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Single flash on light weight light stand to right 2.5 meters away 1/2 power nikon d3000.. Some post shoot editing to give it a more grainy look

 

A friend of mine who is a pilot took me for a flip.. Thought i would get a shot of her next to the plane we flew in

PILOT 6 (1939) 6x6 Ilford Delta Pro 100 (skan)

 

exhausted.

 

pilots at rhiz, sometime in january 2010.

www.myspace.com/wearepilotsyouarenot

 

Foto: Castor Becker Júnior / C5 NewsPress

 

A Aero Agrícola Santos Dumont, em Cachoeira do Sul/RS, teve no sábado (19 de novembro) a formatura de sua 100ª turma do Curso de Piloto Agrícola (Cavag). Oito profissionais receberam o certificado de pilotos agrícolas após concluírem o treinamento especial para atuarem em uma das categorias mais tecnicamente exigidas da aviação civil em todo o mundo.

 

Na foto, a coordenadora administrativa do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), Marília Luíze Schüller, e o coordenador de projetos do Instituto Brasileiro da Aviação Agrícola (Ibravag), Rodrigo de Almeida, entregam ao diretor da Santos Dumont, Pelópidas Bernardi, uma placa de homenagem das entidades à escola.

 

A turma teve pilotos dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Pará. As aulas começaram no dia 10 de outubro e abrangeram 121 horas de aulas teóricas e 43 horas de prática. O currículo abrangeu uma etapa básica em uma aeronave Cessna 170, com missões acompanhadas do instrutor. Para em seguida passarem a etapa solo, com uma aeronave Ipanema 202. Treinando voos a baixa altitude e cumprindo gradativamente todas as etapas de uma operação em lavouras.

 

A programação foi marcada ainda pela homenagem ao patrono da Aero Agrícola Santos Dumont, Laudelino Bernardi – falecido em março deste ano, aos 81 anos de idade. Na cerimônia conduzida pelo diretor da Santos Dumont e filho de Laudelino, Pelópidas Bernardi, o ponto de maior emoção foi a inauguração do memorial a Laudelino, com uma estátua do patrono, ao lado da hélice de um velho biplano Boeing Stearmann (que foi um dos primeiros modelos amplamente usados na aviação agrícola mundial).

 

1.037 PILOTOS

 

Com a turma de agora, a Santo Dumont (fundada em 1995) atingiu a marca de 1.037 pilotos agrícolas formados em seu Cavag. De diversos Estados brasileiros e de vários países. Além disso, em 2022 a escola de Cachoeira do Sul anunciou a conquista da categoria de Centro de Instrução de Aviação Civil (Ciac), junto à Agência nacional de Aviação Civil (Anac).

 

A aviação agrícola é um dos segmentos aeronáuticos que mais exigem dos pilotos. Para pilotar um avião agrícola, o profissional começa pela licença de piloto privado (que autoriza a voar por hobby), depois precisa obter a licença de piloto comercial (que o habilita a voar profissionalmente) e aí somar 370 horas de voo para então poder entrar em um curso de piloto agrícola – onde ele aprende sobre toxicologia, meio ambiente e outros temas e passa a treinar o voo a baixa altitude, por exemplo, precavendo-se contra obstáculos e operando em pistas rudimentares.

 

Por outro lado, a aviação é a ferramenta de aplicação mais regulamentada e fiscalizada no campo brasileiro, além de importante para garantir a produtividade, com economia de insumos (evita amassamento, tem menos chance de precisar de retrabalho devido à sua velocidade e precisão, entre outros predicados).

Além disso, ela também é cada vez mais essencial nas operações de combate a incêndios florestais pelo País.

 

Lembrando que atualmente o Brasil tem a segunda maior frota aeroagrícola do planeta, com mais de 2,4 mil aeronaves – atrás apenas dos Estados Unidos e à frente de potências como Argentina, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul e Canadá.

 

E o Rio Grande do Sul (berço do setor no País, em 1947) possui a segunda maior frota do Brasil, com mais de 400 aeronaves. Atrás apenas do Mato Grosso (600 aviões) e à frente São Paulo (322 aeronaves), Goiás (295) e outras 20 unidades da Federação.

 

Dorset Sunday Plate Cup Final 2018: Pilot 4-1 Greyhound 15th April 2018

Guess where Berlin Group by Notmsparker

All these shot was shot with 2 vivitar 285HV into a reflective umbrella camera right and left at full power. And a nikon sb-24 on the floor behind the chair pointed at roof at 1/6 power. These all pics have different processing, couldnt decide which i like the best.

Looking along Pilot Bay towards the marina

Friday, September 9, 2016

a href="http://www.uniondocs.org/event/2016-09-09-pilots-in-pajamas/">Pilots in Pajamas

The roommate Viper Pilot.

113th Wing pilots after a Red Flag sortie from Eielson AFB, Alaska.

Stone Temple Pilots

Arena Pekan Raya

Jakarta 2011

Participated in Scott Kelby's Worldwide PhotoWalk.

A young Amelia Earhart.

Norway 0014 - Leaving the MV Rotterdam after picking up the pilot.

 

MAST Tanzania pilot project implementation. Photo credit: Jeffrey Euwema

Pilot FC v Priory Quays: MA Hart Robbins Cup Final 2015: Sponsored by Star Soccer

First place in Wood Art in the California State Fair, 2009. It is my own design, and it works - the pilots go up and down as the propeller turns.

Idea for a pilot-machine interface, something simple. Inspired by the film La Jetée. Alvin Penstix markers "R" good pens. I think I found a substitute that doesn't turn green though. :-)

Dorset Sunday Plate Cup Final 2018: Pilot 4-1 Greyhound 15th April 2018

Pilot FC v Priory Quays: MA Hart Robbins Cup Final 2015: Sponsored by Star Soccer

Pilot FC v Priory Quays: MA Hart Robbins Cup Final 2015: Sponsored by Star Soccer

Fouga M 170 Magister

R.O.V.L. 67 b

Foto: Castor Becker Júnior / C5 NewsPress

 

A Aero Agrícola Santos Dumont, em Cachoeira do Sul/RS, teve no sábado (19 de novembro) a formatura de sua 100ª turma do Curso de Piloto Agrícola (Cavag). Oito profissionais receberam o certificado de pilotos agrícolas após concluírem o treinamento especial para atuarem em uma das categorias mais tecnicamente exigidas da aviação civil em todo o mundo.

 

Um dos pontos mais emocionantes da programação foi a homenagem ao patrono da Aero Agrícola Santos Dumont, Laudelino Bernardi – falecido em março deste ano, aos 81 anos de idade. Na cerimônia conduzida pelo diretor da Santos Dumont e filho de Laudelino, Pelópidas Bernardi, o ponto de maior emoção foi a inauguração do memorial a Laudelino, com uma estátua do patrono, ao lado da hélice de um velho biplano Boeing Stearmann (que foi um dos primeiros modelos amplamente usados na aviação agrícola mundial).

 

A turma de formandos teve pilotos dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Pará. As aulas começaram no dia 10 de outubro e abrangeram 121 horas de aulas teóricas e 43 horas de prática. O currículo abrangeu uma etapa básica em uma aeronave Cessna 170, com missões acompanhadas do instrutor. Para em seguida passarem a etapa solo, com uma aeronave Ipanema 202. Treinando voos a baixa altitude e cumprindo gradativamente todas as etapas de uma operação em lavouras.

 

A solenidade contou com a presença da coordenadora administrativa do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), Marília Luíze Schüller, e do coordenador de projetos do Instituto Brasileiro da Aviação Agrícola (Ibravag), Rodrigo Almeida.

 

1.037 PILOTOS

 

Com a turma de agora, a Santo Dumont (fundada em 1995) atingiu a marca de 1.037 pilotos agrícolas formados em seu Cavag. De diversos Estados brasileiros e de vários países. Além disso, em 2022 a escola de Cachoeira do Sul anunciou a conquista da categoria de Centro de Instrução de Aviação Civil (Ciac), junto à Agência nacional de Aviação Civil (Anac).

 

A aviação agrícola é um dos segmentos aeronáuticos que mais exigem dos pilotos. Para pilotar um avião agrícola, o profissional começa pela licença de piloto privado (que autoriza a voar por hobby), depois precisa obter a licença de piloto comercial (que o habilita a voar profissionalmente) e aí somar 370 horas de voo para então poder entrar em um curso de piloto agrícola – onde ele aprende sobre toxicologia, meio ambiente e outros temas e passa a treinar o voo a baixa altitude, por exemplo, precavendo-se contra obstáculos e operando em pistas rudimentares.

 

Por outro lado, a aviação é a ferramenta de aplicação mais regulamentada e fiscalizada no campo brasileiro, além de importante para garantir a produtividade, com economia de insumos (evita amassamento, tem menos chance de precisar de retrabalho devido à sua velocidade e precisão, entre outros predicados).

Além disso, ela também é cada vez mais essencial nas operações de combate a incêndios florestais pelo País.

 

Lembrando que atualmente o Brasil tem a segunda maior frota aeroagrícola do planeta, com mais de 2,4 mil aeronaves – atrás apenas dos Estados Unidos e à frente de potências como Argentina, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul e Canadá.

 

E o Rio Grande do Sul (berço do setor no País, em 1947) possui a segunda maior frota do Brasil, com mais de 400 aeronaves. Atrás apenas do Mato Grosso (600 aviões) e à frente São Paulo (322 aeronaves), Goiás (295) e outras 20 unidades da Federação.

 

A Aero Agrícola Santos Dumont, em Cachoeira do Sul/RS, teve no sábado (19 de novembro) a formatura de sua 100ª turma do Curso de Piloto Agrícola (Cavag). Oito profissionais receberam o certificado de pilotos agrícolas após concluírem o treinamento especial para atuarem em uma das categorias mais tecnicamente exigidas da aviação civil em todo o mundo.

 

Um dos pontos mais emocionantes da programação foi a homenagem ao patrono da Aero Agrícola Santos Dumont, Laudelino Bernardi – falecido em março deste ano, aos 81 anos de idade. Na cerimônia conduzida pelo diretor da Santos Dumont e filho de Laudelino, Pelópidas Bernardi, o ponto de maior emoção foi a inauguração do memorial a Laudelino, com uma estátua do patrono, ao lado da hélice de um velho biplano Boeing Stearmann (que foi um dos primeiros modelos amplamente usados na aviação agrícola mundial).

 

A turma de formandos teve pilotos dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Pará. As aulas começaram no dia 10 de outubro e abrangeram 121 horas de aulas teóricas e 43 horas de prática. O currículo abrangeu uma etapa básica em uma aeronave Cessna 170, com missões acompanhadas do instrutor. Para em seguida passarem a etapa solo, com uma aeronave Ipanema 202. Treinando voos a baixa altitude e cumprindo gradativamente todas as etapas de uma operação em lavouras.

 

A solenidade contou com a presença da coordenadora administrativa do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), Marília Luíze Schüller, e do coordenador de projetos do Instituto Brasileiro da Aviação Agrícola (Ibravag), Rodrigo Almeida.

 

1.037 PILOTOS

 

Com a turma de agora, a Santo Dumont (fundada em 1995) atingiu a marca de 1.037 pilotos agrícolas formados em seu Cavag. De diversos Estados brasileiros e de vários países. Além disso, em 2022 a escola de Cachoeira do Sul anunciou a conquista da categoria de Centro de Instrução de Aviação Civil (Ciac), junto à Agência nacional de Aviação Civil (Anac).

 

A aviação agrícola é um dos segmentos aeronáuticos que mais exigem dos pilotos. Para pilotar um avião agrícola, o profissional começa pela licença de piloto privado (que autoriza a voar por hobby), depois precisa obter a licença de piloto comercial (que o habilita a voar profissionalmente) e aí somar 370 horas de voo para então poder entrar em um curso de piloto agrícola – onde ele aprende sobre toxicologia, meio ambiente e outros temas e passa a treinar o voo a baixa altitude, por exemplo, precavendo-se contra obstáculos e operando em pistas rudimentares.

 

Por outro lado, a aviação é a ferramenta de aplicação mais regulamentada e fiscalizada no campo brasileiro, além de importante para garantir a produtividade, com economia de insumos (evita amassamento, tem menos chance de precisar de retrabalho devido à sua velocidade e precisão, entre outros predicados).

Além disso, ela também é cada vez mais essencial nas operações de combate a incêndios florestais pelo País.

 

Lembrando que atualmente o Brasil tem a segunda maior frota aeroagrícola do planeta, com mais de 2,4 mil aeronaves – atrás apenas dos Estados Unidos e à frente de potências como Argentina, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul e Canadá.

 

E o Rio Grande do Sul (berço do setor no País, em 1947) possui a segunda maior frota do Brasil, com mais de 400 aeronaves. Atrás apenas do Mato Grosso (600 aviões) e à frente São Paulo (322 aeronaves), Goiás (295) e outras 20 unidades da Federação.

 

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