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Underwater Odyssey snorkeling-tour in Pattaya on March-18-2024
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Observational drawing using a ballpoint pen and red fineliner for the horns. Created as part of an A2 project.
Day 362/365
Re-edit of a phone of a group of Rams from within the Temple at Karnak. We were told that these Rams once lined an avenue but were found buried, not by time but by the builders. Apparently at some point in the history of Karnak, these became passe and were "put away" as it were.
RGV’s film The Attacks of 26/11 screened for victims
twocircles.net/2012nov24/rgv%E2%80%99s_film_attacks_2611_...
Durante los días viernes 12, sábado 13 y domingo 14 de mayo se llevó a cabo este importante torneo, organizado por la Rama de Voleibol de nuestra institución y que contó con la participación de varios clubes y colegios de nuestro país.
Foto: Elias Ramos/PMC
Cerca de 100 pessoas, entre guardas civis, estudantes, membros de conselhos, servidores municipais e representantes de religiões de matriz africana, participaram do “Seminário de Segurança Pública e Promoção da Igualdade Racial”, nesta quinta-feira (18/11), no auditório da PUC Minas/Campus Contagem.
O evento faz parte da programação do “Novembro Negro” e foi desenvolvido pelas secretarias municipais de Defesa Social e de Direitos Humanos e Cidadania, com o objetivo de propor debates e reflexões acerca de duas importantes temáticas. A primeira delas, realizada no período da manhã, teve como enfoque o rompimento de estereótipos nas abordagens de segurança pública. A segunda, ocorrida no período da tarde, transcorreu sobre o direito ao sagrado para religiões de matriz africana.
Para falar sobre os temas, foram convidados diversos especialistas, entre eles, o professor e doutor em psicologia, Alessandro Pereira Santos; a advogada e pós-graduanda em Juventudes, Camila Marques, e o professor e secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania, Marcelo Lino.
Ao abrir o evento, a secretária de Defesa Social, Paola Soares, descreveu o seminário como uma oportunidade para pensar e ressignificar o trabalho frente a uma política de segurança pública que clama por direitos humanos e respeito. “Como área finalística, o nosso melhor indicador é a prestação do serviço. Mas de que forma o fazer? Eu não tenho dúvida que o melhor caminho é a inclusão, o respeito e o entendimento sobre as minorias, sejam elas quais forem. Parabenizo aos organizadores por criar esse espaço, pois acredito que sairemos daqui diferente do que entramos”, ponderou.
O comandante da Guarda Civil, Wedisson Luiz, lembrou que segurança pública é e sempre será objeto de estudo para a construção da cidadania, pois ela não é instrumento exclusivo de polícia. “Somo o elo de uma corrente enorme. Como agentes públicos de segurança, estamos submetidos a diversos desafios e, portanto, temos que fazer um exercício diário de tolerância, entendendo que é necessário priorizar a garantia de direitos. Só assim conseguiremos mudar corações e mentes”, avaliou.
Para o professor e doutor em psicologia, Alessandro Pereira Santos, o debate que unifica segurança e igualdade racial ainda é pouco discutido na sociedade. “Parabenizo pelo ineditismo e agradeço o convite. É sempre um desafio contrapor esses dois temas, que são sensíveis e espinhosos”, destacou.
De acordo com ele, a segurança pública nasceu com um vício de origem. Os exércitos estaduais, a guarda imperial, as forças de segurança foram criadas para proteger o patrimônio e não a vida. “Faz pouco tempo que a sociedade discute segurança como proteção do cidadão, porque ele era visto como inimigo até alguns anos atrás. Inimigo você não protege, elimina. E o inimigo no Brasil tem cara, cor, gênero e território. Esse mesmo corpo que aqui evoca e vos fala é o mesmo corpo que pode ser encontrado em becos, vielas e praças. Eu só posso proteger a vida quando eu reconheço que ali tem uma vida”.
Por tudo isso, Alessandro deixou claro que defende uma segurança pública que valoriza a vida, inclusive a vida dos agentes de segurança. “Essa política de eleger inimigos não resolve o problema de segurança. Sabemos que o uso de álcool e outras drogas e de adoecimento psíquico em servidores da segurança pública aumentou no país, inclusive de suicídio. No meu entendimento, enquanto a segurança ficar buscando o inimigo, a sociedade e os agentes vão adoecer. A gente precisa compreender atrás de quem estamos correndo, porque isso nos adoece e não, necessariamente, produz um país mais seguro”, alertou o professor e especialista.
Já a advogada Camila Marques, em sua palestra, fez um convite à reflexão ao expor trechos de notícias envolvendo policiais e pretos e relatos de jovens sobre a percepção truculenta que eles têm das abordagens das forças de segurança. “Essa é a percepção que muitos jovens têm. Eu sei que não dá para chegar em um determinado ambiente e pedir licença para atuar. Há determinados ambientes que são hostis e demandam atenção e repressão maior na abordagem. Mas, em outros espaços e relações, isso pode ser revisto. A gente pode construir esse diálogo e um relacionamento mais saudável, aproximando a segurança e evitando que abordagem dos agentes sejam percebidas como um elemento de violação”, defendeu a advogada.
E, por fim, o secretário Marcelo Lino colocou em pauta o desafio de consolidar uma política de direitos humanos, inter-religiosa e ecumênica que respeite todas as manifestações religiosas. “Temos esse compromisso de preservar o direito ao sagrado de uma parcela da população, que muitas vezes tem até a sua fé criminalizada. Precisamos perceber que temos desafios imensos a romper e cabe ao poder público o protagonismo de promover os debates e evitar que essas questões fiquem escondidas ou subentendidas. Precisamos falar e mudar, é isso que nos move e nos faz estar aqui hoje”.
O seminário também foi marcado por manifestações religiosas de matriz africana e pela apresentação da Banda de Música da Guarda Civil de Contagem. Também estavam presentes a subsecretária de Prevenção e Segurança Pública, Daniela Tiffany, e a subsecretária de Direitos Humanos e Cidadania, Lorena Lemos. Cidadania, Lorena Lemos.
Curso Avançado - Ramo Escoteiro - 17 a 20 de setembro 2022 - Rio Grande - RS// Renato Silveira , ComunicaRS
A long shot from the Hotel grounds. This is Ram Island Light. It is quite a distance from Southport Island.
Birds nest in grilles and under wheel wells of our cars and trucks all the time. This is the first one I've seen ON a truck out in the open.
Saints receiver Michael Thomas scores a touchdown and celebrates by pulling out cell phone from under the goal post pad during the NFL football game between the New Orleans Saints and the Los Angeles Rams on Sunday, Nov. 4, 2018.
Underwater Odyssey snorkeling sea tour in Pattaya Thailand 14 February 2025
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