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Le immagini del viaggio del PM in Brasile. Tutte le info su www.bandapm.it

Leica SL2s reporter + Leica Summicron-R 1:2/50 safari

L to R: Me, Sam Olumo ULS Researcher, Sentamu Phillip Sparks from the US Embassy, Julia Claydon ULS Librarian, and the Chief Justice of Uganda, Benjamin Odoki

Die JUKE Festival Reporter auf dem splash! Festival,

 

Photo by JUKE Festival Reporters Nilli & Shawty, taken with iPhone 4S

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V&A Waterfront

 

Cape Town, South Africa

Summer 2010

Matéria: A importância de dormir bem

下台?你閃邊比較快

Fotos do projeto Jovem Repórter, durante a 16ª Flip

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Os primeiros dois grandes conflitos armados que foram acompanhados por fotógrafos aconteceram na Crimeia e nos EUA. Ambas mais ou menos a meio do séc. XIX.

Em ambos os casos os condicionalismos técnicos para a actividade dos fotógrafos eram semelhantes: os primitivos equipamentos, a fracas sensibilidades dos materiais, a necessidade de sensibilizar e processar quase de imediato… tudo isto impunha, por exemplo, que os fotógrafos se deslocassem em carros próprios, arrastando consigo as suas próprias câmaras escuras e laboratórios.

Mas as semelhanças terminam aqui.

Das não muitas imagens da época (como se imagina) as abordagens dos fotógrafos ao tema “guerra” são tão diferentes que quase que se pode perguntar se o tema será mesmo.

É que, enquanto na guerra civil americana um dos principais objectivos seria o mostrar o absurdo de uma guerra fratricida, em que a destruição e morte são patentes na sua grande maioria, já na Crimeia o principal objectivo seria o mostrar em como as tropas britânicas, lá longe nos Balcãs, estariam bem e vitoriosas.

Uma olhada rápida, mesmo que pela net, pelas imagens de então demonstra isso muito bem.

De então para cá, todos os conflitos bélicos envolvendo as chamadas “sociedades ocidentais” foram retratados pelos fotógrafos. E alguns fora deste universo.

Algumas dessas reportagens de imagem foram feitas com pulso livre pelos fotógrafos, outras bem limitadas ou condicionadas pelos beligerantes.

Mas nenhuma delas foi “inocente” nos motivos que estiveram atrás de quem enviou ou propiciou que acontecessem. Não há reportagens de guerra (ou do que quer que seja) isentas ou inócuas. Nem então nem hoje.

    

Nós, o público que no conforto da paz a elas temos acesso, temos também o dever de saber interpretar o que nos chega, a obrigação de saber quem enviou gente e meios para lá e com que motivo, com qual das partes estão alinhados. E, neste actual mundo de informação, saber procurar o outro lado da história, saber o que se conta e mostra para lá da terra de ninguém.

Que a morte será sempre a morte, de um lado ou do outro da trincheira. As motivações é que variam. E o que nos contam sobre elas também.

    

Na imagem, um carro de reportagem fotográfica, durante a guerra da Crimeia, séc. XIX.

 

By me

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