agora no Brasil, Chile, Holanda e EUA.
Os resultados são que 80% aonde colocamos o dispositivo têm uma melhora
total do diabetes. Total. Não precisa nem tomar remédio e nem fazer regime;
eles têm uma vida normal depois de colocar o dispositivo, garante o
gastroenterologista.
Este método funciona apenas para pacientes com diabetes tipo dois, o
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mas os médicos estão selecionando 20 pacientes do Hospital das Clínicas, em
São Paulo, que vão receber esse tratamento nos próximos meses.
Os médicos acreditam que até o fim do ano a nova técnica estará no mercado.
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O gastroenterologista e cirurgião da obesidade, Dr. Almino Cardoso Ramos,
chefe de uma das equipes de cirurgia bariátrica do Hospital Santa Rita uma
das instituições que mais intervenções cirúrgicas deste tipo realiza em todo
o mundo (um orgulho para o Brasil) é o assunto principal da matéria de
capa da edição da revista Istoé que está nas bancas (nº 1893 de 1º de
fevereiro de 2006). O profissional vem concedendo, continuamente,
entrevistas nos mais variados veículos de comunicação, para falar a respeito
do assunto, além de ministrar aulas sobre o tema em outros países. Ele foi
agraciado com o prêmio Top Of Quality 2005 na categoria Cirurgia de
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Like Lockheed...HUGE! I drove around this entire facility looking for a way in and could only get close enough for this.
Airbus A300 - MSN 719 - 9K-AMD
Airline Kuwait Airways
Status : Active
Registration : 9K-AMD
Country : Kuwait
Date : 1954 -
Codes KU KAC
Callsign : Kuwaiti
Web site : www.kuwait-airways.com
Serial number 719
Type 300-605R
First flight date 05/11/1993
Test registration F-WWAB
Engines 2 x GE CF6-80C2A5
21/01/1994 Kuwait Airways 9K-AMD Named Wara