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Welcome, Audrey! ;D
Sailor Neptune is Audrey's first doll, she's new in the hobby! o^___^o
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Nosso meeting tb foi de boas vindas para a Audrey, que começou agora no hobby e essa belíssima Sailor Netuno é sua primeira doll! Seja bem vinda, Audrey! ;D
Deméter - Deusa da colheita, da agricultura e das estações do ano, filha de Cronos e Reia (Goddess of harvest, agriculture and the seasons, daughter of Cronos and Reia)
Poseidon – Deus dos mares (God of the seas)
A Piazza della Signoria é o epicentro civil e político de Florença desde o século XIV, situada entre a Piazza del Duomo e o rio Arno. O seu destaque vai para o Palazzo Vecchio, sede do governo local, e a Loggia dei Lanzi, um museu ao ar livre com importantes esculturas renascentistas. No coração da praça ergue-se a estátua equestre de Cosimo I de Médici, de Giambologna, que simboliza o poder ducal dos Médici, e a Fonte de Netuno, concebida por Bartolomeu Ammannati, que expressa o domínio marítimo da cidade. Este espaço, com raízes romanas, foi palco de eventos políticos e festivais ao longo da história, tornando-se um dos locais mais visitados de Florença, rodeado por uma variedade de cafés, restaurantes e monumentos emblemáticos, refletindo a importância arquitetónica e cultural da cidade durante o Renascimento.
Piazza della Signoria has been the civil and political epicenter of Florence since the 14th century, located between Piazza del Duomo and the River Arno. Its highlights are the Palazzo Vecchio, seat of the local government, and the Loggia dei Lanzi, an open-air museum with important Renaissance sculptures. At the heart of the square stands the equestrian statue of Cosimo I de Medici, by Giambologna, which symbolizes the Medici ducal power, and the Fountain of Neptune, designed by Bartholomew Ammannati, which expresses the city's maritime dominance. This space, with Roman roots, has been the scene of political events and festivals throughout history, becoming one of the most visited places in Florence, surrounded by a variety of cafés, restaurants and emblematic monuments, reflecting the architectural and cultural importance of the city during the Renaissance.
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Francisco Aragão © 2012. All Rights Res erved.
Use without permission is illegal.
Attention please !
If you are interested in my photos, they are available for sale. Please contact me by email: aragaofrancisco@gmail.com. Do not use without permission.
Many images are available for license on Getty Images
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Portuguese
A Fontana di Trevi (Fonte dos trevos, em português) é a maior (cerca de 26 metros de altura e 20 metros de largura) e mais ambiciosa construção de fontes barrocas da Itália e está localizada na rione Trevi, em Roma.
Wikipedia
With the exception of the Moon and Mars (as they would be too small), the other objects in the image are (approximately) proportional to their actual size.
Health and Peace in our continuous journey around the Sun!
Sky-Watcher 203mm F/5 EQ5 reflector with Onstep, ASI 290MC, UV/IR Cut filter, Barlow Tele Vue 3x (Planets), Thousand Oaks Solar Filter (Sun).
@LopesCosmos
Unfortunately we cannot reveal beautiful features, as in Jupiter, because Neptune is much more distant from us, but it is worth the record. At the time of capture (carried out on a date contiguous to that of its opposition), Neptune (the last planet in the solar system from the Sun) was about 4.33 billion kilometers away from Earth.
Sky-Watcher 203mm F/5 EQ5 reflector with Onstep, ASI 290MC, Barlow Tele Vue 3x, UV/IR Cut filter. FireCapture, AutoStakkert, RegiStax, AstroSurface, Fitswork and PixInsight.
@LopesCosmos
Fontana di Trevi
A seguir, um texto, em português, do Blog do Noblat:
Nenhuma semana sobre fontes poderia ser feita sem falar na Fontana di Trevi, a linda, a inteiramente diferente de todas as outras fontes. Numa pequena praça, formada pelo cruzamento de três vias, em italiano tre vie, e é daí que vem seu nome, a fonte marca o ponto final do aqueduto Acqua Vergine, um dos mais antigos de Roma.
Reza a lenda que em 19 a.C, uma virgem ajudou os Romanos a encontrar uma fonte de água pura. Essa nascente supriu Roma de água por mais de 400 anos, e isso só terminou entre 537 e 538, quando os visigodos sitiaram Roma e destruíram seus aquedutos.
A reconstrução do aqueduto só terminou em 1453, sob o papa Nicolau V que mandou fazer ali uma bacia em mármore para acolher a água.
Em 1629, o papa Urbano VII pediu a Bernini que embelezasse a fonte; o grande arquiteto começou por mudar o local da escultura: seu projeto a colocava do outro lado da praça e ela ficaria de frente para o Palácio Quirinal, de modo que o papa pudesse apreciar a vista. Mas o papa morreu, o projeto foi abandonado. Ainda assim muitos dos detalhes que Bernini criara foram respeitados pelo arquiteto Nicola Salvi, que assina a fonte.
Em 1730, Salvi recebeu do papa Clemente XII a incumbência de reiniciar a decoração da fonte. Os trabalhos começaram em 1732 e terminaram em 1762, depois da morte de Clemente. A estátua principal, do deus Oceano, só foi colocada após a morte do papa.
O pano de fundo da estrutura é o Palazzo Poli que, para compor o cenário perfeito, recebeu uma nova fachada com colunas gregas que unem os dois andares.
O tema principal é “O Domínio das Águas”. A biga de Oceano, em forma de concha, é puxada por cavalos alados dominados por Tritãos. O nicho do deus é um imenso arco do triunfo; nos laterais estão as estátuas da Abundância e da Salubridade.
No alto, em baixo relevo, a origem dos aquedutos romanos e, acima, as armas de Clemente XII. O conjunto mede 25.9m de altura x 19,8m de largura e é a maior fonte barroca dessa cidade com tantas fontes.
Reza a lenda que ao jogar uma moeda na fonte, está assegurada sua volta a Roma. Se jogar três moedas com a mão direita sobre o ombro esquerdo, você garante sua boa sorte. Parece brincadeira? Cerca de 3mil euros são jogados por dia na Fontana di Trevi!
Esse cenário deslumbrante serviu a Federico Fellini para uma das cenas mais famosas de sua obra-prima, o filme La Dolce Vita. Difìcil alguém que não conheça a cena interpretada por Anita Eckberg e Marcello Mastroianni. Pois bem, quando Mastroianni faleceu, desligaram a água e cobriram a fonte de panos negros. Foi o luto de Roma pelo grande ator.
Um texto, em português, da Wikipédia, a Enciclopédia livre:
A Fontana di Trevi (Fonte dos trevos, em português) é a maior (cerca de 26 metros de altura e 20 metros de largura) e mais ambiciosa construção de fontes barrocas da Itália e está localizada na rione Trevi, em Roma.
A fonte situava-se no cruzamento de três estradas (tre vie), marcando o ponto final do Acqua Vergine, um dos mais antigos aquedutos que abasteciam a cidade de Roma. No ano 19 a.C., supostamente ajudados por uma virgem, técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 quilômetros da cidade (cena representada em escultura na própria fonte, atualmente). A água desta fonte foi levada pelo menor aqueduto de Roma, diretamente para os banheiros de Marcus Vipsanius Agrippa e serviu a cidade por mais de 400 anos.
O "golpe de misericórdia" desferido pelos invasores godos em Roma foi dado com a destruição dos aquedutos, durante as Guerras Góticas. Os romanos durante a Idade Média tinham de abastecer-se da água de poços poluídos, e da pouco límpida água do rio Tibre, que também recebia os esgotos da cidade.
O antigo costume romano de erguer uma bela fonte ao final de um aqueduto que conduzia a água para a cidade foi reavivado no século XV, com a Renascença. Em 1453, o Papa Nicolau V determinou fosse consertado o aqueduto de Acqua Vergine, construindo ao seu final um simples receptáculo para receber a água, num projeto feito pelo arquiteto humanista Leon Battista Alberti.
Em 1629, o Papa Urbano VIII achou que a velha fonte era insuficientemente dramática e encomendou a Bernini alguns desenhos, mas quando o Papa faleceu o projeto foi abandonado. A última contribuição de Bernini foi reposicionar a fonte para o outro lado da praça a fim de que esta ficasse defronte ao Palácio do Quirinal (assim o Papa poderia vê-la e admirá-la de sua janela). Ainda que o projeto de Bernini tenha sido abandonado, existem na fonte muitos detalhes de sua idéia original.
Muitas competições entre artistas e arquitetos tiveram lugar durante o Renascimento e o período Barroco para se redesenhar os edifícios, as fontes, e até mesmo a Scalinata di Piazza di Spagna (as escadarias da Praça de Espanha). Em 1730, o Papa Clemente XII organizou uma nova competição na qual Nicola Salvi foi derrotado, mas efetivamente terminou por realizar seu projeto. Este começou em 1732 e foi concluído em 1762, logo depois da morte de Clemente, quando o Netuno de Pietro Bracci foi afixado no nicho central da fonte.
Salvi morrera alguns anos antes, em 1751, com seu trabalho ainda pela metade, que manteve oculto por um grande biombo. A fonte foi concluída por Giuseppe Pannini, que substituiu as alegorias insossas que eram planejadas, representando Agrippa e Trivia, as virgens romanas, pelas belas esculturas de Netuno e seu séquito.
A fonte foi restaurada em 1998; as esculturas foram limpas e polidas, e a fonte foi provida de bombas para circulação da água e sua oxigenação.
A text, in english, From Wikipedia, the free encyclopedia:
The fountain at the junction of three roads (tre vie) marks the terminal point of the "modern" Acqua Vergine, the revivified Aqua Virgo, one of the ancient aqueducts that supplied water to ancient Rome. In 19 BC, supposedly with the help of a virgin, Roman technicians located a source of pure water some 13 km (8 miles) from the city. (This scene is presented on the present fountain's façade.) However, the eventual indirect route of the aqueduct made its length some 22 km (14 miles). This Aqua Virgo led the water into the Baths of Agrippa. It served Rome for more than four hundred years. The coup de grâce for the urban life of late classical Rome came when the Goth besiegers in 537/38 broke the aqueducts. Medieval Romans were reduced to drawing water from polluted wells and the Tiber River, which was also used as a sewer.
The Roman custom of building a handsome fountain at the endpoint of an aqueduct that brought water to Rome was revived in the 15th century, with the Renaissance. In 1453, Pope Nicholas V finished mending the Acqua Vergine aqueduct and built a simple basin, designed by the humanist architect Leon Battista Alberti, to herald the water's arrival.
In 1629 Pope Urban VIII, finding the earlier fountain insufficiently dramatic, asked Bernini to sketch possible renovations, but when the Pope died, the project was abandoned. Bernini's lasting contribution was to resite the fountain from the other side of the square to face the Quirinal Palace (so the Pope could look down and enjoy it). Though Bernini's project was torn down for Salvi's fountain, there are many Bernini touches in the fountain as it was built. An early, striking and influential model by Pietro da Cortona, preserved in the Albertina, Vienna, also exists, as do various early 18th century sketches, most unsigned, as well as a project attributed to Nicola Michetti, one attributed to Ferdinando Fuga and a French design by Edme Bouchardon.
Competitions had become the rage during the Baroque era to design buildings, fountains, and even the Spanish Steps. In 1730 Pope Clement XII organized a contest in which Nicola Salvi initially lost to Alessandro Galilei — but due to the outcry in Rome over the fact that a Florentine won, Salvi was awarded the commission anyway. Work began in 1732, and the fountain was completed in 1762, long after Clement's death, when Pietro Bracci's Oceanus (god of all water) was set in the central niche.
Salvi died in 1751, with his work half-finished, but before he went he made sure a stubborn barber's unsightly sign would not spoil the ensemble, hiding it behind a sculpted vase, called by Romans the asso di coppe, "the "Ace of Cups".
The Trevi Fountain was finished in 1762 by Giuseppe Pannini, who substituted the present allegories for planned sculptures of Agrippa and "Trivia", the Roman virgin.
The fountain was refurbished in 1998; the stonework was scrubbed and the fountain provided with recirculating pumps.
The backdrop for the fountain is the Palazzo Poli, given a new facade with a giant order of Corinthian pilasters that link the two main stories. Taming of the waters is the theme of the gigantic scheme that tumbles forward, mixing water and rockwork, and filling the small square. Tritons guide Oceanus' shell chariot, taming seahorses (hippocamps).
In the center is superimposed a robustly modelled triumphal arch. The center niche or exedra framing Oceanus has free-standing columns for maximal light-and-shade. In the niches flanking Oceanus, Abundance spills water from her urn and Salubrity holds a cup from which a snake drinks. Above, bas reliefs illustrate the Roman origin of the aqueducts.
The tritons and horses provide symmetrical balance, with the maximum contrast in their mood and poses (by 1730, rococo was already in full bloom in France and Germany).
A traditional legend holds that if visitors throw a coin into the fountain, they are ensured a return to Rome. Among those who are unaware that the "three coins" of Three Coins in the Fountain were thrown by three different individuals, a reported current interpretation is that two coins will lead to a new romance and three will ensure either a marriage or divorce. A reported current version of this legend is that it is lucky to throw three coins with one's right hand over one's left shoulder into the Trevi Fountain.
Approximately 3,000 Euros are thrown into the fountain each day and are collected at night. The money has been used to subsidize a supermarket for Rome's needy. However, there are regular attempts to steal coins from the fountain.
A Fontana di Trevi (Fonte dos trevos, em português), com cerca de 26 metros de altura e 20 de largura, é a maior e mais ambiciosa fonte barroca da Itália e está localizada na rione Trevi, em Roma
Ela foi construída no cruzamento de três estradas (tre vie), marcando o ponto final do Acqua Vergine, um dos mais antigos aquedutos que abasteciam a cidade de Roma.
No ano 19 a.C., supostamente ajudados por uma virgem, técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 quilômetros da cidade (cena representada em escultura na própria fonte, atualmente). A água desta fonte foi levada pelo menor aqueduto de Roma, diretamente para os banheiros de Marcus Vipsanius Agrippa e serviu a cidade por mais de 400 anos.
O "golpe de misericórdia" desferido pelos invasores godos em Roma foi dado com a destruição dos aquedutos, durante as Guerras Góticas. Os romanos durante a Idade Média tinham de abastecer-se da água de poços poluídos, e da pouco límpida água do rio Tibre, que também recebia os esgotos da cidade.
O antigo costume romano de erguer uma bela fonte ao final de um aqueduto que conduzia a água para a cidade foi reavivado no século XV, com a Renascença. Em 1453, o Papa Nicolau V, determinou que fosse consertado o aqueduto de Acqua Vergine, construindo ao seu final um simples receptáculo para receber a água, num projeto feito pelo arquiteto humanista Leon Battista Alberti.
Em 1629, o Papa Urbano VIII achou que a velha fonte era insuficientemente dramática e encomendou a Bernini alguns desenhos, mas quando o Papa faleceu o projeto foi abandonado. A última contribuição de Bernini foi reposicionar a fonte para o outro lado da praça a fim de que esta ficasse defronte ao Palácio do Quirinal (assim o Papa poderia vê-la e admirá-la de sua janela). Ainda que o projeto de Bernini tenha sido abandonado, existem na fonte muitos detalhes de sua idéia original.
Muitas competições entre artistas e arquitetos tiveram lugar durante o Renascimento e o período Barroco para se redesenhar os edifícios, as fontes, e até mesmo a Scalinata di Piazza di Spagna (as escadarias da Praça de Espanha). Em 1730, o Papa Clemente XII organizou uma nova competição na qual Nicola Salvi foi derrotado, mas efetivamente terminou por realizar seu projeto. Este começou em 1732 e foi concluído em 1762, logo depois da morte de Clemente, quando o Netuno de Pietro Bracci foi afixado no nicho central da fonte.
Salvi morrera alguns anos antes, em 1751, com seu trabalho ainda pela metade, que manteve oculto por um grande biombo. A fonte foi concluída por Giuseppe Pannini, que substituiu as alegorias insossas que eram planejadas, representando Agrippa e Trivia, as virgens romanas, pelas belas esculturas de Netuno e seu séquito.
... filho de Saturno, irmão de Júpiter e Plutão
(escultura de Netuno - Il biancone - Bartolomeo Ammanati)
Fontana di Trevi
A seguir, um texto, em português, do Blog do Noblat:
Nenhuma semana sobre fontes poderia ser feita sem falar na Fontana di Trevi, a linda, a inteiramente diferente de todas as outras fontes. Numa pequena praça, formada pelo cruzamento de três vias, em italiano tre vie, e é daí que vem seu nome, a fonte marca o ponto final do aqueduto Acqua Vergine, um dos mais antigos de Roma.
Reza a lenda que em 19 a.C, uma virgem ajudou os Romanos a encontrar uma fonte de água pura. Essa nascente supriu Roma de água por mais de 400 anos, e isso só terminou entre 537 e 538, quando os visigodos sitiaram Roma e destruíram seus aquedutos.
A reconstrução do aqueduto só terminou em 1453, sob o papa Nicolau V que mandou fazer ali uma bacia em mármore para acolher a água.
Em 1629, o papa Urbano VII pediu a Bernini que embelezasse a fonte; o grande arquiteto começou por mudar o local da escultura: seu projeto a colocava do outro lado da praça e ela ficaria de frente para o Palácio Quirinal, de modo que o papa pudesse apreciar a vista. Mas o papa morreu, o projeto foi abandonado. Ainda assim muitos dos detalhes que Bernini criara foram respeitados pelo arquiteto Nicola Salvi, que assina a fonte.
Em 1730, Salvi recebeu do papa Clemente XII a incumbência de reiniciar a decoração da fonte. Os trabalhos começaram em 1732 e terminaram em 1762, depois da morte de Clemente. A estátua principal, do deus Oceano, só foi colocada após a morte do papa.
O pano de fundo da estrutura é o Palazzo Poli que, para compor o cenário perfeito, recebeu uma nova fachada com colunas gregas que unem os dois andares.
O tema principal é “O Domínio das Águas”. A biga de Oceano, em forma de concha, é puxada por cavalos alados dominados por Tritãos. O nicho do deus é um imenso arco do triunfo; nos laterais estão as estátuas da Abundância e da Salubridade.
No alto, em baixo relevo, a origem dos aquedutos romanos e, acima, as armas de Clemente XII. O conjunto mede 25.9m de altura x 19,8m de largura e é a maior fonte barroca dessa cidade com tantas fontes.
Reza a lenda que ao jogar uma moeda na fonte, está assegurada sua volta a Roma. Se jogar três moedas com a mão direita sobre o ombro esquerdo, você garante sua boa sorte. Parece brincadeira? Cerca de 3mil euros são jogados por dia na Fontana di Trevi!
Esse cenário deslumbrante serviu a Federico Fellini para uma das cenas mais famosas de sua obra-prima, o filme La Dolce Vita. Difìcil alguém que não conheça a cena interpretada por Anita Eckberg e Marcello Mastroianni. Pois bem, quando Mastroianni faleceu, desligaram a água e cobriram a fonte de panos negros. Foi o luto de Roma pelo grande ator.
Um texto, em português, da Wikipédia, a Enciclopédia livre:
A Fontana di Trevi (Fonte dos trevos, em português) é a maior (cerca de 26 metros de altura e 20 metros de largura) e mais ambiciosa construção de fontes barrocas da Itália e está localizada na rione Trevi, em Roma.
A fonte situava-se no cruzamento de três estradas (tre vie), marcando o ponto final do Acqua Vergine, um dos mais antigos aquedutos que abasteciam a cidade de Roma. No ano 19 a.C., supostamente ajudados por uma virgem, técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 quilômetros da cidade (cena representada em escultura na própria fonte, atualmente). A água desta fonte foi levada pelo menor aqueduto de Roma, diretamente para os banheiros de Marcus Vipsanius Agrippa e serviu a cidade por mais de 400 anos.
O "golpe de misericórdia" desferido pelos invasores godos em Roma foi dado com a destruição dos aquedutos, durante as Guerras Góticas. Os romanos durante a Idade Média tinham de abastecer-se da água de poços poluídos, e da pouco límpida água do rio Tibre, que também recebia os esgotos da cidade.
O antigo costume romano de erguer uma bela fonte ao final de um aqueduto que conduzia a água para a cidade foi reavivado no século XV, com a Renascença. Em 1453, o Papa Nicolau V determinou fosse consertado o aqueduto de Acqua Vergine, construindo ao seu final um simples receptáculo para receber a água, num projeto feito pelo arquiteto humanista Leon Battista Alberti.
Em 1629, o Papa Urbano VIII achou que a velha fonte era insuficientemente dramática e encomendou a Bernini alguns desenhos, mas quando o Papa faleceu o projeto foi abandonado. A última contribuição de Bernini foi reposicionar a fonte para o outro lado da praça a fim de que esta ficasse defronte ao Palácio do Quirinal (assim o Papa poderia vê-la e admirá-la de sua janela). Ainda que o projeto de Bernini tenha sido abandonado, existem na fonte muitos detalhes de sua idéia original.
Muitas competições entre artistas e arquitetos tiveram lugar durante o Renascimento e o período Barroco para se redesenhar os edifícios, as fontes, e até mesmo a Scalinata di Piazza di Spagna (as escadarias da Praça de Espanha). Em 1730, o Papa Clemente XII organizou uma nova competição na qual Nicola Salvi foi derrotado, mas efetivamente terminou por realizar seu projeto. Este começou em 1732 e foi concluído em 1762, logo depois da morte de Clemente, quando o Netuno de Pietro Bracci foi afixado no nicho central da fonte.
Salvi morrera alguns anos antes, em 1751, com seu trabalho ainda pela metade, que manteve oculto por um grande biombo. A fonte foi concluída por Giuseppe Pannini, que substituiu as alegorias insossas que eram planejadas, representando Agrippa e Trivia, as virgens romanas, pelas belas esculturas de Netuno e seu séquito.
A fonte foi restaurada em 1998; as esculturas foram limpas e polidas, e a fonte foi provida de bombas para circulação da água e sua oxigenação.
A text, in english, From Wikipedia, the free encyclopedia:
The fountain at the junction of three roads (tre vie) marks the terminal point of the "modern" Acqua Vergine, the revivified Aqua Virgo, one of the ancient aqueducts that supplied water to ancient Rome. In 19 BC, supposedly with the help of a virgin, Roman technicians located a source of pure water some 13 km (8 miles) from the city. (This scene is presented on the present fountain's façade.) However, the eventual indirect route of the aqueduct made its length some 22 km (14 miles). This Aqua Virgo led the water into the Baths of Agrippa. It served Rome for more than four hundred years. The coup de grâce for the urban life of late classical Rome came when the Goth besiegers in 537/38 broke the aqueducts. Medieval Romans were reduced to drawing water from polluted wells and the Tiber River, which was also used as a sewer.
The Roman custom of building a handsome fountain at the endpoint of an aqueduct that brought water to Rome was revived in the 15th century, with the Renaissance. In 1453, Pope Nicholas V finished mending the Acqua Vergine aqueduct and built a simple basin, designed by the humanist architect Leon Battista Alberti, to herald the water's arrival.
In 1629 Pope Urban VIII, finding the earlier fountain insufficiently dramatic, asked Bernini to sketch possible renovations, but when the Pope died, the project was abandoned. Bernini's lasting contribution was to resite the fountain from the other side of the square to face the Quirinal Palace (so the Pope could look down and enjoy it). Though Bernini's project was torn down for Salvi's fountain, there are many Bernini touches in the fountain as it was built. An early, striking and influential model by Pietro da Cortona, preserved in the Albertina, Vienna, also exists, as do various early 18th century sketches, most unsigned, as well as a project attributed to Nicola Michetti, one attributed to Ferdinando Fuga and a French design by Edme Bouchardon.
Competitions had become the rage during the Baroque era to design buildings, fountains, and even the Spanish Steps. In 1730 Pope Clement XII organized a contest in which Nicola Salvi initially lost to Alessandro Galilei — but due to the outcry in Rome over the fact that a Florentine won, Salvi was awarded the commission anyway. Work began in 1732, and the fountain was completed in 1762, long after Clement's death, when Pietro Bracci's Oceanus (god of all water) was set in the central niche.
Salvi died in 1751, with his work half-finished, but before he went he made sure a stubborn barber's unsightly sign would not spoil the ensemble, hiding it behind a sculpted vase, called by Romans the asso di coppe, "the "Ace of Cups".
The Trevi Fountain was finished in 1762 by Giuseppe Pannini, who substituted the present allegories for planned sculptures of Agrippa and "Trivia", the Roman virgin.
The fountain was refurbished in 1998; the stonework was scrubbed and the fountain provided with recirculating pumps.
The backdrop for the fountain is the Palazzo Poli, given a new facade with a giant order of Corinthian pilasters that link the two main stories. Taming of the waters is the theme of the gigantic scheme that tumbles forward, mixing water and rockwork, and filling the small square. Tritons guide Oceanus' shell chariot, taming seahorses (hippocamps).
In the center is superimposed a robustly modelled triumphal arch. The center niche or exedra framing Oceanus has free-standing columns for maximal light-and-shade. In the niches flanking Oceanus, Abundance spills water from her urn and Salubrity holds a cup from which a snake drinks. Above, bas reliefs illustrate the Roman origin of the aqueducts.
The tritons and horses provide symmetrical balance, with the maximum contrast in their mood and poses (by 1730, rococo was already in full bloom in France and Germany).
A traditional legend holds that if visitors throw a coin into the fountain, they are ensured a return to Rome. Among those who are unaware that the "three coins" of Three Coins in the Fountain were thrown by three different individuals, a reported current interpretation is that two coins will lead to a new romance and three will ensure either a marriage or divorce. A reported current version of this legend is that it is lucky to throw three coins with one's right hand over one's left shoulder into the Trevi Fountain.
Approximately 3,000 Euros are thrown into the fountain each day and are collected at night. The money has been used to subsidize a supermarket for Rome's needy. However, there are regular attempts to steal coins from the fountain.
Fontana di Trevi
A seguir, um texto, em português, do Blog do Noblat:
Nenhuma semana sobre fontes poderia ser feita sem falar na Fontana di Trevi, a linda, a inteiramente diferente de todas as outras fontes. Numa pequena praça, formada pelo cruzamento de três vias, em italiano tre vie, e é daí que vem seu nome, a fonte marca o ponto final do aqueduto Acqua Vergine, um dos mais antigos de Roma.
Reza a lenda que em 19 a.C, uma virgem ajudou os Romanos a encontrar uma fonte de água pura. Essa nascente supriu Roma de água por mais de 400 anos, e isso só terminou entre 537 e 538, quando os visigodos sitiaram Roma e destruíram seus aquedutos.
A reconstrução do aqueduto só terminou em 1453, sob o papa Nicolau V que mandou fazer ali uma bacia em mármore para acolher a água.
Em 1629, o papa Urbano VII pediu a Bernini que embelezasse a fonte; o grande arquiteto começou por mudar o local da escultura: seu projeto a colocava do outro lado da praça e ela ficaria de frente para o Palácio Quirinal, de modo que o papa pudesse apreciar a vista. Mas o papa morreu, o projeto foi abandonado. Ainda assim muitos dos detalhes que Bernini criara foram respeitados pelo arquiteto Nicola Salvi, que assina a fonte.
Em 1730, Salvi recebeu do papa Clemente XII a incumbência de reiniciar a decoração da fonte. Os trabalhos começaram em 1732 e terminaram em 1762, depois da morte de Clemente. A estátua principal, do deus Oceano, só foi colocada após a morte do papa.
O pano de fundo da estrutura é o Palazzo Poli que, para compor o cenário perfeito, recebeu uma nova fachada com colunas gregas que unem os dois andares.
O tema principal é “O Domínio das Águas”. A biga de Oceano, em forma de concha, é puxada por cavalos alados dominados por Tritãos. O nicho do deus é um imenso arco do triunfo; nos laterais estão as estátuas da Abundância e da Salubridade.
No alto, em baixo relevo, a origem dos aquedutos romanos e, acima, as armas de Clemente XII. O conjunto mede 25.9m de altura x 19,8m de largura e é a maior fonte barroca dessa cidade com tantas fontes.
Reza a lenda que ao jogar uma moeda na fonte, está assegurada sua volta a Roma. Se jogar três moedas com a mão direita sobre o ombro esquerdo, você garante sua boa sorte. Parece brincadeira? Cerca de 3mil euros são jogados por dia na Fontana di Trevi!
Esse cenário deslumbrante serviu a Federico Fellini para uma das cenas mais famosas de sua obra-prima, o filme La Dolce Vita. Difìcil alguém que não conheça a cena interpretada por Anita Eckberg e Marcello Mastroianni. Pois bem, quando Mastroianni faleceu, desligaram a água e cobriram a fonte de panos negros. Foi o luto de Roma pelo grande ator.
Um texto, em português, da Wikipédia, a Enciclopédia livre:
A Fontana di Trevi (Fonte dos trevos, em português) é a maior (cerca de 26 metros de altura e 20 metros de largura) e mais ambiciosa construção de fontes barrocas da Itália e está localizada na rione Trevi, em Roma.
A fonte situava-se no cruzamento de três estradas (tre vie), marcando o ponto final do Acqua Vergine, um dos mais antigos aquedutos que abasteciam a cidade de Roma. No ano 19 a.C., supostamente ajudados por uma virgem, técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 quilômetros da cidade (cena representada em escultura na própria fonte, atualmente). A água desta fonte foi levada pelo menor aqueduto de Roma, diretamente para os banheiros de Marcus Vipsanius Agrippa e serviu a cidade por mais de 400 anos.
O "golpe de misericórdia" desferido pelos invasores godos em Roma foi dado com a destruição dos aquedutos, durante as Guerras Góticas. Os romanos durante a Idade Média tinham de abastecer-se da água de poços poluídos, e da pouco límpida água do rio Tibre, que também recebia os esgotos da cidade.
O antigo costume romano de erguer uma bela fonte ao final de um aqueduto que conduzia a água para a cidade foi reavivado no século XV, com a Renascença. Em 1453, o Papa Nicolau V determinou fosse consertado o aqueduto de Acqua Vergine, construindo ao seu final um simples receptáculo para receber a água, num projeto feito pelo arquiteto humanista Leon Battista Alberti.
Em 1629, o Papa Urbano VIII achou que a velha fonte era insuficientemente dramática e encomendou a Bernini alguns desenhos, mas quando o Papa faleceu o projeto foi abandonado. A última contribuição de Bernini foi reposicionar a fonte para o outro lado da praça a fim de que esta ficasse defronte ao Palácio do Quirinal (assim o Papa poderia vê-la e admirá-la de sua janela). Ainda que o projeto de Bernini tenha sido abandonado, existem na fonte muitos detalhes de sua idéia original.
Muitas competições entre artistas e arquitetos tiveram lugar durante o Renascimento e o período Barroco para se redesenhar os edifícios, as fontes, e até mesmo a Scalinata di Piazza di Spagna (as escadarias da Praça de Espanha). Em 1730, o Papa Clemente XII organizou uma nova competição na qual Nicola Salvi foi derrotado, mas efetivamente terminou por realizar seu projeto. Este começou em 1732 e foi concluído em 1762, logo depois da morte de Clemente, quando o Netuno de Pietro Bracci foi afixado no nicho central da fonte.
Salvi morrera alguns anos antes, em 1751, com seu trabalho ainda pela metade, que manteve oculto por um grande biombo. A fonte foi concluída por Giuseppe Pannini, que substituiu as alegorias insossas que eram planejadas, representando Agrippa e Trivia, as virgens romanas, pelas belas esculturas de Netuno e seu séquito.
A fonte foi restaurada em 1998; as esculturas foram limpas e polidas, e a fonte foi provida de bombas para circulação da água e sua oxigenação.
A text, in english, From Wikipedia, the free encyclopedia:
The fountain at the junction of three roads (tre vie) marks the terminal point of the "modern" Acqua Vergine, the revivified Aqua Virgo, one of the ancient aqueducts that supplied water to ancient Rome. In 19 BC, supposedly with the help of a virgin, Roman technicians located a source of pure water some 13 km (8 miles) from the city. (This scene is presented on the present fountain's façade.) However, the eventual indirect route of the aqueduct made its length some 22 km (14 miles). This Aqua Virgo led the water into the Baths of Agrippa. It served Rome for more than four hundred years. The coup de grâce for the urban life of late classical Rome came when the Goth besiegers in 537/38 broke the aqueducts. Medieval Romans were reduced to drawing water from polluted wells and the Tiber River, which was also used as a sewer.
The Roman custom of building a handsome fountain at the endpoint of an aqueduct that brought water to Rome was revived in the 15th century, with the Renaissance. In 1453, Pope Nicholas V finished mending the Acqua Vergine aqueduct and built a simple basin, designed by the humanist architect Leon Battista Alberti, to herald the water's arrival.
In 1629 Pope Urban VIII, finding the earlier fountain insufficiently dramatic, asked Bernini to sketch possible renovations, but when the Pope died, the project was abandoned. Bernini's lasting contribution was to resite the fountain from the other side of the square to face the Quirinal Palace (so the Pope could look down and enjoy it). Though Bernini's project was torn down for Salvi's fountain, there are many Bernini touches in the fountain as it was built. An early, striking and influential model by Pietro da Cortona, preserved in the Albertina, Vienna, also exists, as do various early 18th century sketches, most unsigned, as well as a project attributed to Nicola Michetti, one attributed to Ferdinando Fuga and a French design by Edme Bouchardon.
Competitions had become the rage during the Baroque era to design buildings, fountains, and even the Spanish Steps. In 1730 Pope Clement XII organized a contest in which Nicola Salvi initially lost to Alessandro Galilei — but due to the outcry in Rome over the fact that a Florentine won, Salvi was awarded the commission anyway. Work began in 1732, and the fountain was completed in 1762, long after Clement's death, when Pietro Bracci's Oceanus (god of all water) was set in the central niche.
Salvi died in 1751, with his work half-finished, but before he went he made sure a stubborn barber's unsightly sign would not spoil the ensemble, hiding it behind a sculpted vase, called by Romans the asso di coppe, "the "Ace of Cups".
The Trevi Fountain was finished in 1762 by Giuseppe Pannini, who substituted the present allegories for planned sculptures of Agrippa and "Trivia", the Roman virgin.
The fountain was refurbished in 1998; the stonework was scrubbed and the fountain provided with recirculating pumps.
The backdrop for the fountain is the Palazzo Poli, given a new facade with a giant order of Corinthian pilasters that link the two main stories. Taming of the waters is the theme of the gigantic scheme that tumbles forward, mixing water and rockwork, and filling the small square. Tritons guide Oceanus' shell chariot, taming seahorses (hippocamps).
In the center is superimposed a robustly modelled triumphal arch. The center niche or exedra framing Oceanus has free-standing columns for maximal light-and-shade. In the niches flanking Oceanus, Abundance spills water from her urn and Salubrity holds a cup from which a snake drinks. Above, bas reliefs illustrate the Roman origin of the aqueducts.
The tritons and horses provide symmetrical balance, with the maximum contrast in their mood and poses (by 1730, rococo was already in full bloom in France and Germany).
A traditional legend holds that if visitors throw a coin into the fountain, they are ensured a return to Rome. Among those who are unaware that the "three coins" of Three Coins in the Fountain were thrown by three different individuals, a reported current interpretation is that two coins will lead to a new romance and three will ensure either a marriage or divorce. A reported current version of this legend is that it is lucky to throw three coins with one's right hand over one's left shoulder into the Trevi Fountain.
Approximately 3,000 Euros are thrown into the fountain each day and are collected at night. The money has been used to subsidize a supermarket for Rome's needy. However, there are regular attempts to steal coins from the fountain.
Fontana di Trevi
Um texto, em português, da Wikipédia, a Enciclopédia livre:
A Fontana di Trevi (Fonte dos trevos, em português) é a maior (cerca de 26 metros de altura e 20 metros de largura) e mais ambiciosa construção de fontes barrocas da Itália e está localizada na rione Trevi, em Roma.
A fonte situava-se no cruzamento de três estradas (tre vie), marcando o ponto final do Acqua Vergine, um dos mais antigos aquedutos que abasteciam a cidade de Roma. No ano 19 a.C., supostamente ajudados por uma virgem, técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 quilômetros da cidade (cena representada em escultura na própria fonte, atualmente). A água desta fonte foi levada pelo menor aqueduto de Roma, diretamente para os banheiros de Marcus Vipsanius Agrippa e serviu a cidade por mais de 400 anos.
O "golpe de misericórdia" desferido pelos invasores godos em Roma foi dado com a destruição dos aquedutos, durante as Guerras Góticas. Os romanos durante a Idade Média tinham de abastecer-se da água de poços poluídos, e da pouco límpida água do rio Tibre, que também recebia os esgotos da cidade.
O antigo costume romano de erguer uma bela fonte ao final de um aqueduto que conduzia a água para a cidade foi reavivado no século XV, com a Renascença. Em 1453, o Papa Nicolau V determinou fosse consertado o aqueduto de Acqua Vergine, construindo ao seu final um simples receptáculo para receber a água, num projeto feito pelo arquiteto humanista Leon Battista Alberti.
Em 1629, o Papa Urbano VIII achou que a velha fonte era insuficientemente dramática e encomendou a Bernini alguns desenhos, mas quando o Papa faleceu o projeto foi abandonado. A última contribuição de Bernini foi reposicionar a fonte para o outro lado da praça a fim de que esta ficasse defronte ao Palácio do Quirinal (assim o Papa poderia vê-la e admirá-la de sua janela). Ainda que o projeto de Bernini tenha sido abandonado, existem na fonte muitos detalhes de sua idéia original.
Muitas competições entre artistas e arquitetos tiveram lugar durante o Renascimento e o período Barroco para se redesenhar os edifícios, as fontes, e até mesmo a Scalinata di Piazza di Spagna (as escadarias da Praça de Espanha). Em 1730, o Papa Clemente XII organizou uma nova competição na qual Nicola Salvi foi derrotado, mas efetivamente terminou por realizar seu projeto. Este começou em 1732 e foi concluído em 1762, logo depois da morte de Clemente, quando o Netuno de Pietro Bracci foi afixado no nicho central da fonte.
Salvi morrera alguns anos antes, em 1751, com seu trabalho ainda pela metade, que manteve oculto por um grande biombo. A fonte foi concluída por Giuseppe Pannini, que substituiu as alegorias insossas que eram planejadas, representando Agrippa e Trivia, as virgens romanas, pelas belas esculturas de Netuno e seu séquito.
A fonte foi restaurada em 1998; as esculturas foram limpas e polidas, e a fonte foi provida de bombas para circulação da água e sua oxigenação.
A text, in english, From Wikipedia, the free encyclopedia:
The fountain at the junction of three roads (tre vie) marks the terminal point of the "modern" Acqua Vergine, the revivified Aqua Virgo, one of the ancient aqueducts that supplied water to ancient Rome. In 19 BC, supposedly with the help of a virgin, Roman technicians located a source of pure water some 13 km (8 miles) from the city. (This scene is presented on the present fountain's façade.) However, the eventual indirect route of the aqueduct made its length some 22 km (14 miles). This Aqua Virgo led the water into the Baths of Agrippa. It served Rome for more than four hundred years. The coup de grâce for the urban life of late classical Rome came when the Goth besiegers in 537/38 broke the aqueducts. Medieval Romans were reduced to drawing water from polluted wells and the Tiber River, which was also used as a sewer.
The Roman custom of building a handsome fountain at the endpoint of an aqueduct that brought water to Rome was revived in the 15th century, with the Renaissance. In 1453, Pope Nicholas V finished mending the Acqua Vergine aqueduct and built a simple basin, designed by the humanist architect Leon Battista Alberti, to herald the water's arrival.
In 1629 Pope Urban VIII, finding the earlier fountain insufficiently dramatic, asked Bernini to sketch possible renovations, but when the Pope died, the project was abandoned. Bernini's lasting contribution was to resite the fountain from the other side of the square to face the Quirinal Palace (so the Pope could look down and enjoy it). Though Bernini's project was torn down for Salvi's fountain, there are many Bernini touches in the fountain as it was built. An early, striking and influential model by Pietro da Cortona, preserved in the Albertina, Vienna, also exists, as do various early 18th century sketches, most unsigned, as well as a project attributed to Nicola Michetti, one attributed to Ferdinando Fuga and a French design by Edme Bouchardon.
Competitions had become the rage during the Baroque era to design buildings, fountains, and even the Spanish Steps. In 1730 Pope Clement XII organized a contest in which Nicola Salvi initially lost to Alessandro Galilei — but due to the outcry in Rome over the fact that a Florentine won, Salvi was awarded the commission anyway. Work began in 1732, and the fountain was completed in 1762, long after Clement's death, when Pietro Bracci's Oceanus (god of all water) was set in the central niche.
Salvi died in 1751, with his work half-finished, but before he went he made sure a stubborn barber's unsightly sign would not spoil the ensemble, hiding it behind a sculpted vase, called by Romans the asso di coppe, "the "Ace of Cups".
The Trevi Fountain was finished in 1762 by Giuseppe Pannini, who substituted the present allegories for planned sculptures of Agrippa and "Trivia", the Roman virgin.
The fountain was refurbished in 1998; the stonework was scrubbed and the fountain provided with recirculating pumps.
The backdrop for the fountain is the Palazzo Poli, given a new facade with a giant order of Corinthian pilasters that link the two main stories. Taming of the waters is the theme of the gigantic scheme that tumbles forward, mixing water and rockwork, and filling the small square. Tritons guide Oceanus' shell chariot, taming seahorses (hippocamps).
In the center is superimposed a robustly modelled triumphal arch. The center niche or exedra framing Oceanus has free-standing columns for maximal light-and-shade. In the niches flanking Oceanus, Abundance spills water from her urn and Salubrity holds a cup from which a snake drinks. Above, bas reliefs illustrate the Roman origin of the aqueducts.
The tritons and horses provide symmetrical balance, with the maximum contrast in their mood and poses (by 1730, rococo was already in full bloom in France and Germany).
A traditional legend holds that if visitors throw a coin into the fountain, they are ensured a return to Rome. Among those who are unaware that the "three coins" of Three Coins in the Fountain were thrown by three different individuals, a reported current interpretation is that two coins will lead to a new romance and three will ensure either a marriage or divorce. A reported current version of this legend is that it is lucky to throw three coins with one's right hand over one's left shoulder into the Trevi Fountain.
Approximately 3,000 Euros are thrown into the fountain each day and are collected at night. The money has been used to subsidize a supermarket for Rome's needy. However, there are regular attempts to steal coins from the fountain.
Fontana di Trevi
Um texto, em português, da Wikipédia, a Enciclopédia livre:
A Fontana di Trevi (Fonte dos trevos, em português) é a maior (cerca de 26 metros de altura e 20 metros de largura) e mais ambiciosa construção de fontes barrocas da Itália e está localizada na rione Trevi, em Roma.
A fonte situava-se no cruzamento de três estradas (tre vie), marcando o ponto final do Acqua Vergine, um dos mais antigos aquedutos que abasteciam a cidade de Roma. No ano 19 a.C., supostamente ajudados por uma virgem, técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 quilômetros da cidade (cena representada em escultura na própria fonte, atualmente). A água desta fonte foi levada pelo menor aqueduto de Roma, diretamente para os banheiros de Marcus Vipsanius Agrippa e serviu a cidade por mais de 400 anos.
O "golpe de misericórdia" desferido pelos invasores godos em Roma foi dado com a destruição dos aquedutos, durante as Guerras Góticas. Os romanos durante a Idade Média tinham de abastecer-se da água de poços poluídos, e da pouco límpida água do rio Tibre, que também recebia os esgotos da cidade.
O antigo costume romano de erguer uma bela fonte ao final de um aqueduto que conduzia a água para a cidade foi reavivado no século XV, com a Renascença. Em 1453, o Papa Nicolau V determinou fosse consertado o aqueduto de Acqua Vergine, construindo ao seu final um simples receptáculo para receber a água, num projeto feito pelo arquiteto humanista Leon Battista Alberti.
Em 1629, o Papa Urbano VIII achou que a velha fonte era insuficientemente dramática e encomendou a Bernini alguns desenhos, mas quando o Papa faleceu o projeto foi abandonado. A última contribuição de Bernini foi reposicionar a fonte para o outro lado da praça a fim de que esta ficasse defronte ao Palácio do Quirinal (assim o Papa poderia vê-la e admirá-la de sua janela). Ainda que o projeto de Bernini tenha sido abandonado, existem na fonte muitos detalhes de sua idéia original.
Muitas competições entre artistas e arquitetos tiveram lugar durante o Renascimento e o período Barroco para se redesenhar os edifícios, as fontes, e até mesmo a Scalinata di Piazza di Spagna (as escadarias da Praça de Espanha). Em 1730, o Papa Clemente XII organizou uma nova competição na qual Nicola Salvi foi derrotado, mas efetivamente terminou por realizar seu projeto. Este começou em 1732 e foi concluído em 1762, logo depois da morte de Clemente, quando o Netuno de Pietro Bracci foi afixado no nicho central da fonte.
Salvi morrera alguns anos antes, em 1751, com seu trabalho ainda pela metade, que manteve oculto por um grande biombo. A fonte foi concluída por Giuseppe Pannini, que substituiu as alegorias insossas que eram planejadas, representando Agrippa e Trivia, as virgens romanas, pelas belas esculturas de Netuno e seu séquito.
A fonte foi restaurada em 1998; as esculturas foram limpas e polidas, e a fonte foi provida de bombas para circulação da água e sua oxigenação.
A text, in english, From Wikipedia, the free encyclopedia:
The fountain at the junction of three roads (tre vie) marks the terminal point of the "modern" Acqua Vergine, the revivified Aqua Virgo, one of the ancient aqueducts that supplied water to ancient Rome. In 19 BC, supposedly with the help of a virgin, Roman technicians located a source of pure water some 13 km (8 miles) from the city. (This scene is presented on the present fountain's façade.) However, the eventual indirect route of the aqueduct made its length some 22 km (14 miles). This Aqua Virgo led the water into the Baths of Agrippa. It served Rome for more than four hundred years. The coup de grâce for the urban life of late classical Rome came when the Goth besiegers in 537/38 broke the aqueducts. Medieval Romans were reduced to drawing water from polluted wells and the Tiber River, which was also used as a sewer.
The Roman custom of building a handsome fountain at the endpoint of an aqueduct that brought water to Rome was revived in the 15th century, with the Renaissance. In 1453, Pope Nicholas V finished mending the Acqua Vergine aqueduct and built a simple basin, designed by the humanist architect Leon Battista Alberti, to herald the water's arrival.
In 1629 Pope Urban VIII, finding the earlier fountain insufficiently dramatic, asked Bernini to sketch possible renovations, but when the Pope died, the project was abandoned. Bernini's lasting contribution was to resite the fountain from the other side of the square to face the Quirinal Palace (so the Pope could look down and enjoy it). Though Bernini's project was torn down for Salvi's fountain, there are many Bernini touches in the fountain as it was built. An early, striking and influential model by Pietro da Cortona, preserved in the Albertina, Vienna, also exists, as do various early 18th century sketches, most unsigned, as well as a project attributed to Nicola Michetti, one attributed to Ferdinando Fuga and a French design by Edme Bouchardon.
Competitions had become the rage during the Baroque era to design buildings, fountains, and even the Spanish Steps. In 1730 Pope Clement XII organized a contest in which Nicola Salvi initially lost to Alessandro Galilei — but due to the outcry in Rome over the fact that a Florentine won, Salvi was awarded the commission anyway. Work began in 1732, and the fountain was completed in 1762, long after Clement's death, when Pietro Bracci's Oceanus (god of all water) was set in the central niche.
Salvi died in 1751, with his work half-finished, but before he went he made sure a stubborn barber's unsightly sign would not spoil the ensemble, hiding it behind a sculpted vase, called by Romans the asso di coppe, "the "Ace of Cups".
The Trevi Fountain was finished in 1762 by Giuseppe Pannini, who substituted the present allegories for planned sculptures of Agrippa and "Trivia", the Roman virgin.
The fountain was refurbished in 1998; the stonework was scrubbed and the fountain provided with recirculating pumps.
The backdrop for the fountain is the Palazzo Poli, given a new facade with a giant order of Corinthian pilasters that link the two main stories. Taming of the waters is the theme of the gigantic scheme that tumbles forward, mixing water and rockwork, and filling the small square. Tritons guide Oceanus' shell chariot, taming seahorses (hippocamps).
In the center is superimposed a robustly modelled triumphal arch. The center niche or exedra framing Oceanus has free-standing columns for maximal light-and-shade. In the niches flanking Oceanus, Abundance spills water from her urn and Salubrity holds a cup from which a snake drinks. Above, bas reliefs illustrate the Roman origin of the aqueducts.
The tritons and horses provide symmetrical balance, with the maximum contrast in their mood and poses (by 1730, rococo was already in full bloom in France and Germany).
A traditional legend holds that if visitors throw a coin into the fountain, they are ensured a return to Rome. Among those who are unaware that the "three coins" of Three Coins in the Fountain were thrown by three different individuals, a reported current interpretation is that two coins will lead to a new romance and three will ensure either a marriage or divorce. A reported current version of this legend is that it is lucky to throw three coins with one's right hand over one's left shoulder into the Trevi Fountain.
Approximately 3,000 Euros are thrown into the fountain each day and are collected at night. The money has been used to subsidize a supermarket for Rome's needy. However, there are regular attempts to steal coins from the fountain.
Planeta Netuno
Data - 17/08/2020
Hora - 21:59 local (-3 UTC)
Lat - 7,13S
Log - 34,83W
Local - João Pessoa, PB - Brasil
Bortle - Class 8
Telescopio - SW 1200mm 150mm
Câmera - ZWO ASI 120 Color
Montagem - EQ5
Motorização - On Step
Ligth - 1591 frames (50%)
Software Captura - Sharpcap
Softwares Processamento - AS3/Registax/PS
Um do lugares mais lindos que conheci ! Céu e mar se misturam...Lord Byron deixou sua assinatura em uma das colunas...
Cape Sounion is noted as the site of ruins of an ancient Greek temple of Poseidon, the god of the sea in classical mythology. The remains are perched on the headland, surrounded on three sides by the sea. The ruins bear the deeply engraved name of English Romantic poet Lord Byron (1788–1824).
The site is a popular day-excursion for tourists from Athens, with sunset over the Aegean Sea, as viewed from the ruins, a sought-after spectacle.
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Francisco Aragão © 2011. All Rights Reserved.
Use without permission is illegal.
Attention please !
If you are interested in my photos, they are available for sale. Please contact me by email: aragaofrancisco@gmail.com. Do not use without permission.
Many images are available for license on Getty Images
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Portuguese
A Fontana di Trevi (Fonte dos trevos, em português) é a maior (cerca de 26 metros de altura e 20 metros de largura) e mais ambiciosa construção de fontes barrocas da Itália e está localizada na rione Trevi, em Roma.
Fontana di Trevi (Roma)
A fonte situava-se no cruzamento de três estradas (tre vie), marcando o ponto final do Acqua Vergine, um dos mais antigos aquedutos que abasteciam a cidade de Roma. No ano 19 a.C., supostamente ajudados por uma virgem, técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 quilômetros da cidade (cena representada em escultura na própria fonte, atualmente). A água desta fonte foi levada pelo menor aqueduto de Roma, diretamente para os banheiros de Marcus Vipsanius Agrippa e serviu a cidade por mais de 400 anos.
O "golpe de misericórdia" desferido pelos invasores godos em Roma foi dado com a destruição dos aquedutos, durante as Guerras Góticas. Os romanos durante a Idade Média tinham de abastecer-se da água de poços poluídos, e da pouco límpida água do rio Tibre, que também recebia os esgotos da cidade.
O antigo costume romano de erguer uma bela fonte ao final de um aqueduto que conduzia a água para a cidade foi reavivado no século XV, com a Renascença. Em 1453, o Papa Nicolau V, determinou que fosse consertado o aqueduto de Acqua Vergine, construindo ao seu final um simples receptáculo para receber a água, num projeto feito pelo arquiteto humanista Leon Battista Alberti.
Em 1629, o Papa Urbano VIII achou que a velha fonte era insuficientemente dramática e encomendou a Bernini alguns desenhos, mas quando o Papa faleceu o projeto foi abandonado. A última contribuição de Bernini foi reposicionar a fonte para o outro lado da praça a fim de que esta ficasse defronte ao Palácio do Quirinal (assim o Papa poderia vê-la e admirá-la de sua janela). Ainda que o projeto de Bernini tenha sido abandonado, existem na fonte muitos detalhes de sua idéia original.
Reformas
Muitas competições entre artistas e arquitetos tiveram lugar durante o Renascimento e o período Barroco para se redesenhar os edifícios, as fontes, e até mesmo a Scalinata di Piazza di Spagna (as escadarias da Praça de Espanha). Em 1730, o Papa Clemente XII organizou uma nova competição na qual Nicola Salvi foi derrotado, mas efetivamente terminou por realizar seu projeto. Este começou em 1732 e foi concluído em 1762, logo depois da morte de Clemente, quando o Netuno de Pietro Bracci foi afixado no nicho central da fonte.
Salvi morrera alguns anos antes, em 1751, com seu trabalho ainda pela metade, que manteve oculto por um grande biombo. A fonte foi concluída por Giuseppe Pannini, que substituiu as alegorias insossas que eram planejadas, representando Agrippa e Trivia, as virgens romanas, pelas belas esculturas de Netuno e seu séquito.
Restauro
A fonte foi restaurada em 1998; as esculturas foram limpas e polidas, e a fonte foi provida de bombas para circulação da água e sua oxigenação.
A fontana de Trevi e o cinema
Em 1964, foi lançado o filme que leva seu nome Fontana di Trevi - filmado pelo diretor Carlo Campogalliani.
O monumento foi o cenário de uma das cenas mais famosas do cinema italiano: em La Dolce Vita de Federico Fellini, Anita Ekberg entra na água e convida Marcello Mastroianni a fazer o mesmo.
Precedentemente, a fonte foi o cenário do filme estadunidense Three coins in the fontain, onde a fonte do título é a própria Fontana dei Trevi.
Em Tototruffa 62, Totò tenta vender a fonte a um turista.
A fonte aparece como fundo principal no videoclip da canção Thank You for Loving Me do grupo Bon Jovi.
English
The Trevi Fountain (Italian: Fontana di Trevi) is a fountain in the Trevi rione in Rome, Italy. Standing 26 metres (85.3 feet) high and 20 metres (65.6 feet) wide, it is the largest Baroque fountain in the city and one of the most famous fountains in the world.
The fountain at the junction of three roads (tre vie) marks the terminal point of the "modern" Acqua Vergine, the revived Aqua Virgo, one of the ancient aqueducts that supplied water to ancient Rome. In 19 BC, supposedly with the help of a virgin, Roman technicians located a source of pure water some 13 km (8 miles) from the city. (This scene is presented on the present fountain's façade.) However, the eventual indirect route of the aqueduct made its length some 22 km (14 miles). This Aqua Virgo led the water into the Baths of Agrippa. It served Rome for more than four hundred years. The coup de grâce for the urban life of late classical Rome came when the Goth besiegers in 537/38 broke the aqueducts. Medieval Romans were reduced to drawing water from polluted wells and the Tiber River, which was also used as a sewer.
The Roman custom of building a handsome fountain at the endpoint of an aqueduct that brought water to Rome was revived in the 15th century, with the Renaissance. In 1453, Pope Nicholas V finished mending the Acqua Vergine aqueduct and built a simple basin, designed by the humanist architect Leon Battista Alberti, to herald the water's arrival.
Commission, construction and design
In 1629 Pope Urban VIII, finding the earlier fountain insufficiently dramatic, asked Gian Lorenzo Bernini to sketch possible renovations, but when the Pope died, the project was abandoned. Though Bernini's project was torn down for Salvi's fountain, there are many Bernini touches in the fountain as it was built. An early, striking and influential model by Pietro da Cortona, preserved in the Albertina, Vienna, also exists, as do various early 18th century sketches, most unsigned, as well as a project attributed to Nicola Michetti[6] one attributed to Ferdinando Fuga and a French design by Edme Bouchardon.
Competitions had become the rage during the Baroque era to design buildings, fountains, and even the Spanish Steps. In 1730 Pope Clement XII organized a contest in which Nicola Salvi initially lost to Alessandro Galilei – but due to the outcry in Rome over the fact that a Florentine won, Salvi was awarded the commission anyway.[9] Work began in 1732, and the fountain was completed in 1762, long after Clement's death, when Pietro Bracci's Oceanus (god of all water) was set in the central niche.
The asso di coppe
Salvi died in 1751, with his work half-finished, but before he went he made sure a stubborn barber's unsightly sign would not spoil the ensemble, hiding it behind a sculpted vase, called by Romans the asso di coppe, the "Ace of Cups".
The Trevi Fountain was finished in 1762 by Giuseppe Pannini, who substituted the present allegories for planned sculptures of Agrippa and "Trivia", the Roman virgin.
Restoration
The fountain was refurbished in 1998; the stonework was scrubbed and the fountain provided with recirculating pumps.
The backdrop for the fountain is the Palazzo Poli, given a new facade with a giant order of Corinthian pilasters that link the two main stories. Taming of the waters is the theme of the gigantic scheme that tumbles forward, mixing water and rockwork, and filling the small square. Tritons guide Oceanus' shell chariot, taming hippocamps.
In the centre a robustly-modelled triumphal arch is superimposed on the palazzo façade. The centre niche or exedra framing Oceanus has free-standing columns for maximal light and shade. In the niches flanking Oceanus, Abundance spills water from her urn and Salubrity holds a cup from which a snake drinks. Above, bas reliefs illustrate the Roman origin of the aqueducts.
The tritons and horses provide symmetrical balance, with the maximum contrast in their mood and poses (by 1730, rococo was already in full bloom in France and Germany).
Coin throwing
A traditional legend holds that if visitors throw a coin into the fountain, they are ensured a return to Rome. Among those who are unaware that the "three coins" of Three Coins in the Fountain were thrown by three different individuals, a reported current interpretation is that two coins will lead to a new romance and three will ensure either a marriage or divorce. Another reported version of this legend is that it is lucky to throw three coins with one's right hand over one's left shoulder into the Trevi Fountain.
An estimated 3,000 euros are thrown into the fountain each day. The money has been used to subsidize a supermarket for Rome's needy. However, there are regular attempts to steal coins from the fountain.
Wikipedia
Passear em Florença é mais ou menos como percorrer um museu ao ar livre , com uma obra prima em cada esquina.
Alegoria da abdicação de Carlos V, Frans Francken II
Em Bruxelas, no dia 25 de outubro de 1555, Carlos V abdicou do trono, dividindo o seu império em duas partes. Seu irmão Fernando sucedeu-o como o Sacro Imperador Romano. Seu filho, Felipe II, subiu ao trono da Espanha e também ganhou o controle sobre a Holanda. Esta representação alegórica retrata Carlos V sentado em seu trono e ladeado por seus sucessores: Ferdinando à esquerda e Filipe à direita. O Deus do Mar Netuno é mostrado chegando em seu carro triunfal puxado por cavalos-marinhos e acompanhado por sereias e tritões. À esquerda personificações dos continentes da América, África, Europa e Ásia são mostradas ajoelhadas com preciosos e exóticos presentes em tributo.
Allegory on the Abdication of Emperor Charles V in Brussels, Frans Francken (II), c. 1630 - c. 1640
olieverf op paneel, h 134cm × w 172cm. More details
Charles V is enthroned at centre. Battle weary and wracked by illness, in 1555 he divided up his empire. He gave his brother Ferdinand (left of the throne) the Holy Roman Empire, while his son Phillip (at the right) became King of Spain and Lord of the Netherlands. The four figures in the right foreground personify the continents over which Charles’s vast empire stretched. Neptune (left) symbolizes his power at sea.
Rijks Museum - National Museum of Netherlands
Vision:
The Rijksmuseum links individuals with art and history.
Mission:
At the Rijksmuseum, art and history take on new meaning for a broad-based, contemporary national and international audience.
As a national institute, the Rijksmuseum offers a representative overview of Dutch art and history from the Middle Ages onwards, and of major aspects of European and Asian art.
The Rijksmuseum keeps, manages, conserves, restores, researches, prepares, collects, publishes, and presents artistic and historical objects, both on its own premises and elsewhere.
From 1800 to 2013
The Rijksmuseum first opened its doors in 1800 under the name ‘Nationale Kunstgalerij’. At the time, it was housed in Huis ten Bosch in The Hague. The collection mainly comprised paintings and historical objects. In 1808, the museum moved to the new capital city of Amsterdam, where it was based in the Royal Palace on Dam Square.
After King Willem I’s accession to the throne, the paintings and national print collection were moved to the Trippenhuis on Kloveniersburgwal, while the other objects were returned to The Hague. The current building was put into use in 1885. The Netherlands Museum for History and Art based in The Hague moved into the same premises, forming what would later become the departments of Dutch History and Sculpture & Applied Art.
The beginning
On 19 November 1798, more than three years after the birth of the Batavian Republic, the government decided to honour a suggestion put forward by Isaac Gogel by following the French example of setting up a national museum. The museum initially housed the remains of the viceregal collections and a variety of objects originating from state institutions. When the Nationale Kunstgalerij first opened its doors on 31 May 1800, it had more than 200 paintings and historical objects on display. In the years that followed, Gogel and the first director, C.S. Roos, made countless acquisitions. Their first purchase, The Swan by Jan Asselijn, cost 100 Dutch guilders and is still one of the Rijksmuseum’s top pieces.
Move to Amsterdam
In 1808, the new King Louis Napoleon ordered the collections to be moved to Amsterdam, which was to be made the capital of the Kingdom of Holland. The works of art and objects were taken to the Royal Palace on Dam Square, the former city hall of Amsterdam, where they were united with the city’s foremost paintings, including the Night Watch by Rembrandt. In 1809, the Koninklijk Museum opened its doors on the top floor of the palace.
A few years after Willem I returned to the Netherlands as the new king in 1813, the ‘Rijks Museum’ and the national print collection from The Hague relocated to the Trippenhuis, a 17th-century town-palace on Kloveniersburgwal, home to what would later become the Royal Netherlands Academy of Arts and Sciences. Much to the regret of the director, Cornelis Apostool, in 1820 many objects including pieces of great historical interest were assigned to the Kabinet van Zeldzaamheden [Royal Gallery of Rare Objects], which had been founded in The Hague. In 1838, a separate museum for modern 19th-century art was established in Paviljoen Welgelegen in Haarlem. Contrary to the days of Louis Napoleon, very few large acquisitions were made during this period.
Cuypers Cathedral
The Trippenhuis proved unsuitable as a museum. Furthermore, many people thought it time to establish a dedicated national museum building in the Netherlands. Work on a new building did not commence until 1876, after many years of debate. The architect, Pierre Cuypers, had drawn up a historic design for the Rijksmuseum, which combined the Gothic and the Renaissance styles. The design was not generally well-received; people considered it too mediaeval and not Dutch enough. The official opening took place in 1885.
Nearly all the older paintings belonging to the City of Amsterdam were hung in the Rijksmuseum alongside paintings and prints from the Trippenhuis, including paintings such as Rembrandt’s Jewish Bride, which had been bequeathed to the city by the banker A. van der Hoop. The collection of 19th-century art from Haarlem was also added to the museum’s collection. Finally, a significant part of the Kabinet van Zeldzaamheden, which had by then been incorporated into the new Netherlands Museum for History and Art, was returned to Amsterdam.
Renovations
Over the years, collections continued to grow and museum insight continued to expand, and so the Rijksmuseum building underwent many changes. Rooms were added to the south-west side of the building between 1904 and 1916 (now the Philips wing) to house the collection of 19th-century paintings donated to the museum by Mr and Mrs Drucker-Fraser. In the 1950s and 1960s, the two original courtyards were covered and renovated to create more rooms.
In 1927, while Schmidt-Degener was Managing Director, the Netherlands Museum was split to form the departments of Dutch History and Sculpture & Applied Art. These departments were moved to separate parts of the building after 1945. The arrival of a collection donated by the Association of Friends of Asian Art in the 1950s resulted in the creation of the Asian Art department.
The 1970s saw record numbers of visitors of almost one-and-a-half million per year, and the building gradually started to fall short of modern requirements.
‘Verder met Cuypers'
The current renovation reinstates the original Cuypers structure. The building work in the courtyards are removed. Paintings, applied art and history are no longer displayed in separate parts of the building, but form a single chronological circuit that tells the story of Dutch art and history.
The building is thoroughly modernized, while at the same time restoring more of Cuypers original interior designs: the Rijksmuseum has dubbed the venture ‘Verder met Cuypers‘ [Continuing with Cuypers]. The Rijksmuseum will be a dazzling new museum able to satisfy the needs of its 21st-century visitors!
Every year, the Rijksmuseum compiles an annual report for the previous year. Annual reports dating back to 1998 can be found here (in Dutch only). Reports relating to the years before 1998 are available in the reading room of the library.
O Museu Rijks é um dos maiores e mais importantes museus da Europa.É o maior dos Países Baixos, com acervo voltado quase todo aos artistas holandeses. As obras vão desde exemplares da arte sacra até a era dourada holandesa, além de uma substancial coleção de arte asiática.
Esse é o Rijksmuseum, o Museu Nacional dos Países Baixos. E aproveite, caro leitor, porque o Rijks esteve parcialmente fechado para reforma durante 10 anos – voltou a funcionar só em 2013. Ou seja, quem esteve em Amsterdam na última década não conheceu o Rijks, pelo menos não completamente.
Mas o quê tem lá? Muita coisa. Destaque para as coleções de arte e História holandesas. Os trabalhos dos pintores Frans Hals e Johannes Vermeer são alguns dos mais concorridos, mas imbatível mesmo é Rembrandt van Rijn, considerado um dos maiores pintores de todos os tempos. Se você não é um fã de museus de arte, mas faz questão de conhecer o trabalho desses grandes artistas, uma dica: assim que chegar ao Rijks, vá direto para a ala onde estão as obras-primas. Assim você vê o mais importante no início da visita, quando ainda está descansado e poderá dedicar o tempo necessário para essas obras.
A mais famosa delas é a “A Ronda Noturna”, de Rembrandt, uma obra que inspirou músicas, pinturas, filmes e até um flash mob. Quando o Rijks foi reaberto, artistas recriam a cena mostrada no quadro dentro de um shopping de Amsterdam. A ação está no vídeo abaixo e eu te garanto que vale a pena dar play.
Read more: www.360meridianos.com/2014/01/museus-de-amsterdam.html#ix...
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Rijksmuseum, Museu Nacional
42 Stadhouderskade
Amsterdam
O museu Rijksmuseum de Amsterdã é o Museu Nacional da Holanda, onde você encontrará uma impressionante coleção permanente, formada por 5.000 pinturas e 30.000 obras de arte, além de 17.000 objetos históricos.
Esse museu nacional foi fundado em 1885 e está instalado em um edifício de estilo neogótico. A sua principal atração é a extensa coleção de quadros pintados por artistas holandeses, abrangendo um período que vai do séc. XV aos dias de hoje. A obra de arte mais famosa em exibição é o quadro A Ronda Noturna, de Rembrandt.
O museu Rijksmuseum está dividido em cinco departamentos: pintura, escultura, arte aplicada, arte oriental, história dos Países Baixos e gravuras. O núcleo da coleção é a pintura e suas obras mais representativas são as que pertencem ao Século de Ouro holandês, com quadros de artistas como Rembrandt, Vermeer ou Frans Hals.
Ver fonte: dreamguides.edreams.pt/holanda/amsterda/rijksmuseum
Museu Rijks, Amesterdão
O Museu Rijks (Museu Nacional) é um edifício histórico, sendo o maior museu nos Países Baixos. O Museu é o maior no numero relativamente às suas colecções, na área do edifício em si, no financiamento e no numero de funcionários empregados.
Cada ano, mais de um milhão de pessoas visitam o Museu Rijks. O Museu emprega cerca de 400 pessoas, incluindo 45 conservadores de museu que são especializados em todas as áreas.
O Museu Rijks é internacionalmente reconhecido pelas suas exibições e publicações, mas não só apenas por estes produtos de grande qualidade, mas também pelas áreas no museu em si que são fonte de inspiração e encorajam a criação de novas ideias.
O museu também tem recursos consideráveis para a educação, para a decoração e apresentação de exibições. Importantes designers são regularmente chamados a trabalharem em projectos no Museu Rijks.
O edifício principal do Museu Rijks está a ser renovado. A boa noticia é que a melhor parte da exposição está apresentada na redesenhada ala Philips. O nome desta exposição denomina-se "The Masterpieces'.
O museu abre diariamente das 10 da manhã até ás 5 da tarde.
A entrada é pela Stadhouderskade 42.
Rijksmuseum
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Rijksmuseum é um museu nacional dos Países Baixos, localizada em Amsterdão na Praça do museu. O Rijksmuseum é dedicado à artes e história. Ele tem uma larga coleção de pinturas da idade de ouro neerlandesa e uma substancial coleção de arte asiática.
O museu foi fundado em 1800 na cidade da Haia para exibir a coleção do primeiro-ministro. Foi inspirado no exemplo francês. Pelos neerlandeses ficou conhecida como Galeria de Arte. Em 1808 o museu mudou-se para Amsterdã pelas ordens do rei Louis Napoleón, irmão de Napoleão Bonaparte. As pinturas daquela cidade, como A Ronda Nocturna de Rembrandt, tornaram-se parte da coleção.
Em 1885 o museu mudou-se para sua localização atual, construído pelo arquiteto neerlandês Pierre Cuypers. Ele combinou elementos góticos e renascentistas. O museu tem um posição proeminente na Praça do Museu, próximo ao Museu van Gogh e ao Museu Stedelijk. A construção é ricamente decorada com referências da história da arte neerlandesa. A Ronda Nocturna de Rembrandt tem seu próprio corredor no museu desde 1906. Desde 2003 o museu sofreu restaurações, mas as obras-primas são constatemente presentes para o público.
A coleção de pinturas inclui trabalhos de artistas como Jacob van Ruysdael, Frans Hals, Johannes Vermeer e Rembrandt e de alunos de Rembrandt.
Em 2005, 95% do museu está fechado para renovação, mas as pinturas da coleção permanente ainda estão em mostra em uma exibição especial chamada As Obras-primas.
Algumas das pinturas do museu:
Rembrandt van Rijn
A Ronda Nocturna
Os síndicos da guilda dos fabricantes de tecidos
A noiva judia
A lição de Anatomia do Dr. Deyman
Pedro negando Cristo
Saskia com um véu
Retrato de Titus em hábito de monge
Auto-retrato como Apóstolo Paulo
Tobias, Ana e o Bode
Johannes Vermeer:
A Leiteira
A Carta de Amor
Mulher de Azul a ler uma carta
A Rua pequena
Frans Hals:
Retrato de um jovem casal
A Companhia Reynier Real
O bebedor alegre
Retrato de Lucas De Clercq
Retrato de Nicolaes Hasselaer
Retrato de um homem
Página oficial do Rijksmuseum
Virtual Collection of Masterpieces (VCM)
O melhor museu de Amsterdam: Rijksmuseum
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Rijksmuseum
Rijksmuseum Amsterdam
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Se você visitar Amsterdam, precisará conhecer o Museu Nacional da Holanda: Rijksmuseum Amsterdam. O Museu Nacional fica na Praça do Museu, situada no centro de Amsterdam. O Museu Nacional, ou Rijksmuseum, possui uma maravilhosa coleção de arte e história holandesas. Após uma visita ao Rijksmuseum, você saberá mais sobre história e arte e terá visto alguns dos maiores marcos culturais da Holanda.
Obras-primas do Museu Nacional
Ao todo, a coleção do Rijksmuseum apresenta a história da Holanda em um contexto internacional, desde 1.100 até o presente. Há alguns ícones da história e cultura da Holanda que você não pode perder:
Ronda Noturna (de Nachtwacht) de Rembrandt é uma das mais famosas obras desse mestre holandês e é de tirar o fôlego.
O Rijksmuseum tem uma das melhores coleções de pinturas dos grandes mestres do século XVII, como Frans Hals, Jan Steen, Vermeer e Rembrandt.
Assim como o Museu Histórico de Haia, o Rijksmuseum apresenta lindas casas de bonecas, mobiliadas em detalhes, datando de 1676.
Se você não puder ir ao Delft Real, pode ainda apreciar algumas das melhores cerâmicas de Delft, de conjuntos de chá a vasos, no Museu Nacional.
Museu que é visita obrigatória em Amsterdam
Quer sua estadia em Amsterdam seja breve ou longa, você deve visitar o Rijksmuseum. Chegue cedo para evitar enfrentar filas. Combine a visita ao Rijksmuseum com várias outras atrações próximas, como o Museu Van Gogh, o Museu Stedelijk Amsterdam e a Coster Diamonds
Para obter mais informações sobre Amsterdam, retorne à página sobre Amsterdam ou à página sobre os museus de Amsterdam.
Fontana di Trevi
Um texto, em português, da Wikipédia, a Enciclopédia livre:
A Fontana di Trevi (Fonte dos trevos, em português) é a maior (cerca de 26 metros de altura e 20 metros de largura) e mais ambiciosa construção de fontes barrocas da Itália e está localizada na rione Trevi, em Roma.
A fonte situava-se no cruzamento de três estradas (tre vie), marcando o ponto final do Acqua Vergine, um dos mais antigos aquedutos que abasteciam a cidade de Roma. No ano 19 a.C., supostamente ajudados por uma virgem, técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 quilômetros da cidade (cena representada em escultura na própria fonte, atualmente). A água desta fonte foi levada pelo menor aqueduto de Roma, diretamente para os banheiros de Marcus Vipsanius Agrippa e serviu a cidade por mais de 400 anos.
O "golpe de misericórdia" desferido pelos invasores godos em Roma foi dado com a destruição dos aquedutos, durante as Guerras Góticas. Os romanos durante a Idade Média tinham de abastecer-se da água de poços poluídos, e da pouco límpida água do rio Tibre, que também recebia os esgotos da cidade.
O antigo costume romano de erguer uma bela fonte ao final de um aqueduto que conduzia a água para a cidade foi reavivado no século XV, com a Renascença. Em 1453, o Papa Nicolau V determinou fosse consertado o aqueduto de Acqua Vergine, construindo ao seu final um simples receptáculo para receber a água, num projeto feito pelo arquiteto humanista Leon Battista Alberti.
Em 1629, o Papa Urbano VIII achou que a velha fonte era insuficientemente dramática e encomendou a Bernini alguns desenhos, mas quando o Papa faleceu o projeto foi abandonado. A última contribuição de Bernini foi reposicionar a fonte para o outro lado da praça a fim de que esta ficasse defronte ao Palácio do Quirinal (assim o Papa poderia vê-la e admirá-la de sua janela). Ainda que o projeto de Bernini tenha sido abandonado, existem na fonte muitos detalhes de sua idéia original.
Muitas competições entre artistas e arquitetos tiveram lugar durante o Renascimento e o período Barroco para se redesenhar os edifícios, as fontes, e até mesmo a Scalinata di Piazza di Spagna (as escadarias da Praça de Espanha). Em 1730, o Papa Clemente XII organizou uma nova competição na qual Nicola Salvi foi derrotado, mas efetivamente terminou por realizar seu projeto. Este começou em 1732 e foi concluído em 1762, logo depois da morte de Clemente, quando o Netuno de Pietro Bracci foi afixado no nicho central da fonte.
Salvi morrera alguns anos antes, em 1751, com seu trabalho ainda pela metade, que manteve oculto por um grande biombo. A fonte foi concluída por Giuseppe Pannini, que substituiu as alegorias insossas que eram planejadas, representando Agrippa e Trivia, as virgens romanas, pelas belas esculturas de Netuno e seu séquito.
A fonte foi restaurada em 1998; as esculturas foram limpas e polidas, e a fonte foi provida de bombas para circulação da água e sua oxigenação.
A text, in english, From Wikipedia, the free encyclopedia:
The fountain at the junction of three roads (tre vie) marks the terminal point of the "modern" Acqua Vergine, the revivified Aqua Virgo, one of the ancient aqueducts that supplied water to ancient Rome. In 19 BC, supposedly with the help of a virgin, Roman technicians located a source of pure water some 13 km (8 miles) from the city. (This scene is presented on the present fountain's façade.) However, the eventual indirect route of the aqueduct made its length some 22 km (14 miles). This Aqua Virgo led the water into the Baths of Agrippa. It served Rome for more than four hundred years. The coup de grâce for the urban life of late classical Rome came when the Goth besiegers in 537/38 broke the aqueducts. Medieval Romans were reduced to drawing water from polluted wells and the Tiber River, which was also used as a sewer.
The Roman custom of building a handsome fountain at the endpoint of an aqueduct that brought water to Rome was revived in the 15th century, with the Renaissance. In 1453, Pope Nicholas V finished mending the Acqua Vergine aqueduct and built a simple basin, designed by the humanist architect Leon Battista Alberti, to herald the water's arrival.
In 1629 Pope Urban VIII, finding the earlier fountain insufficiently dramatic, asked Bernini to sketch possible renovations, but when the Pope died, the project was abandoned. Bernini's lasting contribution was to resite the fountain from the other side of the square to face the Quirinal Palace (so the Pope could look down and enjoy it). Though Bernini's project was torn down for Salvi's fountain, there are many Bernini touches in the fountain as it was built. An early, striking and influential model by Pietro da Cortona, preserved in the Albertina, Vienna, also exists, as do various early 18th century sketches, most unsigned, as well as a project attributed to Nicola Michetti, one attributed to Ferdinando Fuga and a French design by Edme Bouchardon.
Competitions had become the rage during the Baroque era to design buildings, fountains, and even the Spanish Steps. In 1730 Pope Clement XII organized a contest in which Nicola Salvi initially lost to Alessandro Galilei — but due to the outcry in Rome over the fact that a Florentine won, Salvi was awarded the commission anyway. Work began in 1732, and the fountain was completed in 1762, long after Clement's death, when Pietro Bracci's Oceanus (god of all water) was set in the central niche.
Salvi died in 1751, with his work half-finished, but before he went he made sure a stubborn barber's unsightly sign would not spoil the ensemble, hiding it behind a sculpted vase, called by Romans the asso di coppe, "the "Ace of Cups".
The Trevi Fountain was finished in 1762 by Giuseppe Pannini, who substituted the present allegories for planned sculptures of Agrippa and "Trivia", the Roman virgin.
The fountain was refurbished in 1998; the stonework was scrubbed and the fountain provided with recirculating pumps.
The backdrop for the fountain is the Palazzo Poli, given a new facade with a giant order of Corinthian pilasters that link the two main stories. Taming of the waters is the theme of the gigantic scheme that tumbles forward, mixing water and rockwork, and filling the small square. Tritons guide Oceanus' shell chariot, taming seahorses (hippocamps).
In the center is superimposed a robustly modelled triumphal arch. The center niche or exedra framing Oceanus has free-standing columns for maximal light-and-shade. In the niches flanking Oceanus, Abundance spills water from her urn and Salubrity holds a cup from which a snake drinks. Above, bas reliefs illustrate the Roman origin of the aqueducts.
The tritons and horses provide symmetrical balance, with the maximum contrast in their mood and poses (by 1730, rococo was already in full bloom in France and Germany).
A traditional legend holds that if visitors throw a coin into the fountain, they are ensured a return to Rome. Among those who are unaware that the "three coins" of Three Coins in the Fountain were thrown by three different individuals, a reported current interpretation is that two coins will lead to a new romance and three will ensure either a marriage or divorce. A reported current version of this legend is that it is lucky to throw three coins with one's right hand over one's left shoulder into the Trevi Fountain.
Approximately 3,000 Euros are thrown into the fountain each day and are collected at night. The money has been used to subsidize a supermarket for Rome's needy. However, there are regular attempts to steal coins from the fountain.