View allAll Photos Tagged Reporter
An elderly shop owner in the community was murdered last night after she refused to sell a young man loose cigarettes. He came back after their altercation and shot her.
UPDATE: A 14-year-old suspect was arrested today in relation to the killing. They arrested him at his junior high.
L to R: Me, Sam Olumo ULS Researcher, Sentamu Phillip Sparks from the US Embassy, Julia Claydon ULS Librarian, and the Chief Justice of Uganda, Benjamin Odoki
Mesa de Abertura do 4º Festival Literário de Extrema, com Paula Dipp e Guilherme de Almeida Prado, em homenagem ao escritor Caio Fernando Abreu.
Fotos: ©ColetivoJovemRepórterExtrema
Many reporters will write lies and unethically because at the end of the day, they want to make more money. It is ALL about money these days.
"O arco-íris tem esse nome porque tem o formato de um arco, e o íris porque é o nome de uma deusa grega chamada Íris.
A deusa Íris, quando voava, soltava um arco colorido.
O arco-íris tem 7 cores, que são: vermelho, laranja, amarelo, verde, amarelo, azul anil e violeta."
Oficinas Jovem Repórter no Festival Literário de Extrema, agosto 2017
Fotos: ©ColetivoJovemRepórterExtrema
In search of student reporters, Houston Community College’s “The Hype on HCC Student Newscast” held its’ first auditions at the HCC Central Campus, July 27, 2012.
Os primeiros dois grandes conflitos armados que foram acompanhados por fotógrafos aconteceram na Crimeia e nos EUA. Ambas mais ou menos a meio do séc. XIX.
Em ambos os casos os condicionalismos técnicos para a actividade dos fotógrafos eram semelhantes: os primitivos equipamentos, a fracas sensibilidades dos materiais, a necessidade de sensibilizar e processar quase de imediato… tudo isto impunha, por exemplo, que os fotógrafos se deslocassem em carros próprios, arrastando consigo as suas próprias câmaras escuras e laboratórios.
Mas as semelhanças terminam aqui.
Das não muitas imagens da época (como se imagina) as abordagens dos fotógrafos ao tema “guerra” são tão diferentes que quase que se pode perguntar se o tema será mesmo.
É que, enquanto na guerra civil americana um dos principais objectivos seria o mostrar o absurdo de uma guerra fratricida, em que a destruição e morte são patentes na sua grande maioria, já na Crimeia o principal objectivo seria o mostrar em como as tropas britânicas, lá longe nos Balcãs, estariam bem e vitoriosas.
Uma olhada rápida, mesmo que pela net, pelas imagens de então demonstra isso muito bem.
De então para cá, todos os conflitos bélicos envolvendo as chamadas “sociedades ocidentais” foram retratados pelos fotógrafos. E alguns fora deste universo.
Algumas dessas reportagens de imagem foram feitas com pulso livre pelos fotógrafos, outras bem limitadas ou condicionadas pelos beligerantes.
Mas nenhuma delas foi “inocente” nos motivos que estiveram atrás de quem enviou ou propiciou que acontecessem. Não há reportagens de guerra (ou do que quer que seja) isentas ou inócuas. Nem então nem hoje.
Nós, o público que no conforto da paz a elas temos acesso, temos também o dever de saber interpretar o que nos chega, a obrigação de saber quem enviou gente e meios para lá e com que motivo, com qual das partes estão alinhados. E, neste actual mundo de informação, saber procurar o outro lado da história, saber o que se conta e mostra para lá da terra de ninguém.
Que a morte será sempre a morte, de um lado ou do outro da trincheira. As motivações é que variam. E o que nos contam sobre elas também.
Na imagem, um carro de reportagem fotográfica, durante a guerra da Crimeia, séc. XIX.
By me