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Este Castelo é o último a ser retratado nesta serie, uma serie dedicada em exclusivo a estes dinossauros da arquitetura militar, os sobreviventes de um tempo longínquo, a idade média. Apesar de distante, foi este mesmo Castelo que fez renascer em mim uma vontade de demanda, fez-me sentir uma necessidade de ir mais fundo na história destas pedras centenárias que tanto me fascinam e sempre quis compreender de uma maneira mais profunda, da busca do conhecimento que a maioria das vezes eu próprio tenho dificuldades em entender, apesar de me conhecer como alguém capaz de controlar as emoções de uma forma racional, esta vontade de procurar o conhecimento é algo que me escapa, a mim, e há minha compreensão. Por vezes sinto que este Castelo sempre fez parte da minha vida, no entanto só na minha meia-idade é que tive a oportunidade de o conhecer fisicamente, o que para mim, foi uma experiência extraordinária, tentei abarcar tudo que me foi possível, para de uma forma resumida o poder descrever aos que estiverem interessados na sua história, então cá vai…

 

O Castelo de Carcassonne visto desta margem do rio, parece surgido de um conto de fadas, mas na realidade, e depois de analisada a sua historia, verifica-se que estas muralhas escondem uma das mais terríveis memórias da Idade Media. Memórias essas que deram origem a variados romances históricos, uns com mais veracidade que outros. Se ainda não leu o romance (O Labirinto Perdido de Kate Mosse), deve fazê-lo pois é adorável e retrata fielmente um período da história destas muralhas como poucos, este livro está tão bem documentado que começa a aparecer nesta cidade como sendo o seu maior cartão-de-visita. Esta história passa-se na região conhecida como Midi-Pirineus.

 

Carcassonne é a mais bem preservada cidadela medieval de toda a Europa. Construída no alto de uma colina, no sul da França, perto de Toulouse e dos Pirenéus, foi no passado a principal fortaleza militar da região. Do alto das suas impressionantes muralhas, que eram protegidas por mais de 1200 guerreiros, podia-se controlar uma importante via comercial que ligava a Península Ibérica com o resto do continente. Por causa de sua posição fronteiriça e estratégica, Carcassonne foi palco das mais ferozes e terríveis batalhas desse tempo. A primeira visão do centro histórico, cuja construção foi iniciada há cerca de mil anos, é inesquecível.

 

A impressão que dá é que viajamos no tempo, para uma época de Reis, cavaleiros, princesas e batalhas medievais. A fortaleza é protegida por 52 torres e duas muralhas uma interna e outra externa. A entrada principal, baptizada de Porta Narbonnaise, é guardada por uma ponte levadiça. Nos áureos tempos medievais, cerca de 50 homens ficavam de guarda para impedir a entrada dos inimigos. Carcassonne, na verdade, são duas cidades. A Cidadela, que permaneceu intacta e protegida dentro das muralhas, e a Bastide Saint-Louis ou Cidade Baixa, que cresceu ao redor do centro medieval. À noite, esta cidade transforma-se. Com menos de 400 moradores e apenas dois hotéis, as suas ruas ficam desertas e silenciosas, a melhor altura para sentir o palpitar das muralhas, das ruas e também recuar 800 anos para sentir a vida de uma população que de uma forma melhor ou pior, viveu sem dúvida de uma maneira bem diferente da nossa. Uma das maiores atracões da cidade, é o Castelo Comtal, uma pérola da arquitectura medieval. Construído no século XII por um nobre chamado Bernard Trencavel que é mencionado no romance acima citado, esta foi, durante anos, a morada dos senhores feudais que mandavam na região. O castelo é formado por duas alas, com um pátio no meio delas. Durante uma visita guiada, é possível conhecer as suas torres e boa parte do seu interior mais reservado. O Museu Arqueológico, tem no seu acervo ânforas romanas, sarcófagos e lápides Cátaras. (Os Cátaros faziam parte de uma corrente do cristianismo que pregava a não-violência e foram muito perseguidos pela Inquisição e dizimados pelo Papa Inocêncio III, o rei da França e os barões do norte, mas o melhor será ler o livro acima citado.)

 

Para entender um pouco mais da história do lugar, vale a pena conhecer também o Museu da Inquisição, que expõe instrumentos de arrepiar. Esse triste período da história ocidental teve início no século XII e ganhou força quando o papa Inocêncio III autorizou o uso da tortura para obter a confissão dos heréticos. Verdadeiras atrocidades eram cometidas em nome da fé e, neste museu, podem ser vistos vários instrumentos como a cadeira de cravos, uma espécie de trono cheio de pregos onde o acusado era amarrado com cintos de ferro; e o berço de Judas, um triângulo de madeira com uma base de 30 centímetros e vértice de 60 usado para martirizar os hereges. Carcassonne é também um importante centro culinário. A cidade está cheia de bares, cafés e charmosos restaurantes, que lembram antigas tabernas medievais e tem o seu centro gastronómico no centro da praça. Escolha uma mesa ao ar livre e experimente um (cassoulet,) o mais famoso prato da região. Para acompanhar, saboreie um dos bons vinhos do lugar, como Corbieres, Minervois e Malepère. Uma refeição digna de Reis e rainhas medievais.

 

A primeira impressão que se tem em Carcassonne é a de um castelo encantado, que alguma fada terá feito nascer no cimo da colina com um toque da sua varinha mágica. Uma vez dentro das muralhas, descobre-se uma verdadeira relíquia da Idade Média, justamente procurada por milhões de turistas todos os anos. Hoje, Carcassonne é, depois da Torre Eiffel e do Monte Saint-Michel, os quais já tivemos o privilégio de visitar, o local mais visitado de França. As suas calçadas de pedra são percorridas, não por cavaleiros medievais, mas por turistas de todas as nacionalidades, armados de vídeos e máquinas fotográficas.

 

A basílica de Saint-Nazaire, construída nessa altura, atrai visitantes de todos os credos para o seu recinto escuro, que convida ao recolhimento, iluminada por magníficos vitrais. O encontro do românico com o gótico dá-se aqui de uma forma harmoniosa, justificando o nome de: ( jóia da fortaleza,) com que os folhetos turísticos a distinguem. O seu órgão é um dos mais importantes e antigos do sul de França, e de Junho a Setembro há concertos diários – Les Estivales d'Orgue - que enchem a cidadela de sonoridades quentes e arcaicas. Pelas suas praças, onde ainda resistem alguns poços de pedra que abasteciam de água a população, distribuem-se agora esplanadas muito concorridas, com espectáculos diários de música ao vivo, bem distinta da dos trovadores Ramon de Miraval ou Peire Vidal, que aqui viveram durante algum tempo. Raymond-Roger Trencavel, visconde de Albi e último senhor da fortaleza, certamente não reconheceria a sua cidade. É certo que qualquer loja de souvenirs vende conjuntos de capacete e espada, e mesmo armaduras completas. Também é fácil encontrar relógios de sol e saquinhos de pano com ervas cheirosas, das que perfumavam as roupas das damas da época. Mas a animação é sempre pacífica, e a magnífica iluminação nocturna não dá paz aos fantasmas, impedindo o seu devaneio nocturno e doloroso quais almas penadas; durante os meses de Verão, Carcassonne é uma cidade profusamente habitada e muito viva. Para reconstituir ainda melhor o ambiente medieval, em Agosto organizam-se torneios de cavalaria e falcoaria, com participantes vestidos a rigor, como no tempo dos cruzados. As velhas pedras da cidade não devem apreciar particularmente a lembrança, uma vez que foram estes que, em 1209, ditaram o seu fim: o visconde de Trencavel teve a ousadia de oferecer abrigo e protecção aos Cátaros, dissidentes de um catolicismo que se afundava na decadência moral. O seu pecado era defenderem a pureza dos costumes cristãos e não respeitarem a hierarquia eclesiástica.

 

Carcassonne foi das primeiras cidades a sofrer o embate da guerra santa declarada pelo Papa Inocêncio III. Cercada, perdeu o acesso crucial ao rio Aude e, numa manobra pouco “cavaleiresca”, o visconde de Trencavel foi feito prisioneiro ao sair do castelo para negociar. A partir daí, começou o declínio. Simão de Montfort, o comandante da cruzada, administrou a cidade até à sua morte, mas o seu filho foi incapaz de manter o território conquistado, e entregou-o à autoridade directa do rei. Quando o filho do visconde de Trencavel tentou reaver as terras do pai, Luís VIII deu ordens para arrasar a fortaleza e exilar os seus habitantes; só sete anos mais tarde conseguiram obter autorização real para se instalarem de novo na zona, mas do outro lado do rio. O turismo anuncia Carcassonne como( lá ville aux deux cités, a cidade das duas cidadelas ) a antiga fortaleza, no cimo da colina, e o novo burgo que nasceu no século XIII, aos pés da primeira, na margem esquerda do rio Aude. Desde sempre as duas zonas tiveram existências distintas, com toda a actividade comercial e social a desenrolar-se em baixo, enquanto a cidade-alta abrigava uma guarnição de mais de mil soldados. A tendência manteve-se até hoje. Só cerca de cento e vinte, dos seus quarenta e cinco mil habitantes permanentes, habitam a cidade antiga. Mas apesar da actividade evidente nas suas ruas e praças arborizadas, que substituíram as muralhas e estão agora semeadas de cafezinhos acolhedores, a atracção será sempre a “cité”,marco milenar da história da região do Languedoc.

 

Para além das comodidades e serviços turísticos de que dispõe, a Bastide Saint-Louis, como é conhecida a cidade-baixa, serve apenas para compor a magnífica vista que nos oferecem as torres altas da fortaleza - e do cimo desta sentinela de pedra, não se consegue evitar a sensação de fragilidade que vem do casario baixo e pálido da Bastide. Nada é regular ou simétrico nesta obra-prima da arquitectura militar, o que se explica pela longa história de reconstruções, modificações e acrescentos, que já dura há séculos e ainda não acabou. Mesmo depois da expulsão dos seus habitantes, a fortaleza foi modificada e aperfeiçoada, de modo a tornar-se um eficaz posto militar avançado. Ao mesmo tempo que se reforçou o sistema defensivo com a construção de uma segunda muralha exterior, também a austera Catedral de Saint-Nazaire foi aumentada e melhorada. O castelo do conde foi rodeado por um fosso, transformando-se numa fortaleza dentro da fortaleza. São cerca de três quilómetros de fortificações, por onde se distribuem cinquenta e duas torres para todos os gostos: há torres quadradas e redondas, de envergadura e tamanho diferentes; umas têm seteiras, outras janelas e algumas são, aparentemente, fechadas. Toda a cidade parece estar cheia de armadilhas: cotovelos estreitos para que só passe um inimigo de cada vez, degraus gigantescos, fossos dissimulados, enfim, todo o mostruário do engenho militar que foi sendo aperfeiçoado desde os romanos, destinado a guerras de cerco, tão comuns nos tempos medievais. Só a mudança das técnicas de guerra, nomeadamente a utilização generalizada da artilharia e a pólvora, nos séculos XV e XVI, a tornou definitivamente obsoleta.

 

Apesar de tudo, é impressionante o seu aspecto exterior de castelo, ao mesmo tempo irreal e inexpugnável. Contorná-la por entre as suas duas muralhas, espreitando pelas janelas e varandins para a paisagem verde de vinhas e campos cultivados, é um convite para uma viagem no tempo, que continua quando atravessamos a ponte levadiça. As ruas estreitas de pedra cinzenta, sombrias no Verão e protegidas dos ventos frios no Inverno, transformam-se num labirinto, e nunca sabemos se terminam nas muralhas, na basílica ou na praça principal. Pouco importa. Os passos ecoam de longe, e a cada esquina esperamos ver aparecer alguém vestido de cota de malha e elmo reluzente. As carroças que conduzem os turistas em visitas guiadas reforçam a esperança, com o ruído dos cascos e o soprar dos cavalos a ressoarem nas paredes de pedra. Para continuar o recuo no tempo, é possível visitar o castelo do visconde, que dá acesso exclusivo a certas partes da muralha. E para terminar a viagem, nada melhor que uma visita ao Museu Medieval e ao da Inquisição, que nos proporcionam pormenores nem sempre agradáveis da história da cidade. Outro museu ao gosto da época é o da Tortura, que exibe sádicos e requintados instrumentos, concebidos em noites de insónia, destinados a punir sabe-se lá que crimes medievais...

 

Dizem os seus apreciadores mais sinceros que a cidade não deve ser visitada no Verão: há demasiada agitação e pouca privacidade para percorrer a velha Carcassonne, e a viagem no tempo, que deve ser feita na solidão, é constantemente interrompida por grupos de turistas ruidosos.

 

(Nós já a visitamos varias vezes no Verão mas de certa forma não deixo de estar de acordo com tais afirmações pois parecem-me de facto credíveis, visitar esta cidade em época baixa deve ser bem diferente, se um dia tivermos possibilidades é isso que faremos.)

 

O destino de Carcassonne está traçado: será para sempre uma obra de arte inegável, e uma das maiores atracções turísticas do país e da Europa. A reconstrução fixou-a para sempre na Idade Média como quem tira uma fotografia, apesar de a cidade ter atravessado muitas outras épocas. E é, talvez, esta operação de congelamento temporal que lhe empresta toda a magia de cenário perfeito, que nos faz mergulhar profundamente num passado distante, belo mágico e por vezes também aterrador…

 

A Lenda da dama de Carcas

 

Não há castelo encantado que se preze que não tenha as suas lendas. Carcassonne justifica o seu nome com a história da dama de Carcas: quando Carlos Magno cercou a cidadela desta dama sarracena, achando-se desprovida de soldados, Carcas distribuiu pelas torres e muralhas bonecos feitos de palha, armados para combate. O estratagema resultou, e Carlos Magno levantou o cerco, desanimado com inimigo tão numeroso. Terá dito então a dama: “Sire, Carcas te sonne.” (“Senhor, Carcas vence-te”, em tradução livre). Daí o nome da cidade, que a lenda assegura ter-se tornado cristã, dando a dama origem à primeira linhagem de condes de Carcassonne. A verdade, porém, é que os romanos já tinham uma fortificação na zona a que chamavam Carcasso, e os sarracenos, que se sucederam aos visigodos e não ficaram por aqui muito tempo, chamavam-lhe Carchachouna. A cidade-fortaleza foi palco de combates, cercos, destruições maciças e, por fim, expulsão dos seus habitantes, que resultou na ruína do que ainda estava de pé. Lendária mesmo parece ser a sua reconstrução no século XIX, pelo arquiteto Viollet-le-Duc, o mesmo que restaurou os santuários de Notre-Dame de Paris e Sainte-Madeleine de Vézelay.

 

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Pisando no território de Cartola, com poesia, musica bonita, e alegria.

 

O local, Centro Cultural Cartola, na Mangueira.

 

Todo mundo alí parecia amigo, à vontade, de casa. O sorriso fácil, espelhando a verdade da celebração do dia. Tudo de bom.

 

No almoço, uma feijoada de-li-cio-sa, batidinhas idem.

Fomos recebidos com todo o carinho na casa de Cartola.

 

A valente Falabella, que é mineira, não se abateu diante do vozeirão da Alcione (de quem gosto muito): ela e seu ótimo tecladista, o americano o Cliff Korman, deram seu recado com muito estilo, nesta reverência musical. Presentes vários cantores, que subiram ao palco nesta confraternização: estava lá a Sandra Sá, o Emilio Santiago, o Roberto Nascimento (que foi parceiro do Cartola).

 

O CD Falabella de Cartola percorreu muitos caminhos - parecia impossível realizar o sonho da Vanessa, de fazer o lançamento no Rio, no aniversário de 100 anos do Cartola.

 

Lauro Henrique, da L'Art, aceitou o desafio - acreditar é preciso, poesia é fundamental -e lá estava ela. Não fosse ele, o Lauro, um grande realizador de sonhos, não fosse dele o projeto da música clássica no Metrô do Rio.

 

*****

No sábado verde e rosa, Vanessa Falabella, acompanhada do pianista americano Cliff Korman, se apresentou na homenagem aos 100 anos de Cartola e lançou seu CD FALABELLA DE CARTOLA, selo L'Art.

 

Na feijoada promovida por Nilcemar Nogueira (neta do sambista), no Centro Cultural Cartola, a comunidade do samba mais o Roberto Nascimento (que foi parceiro de Cartola), a Alcione, a Sandrá Sá, Emílio Santiago, Geraldo Carneiro, entre tantos - cantaram, poetaram e encantaram! Emocionante Cartola, vivo em nossos corações.

 

O CD FALABELLA DE CARTOLA já pode ser adquirido no site da L'Art: www.cdclassic.com.br

 

Hoje atualizando fotos, reavendo meu tempo de folga, para nosso bate-papo, deste final de semana poli cultural que rima com sensacional. As fotos da ginasant chegaram: algumas estão na sequencia e mais -> www.flickr.com/photos/ginasant/

 

Amigos do flickr presentes que rima com festa e ótimas fotos!

 

A cidade maravilhosa fervilha de acontecimentos,

 

Beijos e boa semana.

 

Sonia

 

www.soniamadruga.com

   

Carcassonne uma cidade surgida de um conto de fadas, mas que na realidade, e depois de analisada a sua historia, se verifica que estas muralhas escondem uma das mais terríveis memórias da idade Media. Memórias estas que deram origem a variados romances históricos, uns com mais veracidade que outros. Se ainda não leu o romance O Labirinto Perdido de Kate Mosse que está há semanas nas listas dos best-sellers, deve comprá-lo pois é adorável e retrata fielmente um período da história destas muralhas como poucos, este livro está tão bem documentado que começa a aparecer nesta cidade como sendo o seu maior cartão-de-visita. Esta história passa-se na região conhecida como Midi-Pirineus. Carcassonne é a mais bem preservada cidadela medieval de toda a Europa. Construída no alto de uma colina, no sul da França, perto de Toulouse e dos Pirenéus, foi no passado a principal fortaleza militar da região. Do alto das suas impressionantes muralhas, que eram protegidas por mais de 1200 guerreiros, podia-se controlar uma importante via comercial que ligava a Península Ibérica com o resto do continente. Por causa de sua posição fronteiriça e estratégica, Carcassonne foi palco das mais ferozes e terríveis batalhas desse tempo. A primeira visão do centro histórico, cuja construção foi iniciada há cerca de mil anos, é inesquecível. A impressão que dá é que viajamos no tempo, para uma época de reis, cavaleiros, princesas e batalhas medievais. A fortaleza é protegida por 52 torres e duas muralhas uma interna e outra externa. A entrada principal, baptizada de Porta Narbonnaise, é guardada por uma ponte levadiça. Nos áureos tempos medievais, cerca de 50 homens ficavam de guarda para impedir a entrada dos inimigos. Carcassonne, na verdade, são duas cidades. A Cidadela, que permaneceu intacta e protegida dentro das muralhas, e a Bastide Saint-Louis ou Cidade Baixa, que cresceu ao redor do centro medieval. À noite, esta cidade transforma-se. Com menos de 400 moradores e apenas dois hotéis, as suas ruas ficam desertas e silenciosas, a melhor altura para sentir o palpitar das muralhas, das ruas e também recuar 800 anos para sentir a vida de uma população que de uma forma melhor ou pior, viveu sem dúvida de uma maneira bem diferente da nossa. Uma das maiores atracões da cidade, é o Castelo Comtal, uma pérola da arquitectura medieval. Construído no século XII por um nobre chamado Bernard Trencavel que é mencionado no romance acima citado, esta foi, durante anos, a morada dos senhores feudais que mandavam na região. O castelo é formado por duas alas, com um pátio no meio delas. Durante uma visita guiada, é possível conhecer as suas torres e boa parte do seu interior mais reservado. O Museu Arqueológico, tem no seu acervo ânforas romanas, sarcófagos e lápides Cátaras. (Os Cátaros faziam parte de uma corrente do cristianismo que pregava a não-violência e foram muito perseguidos pela Inquisição e dizimados pelo Papa Inocêncio III, o rei da França e os barões do norte, mas o melhor será ler o livro acima citado!) Para entender um pouco mais da história do lugar, vale a pena conhecer também o Museu da Inquisição, que expõe instrumentos de arrepiar. Esse triste período da história ocidental teve início no século XII e ganhou força quando o papa Inocêncio III autorizou o uso da tortura para obter a confissão dos heréticos. Verdadeiras atrocidades eram cometidas em nome da fé e, neste museu, podem ser vistos vários instrumentos como a cadeira de cravos, uma espécie de trono cheio de pregos onde o acusado era amarrado com cintos de ferro; e o berço de Judas, um triângulo de madeira com uma base de 30 centímetros e vértice de 60 usado para martirizar os hereges. Carcassonne é também um importante centro culinário. A cidade está cheia de bares, cafés e charmosos restaurantes, que lembram antigas tabernas medievais e tem o seu centro gastronómico no centro da praça. Escolha uma mesa ao ar livre e experimente um (cassoulet,) o mais famoso prato da região. Para acompanhar, saboreie um dos bons vinhos do lugar, como Corbieres, Minervois e Malepère. Uma refeição digna de reis e rainhas medievais.

 

A primeira impressão que se tem em Carcassonne é a de um castelo encantado, que alguma fada terá feito nascer no cimo da colina com um toque da sua varinha mágica. Uma vez dentro das muralhas, descobre-se uma verdadeira relíquia da Idade Média, justamente procurada por milhões de turistas todos os anos. Não há castelo encantado que se preze que não tenha as suas lendas. Carcassonne justifica o seu nome com a história da dama de Carcas: quando Carlos Magno cercou a cidadela desta dama sarracena, achando-se desprovida de soldados, Carcas distribuiu pelas torres e muralhas bonecos feitos de palha, armados para o combate. O estratagema resultou, e Carlos Magno levantou o cerco, desanimado com um inimigo tão numeroso. Terá dito então a dama: “Sire, Carcas te sonne.” “Senhor, Carcas vence-te”, em tradução livre. Daí o nome da cidade, que a lenda assegura que se tornou cristã, dando a dama origem à primeira linhagem de condes em Carcassonne. A verdade, porém, é bem diferente, e mostra-nos que os romanos já tinham uma fortificação na zona a que chamavam Carcasso, e os sarracenos, que sucederam aos visigodos e não ficaram por aqui muito tempo, chamavam-lhe Carchachouna. A cidade-fortaleza foi palco de combates, cercos, destruições maciças e, por fim, a expulsão dos seus habitantes, que resultou na ruína do que ainda estava de pé. Lendária mesmo parece ser a sua reconstrução no século XIX, pelo arquitecto Viollet-le-Duc, o mesmo que restaurou os santuários de Notre-Dame de Paris e Sainte-Madeleine de Vézelay. Hoje, Carcassonne é, depois da Torre Eiffel e do Monte Saint-Michel, os quais já tivemos o privilégio de visitar, o local mais visitado de França. As suas calçadas de pedra são percorridas, não por cavaleiros medievais, mas por turistas de todas as nacionalidades, armados de vídeos e máquinas fotográficas. O seu casario antigo abriga uma infinidade de restaurantes e hospedarias que revivem, através da decoração e da cozinha local, a época dourada da cidade, entre os séculos XI e XIII. A basílica de Saint-Nazaire, construída nessa altura, atrai visitantes de todos os credos para o seu recinto escuro, que convida ao recolhimento, iluminada por magníficos vitrais. O encontro do românico com o gótico dá-se aqui de uma forma harmoniosa, justificando o nome de: ( jóia da fortaleza,) com que os folhetos turísticos a distinguem. O seu órgão é um dos mais importantes e antigos do sul de França, e de Junho a Setembro há concertos diários – Les Estivales d'Orgue - que enchem a cidadela de sonoridades quentes e arcaicas. Pelas suas praças, onde ainda resistem alguns poços de pedra que abasteciam de água a população, distribuem-se agora esplanadas muito concorridas, com espectáculos diários de música ao vivo, bem distinta da dos trovadores Ramon de Miraval ou Peire Vidal, que aqui viveram durante algum tempo. Raymond-Roger Trencavel, visconde de Albi e último senhor da fortaleza, certamente não reconheceria a sua cidade. É certo que qualquer loja de souvenirs vende conjuntos de capacete e espada, e mesmo armaduras completas. Também é fácil encontrar relógios de sol e saquinhos de pano com ervas cheirosas, das que perfumavam as roupas das damas da época. Mas a animação é sempre pacífica, e a magnífica iluminação nocturna não dá paz aos fantasmas, impedindo o seu devaneio nocturno e doloroso quais almas penadas; durante os meses de Verão, Carcassonne é uma cidade profusamente habitada e muito viva. Para reconstituir ainda melhor o ambiente medieval, em Agosto organizam-se torneios de cavalaria e falcoaria, com participantes vestidos a rigor, como no tempo dos cruzados. As velhas pedras da cidade não devem apreciar particularmente a lembrança, uma vez que foram estes que, em 1209, ditaram o seu fim: o visconde de Trencavel teve a ousadia de oferecer abrigo e protecção aos Cátaros, dissidentes de um catolicismo que se afundava na decadência moral. O seu pecado era defenderem a pureza dos costumes cristãos e não respeitarem a hierarquia eclesiástica.

 

Carcassonne foi das primeiras cidades a sofrer o embate da guerra santa declarada pelo Papa Inocêncio III. Cercada, perdeu o acesso crucial ao rio Aude e, numa manobra pouco “cavaleiresca”, o visconde de Trencavel foi feito prisioneiro ao sair do castelo para negociar. A partir daí, começou o declínio. Simão de Montfort, o comandante da cruzada, administrou a cidade até à sua morte, mas o seu filho foi incapaz de manter o território conquistado, e entregou-o à autoridade directa do rei. Quando o filho do visconde de Trencavel tentou reaver as terras do pai, Luís VIII deu ordens para arrasar a fortaleza e exilar os seus habitantes; só sete anos mais tarde conseguiram obter autorização real para se instalarem de novo na zona, mas do outro lado do rio. O turismo anuncia Carcassonne como( lá ville aux deux cités, a cidade das duas cidadelas ) a antiga fortaleza, no cimo da colina, e o novo burgo que nasceu no século XIII, aos pés da primeira, na margem esquerda do rio Aude. Desde sempre as duas zonas tiveram existências distintas, com toda a actividade comercial e social a desenrolar-se em baixo, enquanto a cidade-alta abrigava uma guarnição de mais de mil soldados. A tendência manteve-se até hoje. Só cerca de cento e vinte, dos seus quarenta e cinco mil habitantes permanentes, habitam a cidade antiga. Mas apesar da actividade evidente nas suas ruas e praças arborizadas, que substituíram as muralhas e estão agora semeadas de cafezinhos acolhedores, a atracção será sempre a “cité”, marco milenar da história da região do Languedoc. Para além das comodidades e serviços turísticos de que dispõe, a Bastide Saint-Louis, como é conhecida a cidade-baixa, serve apenas para compor a magnífica vista que nos oferecem as torres altas da fortaleza - e do cimo desta sentinela de pedra, não se consegue evitar a sensação de fragilidade que vem do casario baixo e pálido da Bastide. Nada é regular ou simétrico nesta obra-prima da arquitectura militar, o que se explica pela longa história de reconstruções, modificações e acrescentos, que já dura há séculos e ainda não acabou. Mesmo depois da expulsão dos seus habitantes, a fortaleza foi modificada e aperfeiçoada, de modo a tornar-se um eficaz posto militar avançado. Ao mesmo tempo que se reforçou o sistema defensivo com a construção de uma segunda muralha exterior, também a austera Catedral de Saint-Nazaire foi aumentada e melhorada. O castelo do conde foi rodeado por um fosso, transformando-se numa fortaleza dentro da fortaleza. São cerca de três quilómetros de fortificações, por onde se distribuem cinquenta e duas torres para todos os gostos: há torres quadradas e redondas, de envergadura e tamanho diferentes; umas têm seteiras, outras janelas e algumas são, aparentemente, fechadas. Toda a cidade parece estar cheia de armadilhas: cotovelos estreitos para que só passe um inimigo de cada vez, degraus gigantescos, fossos dissimulados, enfim, todo o mostruário do engenho militar que foi sendo aperfeiçoado desde os romanos, destinado a guerras de cerco, tão comuns nos tempos medievais. Só a mudança das técnicas de guerra, nomeadamente a utilização generalizada da artilharia e a pólvora, nos séculos XV e XVI, a tornou definitivamente obsoleta. Apesar de tudo, é impressionante o seu aspecto exterior de castelo, ao mesmo tempo irreal e inexpugnável. Contorná-la por entre as suas duas muralhas, espreitando pelas janelas e varandins para a paisagem verde de vinhas e campos cultivados, é um convite para uma viagem no tempo, que continua quando atravessamos a ponte levadiça. As ruas estreitas de pedra cinzenta, sombrias no Verão e protegidas dos ventos frios no Inverno, transformam-se num labirinto, e nunca sabemos se terminam nas muralhas, na basílica ou na praça principal. Pouco importa. Os passos ecoam de longe, e a cada esquina esperamos ver aparecer alguém vestido de cota de malha e elmo reluzente. As carroças que conduzem os turistas em visitas guiadas reforçam a esperança, com o ruído dos cascos e o soprar dos cavalos a ressoarem nas paredes de pedra. Para continuar o recuo no tempo, é possível visitar o castelo do visconde, que dá acesso exclusivo a certas partes da muralha. E para terminar a viagem, nada melhor que uma visita ao Museu Medieval e ao da Inquisição, que nos proporcionam pormenores nem sempre agradáveis da história da cidade. Outro museu ao gosto da época é o da Tortura, que exibe sádicos e requintados instrumentos, concebidos em noites de insónia, destinados a punir sabe-se lá que crimes medievais...

 

Dizem os seus apreciadores mais sinceros que a cidade não deve ser visitada no Verão: há demasiada agitação e pouca privacidade para percorrer a velha Carcassonne, e a viagem no tempo, que deve ser feita na solidão, é constantemente interrompida por grupos de turistas ruidosos.

 

(Nós já a visitamos varias vezes no Verão mas de certa forma não deixo de estar de acordo com tais afirmações pois parecem-me de facto credíveis, visitar esta cidade em época baixa deve ser bem diferente, se um dia tivermos possibilidades é isso que faremos.)

 

Das esplanadas sai música durante o dia inteiro e os restaurantes abarrotam de gente. A fama da (donzela do Languedoc) ultrapassou já a do destino turístico de eleição: Já são cerca de setenta os filmes rodados neste cenário de contos de fadas; um dos últimos foi o Robin dos Bosques, de Kevin Kostner. Dificilmente se encontra uma obra arquitectónica desta envergadura tão bem preservada, das torres de telhados pontiagudo, em telha vermelha ou lousa negra, às pontes levadiças que permitem ultrapassar os fossos das muralhas. Os seus críticos dizem que - imagine-se! - É demasiado bela e demasiado perfeita. Mas nem sempre foi assim… O século XVII trouxe-lhe um golpe fatal: a Paz dos Pirenéus, que consolida de vez a anexação pela França da zona do Roussillon, afasta para longe dali os problemas da fronteira espanhola e as pessoas. Quase desabitada, a cidade foi caindo na ruína, enquanto a parte de baixo prosperava e crescia, às vezes à custa das pedras da Cité. No início do século XIX, a bela catedral de Saint-Nazaire perdeu o título a favor de Saint-Michel, na cidade-baixa. A velha Carcassonne foi-se transformando na pedreira da região, e o ministério da guerra chega mesmo a autorizar a demolição e aproveitamento das muralhas. Merimée, escritor parisiense e inspector dos monumentos históricos, conhece a cidade e interfere de imediato a seu favor. Ao arquitecto Viollet-le-Duc, especialista na restauração de monumentos medievais, é entregue o trabalho da sua reconstrução que lhe vai levar cerca de trinta e cinco anos. Cerca de trinta por cento da cidade iria sofrer intervenção e restauro durante esta época, mas os seus habitantes continuam a decrescer em número, preferindo os confortos da Bastide. Em 1955, só cerca de oitocentas pessoas habitavam dentro das muralhas e hoje, parte de uma centena de resistentes que aí se fixaram é estrangeira. O destino de Carcassonne está traçado: será para sempre uma obra de arte inegável, e uma das maiores atracções turísticas do país e da Europa. A reconstrução fixou-a para sempre na Idade Média como quem tira uma fotografia, apesar de a cidade ter atravessado muitas outras épocas. E é, talvez, esta operação de congelamento temporal que lhe empresta toda a magia de cenário perfeito, que nos faz mergulhar profundamente num passado distante, belo mágico e por vezes também atroz…

 

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Foto tirada no Parque Lage com o amigo Hugo aqui do Flickr que esteve no Rio de Janeiro semana passada, infelizmente o Hugo não teve sorte e encontrou o Rio de Janeiro, não so nublado, mas com as montanhas totalmente encobertas por nuvens que atrapalharam e muito sua visita.

 

Historia do Parque Lage

 

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal

 

Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, por um processo de compra e venda. Neste momento, recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde, no ano de 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até o ano de 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família

 

Na década de 1920, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, o qual agradava a cantora lírica italiana, esposa de Henrique Lage, Gabriela Bezanzoni.

 

Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado

 

No ano de 1936, a esposa de Henrique Lages funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, novos habitantes vêm para a mansão dos Lage, os sobrinhos-netos de Gabriela: Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca

 

Fonte: wikipedia

 

Foto: Nós Podemos - Parque Lage - Rio de Janeiro - Brasil

 

According to Law 9.610/98, it is prohibited the partial or total commercial reproduction without the previous written authorization of the author (article 29). ® All rights are reserved.

 

Conforme a Lei 9.610/98, é proibida a reprodução total e parcial ou divulgação comercial ou não sem a autorização prévia e expressa do autor (artigo 29). ® Todos os direitos reservados.

O som das batidas dos tambores arrepiavam sua alma, aquele ritmo galopante e aterrorizante, a portas do grande salão estavam fechadas, ele sabia que não devia entrar, algo ali dentro o perturbava. Que horrores aquela porta escondia? Empurrando-a lentamente ele escutou o som das pesadas dobradiças de ferro gemendo com a movimentação. A luz esverdeada dos vitrais iam tingindo o chão lentamente com a abertura das portas.

 

Seu estômago se contorcia de medo e ansiedade, lá estava ele de novo, adentrando na sala do trono, reavendo o que era seu por direito, seu reinado, sua vida, sua glória. Frederik ia lentamente erguendo a vista em direção ao trono, onde alguém estava sentado, mas a distancia o impedia de ver, as cortinas negras de moviam rebeldes com o vento, como que dançando ou saldando alguém, aquele alguém que ocupava seu lugar.

 

Mais e mais altas as batidas se tornavam, o chão de pedra fazia seus paços firmes ecoarem pelo grande salão. A figura à sua frente não se movia, apenas o fitava como uma estátua de mármore cintilando na escuridão. As cortinas pararam e ele a viu, novamente estava com a cabeça de Lorde Killian em suas mãos, seu olhar era frio e perigoso, como que o avisando de seu destino, como que avisando que ele não estava seguro, que ela sabia de todos os seus planos, ela o vigiava.

 

- Bem-vindo de volta a lar, majestade... – Ela deu uma grande risada que ainda ecoa em seu ouvidos.

 

Fred acordou aterrorizado, suando frio, assustado, ela sabia! Ela tinha o poder e sabia de todos os seus planos, e de algum modo, sempre seria Killian a peça chave, a fraqueza, mas... porque ele? O que havia ocorrido no reino antes de seu retorno? Seria Killian um espião? Ele teria que averiguar isso pessoalmente, descobrir a quem Killian detinha a sua lealdade... lembrar da cabeça decapitada de Killian o nauseava, mas algum significado havia de ter aquilo...

 

- Ele pode estar sob o domínio dela.... ou ser um espião.. mas... porque esses sonhos se repetem? Pode só ser um sonho bobo, ou seria um pressagio?

 

Fred pensava entorpecido por tamanha vivacidade de seu sonho. Alguma coisa ruim estaria pro vir? Ele sabia que retornar não seria fácil, mas... uma coisa era certa... Killian era o único que saberia entrar no castelo, assim como foi o único a escapar das garras de Donatella com vida...

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Será que Killian é realmente um espião? Ou ele foi enfeitiçado e ela sabe de tudo o que eles planejam? E esse retorno, seria muito perigoso? Ou a única solução?

 

O sol mal tinha se erguido e Fred já estava escrevendo. Algo martelava em sua mente, ele deveria cortar os laços com a Madrasta para assim poder reaver a confiança de Victorique. Não foi difícil escolher a quem escrever, de todos os cavaleiros, conselheiros e lordes e nobres de sua corte ninguém era mais digno que seu primo o Lorde Killian O’Liath , eles cresceram quase que juntos, com alguns anos de diferença Fred o considerava como um irmão mais velho, companheiros de jogos, caçadas e lutas. Killian que ensinou muitas das habilidades que Fred possuía hoje.

 

“Caro amigo e irmão,

 

Sei que a muito não escrevo e que lhe devo boas explicações e mais que apenas notícias! Em minha viajem as pressas pedi que você junto com o Valete cuidasse de meu reino até meu retorno, como o próximo na linha de sucessão do trono não vi ninguém mais importante e confiável que você para assumir o dever de proteger e comandar o reino enquanto estou fora, obrigado por sua colaboração meu velho amigo.

 

A viagem se seguiu tranquila e em resumo informo que estou bem, me localizo em uma pequena cidade interiorana próxima ao litoral e com alegria informo que localizei o pacote, mas este é impossível de ser enviado de volta, forças que vão além de minha governança me impedem de realizar tão fato assim como o regresso para minha morada, por isso peço encarecidamente que continue no comando, peço também que tenha cuidado com o Valete e mantenha essa carta em segredo.

 

Estou encerando os contatos diretos com Vossa Majestade, A Madrasta, peço que você como meu braço direito mantenha-me informado sobre tudo que acontece nos dois reinos, somente assim poderemos obter a seguridade necessária para enviar o pacote de volta e que assim eu possa regressar. Mantenha a descrição costumeira, sinto que estamos pisando em terreno desconhecido e não mais nas terras confiáveis que sempre exploramos.

  

Atenciosamente,

Major Frederik II, Príncipe Herdeiro”

 

O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

 

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal. Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, por um processo de compra e venda. Neste momento, recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde, no ano de 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até o ano de 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família.

 

Na década de 1920, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte que se denominava eclético, o qual agradava a cantora lírica italiana, esposa de Henrique Lage, Gabriela Bezanzoni. Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado.

 

No ano de 1936, a esposa de Henrique Lages funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, novos habitantes vêm para a mansão dos Lage, os sobrinhos-netos de Gabriela: Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca.

 

Entretanto, endividado com o Banco do Brasil por conta de negócios feitos com esta instituição financeira, Henrique Lage precisou desfazer-se de parte de seu patrimônio. Entregou parte de seus bens ao banco como pagamento e, a outra, vendeu para empresários particulares. A fim de fazer sobreviver o Parque, foi tombado como patrimônio histórico e artístico com a ajuda do governador Carlos Lacerda.

 

Na década de 1960 parte do terreno chegou a ser comprada pelo empresário Roberto Marinho para a construção da sede da TV Globo entretanto toda a propriedade foi desapropriada e convertida em um parque público. No palácio funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, criada em 1975 pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação.

 

pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Lage

Alguns meses haviam passado desde a chegada de Siwon, os antigos atentados se tornaram mais brandos e as escolas mais seguras. Os tempos estavam mudando e era clara a decisão da maior parte da sociedade, paz. Mesmo eles sendo mestiços era barbado perseguir um ser que não teve como mudar a sua condição social, além disso, muitos pais estava pegando seus filhos de volta e o mundo parecia se adaptar a nova realidade.

 

- É claro, temos que fazer mais palestras motivacionais e discursos...- Erika estava reunida com outros congressistas planejando ações de melhoria.

 

- E se você fizesse uma campanha com seu filho Erika? – Um homem gordinho falou sorridente.

 

- Não sei... quero dizer, é uma boa ideia... mas... também tenho medo... é tudo tão recente...

 

- Você moveu céus e terras para essa lei Erika, você levou metade de sua vida lutando por essa causa! Não há pessoa melhor para essa campanha! – Ele continuou dessa vez mais encorajado. – Os tempos estão mudando, e ter alguém forte como exemplo de sucesso seria um grande incentivo para todos!

 

Bem... acho que é cedo, mas... se for o melhor a ser feito... pensem em algo e vamos discutindo...

 

A reunião durou por mais algum tempo onde debateram outras ações e propostas, mesmo com esses poucos pais reavendo seus filhos, muitas crianças ainda sofriam e muitos orfanatos eram destruídos, sem falar dos pequenos sumiços, famílias pequenas menos influentes sumiam após resgatarem seus filhos, pais ou mães humanos desaparecendo, tudo muito estranho e anormal, porem mantido às escuras, encobertos pela mídia para não aumentar o temor que se alastrava lentamente.

 

- Faça a campanha... – Um ser encapuzado falou das sombras. – Garantirei sua segurança e a de Oz, assim como do restante de sua família...

 

- Acho que já interferiu demais em minha família, e já não há necessidades de seus serviços... nossa divida já está sendo paga.

 

- Não sou seu contratado... e eu decido quando o serviço está completo ou quando uma divida for quitada...- E seguindo para as sombras concluiu desaparecendo. – Mantenha Siwon preparado... o buscarei em breve...

 

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Todo mundo já sabe agora quem é o cara das sombras, o amigo misterioso xD

E pelo visto ele chegou querendo causar mesmo!

 

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«E a primeira coisa que foi feita. Depois que el-rei de Castela levantou cerco, foi reaver os lugares darredor de Lisboa que por Castela tinham voz. E teve [o Mestre] fala com alguns de Sintra, […] para que lhe dessem o castelo daquele lugar que é uma grande fortaleza em um alto e fragoso monte, e a vila ao pé dele, sem nenhuma cerca que a defender possa. [...]

[...] E indo eles pelo caminho, não mui longe da cidade, nasceram no céu umas leves nuvens, com escuro envorilhamento molhando a terra de ligeiros orvalhos; e crescendo mais sua espessura, foi assim o ar coberto de negridão chuvosa, que a noite mostrou sua grande tristeza, antes das horas pertencentes Os montes começaram de se lavar com multidão de grossas chuvas, e descendo as estradas, seu trigoso escorrimento dava grande estorvo aos armados que queriam seguir seu caminho; de guisa que dos pobres regatos onde outrora morava uma simples rã, se faziam tão grandes ribeiros, que punham espanto de se poder passar. E sendo cada vez maior a aspereza de tão esquivo Inverno, parecia que nasciam no céu novas maneiras de chuvas, para subverter o mundo outra vez com mortal dilúvio; [...]»

 

Fernão Lopes (13857-1460?)

Crónica de D. João I

 

O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal.[1] Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, por um processo de compra e venda. Neste momento, recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde, no ano de 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até o ano de 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família.[2]

 

Na década de 1920, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte que se denominava eclético, o qual agradava a cantora lírica italiana, esposa de Henrique Lage, Gabriela Bezanzoni.[2] Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado.[1]

 

No ano de 1936, a esposa de Henrique Lages funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, novos habitantes vêm para a mansão dos Lage, os sobrinhos-netos de Gabriela: Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca.[2]

 

Entretanto, endividado com o Banco do Brasil por conta de negócios feitos com esta instituição financeira, Henrique Lages precisou desfazer-se de parte de seu patrimônio. Entregou parte de seus bens ao banco como pagamento e, a outra, vendeu para empresários particulares. A fim de fazer sobreviver o Parque, foi tombado como patrimônio histórico e artístico com a ajuda do governador Carlos Lacerda.[2]

 

Na década de 1960 a propriedade foi desapropriada e convertida em um parque público. No palácio funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage,[3] criada em 1975 pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação.

 

Em 1967, Glauber Rocha usou a construção em estilo eclético como sede do governo da cidade de Alecrim, no fictício país de Eldorado, cenário de Terra em Transe, filme estrelado por Paulo Autran, José Lewgoy, Glauce Rocha e Jardel Filho, entre outros.

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Parque Lage (in full "Parque Enrique Lage") is a public park in the city of Rio De Janeiro, located in the Jardim Botânico neighborhood at the foot of the Corcovado.

The land was formerly the residence of industrialist Enrique Lage and his wife, singer Gabriela Bezanzoni. During the 1920's Lage had the mansion remodeled by Italian architect Mario Vodrel, with interior paintings by Salvador Payols Sabaté.

 

In the 1960's the land became a public park, with walking trails through subtropical forest. The Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Visual Arts School of Parque Lage) and a café open to the public operate from the former mansion.

O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal.[1] Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, por um processo de compra e venda. Neste momento, recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde, no ano de 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até o ano de 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família.[2]

 

Na década de 1920, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte que se denominava eclético, o qual agradava a cantora lírica italiana, esposa de Henrique Lage, Gabriela Bezanzoni.[2] Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado.[1]

 

No ano de 1936, a esposa de Henrique Lages funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, novos habitantes vêm para a mansão dos Lage, os sobrinhos-netos de Gabriela: Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca.[2]

 

Entretanto, endividado com o Banco do Brasil por conta de negócios feitos com esta instituição financeira, Henrique Lages precisou desfazer-se de parte de seu patrimônio. Entregou parte de seus bens ao banco como pagamento e, a outra, vendeu para empresários particulares. A fim de fazer sobreviver o Parque, foi tombado como patrimônio histórico e artístico com a ajuda do governador Carlos Lacerda.[2]

 

Na década de 1960 a propriedade foi desapropriada e convertida em um parque público. No palácio funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage,[3] criada em 1975 pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação.

 

Em 1967, Glauber Rocha usou a construção em estilo eclético como sede do governo da cidade de Alecrim, no fictício país de Eldorado, cenário de Terra em Transe, filme estrelado por Paulo Autran, José Lewgoy, Glauce Rocha e Jardel Filho, entre outros.

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Parque Lage (in full "Parque Enrique Lage") is a public park in the city of Rio De Janeiro, located in the Jardim Botânico neighborhood at the foot of the Corcovado.

The land was formerly the residence of industrialist Enrique Lage and his wife, singer Gabriela Bezanzoni. During the 1920's Lage had the mansion remodeled by Italian architect Mario Vodrel, with interior paintings by Salvador Payols Sabaté.

 

In the 1960's the land became a public park, with walking trails through subtropical forest. The Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Visual Arts School of Parque Lage) and a café open to the public operate from the former mansion.

Série João Pessoa Páscoa 2011.

 

O conjunto arquitetônico da Igreja de São Francisco/ Convento de Santo Antônio é formado pelo Adro, Igreja, Convento e Cruzeiro, sendo considerado o maior monumento em estilo barroco da América Latina . Sua edificação foi de iniciativa dos frades da Ordem Franciscana que vieram à Paraíba para ajudar os jesuítas na catequização dos índios. O conjunto encontra-se tombado pelo Patrimônio Histórico desde 1952.

 

A Igreja de São Francisco apresenta um estilo fiel ao barroco rococó e é considerada o mais importante monumento histórico-artístico religioso, dentro do conjunto de que faz parte (Nóbrega, 1982). Começou a ser construída em 1589 e só foi completamente terminada em 1788. Chegou a servir de residência a diretores holandeses, durante a invasão holandesa, período no qual teve suas obras interrompidas.

 

Na entrada do grande Adro da Igreja de São Francisco, encontra-se um monumento, belo por sua imponência, o Cruzeiro de São Francisco. Trata-se do único cruzeiro remanescente atualmente em João Pessoa.

 

Iniciado no século XVI, o Adro da Igreja de São Francisco é cercado de duas grandes muralhas antigas e azulejadas, com seis painéis representando as estações da Paixão de Cristo. Esses azulejos são de grande importância histórica e artística. Já a parte superior das muralhas é trabalhada em pedra. Por sua vez, o piso do adro é todo em lajes muito antigas.

 

Os franciscanos viveram no convento até 1885. De 1885 a 1894, o mesmo foi tomado pelo império, que instalou no Convento uma Escola de Aprendizes Marinheiros e um Hospital Militar. Posteriormente, com a criação da Diocese da Paraíba, o 1º Bispo da Paraíba, Dom Adauto de Miranda Henriques, conseguiu reavê-lo com a finalidade de iniciar Seminário e Colégio diocesano. Por 70 anos o convento foi casa de formação sacerdotal. Depois, foi local de funcionamento de algumas instituições do Estado e, em 1979, todo o Conjunto foi fechado para restauração. Finalmente, aos 6 de março de 1990, foi reaberto como Centro Cultural de São Francisco.

Atualmente, todo o Conjunto da Igreja de São Francisco encontra-se aberto à visitação, contando, inclusive, com guias capacitados para o detalhamento da história do monumento. A riqueza artística a se admirar é infinita, em todos os seus detalhes. Há, inclusive, mostras permanentes da arte popular brasileira. E, periodicamente, o Centro Cultural é local de variadas mostras e eventos culturais.

O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

 

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal.[2] Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, por um processo de compra e venda. Neste momento, recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde, no ano de 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até o ano de 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família.[3]

 

Na década de 1920, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte que se denominava eclético, o qual agradava a cantora lírica italiana, esposa de Henrique Lage, Gabriela Bezanzoni.[3] Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado.[2]

 

No ano de 1936, a esposa de Henrique Lages funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, novos habitantes vêm para a mansão dos Lage, os sobrinhos-netos de Gabriela: Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca.[3]

 

Entretanto, endividado com o Banco do Brasil por conta de negócios feitos com esta instituição financeira, Henrique Lages precisou desfazer-se de parte de seu patrimônio. Entregou parte de seus bens ao banco como pagamento e, a outra, vendeu para empresários particulares. A fim de fazer sobreviver o Parque, foi tombado como patrimônio histórico e artístico com a ajuda do governador Carlos Lacerda.[3]

 

Na década de 1960 a propriedade foi desapropriada e convertida em um parque público. No palácio funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage,[4] criada em 1975 pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação.

 

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Parque Lage (in full "Parque Enrique Lage") is a public park in the city of Rio De Janeiro, located in the Jardim Botânico neighborhood at the foot of the Corcovado.

  

The atrium of the mansion with café.The land was formerly the residence of industrialist Enrique Lage and his wife, singer Gabriela Bezanzoni. During the 1920's Lage had the mansion remodeled by Italian architect Mario Vodrel, with interior paintings by Salvador Payols Sabaté.

 

In the 1960's the land became a public park, with walking trails through subtropical forest. The Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Visual Arts School of Parque Lage) and a café open to the public operate from the former mansion.

  

J'avais vraiment la flemme de faire une nouvelle photo, mais j'avais promis de répondre au Tag. La photo date de l'hiver dernier, j'avais encore Usagi en ce temps là~

 

1. Le principal trait de mon caractère.

 

> Je suis naturellement très stressée. Je fais de mon mieux pour toujours garder mon sang froid.

 

2. La qualité que je préfère chez un homme.

 

> Son bon vivant

 

3. La qualité que je préfère chez une femme.

 

>Idem

 

4. Ce que j'apprécie le plus chez mes amis.

 

> Le fait que je puisse leur parler librement sans marcher sur des oeufs.

 

5. Mon principal défaut

 

> Je suis la plupart du temps très réservée, et je me vexe assez vite.

 

6 .Mon occupation préférée.

 

> Prendre des photos ou coudre

 

7. Mon rêve de bonheur.

 

> Aucun en particulier. Plutôt un souhait à long terme, rester auprès de mon compagnon

 

8. Quel serait ton plus grand malheur ?

 

>Tout abandonner.

 

9. Ce que je voudrais être.

 

> Quelqu'un d'utile

 

10. Le pays où je désirerais vivre.

 

> Je ne me plains pas de la France, j'y suis née, je n'ai pas envie de changer, malgré les nombreux défaut de ce pays. Mais je devais choisir, mon choix se porte entre la Nouvelle Zélande, la Chine ou la Grande-Bretagne.

 

11. La couleur que je préfère.

 

> Le bleu

 

12. La fleur que j'aime.

 

> La rose blanche ou les fleurs avec de grands pétales/colorés

 

13. L'oiseau que je préfère.

 

> Le canaris et la perruche. Je les aime tous les deux

 

14. Mes auteurs favoris.

 

> Sir Conan Doyle et J.R.R Tolkien

 

15. Mes poètes favoris.

 

> Baudelaire.

 

16. Mes héros dans la fiction.

 

> Carmine (Gears of War), Reaver (Fable II et III), le 6ème docteur (Doctor Who), Sherlock (Sherlock BBC)

 

17. Mes héroïnes dans la fiction.

 

> Daenerys Targarian (Game of Thrones)

 

18. Mes compositeurs favoris.

 

> Johann Pachelbel

 

19. Mes peintres favoris.

 

> Depuis que j'ai arrêter les études d'art, je suis incapable de me souvenir d'un seul nom...

 

20. Mes héros dans la vie réelle.

 

/

 

21. Mes héroïnes dans la vrai vie.

 

/

 

22. Mes noms favoris.

 

> Christy, Eglantine, Jim, Chloé

 

23. Ce que je déteste par dessus tout.

 

> Les hypocrites

 

24. Personnages historiques.

 

/

 

25. Le fait militaire que j'admire le plus.

 

> Bien que je ne porte pas dans mon coeur l'armée et les armes, leur courage au combat.

 

26. La réforme que j'estime le plus.

 

> Ces dernières années, aucune n'est bonne à prendre.

 

27. Le don de la nature que j'aimerais avoir.

 

> Être plus forte

 

28. Comment j'aimerais mourir.

 

> Le plus tard possible.

 

29. État présent de mon esprit.

 

>Stressée, encore et toujours

 

30. Fautes qui m'inspire le plus d'indulgence.

 

> Avoir fait une erreur pour cause qui nous tiens à coeur.

 

31. Ma devise.

 

Keep calm and going on!

Já os "Antigos" Diziam:

 

vide: In Manteigas, llogar metido no meio da Serra da Estrela honde as gentes areceavem acentar vivenda

Uma resenha histórica de José David Lucas Batista, investigador de História local

In Boletim Municipal, Nº 5, 1996.

 

«O povo mais antigo das proximidades desta região era o povo Cimeiro, hoje freguesia de Sameiro, do Concelho de Manteigas. Numa ocasião em que estava à porta de casa uma mulher daquele, tendo consigo uma filhinha, passou um touro que lhe arrebatou a criança e fugiu. A mulher perseguiu o animal e só onde está edificada a vila é que pôde reaver a criança,...

Em perseguição do touro vieram também outras pessoas, e reconhecendo que o sítio era azado para viver, construíram algumas cabanas onde habitaram consentânea com o surto espontâneo de povoamento inicialmente registado. O carácter bucólico de "locus amoenus", que aqui se nos depara, revela-se único, porquanto ao longo de vários séculos os dados documentais que apontam Manteigas como "locus horrendus" são em número bastante maior.»

 

Só lamento que tenha algo de verdadeiro.

 

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Carenar lens, 28mm F2.8, with adapter without Focus confirmation.

Technique:

Carenar 28mm

28mm

F16

Esta foi a minha primeira câmera digital, que comprei em sociedade com um amigo por volta de 1997/8.

 

Depois de muito tempo (diretamente do passado!!!), consegui reaver esta câmera, uma Sony Mavica FD85. Não sei se ela ainda está funcionando, mas vou testá-la assim que arranjar um tempo.

 

Eis aqui as características técnicas dela (vejam como as configurações das câmeras digitais evoluíram!!!):

 

Monitor LCD de 2.5"

CCD de 1.3 Mega Pixel

Zoom Optico 3x / Digital 6x

Aceita disquete comum de 1.44mb ou pode gravar em memória com o adaptador de Memory Stick

Formato Universal JPEG

Formato MPEG

FD Drive 4x

Flash Integrado com redução de olhos vermelhos

Modo de Gravação (Normal, E-mail, Voice Memo, Mpeg Movie)

Tamanho de Foto : VGA (640 x 480), XGA (1024 x 768), Mega Pixel (1216 x 912)

Efeitos Visuais (Solarização / Branco e Preto / Sepia / Negativo)

Copia de Discos e de Arquivos

Programação de Exposição Automática (Program AE)

Saidas de Audio/Vídeo

Temporizador

Compatível com Memory Stick

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This was my first digital cam.

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(Historia de Soul Reaver)

Toda jerarquía tiene sus favoritos como el clan más fuerte de los “Turelim” (anteriormente mencionados) pero quienes están por debajo de la pirámide de poder son los vampiros rezagados que perdieron su territorio como su influencia por dominar las tierras de “Nosgoth”.

Los “Dumahim” son los hijos del teniente “Dumah”, la tierra bajo su control fue “el pueblo de ceniza” al noroeste de “Nosgoth” donde grandes chimeneas y hornos industriales están siempre activos cubriendo el entorno con una espesa ceniza y nieve, algunos relatos mencionan que las “forjas eternas” de este pueblo fabricaban las mejores armas y armaduras de todo Nosgoth.

En medio de su arrogancia “Dumah” y sus hijos fueron los vampiros mejor armados y preparados para devastar los reinos humanos junto con lo demás clanes se consiguió la mayor victoria y los humanos fueron domesticados como ganado, con el paso del tiempo la unidad de los clanes se fracturo con la guerra civil de los vampiros. (Los clanes más fuertes exigían más tributo de sangre dejando sin ninguna gota al resto)

Divididos por los años de guerra el clan de “Dumah” se mantuvo en su burbuja de orgullo realizando preparativos para invadir y expandir su territorio cuando de repente fueron asaltados por un pequeño grupo de cazadores de vampiros que utilizando la ventaja de la sorpresa vendieron sus vidas lo más cara posible llevándose en el fuego cruzado incontables “Dumahim” que comenzaron a replegarse cuando observaron en la distancia que los vengativos humanos consiguieron lo imposible al ensartar el cuerpo moribundo del patriarca “Dumah” en su propio trono.

La masacre fue tan devastadora para el clan “Dumahim” que los pocos sobrevivientes vampiros por miedo nunca regresaron a su territorio de origen prefiriendo deambular como nómadas carroñeros en busca de una presa indefensa (Como perros salvajes sin amo). Como último dato con el paso de los siglos los “Dumahim” adaptaron su lengua para succionar la sangre de sus víctimas.

🎼 www.youtube.com/watch?v=iJBeQUW0SYk&ab_channel=degh65...

 

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O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

 

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal.[2] Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, por um processo de compra e venda. Neste momento, recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde, no ano de 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até o ano de 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família.[3]

 

Na década de 1920, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte que se denominava eclético, o qual agradava a cantora lírica italiana, esposa de Henrique Lage, Gabriela Bezanzoni.[3] Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado.[2]

 

No ano de 1936, a esposa de Henrique Lages funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, novos habitantes vêm para a mansão dos Lage, os sobrinhos-netos de Gabriela: Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca.[3]

 

Entretanto, endividado com o Banco do Brasil por conta de negócios feitos com esta instituição financeira, Henrique Lages precisou desfazer-se de parte de seu patrimônio. Entregou parte de seus bens ao banco como pagamento e, a outra, vendeu para empresários particulares. A fim de fazer sobreviver o Parque, foi tombado como patrimônio histórico e artístico com a ajuda do governador Carlos Lacerda.[3]

 

Na década de 1960 a propriedade foi desapropriada e convertida em um parque público. No palácio funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage,[4] criada em 1975 pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação.

 

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Parque Lage (in full "Parque Enrique Lage") is a public park in the city of Rio De Janeiro, located in the Jardim Botânico neighborhood at the foot of the Corcovado.

  

The atrium of the mansion with café.The land was formerly the residence of industrialist Enrique Lage and his wife, singer Gabriela Bezanzoni. During the 1920's Lage had the mansion remodeled by Italian architect Mario Vodrel, with interior paintings by Salvador Payols Sabaté.

 

In the 1960's the land became a public park, with walking trails through subtropical forest. The Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Visual Arts School of Parque Lage) and a café open to the public operate from the former mansion.

  

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Correia Góis

 

Em Quinta-feira da Ascensão (40 dias depois da Páscoa), dia em que os católicos celebram a festa da Ascensão do Senhor, os povos da região do Baixo-Mondego, com ênfase maior nos da margem direita, visitam a igreja de S. Marcos sediada no Palácio de S. Marcos, outrora convento dos monges de S. Jerónimo.

   

Em passado remoto, o dia da Ascensão do Senhor além de ser dia santificado era considerado feriado nacional. Manhã cedo, os povos rumavam aos olivais e prados de cereais a colher ramagens, flores campestres e espigas de trigo, centeio e cevada, com que arranjam o ramo a ser benzido na igreja conventual, e que depois era guardado em casa na convicção de protecção e fertilização das pessoas, animais e sementeiras.

 

Neste dia os agricultores não colhiam pastos para os animais e os pescadores não lançavam as redes, uma vez que a pescaria colhida era imprópria para consumo.

 

Após a bênção do ramo e a missa na ermida de S. Marcos, a par do pagamento de votos e oblações, as famílias e os amigos fruíam das famosas sombras do arvoredo fronteiro e das merendas. Ao anoitecer regressavam aos lares, com a promessa de voltar no próximo ano.

   

Tradição adaptada

 

A função de outrora, secular, resistiu às aculturações temporais e adaptou-se aos tempos hodiernos. Ou seja, os devotos e visitantes já não o fazem em grupos ou ranchos, o automóvel é transporte privilegiado, os feirantes empresariais (alguns marroquinos) absorvem os tradicionais e as músicas advindas das concertinas foram substituídas por amplificações sonoras que mais não fazem do que gritar, quase a vetar o convívio entre os visitantes.

 

A missa deixou de ser matinal para ser ao fim da tarde e, apesar dos parasitas da comunicação, os moradores das freguesias de S. Martinho de Árvore, S. Silvestre, S. João do Campo, Tentúgal e Ançã não dispensam a visita a S. Marcos na Quinta-Feira da Ascensão.

 

Foi neste contexto que visitámos S. Marcos na condição de colher imagens e vivências passíveis de formar e informar os leitores, com o intuito de inspirar contacto e visita a um sítio histórico-cultural ímpar em Portugal.

   

Pequena ermida

 

Em meados do século XV, João Gomes da Silva, alferes-mor do rei D. João I, rico-homem, copeiro-mor, um dos principais defensores da cidade de Coimbra nas guerras com Castela, participante activo na batalha de Aljubarrota, filho de Gonçalo Gomes e D. Maria Pires, com ascendência na família dos Silvas, ao tempo marqueses de Vagos e senhores das terras de Montemor-o-Velho, Tentúgal, Covilhã, Buarcos, Cantanhede, Medina e Nespereira, recebeu por mercê régia muitas terras e privilégios, que a par da herança de seu pai o tornaram num dos fidalgos mais nobres e ricos de Portugal, com residência em Montemor-o-Velho.

 

Em 1441, João Gomes retira-se para a Quinta de S. Marcos e próximo de umas humildes casas de habitação edifica uma pequena ermida em honra do evangelista S. Marcos, onde deveria ser sepultado após a morte.

 

Ainda no mesmo ano decide doar a quinta aos padres de S. Jerónimo, ao tempo florescentes na Penha Longa e Mata, na condição de estes enviarem para S. Marcos um clérigo para rezar missa quotidiana e oficializada em dias das festas do Senhor e da Virgem Nossa Senhora. Esta doação é lavrada pelo tabelião Estêvão Anes e testemunhada por Pedro Gonçalves, António João (cozinheiro da casa) e Martins Afonso, assistente em S. Silvestre.

 

Em 1444, a 25 de Março, finou-se João Gomes da Silva. É sepultado na dita ermida e sucede-lhe na herança o filho varão Aires Gomes da Silva. Este reafirma as disposições do pai, manteve o clérigo em casa até às desavenças entre o rei D. Afonso V e o infante D. Pedro (tio e sogro de D. Afonso). Aires Gomes da Silva tomou o partido de D. Pedro e acompanha-o na batalha de Alfarrobeira, onde morre e de que resulta o confisco de todos os bens e privilégios.

   

Fundação do convento

 

Em 1448, a viúva, D. Brites de Menezes, oriunda da nobre família dos marqueses de Cantanhede e 3.ª mulher de Aires Gomes da Silva, aia da infanta D. Isabel, reavê por Alvará régio lavrado em Sintra os bens confiscados, na condição de doar a quinta de S. Marcos para ali se fundar um convento de monges hieromitas.

 

Para o efeito vai ao convento de Arruda dos Vinhos junto de seu confessor Fr. João Velho (monge do mosteiro da Mata) e Fr. Álvaro (prior do mesmo) a dar conta da sua decisão e solicitar-lhes que os seus procuradores compareçam em Lisboa a receber a doação.

 

O acto de doação ocorreu em Lisboa nos Paços de El-Rei, a 28 de Julho de 1451, através de uma carta lavrada pelo tabelião Álvaro Vaz, outorgada por D. Brites e Fr. João Velho, testemunhada por Gonçalo Vaz (escudeiro da duquesa de Borgonha), Fr. Alvaro Anes e o provincial da Trindade.

 

Nos primórdios do ano de 1452, dois monges de S. Jerónimo, João Velho e Espírito Santo, tomam posse de S. Marcos e em Abril do dito ano iniciam as obras sob a orientação do arquitecto Gil de Sousa (autor do mosteiro da Penha Longa) e regência de Fr. João Velho. Gil de Sousa orientou as obras durante 12 anos, até ao momento da sua morte e sequente enterramento na igreja. As obras irão continuar sob a direcção de Nuno Gonçalves, um pedreiro do vizinho lugar de Zouparria.

 

Desde 1452, S. Marcos funcionou como um autêntico estaleiro de obras e de arte. Aqui lavraram os maiores arquitectos, escultores e imaginários do tempo, com incidência maior nos altares e mausoléus da igreja, dormitórios e claustros, botica, celeiros e oficinas.

   

Incêndio e recuperação

 

A igreja tem a grande reforma em 1510 como se infere da era grafada na porta principal, a capela maior entre os anos de 1522-1523, a capela dos Reis Magos em finais do século XVI e a frontaria no século XVIII.

 

Aquando da extinção das ordens religiosas, em 1834, o convento foi vendido a particulares, acabando destruído por um incêndio em 1860, com excepção da igreja e casa da botica. O resto são ruínas recuperadas em meados do século XX, após aquisição pela Fundação da Casa de Bragança, sob a direcção do arquitecto Castro Ferreira, um projecto inspirado nas casas seiscentistas.

 

Em 1976 a Universidade de Coimbra protocoliza com a Casa de Bragança a ocupação dos imóveis, com a finalidade de ali instalar residência para convidados, gabinetes de trabalho e salões de recepções.

   

Igreja de S. Marcos

 

A igreja, monumento nacional, constitui um dos monumentos mais notáveis da arte tumular. Ali jazem, em mausoléus lavrados por excelentes imaginários da Renascença, os membros de uma das maiores famílias nobres do Reino - os Silvas.

 

A igreja orienta-se no sentido nascente-poente (entrada), precedida por largo adro recheado de frondoso arvoredo, ladeada a norte pela casa da botica e a sul pelos celeiros e palácio (outrora a zona conventual).

 

A porta de entrada é de arco quebrado, adornado por cairéis, molduras de folhagens, finas colunas, bases compostas e capitéis de folhagens, tudo na forma do manuelino flamejante-naturalista. Esta porta é precedida de uma frontaria edificada no século XVIII, uma obra equilibrada nas composições laterais, na torre sineira (os sinos estão na torre da Igreja de S. Bartolomeu, no centro de Coimbra), nas janelas do coro, nos nichos laterais (as esculturas foram vendidas para o Brasil) e na zona baixa, com os três arcos do peristilo a rasgar a frontaria. No ângulo da empena no remate superior grafa-se o escudo da ordem de S. Jerónimo.

 

O corpo mostra restos das paredes do século XVI (1510), a abóbada do século XVII e o arco cruzeiro de 1696, ao tempo em que era prior do convento Fr. José de S. Tomás. A primitiva ermida de S. Marcos situava-se no sítio do arco cruzeiro.

 

Os flancos do corpo da igreja asilam do lado do Evangelho o púlpito (século XVI) e a capela dos Reis Magos, obra edificada por D. Beatriz de Vilhena (1566-1578) destinada a panteão da família Silva e Castro. No lado da Epístola encontram-se os túmulos de Fernão Teles de Meneses (obra atribuída a Diogo de Castilho) e a arca tumular de Aires Gomes da Silva.

 

A capela-maior, ex-libris da igreja, foi dificada entre os anos de 1522-1523 sob desenho de Diogo de Castilho. O retábulo é obra de Nicolau Chanterene e compõe-se de uma zona alta bem desenvolvida e zona baixa a asilar o sacrário e a bancada do século XVIII.

   

Espaço ímpar

 

A zona cimeira é recortada por um arco central a dar guarida a uma escultura de Cristo descido da Cruz em alto relevo, uma composição movimentada e cheia de figuras. Nos dois nichos laterais estão as figuras ajoelhadas dos dadores: do lado do Evangelho, D. Aires da Silva, apresentado por S. Jerónimo; do lado da Epístola, D.Guiomar de Castro, apresentada por S. Marcos. A orgânica construtiva advem de pilastras adornadas antepostas de colunelos.

 

O corpo inferior contém o Sacrário e quatro nichos em alto relevo reproduzindo cenas da vida de S. Jerónimo: S. Jerónimo e o leão, O santo e os mercadores, S. Jerónimo penitente e Morte de S. Jerónimo. As pilastras divisórias mostram esculturas de S. Gregório, S. Sebastião, S. João Baptista e um Santo Bispo. A dominar esta escultura retabular encontra-se no topo superior a escultura do Padre-Eterno.

 

As paredes laterais são ocupadas, do lado esquerdo, pelos túmulos de D. Brites de Meneses, D. Guiomar de Castro, D. Aires da Silva e D. João da Silva. Do lado direito, o túmulo de João da Silva (regedor e filho de Aires da Silva) e Luís da Silva Teles. Do lado da epístola, abre-se uma porta para a sacristia, mandada edificar por João da Silva, como se infere de legenda em remate.

 

As armas dos Silvas, Castros e Meneses - inscritas nas paredes, tectos, altares e túmulos - por norma têm a presença de um leão, a divisa dos Silvas, os padroeiros.

 

Eis algumas nótulas sobre um espaço histórico-cultural ímpar em Portugal (passível de tratamento mais desenvolvido em momento oportuno), na tentativa e convicção de motivar leitores a visitarem o Palácio de S. Marcos. Vale (bem) a pena. www.mensageirosantoantonio.com/messaggero/pagina_articolo...

Correia Góis

 

Em Quinta-feira da Ascensão (40 dias depois da Páscoa), dia em que os católicos celebram a festa da Ascensão do Senhor, os povos da região do Baixo-Mondego, com ênfase maior nos da margem direita, visitam a igreja de S. Marcos sediada no Palácio de S. Marcos, outrora convento dos monges de S. Jerónimo.

   

Em passado remoto, o dia da Ascensão do Senhor além de ser dia santificado era considerado feriado nacional. Manhã cedo, os povos rumavam aos olivais e prados de cereais a colher ramagens, flores campestres e espigas de trigo, centeio e cevada, com que arranjam o ramo a ser benzido na igreja conventual, e que depois era guardado em casa na convicção de protecção e fertilização das pessoas, animais e sementeiras.

 

Neste dia os agricultores não colhiam pastos para os animais e os pescadores não lançavam as redes, uma vez que a pescaria colhida era imprópria para consumo.

 

Após a bênção do ramo e a missa na ermida de S. Marcos, a par do pagamento de votos e oblações, as famílias e os amigos fruíam das famosas sombras do arvoredo fronteiro e das merendas. Ao anoitecer regressavam aos lares, com a promessa de voltar no próximo ano.

   

Tradição adaptada

 

A função de outrora, secular, resistiu às aculturações temporais e adaptou-se aos tempos hodiernos. Ou seja, os devotos e visitantes já não o fazem em grupos ou ranchos, o automóvel é transporte privilegiado, os feirantes empresariais (alguns marroquinos) absorvem os tradicionais e as músicas advindas das concertinas foram substituídas por amplificações sonoras que mais não fazem do que gritar, quase a vetar o convívio entre os visitantes.

 

A missa deixou de ser matinal para ser ao fim da tarde e, apesar dos parasitas da comunicação, os moradores das freguesias de S. Martinho de Árvore, S. Silvestre, S. João do Campo, Tentúgal e Ançã não dispensam a visita a S. Marcos na Quinta-Feira da Ascensão.

 

Foi neste contexto que visitámos S. Marcos na condição de colher imagens e vivências passíveis de formar e informar os leitores, com o intuito de inspirar contacto e visita a um sítio histórico-cultural ímpar em Portugal.

   

Pequena ermida

 

Em meados do século XV, João Gomes da Silva, alferes-mor do rei D. João I, rico-homem, copeiro-mor, um dos principais defensores da cidade de Coimbra nas guerras com Castela, participante activo na batalha de Aljubarrota, filho de Gonçalo Gomes e D. Maria Pires, com ascendência na família dos Silvas, ao tempo marqueses de Vagos e senhores das terras de Montemor-o-Velho, Tentúgal, Covilhã, Buarcos, Cantanhede, Medina e Nespereira, recebeu por mercê régia muitas terras e privilégios, que a par da herança de seu pai o tornaram num dos fidalgos mais nobres e ricos de Portugal, com residência em Montemor-o-Velho.

 

Em 1441, João Gomes retira-se para a Quinta de S. Marcos e próximo de umas humildes casas de habitação edifica uma pequena ermida em honra do evangelista S. Marcos, onde deveria ser sepultado após a morte.

 

Ainda no mesmo ano decide doar a quinta aos padres de S. Jerónimo, ao tempo florescentes na Penha Longa e Mata, na condição de estes enviarem para S. Marcos um clérigo para rezar missa quotidiana e oficializada em dias das festas do Senhor e da Virgem Nossa Senhora. Esta doação é lavrada pelo tabelião Estêvão Anes e testemunhada por Pedro Gonçalves, António João (cozinheiro da casa) e Martins Afonso, assistente em S. Silvestre.

 

Em 1444, a 25 de Março, finou-se João Gomes da Silva. É sepultado na dita ermida e sucede-lhe na herança o filho varão Aires Gomes da Silva. Este reafirma as disposições do pai, manteve o clérigo em casa até às desavenças entre o rei D. Afonso V e o infante D. Pedro (tio e sogro de D. Afonso). Aires Gomes da Silva tomou o partido de D. Pedro e acompanha-o na batalha de Alfarrobeira, onde morre e de que resulta o confisco de todos os bens e privilégios.

   

Fundação do convento

 

Em 1448, a viúva, D. Brites de Menezes, oriunda da nobre família dos marqueses de Cantanhede e 3.ª mulher de Aires Gomes da Silva, aia da infanta D. Isabel, reavê por Alvará régio lavrado em Sintra os bens confiscados, na condição de doar a quinta de S. Marcos para ali se fundar um convento de monges hieromitas.

 

Para o efeito vai ao convento de Arruda dos Vinhos junto de seu confessor Fr. João Velho (monge do mosteiro da Mata) e Fr. Álvaro (prior do mesmo) a dar conta da sua decisão e solicitar-lhes que os seus procuradores compareçam em Lisboa a receber a doação.

 

O acto de doação ocorreu em Lisboa nos Paços de El-Rei, a 28 de Julho de 1451, através de uma carta lavrada pelo tabelião Álvaro Vaz, outorgada por D. Brites e Fr. João Velho, testemunhada por Gonçalo Vaz (escudeiro da duquesa de Borgonha), Fr. Alvaro Anes e o provincial da Trindade.

 

Nos primórdios do ano de 1452, dois monges de S. Jerónimo, João Velho e Espírito Santo, tomam posse de S. Marcos e em Abril do dito ano iniciam as obras sob a orientação do arquitecto Gil de Sousa (autor do mosteiro da Penha Longa) e regência de Fr. João Velho. Gil de Sousa orientou as obras durante 12 anos, até ao momento da sua morte e sequente enterramento na igreja. As obras irão continuar sob a direcção de Nuno Gonçalves, um pedreiro do vizinho lugar de Zouparria.

 

Desde 1452, S. Marcos funcionou como um autêntico estaleiro de obras e de arte. Aqui lavraram os maiores arquitectos, escultores e imaginários do tempo, com incidência maior nos altares e mausoléus da igreja, dormitórios e claustros, botica, celeiros e oficinas.

   

Incêndio e recuperação

 

A igreja tem a grande reforma em 1510 como se infere da era grafada na porta principal, a capela maior entre os anos de 1522-1523, a capela dos Reis Magos em finais do século XVI e a frontaria no século XVIII.

 

Aquando da extinção das ordens religiosas, em 1834, o convento foi vendido a particulares, acabando destruído por um incêndio em 1860, com excepção da igreja e casa da botica. O resto são ruínas recuperadas em meados do século XX, após aquisição pela Fundação da Casa de Bragança, sob a direcção do arquitecto Castro Ferreira, um projecto inspirado nas casas seiscentistas.

 

Em 1976 a Universidade de Coimbra protocoliza com a Casa de Bragança a ocupação dos imóveis, com a finalidade de ali instalar residência para convidados, gabinetes de trabalho e salões de recepções.

   

Igreja de S. Marcos

 

A igreja, monumento nacional, constitui um dos monumentos mais notáveis da arte tumular. Ali jazem, em mausoléus lavrados por excelentes imaginários da Renascença, os membros de uma das maiores famílias nobres do Reino - os Silvas.

 

A igreja orienta-se no sentido nascente-poente (entrada), precedida por largo adro recheado de frondoso arvoredo, ladeada a norte pela casa da botica e a sul pelos celeiros e palácio (outrora a zona conventual).

 

A porta de entrada é de arco quebrado, adornado por cairéis, molduras de folhagens, finas colunas, bases compostas e capitéis de folhagens, tudo na forma do manuelino flamejante-naturalista. Esta porta é precedida de uma frontaria edificada no século XVIII, uma obra equilibrada nas composições laterais, na torre sineira (os sinos estão na torre da Igreja de S. Bartolomeu, no centro de Coimbra), nas janelas do coro, nos nichos laterais (as esculturas foram vendidas para o Brasil) e na zona baixa, com os três arcos do peristilo a rasgar a frontaria. No ângulo da empena no remate superior grafa-se o escudo da ordem de S. Jerónimo.

 

O corpo mostra restos das paredes do século XVI (1510), a abóbada do século XVII e o arco cruzeiro de 1696, ao tempo em que era prior do convento Fr. José de S. Tomás. A primitiva ermida de S. Marcos situava-se no sítio do arco cruzeiro.

 

Os flancos do corpo da igreja asilam do lado do Evangelho o púlpito (século XVI) e a capela dos Reis Magos, obra edificada por D. Beatriz de Vilhena (1566-1578) destinada a panteão da família Silva e Castro. No lado da Epístola encontram-se os túmulos de Fernão Teles de Meneses (obra atribuída a Diogo de Castilho) e a arca tumular de Aires Gomes da Silva.

 

A capela-maior, ex-libris da igreja, foi dificada entre os anos de 1522-1523 sob desenho de Diogo de Castilho. O retábulo é obra de Nicolau Chanterene e compõe-se de uma zona alta bem desenvolvida e zona baixa a asilar o sacrário e a bancada do século XVIII.

   

Espaço ímpar

 

A zona cimeira é recortada por um arco central a dar guarida a uma escultura de Cristo descido da Cruz em alto relevo, uma composição movimentada e cheia de figuras. Nos dois nichos laterais estão as figuras ajoelhadas dos dadores: do lado do Evangelho, D. Aires da Silva, apresentado por S. Jerónimo; do lado da Epístola, D.Guiomar de Castro, apresentada por S. Marcos. A orgânica construtiva advem de pilastras adornadas antepostas de colunelos.

 

O corpo inferior contém o Sacrário e quatro nichos em alto relevo reproduzindo cenas da vida de S. Jerónimo: S. Jerónimo e o leão, O santo e os mercadores, S. Jerónimo penitente e Morte de S. Jerónimo. As pilastras divisórias mostram esculturas de S. Gregório, S. Sebastião, S. João Baptista e um Santo Bispo. A dominar esta escultura retabular encontra-se no topo superior a escultura do Padre-Eterno.

 

As paredes laterais são ocupadas, do lado esquerdo, pelos túmulos de D. Brites de Meneses, D. Guiomar de Castro, D. Aires da Silva e D. João da Silva. Do lado direito, o túmulo de João da Silva (regedor e filho de Aires da Silva) e Luís da Silva Teles. Do lado da epístola, abre-se uma porta para a sacristia, mandada edificar por João da Silva, como se infere de legenda em remate.

 

As armas dos Silvas, Castros e Meneses - inscritas nas paredes, tectos, altares e túmulos - por norma têm a presença de um leão, a divisa dos Silvas, os padroeiros.

 

Eis algumas nótulas sobre um espaço histórico-cultural ímpar em Portugal (passível de tratamento mais desenvolvido em momento oportuno), na tentativa e convicção de motivar leitores a visitarem o Palácio de S. Marcos. Vale (bem) a pena. www.mensageirosantoantonio.com/messaggero/pagina_articolo...

Aquí los ilustres 5 hermanos vampiros de “Raziel” cuando fueron jóvenes eran muy unidos pero al paso de los siglos se aislaron como enemigos hasta quedar un solo vampiro… # #sketch #soul #reaver

🎼 www.youtube.com/watch?v=DHuuHbHFWkU

 

Correia Góis

 

Em Quinta-feira da Ascensão (40 dias depois da Páscoa), dia em que os católicos celebram a festa da Ascensão do Senhor, os povos da região do Baixo-Mondego, com ênfase maior nos da margem direita, visitam a igreja de S. Marcos sediada no Palácio de S. Marcos, outrora convento dos monges de S. Jerónimo.

   

Em passado remoto, o dia da Ascensão do Senhor além de ser dia santificado era considerado feriado nacional. Manhã cedo, os povos rumavam aos olivais e prados de cereais a colher ramagens, flores campestres e espigas de trigo, centeio e cevada, com que arranjam o ramo a ser benzido na igreja conventual, e que depois era guardado em casa na convicção de protecção e fertilização das pessoas, animais e sementeiras.

 

Neste dia os agricultores não colhiam pastos para os animais e os pescadores não lançavam as redes, uma vez que a pescaria colhida era imprópria para consumo.

 

Após a bênção do ramo e a missa na ermida de S. Marcos, a par do pagamento de votos e oblações, as famílias e os amigos fruíam das famosas sombras do arvoredo fronteiro e das merendas. Ao anoitecer regressavam aos lares, com a promessa de voltar no próximo ano.

   

Tradição adaptada

 

A função de outrora, secular, resistiu às aculturações temporais e adaptou-se aos tempos hodiernos. Ou seja, os devotos e visitantes já não o fazem em grupos ou ranchos, o automóvel é transporte privilegiado, os feirantes empresariais (alguns marroquinos) absorvem os tradicionais e as músicas advindas das concertinas foram substituídas por amplificações sonoras que mais não fazem do que gritar, quase a vetar o convívio entre os visitantes.

 

A missa deixou de ser matinal para ser ao fim da tarde e, apesar dos parasitas da comunicação, os moradores das freguesias de S. Martinho de Árvore, S. Silvestre, S. João do Campo, Tentúgal e Ançã não dispensam a visita a S. Marcos na Quinta-Feira da Ascensão.

 

Foi neste contexto que visitámos S. Marcos na condição de colher imagens e vivências passíveis de formar e informar os leitores, com o intuito de inspirar contacto e visita a um sítio histórico-cultural ímpar em Portugal.

   

Pequena ermida

 

Em meados do século XV, João Gomes da Silva, alferes-mor do rei D. João I, rico-homem, copeiro-mor, um dos principais defensores da cidade de Coimbra nas guerras com Castela, participante activo na batalha de Aljubarrota, filho de Gonçalo Gomes e D. Maria Pires, com ascendência na família dos Silvas, ao tempo marqueses de Vagos e senhores das terras de Montemor-o-Velho, Tentúgal, Covilhã, Buarcos, Cantanhede, Medina e Nespereira, recebeu por mercê régia muitas terras e privilégios, que a par da herança de seu pai o tornaram num dos fidalgos mais nobres e ricos de Portugal, com residência em Montemor-o-Velho.

 

Em 1441, João Gomes retira-se para a Quinta de S. Marcos e próximo de umas humildes casas de habitação edifica uma pequena ermida em honra do evangelista S. Marcos, onde deveria ser sepultado após a morte.

 

Ainda no mesmo ano decide doar a quinta aos padres de S. Jerónimo, ao tempo florescentes na Penha Longa e Mata, na condição de estes enviarem para S. Marcos um clérigo para rezar missa quotidiana e oficializada em dias das festas do Senhor e da Virgem Nossa Senhora. Esta doação é lavrada pelo tabelião Estêvão Anes e testemunhada por Pedro Gonçalves, António João (cozinheiro da casa) e Martins Afonso, assistente em S. Silvestre.

 

Em 1444, a 25 de Março, finou-se João Gomes da Silva. É sepultado na dita ermida e sucede-lhe na herança o filho varão Aires Gomes da Silva. Este reafirma as disposições do pai, manteve o clérigo em casa até às desavenças entre o rei D. Afonso V e o infante D. Pedro (tio e sogro de D. Afonso). Aires Gomes da Silva tomou o partido de D. Pedro e acompanha-o na batalha de Alfarrobeira, onde morre e de que resulta o confisco de todos os bens e privilégios.

   

Fundação do convento

 

Em 1448, a viúva, D. Brites de Menezes, oriunda da nobre família dos marqueses de Cantanhede e 3.ª mulher de Aires Gomes da Silva, aia da infanta D. Isabel, reavê por Alvará régio lavrado em Sintra os bens confiscados, na condição de doar a quinta de S. Marcos para ali se fundar um convento de monges hieromitas.

 

Para o efeito vai ao convento de Arruda dos Vinhos junto de seu confessor Fr. João Velho (monge do mosteiro da Mata) e Fr. Álvaro (prior do mesmo) a dar conta da sua decisão e solicitar-lhes que os seus procuradores compareçam em Lisboa a receber a doação.

 

O acto de doação ocorreu em Lisboa nos Paços de El-Rei, a 28 de Julho de 1451, através de uma carta lavrada pelo tabelião Álvaro Vaz, outorgada por D. Brites e Fr. João Velho, testemunhada por Gonçalo Vaz (escudeiro da duquesa de Borgonha), Fr. Alvaro Anes e o provincial da Trindade.

 

Nos primórdios do ano de 1452, dois monges de S. Jerónimo, João Velho e Espírito Santo, tomam posse de S. Marcos e em Abril do dito ano iniciam as obras sob a orientação do arquitecto Gil de Sousa (autor do mosteiro da Penha Longa) e regência de Fr. João Velho. Gil de Sousa orientou as obras durante 12 anos, até ao momento da sua morte e sequente enterramento na igreja. As obras irão continuar sob a direcção de Nuno Gonçalves, um pedreiro do vizinho lugar de Zouparria.

 

Desde 1452, S. Marcos funcionou como um autêntico estaleiro de obras e de arte. Aqui lavraram os maiores arquitectos, escultores e imaginários do tempo, com incidência maior nos altares e mausoléus da igreja, dormitórios e claustros, botica, celeiros e oficinas.

   

Incêndio e recuperação

 

A igreja tem a grande reforma em 1510 como se infere da era grafada na porta principal, a capela maior entre os anos de 1522-1523, a capela dos Reis Magos em finais do século XVI e a frontaria no século XVIII.

 

Aquando da extinção das ordens religiosas, em 1834, o convento foi vendido a particulares, acabando destruído por um incêndio em 1860, com excepção da igreja e casa da botica. O resto são ruínas recuperadas em meados do século XX, após aquisição pela Fundação da Casa de Bragança, sob a direcção do arquitecto Castro Ferreira, um projecto inspirado nas casas seiscentistas.

 

Em 1976 a Universidade de Coimbra protocoliza com a Casa de Bragança a ocupação dos imóveis, com a finalidade de ali instalar residência para convidados, gabinetes de trabalho e salões de recepções.

   

Igreja de S. Marcos

 

A igreja, monumento nacional, constitui um dos monumentos mais notáveis da arte tumular. Ali jazem, em mausoléus lavrados por excelentes imaginários da Renascença, os membros de uma das maiores famílias nobres do Reino - os Silvas.

 

A igreja orienta-se no sentido nascente-poente (entrada), precedida por largo adro recheado de frondoso arvoredo, ladeada a norte pela casa da botica e a sul pelos celeiros e palácio (outrora a zona conventual).

 

A porta de entrada é de arco quebrado, adornado por cairéis, molduras de folhagens, finas colunas, bases compostas e capitéis de folhagens, tudo na forma do manuelino flamejante-naturalista. Esta porta é precedida de uma frontaria edificada no século XVIII, uma obra equilibrada nas composições laterais, na torre sineira (os sinos estão na torre da Igreja de S. Bartolomeu, no centro de Coimbra), nas janelas do coro, nos nichos laterais (as esculturas foram vendidas para o Brasil) e na zona baixa, com os três arcos do peristilo a rasgar a frontaria. No ângulo da empena no remate superior grafa-se o escudo da ordem de S. Jerónimo.

 

O corpo mostra restos das paredes do século XVI (1510), a abóbada do século XVII e o arco cruzeiro de 1696, ao tempo em que era prior do convento Fr. José de S. Tomás. A primitiva ermida de S. Marcos situava-se no sítio do arco cruzeiro.

 

Os flancos do corpo da igreja asilam do lado do Evangelho o púlpito (século XVI) e a capela dos Reis Magos, obra edificada por D. Beatriz de Vilhena (1566-1578) destinada a panteão da família Silva e Castro. No lado da Epístola encontram-se os túmulos de Fernão Teles de Meneses (obra atribuída a Diogo de Castilho) e a arca tumular de Aires Gomes da Silva.

 

A capela-maior, ex-libris da igreja, foi dificada entre os anos de 1522-1523 sob desenho de Diogo de Castilho. O retábulo é obra de Nicolau Chanterene e compõe-se de uma zona alta bem desenvolvida e zona baixa a asilar o sacrário e a bancada do século XVIII.

   

Espaço ímpar

 

A zona cimeira é recortada por um arco central a dar guarida a uma escultura de Cristo descido da Cruz em alto relevo, uma composição movimentada e cheia de figuras. Nos dois nichos laterais estão as figuras ajoelhadas dos dadores: do lado do Evangelho, D. Aires da Silva, apresentado por S. Jerónimo; do lado da Epístola, D.Guiomar de Castro, apresentada por S. Marcos. A orgânica construtiva advem de pilastras adornadas antepostas de colunelos.

 

O corpo inferior contém o Sacrário e quatro nichos em alto relevo reproduzindo cenas da vida de S. Jerónimo: S. Jerónimo e o leão, O santo e os mercadores, S. Jerónimo penitente e Morte de S. Jerónimo. As pilastras divisórias mostram esculturas de S. Gregório, S. Sebastião, S. João Baptista e um Santo Bispo. A dominar esta escultura retabular encontra-se no topo superior a escultura do Padre-Eterno.

 

As paredes laterais são ocupadas, do lado esquerdo, pelos túmulos de D. Brites de Meneses, D. Guiomar de Castro, D. Aires da Silva e D. João da Silva. Do lado direito, o túmulo de João da Silva (regedor e filho de Aires da Silva) e Luís da Silva Teles. Do lado da epístola, abre-se uma porta para a sacristia, mandada edificar por João da Silva, como se infere de legenda em remate.

 

As armas dos Silvas, Castros e Meneses - inscritas nas paredes, tectos, altares e túmulos - por norma têm a presença de um leão, a divisa dos Silvas, os padroeiros.

 

Eis algumas nótulas sobre um espaço histórico-cultural ímpar em Portugal (passível de tratamento mais desenvolvido em momento oportuno), na tentativa e convicção de motivar leitores a visitarem o Palácio de S. Marcos. Vale (bem) a pena. www.mensageirosantoantonio.com/messaggero/pagina_articolo...

O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

 

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal.[2] Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, por um processo de compra e venda. Neste momento, recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde, no ano de 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até o ano de 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família.[3]

 

Na década de 1920, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte que se denominava eclético, o qual agradava a cantora lírica italiana, esposa de Henrique Lage, Gabriela Bezanzoni.[3] Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado.[2]

 

No ano de 1936, a esposa de Henrique Lages funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, novos habitantes vêm para a mansão dos Lage, os sobrinhos-netos de Gabriela: Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca.[3]

 

Entretanto, endividado com o Banco do Brasil por conta de negócios feitos com esta instituição financeira, Henrique Lages precisou desfazer-se de parte de seu patrimônio. Entregou parte de seus bens ao banco como pagamento e, a outra, vendeu para empresários particulares. A fim de fazer sobreviver o Parque, foi tombado como patrimônio histórico e artístico com a ajuda do governador Carlos Lacerda.[3]

 

Na década de 1960 a propriedade foi desapropriada e convertida em um parque público. No palácio funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage,[4] criada em 1975 pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação.

 

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Parque Lage (in full "Parque Enrique Lage") is a public park in the city of Rio De Janeiro, located in the Jardim Botânico neighborhood at the foot of the Corcovado.

  

The atrium of the mansion with café.The land was formerly the residence of industrialist Enrique Lage and his wife, singer Gabriela Bezanzoni. During the 1920's Lage had the mansion remodeled by Italian architect Mario Vodrel, with interior paintings by Salvador Payols Sabaté.

 

In the 1960's the land became a public park, with walking trails through subtropical forest. The Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Visual Arts School of Parque Lage) and a café open to the public operate from the former mansion.

  

Correia Góis

 

Em Quinta-feira da Ascensão (40 dias depois da Páscoa), dia em que os católicos celebram a festa da Ascensão do Senhor, os povos da região do Baixo-Mondego, com ênfase maior nos da margem direita, visitam a igreja de S. Marcos sediada no Palácio de S. Marcos, outrora convento dos monges de S. Jerónimo.

   

Em passado remoto, o dia da Ascensão do Senhor além de ser dia santificado era considerado feriado nacional. Manhã cedo, os povos rumavam aos olivais e prados de cereais a colher ramagens, flores campestres e espigas de trigo, centeio e cevada, com que arranjam o ramo a ser benzido na igreja conventual, e que depois era guardado em casa na convicção de protecção e fertilização das pessoas, animais e sementeiras.

 

Neste dia os agricultores não colhiam pastos para os animais e os pescadores não lançavam as redes, uma vez que a pescaria colhida era imprópria para consumo.

 

Após a bênção do ramo e a missa na ermida de S. Marcos, a par do pagamento de votos e oblações, as famílias e os amigos fruíam das famosas sombras do arvoredo fronteiro e das merendas. Ao anoitecer regressavam aos lares, com a promessa de voltar no próximo ano.

   

Tradição adaptada

 

A função de outrora, secular, resistiu às aculturações temporais e adaptou-se aos tempos hodiernos. Ou seja, os devotos e visitantes já não o fazem em grupos ou ranchos, o automóvel é transporte privilegiado, os feirantes empresariais (alguns marroquinos) absorvem os tradicionais e as músicas advindas das concertinas foram substituídas por amplificações sonoras que mais não fazem do que gritar, quase a vetar o convívio entre os visitantes.

 

A missa deixou de ser matinal para ser ao fim da tarde e, apesar dos parasitas da comunicação, os moradores das freguesias de S. Martinho de Árvore, S. Silvestre, S. João do Campo, Tentúgal e Ançã não dispensam a visita a S. Marcos na Quinta-Feira da Ascensão.

 

Foi neste contexto que visitámos S. Marcos na condição de colher imagens e vivências passíveis de formar e informar os leitores, com o intuito de inspirar contacto e visita a um sítio histórico-cultural ímpar em Portugal.

   

Pequena ermida

 

Em meados do século XV, João Gomes da Silva, alferes-mor do rei D. João I, rico-homem, copeiro-mor, um dos principais defensores da cidade de Coimbra nas guerras com Castela, participante activo na batalha de Aljubarrota, filho de Gonçalo Gomes e D. Maria Pires, com ascendência na família dos Silvas, ao tempo marqueses de Vagos e senhores das terras de Montemor-o-Velho, Tentúgal, Covilhã, Buarcos, Cantanhede, Medina e Nespereira, recebeu por mercê régia muitas terras e privilégios, que a par da herança de seu pai o tornaram num dos fidalgos mais nobres e ricos de Portugal, com residência em Montemor-o-Velho.

 

Em 1441, João Gomes retira-se para a Quinta de S. Marcos e próximo de umas humildes casas de habitação edifica uma pequena ermida em honra do evangelista S. Marcos, onde deveria ser sepultado após a morte.

 

Ainda no mesmo ano decide doar a quinta aos padres de S. Jerónimo, ao tempo florescentes na Penha Longa e Mata, na condição de estes enviarem para S. Marcos um clérigo para rezar missa quotidiana e oficializada em dias das festas do Senhor e da Virgem Nossa Senhora. Esta doação é lavrada pelo tabelião Estêvão Anes e testemunhada por Pedro Gonçalves, António João (cozinheiro da casa) e Martins Afonso, assistente em S. Silvestre.

 

Em 1444, a 25 de Março, finou-se João Gomes da Silva. É sepultado na dita ermida e sucede-lhe na herança o filho varão Aires Gomes da Silva. Este reafirma as disposições do pai, manteve o clérigo em casa até às desavenças entre o rei D. Afonso V e o infante D. Pedro (tio e sogro de D. Afonso). Aires Gomes da Silva tomou o partido de D. Pedro e acompanha-o na batalha de Alfarrobeira, onde morre e de que resulta o confisco de todos os bens e privilégios.

   

Fundação do convento

 

Em 1448, a viúva, D. Brites de Menezes, oriunda da nobre família dos marqueses de Cantanhede e 3.ª mulher de Aires Gomes da Silva, aia da infanta D. Isabel, reavê por Alvará régio lavrado em Sintra os bens confiscados, na condição de doar a quinta de S. Marcos para ali se fundar um convento de monges hieromitas.

 

Para o efeito vai ao convento de Arruda dos Vinhos junto de seu confessor Fr. João Velho (monge do mosteiro da Mata) e Fr. Álvaro (prior do mesmo) a dar conta da sua decisão e solicitar-lhes que os seus procuradores compareçam em Lisboa a receber a doação.

 

O acto de doação ocorreu em Lisboa nos Paços de El-Rei, a 28 de Julho de 1451, através de uma carta lavrada pelo tabelião Álvaro Vaz, outorgada por D. Brites e Fr. João Velho, testemunhada por Gonçalo Vaz (escudeiro da duquesa de Borgonha), Fr. Alvaro Anes e o provincial da Trindade.

 

Nos primórdios do ano de 1452, dois monges de S. Jerónimo, João Velho e Espírito Santo, tomam posse de S. Marcos e em Abril do dito ano iniciam as obras sob a orientação do arquitecto Gil de Sousa (autor do mosteiro da Penha Longa) e regência de Fr. João Velho. Gil de Sousa orientou as obras durante 12 anos, até ao momento da sua morte e sequente enterramento na igreja. As obras irão continuar sob a direcção de Nuno Gonçalves, um pedreiro do vizinho lugar de Zouparria.

 

Desde 1452, S. Marcos funcionou como um autêntico estaleiro de obras e de arte. Aqui lavraram os maiores arquitectos, escultores e imaginários do tempo, com incidência maior nos altares e mausoléus da igreja, dormitórios e claustros, botica, celeiros e oficinas.

   

Incêndio e recuperação

 

A igreja tem a grande reforma em 1510 como se infere da era grafada na porta principal, a capela maior entre os anos de 1522-1523, a capela dos Reis Magos em finais do século XVI e a frontaria no século XVIII.

 

Aquando da extinção das ordens religiosas, em 1834, o convento foi vendido a particulares, acabando destruído por um incêndio em 1860, com excepção da igreja e casa da botica. O resto são ruínas recuperadas em meados do século XX, após aquisição pela Fundação da Casa de Bragança, sob a direcção do arquitecto Castro Ferreira, um projecto inspirado nas casas seiscentistas.

 

Em 1976 a Universidade de Coimbra protocoliza com a Casa de Bragança a ocupação dos imóveis, com a finalidade de ali instalar residência para convidados, gabinetes de trabalho e salões de recepções.

   

Igreja de S. Marcos

 

A igreja, monumento nacional, constitui um dos monumentos mais notáveis da arte tumular. Ali jazem, em mausoléus lavrados por excelentes imaginários da Renascença, os membros de uma das maiores famílias nobres do Reino - os Silvas.

 

A igreja orienta-se no sentido nascente-poente (entrada), precedida por largo adro recheado de frondoso arvoredo, ladeada a norte pela casa da botica e a sul pelos celeiros e palácio (outrora a zona conventual).

 

A porta de entrada é de arco quebrado, adornado por cairéis, molduras de folhagens, finas colunas, bases compostas e capitéis de folhagens, tudo na forma do manuelino flamejante-naturalista. Esta porta é precedida de uma frontaria edificada no século XVIII, uma obra equilibrada nas composições laterais, na torre sineira (os sinos estão na torre da Igreja de S. Bartolomeu, no centro de Coimbra), nas janelas do coro, nos nichos laterais (as esculturas foram vendidas para o Brasil) e na zona baixa, com os três arcos do peristilo a rasgar a frontaria. No ângulo da empena no remate superior grafa-se o escudo da ordem de S. Jerónimo.

 

O corpo mostra restos das paredes do século XVI (1510), a abóbada do século XVII e o arco cruzeiro de 1696, ao tempo em que era prior do convento Fr. José de S. Tomás. A primitiva ermida de S. Marcos situava-se no sítio do arco cruzeiro.

 

Os flancos do corpo da igreja asilam do lado do Evangelho o púlpito (século XVI) e a capela dos Reis Magos, obra edificada por D. Beatriz de Vilhena (1566-1578) destinada a panteão da família Silva e Castro. No lado da Epístola encontram-se os túmulos de Fernão Teles de Meneses (obra atribuída a Diogo de Castilho) e a arca tumular de Aires Gomes da Silva.

 

A capela-maior, ex-libris da igreja, foi dificada entre os anos de 1522-1523 sob desenho de Diogo de Castilho. O retábulo é obra de Nicolau Chanterene e compõe-se de uma zona alta bem desenvolvida e zona baixa a asilar o sacrário e a bancada do século XVIII.

   

Espaço ímpar

 

A zona cimeira é recortada por um arco central a dar guarida a uma escultura de Cristo descido da Cruz em alto relevo, uma composição movimentada e cheia de figuras. Nos dois nichos laterais estão as figuras ajoelhadas dos dadores: do lado do Evangelho, D. Aires da Silva, apresentado por S. Jerónimo; do lado da Epístola, D.Guiomar de Castro, apresentada por S. Marcos. A orgânica construtiva advem de pilastras adornadas antepostas de colunelos.

 

O corpo inferior contém o Sacrário e quatro nichos em alto relevo reproduzindo cenas da vida de S. Jerónimo: S. Jerónimo e o leão, O santo e os mercadores, S. Jerónimo penitente e Morte de S. Jerónimo. As pilastras divisórias mostram esculturas de S. Gregório, S. Sebastião, S. João Baptista e um Santo Bispo. A dominar esta escultura retabular encontra-se no topo superior a escultura do Padre-Eterno.

 

As paredes laterais são ocupadas, do lado esquerdo, pelos túmulos de D. Brites de Meneses, D. Guiomar de Castro, D. Aires da Silva e D. João da Silva. Do lado direito, o túmulo de João da Silva (regedor e filho de Aires da Silva) e Luís da Silva Teles. Do lado da epístola, abre-se uma porta para a sacristia, mandada edificar por João da Silva, como se infere de legenda em remate.

 

As armas dos Silvas, Castros e Meneses - inscritas nas paredes, tectos, altares e túmulos - por norma têm a presença de um leão, a divisa dos Silvas, os padroeiros.

 

Eis algumas nótulas sobre um espaço histórico-cultural ímpar em Portugal (passível de tratamento mais desenvolvido em momento oportuno), na tentativa e convicção de motivar leitores a visitarem o Palácio de S. Marcos. Vale (bem) a pena. www.mensageirosantoantonio.com/messaggero/pagina_articolo...

Correia Góis

 

Em Quinta-feira da Ascensão (40 dias depois da Páscoa), dia em que os católicos celebram a festa da Ascensão do Senhor, os povos da região do Baixo-Mondego, com ênfase maior nos da margem direita, visitam a igreja de S. Marcos sediada no Palácio de S. Marcos, outrora convento dos monges de S. Jerónimo.

   

Em passado remoto, o dia da Ascensão do Senhor além de ser dia santificado era considerado feriado nacional. Manhã cedo, os povos rumavam aos olivais e prados de cereais a colher ramagens, flores campestres e espigas de trigo, centeio e cevada, com que arranjam o ramo a ser benzido na igreja conventual, e que depois era guardado em casa na convicção de protecção e fertilização das pessoas, animais e sementeiras.

 

Neste dia os agricultores não colhiam pastos para os animais e os pescadores não lançavam as redes, uma vez que a pescaria colhida era imprópria para consumo.

 

Após a bênção do ramo e a missa na ermida de S. Marcos, a par do pagamento de votos e oblações, as famílias e os amigos fruíam das famosas sombras do arvoredo fronteiro e das merendas. Ao anoitecer regressavam aos lares, com a promessa de voltar no próximo ano.

   

Tradição adaptada

 

A função de outrora, secular, resistiu às aculturações temporais e adaptou-se aos tempos hodiernos. Ou seja, os devotos e visitantes já não o fazem em grupos ou ranchos, o automóvel é transporte privilegiado, os feirantes empresariais (alguns marroquinos) absorvem os tradicionais e as músicas advindas das concertinas foram substituídas por amplificações sonoras que mais não fazem do que gritar, quase a vetar o convívio entre os visitantes.

 

A missa deixou de ser matinal para ser ao fim da tarde e, apesar dos parasitas da comunicação, os moradores das freguesias de S. Martinho de Árvore, S. Silvestre, S. João do Campo, Tentúgal e Ançã não dispensam a visita a S. Marcos na Quinta-Feira da Ascensão.

 

Foi neste contexto que visitámos S. Marcos na condição de colher imagens e vivências passíveis de formar e informar os leitores, com o intuito de inspirar contacto e visita a um sítio histórico-cultural ímpar em Portugal.

   

Pequena ermida

 

Em meados do século XV, João Gomes da Silva, alferes-mor do rei D. João I, rico-homem, copeiro-mor, um dos principais defensores da cidade de Coimbra nas guerras com Castela, participante activo na batalha de Aljubarrota, filho de Gonçalo Gomes e D. Maria Pires, com ascendência na família dos Silvas, ao tempo marqueses de Vagos e senhores das terras de Montemor-o-Velho, Tentúgal, Covilhã, Buarcos, Cantanhede, Medina e Nespereira, recebeu por mercê régia muitas terras e privilégios, que a par da herança de seu pai o tornaram num dos fidalgos mais nobres e ricos de Portugal, com residência em Montemor-o-Velho.

 

Em 1441, João Gomes retira-se para a Quinta de S. Marcos e próximo de umas humildes casas de habitação edifica uma pequena ermida em honra do evangelista S. Marcos, onde deveria ser sepultado após a morte.

 

Ainda no mesmo ano decide doar a quinta aos padres de S. Jerónimo, ao tempo florescentes na Penha Longa e Mata, na condição de estes enviarem para S. Marcos um clérigo para rezar missa quotidiana e oficializada em dias das festas do Senhor e da Virgem Nossa Senhora. Esta doação é lavrada pelo tabelião Estêvão Anes e testemunhada por Pedro Gonçalves, António João (cozinheiro da casa) e Martins Afonso, assistente em S. Silvestre.

 

Em 1444, a 25 de Março, finou-se João Gomes da Silva. É sepultado na dita ermida e sucede-lhe na herança o filho varão Aires Gomes da Silva. Este reafirma as disposições do pai, manteve o clérigo em casa até às desavenças entre o rei D. Afonso V e o infante D. Pedro (tio e sogro de D. Afonso). Aires Gomes da Silva tomou o partido de D. Pedro e acompanha-o na batalha de Alfarrobeira, onde morre e de que resulta o confisco de todos os bens e privilégios.

   

Fundação do convento

 

Em 1448, a viúva, D. Brites de Menezes, oriunda da nobre família dos marqueses de Cantanhede e 3.ª mulher de Aires Gomes da Silva, aia da infanta D. Isabel, reavê por Alvará régio lavrado em Sintra os bens confiscados, na condição de doar a quinta de S. Marcos para ali se fundar um convento de monges hieromitas.

 

Para o efeito vai ao convento de Arruda dos Vinhos junto de seu confessor Fr. João Velho (monge do mosteiro da Mata) e Fr. Álvaro (prior do mesmo) a dar conta da sua decisão e solicitar-lhes que os seus procuradores compareçam em Lisboa a receber a doação.

 

O acto de doação ocorreu em Lisboa nos Paços de El-Rei, a 28 de Julho de 1451, através de uma carta lavrada pelo tabelião Álvaro Vaz, outorgada por D. Brites e Fr. João Velho, testemunhada por Gonçalo Vaz (escudeiro da duquesa de Borgonha), Fr. Alvaro Anes e o provincial da Trindade.

 

Nos primórdios do ano de 1452, dois monges de S. Jerónimo, João Velho e Espírito Santo, tomam posse de S. Marcos e em Abril do dito ano iniciam as obras sob a orientação do arquitecto Gil de Sousa (autor do mosteiro da Penha Longa) e regência de Fr. João Velho. Gil de Sousa orientou as obras durante 12 anos, até ao momento da sua morte e sequente enterramento na igreja. As obras irão continuar sob a direcção de Nuno Gonçalves, um pedreiro do vizinho lugar de Zouparria.

 

Desde 1452, S. Marcos funcionou como um autêntico estaleiro de obras e de arte. Aqui lavraram os maiores arquitectos, escultores e imaginários do tempo, com incidência maior nos altares e mausoléus da igreja, dormitórios e claustros, botica, celeiros e oficinas.

   

Incêndio e recuperação

 

A igreja tem a grande reforma em 1510 como se infere da era grafada na porta principal, a capela maior entre os anos de 1522-1523, a capela dos Reis Magos em finais do século XVI e a frontaria no século XVIII.

 

Aquando da extinção das ordens religiosas, em 1834, o convento foi vendido a particulares, acabando destruído por um incêndio em 1860, com excepção da igreja e casa da botica. O resto são ruínas recuperadas em meados do século XX, após aquisição pela Fundação da Casa de Bragança, sob a direcção do arquitecto Castro Ferreira, um projecto inspirado nas casas seiscentistas.

 

Em 1976 a Universidade de Coimbra protocoliza com a Casa de Bragança a ocupação dos imóveis, com a finalidade de ali instalar residência para convidados, gabinetes de trabalho e salões de recepções.

   

Igreja de S. Marcos

 

A igreja, monumento nacional, constitui um dos monumentos mais notáveis da arte tumular. Ali jazem, em mausoléus lavrados por excelentes imaginários da Renascença, os membros de uma das maiores famílias nobres do Reino - os Silvas.

 

A igreja orienta-se no sentido nascente-poente (entrada), precedida por largo adro recheado de frondoso arvoredo, ladeada a norte pela casa da botica e a sul pelos celeiros e palácio (outrora a zona conventual).

 

A porta de entrada é de arco quebrado, adornado por cairéis, molduras de folhagens, finas colunas, bases compostas e capitéis de folhagens, tudo na forma do manuelino flamejante-naturalista. Esta porta é precedida de uma frontaria edificada no século XVIII, uma obra equilibrada nas composições laterais, na torre sineira (os sinos estão na torre da Igreja de S. Bartolomeu, no centro de Coimbra), nas janelas do coro, nos nichos laterais (as esculturas foram vendidas para o Brasil) e na zona baixa, com os três arcos do peristilo a rasgar a frontaria. No ângulo da empena no remate superior grafa-se o escudo da ordem de S. Jerónimo.

 

O corpo mostra restos das paredes do século XVI (1510), a abóbada do século XVII e o arco cruzeiro de 1696, ao tempo em que era prior do convento Fr. José de S. Tomás. A primitiva ermida de S. Marcos situava-se no sítio do arco cruzeiro.

 

Os flancos do corpo da igreja asilam do lado do Evangelho o púlpito (século XVI) e a capela dos Reis Magos, obra edificada por D. Beatriz de Vilhena (1566-1578) destinada a panteão da família Silva e Castro. No lado da Epístola encontram-se os túmulos de Fernão Teles de Meneses (obra atribuída a Diogo de Castilho) e a arca tumular de Aires Gomes da Silva.

 

A capela-maior, ex-libris da igreja, foi dificada entre os anos de 1522-1523 sob desenho de Diogo de Castilho. O retábulo é obra de Nicolau Chanterene e compõe-se de uma zona alta bem desenvolvida e zona baixa a asilar o sacrário e a bancada do século XVIII.

   

Espaço ímpar

 

A zona cimeira é recortada por um arco central a dar guarida a uma escultura de Cristo descido da Cruz em alto relevo, uma composição movimentada e cheia de figuras. Nos dois nichos laterais estão as figuras ajoelhadas dos dadores: do lado do Evangelho, D. Aires da Silva, apresentado por S. Jerónimo; do lado da Epístola, D.Guiomar de Castro, apresentada por S. Marcos. A orgânica construtiva advem de pilastras adornadas antepostas de colunelos.

 

O corpo inferior contém o Sacrário e quatro nichos em alto relevo reproduzindo cenas da vida de S. Jerónimo: S. Jerónimo e o leão, O santo e os mercadores, S. Jerónimo penitente e Morte de S. Jerónimo. As pilastras divisórias mostram esculturas de S. Gregório, S. Sebastião, S. João Baptista e um Santo Bispo. A dominar esta escultura retabular encontra-se no topo superior a escultura do Padre-Eterno.

 

As paredes laterais são ocupadas, do lado esquerdo, pelos túmulos de D. Brites de Meneses, D. Guiomar de Castro, D. Aires da Silva e D. João da Silva. Do lado direito, o túmulo de João da Silva (regedor e filho de Aires da Silva) e Luís da Silva Teles. Do lado da epístola, abre-se uma porta para a sacristia, mandada edificar por João da Silva, como se infere de legenda em remate.

 

As armas dos Silvas, Castros e Meneses - inscritas nas paredes, tectos, altares e túmulos - por norma têm a presença de um leão, a divisa dos Silvas, os padroeiros.

 

Eis algumas nótulas sobre um espaço histórico-cultural ímpar em Portugal (passível de tratamento mais desenvolvido em momento oportuno), na tentativa e convicção de motivar leitores a visitarem o Palácio de S. Marcos. Vale (bem) a pena. www.mensageirosantoantonio.com/messaggero/pagina_articolo...

 

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Correia Góis

 

Em Quinta-feira da Ascensão (40 dias depois da Páscoa), dia em que os católicos celebram a festa da Ascensão do Senhor, os povos da região do Baixo-Mondego, com ênfase maior nos da margem direita, visitam a igreja de S. Marcos sediada no Palácio de S. Marcos, outrora convento dos monges de S. Jerónimo.

   

Em passado remoto, o dia da Ascensão do Senhor além de ser dia santificado era considerado feriado nacional. Manhã cedo, os povos rumavam aos olivais e prados de cereais a colher ramagens, flores campestres e espigas de trigo, centeio e cevada, com que arranjam o ramo a ser benzido na igreja conventual, e que depois era guardado em casa na convicção de protecção e fertilização das pessoas, animais e sementeiras.

 

Neste dia os agricultores não colhiam pastos para os animais e os pescadores não lançavam as redes, uma vez que a pescaria colhida era imprópria para consumo.

 

Após a bênção do ramo e a missa na ermida de S. Marcos, a par do pagamento de votos e oblações, as famílias e os amigos fruíam das famosas sombras do arvoredo fronteiro e das merendas. Ao anoitecer regressavam aos lares, com a promessa de voltar no próximo ano.

   

Tradição adaptada

 

A função de outrora, secular, resistiu às aculturações temporais e adaptou-se aos tempos hodiernos. Ou seja, os devotos e visitantes já não o fazem em grupos ou ranchos, o automóvel é transporte privilegiado, os feirantes empresariais (alguns marroquinos) absorvem os tradicionais e as músicas advindas das concertinas foram substituídas por amplificações sonoras que mais não fazem do que gritar, quase a vetar o convívio entre os visitantes.

 

A missa deixou de ser matinal para ser ao fim da tarde e, apesar dos parasitas da comunicação, os moradores das freguesias de S. Martinho de Árvore, S. Silvestre, S. João do Campo, Tentúgal e Ançã não dispensam a visita a S. Marcos na Quinta-Feira da Ascensão.

 

Foi neste contexto que visitámos S. Marcos na condição de colher imagens e vivências passíveis de formar e informar os leitores, com o intuito de inspirar contacto e visita a um sítio histórico-cultural ímpar em Portugal.

   

Pequena ermida

 

Em meados do século XV, João Gomes da Silva, alferes-mor do rei D. João I, rico-homem, copeiro-mor, um dos principais defensores da cidade de Coimbra nas guerras com Castela, participante activo na batalha de Aljubarrota, filho de Gonçalo Gomes e D. Maria Pires, com ascendência na família dos Silvas, ao tempo marqueses de Vagos e senhores das terras de Montemor-o-Velho, Tentúgal, Covilhã, Buarcos, Cantanhede, Medina e Nespereira, recebeu por mercê régia muitas terras e privilégios, que a par da herança de seu pai o tornaram num dos fidalgos mais nobres e ricos de Portugal, com residência em Montemor-o-Velho.

 

Em 1441, João Gomes retira-se para a Quinta de S. Marcos e próximo de umas humildes casas de habitação edifica uma pequena ermida em honra do evangelista S. Marcos, onde deveria ser sepultado após a morte.

 

Ainda no mesmo ano decide doar a quinta aos padres de S. Jerónimo, ao tempo florescentes na Penha Longa e Mata, na condição de estes enviarem para S. Marcos um clérigo para rezar missa quotidiana e oficializada em dias das festas do Senhor e da Virgem Nossa Senhora. Esta doação é lavrada pelo tabelião Estêvão Anes e testemunhada por Pedro Gonçalves, António João (cozinheiro da casa) e Martins Afonso, assistente em S. Silvestre.

 

Em 1444, a 25 de Março, finou-se João Gomes da Silva. É sepultado na dita ermida e sucede-lhe na herança o filho varão Aires Gomes da Silva. Este reafirma as disposições do pai, manteve o clérigo em casa até às desavenças entre o rei D. Afonso V e o infante D. Pedro (tio e sogro de D. Afonso). Aires Gomes da Silva tomou o partido de D. Pedro e acompanha-o na batalha de Alfarrobeira, onde morre e de que resulta o confisco de todos os bens e privilégios.

   

Fundação do convento

 

Em 1448, a viúva, D. Brites de Menezes, oriunda da nobre família dos marqueses de Cantanhede e 3.ª mulher de Aires Gomes da Silva, aia da infanta D. Isabel, reavê por Alvará régio lavrado em Sintra os bens confiscados, na condição de doar a quinta de S. Marcos para ali se fundar um convento de monges hieromitas.

 

Para o efeito vai ao convento de Arruda dos Vinhos junto de seu confessor Fr. João Velho (monge do mosteiro da Mata) e Fr. Álvaro (prior do mesmo) a dar conta da sua decisão e solicitar-lhes que os seus procuradores compareçam em Lisboa a receber a doação.

 

O acto de doação ocorreu em Lisboa nos Paços de El-Rei, a 28 de Julho de 1451, através de uma carta lavrada pelo tabelião Álvaro Vaz, outorgada por D. Brites e Fr. João Velho, testemunhada por Gonçalo Vaz (escudeiro da duquesa de Borgonha), Fr. Alvaro Anes e o provincial da Trindade.

 

Nos primórdios do ano de 1452, dois monges de S. Jerónimo, João Velho e Espírito Santo, tomam posse de S. Marcos e em Abril do dito ano iniciam as obras sob a orientação do arquitecto Gil de Sousa (autor do mosteiro da Penha Longa) e regência de Fr. João Velho. Gil de Sousa orientou as obras durante 12 anos, até ao momento da sua morte e sequente enterramento na igreja. As obras irão continuar sob a direcção de Nuno Gonçalves, um pedreiro do vizinho lugar de Zouparria.

 

Desde 1452, S. Marcos funcionou como um autêntico estaleiro de obras e de arte. Aqui lavraram os maiores arquitectos, escultores e imaginários do tempo, com incidência maior nos altares e mausoléus da igreja, dormitórios e claustros, botica, celeiros e oficinas.

   

Incêndio e recuperação

 

A igreja tem a grande reforma em 1510 como se infere da era grafada na porta principal, a capela maior entre os anos de 1522-1523, a capela dos Reis Magos em finais do século XVI e a frontaria no século XVIII.

 

Aquando da extinção das ordens religiosas, em 1834, o convento foi vendido a particulares, acabando destruído por um incêndio em 1860, com excepção da igreja e casa da botica. O resto são ruínas recuperadas em meados do século XX, após aquisição pela Fundação da Casa de Bragança, sob a direcção do arquitecto Castro Ferreira, um projecto inspirado nas casas seiscentistas.

 

Em 1976 a Universidade de Coimbra protocoliza com a Casa de Bragança a ocupação dos imóveis, com a finalidade de ali instalar residência para convidados, gabinetes de trabalho e salões de recepções.

   

Igreja de S. Marcos

 

A igreja, monumento nacional, constitui um dos monumentos mais notáveis da arte tumular. Ali jazem, em mausoléus lavrados por excelentes imaginários da Renascença, os membros de uma das maiores famílias nobres do Reino - os Silvas.

 

A igreja orienta-se no sentido nascente-poente (entrada), precedida por largo adro recheado de frondoso arvoredo, ladeada a norte pela casa da botica e a sul pelos celeiros e palácio (outrora a zona conventual).

 

A porta de entrada é de arco quebrado, adornado por cairéis, molduras de folhagens, finas colunas, bases compostas e capitéis de folhagens, tudo na forma do manuelino flamejante-naturalista. Esta porta é precedida de uma frontaria edificada no século XVIII, uma obra equilibrada nas composições laterais, na torre sineira (os sinos estão na torre da Igreja de S. Bartolomeu, no centro de Coimbra), nas janelas do coro, nos nichos laterais (as esculturas foram vendidas para o Brasil) e na zona baixa, com os três arcos do peristilo a rasgar a frontaria. No ângulo da empena no remate superior grafa-se o escudo da ordem de S. Jerónimo.

 

O corpo mostra restos das paredes do século XVI (1510), a abóbada do século XVII e o arco cruzeiro de 1696, ao tempo em que era prior do convento Fr. José de S. Tomás. A primitiva ermida de S. Marcos situava-se no sítio do arco cruzeiro.

 

Os flancos do corpo da igreja asilam do lado do Evangelho o púlpito (século XVI) e a capela dos Reis Magos, obra edificada por D. Beatriz de Vilhena (1566-1578) destinada a panteão da família Silva e Castro. No lado da Epístola encontram-se os túmulos de Fernão Teles de Meneses (obra atribuída a Diogo de Castilho) e a arca tumular de Aires Gomes da Silva.

 

A capela-maior, ex-libris da igreja, foi dificada entre os anos de 1522-1523 sob desenho de Diogo de Castilho. O retábulo é obra de Nicolau Chanterene e compõe-se de uma zona alta bem desenvolvida e zona baixa a asilar o sacrário e a bancada do século XVIII.

   

Espaço ímpar

 

A zona cimeira é recortada por um arco central a dar guarida a uma escultura de Cristo descido da Cruz em alto relevo, uma composição movimentada e cheia de figuras. Nos dois nichos laterais estão as figuras ajoelhadas dos dadores: do lado do Evangelho, D. Aires da Silva, apresentado por S. Jerónimo; do lado da Epístola, D.Guiomar de Castro, apresentada por S. Marcos. A orgânica construtiva advem de pilastras adornadas antepostas de colunelos.

 

O corpo inferior contém o Sacrário e quatro nichos em alto relevo reproduzindo cenas da vida de S. Jerónimo: S. Jerónimo e o leão, O santo e os mercadores, S. Jerónimo penitente e Morte de S. Jerónimo. As pilastras divisórias mostram esculturas de S. Gregório, S. Sebastião, S. João Baptista e um Santo Bispo. A dominar esta escultura retabular encontra-se no topo superior a escultura do Padre-Eterno.

 

As paredes laterais são ocupadas, do lado esquerdo, pelos túmulos de D. Brites de Meneses, D. Guiomar de Castro, D. Aires da Silva e D. João da Silva. Do lado direito, o túmulo de João da Silva (regedor e filho de Aires da Silva) e Luís da Silva Teles. Do lado da epístola, abre-se uma porta para a sacristia, mandada edificar por João da Silva, como se infere de legenda em remate.

 

As armas dos Silvas, Castros e Meneses - inscritas nas paredes, tectos, altares e túmulos - por norma têm a presença de um leão, a divisa dos Silvas, os padroeiros.

 

Eis algumas nótulas sobre um espaço histórico-cultural ímpar em Portugal (passível de tratamento mais desenvolvido em momento oportuno), na tentativa e convicção de motivar leitores a visitarem o Palácio de S. Marcos. Vale (bem) a pena. www.mensageirosantoantonio.com/messaggero/pagina_articolo...

Correia Góis

 

Em Quinta-feira da Ascensão (40 dias depois da Páscoa), dia em que os católicos celebram a festa da Ascensão do Senhor, os povos da região do Baixo-Mondego, com ênfase maior nos da margem direita, visitam a igreja de S. Marcos sediada no Palácio de S. Marcos, outrora convento dos monges de S. Jerónimo.

   

Em passado remoto, o dia da Ascensão do Senhor além de ser dia santificado era considerado feriado nacional. Manhã cedo, os povos rumavam aos olivais e prados de cereais a colher ramagens, flores campestres e espigas de trigo, centeio e cevada, com que arranjam o ramo a ser benzido na igreja conventual, e que depois era guardado em casa na convicção de protecção e fertilização das pessoas, animais e sementeiras.

 

Neste dia os agricultores não colhiam pastos para os animais e os pescadores não lançavam as redes, uma vez que a pescaria colhida era imprópria para consumo.

 

Após a bênção do ramo e a missa na ermida de S. Marcos, a par do pagamento de votos e oblações, as famílias e os amigos fruíam das famosas sombras do arvoredo fronteiro e das merendas. Ao anoitecer regressavam aos lares, com a promessa de voltar no próximo ano.

   

Tradição adaptada

 

A função de outrora, secular, resistiu às aculturações temporais e adaptou-se aos tempos hodiernos. Ou seja, os devotos e visitantes já não o fazem em grupos ou ranchos, o automóvel é transporte privilegiado, os feirantes empresariais (alguns marroquinos) absorvem os tradicionais e as músicas advindas das concertinas foram substituídas por amplificações sonoras que mais não fazem do que gritar, quase a vetar o convívio entre os visitantes.

 

A missa deixou de ser matinal para ser ao fim da tarde e, apesar dos parasitas da comunicação, os moradores das freguesias de S. Martinho de Árvore, S. Silvestre, S. João do Campo, Tentúgal e Ançã não dispensam a visita a S. Marcos na Quinta-Feira da Ascensão.

 

Foi neste contexto que visitámos S. Marcos na condição de colher imagens e vivências passíveis de formar e informar os leitores, com o intuito de inspirar contacto e visita a um sítio histórico-cultural ímpar em Portugal.

   

Pequena ermida

 

Em meados do século XV, João Gomes da Silva, alferes-mor do rei D. João I, rico-homem, copeiro-mor, um dos principais defensores da cidade de Coimbra nas guerras com Castela, participante activo na batalha de Aljubarrota, filho de Gonçalo Gomes e D. Maria Pires, com ascendência na família dos Silvas, ao tempo marqueses de Vagos e senhores das terras de Montemor-o-Velho, Tentúgal, Covilhã, Buarcos, Cantanhede, Medina e Nespereira, recebeu por mercê régia muitas terras e privilégios, que a par da herança de seu pai o tornaram num dos fidalgos mais nobres e ricos de Portugal, com residência em Montemor-o-Velho.

 

Em 1441, João Gomes retira-se para a Quinta de S. Marcos e próximo de umas humildes casas de habitação edifica uma pequena ermida em honra do evangelista S. Marcos, onde deveria ser sepultado após a morte.

 

Ainda no mesmo ano decide doar a quinta aos padres de S. Jerónimo, ao tempo florescentes na Penha Longa e Mata, na condição de estes enviarem para S. Marcos um clérigo para rezar missa quotidiana e oficializada em dias das festas do Senhor e da Virgem Nossa Senhora. Esta doação é lavrada pelo tabelião Estêvão Anes e testemunhada por Pedro Gonçalves, António João (cozinheiro da casa) e Martins Afonso, assistente em S. Silvestre.

 

Em 1444, a 25 de Março, finou-se João Gomes da Silva. É sepultado na dita ermida e sucede-lhe na herança o filho varão Aires Gomes da Silva. Este reafirma as disposições do pai, manteve o clérigo em casa até às desavenças entre o rei D. Afonso V e o infante D. Pedro (tio e sogro de D. Afonso). Aires Gomes da Silva tomou o partido de D. Pedro e acompanha-o na batalha de Alfarrobeira, onde morre e de que resulta o confisco de todos os bens e privilégios.

   

Fundação do convento

 

Em 1448, a viúva, D. Brites de Menezes, oriunda da nobre família dos marqueses de Cantanhede e 3.ª mulher de Aires Gomes da Silva, aia da infanta D. Isabel, reavê por Alvará régio lavrado em Sintra os bens confiscados, na condição de doar a quinta de S. Marcos para ali se fundar um convento de monges hieromitas.

 

Para o efeito vai ao convento de Arruda dos Vinhos junto de seu confessor Fr. João Velho (monge do mosteiro da Mata) e Fr. Álvaro (prior do mesmo) a dar conta da sua decisão e solicitar-lhes que os seus procuradores compareçam em Lisboa a receber a doação.

 

O acto de doação ocorreu em Lisboa nos Paços de El-Rei, a 28 de Julho de 1451, através de uma carta lavrada pelo tabelião Álvaro Vaz, outorgada por D. Brites e Fr. João Velho, testemunhada por Gonçalo Vaz (escudeiro da duquesa de Borgonha), Fr. Alvaro Anes e o provincial da Trindade.

 

Nos primórdios do ano de 1452, dois monges de S. Jerónimo, João Velho e Espírito Santo, tomam posse de S. Marcos e em Abril do dito ano iniciam as obras sob a orientação do arquitecto Gil de Sousa (autor do mosteiro da Penha Longa) e regência de Fr. João Velho. Gil de Sousa orientou as obras durante 12 anos, até ao momento da sua morte e sequente enterramento na igreja. As obras irão continuar sob a direcção de Nuno Gonçalves, um pedreiro do vizinho lugar de Zouparria.

 

Desde 1452, S. Marcos funcionou como um autêntico estaleiro de obras e de arte. Aqui lavraram os maiores arquitectos, escultores e imaginários do tempo, com incidência maior nos altares e mausoléus da igreja, dormitórios e claustros, botica, celeiros e oficinas.

   

Incêndio e recuperação

 

A igreja tem a grande reforma em 1510 como se infere da era grafada na porta principal, a capela maior entre os anos de 1522-1523, a capela dos Reis Magos em finais do século XVI e a frontaria no século XVIII.

 

Aquando da extinção das ordens religiosas, em 1834, o convento foi vendido a particulares, acabando destruído por um incêndio em 1860, com excepção da igreja e casa da botica. O resto são ruínas recuperadas em meados do século XX, após aquisição pela Fundação da Casa de Bragança, sob a direcção do arquitecto Castro Ferreira, um projecto inspirado nas casas seiscentistas.

 

Em 1976 a Universidade de Coimbra protocoliza com a Casa de Bragança a ocupação dos imóveis, com a finalidade de ali instalar residência para convidados, gabinetes de trabalho e salões de recepções.

   

Igreja de S. Marcos

 

A igreja, monumento nacional, constitui um dos monumentos mais notáveis da arte tumular. Ali jazem, em mausoléus lavrados por excelentes imaginários da Renascença, os membros de uma das maiores famílias nobres do Reino - os Silvas.

 

A igreja orienta-se no sentido nascente-poente (entrada), precedida por largo adro recheado de frondoso arvoredo, ladeada a norte pela casa da botica e a sul pelos celeiros e palácio (outrora a zona conventual).

 

A porta de entrada é de arco quebrado, adornado por cairéis, molduras de folhagens, finas colunas, bases compostas e capitéis de folhagens, tudo na forma do manuelino flamejante-naturalista. Esta porta é precedida de uma frontaria edificada no século XVIII, uma obra equilibrada nas composições laterais, na torre sineira (os sinos estão na torre da Igreja de S. Bartolomeu, no centro de Coimbra), nas janelas do coro, nos nichos laterais (as esculturas foram vendidas para o Brasil) e na zona baixa, com os três arcos do peristilo a rasgar a frontaria. No ângulo da empena no remate superior grafa-se o escudo da ordem de S. Jerónimo.

 

O corpo mostra restos das paredes do século XVI (1510), a abóbada do século XVII e o arco cruzeiro de 1696, ao tempo em que era prior do convento Fr. José de S. Tomás. A primitiva ermida de S. Marcos situava-se no sítio do arco cruzeiro.

 

Os flancos do corpo da igreja asilam do lado do Evangelho o púlpito (século XVI) e a capela dos Reis Magos, obra edificada por D. Beatriz de Vilhena (1566-1578) destinada a panteão da família Silva e Castro. No lado da Epístola encontram-se os túmulos de Fernão Teles de Meneses (obra atribuída a Diogo de Castilho) e a arca tumular de Aires Gomes da Silva.

 

A capela-maior, ex-libris da igreja, foi dificada entre os anos de 1522-1523 sob desenho de Diogo de Castilho. O retábulo é obra de Nicolau Chanterene e compõe-se de uma zona alta bem desenvolvida e zona baixa a asilar o sacrário e a bancada do século XVIII.

   

Espaço ímpar

 

A zona cimeira é recortada por um arco central a dar guarida a uma escultura de Cristo descido da Cruz em alto relevo, uma composição movimentada e cheia de figuras. Nos dois nichos laterais estão as figuras ajoelhadas dos dadores: do lado do Evangelho, D. Aires da Silva, apresentado por S. Jerónimo; do lado da Epístola, D.Guiomar de Castro, apresentada por S. Marcos. A orgânica construtiva advem de pilastras adornadas antepostas de colunelos.

 

O corpo inferior contém o Sacrário e quatro nichos em alto relevo reproduzindo cenas da vida de S. Jerónimo: S. Jerónimo e o leão, O santo e os mercadores, S. Jerónimo penitente e Morte de S. Jerónimo. As pilastras divisórias mostram esculturas de S. Gregório, S. Sebastião, S. João Baptista e um Santo Bispo. A dominar esta escultura retabular encontra-se no topo superior a escultura do Padre-Eterno.

 

As paredes laterais são ocupadas, do lado esquerdo, pelos túmulos de D. Brites de Meneses, D. Guiomar de Castro, D. Aires da Silva e D. João da Silva. Do lado direito, o túmulo de João da Silva (regedor e filho de Aires da Silva) e Luís da Silva Teles. Do lado da epístola, abre-se uma porta para a sacristia, mandada edificar por João da Silva, como se infere de legenda em remate.

 

As armas dos Silvas, Castros e Meneses - inscritas nas paredes, tectos, altares e túmulos - por norma têm a presença de um leão, a divisa dos Silvas, os padroeiros.

 

Eis algumas nótulas sobre um espaço histórico-cultural ímpar em Portugal (passível de tratamento mais desenvolvido em momento oportuno), na tentativa e convicção de motivar leitores a visitarem o Palácio de S. Marcos. Vale (bem) a pena. www.mensageirosantoantonio.com/messaggero/pagina_articolo...

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Correia Góis

 

Em Quinta-feira da Ascensão (40 dias depois da Páscoa), dia em que os católicos celebram a festa da Ascensão do Senhor, os povos da região do Baixo-Mondego, com ênfase maior nos da margem direita, visitam a igreja de S. Marcos sediada no Palácio de S. Marcos, outrora convento dos monges de S. Jerónimo.

   

Em passado remoto, o dia da Ascensão do Senhor além de ser dia santificado era considerado feriado nacional. Manhã cedo, os povos rumavam aos olivais e prados de cereais a colher ramagens, flores campestres e espigas de trigo, centeio e cevada, com que arranjam o ramo a ser benzido na igreja conventual, e que depois era guardado em casa na convicção de protecção e fertilização das pessoas, animais e sementeiras.

 

Neste dia os agricultores não colhiam pastos para os animais e os pescadores não lançavam as redes, uma vez que a pescaria colhida era imprópria para consumo.

 

Após a bênção do ramo e a missa na ermida de S. Marcos, a par do pagamento de votos e oblações, as famílias e os amigos fruíam das famosas sombras do arvoredo fronteiro e das merendas. Ao anoitecer regressavam aos lares, com a promessa de voltar no próximo ano.

   

Tradição adaptada

 

A função de outrora, secular, resistiu às aculturações temporais e adaptou-se aos tempos hodiernos. Ou seja, os devotos e visitantes já não o fazem em grupos ou ranchos, o automóvel é transporte privilegiado, os feirantes empresariais (alguns marroquinos) absorvem os tradicionais e as músicas advindas das concertinas foram substituídas por amplificações sonoras que mais não fazem do que gritar, quase a vetar o convívio entre os visitantes.

 

A missa deixou de ser matinal para ser ao fim da tarde e, apesar dos parasitas da comunicação, os moradores das freguesias de S. Martinho de Árvore, S. Silvestre, S. João do Campo, Tentúgal e Ançã não dispensam a visita a S. Marcos na Quinta-Feira da Ascensão.

 

Foi neste contexto que visitámos S. Marcos na condição de colher imagens e vivências passíveis de formar e informar os leitores, com o intuito de inspirar contacto e visita a um sítio histórico-cultural ímpar em Portugal.

   

Pequena ermida

 

Em meados do século XV, João Gomes da Silva, alferes-mor do rei D. João I, rico-homem, copeiro-mor, um dos principais defensores da cidade de Coimbra nas guerras com Castela, participante activo na batalha de Aljubarrota, filho de Gonçalo Gomes e D. Maria Pires, com ascendência na família dos Silvas, ao tempo marqueses de Vagos e senhores das terras de Montemor-o-Velho, Tentúgal, Covilhã, Buarcos, Cantanhede, Medina e Nespereira, recebeu por mercê régia muitas terras e privilégios, que a par da herança de seu pai o tornaram num dos fidalgos mais nobres e ricos de Portugal, com residência em Montemor-o-Velho.

 

Em 1441, João Gomes retira-se para a Quinta de S. Marcos e próximo de umas humildes casas de habitação edifica uma pequena ermida em honra do evangelista S. Marcos, onde deveria ser sepultado após a morte.

 

Ainda no mesmo ano decide doar a quinta aos padres de S. Jerónimo, ao tempo florescentes na Penha Longa e Mata, na condição de estes enviarem para S. Marcos um clérigo para rezar missa quotidiana e oficializada em dias das festas do Senhor e da Virgem Nossa Senhora. Esta doação é lavrada pelo tabelião Estêvão Anes e testemunhada por Pedro Gonçalves, António João (cozinheiro da casa) e Martins Afonso, assistente em S. Silvestre.

 

Em 1444, a 25 de Março, finou-se João Gomes da Silva. É sepultado na dita ermida e sucede-lhe na herança o filho varão Aires Gomes da Silva. Este reafirma as disposições do pai, manteve o clérigo em casa até às desavenças entre o rei D. Afonso V e o infante D. Pedro (tio e sogro de D. Afonso). Aires Gomes da Silva tomou o partido de D. Pedro e acompanha-o na batalha de Alfarrobeira, onde morre e de que resulta o confisco de todos os bens e privilégios.

   

Fundação do convento

 

Em 1448, a viúva, D. Brites de Menezes, oriunda da nobre família dos marqueses de Cantanhede e 3.ª mulher de Aires Gomes da Silva, aia da infanta D. Isabel, reavê por Alvará régio lavrado em Sintra os bens confiscados, na condição de doar a quinta de S. Marcos para ali se fundar um convento de monges hieromitas.

 

Para o efeito vai ao convento de Arruda dos Vinhos junto de seu confessor Fr. João Velho (monge do mosteiro da Mata) e Fr. Álvaro (prior do mesmo) a dar conta da sua decisão e solicitar-lhes que os seus procuradores compareçam em Lisboa a receber a doação.

 

O acto de doação ocorreu em Lisboa nos Paços de El-Rei, a 28 de Julho de 1451, através de uma carta lavrada pelo tabelião Álvaro Vaz, outorgada por D. Brites e Fr. João Velho, testemunhada por Gonçalo Vaz (escudeiro da duquesa de Borgonha), Fr. Alvaro Anes e o provincial da Trindade.

 

Nos primórdios do ano de 1452, dois monges de S. Jerónimo, João Velho e Espírito Santo, tomam posse de S. Marcos e em Abril do dito ano iniciam as obras sob a orientação do arquitecto Gil de Sousa (autor do mosteiro da Penha Longa) e regência de Fr. João Velho. Gil de Sousa orientou as obras durante 12 anos, até ao momento da sua morte e sequente enterramento na igreja. As obras irão continuar sob a direcção de Nuno Gonçalves, um pedreiro do vizinho lugar de Zouparria.

 

Desde 1452, S. Marcos funcionou como um autêntico estaleiro de obras e de arte. Aqui lavraram os maiores arquitectos, escultores e imaginários do tempo, com incidência maior nos altares e mausoléus da igreja, dormitórios e claustros, botica, celeiros e oficinas.

   

Incêndio e recuperação

 

A igreja tem a grande reforma em 1510 como se infere da era grafada na porta principal, a capela maior entre os anos de 1522-1523, a capela dos Reis Magos em finais do século XVI e a frontaria no século XVIII.

 

Aquando da extinção das ordens religiosas, em 1834, o convento foi vendido a particulares, acabando destruído por um incêndio em 1860, com excepção da igreja e casa da botica. O resto são ruínas recuperadas em meados do século XX, após aquisição pela Fundação da Casa de Bragança, sob a direcção do arquitecto Castro Ferreira, um projecto inspirado nas casas seiscentistas.

 

Em 1976 a Universidade de Coimbra protocoliza com a Casa de Bragança a ocupação dos imóveis, com a finalidade de ali instalar residência para convidados, gabinetes de trabalho e salões de recepções.

   

Igreja de S. Marcos

 

A igreja, monumento nacional, constitui um dos monumentos mais notáveis da arte tumular. Ali jazem, em mausoléus lavrados por excelentes imaginários da Renascença, os membros de uma das maiores famílias nobres do Reino - os Silvas.

 

A igreja orienta-se no sentido nascente-poente (entrada), precedida por largo adro recheado de frondoso arvoredo, ladeada a norte pela casa da botica e a sul pelos celeiros e palácio (outrora a zona conventual).

 

A porta de entrada é de arco quebrado, adornado por cairéis, molduras de folhagens, finas colunas, bases compostas e capitéis de folhagens, tudo na forma do manuelino flamejante-naturalista. Esta porta é precedida de uma frontaria edificada no século XVIII, uma obra equilibrada nas composições laterais, na torre sineira (os sinos estão na torre da Igreja de S. Bartolomeu, no centro de Coimbra), nas janelas do coro, nos nichos laterais (as esculturas foram vendidas para o Brasil) e na zona baixa, com os três arcos do peristilo a rasgar a frontaria. No ângulo da empena no remate superior grafa-se o escudo da ordem de S. Jerónimo.

 

O corpo mostra restos das paredes do século XVI (1510), a abóbada do século XVII e o arco cruzeiro de 1696, ao tempo em que era prior do convento Fr. José de S. Tomás. A primitiva ermida de S. Marcos situava-se no sítio do arco cruzeiro.

 

Os flancos do corpo da igreja asilam do lado do Evangelho o púlpito (século XVI) e a capela dos Reis Magos, obra edificada por D. Beatriz de Vilhena (1566-1578) destinada a panteão da família Silva e Castro. No lado da Epístola encontram-se os túmulos de Fernão Teles de Meneses (obra atribuída a Diogo de Castilho) e a arca tumular de Aires Gomes da Silva.

 

A capela-maior, ex-libris da igreja, foi dificada entre os anos de 1522-1523 sob desenho de Diogo de Castilho. O retábulo é obra de Nicolau Chanterene e compõe-se de uma zona alta bem desenvolvida e zona baixa a asilar o sacrário e a bancada do século XVIII.

   

Espaço ímpar

 

A zona cimeira é recortada por um arco central a dar guarida a uma escultura de Cristo descido da Cruz em alto relevo, uma composição movimentada e cheia de figuras. Nos dois nichos laterais estão as figuras ajoelhadas dos dadores: do lado do Evangelho, D. Aires da Silva, apresentado por S. Jerónimo; do lado da Epístola, D.Guiomar de Castro, apresentada por S. Marcos. A orgânica construtiva advem de pilastras adornadas antepostas de colunelos.

 

O corpo inferior contém o Sacrário e quatro nichos em alto relevo reproduzindo cenas da vida de S. Jerónimo: S. Jerónimo e o leão, O santo e os mercadores, S. Jerónimo penitente e Morte de S. Jerónimo. As pilastras divisórias mostram esculturas de S. Gregório, S. Sebastião, S. João Baptista e um Santo Bispo. A dominar esta escultura retabular encontra-se no topo superior a escultura do Padre-Eterno.

 

As paredes laterais são ocupadas, do lado esquerdo, pelos túmulos de D. Brites de Meneses, D. Guiomar de Castro, D. Aires da Silva e D. João da Silva. Do lado direito, o túmulo de João da Silva (regedor e filho de Aires da Silva) e Luís da Silva Teles. Do lado da epístola, abre-se uma porta para a sacristia, mandada edificar por João da Silva, como se infere de legenda em remate.

 

As armas dos Silvas, Castros e Meneses - inscritas nas paredes, tectos, altares e túmulos - por norma têm a presença de um leão, a divisa dos Silvas, os padroeiros.

 

Eis algumas nótulas sobre um espaço histórico-cultural ímpar em Portugal (passível de tratamento mais desenvolvido em momento oportuno), na tentativa e convicção de motivar leitores a visitarem o Palácio de S. Marcos. Vale (bem) a pena. www.mensageirosantoantonio.com/messaggero/pagina_articolo...

 

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O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

 

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal.[2] Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, por um processo de compra e venda. Neste momento, recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde, no ano de 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até o ano de 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família.[3]

 

Na década de 1920, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte que se denominava eclético, o qual agradava a cantora lírica italiana, esposa de Henrique Lage, Gabriela Bezanzoni.[3] Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado.[2]

 

No ano de 1936, a esposa de Henrique Lages funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, novos habitantes vêm para a mansão dos Lage, os sobrinhos-netos de Gabriela: Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca.[3]

 

Entretanto, endividado com o Banco do Brasil por conta de negócios feitos com esta instituição financeira, Henrique Lages precisou desfazer-se de parte de seu patrimônio. Entregou parte de seus bens ao banco como pagamento e, a outra, vendeu para empresários particulares. A fim de fazer sobreviver o Parque, foi tombado como patrimônio histórico e artístico com a ajuda do governador Carlos Lacerda.[3]

 

Na década de 1960 a propriedade foi desapropriada e convertida em um parque público. No palácio funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage,[4] criada em 1975 pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação.

 

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Parque Lage (in full "Parque Enrique Lage") is a public park in the city of Rio De Janeiro, located in the Jardim Botânico neighborhood at the foot of the Corcovado.

  

The atrium of the mansion with café.The land was formerly the residence of industrialist Enrique Lage and his wife, singer Gabriela Bezanzoni. During the 1920's Lage had the mansion remodeled by Italian architect Mario Vodrel, with interior paintings by Salvador Payols Sabaté.

 

In the 1960's the land became a public park, with walking trails through subtropical forest. The Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Visual Arts School of Parque Lage) and a café open to the public operate from the former mansion.

  

O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

 

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal.[2] Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, por um processo de compra e venda. Neste momento, recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde, no ano de 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até o ano de 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família.[3]

 

Na década de 1920, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte que se denominava eclético, o qual agradava a cantora lírica italiana, esposa de Henrique Lage, Gabriela Bezanzoni.[3] Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado.[2]

 

No ano de 1936, a esposa de Henrique Lages funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, novos habitantes vêm para a mansão dos Lage, os sobrinhos-netos de Gabriela: Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca.[3]

 

Entretanto, endividado com o Banco do Brasil por conta de negócios feitos com esta instituição financeira, Henrique Lages precisou desfazer-se de parte de seu patrimônio. Entregou parte de seus bens ao banco como pagamento e, a outra, vendeu para empresários particulares. A fim de fazer sobreviver o Parque, foi tombado como patrimônio histórico e artístico com a ajuda do governador Carlos Lacerda.[3]

 

Na década de 1960 a propriedade foi desapropriada e convertida em um parque público. No palácio funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage,[4] criada em 1975 pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação.

 

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Parque Lage (in full "Parque Enrique Lage") is a public park in the city of Rio De Janeiro, located in the Jardim Botânico neighborhood at the foot of the Corcovado.

  

The atrium of the mansion with café.The land was formerly the residence of industrialist Enrique Lage and his wife, singer Gabriela Bezanzoni. During the 1920's Lage had the mansion remodeled by Italian architect Mario Vodrel, with interior paintings by Salvador Payols Sabaté.

 

In the 1960's the land became a public park, with walking trails through subtropical forest. The Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Visual Arts School of Parque Lage) and a café open to the public operate from the former mansion.

  

O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

 

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal.[2] Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, por um processo de compra e venda. Neste momento, recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde, no ano de 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até o ano de 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família.[3]

 

Na década de 1920, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte que se denominava eclético, o qual agradava a cantora lírica italiana, esposa de Henrique Lage, Gabriela Bezanzoni.[3] Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado.[2]

 

No ano de 1936, a esposa de Henrique Lages funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, novos habitantes vêm para a mansão dos Lage, os sobrinhos-netos de Gabriela: Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca.[3]

 

Entretanto, endividado com o Banco do Brasil por conta de negócios feitos com esta instituição financeira, Henrique Lages precisou desfazer-se de parte de seu patrimônio. Entregou parte de seus bens ao banco como pagamento e, a outra, vendeu para empresários particulares. A fim de fazer sobreviver o Parque, foi tombado como patrimônio histórico e artístico com a ajuda do governador Carlos Lacerda.[3]

 

Na década de 1960 a propriedade foi desapropriada e convertida em um parque público. No palácio funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage,[4] criada em 1975 pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação.

 

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Parque Lage (in full "Parque Enrique Lage") is a public park in the city of Rio De Janeiro, located in the Jardim Botânico neighborhood at the foot of the Corcovado.

  

The atrium of the mansion with café.The land was formerly the residence of industrialist Enrique Lage and his wife, singer Gabriela Bezanzoni. During the 1920's Lage had the mansion remodeled by Italian architect Mario Vodrel, with interior paintings by Salvador Payols Sabaté.

 

In the 1960's the land became a public park, with walking trails through subtropical forest. The Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Visual Arts School of Parque Lage) and a café open to the public operate from the former mansion.

  

O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal.[1] Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, por um processo de compra e venda. Neste momento, recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde, no ano de 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até o ano de 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família.[2]

 

Na década de 1920, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte que se denominava eclético, o qual agradava a cantora lírica italiana, esposa de Henrique Lage, Gabriela Bezanzoni.[2] Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado.[1]

 

No ano de 1936, a esposa de Henrique Lages funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, novos habitantes vêm para a mansão dos Lage, os sobrinhos-netos de Gabriela: Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca.[2]

 

Entretanto, endividado com o Banco do Brasil por conta de negócios feitos com esta instituição financeira, Henrique Lages precisou desfazer-se de parte de seu patrimônio. Entregou parte de seus bens ao banco como pagamento e, a outra, vendeu para empresários particulares. A fim de fazer sobreviver o Parque, foi tombado como patrimônio histórico e artístico com a ajuda do governador Carlos Lacerda.[2]

 

Na década de 1960 a propriedade foi desapropriada e convertida em um parque público. No palácio funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage,[3] criada em 1975 pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação.

 

Em 1967, Glauber Rocha usou a construção em estilo eclético como sede do governo da cidade de Alecrim, no fictício país de Eldorado, cenário de Terra em Transe, filme estrelado por Paulo Autran, José Lewgoy, Glauce Rocha e Jardel Filho, entre outros.

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Parque Lage (in full "Parque Enrique Lage") is a public park in the city of Rio De Janeiro, located in the Jardim Botânico neighborhood at the foot of the Corcovado.

The land was formerly the residence of industrialist Enrique Lage and his wife, singer Gabriela Bezanzoni. During the 1920's Lage had the mansion remodeled by Italian architect Mario Vodrel, with interior paintings by Salvador Payols Sabaté.

 

In the 1960's the land became a public park, with walking trails through subtropical forest. The Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Visual Arts School of Parque Lage) and a café open to the public operate from the former mansion.

O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

 

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal.[2] Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, por um processo de compra e venda. Neste momento, recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde, no ano de 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até o ano de 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família.[3]

 

Na década de 1920, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte que se denominava eclético, o qual agradava a cantora lírica italiana, esposa de Henrique Lage, Gabriela Bezanzoni.[3] Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado.[2]

 

No ano de 1936, a esposa de Henrique Lages funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, novos habitantes vêm para a mansão dos Lage, os sobrinhos-netos de Gabriela: Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca.[3]

 

Entretanto, endividado com o Banco do Brasil por conta de negócios feitos com esta instituição financeira, Henrique Lages precisou desfazer-se de parte de seu patrimônio. Entregou parte de seus bens ao banco como pagamento e, a outra, vendeu para empresários particulares. A fim de fazer sobreviver o Parque, foi tombado como patrimônio histórico e artístico com a ajuda do governador Carlos Lacerda.[3]

 

Na década de 1960 a propriedade foi desapropriada e convertida em um parque público. No palácio funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage,[4] criada em 1975 pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação.

 

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Parque Lage (in full "Parque Enrique Lage") is a public park in the city of Rio De Janeiro, located in the Jardim Botânico neighborhood at the foot of the Corcovado.

  

The atrium of the mansion with café.The land was formerly the residence of industrialist Enrique Lage and his wife, singer Gabriela Bezanzoni. During the 1920's Lage had the mansion remodeled by Italian architect Mario Vodrel, with interior paintings by Salvador Payols Sabaté.

 

In the 1960's the land became a public park, with walking trails through subtropical forest. The Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Visual Arts School of Parque Lage) and a café open to the public operate from the former mansion.

  

O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

 

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal.[2] Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, por um processo de compra e venda. Neste momento, recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde, no ano de 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até o ano de 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família.[3]

 

Na década de 1920, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte que se denominava eclético, o qual agradava a cantora lírica italiana, esposa de Henrique Lage, Gabriela Bezanzoni.[3] Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado.[2]

 

No ano de 1936, a esposa de Henrique Lages funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, novos habitantes vêm para a mansão dos Lage, os sobrinhos-netos de Gabriela: Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca.[3]

 

Entretanto, endividado com o Banco do Brasil por conta de negócios feitos com esta instituição financeira, Henrique Lages precisou desfazer-se de parte de seu patrimônio. Entregou parte de seus bens ao banco como pagamento e, a outra, vendeu para empresários particulares. A fim de fazer sobreviver o Parque, foi tombado como patrimônio histórico e artístico com a ajuda do governador Carlos Lacerda.[3]

 

Na década de 1960 a propriedade foi desapropriada e convertida em um parque público. No palácio funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage,[4] criada em 1975 pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação.

 

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Parque Lage (in full "Parque Enrique Lage") is a public park in the city of Rio De Janeiro, located in the Jardim Botânico neighborhood at the foot of the Corcovado.

  

The atrium of the mansion with café.The land was formerly the residence of industrialist Enrique Lage and his wife, singer Gabriela Bezanzoni. During the 1920's Lage had the mansion remodeled by Italian architect Mario Vodrel, with interior paintings by Salvador Payols Sabaté.

 

In the 1960's the land became a public park, with walking trails through subtropical forest. The Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Visual Arts School of Parque Lage) and a café open to the public operate from the former mansion.

  

O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

 

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal.[2] Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, por um processo de compra e venda. Neste momento, recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde, no ano de 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até o ano de 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família.[3]

 

Na década de 1920, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte que se denominava eclético, o qual agradava a cantora lírica italiana, esposa de Henrique Lage, Gabriela Bezanzoni.[3] Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado.[2]

 

No ano de 1936, a esposa de Henrique Lages funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, novos habitantes vêm para a mansão dos Lage, os sobrinhos-netos de Gabriela: Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca.[3]

 

Entretanto, endividado com o Banco do Brasil por conta de negócios feitos com esta instituição financeira, Henrique Lages precisou desfazer-se de parte de seu patrimônio. Entregou parte de seus bens ao banco como pagamento e, a outra, vendeu para empresários particulares. A fim de fazer sobreviver o Parque, foi tombado como patrimônio histórico e artístico com a ajuda do governador Carlos Lacerda.[3]

 

Na década de 1960 a propriedade foi desapropriada e convertida em um parque público. No palácio funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage,[4] criada em 1975 pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação.

 

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Parque Lage (in full "Parque Enrique Lage") is a public park in the city of Rio De Janeiro, located in the Jardim Botânico neighborhood at the foot of the Corcovado.

  

The atrium of the mansion with café.The land was formerly the residence of industrialist Enrique Lage and his wife, singer Gabriela Bezanzoni. During the 1920's Lage had the mansion remodeled by Italian architect Mario Vodrel, with interior paintings by Salvador Payols Sabaté.

 

In the 1960's the land became a public park, with walking trails through subtropical forest. The Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Visual Arts School of Parque Lage) and a café open to the public operate from the former mansion.

  

O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal.[1] Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, por um processo de compra e venda. Neste momento, recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde, no ano de 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até o ano de 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família.[2]

 

Na década de 1920, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte que se denominava eclético, o qual agradava a cantora lírica italiana, esposa de Henrique Lage, Gabriela Bezanzoni.[2] Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado.[1]

 

No ano de 1936, a esposa de Henrique Lages funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, novos habitantes vêm para a mansão dos Lage, os sobrinhos-netos de Gabriela: Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca.[2]

 

Entretanto, endividado com o Banco do Brasil por conta de negócios feitos com esta instituição financeira, Henrique Lages precisou desfazer-se de parte de seu patrimônio. Entregou parte de seus bens ao banco como pagamento e, a outra, vendeu para empresários particulares. A fim de fazer sobreviver o Parque, foi tombado como patrimônio histórico e artístico com a ajuda do governador Carlos Lacerda.[2]

 

Na década de 1960 a propriedade foi desapropriada e convertida em um parque público. No palácio funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage,[3] criada em 1975 pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação.

 

Em 1967, Glauber Rocha usou a construção em estilo eclético como sede do governo da cidade de Alecrim, no fictício país de Eldorado, cenário de Terra em Transe, filme estrelado por Paulo Autran, José Lewgoy, Glauce Rocha e Jardel Filho, entre outros.

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Parque Lage (in full "Parque Enrique Lage") is a public park in the city of Rio De Janeiro, located in the Jardim Botânico neighborhood at the foot of the Corcovado.

The land was formerly the residence of industrialist Enrique Lage and his wife, singer Gabriela Bezanzoni. During the 1920's Lage had the mansion remodeled by Italian architect Mario Vodrel, with interior paintings by Salvador Payols Sabaté.

 

In the 1960's the land became a public park, with walking trails through subtropical forest. The Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Visual Arts School of Parque Lage) and a café open to the public operate from the former mansion.

O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

 

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal.[2] Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, por um processo de compra e venda. Neste momento, recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde, no ano de 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até o ano de 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família.[3]

 

Na década de 1920, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte que se denominava eclético, o qual agradava a cantora lírica italiana, esposa de Henrique Lage, Gabriela Bezanzoni.[3] Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado.[2]

 

No ano de 1936, a esposa de Henrique Lages funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, novos habitantes vêm para a mansão dos Lage, os sobrinhos-netos de Gabriela: Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca.[3]

 

Entretanto, endividado com o Banco do Brasil por conta de negócios feitos com esta instituição financeira, Henrique Lages precisou desfazer-se de parte de seu patrimônio. Entregou parte de seus bens ao banco como pagamento e, a outra, vendeu para empresários particulares. A fim de fazer sobreviver o Parque, foi tombado como patrimônio histórico e artístico com a ajuda do governador Carlos Lacerda.[3]

 

Na década de 1960 a propriedade foi desapropriada e convertida em um parque público. No palácio funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage,[4] criada em 1975 pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação.

 

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Parque Lage (in full "Parque Enrique Lage") is a public park in the city of Rio De Janeiro, located in the Jardim Botânico neighborhood at the foot of the Corcovado.

  

The atrium of the mansion with café.The land was formerly the residence of industrialist Enrique Lage and his wife, singer Gabriela Bezanzoni. During the 1920's Lage had the mansion remodeled by Italian architect Mario Vodrel, with interior paintings by Salvador Payols Sabaté.

 

In the 1960's the land became a public park, with walking trails through subtropical forest. The Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Visual Arts School of Parque Lage) and a café open to the public operate from the former mansion.

  

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