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150/750 PDS, canon 1100d modificada, filtro IDAS LPS D1, autoguiado EZG60 + ASI 120MM, montura Neq5 GoTo, 37x300" + 15x600", 20 darks, 20 flats, 200 bias, capturada en Belmonte, Castilla la Mancha, España el 8/8/21

Abell 39 è una nebulosa planetaria nella costellazione di Ercole: dista 7000 anni luce e ha una estensione di 5 anni luce.

Nebulose planetarie come questa si formano quando stelle simili al sole giungono al termine della loro vita e iniziano ad espellere gli strati esterni della loro atmosfera in un periodo di migliaia di anni.

La stella che ha generato Abell 39 è ancora visibile al centro della nebulosa e diventerà una caldissima nana bianca.

In questa immagine, ottenuta sotto cieli scuri, sono visibili parecchie remote galassie, alcune anche attraverso la nebulosa.

 

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Ghostly in appearance, Abell 39 is a remarkably simple, spherical nebula about five light-years across.

Well within our own Milky Way galaxy, the cosmic sphere is roughly 7,000 light-years distant toward the constellation Hercules.

Abell 39 is a planetary nebula, formed as a once sun-like star's outer atmosphere was expelled over a period of thousands of years. Still visible, the nebula's central star is evolving into a hot white dwarf. Although faint, the nebula's simple geometry has proven to be a boon to astronomers exploring the chemical abundances and life cycles of stars. In this image recorded under dark skies, very distant background galaxies can be found - some visible right through the nebula itself.

(text adapted from APOD)

 

Technical data

GSO RC12 Truss - Aperture 304mm, focal lenght 2432mm, f/8

Mount 10Micron GM2000 HPSII

Camera ZWO ASI 2600 MM Pro with filter wheel 7 positions

Filters Astrodon Gen2 E-Serie Tru-Balance 50mm unmounted RGB and OIII 5nm

Guiding system ZWO OAG-L with guide camera ASI 174MM

Exposure details:

OIII 40x600", R 24x300", G 23x300", B 23x300" all in bin3 -15C

gain 100

Total integration time: 12h30'

Acquisition: Voyager, PHD2

Processing: Pixinsight 1.8, Photoshop CS5, StarXTerminator, NoiseXTerminator, BlurXTerminator

SQM-L: 21.00  

Location: Promiod (Aosta Valley, Italy), own remote observatory

Date February/May 2023

 

www.robertomarinoni.com

Nome: Nebulosa Helix, NGC 7293

Tipo: Nebulosa Planetária

Distância: 700 anos-luz

Constelação: Aquário [1]

 

A Nebulosa Hélix, catalogada como NGC 7293, encontra-se a 700 anos-luz distante na constelação de Aquário. É um dos mais próximos e espetacular exemplo de nebulosa planetária. Estes exóticos objetos não tem nada a ver com planetas, mas são estrelas semelhantes ao nosso sol em uma fase de evolução estelar antes de se tornarem estrelas anãs brancas. As camadas de gases são arrancadas da superfície da estrela, criando padrões intricados e de extrema beleza, que brilham sob forte radiação ultravioleta de uma tênue, mas muito quente, estrela central. O principal anel da Nebulosa Hélix estende-se por cerca de dois anos-luz ou a metade da distância entre o nosso Sol e sua estrela vizinha mais próxima.[2]

 

Apesar de ser espetacular em fotografias a Hélix é difícil de se observar visualmente pois sua luz tênue está espalhada por uma vasta área do céu e a história de sua descoberta é um tanto obscura. Ela apareceu primeiro em uma lista de novos objetos compilada pelo astrônomo alemão Karl Ludwig Harding em 1824. O nome Hélix vem de sua aparência no formato de saca-rolhas visto em fotografias anteriores.[2]

 

Embora a Hélix pareça muito com uma rosquinha, estudos têm mostrado que possivelmente ela é composta por pelo menos dois discos separados com anéis externos e por filamentos. O disco interior mais brilhante parece estar se expandindo a cerca de 100.000 km/h e pode ter levado cerca de 12.000 anos para se formar.[2]

 

Como Hélix é relativamente próxima – cobre uma área do céu cerca de um quarto da Lua cheia – ela pode ser estudada com muito mais detalhes do que a maioria das outras nebulosas planetárias além de encontrarem estruturas complexas e inesperadas. Em todo o interior do anel há pequenas bolhas, conhecidas como “nós cometários”, com caudas tênues que estendem-se para longe da estrela central. Eles se parecem notavelmente com gotículas de líquido correndo por uma superfície de vidro. Embora pareçam pequenas, cada nó é quase do tamanho do nosso Sistema Solar. Estes nós têm sido amplamente estudados, tanto pelo telescópio VLT do ESO como pelo telescópio espacial Hubble da NASA/ESA, mas ainda permanecem parcialmente esclarecidos. Um olhar cuidadoso em imagens de alta resolução da parte central deste objeto revela não apenas os nós, mas também muitas galáxias remotas vistas através do fino gás brilhante que se dissemina. Algumas delas parecem estar reunidas em grupos de galáxias espalhadas por várias partes da imagem.[2]

 

Fonte:

[1] ESO - www.eso.org/public/images/eso0907a/

[2] ESO - www.eso.org/public/news/eso0907/

 

Esta imagem foi registrada em 16 de julho de 2015 em Padre Bernardo - Goiás - Brasil durante o 8º Encontro Brasileiro de Astrofotografia.

 

Dados técnicos:

ISO 800, exposição total de 2h55m (35 subs), darks (200), flats (132) e bias (200) aplicados.

 

Equipamento:

- Montagem Equatorial Orion Atlas EQ-G

- Telescópio Ritchey-Chretien 8" F8 Fibra de Carbono GSO

- Câmera Canon DSLR 500D modificada com filtro Astrodon

- Redutor focal Astro-Physics 67 CCD

- Auto guiagem com câmera ASI120MM ZWO em OAG

 

Software

- Captura: BackyardEOS

- Processamento: PixInsight 1.8, eXcalibrator e Adobe Photoshop CS5

- Guiagem: Maxim DL 5

 

NGC 2371 è una nebulosa planetaria nella costellazione dei Gemelli con una curiosa forma che la fa assomigliare ad una caramella.

Si presenta infatti come un disco irregolare e con un chiaro aspetto bipolare: questa morfologia induce a pensare che le due condensazioni laterale di materiale facciano parte di un toroide di gas. Curioso quel debole filamento che connette la parte centrale con la condensazione laterale superiore.

E’ una nebulosa abbastanza piccola, avendo solo 62” di diametro: l'immagine qua proposta è pertanto un crop del frame originale.

NGC 2371 si trova a 3900 anni luce e la stella centrale ha magnitudine 14.8.

 

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NGC 2371 is a planetary nebula in the constellation of Gemini with a curious shape that makes it look like a candy.

In fact, it appears as an irregular disk with a clear bipolar appearance: this morphology suggests that the two lateral condensations of material are part of a gas torus.

Curious is that weak filament that connects the central part with the upper lateral condensation.

It is a fairly small nebula, having only 62 "in diameter: the image proposed here is therefore a crop of the original frame.

NGC 2371 is 3900 light years away and the central star has a magnitude of 14.8.

 

Technical data

RC12 GSO Truss (diameter 304mm, focal lenght 2432mm)

Mount GM2000HPSII

CCD Moravian G3-16200 with Astrodon filters Ha/OIII 5nm

Ha 48x300" bin2 -30C

OIII 40x300" bin2 -30C

Total exposures 7.3h

Guide with OAG Moravian and guide camera Moravian G1-0301

Sw: Voyager, Pixinsight 1.8, Photoshop CS5

Images taken in January/February 2020 from my personal observatory in Aosta Valley (Italy)

 

www.robertomarinoni.com

 

Nome: Nebulosa Helix, NGC 7293

Tipo: Nebulosa Planetária

Distância: 700 anos-luz

Constelação: Aquário [1]

 

A Nebulosa Hélix, catalogada como NGC 7293, encontra-se a 700 anos-luz distante na constelação de Aquário. É um dos mais próximos e espetacular exemplo de nebulosa planetária. Estes exóticos objetos não tem nada a ver com planetas, mas são estrelas semelhantes ao nosso sol em uma fase de evolução estelar antes de se tornarem estrelas anãs brancas. As camadas de gases são arrancadas da superfície da estrela, criando padrões intricados e de extrema beleza, que brilham sob forte radiação ultravioleta de uma tênue, mas muito quente, estrela central. O principal anel da Nebulosa Hélix estende-se por cerca de dois anos-luz ou a metade da distância entre o nosso Sol e sua estrela vizinha mais próxima [2].

 

Apesar de ser espetacular em fotografias a Hélix é difícil de se observar visualmente pois sua luz tênue está espalhada por uma vasta área do céu e a história de sua descoberta é um tanto obscura. Ela apareceu primeiro em uma lista de novos objetos compilada pelo astrônomo alemão Karl Ludwig Harding em 1824. O nome Hélix vem de sua aparência no formato de saca-rolhas visto em fotografias anteriores [2].

 

Embora a Hélix pareça muito com uma rosquinha, estudos têm mostrado que possivelmente ela é composta por pelo menos dois discos separados com anéis externos e por filamentos. O disco interior mais brilhante parece estar se expandindo a cerca de 100.000 km/h e pode ter levado cerca de 12.000 anos para se formar [2].

 

Como Hélix é relativamente próxima – cobre uma área do céu cerca de um quarto da Lua cheia – ela pode ser estudada com muito mais detalhes do que a maioria das outras nebulosas planetárias além de encontrarem estruturas complexas e inesperadas. Em todo o interior do anel há pequenas bolhas, conhecidas como “nós cometários”, com caudas tênues que estendem-se para longe da estrela central. Eles se parecem notavelmente com gotículas de líquido correndo por uma superfície de vidro. Embora pareçam pequenas, cada nó é quase do tamanho do nosso Sistema Solar. Estes nós têm sido amplamente estudados, tanto pelo telescópio VLT do ESO como pelo telescópio espacial Hubble da NASA/ESA, mas ainda permanecem parcialmente esclarecidos. Um olhar cuidadoso em imagens de alta resolução da parte central deste objeto revela não apenas os nós, mas também muitas galáxias remotas vistas através do fino gás brilhante que se dissemina. Algumas delas parecem estar reunidas em grupos de galáxias espalhadas por várias partes da imagem [2].

 

Fonte:

[1] ESO - www.eso.org/public/images/eso0907a/

[2] ESO - www.eso.org/public/news/eso0907/

 

Esta imagem foi registrada em 26 de agosto de 2017 e 12 de agosto de 2018 na zona rural de Munhoz - Minas Gerais - Brasil. Local com escala de Bortle 4.

 

Dados técnicos:

Gain 0, offset 10, temperatura da câmera -15°C e -20°C, exposição total de 9h42m (136 subs), darks (40), flats (160) e darks flats (160) aplicados.

 

O filtro H-Alpha foi utilizado para enriquecer os canais Vermelho e de Luminância.

 

Filtros:

Luminância (IR/UV Cut) 20 x 300s / Bin 1x1

H-Alpha 7nm 48 x 300s / Bin 1x1

Vermelho 10 x 300s / Bin 1x1

Vermelho 13 x 150s / Bin 2x2

Verde 10 x 300s / Bin 1x1

Verde 13 x 150s / Bin 2x2

Azul 9 x 300s / Bin 1x1

Azul 13 x 150s / Bin 2x2

 

Equipamento:

- Montagem Equatorial Orion Atlas EQ-G

- Telescópio GSO Ritchey-Chretien 8" F8 Fibra de Carbono

- Câmera ZWO ASI1600MM Cooled

- Redutor focal Astro-Physics 67 CCDT

- Auto guiagem com câmera ZWO ASI120MM em OAG

- Roda de Filtros ZWO 8 posições

- Filtros Optolong 1,25" H-Alpha 7nm, Luminance, Red, Green, Blue

 

Softwares

- Captura: APT - Astro Photography Tool 3.50

- Processamento: PixInsight 1.8 e Adobe Photoshop CS5

- Guiagem: PHD2

- Controle: EQMOD e SkyTechX

La nebulosa Gufo è un oggetto che mi ha sempre affascinato.

E' una delle più famose nebulose planetarie e si trova a circa 2.600 anni luce nella costellazione dell'Orsa Maggiore. Il suo caratteristico aspetto sferico, punteggiato da due cavità oscure, ricorda il volto di un gufo.

 

Al centro brilla una nana bianca di magnitudine +16, il residuo di una stella morente che ha espulso i suoi strati esterni.

 

Questa nube di gas ionizzato, illuminata dalla radiazione ultravioletta della stella centrale, si espande lentamente nello spazio, testimone del destino che attende il nostro Sole tra miliardi di anni.

 

Foto scattata dalla città, Newton 200/1000 e circa 30 minuti di esposizione, con filtro.

 

#M97 #NebulosaGufo #OwlNebula #Astrofotografia #DeepSky #NebulosaPlanetaria #OrsaMaggiore #Cosmos #Stargazing #AstronomyLovers #Astrophotography #SpaceWonder #NanaBianca #UniverseToday #GalassieENebulose #CelestialBeauty #Astrophoto #NightSkyPhotography #EyeInTheSky #CosmicPerspective

   

Jones-Emberson 1 è una nebulosa planetaria nella costellazione della Lince: è anche conosciuta con il nome di Nebulosa Cuffia per via della sua forma caratteristica.

E' una nebulosa molto debole, infatti venne scoperta solo nel 1939 dai due astronomi che poi le hanno dato il nome.

La stella centrale è una caldissima nana bianca che, disperdendo nello spazio il materiale del suo guscio più esterno, ha formato la nebulosa planetaria: questo gas però è in espansione e tra qualche migliaio di anni si sarà talmente rarefatto nello spazio che la radiazione ultravioletta della stella non riuscirà più ad illuminarlo, e quindi la nebulosa non sarà più visibile agli occhi dei nostri futuri discendenti.

 

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Jones-Emberson 1 is a planetary nebula in the constellation of Lynx: it is also known as the Headphone Nebula due to its characteristic shape.

It is a very faint nebula, in fact it was discovered only in 1939 by the two astronomers who then gave it its name.

The central star is a very hot white dwarf which, by dispersing the material of its outer shell into space, has formed the planetary nebula: this gas, however, is expanding and in a few thousand years it will have become so rarefied in space that the ultraviolet radiation of star will no longer be able to illuminate it, and therefore the nebula will no longer be visible.

 

Technical data

GSO RC12 Truss - Aperture 304mm, focal lenght 2432mm, f/8

Mount 10Micron GM2000 HPSII

Camera ZWO ASI 2600 MM Pro with filter wheel 7 positions

Filters Astrodon Gen2 E-Serie Tru-Balance 50mm unmounted RGB, Ha 5nm, OIII 5nm

Guiding system ZWO OAG-L with guide camera ASI 174MM

Exposure details:

R29x300", G 27x300", B 32x300", Ha 39x600", OIII 46x600"

all in bin3 -15C gain 100

Total integration time: 21h30'

Acquisition: Voyager, PHD2

Processing: Pixinsight 1.8, Photoshop CS5, StarXTerminator, NoiseXTerminator, BlurXTerminator

SQM-L: 21.07   

Location: Promiod (Aosta Valley, Italy), own remote observatory

Date 31 January, 4/13/14 February 2024

 

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Stanotte sono andato a letto alle 4.30AM per fotografare il cielo. In questa immagine, nel cuore silenzioso della Vulpecula, a circa 1.200 anni luce da noi, si espande lentamente la Nebulosa Manubrio — M27 — prima nebulosa planetaria mai identificata da occhi umani,

traccia visibile dell’ultimo respiro di una stella simile al nostro Sole. Un guscio di gas ionizzati largo quasi tre anni luce,

che brilla nel tempo come una lanterna sospesa tra i secoli.

Questa immagine, raccolta in 70 minuti di posa attraverso il filtro SVBONY 220 e con con lo SkyWatcher 200/1000, è il tentativo di cogliere la bellezza del cosmo sempre lottando contro le luci della città

 

#nebulosamanubrio #M27 #astrofotografia #deepSky #astrophotography #nebulosaplanetaria #planetarynebula #vulpecula #skywatcher2001000 #svbony220 #spaziosiderale #universo #nightsky #cieloprofonde #cosmicbeauty #astronomylover #stelle #telescopephotography #longexposure #astrofoto #padova

Messier 27 Dumbbell, una nebulosa planetaria rodeada de un gran campo de estrellas, esta nebulosa se encuentra en la constelación de Vulpecula y se encuentra a una distancia de 1300 años luz, su magnitud ronda por la 7.

Los datos de la toma son 23 imágenes de 300 segundos a 800 ISO, un total de 1 hora y 58 minutos, apiladas con DeepSkyStacker y procesada con PixInsight LE.

EL equipo empleado fue...

Tubo: ED80 SkyWatcher

Montura: LXD75 Meade

Tubo Guia: Mini Scope 50 mm Orion

Camara Guia: QHY5 L II C

Camara: Canon 1100Da

 

celfoscastrofotografia.blogspot.com.es/2017/06/trabajando...

Nebulosa planetaria - somma di 20 scatti da 5 minuti a 800 ISO. Strumenti: Canon Eos 350D mod.; Schmidt-Newton Meade 203, focale 812, 7 dark, 25 flat. Località: Spinello(Fc). Data: 17/09/2009

Questa nebulosa planetaria, chiamata anche "Nebulosa Palla di Cristallo", è visibile nella costellazione del Toro.

Ha un diametro di 2.2' (circa 15 volte più piccola della dimensione apparente della Luna ad occhio nudo) ed al suo interno ha una stella di magnitudine 9.3. insolitamente brillante per il tipo di oggetto. Si pensa che questa stella sia binaria con un periodo di 10 giorni e la perdita di gas dalla stella più massiccia della coppia dà origine appunto alla nebulosa come la vediamo noi.

Tra la nebulosa e la stella luminosa sulla parte destra del fotogramma si scorge anche della polvere interstellare (presente in realtà anche sul resto del fotogramma ma molto più debole)

 

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NGC 1514 is a planetary nebula visible in Taurus constellation.

It has a diameter of 2.2' and shows a central star of magnitude 9.3 which is unusually bright for these type of objects: probably it is a binary star with a period of 10 days and the gas which constitute the nebula is expanding away from the more massive star of the pair.

In this image, between the planetary nebula and the bright yellow star on the right side, it is visible also some interstellar dust (indeed in all the frame it is visible dust, but it is very faint and can be seen only with a strong stretch of the image)

 

Technical data

Image taken on October 25/26 2019 from Promiod (Aosta Valley, Italy)

RC12 GSO Truss (diameter 304mm, focal lenght 2432mm)

Mount GM2000 HPSII

CCD Moravian G3-16200 with filters Astrodon Tru-Balance Gen2 E-Serie LRGB

Exposure: L 30x600”, R 16x300”, G 16x300", B 16x300”, all in bin2 with sensor temperature -20C

Total exposure 9h

Guide with OAG Moravian

Imaging session managed by Voyager sw

Post processing with Pixinsight 1.8 e Photoshop

 

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Questa nebulosa si trova nella costellazione del Perseo ed è uno degli oggetti più deboli del Catalogo di Messier, avendo magnitudine apparente 10.1. Le sue dimensioni apparenti sono di 2.7'x1.8' (per confronto la Luna piena ha un diametro di 30') e la sua distanza stimata è di 3400 anni luce.

Curiosamente questa nebulosa è identificata con due numeri del catalogo NGC: NGC 650 e 651. Infatti ai tempi della compilazione del NGC (seconda metà dell'800) si pensava ancora che questo oggetto fosse costituito da due nebulose distinte in contatto.

 

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This nebula is located in Perseus constellation and it is one of the faintest objects inside Messier Catalogue, having apparent magnitude 10.1.

It has has an apparent diameter of 2.7’x1.8’ (by comparison the full Moon has diameter of 30'): its estimated distance is 3400 light years.

Curiously it is identified with two NGC numbers (NGC 650 and 651), because at the time of preparation of the NGC catalogue it was supposed to be a double nebula with the two components in contact.

 

Technical data

Image taken on 10/25 October and 7 December 2019 from Promiod (Aosta Valley, Italy)

RC12 GSO Truss (diameter 304mm, focal lenght 2432mm)

Mount GM2000 HPSII

CCD Moravian G3-16200 with filters Astrodon Tru-Balance Gen2 E-Serie RGB, Astrodon Ha5nm, OIII 5nm

RGB 8x300" for each color channel, all in bin2 -20C

Ha 20x900”, OIII 17x900” all in bin2 -30C

Total exposure 11.2h

Guide with OAG Moravian and Moravian camera G1-0301

Imaging session managed by Voyager sw

Post processing with Pixinsight 1.8, Photoshop CS5 and DxO Photolab 3

 

La nebulosa planetaria M97 è chiamata anche “Nebulosa Gufo” per via di due macchie scura sulla sua superficie che la fanno rassomigliare alla testa di un gufo.

Si trova nella costellazione dell’Orsa Maggiore e ha un diametro apparente di 3’, circa 10 volte più piccolo della dimensione della luna piena vista ad occhio nudo, mentre la sua distanza è di circa 6000 anni luce.

Al centro della nebulosa è visibile la stella di magnitudine 14 da cui la nebulosa si è originata: è una nana bianca con una temperatura superficiale di 85000 K.

 

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The planetary nebula M97 is also called the "Owl Nebula" due to two dark spots on its surface that make it resemble the head of an owl.

It is located in the Ursa Major constellation and has an apparent diameter of 3 ', about 10 times smaller than the size of the full moon seen with the naked eye, while its distance is about 6000 light years.

At the center of the nebula is the star of magnitude 14 from which the nebula originated: it is a white dwarf with a surface temperature of 85000 K.

 

Technical data

Telescope: RC12 GSO Truss (diameter 304mm, focal lenght 2432mm)

Mount: GM2000HPSII

Camera: ZWO ASI 2600 MM Pro with Astrodon filters RGB and Ha/OIII 5nm,

Guiding system: ZWO OAG-L with guide camera ASI 174MM

Exposure details:

Ha 16x900" bin3 -20C + 7x900" bin3 -25C, gain 100

OIII 14x900" bin3 -20C + 10x900" bin3 -25C, gain 100

RGB 5x300" bin3 -20C, gain 100 for each channel

Total integration: 13h

Acquisition: Voyager, PHD2

Processing: Pixinsight 1.8, Photoshop CS5, StarXTerminator, DxO Photolab 3

SQM-L 21.04   

Location: Promiod (Aosta Valley, Italy), own remote observatory

Date: 23/24 January, 23/26 March 2022

 

www.robertomarinoni.com/

 

Celestron C8 Edge HD Celestron Edge f 7 Focal Reducer iOptron CEM60 CCD QHY10 Tecnosky Sharp Guide 70/400 mm Starlight Lodestar filtro IDAS LPS D1 23pose x 240 secondi + 4 Dark + 23 Bias

Riprese effettuate il 28 Giugno e 12/13 Luglio 2024 da Ariccia Provincia di Roma

Zenith sky brightness info (2015)

SQM 19.20 mag./arc sec2

Brightness 2.25 mcd/m2

Artif. bright. 2080 μcd/m2

Ratio 12.2

Bortle class 6

Elevation 302 meters

 

Luna : da Ultimo quarto a Mezzaluna Crescente

Magnitudine visuale: da -11.5 a -11.0

Dimensione: da 0° 32' 43.8" a 0° 29' 55.3"

Illuminazione: da 58.6% a 48.0%

Età: da 21.4 giorni a 7.2 giorni

 

Dati di scatto, Strumentazione e Software:

 

Telescopio : Tecnosky LUX60 60mm 360mm F/6 APO FPL53 doppietto

Fotocamera : ZWO ASI 2600MC

Montatura : Skywatcher EQ6-R Pro

Autoguida : ASI 120MMini & Svbony SV165 30mm 120mm F/4

Luci : 76x600s @100 Guadagno, -5°C, 40 Dark, 40 Flat

Acquisizione : SharpCap

Guida : PHD2

Filtri : IDAS NBZ

Elaborazione : Siril, GraXpert, Starnet++, Photoshop CC, NoiseXterminator

 

Autore: Carlo Mollicone

 

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NGC 6888

(nota anche come Nebulosa Crescente o con la sigla C27) è una nebulosa diffusa visibile nella parte meridionale della costellazione del Cigno.

 

Osservazione

Si individua 2,5 gradi a sud-ovest della stella γ Cygni, subito ad ovest di un ricchissimo campo stellare, in cui sono inclusi oggetti come M29 e IC 4996.

La parte più intensa della nebulosa si trova nella parte occidentale, e forma un arco esteso più in declinazione che in ascensione retta; questa caratteristica ha fatto sì che la nebulosa fosse chiamata crescente, poiché presenta la "gobba" a ponente, come la Luna in fase crescente.

Per individuarla occorre un telescopio, anche se di piccola apertura; un binocolo consente di intravederla appena in condizioni di cielo nitido.

 

Caratteristiche

Si tratta di una tipica bolla di vento stellare generata da una massiccia stella di Wolf-Rayet (la HD 192163), che si trova al suo interno; questa stella sarebbe anche la responsabile della nebulosa, che costituirebbe il materiale degli strati più esterni della stella espulsi.

Questo vento è andato a collidere col materiale espulso dalla stella durante il raggiungimento dello stadio di gigante rossa, fra 250.000 e 400.000 anni fa, energizzandolo.

Il risultato è un guscio gassoso e la presenza di due onde d'urto, che hanno poi interagito col denso mezzo interstellare circostante.

 

In passato si è anche ritenuto che si fosse trattato di un resto di supernova, la cui stella progenitrice faceva parte del sistema di HD 192163.

 

La nebulosa si estende nello spazio per una dimensione di circa 16 anni luce.

 

APPROFONDIMENTO: Stella di Wolf-Rayet

Le stelle di Wolf-Rayet (abbreviazione: stelle W.R.) sono stelle massicce (almeno 20M⊙ alla nascita) molto evolute, e molto calde rispetto alla media. Spesso sono stelle eruttive. Il colore è bianco-azzurro, e corrisponde a temperature superficiali comprese fra 30000K e 200000K.

 

Si tratta di stelle molto luminose, con una luminosità compresa fra centinaia di migliaia e milioni di volte quella del Sole, sebbene nella banda del visibile non siano eccezionalmente luminose, in quanto la maggior parte della radiazione viene emessa sotto forma di raggi ultravioletti e perfino di raggi X molli.

 

Stelle di questo tipo sono molto rare: ne sono conosciute poche centinaia in tutto il Gruppo Locale. La maggior parte di esse è stata scoperta negli anni 2000, in seguito a estese indagini fotometriche e spettroscopiche dedicate alla ricerca di tali oggetti nel piano galattico. A causa delle loro marcate linee di emissione, le WR sono individuabili anche in altre galassie.

 

Perdono massa a ritmi elevati per mezzo di venti stellari molto intensi e veloci (fino a oltre 2000km/s).

Le Wolf-Rayet perdono generalmente 10−5M☉ ogni anno (un centomillesimo di volte la massa del Sole). Una tale perdita di massa causa l'espulsione del guscio di idrogeno che avvolge la stella scoprendo il nucleo di elio, che ha temperature molto elevate.

 

Le stelle visibili a occhio nudo γ Velorum e θ Muscae sono Wolf-Rayet, così come lo è la stella più massiccia attualmente conosciuta, R136a1 nella Nebulosa Tarantola.

 

Nebulosa Bolla di Sapone

La Nebulosa Bolla di Sapone, PN Ju 1 (nota anche come PN G075.5+01.7) è una nebulosa planetaria nella costellazione del Cigno, vicino alla Nebulosa NGC 6888.

La nebulosa deriva il suo nome dalla sua forma sferica simmetrica che ricorda una bolla di sapone.

 

SCOPERTA:

Fu scoperta dall'astronomo amatoriale Dave Jurasevich utilizzando un telescopio rifrattore Astro-Physics da 160mm con il quale riprese la nebulosa il 19 giugno 2007 e il 6 luglio 2008.

La nebulosa fu poi notata indipendentemente e segnalata all'Unione Astronomica Internazionale da Keith B. Quattrocchi e Mel Helm che ripresero PN G75.5+1.7 il 17 luglio 2008.

La ​​nebulosa misura 260″ di diametro angolare con una stella centrale che ha una magnitudine della banda J di 19,45.

 

A causa della debolezza della nebulosa e del fatto che è incastonata in una nebulosa diffusa, la nebulosa diffusa è molto difficile da "catturare" in fotografia.

 

APPROFONDIMENTO: Nebulosa planetaria

Una nebulosa planetaria è un tipo di nebulosa a emissione costituita da un guscio luminoso e in espansione di gas ionizzato espulso da stelle giganti rosse verso la fine della loro vita.

 

Il termine "nebulosa planetaria" è un termine improprio perché non sono correlate ai pianeti. Il termine deriva dalla forma rotonda simile a quella di un pianeta di queste nebulose osservate dagli astronomi attraverso i primi telescopi. Il primo utilizzo potrebbe essere avvenuto durante gli anni '80 del Settecento con l'astronomo inglese William Herschel che descrisse queste nebulose come simili a pianeti; tuttavia, già nel gennaio 1779, l'astronomo francese Antoine Darquier de Pellepoix descrisse nelle sue osservazioni della Nebulosa Anello, "molto debole ma perfettamente delineata; è grande quanto Giove e assomiglia a un pianeta che svanisce".

Sebbene l'interpretazione moderna sia diversa, il vecchio termine è ancora utilizzato.

 

Tutte le nebulose planetarie si formano alla fine della vita di una stella di massa intermedia, circa 1-8 masse solari. Ci si aspetta che il Sole formi una nebulosa planetaria alla fine del suo ciclo di vita.

Sono fenomeni di durata relativamente breve, che durano forse alcune decine di millenni, rispetto alle fasi notevolmente più lunghe dell'evoluzione stellare.

 

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Nebulosa Helix NGC 7293.

20 tomas de 480seg cada una.

Canon 350D modificada

Esprit120

Torroja del Priorat

Esprit 120 f7, Optolong lpro (27x60s, 60x180s), Optolong Lextreme (26x60s, 43x300s) ZWOAsi 2600MC. Planetary Nebula Const Drac. Cropped Image

Nebulosa de la Hélice. Nebulosa planetaria situada en la constelación de Acuario. // Helix Nebula. Planetary nebula in the constellation Aquarius.

 

Date: 2019/7/27 and 2019/8/2

Place: Gran Canaria, Canary Islands.

Mount: NEQ6.

Camera: ASI1600MM.

Telescope: Sky-Watcher 150PDS f/5.

Exposures: 67 x 300 seconds.

Guiding: PHD, SX Lodestar.

Processing: PixInsight 1.8.

Composite featuring a Hubble Space Telescope image.

© 2006 José Francisco Salgado, PhD

NGC 246 - Nebulosa Teschio

La Nebulosa Teschio, è una nebulosa planetaria piuttosto estesa e brillante, visibile nella costellazione della Balena.

Questa nebulosa è facile da trovare anche con un telescopio da 150mm d'apertura. Fu scoperta da William Herschel in 1785.

Il diametro reale della nebulosa è di circa 6 anni-luce, il suo disco è irregolare e la stella centrale è di dodicesima magnitudine. La distanza dal Sole è stimata sui 2100 anni-luce.

 

Astrofotografia feita em 02/07/2013 no Sítio Mata dos Belchior - Aguanil - MG

Essa fotografia é resultado de um processamento utilizando 19 fotogramas com 5 minutos de exposição cada em ISO 800.

Tempo total de exposição: 01h 35min

 

M27 é uma nebulosa planetária. Trata-se de uma estrela que está em um dos estágios finais de sua vida.

 

Distância da Terra: 1.360 anos luz

Magnitude aparente: 7,5

Constelação em que se encontra: Raposa

 

Fonte: Wikipedia

 

Dados técnicos:

- 19 light frames 300s ISO 800

- 20 flat frames

- 10 dark frames

- 20 offset frames

 

Equipamento:

- Telescópio Refrator Meade 80mm F6 APO ED

- Montagem equatorial Orion Atlas EQ-G GO-TO Computadorizada

- Guiagem com câmera Orion Star Shoot e Refrator Orion 80mm F5

- Câmera Canon 500D T1i não modificada

 

Softwares:

- BackyardEOS

- IRIS

- Adobe Photoshop CS4

Artículo de Astronomía publicado en el Suplemento dominical El Zoco de Diario Córdoba el 14 de octubre de 2012. La fotografía muestra la nebulosa planetaria PK 164+31.1 o de Jones-Emberson 1, en la constelación del Lince. La imagen pertenece a la Galería Documental de Astrofotografía de Calar Alto y ha necesitado en total 28 horas de integración en el telescopio 1.23m Zeiss del Observatorio de Calar Alto. Crédito: Fundación Descubre / CAHA / OAUV / DSA, Vicent Peris (OAUV) y Jack Harvey (SSRO).

Quel che ne rimane dopo il ciclo di vita di una stella.

Questa è la mia prima foto al telescopio..migliore delle ultime fatte che sono mosse

NGC6302 "Nebulosa de la mariposa"

 

16/5/09

Hokenn 114/900

Webcam Phillips SPC900NC modificada a foco primario f/8

Montura EQ2

 

DSS + PS CS4

NGC3242 "Fantasma de Júpiter"

 

2/1/09

Hokenn 114/900

Webcam Phillips SPC900NC modificada a foco primario f/8

Montura EQ2

 

DSS + PS CS4

Osservatorio Astronomico di Ganda (BG), telescopio newton 50 cm f/5, SBIG ST9

Neulosa planetaria en Cepheo.

Celestron S/C8 + Canon 400D.

4 tomas de 30'' a ISO 800 + Darks.

Montura Orion Sirius. Sin guiado

Nebulosa planetária fantasma de Júpiter (NGC 3242). Estrela em seu estágio final de vida e a anã branca remanescente no centro. Para entender mais, leia o post da nebulosa do Haltere!

 

Ghost of Jupiter planetary nebula (NGC 3242). A star in its final life stage and a white dwarf remanescent in the center. If you like to know more, take a look on my post about the Dumbbell Nebula!

 

Canon T7 acoplada a telescópio Sky-watcher 200p em foco direto. As ampliações nada mais são que recortes da foto original que tem 3000x4000px. Foto tirada dia 04/06/2020. Foram 31 Light Frames de 5 segundos, totalizando apenas 2 minutos e 35 segundos de exposição, ISO 1600, 20 Dark Frames e 40 Bias Frames.

 

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Confesso que estava ansioso para postar essa foto. Minha primeira tentativa ficou desfocada e este é o resultado da segunda. Nebulosa do Anel (M57). Trata-se de uma Nebulosa planetária, uma das mais lindas... É o fim da vida de estrelas semelhantes ao sol, que expulsam suas camadas externas. Distante 1400 anos luz de nós, ela é relativamente pequena no céu, mas luminosa, com uma magnitude de 8,8. Assim como várias outras nebulosas planetárias, é possível notar sua anã branca no centro. Aplicada técnica de redução de estrelas na foto.

 

I confess that I was anxious to post this picture. My first attempt was out of focus, and this is the second. Ring Nebula (M57). It's a planetary nebula, one of the most beautiful, in fact. It's the end of the life of sunlike stars, that throw away its outter layers. Away from us 1400 ly, she is quite small, but bright, with a 8,8 magnitude. Just like many others planetary nebula, it's possible to see its remanescent white dwarf in the middle. Apllied stars reduction technic.

 

Canon T7 acoplada a um telescópio Sky-watcher 200p em foco primário. Foto do dia 29/06/2020.

 

43 x 20s Light frames (14m 20s total), ISO 800

22 dark frames

 

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Riprese effettuate il 28 Giugno e 12/13 Luglio 2024 da Ariccia Provincia di Roma

Zenith sky brightness info (2015)

SQM 19.20 mag./arc sec2

Brightness 2.25 mcd/m2

Artif. bright. 2080 μcd/m2

Ratio 12.2

Bortle class 6

Elevation 302 meters

 

Luna : da Ultimo quarto a Mezzaluna Crescente

Magnitudine visuale: da -11.5 a -11.0

Dimensione: da 0° 32' 43.8" a 0° 29' 55.3"

Illuminazione: da 58.6% a 48.0%

Età: da 21.4 giorni a 7.2 giorni

 

Dati di scatto, Strumentazione e Software:

 

Telescopio : Tecnosky LUX60 60mm 360mm F/6 APO FPL53 doppietto

Fotocamera : ZWO ASI 2600MC

Montatura : Skywatcher EQ6-R Pro

Autoguida : ASI 120MMini & Svbony SV165 30mm 120mm F/4

Luci : 76x600s @100 Guadagno, -5°C, 40 Dark, 40 Flat

Acquisizione : SharpCap

Guida : PHD2

Filtri : IDAS NBZ

Elaborazione : Siril, GraXpert, Starnet++, Photoshop CC, NoiseXterminator

 

Autore: Carlo Mollicone

 

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NGC 6888

(nota anche come Nebulosa Crescente o con la sigla C27) è una nebulosa diffusa visibile nella parte meridionale della costellazione del Cigno.

 

Osservazione

Si individua 2,5 gradi a sud-ovest della stella γ Cygni, subito ad ovest di un ricchissimo campo stellare, in cui sono inclusi oggetti come M29 e IC 4996.

La parte più intensa della nebulosa si trova nella parte occidentale, e forma un arco esteso più in declinazione che in ascensione retta; questa caratteristica ha fatto sì che la nebulosa fosse chiamata crescente, poiché presenta la "gobba" a ponente, come la Luna in fase crescente.

Per individuarla occorre un telescopio, anche se di piccola apertura; un binocolo consente di intravederla appena in condizioni di cielo nitido.

 

Caratteristiche

Si tratta di una tipica bolla di vento stellare generata da una massiccia stella di Wolf-Rayet (la HD 192163), che si trova al suo interno; questa stella sarebbe anche la responsabile della nebulosa, che costituirebbe il materiale degli strati più esterni della stella espulsi.

Questo vento è andato a collidere col materiale espulso dalla stella durante il raggiungimento dello stadio di gigante rossa, fra 250.000 e 400.000 anni fa, energizzandolo.

Il risultato è un guscio gassoso e la presenza di due onde d'urto, che hanno poi interagito col denso mezzo interstellare circostante.

 

In passato si è anche ritenuto che si fosse trattato di un resto di supernova, la cui stella progenitrice faceva parte del sistema di HD 192163.

 

La nebulosa si estende nello spazio per una dimensione di circa 16 anni luce.

 

APPROFONDIMENTO: Stella di Wolf-Rayet

Le stelle di Wolf-Rayet (abbreviazione: stelle W.R.) sono stelle massicce (almeno 20M⊙ alla nascita) molto evolute, e molto calde rispetto alla media. Spesso sono stelle eruttive. Il colore è bianco-azzurro, e corrisponde a temperature superficiali comprese fra 30000K e 200000K.

 

Si tratta di stelle molto luminose, con una luminosità compresa fra centinaia di migliaia e milioni di volte quella del Sole, sebbene nella banda del visibile non siano eccezionalmente luminose, in quanto la maggior parte della radiazione viene emessa sotto forma di raggi ultravioletti e perfino di raggi X molli.

 

Stelle di questo tipo sono molto rare: ne sono conosciute poche centinaia in tutto il Gruppo Locale. La maggior parte di esse è stata scoperta negli anni 2000, in seguito a estese indagini fotometriche e spettroscopiche dedicate alla ricerca di tali oggetti nel piano galattico. A causa delle loro marcate linee di emissione, le WR sono individuabili anche in altre galassie.

 

Perdono massa a ritmi elevati per mezzo di venti stellari molto intensi e veloci (fino a oltre 2000km/s).

Le Wolf-Rayet perdono generalmente 10−5M☉ ogni anno (un centomillesimo di volte la massa del Sole). Una tale perdita di massa causa l'espulsione del guscio di idrogeno che avvolge la stella scoprendo il nucleo di elio, che ha temperature molto elevate.

 

Le stelle visibili a occhio nudo γ Velorum e θ Muscae sono Wolf-Rayet, così come lo è la stella più massiccia attualmente conosciuta, R136a1 nella Nebulosa Tarantola.

 

Nebulosa Bolla di Sapone

La Nebulosa Bolla di Sapone, PN Ju 1 (nota anche come PN G075.5+01.7) è una nebulosa planetaria nella costellazione del Cigno, vicino alla Nebulosa NGC 6888.

La nebulosa deriva il suo nome dalla sua forma sferica simmetrica che ricorda una bolla di sapone.

 

SCOPERTA:

Fu scoperta dall'astronomo amatoriale Dave Jurasevich utilizzando un telescopio rifrattore Astro-Physics da 160mm con il quale riprese la nebulosa il 19 giugno 2007 e il 6 luglio 2008.

La nebulosa fu poi notata indipendentemente e segnalata all'Unione Astronomica Internazionale da Keith B. Quattrocchi e Mel Helm che ripresero PN G75.5+1.7 il 17 luglio 2008.

La ​​nebulosa misura 260″ di diametro angolare con una stella centrale che ha una magnitudine della banda J di 19,45.

 

A causa della debolezza della nebulosa e del fatto che è incastonata in una nebulosa diffusa, la nebulosa diffusa è molto difficile da "catturare" in fotografia.

 

APPROFONDIMENTO: Nebulosa planetaria

Una nebulosa planetaria è un tipo di nebulosa a emissione costituita da un guscio luminoso e in espansione di gas ionizzato espulso da stelle giganti rosse verso la fine della loro vita.

 

Il termine "nebulosa planetaria" è un termine improprio perché non sono correlate ai pianeti. Il termine deriva dalla forma rotonda simile a quella di un pianeta di queste nebulose osservate dagli astronomi attraverso i primi telescopi. Il primo utilizzo potrebbe essere avvenuto durante gli anni '80 del Settecento con l'astronomo inglese William Herschel che descrisse queste nebulose come simili a pianeti; tuttavia, già nel gennaio 1779, l'astronomo francese Antoine Darquier de Pellepoix descrisse nelle sue osservazioni della Nebulosa Anello, "molto debole ma perfettamente delineata; è grande quanto Giove e assomiglia a un pianeta che svanisce".

Sebbene l'interpretazione moderna sia diversa, il vecchio termine è ancora utilizzato.

 

Tutte le nebulose planetarie si formano alla fine della vita di una stella di massa intermedia, circa 1-8 masse solari. Ci si aspetta che il Sole formi una nebulosa planetaria alla fine del suo ciclo di vita.

Sono fenomeni di durata relativamente breve, che durano forse alcune decine di millenni, rispetto alle fasi notevolmente più lunghe dell'evoluzione stellare.

 

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Finalmente estou conseguindo tirar proveito da minha nova montagem de grande porte. Também com um novo guider, maior. Estou me dedicando a algumas nebulosas planetárias que postarei por aqui. A primeira delas vem junto a um aglomerado, o M46 com a nebulosa NGC2438. Essa impressão é apenas visual, pois a nebulosa está muito mais próxima da Terra do que o aglomerado de estrelas! É possível ver a estrutura circular da nebulosa, resultado do final da vida de uma estrela como o Sol, que expele suas camadas externas no espaço.

 

I'm finally starting to take full advantage of my new large mount — now also paired with a bigger guide scope. I've been focusing on some planetary nebulae, which I'll be sharing here. The first one comes alongside a star cluster: M46 with the planetary nebula NGC 2438. This alignment is only visual, though — the nebula is actually much closer to Earth than the cluster! You can see the nebula’s circular structure, the result of the final stages of a star like our Sun, which expels its outer layers into space.

 

- Exposures: 21 Ligth Frames of 180s, 6 darks. Used L-Pro filter. 1h 05 minutes total exposure. Processing on Pixinsight. Bortle 8

- Camera: Zwo Asi 533mc Pro, gain 100 at -10°C

- Scope: Sky-Watcher 200p (200/1000mm) with GSO 1.1 Comma Corrector

- Mount: NEQ6 Pro Sky-watcher mount

- Guiding specs: Asiair and ASI290mc in a 60x220mm everwin guidescope

 

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Simplemente hermosa, como una niña que conozco

Nebulosa planetária NGC5189. Uma nebulosa com formato fascinante! Ela lembra um S retorcido, um formato peculiar que provavelmente é resultado da interação entre estrela que está no fim da vida uma companheira invisível, ou seja, uma estrela binária. À medida que a estrela central da nebulosa expulsa suas camadas externas, o campo gravitacional da companheira influencia o fluxo do gás, criando essas formas simétricas e curvas.

 

Planetary Nebula NGC 5189. A nebula with a fascinating shape! It resembles a twisted "S" — a peculiar structure likely caused by the interaction between a dying star and an invisible companion, meaning a binary star system. As the central star of the nebula expels its outer layers, the gravitational pull of the companion influences the gas flow, creating these curved and symmetrical forms.

 

- Exposures: 55 Ligth Frames of 180s, 16 darks. Used L-Ultimate and L-Pro filter. 2h 45 minutes total exposure. Processing on Pixinsight. Bortle 8

- Camera: Zwo Asi 533mc Pro, gain 100 at -10°C

- Scope: Sky-Watcher 200p (200/1000mm) with GSO 1.1 Comma Corrector

- Mount: NEQ6 Pro Sky-watcher mount

- Guiding specs: Asiair and ASI290mc in a 60x220mm everwin guidescope

 

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NGC3132, a Nebulosa do Anel do Sul. Minha segunda captura deste objeto! Localizada a cerca de 2.000 anos-luz de distância, na constelação de Vela, trata-se de uma nebulosa planetária, resultado dos estágios finais da vida de uma estrela semelhante ao Sol. Ao expelir suas camadas externas, a estrela central — hoje uma anã branca — ilumina os gases ao redor, criando esse visual bastante luminoso e colorido!

 

NGC3132, the Southern Ring Nebula or Eight Burst Nebula. My second capture of this object! Located about 2,000 light-years away in the constellation Vela, this is a planetary nebula — the result of the final stages in the life of a Sun-like star. As it expels its outer layers, the central star — now a white dwarf — illuminates the surrounding gas, creating this bright and colorful display!

 

- Exposures: 34 Ligth Frames of 120s, 8 darks. Used L-Pro filter. 1h 04 minutes total exposure. Processing on Pixinsight. Bortle 8

- Camera: Zwo Asi 533mc Pro, gain 100 at -10°C

- Scope: Sky-Watcher 200p (200/1000mm) with GSO 1.1 Comma Corrector

- Mount: NEQ6 Pro Sky-watcher mount

- Guiding specs: Asiair and ASI290mc in a 60x220mm everwin guidescope

 

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Nebulosa dos Jatos Gêmeos (M9-2) ou Minkolsky's Butterfly Nebula. Uma nebulosa planetária bipolar bem pequena no céu noturno. A maioria das nebulosas planetárias possuem formato circular. Porém nesse caso, é uma estrela binária que está muito próxima da irmã que está em seus últimos momentos de vida e expele suas camadas externas. Assim, forma-se dois jatos quase que perfeitamente alinhados e simétricos. Um formato diferenciado. Essa captura foi feita no céu da Chapada dos Veadeiros, um dos melhores céus para observação astronômica do Brasil!

 

Twin Jet Nebula (M2-9), also known as Minkowski’s Butterfly Nebula. A small bipolar planetary nebula in the night sky. Most planetary nebulae have a circular shape. However, in this case, a binary star is orbiting very close to its companion, which is in the final stages of its life and is expelling its outer layers. This process creates two jets that are almost perfectly aligned and symmetrical — resulting in a very distinct and unique shape. This capture was taken under the sky of Chapada dos Veadeiros, one of the best places for astronomical observation in Brazil!

 

- Exposures: 31 Ligth Frames of 180s, 16 darks. Used L-Ultimate filter. 1h 33 minutes total exposure. Processing on Pixinsight. Bortle 1

- Camera: Zwo Asi 533mc Pro, gain 100 at -10°C

- Scope: Sky-Watcher 200p (200/1000mm) with GSO 1.1 Comma Corrector

- Mount: NEQ6 Pro Sky-watcher mount

- Guiding specs: Asiair and ASI290mc in a 60x220mm everwin guidescope

 

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NGC6537 ou nebulosa da aranha vermelha é uma nebulosa planetária localizada a cerca de 4.000 anos-luz da Terra na constelação de Sagitário, próximo à direção do centro galáctico e com bastante h-alpha próximo à ela. A NGC6537 é uma nebulosa planetária bipolar com uma aparência lembra um X ou uma aranha com pernas flamejantes, formada por uma estrela em seus momentos finais. Seu núcleo é uma das estrelas centrais mais quentes conhecidas em nebulosas planetárias, com temperatura superior a 500.000 K, o que contribui para a intensa iluminação do material ao redor.

 

NGC 6537, or the Red Spider Nebula, is a planetary nebula located about 4,000 light-years from Earth in the constellation Sagittarius, near the direction of the galactic center and surrounded by strong H-alpha emission. NGC 6537 is a bipolar planetary nebula with an appearance that resembles an "X" or a spider with flaming legs, formed by a dying star in its final stages. Its core is one of the hottest known central stars among planetary nebulae, with a temperature exceeding 500,000 K, contributing to the intense illumination of the surrounding material.

 

- Exposures: 25 Ligth Frames of 180s, 16 darks. Used L-Ultimate filter. 1h15m minutes total exposure. Processing on Pixinsight. Bortle 1

- Camera: Zwo Asi 533mc Pro, gain 100 at -10°C

- Scope: Sky-Watcher 200p (200/1000mm) with GSO 1.1 Comma Corrector

- Mount: NEQ6 Pro Sky-watcher mount

- Guiding specs: Asiair and ASI290mc in a 60x220mm everwin guidescope

 

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IC 4406 é uma nebulosa planetária localizada a cerca de 2.000 anos-luz de distância na constelação do Lobo, a é uma nebulosa planetária que parece retangular, mas trata-se na verdade de uma estrutura complexa com anéis de gás e poeira expelidos por uma estrela em seus momentos finais de vida que possivelmente interagem com uma anã companheira. A forma intrigante pode ser explicada pela nossa linha de visão: estamos olhando para uma nebulosa bipolar de frente, onde jatos de gás e poeira escapam pelas extremidades enquanto densas faixas de material obscurecem o centro. Com equipamentos sensíveis, é possível captar detalhes sutis dessa despedida estelar.

 

IC 4406 is a planetary nebula located about 2,000 light-years away in the constellation Lupus. It appears rectangular, but it is actually a complex structure with rings of gas and dust expelled by a dying star, possibly interacting with a companion white dwarf. Its intriguing shape can be explained by our line of sight: we are viewing a bipolar nebula face-on, where jets of gas and dust escape through the ends while dense bands of material obscure the central region. With sensitive equipment, it is possible to capture the subtle details of this stellar farewell.

 

- Exposures: 51 Ligth Frames of 60s, 13 darks. Used L-Ultimate filter. 51 minutes total exposure. Processing on Pixinsight. Bortle 1

- Camera: Zwo Asi 533mc Pro, gain 100 at -10°C

- Scope: Sky-Watcher 200p (200/1000mm) with GSO 1.1 Comma Corrector

- Mount: NEQ6 Pro Sky-watcher mount

- Guiding specs: Asiair and ASI290mc in a 60x220mm everwin guidescope

 

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