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Nossa matriz recebeu neste dia 28 de novembro, mais um grupo de jovens para a confirmação de seu batismo.
Inaugurada em 1945 a atual Matriz Sagrado Coração de Jesus, foi construida no lugar da antiga capela que datava de 1908 por não suporta mais fieis, e pessoas que frequentavam as festas religiosas.
Na manhã de domingo dia 16, tivemos nove crianças recebendo o Sacramento do batismo.
Celebrado pelo padre Gustavo H. Crepaldi que assim os recebeu no seio da Igreja de Cristo, ali eles verdadeiramente nasceram e participam da Vida de Cristo.
Como é costume em nossa matriz, na missa da manhã, das crianças, recebemos mais três famílias felizes por batizarem seus mais novos membros. Três crianças receberam o Sacramento do Batismo, pelas mãos de nosso pároco, padre Gustavo H. Crepaldi. Foram elas: Maria Guimarães Batista, filha da profª Emilly e Gustavo. Noam de Toledo, filho de Jhonny e Aline de Toledo. Yasmim V. dos Santos, filha de Anderson A. Adorno e Brunna L. Alvarenga.
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Roteiro Amparo
•Construções históricas preservadas
•Exuberantes mostras naturais
•Importantíssima no ciclo do café durante o período colonial
•Antigas fazendas
•Catedral Nossa Senhora do Amparo
•Museu Bernardino de Campos
•Observatório Municipal
Matriz Nossa Sra. Do Amparo
Em terreno doado por João Bueno da Cunha, um dos primeiros povoadores de Amparo, foi construída uma capela na qual foi colocada a imagem de Nossa Senhora do Amparo que deu nome ao município. A Igreja Matriz foi construída atrás do local onde se encontrava a capela primitiva, por ideia do padre José Gomes Pereira da Silva, cujo vigariato se iniciou em 1839 e findou em 1849. A bênção da Igreja aconteceu em 2 de fevereiro de 1878. A imagem de Nossa Senhora do Amparo, que veio da cidade do Porto, Portugal, foi encomendada por dona Anna Cintra, esposa do Barão de Campinas. Em meados dos anos 20 foi feita uma reforma, com projeto do engenheiro civil amparense Dr. Amador Cintra do Prado, quando foram erguidas as torres e reforçadas as paredes, que ganharam, então, sua espessura atual. Foram abertas as naves laterais, que até então eram formadas por salas, e foi criada a estrutura necessária para levantar uma cúpula prevista no projeto, mas ainda não executada. Os púlpitos e confessionários foram feitos por Albano Pereira e João Siqueira, os quadros a óleo são de Benedito Calixto e a pintura e decoração interna pelo pintor Mário Thomazi, concluídas em 1950.
Museu Municipal Bernardino de Campos
Instalado na antiga residência do Coronel Luís Leite (1885), que entre o final do século XIX e meados do século XX também abrigou a Prefeitura Municipal, a Câmara Municipal e o Serviço de Águas Esgotos de Amparo; o Museu Histórico e Pedagógico Dr. Bernardino de Campos foi inaugurado em novembro de 1975. Na atualidade, esta instituição dispõe de um rico e diversificado acervo composto por obras de arte, mobiliário, porcelanas, vestuário, instrumentos musicais, instrumentos e equipamentos de antigas boticas e farmácias, troles, caros fúnebres de tração animal, coleção de testemunhos da Revolução Constitucionalista de 1932, coleções de minerais e insetos, entre outros, estimando-se o volume de 12 mil peças. O Museu conta em seu acervo com um retrato de Bernardino de Campos, óleo sobre tela de Almeida Júnior, de 1885. A exposição de longa duração do Museu Bernardino de Campos pode ser caracterizada com representativo de costumes; tem como objetivo apresentar um fragmento das coleções de forma a promover a preservação de artefatos como patrimônio material e compreensão da trajetória do indivíduo e da sociedade no tempo histórico, passou a contar com exposição temporária, para que assim a rotatividade das peças aconteça com maior frequência. O Museu conta também com palestras,oficinas, Work Shop, entre outros, para que a população em geral tenha um atrativo diversificado dentro da instituição.
Pinacoteca
A Pinacoteca Dr. Constâncio Cintra, localizada na Praça Pádua Salles, conta com exposições que visam a valorização de artistas locais. As obras mais recente foram da Artista Olga Serra, do Artista Romildo Miguel, conhecido por confeccionar presépios e objetos de arte com sucata. Aberto para visitação apenas quando há exposição.
Estação Mogiana
Transformações significativas tiveram efeito no Largo da Estação no período compreendido entre a fatura da planta de 1878 e a de 1895. Mal delineado em 1878, o Largo da Estação era área periférica da cidade. Ponto final do ramal de Amparo, o edificio da estação era construção modesta. Alvo ainda de desapropriações e acertos para sua futura delimitação, o Largo ainda não conhecia os efeitos do “fenômeno” estrada de ferro. A Avenida Progresso, depois Bernardino de Campos, ainda não passava de uma estrada estreita que seguia paralelamente aos trilhos da Mojiana, na direção de Campinas. O aumento da produção de café nas terras do Amparo e de alguns municípios vizinhos incentivou à Companhia Mojiana o prolongamento de seus trilhos. Foram criados os ramais de Monte Alegre, inaugurado em 1890 e, posteriormente, o de Serra Negra inaugurado em 1892. O maior movimento na estação do Amparo determinou ampliações no edifício, bem como a construção de um conjunto de armazéns que dessem suporte às exportações.
Igreja do Rosário
A história de Amparo está intimamente ligada a de sua Padroeira, Nossa Senhora do Amparo. Foi em homenagem à Santa que o município recebeu esse nome, honra que divide com outras duas cidades no Brasil: Amparo de São Francisco (Sergipe) e Amparo da Serra (Minas Gerais). Anualmente, para relembrar e celebrar a história, Amparo realiza uma série de festividades. Marcados em datas próximas ao dia da Santa, comemorado em 8 de setembro, os eventos envolvem novena, missas, procissão e uma quermesse realizada na Igreja Matriz da cidade. Os festejos são tão importantes para a região, que já constam no calendário turístico e oficial do município.
Biblioteca
Inaugurado em 1900 como grêmio literário, funcionou desta maneira por décadas, somente mudando para biblioteca em 1970, através de uma lei municipal. É uma das edificações mais bem preservadas no entorno da Igreja Matriz Nossa Senhora do Amparo. A biblioteca preserva grande parte de publicações de amparenses e democratiza o acesso a leitura. Contando ainda com o setor de obras raras disposto em um anexo ao fundo do terreno.
Escola das Artes
Com o objetivo de desenvolver o conhecimento e a aptidão artística de seus alunos, o Conservatório Integrado, desde sua fundação, se propõe a estimular o aluno para a criatividade, aprimorando sua cultura artística e promovendo elementos teórico-práticos para a realização da sua arte. Atualmente, nomeou-se como Escola das Artes, que contará com aulas de Coral Infantil: Coral Adulto: Teoria Musical: Sopros Metais Agudos e Graves: (Trompete, Trombone, Bombardão, Trompa, Bombardino); Sopros Madeiras (Clarinete, Saxofones Alto, Tenor e Soprano); Percussão Sinfônica; Percussão Marcial; Cordas Agudas (Violino e Viola Clássica) Cordas Graves (Violoncello e Contrabaixo), para a participação nos projetos do Coral, Marching Band, Banda Sinfônica e Orquestra Sinfônica da Escola, além do Teatro. Disponível para adultos e crianças a partir de 8 anos. A Escola das Artes da Prefeitura de Amparo está situada na Rua Luis Leite, 232, em frente ao Jardim Público.
Cristo
Cristo Redentor de Amparo visto na subida do Morro da Biquinha. O Cristo de Amparo foi inaugurado em 1966 e somente perdia em altura para o Cristo Redentor do Rio de Janeiro. A estátua mede 12 metros de altura e base de 5,2 metros, totalizando 17,2 metros e está a 863 metros acima do nível do mar, com uma bela vista ao seu redor, o cristo se tornou e é, até hoje, um dos pontos turísticos mais visitados de Amparo.
Centro de Memória
Localizado na esquina da Rua Oito de Abril com a Washington Luís, 71/77, a antiga casa de Mercedes Rocha, construída em taipa de pilão e taipa de mão na década de 1850, abriga hoje o Centro de Memória de Amparo. Este casarão, tombado pelo CODEPACUA - Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Amparo, é representante dos primeiros tempos da povoação. Ficava às margens de um dos eixos formadores da cidade de Amparo, ou seja, do caminho que, de Bragança e de Atibaia, demandava Mogi Mirim e que se transformou, posteriormente, na Rua Oito de Abril . A sua importância histórica deve-se ao fato de ser a primeira casa escriturada do município. Ainda não inaugurado, nos fundos foi construído um arquivo para abrigar uma grande massa documental composta por jornais, documentos pessoais e institucionais, periódicos, livros, e fotografias referente a história da cidade de Amparo.
Parque Ecológico
Centro de Educação Ambiental com animais silvestre e domésticos taxidermizados, orquidário municipal, observatório municipal, pousada das abelhas, casa da agricultura (com minhocário, compostagem, viveiro de mudas nativas e exóticas, ervas aromáticas e medicinais), jardim das aves, área de exposições e de lazer para crianças. Oferece atendimento a grupos com agendamento prévio. Conta com uma área de 26 mil metros com árvores frutíferas, nativas, e exóticas. Conta com atividades culturais e pedagógicas, além de passeios programados com monitoria.
Jardim Público
Em meados de 1885, ocorre a primeira mobilização popular no sentido de dotar a cidade com um jardim público. Era uma tentativa de utilizar o terreno dos cemitérios desativados, situados no alinhamento da rua da princesa Imperial, hoje Luís Leite, bem como aquele de propriedade municipal que lhe era contínuo e que fazia fundos com a atual rua Humberto Bereta. Malograda essa primeira tentativa, a Câmara Municipal constituia, em 1887, uma comissão com a finalidade de promover eventos que possibilitassem captar fundos para a construção. Fôra abandonada a ideia de se utilizar para esse fim terrenos dos cemiterios. O projeto ficaria restrito, portanto, ao terreno pertencente à municipalidade.
Mercado Municipal
O projeto apresentado pelo engenheiro-arquiteto Alexandre Albuquerque para a construção do novo Mercado foi aprovado em 1906. O arquiteto buscou inspiração na arquitetura oriental numa alusão às tradições comerciais dos povos árabes. A câmara Municipal contratou a obra com José de Souza Carvalho e Carlos Remorini e a inauguração se deu em 1912. O antigo edifício, que sofreu reformas e intervenções, conta na atualidade com instalações de cozinha, restaurante e boxes para a venda de produtos diversos, acompanhados por diretrizes de comercialização de produtos do município (principalmente os produtos arais) voltadas a divulgar as fazendas, roteiro rural e produção local.
Ladeira da Artes
As premissas que nos conduziram ao projeto de intervenções artísticas na “Ladeira João Aredes de Carvalho” são sobre o resgate desse espaço público “subutilizado”, como um novo local para manifestações culturais, artísticas e de lazer para moradores e visitantes. Desenvolvido por artistas locais e convidados, o projeto “LADEIRA DAS ARTES” consiste na aplicação de peças em cerâmica personalizada e pinturas em grafite, harmonizando com a paisagem urbana da cidade. Com temas sobre a história de Amparo, nosso objetivo é transformar as escadarias num ponto de diversão, cultura e aprendizado.
Praça Pádua Salles
Era conhecida como Largo da Estação, pois nela se situa o Edifício da antiga Estação da Companhia Mogiana. A Praça reúne diversos marcos históricos da cidade. Ali se encontra a Casa da Cultura, a Pinacoteca Municipal, o Monumento em homenagem aos Expedicionários e obelisco da Independência, implantada em 1922 para comemorar o primeiro cenário da independência do Brasil.
Telhado de ladrilhos, o reflexo desses mostravam que havia terra firme para aqueles que estavam no mar. 24/03/13
Tivemos durante a celebração Eucarística deste domingo,às 10h da manhã, o batismo de três meninas, Ana Júlia A. Dias, Gabriela Vitoria A. Lima e Laís Frederico Perches.
Celebração à cargo de nosso pároco, padre Fabio Roberto Chella.
Neste 2º Domingo da Quaresma tivemos 4 crianças recebendo o Sacramento do Batismo, ministrado pelo nosso pároco, padre Gustavo H. Crepaldi.
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O casal Francisco e Cecília, pertencentes à Pastoral do Batismo receberam uma benção especial pelo transcorrer do aniversário de 32 anos de matrimonio.
Os nossos parabéns!
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Nossas fotos estão sem a marca d'água por motivos técnIcos, assim, pedimos àqueles que as copiarem, citem a fonte.
FOTOS PASCOM SÃO BENEDITO/BAURU
Igreja Matriz de Guaratuba construida em 1771 na época da fundação da cidade.
Foto:Clécio João Tkachechen
Matriz de São Benedito.
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"Na Quarta-feira de Cinzas começam os 40 dias de preparação para a Páscoa. Após a Missa, o sacerdote abençoa e impõe as cinzas feitas de ramos de oliveira abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. Estas são impostas fazendo o sinal da cruz na testa e dizendo as palavras bíblicas: “Lembra-te que és pó e ao pó retornarás” ou “Convertei-vos e crede no Evangelho”. Desta forma, a cinza é um sinal de humildade e recorda ao cristão sua origem e seu fim.
A Quaresma termina na Quinta-feira Santa. Nesse dia, a Igreja recorda a Última Ceia do Senhor, quando Jesus de Nazaré compartilhou a refeição pela última vez com seus apóstolos antes de ser crucificado na Sexta-feira Santa."
(ACIDIGITAL)