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Along the Amazon River, I became lucky enough to visit the small community called Santa Maria Fatima several times. Each time, after the first time I have been welcomed like a long time friend. Each time these people filled my heart. During the rainy season, the Amazon overflows right into their little village and the kids (my favorites) make the absolute best of it. This pic is an example
Concept: Me
Model: Vica
Make-up: Lili Kelemen
Hair: Viktoria Toth
Styling: Berta Molnár
Special thanks: Zoltán Balogh
Theater/Museum
Teatro Amazonas
Criado em 1896, na fase áurea do Ciclo da Borracha, o Teatro Amazonas segue ainda hoje como um dos mais imponentes símbolos de Manaus.
Manaus
Amazonas, Brasil
Art week Gallery Theme
18 June to 24 June our theme is:
~~~ My Favorite Museum ~~~
This waterfall one calls August Jump, is to the south of the Brazilian Amazônia, to arrive until here, exactly being in Brazil, was necessary to take three airplanes and later plus some hours of boat. The place is inhospitable, many small flies that do not appear in the photo, bothered in them very. Favours the actions of the WWF and the Brazilian government, this area were intentionally as national park and forever will be preserved.
Northern Rail Class 150 No. 150130 arrives at Furness Vale with 2B14, the 15:49 Manchester Piccadilly – Buxton service on 15th November 2020.
For alternative railway photography, follow the link:
www.phoenix-rpc.co.uk/index.html to the Phoenix Railway Photographic Circle.
This Photo was taken at the Adelaide Botanic Gardens in which is right next door to the Hospital where I go for my treatments ...... I always like to visit the gardens and stroll around first with my camera.... :)
This is the Amazon Waterlily Pavilion in which was opened on the 7 November 2007.
Foto: Pé de cacau da Praça da Jaqueira, Recife/PE - Brasil
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Querida Marina
FREI BETTO
Caíste de pé! Tu eras um estorvo àqueles que comemoram, jubilosos, a tua demissão, os agressores do meio ambiente
CAÍSTE DE pé! Trazes no sangue a efervescente biodiversidade da floresta amazônica. Teu coração desenha-se no formato do Acre e em teus ouvidos ressoa o grito de alerta de Chico Mendes. Corre em tuas veias o curso caudaloso dos rios ora ameaçados por aqueles que ignoram o teu valor e o significado de sustentabilidade.
Na Esplanada dos Ministérios, como ministra do Meio Ambiente, tu eras a Amazônia cabocla, indígena, mulher. Muitas vezes, ao ouvir tua voz clamar no deserto, me perguntei até quando agüentarias.
Não te merece um governo que se cerca de latifundiários e cúmplices do massacre de ianomâmis. Não te merecem aqueles que miram impassíveis os densos rolos de fumaça volatilizando a nossa floresta para abrir espaço ao gado, à soja, à cana, ao corte irresponsável de madeiras nobres.
Por que foste excluída do Plano Amazônia Sustentável? A quem beneficiará esse plano, aos ribeirinhos, aos povos indígenas, aos caiçaras, aos seringueiros ou às mineradoras, às hidrelétricas, às madeireiras e às empresas do agronegócio?
Quantas derrotas amargaste no governo? Lutaste ingloriamente para impedir a importação de pneus usados e a transformação do país em lixeira das nações metropolitanas; para evitar a aprovação dos transgênicos; para que se cumprisse a promessa histórica de reforma agrária.
Não te muniram de recursos necessários à execução do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento da Amazônia Legal, aprovado pelo governo em 2004.
Entre 1990 e 2006, a área de cultivo de soja na Amazônia se expandiu ao ritmo médio de 18% ao ano. O rebanho se multiplicou 11% ao ano. Os satélites do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) detectaram, entre agosto e dezembro de 2007, a derrubada de 3.235 km2 de floresta.
É importante salientar que os satélites não contabilizam queimadas, apenas o corte raso de árvores. Portanto, nem dá para pôr a culpa na prolongada estiagem do segundo semestre de 2007. Como os satélites só captam cerca de 40% da área devastada, o próprio governo estima que 7.000 km2 tenham sido desmatados.
Mato Grosso é responsável por 53,7% do estrago; o Pará, por 17,8%; e Rondônia, por 16%. Do total de emissões de carbono do Brasil, 70% resultam de queimadas na Amazônia.
Quem será punido? Tudo indica que ninguém. A bancada ruralista no Congresso conta com cerca de 200 parlamentares, um terço dos membros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
E, em ano de eleições municipais, não há nenhum indício de que os governos federal e estaduais pretendam infligir qualquer punição aos donos das motosserras com poder de abater árvores e eleger ($) candidatos.
Tu eras, Marina, um estorvo àqueles que comemoram, jubilosos, a tua demissão, os agressores do meio ambiente, os mesmos que repudiam a proposta de proibir no Brasil o fabrico de placas de amianto e consideram que "índio atrapalha o progresso".
Defendeste com ousadia nossas florestas, nossos biomas e nossos ecossistemas, incomodando quem não raciocina senão em cifrões e lucros, de costas para os direitos das futuras gerações. Teus passos, Marina, foram sempre guiados pela ponderação e pela fé.
Em teu coração jamais encontrou abrigo a sede de poder, o apego a cargos, a bajulação aos poderosos, e tua bolsa não conhece o dinheiro escuso da corrupção.
Retorna à tua cadeira no Senado Federal. Lembra-te ali de teu colega Cícero, de quem estás separada por séculos, porém unida pela coerência ética, a justa indignação e o amor ao bem comum.
Cícero se esforçou para que Catilina admitisse seus graves erros: "É tempo, acredita-me, de mudares essas disposições; desiste das chacinas e dos incêndios. Estás apanhado por todos os lados. Todos os teus planos são para nós mais claros que a luz do dia.
Em que país do mundo estamos nós, afinal? Que governo é o nosso?"
Faz ressoar ali tudo que calaste como ministra. Não temas, Marina. As gerações futuras haverão de te agradecer e reconhecer o teu inestimável mérito.
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CARLOS ALBERTO LIBÂNIO CHRISTO, o Frei Betto, 63, frade dominicano, escritor e assessor de movimentos sociais, é autor de, entre outras obras, "A Obra do Artista Uma Visão Holística do Universo". Foi assessor especial da Presidência da República (2003-2004).
Jesse out driving in his Amazon in Handen earlier today. The old Volvo has changed a bit since I last photographed it.
The Amazon River, close to Iquitos, Peru, South America.
How to take abstract photographs.
If you would like to use any of my photos please contact me and ask permission first.
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The third installment in mine and Bartu's Amazon collaboration: Destruction.
There are many threats to the Amazon forest, one of them being small illegal gold mines that both destroys and poisons the forest by ruining the soil and dumping mercury waste. This build portrays such a mine.
This is a more somber theme than the previous two, as is the intention. Colors are more muted, with more olive and dark green. The dark tan ground is mostly exposed with vegetation struggling.
The whole setup is very makeshift and temporary, and nothing here is made to last. People are here to get what they can and then move on, giving no care to what state they leave things in. I tried to portray this by making things rather messy and cluttered.
One of the things I was pondering for a while was the inclusion of minifigs in the build. I've had many interesting conversations on whether it would be wise to include them or not. It was important for the build that the issues were not trivialized by making it childish or less natural. With a medium that is often seen as a toy this can sometimes be tricky. For this purpose I went with flesh heads rather than yellow ones, and made sure to avoid any polarizing facial expressions, like the standard "bad guy" faces.
Though certainly not innocent, the workers are not the main culprits in this, but rather other people who are far away from what is actually happening, bear the biggest blame. Often these people who are the main cause of this are not even found in South America, but may reside in Europe, Asia or North America, and this was something that was unfortunately not possible to portray in this build.
When it comes to Lego techniques, much of the focus here was on the man-made parts, which I don't build that often. The nature is not really something new, but I do like the staggered wedge plates technique for a varied incline.
On his side, Bartu created some fantastic sounds, made by on his violin, mimicking the sounds of ongoing destruction of the forest.
Hope you like the build, and that you feel this issue has been properly portrayed.