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Yucatan Amazon - Amazona xantholora - Юкатанский амазон
3 km east of Felipe Carrillo Puerto, Quintana Roo, Mexico,02/20/2013
How to access Amazon Cloud Drive from the command line on Linux
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turtles with hyphessobrycon sp, paracheirodon axelrodi, hemiodus gracilis and other tetras swimming in the anaconda exhibit
Marajó, vízibivaly
(C) Soltész Béla, 2016. All rights reserved.
A Hátizsákkal Brazíliában c. könyv (Európa Könyvkiadó, 2016) online fotómelléklete. Felhasználása a forrás megjelölésével engedélyezett.
Volunteers enjoy the evening air from the top deck of the John Wesley medical boat as it makes its way along the Amazon River near Autazes, Brazil. Photo by Mike DuBose, UMNS.
Pterophyllum altum (Cichlidae Cichlids Distribution: South America: Amazon basin,in the upper Rio Negro drainage; OrinocoRiver basin. Habitat: Rivers. Altum Angeflish Exhibit AM05
Dr. Beatriz de Souza Birchal makes a house call to look in on Olovinto in Murutinga, Brazil. Olovinto, 80, is blind and was not able to walk to the nearby community center where volunteers from the Methodist Church in Brazil and the Florida Conference of The United Methodist Church were conducting a free medical clinic. Photo by Mike DuBose, UMNS.
Photo by Mike DuBose, UMNS.
“NO MUNDO DAS MULHERES DO NORTE” é um romance histórico amazônico que combina realidade e ficção numa narrativa escrita pelo ponto de vista feminino, que utiliza a Amazônia dos meados do século XIX como pano de fundo.
Este conto descreve as aventuras de mulheres de diferentes raças que sobrevivem no ambiente inóspito e selvagem da imensa floresta. Cada livro desenrola a história de três gerações de uma mesma linhagem. A paisagem, os costumes, a família tradicional, as lutas dos homens na mata e a busca de riqueza e melhoria de vida são mescladas ao dia a dia de mulheres que descobrem novos amores e reacendem antigas paixões.
Combates sangrentos entre brancos e índios; construção da ferrovia Madeira-Mamoré; abolição da escravatura; ciclo da borracha: tesouros escondidos, juras de sangue, ouro e maldição. Tudo isso faz desta narrativa uma mistura emocionante entre ação, reflexão e entretenimento.
O capítulo I, “A PORTUGUESA”, tem como personagem principal Angelina Fragoso, uma enfermeira que depois da perda do noivo, viaja de Portugal para o Brasil com a finalidade de ajudar os padres franciscanos. No Brasil esta mulher voltará a se apaixonar, desta vez por um fazendeiro, mas terá de casar com o cunhado por causa da morte da irmã caçula e de sua promessa de cuidar da sobrinha recém-nascida. Enquanto sobrevive num sítio do Marajó, esta lusitana auxiliará os negros fugitivos e romperá vários preconceitos europeus, construindo um ambulatório e usando seus conhecimentos de medicina para auxiliar todas as pessoas que a procuram, inclusive prostitutas, caboclos, escravos e principalmente grávidas.
O capítulo II, “A NATIVA”, discorre sobre a saga de Pequeri dos Cotias, indígena pertencente a uma tribo pacífica, instruída desde o nascimento para servir de esteio e promover a harmonia entre sua família, que vê-se coagida a casar com um adolescente pertencente a um clã agressivo e precisa se adaptar a conviver com as tradições e rituais de violência. Este tópico apresenta os costumes de algumas tribos da etnia Aruak, Karib e Tupi-Guarani, além de narrar o trabalho nos seringais do Acre, a construção da ferrovia Madeira-Mamoré, o confronto entre brancos e índios e a tentativa de escravização dos nativos.
O capítulo III, "A AFRICANA", descreve a estória de Morena dos Gama ou Remba dos Tamarineiros, uma jovem agricultora que por causa do flagelo da seca de Angola, é trocada pelo pai por grãos com o sobá do seu cumbé, e através desse líder é vendida para os brasileiros como escrava, sendo comprada em Belém e treinada para servir sexualmente os patrões. Morando numa fazenda do Marajó, ela conquistará o coração de dois brancos: um escravagista e outro abolicionista. De acordo com suas crenças, esta africana vai sobreviver auxiliando os outros cativos e tentando ser feliz sempre que possível. Esta mulher terá dois filhos, que serão criados de acordo com a visão de seus pais e tomarão destinos completamente diferentes, mas conforme os preceitos da genitora e seus ensinamentos sobre Zambi e o candomblé, seus descendentes viverão se auxiliando e evoluindo da melhor maneira que conseguem.
O capítulo IV, "MISCIGENAÇÃO", narra os episódios que ocorrem entre as personagens principais, seus descendentes e os outros habitantes da floresta. A convivência entre pessoas de costumes completamente diferentes, provoca a quebra de tabus, sincretiza as religiões, gera paixões proibidas que determinam a miscigenação e a criação do povo do norte.
Para melhor entendimento, o livro possui como anexos: um pequeno dicionário de palavras nortistas e afro-brasileiras, além da cronologia do romance, dos acontecimentos importantes da época e da emancipação feminina.
De 30 de novembro a 15 de dezembro de 2014, jovens de todo o país participaram da I Missão Jovem na Amazônia, uma iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil em parceria com as Pontifícias Obras Missionárias.
Foto: Lize Borba
Amazon Appstore Developer Summit, Tuesday, 4th October at CodeNode, London. Images copyright www.edtelling.com
The "Amazones de la Confrérie des Gardians" perform a carousel in the Roman Arena of Arles, France. This is to celebrate the 150th anniversary of Mireille, the famous poem of Frederic Mistral.
Frédéric Mistral (September 8, 1830?March 25, 1914) was a French poet who led the 19th century revival of Occitan (Provençal) language and literature. He was a key figure in the literary félibrige movement. He shared the Nobel Prize in literature in 1904 for his contributions in literature and philology. The "Amazones de la Confrérie des Gardians" perform a carousel in the Roman Arena of Arles, France. This is to celebrate the 150th anniversary of Mireille, the famous poetry of Frederic Mistral. Frédéric Mistral (September 8, 1830?March 25, 1914) was a French poet who led the 19th century revival of Occitan (Provençal) language and literature. He was a key figure in the literary félibrige movement. He shared the Nobel Prize in literature in 1904 for his contributions in literature and philology.
Mireille is also an opera in five acts by Charles Gounod to a French libretto by Michel Carré after Frédéric Mistral's poem Mireio. Gounod was charmed by the originality of the work, the story being much less contrived than many of those on the operatic stage at the time. During the course of composition Gounod spent much time in Provence (12 March to the end of May 1863), visiting the sites of the action in the poem/opera, and met Mistral on several occasions at his home in Maillane. Gounod stayed at the Hôtel de la Ville Vert in Saint-Rémy-de-Provence, and was treated to a banquet by the townspeople on May 26. Presenting class differences in a rural setting was not usual at the time, and as Huebner comments "some early reviewers had difficulty accepting that a 'mere' country girl could sing a heroic aria such as "En marche". It has been argued that "what matters in this extended lyric poem is not the story but the rich tapestry or Provençal traditions, beliefs and customs"